BRPI0708361A2 - composições e métodos para a indução de crescimento ósseo e para a inibição de perda óssea - Google Patents

composições e métodos para a indução de crescimento ósseo e para a inibição de perda óssea Download PDF

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Abstract

COMPOSIçõES E MéTODOS PARA A INDUçãO DE CRESCIMENTO óSSEO E PARA A INIBIçãO DE PERDA óSSEA. A presente invenção refere-se a composições úteis para a induçáo de crescimento ósseo ou para a inibição da perda óssea em um animal, compreendendo uma ou mais isoflavonas ou metabólitos de isoflavona e métodos para a indução do crescimento ósseo e para a inibição de perda óssea em um animal utilizando tais composições. As composições e os métodos são particularmente úteis para animais na pós-menopausa, na pós-andropausa, gonadectomizados, ooforectomizados ou castrados

Description

Relatório Descritivo da Patente de invenção para "COMPOSi=ÇÕES E MÉTODOS PARA A INDUÇÃO DE CRESCIMENTO ÓSSEO EPARA A INIBIÇÃO DE PERDA ÓSSEA".
Antecedentes da Invenção
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se de maneira geral, a composiçõese a métodos para a indução de crescimento ósseo ou para a inibição de per-da óssea e, particularmente, ao aplicação de isoflavonas ou de seus meta-bólitos para induzir o crescimento ósseo ou para inibir a perda óssea.
Descrição da Técnica Relacionada
A remodelagem óssea é um ciclo contínuo. O ciclo começa comressorção óssea mediada por osteoclastos e é seguida por restauração demassa óssea por osteoblastos. O método de remodelagem óssea é primari-amente regulado por hormônios sexuais, especialmente estrogênio. No en-tanto, fatores genéticos, nutricionais e ambientais podem influenciar a remo-delação óssea. O estrogênio mostrou desempenhar um importante papel naremodelagem óssea em machos, assim como em fêmeas. O estrogênio re-duz a remodelagem óssea por supressão da osteoclastogênese e da osteo-blastogênese a partir de precursores de medula, inibe a ressorção óssea porredução de citocinas pró-ressortivas, e regula a longevidade e as atividadesde osteoblastos.
A desregulação do ciclo de remodelagem óssea ocorre freqüen-temente. Uma velocidade mais rápida de dissolução de tecido ósseo e deperda óssea do que da restauração de tecido ósseo é comumente observa-da entre a população idosa. A perda óssea patológica é denominada osteo-porose. A perda óssea acelerada e a osteoporose afetam as fêmeas de ma-neira desproporcional. É bem aceito que a deficiência de estrogênio, queincide no início da menopausa em fêmeas, é um contribuinte primário paratal perda óssea. No entanto, a perda óssea e a osteoporose são observadasem machos.
Embora não exista equivalente fisiológico para a menopausanos machos, muitos machos de fato experimentam uma diminuição associa-da à idade da circulação de hormônios sexuais e hipogonadisrno. Refere-sea estas mudanças como andropausa. O hipogonadisrno e uma diminuiçãode estrogênio contribuem para a perda óssea e osteoporose em machos.Portanto, tanto a menopausa quanto a andropausa são fatores de risco paraa perda óssea.
Em adição à menopausa e à andropausa, a remoção cirúrgicade órgãos sexuais afeta os níveis de hormônios sexuais, tal como o estrogê-nio. Tal remoção pode afetar o tamanho, massa e densidade do osso. Emanimais, procedimentos, tais como gonadectomia, ooforectomia, ovariecto-mia, castração é os similares, são freqüentemente realizados para o controlepopulacional. O efeito prático de uma gonadectomia em fêmeas animaismaduras é o equivalente cirúrgico da menopausa que ocorre naturalmenteem fêmeas animais idosas, porque o procedimento diminui, de maneira efe-tiva, os níveis circulantes de hormônios sexuais. Depois da menopausa, abiossíntese extragonadal de estrogênio é também importante para a funçãonormal de muitos tecidos e sistemas, incluindo o osso em machos animais.A testosterona circulante â partir dos testículos parece ser o principal precur-sor para a biossíntese de estrogênio extragonadal. Machos animais mantêmconcentrações suficientes de testosterona circulante ao longo da vida, paradar suporte à biossíntese extragonadal de estrogênio. Portanto, machos a-nimais usualmente não padecem de osteoporose até muito tarde na vida.Entretanto, a remoção cirúrgica de órgãos sexuais em machos animais ma-duros conduz a perda completa da produção de androgênio e de estrogêniopelos testículos. Tal remoção também resulta na perda do principal precur-sor para a biossíntese de estrogênio extragonadal, que não ocorre natural-mente em machos animais.
