BRPI0707553A2 - mÉtodos operados por computador para determinar o valor atual de um contrato de futuros para uma commodity, para proporcionar comÉrcio de contratos de futuros e para instrumentos financeiros de carbono e Índice de mercado de carbono - Google Patents
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Abstract
Métodos Operados por Computador Para Determinar o Valor Atual de um Contrato de Futuros para uma Commodity, Para Proporcionar Comércio de Contratos de Futuros e Para Instrumentos Financeiros de Carbono e Índice de Mercado de Carbono. A presente invenção é direcionada para um método operado por computador para determinar o valor atual de um contrato de futuros para uma commodity. O método inclui selecionar uma data de expiração para o contrato de futuros, calcular um fator customizado de taxa de juros com base em taxas de juros inspecionadas a partir de uma pluralidade de instituições de empréstimo e aplicar o fator customizado de taxa de juros ao preço dos contratos de futuros para determinar o valor atual.
Description
"Métodos Operados por Computador Para Determinar o Valor Atualde um Contrato de Futuros para uma CommoditytPara Proporcionar Comércio de Contratos de Futurose Para Instrumentos Financeiros de Carbonoe índice de Mercado de Carbono"
Relatório Descritivo
Notificação de Direitos de Autor
Este Pedido inclui material que está sujeito à proteção dedireitos autorais. O proprietário de direitos autorais não faz objeção àreprodução de fac-símile do Pedido por qualquer pessoa conforme oPedido aparece nos registros do Escritório de Marcas e Patentes dosEstados Unidos, mas, de outra forma, reserva-se todos os direitos deautor.
Antecedentes
O ambiente mundial se defronta com significantes ameaçasde liberações antropogênicas ou "de causa humana" de gases de efeitoestufa para a atmosfera. Os gases de efeito estufa, como o vapor deágua, dióxido de carbono, ozônio troposférico, óxido nitroso e metano,são geralmente transparentes à radiação solar, mas opacos à radiaçãode onda longa, impedindo, deste modo, que a energia de radiação deonda longa deixe a atmosfera. O efeito líquido dos gases de efeito estufana atmosfera é um aprisionamento da radiação absorvida e umapropensão para aquecer a superfície do planeta. Os gases de efeitoestufa podem ser emitidos, por exemplo, pela emissão de dióxido decarbono durante a combustão de combustível fóssil. Deste modo,automóveis, fábricas e outros dispositivos que queimam combustívelemitem gases de dióxido de carbono para a atmosfera. Todavia, osgases de efeito estufa podem também ser emitidos por meios maisnaturais. Por exemplo, fazendeiros podem cultivar a terra da fazendade forma que o dióxido de carbono do chão cultivado seja liberado parao ar. A remoção de árvores da floresta ou o desmatamento tambémpode resultar na emissão de gases de efeito estufa.
Em geral, os aumentos rápidos na concentração de gases deefeito estufa na atmosfera da Terra causada pela atividade humanaaumentam o risco de mudanças fundamentais e caras no sistema declima da Terra. Esses riscos podem incluir ciclos mais severos desecas/precipitações; ondas de calor mais longas e mais extremas;espalhamento de doenças tropicais; danos à vegetação e sistemasagrícolas; e ameaças aos litorais e propriedades devido a níveis do marmais altos e ondas de tempestades mais altas.
Nos anos 80, os Estados Unidos implementaram um siste-ma de comércio de emissões para eliminar o chumbo dos combustíveisde motores. Este esforço foi seguido por um programa altamenteexitoso de comércio de emissões de dióxido de enxofre (SO2) da Agênciade Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA). Para reduzir a chuvaácida, foi imposto um limite total nas emissões de SO2 nas plantas deenergia elétrica. As utilidades que achassem caro cortar emissões deenxofre poderiam comprar créditos de utilidades que fizessem cortesextraordinários a custo baixo.
O programa de SO2 tem sido bem sucedido. As emissõesforam reduzidas mais rapidamente do que o necessário e os custosforam muito abaixo da maior parte das previsões. Tem existido tambémum crescimento constante no comércio de créditos, de 700.000 tonela-das em 1995 para aproximadamente 12 milhões de toneladas em 2001.O comércio de emissões de SO2 agora alcançou um valor de aproxima-damente $2 bilhões cada ano para comércios registrados.O sucesso ambiental e econômico do programa de comérciode crédito de dióxido de enxofre dos Estados Unidos para reduzir achuva ácida, como também outros mercados semelhantes, proporcio-nam evidência dos benefícios do comércio de emissões em larga escala.O comércio de emissões introduz a escassez estabelecendo limites nasemissões globais, especificando limites a nível de firmas e permitindoaqueles que podem cortar emissões a custo baixo de fazer cortes extras.As companhias com altos custos para cortar emissões podem contribuircomprando direitos de emissão comercializáveis daqueles que fazemcortes extras. O mercado em um instrumento do tipo propriedade -créditos de emissão - ajuda a assegurar o uso de eficiente do recursolimitado (o ambiente) e rende um preço que sinaliza o valor que asociedade coloca pelo uso do ambiente. Aquele preço representa arecompensa financeira paga àqueles que reduzem emissões e tambémindica o valor de criar técnicas inovadoras de redução de poluição.
Os créditos de SO2 comercializáveis são um elemento inte-gral do programa Ato de Ar Limpo dos Estados Unidos (como emendadoem 1990) que exige uma redução importante em emissões liberadas porplantas de energia elétrica. Os créditos de emissão comercializáveis sãoemitidos pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA)para cada planta de energia elétrica movida a combustível fóssil emuma quantidade correspondendo a cada limite de emissão nominal daplanta. A quantidade total de créditos emitidos corresponde ao limitede emissão nacional. Cada primavera, todas ás plantas elétricas devemrenunciar perante o EPA a uma quantidade de créditos que se equiparaao total de emissões do ano anterior (como quantificado usando monito-res de emissão exigida). Aquelas entidades que reduzem as emissõesabaixo de suas alocações de créditos estão livres para guardar (para usofuturo) ou vender seus créditos de excesso. As plantas que não redu-zem as emissões ao nível de alocação de créditos devem adquirircréditos, a fim de alcançar permissão (doravante: complacência). Omercado de créditos de SO2 comercializáveis cresceu a um valor detransação de mais de $4 bilhões por ano. No último ano, preçosrapidamente subiram (de $200 até mais de $600 por tonelada) e setornaram muito voláteis. Estes desenvolvimentos têm aumentado anecessidade de um instrumento financeiramente garantido e padroni-zado para uso na proteção do risco e comércio do preço.
Cada crédito de emissão emitido (que existe como um nú-mero de série no registro do EPA, chamado de "Sistema de Acompa-nhamento de Crédito") teve uma "vindima" atribuída a ele como parte deseu número de série. O EPA emite com antecedência uma linha detrinta anos de créditos. A vindima designa o primeiro ano em que oscréditos podem ser usados em complacência. Por exemplo, os créditosde primeiro ano com uma vindima de 2004 podem ser renunciadosperante o EPA, a fim de alcançar os limites de emissão é o ano decomplacência de 2004, para o qual a complacência é documentada("ideal") no início de 2005. Ao passo que um crédito de 2004 não usadoé automaticamente "guardado" (mantido na conta do seu proprietário) epode ser usado para satisfazer compromissos de limitação de emissãopara anos posteriores, um crédito de vindima de 2005 não pode serusado em complacência para atingir limites de emissão para anos antesde 2005. Isto é, não se pode "obter emprestado" do futuro para atingirlimites de emissão atuais.
Uma implicação das vindimas de crédito é que existem pre-ços de mercado diferentes para vindimas de crédito diferente. Omercado "local" envolve o comércio em créditos utilizáveis em compla-cência para atingir os limites de emissão do ano calendário de 2004.
Como a poupança é permitida, o comércio em créditos de vindimas de2004 é compreendido pelos participantes de mercado para incluir todosos créditos tendo uma vindima de 2004, como também créditos poupa-dos tendo uma vindima anterior a 2004. Em conseqüência, os partici-pantes do mercado tratam cada vindima de crédito posterior a 2004como um mercado distinto. Como resultado, os créditos de vindima de2005 comercializam a preços ligeiramente diferentes créditos de vindi-ma de 2004 e também comercializam a preços que são diferentesdaqueles dos créditos de 2006 e 2007.
A arte de projetar contratos de futuros bem sucedidos, defi-nidos como contratos de futuros que atraem participação significativaque facilita a execução de baixo custo de comércios, exige o estabeleci-mento de condições que proporcionem oportunidades de mercado parauma variedade de entidades. As especificações de contrato devem serviraos interesses dos "hedgers" (isto é, aqueles que usam os contratos paraadministrar a sua exposição existente a mudanças de preço adversasna commodity em questão) e comerciantes, incluindo especuladores,que propiciam o comércio de liquidez de mercado com a meta de lucrarcom as mudanças de preço.
Os contratos de futuros são usados por "hedgers" princi-palmente com a finalidade de proteção contra perda econômica devido amudanças de preço adversas na commodity em questão. A grandemaioria de posições de contrato de futuros (posições de compras"longas" e posições de vendas "curtas") é liquidada antes que o contratoalcance a data de vencimento anotada. Esta liquidação acontece pelainiciação de uma posição que é oposta à posição que o portador daconta mantinha, quando o vencimento de aproxima. Um portador deuma posição folgada venderá para ficar "positivo" (fora do mercado) e oportador de uma posição curta comprará para ficar "positivo". Osportadores de uma posição que não liquidam uma posição longa oucurta antes dos contratos de futuros expirarem se tornam parte doprocesso de liberação. Aqueles que ficam "escassos" devem entregarinstrumentos elegíveis e aqueles que permanecem "folgados" seráexigido fazer o pagamento e aceitar a liberação.
Os sistemas de comércio de créditos de emissão, às vezeschamados de sistemas de "proteção e comércio", podem ser suplemen-tados por compensações baseadas em projetos que refletem a reduçãode gases de efeito estufa e/ou captura e armazenamento de dióxido decarbono. Podem ser geradas compensações por iniciativas individuaisempreendidas por entidades que não são fontes de emissão significativaou tenham perfis de emissão que são naturalmente incorporados nomercado como compensação. Por exemplo, fazendeiros individuaispodem absorver e armazenar dióxido de carbono em solos pela manu-tenção de práticas de plantação que usam lavoura de conservação. Alavoura de conservação envolve a perturbação mínima do solo, aprisio-nando, deste modo, o carbono que era transmitido para o solo pelocrescimento das plantas. A incorporação de compensações proporcionafontes de emissão industriais com uma fonte adicional de mitigação degás de efeito estufa, ao mesmo tempo que também propicia uma fontede reservas para atividades, como lavoura de conservação, que produ-zam benefícios ambientais locais tal como qualidade da água melhora-da.
Muitas nações industriais grandes têm buscado o projeto deum programa de comércio de emissões de gases de efeito estufa quepossa proporcionar às corporações e outros um mecanismo organizado,baseado em mercado para reduzir os gases de aquecimento global a umcusto efetivo. Este empenho apresenta um meio para levar eficazmenteem consideração a mudança climática, ao mesmo tempo que oferece aseus proprietários e membros uma oportunidade comercial significativa.
Enquanto governos nacionais e subnacionais têm estadoestudando os programas de comércio de emissões de gases de efeitoestufa, por vários anos os líderes do setor privado em muitos países têmfinanciado projetos de mitigação e conduzido o comércio com "créditosde carbono" informais. Um estudo de um Banco Mundial relata queeste mercado de venda direta nascente tem incluído diversas dúzias decomércios significativos. O estudo revelou que, na ausência de qual-quer estrutura regulatória, o volume de dólares em transações de vendadireta já ultrapassou $200 milhões. Além disso, a revista "The Econo-mist" projeta um volume anual de comércio variando de $60 bilhões a$1 trilhão.
Numerosos governos foram além do planejamento e estãoimplementando mercados de gases de efeito estufa formais, incluindo oReino Unido, Dinamarca e os Países Baixos, assim como tambémMassachusetts e New Hampshire. A União Européia estabeleceu aestrutura para um sistema de comércio de emissões de dióxido decarbono a ser empregado começando em 2005. A Diretiva da UniãoEuropéia estabelece um mercado de fase inicial com antecedência deum sistema de comércio de emissões de gases de efeito estufa maisamplo e mais abrangente entre as facilidades de energia e industrial emseus estados membro começando em 2008.
Um número de estados, províncias e instituições de trocas emultilaterais tem feito preparações detalhadas para o comércio. Estáneste contexto o reconhecimento de um risco ambiental sério, o desejode respostas de custos menores, o aumento da regulação mundial e asdemandas de acionistas de que a presente invenção ofereça soluçõespara os desafios de se estabelecer e operar um comércio de câmbio degases de efeito estufa.
Os exemplos de barreiras para o comércio de gases de efeitoestufa incluem as incertezas regulatórias; a falta de uma definiçãoclara, amplamente aceita da commodity, a falta de padrões para monito-ração, verificação e documentação de comércio; a falta de padrões paraa elegibilidade de compensações de emissões baseadas em projeto; e afalta de mercados organizados e preços de mercado claros. Outrasbarreiras e desafios também existem. Estas barreiras constituemcustos de transação significativa que impedem o progresso na adoçãode compromissos de redução de gases de efeito estufa aumentando oscustos de alcançar tais compromissos.
Deste modo, existe uma necessidade para um sistema decomércio de redução de emissões melhorados que permite a modalidadedos objetivos de redução de gases de efeito estufa com custos detransação mais baixos. Existe ainda uma necessidade de um sistemade comércio organizado para promover a redução da emissão de gasesde efeito estufa. Ainda mais, existe uma necessidade de um mercado decomércio organizado, baseado em padrões, para gases de efeito estufaque proporcione o comércio de contratos futuros ou contratos nopresente.
Sumário da Invenção
A presente invenção relaciona-se com um método operadopor computador para determinar o valor presente de um contrato defuturos para uma commodíty. O método inclui selecionar uma data devencimento para o contrato de futuros, calculando um fator de taxa dejuros customizado baseado nas taxas de juros pesquisadas de umapluralidade de instituições de empréstimo e aplicando o fator de taxa dejuros customizado para o preço de contrato de futuros para determinaro valor presente. Em algumas realizações, a commodity é o dióxido decarbono e o contrato de futuros inclui instrumentos financeiros decarbono. Um índice de mercado de carbono que inclui para contratosde futuros em valor presente é, de preferência, determinado pelométodo.
Numa modalidade, o método inclui ainda calcular um preçode futuros de composição. Noutra modalidade, o método também incluicalcular e adicionar um fator de custo de armazenamento personalizadopara o preço de contrato de futuros.
A data de vencimento é tipicamente selecionada dentro deum mês de calendário pelo menos um ano no futuro. Numa modalida-de, o mês de calendário futuro é ura que se correlaciona com um últimomês que experimentou uma quantidade mais alta de volume de comér-cio para a commodity do que em outro mês de uma sessão de comércioprévia. Noutra modalidade, o mês de calendário futuro é um que secorrelaciona com um último mês que experimentou a maior quantidadede volume negociado com relação aos outros meses de cinco sessões decomércio anteriores.
De modo vantajoso, o método também inclui mudar a datade vencimento para uma nova data no dia que a nova data efetua umvolume negociado mais alto que a data de vencimento para três dias denegócios consecutivos.
O fator de taxa de juros personalizado é calculado, de prefe-rência, pela média das taxas de juros futuras cotadas de uma plurali-dade de instituições de empréstimo e multiplicando o resultado pelarazão de dias permanecendo até a primeira data de liberação possíveldo contrato de futuros sobre 360. Por exemplo, as taxas de jurospodem ser obtidas a partir de pelo menos dez instituições de emprésti-mo diferentes e o fator de taxa de juros personalizado pode ser calcula-do excluindo as duas taxas de juros mais altas e as duas mais baixas ecalculando a média das seis taxas de juros restantes. As taxas de jurossão tipicamente baseadas no número específico de dias até o vencimen-to do contrato de futuros.
Ainda noutra modalidade, a data de vencimento inclui da-tas de vencimento múltiplas nos mesmos anos futuros ou diferentes.As datas de vencimento múltiplas correlacionam, de preferência, asdatas do presente ou passado para as quais os juros abertos se consti-tuem mais de 3% do total dos juros abertos no contrato de futuros.
O método geralmente também inclui determinar um valorpresente único para múltiplas datas de vencimento. O valor presenteúnico é determinado, por exemplo, calculando a proporção de jurosabertos representado por cada uma das datas de vencimento múltiplascom relação às outras datas de vencimento, multiplicando as propor-ções por seus valores presentes calculados respectivos para renderpreços colocados ponderados estaticamente relativos e combinando ospreços colocados ponderados estatisticamente relativos para render ovalor presente único.
Em algumas realizações, o método também inclui as etapasde estabelecer um cronograma de redução de emissão para certosparticipantes baseadas em informações de emissões proporcionadas poraqueles participantes e conduzindo comércios dos contratos de futurospara permitir que os certos participantes cumpram o cronograma deredução. De preferência, o cronograma de redução de emissão é paraum período de anos e os comércios dos contratos de futuros permitemque os certos participantes cumpram o cronograma de redução nosanos futuros.
A presente invenção também se relaciona com um métodooperado por computador para facilitar o comércio de contrato defuturos. O método inclui estabelecer um preço de venda para umcontrato de futuros para uma commodity, determinando o valor presen-te do contrato de futuros e venda do contrato de futuros para umcomprador que pretende adquirir o contrato de futuros no tempopresente para usar no futuro.
Além disso, a presente invenção engloba um método opera-do por computador para comércio de contratos de futuros para instru-mentos financeiros de carbono que inclui a etapa de derivar um índicede mercado de carbono do método de determinar o valor presente deum contrato de futuros e aplicando o índice para facilitar o comérciodos contratos de futuros. O índice é geralmente calculado em valoresdenominados em euros, mas podem ser expressos numa variedade deoutras moedas.
Breve Descrição dos Desenhos
A Figura 1 é um diagrama de blocos de um sistema de co-mércio de redução de emissões.
A Figura 2 é uma representação esquemática de uma fun-cionalidade de leilão dentro do sistema da Figura 1.
A Figura 3 é um diagrama de blocos de um sistema de re-dução de emissões e de comércio.
A Figura 4 é um diagrama de fluxo que representa opera-ções exemplificativas realizadas na criação de alocações de linhas basee créditos.
A Figura 5 é um gráfico de uma linha base de emissões e-xemplificativa, cronograma de redução, provisão de crescimento econô-mico e quantidades de mitigação máximas.
A Figura 6 é um gráfico de uma provisão de crescimento,compras exigidas máximas e quantidades de vendas permitidas exem-plificativos.
A Figura 7 é uma representação esquemática de monitora-ção de emissões de setor múltiplo, reportando e auditando linhas basesde emissões e relatórios de emissões periódicos.
A Figura 8 é uma representação esquemática de um pro-cesso ideal exemplificativo.
A Figura 9 é uma representação esquemática de um regis-tro e relatório de um projeto de compensação exemplificativo.
A Figura 10 é uma representação esquemática de um me-canismo de crédito exemplificativo para a combustão do metano.
A Figura 11 é um gráfico de compensações de silviculturaexemplificativos com base no armazenamento de carbono.
A Figura 12 é um mapa exemplificativo de compensaçõesde solo agrícola baseado em região geográfica.
A Figura 13 é uma representação esquemática de uma e-missão exemplificativa de créditos de emissão de gases de efeito estufaem aumentos em ações de carbono qualificativas.
A Figura 14 é uma representação esquemática de um pro-cesso de verificação de compensação exemplificativo.
A Figura 15 ilustra esquematicamente outra modalidadeexemplificativa de um sistema de comércio de redução de emissões.
A Figura 16 ilustra esquematicamente uma amostra exem-plificativa de uma interface de usuário gráfica que facilita os cômputosde emissões de GHG e complacência de CFIs.
A Figura 17 ilustra esquematicamente uma modalidade deum método para computar emissões de GHG no sistema exemplificativoda Figura 15.
A Figura 18 ilustra esquematicamente uma modalidade deum método para computar a complacência de CFIs no sistema exempli-ficativo da Figura 15.
A Figura 19 ilustra esquematicamente uma modalidade deum método para registrar CFIs para comércio em um mercado susten-tado pelo sistema exemplificativo da Figura 15.
A Figura 20 ilustra esquematicamente uma modalidade deum método de calcular o Fator de Taxa de Juros Personalizado deacordo com a presente invenção.
Descrição Detalhadadas Realizações Preferidas
As realizações ilustrativas serão, agora, descritas de modo aproporcionar uma compreensão global dos sistemas e métodos descri-tos. Um ou mais exemplos das realizações ilustrativas são mostradosnos desenhos. Aqueles versados na técnica entenderão que os sistemase métodos descritos podem ser adaptados e modificados para propor-cionar sistemas e métodos para outras aplicações e que outras adiçõese modificações podem ser feitas para os sistemas e métodos descritossem fugir do escopo da presente revelação. Por exemplo, os aspectosdas realizações ilustrativas podem ser combinados, separados, inter-cambiados e/ou reorganizados para gerar outras realizações. Essasmodificações e variações são planejadas para ser incluídas dentro doescopo da revelação presente.
Voltando, agora, para as Figuras que ilustram realizaçõesexemplificativas da invenção, a Figura 1 ilustra uma representaçãoesquemática de uma redução de emissões e sistema de comércio 10. Osistema 10 pode incluir um registro 12, um mecanismo de garantia 16 eum anfitrião de comércio ou plataforma 18. O sistema 10 pode estaracoplado a uma rede 20, tal como a Internet ou quaisquer outrasconexões públicas ou privadas de dispositivos de computação. Osistema 10 pode ser acoplado de modo comunicativo a um banco dedados de emissões 22 ou diretamente ou via rede 20.
O registro 12 serve como o registro oficial de créditos de e-missão e títulos de compensação de cada participante no mercado decommodities administrado pelo sistema 10. As transações tornam-seoficialmente reconhecidas para propósitos de complacência apenasquando são transferidas através de contas no registro 12. Os títulos doregistro 12 podem ser Instrumentos Financeiros de Carbono (CFIs), taiscomo créditos de trocas (XÁS), compensações de emissão de troca (XOs)geradas por projetos de mitigação e troca de créditos de ação inicial(XEs). Cada instrumento representa cem toneladas métricas de CO2 e épreferivelmente designado com uma vindima anual específica. Cadainstrumento é reconhecido como equivalente quando rendido paracomplacência (sujeito a certas restrições descritas abaixo). Os CFIspodem ser usados em complacência em seu ano de vindima designadoou em anos posteriores. Estes equivalentes facilitam os comérciospadronizados.
Numa modalidade exemplificativa, o registro 12 é projetadopara ter acesso de Internet seguro por participantes às suas própriascontas. O registro 12 pode ser configurado para proporcionar o acessode contas pelo público, mas este acesso estaria em base apenas visual.De preferência, o registro 12 é configurado com a capacidade de fazerinterface com os registros em outros mercados de gases de efeito estufa.O registro 12 é ligado à plataforma de comércio 18 e mecanismo degarantia financeira 16. A combinação destes três componentes propor-ciona um sistema de câmara de compensação.
O mecanismo de garantia 16 aumenta o desempenho demercado de vários modos. O mecanismo de garantia 16 assegura queaqueles que conduzem as vendas de CFIs na plataforma de comércio 18recebem o pagamento no próximo dia ainda que o comprador falhe emexecutar o processo de pagamento. Este mecanismo permite o comércioanônimo, eliminando a necessidade levar em consideração o mérito decrédito dos compradores. O risco de não pagamento é eliminado,removendo assim um custo de transação. Este aspecto permite aparticipação no comércio por provedores de liquidez (incluindo "fabri-cantes de mercado"), que podem tornar-se prontamente disponíveispara compra e venda. A presença de compradores e vendedores emespera aumenta a atividade de comércio, que melhora a eficiênciaeconômica do processo de descoberta de preço. Além disso, a capaci-dade de negociar anonimamente permite que membros apresentemofertas e propostas e executar comércios sem revelar as suas estratégiasde comércio. O mecanismo de garantia 16 elimina o risco de que umcomprador possa falhar em realizar o pagamento.
