BRPI0708325A2 - formulação de suporte de planta, veìculo para a distribuição e deslocamento de substáncias fitologicamente benéficas, e composições contendo os mesmos - Google Patents

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Abstract

FORMULAçãO DE SUPORTE DE PLANTA, VEìCULO PARA A DISTRIBUIçãO E DESLOCAMENTO DE SUBSTáNCIAS FITOLOGICAMENTE BENéFICAS, E COMPOSIçõES CONTENDO OS MESMOS. A presente invenção refere-se a uma formulação de suporte de planta que é também adequada para uso como um veículo de distribuição, ou um componente de um veículo de distribuição, para a distribuição de uma ou mais substâncias fitologicamente benéficas a uma planta, e para intensificação do deslocamento de tal(is) substância(s) distribuída(s) em ou na planta, a formulação compreendendo uma microemulsão constituída por uma dispersão de vesiculas ou microesponjas de um componente baseado em ácido graxo em um veículo aquoso, o componente baseado em ácido graxo compreendendo pelo menos uma substância baseada em ácido graxo de cadeia longa selecionada a partir do grupo consistindo em ácidos graxos livres e derivado de ácidos graxos livres. A dispersão é preferivelmente caracterizada em que pelo menos 50% das vesiculas ou microesponjas são de um tamanho diamétrico de entre 50 nm e 5 micrómetros. A dispersão é adicionalmente também caracterizada em que as microemulsões têm um potencial zeta de entre -25 mV e -60 mV.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "FORMULA-ÇÃO DE SUPORTE DE PLANTA, VEÍCULO PARA A DISTRIBUIÇÃO EDESLOCAMENTO DE SUBSTÂNCIAS FITOLOGICAMENTE BENÉFICAS,E COMPOSIÇÕES CONTENDO OS MESMOS"
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a uma formulação de suporte deplanta que em si é fitologicamente benéfica, e que é também adequada parauso como um veículo de distribuição, ou um componente de um veículo dedistribuição, para uso na distribuição a uma planta, e para distribuição e des-locamento em uma planta, uma variedade de substâncias fitologicamentebenéficas na forma de moléculas, compostos, biológicos ou químicos quetêm um efeito fitologicamente benéfico para as plantas [aqui coletivamentereferida como "substâncias fitologicamente benéficas"]. A expressão "supor-te de planta" é usada aqui para significar que a formulação tem a proprieda-de, sem a adição de outras substâncias fitologicamente benéficas para qualpodem servir como veículo de distribuição, de ter um efeito estimulatório decrescimento em plantas em pelo menos um dos estágios de crescimento deuma planta, de aperfeiçoar a produção ou rendimento de colheita pela plan-ta, ou de aperfeiçoar a aparência da planta, ou de aumentar a resistência dedoença na planta. Ela também se refere a métodos de produção da formula-ção de suporte de planta e veículo de distribuição, e à preparação de váriasformulações incorporando a formulação como um veículo de distribuição, equalquer uma ou mais de uma variedade de substâncias fitologicamente be-néficas, e a métodos de administrar tais substâncias fitologicamente benéfi-cas a uma planta envolvendo o uso do veículo de distribuição da invençãoque então também serve para efetuar o deslocamento ou distribuição dassubstâncias fitologicamente benéficas em ou na planta. Será apreciado outornar-se-á aparente que referência a "efeitos benéficos", conforme se aplicaa uma planta, é para ser compreendido a partir de uma perspectiva humanaem que substâncias fitotóxicas, tais como substâncias usadas como herbici-das no controle de plantas indesejáveis, são pretendidas para serem incluí-das dentro do grupo de substâncias aqui referidas como "substâncias fitolo-gicamente benéficas".
Antecedentes da Invenção
Vastas quantidades de uma grande variedade de substânciassão aplicadas em plantas para a proposta de aumentar o crescimento dasplantas de modo a aperfeiçoar a produção (no caso de colheita e plantas decampo), ou aparência (no caso de ornamentais) das plantas. Tais substân-cias incluem o grupo definido acima como substâncias fitologicamente bené-ficas. Elas incluem fertilizantes, ambos da variedade de macro- e micronutri-ente, estimulantes ou reguladores de crescimento, e pesticidas, incluindofungicidas, inseticidas e herbicidas. Conforme aqui usado, a palavra "planta"é pretendida para cobrir plantas terrestres e aquáticas, incluindo plantas demar, e "ornamentais" são pretendidas para cobrir todas as plantas que nãosão pretendidas para produzir uma colheita tendo valor econômico.
A aplicação de substâncias fitologicamente benéficas está ge-ralmente relacionada como uma técnica que está em necessidade de aper-feiçoamento como uma grande percentagem das substâncias aplicadas nãoserem absorvidas por, ou retidas nas plantas as quais é aplicada. À parte daperda conseqüencial de material custoso e, conseqüentemente, do aumentodesnecessário no custo de produção provido por tal perda, as substânciasnão-utilizadas também acarretam poluição do solo e fontes de água.
Parece não existir referência na literatura ao uso de um sistemade distribuição biológico designado para chamar a atenção de administraçãoaumentada de nutrientes específicos ou reguladores de crescimento paraplantas e/ou o deslocamento sistêmico de tais nutrientes ou reguladores decrescimento através das plantas. É conhecido no campo agrícola que nutri-entes e outras substâncias fitologicamente benéficas podem ser formuladoscom os assim denominados agentes de quelatação ou adjuvantes. Diferenteda presente invenção, os agentes de quelatação são um grupo claramentedistinguível com nenhuma referência a um sistema de distribuição, e sãousados como fontes de micronutrientes que são formadas pela combinaçãode um agente de quelatação com um metal através de ligação coordenada.A estabilidade da ligação metal-quelato afeta a disponibilidade para plantasdos metais micronutrientes - cobre, ferro, manganês e zinco. Um quelatoeficaz é um em que a taxa de substituição do micronutriente quelatado paraoutros cátions no solo é muito baixa, mantendo, desse modo, o micronutrien-te aplicado na forma quelatada. Os quelantes são geralmente somente apli-cáveis em substâncias catiônicas. Um agente de quelatação, tal como ED-TA, é considerado ter um impacto negativo no ambiente.
De acordo com as prescrições para quelantes na Lista Prelimi-nar de Materiais Orgânicos por Califórnia Departments of Food and Agricul-ture, quelantes naturais são permitidos, mas agentes de quelatação sintéti-cos são restringidos para uso somente com pulverizações de micronutrientepara uma deficiência documentada. Todos os outros usos de quelatos sinté-ticos são proibitivos. EDTA, sulfonatos de Iignina e ácidos lignosulfônicossão considerados serem agentes de quelatação sintéticos. Recentemente,um sistema de lançadeira para a distribuição de cátions foi anunciado. Osistema de lançadeira consiste de polissacarídeos de cadeia longa que po-dem complexar com nutrientes catiônicos em grupos (nano-grupos), tornan-do, desse modo, o complexo nutriente-quelato neutro. Os quelantes (ligantede lançadeira) em seguida envelopam os nutrientes agrupados, e os lançampara a parede de célula onde eles distribuem seus nutrientes. As distribui-ções são consideradas ocorrerem através de um processo aleatório peloqual os poros na planta e o ligante de lançadeira são ambos contraídos eexpandidos como um resultado de uma vibração térmica, um fenômeno neu-tro. É considerado que quando a contração do quelante e expansão do porose sincronizam, o nutriente é distribuído. Após descarregamento do mineral,o ligante de lançadeira é repulsado a partir da superfície da planta, atraídode volta ao nano-grupo, onde se pode repetir o processo novamente e no-vamente. O sistema de quelatação de lançadeira pode se estender a outroscátions inativos no solo. Contudo, o sistema que é ainda baseado no uso dequelatos, pode somente complexar para compostos catiônicos, e não pene-trar o tecido da planta.
Óleo de Pulverização de Cobertura, vendido na África do Sul porNutri-Tech Solutions, é uma mistura orgânica de óleo de canola prensado afrio emulsificado e óleo de peixe ômega-3. O óleo de cobertura é considera-do ser um espalhador de alta qualidade, adesivador sinergístico (ver abaixo)que é acreditado aperfeiçoar o desempenho de todos os fertilizantes foliares.Contudo, nenhuma reivindicação é feita com relação, ou ao deslocamentode substâncias dentro da planta, ou da distribuição de outras substâncias, oufertilização pelo sistema de raiz da planta.
O método mais estabelecido de introdução de material em célu-las de planta é por pulverização da substância na presença de um agente deumedecimento, espalhador ou adesivante. Por esta técnica, o material é pul-verizado nas folhas de plantas na presença de um agente de umedecimentoque causaria a aderência do material à camada externa serosa das folhas,aumentando, desse modo, o tempo de contato entre o material a ser absor-vido pela planta e a própria folha da planta. Enquanto algum do material setorna elevado, o agente de umedecimento que usualmente contém um ade-rente faria com que as folhas se tornassem grudentas e atraíssem pó, que,por sua vez, poderia conduzir a oclusão do "stornala". Veículos para o setoragrícola foram descritos, mas se relacionam a métodos de aplicação e nãopara a intensificação da ação do composto ativo devido à distribuição au-mentada para a célula ou organismo alvo. A aproximação mais próxima aum sistema de distribuição que pode ser usada para superar barreiras deentrar nas plantas é para ser encontrada no uso de adjuvantes para aumen-tar a atividade de alguns compostos ativos nas classes de herbicida e hor-mônio.
Enquanto estas técnicas operam adequadamente no ambienteapropriado, em alguns compostos que são facilmente absorvidos pelas fo-lhas, elas não estão relacionados como sendo geralmente adequadas para adistribuição eficaz de um número de macro- ou micronutrientes, bem comoum grande número de pesticidas e reguladores de crescimento. Existe, des-se modo, uma necessidade muito sentida de um processo apropriado peloqual compostos podem ser introduzidos seletivamente em células de plantapara aumentar o crescimento, ou tratar doenças ou deficiências de planta.
Os adjuvantes são compostos química e biologicamente ativos(não quimicamente inertes), e podem ser classificados de acordo com suafunção (ativador ou utilidade), sua química (tais como organossilicones), oufonte (óleos vegetais ou de petróleo). Eles produzem efeitos pronunciados.
Mais adjuvantes são incompatíveis com alguns materiais e condições, e po-dem resultar em efeitos tóxicos em plantas e animais, e alguns adjuvantestêm o potencial de ser móvel e poluir superfície ou fontes de lençol de água.O uso de adjuvantes pode ser problemático perto da água, visto que efeitosadversos podem ocorrer em algumas espécies aquáticas.
Objetivo da Invenção
É um objetivo da invenção proporcionar uma formulação de su-porte de planta que por si tem efeitos benéficos em termos do crescimento,aparência, produção e/ou rendimento de plantas as quais é aplicada em uso,e cuja formulação é também adequada para uso como um veículo de distri-buição, ou um componente de um veículo de distribuição, para a distribuiçãode uma ou mais substâncias fitologicamente benéficas a uma planta, e paradistribuição ou deslocamento de substâncias fitologicamente benéficas emplantas, para proporcionar formulações incorporando tais veículos com ousem pelo menos uma substância fitologicamente benéfica, pelo que pelomenos algumas das vantagens da existência de formulações podem pelomenos serem reduzidas para proporcionar um método para produção de taisveículos, e um método de preparar formulações incorporando tais veículos epelo menos uma substância fitologicamente benéfica, e para proporcionarum método de administrar tais substâncias fitologicamente benéficas a umaplanta envolvendo o uso dos veículos de distribuição da invenção que, emseguida, também servem para efetuar o deslocamento ou distribuição dassubstâncias fitologicamente benéficas em ou na planta.
Descrição Geral da Invenção
De acordo com a presente invenção, é provida uma formulaçãode suporte de planta que é fitologicamente benéfica e adequada para usocomo um veículo de distribuição, ou um componente de um veículo de distri-buição, para a distribuição de uma ou mais substâncias fitologicamente be-néficas a uma planta, e para aumentar o deslocamento de tal(is) substân-cia(s) distribuída(s) em ou na planta, a formulação compreendendo uma mi-croemulsão constituída por uma dispersão de vesículas ou microesponjas deum componente baseado em ácido graxo em um veículo aquoso, o compo-nente baseado em ácido graxo compreendendo pelo menos uma substânciabaseada em ácido graxo de cadeia longa selecionada a partir do grupo con-sistindo em ácidos graxos livres e derivados de ácidos graxos livres.
A dispersão é preferivelmente caracterizada em que pelo menos95% das vesículas ou microesponjas são de um tamanho diamétrico de en-tre 50 nm e 5 micrômetros. Será compreendido que as vesículas ou micro-esponjas na dispersão são elásticas, e não necessariamente de forma per-feitamente esférica e, conseqüentemente, o termo "tamanho diamétrico" nãoé para ser compreendido como um termo de precisão geométrica. Ele é adi-cionalmente para ser compreendido que não é praticável determinar tal ta-manho diamétrico em três dimensões sem o uso de instrumentação altamen-te sofisticada. Ele é, conseqüentemente, para ser determinado em duas di-mensões por meio de observação microscópica e, desse modo, se refere àmedição máxima através de vesículas ou microesponjas, conforme visto emduas dimensões.
A dispersão é adicionalmente caracterizada em que a microe-mulsão tem um potencial zeta de entre -35 mV e -60 mV.
O componente baseado em ácido graxo pode ser selecionado apartir do grupo consistindo em ácido oléico, ácido linoléico, ácido alfa-linoléico, ácido gama-linoléico, ácido araquidônico, ácido eicosapentaenói-co[C20:5u)3], ácido decosahexaenóico[C22:6co3], e ácido ricinoléico, e deri-vados destes selecionados a partir do grupo consistindo nos Ci a C6 alquilaésteres destes, os glicerol-polietileno glicol ésteres destes, e o produto dereação de óleos naturais hidrogenados e não-hidrogenados compostosgrandemente de óleos baseados em ácido ricinoléico, tal como óleo de ríci-no, com óxido de etileno.
Em uma forma da invenção, o componente de ácido graxo damicroemulsão consiste ou inclui uma mistura de ácidos graxos esterificados,e, neste particular, é preferido fazer uso de produto conhecido como Vitami-na F Etil Éster. Este produto é comercialmente disponível sob a descrição demarca de Vitamina F Etila Éster CLR 110 000 Sh.L. U/g de CLR ChemicalsLaboratorium Dr. Kurt Richter GmbH de Berlin, Alemanha. A distribuição típi-ca de ácido graxo deste produto é conforme segue:
<C16:0
C16.0- 8,3%
C18.0· 3,5%
C18.1:21,7%
C18.2: 34,8%
C18.3:28,0%
>c18: 1,6%
desconhecido: 2,1%
O componente de ácido graxo pode alternativamente incluir ouconsistir nos ácidos graxos de cadeia longa conhecidos como ácido eicosa-pentaenóico[C20:5co3] e ácido decosahexaenóico[C22:6oo3]. Tal combina-ção de produto é disponível de Roche Lipid Technology sob a marca "Ropu-Ia '30' n-3 oil". Verificou-se útil incorporar estes ácidos onde uma substânciahidrofóbica é desejada ser distribuída para a planta. Um produto alternativoque pode ser usado para esta proposta é um do grupo de produtos Incrome-ga disponíveis de BASF.
O componente de ácido graxo pode, em adição às substânciasou misturas antes mencionadas, também incluir o produto de reação de ó-leos naturais hidrogenados compostos grandemente de óleos baseados emácido ricinoléico com oxido de etileno. É preferível para esta substância serproduzida de óleo de rícino, do qual o teor de ácido graxo é conhecido paraser predominantemente composto de ácido ricinoléico. O produto pode sermodificado como para a extensão de hidrogenação, etilação e a adição degrupos tais como polietileno glicol. Uma faixa de tais produtos está sendocomercializada por BASF sob a descrição de marca Cremaphor de váriosgraus. De acordo com uma forma preferida da invenção, para certas aplica-ções é provido um veículo de distribuição em que o grau de Cremaphor, ououtra composição de ácido ricinoléico usada, é um no qual as moléculas deácido riconoléico são modificadas pela adição a este de grupos de polietilenoglicol que compreende entre 35 e 45 unidades de oxido de etileno.
O veículo pode incorporar um gás adequado dissolvido na mistu-ra de ácido graxo, o gás sendo selecionado para ser adequado para conce-der o requisito de distribuição de tamanho de vesículas, e o requisito de po-tencial zeta para a microemulsão.
O gás é preferivelmente selecionado a partir do grupo consistin-do em oxido nitroso, oxissulfeto de carbono, e dióxido de carbono.
De acordo com outro aspecto da invenção, é provido um métodode produção de uma formulação de suporte de planta, ou veículo de distribu-ição, de acordo com a presente invenção, conforme definido acima, compre-endendo as etapas de misturar o componente baseado em ácido graxo comágua, para obter-se uma microemulsão, e introduzir um gás adequado namistura, o gás sendo selecionado para ser adequado para conceder o requi-sito de distribuição de tamanho de vesículas, ou o requisito de potencial zetaà microemulsão.
A mistura do componente de ácido graxo é preferivelmente efe-tuada com aquecimento e agitação, preferivelmente por meio de um cisalha-dor de alta velocidade.
O gás pode ser introduzido na água ou antes ou após o compo-nente baseado em ácido graxo da microemulsão ser misturado com a água.Desse modo, em uma forma da invenção o gás pode ser dissolvido na águapara obter uma solução saturada do gás em água, e a solução saturada dogás é, em seguida, misturada com o componente de ácido graxo da microe-mulsão sendo preparada. A solução saturada do gás em água pode ser pre-parada por espargimento de água com o gás, ou pela exposição da água aogás a uma pressão em excesso de pressão atmosférica por um período detempo em excesso do tempo requerido para tornar-se saturado com o gás.Em uma forma alternativa deste aspecto da invenção, uma emulsão docomponente de ácido graxo em água pode primeiro ser preparada e pode,em seguida, ser gaseificada pela exposição da emulsão ao gás. Isto é prefe-rivelmente feito por aspergimento.O gás é preferivelmente selecionado a partir do grupo consistin-do em oxido nitroso, oxissulfeto oxi de carbono e dióxido de carbono.
As substâncias fitologicamente benéficas que podem ser distri-buídas a uma planta por meio do veículo de distribuição de acordo com apresente invenção pode ser qualquer uma ou mais das substâncias conheci-das como sendo úteis como um nutriente de planta; um pesticida de plantaincluindo um herbicida, fungicida, bactericida, inseticida, agente de vírus an-tiplanta; um regulador de crescimento de planta; um modulador imune deplanta; um bioestimulante; ou material genético para a transformação daplanta para permitir a incorporação de uma nova característica ou proprieda-de na planta. Tal propriedade pode, entre outras, consistir erri resistência àseca, resistência à peste, e produção aumentada de fruto.
Uma formulação é tipicamente disponível em formas que podeser pulverizada em plantas como um líquido. Ela inclui o(s) ingrediente(s)ativo(s) conforme listados na presente invenção, quaisquer aditivos que au-mentam adicionalmente a eficiência, estabilidade, ou facilidade de aplicação,tais como tensoativos e outros adjuvantes, e quaisquer outros ingredientesincluindo solventes, veículos ou corantes. O método de aplicação e espéciesa serem tratadas determinam qual formulação é preferível.
A invenção conseqüentemente também proporciona uma com-posição nutriente de planta compreendendo pelo menos um nutriente deplanta no veículo de distribuição acima descrito. O crescimento de planta emsua germinação, fases vegetativas ou produtivas, pode ser estimulado peloaumento da distribuição de nutrientes, incluindo nutrientes na fase de gás.
Os nutrientes de planta podem ser selecionados a partir do grupo de ele-mentos consistindo em carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo,potássio, cálcio, magnésio, enxofre, ferro, manganês, zinco, cobre, boro,molibdênio e cloro.
A invenção proporciona adicionalmente uma composição depesticida de planta compreendendo uma concentração pesticidamente eficazde pelo menos um pesticida de planta no veículo de distribuição descrito a-cima. Um pesticida é qualquer substância ou mistura de substâncias preten-didas para prevenção de destruição, repulsa ou abrandamento de qualquerpeste.
Os pesticidas não somente se referem a inseticidas, mas tam-bém a herbicidas, fungicidas, e várias outras substâncias usadas para con-trolar pestes. Sob a lei dos Estados Unidos, um pesticida é também qualquersubstância ou mistura de substâncias pretendidas para uso como um regu-lador de planta, desfolhante ou dessecativo. É pretendido usar o termo nestesignificado amplo deste neste relatório descritivo.
Está, conseqüentemente, dentro do âmbito deste pedido de pa-tente proporcionar um veículo para, e proporcionar formulações que incluemqualquer uma ou mais substâncias fitologicamente benéficas na forma depesticidas selecionados a partir do grupo consistindo nos seguintes pestici-das químicos e biológicos (orgânicos) consistindo em arsênico sintético, Btlíquido W/xileno, Bt líquido não-xileno, pó umedecível de Bt, organismos be-néficos, preparações biodinâmicas, inseticida - hidróxido de cobre/cobrefixo, ácido bórico, carbamatos, hidrocarbonetos clorinados, íons cromato,ácido cítrico, hidróxido de cobre, sulfato de cobre, preparações herbóreasselecionadas de canela, cravo-da-índia, alho, hortelã, hortelã-pimenta, ale-crim, tomilho, pimenta branca; herbicidas - sintéticos, cal hidratada, imida-cloprid - um inseticida neonicotinóide, indoxacarb (p) - um inseticida de o-xadiazina quiral, extratos de inseto, isocianato, Iauril sulfato, cal enxofre, ma·lation, ácido málico, brometo de metila, sulfóxido de metila, doença de espo-ro lácteo - B. popillae, nematócidos sintéticos, nematodes, nicotina, óleosselecionados de óleo de cenoura, Óleo de rícino (U. S. P. ou equivalente),óleo de cedro, óleo de canela, óleo de citronela, óleos cítricos, óleo de cra-vo-da-índia, óleo de milho, óleo de semente de algodão, óleos dormentes,óleo de alho, óleo de gerânio, óleo de capim limão, óleo de linhaça, óleo dehortelã, óleo de hortelã-pimenta, óleo de alecrim, óleo de gergelim, óleo desoja, óleos de verão, óleos de tomilho e óleos de alga; organofosfatos sele-cionados de acefato, azinfosmetila, bensulida, cadusafos, cloretóxifos, clo-ferninfos, clorpirifos, clorpirifos-metila, clortiofos, coumafos, ddvp (ciclorvos),diaidor, diazinon, dicrotofos, dimetoato, dioxation, dissulfoton, etion, etoprop,etil paration, fenamifos, fenitrotion, fention, fonofos, isazofos, malation, me-tamidofos, metidation, paration, mevinfos, monocrotofos, naled, oxidemen-ton-metila, forato, fosalona, fosmet, fosfamidon, fostebupirim, pirimifos-metila, profenofos, propetanfos, sulfotepp, sulprofos, temefos, terbufos, tera- clorvinfos, tributos (def) e triclartan, pentaclorotenol, pesticidas - sistêmicos,destilados de petróleo, adjuvantes de pulverização de óleo de petróleo, pro-pionato de 2-fenetil (propionato de 2-feniletila), feromônios, piperonila butó-xido, extratos de planta selecionados de heléboro, piretro, quássia, cevadi-Iha, citronela, gergelim (inclui talos de planta de gergelim moídos), eugenol egeraniol, sorbato de potássio, sólidos de ovo total putrescente - sintéticos,sal de rocha, controle de erva daninha, rotenona, riania, despejos de animalmarinho, herbicidas baseados em sabão, cloreto de sódio, Iauril sulfato desódio, fumigantes de solo, estreptomicina, estriquinina, enxofre, pulveriza-ções de vírus, e Tiras de Metal Zinco (consistindo somente em metal zinco eimpurezas).