A resistência óssea é grandemente dependente da densidadeóssea e da qualidade óssea. Em seres humanos, se a massa óssea de piconão for alcançada na infância e na adolescência, surge um risco de osteopo-rose tardia na vida. A remoção cirúrgica de órgãos sexuais em machos efêmeas animais imaturos e em crescimento evita que os animais atinjam amassa óssea de pico por redução da acumulação de densidade e teor mine-ra! ósseo. Como ía!, a gonadeçtomia pode ser considerada um fator de riscopara o crescimento e o desenvolvimento ósseos prejudicados em animaisjovens em crescimento.
A terapia de reposição de hormônios e a suplementação alimen-tar são freqüentemente usadas para combater os efeitos de circulação dehormônios sexuais diminuída na remodelagem óssea, particularmente naperda óssea. Com respeito à suplementação alimentar, fitoestrogênios ali-mentares podem aperfeiçoar a massa óssea e a rotação óssea e desempe-nham um papel na osteogênese. Em adição, acredita-se que fitoestrogêniosalimentares tenham efeitos benéficos em desacelerar ou inibir a perda ós-sea. Entretanto, quase todos os estudos relacionados aos efeitos benéficosde fitoestrogênios, tais como isoflavonas de soja em ossos foram conduzidosou em fêmeas animais sob as condições de menopausa induzida cirurgica-mente ou em mulheres em pós-menopausa. Existe uma escassez de dadoscom respeito aos efeitos de isoflavonas sobre o crescimento ósseo em ani-mais em crescimento e em machos animais.
Os fitoestrogênios são entes químicos produzidos por plantas,que têm uma estrutura similar aos estrogênios de mamíferos. Os fitoestro-gênios são subdivididos em três classificações principais, isto é, coumesta-nos, lignanos e isoflavonas. Mostrou-se que as isoflavonas têm efeitos posi-tivos sobre a saúde óssea.
Dado o risco de (1) crescimento e desenvolvimento ósseos pre-judicados e (2) perda óssea acelerada e osteoporose em animais, que este-jam na menopausa ou na andropausa, ou que tenham sido gonadectomiza-dos, especialmente quando os animais estiverem em crescimento e seussistemas esqueléticos ainda não tenham se amadurecido, existe uma de-manda por novas composições e métodos que promovam crescimento ós-seo saudável e que reduzam ou inibam a perda óssea em animais sem orisco de efeitos colaterais perigosos associados com a terapia de reposiçãohormonal tradicional.
Sumário da Invenção
Portanto, é um objetivo da presente invenção fornecer composi-ções e métodos para a indução de crescimento ósseo ou para a inibição deperda óssea.
É um outro objetivo da presente invenção fornecer composiçõese métodos para a indução de crescimento ósseo ou para a inibição de perdaóssea em um animal em pós-menopausa, em pós-andropausa, gonadecto-mizado, ooforectomizado ou castrado.
É um objetivo adicional da invenção fornecer artigos de manufa-tura na forma de kits, que contenham combinações das isoflavonas, ou deseus metabólitos, da presente invenção, composições alimentícias, compos-tos e dispositivos que sejam úteis para a indução de crescimento ósseo oupara a inibição de perda óssea em um animal.
Um ou mais desses outros objetivos são alcançados usando-secomposições e métodos novos para a indução de crescimento ósseo ou pa-ra a inibição de perda óssea. Em geral, as composições compreendem umaou mais isoflavonas, ou metabólitos da mesma, em quantidades eficazespara a indução de crescimento ósseo ou para a inibição de perda óssea. Asisoflavonas incluem pelo menos um de daidzeína, 6-0- malonil daidzeína, 6-O-acetil daidzeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína, 6-O-acetil genisteína,gliciteína, 6-O-malónil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína, biocanina A ou formo-nonetina. Além disso, as isoflavonas, ou seus metabólitos, são isoflavonasde soja, ou seus metabólitos, tal como equol. As composições podem com-preender ingredientes adicionais, tais como substâncias que promovam oumantenham crescimento ósseo saudável geral ou que inibam a perda óssea,tais como DT56a, androstenediona, deidroepiandrosterona (DHEA), silício,ácido linoléico conjugado (CLA) ou ácido orto-silícico.
