BRPI0707727A2 - aparelho para determinaÇço da localizaÇço e/ou deslocamento de um objeto em um furo de poÇo, e mÉtodo para determinaÇço de uma localizaÇço e/ou um deslocamento de um objeto em um furo de poÇo - Google Patents

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BRPI0707727A2
BRPI0707727A2 BRPI0707727-0A BRPI0707727A BRPI0707727A2 BR PI0707727 A2 BRPI0707727 A2 BR PI0707727A2 BR PI0707727 A BRPI0707727 A BR PI0707727A BR PI0707727 A2 BRPI0707727 A2 BR PI0707727A2
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Abstract

APARELHO PARA DETERMINAÇçO DA LOCALIZAÇçO E/OU DESLOCAMENTO DE UM OBJETO EM UM FURO DE POÇO, E MÉTODO PARA DETERMINAÇçO DE UMA LOCALIZAÇçO E/OU UM DESLOCAMENTO DE UM OBJETO EM UM FURO DE POÇO. A invenção proporciona um aparelho para determinação da localização e/ou do deslocamento de um objeto (20) em um furo de poço (1), compreendendo: uma bobina (40) de cabo de fibra ótico enrolado (10) (Ou fibra) fixada ao objeto, e um dispositivo transmissor/receptor de luz (12) capaz de gerar um sinal e medir uma alteração do referido sinal; em que o cabo de fibra ótica se encontra: em uma primeira posição fixa com relação a um ponto de referência interligado (4) com o dispositivo transmissor/receptor de luz e se encontra em uma segunda posição desenrolado da bobina. O aparelho pode compreender adicionalmente um sensor e/ou um atuador. Desta forma, a invenção divulga o método associado para localizar um objeto no interior do furo de poço, o método associado para determinar uma propriedade de um ambiente que circunda um objeto no interior do furo de poço, e o método associado para atuar um objeto no interior do furo de poço.

Description

APARELHO PARA DETERMINAÇÃO DA LOCALIZAÇÃO E/OU DESLOCAMENTODE UM OBJETO EM UM FURO DE POÇO, E MÉTODO PARADETERMINAÇÃO DE UMA LOCALIZAÇÃO E/OU UM DESLOCAMENTO DE UMOBJETO EM UM FURO DE POÇO
Campo da invenção
A presente invenção refere-se na generalidade aaparelhos e métodos para completação de um poço.Particularmente, a presente invenção refere-se a aparelhose métodos para localização de um aparelho de cimentação nointerior do furo de poço, tal como um tampão de cimento.
Mais particularmente, a presente invenção refere-se aaparelhos e métodos para determinação da posição do tampãode cimento no interior do poço.
Descrição da Técnica Anterior
Após um poço ter sido perfurado, a práticaconvencional na indústria consiste em forrar o poço com umrevestimento de metal. Uma área anular é assim formadaentre o revestimento e a formação. É então realizada umaoperação de cimentação para preenchimento da área anularcom cimento. A combinação de cimento e revestimento reforçao furo de poço e facilita a isolação de determinadas áreasda.formação localizadas atrás do revestimento para produçãode hidrocarbonetos. É vulgarmente empregada mais de umacoluna de revestimento em um furo de poço. Neste contexto,uma primeira coluna de revestimento é instalada no furo depoço quando o poço é perfurado para uma primeiraprofundidade designada. A primeira coluna de revestimento ésuspensa da superfície, e subseqüentemente é circuladocimento para o interior do espaço anular atrás dorevestimento. 0. poço é então perfurado para uma segundaprofundidade designada, e uma segunda coluna derevestimento, ou um forro, é descida para o interior dopoço. A segunda coluna é instalada a uma profundidade emque a parte superior da segunda coluna de revestimento ficasobreposta à parte inferior da primeira coluna derevestimento. A segunda coluna de forração é então fixadaou suspensa no revestimento existente. Subseqüentemente, asegunda coluna de revestimento é igualmente cimentada. 0processo é tipicamente repetido com colunas de forraçãoadicionais até o poço ter sido perfurado para aprofundidade total. Desta forma, os poços são tipicamenteformados com duas ou mais colunas de revestimento dediâmetro gradualmente decrescente.
0 processo de cimentação de um forro em um furo depoço envolve tipicamente a utilização de tampões de limpezade forro e dardos de tubo de perfuração. Os tampões definemtipicamente um corpo elastomérico alongado utilizado paraseparação de fluidos bombeados para o interior de um furode poço. Um tampão de limpeza de forro é tipicamentelocalizado no interior do topo de um forro, e é descidopara o interior do furo de poço com o forro no fundo de umacoluna de trabalho. 0 tampão de limpeza de forro possuielementos de limpeza radiais para contatarem e limparem ointerior do forro quando o tampão se desloca no sentidodescendente através do forro. 0 tampão de limpeza de forropossui um espaço vazado cilíndrico através do qual permitea passagem de fluidos.
Tipicamente, a operação de cimentação requer autilização de dois tampões e dardos. Quando o cimento estápronto para ser fornecido, um primeiro dardo é liberadopara o interior da coluna de trabalho. 0 cimento é bombeadoatrás do dardo, dessa forma deslocando o dardo no sentidodescendente para o interior do poço. O dardo atua como umabarreira entre o cimento e o furo de perfuração paraminimizar a contaminação do cimento. Quando o dardo sedesloca no sentido descendente para o interior do poço, eleassenta-se contra um primeiro tampão de limpeza de forro efecha o espaço vazado interno existente através do primeirotampão. A pressão hidráulica do cimento localizado maisacima força o dardo e o tampão a se desalojarem do forro eserem bombeados em conjunto no sentido descendente atravésdo forro. Quando é alcançado o fundo, o primeiro tampãoassenta-se contra uma válvula de bóia, dessa forma fechandoo fluxo de fluido através da válvula de bóia. A pressãoacumula-se acima do primeiro tampão até ser suficiente paracausar a ruptura de uma membrana no primeiro tampão.Subseqüentemente, o cimento flui através do primeiro tampãoe da válvula de bóia, e flui no sentido ascendente para ointerior do espaço anular entre o furo de poço e o forro.