A invenção também proporciona uma composição herbicidacompreendendo uma concentração herbicidamente eficaz de pelo menos umherbicida no veículo de distribuição descrito acima, indiferente de seu modode ação e, conseqüentemente, inclui formulações herbicidas nas quais omodo de ação é qualquer um do grupo tendo os seguintes modos de ação, asaber:
Mímicos de auxina (2,4-D, clopiralid, picloram, e inclopir), queimitam o hormônio de crescimento de planta auxina causando crescimentodescontrolado e desorganizado em espécies de planta susceptíveis;
Inibidores de mitose (fosamina), que impedem reflorescimentona primavera e novo crescimento no verão (também conhecidos como impo-sitores de torpor);
Inibidores de fotossíntese (hexazinona), que bloqueiam reaçõesespecíficas na fotossíntese que conduz a quebra da célula;
Inibidores de síntese de aminoácido (glifosato, imazapyr e ima-zapic), que impede a síntese de aminoácidos requerida para construção deproteínas;Inibidores de biossíntese de lipídeo (fluazifop-p-butil e setoxidin),que impedem a síntese de lipídeos requerida para crescimento e manuten-ção de membranas celulares (Weed Control Methods Handbook. The NatureConservancy, Tu et al).
Está, conseqüentemente, dentro do âmbito deste pedido de pa-tente proporcionar um veículo para, e proporcionar formulações que incluemqualquer uma ou mais substâncias fitologicamente benéficas na forma deherbicidas selecionados a partir do grupo consistindo no seguinte: 2,4-D(2,4-dimetilfenol), Clopiralid, Fluazifop-p-butila, Flumetsulam - um herbicidade triazolopirimidina, Fosamina Amônio, Glifosato, Hexazinona1Imazapir,Picloram, Setoxidin, Triclopit.
Ela também proporciona uma composição fungicida compreen-dendo uma concentração fungicidamente eficaz de pelo menos um fungicidano veículo de distribuição acima descrito. O fungicida pode ser selecionado apartir do grupo consistindo em 1,3- dicloropropeno, 2,5-ácido diclorobenzóicometil éster, 8 hidroxiquinolina, acibenzolar-S-metila, Agrobacterium radiobac-ter, fosfito de amônia, ácido ascórbico, azoxistrobim, bacilus subtillis DB 101,bacillus subtillis DB 102, Bacillus subtillis isolato B246, Bardac, Benalaxil1Benomil, Bifentin, Bitertanol, Borax1 equivalente de ácido bórico, boscalid,bromuconazol, captab, carbendazina, Carboxin1 dióxido de cloro, cloropicrin,clorotalonil, clorpirifos, acetato de cobre de amônia, carbonato de cobre deamônia, hidróxido de cobre, oxicloreto de cobre, hidróxido cúprico, cimoxanil,ciproconazol, ciprodinil, Dazomet, Deltametrin, Diclorofen, Dicloran, cloretode amônia de didesil dimetila, difenaconazol, dinocap, difenilamina, dissulfo-ton, ditianon, dodina, epoxicanazol, famoxadona, álcoois, antioxidantes, Fe-namidona, Fenarimol, Fenbuconazol, Fenhexamid, Fludioxonil, Flusilazol,Flutrialfol, Folpet, fosetil-AI, furalaxila, furfural, guazatina, hexaconazol, sulfa-to de hidroxiquinolina, imazalid, iprodiona, provalicarb, kresoxim-metila, cal,lindano, mancozeb, maneb, mefenoxam, Mercaptotion, Metalaxila1 metalaxil-M (mefenoxam), metam-sódio, brometo de metila, metiram, óleo mineral,fosfato de monopotássio, miclobutanila, octifinona oxicarboxin, complexoparafínico (óleo mineral leve), penconazol, pencicuron, ácido fosforoso, po-Iissulfeto enxofre, fosfito de potássio, fosfonato de potássio, complexo dezinco proclorax, procloraz, complexo de cloreto de manganês procloraz,complexo de zinco procloraz, procimidona, profenofos, propacanazol, pro-pamocarb HCI, prociconazol, propineb, pseudomonas, resinovorans, pira-ciostrobin, pirimetanila, QAC, Quazatina1 Quinoxifen, Quintozeno1 ácido sali-cílico, siltiofan, fenato de sódio-o-fenol (sal de Na), espiroxamina, enxofre,TBTP1 Tebucenazol, Tiabendazol1 tiofanato de metila, thiram, tolclofos-metila, triadimefon, triadimenol, oxido de tributiltin, Tricoderma harzianum,Tridemorf, Trifloxistrobin, Triflumuron, Triforina1 Triticonazol1 Vinclozolin, óxi-do de zinco, Zineb e Zoxamida.
Ela também proporciona uma composição bacterial compreen-dendo uma concentração bactericidamente eficaz de pelo menos um bacte-ricida no veículo de distribuição acima descrito. O bactericida pode ser sele-cionado a partir de bactericidas conhecidos como sendo adequados parauso em plantas para combater bactéria de infecção de planta.
Ela também proporciona uma composição inseticida compreen-dendo uma concentração bactericidamente eficaz de pelo menos um inseti-cida no veículo de distribuição acima descrito. O inseticida pode ser selecio-nado a partir do grupo consistindo em acetato de (E)-7-dodecenila, (E,E)-8-10 dodecadien-1-ol, 1,3 dicloropropeno, acetato de 3(S) etil-6-isopropenil-9-docadien-1-ila, Allum sativum, Bacillus thuringiensis Sorotipo H-7, Bacillusthuringiensis subsp israelenses, Bacillus thuringiensis var aiziwai kurstaki,Bacillus thuringiensis var kurstaki, Beauveria bassiana, Bradyrhizobium ja-ponicum, Bradyrhizobium japonicum, WB 74, Bradyrhizobium sp Luinus VK1Bradyrhizobium sp X S21, Bradyrhizobium spum, Clorpirifos, Dimitin,E8.E10-dodecadienol, EDB, Metarrhizium anisopliae varacridium isolado IMI330 189, Paecilomices Iilacinus cepa 251, Rhizobium Ieguminosarum biovarphaseoli, Rhizobium Ieguminosarum viciae TJ 9, Rhizobium meliloti, Spino-sad, Enxofre, Tricoderma harzianum, Ζ-8-dodecenilacetato, Abamectin, a-bamectin, acefato, acetamiprid, acrinatrin, aldicarb, alfa-cipermetrin, fosfitode alumínio, amitraz, azadiractin, azinfos-metila, benfuracab, beta-ciflutrin,bifentrin, borax, brodifacoum, bromopropilato, buprofenzin, buprofezin, caud-safos, carbarila, carbofuran, carbossulfan, cloridrato de cartap, clorfenarpir,clorpirifos, óleo de citronela, clofentezina, codlimona (E,E-8-10-dodecadieno-l-ol), cobre, coumatetraila, criptoflebia leucotrata, cianofos, ciflutrin, cihexati-na, Cipermetin, ciromazina, d-aletrin, dazomet, deltametrin, demeton-S-metil,diazinon, diclorvos, dicolol, difenacoum, diflubenzuron, diflubenzuron, imeto-ato, dissulfoton, emamectin, endossulfan, esfenvalerato, etoprofos, etilenodibrometo, etoxazol, fenamifos, fenazaquin, fenbutatin, oxido de fenbutatin,fenitrotion, lenoxicarb, fenpropatrin, fenpiroximato, fention, fenvalerato, sódioférrico EDTA1 pronil, fipronil, flufenoxuron, flumetrin, fostiazato, fumagilin,furfural, gama-BHC, extrato de alho, hidramethilon, imidacloprid, indoxacarb,lâmbida-cihalotrin, lavandulila, senecloato, fosfídeo de manganês, manco-zeb, lactose de bordo, mercaptotion, mefaldeído, metham-sódio, metamido-fos, metidation, metiocarb, metomila, brometo de metila, metil-paration, me-vinfos, milbemecin, óleo mineral, novaluron, ometoato, orto-fenilfenol, oxamil,oxidemeton-metil, complexo parafínico (óleo mineral), paration, permetrin,fenotoato, forato, foxim, pirimicarb, polissulfeto enxofre, sais de potássio deácidos graxos, protenofos, propargita, propoxur, proteína hidrolisato, protio-fos, piretrins, piriproxifen, quinalfos, óleo de colza, rotenona, repelente base-ado em silício, fluossilicato de sódio, espinosal, espirodiclofen, enxofre, tartaremético, tau-fluvalinato, tebufenozida, temefos, terbulos, tetraclorvinfos, ace-tato de tetradecenila, tetradifon, thiacloprid, tiametoxam, tiodicarb, triram,iriclorfon, triflumuron, trimedlure, zeta-cipermetrin, fosfito de zinco.
Ela também proporciona uma composição viracida compreen-dendo uma concentração viracidalmente eficaz de pelo menos um viracidano veículo de distribuição acima descrito. O viracida pode ser selecionado apartir de viracidas conhecidos como sendo adequados para uso em plantaspara combater viroses que infectam plantas.
A invenção proporciona adicionalmente uma composição regu-ladora de crescimento de planta compreendendo uma concentração eficazde regulação de crescimento de planta de pelo menos um regulador decrescimento de planta no veículo de distribuição acima descrito. O reguladorde crescimento de planta pode preferivelmente ser dl-alfa-tocoferol, ou o i-sômero fisiologicamente ativo de planta deste, cujo produto é também co-nhecido como Vitamina E, cuja presença é particularmente útil na regulaçãodo começo da fase reprodutiva de plantas, isto é, pode ser usado para regu-lar o começo florescimento da planta e, conseqüentemente, avançar a fasede suporte total da planta. Mais geralmente, contudo, o veículo de distribui-ção pode ser usado para distribuir a uma planta qualquer um ou mais dosprodutos no grupo consistindo em: 2-(1-2-metilnaftil)acetamida; 2-(1-2-metilnaftil)ácido acético; 2-(1-naftil)acetamida; 2-(1-naftil)ácido acético; 2,4-D(sal de sódio); 3,5,6 TPA; 4-indol-3-ácido ilbutírico; 6-benzil adenida; políme-ro de alquilamina graxo alcoxilatado; polímero de alquilamina; cloridrato deaminoetoxivivilglicina ; nitratos amoniatados, auxinas; arsenato de cálcio;carbarila; cloreto de clormequat; clorprofan; clortaldimetila; cioprop; cianami-da; daminozídeo; decan-1-ol; ciclorprop; (2-butoxietil éster); dometipin; dino-cap; dibrometo de diquat; diuron; etefon; fluazifop-p-butila; giberelins; glifosa-to-isopropilamina; glicosato-trimesium; haloxifop-P-metila; ácido indolilacéti-co; hidrazida maléica; cloreto de mepiqual; metilciclopropeno; óleo mineral;n-decanol; octan-1-ol; paclobutrazol; dicloreto de paraquat; pendimetalin;prohexadiona-cálcio; ácido salicílico; clorato de sódio; tiadiazuron; trinexa-pac-etila; e uniconazol.
A invenção também proporciona um método de aumentar a inte-gridade estrutural e funcional de plantas ou partes de plantas.
A invenção também proporciona um método de administrar umasubstância biologicamente benéfica a uma planta, compreendendo a etapade formular a substância em um veículo de distribuição de acordo com a in-venção, e conforme aqui descrito, e aplicando-se o produto formulado àplanta. A aplicação pode ser por meio de aplicação aérea ou na superfície,ou mecânica, ou por pulverização manual, por incorporação em sistema deirrigação de água, ou por injeção no tronco onde apropriado.
A invenção também proporciona um método de suportar a defe-sa local e resistência adquirida de plantas de acordo com o mecanismo des-crito abaixo por suprimento simultâneo de precursores para moléculas desinalização de defesa, antioxidantes, etileno, ácido oléico e ácido hexadeca-trienóico.
O envolvimento de ácido siálico (SA) como uma molécula desinal em defesas locais e em resistência adquirida sistêmica (SAR), é co-nhecido. A síntese de SA é ativada pela exposição a patogenias ou luz ultra-violeta. A sinalização de ácido salicílico é mediada por pelo menos dois me-canismos, com voltas de realimentação para modular o efeito. Estas voltasde realimentação podem também proporcionar um ponto para integração desinais de desenvolvimento, ambiental e outros sinais associados à defesa, e,desse modo, sintonizar finamente as respostas de defesa de plantas. (JyotiShah The salicylic acid Ioop in plant defense. Current Opinion in Plant Bio-Iogy 2003, 6:365-371).
Estudos têm sugerido um papel para peroxidação de lipídeo naexpressão ativada de SA de genes de resistência. O SA ativa a expressãode α-dioxigenase (a-D0X1). a-D0X1 oxida ácidos graxos 16-C e 18-C, oúltimo do qual é um componente da formulação da invenção. Em adição,ácidos graxos 16:3 e 18:3 são precursores para a síntese de oxilipins, quesão moléculas de sinalização de defesa potente. Várias descobertas de pes-quisa indicam, desse modo, que sinal(is) derivado(s) de ácido graxo é(são)envolvido(s) na modulação de sinalização de SA em defesa de planta (JyotiShah The salicylic acid Ioop in plant defense. Current Opinion in Plant Bio-Iogy 2003, 6:365-371).
Estímulos múltiplos podem ativar síntese/sinalização de SA. Clo-roplastos/plastídeos em plantas podem ser a fonte de sinais que afetam res-postas à patogenia. A função/integridade do Cloroplasto/plastídeo é impor-tante para o resultado de interações de patogenia de planta. Os cloroplas-tos/plastídeos são também importantes para metabolismo de lipídeo e para ageração de sinais derivados de lipídeo. Um sinal de lipídeo é requerido paraa ativação de pelo menos uma das trajetórias por ácido salicílico. Etileno,que contribui para amadurecimento e coloração de fruto, potência a sinaliza-ção através desta trajetória. Estudos mostram que a presença de ácido oléi-co - um componente da invenção - é necessária para o(s) sinal(is) deriva-do) de lipídeo em ambas as trajetórias de resistência. Além disso, a su-pressão genética de resistência está associada com o teor abaixado de áci-do hexadecatrienóico (C 16.3). A distribuição do 16:3 por uma fonte exógenadeve, portanto, contribuir para resistência da planta.
Exemplos da Invenção
A invenção será agora ilustrada puramente por meio de exem-plos com referência à seguinte descrição não-limitativa de Preparações. E-xemplos e figuras em que
A figura 1 é um gráfico ilustrando o aumento no número de no-dos em plantas de pepino tratadas pelo uso da formulação de suporte deplanta da invenção conforme descrita no Exemplo 5;
A figura 2 é um gráfico ilustrando o aumento no tamanho de fo-lha de plantas de pepino tratadas pelo uso da formulação de suporte deplanta da invenção conforme descrita no Exemplo 5;
A figura 3 é um gráfico mostrando os números de meio para pe-pinos grandes colhidos em tempos diferentes a partir de plantas tratadascom uma formulação de suporte de planta de acordo com a invenção, com-parada a plantas de controle não-tratadas conforme descrito no Exemplo 5;
A figura 4 é um gráfico mostrando os números de pepinos extragrandes colhidos em tempos diferentes a partir de plantas tratadas com umaformulação de suporte de planta de acordo com a invenção, comparada aplantas de controle não-tratadas conforme descrito no Exemplo 5;
A figura 5 é um gráfico mostrando os números totais de pepinoscolhidos em tempos diferentes a partir de plantas tratadas com uma formula-ção de suporte de planta de acordo com a invenção, comparada a plantasde controle não-tratadas conforme descrito no Exemplo 5;
A figura 6 é um gráfico mostrando os números pimentas verdescolhidas em tempos diferentes a partir de plantas tratadas com uma formula-ção de suporte de planta de acordo com a invenção, comparada a plantasde controle não-tratadas conforme descrito no Exemplo 5;
As figuras 7, 8, 9 e 10 são micrográficos de seções de plantasde polpa jovens tratadas com formulação de suporte de planta de acordocom a invenção, conforme descrito no Estudo I do Exemplo 6;As figuras 11 e 12 são gráficos ilustrando o crescimento de plan-tas Clivia tratadas com formulação de suporte de planta de acordo com ainvenção, conforme descrito no Estudo 2 do Exemplo 6;
A figura 13 é um gráfico mostrando o diâmetro principal médiode plantas de alface tratadas com Elementol R, versus plantas de controlesobre um período de 12 semanas após transplantação, conforme descrito no
Exemplo 16;
A figura 14 é um gráfico mostrando o crescimento comparativomédio na altura de planta de plantas de alface tratadas com elementol R1versus plantas de controle sobre um período de 12 semanas após transplan-tação, conforme descrito no Exemplo 16;
A figura 15 é um gráfico mostrando um exemplo de uma plantapor comparação de planta de plantas de alface tratadas com elementol R,versus plantas de controle, conforme descrito no Exemplo 16, usando-seplantas com um número similar de folhas no 1Q tratamento;
A figura 16 é um gráfico que ilustra a % de aumento médio emrazões Fm:Dm durante o período de ensaio causado pelo tratamento de e-lementol-R das plantas de alface, versus plantas de controle, conforme des-crito no Exemplo 16;
A figura 17 é um gráfico que ilustra a diferença nas plantas dealface tratadas com elementol-R e plantas de controle em termos da % deumidade, conforme descrito no Exemplo 16;
A figura 18 é um gráfico que ilustra a taxa de respiração por mgde proteína para o período de estudo nas plantas de alface tratadas comelementol-R e plantas de controle, conforme descrito no Exemplo 16;
A figura 19 são dois gráficos mostrando uma comparação dosteores médios de clorofila A e B por mg de proteína por massa fresca entreplantas de alface tratadas com elementol-R e plantas de controle pelo perío-do do estudo, conforme descrito no Exemplo 16;
A figura 20 é um gráfico que reflete as razões de clorofila A-Bobtidas a partir da clorofila corrigida por mg de proteína e massa fresca, con-forme descrito no Exemplo 16;A figura 21 é um gráfico mostrando as mudanças no númeromédio de botões de flores formados durante as primeiras poucas semanasapós transplantação (WAT) tratados com elementol R e das plantas de to-mate de controle, conforme descrito no Exemplo 17;
A figura 22 é um gráfico mostrando a % de aumento médio naprodução de botões de flores tratados com elementol R e plantas de tomatede controle, conforme descrito no Exemplo 17;
A figura 23 é um gráfico que mostra o aumento linear de rendi-mento médio acumulativo para 3 plantas de tomate sobre o período do estu-do, conforme descrito no Exemplo 17;
A figura 24 é um gráfico que mostra a razão de fruto acumulativamédia para botão acumulativo médio de plantas de tomate tratadas, confor-me descrito no Exemplo 17;
A figura 25 é um gráfico que mostra à %média de umidade en-contrada no fruto de plantas de tomate tratadas com Elementol Rf- versusplantas de controle, conforme descrito no Exemplo 17;
A figura 26 é um gráfico que mostra o efeito de ComCat® (CC),Elementol R (E) e combinação destes em mudanças no número acumulativode fruto colhido de 3 plantas por grupo sobre um período de 13 semanas,conforme descrito no Exemplo 18;
A figura 27 é um gráfico que mostra a massa de fruto acumulati-va total observada de plantas tratadas com ComCat® que é retido em Ele-mentol R, conforme comparado ao aumento observado com Elementol R ouComCat® individualmente, conforme descrito no Exemplo 18;
A figura 28 é um gráfico que mostra o aumento na massa defruto fresca pela combinação de Elementol R e CC, conforme descrito noExemplo 18;
A figura 29 é um gráfico que mostra a taxa de respiração porteor de proteína após a primeira administração (semana 5) e a segunda ad-ministração (semana 9) do Elementol R, ComCat®, e tratamento de combi-nação, conforme descrito no Exemplo 18;
A figura 30 é um gráfico que ilustra as quantidades comparativasde clorofila B por mg de proteína conforme determinadas na semana 13 doensaio descrito no Exemplo 18;
A figura 31 é um gráfico que mostra as leituras Brix comparati-vas na semana 13 para plantas tratadas com Elementol R, tratadas com CC1e plantas tratadas de combinação descritas no Exemplo 18 com HCIO4 comoexperiência;
A figura 32 é uma fotografia de germinação de rabanetes no pa-pel de germinação em no estudo in vitro descrito no Exemplo 19;
A figura 33 é um gráfico que ilustra o comprimento médio com-parativo medido para coleóptilos de trigo para o controle de fertilizador, e asvárias dosagens de Elementol R descritas no Exemplo 18;
A figura 34 é um gráfico que mostra o aumento no rendimentode grão de trigo por uma administração simples de Elementol R cultivado emensaios de campo, conforme descrito no Exemplo 19; e
A figura 35 é um gráfico que mostra a planta comparativa média,pesos de raiz e folha de plantas de milho cultivadas de sementes tratadascom o fungicida Captan, com uma combinação de Captan e Elementol R, oucom sementes não-tratadas, conforme descrito no Exemplo 19.
PREPARAÇÃO 1
PREPARAÇÃO DE FORMULAÇÃO DE SUPORTE DE PLANTA ADEQUA-DA PARA USO COMO UM VEÍCULO DE DISTRIBUIÇÃO PARA USO NADISTRIBUIÇÃO DE UMA SUBSTÂNCIA FITOLOGICAMENTE BENÉFICAPARA PLANTAS.
Uma formulação de acordo com a invenção pode ser produzidaconforme segue:
Etapa 1: Um volume desejado de água é saturado com o gás indicado (nesteexemplo, óxido nitroso, mas o mesmo procedimento geral com menores mo-dificações é usado quando se emprega dióxido de carbono) à pressão ambi-ente usando-se um vaso de pressão e pulverizador. O vaso está ligado a umsuprimento de óxido nitroso, via uma válvula de controle de fluxo e reguladorde pressão. O vaso fechado é suprido com óxido nitroso a uma pressão de 2bar por um período de 96 horas, determinando-se que na temperatura antesmencionada, a água é saturada com óxido nitroso sobre tal período de tem-po sob a pressão acima mencionada. No caso da preparação da formulaçãobásica ou de estoque (aqui referida como Elementol B) a ser usada em siprópria, ou quando é para ser usada como um veículo de distribuição paranutrientes, ou a maioria de água clorinada de pesticidas orgânicos sintéticosé usada. Onde a formulação de estoque é pretendida para ser usada comoum veículo de distribuição para pesticidas ou biocatalisadores para plantas,a água é tamponada com fosfato para um para um pH de 5,8. de 5,8.araaraaaaaa
Etapa 2: As seguintes composições baseadas em ácido graxo foram produ-zidas: Primeiro, Vitamina F Etil Éster CLR 110 OOO Sh.L. U/g obtida de CLRChemicals Laboratorium Dr. Kurt Ricter GmbH de Berlin, Alemanha, que écomposta principalmente em 21% de ácido oléico, 34% de ácido linolénico, e28% ácido linoléico que são modificados por esterificação com um grupoetileno do terminal carbóxi, foi aquecida a 75°C. Segundo, ácido graxo pegi-Iatado hidrogenado, ácido ricinoléico (também conhecido pelo nome de INCIcomo PEG-n-Òleo de Rícino Hidrogenado), foi aquecido a 80°C e misturadocom o primeiro grupo de Vitamina F Etil Éster baseada em ácido graxo a70°C. A razão do primeiro grupo de ácidos graxos para o ácido graxo ulteriorfoi geralmente 3:1 para aplicação foliar. No caso da adição da preparação agrandes recipientes de suprimento de plantas por irrigação de gotejamentoem ambientes controlados em uma base contínua, a razão foi 5:1 a 6:1.