Uma vez registrado como membro de troca, ao membro éalocado um fluxo de tempo de créditos de emissão original que sãodesignados com vindimas anuais. Independentemente do método decomércio empregado, todas as liberações de créditos de troca (XAs) ecompensações de troca (XOs) acontecem tendo o transferidor instruindoo registro 12 para transferir créditos de compensação de sua conta paraa conta do transferido. Subseqüentemente ao final do ano, a fonte deemissão deve transferir uma quantidade de créditos de vindima apro-priados ou compensações iguais às suas emissões totais durante o anoanterior para a conta de retirada. Subseqüentemente ao final de umano de complacência, cada membro de troca deve designar para retira-da uma quantidade de CFIs de troca comercializáveis igual às emissõestotais daquele participante durante o ano de complacência.
A plataforma de comércio 18 é um mecanismo eletrônicopara hospedar o comércio de mercado. A plataforma de comércio 18proporciona aos participantes um local central que facilita o comércio epublicamente revela informações de preço. A plataforma de comércio18 reduz o custo de localizar partes de contador de comércio e comér-cios de finalização, um benefício importante num mercado novo. Aplataforma de comércio 18 pode também ser usada como plataformapara conduzir os leilões periódicos.
A Figura 2 ilustra um leilão anual exemplificativo realizadousando o sistema 10 descrito com referência à Figura 1. Alternativa-mente, o leilão pode ser mantido com intermitência ao longo de um ano.Numa modalidade exemplificativa, o leilão opera proporcionando ofertas30 e propostas para créditos a uma rede de leilão 32. A rede de leilão 32pode receber créditos de uma reserva de leilão 34 e outras ofertas 36. Areserva de leilão 34 inclui créditos de troca (por exemplo, os XAs).Resultados de leilão incluem informações de preço público 38, ofertaspremiadas 40, e resultado monetário retornado em rateio aos partici-pantes 42. As ofertas premiadas 40 resultam em transferências decréditos 44 entre contas no registro 12 descrito com referência à Figura 1.
De modo vantajoso, leilões de créditos de emissão de gasesde efeito estufa proporcionam um mecanismo ordenado para ajudar omercado. Ao publicamente revelar preços, os leilões proporcionaminformações críticas para os participantes. Os preços ajudam osparticipantes a formular condições de comércio privado razoáveis e, demodo importante, proporcionam sinais que indicam que são economi-camente lógicas ações de mitigação de gases de efeito estufa internas eque são melhor realizadas ações por outros participantes que enfrentamcustos de mitigação mais baixos.
O sistema 10 de preferência conduz leilões periódicos decréditos de troca (XAs) possivelmente incluindo compensações deemissão de troca (XOs) com a finalidade de revelar os preços de merca-do, encorajando o comércio e expandindo a participação de mercado.Numa modalidade exemplificativa, é realizado um leilão de preço únicojustificado. Alternativamente, é usado um leilão de preço distintivo.Um método de preço distintivo é usado nos leilões da Diretoria deComércio de Chicago para créditos de emissão de dióxido de enxofre.Como exemplo, um leilão de preço único justificado é entendido ser umleilão em que todos os compradores pagam o preço mais baixo de todasas ofertas aceitas. Em contraste, um leilão de preço distintivo é enten-dido ser um leilão em que os compradores bem sucedidos pagam opreço que eles ofertam, não importando quais são os outros preços deofertas aceitas. Como tal, é possível ter preços aceitos diferentes nomesmo leilão.
A Figura 3 ilustra uma redução de emissões e sistema decomércio 100 que pode ser usado em ambos os comércios de contratopresente ou convencional e de futuros. O sistema 100 pode incluir umregistro 102, uma plataforma de comércio 104, um componente dejustificação 106, uma instituição financeira 108, um suporte 110 e umcomponente de ajuda ao suporte 112. Em geral, os membros 114 e/ouparticipantes 116 interagem com a plataforma de comércio 104 paratomar parte na compra e venda de créditos e compensações. Para oregistro/manutenção 118 e investigações gerais 120, os membros 114e/ou participantes 116 interagem diretamente com o registro 102. Numou noutro caso, a comunicação é feita por meio de padrões de tecnolo-gia 122. Os padrões de tecnologia 122 podem incluir padrões deprotocolo de Internet e outros padrões de tecnologia específica quefacilitam a comunicação por membros 114 e/ou participantes 116.
O registro 102 pode incluir informações relativas a produtosde sistemas, tais como, XAs, XOs e XEs, assim como também informa-ções relativas à linha base e compromissos de redução de emissão. Oregistro 102 pode ser implementado usando um banco de dados esoftware de computador. O registro 102 também pode incluir informa-ções sobre contas de retirada de créditos e compensações e créditos deação iniciais baseados em atividades antes do estabelecimento dosistema.
A plataforma de comércio 104 proporciona membros 114 eparticipantes 116 com uma estrutura que permite o comércio decréditos de emissão e compensação. A plataforma de comércio 104pode ser implementada como um programa de software proporcionandouma interface de usuário que permite a execução de várias funções. Aplataforma de comércio 104 pode incluir um monitor de supervisão demercado 130, um console de administração de mercado 132 e umequipamento 134. O equipamento 134 pode incluir hardware e/ousoftware, tais como, roteadores, servidores, linhas telefônicas e seme-lhantes. O console de administração de mercado 132 permite a trocapara administrar, intervir e controlar contas e fazer ajustes nas contas(por exemplo, onde o membro vende uma fonte de emissão). O monitorde supervisão de mercado 130 facilita a supervisão do comércio feitousando a plataforma de comércio 104 para aderência às regras dosistema.
A plataforma de comércio 104 é acoplada ao registro 102para obter e comunicar informações, tais como, informações de contas eregistros de comércio. A plataforma de comércio 104 também interagecom o componente de justificação 106 na execução de operaçõesrealizadas por membros 114 e participantes 116 na plataforma decomércio 104. O componente de justificação 106 pode incluir umatransferência de entrada de livro 138 que constitui o mecanismo oficialpelo qual a liberação de CFIs comercializáveis acontece, um repositório140, uma interface de registro 142 e um componente de coleção 144. Ainstituição financeira 108 proporciona o estabelecimento de comércios epode proporcionar um mecanismo pelo qual o desempenho financeiro égarantido.
O suporte 110 proporciona o suporte de comércio paramembros 114 e participantes 116 para comércios usando a plataformade comércio 104. O componente de ajuda de suporte 112 ajuda nasperguntas do cliente que são feitas diretamente ao sistema sem passarpela plataforma de comércio 104, que pode ser proporcionada e mantidapor uma terceira parte.
O mercado (conforme incorporado no sistema 10 ou sistema100) tem sido projetado com o fim de tornar commodities os CFIsusados no comércio de CFIs. CFIs uniformes e completamente fungíveis(por exemplo, créditos de troca, compensação de troca e créditos deação iniciais de troca) permitem a transferência e flexibilidade fáceisentre os participantes. A uniformidade reduz os custos de transação,aumenta a previsibilidade e aumenta a liquidez de mercado. Essesaspectos são alguns poucos aperfeiçoamentos relativos aos custos detransação heterogêneos e altos associados com práticas atualmenteusadas no mercado informal para reduções de emissão de gases deefeito estufa.
Cada membro do mercado administrado pelo sistema 10(descrito com referência à Figura 1) ou o sistema 100 (descrito comreferência à Figura 3) (daqui em diante neste documento coletivamentereferido como o "mercado") tem uma linha base de emissão, que podeser a média de suas emissões durante certos anos anteriores tais como1998 até 2001.
Uma linha base de emissões de preferência reflete uma ava-liação detalhada de padrões de atividade industrial e consideraçõespráticas, tais como disponibilidade de dados. As linhas base de emis-sões podem ser ajustadas para refletir a aquisição ou disposição deinstalações. Um nível de emissão de referência é estabelecido, depreferência, de forma a ser capaz de obter dados de emissões, refletirvariações em ciclos econômicos e efetuar operações. Um cronograma deredução de emissão pode ser definido a partir do nível de emissão dereferência.
A Figura 4 ilustra operações realizadas na criação de linhasbase e alocações de crédito no mercado. Operações adicionais, poucasou diferentes, podem ser realizadas, dependendo da modalidade. Numamodalidade exemplificativa, é realizada uma operação 410 em que sãoestabelecidas regras de monitoração de emissão. As regras de monito-ração de emissão podem se relacionar com instalações incluídas, gasesincluídos e/ou gases excluídos. Estas regras designam quais asatividades que contam para as emissões.
Numa operação 420, são determinados números de emissãode membros usando as regras de monitoração de emissão. Em algumasrealizações, os números de emissão de membros são computadosbaseados nos esquemas descritos com respeito às Figuras 15-17. Osnúmeros de emissão podem ser submetidos ao mercado por membrosou obtidos eletronicamente de uma rede a partir de um banco de dados.As regras de monitoração de emissão são aplicadas de forma que osnúmeros de emissão de membros sejam precisos para a criação de umalinha base. De preferência, a definição de linha base inclui regras quegovernam a inclusão de instalações e especificações para definir a"propriedade" das emissões em instalações de proprietários conjuntos eregras para contabilizar vazios na linha base nos dados de emissões doperíodo. Uma vez que sejam obtidos os números de emissão, as linhasbase dos membros são estabelecidas em uma operação 430. A linhabase pode ser uma media dos números de emissão durante certoperíodo de tempo, tal como quatro anos.
Os ajustes podem ser feitos para a linha base em uma ope-ração 440. Os ajustes da linha base podem ser para cima, por exemplo,quando instalações de emissão são adquiridas pelo membro. De modosemelhante, os ajustes da linha base podem ser descendentes, por.exemplo, quando um membro descartar uma instalação de emissão.
Tendo estabelecido uma linha base, uma operação 450 podeser realizada para criar alocações de crédito e contribuições para oleilão. É aplicado um cronograma de redução de emissão criado pelomercado para criar um cronograma de emissão para cada membro. Depreferência, o cronograma de redução de emissão utiliza uma regraconhecida que seja comum entre todos os participantes. Como exem-plo, o cronograma pode pedir reduções de 1%, 2%, 3% e 4% abaixo dosníveis de emissão da linha base, por exemplo, anos 2003, 2004, 2005 e2006 respectivamente. Os membros anualmente rendem uma quanti-dade de CFIs (por exemplo, créditos de troca, compensação de emissãode troca, quando aplicáveis, créditos de ação iniciais de troca) iguais àssuas emissões anuais. Aqueles membros que reduzem as emissõesabaixo destes níveis podem vender ou guardar seus CFIs ou créditos emexcesso, enquanto aqueles com emissões acima do cronograma deredução efetuam um débito e devem comprar CFIs, a fim de alcançarcomplacência. Os débitos incluem compras exigidas de CFIs paracumprir o cronograma de redução. Permitindo comércios de contratosde futuros, o sistema proporciona aos membros a capacidade decumprir seus cronogramas de redução no futuro comprando CFIs, comvalores à vista calculados no presente.
De modo vantajoso, o cronograma de redução de emissão éuniforme e facilmente entendido. A sua simplicidade facilita a partici-pação por uma faixa diversa de negócios e outras entidades, aumentan-do, deste modo, tanto a efetividade ambiental do programa como opotencial para registro de entidades que são capazes de reduzir asemissões a baixo custo. Como mostrado na Tabela 1 abaixo, o objetivode redução de emissão declina 1% ao ano e a redução de emissão dequatro anos cumulativa relativa aos níveis de emissão da linha base é10% (l%+2%+3%+4%). Este valor simples facilita a análise fácil deimplicações potenciais de participação como também planejamento deesforços.
TABELA 1
<table>table see original document page 22</column></row><table>Cada membro está, de preferência, alocado a um flu-xo de quatro anos de créditos de emissão. O registro 12 (ou o registro102 no caso do sistema 100 da Figura 3) emprega um sistema queidentifica a vindima de cada instrumento. O mercado monitora astransferências de instrumento e mantêm e facilita a supervisão neces-sária para fazer cumprir as regras, tais como as restrições para guardare limite de vendas de firma única.
A Figura 5 ilustra um gráfico de uma linha base de emissãoexemplificativa, cronograma de redução, provisão de crescimentoeconômico e quantidades de mitigação máxima. O gráfico inclui umalinha pontilhada horizontalmente cruzando os 100% para designar umalinha base de emissão para um membro particular. Cada ano à frente,objetivos de emissão são reduzidos por um cronograma de redução. Ográfico representa um cronograma de redução anual de 1% por ano.
O gráfico da Figura 5 também indica que a quantidade má-xima de mitigação de emissão exigidas aumenta a uma taxa fixadadurante o tempo. Numa modalidade exemplificativa, o mercado éconfigurado de tal forma que a quantidade máxima de emissões equiva-lentes de CO2 reconhecidos em determinar o ideal anual para cadamembro é 2% acima daquele nível de emissão da linha base do partici-pante durante o ano 1 e ano 2 e 3% acima da linha base durante o ano3 e ano 4. Como tal, existe uma limitação estabelecida na exposição derisco enfrentado por participantes de mercado de piloto. Sem essaprovisão, a quantidade potencial máxima de compras de CFIs que cadamembro pode enfrentar seria desconhecida. Este mecanismo permiteque os participantes potenciais conheçam, com antecedência, comcerteza, a quantidade de máxima de compras eles podem ter queempreender alcançar complacência com os compromissos de reduçãode emissão anual. Esta provisão é chamada da provisão de crescimentoeconômico.A Figura 6 ilustra um gráfico de uma provisão de cresci-mento econômico exempliflcativo, compras exigidas de máximo equantidades de vendas permitidas descritas com respeito à Figura 5.Para cada vindima de instrumento, existe um número máximo decréditos de emissão que podem ser vendidos como também um númeromáximo de créditos de emissão que deve ser comprado. Estas restri-ções refletem a aplicação simétrica da provisão de crescimento econô-mico.
Os níveis de emissões podem ser imprevisíveis e são fre-qüentemente influenciados por fatores externos para um negócio (porexemplo, tempo, condições econômicas, quebras de plantas). A provi-são de crescimento econômico proporciona uma medida de isolamentocontra tais incertezas. Este aspecto de redução de risco permite aosmembros potenciais para estabelecer estimativas melhores informadasda exposição financeira possível mais alta associada com a participa-ção. Esta previsibilidade aumentada é esperada resultar em participa-ção maior no mercado voluntário, deste modo rendendo mais progressoambiental e ajudando a avançar na infraestrutura de mercado enquan-to desenvolve capital humano no comércio de emissões (GHG) de gasesde efeito estufa. Os benefícios desta provisão são particularmenteimportantes para entidades que enfrentam o crescimento rápido deemissões (por exemplo, devido a crescimento de população na sua basede clientes). O desenvolvimento de ferramentas para iniciar esforços demitigação de GHG em países com crescimento rápido de emissões, comoa China e a índia, é reconhecido como um dos desafios significativos domundo no esforço global a longo prazo para parar eficazmente asameaças de mudança de clima global.
Ao mesmo tempo, existe um limite aplicado aos participan-tes no mercado para vendas permitidas. Numa modalidade exemplifica-tiva, as reduções de emissão reconhecidas máxima refletem as comprasexigidas máximas. Por exemplo, as vendas são limitadas a 6% da linhabase em que as compras exigidas são limitadas a 6%.
Certos membros individuais podem estar em uma posiçãopara vender grandes quantidades de créditos de troca. Se qualquermembro único ou grupo pequeno de membros tivesse permissão paravender sem limite, o mercado poderia tornar-se desbalanceado e sujeitoã congestão de preço. De modo semelhante, a capacidade desenfreadade vender poderia levar a uma firma única a alcançar uma condiçãodominante de venda paralela do mercado, o que seria prejudicial para acompetição de mercado. Deste modo, a quantidade de vendas quequalquer firma única pode fazer é restringida para evitar o desequilíbriode mercado, a congestão de preços e o potencial para domínio demercado por um vendedor único ou um grupo pequeno de vendedoresde créditos de troca. Esta provisão é aplicada a todos os membros quetêm emissões e linha base em excesso de 100.000 toneladas métricasde CO2 equivalente. Esta exceção reflete o fato que vendas irrestritaspor membros pequenos não causariam impactos de mercado indesejá-veis e aquela remoção de tal restrição aumenta a probabilidade de queos custos fixos de membros de mercado podem ser mais que compensa-ções de resultado monetário de vendas de CFIs.
As vendas permitidas líquidas por uma firma única estão depreferência escaladas se as emissões programadas amplas sobem acimados níveis da linha base. O mecanismo de escalação reflete a extensãode quanto as emissões programadas amplas sobem acima dos níveis deemissão da linha base programada ampla. Para uma vindima particu-lar, cada membro tem permissão para vender e/ou guardar a quantida-de de créditos que é a menor das quantidades determinadas pelaprovisão de crescimento econômico simétrico e o limite de vendas defirma única. (Neste contexto, vendas permitidas significam as vendaslíquidas pelo membro.). Se para o primeiro ano de vindima, o limite devendas da firma única é menor que a quantidade determinada pelaprovisão de crescimento econômico simétrico, então a diferença entreaquelas duas quantidades é colocada em uma reserva especial parapossível futura liberação.
Para vindimas subseqüentes, cada membro tem permissãopara vender e/ou guardar a quantidade que é a menor das quantidadesdeterminadas pela provisão de crescimento econômico e o limite devendas da firma única. Para estas vindimas, membros podem tambémguardar a quantidade pela qual a quantidade determinada pela provisãode crescimento econômico excede o limite de vendas de firma única.
Como tal, o desequilíbrio de mercado e congestão de preçoque poderiam surgir se os membros fossem permitidos transportar paraposterior quantidades grandes de créditos de troca em excesso quepodem surgir devido a recessão econômica ou outros fatores sãoevitados.
A Figura 7 ilustra o mercado como aplicado na monitoraçãode emissões de setor múltiplo, reportando e auditando linhas de basede emissões e relatórios de emissões periódicos. Qualquer um dentre osvários setores de mercado, tais como o setor de energia elétrica 710, umsetor produção 720, um setor de consumo de energia elétrica 730 e umsetor de óleo e gás 740, podem reportar informações para um banco dedados de emissões 750 no sistema 10 ou o sistema 100. Por exemplo, osetor de energia elétrica 710 pode usar um método de quantificação demonitores de emissão contínua e/ou coeficientes de emissão específicosde combustível. O setor de energia elétrica 710 também pode realizarprova de carvão para o conteúdo de carbono. A informação de emissõesobtidas usando estes tipos de métodos de quantificação é comunicadapara o banco de dados de emissões 750.
A informação recebida dos setores 710-740 pelo banco dedados de emissões 750 pode ser usado pelo mercado para fazer confir-mações e ajustes para as CFIs em uma operação 760. As auditorias deemissões de NASD 770 podem ser usadas na operação 760 para fazerestas confirmações e ajustes. As emissões auditadas finais 780 podemser usadas em um processo ideal descrito abaixo com referência àFigura 8.
Setores adicionais, poucos ou diferentes podem ser incluí-dos no mercado além de ou em lugar dos setores 710-740. Numamodalidade exempliflcativa, os membros primariamente envolvidos naprodução de energia elétrica incluem em sua linha base e relatórios deemissão trimestrais emissões de CO2 de todas as instalações de geraçãode energia tendo uma capacidade avaliada de 25 megawatts ou maior.Estes membros podem optar por emissões de instalações tendo capaci-dade avaliada menor do que 25 megawatts, mas deve incluir todas taisinstalações se esta opção é a escolhida. As unidades de geração deenergia elétrica usam dados de emissões de CO2 de monitores deemissão contínua (CEMs) como reportado para a Agência de ProteçãoAmbiental dos Estados Unidos. Em outros casos em que os dados deCEM não estão disponíveis, esses membros quantificam as emissões deCO2 usando os métodos de consumo de combustível contido em regula-ções do governo.
Estas provisões representam a adoção de regras especifica-das para monitoração de emissões de CO2 e inclusão de instalaçõespara participação por entidades principalmente voltadas para a geraçãode energia elétrica em um programa de redução de GHG e de comércioorganizado. De modo vantajoso, isto propicia um programa de comérciode setor múltiplo GHG para plantas de geração de energia elétrica.
Os membros de setor de energia elétrica de mercado podemtambém optar por emissões de SFõ a partir de equipamento de trans-missão de energia elétrica. As emissões desses sistemas podem serquantificadas usando protocolos fornecidos pela Agência de ProteçãoAmbiental dos Estados Unidos. Estes membros podem também optarpor emissões de veículos que eles possuem e operam ou arrendamusando os protocolos desenvolvidos pela iniciativa do World ResourcesInstitute / World Business Council for Sustainable Development(WRI/WBCSD). Estas provisões representam a adoção de regrasespecificadas para monitoração de emissões de SF6 e inclusão deinstalações para participação por entidades principalmente envolvidasna geração de energia elétrica em um programa de redução de GHG ede comércio organizados.
Outros membros, incluindo membros nos produtos de flo-resta, substâncias químicas, cimento, manufaturas e setores munici-pais podem reportar emissões de gases de efeito estufa como segue. Asemissões de CO2 de combustão de combustível fóssil de fonte estacioná-ria podem ser quantificadas usando os protocolos desenvolvidos peloWRI/VBCSD. As emissões do processo (por exemplo, N2O, PFCs e CO2)podem ser quantificadas usando protocolos do WRI/VBCSD aplicáveis.As emissões de CO2 de veículos podem ser incluídas na linha base domembro e relatórios de emissão trimestrais se estas emissões sãomaiores que 5% das emissões amplas de entidades totais e representamuma parte integral das operações do membro. Caso contrário, osmembros têm a opção de incluir emissões de veículos em suas emissõesde linha base e relatórios de emissão trimestrais. As emissões deveículo podem ser quantificadas usando os protocolos de WRI/WBCSD.
As fontes do membro não principalmente envolvidas naprodução de eletricidade podem optar por eletricidade comprada (setor730 na FIG. 7) como um objetivo de redução suplementar. Quando éeleita esta opção, os compromissos de redução para a eletricidadecomprada são idênticos para o cronograma de redução de emissão demercado (por exemplo, 1% abaixo da linha base em 2003, 2% abaixo dalinha base em 2004, 3% abaixo da linha base em 2005, 4% abaixo dalinha base em 2006). Os membros que elegem esta opção recebemcréditos de emissão de gases de efeito estufa quando o objetivo deredução for excedido. Quando os membros optarem por suas comprasde eletricidade e seu objetivo de redução de compra de eletricidade nãoé alcançado, o membro deve render créditos de emissão de gases deefeito estufa e/ou XOs.
O mercado pode especificar métodos para monitorar emis-sões e creditar atividades de crédito para uma variedade de setores eatividades. Os membros no setor de produtos de floresta que têmoperações de corte de madeira podem quantificar e reportar mudançaslíquidas em ações de carbono (expressas em toneladas métricas de CO2equivalente) mantidas na biomassa acima do solo na terra possuídapelo membro ou terra para a qual o membro possui direitos de seqües-tro de carbono. Os créditos de troca (XAs) podem ser emitidos em umabase anual para estes membros em uma quantidade refletindo aumen-tos líquidos no carbono armazenado do ano anterior. Estes créditostêm a vindima do ano em que o aumento em armazenamento decarbono aconteceu. Estes membros rendem XAs, XOs ou XEs numabase anual em uma quantidade refletindo diminuições líquidas nocarbono armazenado na biomassa acima do solo.