Após um volume suficiente de cimento ter sidodisposto no interior do furo de poço, um segundo dardo écolocado em operação. É bombeada lama de perfuração atrásdo segundo dardo para deslocar o segundo dardo no sentidodescendente através da coluna de trabalho. 0 segundo dardodesloca-se no sentido descendente para o interior do poço eassenta-se contra um segundo tampão de limpeza de forro. Apressão hidráulica acima do segundo dardo força o segundodardo e o segundo tampão a se desalojarem do forro e serembombeados conjuntamente no sentido descendente através doforro. Isto força o cimento localizado adiante do segundotampão a se deslocar para fora do forro e para o interiordo espaço anular. Este deslocamento do cimento para ointerior do espaço anular prossegue até o segundo tampão seassentar contra a válvula de bóia. Subseqüentemente, ocimento é deixado curar anteriormente à remoção da válvulade bóia.
A operação de cimentação pode igualmente requerer autilização de um único tampão e dardo: em que o primeirotampão ou dardo da operação precedente é removido.
Durante a operação de cimentação, é desejávelconhecer-se a localização do segundo tampão/dardo nointerior do furo de poço, ou pelo menos seu movimento" nofuro de poço. Na generalidade, a posição do tampão iráindicar a quantidade de cimento que foi deslocado para ointerior do espaço anular. Se tiver sido deslocada umaquantidade insuficiente de cimento (designado como "sub-deslocamento"), o cimento irá permanecer no revestimento.Se tiver sido deslocada uma quantidade excessiva de cimento(designado como "sobre-deslocamento") , partes do espaçoanular não serão cimentadas.
Um método para determinação da localização dotampão consiste na medição do volume deslocado após osegundo tampão ser liberado. Em seguida, o volume deslocadoé comparado com o volume de deslocamento calculado com basenas dimensões do revestimento ou tubo de perfuração. Adesvantagem do método de deslocamento reside no fato de nãoser muito preciso e não proporcionar uma indicação positivade que o tampão se está movimentando na mesma taxa que ofluido sendo bombeado atrás do tampão. Os revestimentos etubos de perfuração são geralmente fabricados comtolerâncias dimensionais que podem resultar em umadiferença substancial entre o volume de deslocamentocalculado e o volume de deslocamento real. Adicionalmente,òs fluidos estão sujeitos a aeração e compressão durante aoperação, dessa forma afetando o volume medido.
Um outro método consiste no acoplamento de um cabode indicação para indicar que um tampão foi liberado. 0cabo de indicação tem normalmente uma extensão de 2 até 3pés (60,96 cm até 91,44 cm). Outro método utiliza umindicador mecânico do tipo de alavanca ("flipper"). Nestemétodo, uma alavanca é disposta abaixo do recipiente detampão. Um tampão liberado irá deslocar a alavanca quando otampão passar pela mesma. A desvantagem reside no fato deque indicadores de cabo e indicadores mecânicos de alavancasomente indicam que o tampão foi liberado, e não sualocalização.
Um outro método consiste na utilização de sinaiseletromagnéticos ou magnéticos. De uma forma geral, umaetiqueta de identificação é acoplada ao tampão ou dardo. Umdetector localizado abaixo da cabeça de cimentação capta osinal quando o tampão passa para indicar que o tampão foilançado. 0 problema é que os detectores de sinais não podemrastrear o tampão por longas distâncias e somente indicamque o tampão passou pelo dispositivo de detecção.
Um outro método é descrito na patente norteamericana n° US 6.634.425. Um tampão de cimentação com umsensor transmite o valor medido para uma localização nasuperfície utilizando meios de transmissão com ou sem fios,como por exemplo: cabo de fiação, fibra ótica ou ondasacústicas. O problema é que o tampão de cimentação não podeser operado em longas distâncias.
Um outro método é descrito no pedido de patentenorte americano n° US 2004/0060697. Este sistema constituide fato um aperfeiçoamento no método de localização de umtampão no furo de poço, entretanto o sistema é insuficientedevido ao fato de ser ainda aplicável a um método de "cabode indicação". Uma fibra ótica é utilizada para localizaçãodo tampão. A fibra ótica é provida com marcações parafacilitar a leitura da extensão fornecida.
Alternativamente, um ou mais rolos podem ser dispostosabaixo do aparelho de fornecimento. À medida que a fibra éfornecida, a mesma fará o rolo rodar em uma distânciarespectiva. A extensão de fibra fornecida é calculada combase no número de revoluções do rolo. 0 problema da leiturada posição do tampão baseada na extensão fornecida da fibraé que a leitura não é muito precisa já que em operação afibra pode alongar-se ou sofrer esforços sob o peso dotampão ou da lama de perfuração localizada atrás do tampão.Além. disso, o pedido de patente norte americano n° US-2004/0060697 divulga um método de correção destadesvantagem em que a linha de fibra ótica pode ser equipadacom um ou mais sensores para provisão de uma indicação maisprecisa da localização do dardo. Um único sensor distinto édisposto na fibra na proximidade do dardo. O dardo desloca-se em uma coluna de manobra e é acoplado a um aparelho defornecimento disposto na superfície. Um sinal ótico enviadoda superfície precisa percorrer toda a distância ao longoda fibra para alcançar o sensor. Tipicamente, a distânciapode ser determinada mediante medição do tempo totalrequerido para o percurso do sinal desde a fonte de sinalótica até o sensor e em seguida até o receptor. Devido aofato de a extensão total de fibra e a quantidade de fibrafornecida serem conhecidas, qualquer alongamento da fibradevido a esforços precisa ser adequadamente considerado.Como resultado, a localização do dardo é determinada emtempo real. O problema reside no fato de o método requereruma operação complexa do dispositivo e um processo demedição difícil: rolo de fibra com marcações,transmissor/receptor em um lado, sensor no outro lado.
Adicionalmente, a patente norte americana n° US6.561.488 descreve um método para instalação de um cabo emuma tubulação, evitando a principal desvantagem da técnicaconvencional de instalação mediante supressão do problemade esforço no processo de desenrolamento da fibra.Entretanto, a patente norte americana n° US 6.561.488 nãotem interesse quanto a medição da posição do tampão. Aspatentes n° GB 2119949 e WO 02082151 também descrevemmétodos similares.
Existe portanto uma necessidade de um aparelhofácil para localização de um tampão no furo de poço.Adicionalmente, existe urna necessidade de um aparelho paradeterminação de parâmetros de informação quanto à cura docimento.