Etapa 3: dl-a-Tocoferol de percentagens variadas (concentração final de en-tre 0,1% quando usado como antioxidante geral (Elementol B), e 0,25% v/vquando usado como regulador de fase reprodutiva de planta, ou para sincro-nização (Elementol R), foi adicionado à mistura de ácidos graxos aquecidaacima, ou como antioxidante, ou como modulador de crescimento.
Etapa 4: A água ou água tamponada foi aquecida a 74°C e misturada com amistura de ácido graxo com o auxílio de um cisalhador de alta velocidade auma concentração final de entre 3,2 e 4%, dependendo do uso específico dapreparação. Esta mistura de ácido graxo constitui a preparação básica quecontém vesículas de tamanhos na faixa nanomedidora conforme determina-da pela análise de tamanho de partícula em um dimensionador Malvam.Etapa 5: À preparação básica podem ser adicionados ácidos graxos etilata-dos adicionais DHA (ácido decahexanóico) e EPA (ácido elcosapentanóico).A quantidade preferível dos dois ácidos graxos para esta invenção foi 0,5%.A adição destes ácidos graxos resulta na formação de microesponjas prefe-rivelmente do que vesículas, com partículas entre 2-5 μιτι em tamanho, con-forme determinado pela análise de tamanho de partícula em um dimensio-nador Malvam.
Etapa 6: A preparação básica é diluída com água para administração àsplantas. As diluições foram geralmente 1:1 para aplicação em caule, 1:10para ornamentais em locais abertos, 1:200 para leitos de suporte, 1:600 e1:800 para pomares, 1:1000 para colheitas de campo aberto e ambientescontrolados, 1:500 para coloração de fruto, e 1:5000 em sistemas hidropôni-cos dependendo do método de administração, do tipo de cultivo (por exem-pio, irrigação de gotejamento, pulverização foliar por mão, trator ou plano).
Partículas adequadas de tamanhos constantemente homogê-neos variando de 50 pm podem ser fabricadas com facilidade em uma gran-de escala. O tamanho e forma das partículas podem ser reprodutivamentecontrolados. O potencial Zeta do Elementol B e Elementol R, preparadosconforme descrito acima, foram administrados por meio de e verificados paraserem -46 mV e -38 mV, respectivamente. Variações no tamanho de partícu-la das microemulsões podem ser efetuadas pela variação da composição, evariações no potencial Zeta da emulsão podem, do mesmo modo, ser efetu-adas pela variação da composição.
PREPARAÇÃO 2
PREPARAÇÃO TÍPICA DE FORMULAÇÃO CONTENDO UMA SUBSTÂN-CIA FITOLOGICAMENTE BENÉFICA NA FORMULAÇÃO DE SUPORTE DEPLANTA DE ACORDO COM A INVENÇÃO COMO UM COMPONENTE DEUM VEÍCULO DE DISTRIBUIÇÃO
Etapa 1: Uma ou mais substâncias fitologicamente benéficas podem ser reti-das nas preparações de Elementol básicas e de Elementol tamponado des-critas acima, pela mistura da substância desejada na formulação de Elemen-tol à temperatura ambiente ou temperatura de campo antes da diluição paraadministração, conforme descrito na etapa 6 da preparação 1. A mistura po-de ocorrer por sacudimento ou agitação. Após mistura, as preparações sãogeralmente permitidas 'curar' por pelo menos 30 minutos, mas não mais doque 3 horas, antes de diluição com água para administração. No caso desubstâncias com grandes pesos moleculares, tais como peptídeos, as prepa-rações são deixadas durante a noite a 4°C.
EXEMPLO 1
USO DE ELEMENTOL COMO VEÍCULO DE DISTRIBUIÇÃO PARA ADMI-NISTRAÇÃO DE NUTRIENTE FOLIAR EM MELANCIA
Introdução
Contrário às colheitas de melancia anteriores em um canteiroselecionado de 16 Ha, a colheita de melancia deste estudo tinha um poten-cial de rendimento baixo mesmo embora não existam mudanças quandocomparadas com partículas prévias. O seguinte foi observado durante Janei-ro de 2005:
1.) Envelhecimento prematuro ocorrendo durante janeiro de2005. Ele foi um fenômeno difundido.
2.) O último foi principalmente emsignado para nematóides re-sultando na redução de eficiência de raiz. Este resultou em muitos frutos
tornando-se deformados e sofrendo de "apodrecimento final da flor".
3.) Infecções fungais foliares eram comuns, indiferente da apli-cação pró-ativa de fungicidas em uma base de dia 10. Os fungicidas foramalternados para reduzir o risco de resistência pelos fungos.
Ensaio
A decisão foi tomada para manter o programa de fungicida, maspara introduzir uma aplicação de nutriente como uma pulverização foliar.
A pulverização experimental, por hectare, continha o seguinte:
5 kg de CaCI2 dissolvidos em 26,0 litros de água.
1,0 litro de "aminoácido complexado Cálcio" (100 g/litro de Ca).
0,5 litro de "aminoácido complexado Cobre" (75 g/litro de Cu).
6 ml de Elementol B.O conceito tinha o seguinte como objetivos:
1.) Auxiliar a resistência interna da planta à infecção fungai como cobre e Elementol B, e
2.) Ter cálcio disponível no "meristema", para aperfeiçoar a "in-tegridade da parede de célula" durante qualquer desenvolvimento foliar futu-ro e de raiz, resultando potencialmente, em resistência fungai adicional eeficiência foliar e de raiz aperfeiçoada.
O Elemento B foi adicionado aos aminoácidos, e a mistura foipermitida "curar" por 15 minutos antes da diluição. A diluição foi feita pelaadição de 28,5 litros da água de CaGl2. A água de CaCl2 foi preparada 48horas em avanço. A proposta para a dissolução de avanço do CaCl2 foisubmeter o cloro a "UV" esperando ter um efeito reduzido deste elementodurante o ensaio. Os 1,56 litros de mistura de aminoácido/Elementol", juntocom os 28,5 litros de água "enriquecida com Ca", resultaram em um total dealguns 30 litros da preparação sendo aplicados por hectare. A aplicação foipor pulverização foliar aérea.
A mesma aplicação foi repetida 10 dias mais tarde, tendo au-mentado o Elementol B na preparação para 12 ml/ha.
Controle:
As tiras de controle foram tratadas identicamente às tiras de en-saio, mas excluído o Elementol B.
Repetição:
Desde que ambos o ensaio e o controle receberam duas aplica-ções aéreas, a integridade da repetição foi obtida pelo uso de sistema deposicionamento global diferencial SALTOC (DGPS). O instrumento foi mon-tado na aeronave como equipamento padrão. Cada "curso de pulverização"durante a primeira aplicação foi salva. Isto permitiu que a segunda aplicaçãofosse aplicada com menos do que 0,5 metro de desvio a partir da primeiraaplicação.
Observações:
Dentro de 48 horas da primeira aplicação, existia uma diferençavisual entre as tiras tratadas e aquelas do controle. As tiras de ensaio mos-traram sinais de "rejuvenescimento". As plantas tratadas mostraram até umasombra mais escura de verde, comparada ao controle. Ao mesmo tempo,estas plantas foram mostrando um aumento observável no florescimentocomparado ao controle. Este fenômeno incita o cultivador a requerer umasegunda aplicação com um componente de Elementol B aumentado (12ml/ha).
Ambas aplicações foram feitas durante janeiro de 2005.
As melancias tratadas com Elementol B, indiferente dos volumesaplicados muito baixos (6 ml & 12 ml, respectivamente), envelheceram bemantes do controle. Este retardo no envelhecimento variou entre 2 a 5 sema-nas. Embora a deformação entre fruto não fosse reduzida por este tratamen-to, ele reduziu significantemente o apodrecimento final da flor.
Devido à ocorrência difundida, através do campo, do problemainicial, somente observações foram feitas.
EXEMPLO 2
USO DE ELEMENTOL B COMO VEÍCULO DE DISTRIBUIÇÃO PARA AD-MINISTRAÇÃO FOLIAR DE FUNGICIDA EM FEIJÕES DE AÇÚCAR
Plantação de Feijões de açúcar em canteiros de 120 Ha foi deita em leitosde semente medindo 910 mm afastado (espaçamento de 3 pés).
Ensaio
Este ensaio tinha o seguinte como objetivo:
Pulverização de Elementol B como uma aplicação foliar juntocom um fungicida, por trator, para observar qualquer reação pela planta comrelação a florescimento/rendimento.
Para o ensaio, uma área de 10 hectares foi demarcada usando-se tecnologia de GPS, e marcadores de solo.
A pulverização experimental, por hectare, compreende do se-guinte:
200 litro de água;
40 ml de Elementol Básico;
250 ml de Punch® C.
ControleA área de controle compreende de 10 hectares no mesmo bloco.Uma área de tampão de 30 metros separa ensaio e controle. A pulverizaçãoaplicada aqui não continha Elementol.Repetição:
Provisão foi feita para repetição por demarcação de ambos en-saio e blocos de controle usando-se tecnologia de GPS e marcadores desolo. Duas pulverizações foram administradas.Observações:
A amostragem das vagens foi feita pela mão. O método de a-mostragem usado foi séries aleatórias de 10 χ 10. Este método foi tambémusado para amostrar o controle.
Conclusão:
O resultado da amostragem foi conforme segue:Punch® C com Elementol B: 2,390 kg/haPunch® sem Elementol: 2,180 kg/ha
Estudos subseqüentes mostraram que Elementol B contribuiu para o efeitoantifungal, bem como para o aperfeiçoamento do rendimento.
EXEMPLO 3
DETERMINAÇÃO DE EFEITOS DE FITOTOXICIDADE E BENÉFICOS DEELEMENTOS R POR ADMINSTRAÇÃO FOLIAR EM MORANGOS
A plantação dos morangos no canteiro de ensaio de 12 ha co-meçou durante o início de 2005. O material de planta é todo de primeira ge-ração. Os blocos plantados se inclinam para baixo em uma direção a oeste,e a elevação é aproximadamente 100 metros acima do nível do mar médio.O solo tem um teor de argila de menos do que 5%, e um teor de carbonoorgânico de 0,5%.Ensaio
Este ensaio tinha o seguinte como objetivo:Pulverização de Elementol R como uma aplicação foliar, por tra-tor, para observar qualquer reação das plantas com relação a florescimento.
A pulverização experimental, por hectare, compreende do se-guinte:200 litro de água;250 ml de Elementol R.
A pulverização foi feita sob as seguintes condições:Temperatura: 23°C (O Δ entre bulbo úmido e seco: <5°C)Umidade: 28%
Distribuição de gotícula: variando 15/cm2Blocos tratados: Blocos 6 & 7Bloco de controle: Bloco 5
Fisiologia: Pulverização começou somente uma vez 20% do florescimentoiniciado das plantas.
Controle
Fechamento do túnel de controle nQ 5 durante a aplicação doElementol R para blocos 6 & 7 impediu contaminação por depósito.Observações:
Os dois blocos tratados, por amostragem aleatória, produziramem excesso de 100% mais flores do que o bloco de controle. A observaçãofoi feita 21 dias após aplicação. Nenhum sinal de fitotoxicidade foi observa-do.
EXEMPLO 4
USO DE ELEMENTOL B COMO VEÍCULO DE DISTRIBUIÇÃO PARA AD-MINISTRAÇÃO DE ÁCIDO BÓRICO FOLIAR EM CÍTRUS (LARANJA-DA-BAIA var. LlNA).
Introdução
O pomar de ensaio foi um pomar de 15 Ha no qual as árvoressão de cerca de 12 anos de idade, significando que as árvores são maduras.A população de planta por hectare é 617 árvores/ha. Laranjas da baía Iina éuma variedade recente. A obtenção destas para o mercado primeiro temgrandes vantagens financeiras ao cultivador.
Níveis altos de ácido giberélico, dentro das plantas que supor-tam fruto, resultam em coloração retardada de fruto. A experiência de campoindicou que a taxa de crescimento vegetativa de muitas plantas pode serreduzida pela aplicação, como uma pulverização foliar, um volume calculadode Boro. A fonte de boro geralmente usada foi ácido bórico (H3BO3).
No mesmo cultivador, durante a estação de ensaio, Ácido bóricofoi aplicado, em um modo calculado, a limões que foram sobre-nitrificados.Sobre-nitrificação de limões conduz a crescimento vigoroso com uma redu-ção na formação de fruto. O aproveitamento deste fenômeno de crescimentofoi alcançado usando-se ácido bórico.
Ensaio
Tendo-se efetuado a inibição de crescimento vigoroso com ácidobórico e limões, foi assumido que tal aplicação, em combinação com Ele-mentol B, pode resultar em coloração inicial de Laranjas-da-baía nas árvo-res, economizando, desse modo, no desverdeamento com etileno em umacâmara de atmosfera controlada.
Este ensaio foi demonstrado em Laranjas-da-baía, variedadeLina. A área superficial era de 15 hectares. O objetivo foi primeiramente decoloração das árvores. Nenhum controle foi demarcado dentro da área deensaio. Os pomares dos cultivadores, adjacentes ao ensaio, foram monito-rados como um controle possível.
A pulverização experimental, por hectare, compreende do se-guinte:
2000 litro de água;130 ml de Elementol B;1 kg de Ácido Bórico
O boro foi dissolvido/suspenso em água antes a adição de Ele-mentol. Um tempo de cura de 30 minutos foi permitido antes da água seradicionada para diluição final.
Observações:
As Linas tratadas mudaram de cor nas árvores aproximadamen-te 2 semanas mais cedo do que os controles adjacentes. Estas laranjas-da-baía foram colhidas uma semana mais cedo do que outras na vizinhança.
EXEMPLO 5
INVESTIGAÇÕES AMBIENTAIS CONTROLADAS NO IMPACTO DE ELE-MENTOL R NO RENDIMENTO DE PLANTA DE PEPEINO:Materiais e Métodos
Materiais
Túneis cobertos de plástico Dicla (plástico de 2 um de espessuracom proteção de UV inerente para plantas) com tanques de 2 χ 5000 I ebombas, meio de crescimento de pó de serra, sacos plásticos de 15 litros,brotos (pepino) de Dicla, África do Sul. Brotos de pimenta verde de King A-thur, soprador Stihl, nitrato de cálcio de Ocean ou Omnia (África do Sul) ouHydroGro (Ocean)1 ácido nítrico (Ocean), sulfato de potássio (Ocean).
Métodos:
Levantamento geral: Um túnel e tanque cada foram localizados para o pro-duto teste, e um túnel e tanque cada foram usados como controle. Os túneisforam arrefecidos por arrefecimento de ar com abertura e fechamento deflapes. Os flapes e portas foram usualmente fechados em entre 18:00 e19:00 para a noite, e abertos em entre 06:00 e 08:00 toda manhã, depen-dendo da temperatura. A orientação dos túneis era norte para sul, provendoa direção do vento prevalescente para auxiliar com arrefecimento. Nenhumsistema de aquecimento ou arrefecimento adicional foi usado nos túneis.
Plantas:
Pepinos: 720 brotos de pepino de 3 semanas de idade foram transplantadosde bandejas de brotos em sacos plásticos contendo pó de serra em cada umdos túneis no início do verão. As plantações foram feitas em 6 séries de 120plantas por série. As plantas mais fortes foram selecionadas para o túnel decontrole.
Pimentas verdes: 500 brotos de King Arthur foram plantados em sacos plás-ticos de 10 litros enchidos com pó de serra no túnel de teste, enquanto 504brotos similares foram plantados em sacos plásticos de 15 litros enchidoscom pó de serra. As plantas foram crescidas fora dos túneis nos 2 primeirosmeses sem qualquer adição de Elementol R, e, em seguida, movidas paraos túneis, para sua estação de suporte de pimenta. A adição de Elementol Ràs plantas de teste foi iniciada duas semanas após a transferência das plan-tas a partir do lado de fora para os túneis. Uma diferença significante no ren-dimento de pimentas verdes foi observada no teste. A possibilidade foi invés-tigada que plantas podem estar favoravelmente dentro do túnel de teste porrazões outras do que o tratamento com Elementol R. Para controlar estapossibilidade, o tratamento com Elementol R foi interrompido por um períodode 10 dias (dias 120-130), após o qual ele foi resumido.Irrigação:
Pepinos: Plantas pequenas receberam 15 minutos de irrigação por goteja-mento um dia através de gotejadores de 4 litros/hora, desse modo, um totalde 3 litros/dia. A irrigação foi aumentada para 30-40 minutos/dia (> 4 li-tros/dia) após 6 semanas, quando as plantas começam a suportar fruto quepode ser colhido, e para acomodarem as altas temperatura de verão de até45°C dentro dos túneis.
Pimentas: O tratamento de plantas pequenas foi similar àquele dos pepinos,mas o volume de irrigação foi aumentado após 8 semanas para > 5 li-tros/dia/planta.
Produto de teste:
O produto de teste é um sistema de distribuição benéfica deplanta, denominado Elementol R. Foi hipotetizado que este sistema podeaumentar.
a) a solubilidade, e
b) a absorção de nutrientes, e mais especificamente, cálcio.
O produto de teste foi administrado por irrigação da raiz. Ele-mentol R foi misturado com o nutriente do tanque que supriu irrigação para otúnel de teste.
A mistura de nutriente para irrigação foi conforme segue:
Para cada tanque enchido com 5000 I de água de sondagem,500 ml de ácido nítrico foi adicionado para abaixar o pH para 6,0, após oqual 24 kg de mistura de nutriente e 2 kg de nitrato de cálcio foram pré-misturados com água, e adicionados ao tanque nesta ordem. Para o tanquee túnel de teste, pré-mistura foi 11 de Elementol R e água. No caso das pi-mentas verdes, 500 g do nitrato de cálcio foi substituído com 500 g de sulfa-to de potássio quando as plantas começaram a suportar fruto. De duas emduas semanas, 100 ml de um desinfetante, tal como Prasine1 foram adicio-nados ao tanque total para impedir crescimento de algas. Todo 4- dia, asplantas foram inundadas com água de perfuração somente, após o qual aalimentação de nutriente continua.
Análise:
Pepinos:
Os seguintes parâmetros foram investigados durante as váriasfases de crescimento de planta:
i) Comprimento da planta
ii) Comprimento da folha
iii) Ne de nodos
iv) Rendimento de pepino
Comprimento de Planta: Durante o período de crescimento inicial, é possívelmedir o comprimento da planta. Vinte plantas selecionadas aleatoriamentede cada série (120 plantas para cada túnel) foram medidas para comprimen-to a partir do nível do pó de serra para a ramificação mais alta de caule. Ossacos plásticos das plantas medidas foram marcados com cal, para impedirmedição repetida das mesmas plantas. O comprimento médio em cada sériefoi calculado e usado para comparação.
O comprimento da Folha: do fundo de duas folhas de uma planta foi deter-minado, usando-se um número similar de plantas e procedimento de seleçãoe cálculo, conforme descrito para comprimento de planta.Número de lnternodos: O número de ramos formados foi contado, usando-seum número similar de plantas e procedimento de seleção e cálculo, confor-me descrito para comprimento de planta.
Rendimento de Pepino: Os pepinos foram colhidos. Somente aqueles pepi-nos próprios para venda em uma loja de cadeia de prestígio elevado foramcontados e pesados. Os pepinos que estavam encurvados, amarelo, ou doqual a aparência geral não estava de acordo com os requerimentos de ven-da não foram levados em conta.
Pimentas Verdes:
O experimento de pimenta verde foi cessado devido à aproxima-ção do inverno. Um sistema de aquecimento idêntico instalado nos túneis secomprovou ser insuficiente e as plantas foram expostas a temperaturas a-baixo de 2°C. Somente a produção passível de venda foi determinada paraas pimentas verdes.
Resultados e Discussões:
Pepinos:
O comprimento da planta foi determinado para 120 brotos alea-toriamente selecionados em idades de 4, 5 ou 6 semanas após transplanta-ção. O comprimento médio, representando o crescimento médio para cadatúnel, foi calculado. A Tabela 1 ilustra o crescimento semanal médio dos bro-tos. Onde as plantas de controle médio eram inicialmente mais altas (sema-na 4) do que as plantas do túnel de teste, as plantas que foram irrigadascom o Elementol R adicionado, cresceram mais rápido do que aquelas dotúnel de controle, conforme determinado duas semanas após o começo dotratamento com Elementol R.
Tabela 1: Crescimento médio em comprimento (cm)
<table>table see original document page 33</column></row><table>
A figura 1 ilustra o aumento no número de nodos pela adição deElementol R à mistura de nutriente 3 semanas após transplantação dos bro-tos, e início de tratamento. Dois nodos foram determinados para 20 plantasaleatoriamente selecionadas em cada uma das 6 séries, tomando-se cuida-do que plantas diferentes fossem usadas do que para a determinação docomprimento. Em cada série, as plantas tratadas com Elementol R conti-nham mais nodos após 3 semanas de tratamento, embora o aumento fossemenor do que 1 (0,73) nodo por planta quando avaliado. O erro padrão émenor para as plantas que foram irrigadas pela mistura Elementol-nutriente,indicando um efeito de sincronização no crescimento da planta.
Quando um aumento de 0,73 nodos por 3 semanas de tratamen-to são projetados para um período de crescimento total de 18 semanas, adiferença média no número de nodos/planta como um resultado de adminis-tração de Elementol R é 4,4 nodos/planta, que é estatisticamente significan-te. A importância de nodos aumentados é que ela indica o número de ambosfolhas e flores de suporte de fruto que a planta desenvolverá.
A figura 2 ilustra o aumento no tamanho de folha por administra-ção de raiz de Elementol R. O comprimento da folha foi determinado em 120plantas em cada túnel; 20 partes por série três semanas após o início deadministração de Elementol R. Conforme é o caso com o comprimento daplanta, os tamanhos das folhas das plantas no túnel de teste foram levemen-te menores do que das plantas de controle antes da administração de Ele-mentol ser iniciada. A diferença no tamanho de folha causada pelo tratamen-to de Elementol é significante e importante no desenvolvimento da planta, evisto que as folhas são responsáveis pela fotossíntese. Uma vez novamente,o erro padrão foi menor para as plantas que receberam Elementol R.
É geralmente aceito que o período de rendimento para pepinos é12 semanas, embora alguns produtores colham fruto por um período de 16semanas. Nas figuras 3 e 4, o rendimento das plantas sobre um período de12 semanas é ilustrado; desse modo, a idade da planta é ilustrada abaixo naadição de:
3 semanas de crescimento de broto a broto (não-tratado) + 3semanas de um crescimento de Elementol R pré-colhido tratado + 12 sema-nas de colheita com tratamento de Elementol R. Embora as plantas estives-sem ainda produzindo flores na semana 20, a investigação foi cessada na-quele ponto, devido a uma infestação de mosca branca pesada na ausênciade um programa de pesticida de formato.
No início da colheita, os pepinos foram classificados como mé-dios a grandes (até 37 cm). Contudo, pelo final da A- semana e até a 20âsemana, os pepinos estavam entre 41 a 47 cm de comprimento, resultandoem um número inferior de pepinos, mas uma melhor colheita em termos depeso. Por esta razão, os resultados no rendimento são separados para osdois períodos de tempo.
É necessário notar que a colheita dos dois túneis ocorreu simul-taneamente, e, portanto, o rendimento está ligado a dias específicos da se-mana. Isto pode ser levemente artificial, visto que a colheita do túnel de con-trole 3 dias mais tarde do que o túnel de teste pode ter dado uma distribui-ção mais igual de rendimento de pepino para as semanas 9 a 13. Durante asemana 14, uma interrupção do suprimento elétrico para a irrigação e bom-bas sobre um período de 48 horas causou uma diminuição significante emambas plantas de controle e tratadas com Elementol. A tensão causada pornão-irrigação pareceu ser melhor tolerada pelas plantas tratadas com Ele-mentol, conforme pode ser visto da figura 4.