De modo vantajoso, a base participante do mercado podeser aumentada quando entidades adicionais procuram se registrar.Tipicamente, os membros incluirão corporações, companhias industri-ais, municipalidades e outras entidades que geram emissões de CO2,SO2 ou outros gases de instalações em vários países vizinhos, porexemplo, os Estados Unidos, Canadá e o México e compromisso comum cronograma de redução de emissão. A expansão, porém, pode seradministrada com o fim de alcançar as metas de troca e evitandocongestão de preço. Novos membros podem ser ligados aos mesmostermos e obrigações que os membros originais. O uso de um cronogra-ma de redução de emissões padronizado, proporcional simplifica aadição de novos membros, uma vez que o objetivo de redução deemissão de cada um dos membros existentes não é alterado, quandonovos participantes se juntam à troca. A capacidade de participantespotenciais para juntar-se a troca está continuamente mudando quandoos benefícios estratégicos de acoplamento são melhores apreciados, equando a base de perfil exigida é expandida. A expansão de sociedadeautomaticamente causa uma expansão das oportunidades de comérciopara membros e compensa provedores baseados em pré-conjunto defórmulas.
Numa modalidade exemplificativa, entidades que satisfazemas condições seguintes podem se tornar membros associados: a entida-de não tem emissões diretas; e a entidade compromete-se com ocronograma de mitigação ou um objetivo de mitigação que vai além docronograma. Os exemplos de membros associados incluem negócios,indivíduos, famílias ou outros grupos. Os membros associados podemestar sujeitos à mesma auditoria externa de ideal que é conduzida pelosmembros. Os membros e membros associados podem ser agrupadosjuntos como "redutores de emissão de gases de efeito estufa voluntá-rios" ou participantes que se comprometem com um cronograma deredução de emissão em um esforço para reduzir a poluição tal comoemissões de gases de efeito estufa.
Em certas realizações, números de emissões para membrosassociados são computados baseados nos esquemas descritos aquineste documento com respeito às Figuras 15-17. Deste modo, ainvenção proporciona um método simples embora efetivo e sistema paracalcular os números de emissão.
As entidades adicionais que podem participar no sistemaincluem benfeitores ambientais e participantes de troca. Os benfeitoresambientais são participantes que não necessariamente se compromete-ram com um cronograma de redução de emissão, mas que atuam paraimpedir ou remover a poluição. Os benfeitores ambientais podem ser,por exemplo, provedores de compensação, provedores de liquidez eintermediários que comercializam no sistema, mas não têm um crono-grama de redução de emissão. Os provedores de compensação sãoentidades tais como proprietários de projeto, implementadores deprojeto, agregadores registrados, fabricantes de mercado e entidadesvendendo compensações de troca produzidas pelos projetos de compen-sação registrados qualificados. Os provedores de liquidez são entidadesou indivíduos que comercializam na troca por razões outras que acomplacência com o cronograma de redução de emissão. Estes incluementidades tais como fabricantes de mercado e grupos de comérciosproprietários. Os participantes de troca são entidades ou pessoasnaturais que estabelecem uma conta de registro com o propósito deadquirir CFIs.
Permitindo uma faixa grande de entidades de participar nomercado, incluindo entidades que não são grandes interessados indus-triais ou de energia, o mercado encoraja a adoção mais larga de objeti-vos de redução de gás de efeito estufa, assim como também a adoção deobjetivos de mitigação novos e criativos (por exemplo, entidades podemdesejar se tornar neutras em carbono para emissões "indiretas" associ-adas com a companhia de viagem em linhas aéreas comerciais). Destemodo, um membro que falha em alcançar seu cronograma de reduçãonão está limitado a comprar seus débitos apenas dos outros membros.
Os benfeitores ambientais podem também proporcionar os CFIs neces-sários para remover tais débitos das contas dos membros. Por exemplo,um silvicultor ou fazendeiro está emitindo créditos por participar ematividades ambientalmente amigáveis, tais como plantar árvores ouremover contaminantes de uma corrente. Um membro que excede seunível de emissões pode comprar estes créditos do silvicultor ou fazen-deiro para compor para seu próprio complemento de crédito de emis-sões. Além disso, um membro pode se preparar para alcançar seucronograma de redução no futuro comprando débitos ou créditos departicipantes dispostos a vender um débito ou crédito no presente quenão está prontamente disponível até o futuro.
Entre as lições aprendidas de uma história longa de proje-tos de contrato de futuros estão aquelas em que o comércio é mais ativoquando as necessidades dos participantes do mercado estão adequa-damente cumpridas. Os exemplos dos objetivos que devem ser atingi-dos por especificações de contrato de futuros incluem proporcionarcondições que fazem o contrato de futuros relevante e confiável parauma grande variedade de "hedgers" e comerciantes. Além disso,provisões devem ser incluídas que encorajem o comércio permitindo aoscomerciantes lucrar a partir de especificações sem iguais relativas aosinstrumentos permitidos para liberação contra contratos que permane-cem no lugar depois do vencimento do contrato e período de tempopermitido para a eleição de tomar ou fazer a liberação. Para assegurarque os contratos são úteis para os "hedgers?', as condições de contratodevem permitir um grau de convergência de preços do instrumento demercado de dinheiro em pauta e preços do contrato de futuros associa-do. O balanceamento entre estas, algumas vezes, considerações decompetição é crítico para estabelecer um mercado de futuros bemsucedido.
Embora uma especificação óbvia do contrato de futurospermitisse a liberação de créditos de emissão tendo a vindima corres-pondendo aos créditos que estão no ano presente na data do vencimen-to de contrato, a presente invenção trata as considerações acima deelementos de contrato bem sucedidos alargando a faixa de vindimas decrédito entregáveis. Em conseqüência, a presente invenção permiteavaliar preços e liberação de contratos de futuros tendo uma vindimacorrespondendo para o ano de vencimento de contrato (isto é, créditosde vindima presentes assim como também todas vindimas de anosanteriores) e, como uma inovação importante, também permite ocomércio de vindimas de anos subseqüentes.A presente invenção proporciona métodos que são usadospara converter as informações de preço melhores disponíveis de comér-cio em mercados de contrato de futuros, como também taxas de jurosassociadas e custos de armazenagem de commodities, para um preço demercado de "local". Os preços de mercado local podem, então, sercompilados para formar um índice de preço de mercado local sintético.
A disponibilidade de um índice de preço de mercado local sintético évaliosa para participantes de mercados financeiros, agrícolas, metais,energia e ambientais. Os índices de mercado local desenvolvidosusando os métodos presentes proporcionam um índice de preço dereferência que pode ser usado para informar apropriadamente compa-rações entre oportunidades imediatas para executar comércios parapronto pagamento (comércio "local"), comparadas com as oportunidadespara executar transações no mercado para contratos de futuros queproporcionam a liberação do mesmo instrumento em datas futurasestabelecidas.
Para muitas commodities e instrumentos financeiros, a in-formação de preço melhor disponível é gerada por comércio em contra-tos padronizados que envolvem a liberação da commodity associada ouinstrumento financeiro em datas especificadas no futuro. Como estesmercados de futuros por definição envolvem a liberação do instrumentoou commodity em pauta (por exemplo, barras de ouro, alqueires demilho, créditos de emissão de dióxido de carbono) em uma data futura,aquelas entidades que necessitam de preços relevantes para transaçãoimediata não têm preços de referência prontamente disponíveis querefletem um processo padrão, metódico para converter tais preçosfuturos para um equivalente de mercado local. De importância crítica éo processo pelo qual o método converte preços de liberação futura demodo que corretamente reflita o valor de tempo do dinheiro e o custo dearmazenar commodities para liberação futura.
Proporcionando métodos padronizados para converter a in-formação de preço melhor disponível de mercados de futuros em umpreço único, a presente invenção é valiosa para aqueles envolvidos emmercados locais, isto é, produtores, agregadores, compradores, vende-dores, aqueles que fazem empréstimos e emissores de dívida. Aquelesque detêm as commodities em pauta em inventário também podem sebeneficiar tendo uma ferramenta relevante para tratar a necessidade de"marcar para o mercador" o valor do inventário e a necessidade deestimar o inventário para imposto e propósitos de prestação de contas.
Atualmente, uma variedade de métodos pode ser usada pa-ra satisfazer estas necessidades, mas a falta de padronização em taismétodos freqüentemente leva à confusão, como também formulações depreços diferenciados por entidades procurando executar comércios,contas para posições (com propósitos financeiros ou de impostos) eapropriadamente estabelecer valores para as várias commodities einstrumentos financeiros. Estabelecendo um método de referênciapadrão para converter preços de futuros bem publicados em um preço"local" apropriado, a presente invenção ajuda os participantes demercado a evitarem perder a oportunidade para executar transaçõeslucrativas.
Importante, a presente invenção proporciona métodos semiguais e inovadores para converter preços que se relacionam à liberaçãoe pagamento em datas futuras para uma referência de termo imediato("local"). Como matéria geral, quando uma entidade tiver a capacidadede armazenar uma commodity, ela a segura agora e a oferta paraliberação em uma data futura (por exemplo, para cumprir compromis-sos empreendidos como um vendedor de um contrato de futuros), adecisão seja para armazenar e liberar depois ou vender em um mercadoaberto num curto prazo, força a entidade a comparar o valor econômicodestas duas opções.
A equação seguinte ilustra as escolhas de mercado encon-tradas pelo proprietário da commoditu quando se tem a opção denegociar em um mercado de futuros (para liberação futura) ou em ummercado local (mercado de liberação imediata):
Equação 1 F = S ( 1 +r) + T
em que: F é o preço de futuros, o qual é um preçonegociado hoje para liberação de uma commodity em uma data futura;
S é o preço da commodity relevante ou instrumento finan-ceiro no mercado "local" (liberação imediata);
r é a taxa de juros para capitais emprestados para o períodoentre a data presente e a data de liberação que ocorreria debaixo dascondições de um contrato de futuros; e
T é o custo para armazenar a commodity para o período en-tre a data presente e a data de liberação que ocorreria debaixo dascondições de um contrato de futuros.
Esta equação é essencialmente uma declaração de condi-ções de equilíbrio. Isto significa que se as condições divergem daigualdade declarada em Equação 1, as forças de mercado dirigiriampreços futuros e locais de volta em direção à igualdade expressa pelaEquação 1.
Para demonstrar o significado de Equação 1, os exemplosseguintes fixam o custo de armazenar a commodity igual a zero (porexemplo, como é o caso para contratos de futuros onde a commodity epauta é um instrumento financeiro tal como uma moeda corrente ouinstrumento de dívida do governo). Em casos em que os custos dearmazenamento não são zero (por exemplo, quando cargas ou honorá-rios de armazenamento de grãos são aplicáveis) são determinados osFatores de Custo de Armazenamento Personalizados.Se for assumido que a taxa de juros r para um período deum ano é 5% e o preço de mercado local ("S") é $100, então, as condi-ções de equilíbrio indicariam que o preço de mercado de futuros paracontratos pedindo liberação em um ano deveria ser $105. Para enten-der isto, considere o caso se o preço local S fosse $100 e o preço defuturos F fosse $110. Nesses casos, as entidades que têm um custo deempréstimo de 5% poderiam obter emprestados $100, comprar acommodity por $100 agora, executar uma venda no contrato de futurose realizar um lucro sem riscos de $5 (refletindo o preço de venda decontrato de futuros de $110 comparado ao custo total - custo dacommodity mais custo de obter emprestado — de $105 para adquirir edepois liberar a commodity). De modo semelhante, se o preço local Sfosse $ 100 e o preço de futuros F fosse $102, as entidades que podemvender a commodity agora em um preço de $100 pode fazer isso,enquanto também comprando um contrato de futuros de $102 ecolocando aqueles fundos procedentes da venda de $100 em uma contarendendo 5% de juros, resultando em um lucro livre de riscos de $3enquanto devolveria a mesma quantidade da commodity originalmentemantida. Isto resulta em um lucro livre de risco de: (preço de venda de$100 mais $5 de juros menos $102 do preço de compra).
Estas oportunidades para realizar trabalho de lucros livresde risco para levar a preços de futuros em equilíbrio para um nível quereflita o custo verdadeiro de leva, que é o valor de tempo do dinheiro emrelação ao período entre a data presente e a data a liberação contra asocorrências do contrato de futuros.
Porém, dada a diversidade de participantes nos mercadosde futuros, o valor de tempo do dinheiro não é uma quantidade única,mas de fato é um valor que varia através dos participantes de mercadodevido ao acesso, crédito, etc. Além disso, as diferenças entre o valor detempo do dinheiro através dos participantes de mercado podem não serconstantes ou proporcionais uma vez que o período de tempo entredatas presente e futura varia.
A presente invenção proporciona um método que introduzuma padronização nestes assuntos. A invenção é tal que participantesde mercado serão capazes de observar um índice de preços futuros quesão ajustados em um modo consistente que reflete um método padroni-zado e regularmente atualizado para determinar uma taxa de juros queé relevante para entidades diferentes. Para os propósitos atuais, arelação entre os preços futuros versus preços locais é reordenada para:
F = S (1+r) + T
Para derivar o valor de mercado local que está implicado poresta fórmula é como se segue:
S = (F-T)/(1+r)
Esta relação reordenada é usada pela presente invenção nocálculo dos preços de mercado local e o índice de mercado local sintético.
A presente invenção proporciona métodos para estabelecerum índice de preços de mercado para o mercado de futuros em contra-tos ambientais, tais como CFIs, usando processos sem iguais queempregam metodologias baseadas em regras para definir quais contra-tos de futuros comercializados servem como base para computar oíndice de preço. Os métodos empregados convertem preços de mercadode futuros para preços equivalentes de mercado local, desta formafacilitando o comércio do contrato de futuros e convertendo os valoresde índice da denominação de moeda corrente original (por exemplo, oEuro) para outras moedas correntes. O preço do Euro no índice podeser convertido nas moedas correntes seguintes empregando um conjun-to sem igual de taxas de troca de referência em uma base diária: DólarCanadense; Coroa (República Tcheca); Coroa Dinamarquesa; CoroaIslandesa; Iene Japonês; Coroa Norueguesa; Dinar Sérvio; Coroa Sueca;Franco Suíço; Libra Britânica e Rublo Russo. O índice é geralmenteatualizado em uma base regular, isto é, diariamente, e é baseado empreços para comércio de contrato de futuros que são convertidos empreço local ou valor presente pela aplicação de um Fator de Taxa deJuros Personalizado.
Tipicamente, um preço de contrato de futuros único é sele-cionado para conversão para um preço de mercado local. Um Preço deFuturos Composto, todavia, pode ser determinado usando um de váriosmétodos possíveis para converter preços de comércio de contratos defuturos em um preço padrão métrico. O Preço de Futuros Compostopode ser projetado para refletir um preço diário composto, um preçoderivado do período de comércio mais ativo do dia ou preços de segmen-tos selecionados durante um dia de comércio (por exemplo, os períodosde início de dia "abertura" ou fim do dia "fechamento").
O cômputo do Preço de Futuros Composto quando se usa amédia ponderada em volume de todos os preços de contrato de futurostransacionados a cada dia em um único mês de vencimento "t" éexpresso como
<formula>formula see original document page 38</formula>
em que pi é o preço transacionado do iézimo comércio do dia de comér-cio que tem um total de "n" comércios acontecendo naquele dia e o pesorelativo atribuído a cada preço transacionado é:
<formula>formula see original document page 38</formula>em que Vi é a quantidade de contratos de futuros negociada no iézimocomércio, e o Evi é o volume total de comércio durante o dia.
Neste exemplo o preço médio inclui todos os comércios con-duzidos durante o dia. Noutro exemplo, este preço refletirá preçosmédios ponderados de períodos selecionados de comércio durante o dia,por exemplo, dos últimos ou dos primeiros trinta minutos de comércio;da hora mais ocupada de comércio; ou de outros períodos selecionadoscom a finalidade de se informar o mercado.
O primeiro passo na conversão de um preço de contrato defuturos ou um Preço de Futuros Composto para seu valor presente éselecionar uma data de vencimento, por exemplo, um mês e ano, para ocontrato de futuros. O preço de mercado local pode ser calculadobaseado em preços de comércio em transações de contrato de futurosem um mês de vencimento de contrato de futuros especificado único.Como exemplo, este método pode estabelecer a média ponderada emvolume de todos os preços de contrato de futuros transacionados a cadadia em um mês de vencimento único. Este mês de vencimento pode serselecionado com base na atividade de comércio (por exemplo, poder-se-ia usar preços do mercado de futuros mais ativamente comercializadoscomo base para o Preço de Futuros Composto).
A seleção do mês de contrato único para ser usada como afonte de preços de transação de contrato de futuros (o "Contrato deReferência") em computar o preço de mercado local pode ser baseada ououtros indicadores de atividade do mercado. Como aqui usado nestedocumento, juros abertos significam a quantidade de contratos defuturos que são estabelecidos no mercado e não ainda liquidados ou deoutro modo compensados.
Em geral, o Contrato de Referência será o mês de vencimen-to de contrato de futuros que experimentou, em cima das cinco sessõesde comércio prévias, a maior quantidade de volume negociado emrelação a outros meses de contrato comercializados. O volume negocia-do é definido aqui neste documento para excluir certas transações forade troca, tais como a Troca de Futuros para Bens Físicos ("EFPs").
Usualmente, a data de vencimento é selecionada dentro deum mês de calendário apropriado no futuro. O mês é tipicamente pelomenos um ano no futuro, embora ele possa ser adicional no futuro, talcomo cinco ou dez anos. Numa modalidade, a data de vencimento émudada para uma nova data de vencimento de contrato no dia onde anova data realiza um volume negociado mais alto do que a data devencimento para três dias de negócios consecutivos.
De modo importante, a maioria de trocas que suporta o co-mércio em uma lista de mercados de contrato de futuros contrata parameses de vencimento diferentes múltiplos de uma única commodity.Por exemplo, poder-se-ia ser capaz de negociar contratos de futuros quepedem liberação de uma quantidade e qualidade especificada de ummetal precioso durante março de 2006 (o qual é freqüentementechamado de "o perto" ou "o vencimento de março") ou junho de 2006 ousetembro de 2006 ou dezembro de 2006 e, em muitos casos, para datasde múltiplos anos no futuro. Nessas colocações, pode ser vantajoso tero índice local sintético (SSI) refletindo o comércio em meses de venci-mento múltiplos. Os meses de contrato incluídos (a "Cesta de Contra-tos de Referência") podem ser selecionados baseados em regras especifi-cadas relativas a volume, juros abertos ou outros indicadores deatividade de mercado. O SSI pode ser baseado em preços para contra-tos de futuros múltiplos que expiram em datas diferentes datas nofuturo. Este método permite que os preços observados para diversosperíodos de tempo diferentes para ser refletido no SSI, aumentando,deste modo, o valor de informação do índice.
Em conseqüência, a data de vencimento selecionada podeincluir datas de vencimento múltiplas nos mesmos ou diferentes anosfuturos. Estas datas de vencimento múltiplas ou Cesta de Contratos deReferência geralmente incluem todas as datas, presente ou passado,nas quais os juros abertos se constituem em mais do que 3% dos jurosabertos totais no contrato de futuros. Cada uma das datas de venci-mento múltiplas ou Cesta de Contratos de Referência pode ser mudadano primeiro dia depois que uma nova data realiza juros abertos de maisdo que 3% dos juros abertos total em todos os contratos de futuros queservem como fontes de informações de preço para o SSI.
Os preços colocados ponderados estatísticos relativos decada um dos contratos incluídos na Cesta de Contratos de Referênciatipicamente equipara a proporção dos juros abertos totais (definidosacima) representados por cada vencimento de contrato incluído naCesta de Referência Contratos. Deste modo, os pesos de juros abertosatribuídos para os meses de contrato múltiplos que são incluídos noíndice são definidos como:
<formula>formula see original document page 41</formula>
em que "t" se refere a um mês de vencimento de contrato defuturos especificado único, "n" é o número de meses de vencimento decontrato diferindo para o qual os juros abertos em excesso atingem aespecificação regra de inclusão (como exemplo, se o contrato tem maisde 3% de juros abertos total através de todos os contratos de futurosrelevante).
O segundo etapa na conversão é para calcular o Fator deTaxa de Juros Personalizado. O fator é baseado em taxas de jurosinspecionadas a partir de uma pluralidade de instituições de emprésti-mo, isto é, bancos ou negociantes de mercado de dinheiro. Por votaçãoou inspeção uma faixa de bancos diferentes, as taxas de juros coletadasproporcionam uma representação mais precisa das taxas no mercado.
O Fator de Taxa de Juros Personalizado é baseado em taxas de juroscotadas na moeda corrente aplicável (isto é, o Euro) que são postos sobmedida para refletir o número de dias até o vencimento do contrato defuturos. O Fator de Taxa de Juros Personalizado pode ser calculado, porexemplo, calculando a média das taxas de juros futuras cotadas a partirde uma pluralidade de bancos ou negociantes de mercado de dinheiro.
Numa modalidade, o fator é computado em uma base diária e é a médiade não menos do que seis cotas, removendo as taxas de juros mais altase mais baixas, juntadas em um processo de pesquisa que junta taxasde juros de um grupo especificado de contribuintes de índice. As taxasde juros usadas para converter os preços de contrato de futuros conver-tidos são tipicamente as cotas de taxa de juros proporcionada para onúmero específico de dias até o vencimento do contrato de futuros. Seessas taxas de juros fossem personalizadas não prontamente disponí-veis, a presente invenção pode empregar uma metodologia proprietáriapara converter cotas de taxa de juros disponíveis para condições de diaapropriado.
O Fator de Taxa de Juros Personalizado é estabelecido poruso do método descrito abaixo, o qual, junto com os Preços de FuturosComposto e Fator de Custo de Armazenamento Personalizado, é usadopara determinar o preço de mercado local. O Fator de Taxa de JurosPersonalizado é, em uma forma de seu uso, determinado para o períodode tempo específico a partir do dia presente até a primeira data deliberação permitida correspondendo ao desempenho das obrigações deliberação de contrato de futuros.
Num exemplo, o Fator de Taxa de Juros Personalizado écalculado com base em cotas de taxa de juros proporcionada por umarranjo que permite o transporte eletrônico de cotas de taxa de jurospor negociantes de mercado de dinheiro selecionados ou instituições deempréstimo. Os negociantes são instruídos para proporcionar as taxasde juros aplicáveis para melhores clientes de crédito por períodos detempo que são personalizados a cada dia para refletir o número exatode dias até que a primeira liberação possa acontecer debaixo dascondições dos contratos de futuros relevantes.
Numa modalidade, as taxas de juros tempo determinadasespecificadas são eletronicamente coletadas de dez negociantes demercado de dinheiro. Ainda noutra modalidade do algoritmo especifi-cado aqui neste documento, o programa computacional remove doconjunto de dados incluídos as duas cotas de taxas de juros maisbaixas e as duas mais altas submetidas neste processo. O programacomputacional então calcula a média simples das restantes seis cotasde taxa de juros usadas para computar o Fator de Taxa de JurosPersonalizado.
Este processo é resumido na Figura 20. O mesmo processoé tipicamente usado para cada um dos Fatores de Taxa de JurosPersonalizada múltipla que são computadas baseadas em temposdiferentes até o vencimento do contrato de futuros.
Quando os custos de armazenamento para a commodity queestá na base do contrato de futuros são não zero, um processo seme-lhante pode ser usado para determinar o preço de mercado paraprovisão de serviços de armazenamento. Nesses casos o valor para serempregado é chamado o Fator de Custo de Armazenamento Personali-zado (CSCFt) que é o custo de armazenamento associado com o períodode tempo "t" até a primeira data de liberação possível correspondendoàs condições de contrato de futuros ou data de vencimento.
A última etapa na conversão é aplicar o Fator de Taxa deJuros Personalizada para o preço de contrato de futuros para determi-nar o valor presente. Como discutido previamente, a determinação dovalor presente do contrato de futuros facilita o comércio de contrato defuturos no mercado e permite aos participantes atingirem seus crono-gramas de redução.
Geralmente, os métodos presentes utilizam os Preços de Fu-turos Composto, os Fatores de Taxa de Juros Personalizada e, quandoaplicável, os Fatores de Custo de Armazenamento Personalizado, paracalcular o preço de mercado local para inclusão no SSI.