Sumário da invenção
De acordo com um aspecto da invenção, a invençãoproporciona um aparelho para determinação da localizaçãoe/ou do deslocamento de um objeto em um furo de poço,compreendendo: uma bobina de cabo de fibra ótica enrolado(ou fibra) fixado ao objeto, e um dispositivotransmissor/receptor de luz capaz de gerar um sinal e mediruma alteração do referido sinal quando esta ocorre nasegunda posição; em que o cabo de fibra ótica é: em umaprimeira posição fixado um ponto de referência interligadocom um dispositivo transmissor/receptor de luz, e em umasegunda posição é desenrolado da bobina. A bobina é fixadadiretamente ao objeto., ou através de um alojamento. 0transmissor/receptor de luz é um transmissor/receptor quenão é somente limitado à luz visível, e outras radiaçõeseletromagnéticas incluindo radiações ultra-violetas (UVpróxima (380-200 nanômetros de comprimento de onda); e/ouUV de vácuo ou distante (200-10 nanômetros; FUV ou VUV);e/ou UV extrema (1-31 nanômetros; EUV ou XUV)) e radiaçõesinfravermelhas (preferencialmente: banda-O, 1260-1360nanômetros; e/ou banda-E, 1360-1460 nanômetros; e/ou banda-S, 1460-1530 nanômetros; e/ou banda-C, 1530-1565nanômetros; e/ou banda-L, 1565-1625 nanômetros; e/ou banda-U, 1625-1675 nanômetros) são incluídas notransmissor/receptor de luz. A bobina é desenrolada com omovimento do objeto. De acordo com este princípios sãodefinidos dois pontos, o ponto de referência correspondenteà primeira posição e um ponto dinâmico correspondente àsegunda posição ou a.localização do objeto dinâmico. Destaforma, o aparelho pode medir uma posição do objeto dinâmico(profundidade) ou um movimento ou deslocamento do objetodinâmico (velocidade, aceleração). A referência pode serestática ou dinâmica; o importante é saber-se onde esteponto de referência se encontra. A principal vantagem destatécnica reside na possibilidade de realizar a localizaçãodo objeto a partir de uma única extremidade de fibra: areferência.
O dispositivo transmissor/receptor de luz é umaparelho capaz de medir a alteração do sinal na segundaposição. Efetivamente, não é necessário medir uma alteraçãodo sinal ao longo de toda a extensão da linha de fibraótica; A única alteração interessante que informa alocalização ou o deslocamento do objeto dinâmico encontra-se na segunda posição. A alteração de sinal pode serrealizada mediante um evento ótico, tal como umamodificação da morfologia da linha de fibra ótica, maisprecisamente uma dobra na linha de fibra ótica. Existemformas de garantir o efeito ótico. Em primeiro lugar, abobina pode ter um diâmetro de enrolamento ou uma curvaturana bobina suficientemente curta para criar uma dobra nasegunda posição, produzindo a alteração do sinal na segundaposição. Em segundo lugar, é possível adicionar-se umelemento adicional na segunda posição para criar uma dobrana segunda posição, produzindo igualmente a alteração dosinal na segunda posição. Todas estas configuraçõesvantajosas asseguram que o principal evento ótico sejalocalizado na segunda posição e seja detectado com maiorprecisão.
Preferencialmente, o dispositivotransmissor/receptor de luz é um aparelho da família derefletômetros óticos de domínio de tempo ("Optical TimeDomain Reflectometer" - OTDR). Efetivamente, o refletômetroinjetará um pulso de luz curto porém intenso na linha defibra ótica a partir da primeira posição e medirá oespalhamento de retorno e a reflexão da luz em função dotempo. A dobra criada na segunda posição assegurará umaatenuação que será detectada pelo refletômetro.Preferencialmente, se for necessário torná-lo poucodispendioso, este dispositivo transmissor/receptor de luzconsistirá em um localizador de quebra de fibra ("FiberBreak Locator" - FBL), que é de forma geral um refletômetrosimplificado projetado para somente detectar quebras aolongo da fibra.
0 aparelho de acordo com a invenção é aplicável aobjetos tais como um dardo ou um tampão. A bobina tem umdiâmetro entre 20 e 50 milímetros, e preferencialmenteentre 30 e 35 milímetros para um comprimento de onda depulso de luz de 1310 ou 1550 nanômetros.
De acordo com um outro aspecto da invenção, oaparelho pode ser colocado em operação com um ou maissensores que informam propriedades do ambiente que circundao sensor. Além disso, a linha de fibra ótica é interligadacom um sensor localizado no objeto. Efetivamente, devido aofato de já se encontrar em operação uma fibra entre asuperfície e o objeto, é possível transmitir um sinal aolongo da fibra da superfície para o sensor e do sensor paraa superfície. Esta segunda configuração é compatível com oaparelho de localização: para a localização, o dispositivotransmissor/receptor de luz focaliza somente a dobra nasegunda posição; para o sensor, o dispositivotransmissor/receptor de luz utiliza a fibra toda paratransmitir e receber sinais do sensor. O objeto pode tertodos os tipos de sensores e componentes eletrônicosassociados, incluindo uma fonte de alimentação, paramedição de parâmetros físicos do ambiente: temperatura,pressão, pH, salinidade, densidade, resistividade, oucondutividade. Por exemplo, quando o objeto é um tampão, osensor pode consistir em um nanômetro ultra-sônico paramedição do tempo de espera de cimento ("Wait On Cement" -WOC) .
Mais preferencialmente, o sensor é um sensorautônomo era termos de energia. Os componentes eletrônicosassociados são pequenos e têm um baixo consumo: um sensorcom um volume limitado e uma alimentação de energialimitada implicará um requisito mínimo de espaço. Porexemplo, os sensores podem ser do tipo MEMS. Maispreferencialmente, o sensor é auto-suficiente em termos dealimentação de energia. Por exemplo, os sensores podem serdo tipo de sensor ótico; quando um sinal ótico é enviadopara o sensor ótico, o sinal refletido pelo referido sensorinforma o parâmetro físico medido. Por exemplo, o sensor éura sensor de temperatura e/ou um sensor de pressão dafamília de sensores de grade Bragg. A principal vantagemreside no fato de não haver necessidade de componenteseletrônicos ou fontes de alimentação complexos ou incômodospara auxiliarem o sensor. Todos os componentes eletrônicose a parte de análise encontram-se na superfície; um sinal éenviado da superfície para o objeto e para o sensorembutido, o sinal refletido recebido na superfície éanalisado e informa o parâmetro físico medido na vizinhançado sensor no objeto. Por exemplo, o objeto é um tampãocompreendendo um sensor de grade Bragg embutido que informaa temperatura do cimento em função do tempo, e devido àfunção de perfil de temperatura por tempo é possível mediro valor de WOC.