A Tabela 2 mostra a diferença total, bem como a % de diferençaentre os rendimentos em pepinos a partir dos dois túneis.
Tabela 2: Diferença no rendimento Experimental Controle<table>table see original document page 41</column></row><table>Pimentas verdes:
A figura 8 ilustra o rendimento das pimentas verdes sobre umperíodo de 70 dias. A colheita foi iniciada 3 meses (90 dias) após plantação,enquanto que tratamento com Elementol R iniciou duas semanas pré-colheita. Após 160 dias, as plantas foram expostas a tais baixas temperatu-ras que o experimento foi cessado, embora as plantas estivessem aindaproduzindo fruto para colheita.
O impacto de Elementol R no rendimento de pimentas verdes éilustrado na figura 6. A primeira seta indica o início da interrupção de 10 diasde tratamento com Elementol, onde a segunda seta indica quando tratamen-to de Elementol R foi resumido. Cada ponto indica a colheita combinada pa-ra aquele túnel sobre um período de dez dias. Uma diminuição no rendimen-to é imediatamente observável após interrupção de tratamento de ElementolR no túnel de teste. O rendimento diminuiu e estabilizou em um nível similaràquele do túnel de controle, indicando que o rendimento aumentado podeser especificamente designado para a presença do Elementol R.
A Tabela 3 mostra o rendimento total e % de diferença no ren-dimento por túnel.
Tabela 3: Diferença no rendimento
<table>table see original document page 36</column></row><table>
A determinação da % de diferença entre os dois grupos pode, narealidade, somente ser produzida para o período de tempo antes da inter-rupção de tratamento, visto que é difícil estimular o efeito de longo prazo detal interrupção.
Conclusão:
O impacto do Elementol R no rendimento de fruto de duas espé-cies de planta diferentes foi investigado - aquele de pepinos e pimentas ver-des. A adição de Elementol R à mistura de nutrientes de planta resultou emaumento estatisticamente significante de rendimento de fruto colhido emambas espécies de planta.
EXEMPLO 6
PENETRAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO EM PLANTAS DICOTILA.INVESTIGAÇÃO NO POTENCIAL DA TECNOLOGIA DE ELEMENTOL BPARA APLICAÇÕES AGRÍCOLAS.
O antecedente aos projetos é conforme segue:
Antecedente ao Estudo
O Elementol B consiste principalmente em uma função-númeroespecífico e combinação de ácidos graxos insaturados e oxido nitroso.
Os estudos preliminares foram experimentados para determinar1) a permeação/penetração de Elementol B nas plantas e o des-locamento de Elementol B nas plantas sobre o tempo, e
2) a possível contribuição de Elementol B para a distribuição denutrientes de planta pra plantas.
Métodos e Materiais
Preparação de Elementol:
45 g de Elementol básico médio foram diluídos com 225 g de água purificadasaturada com óxido nitroso (Na2O-H2O) à temperatura ambiente. A misturafoi sacudida vigorosamente, e 1250 μΙ do marcador fluorescente Nile Red(1,6 pg/ μΙ; Molecular Probes, Holland) foi adicionado.
Estudo 1
Objetos de Teste:
Plantas de polpa jovens hidroponicamente cultivadas (n=3) (di-cotila) em estágio de flor plantadas em sacos contendo aparas de madeira(meio de suporte) foram obtidas de uma sementeira para este estudo piloto.
As plantas foram localizadas conforme segue:
Planta 1: Controle - Nada administrado.
Planta 2: Adição de 100 ml de mistura de Elementol preparada para o sacode meio de suporte com apara de madeira para investigar aplicação de raiz.
Planta 3: A planta total foi pulverizada com a mistura de Elementol, excetopara uma folha que foi coberta com plástico antes da pulverização.
Após a administração da mistura de Elementol conforme descritoacima, as plantas não receberam nutrientes adicionais, mas foram aguadasdiariamente. Após 3 semanas, as polpas jovens colhidas foram comparadasem termos de tamanho e peso.
Permeação/penetração e visualização de deslocamento:
As folhas foram dissecadas para obter tecido de planta de loca-ções desprovidas de veias predominantes, bem como cortes transversais deveias proeminentes. Dissecações de raiz foram realizadas ao longo do com-primento da raiz superior. A absorção e deslocamento do Elementol fluores-centemente etiquetado foram visualizadas por Microscopia de Varredura deLaser Confocal em Nikon PCM2000 com um microscópio Nikon Eclipese 300invertido, equipado com laseres de Spectra Physics Krypton/Argônio e Hé-lio/Neon. Os seguintes objetivos foram usados - Plan Apo 100x/1,4 Oil DICH; Plan Apo 60x/1,4 Oil DIC H; e um Plan Flúor/0,75 DIC M. Imagens confo-cais (micrográficos) foram digitalmente capturadas via detector de fluores-cência e fotomultiplicadores. Micro-imagem de tempo real foi feita com umsistema de câmera de vídeo Mikon DMX. Estudos profundos foram obtidosusando-se um cabeça de varredura 3D em combinação com uma profundi-dade z-acionamento de etapa.
Resultados:
Os resultados são ilustrados nos micrográficos obtidos por mi-croscopia de varredura de laser confocal.
Planta 1: Neste micrográfico, nenhum Elementol foi administrado à planta. Omaterial é visualizado por causa da autofluorescência.
Planta 2: Elementol R (pré-etiquetado com o marcador fluorescente verme-Iho Nike Red) foi absorvido pela planta através das folhas, e é visível emseções transversais de veias proeminentes de ambas as partes cobertas,bem como tratadas, e em dissecações das folhas. Neste micrográfico, quasetodas as vesículas do Elementol permearam as células da própria folha, compoucas das vesículas de Elementol permanecendo em veias proeminentesda planta. A penetração e deslocamento da folha através de todas as folhasocorreram em menos do que 60 minutos (tempo médio aproximadamente 20minutos).
Planta 3: Vesículas de Elementol B penetraram à planta através das raízes evisualizadas no segmentos de raiz, bem como as seções transversais deveias proeminentes. A permeação e deslocamento de raiz foram observadasem menos do que 60 minutos.
Os pesos encontrados para as primeiras polpas jovens colhidassão dados abaixo:
Planta 1: Embora várias flores fossem observadas nesta planta, nenhumpolpa jovem estava presente na data d colheita, enquanto as plantas 2 e 3produziram fruto de uma aplicação simples de Elementol B e água.Planta 2: 64,95 gPlanta 3: 28,38gO estudo não foi continuado.Estudo 2
Levantamento aumentado e/ou distribuição de nutrientes emcliviais hidroponicamente cultivadas.
O levantamento de alguns dos minerais e elementos de traço demeio hidropônico suprido é, às vezes, problemático. O estudo 1 mostrou emum número muito pequeno de plantas que vesículas de Elementol são ab-sorvidos pelas plantas, e podem ainda contribuir para seu crescimento. Noestudo 2, um mistura de nutriente hidropônico básico foi retida nas vesículasde Elementol, e o crescimento das plantas foi monitorado.Objetos de Teste:
5 grupos de 6 semente de Clivia cada foram plantados em apa-ras de madeira em retentores de planta de caixa de papelão. Os grupos fo-ram tratados diariamente conforme descrito abaixo.
O grupo 1 recebeu 5 ml de H2O.
O grupo 2 recebeu 5 ml de meio hidropônico diluído em H2O àconcentração estipulada.
O grupo 3 recebeu 5 ml de meio hidropônico misturado com umElementol de baixa concentração (1,98%) à concentração estipulada.
O grupo 4 recebeu 5 ml de meio hidropônico misturado com E-Iementol de alta concentração (4%) à mesma concentração usada nos Gru-pos 3 e 4.
O grupo 5 recebeu 5 ml de meio hidropônico diluído com H2Osaturada com oxido nitroso à mesma concentração usada para os outrosgrupos.
Resultados:
Formação de Bulbo:
Após 5 semanas, os bulbos foram investigados com os seguinteresultados:
O Grupo 3 mostrou formação de bulbo significante com 2 dassementes mostrando a formação de bulbos múltiplos de uma semente sim-pies, onde o grupo 5 mostrou formação de bulbo, mas os bulbos pareciammacios e delgados. O grupo 1 mostrou formação de bulbo pequeno pobre. Ogrupo 2 mostrou formação de bulbo, mas os bulbos pesavam somente 38%dos bulbos do grupo 3.
Crescimento vegetativo:
O crescimento vegetativo foi determinado pela medição do com-primento da folha mais longa da planta após os períodos de tempo indica-dos, conforme indicado nas figuras 11 e 12, que ilustram o crescimento so-bre o tempo, e uma comparação de crescimento após 5 semanas. O cresci-mento dos 2 grupos contendo nutrientes hidropônicos dissolvidos em H2O ouN2O-H2O, mas nenhum Elementol B, estão muito em um nível, com as fo-lhas de grupo que receberam N2O-H2O levemente mais longas do que asplantas que receberam água somente. Dos grupos que receberam nutrienteshidropônicos misturados com Elementol Β, o grupo que recebeu a concen-tração baixa de Elementol mostrou o melhor crescimento de todos os gru-pos, pelo que o grupo que recebeu a concentração alta de Elementol mos-trou o pior crescimento. As plantas foram crescidas em retentores de plantade caixa de papelão, e problemas com drenagem tornaram-se claros a partirdo crescimento do molde nas aparas de madeira e nas caixas de papelão deretentores de planta que receberem a alta concentração de Elementol, bemcomo a partir da Iimosidade dos bulbos deste grupo. Neste estágio, nenhu-ma conclusão pode ser tomada a partir deste grupo. Uma série de diluiçãode Elementol terá que ser investigada.
EXEMPLO 7
USO DE ELEMENTOL R COMO VEÍCULO DE DISTRIBUIÇÃO PARA AD-MINISTRAÇÃO DE NUTRIENTE FOLIAR (CÁLCIO) EM MORANGOSIntrodução:
A plantação dos morangos em canteiro de ensaio de 12 ha du-rante o início de abril de 2005. O material de planta é todo de primeira gera-ção. Os blocos plantados se inclinam para baixo em uma direção a oeste, ea elevação é aproximadamente 100 metros acima do nível do mar médio. Osolo tem um teor de argila de menos do que 5%, e um teor de carbono orgâ-nico de 0,5%.Ensaio
Este ensaio tinha o seguinte como objetivo:Pulverização de Elementol B e cálcio como uma aplicação foliar,por trator, para observar qualquer reação pelas plantas com relação a níveisaperfeiçoados de cálcio nas folhas.
A pulverização experimental, por hectare, compreende do se-guinte:
250 litros de água;250 ml de Elementofid5 kg de CaCI2Ensaio e Controle:
Os blocos de ensaio eram de números 5, 6 & 7, enquanto que osblocos de controle eram de números 1, 2, 3 & 4. Os blocos de ensaio foramtratados com a combinação mencionada, enquanto que os blocos de contro-le foram tratados usando-se um "ácido fúlvico" comercial/complexo de Ca-Cl2. A percentagem de cálcio em ambos ensaio e controle foi à mesma.Observações:
Os níveis de cálcio na folha nos blocos de ensaio foram determi-nados 21 dias após aplicação e verificados serem conforme segue:
<table>table see original document page 41</column></row><table>
Os níveis de cálcio na folha nos blocos de controle foram deter-minados 21 dias após aplicação e verificados serem conforme segue:
<table>table see original document page 41</column></row><table>Conclusão:
Fica claro a partir dos resultados que existe um aperfeiçoamentodefinitivo nos níveis de cálcio da folha quando CaCfe1 em combinação comElementol R, é aplicado aos morangos.
EXEMPLO 8
USO DE ELEMENTOL R EM ADMINISTRAÇÃO FOLIAR PARA DETERMI-NAR EFEITOS EM PIMENTAS DE SINO DE CEREJA
Introdução:
A plantação foi feita em um canteiro de teste de 12 ha usando-sebrotos a partir da sementeira. As plantas foram irrigadas por gotejamento. Oespaçamento dentro da série deixa as plantas afastadas 300 mm, enquantoas séries eram séries duplas medindo 450 mm afastadas. A população deplanta por hectare foi 30.000.
A proposta de fertilização foi suprir alguns 300 kg/ha de nitrogê-nio, principalmente na forma de nitrato de cálcio e nitrato de potássio. O ob-jetivo de rendimento foi 30 ton/ha. O florescimento ocorre durante dezembroe continua, enquanto que a colheita se inicia mais tarde em fevereiro, e con-tinua ao final de junho. A colheita principal é de meados de março a meadosde maio após o qual os volumes começam a diminuir. Durante a colheita depico, 4 toneladas/ha podem ser colhidas de 10 em 10 dias.
Ensaio
Este ensaio tinha o seguinte como objetivo:
Pulverização de Elementol R como uma aplicação foliar, paraobservar o efeito de "florescimento aumentado", bem como coloração pre-matura no período de colheita.
A pulverização experimental, por hectare, compreende do se-guinte:
200 litros de água;200 ml de Elementol R
Controle:
A área de controle compreendia uma are pequena no mesmobloco, e não recebeu Elementol R.Observações:
Mais flores foram observadas no ensaio comparado ao controleno final de dezembro, mas nenhuma contagem foi feita.
No final de janeiro, o fruto no ensaio mostrou sinais de coloraçãoavançados para o controle, mas observação foi tornada difícil devido a altastemperaturas, resultando na coloração do controle também. O sentimento é,contudo, que existe uma melhor coloração no ensaio comparada ao controle.Observações:
Não é claro se o Elementol no fato atual contribui significante-mente para a coloração avançada do sino de cereja, visto que outros fatores,tais como as temperaturas, distribuição de fertilização, etc, podem ter influ-enciado o resultado. O cultivador, contudo, sente que existe uma diferença.
A significância real é que o cultivador produziu 29 ton/ha sobre operíodo de colheita do qual 24 toneladas eram de valor comercial. Esta pro-dução é substancialmente melhor, comparada à média de área.
Devido às observações do cultivador, ele aumentou a aplicaçãode Elementol R para 250 ml/ha por 4 semanas consecutivas quando as plan-tas começam o florescimento, com os seguintes resultados:
As plantas estavam maiores com melhor cobertura de folha;
O rendimento de fruto colhido foi aumentado por 15% devido àadministração de Elementol R;
A coloração das plantas tratadas com Elementol R é "agressiva".
O cultivador verificou que pelo menos 3 tratamentos foram ne-cessários antes do impacto máximo de Elementol R ser observado.
EXEMPLO 9
USO DE ELEMENTOL B COMO VEÍCULO DE DISTRIBUIÇÃO PARA AD-MINISTRAÇÃO DE NUTRIENTE FOLIAR EM GIRASSOL
Introdução:
A plantação foi feita em sementeiras medindo 910 mm afastadas(espaçamento de 3 pés). A população de planta na plantação foi calculadaem 40.000 sementes por hectare, com uma emergência esperada de entre35.000 e 38.000 plantas.Ação (ensaio):
Dois campos cerca de 1 km afastados foram envolvidos, nãoporque eles eram destinados ou preparados para um ensaio, mas simples-mente porque eles estavam em proximidade um ao outro, e podem servircomo um controle para o outra. O canteiro de ensaio foi cerca de 95 ha deextensão, e o canteiro de controle cerca de 200 ha.
As plantas de ensaio foram pulverizadas com o seguinte:1 litro/ha de "AminoPotas" (100 g/l "K" complexado ou quelatado com ami-noácido)
1/2 litro/ha de "Aminocalcium" (100 g/l "Ca" complexado ou quelatado comaminoácido)
5 kg/ha de uréia (2,3 kg "N" como NH4)
50 ml/ha de Elementol B
27 litro/ha de água.
As misturas de pulverização foram feitas em um carro de tanquede mistura e aplicação foi por pulverização aérea.Controle:
O controle foi pulverizado com a mesma mistura, excluindo Ele-mentol B.
Observações:
As medições feitas para determinar a diferença no rendimentoentre o ensaio e o controle foram feitas pelo "peso" separado da tremonhaalimentadora combinada (o compartimento no qual as sementes fluem umavez separadas do vaso de flor).
Conclusão:
O resultado da amostragem foi conforme segue:Ensaio: 2,735 kg/haControle: 1,650 kg/haDiferença: 1,085 kg/haAumento médio: 65,8%.
EXEMPLO 10
USO DE ELEMENTOL R EM MAÇÃES NÃO-VERDESO Elementol R foi aplicado por pulverização manual no início deformação de fruto em uma série de ensaio de um pomar, enquanto outrasséries no pomar não receberam tratamento. As maçãs pulverizadas comElementol R não ficam esverdeadas antes das maçãs tratadas.
Resultados similares foram obtidos com pimentas de sino decereja com coloração agressiva devido ao tratamento com Elementol. (4 a-plicações) taxa de aplicação 1 l/ha (ver Exemplo 8). O que torna os resulta-dos das maçãs, citrus e pimenta de sino de cereja significante é o fato queestes resultados mostram que a administração de Elementol R tinha o mes-mo impacto nas plantas C3 e C4, em anuais e perenes, no ambiente contro-lado, e ensaios de campo aberto.
EXEMPLO 11
EFEITO DE APLICAÇÃO FOLIAR DE ELEMENTOL EM VIDEIRAS
Duas videiras no mesmo vinhedo foram selecionadas para com-parar o efeito de uma aplicação simples de Elementol B à videira total, inclu-indo os caules com pulverização manual, mas excluindo as raízes.
O diâmetro dos caules de videira tratados foi significantementeespessado, e o índice foliar diminuiu dramaticamente.
EXEMPLO 12
PROTEÇÃO FUNGAL POR ELEMENTOL E AUMENTO DA VIDA ÚTIL DEROSAS COM ELEMENTOL B
Rosas Success vermelhas conhecidas por serem altamente sus-ceptíveis à infestação de ferrugem branca foram tratadas com Dithane pro-duzido e aplicado de acordo com a especificação do fabricante. As plantasde ensaio foram pulverizadas com formulações similares de Dithane asquais Elementol B foi adicionado para obter uma diluição de 1 em 10.
Verificou-se que as plantas tratadas com Dithane/Elementol Bnão tinham sinal de ferrugem branca quando as plantas todas ao redor delastornaram-se infectadas, e, além disso, pareciam resistir por um tempo muitolongo após colheita antes delas começarem a definharem.
EXEMPLO 13
UM ESTUDO COMPARATIVO DA INTENSIFICAÇÃO DA EFICIÊNCIA DEAJUNTAMENTO POR ELEMENTOL
Objetivo: A erradicação de antílope africano.
Erva daninha: Antílope africano, uma erva daninha resistente e intratável queé quase impossível de erradicar com qualquer tratamento.
Tratamento:
Turbo Ajuntamento foi usado como herbicida na seguinte manei-ra. Canteiros de controle de referência foram tratados e avaliados da mesmamaneira como os canteiros de tratamento com relação ao herbicida adicio-nado e práticas de cultura. Vários canteiros de tratamento foram alocados. Otratamento é descrito em maiores detalhes abaixo.Tratamento de Teste:
Uma concentração de 0,6% de Turbo Ajuntamento e 40 ml deElementol B foi diluído e aplicado a 1 ha. Um campo de 80 ha foi pulverizadocom esta mistura.
Tratamento de Referência:
Turbo ajuntamento foi usado como herbicida na seguinte manei-ra: O herbicida foi diluído a uma concentração final de 2,8%. Turbo sem aadição de Elementol B. Um volume similar foi aplicado por hectare a umaárea medida por acre similar (80 ha).
Canteiro de controle: Os canteiros de tratamento foram assentados em tirasdentro de um campo maior plantado com grama de antílope africano. As á-reas não-tratadas deste campo foram usadas como canteiro de controle.
Método de Aplicação:
O método de aplicação foi exatamente o mesmo para ambostratamento de teste e de referência em termos de taxas de dosagem e equi-pamento de aplicação (bocal com pressão). O herbicida foi aplicado por pul-verização com trator e aparelho de pulverização. O herbicida foi aplicadouma vez somente, durante meados do inverno. Nenhum agente de umede-cimento ou adjuvante foi adicionado a qualquer dos tratamentos de teste ede referência.
Resultados e Observações:
a) Uma semana após aplicação, a grama de antílope africanomostrou definhamento nas plantas de teste, mas não nas plantas de refe-rência.
b) Após duas semanas, as plantas tratadas de teste mostraramsintomas fitotóxicos típicos, isto é, um amarelecimento das folhas (clorose),que foi seguida por necrose.
c) Um mês e meio após aplicação, muitos dos antílopes africa-nos mostraram fitotoxicidade severa, enquanto todas as gramas foram mor-tas.
d) Observações reportadas incluem todas as variações, ou inibi-tórias ou estimulatórias, entre as plantas tratadas e as plantas não-tratadas(controle). Tais variações podem ser efeitos formativos (deformação de folhae caule) e/ou taxas de crescimento e de desenvolvimento.
Conclusão
Apesar de se usar 79% menos de Turbo Ajuntamento no trata-mento de teste, a morte resultante da erva daninha foi aumentada na pre-sença de Elementol B.
EXEMPLO 14
UM ESTUDO COMPARATIVO DA INTENSIFICAÇÃO DE LEITOS DE SU-PORTE DE MAÇÃ E ÁRVORES DE SEMENTEIRA POR ELEMENTOL R(2005/2006)
Leitos de suporte: Este é um conglomerado de caules cultivadosde um estoque de raiz específico, exemplos dos quais são M7 ou M9. A pro-posta deste cultivo é produzir uma grande quantidade de "caules" na qualvariedades de maçã de escolha podem ser enxertadas. Tais variedades po-dem ser Gala, Royal Gala, Brae burn, Oregon Red Spur, etc. Durante tal cul-tivo, o sucesso é medido pela quantidade de caules disponível para enxertode qualquer conglomerado. A espessura do caule é o principal critério, en-quanto a qualidade da raiz e volume é secundária. Os caules que são muitodelgados não permitem enxerto.
Árvore de sementeira: Este é um estoque de raiz que foi enxer-tado antes de ser transplantado para crescimento inicial. O ideal é ter estespara crescerem a pelo menos 1,5 metro em altura antes de serem conside-rados prontos para transplante comercial.Objetivo do Ensaio
O objetivo principal foi introduzir Elementol R com a proposta deestabelecer o efeito que ele tem no aperfeiçoamento na espessura do cauleem um ambiente de sementeira. Este efeito foi primeiro notificado em árvo-res de carvalho aleatoriamente tratadas.
O objetivo secundário foi aumentar o crescimento das árvoresenxertadas para transplante comercial.Método
O método de aplicação foi como uma pulverização foliar comj alguma pulverização de nutriente aplicada foliar. 80 leitos de suporte foramtratados com 100 ml de Elementol R/20 litros de água, significando que 1,25ml de Elemento R foi aplicado junto com nutrientes por leito de suporte. Estaaplicação começou durante novembro de 2005, é foi repetida de 10 e 10 di-as. O programa foi mantido até o presente.Controle
Os leitos de suporte de controle receberam o mesmo tratamento,exceto que nenhum Elementol R foi adicionado.Resultado
Os resultados obtidos durante a primeira semana de fevereiro de2006: Os leitos tratados renderam 63/100 (63%) de caules enxertáveis, en-quanto que o controle rendeu somente 34/100 (35%). A espessura média decaule foi 11 mm.