Na modalidade mais simples dos métodos presentes, o cál-culo do preço de mercado local emprega um único, contrato de futurosa expirar mais cedo como a fonte de informações de preço. Esta versãopode ser empregada se posições de mercado (como indicada pelaquantidade de juros abertos) entre os meses de contrato de futurosmúltiplo está fortemente concentrada no mês de contrato próximo (omais cedo a vencer).
Nesta versão simples, o preço de mercado local é definidocomo:
<formula>formula see original document page 44</formula>
em que a referência ao contrato de futuros "1" indica ospreços, taxas de juros e custos de armazenamento estão em referênciapara o contrato de futuros o mais breve a vencer.
Como exemplo, o seguinte demonstra os métodos para cal-cular os Preços de Futuros Composto, os Fatores de Taxa de JurosPersonalizada e os Fatores de Custo de Armazenamento Personalizado,para calcular o preço de mercado local.
O Preço de Futuros Composto CFPi é calculado no preçopor unidade do instrumento ou commodity tomado como base quesegue:
<table>table see original document page 45</column></row><table>
Neste exemplo, dez negociantes de mercado de dinheiro sãoeletronicamente inspecionados e suas cotas de taxa de juros sãoeletronicamente juntadas e processadas pelos métodos descritos aquineste documento. Suponha-se que os negociantes de mercado dedinheiro são perguntados por cotas de negócios de juros durando até aprimeira data de liberação possível do contrato de futuros próximo emquestão, o qual é, é assumido, 63 dias no futuro. Suponha-se tambémque métodos convencionais para cotação de tais taxas usam taxasanualizadas (isto é, a taxa que seria implicada fosse a taxa de jurosaplicada a um ano financeiro cheio, que equipara 360 dias para osexemplos atuais). Suponha-se as cotas de taxa de juros de resposta depesquisa, expressas em taxas anualizadas, são como segue (classifica-das da mais alta até a mais baixa).<table>table see original document page 46</column></row><table>
Seguindo o algoritmo aqui descrito neste documento emque as duas cotas mais altas e as duas mais baixas são removidas docálculo das taxas de juros médias, as cotas das fontes #1, #2, #9 e #10são removidas e a média das cotas restantes (4,6268%) é usada nocômputo do Fator de Taxa de Juros Personalizado. Como este exemplosupõe que existem 63 dias até a primeira data de liberação possível docontrato de futuros próximo em questão, esta taxa de juros anualizadaé convertida em um custo verdadeiro de capitais obtidos emprestado atéa primeira data de liberação via a equação seguinte:
Fator de Taxa de Juros Personalizado = 4,6268% χ (63/360)= 4,6268% χ 0,175% = 0,0080969%
O cálculo do Fator de Custo de Armazenamento Personali-zado se aplica quando existir custos para armazenar uma commodityfísica durante o período de tempo entre a data presente e a primeiradata de liberação possível debaixo do contrato de futuros. Suponha-seque um processo de pesquisa semelhante àquele empregado em deter-minar o Fator de Taxa de Juros Personalizado é empregado e rende umcusto de armazenamento anualizado de $,05 por unidade da commoditypor ano. Aplicando o algoritmo definido aqui neste documento, o Fatorde Custo de Armazenamento Personalizado é deste modo calculadocomo:
Fator de Custo de Armazenamento Personalizado = 0,05 χ(63/360) = $0,00875 por unidade de commodity tomada como base
Usando estes três valores, o preço de mercado local baseadoem uma data de vencimento de futuros única (SMPi ) usando o algorit-mo definido aqui neste documento é então calculado como:
SMPi = {$2,028 - $0,00875} / (1+,0080969)} =$2,01925/1,0080969 = $2,00303
De modo vantajoso, os métodos presentes podem ser tam-bém usados para determinar um valor presente único para datas devencimento de futuros múltiplo. Por exemplo, um valor presente únicopara um cronograma de contrato para vencer em janeiro de 2007 e umcronograma de contrato para vencer em setembro de 2007 podem sercalculados. Embora o valor presente dos contratos de janeiro de 2007 esetembro de 2007 possa ser separadamente determinado e entãocalculada a média, a presente invenção proporciona um método maissofisticado.
Numa modalidade, o método para calcular os preços demercado local com este método é combinar o Preço de Futuros Compos-to, os Fatores de Taxa de Juros Personalizados e os Fatores de Custo deArmazenamento Personalizados para vencimentos de contrato defuturos múltiplo de maneira que reflita a parte relativa de participaçãode mercado nos vencimentos de contrato diferenciado via o peso dosjuros abertos definido acima. Numa modalidade preferida, o valorpresente único é determinado calculando a proporção de juros abertosrepresentado por cada uma das datas de vencimento múltiplas emrelação às outras datas de vencimento. Estas proporções são entãomultiplicadas por seus valores presentes calculados respectivos pararender preços colocados ponderados de estatística relativa. Finalmente,estes preços são combinados para render o valor presente único. Aqui,os preços colocados ponderados de estatística relativa de cada uma dasdatas de vencimento múltiplas é igual à proporção dos juros abertostotais representada por cada data de vencimento.
Para até V vencimentos de contrato de futuros diferentes,o preço de mercado local baseado em preços de vencimentos de contratode futuros múltiplo é definido como:
SMPm = YjSMPiXOIWl
Como exemplo, assuma que três vencimentos de contratode futuros são usados como entradas para a fórmula acima sob ascondições seguintes:
<table>table see original document page 48</column></row><table>
Então SMPm é computado como ($2,01 χ ,5) + ($2,02 χ ,4) +(2,00 χ ,1) = $2,013
Este preço de mercado local pode ser atualizado através douso de meios eletrônicos para procurar preços de contrato de futurosem uma base contínua e para computar (usando os métodos descritosaqui neste documento) o valor do índice usando os últimos valores deconversão como estabelecido aqui neste documento. Quando apropria-do, os cálculos de índice serão ajustados para refletirem dividendos erendimentos quando isto é relevante para os instrumentos tomadoscomo base do SSI.
Os métodos da invenção e a conversão e cálculos do valorpresente dos contratos de futuros são convenientemente conduzidosusando uma ou mais aplicações de software apropriados operacionaisem um computador ou sistema de servidor, junto com os dispositivos dearmazenamento de dados apropriados, processo e dispositivos decomunicação.
Um relatório anual de reduções de emissão pode, opcional-mente, mas de preferência, ser gerado pelo sistema. Isto ajuda nafacilitação da redução de emissões e descreve o desempenho do mem-bro, isto é, se o membro alcançou seu cronograma de redução deemissão. O relatório pode ser publicado, por exemplo, em um relatóriode membro para seus acionistas e distribuído durante as reuniões deacionistas e usado como uma ferramenta de relações públicas paraelogiar as práticas ambientalmente conscientes do membro.
O sistema descrito aqui neste documento proporciona umaplataforma para os membros, membros associados e outros participan-tes para negociar em CFIs e facilita seu comércio. A participação nosistema presente é completamente voluntária e proporciona incentivosnumerosos para os atores de mercado para participar. O sistema criaum mercado em que os atores secundários podem negociar e proporcio-nar commodities valiosas para outros atores em necessidade da indús-tria.As entidades podem contribuir para mitigação de gases deefeito estufa reduzindo compras de eletricidade (por exemplo, através daeficiência de "uso final" melhorada), reduzindo viagem ou reduzindo asatividades geradoras de CO2 tais como a queima de lixo ou a construçãode fogueiras de acampamento. Essas entidades são creditadas, quandosão excedidos os objetivos de redução ou são mantidos responsáveispara comprar CFIs refletindo a mitigação em outro lugar no mercado setais objetivos de redução padronizados não são alcançados. A provisãode compra de eletricidade em opção é descrita ainda abaixo comrespeito à Figura 10.
A Figura 8 ilustra um diagrama de fluxo de um processo i-deal exemplificativo utilizado no sistema 10 descrito com referência àFigura 1 e/ou o sistema 100 descrito com referência à Figura 3. Oprocesso ideal pode envolver as operações seguintes, operações adicio-nais ou menos operações dependendo da modalidade. Os membros domercado aplicam regras de monitoração de instalação e emissões paragerar dados de emissões em uma operação 810. Os dados de emissõessão comunicados para o mercado e armazenados em um banco dedados de emissões em uma operação 820.
Conforme os procedimentos ideais, os membros são provi-dos do anúncio anual de instrumento exigido de quantidades deresgate. Subseqüente a cada ano de complacência, cada membro deveresgatar qualquer combinação de créditos de troca, compensações detroca créditos de ação iniciais de troca em uma quantidade igual àsemissões de CO2 equivalente lançada daquelas instalações incluídas domembro durante o ano de complacência (sujeito à provisão de cresci-mento econômico descrito com respeito às Figuras 5 e 6 e restrições nouso de XOs e XEs). A complacência pelo resgate de três formas diferen-tes de CFIs permite aos recursos de mitigação fluir para suas atividadesde mais alto impacto por dólar (por exemplo, mitigação de emissões pormembros ou por projetos de compensação). Também torna operacionalo reconhecimento e crédito de certos projetos de mitigação empreendi-dos com antecedência ao lançamento do programa.
Os membros proporcionam a notificação dos tipos de ins-trumento e vindimas a serem retirados em modalidade de compromissode complacência para o registro no sistema em uma operação 830. Osdados contidos no registro podem ser comunicados para um arquivo deCFIs retirado em uma operação 840. Como tal, membros "ideais" oucontas de créditos, compensação e outros dados de emissões. Omercado também pode fazer ajustes no uso permitido de compensaçõese créditos de ação iniciais com base nos dados de emissões reportadospara todos os membros.
A Figura 9 ilustra operações de registro e relatório de proje-to de compensação no sistema 10 (Figura 1) e/ou o sistema 100 (Figura3). Além disso, poucas ou operações diferentes podem ser realizadasdependendo da modalidade particular. Numa modalidade exemplificati-va, projetos pequenos 910, 920 e 930 têm menos que 10.000 toneladasmétricas de CO2 por ano. Projetos pequenos 910, 920 e 930 sãocombinados em uma operação agregadora 940.
Os projetos elegíveis podem ser registrados no registro e sãoemitidas compensação de troca (XOs) com base na tonelagem demitigação percebida durante um período de quatro anos. Os XOspodem ser emitidos depois da mitigação acontecer e a documentaçãoexigida é apresentada para o mercado ou pode ser concorrentementeemitida em antecipação de recibo de tal documentação.
Compensações ou créditos são gerados de acordo com umcronograma pré-determinados de atividades amigáveis ambientais, taiscomo a plantação de árvores que absorvem CO2, mantendo o carbonoliberado pelas plantas no solo ou removendo contaminantes, tais comoCO, chumbo, NO2 ou ozônio, de fluxos, lagos, aterros ou outras áreasambientalmente não amigáveis. As reduções indiretas de emissões degás de efeito estufa podem ser obtidas reduzindo a confiança no uso decombustíveis fósseis, tais como reduzindo viagens de negócios oucomprando produtos ambientalmente amigáveis tais como aquelesfeitos pelos processos que não afetam adversamente o ambiente. Umaprimeira categoria de participantes que são elegíveis para serem prove-dores de compensações desta forma inclui silvicultores, fazendeiros eoutros que preparam a terra para facilitar uma redução em emissões deCO2. Os tipos de entidades que cairiam provavelmente dentro de umasegunda categoria são firmas de lei, agências de propagandas, bancos,shopping centers, supermercados ou outras entidades ou locais queincluem um número grande de indivíduos.
Um sistema para verificação independente de qualificaçãode projetos de compensação é de preferência incluído. A verificaçãoindependente proporciona uma base para a concessão de créditos epermissões e assegura que as atividades de seqüestro de carbono sãocomputadas com precisão. A verificação independente pode ser realiza-da, por exemplo, por uma parte independentemente contratada ouqualquer parte qualificada para fazer tal avaliação. De modo ideal, averificação independente aconteceria pelo menos todo ano antes doprocesso ideal.
Outras categorias de projetos de compensação elegíveis in-cluem a destruição de metano em aterro na América do Norte; destrui-ção de metano da agricultura na América do Norte; seqüestro decarbono nos projetos de reflorestamento da América do Norte; seqüestrode carbono em terras agrícolas dos Estados Unidos; e troca de combus-tível, destruição de metano de aterro, energia renovável e projetos naárea florestal no Brasil, reciclagem, viagem alternativa e outras ativida-des ambientalmente harmoniosas. Para tipos de projeto de compensa-ção que têm efetividade de mitigação incerta, a padronização de quanti-dades de compensação comercializável é alcançada aplicando fatores dedesconto de forma que membros podem ter confiança alta de que umaatividade particular é definida de forma que cada tonelada métrica deCO2 mitigado por cada projeto é equivalente.
Como mostrado na Figura 9, uma quantidade mínima deemissão de compensação de troca (XO) para qualquer projeto ou grupode projetos em qualquer categoria única pode ser fixada em 10.000 detoneladas de CO2 equivalentes por ano (como exemplo). Os projetosindividuais que alcançam quantidades de mitigação de menos que10.000 toneladas de CO2 equivalentes por ano são combinados comoutros projetos dentro da mesma categoria de projeto por um agregadorde projeto registrado de mercado. Como tal, o comércio pode acontecerem quantidades menores que 10.000 toneladas.
O mercado pode usar a regra de início de 10.000 toneladascomo um padrão que estabelece uma escala de grupo de compensaçãopermitindo a administração eficiente economicamente de registro doprojeto, verificação e compensação do processo de emissão. Estaprovisão permite ações de mitigação de baixo custo para fornecer omercado com reduções enquanto também proporciona uma fonte defundos para a implementação de tais projetos.
Na operação do agregador 940, os projetos 910, 920, e 930são examinados para determinar vários aspectos, tais como, elegibilida-de de projeto baseada em tipo, local, e contagem de tempo; se contratose/ou atestados são corretamente executados; e tonelagem anualestimada de compensações produzidas. Outros aspectos examinadospodem incluir compromissos de tempo e descrições de propriedade deprojetos de seqüestro, reconhecimento de relatório anual, reconheci-mento de acesso de verificador, nome da entidade e instalação, eassuntos de gerenciamento. O processo de agregação do projeto deoperação 940 permite projetos pequenos múltiplos de participar nomercado sem forçar a troca ou participantes de mercado para incorrerem custos administrativos altos.
Numa operação 950, a agregação de projetos pequenos 910,920, e 930 ou um projeto grande 970 estão sujeitos a uma inscrição eprocesso de relatório. Um processo de registro e relatório exemplificati-vo inclui estabelecer um arquivo de conta, estabelecendo uma conta deregistro, recebendo relatórios de projeto, definindo verificadores deprojeto elegíveis, recebendo relatórios de verificação de projeto dosverificadores, recebendo relatórios NASD em verificadores e emitindocompensações para contas.
Em outra modalidade, grupos de reserva de seqüestro decarbono são estabelecidos para segurar uma parte das compensaçõesganhas de agregadores de projeto. Estes grupos de reserva proporcio-nam um grupo prontamente acessível de compensação que pode serimediatamente cancelado se o carbono armazenado em um projeto deseqüestro creditado é mais tarde liberado para a atmosfera.
A Figura 10 ilustra um mecanismo de crédito para combus-tão de metano. Uma fonte de metano (CH4) 1010 pode ser um aterro oulixo agrícola, por exemplo. O metano pode ter vinte vezes mais impactoambiental que o CO2. É possível, porém, queimar o metano usando umdispositivo de combustão 1015. A queima converte o metano a CO2enquanto criando energia elétrica de um gerador de energia elétrica1020. A queima do metano libera 2,75 toneladas de CO2 para cadatonelada de metano. Como tal, a redução de emissão equivalentelíquida da queima de metano é 18,25 toneladas métricas de CO2. Destemodo, uma compensação de aterro de troca (XLO) pode ser emitida nomercado.
Para levar em consideração projetos de compensação efici-entemente e eficazmente, dois tipos de procedimentos de contagempodem ser usados. A abordagem de contar carbono estável pode serusada por membros ou participantes que, por exemplo, pratiquem alavoura de conservação do solo ou estão em setor de silviculturacomercial, para quantificar mudanças em ações de carbono em suaterra comercial. Um membro ou participante elegendo usar estaabordagem deve obter verificação de terceiros respeitável de que suaterra comercial é administrada de um modo sustentável e proporcionauma garantia que não existirá nenhuma diminuição líquida nas açõesde carbono globais naquela terra. No setor de silvicultura comercial,um membro ou participante nos Estados Unidos pode quantificar erelatar mudanças em ações de carbono associadas com projetos decompensação de área florestal de troca registrada individualmente coma condição de que isso não existe nenhuma diminuição líquida emações de carbono globais no inventário de floresta comercial do membroou participante.
Cada membro ou participante no setor de área florestal co-mercial elegendo usar a abordagem de contagem de carbono estávelserá adicionalmente exigido a anualmente submeter evidência de quemanteve certificação de gerenciamento de floresta sustentável e deveproporcionar certificação anual, assinado por um oficial corporativo,que não existirá nenhuma diminuição líquida em ações de carbonoglobais mantidas no inventário de área florestal comercial do membroou participante. A declaração de que não existe nenhuma diminuiçãoem ações de carbono globais mantidas em inventário de área florestalcomercial do membro ou participante é sujeita a verificação e auditoriaindependentes.
A abordagem de contagem baseada em modelo pode ser u-sada por um membro ou participante, por exemplo, do setor de áreaflorestal comercial, para quantificar mudanças em ações de carbono emsua terra de área florestal comercial com base em projeções feitas pormodelos de crescimento e rendimento, que estimam o volume debiomassa acima do solo de espécie diferente de árvores enquanto asárvores crescem. Cada membro ou participante que elege usar aabordagem de contagem baseada em modelo será emitido créditos detroca ou CFIs debitados com base nos aumentos e diminuições anuaisrespectivamente em ações de carbono em seu inventário comercial.
As mudanças líquidas em ações de carbono serão quantifi-cadas apenas em base de madeira no talo principal da árvore até obroto terminal, excluindo carbono seqüestrado em sistemas de raiz e osgalhos. As quantificações de ações de carbono reduzidas por colheitatambém incluirão apenas o talo principal da árvore.
Em casos de eventos de clima adversos ou erupções de fogoe dano de peste que não reduzem a quantidade de ações de carbono emuma parcela de terra arborizada, o membro ou participante é exigidodocumentar a quantidade de madeira destruída pelo fogo, peste ouclima adverso e renunciar a uma quantidade de equivalente de CFIs. Omembro ou participante é exigido continuar a quantificar e reportaraumentos e diminuições subseqüentes em ações de carbono naquelaterra e dever ser emitido e deve renunciar aos CFIs conseqüentemente.
Um membro de mercado 1030 pode comprar energia elétri-ca do gerador de energia elétrica 1020 como um objetivo de redução deemissão. O membro de mercado 1030 está selecionando energia de ummodo que retorna "creditação de energia verde" para o mercado. Numamodalidade exemplificativa, sistemas de coleta de metano de aterros ede combustão colocados em operação podem ser emitidos compensa-ções de aterro de troca com base em toneladas de metano destruídas,líquido em CO2 liberado em combustão, durante os anos 2003 por2006, por exemplo. Processos de comparação de desempenho pararedução de metano ajudam a remover a incerteza nas quais os projetosde gás de aterros podem receber compensação e em que taxa e ajudaassegurar que existe contabilidade adequada de forma que a eletricida-de produzida por combustão do gás do aterro pode ser corretamentetratada como CO2 "neutro" (isto é, não tendo emissões líquidas de GHGassociadas com sua produção). Como tal, os processos de comparaçãode desempenho proporcionam a previsibilidade e clareza em relação ase determinar se um sistema de coleta de gás de aterros se qualifica aganhar compensações de GHG.
O uso da 18,25 toneladas métrica da regra de emissão lí-quida (para cada tonelada de metano queimado) responde pelo benefíciode GHG líquido em CO2 da combustão do metano do aterro. Esta regraconcomitantemente estabelece que a energia elétrica produzida pelacombustão do gás do aterro é CO2 neutro como o CO2 liberado sobcombustão é tirado do cálculo da liquidez na emissão de compensação.Esta característica deste modo estabelece um processo de contabilidadecompleto e preciso que permite tal eletricidade comprada de ser consi-derada "emissões zero".
O mercado permite aos usuários de eletricidade eleger paraincluir compras de eletricidade como um compromisso de reduçãosuplementar. Se um membro de mercado que elege esta opção reduz ascompras de eletricidade a um nível que é abaixo de sua redução alme-jada, o membro é emitido 0,61 créditos de emissão comercializáveispara cada megawatt-hora pelas quais as compras de eletricidadepresentes do membro caem abaixo do objetivo de redução. Isto é umaconversão simples que não exige cálculos complexos para determinar ocrédito ou permissão. Simultaneamente, o gerador de tal eletricidadetambém efetua uma redução de emissão (tudo mais constante) comoum resultado da demanda de eletricidade reduzida por parte do mem-bro. Esta redução em emissões na planta de energia elétrica pode ter oefeito de liberar para cima créditos de emissão para venda. Como tal,esta característica introduz a possibilidade que uma tonelada única dereduções de emissão presentes pode resultar na liberação no sistema demercado de duas toneladas no valor de direitos para emitir CO2 e apropriedade de tais direitos é igualmente compartilhada entre o usuáriode eletricidade e o gerador de eletricidade. Esta divisão igualmente pré-estabelecida proporciona uma fórmula padrão que elimina a necessida-de de negociar os direitos de redução de emissão divididos associadoscom consumo de eletricidade reduzido. A provisão de compra deeletricidade em opção estabelece um mecanismo que emprega crono-grama de redução padronizado para uso final da eletricidade como umobjetivo de mitigação suplementar que pode ser eleito pelos membros.Esta provisão também estabelece uma quantidade conhecida, previsívelpela qual reduções de energia elétrica em excesso (ou insuficientes) sãoemitidas (ou devem ser renunciadas) como créditos de emissão de gásde efeito estufa. Esta previsibilidade facilita a participação nesta opçãode mitigação e pode estimular a adoção de tecnologias de redução deeletricidade uma vez que os retornos financeiros de tais tecnologias sãorealçadas pela capacidade de ganhar créditos de emissão de gás deefeito estufa comercializáveis no mercado.
A linha base de quantidade de compra de eletricidade podeser definida como as médias de compras de eletricidade durante osanos anteriores, como 1998 a 2001. A linha base pode ser ajustadapara refletir a aquisição ou disposição de instalações que consumirameletricidade comprada pelo membro. A definição da linha base decompra de eletricidade também contém regras que governam a inclusãode instalações; especificações para definição de "propriedade" deemissões em instalações possuídas em conjunto; e regras para conside-rar vazios nos dados de compra de eletricidade no período da linhabase.
Numa modalidade exemplificativa, os membros que optamem compras de eletricidade dos Estados Unidos e reduzem suascompras de eletricidade para níveis abaixo da quantidade correspon-dendo ao cronograma de redução de mercado são creditados créditos deemissão de gás de efeito estufa em uma taxa de 0,61 toneladas métricasde CO2 para cada megawatt-hora pelo qual a energia real compradaestá abaixo do cronograma de redução. A taxa de 0,61 toneladasmétricas é aplicada apenas para eletricidade comprada por instalaçõesnos Estados Unidos uma vez que ela reflete a taxa de emissão médianos Estados Unidos para produção de eletricidade durante 1998-2001.De preferência, aquelas compras de eletricidade em opção e efetivaçãode compras de eletricidade em uma quantidade que está acima daquantidade correspondendo ao cronograma de redução de mercadorenunciam a créditos de emissão de gás de efeito estufa e/ou compen-sação de troca em uma taxa de 0,61 toneladas métricas de CO2 paracada megawatt-hora pelo qual a energia real comprada está acima docronograma de redução. Os valores padrões correspondentes paracompras de eletricidade no Canadá e o México são 0,20 e 0,59 tonela-das métricas por megawatt-hora, respectivamente.