De acordo com um outro aspecto ainda da invenção, oaparelho pode ser colocado em operação com um ou maisatuadores a serem ativados no objeto.
A invenção proporciona igualmente ura método paradeterminação de uma localização e/ou um deslocamento de umobjeto em um furo de poço, compreendendo: (i) fixação deuma bobina de cabo de fibra ótica enrolado sobre o objeto;(ii) fixação do cabo de fibra ótica em uma primeira posiçãopara o ponto de referência; (iii) movimentação do objeto detal forma que o cabo de fibra ótica é desenrolado da bobinaem uma segunda posição; (iv) geração, da primeira posição,de um sinal ao longo do cabo de fibra ótica; (v) medição,da primeira posição, de uma alteração do sinal ao longo docabo de fibra ótica, em que esta alteração do sinal informaa segunda posição; e (vi) dedução, a partir destaalteração, da localização e/ou do deslocamento do objeto. Amedição pode ser realizada quando o objeto se encontra emmovimento ou se encontra em sua posição estática.
Preferencialmente, o método compreendeadicionalmente meios de fixação capazes de criar aalteração do sinal na segunda posição. Tambémpreferencialmente, o método compreende adicionalmente aetapa de geração, da primeira posição, de um outro ou maissinais ao longo do cabo de fibra ótica.
Em uma outra configuração, o método compreendeadicionalmente a etapa de (i) fixação sobre o objeto demeios para detecção da propriedade do ambiente circundandoao objeto e os meios para detecção sendo interligados com ocabo de fibra ótica; e (ii) dedução, da alteração do sinal,da propriedade do ambiente que circunda o objeto.Preferencialmente, pelo menos dois sinais são gerados daprimeira posição, e a alteração medida de um sinal informaa segunda posição e a alteração medida de ura outro sinalinforma a propriedade do ambiente que circunda o objeto.
Em uma outra configuração ainda, o métodocompreende adicionalmente a etapa de (i) fixação sobre oobjeto e meios para atuação do objeto, em que os meios paraatuação são interligados com o cabo de fibra ótica; e (ii)geração, da primeira posição, de um segundo sinal ao longodo cabo de fibra ótica para atuação do objeto.
A invenção proporciona também um método paradeterminação de uma propriedade de um ambiente circundantea um objeto em um furo de poço, compreendendo: (i) fixaçãode uma bobina de cabo de fibra ótica enrolado sobre oobjeto; (ii) fixação sobre o objeto de meios para detecçãoda propriedade do ambiente que circunda o objeto, em que osmeios para detecção são interligados com o cabo de fibraótica; (iii) fixação do cabo de fibra ótica em uma primeiraposição para um ponto de referência; (iv) movimentação doobjeto de tal forma que o cabo de fibra ótica é desenroladoda bobina em uma segunda posição; (v) geração, da primeiraposição, de um ou mais sinais ao longo do cabo de fibraótica; (vi) medição, da primeira posição, de uma alteraçãono(s) um ou mais sinais; e (vii) dedução, a partir destaalteração, da propriedade do ambiente que circunda oobjeto, e da localização do objeto.
A invenção proporciona igualmente um método paraatuação de um objeto em um furo de poço, compreendendo: (i)fixação de uma bobina de cabo de fibra ótica enrolado sobreo objeto; (ii) fixação do cabo de fibra ótica em umaprimeira posição para um ponto de referência; (iii)movimentação do objeto de tal forma que o cabo de fibraótica é desenrolado da bobina em uma segunda posição; (iv)geração, da primeira posição, de um ou mais sinais ao longodo cabo de fibra ótica; (v) medição, da primeira posição,de uma alteração no(s) um ou mais sinais; (vi) dedução, apartir desta alteração, da localização do objeto; e (vii)geração, da primeira posição, de um segundo sinal ao longodo cabo de fibra ótica para atuação do objeto.
Breve descrição dos desenhosConfigurações adicionais da presente invençãodeverão ser compreendidas com os desenhos em anexo:
A Figura 1 é um diagrama esquemático queilustra o aparelho em uma primeiraconfiguração de acordo com a invenção.
A Figura 2 é um diagrama esquemático queilustra o aparelho em uma segunda configuraçãode acordo com a invenção.
Descrição detalhada
A Figura 1 é uma vista do aparelho instalado paraoperação em um furo de poço revestido 1. Um tampão 20 éilustrado movendo-se ao longo do furo de poço sob ação deum fluido de furo de poço tal como lama de perfuração, queé bombeado atrás do tampão. Este tampão separa o cimento dalama de perfuração para minimizar, a contaminação docimento. Quando o tampão se desloca ao longo do furo depoço, o cimento localizado adiante do tampão é deslocadopara o interior do furo de poço.
Um cabo de fibra ótica 10 ou fibra que é enroladoem uma bobina 40 é acoplado a uma parte superior do tampão;praticamente a bobina é acoplada ou fixada através de umúnico ponto de suspensão 5 que corresponde a umaextremidade da fibra, ou através de uma parte da bobina. Abobina pode igualmente ser montada em um alojamento oucartucho. O que é importante é que quando o tampão sedesloca ao longo do furo de poço, a bobina e o tampão sejaminter-dependentes, porém a fibra possa ser desenrolada dabobina. Na outra extremidade da fibra, a fibra é acopladaou fixada a uma primeira posição 4, ou ponto de referência.Conforme é entendido, a fibra é desenrolada da bobinasomente devido ao movimento do tampão em uma segundaposição 4', que corresponde a um ponto dinâmico. Uma partesuperior IOA da fibra corresponde à fibra desenrolada(entre a primeira posição e a segunda posição) e uma parteinferior IOB da fibra corresponde à fibra enrolada que seencontra ainda na bobina. 0 ponto dinâmico versus ponto dereferência ou segunda posição versus a primeira posiçãoinformam a localização do tampão no interior do poço ou ataxa de deslocamento do tampão dentro do poço.
Uma vantagem da utilização de cabo de fibra óticaconsiste em sua dimensão, já que o mesmo pode serfacilmente instalado dentro do tampão, e contraditoriamenteconsiste igualmente em sua fragilidade, devido ao fato depoder ser facilmente destruído ao final do serviço decimentação, por exemplo com uma ferramenta de perfuração,ou na medida em que não danificará uma outra ferramentadispendiosa. De uma forma geral, a fibra tem um diâmetroexterno menor que outros produtos de cabo tal como um cabode perfuração. Como tal, qualquer fibra que venha apermanecer no interior do furo de poço poderá serfacilmente retirada por perfuração, dessa formaminimizando-se quaisquer problemas associados a materiaisdeixados no furo de poço . Adicionalmente, os cabos defibra ótica toleram altas temperaturas e ambientescorrosivos quando protegidos por revestimentos de proteção,e dessa forma encontram uma ampla aplicação na indústria depetróleo. 0 cabo de fibra ótica utilizado pode ser qualquertipo de fibra ótica, do tipo multimodal ou de modo único.Preferencialmente, se for necessário que o cabo seja poucodispendioso, é utilizado um cabo de fibra ótica de modoúnico..