Os resultados obtidos durante a segunda semana de fevereirode 2006: As árvores enxertadas de caules de estoque de raiz que estão noprograma de Elementol R estão na média 2m altas, enquanto aquelas culti-vadas sem Elementol são na média 1,5 m altas. As árvore tratadas com E-lementol R começam a formar tufos de pelo, isto é, raízes laterais se desen-volveram, pelo que a formação de tufos de pelo é completamente ausentenas árvores onde Elementol R não foi aplicado.
Conhecimento deve ser considerado que aproximadamente 6semanas de desenvolvimento permanece para ambos controle e ensaio.Embora seja antecipado que o controle pode se aperfeiçoar, ele é diferente-mente para equiparar o ensaio com Elementol R. Muitas variações da inven-ção podem ser imaginadas sem, desse modo, fugir do espírito da invençãoconforme formulada nas declarações acima da invenção.
EXEMPLO 15
UM ESTUDO COMPARATIVO PARA DETERMINAR EFEITO DE ELEMEN-TOL R NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE ESCAMA RÍGIDA
Semente de trevo de folha de flecha é conhecida por ser umasemente de escama rígida que carece de consistência na germinação. Aformulação de Elementol de acordo com a invenção foi mostrada ser benéfi-ca com relação à germinação destas sementes por embebimento de quanti-dades da semente em água limpa, Elementol R não-diluído, e em uma solu-ção 5% de Elementol em água por 24 horas e, em seguida, acondicionandoas sementes embebidas em leitos de semente, e observando-se a germina-ção desta. Foi verificado que as sementes que foram embebidas por 24 ho-ras na solução 5% de Elementol em água tinham uma taxa de germinaçãomelhor que 30% do que os dois outros grupos de sementes.
EXEMPLO 16
O EFEITO BIOESTIMULATÓRIO DE ELEMENTOL R: EFEITO DE ADMI-20 NISTRAÇÃO FOLIAR DE ELEMENTOL NO CRESCIMENTO E DESEN-VOLVIMENTO DE ALFACE
1. Material, crescimento de planta, e tratamentoPlanta: Alface ou cos, romana (Lactucá sativa) da família: Asteracea-e/Compositae (áster/família margarida).
Cultivar: Alface (Lactuca sativa L.), cultivar Red Poem, foi usado, e foi bem-estabelecido (aproximadamente seis semanas de idade) quando compradode uma sementeira local.
1.1. Método de cultura: Sistema de "Goteiamento" Hidropônico Sem-Circulação
Tubos de PVC sem furos para elevar os potes foram usados eligados a um reservatório e uma bomba de aquário para suprir as plantascom quantidades iguais de água e nutrientes, via o tubo de PVC. Vazamen-tos foram selados para assegurar que nenhuma água vazasse do sistema.Um reservatório que contém as soluções de nutrientes foi colocado sob ostubos, e uma bomba de aquário supriu as plantas com água e nutrientes. Abomba foi ligada a um regulador para controlar a quantidade de água e nu-trientes suprida às plantas. O vazamento foi capturado em um reservatórioseparado, desse modo, sem circulação no sistema, e foi descartado.
Para controlar a quantidade de água para cada planta, gotejado-res foram usados para regular a pressão no sistema e suprir quantidadesiguais de água (± 9 ml quatro vezes ao dia) a cada planta. O sistema de go-tejamento sem circulação assegurou que as plantas recebessem suprimentoótimo de água, e o pH do meio de nutriente e EC (condutividade elétrica)foram constantes. A EC dos nutrientes no reservatório de suprimento, bemcomo no reservatório de vazamento, foi medida, que capacitou uma deter-minação da quantidade de nutrientes suprida versus a quantidade descarta-da. A quantidade de nutrientes usada pela planta ou retida pelo meio de su-porte pode, desse modo, ser calculada. Desse modo, quando a EC cai ouaumenta muito mais, os nutrientes podem ser adicionados ou retidos a partirda solução de nutriente suprida às plantas conseqüentemente. Um medidorde Condutividade Digital PW 9526 foi usado para medir a EC em miliSie-mens por centímetro (mS.cm"1). A não-circulação do meio de nutriente poderestringir a difusão de doenças no sistema de plantas infectadas para plan-tas não-infectadas.
1.2. Meio de Crescimento. Nutrientes e transplante
Fibra de coco foi usada como meio de suporte no sistema hidro-pônico. Ele é um meio inerte com a capacidade de reter água o bastante e arpara bom desenvolvimento de raiz e boa retenção de água.
Uma solução de nutriente Hygrotech com a seguinte composiçãofoi usada. Macro elementos: Nitrogênio (N) 68 g/kg, Potássio (K) 208 g/kg,Fósforo (P) 42 g/kg, Magnésio (Mg) 30 g/kg, Enxofre (S) 64 g/kg.Micro elementos: Ferro (Fe) 1254 mg/kg, Cobre (Cu) 22 mg/kg, Zinco (Zn)149 mg/kg, Manganês (Mn) 299 mg/kg, Boro (B) 373 mg/kg, e Molibdênio(Mo) 37 mg/kg.Os nutrientes consistiam em uma mistura de solução de nutrien-te Hygrotech e solução de nutriente de nitrato de Cálcio em quantidades i-guais: 36 g de Hygrotech e 36 g de nitrato de Cálcio foram dissolvidos em 2L de água e, em seguida, adicionados a um reservatório contendo 38 L deágua. O pH e condutividade elétrica da solução de nutriente são uma indica-ção dos íons dissolvidos nas soluções de nutriente, e foram monitorados.
As alfaces foram transplantadas dos recipientes originais nosrecipientes hidropônicos contendo fibra de coco, bem como cascalho de cur-so no fundo do recipiente, para assegurar drenagem adequada de água eaeração para as raízes. Antes das alfaces serem transplantados, eles foramenxaguados de qualquer solo adicional que podia ainda estar ao redor dasraízes. As plantas foram pesadas. Após transplante, as plantas foram colo-cadas no sistema e deixadas aclimatarem por uma semana antes do expe-rimento começar.
As plantas foram também colocadas em ordem aleatória cadasemana para assegurar que elas recebessem quantidades iguais de luz so-lar, calor, água, etc.
1.3. Condições de Alojamento de Vidro
O estudo foi feito dentro de um alojamento de vidro para assegu-rar temperatura ótima, bem como níveis de umidade às plantas no sistemahidropônico. Muitas das condições atmosféricas podem ser controladas efe-tivamente, e o risco de doenças foi minimizado. A temperatura do alojamentode vidro foi medida em uma base semanal em doze na tarde correta acimado sistema hidropônico com um termográfico.
A temperatura no alojamento de vidro foi regulada por um condi-cionador de ar. A temperatura foi regulada no máximo 24°C e mínimo 15°C.A temperatura máxima foi 28°C, e a temperatura mais baixa foi 4°C. A tem-peratura máxima e mínima foi obtida pelo uso de um termohidrográfico, eambas uma temperatura de dia e de noite foi tomada.
A umidade relativa (RH) foi medida pelo uso de um termohidro-gráfico de turbilhão, e ambas umidade de dia e de noite foi levada em consi-deração. A umidade relativa pode ser determinada na percentagem de umi-dade máxima na atmosfera, % de RH. A % de RH mais alta foi 98%, e a %de RH mais baixa foi 29% (26 de março de 2006).
1.4. Intensidade de Luz
A intensidade de luz dentro do alojamento de vidro foi medidacom um Quantum/radio/fotômetro. A intensidade de luz foi determinada dozediárias corretas acima do sistema hidropônico. Condições de nuvem e cober-turas de nuvem influenciaram a intensidade de luz. A mudança da estaçãotambém afeta a intensidade de luz. Durante os meses de inverno, a intensi-dade de luz foi mais baixa do que aquela tomada durante os meses maisquentes. A intensidade de luz máxima em 12h00 foi 4600 ME.m'2seg"1. A in-tensidade de luz mais baixa em 12h00 foi 850 pE.m"2seg"1.
Cuidado foi tomado para expor todas as plantas a quantidadesiguais de luz solar e outros fatores bióticos. As plantas foram movidas emarranjos diferentes toda semana.
1.5. Tratamento de Planta
As plantas de controle (C) não receberam tratamento no todo. Otratamento com Elementol R, conforme descrito acima, foi preparado con-forme se segue:
3 ml de Elementol R foi misturado com 250 ml de H2O.
O tratamento de folha das plantas de teste consistiu em pulveri-zação da mistura de Elementol R nas folhas até saturação estável, mas a-penas antes do estado de gotejamento. As plantas foram pulverizadas comgarrafas de pulverização e cuidado foi tomado para não contaminar o siste-ma no meio de suporte. As plantas foram tratadas de quatro em quatro se-manas (semana 1, 5 e 9) até o final do estudo. Para todas as plantas usadascomo controle, 3 plantas foram tratadas com a mistura de Elementol R. Pelotratamento de duas ou mais do que duas plantas com o mesmo tratamento,um boa média pode ser obtida por tratamento.
1.6 Tratamento de Doença
Várias doenças ocorrem na alface. As doenças fungais foramtratadas com Funginex®. As plantas foram tratadas sempre que doença fun-gai foi notada pela aplicação de Funginex® diluído (3 ml de fungicida adicio-nado a 500 ml de H2O) nas folhas.
2. Medição de parâmetros relacionados a crescimento e desenvolvimento
Antes da transplantação das plantas de alface jovens elas forampesadas e em seguida eles foram pesadas semanalmente com uma balançaMettler PJ 3000. O peso do material não-plantado e pote foi determinado efoi subtraído da massa total para determinar o peso da planta após cadacrescimento semanal.
2.1. Crescimento e Desenvolvimento
Os crescimentos das cabeças de alface foram medidos em umabase semanal. Os valores de diâmetro de cabeça médio foram calculados apartir de três valores de diâmetro. A altura da planta foi medida a partir dotopo da fibra de coco da folha mais alta. O diâmetro e altura de cabeça mé-dios para cada tratamento foi então calculado.
O tratamento com Elementol aumentou o crescimento médio dasplantas conforme determinado pelo diâmetro de cabeça por uma média de11% sobre o período de ensaio (ver figura 13 que é um gráfico mostrando odiâmetro de cabeça médio de plantas de alface tratadas com Elementol, ver-sus plantas de controle sobre um período de 12 semanas após transplanta-ção). Os asteriscos indicam o tempo de tratamento. Três tratamentos comElementol foram dados durante o período de ensaio).
A % de aumento foi calculada de acordo com a seguinte fórmula:% de aumento =
<formula>formula see original document page 53</formula>
O crescimento comparativo médio na altura das plantas foi muitosimilar às plantas tratadas e de controle até a semana 11 quando as plantasalcançaram maturidade (Ver figura 14 que é um gráfico mostrando o cresci-mento comparativo médio na altura de planta de plantas de alface tratadascom Elementol R, versus plantas de controle sobre um período de 12 sema-nas após transplantação). Notar o aumento dramático no crescimento nasemana 11.0 aumento no crescimento correlacionado com florescimento -as plantas tratadas com Elementol R foram as primeiras a florescer, sugerin-do que o Elementol R pode encurtar o tempo de desenvolvimento.Outra medição do aumento de desenvolvimento de planta écomparar o número de folhas da planta tratada e de controle (Ver figura 5que é um gráfico mostrando uma planta por comparação de planta de plan-tas de alface tratadas com Elementol R1 versus plantas de controle usandoplantas com um número similar de folhas em 1Q tratamento). Os asteriscosindicam as semanas de tratamento (semana 1 e 5). O aumento médio sobreo período de 5 semanas foi calculado para ser 20,7%.2.2. Massa Fresca e Seca (Fm:Dm) razão de Fm:Dm e % de água.
Esta razão indica a quantidade de água e massa seca presentepara cada grama de material de planta. A massa seca é a quantidade dematerial seco deixado após ter sido removido, e é uma indicação da eficiên-cia de crescimento. A massa fresca e seca das plantas foi medida de duasem duas semanas. Para determinar a massa fresca, dez discos cilíndricosde exatamente o mesmo tamanho foram cortados de folhas frescas, e amassa de cada disco foi determinada. O disco foi colocado em um forno La-botec a 72°C por 72 horas. A massa seca foi, em seguida, determinada. Arazão de massa fresca para massa seca foi obtida pela divisão da massafresca pela massa seca.
A % de aumento médio total nas razões Fm:Dm causada portratamento de Elementol R sobre o período de ensaio foi calculada para ser39,5% (ver figura 16 que é um gráfico que ilustra a % de aumento médio nasrazões Fm:Dm durante o período de ensaio causada pelo tratamento comElementol R das plantas de alface, versus plantas de controle). A % de au-mento médio total sobre o período de ensaio foi calculada para ser 39,5%.Ver também figura 17 que é um gráfico que ilustra a diferença nas plantas dealface tratadas com Elementol R e plantas de controle em termos da % deumidade.
Para determinar a % de umidade nas folhas, o seguinte cálculofoi usado:
<formula>formula see original document page 54</formula>
A % de umidade indica as quantidades de água presentes naplanta. A quantidade de água presente na alface deve ser em correlaçãocom a massa seca do alface. A % de umidade foi relativamente estável du-rante o período de ensaio, embora a % de umidade das plantas tratadascom Elementol R mantenha um teor de umidade de 5% durante as últimas 6semanas do ensaio (semana 8 a semana 14), indicando que o tratamentocom Elementol resulta em alguma capacidade de retenção de água. O teorde umidade mais alto não é suficiente para explanar o aumento muito maiorna razão Fm:Dm.
3. Medição de Parâmetros Relacionados Fisiológicos
A respiração da planta, fotossíntese, clorofila, proteína (12%SDS PAGE) e teor de açúcar foram usados como parâmetros fisiológicos.Além da saúde da planta, estes parâmetros podem dar uma indicação darazão para o aumento no crescimento e desenvolvimento pelo Elementol.Cada um destes parâmetros (exceto açúcares) foi determinado uma vez emuma semana para todas as plantas.
3.1. Teor de Proteína
A proteína foi medida em uma base de duas semanas em avan-ço de acordo com o método descrito abaixo. ± 1 grama de massa fresca foitomado semanalmente para determinar a concentração de proteína de cadaplanta. As folhas frescas foram moídas em 5 cm3 mM de tampão Tris-HCI(pH 6,8) contendo 2 mM de EDTA, 14 mM de β-2-Mercapto-etanol e 2 mMde PMSF usando um pilão e triturador. O extrato bruto foi centrifugado emuma centrífuga de suporte arrefecida por dez minutos a 12.000 rpm. O so-brenadante foi removido e diluído 5 vezes. A concentração de proteína dadiluição foi determinada de acordo com o método Bio-Rad de Bradford(1976). A absorvância da diluição foi determinada a 595 nm com uma leitorade microplaca Bio-Rad com gama globulina bovina como padrão com umaconcentração de 0,5 mg/ml. Tomando-se quatro leituras por planta, a con-centração de proteína pode ser determinada razoavelmente precisamente.
As concentrações de proteína das plantas tratadas e plantascontroladas foram determinadas semanalmente e não mostraram diferençasignificante.
3.2. Respiração e FotossínteseA taxa de consumo de O2 para respiração, bem como de fotos-síntese, pode ser determinada por meio de nanometria de pressão, usando-se um respirômetro Gilson diferencial submersível. As leituras, expressas emnmol de O2 por hora por grama de massa fresca, foram tomadas de dez emde minutos. O método foi adaptado de Stauffer (1972). Um estado constantede método de troca de gás foi seguido. A respiração foi medida em condi-ções de escuro, enquanto que ambas fotossíntese e respiração foram medi-das em condições de intensidade de luz constante.
Dez discos de folha por planta foram cortados de folhas frescascom aproximadamente 1,5 cm de diâmetro. Os discos foram removidos alea-I tórios de folhas aleatórias para assegurar resultados bem-representativospara cada planta. Os discos foram pesados, em seguida colocados em umvaso de reação de Warburg com 500 μΙ de H2O destilada. 300 μΙ de KOH12% foi adicionado à cavidade central junto com papel de filtro dobrado paraampliar a área de absorção para CO2 da atmosfera do vaso enterrado. KOHabsorve CO2 para formar bicarbonato, e assegura que somente a quantida-de de consumo de O2 e síntese é medida. Cada vaso foi fixado ao aparelhoe deixado equilibrar no escuro para o período requerido. O equilíbrio ocorreenquanto a máquina estava oscilando a 25°C em um banho de água. Apósequilíbrio, as válvulas atmosféricas e nanométricas foram fechadas para as-segurar um sistema de vedação de ar. As leituras (R) foram tomadas emintervalos de tempo predeterminados: Ri é a diferença de leitura de manô-metro entre 10 e 20 minutos no escuro. P&R é a diferença de leitura nano-métrica entre 40 e 50 minutos na luz. R2 é a diferença de leitura manométri-ca entre 65 e 75 minutos no escuro. As leituras nanométricas correspondemcom uma mudança no volume de gás, que se iguala a quantidade de O2consumida e sintetizada. A taxa de respiração e fotossíntese é obtida pelasseguintes fórmulas:
Respiração:
<formula>formula see original document page 56</formula>
Fotossíntese:<formula>formula see original document page 57</formula>
Minutos P & R Minutos R Minutos R 2
A taxa de μΙ de 02/minuto foi convertida para:
μΙ de 02/h/g Fm —► (ΔμΙ/min χ 60 minutos) + g de massa Fresca
Os valores de mudança de gás foram corrigidos de acordo como método de Gregory (1965) usando a seguinte equação:
<formula>formula see original document page 57</formula>
onde
X = Volume total de gás medido (mm3) em temperatura e pressão padrão (STP);
J ΔΝ/g = Mudança de volume no respirômetro;T' = Temperatura padrão, 273°;
T = Temperatura de banho quente, 25°C;
Pb = Pressão atmosférica prevalescente, mm Hg;
Pw = pressão de vapor de água na temperatura prevalescente na qual o ex-perimento foi conduzido;
P1 = Pressão prevalescente, 760 mm Hg.
<formula>formula see original document page 57</formula>
Desse modo, 1 μΙ = 0,745234 μΙ de volume real em Bioemfontein (BFN).
[O2] na atmosfera = ± 21 %1 mol de O2 = 22,44 dm3 (litro)= 22,414 litros (dm3) = 1 mol de O2Se: 1 litro = 0,0446149 mol de O2
No nível do mar 1 μΙ = 0,04446149 μηιοΙ de O2Em BFN: 1 μΙ = 0,745234 μΙ = 0,0332485 μπιοΙ de O2
Para converter μΙ de O2 em μιτιοΙ de O2:
μΙ de 02/h/g Fm ΔμΙ μΙ de 02/h/g Fm χ 0,0332485 μπιοΙ de O2.
As taxas de respiração e fotossíntese foram determinadas todasemana e, pela aplicação da fórmula acima mencionada, os valores são cor-rígidos para compensar a diferença em pressões de ar no nível do mar ouem altitudes mais altas. As taxas de respiração e fotossíntese, bem como afotossíntese: as razões de respiração foram relativamente constantes ecomparáveis sobre o período de 13 semanas deste ensaio. Contudo, quandoa taxa de respiração é corrigida para o teor de proteína, o aumento da taxade respiração é encontrado nas plantas tratadas com Elementol.
As taxas de respiração e fotossíntese foram medidas e coloca-das em correlação uma com a outra. A taxa de fotossíntese deve sempreexceder a taxa de respiração porque o ganho de carbono deve exceder ouso de carbono, ou também existirá uma perda líquida de carbonos. Quantomais alta a razão de fotossíntese:respiração, melhor a taxa de crescimento,visto que existe um ganho líquido mais alto de carbono quando as razõessão altas. A razão foi relativamente constante sobre as 13 semanas do en-saio.
A fotossíntese, similar a respiração, mostra uma forma de "U";quando a alface foi plantada, as plantas estavam muito verdes e tinham umteor de clorofila alto. A taxa de ambas fotossíntese e respiração foi alta du-rante o período de crescimento inicial, visto que o alto metabolismo de plan-tas jovens também requer uma alta taxa de fotossíntese para suprir a plantacom quantidades adequadas de açúcares que é emanada. A fotossíntese erespiração, em seguida, diminuem após o qual a taxa de fotossíntese nova-mente aumenta. A taxa de fotossíntese sempre deve exceder a taxa de res-piração para suprir a planta com açúcares bastante para metabolismo primá-rio, e para suprir a planta com açúcares durante metabolismo secundário,bem como compostos adicionais para uso posterior. A taxa de fotossínteseaumentou durante as últimas poucas semanas para acompanhar a elevaçãona taxa de respiração. Uma fotossíntese mais alta é também devido a maisclorofila presente nas últimas poucas semanas. O teor mais alto de clorofilaresulta em melhor capacidade de fotossíntese.
A taxa de respiração das plantas tratadas com Elementol é ge-ralmente levemente mais alta do que aquela dos controles, mas as diferen-ças não são estatisticamente significantes, exceto na semana 5 diretamenteapós o segundo tratamento com Elementol (figura 6).3.3. Teor de clorofila
A síntese de novo material vivo requer uma admissão de energiaque é obtida a partir do sol através do processo de fotossíntese. A clorofila éum componente essencial na fotossíntese. A clorofila é o principal pigmentode absorção de luz. As moléculas de clorofila são especificamente dispostasem e ao redor dos complexos de proteína de pigmento denominados fotos-sistemas, que são embutidos nas membranas tilacóides de cloroplastos.Umas poucas formas diferentes de clorofila ocorrem naturalmente, incluindoclorofila a, clorofila b. Pigmentos de proteção são também formados por mui-tas plantas. Alguns destes pigmentos acessórios, particularmente os carote-nóides, servem para absorver e dissipar excesso de energia de luz, ou ope-rar como antioxidantes. Outros pigmentos, tais como caretenóides, desem-penham um papel na absorção de luz em comprimentos de onda diferentes.
A reação total de fotossíntese é mostrada na equação seguinte(produção de um açúcar hexose) (Stern, 2003).
6C02 + 2H20 + luz -+ciorofiia C6H12O6 + 602Durante fotossíntese, duas reações de luz são envolvidas queincluem Fotosistema I (PS I) e Fotosistema Il (PS II). Esta colheita se iluminaem comprimentos de onda diferentes para eficiência máxima. Estes dois sis-temas têm que operar cooperativamente de modo a serem eficientes. Ossistemas podem ser dependentes de luz ou independente de luz. Uma rea-ção maior durante fotossíntese envolve o transporte de elétrons da água pa-ra NADP, possivelmente através do mecanismo conhecido como o esquemaΖ. A taxa de fotossíntese pode ser medida pela determinação da quantidadede dióxido de carbono consumida, ou quantidade de oxigênio liberada pelouso de técnicas nanométricas. Tipos diferentes de fotossíntese ocorrem esão denominados fotossíntese Ci (mais plantas), fotossíntese C4, mais gra-mas, e fotossíntese CAM (Crassulacean Acid Metabolism), que ocorrem emmuitas das plantas suculentas. Os fatores que influenciam a fotossínteseincluem intensidade e quantidade de luz, disponibilidade de água, adaptaçãoao sol e áreas de sombra, disponibilidade de CO2, temperatura, idade dafolha, e deslocamento de carboidrato.
O teor de clorofila foi determinado semanalmente pelo uso demétodo de extração de MacKinney (1941) pelo corte de 10 discos de tama-nho igual aleatoriamente de folhas aleatórias da planta. Os discos foram mo-idos em 80% de acetona em um pilão com um triturador em gelo, e os ho-mogenados foram centrifugados em uma centrífuga de suporte arrefecidapor 10 minutos a 12000 rpm. O sobrenadante foi diluído 5X. Os valore deabsorvância de cada diluição foram determinados pelo uso de um espectro-fotômetro Pye unicam SP8-400 uv/vis. Os valores de absorvância foram me-didos em 63 nm, bem como em uma cubeta de vidro de 1 cm.