Fixando um valor único, estável das reduções de crédito ememissões de GHG associadas com cada megawatt-hora de eletricidadecomprada, o mercado proporciona um valor de referência padronizadaque torna comparativamente simples para números grandes de usuá-rios de eletricidade para participar na mitigação de GHG e ser recom-pensado em uma taxa conhecida, previsível. Os membros que elegemesta opção sabem com antecedência precisamente quantas toneladas decréditos de emissão de C02 eles recebem (ou devem renunciar) se elespodem ultrapassar (ou falham em alcançar) o cronograma de reduçãopadronizada.
Este sistema padronizado, previsível aumenta a capacidadede testar o mecanismo de compromisso de redução de eletricidade.Fazendo isto, a provisão permite uma faixa muito mais larga de entida-des de participar em mitigação de GHG, ainda que eles não diretamentelancem quantidades significativas de GHGs por sua própria combustãode combustíveis ou processos industriais. Este mecanismo proporcionaum sistema padrão por meio do qual grandes edifícios comerciais (porexemplo, escritórios de trabalho, centros comerciais, edifícios dogoverno, operações de produção intensiva de eletricidade e, concebivel-mente, grupos de utilidades comerciais e casas pequenas), podemparticipar em uma redução de GHG e programa de comércio.
Outra modalidade exempliílcativa inclui um método paraintegrar mercados de certificados de energia renováveis (RECs) em umcomércio de emissões de gás de efeito estufa. O mercado de RECs estásurgindo em vários estados, províncias e países como um meio paraaumentar come um custo eficaz a quantidade de energia elétricaproduzida por métodos ambientalmente preferíveis. As leis em estadosmúltiplos (por exemplo, Texas e Nevada) exigem quantidades crescentesde eletricidade para serem geradas usando sistemas de baixa ou zeroemissão, como energia eólica. As leis de RECs tipicamente fixam umobjetivo global quantificado (por exemplo, 5% de toda produção deeletricidade pelo ano 2003) para produção de energia renovável epermite aqueles que produzem eletricidade de sistemas de energiarenováveis em uma quantidade acima do nível estabelecido de ganharcertificados comercializáveis indicando que eles excederam a metaregulatória. Se outro produtor de eletricidade não pode alcançar oobjetivo legislado ele pode permanecer em complacência com o mandatolegislado adquirindo RECs do produtor de eletricidade que excedeu omandato legislado. Por exemplo, o mandato legislado poderia exigirpara a Companhia A e Companhia B a produção cada de 1.000 mega-watt-hora de eletricidade usando sistemas de energia renováveisespecificados. Se a Companhia A de fato produz 1.200 megawatt-horade eletricidade usando sistemas renováveis, ganharia 200 megawatt-hora no valor de RECs. Se a Companhia B produz 800 megawatt-horade eletricidade usando sistemas renováveis, deve adquirir 200 mega-watt-hora no valor de RECs para alcançar complacência com o mandatode legislativo (produzindo 800 mw de energia renovável por si próprio eadquirindo 200 mw no valor de RECs para demonstrar a propriedade dooutro 200 mw de produção de energia renovável).O mercado pode permitir aos seus membros de incluircompras como um objetivo de redução suplementar. Por exemplo, asregras de mercado podem proporcionar o seguinte: A eletricidadeproduzida usando fontes de energia renováveis especificadas podem sertratadas como eletricidade de emissão zero por um Membro que elege aopção de comprar eletricidade. Cada Membro que elege a opção decomprar eletricidade pode excluir de seus Relatórios de Compras deEletricidade Periódicas e Linha Base de Compras de Eletricidade aeletricidade adquirida de mercados especificados de Sistemas deProdução de Eletricidade Renovável, desde que o Membro proporcioneevidência documentária de que a eletricidade é somente produzida parao Membro ou é de outra forma dedicada para o Membro. A eletricidadeproduzida pelos Sistemas de Produção de Eletricidade Renovávelseguintes deve se qualificar sob desta provisão: solar; energia hidráuli-ca; eólica; combustíveis renováveis, os quais, para os propósitos demercado são: madeira, restos de madeira e combustíveis derivados demadeira; resíduos e gramas agrícolas; metano de aterros e agrícolas; eetanol (bioálcool). Evidência documentária de que a eletricidade ésomente produzida para o Membro ou é de outra forma dedicada para oMembro pode consistir em cópias de documentos de propriedade deplanta de energia, contratos de compra de energia, e, como especificadopelo Comitê Executivo de Mercado, certos certificados de energiarenováveis.
Ao permitir que os membros usem certificados de energiarenováveis como meio de documentar que uma parte de suas comprasde eletricidade é adquirida de sistemas de energia renováveis, o merca-do explicitamente introduz uma ligação entre o gás de efeito estufa e omercado de RECs. Isto introduz uma fonte adicional de flexibilidadepara os membros alcançarem os compromissos de redução de comprade eletricidade via um aumento sistêmico na produção de eletricidadepor sistemas de energia renovável como comprovado pela aquisição doMembro e apresentação para o mercado de RECs. Incorporar estemecanismo na arquitetura de mercado também proporciona outra fontede potencial de financiamento para novos sistemas de produção deeletricidade baseados em fontes de energia renovável.
Consistente com a provisão de crescimento econômico des-crito com referência às Figuras 5 e 6, o aumento reconhecido máximoem energia comprada é, por exemplo, 2% acima da linha base em 2003e 2004, e 3% acima da linha base em 2005 e 2006. Sem a provisão decrescimento econômico limitando as compras requeridas máximas, aobrigação máxima associada com participação no mercado seriadesconhecida. Este mecanismo permite aos participantes em potencialsaber, com antecedência e certeza, a quantidade máxima de créditoseles podem ter que comprar alcançar complacência com os compromis-sos de redução de compra de eletricidade anual, como também aquantidade máxima de vendas de créditos de emissão eles podem sercapazes de empreender.
A incerteza de como e quanto creditar a redução em com-pras de energia elétrica impede a adoção de objetivos de redução e o usofinal de tecnologias de eficiência e métodos de gerenciamento quepodem contribuir para mitigação de emissões de GHG. Adotandoquantidades de crédito de emissão de gás de efeito estufa padrão parareduções em compras de eletricidade nos Estados Unidos, Canadá eMéxico, o mercado encoraja a participação neste mecanismo e alarga abase de entidades que podem contribuir para mitigação de GHG viareduções em compras de eletricidade.
Os membros são responsáveis por emissões de instalaçõespossuídas em conjunto em proporção à parte de eqüidade de proprieda-de do membro, sujeito às exceções seguintes. Os membros que nãoestão primariamente envolvidos na produção de energia elétrica têm aopção de excluir de suas linhas base de emissões e relatórios de emis-são de instalações em que a parte de propriedade de eqüidade domembro é menos que 20%. As exceções podem ser feitas em uma basecaso a caso se a parte de propriedade do membro é menos que 50% edados de emissões da instalação possuída em conjunto não estãoacessíveis para o membro.
As entidades primariamente envolvidas na produção de e-nergia elétrica têm a opção de excluir de suas linhas base de emissão erelatórios de emissão de instalações nas quais a parte de propriedadede eqüidade do membro é menos que 20% e representa menos que 25megawatts de capacidade de geração.
Instalações industriais e instalações de energia muito gran-des são possuídas por entidades múltiplas. Estes proprietários múlti-plos freqüentemente investem em conjunto em uma instalação comoum meio de espalhar o risco financeiro ou explorando economicamenteas capacidades de negócios especiais ou vantagem de locação propor-cionada por um dos proprietários pertencentes do grupo. As provisõesespecíficas para repartir as emissões de GHG no mercado para instala-ções possuídas em conjunto leva em consideração: a lógica de empregaruma abordagem de propriedade pro rata; o desejo de incluir umaproporção grande de cada emissão das firmas, a importância de incluirfontes de emissão importantes como um objetivo primário; a realidadede que proprietários de minoria de uma instalação podem não terpronto acesso a dados operacionais necessários para calcular emissõesde uma instalação.
Ao mesmo tempo, ao implicitamente permitir a um membrode optar por emissões de instalações nas quais ele possui uma parte deeqüidade relativamente pequena, estas provisões encorajam que osmembros examinem a possibilidade de que tais instalações possamoferecer reduções de emissão abaixo custo. Esta flexibilidade encorajaque os membros identifiquem tais opções de redução de GHG de baixocusto, as efetuem e as tragam para o mercado, o que aumentaria aefetividade de custo global das reduções de emissão de GHG através domercado.
Cada membro de troca pode anualmente ter permissão paraisentar uma quantidade de emissões que é equivalente às emissões de500 megawatts de uma planta geradora de eletricidade de ciclo combi-nado com gás natural operada a 55% de capacidade e tendo uma taxade calor de 7.000 btu/mwh. As emissões de isenção não podemexceder emissões da nova instalação ou instalações. Todas as emissõesda nova unidade acima deste nível são incluídas como parte dasemissões anuais do membro. Como tal, membros que constroem novasinstalações não são penalizados devido ao fato de que novas instalaçõessão tipicamente mais eficientes (isto é, emitem menos GHG por unidadede eletricidade produzida) do que instalações existentes.
Esta provisão reflete tanto uma razão ambiental como umaconsideração de eqüidade prática. O desenvolvimento de instalações deprodução de maior eficiência, nova oferece um meio de cumprir ademanda por produtos enquanto produz menos emissões de GHG porunidade de produção. Além disso, os membros podem ter estadoconstruindo essas plantas antes da iniciação da fase de projeto demercado. Esta provisão estabelece uma isenção limitada para emissõesdas novas instalações, assim removendo ou reduzindo a penalidade quepoderia ter estado em prática se as emissões de tais instalações fossemexigidas para ser mitigadas sob das regras de mercado.
A Figura 11 ilustra um gráfico representando compensaçõesde área florestal de troca (XFOs) baseadas em armazenamento decarbono. Semelhante aos projetos de combustão de metano, projetos dereflorestamento e florestamento qualificadores podem ser emitidos comoCompensação de Área Florestal de Troca com base em aumentos emtoneladas de CO2 equivalente de armazenamento de carbono efetuado.A elegibilidade de projeto, linhas base de projetos, quantificação,monitoramento e protocolos de verificação podem ser especificadosusando o mercado. No gráfico, XFOs de +1 são ganhos todo anoquando aumentam as ações de carbono no final de ano.
A Figura 12 ilustra um mapa das compensações de solo a-grícola baseado em região geográfica. As quantidades de emissões decompensação para solo agrícola podem padronizar a participação demitigação de emissões de GHG via seqüestro de carbono do solo. Oseqüestro de carbono do solo é efetuado quando fazendeiros ou outrosindivíduos não perturbam significativamente a superfície do solo porlavoura e liberam o carbono acumulado nele. Numa modalidadeexemplificativa, compensações de solos certificados podem ser anual-mente emitidas para atividades de seqüestro de carbono de solo agrícolaem estados designados, municípios e paróquias nas regiões do MeioOeste e Delta do Mississipi nos Estados Unidos. Como exemplo,Compensações de Solo de Troca podem ser emitidas em uma taxa de0,5 toneladas métricas de CO2 por acre por ano em casos onde osfazendeiros se comprometem à contínua qualificação de não cultivo oubaixo cultivo nos locais designados. As compensações de Solo de Trocapodem ser emitidas a uma taxa de 0,75 toneladas métricas de CO2 poracre por ano em casos onde os fazendeiros se comprometem em mantero seqüestro associado com plantações de grama nos locais designados.
O mercado permite à incorporação de custo efetivo de se-qüestro de carbono por um número grande de produtores agrícolasapesar de taxas de seqüestro específicas de locais incertas e custosaltos de medida das mudanças de carbono no solo.
A Figura 13 ilustra a emissão de créditos de emissão de gásde efeito estufa em aumentos em estoque de carbono qualificativos pormembros do mercado no setor de produtos de área florestal. Um gráfico1310 representa as mudanças de estoque de carbono anualmente. Ográfico 1310 mostra o crescimento do estoque de carbono em 2003como 10 toneladas métricas de CO2 e colheita e outras perdas como 8toneladas métricas de CO2. Como tal, existe uma mudança de toneladalíquida de +2 e os XAs são emitidos para o membro.
Um gráfico 1320 mostra o crescimento do estoque de car-bono em um ano particular para ser de 8 toneladas métricas de CO2 ecolheita e outras perdas como 11 toneladas métricas de CO2. Nestecaso, o membro é sujeito a uma mudança líquida de -3 e deve renunciara 3 toneladas de CFIs.
A quantificação de mudanças em estoques de carbono man-tidos na biomassa acima do solo é baseada em modelos e procedimen-tos de amostragem padronizados para serem usados por todos osmembros no setor de produtos de área florestal. O cálculo de mudan-ças nos estoques de carbono pode ser ajustado para refletir a aquisiçãoou disposição da terra florestal.
Numa modalidade exemplificativa, a quantidade máxima dereduções líquidas em carbono armazenado na biomassa acima do soloem terra de companhia reconhecida é limitada a 3% de cada linha basede emissão do membro durante um primeiro ano, tal como 2003, 4% desua linha base durante 2004, 6% de sua linha base durante 2005 e 7%de sua linha base durante 2006. A quantidade reconhecida máxima deaumentos líquidos em carbono armazenado na biomassa acima do soloé limitada a 3% da linha base de emissão do membro durante umprimeiro ano, como 2003, 4% de sua linha base durante 2004, 6% desua linha base durante 2005 e 7% de sua linha base durante 2006. Asvendas líquidas e guarda de Créditos de Troca por membros tambémestão sujeitas aos limites descritos abaixo.
O seqüestro de carbono aumentado associado com mudan-ças nos estoques de carbono devido a atividades de gerenciamento deárea florestal oferece uma opção de mitigação de GHG importante edeveria ser reconhecido e creditado (ou debitou se tais mudançascausam uma redução no carbono armazenado). De preferência, crédi-tos de emissão de gás de efeito estufa são emitidos em uma quantidaderefletindo aumentos líquidos em carbono armazenado durante o períodode tempo de 1-4 anos. Estes membros devem renunciar ao XAs, XOsou XEs em uma base anual em uma quantidade refletindo diminuiçõeslíquidas em carbono armazenado durante o período de tempo de quatroanos. O cálculo de mudanças em estoque de carbono pode ser ajustadopara refletir a aquisição ou disposição de terra de área florestal.
A Figura 14 ilustra um processo de verificação de projeto decompensação. Adicional, menos, ou operações diferentes podem serrealizadas no processo, dependendo da modalidade particular. Numaoperação 1410, auditorias NASD podem ser realizadas usando protoco-los. Uma medida e verificação independentes podem ser realizadas emuma operação 1415 em projetos de reflorestamento e de combustão demetano 1420.
Numa operação 1425, a verificação independente é realiza-da em projetos de carbono de solo 1430 onde práticas contraídas sãoempreendidas. Um valor de referência pode ser atribuído em operação1435. A tonelagem do projeto de compensação pode ser confirmada edeficiências reportadas em uma operação 1440. As compensaçõesconfirmadas são comunicadas para contas de registro de projetosindividuais e agregadores em uma operação 1445.
O mercado pode especificar a elegibilidade de projeto, linhasbases do projeto, quantificação, monitoramento e protocolos de verifica-ção. Esta característica ajuda a satisfazer a necessidade de um proto-colo de baixo custo de transação previsível que proporciona aos fazen-deiros, com antecedência da decisão deles para se comprometerem comum contrato para proporcionar serviços de seqüestro de carbono,informações precisas sobre a quantidade de compensação que elesganham por acre por ano para práticas de seqüestro de carbono desolos elegíveis.
Por meio de outro exemplo, as Reduções de Emissões deTroca podem ser emitidas para projetos qualificativos empreendidos noBrasil ou outros países. Os projetos qualificativos incluem: o reflores-tamento e/ou regeneração de floresta assistida; evitar o desmatamentojunto com o reflorestamento e/ou regeneração de floresta assistida;comutação de combustível; destruição do metano de aterros; e geraçãode energia renovável solar, eólica, pequenas hidroelétricas e sistemas debiomassa.
Os Créditos de Ação Iniciais de Troca (XEs) podem ser emi-tidos para certos projetos previamente empreendidos. Para qualificar,os projetos devem ser: fora do sistema; originalmente empreendidos oufinanciados por membros; reduções de emissões diretas ou que envol-vem seqüestro; claramente possuídos pelos membros; medidos; everificáveis. Estabelecendo especificações para esta provisão, é possíveldefinir quais ações empreendidas antes da ativação de seu mercado deGHG são elegíveis para ganhar créditos de ação iniciais. Este padrão éde valor particular uma vez que muitas propostas do legislativo nomundo todo que propõem limites para o GHG tem reconhecido aimportância (em termos de eqüidade e provisão de incentivos para agircedo) de incluir uma provisão de creditação de ação inicial. Através deexemplo, Créditos de Ação Iniciais de Troca podem ser dados para ostipos de projetos seguintes que satisfazem os critérios de elegibilidade:reflorestamento, florestamento e desmatamento evitado; destruição demetano de aterro nos Estados Unidos; comutação de combustível eoutros projetos de energia U.S.I.J.L relacionados. Os Créditos de AçãoIniciais de Troca são emitidos com base na tonelagem de mitigaçãoefetuada pelo projeto qualificativo.Numerosas propostas do legislativo nos Estados Unidos eem outros lugares propuseram para o conceito geral de creditação a"ação inicial". A razão para este conceito é para encorajar a ação inicialpara mitigar GHGs removendo um incentivo para adiar a ação. Asvezes é discutido que entidades que poderiam reduzir as emissões deGHG a curto prazo de fato refreiam de fazê-lo porque eles perderiam aoportunidade para ser creditados por tais reduções se elas foremefetuadas antes da promulgação da legislação ou outras ações quecausam o aparecimento de uma redução de GHG e sistema de comércio.Estabelecendo o precedente que demonstra que a ação "inicial" pode serefetivamente creditada em um sistema de redução de GHG organizado ede comércio, esta provisão pode estimular ações de mitigação de GHGque poderiam de outra forma ser adiadas ou nunca empreendidas.
Um número limitado de restrições de mercado é empregadoa fim de assegurar que a mitigação de emissão sob o mercado refleteum equilíbrio de reduções de emissão em instalações do membro ereduções de projetos fora de sistema, e impedir a instabilidade demercado e congestão de preço. O mercado não endossa a imposição delimites no comércio ou no uso de compensação em sistemas de comér-cio de GHG em larga escala que podem emergir num mercado criadopor regulação de governo.
As vendas líquidas de Créditos de Troca por qualquer mem-bro único são limitadas a 0,5% da linha base de emissões do programaamplo, repartido sobre 2003-2006 de acordo com o cronograma naTabela 2 abaixo.Tabela 2
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Numa modalidade exemplificativa, o mercado pode incluir"super reduções" que podem ser vendidas para não membros quepodem buscar comprar reduções de emissão que são registradas nocontexto de um programa baseado em regras. Estas "super reduções"refletem casos onde os membros reduzem emissões além das reduçõesmáximas reconhecidas como comercializáveis, como por regras demercado. Além disso, as "super reduções" podem ser utilizáveis emmercados pilotos que podem ser estabelecidos subseqüentes a 2006.
Por meio de exemplo, durante um primeiro ano, o uso doprograma amplo para complacência da Compensação de Emissão deTroca é permitido em uma quantidade igual a 0,5% das emissões delinha base do programa amplo. Os Créditos de Ação Iniciais de Trocapodem ser usados para complacência que começa em um segundo ano.Durante os anos subseqüentes depois do primeiro ano, o uso doprograma amplo de Compensações de Emissão de Troca mais osCréditos de Ação Iniciais de Troca é permitido numa quantidade igual a4,5% das emissões totais da linha base do programa amplo. Como tal,limitações no uso de Compensações de Troca mais os Créditos de AçãoIniciais são ajustadas em uma maneira previsível, e em proporção aexpandir o mercado devido a novos concorrentes (e contração devido adisposição de fontes de emissão por membros).
Tal provisão assegura que a maioria de mitigação de GHGno mercado acontece em instalações de membro, mantendo o equilíbriode mercado, diversidade e credibilidade ambiental enquanto permitindoo desenvolvimento e uso das compensações baseadas em projeto eimplementação de um método para creditar a ação inicial. Limitando ouso permitido de Compensações de Emissão de Troca mais os Créditosde Ação Iniciais de Troca, esta provisão estabelece que pelo menosmetade da mitigação de GHG global efetuada pelo membro deve vir dereduções nas emissões liberadas por suas próprias instalações.
Limitando a proporção de CFIs produzidos pelos projetos demitigação de emissão anteriores usados em complacência no mercadopara não mais do que 25% da redução de emissão do programa amplo,o mercado efetivamente exige que 75% das reduções venham de açõesde mitigação que acontecem concorrentemente ou no futuro (ou aconte-ceram recentemente, por exemplo, via projetos de mitigação ocorrendodepois de certa data). Esta provisão também ajuda a manter o equilí-brio de mercado e diversidade de esforços de mitigação.
A quantidade do programa amplo total de Créditos de AçãoIniciais de Troca usada para complacência durante os anos subseqüen-te ao primeiro ano não de preferência não excede 50% da quantidadetotal de Compensações de Troca mais Créditos de Ação Iniciais de Trocausada para complacência. O uso total permitido para complacência deCompensações de Troca durante o primeiro ano, e Compensação deEmissão de Troca mais Créditos de Ação Iniciais de Troca durante osanos subseqüentes são escalados se as emissões do programa amplosobem acima dos níveis de linha base. O mecanismo de escalaçãoproporcional reflete até que ponto as emissões do programa amploexcedem os níveis de emissão da linha base do programa amplo. Demodo vantajoso, este mecanismo estabelece um processo previsívelusado muitas vezes que automaticamente afrouxa as provisões deeficiência de mercado enquanto a demanda sobe.
Para cada membro, as vendas líquidas totais mais o uso dacomplacência de Compensações de Troca (por exemplo, Compensaçõesde Aterros) produzidas por instalações que ele possui e/ou opera sãopermitidas em uma quantidade igual a não mais do que 0,5% dasemissões da linha base do programa amplo total, repartida por certosanos. Por meio de exemplo, os limites podem ser como indicados naTabela 3.
Tabela 3
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Essa característica evita o desequilíbrio de mercado, con-gestão de preço e potencial para domínio de mercado por um vendedorúnico de Compensações de Troca ou um grupo pequeno de vendedorespela restrição da quantidade de vendas que qualquer firma única podefazer. Certos membros individuais podem estar em uma posição paravender quantidades grandes de Compensação de Troca. Como é o casocom qualquer mercado de escala limitada e de cobertura limitada,devesse qualquer membro único ou grupo pequeno de membros terempermissão para vender sem limite, o mercado poderia se tornar desequi-librado e sujeito à congestão de preço. De modo semelhante, a capaci-dade descontrolada de vender poderia causar uma única firma aalcançar uma condição dominante de venda paralela do mercado, o queseria prejudicial para a competição de mercado.
As vendas permitidas mais o uso para complacência por ummembro único sob esta provisão podem ser escaladas proporcionalmen-te se as emissões de programa amplo sobem acima dos níveis da linhabase. O mecanismo de escalação reflete até que ponto as emissões deprograma amplo excedem os níveis de linha base da emissão do pro-grama amplo. De modo vantajoso, este mecanismo estabelece umprocesso previsível usado muitas vezes que automaticamente libera asprovisões de eficiência de mercado quando a demanda aumenta.
Como resumo, o sistema 10 (Figura 1) e/ou sistema 100(Figura 3) (novamente, coletivamente referido aqui neste documentocomo "o mercado") proporciona um mecanismo eletrônico para hospe-dar o comércio de commodities de gás de efeito estufa em contratospresentes ou de futuros. Ele fornece participantes com um local centralque facilita o comércio, publicamente revela informações de preço econtribui para os objetivos amplos do plano de redução de emissão. Omercado reduz o custo de localizar contrapartes de comércio e comér-cios de finalização, um benefício importante em um novo mercado. Omercado pode também ser usado como a plataforma para conduzir osleilões periódicos. O mercado poderia hospedar o comércio em contra-tos padronizados que, por exemplo, proporcione um tamanho decomércio uniforme, condições de preço e requisitos de pagamento. Omercado pode ter as seguintes características de núcleo: baixo custopara usuários; fácil de usar para participantes, permite um comércioem tempo real e informações de preço e interface com facilidade com ascontas de registro de participantes no mercado de commodities.