A bobina 40 de cabo de fibra ótica enrolado é feitade tal forma que as voltas da fibra asseguram que a fibrapossa ser simplesmente desenrolada da bobina com aplicaçãode um mínimo de tensão à bobina de fibra. Mediante odesenrolamento da bobina do tampão ao invés de a bobina serdesenrolada da superfície, a fibra é colocada em operaçãosem qualquer movimento no interior do furo de poço. Destaforma, a única força mecânica aplicada à fibra é a força dearrasto proveniente do fluxo de lama de perfuração; nãoexistem tensões adicionais. As voltas de enrolamentoprecisam levar em conta que o desenrolamento pode seroperado em baixa ou alta velocidade, com baixa ou altadensidade para o fluido circundante. Um parâmetroimportante é também a consideração da forma em que a fibraserá desenrolada. A bobina de cabo de fibra ótica enroladoé feita de tal forma que as voltas de enrolamento da fibraassegurem que a fibra colocada em operação tenha umatrajetória ou curva conhecida. A torção da fibra na bobinae volta de enrolamento é selecionada correspondentemente.Efetivamente, conforme se encontra ilustrado na Figura 1, atrajetória da fibra 10 é retilínea ou substancialmenteretilínea na parte IOA. Uma trajetória, tal como porexemplo uma hélice com um raio geométrico conhecido e umaseparação vertical conhecida, pode igualmente serutilizada. Uma trajetória pode igualmente ser selecionadapara que a fibra toque a parede do furo de poço: o raiogeométrico da hélice sendo maior que o raio geométrico dofuro de poço. Podem igualmente ser selecionadas outrastrajetórias mais complexas. Graças às propriedadesvantajosas da fibra, suas dimensões e pesó, esta trajetóriapermanecerá inalterada no interior do furo de poço, duranteo desenrolamento ou algumas vezes após o desenrolamento.
Adicionalmente à forma em que a fibra é enrolada eo enrolamento desta última, pode ser utilizado um meioadicional para fixar ou aderir as voltas de enrolamento dafibra: uma cola especial, um tratamento físico ou químicoda fibra. Além disso, a fibra pode ser tratadaadicionalmente para ser quimicamente resistente e capaz desuportar a intensa abrasão de partículas sólidas fluindo emalta velocidade no interior do furo de poço durante umdeterminado período de tempo (tipicamente 12 horas). Paraesse propósito, as fibras podem ser submetidas a tratamentoespecial ou podem ser acondicionadas no interior de umabainha protetora. Adicionalmente, a bobina pode serassociada a um alojamento ou um cartucho de fornecimentoque suporta o enrolamento da fibra. O alojamento oucartucho pode ser diretamente acoplado ou fixado ao tampão.
A primeira posição 4 fica localizada no interior deuma cabeça de cimentação 3, que é um ponto estático. Apartir desta posição, a fibra é interligada com umdispositivo transmissor/receptor de luz 12 através de ummeio de passagem de alimentação: o lado de baixa pressão éacoplado ao dispositivo 12 e o lado de alta pressão éacoplado à linha de fibra ótica 10. O dispositivotransmissor/receptor de luz é um Refletômetro Ótico deDomínio de Tempo ("Optical Time Domain Reflectometer" -OTDR) . O OTDR é um instrumento que analisa a perda de luzem uma fibra. 0 princípio de funcionamento consiste nainjeção de um pulso de laser curto e intenso para ointerior da fibra e medição do espalhamento de retorno ereflexão da luz em função do tempo. Δ luz refletida éanalisada para determinação da localização de qualquerevento de fibra ótica tal como emendas, quebras ou final dafibra. Em uma construção mais simples freqüentementedefinida como Localizador de Quebra de Fibra ("Fiber BreakLocator" - FBL), a funcionalidade é limitada à medição dadistância do primeiro grande evento ótico.Preferencialmente, o dispositivo transmissor/receptor deluz 12 é um FBL.
a característica da fibra é conhecida com precisãosuficiente para cálculo da extensão da fibra colocada emoperação (Parte 10A) ou da extensão total da fibra (Partes10A e 10B) . Por exemplo, o índice da fibra é conhecido,n=l, 4752. À medida que o tampão se afasta da cabeça decimentação, o movimento do tampão desenrola a fibra. Afibra colocada em operação no interior do furo de poço nãoapresenta nenhuma particularidade que possa atenuarsubstancialmente a propagação do pulso ótico (Parte 10A) .Mediante criação de um evento ótico no nível do tampãocorrespondente à segunda posição 4', o FBL fornecerá aposição real do tampão.
Em uma primeira configuração, a bobina é fabricadacom um diâmetro curto de enrolamento, ou mais precisamenteum diâmetro suficientemente curto para ser detectado peloFBL (diâmetro critico dc ou raio geométrico critico rc,2rc=dc) ; efetivamente o diâmetro curto cria uma atenuaçãopassível de detecção pelo FBL. 0 diâmetro da bobina ésuficientemente curto para deter a propagação do pulsoótico. 0 diâmetro de bobina capaz de deter o pulso ótico éuma função do comprimento de onda do pulso. Com a bobinaconsiderada como o primeiro evento ótico relevante, o FBLmedirá a extensão da fibra colocada em operação até abobina, isto é, o tampão. Entretanto, o diâmetro da bobinatambém não pode ser excessivamente curto; a redução efetivado diâmetro da bobina pode limitar a distância máximamensurável para um valor inaceitável.
Em uma segunda configuração, a bobina foiespecialmente modificada de tal forma que a bobinaapresenta uma curvatura mínima requerida suficientementecurta para ser detectada pelo FBL. Dessa forma, a bobinapode ter diversas formas geométricas; o que é importante éque dentro das diversas curvaturas presentes nesta bobina,exista uma curvatura mínima (próxima de rc) que é acurvatura requerida suficientemente curta para serdetectada pelo FBL. Por exemplo, o formato da bobina podeser de tipo oval com uma curvatura pretendida. A curvaturapretendida é suficientemente curta para deter a propagaçãodo pulso ótico. A curvatura pretendida capaz de deter opulso ótico é uma função do comprimento de onda do pulso.