As concentrações de Clorofilas foram determinadas conformesegue (MacKinney (1941)):
Clorofila a (mg/g) = [12,7(A663) - 2,69(A645) χ (V/(100xW))]Clorofila b (mg/g) = [22,9(A645) - 4,68(A663)x(V/(1 OOOxW))]
onde: A = Absorvância da diluição no dado comprimento de onda
V = Volume final de extratoW = Massa fresca de discos usada
Quando uma comparação é determinada entre a quantidade declorofila no experimento e plantas de controle, deve-se corrigir a quantidadede proteína e massa fresca, conforme estas foram mostradas diferirem entreos dois grupos. As plantas tratadas com Elementol R mostram um aumentomédio em ambas clorofila a e b quando comparado às plantas de controle(figura 19).
Interessantemente, o aumento em especialmente clorofila a,mas, para alguma extensão, também na clorofila b, reflete um aumento simi-lar nas plantas tratadas com Elementol, conforme aquele observado na altu-ra da planta, número de folhas, e quantidade de proteína. Um aumento mé-dio de 14% e 20% sobre o período de estudo total foi observado para clorofi-la a e b, respectivamente, enquanto um aumento médio de 42% e 34% foiobservado durante as últimas 4 semanas (semana 9 a 13) do estudo paraclorofila a e b, respectivamente. Os resultados combinados sugerem forte-mente que o aumento no teor de clorofila causado pelo tratamento com Ele-mentol é diretamente responsável pelo efeito bio-estimulatório de ElementolR.
Apesar da diferença no aumento relativo de clorofila AeB, umacomparação entre as razões corrigidas de clorofila a para b nas plantas tra-tadas com Elementol e de controle não mostrou diferença (ver figura 20, queé um gráfico que reflete as razões de clorofila A:B obtidas a partir da clorofilacorrigida para mg de proteína e massa fresca. As curvas proximamente idên-ticas confirmam a ausência de qualquer efeito fitotóxico dos aparelhos defotossíntese das plantas).
3.4. Teor de Açúcares
A quantidade de açúcar presente é um resultado direto da quan-tidade de nutriente disponível. Aumentando-se as taxas de N e P gradual-mente, aumenta-se o teor de glicose na alface, mas diminui-se a vida útil(www.ars.usad.gov)· A taxa de respiração, bem como a taxa de fotossíntese,tem um efeito na quantidade de açúcar disponível.
O método de UV de Boehring Mannheim (Kit nr. 10 716 260 035)foi usado para determinar concentrações de sacarose, frutose e glicose pre-sentes nas folhas de alface. A sacarose está presente em concentraçõesmuito maiores do que glicose. Um aumento estatisticamente significante,mas pequeno, na quantidade de sacarose, foi encontrado nas plantas decontrole comparado às plantas tratadas com Elementol R. A glicose, por ou-tro lado, foi levemente mais alta nas plantas tratadas do que nas plantas decontrole.
3.5 Brix
A seiva de floema de planta contém muitas substâncias que su-prem a planta com energia. Um dos termos usados na referência para quali-dade é denominado índice Brix1 e este conceito foi introduzido por um quími-co alemão no século 19, A.F.W. Brix. O valor de brix é uma medida do teorde sólidos solúveis por cento (SSC) em uma solução. Embora Brix seja fre-qüentemente expresso como a percentagem de sacarose, é importantecompreender que a sacarose aqui é atualmente uma soma de sacarose, fru-tose, vitaminas, aminoácidos, proteína, hormônios e outro sólidos(wwwl .agric.góv.ab.ca). A forma de armazenamento principal de carbohidra-to em plantas, a saber, amido, é insolúvel e, portanto, não contribui direta-mente para o valor Brix.
Cada grau de Brix é equivalente a 1 grama de açúcar e outroSSC por 100 gramas de suco. Geralmente, quanto mais alto o Brix, mais altoo teor de açúcar, especialmente níveis de sacarose e glicose aumentados(Baxter et al., 2005; wwwl .agric.góv.ab.ca). Brix alto, EC alta e pH baixo es-tão geralmente associados com alta qualidade de fruta (www.cals.ncsu.edu).
Quando uma colheita é cultivada sob condições favoráveis, taissistemas hidropônicos onde existe suprimento ilimitado de minerais e outrosnutrientes requeridos, luz solar e temperatura suficiente, um Brix mais altonas plantas pode ser esperado naquele produto (wwwl .agric.góv.ab.ca).Bisogn et al (1976) verificou correlação entre SSC e doçura, sabor e quali-dade total. Wilsor (1968) reportou que a melhor qualidade de fruto foi àquelaalta em ambos os açúcares e ácidos orgânicos, (wwwl .agric.góv.ab.ca).
O Brix se iguala a % de sólidos dissolvidos na seiva de floema.Uma seiva de Brix alto tem uma atividade de água reduzida, com uma redu-ção correspondente no ponto de congelamento, bem como uma tendênciaproporcionalmente maior para reter umidade.
Produtos com Brix mais alto também têm uma vida útil mais lon-ga, e são mais resistentes à infestação de peste e doença. Enquanto que atemperatura, pH, etc, podem influenciar se e como os organismos crescerão,a atividade de água pode ser o fator mais importante. A atividade é, dessemodo, um fator crítico na determinação de vida útil, bem como sucesso decampo. Os níveis de seiva de Brix em excesso de 12% também asseguramgeralmente contra infestações de inseto de sucção de seiva.
Mais importantemente, Brix alto proporciona teor nutricional pro-porcionalmente maior do alimento, e assegura bom sabor verdadeiro naturalamadurecido, especialmente onde o refratômetro mostra uma leitura difusa eespalhada, indicando uma variedade de proteínas de planta dissolvidascomplexas e componentes de sabor em boa medida.
O Brix é freqüentemente usado para determinar a qualidade dealguns alimentos selecionados. As leituras de Brix são leituras de todas assubstâncias dissolvidas presentes na folha de alface, e não somente o teorde açúcar ou sacarose. O Brix é, de fato, usado para determinar a Qualidadeda alface.
O refratômetro de Brix foi calibrado à temperatura ambiente u-sando-se uma solução 10% de sacarose com uma leitura de Brix de 1,3475.HCIO4 neutralizado foi usado como padrão. A leitura foi subtraída da leiturade Brix, bem como a % de açúcares. Após calibração, uma amostra foi colo-cada no refratômetro, e as leituras de Brix foram tomadas em leituras Bnx,bem como % de açúcar.
Outro método foi usado para determinar a leitura de Brix. ± 0,1gramas de massa fresca foram moídas em 200 μΙ de água (Desse modo, aamostra foi diluída 4 x), e 20 μΙ de amostra foi colocado no refratômetro, e asleituras de Brix foram tomadas.
Apesar do teor de sacarose inferior, os valore de Brix indicamum alface de melhor qualidade obtido a partir das plantas tratadas com Ele-mentol. Visto que Brix reflete os insolúveis na alface, as alfaces tratadas comElementol são enriquecidas no material de planta outro do que sacarose. A% de aumento em Brix por tratamento com Elementol obtida com o métodode HCIO4 foi 15%, e que com o método de água 12%. A diferença de 3%obtida com estes dois métodos deve ser a diferença devido a uma presençamais alta de ácidos orgânicos, hormônios, ou vitaminas baseadas em óleo,visto que estes são solúveis em HClO4.
EXEMPLO 17
O EFEITO BIOESTIMULATÓRIO NA ADMINISTRAÇÃO DE ELEMENTOL RNO RENDIMENTO E QUALIDADE DE FRUTO EM UM AMBIENTE CON-TROLADO
1. Material, crescimento de planta, e tratamento
Cultivar: Tomate Lycopersicon esculentum Mill da família: Solanaceae cv.Brotos: Brotos de Floradade, aproximadamente seis a oito semanas de ida-de, foram comprados de uma sementeira local em Bloemfontein. Doze des-tes brotos foram transplantados ao sistema hidropônico preparado na estufa.Esta estufa estava situada no telhado da estrutura Plant Science da Univer-sity of the Free State.
Método de Cultura:
Dois sistemas hidropônicos de fluxo e refluxo de reciclo idênticosforam instalados. Cada sistema consistia em 2 bandejas de asbestos retan-gulares (90 cm χ 20 cm), enchidas com o meio de suporte que consistia emcascalho de sílica desinfetado, de tamanho médio. Três brotos por bandejaforam transplantados ± 30 cm afastado e séries ± 42 cm afastadas. Este es-paçamento permitiu ± 135 cm2 por planta, resultando em 9 plantas /1,22 m2.
De modo a limitar o crescimento de algas e bacterial, tubulaçãode PVC negra não-translúcida, equipamentos e reservatórios foram usadospara construir os sistemas de reciclagem. Cada sistema tem um reservatóriode 70 litros separados, com uma pequena bomba de água no interior. Am-bas estas bombas foram ligadas a um regulador digital simples, que regulaos intervalos de ciclos de irrigação. O tempo de irrigação foi sincronizado demodo que as bandejas foram preenchidas a um nível específico, onde emseguida o regulador desligar, e a água drenada no reservatório. As plantasforam inundadas seis vezes um dia por 5 minutos, variando de 06:00 a 18:00.
1.2. Condições da Estufa
A temperatura na estufa foi parcialmente controlada por um con-dicionador de ar. As temperaturas médias da noite e do dia variaram de16°C a 25°C, respectivamente. Três instrumentos, a saber, um termômetro,termohidrográfico e um hidrômetro de turbilhão, foram usados para determi-nar a temperatura. O termômetro foi montado na parede a leste (faceamentonorte). O termohidrográfico foi colocado estrategicamente dentro da estufapara proporcionar um registro de 24 horas das condições da estufa de Se-gunda-feira a Sexta-feira. O termohidrográfico proporcionou uma indicaçãode ambas à temperatura, bem como a umidade relativa. A intensidade de luzde três locais diferentes foi medida com um fotômetro modelo LI-185A emuma altura de 2 cm do nível do chão. A intensidade de luz varia considera-velmente com a latitude e o tempo do ano. Isto é um resultado da inclinaçãoda terra e rotação ao redor do sol. A intensidade de luz do meio dia (LI) di-minuiu à medida que os meses de inverno se aproximaram, seguido por umaumento a partir da 14ã semana após transplante (WAT) até terminação na25ê W AT.
A temperatura, umidade relativa e a intensidade de irradiaçãoforam medidas seguindo o mesmo procedimento como as medições sema-nais. As leituras foram tomadas de duas em duas horas de 8:00 a 16:00 porum dia durante maio e junho. A umidade relativa (RH) é a razão entre o pesode umidade atualmente presente no ar e a capacidade de retenção de umi-dade total de um volume de unidade de ar a uma temperatura e pressão es-j pecíficas (Smith & Bartok, 2006). A RH de meio dia inicialmente aumentoupara 82%, mas a partir da 18§ semana após transplantação, uma queda demenos do que 50% é noticiada (24§ WA). A RH é dependente da temperatu-ra, visto que ar quente tem uma capacidade de retenção de umidade maisalta do que ar de arrefecedor; portanto, conforme a temperatura do ar au-menta, a umidade relativa diminui mesmo embora a quantidade de águapermaneça constante. Contudo, neste caso, a temperatura permanece rela-tivamente constante; portanto, a queda na RH pode ser um resultado decrescimento vigoroso das plantas, resultando em transpiração densa e altaaté começo do período de colheita. O vigor do crescimento e taxa de transpi-ração cessa naturalmente conforme o período de colheita chega a um final.
1.2. Solução de Nutriente
A solução de nutriente, a saber, Hygrotech ou Hygroponic, éuma mistura otimizada de nutrientes especificamente desenvolvida paraprodução de tomate hidropônico. Esta mistura inicialmente consistia em Mis-tura de Hygrotech e nitrato de cálcio. Nitrato de potássio foi adicionado doterceiro feixe de flor para o final do ensaio. A combinação da concentraçãoprescrita de cada componente foi dissolvida em água da torneira.
Os reservatórios foram enchidos com 70 litros de solução denutriente, e reenchidos conforme necessário. Toda semana alternante, antesde re-enchimento, os reservatórios foram inundados com água de torneiralimpa para extrair quaisquer substâncias nocivas que podem ter se acumu-lado. O pH e EC da solução de nutriente em cada reservatório foram medi-dos antes e após enchimento dos reservatórios, usando-se um medidor depH PHM 85 Precision, e um medidor de condutividade digital PW 9526, res-pectivamente.
Durante a segunda WAT, as plantas foram amarradas com fio denylon preto de modo a suportar as plantas. Durante a 2- semana, a primeirade seis aplicações de tratamentos aplicáveis foi aplicada. Os tratamentosestão resumidos abaixo:
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As plantas foram especificamente dispostas em um esforço parater ambos sol e sombras na planta para cada tratamento. A única diferencia-ção entre as plantas foi, portanto, o tratamento foliar particular.2. Parâmetros físicos: crescimento, desenvolvimento e rendimento de plan-tas
2.1. Alturada Planta
A altura de cada planta (a partir do nível de cascalho à pontamais alta) foi determinada com uma fita de medição. Logo que as plantasalcançam o topo e o peso da planta puxa a planta para baixo, este procedi-mento foi terminado.
As plantas de ambos os tratamentos mostraram um aumentolinear na altura, com uma altura média para ambas as plantas tratadas e decontrole variando entre 130 e 160 cm na semana 10 após transplantação.
2.2. Desenvolvimento Reqenerati A
O impacto do Elementol R no rendimento de plantas foi avaliadopela contagem do número de botões de flor nas plantas. O desenvolvimentoe crescimento de plantas estão diretamente relacionados à formação de bo-tões de flor, flores e fruto. Os botões de flor foram registrados logo que umbotão de flor claramente distinguível apareça, e florescem quando uma coramarela definida é aparente. Os primeiros botões de flor aparecem três se-manas após transplante para alcançar uma média de aproximadamente 25botões para plantas de controle (C) em 7 semanas após transplantação.
Embora os tratamentos com Elementol R (Er) não tenha efeitoestatisticamente significante na altura da planta, o tratamento com ElementolR resultou em um aumento estatisticamente significante no número médiode botões de flor, especialmente entre as 5à e 1- semanas após transplanta-ção (figura 21).
Comparado às plantas de Controle, o tratamento com ElementolR estimulou formação de botão significantemente como a partir da semana6. A % de aumento foi calculada de acordo com a fórmula descrita no Exem-plo 16, com um aumento de 92% registrado, com um aumento médio nosbotões de flor de 44% a partir da semana 4, quando botões de flor claramen-te distinguíveis podem ser contados, a semana 7 (tabela 1 abaixo e figura 22).
Tabela 1 :Botões de flor Médios
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Para impedir dano ao desenvolvimento das plantas, e impratica-bilidade de contagem de botão em conjuntos hidropônicos densamente po-voados, foi decidido terminar este procedimento 7 semanas após transplante.
2.3. Rendimento
A contribuição de Elementol R para rendimento não pode serdeterminada no Exemplo 16, onde crescimentos de folha e planta foram pa-râmetros relevantes. No caso das plantas de tomate, contudo, um aumentonos botões de flor reflete um aumento no rendimento de plantas, se a neu-tralização dada às plantas hidroponicamente é suficiente. O fruto foi, portan-to, contado. O fruto necessita alcançar 5 mm de diâmetro antes de seu apa-recimento ser registrado. O rendimento acumulativo médio de fruto durante operíodo de estudo é registrado na tabela 2 (ver também figura 23).
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O aumento semanal no rendimento para ambas as plantas decontrole e tratadas é linear a partir da semana 3, com uma fase de atraso datransplantação para semana 3. O teste-t de Fisher (1 com calda), que retor-na à probabilidade associada com um Teste-t Student1 e determina se duasamostras são do mesmo modo provenientes das mesmas duas populaçõessubjacentes, foi usado para analisar os dados de rendimento. O valor deprobabilidade foi determinada como 0,000261, significando que a probabili-dade que produz séries obtidas do fruto tratado com Elementol R e controlao fruto é a mesma, e é menor do que 1 em um 1000.
O aumento médio no rendimento calculado sobre o período doestudo, excluindo a semana 1, novamente usando a fórmula descrita no e-xemplo 1, foi 53,7%.
O rendimento acumulativo médio por planta foi calculado. Con-forme esperado, a % de aumento no rendimento de fruto por planta foi exa-tamente igual àquele para rendimento acumulativo total (53,7%).Um cálculo das razões de fruto para botão para ambos o grupos(tabela 3) mostra uma diminuição progressiva, mas similar, sobre as primei-ras 7 semanas, após as quais a contagem de botão foi terminada. Na sema-na 7, somente 26 ou 26 frutos são crescidos de 100 botões (ver figura 24).
Desse modo, é provavelmente devido à nutrição insuficiente para ambos osgrupos em vista dos altos rendimentos obtidos, apesar do uso de uma mistu-ra de nutriente otimizada para tomates hidroponicamente crescidos. Quantomais alto o rendimento, maior seria o impacto de nutrição insuficiente. Por-tanto, um grande aumento no rendimento de plantas tratadas com ElementolR, comparado às plantas de controle, pode provavelmente ter sido obtido sea nutrição fosse ajustada ao rendimento aumentado.
2.4. Parâmetros físicos de fruto
2.4.1. Teor de umidade
Ambos o rendimento de fruto total e teor de sólidos solúveis de-sempenham um papel importante no sucesso econômico no mercado detomates processados. Para escolha de tomates para proposta de processa-mento, atenção específica é prestada para qualidade bioquímica. O frutocom altos teores de sólidos solúveis, por exemplo, contém menos água, esão mais doces e, conseqüentemente, requerem menos processamento eadição de açúcar para preparar pastas de textura correta (Baxter et al.,2005). Em adição, um número de parâmetros orgânicos e nutricionais é paraser usado para definir a qualidade do fruto. Estes parâmetros de qualidadeincluem açúcares, acidez titulável (TA), condutividade elétrica (EC), vitaminaC e teor de composto fenólico, teor de sólido solúvel (SSC), e firmeza, paradenominar, mas uns poucos (Anza, Riga & Garbisu, 2006).
O teor de umidade médio daria, desse modo, uma indicaçãocomo para a qualidade do tomate. Para determinar o teor de umidade, umafatia de cada tomate representativo foi colocada em um prato de Petri (doqual o peso foi predeterminado), e pesada por meio de uma microescalaSauter RL 200. Ela foi, em seguida, colocada em um forno Iabotech a ± 68°Cpor 7 dias. Após o período de desidratação, o prato de Petri contendo a fatiade tomate foi pesado novamente. A perda no peso representa a quantidadede umidade presente no tomate. Na média, o fruto tratado com Elementol Rcontém menos levemente umidade do que o grupo de controle, embora adiferença não seja estatisticamente significante (ver figura 25 que mostra amédia de % de umidade encontrada no fruto de plantas de tomate tratadascom Elementol R, versus plantas de controle, conforme descrito no Exemplo17. O fruto tratado com Elementol R geralmente tem uma teor de umidademais baixo em relação à massa de tomate total, indicando um fruto commais insolúveis, tais como açúcares e proteína, resultando em tomates dealta qualidade).
A % de aumento médio de massa seca (Dm) de fruto tratadocom Elementol é -1,05% sobre o período de estudo, indicando que nenhumadiferença existe entre as plantas tratadas e de controle. Contudo, a massaseca comparativa tem uma ampla distribuição. O teste-T de probabilidadeque as duas faixas originadas a partir do mesmo grupo (isto é, similaridade)foi calculado como 0,330525. Um modelo inverso é observado quando asrazões de massa de umidade:Dm são comparadas. Isto pode indicar que oprocedimento usado para esta determinação não é preciso. Uma causa pos-sível é que o teor de óleo de ácido orgânico do fruto não é levado em conta.
3. Parâmetros bioquímicos do fruto
3.1. Condutividade elétrica (EC) e pH
Toda segunda semana, 15 frutos, representativos de cada tra-tamento, foram objetivamente selecionados. Uma parte do fruto foi moídaem um tubo de teste usando um Homogeneizador Polytron. O pH e EC dotecido foram determinados, por meio de um medidor de pH PHM 85 Precisi-on e o medidor de condutívidade digital PW 9526, respectivamente.
Um maior fluxo na corrente elétrica implica em uma concentra-ção mais alta de íons dissolvidos no fruto. Ambos rendimento de fruto total eteor de sólidos solúveis desempenham um papel importante no sucesso e-conômico no mercado de tomates processados. Para escolha de tomatespara proposta de processamento, atenção específica é prestada para quali-dade biológica. Os frutos com alto teor de sólidos solúveis, por exemplo,contêm menos água, e são mais doces e, conseqüentemente, requeremmenos processamento ou adição de açúcar para preparar pastas de texturacorreta (Baxter et al., 2005).
A EC dos frutos mostrou um aumento progressivo. A EC médiadeterminada para plantas de controle sobre o período de estudo foi 3395,enquanto as plantas tratadas com Elementos R foi 3393. Um relacionamentoinverso, embora seja com uma inclinação muito moderada, é evidente quan-do a relação entre valores de pH e EC dos frutos é comparada.
O pH médio dos frutos de controle para o período do estudo foideterminado para ser 4,245, enquanto um pH de 4,248 foi encontrado paraos frutos das plantas tratadas com Elementol R. Portanto, apesar do rendi-mento grandemente aumentado, nenhuma diferença na qualidade dos frutosem termo de umidade, massa seca, EC ou pH. A correlação próxima em va-lores também indica a precisão das medições.
3.2. Carboidrât Um
A qualidade do fruto de tomates é grandemente determinada por um doscomponentes bioquímicos da qualidade do fruto, a saber, a quantidade deteor de açúcar solúvel (Damon et al., 1988; Islame tal., 1996). As concentra-ções de glicose e frutose no apoplasto estão presentes em uma razão deaproximadamente 1:1 (Damon et al., 1988), com as concentrações de hexo-se pelo menos quatro vezes maior do que a sacarose em todos os estágiosde desenvolvimento. Guan e Janes (1991) verificaram que níveis de sacaro-se são relativamente baixos em frutos de tomate, são independentes de in-tensidade de luz, e que continuam a declinar durante desenvolvimento. Oteor de sacarose de frutos de crescimento em luz e no escuro em seus estu-dos não mostrou quaisquer diferenças significantes. O acúmulo de carboi-dratos pode, portanto, ser acionado pelo metabolismo da sacarose.
A preparação de amostras para ensaio do teor de carboidratodos tomates colhidos: As amostras foram preparadas pela adição de 10 g detecido de fruto representativo a 5 ml duas vezes de água destilada em umtubo de teste. Esta mistura foi homogeneizada por ± 30 segundos como umHomogeneizador Polytron. O material restante no lado do tubo de teste foienxaguado no tubo de teste com um adicional de 2 ml de duas vezes de á-gua destilada. O tubo de teste foi sacudido por 30 minutos, seguido por turbi-Ihonamento vigoroso, e, em seguida, derramado rapidamente em um copode medição pequeno. Enquanto o purê foi sendo agitado em um agitadoreletrônico, o pH foi ajustado para ± 8,00 pelo uso de 1M e 5M de KOH, ondeapós a solução (± 13-17 ml) foi produzido a um volume final de 20 ml. Umaalíquota (± 1,5 ml em tubos microluge) da solução foi centrifugada a 12 000rpm por 10 minutos. O sobrenadante foi coletado com uma pipeta Pasteur, etransferido para um tubo limpo. Amostras de ensaio foram armazenadas a -20°C até análise final.