Outros e adicionais objetivos, características e vantagens dapresente invenção serão prontamente evidentes para os versados na técnica.
Descrição Detalhada da Invenção
Definições
As seguintes abreviações podem ser usadas aqui: CLA, ácidolinoléico conjugado; BCS1 classificação de condição do corpo; BMR1 veloci-dade metabóüca basal; MER; necessidade de energia de manutenção; DE-XA, absortiometria de raios X de energia dual; BMC, teor mineral ósseo;BMD, densidade mineral óssea; BW, peso do corpo; e SGM, farinha de ger-me de soja.
O termo "animal" significa um ser humano ou outro animal, inclu-indo animais aviários, bovinos, caninos, eqüinos, felinos, hicrinos, murinos,ovinos e porcinos, que! poderiam se beneficiar da indução de crescimentoósseo ou da inibição da perda óssea.
O termo "agentes que afetam o osso" significa qualquer meio,qualquer composto, composição ou fármaco útil para a indução do cresci-mento ósseo ou para a inibição da perda óssea em um animal, diferente dasisoflavonas, ou de seus metabólitos, da presente invenção, por exemplo,bisfosofonatos, raloxifeno, estrogênio, calcitonina, risedronato e alendronato.
O termo "crescimento ósseo" significa qualquer aumento de cé-lulas ou de tecido ósseos, aumento de massa óssea, aumento de mineraisósseos, aumento de densidade óssea, aumento de comprimento ósseo ouaumento de largura óssea, conforme medidos por quaisquer meios adequa-dos na técnica.
O termo "perda óssea" significa qualquer diminuição de célulasou tecido ósseos, diminuição de massa óssea, diminuição de minerais ós-seos ou diminuição de densidade óssea, conforme medidos por quaisquermeios adequados na técnica.
O termo "linoléico conjugado" ou "CLA" é um termo coletivo usa-do para designar uma mistura de isômeros de posição e geométricos do áci-do graxo essencial (n - 6), ácido linoléico.
O termo "animal de companhia" significa qualquer animal do-mesticado, incluindo, sem limitação, gatos, cães, coelhos, porquinhos daíndia, furões, hâmsters, camundongos, roedores, cavalos, vacas, cabras,ovelhas, burros, porcos e os similares.
O termo "alimentação para pequenos animais completa e nutri-cionalmente balanceada" significa uma alimentação para pequenos animais,que contenha todos os nutrientes necessários em quantidades e proporçõesapropriadas, com base em recomendações de autoridades reconhecidas nocampo da nutrição animal de companhia, e é, portanto, capaz de servir comouma fonte única de ingestão de alimento para manter a vida e promover aprodução sem a adição de fontes nutricionais suplementares. Composiçõesde alimentos para pequenos animais nutricionalmente balanceadas são lar-gamente conhecidas e largamente usadas na técnica.
O termo "suplemento alimentar" significa um produto que pre-tende ser ingerido em adição à dieta normal de um animal.
O termo "quantidade eficaz" significa uma quantidade de umcomposto, material e/ou forma de dosagem conforme descritos aqui, quepossam ser eficazes para se conseguir um resultado biológico particular.Tais resultados podem incluir, mas, não estão limitados a, a indução decrescimento ósseo saudável em animais gonadectomizados em crescimen-to, jovens, e a inibição de perda óssea em animais adultos, que estejam empós-menopausa ou em pós-andropausa ou que tenham sido gonadectomi-zados. Tal atividade efetiva pode ser conseguida, por exemplo, causando-sea ingestão de composições da presente invenção.
O termo "gonadectomizado" significa um animal que tenha tidoseus órgãos germinativos (testículos ou ovários) removidos cirurgicamente.
O termo "composição de alimento para seres humanos" significaqualquer composição pretendida para ingestão por um ser humano.