Em uma terceira configuração, a bobina é feita comum diâmetro não necessariamente curto e até mesmo grande,incapaz de deter o pulso ótico e utilizar o método conformedescrito acima. Neste caso, um elemento adicional (nãoilustrado na Figura) é adicionado na segunda posição 4' . 0elemento adicional corresponde ao percurso mecânico atravésdo qual a fibra é desenrolada e dobra-se com um raiogeométrico suficientemente curto para deter o pulso ótico.De fato, o elemento adicional cria o eventual. O elementoadicional pode ser simplesmente um tubo angular ou um colarangular através do qual a fibra passa. 0 raio geométricocapaz de deter o pulso ótico é uma função do comprimento deonda do pulso. Todas estas configurações vantajosasasseguram que o evento ótico principal seja localizado nasegunda posição e seja detectado com maior precisão.
Em uma quarta configuração, a fibra é bobinada talcomo na segunda configuração com um raio geométrico grandee constante R, que é maior que o raio geométrico critico rcporém com uma truncagem T maior que 1 (a truncagem de 1corresponde a voltas de união) . Em conseqüência., as camadasde fibra pares e impares são dispostas em rede e é criadoum evento ótico em cada cruzamento de voltas de fibraspertencentes a camadas sucessivas. Na medida em que odiâmetro da fibra é pequeno em comparação com o diâmetro deenrolamento, pode ser facilmente estabelecido que o raiogeométrico de dobra da fibra criado pelo cruzamento de duasfibras é uma função inversa da truncagem T de bobina quepode tomar qualquer valor de número inteiro maior que zero:rCrossing = R/T. Por exemplo, um diâmetro de bobina de 30 mmcom uma truncagem de 3 tem a mesma resposta ótica que umabobina com 10 mm de raio bobinada com a primeiraconfiguração. Tal como para a segunda configuração, oseventos óticos são uniformemente distribuídos ao longo dafibra. O período de distribuição sendo menor que aresolução de extensão do OTDR, o processo de fabricação dabobina não altera a resolução de medição.
A principal vantagem desta técnica consiste napossibilidade de realizar esta análise a partir de umaúnica extremidade da fibra: a medição é realizada dasuperfície sem qualquer equipamento dispendioso de interiorde poço que seria destruído na retomada das operações deperfuração após a cura do cimento.
As fibras são capazes de suportar uma força detração relativamente elevada, porém tornam-se muito frágeisquando a bainha da fibra é danificada. É importanteconsiderar-se um método para detecção de quebra da fibra.Se a quebra da fibra ocorrer na parte 10A (e portanto a umadistância mais curta que aquela previamente medida), afibra encontra-se indubitavelmente quebrada. Se a quebra dafibra ocorrer na parte 10B, é impossível, a priori,estabelecer a diferença entre ura tampão contornado e umafibra quebrada. Uma primeira solução para detecção daquebra da fibra consiste na análise do sinal recebido e daatenuação. Efetivamente, a atenuação característica queocorre em um evento ótico "fictício", conforme descritoacima (diâmetro curto de bobina, curvatura da bobina,elemento adicional criando uma dobra ou curvatura) édiferente de uma atenuação que ocorre em uma quebra defibra. Esta atenuação característica irá informar se afibra sofreu ou não uma quebra.
Uma segunda solução consiste na suposição depossibilidade de medição da extensão real de fibraincluindo sua parte enrolada simultaneamente com a posiçãodo tampão. A solução consiste no uso de dois comprimentosde onda, por exemplo de 1550 nanômetros e 1510 nanômetros.No comprimento de onda mais longo a bobina gera uma grandeatenuação enquanto que no comprimento mais curto a bobinatorna-se quase transparente. Desta forma, a extensão defibra medida no comprimento de onda mais longo é adistância entre a primeira posição e a segunda posição; aopasso que a extensão de fibra medida no comprimento de ondamais curto é a extensão real da fibra. A comparação dasduas medições é uma forma sem ambigüidade de estabelecer adiferença entre um tampão imóvel e uma fibra quebrada.
Um aspecto do aparelho consiste no fato de o mesmopoder permitir a determinação de uma localização absolutaou relativa do tampão. Efetivamente, conforme foi referidoacima, o enrolamento da fibra assegura que a fibra colocadaem operação (parte 10A) tenha uma trajetória ou curvaconhecida, e o FBL mede a extensão de fibra colocada emoperação até o tampão. Quando a trajetória e retilínea,existe uma correlação direta entre a extensão da fibracolocada em operação da superfície até o tampão e aprofundidade do tampão da superfície até o tampão, e podeser dada uma posição absoluta do tampão. Da mesma forma, aextensão da fibra colocada em operação de uma posição parauma segunda posição informa a posição relativa do tampãodesta primeira posição para a segunda. Quando a trajetóriaé helicoidal ou descreve uma curva mais complexa, existeuma interligação entre a extensão da fibra colocada emoperação a partir da superfície até o tampão e aprofundidade do tampão da superfície até o tampão, e podeser dada uma posição absoluta do tampão.. Por exemplo,, parajsp.
uma hélice de eixo z, será <formula>formula see original document page 19</formula> em que Ieaextensão da fibra colocada em operação, ζ é a profundidadeou posição axial, r é o raio geométrico da hélice e ρ é umaconstante que informa a separação vertical das voltas dahélice. Da mesma forma, é possível definir uma posiçãorelativa. A principal vantagem desta técnica reside napossibilidade de obtenção da profundidade ou posição real do tampão.
Um outro aspecto do aparelho consiste no fato de omesmo poder permitir a determinação de um deslocamento dotampão. Efetivamente, conforme foi observado acima, oenrolamento da fibra assegura que a fibra colocada emoperação (parte 10A) tenha uma curva ou trajetóriaconhecida e o FBL mede a extensão de fibra colocada emoperação até o tampão. Desta forma, uma velocidade ou umaaceleração do tampão pode ser determinada em função dotempo ou em função de profundidade.