Para determinar o teor de açúcar do fruto, o kit Sucrose/D-Glicose/D-Frutose (10 716 260 035), fabricado por Boehringer Mannheim / R- Biopharm, foi usado. O procedimento prescrito foi adaptado para volumesde 1 ml. Os fatores de diluição foram considerados quando se calcula o teorde carboidrato.
A Tabela 3 mostra o teor comparativo de glicose, frutose e saca-rose para o fruto colhido na semana 13 do estudo.
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Os tomates tratados com Elementol R mostraram um aumentoconsiderado no teor de frutose e sacarose, resultando em tomates mais do-ces, que são preferidos pelo consumidor.3.3 Brix
O valor de Brix é uma indicação da percentagem total de sólidossolúveis (TSS) no suco de fruta. Toda segunda semana, o valor de Brix domesmo purê dos 15 frutos representativos usados para pH e EC, foi deter-minado. O procedimento de moagem de uma parte do fruto em um tubo deteste usando um Homogeneizador Polytron, é, portanto, exatamente o mes-mo como para determinação de pH e EC do fruto. O recipiente de purê foi,em seguida, inclinado levemente de modo a coletar uma amostra de sucoclara com uma pipeta pasteur. O valor de Brix foi determinado por meio deum refratômetro. Bnx alto, EC alta e baixo pH estão associados com altaqualidade (www.cais.ncsu.edu). Apesar do fato que nenhuma diferença esta-tística entre tomates de controle e frutos tratados com Elementol foi obser-vada com relação à EC e baixo pH, ou teor de umidade do fruto observadodurante a 13ã semana de colheita, frutos de plantas tratadas com Elementolcom um valor de Brix médio de 8% realizado da planta de controle, que temum valor de Brix médio de 74%. Ambos os grupos tem um valor de Brix sig-nificantemente mais alto do que o valor médio publicado para tomate.
Em conclusão, o tratamento com Elementol R aumenta ambos orendimento de tomates, bem como a qualidade do fruto colhido em termosde % de umidade, insolúveis e açúcares.
EXEMPLO 18
AUMENTO DE ENTENDIMENTO E DESLOCAMENTO DE UM BIO-ESTIMULANTE COMERCIAL POR MEIO DE ELEMENTOL R
O objetivo deste estudo
Os dois exemplos prévios mostraram que Elementol R em si po-de agir como um bioestimulante em termos de crescimento e rendimento deplanta. Este estudo investiga se a pré-retenção de um bioestimulante comer-cial, ComCat®, em Elementol R, pode aumentar o entendimento e desloca-mento deste bioestimulante, resultando em um aumento no crescimento erendimento da planta além daquele observado com Elementol R, ou o efeitoleve conhecido de ComCat®, em alfaces e tomates hidroponicamente crescidos.
2. Configuração Experimental
A configuração experimental foi similar àquela descrita nos E-xemplos 16 e 17, exceto que o bioestimulante (sozinho ou em combinaçãocom Elementol R) foi administrado. O estudo foi executado em um modosimilar àquele descrito nos Exemplos 16 e 17, e não será descrito novamente.
2.1. O bioestimulante comercial ComCat®
ComCat®, um agente de fortalecimento de planta eco-favorável,contém um de um grupo de fitohormônios, denominado brassinoesteróides(Schnabl, et al., 2001). Brassinoesteróides é um esteróide de promoção decrescimento encontrado em plantas mais altas. Brassinoesteróides são con-siderados agirem em baixas concentrações para afetar o crescimento deplantas, por aumento do alongamento de caules e regulação da expressãode gene em plantas. Desenvolvimento aperfeiçoado de broto, raízes fortes erebentos, desenvolvimento de florescimento ótimo, têm sido observados como uso de ComCat®. Brassinosteróides, como fitohormônios, têm sido repor-tados não somente para aumentar rendimentos de colheita, mas tambémqualidade de colheita (Prusakova et al., 1999). ComCat® contém substânciasativas bioquímicas de alta qualidade que foram extraídas de plantas selva-gens sinecologicamente ativas.
Devido à interferência de cultivadores, mais plantas cultivadastêm perdido acesso de defenderem-se contra patogenias. ComCat® aumentaa resistência de plantas de todos os tipos de tensão e patogenias. Os bras-sinoesteróides desempenham uma parte decisiva na ativação da resistênciada própria planta e mecanismos de tolerância. ComCat® é o primeiro de seutipo a ter sucedido na catalisação desta ativação da própria capacidade daplanta de se defender em um modo ótimo. As plantas desenvolvidas indu-zem resistência que aumenta a capacidade da planta a resistir a patogenias.
O bioestimulante é um pó solúvel em água, e quando aplicadoàs colheitas como uma pulverização foliar, ou como um tratamento de se-mente, aumenta o desenvolvimento de raiz, acelera a absorção de nutriente,intensifica a assimilação do nutriente, induz formação de botão de flor, au-menta rendimentos (Hüster 1999, Schnabi et al., 2001. Pretorius conformecitado por Alam, 2004), e induz a resistência natural de plantas contra pato-genias e tensão biótica (Agraf Forum conforme citado por Alam, 2004, Hüs-ter, 1999; Schnabi et al., 2001). Khripach et al. (2000) também reivindica queeste fitohormônio recentemente descoberto tem a capacidade de regular oentendimento de íons na célula de planta.
2.2. Tabela de administração foliar
2.2.1. AlfaceOs tratamentos para os grupos diferentes de plantas foram pre-parados conforme segue:
Contagem das direções de dosagem de ComCat®: ComCat®, = 2 g/LDesse modo, = 0,5 g/250 ml
i) ComCat® (CC)
0,5 g de CC + 250 ml de H2O
ii) Elementol R (E)3ml de E + 250 ml de H2O
iii) Combinação de ComCat® de resistência total e Elementol (CC/E)0,5 g de CC + 3 ml de E + 250 ml de H2O
iv) Combinação de ComCat® de meia resistência e Elementol (1/2CC/E)0,25 g de CC + 3 ml de E + 250 ml de H2O
v) Combinação de ComCat® de um quarto de resistência e Elementol(1/4CC/E)
0,125 g de CC+ 3 ml de E+ 250 ml de H2O2.2.2. Tomates
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3. Resultados
3.1. Crescimento e desenvolvimento e diâmetro de cabeca
3.1.1. Alface
Pré-retenção de CC em E não influencia grandemente o diâme-tro de cabeça da planta da altura da planta. Algumas das plantas não au-mentam 100%, o que significa que elas não dobram de tamanho. Algumasplantas que foram tratadas com CC e E individualmente realizam o melhordas plantas tratadas, mas diferenças não foram estatisticamente significan-tes, exceto da semana 11 em diante, quando plantas tratadas com Elemen-tol R realizam todos os outros tratamentos. Algumas destas combinaçõespodem ter um efeito inibitório nas plantas, pelo que E e CC individualmenteambos tem um efeito estimulatório.
As plantas alcançam um diâmetro de cabeça máximo durante asprimeiras 7 a 8 semanas, após o qual o diâmetro de cabeça diminui, prova-velmente porque as plantas foram constantemente podadas para obter-sematerial de folha para fazer experimentos fisiológicos.
3.1.2. Tomates
A aplicação de ComCat® resultou em uma taxa de crescimentolevemente reduzida. Contudo, quando ComCat® é aplicado junto com Ele-mentol de qualquer concentração (CC/E e 0,5CC/E), esta redução no cres-cimento vegetativo é aliviada em um modo dependente da dose, mas ocrescimento está ainda significantemente abaixo daquele do Elementol Rsozinho.
3.2. Botões de flor médios de tomates
Elementol R sozinho, bem como ComCat® (CC), e tratamentosde combinação, mostraram um aumento marcado em botões de flor, especi-almente entre a 5- e 1- semanas após transplante. Nenhuma diferença clarafoi medida entre estes tratamentos, embora CC mostre o aumento mínimo.
3.3. Rendimento médio de tomate
Nenhuma diferença clara foi observável para tamanho de fruto emassa entre todos os tratamentos. A aplicação de ComCat® (CC) falhou,como bioestimulante, para aumentar ambos tamanho e massa do fruto emtomates hidroponicamente crescidos. ComCat® de resistência total com apli-cação de Elementol R não tem efeito nas mudanças no tamanho e massa dofruto, mas a aplicação de combinação de CC/E resultou em tamanho de frutomais alto e diâmetro de fruto individual e massa fresca (ver 3.2.2. abaixo).Isto sugere que esta concentração de ComCat®/Elementol desacelera a di-minuição na massa de fruto observada para o período de colheita total queimplica em melhor rendimento físico para período de colheita. A tabela abai-xo reflete o rendimento médio/planta:<table>table see original document page 77</column></row><table>
O Elementol R estimula o rendimento de tomates significante-mente (Exemplo 17). Contudo, quando ComCat® é misturado com Pherói-des, ambos em resistência total (CC/E) e meia resistência (0,5 CC/E), a pro-dução de fruto se estimula marcadamente (Ver figura 26 que é um gráficoque mostra o efeito de ComCat® (CC). Elementol R (E) e combinação destenas mudanças em número acumulativo de fruto colhido de 3 plantas porgrupo sobre um período de 13 semanas), e massa subseqüente de fruto co-lhido (ver figura 27, que é um gráfico que mostra um aumento dramático namassa de fruto cumulativa total observada quando as plantas são tratadascom ComCat® que é retida no Elementol R conforme comparado ao aumen-to observado com Elementol R ou ComCat®, individualmente).
<table>table see original document page 77</column></row><table><table>table see original document page 78</column></row><table>
A % de aumento em termos de rendimento foi calculada como99% e 81% de CC/E e 0.5CC/E, respectivamente, e a massa colhida totalcomo 199% e 204% para CC/E e 0.5CC/E, respectivamente, quando compa-rado com aquele obtida com CC. O aumento de 33% e 21% para CC/E e0.5CC/E, respectivamente, é mais barato quando comparado a Elementol,que em si próprio causa um aumento no rendimento de fruto e massa (figu-ras 26 e 27). O Elementol como nova molécula transportadora foi demons-trado ser um translocador de moléculas de ComCat®. Isto também indicariaque o Elementol R aumentou o entendimento de ComCat® exercer seu efeitobio-estimulatório. Um efeito sinergístico destes dois produtos pode tambémadvir.
3.2. % de umidade e razões de Massa seca e fresca (Fm:Dm)3.2.1. Alface
Todos os tratamentos tinham um efeito esti mulato rio nas razõesde planta Fm:Dm.
3.2.2. Tomates
CC sozinho mostrou uma massa de fruto fresca média mais altado que E sozinho. Contudo, pré-retenção de CC em E aumentou a massa78
fresca média dos tomates ainda adicionalmente (ver figura 28). Nenhumadiferença significante foi observada entre CC/E e 0.5CC/E, exceto para se-mana 13, e conforme o desvio padrão em Fm é muito grande, pode não sersignificante.
5 4. Parâmetros Relacionados Fisiológicos em alface
4.1. Teor de Proteína Medido uma semana após cada tratamento
O teor de proteína foi mais alto na semana 2, e mostrou umadiminuição sobre as 12 semanas do ensaio para todos os tratamentos. Dassemanas 4 a 12, CC tinha em média a quantidade mínima de proteínas. Nasemana final, todas as plantas tinham relativamente à mesma quantidade deI proteína. A combinação de CC/E tinha o melhor efeito estimulatório nas pro-teínas.
4.2. Taxa de respiração
Todos os tratamentos de planta mostraram relativamente àmesma taxa de respiração. Na semana 9, as plantas tratadas com CC/E ti-nham a melhor taxa de respiração. A taxa de respiração diminui até a sema-na 9, exceto para combinação de CC/E, e aumenta novamente nas últimas 4semanas. Todos os tratamentos de planta mostram uma forma de "U", devi-do aos requerimentos de energia mais altos durante crescimento e floresci-mento recentes. A combinação de CC/E é o único tratamento que mostra umaumento na taxa de respiração (figura 29). Desse modo, na semana 9, otratamento de combinação de CC/E tem um efeito estimulatório nas plantas.Todos os tratamentos envolvendo E tinham uma taxa de respiração maisalta durante esta semana do que CC sozinho.
Quando a taxa de respiração é expressa em termos da quanti-dade de proteína, uma flutuação é observada. A respiração por quantidadede proteína para as plantas tratadas com CC/E mostra um aumento todotempo após as plantas terem sido tratadas (semana 5 e semana 9; ver figura29). Desse modo, a combinação de E e CC estimula a taxa de respiraçãopor mg de proteína. No final da semana 13, as plantas E tinham a taxa derespiração mais alta por mg de proteína, provavelmente porque as plantastratadas com Elementol R floresceram antes das plantas tratadas com CCou combinações de CC e E, requerendo uma alta taxa de respiração parasuprimento de quantidades adequadas de energia para florescimento.
4.3. Taxa de fotossíntese
Novamente durante a semana 9, a taxa de fotossíntese paraCC/E foi muito alta. Na semana 11, a taxa de fotossíntese caiu considera-velmente, indicando que a estimulação causada por CC/E pode ser de curtaduração. No final da semana 13, o grupo de combinação de 1/4CC/P mos-trou a fotossíntese mais alta, indicando que a combinação de 1/4CC/P esti-mula fotossíntese por mais tempo. A expressão da taxa de fotossíntese emtermos da quantidade de proteína presentes resulta aproximadamente momesmo resultado como respiração por mg de proteína, exceto que as plan-tas tratadas com 1/4CC/P mostram a taxa de fotossíntese mais alta no finalda semana 13, indicando que este tratamento pode ter um efeito durávelmais longo na taxa de fotossíntese por mg de proteína.
A fotossíntese deve sempre exceder a taxa de respiração. Quan-to mais alto o ganho de fotossíntese na respiração, mais alto o acúmulo decarbonos, resultando na síntese de mais açúcares. Mais açúcares podemser emanados e, desse modo, o ganho de energia é melhor. Esta energiaage como "combustível" para trajetórias metabólicas. Razões maiores resul-tam em melhor crescimento. Novamente a combinação de 1/4CC/P mostraum aumento na fotossíntese: razão de respiração da semana 5 a semana13. Esta combinação tem a melhor razão no final da semana 13.
4.4. Teor de clorofila
Apesar das flutuações, um aumento total na clorofila pode servisto. Pela colocação da quantidade de clorofila a em correlação com aquantidade de proteína presente na planta mostra o seguinte. O tratamentoE tem a maior clorofila à por mg de proteína para semana 13, seguido pri-meiramente por 1/4CC/E, segundo por 1/2CC/E, e terceiro por CC/E, emseguida por CC. Desse modo, a quantidade mínima de CC em combinaçãocom E estimula a clorofila A ao máximo (ver figura 30 que é um gráfico queilustra as quantidades comparativas de clorofila B por mg de proteína con-forme determinado na semana 13 do ensaio). CC tem um efeito inibitório naquantidade de clorofila B, e este efeito inibitório é aumentado pela retençãode CC nas vesículas de Elementol R. Contudo, a diluição da concentraçãode CC conduz a um aumento na clorofila B/mg de proteína. Desse modo, adosagem do CC deve ser diminuída quando retida no Elementol R.
A clorofila B mostrou um modelo similar. Na caso da clorofila B,um aumento total é observado. Na figura 32, a quantidade de clorofila B pormg de proteína é mostrada. Aqui, a combinação de 1/4CC/E e combinaçãode /2CC/E também mostram a melhor concentração de clorofila B por mg deproteína. E também tem uma alta concentração de clorofila B por mg de pro-teína. Desse modo, quantidades inferiores de CC usadas com E estimulamj ambas sínteses de clorofila A e B. CC inibiu o teor de clorofila B, mas acombinação de CC/E inibiu a quantidade de clorofila B dramaticamente, ilus-trando que pré-retenção em E aumentou o entendimento e deslocamento deCC. A diluição de CC por 75% pareceu ter negado o efeito inibitório do CC.Para este efeito inibitório ter efeito, a retenção do CC em E tem que ter re-sultado em um entendimento e deslocamento dependente da dose do CCpor E, conforme pode ser observado na figura 30.4.5. Teor de açúcar
Ambos teor de glicose e frutose é estimulado pela retenção deCC em Ε. O teor de açúcar nas plantas são similares para CC e E, mas acombinação de CC/E aumentou o teor de sacarose por uma média de 91%,e aquele de glicose por uma média de 64%. Novamente um aumento deambas concentração de sacarose e glicose é verificada conforme a resistên-cia do ComCat® diminui.
4.6. Brix
Na tabela abaixo, as medições de Brix com HCIO4 como antece-dente são apresentadas. Os valores de Brix medem todas as substânciasdissolvidas presentes na folha de alface, e não somente o teor de açúcar ousacarose. Brix é, de fato, usado para determinar a qualidade de alface. Umaleitura Brix alta indica muitas substâncias dissolvidas, bem como muitos a-çúcares que indicam uma boa qualidade e folha saudável. Isto pode ter con-tribuído para taxas de crescimento baixas, e plantas pobremente desenvol-vidas.
Leituras Brix médias para plantas tratadas com HCIO4 (ver tam-bém figura 31)
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O aumento nas leituras Brix pela combinação é indicativo do en-tendimento e deslocamento mais alto de CC pelo veículo de Elementol.
EXEMPLO 19:
EFEITO IN VITRO E IN VIVO DE ELEMENTOL R EM CRESCIMENTO DE BROTO
1. Objetivos do estudo
Para investigar o efeito de Elementol R na germinação e cresci-mento de broto em ambas plantas C3 e C4. No processo de fotossíntese,CO2 e água são substratos, e carboidratos e oxigênio são os produtos (Ja-kob and Heber, 1996). As plantas são classificadas como C3, C4 ou CAM1de acordo com seu mecanismo de fotossíntese. A trajetória C3 envolve ociclo de Calvin, pelo qual a trajetória C4 usa um ciclo onde ácido 3-fosfoglicérico não é o primeiro produto. Fotossíntese C4 proporciona um me-canismo para taxas altas de assimilação de carbono, e é mais resistente aoprocesso de foto respiração.
O efeito inerente de Elementol R em si próprio e misturado comum antifungal (ver ensaios de campo de trigo abaixo) foi investigado.
2. Efeito in vitro de Elementol R no crescimento de broto
As condições em termos de umidade e temperatura foram con-troladas conforme descrito nos Exemplos 16 a 18. Três grupos de sementede rabanete foram tratados conforme segue:
<table>table see original document page 82</column></row><table>As sementes foram embebidas nos tratamentos acima durantetoda a noite e, em seguida, expostas a papel de germinação. O efeito dostratamentos diferentes foi medido com relação a sua influência no compri-mento de raiz de rabanete (ver figura 32, que é uma fotografia de germina-ção de rabanete no papel de germinação no estudo in vitro descrito no E-xemplo 19. O comprimento de raiz aumentado em ambos os lados dos bro-tos de controle curtos é devido a ambos germinação e crescimento mais rá-pido). Um aumento no comprimento de raiz acima do controle de 53,3 e52,6% foi observado para Ep 125 e 250, respectivamente.3. Efeito in vivo de Elementol R no crescimento de broto em ensaios de alo-jamento de vidro
O seguinte estudo foi feito no trigo em ensaios de alojamento devidro:
Cultivar: Trigo Kariega
As condições de crescimento em termos de temperatura e umi-dade relativa foram relativamente constantes. As plantas foram plantadas naterra e irrigadas por irrigação de gotejamento.
Os tratamentos consistiram em dois grupos: um grupo de refe-rência (RG) que recebeu fertilizante, e um grupo de teste (E) que recebeuElementol R. As sementes do grupo de referência foram plantadas com ferti-lizante (3:1:0) de acordo com as instruções do fabricante. As plantas foramtratadas com Elementol R nos três estágios de folha com concentrações si-milares do que aquelas descritas para o ensaio acima in vitro, mas com 20ml de E/1 OOLVha em ambos a folha sinalizadora e imediatamente antes doflorescimento. O tratamento foi administrado através de aplicação foliar. Ogasto do ensaio consistiu em um desenho de bloco randomizado e operaçãopor 3 meses e meio.
Os seguintes parâmetros foram investigados semanalmente:Quaisquer sinais de fitotoxicidade;Diferença no tamanho e altura do broto.Crescimento médio de coleóptilo de trigo (mm)<table>table see original document page 84</column></row><table>
A tabela acima ilustra a resposta antecipada em brotos peque-nos, mas é representativa da resposta geral. A resposta de crescimento va-riou proporcionalmente com a quantidade de dose de Elementol. A adminis-tração de Elementol R resultou em uma resposta de dose linear em termosde crescimento de coleóptilo de trigo (ver figura 33, que é um gráfico queilustra o comprimento médio comparativo medido para coleóptilos de trigopara o controle de fertilizador, e as dosagens vancus de Elementol R). Odesvio padrão a partir da resposta de dose linear é excepcionalmente pe-queno, indicando um alto nível de confidência nos dados. Tal resposta dedose linear pode ser usada para indicar que uma intervenção específica emum sistema biológico resulta em uma resposta específica. Desse modo, aresposta no crescimento coleóptilo é especificamente devido a administra-ção de uma dose específica de Elementol R. A figura 33 mostra que a dosemáxima não foi alcançada, e que aumento adicional no crescimento podeser possível com uma dose mais alta. O aumento no crescimento, usando-seuma dose de 500 ml/ha de Elementol R foi calculado par ser 27,3%. Nenhumsinal de toxicidade (folha de má qualidade, necrose, etc) foi observado.
4. Ensaios de campo
4.1 .Efeito in vivo de Elementol R em ensaios de campo de trigo
O cultivar foi PAN 3377. Trigo foi cultivado de acordo com aspráticas normais de agricultura no Central Free State, África do Sul.
Como nos ensaios de alojamento de trigo, os dois grupos con-sistiam em um controle de fertilizante (3:2:1) e Elementol R em dosagem de500 ml/100L de água/ha). O tratamento foi limitado a uma aplicação simplesnos três estágios de folha. O gasto de ensaio foi um desenho de bloco ran-domizado. O ensaio durou 7 meses.
O rendimento foi determinado e é apresentado na figura 34. Umaumento médio de 108 kg no rendimento por hectare foi observado com ogrupo tratado com Elementol R, conforme comparado ao grupo de fertilizan-te de referência. Nenhuma fitotoxicidade foi observada.4.2. Efeito in vivo de Elementol R em ensaios de campo de ervilha
Ervilhas foram cultivadas de acordo com as práticas de agricultu-ra normais na fazenda Koedoesfontein no Northern Free State, África do Sul,com a seguinte exceção: 100 ervilhas secas foram embebidas durante todaa noite em qualquer 500 ml de água de perfuração (grupo de controle) de5% de Elementol R. O diluente foi água a partir da mesma fonte. Enquantoas ervilhas a partir do grupo de controle absorvem toda a água durante em-bebimento, as ervilhas a partir do grupo de Elementol absorvem somente300 ml dos 5% de Elementol R. As ervilhas foram plantadas em dois blocosseparados para impedir qualquer contaminação possível entre os dois gru-pos. As plantas foram irrigadas por regadura diária.
A germinação e crescimento de broto foram observados a partirdo dia 7. No dia 10, uma comparação foi feita do número de brotos que me-dem pelo menos 300 mm de altura em cada bloco. No bloco onde as semen-tes foram embebidas em Elementol %, 57 brotos foram contados no dia 10,onde 18 brotos estavam presentes no grupo de controle. Isto representa umaumento na germinação e crescimento de broto de 3,1 vezes. Além disso, agerminação do grupo de Elementol R necessita de somente 0,6 vezes maiságua como o grupo de controle. Este aspecto pode se comprovar muito vali-oso em regiões secas.