O termo "em conjunção" significa que uma isoflavona, ou seusmetabólitos, composição de alimento, agentes que afetem os ossos ou outrocomposto ou composição da presente invenção, são administrados a umanimal (1) em conjunto em uma composição de alimento ou (2) separada-mente na mesma freqüência ou em diferente freqüência usando a mesma oudiferentes rotas de administração, aproximadamente no mesmo tempo ouperiodicamente. "Periodicamente" significa que o agente é administrado emum programa de dosagem aceitável para um agente específico e que o ali-mento é dado a um animal de maneira rotineira, conforme apropriado para oanimal em particular. "Aproximadamente no mesmo tempo" significa, em ge-ral, que o alimento e o agente são administrados no mesmo tempo ou dentrode cerca de 72 horas um do outro. "Em conjunção", especificamente inclui aesquemas de administração, nos quais agentes que afetam os ossos sãoadministrados durante um período descrito, e as composições compreen-dendo uma ou'mais isoflavonas, ou seus metabólitos, são administrados in-definidamente.
O termo "isoflavonas" significa 3-fenil-cromonas, formas isoméri-cas de flavonas, nas quais o grupo benzeno está ligado à posição 3 do anelde benzopirano ao invés da posição 2, e seus respectivos metabólitos. Sem-pre que o termo "isoflavonas" for usado aqui, pretende-se englobar deriva-dos e metabólitos de isoflavonas, com exemplos particulares de derivadosde isofIavona conforme aqui descritos. Isoflavonas podem ser encontradosem inúmeras fontes, incluindo, mas, não limitados a, soja. Exemplos nãoLimitantes de isoflavonas incluem daidzeína, 6-O-malonil daidzeína, 6-0-acetil daidzeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína, 6-0-acetil genisteína,gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-0-acetil gliciteína, biocanina A, formono-netina, ou quaisquer metabólitos de isoflavonas. Isoflavonas e seu uso paravários benefícios para a saúde são conhecidos. Por exemplo, tem-se consta-tado que a soja reduz o risco de doença cardiovascular; reduz o risco decâncer no seio e na próstata; alivia ondas de calor associadas à deficiênciade estrogênio na menopausa; retarda a osteoporose em mulheres na pós-• menopausa; reduz a quantidade total de colesterol, de colesterol LDL e detriglicerídeos no plasma; preserva as funções cognitivas em mulheres napós-menopausa; melhora os sintomas de hipertensão e promove a perda depeso.
O termo "L-carnitina" significa um derivado de trimetilamônio (be-taína) de ácido Y-amino-p-hidróxi-butírico, formado a partir de N8,N8,N8-trimetil-lisina e a partir de γ- butiro-betaína. L-carnitina é um veículo de acilapara a membrana mitocondrial, que estimula a oxidação de ácidos graxos.Algumas vezes se refere a ela como Vitamina Bt ou Vitamina B7.
O termo "castrado" significa um animal carecendo de ou tendoórgãos germinativos desenvolvidos de maneira imperfeita ou não funcionais,se tais condições ocorrem de maneira congênita, por métodos de desenvol-vimento naturais ou através de intervenção cirúrgica.
O termo "administração oral" ou "administrado oralmente", signi-fica que um animal ingere de maneira oral um alimento ou outra composição.
O termo "alimento para pequenos animais" ou "composição dealimento para pequenos animais" significa uma composição que se pretendapara ingestão por um animal, e, de preferência, por animais de companhia.
O termo "embalagem única" significa que os componentes deum kit estão fisicamente associados em ou com um ou mais recipientes esão considerados uma unidade para fabricação, distribuição, venda ou uso.Os recipientes incluem, mas, não estão limitados a, bolsas, caixas, garrafas,pacotes embalados por encolhimento, empilhados ou componentes afixadosde outra maneira, ou suas combinações. Uma embalagem única pode serrecipientes de composições de alimento individuais fisicamente associados,de maneira tal que eles sejam considerados uma unidade para a fabricação,distribuição, venda ou uso.
O termo "ooforectomia" significa a remoção dos ovários de umafêmea animal.