Aqueles que são versados na técnica, que realizamserviços de cimentação, poderão igualmente apreciar o usodeste método mesmo quando a precisão da posição não éexata. Efetivamente, para um serviço de cimento, umalocalização exata do tampão não é necessária, uma precisãode 1 metro é exagerada, uma precisão de 10 metros éexcelente e uma precisão de 100 metros é suficiente. Deveráser entendido que mesmo se a trajetória da fibra colocadaem operação for ligeiramente alterada ou modificada nointerior do furo de poço, tal fato terá pouco impacto sobreo serviço de cimentação visto que o único dado importanteconsistirá em se saber se o tampão se encontra ou não emuma determinada zona. Este método é altamente benéfico.Também para um trabalho de cimentação, por vezes não érequerida a localização, e sim a chegada do tampão a umadeterminada posição em que o mesmo pára ou desacelera.Desta forma, a informação sobre a velocidade relativa dotampão será suficiente. Desta forma, o método constituiigualmente um beneficio significativo.
A Figura 2 é uma vista do aparelho colocada emoperação em um furo de poço revestido 1 com um ligeiroaperfeiçoamento: o aparelho é colocado em operação com umou mais sensores que informam uma propriedade do ambienteque circunda o tampão, tal como por exemplo o cimento.Todas as características já descritas para a Figura 1 sãoainda aplicáveis. É ilustrado um tampão 20 deslocando-se aolongo do furo de poço sob a ação de um fluido de furo depoço tal como lama de perfuração que é bombeado atrás dotampão. Um cabo de fibra ótica 10 ou fibra que é enroladoem uma bobina 40 é acoplado a uma parte superior do tampão.
A bobina 40 compreende uma extremidade da fibra 5 que éinterligada com um sensor 50 localizado no tampão. 0 sensorpode encontrar-se ou não em contato com o cimento. Na outraextremidade da fibra, a fibra é acoplada ou fixada a umaprimeira posição 4, ou uma referência que corresponde aquiigualmente a um ponto estático. Conforme é entendido, afibra é desenrolada da bobina sob ação do movimento dotampão em uma segunda posição 4', que corresponde a umponto dinâmico. Uma parte superior 10A da fibra correspondeà fibra desenrolada (entre a primeira posição e a segundaposição) e uma parte inferior I-OB da fibra corresponde àfibra enrolada que se encontra ainda na bobina.
A primeira posição 4 é localizada no interior deuma cabeça de cimentação 3. Desta primeira posição, a fibraé interligada com um Refletômetro Ótico de Domínio de Tempo("Optical Time Domain Reflectometer" - OTDR) ou umLocalizador de Quebra de Fibra ("Fiber Break Locator" -FBL). À medida que o tampão se desloca em afastamento dacabeça de cimentação, o movimento do tampão desenrola afibra. A extensão de fibra colocada em operação no interiordo furo de poço não apresenta nenhuma particularidade capazde deter a propagação do pulso ótico (Parte 10A). Mediantecriação de um evento ótico no nível do tampãocorrespondente à segunda posição 4', o FBL informará aextensão da fibra colocada em operação até o tampão.
Na primeira posição 4, pelo menos dois sinais, cadaum dos mesmos possuindo um comprimento de onda diferente,são injetados na fibra. 0 comprimento de onda mais longo éatenuado pelo primeiro evento ótico relevante criado porqualquer uma das técnicas descritas acima (diâmetro curtode bobina, curvatura da bobina, elemento adicional criandouma dobra ou curvatura). Por outro lado, o comprimento deonda mais curto propaga-se até o final da fibra. O tempo depercurso no comprimento de onda longo proporciona a medidada extensão da fibra colocada em operação até o tampão,enquanto o comprimento de onda mais curto pode acessar atéo sensor embutido no interior do tampão. Sensores embutidosno interior do tampão proporcionariam a possibilidade demonitoração dos parâmetros medidos durante o deslocamento edurante a espera de cimento ("Wait On Cement" - WOC). Maisprecisamente, o parâmetro a ser medido durante estas fasesde cimentação de poço é a temperatura. Durante o movimentodo tampão, seria conveniente avaliar simulações detemperatura. Durante a WOC, seria possível detectar oaumento.de temperatura devido à reação exotérmica da curado cimento.O sensor 50 é um sensor ótico do tipo de sensor degrade Bragg. Os sensores de grade Bragg são realizados pormodulação do índice de refração de um cabo de fibra óticaem torno de seu valor nominal, eles atuam como refletoresseletivos para o comprimento de onda Bragg λΒ definido pelaseguinte relação: ÁB = 2.n.A; em que η é o índice derefração da fibra e A é o comprimento de onda da modulaçãode índice. A é uma função linear da temperatura, e amedição do comprimento de onda Bragg λΒ é uma forma cômodade medição da temperatura de grade Bragg tipicamente a 1grau Celsius. A principal vantagem desta técnica reside nofato de a medição ser realizada na extremidade de fibralocalizada na superfície (primeira posição 4) . Nada maisque o sensor de grade Bragg é requerido um nível do tampãoem que é realizada a medição de temperatura.
Muitos outros parâmetros físicos são mensuráveiscom utilização de um sensor miniaturizado com alimentaçãode energia autônoma. Os componentes eletrônicos associadossão pequenos e consomem pouca energia: um sensor com umvolume limitado e uma alimentação limitada de energiapermitirá um requisito de espaço minimizado. Por exemplo,os sensores podem ser do tipo MEMS. O sensor podeigualmente ser auto-suficiente em termos de alimentação deenergia, tal como por exemplo um sensor ótico: não hánecessidade de conjuntos convencionais dispendiososincluindo componentes eletrônicos, alimentação de energia edispositivos de análise. Por exemplo, os sensores de gradeBragg podem ser igualmente utilizados para medição depressão.
Em uma outra configuração, uma multiplicidade desensores óticos podem ser configurados em uma configuraçãode rede ou arranjo com sensores individuais multiplexadosutilizando multiplexação por divisão de tempo oumultiplexação por divisão de freqüência, e esses sensorespodem ser instalados no interior do tampão ou também aolongo da fibra. Mesmo quando são utilizados sensores degrade Bragg não existe necessidade de utilização demultiplexação; uma multiplicidade de sensores de gradeBragg são dispostos em rede em série, com cada sensor degrade Bragg possuindo seu comprimento de onda e sendointerrogado pelo transmissor/receptor de luz. A colocaçãoem operação de sensores ao longo da fibra pode proporcionarum perfil de medição no furo de poço. Além disso, a rede desensores pode proporcionar uma resolução espacial aumentadade dados de temperatura, pressão, esforço ou fluxo no furode poço.