4.3. Efeito in vivo de Elementol R em ensaios de campo de milho seco
Um cultivar geneticamente modificado, suprido por uma grandecompanhia de produção de semente, foi usado. Um saco de sementes trata-das foi dividido, e uma porção das sementes no saco foi tratada com Captan,enquanto outra porção foi tratada com Captan misturado com Elementol Rna seguinte maneira. Captan é um fungicida de contato de espectro amploque tem sido usado dede de 1950. Ele é usualmente de cor rosa e deixa umpó rosa no saco de semente e caixa do agricultor. Ele é muito eficaz contrauma faixa ampla de fungos de solo. A quantidade prescrita de Captan foimisturada diretamente com as sementes (grupo de referência de Captan).Para o grupo de teste, as sementes foram misturadas com uma quantidadesimilar de Captan em 2% de Elementol R. As sementes de ambos os gruposforam brevemente misturadas ou agitadas com seu tratamento individual e,em seguida, deixadas secarem. As sementes foram plantadas em blocos de3 ou 5 séries estendendo-se o comprimento do campo de milho com bloconão-tratado em ambos os lados de cada um dos grupos de tratamento naProvíncia de North West, África do Sul. A cultura foi feita de acordo com aprática de agricultura geral com nenhuma irrigação.
As plantas de cada um do grupo de Captan de referência não-tratado e o grupo de Elementol/Captan foram coletadas puxando-se todaquinta planta em uma série. A coleta de planta começa 5 m no campo, econtinua para frente do centro do campo até que a quinta planta de cadagrupo fosse coletada.
A massa de planta total, a massa de raiz e a massa de folha decada planta foram determinadas. A figura 35 mostra as massas médiascomparativas para cada um do grupo. As sementes não-tratadas agem co-mo controle. O tratamento das sementes com Captan somente não resultaem qualquer mudança de crescimento das folhas de planta, e somente au-menta levemente a massa da raiz, onde as sementes não-tratadas com os2% de mistura de Elementol R/Captan mostraram aumento na massa defolha, massa de raiz e, portanto, massa de planta total.
Muitas variações da invenção podem ser delineadas sem, dessemodo, fugir do espírito e escopo da invenção conforme formulada nas afir-mações acima da invenção.
EXEMPLO 20
DESLOCAMENTO DE VESÍCULAS DE ELEMENTOL PREPARADAS COMCO2 AO INVÉS DE N2O
Elementol C foi preparado conforme descrito na Preparação 1para Elementol B, mas CO2 foi usado como gás durante o procedimento depreparação. O tamanho das vesículas foi determinado para variar entre 300nm e 2 μm. O potencial z foi medido como -44mV, usando-se um dimensio-nador-Z Malven.
As vesículas dispersas no Elementol C contendo CO2 foram eti-quetadas fluorescentemente com Nile vermelho a uma concentração final de1 μΜ. Usando-se uma escova, uma folha de uma planta hera foi pintada comesta mistura. Um controle de água foi pintado na folha de uma segunda plan-ta hera. Após 30 minutos, as folhas no lado oposto das folhas pintadas foramcoletadas e investigadas para a presença de fluorescência, usando-se mi-croscopia de varredura de laser confocal, conforme descrito no Exemplo 8,Estudo 1. As vesículas fluorescentes estavam presentes na folha coletadada planta pintada com o Elementol C fluorescentemente etiquetado, ondenenhuma tal fluorescência foi verificada na folha coletada a partir da plantapintada com água. A fluorescência não corresponde a autofluorescência ob-servada para cloroplastos ou membranas de tilacóide. A fluorescência ob-servada na folha de teste foi, desse modo, mostrada ser resultante de deslo-camento de uma folha para a folha oposta pelo Elementol C contendo CO2.
A modelagem molecular indica que as propriedades relevantesde oxido nitroso e dióxido de carbono na preparação de vesículas de Ele-mentol e microesponjas são compartilhadas por oxissulfeto de carbono.

Claims (37)

1. Formulação de suporte de planta que é fitologicamente bené-fica compreendendo uma microemulsão constituída por uma dispersão devesículas ou microesponjas de um componente baseado em ácido graxo emum veículo aquoso, o componente baseado em ácido graxo compreendendopelo menos uma substância baseada em ácido graxo de cadeia longa sele-cionada a partir do grupo consistindo em ácidos graxos livres e derivados deácidos graxos livres.
2. Formulação de suporte de planta, de acordo com a reivindica-ção 1, no qual a dispersão é caracterizada em que pelo menos 95% das ve-sículas ou microesponjas são de um tamanho diamétrico de entre 50 nm e 5micrometros.
3. Formulação de suporte de planta, de acordo com a reivindica-ção 1, caracterizada em que a microemulsão tem um potencial zeta de entre-35 mV e -60 mV.
4. Formulação de suporte de planta, de acordo com a reivindica-ção 1, no qual o componente baseado em ácido graxo é selecionado a partirdo grupo consistindo em ácido oléico, ácido linoléico, ácido alfa-linoléico,ácido gama-linoléico, ácido araquidônico, ácido eicosapentaenói-co[C20:5üj3], ácido decosahexaenóico[C22:6oo3], e ácido ricinoléico, e deri-vados destes selecionados a partir do grupo consistindo nos Ci a C6 alquilésteres destes, os glicerol-polietileno glicol ésteres destes, e o produto dereação de óleos naturais hidrogenados e não-hidrogenados compostosgrandemente de óleos baseados em ácido ricinoléico, tal como óleo de ríci-no, com óxido de etileno.
5. Formulação de suporte de planta, de acordo com a reivindica-ção 1, no qual o componente de ácido graxo da microemulsão consiste ouinclui uma mistura de ácidos graxos esterificados.
6. Formulação de suporte de planta, de acordo com a reivindica-ção 5, no qual o componente de ácido graxo da microemulsão consiste noproduto conhecido como Vitamina F Etil Éster.
7. Formulação de suporte de planta, de acordo com a reivindica-ção 5, no qual o componente de ácido graxo da microemulsão inclui ou con-siste nos ácidos graxos de cadeia longa conhecidos como ácido eicosapen-taenóico[C20:5u)3] e ácido decosahexaenóico[C22:6co3].
8. Formulação de suporte de planta, de acordo com a reivindica-ção 5, 6 ou 7, no qual o componente de ácido graxo da microemulsão emadição inclui o produto de reação de óleos naturais hidrogenados compostosgrandemente de óleos baseados em ácido ricinoléico com óxido de etileno.
9. Formulação de suporte de planta, de acordo com a reivindica-ção 8, no qual o produto de reação de óleos naturais hidrogenados compos-tos grandemente de óleos baseados em ácido ricinoléico com óxido de etile-no é produzido de óleo de rícino.
10. Formulação de suporte de planta, de acordo com a reivindi-cação 1, que incorpora um gás dissolvido na mistura de ácido graxo.
11. Formulação de suporte de planta, de acordo com a reivindi-cação 10, no qual o gás é selecionado a partir do grupo consistindo em óxi-do nitroso, oxissulfeto de carbono, e dióxido de carbono.
12. Método de produção de uma formulação de suporte de plan-ta compreendendo as etapas de misturar um componente baseado em ácidograxo com água, para obter-se uma microemulsão, e introduzir um gás ade-quado na mistura, o gás sendo selecionado para ser adequado para conce-der o requisito de distribuição de tamanho de vesículas, ou o requisito depotencial zeta à microemulsão.
13. Método, de acordo com a reivindicação 12, no qual a misturado componente de ácido graxo é efetuada com aquecimento e agitação pre-ferivelmente por meio de um cisalhador de alta velocidade.
14. Método, de acordo com a reivindicação 12, no qual o gás éintroduzido na água antes do componente baseado em ácido graxo da mi-croemulsão ser misturado com a água.
15. Método, de acordo com a reivindicação 14, no qual o gás édissolvido na água para obter uma solução saturada do gás em água, e asolução saturada do gás é, em seguida, misturada com o componente deácido graxo da microemulsão sendo preparada.
16. Método, de acordo com a reivindicação 15, no qual a soluçãosaturada do gás em água é preparada por espargimento de água com o gás,ou pela exposição da água ao gás a uma pressão em excesso de pressãoatmosférica por um período de tempo em excesso do tempo requerido paratornar-se saturado com o gás.
17. Método, de acordo com a reivindicação 12, no qual o gás éselecionado a partir do grupo consistindo em óxido nitroso, oxissulfeto decarbono e dióxido de carbono.
18. Formulação para uso no tratamento de uma planta compre-endendo um veículo veículo constituído por uma formulação de suporte deplanta de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11, e que incluiadicionalmente uma substância fitologicamente benéfica selecionada a partirdo grupo de substâncias conhecidas como sendo úteis como um nutrientede planta; um pesticida de planta incluindo um herbicida, fungicida, bacteri-cida, inseticida, agente de vírus antiplanta; um regulador de crescimento deplanta; um modulador imune de planta; um bioestimulante; e material genéti-co para a transformação da planta para permitir a incorporação de uma novacaracterística ou propriedade na planta, incluindo resistência à seca, resis-tência à peste, e produção aumentada de fruto.
19. Formulação, de acordo com a reivindicação 18, caracteriza-da em que está em uma forma que pode ser pulverizada em plantas comoum líquido, e que incorpora adicionalmente aditivos que intensificam eficiên-cia, estabilidade, ou facilidade de aplicação.
20. Formulação, de acordo com a reivindicação 18, compreen-dendo pelo menos um nutriente de planta que é uma fonte de pelo menosum elemento selecionado a partir do grupo consistindo em carbono, hidro-gênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, fer-ro, manganês, zinco, cobre, boro, molibdênio e cloro.
21. Formulação, de acordo com a reivindicação 18, compreen-dendo uma concentração pesticidamente eficaz de pelo menos um pesticidade planta selecionado a partir do grupo consistindo em inseticidas, herbici-das, fungicidas, reguladores de planta, desfolhantes e dessecativos.
22. Formulação, de acordo com a reivindicação 21, no qual opesticida é selecionado a partir do grupo de pesticidas químicos e biológicos(orgânicos) consistindo em arsênico sintético, Bt líquido W/xileno, Bt líquidonão-xileno, pó umedecível de Bt, organismos benéficos, preparações biodi-nâmicas, inseticida - hidróxido de cobre/cobre fixo, ácido bórico, carbama-tos, hidrocarbonetos clorinados, íons cromato, ácido cítrico, hidróxido de co-bre, sulfato de cobre, preparações herbóreas selecionadas de canela, cravo-da-índia, alho, hortelã, hortelã-pimenta, alecrim, tomilho, pimenta branca;herbicidas - sintéticos, cal hidratada, imidacloprid - um inseticida neonicoti-nóide, indoxacarb (p) - um inseticida de oxadiazina quiral, extratos de inseto,I isocianato, Iauril sulfato, cal enxofre, malathion, ácido málico, brometo demetila, sulfóxido de metila, doença de esporo lácteo - B. popillae, nematóci-dos sintéticos, nematodes, nicotina, óleos selecionados de óleo de cenoura,Óleo de rícinõ (U. S. P. ou equivalente, óleo de cedro, óleo de canela, óleode citronela, óleos cítricos, óleo de cravo-da-índia, óleo de milho, óleo desemente de algodão, óleos dormentes, óleo de alho, óleo de gerânio, óleode capim limão, óleo de linhaça, óleo de hortelã, óleo de hortelã-pimenta,óleo de alecrim, óleo de gergelim, óleo de soja, óleos de verão, óleos de to-milho e óleos de alga; organofosfatos selecionados de acefato, azinfosmeti-Ia, bensulide, cadusafos, cloretóxifos, cloferninfos, clorpirifos, clorpirifos-metila, clortiofos, coumafos, ddvp (ciclorvos), diaidor, diazinon, dicrotofos,dimetoato, dioxation, dissulfoton, ethion, etoprop, etila parathion, fenamifos,fenitrothion, fenthion, fonofos, isazofos, malathion, metamidofos, metidathi-on, parathion, mevinfos, monocrotofos, naled, oxidementon-metila, forato,fosalona, fosmet, fosfamidon, fostebupirim, pirimifos-metila, profenofos, pro-petanfos, sulfotepp, sulprofos, temefos, terbufos, teraclorvinfos, tribufos (def)e triclartan, pentaclorofenol, pesticidas - sistêmicos, destilados de petróleo,adjuvantes de pulverização de óleo de petróleo, propionato de 2-fenetil (pro-pionato de 2-feniletila), feromones, piperonila butóxido, extratos de plantaselecionados de heléboro, piretro, quássia, cevadilha, citronela, gergelim(inclui talos de planta de gergelim moídos), eugenol e geraniol, sorbato depotássio, sólidos de ovo total putrescente - sintéticos, sal de rocha, controlede erva daninha, rotenona, ryania, despejos de animal marinho, herbicidasbaseados em sabão, cloreto de sódio, Iauril sulfato de sódio, fumigantes só-lidos, estreptomicina, estriquinina, enxofre, pulverizações de vírus, e Tiras deMetal Zinco (consistindo somente em metal de zinco e impurezas).
23. Formulação, de acordo com a reivindicação 18, incluindouma concentração herbicidamente eficaz de pelo menos um herbicida tendoum modo de ação selecionado a partir do grupo consistindo em mímicos deauxina, inibidores de mitose, inibidores de fotossíntese, inibidores de síntesede aminoácido e inibidores de biossíntese de lipídeo.
24. Formulação, de acordo com a reivindicação 23, incluindo umherbicida selecionado a partir do grupo consistindo em 2,4-D (2,4-dimetilfenol), Clopyralid, Fluazifop-p-butila, Flumetsulam - um herbicida detriazolopirimidina, Fosamina Amônio, Glifosato, Hexazinona, Imazapic, Piclo-ram, Sethoxydin, Triclopyt.
25. Formulação, de acordo com a reivindicação 18, incluindopelo menos um fungicida selecionado a partir do grupo consistindo em 1,3-dicloropropeno, 2,5-ácido diclorobenzóico metil éster, 8 hidroxiquinolina, aci-benzolar-5-metila, Agrobacterium radiobacter, fosfito de amônia, ácido as-córbico, azoxistrobim, bacilus subtillis DB 101, bacillus subtillis DB 102, Ba-cilius subtillis isolato B246, Bardac, Benalaxyl, Benomyl, Bifenthin, Bitertanol,Bórax, equivalente de ácido bórico, boscalid, bromuconazol, captab, carben-dazin, Carboxin, dióxido de cloro, cloropicrin, clorotalonil, clorpirifos, acetatode cobre de amônia, carbonato de cobre de amônia, hidróxido de cobre, oxi-cloreto de cobre, hidróxido cúprico, cimoxanil, ciproconazol, ciprodinil, Da-zomet, Deltametrin, Diclorofen, Dicloran, cloreto de amônia de didesil dimeti-la, difenaconazol, dinocap, difenilamina, dissulfoton, dithianon, dodine, epo-xicanazol, famoxadona, álcoois, antioxidantes, Fenamidona, Fenarimol,Fenbuconazol, Fenhexamid, Fludioxonil, Flusilazol, Flutrialfol, Folpet, fosetil-Al, furalaxila, furfural, guazatina, hexaconazol, sulfato de hidroxiquinolina,imazalid, iprodiona, provalicarb, kresoxim-metila, cal, lindano, mancozeb,maneb, mefenoxam, Mercaptothion, Metalaxyl, metalaxyl-M (mefenoxam),metam-sódio, brometo de metila, metiram, óleo mineral, fosfato de monopo-tássio, miclobutanila, octifinona oxicarboxin, complexo parafínico (óleo mine-ral leve), penconazol, pencycuron, ácido fosforoso, polissulfeto enxofre, fosfi-to de potássio, fosfonato de potássio, complexo de zinco proclorax, proclo-raz, complexo de cloreto de manganês procloraz, complexo de zinco proclo-raz, procimidona, profenofos, propacanazol, propamocarb HCI, prociconazol,propineb, pseudomonas, resinovorans, piraciostrobin, pirimetanila, QAC,Quazatine, Quinoxyfen, Quintozeno, ácido salicílico, siltiofan, fenato de só-dio-o-fenol (sal de Na), spiroxamina, enxofre, TBTP, Tebucenazol, Tiaben-dazol, tiofanato de metila, thiram, tolclofos-metila, triadimefon, triadimenol,oxido de tributiltin, Tricoderma harzianum, Tridemorph, Trifloxistrobin, Triflu-j muron, Triforina, Triticonazol, Vinclozolin, oxido de zinco, Zineb e Zoxamida.
26. Formulação, de acordo com a reivindicação 18, incluindouma concentração bactericidamente eficaz de pelo menos um bactericidaselecionado a partir de bactericidas conhecidos como sendo adequados pa-ra uso em plantas para combater bactéria de infecção de planta.
27. Formulação, de acordo com a reivindicação 18, incluindouma concentração bactericidamente eficaz de pelo menos um inseticida se-lecionado a partir do grupo consistindo emAcetato de (E)-7-dodecenila, (E,E)-8-10 dodecadien-1-ol, 1,3dicloropropeno, acetato de 3(S) etil-6-isopropenil-9-docadien-1-ila, Allum sa-tivum, Bacillus thuringiensis Sorotipo H-7, Bacillus thuringiensis subsp israe-lenses, Bacillus thuringiensis var aiziwai kurstaki, Bacillus thuringiensis varkurstaki, Beauveria bassiana, Bradyrhizobium japonicum, Bradyrhizobiumjaponicum, WB 74, Bradyrhizobium sp Luinus VK, Bradyrhizobium sp X S21,bradyrhizobium spum, Clorpirifos, Dimitin, E8.E10-dodecadienol, EDB, Me-tarrhizium anisopliae var acridium isolado IMI 330 189, Paecilomices Iilacinuscepa 251, Rhizobium Ieguminosarum biovar phaseoli, Rhizobium Iegumino-sarum viciae TJ 9, Rhizobium meliloti, Spinosad, Enxofre, Tricoderma harzi-anum, Ζ-8-dodecenilacetato, Abamectin, abamectin, acefato, acetamiprid,acrinatrin, aldicarb, alfa-cipermetrin, fosfito de alumínio, amitraz, azadiractin,azinfos-metila, benfuracab, beta-ciflutrin, bifentrin, borax, brodifacoum, bro-mopropilato, buprofenzin, buprofezin, caudsafos, carbarila, carbofuran, car-bossulfan, cloridrato de cartap, clorfenarpir, clorpirifos, óleo de citronela, clo-fentezina, codlimona (E,E-8-10-dodecadieno-1-ol), cobre, coumatetraila, crip-toflebia leucotrata, cianofos, ciflutrin, cihexatina, Cipermetin, ciromazina, d-aletrin, dazomet, deltametrin, demeton-S-metil, diazinon, diclorvos, dicolol,difenacoum, diflubenzuron, diflubenzuron, imetoato, dissulfoton, emamectin,endossulfan, esfenvalerato, etoprofos, etileno dibrometo, etoxazol, fenami-fos, fenazaquin, fenbutatin, oxido de fenbutatin, fenitrotion, lenoxicarb, fen-propatrin, fenpiroximato, fention, fenvalerato, sódio férrico EDTA1 pronil, fi-pronil, flufenoxuron, flumetrin, fostiazato, fumagilin, furfural, gama-BHC, ex-trato de alho, hidramethilon, imidacloprid, indoxacarb, lâmbida-cihalotrin, Ia-vandulila, senecloato, fosfídeo de manganês, mancozeb, Iactose de bordo,mèrcaptotion, mefaldeído, metham-sódio, metamidofos, metidation, metio-carb, metomila, brometo de metila, metil-paration, mevinfos, milbemecin, ó-leo mineral, novaluron, ometoato, orto-fenilfenol, oxamil, oxidemeton-metil,complexo parafínico (óleo mineral), paration, permetrin, fenotoato, forato,foxim, pirimicarb, polissulfeto enxofre, sais de potássio de ácidos graxos,protenofos, propargita, propoxur, proteína hidrolisato, protiofos, piretrins, pi-riproxifen, quinalfos, óleo de colza, rotenona, repelente baseado em silício,fluossilicato de sódio, espinosal, espirodiclofen, enxofre, tartar emético, tau-fluvalinato, tebufenozida, temefos, terbulos, tetraclorvinfos, acetato de tetra-decenila, tetradifon, thiacloprid, tiametoxam, tiodicarb, triram, iriclorfon, tri-flumuron, trimedlure, zeta-cipermetrin, fosfito de zinco.
28. Formulação, de acordo com a reivindicação 18, incluindouma concentração viracidalmente eficaz de pelo menos um viracida selecio-nado a partir de viracidas conhecidos como sendo adequados para uso emplantas para combater viroses que infectam plantas.
29. Formulação, de acordo com a reivindicação 18, incluindouma concentração eficaz de regulação de crescimento de planta de pelomenos um regulador de crescimento de planta selecionado a partir do grupoconsistindo em 2-(1-2-metilnaftil)acetamida; 2-(1-2-metilnaftil)ácido acético;- 2-(1-naftil)acetamida; 2-(1-naftil)ácido acético; 2,4-D (sal de sódio); 3,5,6TPA; 4-indol-3-ácido ilbutírico; 6-benzil adenida; polímero de alquilaminagraxo alcoxilatado; polímero de alquilamina; cloridrato de aminoetoxivivilgli-cina ; nitratos amoniatados, auxinas; arsenato de cálcio; carbarila; cloreto declormequat; clorprofan; clortaldimetila; cioprop; cianamida; daminozídeo; de-can-1-ol; ciclorprop; (2-butoxietil éster); dometipin; dinocap; dibrometo dediquat; diuron; etefon; fluazifop-p-butila; giberelins; glifosato-isopropilamina;glicosato-trimesium; haloxifop-P-metila; ácido indolilacético; hidrazida maléi-ca; cloreto de mepiqual; metilciclopropeno; óleo mineral; n-decanol; octan-1-ol; paclobutrazol; dicloreto de paraquat; pendimetalin; prohexadiona-cálcio;ácido salicílico; clorato de sódio; tiadiazuron; trinexapac-etila; e uniconazol.
30. Formulação, de acordo com a reivindicação 18, incluindouma concentração bioestimulatória eficaz de pelo menos um bioestimulanteselecionado a partir do grupo de produtos conhecidos como fitohormônios.
31. Formulação, de acordo com a reivindicação 30, no qual ofitohormônio é um brassinoesteróide.
32. Método de administrar uma formulação de suporte de plantacomo definida em qualquer uma das reivindicações I a 11, a uma plantacompreendendo a etapa de aplicar a formulação por meio de aplicação aé-rea ou na superfície, por incorporação em sistema de irrigação de água, oupor injeção no tronco onde apropriado.
33. Método de administrar uma substância fitologicamente bené-fica a uma planta, compreendendo a etapa de aplicar uma formulação comodefinida em qualquer uma das reivindicações 18 a 31 à planta por meio deaplicação aérea ou na superfície, por incorporação em sistema de irrigaçãode água, ou por injeção no tronco onde apropriado.
34. Método de estimular pelo menos um dos estágios de cresci-mento de uma planta, ou de aperfeiçoar a produção ou rendimento de co-lheita pela planta, ou a aparência da planta, ou de intensificar a resistência àdoença na planta compreendendo a etapa de administrar à planta urina for-mulação de suporte de planta como definida em qualquer uma das reivindi-cações 1 a 11.
35. Método de provisão de um nutriente de planta a uma plantacompreendendo a etapa de aplicar à planta uma formulação como definidana reivindicação 20 à planta, ou onde apropriado, no local da mesma.
36. Método de combater pestes de planta compreendendo a e-tapa de aplicar uma formulação como definida na reivindicação 21 à planta,ou onde apropriado, no local da mesma.
37. Método de estimular crescimento ou produção de uma plantacompreendendo a etapa de aplicar uma formulação como definida na reivin-dicação 30 ou 31, à planta.
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