O mercado supera muito das fraquezas e desvantagens dosprogramas de comércio de emissões convencionais. Por exemplo, aausência de um sistema completo, padronizado para definir e comercia-lizar as reduções de gás de efeito estufa introduz custos de transaçãoaltos e impede a iniciação difundida de ação para reduzir as emissõesde gás de efeito estufa entre as entidades do setor público, não lucrativoe privado. O mercado proporciona um método para redução de gás deefeito estufa através de um programa de comércio baseado em commo-dities. Diferentemente dos programas de comércio de emissões ad hocou não padronizadas, o mercado proporciona uma troca baseada emcommodities que facilita fluxos de capital para a proteção ambientalempregando um mecanismo de comércio eletrônico central acopladocom um meio de garantir o recibo de pagamento e liberação de Instru-mentos Financeiros de Carbono ainda que uma contra parte falhe namodalidade.
Outra fraqueza de sistemas convencionais é a de como faci-litar a participação em esforços de redução de gás de efeito estufa porsetores múltiplos em países múltiplos, deste modo avançando noprogresso ambiental e aumentando os prospectos de efetividade decusto permitindo reduções de acontecerem em uma grande faixa deorganizações.
O cronograma de redução de emissão padronizada no sis-tema de comércio sistema protegido descrito aqui neste documentoestabelece um sistema comum, proporcionado sob o qual todos osmembros de troca sabem ambos seus objetivos de redução de emissão ea obrigação máxima que eles podem enfrentar ao atingir tais objetivos.Ele também permite que membros se preparem para atingir seusobjetivos de redução no futuro facilitando o comércio presente de CFIsfuturos.
Outra fraqueza de sistemas convencionais é a falta de re-gras comuns, padrões, protocolos e métodos que impedem a participa-ção em larga escala nos esforços de mitigação de GHG e limita acapacidade de efetuar a mitigação a baixo custo. De preferência, omercado inclui um projeto de mercado estruturado e objetivo ambientalpadronizado que permite numerosos participantes de mitigar os gasesde efeito estufa em um cronograma comum. Isto reduz os custos detransação e facilita uma ação mais ampla e facilidade de negociar eintroduzir um mecanismo para permitir fluxo de eficiente de recursosfinanceiros para a mitigação de gases de efeito estufa.
O uso de um cronograma de redução de emissões padroni-zado, proporcional simplifica a adição de novos membros quando oobjetivo de redução de emissão de cada membro existente não é altera-do quando novos participantes juntarem-se à troca. A capacidade departicipantes potenciais para juntar-se à troca está continuamentemudando uma vez que os benefícios estratégicos de se juntar sãomelhores apreciados e quando as capacidades de base exigidas sãoexpandidas. Começando com um mercado piloto de escala limitadapermite a demonstração de troca a curto prazo. Além disso, é aumen-tada a capacidade de testar e refinar métodos e sistemas tendo a escalalimitada.
A expansão da sociedade automaticamente causa uma ex-pansão das oportunidades de comércio para os membros e provedoresde compensação baseado em fórmulas pré-estabelecidas, enquantotambém proporciona os mecanismos para manter o equilíbrio demercado.
Diferentemente de qualquer outro programa de comércio deemissões existentes, o uso de uma plataforma de comércio eletrônica"viva" permite que membros e participantes continuamente vejamofertas, preços e volumes de ofertas e transações. A revelação de preçocontínua aumenta a capacidade dos membros de identificar os métodosde menor custo para alcançar complacência com os compromissos deredução. De modo vantajoso, a revelação de preço público informa odesenvolvimento de ações privadas e legislativas para mitigar gases deefeito estufa. Atualmente, não existe nenhum método sistemático paracriár preços públicos de comércio de redução de emissão de gás deefeito estufa. Deste modo, a formação de ações privadas e de legislativosofre da ausência de informações críticas necessárias para estabelecerações economicamente racionais. Sem informações de preço, a capaci-dade de desenvolver planos de ação de redução de GHG é impedidaporque a análise de custo-benefício é conduzida com informaçõeslimitadas severamente sobre custos de mitigação.
A falta de regras comuns baseadas na estrutura de siste-mas convencionais impede o uso economicamente eficiente de recursosde mitigação de emissão. O mercado incorporado no sistema 10 e/ou osistema 100 permite flexibilidade nos métodos, local e tempo de redu-ções de emissão de forma que as emissões de gás de efeito estufa podemser reduzidas a um custo efetivo.
Com sistemas convencionais, a ação para cortar e comer-cializar gases de efeito estufa é muito impedida por custos de transaçãoalta. O sistema 10 e/ou sistema 100 facilita o comércio com custos detransação baixos. Um programa baseado em regras, uma plataforma decomércio central, garantias de liberação e pagamento e custos detransação baixos implementados no sistema 10 e/ou sistema 100 muitoreduzem os impedimentos ao comércio, deste modo permitindo a todosos participantes de mercado de explorar a oportunidade de efetuarganhos econômicos de comércio. Essas características ajudam aassegurar que as reduções de emissão de gás de efeito estufa são ambasempreendidas mais amplamente e são efetuadas com o menor custopossível.
Esta descrição detalhada delineia realizações exemplificati-vas de uma redução de emissões e sistema e método de comércio. Nadescrição precedente, para propósitos de explicação, detalhes específi-cos numerosos são estabelecidos a fim de proporcionar uma compreen-são completa da presente invenção. É evidente, porém, para umapessoa versada na técnica, que as realizações exemplificativas podemser praticadas sem estes detalhes específicos. Em outras instâncias,estruturas e dispositivos são mostrados na forma de diagrama de blocosa fim de facilitar a descrição das realizações exemplificativas.
Os sistemas podem ser incluídos dentro do mercado pararealizar uma variedade de funções. Por exemplo, um sistema pode serincluído para designar os empregados individuais de membros demercado, membros associados e membros participantes como comerci-antes autorizados de tais membros. Outro sistema pode ser incluídopara selecionar todas as entidades que desejam se tornar membros demercado, membros associados e membros participantes com base naposição financeira e estabilidade de negócios. Ainda outro sistemapermite que comerciantes elejam utilizar a negociação de comérciomercado fornecida pelo mercado e mecanismos de justificação ou,alternativamente, negociar comércios de um modo privado, bilateral.
De modo vantajoso, os sistemas e métodos descritos aquipermitem a criação e operação de um mercado de emissões de gás deefeito estufa com custos de transação reduzidos. A minimização decustos de transação pode ser um resultado de um ou mais de umavariedade de fatores diferentes. Estes fatores incluem a padronizaçãode definições de emissões incluídas e opção de provisões; a alocação depropriedade de emissões em casos de instalações possuídas em conjun-to; definição de linhas base de emissão; a definição de InstrumentosFinanceiros de Carbono comercializáveis; a definição de Créditos deAção Iniciais; métodos de monitoração de emissões; as definições deprojeto de compensação (incluindo fórmulas) e tamanhos e agregação;as restrições de mercado; o registro; a plataforma de comércio; e osistema de justificação.Em algumas realizações, um sistema de computador é usa-do para a implementação destes sistemas e mercados a qual tem umaunidade de processamento central (CPU) que executa seqüências deinstruções contidas em uma memória. Mais especificamente, a execu-ção das seqüências de instruções leva a CPU a realizar etapas, as quaissão descritas abaixo. As instruções podem ser carregadas em umamemória de acesso randômico (RAM) para execução pela CPU de umamemória de leitura apenas (ROM), um dispositivo de armazenamento demassa ou algum outro armazenamento persistente. Em outras realiza-ções, um circuito cativo pode ser usado no lugar de ou em combinaçãocom, instruções de software para implementar as funções descritas.Deste modo, as realizações descritas aqui neste documento não sãolimitadas para qualquer combinação específica de circuito de hardwaree software, nem são para qualquer fonte particular para as instruçõesexecutadas pelo sistema de computador.
A Figura 15 ilustra esquematicamente outra modalidadeexemplificativa de um sistema de comércio de redução de emissões.Como mostrada na Figura 15, o sistema ilustrado 1500 inclui um oumais dispositivos de processamento de dados digital de cliente 1506("cliente"), um ou mais dispositivos de processamento de dados deservidor digital 1510 ("servidor") e um ou mais bancos de dados 1534.O cliente 1506, o servidor 1510 e o banco de dados 1534 comunicamusando um ou mais redes de comunicação de dados 1512 ("redes"). NaFigura 15, as características em um dispositivo de processamento dedados digitais são mostradas como residindo no cliente 1506. Aquelesversados na técnica entenderão que uma ou mais das características docliente 1506 podem estar presente no servidor 1510.
Como ainda descrito aqui neste documento, o sistema decomércio de redução de emissões 1500 pode computar números deemissões (isto é, quantidades de emissões de GHG ou equivalentes deredução de emissão), complacência de CFIs e/ou outros parâmetrosrelacionados para membros e membros associados (coletivamentereferidos daqui em diante como "membros") baseado no consumo dosmembros de fontes de energia. Além disso, o sistema de redução deemissões 1500 pode administrar o mecanismo de garantia (por exemplo,16 na Figura 1), o comércio hóspede/plataforma (por exemplo, 18 emFigura 1), o sistema de justificação (por exemplo, 106 em Figura 3), e osoutros mecanismos e sistemas previamente descritos aqui nestedocumento com respeito às Figuras 1-14.
Geralmente, as referências aqui neste documento a um "cli-ente" e um "servidor" são usadas para diferenciar dois dispositivos decomunicação e/ou conjuntos de instruções de processador. As referên-cias aqui neste documento para um cliente e/ou um servidor podemdeste modo ser entendidas de serem referências para comunicações quese originam de um cliente e/ou um servidor como estas condições sãoentendidas por aqueles versados na técnica. Essas comunicaçõespodem ser baseadas ou caso contrário iniciadas de um ou mais disposi-tivos de entrada (por exemplo, um teclado, um estilo, um mouse, etc.)controlados por um usuário. Também as referências aqui neste docu-mento a um cliente e/ou um servidor podem deste modo ser entendidascomo incluiindo um ou mais dispositivos controlados por processadorque agem em um modelo cliente-servidor (isto é, pedido-resposta), emque o cliente e o servidor podem residir no mesmo dispositivo controla-do por processador, e em que, baseada em perspectiva, o cliente podeagir como um servidor, e o servidor pode agir como um cliente.
Como mostrado no sistema 1500 da Figura 15, um usuário1502 (por exemplo, um membro ou benfeitor ambiental) desejandocomputar emissões de GHG ou equivalentes de redução de emissãopode executar um ou mais programas de aplicação de software 1504(como, por exemplo, um buscador de e/ou outro tipo de programa deaplicação capaz de proporcionar uma interface para um programa decomputação de emissões de GHG) residindo no cliente 1506 para gerarmensagens de dados que são roteadas e/ou recebem mensagens dedados gerados por, um ou mais programas de aplicação de software1508 (por exemplo, emissões de GHG ou programa de computação deequivalentes de redução de emissão) residindo no servidor 1510 via arede 1512. Uma mensagem de dados inclui um ou mais pacotes dedados, e os pacotes de dados podem incluir informações de controle(por exemplo, endereços dos clientes e dos servidores 1506, 1510,nomes/identificadores dos programas de aplicação de software 1504,1508, etc.) e dados de carga útil (por exemplo, dados relevantes paracomputar emissões de GHG, tal como um pedido 1548 que inclui dadosde consumo e dados de saída 1562 que inclui deste modo as emissõesde GHG computadas).
Os programas de aplicação de software 1504 incluem umou mais processos de software (por exemplo, um processo/máquina decálculo) executando dentro de uma ou mais memórias 1518 do cliente1506. De modo semelhante, os programas de aplicação de software1508 incluem um ou mais processos de software executando dentro deuma ou mais memórias do servidor 1510. Os programas de aplicaçãode software 1508 incluem um ou mais conjuntos de instruções e/ououtras características que habilitam o servidor 1510 de computaremissões de GHG ou equivalentes de redução de emissão, complacênciade CFIs e/ou outros parâmetros relacionados. Por exemplo, comodescrito aqui neste documento, o programa de aplicação de software1508 inclui instruções para processamento de dados de consumo1536a para gerar dados de emissões de GHG 1536b e dados de CFI1536c. Além disso, em algumas realizações, os programas de aplicaçãode software 1508 incluem um ou mais conjuntos de instruções e/ououtras características que podem permitir o servidor 1510 de adminis-trar o mecanismo de garantia (por exemplo, 16 na Figura 1), o hóspe-de/plataforma de comércio (por exemplo, 18 na Figura 1), o sistema dejustificação (por exemplo, 106 na Figura 3), e os outros mecanismos esistemas previamente descritos aqui neste documento com respeito àsFiguras 1-14. Os programas de aplicação de software 1504, 1508podem ser proporcionados usando uma combinação de característicasembutidas de um ou mais programas de aplicação de software disponí-veis comercialmente e/ou em combinação com um ou mais módulos desoftware projetados para o cliente. Embora as características e/ouoperações dos programas de aplicação de software 1504, 1508 sejamdescritas aqui neste documento como sendo executadas de um mododistribuído (por exemplo, operações realizadas no cliente e servidoresligados em rede 1506, 1510), aqueles versados na técnica entenderãoque pelo menos algumas das operações dos programas de aplicação desoftware 1504, 1508 podem ser executadas dentro de um ou maisdispositivos de processamento de dados digitais que podem ser conec-tados por um caminho de dados digitais desejados (por exemplo, pontoa ponto, ligado em rede, barramento de dados etc.).
O dispositivo de processamento de dados digitais 1506,1510 inclui um computador pessoal, um computador estação detrabalho (por exemplo, SUN, Hewlett Packard), um computador laptop,um computador de servidor, um computador de "mainframe", umdispositivo portátil (por exemplo, um assistente digital pessoal, umComputador de Bolso Pessoal (PC), um telefone celular, etc.), umaaplicação de informações e/ou outro tipo de dispositivo controlado porprocessador com propósito genérico ou especial capaz de receber,processar e/ou transmitir dados digitais. Um processador 1514 serefere ao circuito de lógica que responde e processa instruções quedirecionam dispositivos de processamento de dados digitais e inclui,sem limitação, uma unidade de processamento central, uma unidade delógica de aritmética, um circuito integrado de aplicação específica, ummotor de tarefa, e/ou combinações, arranjos ou múltiplos do mesmo.
As instruções executadas por um processador 1514 repre-sentam, em um nível baixo, uma seqüência de "Os" e "ls" que descre-vem um ou mais operações físicas de um dispositivo processamento dedados digital. Estas instruções podem ser pré-carregadas em umamemória programável (por exemplo, uma memória de leitura apenaseletricamente apagável programável (EEPROM)) que está acessível aoprocessador 1514 e/ou pode ser dinamicamente carregada paradentro/para fora de um ou mais elementos de memória voláteis (porexemplo, uma memória de acesso aleatório (RAM), um cache, etc.) e/ouelementos de memória não voláteis comunicativamente acoplados aoprocessador 1514. As instruções podem, por exemplo, corresponder àinicialização de hardware dentro dos dispositivos de processamento dedados digitais 1506, 1510, um sistema operacional 1516 que permiteoutros programas de computação para comunicar e/ou programas deaplicação de software 1504, 1508 que são projetados para efetuaroperações para outros programas de computador, tais como operaçõesrelacionadas com o cômputo de emissões GHG e complacência de CFIs.O sistema operacional 1516 pode suportar uma linha única e/ou linhasmúltiplas, em que uma linha se refere a uma corrente de execuçãoindependente rodando em um ambiente de tarefas múltiplas. Umsistema de linha única é capaz de executar uma linha a cada tempo,enquanto um sistema de linhas múltiplas é capaz de sustentar concor-rentemente a execução de múltiplas linhas e pode realizar múltiplastarefas simultaneamente.
Um usuário local 1502 pode interagir com o cliente 1506ao, por exemplo, ver uma linha de comando, usar um gráfico e/ououtra interface de usuário e introduzir comandos via um dispositivo deentrada, tal como um mouse, um teclado, uma tela sensível ao toque,uma bola de rolamento, um teclado, etc. A interface de usuário podeser gerada por um subsistema gráfico 1522 do cliente 1506, que torna ainterface interna em uma superfície na tela ou fora dela (por exemplo,em um dispositivo de exibição 1526 e/ou numa memória de vídeo). Asentradas do usuário 1502 podem ser recebidas via um subsistema deentrada/saída (E/S) 1524 e roteado para um processador 1514 via umbarramento interno (por exemplo, barramento de sistema) para execu-ção sob controle do sistema operacional 1516.
De modo semelhante, um usuário remoto (não mostrado)pode interagir com os dispositivos de processamento de dados digitais1506, 1510 sobre a rede 1512. As entradas do usuário remoto podemser recebidas e processadas em todo ou em parte por um dispositivoremoto de processamento de dados digitais colocados com o usuárioremoto. Alternativamente e/ou em combinação, as entradas podem sertransmitidas de volta e processadas pelo cliente local 1506 ou paraoutro dispositivo de processamento de dados digitais via uma ou maisredes usando, por exemplo, tecnologia de cliente fina. A interface deusuário do cliente local 1506 também pode ser reproduzida, em todo ouem parte, no dispositivo de processamento de dados digital remotocolocado com o usuário remoto ao transmitir informações gráficas parao dispositivo remoto e instruindo o subsistema gráfico do dispositivoremoto para tornar e exibir pelo menos parte da interface para ousuário remoto. As comunicações de rede entre dois ou mais dispositi-vos de processamento de dados digitais podem incluir um subsistemaem rede 1520 (por exemplo, um cartão de interface de rede) paraestabelecer o link de comunicações entre os dispositivos. O link decomunicações interconectando os dispositivos de processamento dedados digitais pode incluir elementos de uma rede de comunicações dedados, uma conexão ponto a ponto, um barramento e/ou outro tipo decaminho de dados digital capaz de carregar dados legíveis pelo proces-sador.
Numa operação ilustrativa, o processador 1514 do cliente1506 executa instruções associadas com o programa de aplicação desoftware 1504 (incluindo, por exemplo, instruções especificadas detempo de execução, pelo menos parcialmente, pelo usuário local 1502e/ou por outro programa de aplicação de software, tal como um pro-grama do tipo pacote) que pode instruir o processador 1514 a pelomenos parcialmente controlar a operação do subsistema gráfico 1522em retribuição e exibindo uma interface de usuário gráfica (incluindo,por exemplo, um ou mais menus, janelas, e/ou outros objetivos visuais)no dispositivo de exibição 1526.
A rede 1512 pode incluir uma série de nós de rede (por e-xemplo, o cliente e os servidores 1506, 1510) que podem ser interconec-tados pelos dispositivos de rede e linhas de comunicação com fio e/ousem fio (por exemplo, linhas de carreadores públicos, linhas privadas,linhas de satélite, etc.) que permitem aos nós de rede a se comunica-rem. A transferência de dados (por exemplo, mensagens) entre os nósda rede pode ser facilitada pelos dispositivos de rede, tais como roteado-res, comutadores, multiplexadores, pontes de comando, portais, etc.,que podem manipular e/ou rotear dados de um nó de origem até um nóde servidor não importando dessemelhanças na topologia da rede (porexemplo, barramento, estrela, anel de ficha), distância espacial (porexemplo, local, metropolitano, rede de banda larga), tecnologia detransmissão (por exemplo, protocolo de controle de transferência/protocolo de internete (TCP/IP), Arquitetura de Rede de Sistemas), tipode dados (por exemplo, dados, voz, vídeo, multimídia), natureza daconexão (por exemplo, comutador, não comutador, discagem, dedicadoou virtual), e/ou ligação física (por exemplo, fibra óptica, cabo coaxial,par trançado, sem fio, etc.) entre o nó de origem e nós da rede doservidor.
A Figura 15 mostra processos 1528, 1530, 1532, e 1550.Um processo se refere a execução de instruções que interagem comparâmetros operacionais, dados/parâmetros de mensagem, parâme-tros/dados de conexão de rede, variáveis, constantes, bibliotecas desoftware e/ou outros elementos dentro de um ambiente de execução emuma memória de um dispositivo de processamento de dados digitaisque leva um processador a controlar as operações do dispositivo deprocessamento de dados digitais conforme as características desejadase/ou operações de um sistema operacional, um programa de aplicaçãode software e/ou outro tipo de programa de aplicação de propósitogenérico ou específico (ou sub-partes do mesmo). Por exemplo, umprocesso de conexão de rede 1528, 1530 se refere a um conjunto deinstruções e/ou outros elementos que permitem aos dispositivos deprocesso de dados digitais 1506, 1510, respectivamente, a estabelecerum link de comunicação e se comunica com outros dispositivos deprocessamento de dados digitais durante uma ou mais sessões. Umasessão se refere a uma série de transações comunicadas entre dois nósde rede durante o período curto de tempo de uma conexão de redeúnica, onde a sessão começa quando a conexão de rede for estabelecidae terminar quando a conexão for concluída. Um processo de interfacede banco de dados 1532 refere-se a um conjunto de instruções e outroselementos que permitem ao servidor 1510 acessar o banco de dados1534 e/ou outros tipos de repositórios de dados para obter acesso, porexemplo, aos dados da conta do usuário 1536, regras de computação1542 e parâmetros de computação 1544. As informações acessadaspodem ser proporcionadas ao programa de aplicação de software 1508para ainda processar e manipular. Um processo administrativo 1550 serefere a um conjunto de instruções e outras características que permi-tem ao servidor 1510 monitorar, controlar e/ou de outro modo adminis-trar uma computação de fluxo de caixa. Por exemplo, o processoadministrativo 1550 pode a) manter e atualizar a configuração, tempode corrida e/ou dados de sessão para um ou mais dispositivos deprocessamento de dados digital 1506, 1510 e/ou os programas deaplicação de software 1504, 1508 executando nos dispositivos 1506,1510, b) proporcionar gerenciamento de armazenamento intermediário("buffer"), serviços de linhas múltiplos e/ou gerenciamento da estruturados, c) proporcionar parâmetros de inicialização para os dispositivos deprocessamento de dados digital 1506, 1510 e/ou os programas deaplicação de software 1504, 1508, d) administrar grupos de objetos (porexemplo, grupos de elementos de dados armazenados nos dispositivosde processamento de dados digital 1506, 1510 e/ou armazenado ou deoutra forma mantidos no banco de dados 1534, grupos de programas deaplicação de software 1504, 1508, grupos de membros autorizados paraacessar programas de aplicação de software 1504, 1508, grupos delicenças, etc.), e) administrar relações entre os objetos em resposta amensagens comunicadas entre um ou mais dispositivos de processa-mento de dados digital 1506, 1510, f) proporcionar um ou mais serviçosde suporte (por exemplo, codificação/decodificação, compressão,roteamento do caminho, análise gramatical da mensagem, manipulaçãode formato de mensagem, etc.) para os dispositivos de processamentode dados digital 1506, 1510, e/ou g) proporcionarem balanceamento decarga baseado em, por exemplo, uso/disponibilidade do processador,uso/disponibilidade da rede, uso/disponibilidade da memória, u-so/disponibilidade do programa de aplicação de software, comprimentoda mensagem e/ou volume da mensagem.
Aqueles versados na técnica reconhecerão que, embora osprocessos ilustrados 1528, 1530, 1532, e 1550 e suas característicassejam descritos como sendo separados, os processos ilustrados e/ousuas características podem ser combinados em um ou mais processos.Um ou mais dos processos ilustrados 1528, 1350, 1532, e 1550 podemser proporcionados usando uma combinação de características embuti-das de um ou mais programas de aplicação de software comercialmentedisponíveis e/ou em combinação com um ou mais módulos de softwareprojetados para o cliente.