A presente invenção foi descrita para um tampão nocaso de um trabalho de cimentação, em que é importantedefinir a localização do tampão e/ou informações sobre aWOC. Outras aplicações do aparelho e método de acordo com ainvenção incluem o acoplamento da bobina de fibra enroladaa qualquer tipo de objeto deslocado no interior do poço,tal como por exemplo um canhão de perfuração, um tampãorecuperável ou qualquer tipo de ferramentas deslocadas nointerior do poço, como por exemplo uma ferramenta deperfuração, uma ferramenta de perfilagem, uma ferramenta deperfilagem-durante-a-perfuração, uma ferramenta de medição-durante-a-perfuração, uma ferramenta de teste; qualquertipo de ferramenta suspensa de um tubo de perfuração, umcabo de perfuração, uma tubagem helicoidal. Outrasaplicações do aparelho e método de acordo com a invençãoincluem a fixação da primeira posição em qualquer um de umponto estático ou um ponto dinâmico, por exemplo emoperações submarinas ou de interior de poço.
Em um outro aspecto, a fibra pode ser utilizadapara transmissão de sinais para um aparelho de interior depoço para efetuar a operação do mesmo como dispositivooperador ou atuador. Em uma configuração, um cabo de fibraótica pode ser disposto ao longo do furo de poço.Subseqüentemente, podem ser transmitidos sinais através dafibra para operação de uma válvula ou para ativação de umaluva, por exemplo. A partir da superfície, pelo menos doissinais, cada um dos mesmos constituído por um comprimentode onda diferente, são injetados na fibra. 0 comprimento deonda mais longo é refletido pelo primeiro evento óticorelevante criado por qualquer uma das técnicas descritasacima (dobra feita com a bobina ou dobra feita com umelemento adicional) . Por outro lado, o comprimento de ondamais curto propaga-se até o final da fibra. O tempo depercurso do comprimento de onda longo proporciona a mediçãoda posição do tampão ao passo que o mais curto pode acessaro atuador no interior do tampão. 0 atuador pode ser auto-suficiente, sendo atuado somente pelo comprimento de onda,ou pode ser adicionalmente ligado a componentes eletrônicose uma fonte de alimentação para assegurar a realizaçãodesta ação.

Claims (16)

1. APARELHO PARA DETERMINAÇÃO DA LOCALIZAÇÃO E/OUDESLOCAMENTO DE UM OBJETO EM UM FURO DE POÇO,compreendendo:- uma bobina (40) de cabo de fibra ótica enrolado(10), e-um dispositivo transmissor/receptor de luz (12)capaz de gerar um sinal através do cabo de fibra ótica (10)e medir uma alteração do referido sinal;em que o cabo de fibra ótica (10) é fixado em umaprimeira posição (4) a um ponto de referência e édesenrolado da bobina era uma segunda posição (4');o aparelho sendo caracterizado por:-a bobina (40) ser fixada ao objeto;- o ponto de referência ser interligado com odispositivo transmissor/receptor de luz (12); e-o dispositivo transmissor/receptor de luz (12)ser capaz de medir a alteração do referido sinal quandoocorre na segunda posição (4')·
2. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado por compreender adicionalmente um elementoadicional na segunda posição (4') capaz de criar aalteração do referido sinal na segunda posição (4').
3. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1 ou coma reivindicação 2, caracterizado por o dispositivotransmissor/receptor de luz ser um aparelho da família dosrefletômetros óticos de domínio de tempo.
4. Aparelho, de acordo com a reivindicação 3,caracterizado por o dispositivo transmissor/receptor de luzser um localizador de quebra de fibra.
5. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 4, caracterizado por o objeto ser feitode um dardo ou um tampão ou uma esfera macia ou de limpeza.
6. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 5, caracterizado por o cabo de fibraótica ser adicionalmente interligado com um sensor (50)localizado no objeto.
7. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 6, caracterizado por o cabo de fibraótica compreender adicionalmente um sensor (50) localizadoem qualquer ponto no cabo de fibra ótica.
8. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 6 e 7, caracterizado por o sensor ser umsensor autônomo em termos de energia.
9. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 6 e Ir caracterizado por o sensor ser umsensor de temperatura e/ou pressão da família dos sensoresde grade Bragg.
10. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 9, caracterizado por o cabo de fibraótica ser adicionalmente interligado com um atuador (50)localizado no objeto.
11. MÉTODO PARA DETERMINAÇÃO DE UMA LOCALIZAÇÃOE/OU UM DESLOCAMENTO DE UM OBJETO EM UM FURO DE POÇO,compreendendo:(i) fixação de uma bobina (40) de cabo defibra ótica enrolado (10);(ii) fixação do cabo de fibra ótica em umaprimeira posição (4) para um ponto dereferência;(iii) movimentação do objeto de tal forma que ocabo de fibra ótica é desenrolado dabobina em uma segunda posição (4');(iv) geração de um sinal ao longo do cabo defibra ótica;(v) medição de uma alteração do referido sinalao longo do cabo de fibra ótica, e(vi) dedução, a partir da referida alteração, dalocalização e/ou do deslocamento doobjeto;o método sendo caracterizado por:- a bobina (40) ser fixada ao objeto;- o sinal ser gerado da primeira posição;- a alteração do referido sinal ser medida daprimeira posição e a referida alteração doreferido sinal informar a segunda posição (4' ).
12. Método, de acordo com a reivindicação 11,caracterizado por compreender adicionalmente meios defixação capazes de criarem a alteração do referido sinal nasegunda posição (4').
13. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 11 e 12, caracterizado por compreenderadicionalmente as etapas de:(i) fixação no objeto de meios para detecção(50) da propriedade do ambiente que circunda oobjeto em que os referidos meios para detecçãosão interligados com o cabo de fibra ótica; e(ii) dedução, da referida alteração do referidosinal, da propriedade do ambiente que circunda oobjeto.
14. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 11 a 13, caracterizado por compreenderadicionalmente a etapa de geração, da primeira posição, deum outro ou mais sinais ao longo do cabo de fibra ótica.
15. Método, de acordo com a reivindicação 14,caracterizado por serem gerados pelo menos dois sinais daprimeira posição, e a alteração medida de um sinal informara segunda posição (4') e a alteração medida do outro sinalinformar a propriedade do ambiente que circunda o objeto.
16. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 11 a 15, caracterizado por compreenderadicionalmente as etapas de:(i) fixação no objeto de meios para atuação doobjeto em que os referidos meios para atuaçãosão interligados com o cabo de fibra ótica; e(ii) geração, da primeira posição, de um segundosinal ao longo do cabo de fibra ótica paraatuação do objeto.
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