Os bancos de dados 1534 podem ser armazenados em ummeio de armazenamento não volátil ou um dispositivo conhecidoàqueles versados na técnica (por exemplo, disco compacto (CD), discode vídeo digital (DVD), disco magnético, disco rígido interno, disco rígidoexterno, memória de acesso randômico (RAM), seqüência redundante dediscos independentes (RAID) ou dispositivo de memória removível).Como mostrado na Figura 15, os bancos de dados 1534 podem estarremotamente localizados do cliente 1506. Em algumas realizações, osbancos de dados 1534 podem estar localmente localizados para ocliente 1506 e/ou podem ser integrados no cliente 1506. Os bancos dedados 1534 podem incluir bancos de dados distribuídos. Os bancos dedados 1534 podem incluir tipos diferentes de conteúdo de dados e/ouformatos diferentes para o conteúdo de dados armazenados. Porexemplo, os bancos de dados 1534 podem incluir tabelas e outros tiposde estruturas de dados.
O dado de conta do membro 1536 inclui dados que identifi-cam os membros do sistema 1500, dados que se relacionam ao consu-mo dos membros de fontes de energia e dados que se relacionam àspropriedades dos membros no mercado administrado pelo sistema1500. Os dados identificando os membros podem incluir os nomes dosmembros, informações de contato, informações de conexão (por exem-plo, nomes de usuários e/ou senhas) e/ou outros tipos semelhantes deinformações conhecidos por aqueles versados na técnica. Os dadosrelativos ao consumo dos membros de fontes de energia incluem dadosde consumo 1536a, dados de emissões de GHG 1536b e dados de CFI1536c. Na maioria das realizações, tais dados são associados comidentificadoras de tempo que identificam sua vindima, isto é, os interva-los de tempo aos quais eles pertencem (por exemplo, dados de consumopara o ano 2000). Em algumas de tais realizações, tais dados podemser usados, por exemplo, pelos membros, a troca dos membros e/ououtra instituição em que os membros participam, localizar ou de outraforma monitorar o consumo dos membros de fontes de energia, emis-sões de GHG, etc. com o passar do tempo. Os dados relativos àspropriedades dos membros no mercado podem incluir as propriedadesde CFIs dos membros e outros instrumentos relacionados, comopreviamente descrito aqui neste documento com respeito às Figuras 1-14.Os dados de consumo 1536a quantificam o consumo dosmembros de fontes de energia. Como descrito adicionalmente aquineste documento, dados de consumo 1536a são determinados por e/oude outro modo proporcionados pelos membros para sistema 1500.
Visto que fontes de energia podem incluir fontes que são consumidasdurante o transporte e fontes que são consumidas independentes detransporte, dados de consumo 1536a incluem dados de transporte edados de não transporte.
Os dados de transporte acontecem quando um membro (porexemplo, um empregado de uma companhia membro) viaja em umveículo de um local até outro. O veículo pode incluir um veículo de baseaérea (por exemplo, um avião, um helicóptero e um balão de ar quente),um veículo de base terrestre (por exemplo, um trem, um ônibus, umcarro e uma motocicleta), um veículo de base na água (por exemplo, umbarco e um submarino), ou um veículo de meio misto (por exemplo, umaeroflutuador e um veículo anfíbio). Em algumas realizações, dados detransporte são representados em termos de combustível de veículoconsumido durante o transporte. A quantidade de combustível consu-mida pode ser determinada baseada em arrecadação de combustívele/ou outros indicadores conhecidos por aqueles versados na técnica.Alternativamente e/ou em combinação, em algumas realizações, dadosde transporte são representados em termos de distância viajada por umveículo. Esses dados de transporte podem ser convertidos em combus-tível consumido baseado na modificação dos dados de transporte pelaeficiência de combustível do veículo. A eficiência de combustível doveículo pode ser o valor de referência para a eficiência de combustíveldo veículo (por exemplo, a eficiência publicada pelo fabricante deveículo) ou uma eficiência de combustível personalizada do veículo (porexemplo, a eficiência como determinado por um membro, por exemplo,um membro associado).
Os dados de não transporte acontecem quando um membroconsome uma fonte de energia em uma atividade diferente da detransporte. Alguns exemplos destas atividades incluem, mas não estãolimitadas, a produção de um produto em uma planta de produção eoperação de um edifício comercial. Em algumas realizações, os dadosde não transporte são representados em termos de fonte de energiaconsumida (por exemplo, carvão, eletricidade ou gás natural consumidodurante a produção de um produto). A quantidade de fonte de energiaconsumida pode ser determinada baseada nas receitas de fonte deenergia e/ou outros indicadores que são conhecidos por aquelesversados na técnica. Alternativamente e/ou em combinação, emalgumas realizações, os dados de não transporte são representados emtermos de uma atividade específica intermediária, por exemplo, umaquantidade de um produto produzido ou consumido, uma cargaconsumida durante a produção de um produto e uma quantidade doespaço de escritório ocupado por uma instalação de escritório. Comoserá entendido por aqueles versados na técnica, tais dados de nãotransporte podem ser convertidos em fontes de energia consumidasbaseadas na modificação dos dados de não transporte por uma eficiên-cia que é semelhante a uma eficiência de combustível no contexto dedados de transporte. Por exemplo, uma quantidade do espaço deescritório pode ser convertida em uma quantidade de eletricidadeconsumida baseado no produto da quantidade do espaço de escritório eum peso (às vezes referido aqui neste documento como um fator deconsumo) que representa uma medida de estatística da quantidade deeletricidade tipicamente consumida pela unidade do espaço de escritó-rio. A medida de estatística pode ser associada com um local geográfico(por exemplo, um país (como os Estados Unidos, México, Reino Unido eo Canadá), um estado, uma região, etc.) e pode ser determinado basea-do em informações publicamente disponíveis, tais como as informaçõesque são descritas abaixo de com respeito aos fatores de emissões.
Como entendido por aqueles versados na técnica, os dadosde consumo 1536a podem não estar prontamente disponíveis paramembros. Por exemplo, dados de consumo 1536a relacionados aoperação de um edifício pode não estar prontamente disponível paramembros (por exemplo, inquilinos) que ocupam uma quantidade doespaço de escritório no edifício, devido aos acordos de arrendamento,acordos de aluguel e/ou outros fatores. De preferência, portanto, comodescrito aqui neste documento, os sistemas e métodos descritos propor-cionam e/ou de outra forma utilizam fatores de emissão, pesos e outrosfatores de estatística que estimam o consumo de energia nas unidadesque são prováveis de serem acessíveis para membros, tais como, masnão limitadas, a unidades do espaço de escritório ocupado, unidades dadistância viajada em um modo de transporte (por exemplo, pela unidadede distância viajada em um avião ou um jato), etc.
Os dados de emissões de GHG 1536b incluem emissões deGHG que são computados pelo sistema 1500 baseado em dados deconsumo 1536a. Normalmente, as emissões de GHG computadas sãoexpressas nas unidades convencionais, por exemplo, toneladas outoneladas métricas de CO2. Em algumas modalidades, porém, asemissões de GHG computadas são expressas em unidades não conven-cionais, por exemplo, unidades selecionadas por e/ou de outra formafornecidasv por um membro. Estas unidades não convencionais podemser geralmente convertidas em convencionais usando fatores de conver-são padrões.
Os dados de emissões de GHG 1536b também incluemquantidades da linha base de emissões de GHG e quantidades alvo deemissões de linha base que são computadas pelo sistema 1500 baseadonos dados de consumo 1536a. Como previamente descrito aqui nestedocumento com respeito às Figuras 1-14, uma regra (por exemplo, umamédia) pode ser aplicada às emissões de GHG de um membro em umprimeiro intervalo de tempo para determinar a quantidade da linha basedo membro de emissões de GHG, e outra regra (por exemplo, umaredução de porcentagem) pode ser aplicada à quantidade da linha basepara determinar uma quantidade alvo de emissões de GHG para umsegundo intervalo de tempo posterior.
O sistema também vantajosamente computa equivalentesde redução de emissão pelo uso de fatores de conservação para partici-pantes como tais e em particular para os benfeitores ambientais. Estacaracterística ajuda os membros a determinar se são exigidas comprasadicionais de CFIs ou não para alcançar o cronograma de redução.Depois de calcular as emissões de GHG e equivalentes de redução deemissão, o membro pode ainda exceder sua quantidade alvo de emis-sões de GHG. Portanto, pode ser exigido comprar débitos de outrosmembros ou benfeitores ambientais para estar em complacência comseu cronograma de redução. Além disso, o sistema permite a qualquerentidade ganhar um crédito ou permissão conduzindo atividadesambientalmente benéficas, tais como as benfeitorias ambientais ou atéincluindo os redutores de emissão voluntária, para calcular um certoequivalente de redução de emissão para atividades ambientalmenteamigáveis, como plantio de árvores ou reflorestamento, não distúrbio dosolo para uma área em acres particular de terra em um local específicoou até para limpar ou reduzir a poluição em outras áreas. Estescréditos podem então ser comprados pelo membro, deste modo adicio-nal facilitando o comércio entre os participantes para permitir aosredutores de emissão voluntária alcançarem suas metas de redução depoluição desejadas e estabelecidas.
Os dados de CFI 1536c incluem complacência de CFIs quesão determinadas pelo sistema 1500 baseado em emissões de GHGcomputadas e emissões de GHG alvo.
As regras de computação 1542 incluem regras para compu-tar as emissões de GHG, regras para computar quantidades da linhabase de emissões de GHG, regras para computar quantidades alvo deemissões de GHG e regras para computar a complacência de CFIs.Normalmente, como ainda descrito aqui neste documento, as emissõesde GHG de um membro são computadas baseado em um produto dosdados de consumo 1536a do membro para cada tipo de fonte de energiaconsumida e um fator de emissões correspondente. As quantidades dalinha base e as quantidades alvo são computadas baseadas na aplica-ção dos esquemas previamente descritos aqui neste documento comrespeito às Figuras 1-14.
Os parâmetros de computação 1544 incluem fatores de e-missões para uma variedade de fontes de energia. Geralmente, cadafator de emissão em parâmetros de computação 1544 é associado comum tipo de fonte de energia; cada fator de emissões também estáassociado com um local geográfico e/ou um provedor de energia. Osfatores de emissão dependem do tipo de fonte de energia consumida ecomo aquela fonte de energia era gerada por seu provedor. Por exem-plo, o fator de emissões para viagem de automóvel depende se o com-bustível é gasolina, diesel ou eletricidade, bem como o quanto eficaz ocarro usa o combustível. Também, fatores de emissões para fontes deenergia que não são combustíveis fósseis (isto é, fontes de energia quenão são, por exemplo, carvão, gasolina ou gás natural) dependem decomo aquela fonte de energia é gerada. Por exemplo, o fator de emis-sões para eletricidade produzida por carvão é diferente do fator deemissões para eletricidade produzida por gás natural. Além disso,fatores de emissões para combustíveis fósseis e combustíveis nãofósseis dependem da tecnologia usada pelos provedores da fonte deenergia (por exemplo, a tecnologia usada por uma planta de energia).Visto que provedores diferentes de uma fonte de energia tendem a usartecnologias diferentes e visto que provedores diferentes tendem a servirlocais geográficos diferentes, o fator de emissões para uma fonte deenergia tende a variar entre provedores e locais geográficos. Fatores deemissões para países, subdivisões geográficas destes (por exemplo,províncias, regiões e estados) e provedores de energia são publicadospor uma variedade de entidades, tais como as agências governamentais(por exemplo, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos(EPA)), agências não governamentais (por exemplo, plantas de energia),e agências intergovernamentais (por exemplo, o Painel Intergoverna-mental de Mudança Climática). Por exemplo, o EPA dos EstadosUnidos proporciona um banco de dados de fatores de emissões e outrasinformações para provedores de energia dos Estados Unidos que écomumente chamado de E-GRID.
Como sabido por aqueles versados na técnica, o fator deemissões mais local para uma fonte de energia tende a ser a medidamais precisa de emissões de GHG que resultam do consumo daquelafonte de energia. De preferência, portanto, os sistemas e métodosdescritos computam as emissões de GHG que resultam do consumo deuma fonte de energia baseada no fator de emissões mais local disponí-vel, em que o fator de emissões mais local é o fator de emissões que éassociado com o provedor da fonte de energia.
Como também conhecido por aqueles versados na técnica,os fatores de emissões para combustíveis fósseis são constantes, mas osfatores de emissões para combustíveis não fósseis tendem variar com opassar do tempo. Como tal, em algumas realizações dos sistemas emétodos descritos, um ou mais dos programas de aplicação de software1508 é configurado para atualizar os fatores de emissões em parâme-tros de computação 1544 em intervalos de tempo baseados na comuni-cação com a rede 1512 com um ou mais bancos de dados (por exemplo,o banco de dados do E-GRID) e/ou outras fontes de fatores de emis-sões.
Em algumas modalidades, os sistemas e métodos descritosproporcionam e/ou de outra forma utilizam um ou mais dos tiposseguintes de fatores de emissões e outros fatores relacionados a con-sumo de fontes de energia: (1) para os edifícios de escritórios nosEstados Unidos: (a) fatores de consumo de eletricidade médios regionaispela unidade de espaço do escritório (por exemplo, fatores para um oumais dos cinqüenta estados dos Estados Unidos), (b) fatores de consu-mo de gás natural médio regionais pela unidade de espaço do escritórioe (c) fatores de emissão de eletricidade regionais; (2) para edifícios deescritórios no Canadá, México, e o Reino Unido: (a) eletricidade médianacional e fatores de consumo de gás natural por unidade do espaço doescritório ocupado, e (b) fatores de emissão de eletricidade nacionais.
Como previamente descritos, os dados de consumo podemser expressos em uma variedade de unidades, incluindo unidades deuma fonte de energia consumida e unidades de distância viajadas. Porexemplo, dados quantificando o consumo de uma fonte de energia detransporte pode incluir galões de combustível consumido, litros decombustível consumido, milhas viajadas e quilômetros viajados. Comotal, em algumas realizações, parâmetros de computação 1544 incluemfatores de emissões em unidades de referência (por exemplo, toneladasde CO2 produzidas pelas unidades de energia consumida) e regras decomputação 1542 incluem uma ou mais regras para modificar asunidades de referência de forma que elas sejam compatíveis com asunidades dos dados de consumo (ou, alternativamente, uma ou maisregras para modificar as unidades dos dados de consumo de modo queelas sejam compatíveis com as unidades de referência), isto é, de formaque as unidades do produto do fator de emissões e os dados de consu-mo são unidades de emissões de GHG, por exemplo, toneladas de CO2produzidas. Por exemplo, as regras de computação 1542 podem incluirum ou mais regras para converter entre as unidades em um sistemamétrico e unidades em um sistema não métrico (por exemplo, litrospara galões), regras para converter entre as unidades dentro de umsistema (por exemplo, quilowatts para megawatts), e/ou regras paraconverter entre as unidades de uma fonte de energia consumida eunidades de uma atividade específica intermediária (por exemplo,milhas viajadas para galões de gasolina consumida). As regras paraconverter entre as unidades de uma fonte de energia consumida eunidades de uma atividade específica intermediária pode ser baseadaem uma ou mais eficiências, por exemplo, eficiências de combustível.
A Figura 16 mostra uma exibição ilustrativa de uma inter-face de usuário gráfica que facilita os cômputos de emissões de GHG ecomplacência de CFIs. Como será entendido por aqueles versados natécnica, a exibição ilustrativa deve ser interpretada de uma maneiraexemplificativa e podem ser usadas exibições diferentes daquelas aquimostradas e descritas neste documento dentro do escopo da revelaçãopresente. Por exemplo, características da exibição ilustrativa podem sercombinadas, separadas, intercambiadas e/ou reorganizadas para geraroutras exibições. Também, por exemplo, exibições dentro do escopo darevelação presente podem incluir um ou mais caixas de verificação,uma ou mais caixas de resposta, um ou mais botões de rádio, um oumais menus de abertura, um ou mais ícones e/ou um ou mais outrosobjetos visuais para facilitar as computações. Como também seráentendido por aqueles versados na técnica, a exibição ilustrativa podeser proporcionada por um servidor (por exemplo, um programa deaplicação de software 1508 residindo em um servidor 1510) para umcliente (por exemplo, um programa de aplicação de software 1504residindo em um cliente 1506) no sistema 1500. A exibição ilustrativa édescrita no contexto de interações (por exemplo, perguntas e respostas)entre o cliente 1506 e o servidor 1510 no sistema 1500.
Como mostrada na Figura 16, a exibição 1600 (também re-ferida aqui neste documento como uma janela de cálculo de emissões1600) inclui uma região de identificação 1602, uma região de certifica-ção 1604, uma região de localização 1605, uma região de dados deconsumo 1606, uma região de computação 1608 e uma região de opção1609. A região de identificação 1602 inclui uma caixa de questão 1610para proporcionar um nome de membro e um menu de abertura 1612para selecionar um ano de complacência, por exemplo, o ano para oqual o membro busca computar suas emissões de GHG e/ou compla-cência de CFIs de forma a cumprir com os regulamentos do mercadoadministrado por sistema 1500. A região de certificação 1604 incluiuma caixa de questão 1614 para proporcionar uma assinatura deusuário e um registro de tempo 1616. A região de localização 1605inclui um menu de abertura para selecionar o local geográfico doconsumo de energia. A região de dados de consumo 1606 inclui menusde abertura 1620 para selecionar unidades de consumo (rotuladas"unidades de relato" na Figura 16) e caixas de questão 1622 paraproporcionar dados de consumo nas unidades de consumo seleciona-das. A região de dados de consumo 1606 também inclui um menu deabertura 1620a para selecionar entre os métodos de relato dos dados deconsumo para um automóvel, por exemplo, recibos de combustível real,distância viajada e eficiência de combustível de referência ou distânciaviajada e eficiência de combustível personalizada. A região de computa-ção 1608 inclui caixas de resposta em que sistema 1500 proporcionafatores de emissões (rotulados "fator de conversão" na Figura 16) deparâmetros de computação 1644, emissões de GHG computadas(rotuladas "emissões de CO2" na Figura 16), complacência de CFIs eoutros parâmetros relacionados. A região de opção 1609 inclui caixasde questão em que um membro pode proporcionar dados adicionaisrelativos a emissões de GHG, por exemplo, emissões de GHG resultan-tes de fontes de energia diferentes daquelas mostradas na região dedados de consumo 1606. Como mostrada na Figura 16, a exibição1600 apresenta uma "tela" de exibição única para calcular emissões deCO2 de uma faixa de fontes de energia, incluindo, mas não limitado a,fontes de energia para escritórios. Como será entendido por aquelesversados na técnica, uma ou mais características da exibição 1600podem ser apresentadas em duas ou mais "telas" de exibição.Numa operação ilustrativa e com referência à Figura 15, oprograma de aplicação de software executando dentro da memória 1518do cliente 1506 pode descobrir um pedido 1548 para computar emis-sões de GHG do membro 1502 ao, por exemplo, receber uma indicaçãodo subsistema de E/S 1524 que descobriu um clique do mouse, umaentrada de teclado e/ou outro evento de entrada iniciado pelo usuário1502. Em resposta para o pedido 1548, o programa de aplicação desoftware 1504 instrui o subsistema de gráficos 1522 (via o processador1514) a exibir a janela de cálculo 1600. Os parâmetros selecionados eos dados de consumo proporcionado pelo membro 1502 podem sermantidos na memória 1518 do cliente 1506 antes de transmissão parao servidor 1510 via a rede 1512. O programa de aplicação de software1504 pode aplicar uma ou mais regras de validação de dados para osparâmetros e/ou os dados de consumo para reduzir a ocorrência deentradas errôneas. Uma ou mais destas regras podem estar contidasem memória 1518. Alternativamente e/ou em combinação, o programade aplicação de software 1504 pode acessar uma ou mais destas regrasdo banco de dados 1534 via a rede 1512.
Com referência contínua à Figura 15, o programa de aplica-ção de software 1504 pode instruir o processo de conexão de rede 1528do cliente 1506 para transmitir os parâmetros e os dados de consumoproporcionados pelo usuário 1502 para um processo de cálculo ououtro processo de software associado com o programa de aplicação desoftware 1508 executado no servidor 1510 ao, por exemplo, codificar,criptografar e/ou comprimir o pedido selecionado 1548 em uma corren-te de pacotes de dados que podem ser transmitidos entre os subsiste-mas da rede 1520 dos dispositivos de processamento de dados digital1506, 1510. O processo de conexão de rede 1530 executado no servidor1510 pode receber, descomprimir, decifrar e/ou decodifique a informa-ção contida nos pacotes de dados e pode armazenar tais elementos emuma memória acessível para o programa de aplicação de software 1508.O programa de aplicação de software 1508 pode processar o dadorecebido, por exemplo, armazenando os dados recebidos em dados decomputação 1536a, aplicando um ou mais regras de computação 1542aos dados de computação 1536 de forma a computar dados de emissõesde GHG 1536b e/ou dados de CFI 1536c e proporcionem os dados deemissões de GHG computados 1536 e/ou dados de CFI computados1536c para o membro 1502.
A Figura 17 ilustra esquematicamente uma modalidade deum método para computar emissões de GHG para um membro dosistema 1500. Como será entendido por aqueles versados na técnica,os sistemas e métodos descritos não estão limitados para a modalidademostrada em Figura 17 e pode computar emissões de GHG para ummembro baseado em características que são diferentes e/ou adicionaisàquelas mostradas na Figura 17.
Como mostrado na Figura 17, um pedido de um cliente (porexemplo, cliente 1506 em comunicação com o membro 1502) paracomputar emissões de GHG baseadas no consumo de fontes de energiaé recebido em um servidor (por exemplo, servidor 1510) no sistema1500 (1710 na Figura 17). Baseado no recebimento do pedido, oservidor 1510 (por exemplo, um programa de aplicação de software1508 residindo no servidor 1510) proporciona uma característica delocal que é relacionada ao local geográfico de consumo de energia e/ouas emissões de GHG resultante e que é associada com opções delocalização para seleção pelo cliente 1506 (1720 na Figura 3). Porexemplo, o servidor 1510 pode proporcionar a característica de local viaa região de localização 1605 na janela de cálculo 1600 da Figura 16. Asopções de localização incluem locais geográficos, tais como países esubdivisões dentro dos países (por exemplo, províncias, estados,regiões, etc.). Alternativamente e/ou em combinação, em algumasrealizações, o servidor 1510 proporciona uma característica de localiza-ção que é relacionada às fontes de energia consumida e que é associadacom as opções de provedor de fonte de energia para seleção pelo cliente1506. As opções de provedor podem incluir identificadores de provedo-res de energia, por exemplo, identificadores baseados no banco dedados do E-GRID.
Com referência contínua à Figura 17, baseado no recebi-mento do pedido, o servidor 1510 proporciona características de fontede energia, em que cada característica de fonte de energia é relacionadaa um tipo de fonte de energia consumida (por exemplo, carvão, eletrici-dade, gás natural ou combustível de veículo) e é associada com asunidades de consumo para seleção pelo cliente 1506 (1730 na Figura3). Por exemplo, o servidor 1510 pode proporcionar as característicasde fonte de energia via a região de dados de consumo 1606 na janela decálculo 1600 de Figura 16. Geralmente, o servidor 1510 proporcionacaracterísticas de fonte de energia que são relacionadas a pelo menosdois tipos de fontes de energia. As fontes de energia podem incluirfontes que são consumidas durante o transporte e/ou fontes que sãoconsumidas independentes do transporte. As unidades de consumopodem incluir uma variedade de unidades, tais como unidades parauma quantidade de uma fonte de energia consumida (por exemplo,watt-horas de eletricidade) e unidades para uma atividade específicaintermediária (por exemplo, quilômetros viajados em um veículo). Emalgumas realizações, as unidades da atividade específica intermediáriasão modificadas por uma eficiência. Por exemplo, as unidades de umafonte de transporte consumida podem incluir uma quantidade da fonteconsumida baseado em recibos de compra de fonte, uma quantidade dafonte consumiu baseada na distância viajada em um veículo e umaeficiência de combustível de referência do veículo e uma quantidade dafonte consumida baseada na distância viajada em um veículo e eficiên-cia de combustível personalizada do veículo (por exemplo, uma eficiên-cia de combustível determinado e/ou de outra forma proporcionada porum membro).Com referência contínua à Figura 17, o servidor 1510 solici-ta e/ou de outra forma pergunta ao cliente 1506 para proporcionardados de consumo para cada fonte de energia nas unidades de consu-mo que foram selecionadas para aquela fonte de energia (1740 naFigura 17). Por exemplo, o servidor 1510 pode perguntar ao cliente1506 para proporcionar os dados de consumo via a região de dados deconsumo 1606 na janela de cálculo 1600 de Figura 16. Os dados deconsumo podem ser obtidos pelo membro 1502 e proporcionados para ocliente 1506 baseado nos esquemas previamente descritos aqui nestedocumento com respeito às Figuras 1-14.
Subseqüentemente, o servidor 1510 determina um fator deemissões para cada fonte de energia baseada no tipo de fonte deenergia, o local geográfico selecionado e as unidades de consumoselecionadas (1750 na Figura 17). Geralmente, o servidor 1510 faz estadeterminação baseado em perguntas aos bancos de dados 1534 (isto é,parâmetros de computação 1544) para determinar se eles incluem umfator de emissão que é associado com o tipo de fonte de energia e o localselecionado. Com base na localização do fator de emissões, o servidor1510 começa a computar as emissões de GHG (1760 na Figura 17).
Em alguns cenários, o fator de emissões para uma combi-nação de tipo de fonte de energia e local selecionado pode não estardisponível em bancos de dados 1534. Em algumas realizações, portan-to, o servidor 1510 pode procurar pelo fator de emissões. Por exemplo,o servidor 1510 pode solicitar o fator de emissões a partir de um bancode dados que está em comunicação com rede 1512, tal como um bancode dados que é mantido por uma agência governamental, por exemplo,o banco de dados E-GRID hospedado pelo EPA dos Estados Unidos,e/ou pode procurar uma ou mais redes em comunicação com a rede1512 para o fator de emissões baseado em esquemas conhecidos paraaqueles versados na técnica. Alternativamente e/ou em combinação,em algumas realizações, o servidor 1510 pergunta aos bancos de dados1534 para determinar se eles incluem um fator de emissões que éassociado com a fonte de energia e um local que é menos específico doque o local selecionado (por exemplo, um país, em vez de uma subdivi-são geográfica de um país). Baseado na localização de tal fator deemissões, o servidor 1510 começa a computar as emissões de GHG(1760 na Figura 17).
Em algumas realizações, como a modalidade mostrada naFigura 16, o servidor 1510 proporciona o fator de emissões determinadopara o cliente 1506 via a região de computação 1608 na janela decálculo 1600 de Figura 16.
Como previamente descrito, os dados de consumo para umafonte de energia podem ser expressos em uma variedade das unidadesde consumo. Em algumas realizações, portanto, o servidor 1510 aplicauma ou mais regras de computação 1542 para modificar as unidadesde referência do fator de emissão de forma que eles são compatíveis comas unidades dos dados de consumo. Em algumas de tais modalidades,tais como aquelas realizações em que o fator de emissões determinado éproporcionado para o cliente 1506, o servidor 1510 aplica aquelas umaou mais regras antes de computar as emissões de GHG. Alternativa-mente, o servidor 1510 aplica aquelas uma ou mais regras durante acomputação das emissões de GHG.
Com referência contínua à Figura 17, o servidor 1510 com-puta as emissões de GHG para cada tipo de fonte de energia baseado noproduto dos dados de consumo e o fator de emissões que correspondepara àquele tipo de fonte de energia (1760 na Figura 17). Como previ-amente descrito, o servidor 1510 pode aplicar uma ou mais regras decomputação 1542 para o fator de emissões e/ou os dados de consumode forma que seu produto tem unidades de emissões de GHG, porexemplo, toneladas de CO2 ou outra unidade, tal como uma unidadeselecionada e/ou de outra forma proporcionada por um membro. Emalgumas realizações, o servidor 1510 computa as emissões de GHGtotais para um membro baseado na soma das emissões de GHG paracada tipo de fonte de energia consumida (1770 na Figura 17). Alémdisso, o servidor 1510 pode computar a fração das emissões de GHGtotal que são atribuíveis para o consumo de cada tipo de fonte deenergia. Em algumas realizações, tais como a modalidade mostrada emFigura 16, o servidor 1510 proporciona os dados de emissões de GHGcomputados, por exemplo, as emissões de GHG que são computadospara cada tipo de fonte de energia e as emissões de GHG total para omembro, para o cliente 1506 via região de computação 1608 na janelade cálculo 1600.
Como previamente descrito aqui neste documento com res-peito às Figuras 1-14, os membros podem compensar suas emissões deGHG trocando e/ou retirando os CFIs (como usado daqui em diante, otermo CFI pode ser entendido como sendo uma referência coletiva paracompensações de emissões de GHG, incluindo, mas não limitado, acompensações de emissões de GHG previamente descritas aqui nestedocumento com respeito às Figuras 1-14). A Figura 18 ilustra esque-maticamente uma modalidade de um método para computar umaquantidade de CFIs de complacência para um membro, isto é, a quanti-dade de CFIs que compensará as emissões de GHG do membro. Comoserá entendido por aqueles versados na técnica, os sistemas e métodosdescritos não são limitados à modalidade mostrada na Figura 18 epodem computar CFIS de complacência baseado em características quesão diferentes e/ou adicionais àquelas mostradas na Figura 18.
Como mostrado na Figura 18, um pedido de um cliente (porexemplo, o cliente 1506 em comunicação com o membro 1502) paracomputar os CFIs de complacência é recebido em um servidor (porexemplo, o servidor 1510) no sistema 1500 ( 1810 na Figura 18).Baseado na recepção do pedido, o servidor 1510 solicita e/ou de outraforma pergunta ao cliente 1506 para proporcionar dados de local querepresentam o local geográfico do consumo de energia e dados deconsumo do membro que quantifica o consumo de energia do membro(1820 na Figura 18). Geralmente, o servidor 1510 solicita e/ou deoutra forma pergunta ao cliente 1506 pelos dados de local e de consu-mo baseado em características previamente descritas aqui nestedocumento com respeito à 1720-1740 na Figura 17. Subseqüentemen-te, o servidor 1510 computa as emissões de GHG resultantes baseadoem características previamente descritas aqui neste documento comrespeito à 1760-1770 na Figura 17 (1830 na Figura 18).
Com referência contínua à Figura 18, o servidor 1510 de-termina os CFIs de complacência para o cliente baseado em umamedida da diferença entre (i) as emissões de GHG computadas em 1830e (ii) emissões de GHG alvo (1840 na Figura 18). A medida da diferençapode incluir uma diferença, um quadrado da diferença, uma raizquadrada média da diferença e/ou outras medidas de diferença conhe-cidas por aqueles versados na técnica. Em algumas modalidades, taiscomo a modalidade mostrada na Figura 16, o servidor 1510 proporcionaa complacência determinada de CFIs para o cliente 1506 via região decomputação 1608 em janela de cálculo 1600.
Como previamente descrito, o servidor 1510 determina osCFIs de complacência baseado no cõmputo das emissões de GHG eemissões de GHG alvo para o membro. Em algumas realizações, asemissões de GHG alvo são determinadas e/ou de outra forma propor-cionadas pelo cliente 1506 (isto é, o membro 1502 em comunicação como cliente 1506) para o servidor 1510. Alternativamente, em algumasmodalidades, o servidor 1510 computa as emissões de GHG alvobaseado nos esquemas previamente descritos aqui neste documentocom respeito às Figuras 1-14. Por exemplo, numa modalidade dessas, oservidor 1510 computa as emissões de GHG alvo baseado em naaplicação de uma regra (por exemplo, uma regra de redução) para umaquantidade de linha base de emissões de GHG para o membro. Aquantidade de linha base de emissões de GHG pode ser determinadae/ou de outra forma proporcionada pelo cliente 1506 para o servidor1510. Alternativamente, o servidor 1510 pode computar a quantidadeda linha base baseado nos esquemas previamente descritos aqui nestedocumento com respeito às Figuras 1-14. Por exemplo, em uma talmodalidade, o servidor 1510 computa as emissões da linha basebaseado na aplicação de uma regra (por exemplo, uma média ou umamédia ponderada) para dados de consumo por um intervalo de tempo.
Em algumas modalidades, o servidor 1510 proporcionauma característica de intervalo de tempo para o cliente 1506 em 1820na Figura 18. A característica de intervalo de tempo é relacionada aointervalo de tempo do consumo de energia do membro (por exemplo, umano de complacência) e é associada com opções de intervalo de temposelecionáveis. Por exemplo, o servidor 1510 pode proporcionar acaracterística de intervalo de tempo via a região de identificação 1602na janela de cálculo 1600 de Figura 16. Numa tal modalidade, oservidor 1510 proporciona a característica de intervalo de tempo deforma a obter dados de consumo do cliente 1506 para intervalos detempo diferentes. Usando tais dados de consumo, o servidor 1510 podecomputar as emissões de GHG para cada um dos intervalos de tempodiferentes, uma quantidade da linha base de emissões de GHG combase naquelas emissões de GHG computadas, uma quantidade deemissões de GHG alvo para um intervalo de tempo posterior e CFIs decomplacência para aquele intervalo de tempo posterior baseado nosesquemas previamente descritos.
De modo vantajoso, os sistemas e métodos mostrados edescritos aqui neste documento com respeito às Figuras 15-18 podemser usados por um membro para computar suas emissões de GHG eCFIs de complacência e assim administrar seu consumo de fontes deenergia. Por exemplo, um membro associado pode usar aquelasrealizações para computar suas emissões de GHG diretas (por exemplo,emissões que são associadas com a operação de sua instalação deescritório e emissões que são associadas com a operação de veículosque possui, aluga ou arrenda com propósito de negócios), suas emis-sões de GHG indiretas (por exemplo, emissões que são associados comsuas compras de eletricidade e outras fontes de não transporte parapropósitos de negócios e emissões que são associadas com negócios deviagem (via, por exemplo, aeronave, ônibus urbano, ferrovia de deslo-camento diário e ferrovia interurbana), suas emissões de GHG em opção(por exemplo, emissões associados com seus eventos de negócios (comoretiradas, reuniões anuais e festas de feriados) e emissões associadascom as atividades de não negócios dos seus empregados (como deslo-camento diário, uso de energia em casa, viagem e consumo de materi-ais)) e seus CFIs de complacência para compensar aquelas emissões deGHG.
Como previamente descrito aqui neste documento com res-peito às Figuras 1-14, os membros podem negociar CFIs num mercadopara reduzir seus emissões de GHG e obter uma quantidade de CFIs(e/ou outros instrumentos relacionados) que seja pelo menos equivalen-te às seus CFIs de complacência no presente ou no futuro. A Figura 19ilustra esquematicamente uma modalidade de um método para regis-trar um membro para negociar CFIs no mercado. Como será entendidopor aqueles versados na técnica, os sistemas e métodos descritos nãosão limitados à modalidade mostrada em Figura 18 e podem registrarum membro para negociar CFIs em um mercado baseado em caracterís-ticas que são diferentes e/ou adicionais àquelas mostradas na Figura 19.
Como mostrado na Figura 19, um pedido de um cliente (porexemplo, o cliente 1506 em comunicação com o membro 1502) paracomércio de CFIs é recebido num servidor (por exemplo, o servidor1510) no sistema 1500 (1910 na Figura 19). Baseado na recepção dopedido, o servidor 1510 determina se as emissões de GHG e CFIs decomplacência foram computados para o membro baseado nos esquemasdescritos com respeito às Figuras 17 e 18 (1920 na Figura 19). Geral-mente, o servidor 1510 faz esta determinação buscando em bancos dedados 134 para achar dados de consumo 1536a, dados de emissões deGHG 1536b e dados de CFI 1536c associados com o membro 1502.Com base na determinação de que as emissões de GHG para o membroforam computadas, o servidor 1510 registra o membro para negociar nomercado pelo menos os CFIs de complacência que foram computadosem 1840 na Figura 18 (1940 na Figura 19).
Com base na determinação de que as emissões de GHG pa-ra o membro não tenham sido computadas, o servidor 1510 solicitae/ou de outra forma pergunta ao cliente 1506 por dados baseados emque pode computar aquelas emissões (1930 na Figura 19). O servidor1510 pode solicitar e/ou de outra forma pergunta ao cliente 1506baseado nas características previamente descritas aqui neste documen-to com respeito a 1720-1740 na Figura 17 e/ou 1820 na Figura 18.Subseqüentemente, o servidor 1510 computa as emissões de GHG eCFIs de complacência para o membro (1935 na Figura 19) e procedepara 1940 na Figura 19.
De modo vantajoso, os sistemas e métodos mostrados edescritos aqui neste documento com respeito à Figura 19 podem serusados para monitorar emissões de GHG de membros e suas compla-cências com as regulações do mercado. Por exemplo, um administradorde mercado pode usar realizações dos sistemas e métodos descritospara determinar se os membros estão concordando com suas obriga-ções para reduzir as emissões de GHG e para inibir os membrosmentirosos de comercializar CFIS não registrados no mercado. Alémdisso, solicitando que os membros proporcionem seus dados de consu-mo para o mercado via submissões assinadas e datadas (tais como asubmissão mostrada na Figura 16) pode-se aumentar a responsabilida-de da conduta dos membros no mercado.Os sistemas e métodos descritos aqui neste documento nãosão limitados a um hardware ou configuração de software; eles podemachar aplicabilidade em muitos ambientes de computação e processa-mento. Os sistemas e métodos podem ser implementados em hardwareou software ou em uma combinação de hardware e software. Ossistemas e métodos podem ser implementados num ou mais programasde computador, em que um programa de computador pode ser entendi-do para compreender uma ou mais instruções de processador executá-vel. Os programas de computador podem executar em um ou maisprocessadores programáveis e podem ser armazenados numa ou maismídia de armazenamento legível pelo processador, compreendendomemória volátil e não volátil e/ou elementos de armazenamento.
Os programas de computador podem ser implementados emnível alto processual ou linguagem de programação objeto orientadapara se comunicar com um sistema de computador. Os programas decomputador também podem ser implementados em montagem oulinguagem de máquina. A linguagem pode ser compilada ou interpretada.
Em algumas modalidades, os programas de computadorpodem ser implementados em uma ou mais planilhas eletrônicas. Porexemplo, os programas de computador podem ser implementados emuma ou mais planilhas eletrônicas baseados no Microsoft® Excell epode incluir um ou mais macros e/ou outras funções.
Os programas de computador podem ser armazenados emum meio de armazenamento ou um dispositivo (por exemplo, discocompacto (CD), disco de vídeo digital (DVD), fita ou disco magnéticos,disco rígido interno, disco rígido externo, memória de acesso randômico(RAM), filas redundantes de discos independentes (RAID) ou dispositivode memória removível) que seja legível por um computador programávelde propósito geral ou especial para configurar e operar o computadorquando o meio de armazenamento ou dispositivo é lido pelo computadorpara realizar os métodos descritos aqui neste documento.
A menos que de outra forma proporcionadas, as referênciasaqui neste documento para memória podem incluir um ou mais elemen-tos de memória legíveis e acessíveis por processador e/ou componentesque podem ser internos a um dispositivo controlado por processador,externo a um dispositivo controlado por processador e/ou pode seracessado via uma rede com fio ou sem fio usando um ou mais protoco-los de comunicações e, a menos que de outra forma proporcionadas,podem ser dispostas de forma a incluir um ou mais dispositivos dememória externos e/ou um ou mais internos, onde tal memória podeser contígua e/ou fracionada baseado na aplicação.
A menos que de outra forma proporcionadas, as referênciasaqui neste documento e o/um processador e o/um microprocessadorpodem ser entendidos para incluir um ou mais processadores quepodem se comunicar independente e/ou ambiente(s) distribuído(s) epodem ser configurados para se comunicar via comunicações por fio esem fio com um ou mais outros processadores, onde tais um ou maisprocessadores podem ser configurados para operar em um ou maisdispositivos controlados por processador que podem incluir dispositivossemelhantes ou diferentes. O uso de tal terminologia de processador emicroprocessador pode ser entendido para incluir uma unidade deprocessamento central, uma unidade de lógica aritmética, um circuitointegrado de aplicação específica e/ou um motor de tarefa, com taisexemplos proporcionados para ilustração e não limitação.
A menos que de outra forma proporcionado, o uso do artigo"um" aqui neste documento para modificar um nome pode ser entendi-do incluir um ou mais de um dos nomes modificados.
Enquanto os sistemas e métodos descritos aqui neste do-cumento foram mostrados e descritos com referência às realizaçõesilustradas, aqueles versados na técnica reconhecerão ou poderãoaveriguar muitos equivalentes para as realizações descritas aqui nestedocumento usando não mais do que experimentação rotineira. Essasequivalentes são englobados no escopo da revelação presente e dasreivindicações anexadas.
Por exemplo, outras modalidades podem incluir regras adi-cionais diferentes, ou menos regras de mercado para facilitar a opera-ção e aceitação do mercado de comércio de GH G.
De acordo, os sistemas e métodos descritos aqui neste do-cumento não devem ser limitados às modalidades descritas aqui nestedocumento, podem incluir práticas diferente daqueles descritas e devemser interpretados tão amplamente quanto o permitir a lei prevalecente.
Claims (21)
1. Método Operado por Computador Para Determinar o Valor Atualde um Contrato de Futuros para uma Commodity, caracterizado porque compreende:selecionar uma data limite para o contrato de futuros;calcular um fator customizado de taxa de juros com baseem taxas de juros inspecionadas a partir de uma pluralidade deinstituições de empréstimo; eaplicar o fator customizado de taxa de juros ao preço docontrato de futuros para determinar o valor atual.
2. Método Operado por Computador Para Determinar o Valor Atualde um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordo com aReivindicação 1, caracterizado por que compreende ainda calcular umpreço de futuros de composição.
3. Método Operado por Computador Para Determinar o Valor Atualde um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordo com aReivindicação 1, caracterizado por que compreende ainda calcular eadicionar um fator customizado de custo de armazenamento para opreço do contrato de futuros.
4. - Método Operado por Computador Para Determinar o Valor Atualde um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordo com aReivindicação 1, caracterizado por que a data limite é selecionadadentro de um mês de calendário pelo menos um ano no futuro.
5. - Método Operado por Computador Para Determinar o Valor Atualde um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordo com aReivindicação 4, caracterizado por que o mês de calendário futuro queé selecionado é um que se correlaciona com um mês passado queexperimentou uma quantidade mais alta de volume de comércio para acommodity do que outro mês de uma sessão de comércio anterior.
6. - Método Operado por Computador Para Determinar o Valor Atualde um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordo com aReivindicação 5, caracterizado por que o mês de calendário futuro queé selecionado é um que se correlaciona com um mês passado queexperimentou a maior quantidade de volume negociado em relação aosoutros meses de cinco sessões de comércio anteriores.
7. - Método Operado por Computador Para Determinar o Valor Atualde um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordo com aReivindicação 4, caracterizado por que compreende ainda mudar adata de expiração para uma nova data no dia em que a nova datarealiza volume negociado mais alto do que a data de expiração para trêsdias de negócios sucessivos.
8. - Método Operado por Computador Para Determinar o Valor Atualde um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordo com aReivindicação 1, caracterizado por que o fator customizado de taxa dejuros é calculado fazendo a média das taxas de juros futuras cotadas apartir de uma pluralidade de instituições de empréstimo emultiplicando o resultado pela relação de dias que restam até àprimeira data de liberação possível do contrato de futuros sobre 360.
9. Método Operado por Computador Para Determinar o Valor Atualde um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordo com aReivindicação 8, caracterizado por que as taxas de juros são obtidas apartir de pelo menos dez instituições de empréstimo diferentes e o fatorcustomizado de taxa de juros é calculado excluindo as duas taxas dejuros mais altas e as duas mais baixas e calculando a média das seistaxas de juros restantes.
10. Método Operado por Computador Para Determinar o ValorAtual de um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordocom a Reivindicação 1, caracterizado por que as taxas de juros sãobaseadas no número específico de dias até à expiração do contrato defuturos.
11. Método Operado por Computador Para Determinar o ValorAtual de um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordocom a Reivindicação 1, caracterizado por que a data de expiraçãocompreende datas de expiração múltiplas nos mesmos anos ou em anosfuturos diferentes.
12. Método Operado por Computador Para Determinar o ValorAtual de um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordocom a Reivindicação 11, caracterizado por que as datas de expiraçãomúltiplas se correlacionam com datas presentes ou passadas para asquais o interesse aberto constitui mais de 3% do interesse aberto totalno contrato de futuros.
13. Método Operado por Computador Para Determinar o ValorAtual de um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordocom a Reivindicação 11, caracterizado por que compreende aindadeterminar um valor presente único para as datas de expiraçãomúltiplas.
14. Método Operado por Computador Para Determinar o ValorAtual de um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordocom a Reivindicação 13, caracterizado por que o valor presente único édeterminado:calculando a proporção de interesse aberto representadapor cada uma das datas de expiração múltiplas em relação às outrasdatas de expiração;multiplicando as proporções pelos respectivos valorespresentes calculados para produzir preços colocados de pesosestatísticos relativos; ecombinando os preços colocados de pesos estatísticosrelativos para produzir o valor presente único.
15. - Método Operado por Computador Para Determinar o ValorAtual de um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordocom a Reivindicação 1, caracterizado por que a commodity é gáscarbônico e o contrato de futuros compreende instrumentos financeirosde carbono.
16. - Método Operado por Computador para Proporcionar Comérciode Contratos de Futuros, caracterizado por que compreende:estabelecer um preço de venda para um contrato de futurospara uma commodity;determinar o valor presente do contrato de futuros deacordo com a Reivindicação 1; evender o contrato de futuros para um comprador quepretenda adquirir o contrato de futuros na atualidade para usar nofuturo.
17. - Método Operado por Computador Para Contratos de Futuros deComércio Para Instrumentos Financeiros de Carbono, caracterizadopor que inclui a etapa de derivar um índice de mercado de carbono apartir do método da Reivindicação 1 e aplicar o índice para facilitar ocomércio dos contratos de futuros.
18. Método Operado por Computador Para Contratos de Futuros deComércio Para Instrumentos Financeiros de Carbono, de acordo coma Reivindicação 17, caracterizado por que o índice é calculado emvalores denominados em Euro, mas é expresso numa variedade deoutras moedas correntes.
19. Método Operado por Computador Para Determinar o ValorAtual de um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordocom a Reivindicação 1, caracterizado por que compreende ainda:estabelecer uma agenda de redução de emissões para certosparticipantes com base em informações de emissões proporcionadas poraqueles participantes; econduzir o comércio dos contratos de futuros parapossibilitar que certos participantes satisfaçam a agenda de redução.
20. Método Operado por Computador Para Determinar o ValorAtual de um Contrato de Futuros para uma Commodity, de acordocom a Reivindicação 19, caracterizado por que a agenda de redução deemissões é para um período de anos e o comércio dos contratos defuturos possibilita que certos participantes satisfaçam a agenda deredução nos anos futuros.
21. índice de Mercado de Carbono, caracterizado por que incluipreços para contratos de futuros em valor atual que são determinadospelo método da Reivindicação 1.
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Legal Events
| Date | Code | Title | Description |
|---|---|---|---|
| B11A | Dismissal acc. art.33 of ipl - examination not requested within 36 months of filing | ||
| B11Y | Definitive dismissal acc. article 33 of ipl - extension of time limit for request of examination expired |