O termo "pacote virtual" significa que os componentes de um kitestão associados por instruções sobre um ou mais componentes de kit físi-cos ou virtuais, instruindo o usuário como se obter os outros componentes,por exemplo, em uma bolsa contendo um componente e instruções orien-tando o usuário a ir a um website, entrar em contato com uma mensagemgravada, visualizar uma mensagem visual ou entrar em contato com um cui-dador ou instrutor para obter instruções sobre como usar o kit.
Todas as percentagens expressas aqui são por peso da compo-sição em uma base de matéria seca, a menos se afirmado especificamentede outra maneira. O termo "base de matéria seca" significa que a concentra-ção de um ingrediente em uma composição é medida depois que qualquerumidade na composição seja removida.
Conforme usado ao longo de todo este texto, faixas são usadaspara descreverem todo e qualquer valor dentro da faixa. Qualquer valor a-propriado dentro da faixa pode ser selecionado como o valor superior ou in-ferior para a faixa.
A invenção não está limitada a metodologia, protocolos e rea-gentes em particular aqui descritos, porque eles podem variar. Além disso, aterminologia usada aqui é somente para a finalidade de descrever concreti-zações particulares e não se pretende limitar o escopo da presente inven-ção. Conforme usado aqui e nas reivindicações apensas, as formas no sin-gular "um(a)" e "o(a)" incluem a referência aos plurais, a menos se o contex-to claramente ditar de outra maneira. Similarmente, as palavras "compreen-dem", "compreende" e "compreendendo" devem ser interpretadas inclusiva-mente ao invés de exclusivamente.
A menos se definido de outra maneira, todos os termos técnicose científicos e quaisquer acrônimos usados aqui têm os mesmos significadoscomo comumente entendidos por um versado na técnica, no campo da in-venção. Embora quaisquer composições, métodos, artigos de manufatura ououtros meios ou materiais similares ou equivalentes àqueles aqui descritos,podem ser usados na prática da presente invenção, as composições, méto-dos, artigos de manufatura ou outros meios ou materiais preferidos são aquidescritos.
Todas as patentes, pedidos de patente, publicações e outrasreferências citadas ou a que se refere aqui são incorporadas aqui por refe-rência na extensão permitida pela lei. Pretende-se que a discussão daquelasreferências seja meramente para resumir as afirmações nelas feitas. Ne-nhuma admissão é feita no sentido de que tais patentes, pedidos de patente,publicações ou referências, ou quaisquer partes deles, é técnica anterior re-levante para a presente invenção e o direito a desafiar a acurácia e a perti-nência de tais patentes, pedidos de patente, publicações e outras referên-cias é especificamente reservado.
A Invenção
Em um aspecto, a presente invenção fornece composições ade-quadas para induzir o crescimento ósseo ou para inibir a perda óssea em umanimal. As composições compreendem uma ou mais isoflavonas, ou seusmetabólitos, em uma quantidade eficaz para induzir o crescimento ósseo oupara inibir a perda óssea em um animal. A invenção se baseia na constata-ção de que isoflavonas e vários dê seus metabólitos são eficazes para apromoção de crescimento e desenvolvimento ósseos saudáveis e para ainibição da perda óssea em animais. A invenção é útil para a promoção docrescimento ósseo saudável em animais em crescimento, jovens, e para aredução da perda óssea em animais maduros. Constatou-se que as compo-sições são particularmente eficazes para a indução de crescimento ósseo oua inibição de perda óssea em um animal na pós-menopausa, na pós-andropausa, gonãdectomizado, ooforectomizado ou castrado, especialmentequando o sistema esquelético do animal estiver ainda em crescimento ouamadurecendo.
As isoflavonas, ou seus metabólitos, podem estar presentes nacomposição como um ingrediente ou aditivo. Em uma concretização, as iso-flavonas são isoflavonas de soja. Em outra, as isoflavonas são daidzeína, 6-O-malonil daidzeína, 6-O-acetil daidzeína, genisteína, 6-0- malonil genisteí-na, 6-O-acetil genisteína, gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteí-na, biocanina A ou formononetina, ou seus metabólitos. Em uma concretiza-ção preferida, o metabólito de isoflavona é di-hidrodaidzeína ou equol. Emuma concretização, as composições compreendem adicionalmente L-carnitina e/ou ácido linoléico conjugado.
Em uma concretização, as composições são composições dealimento para pequenos animais. Tais composições incluem alimentos pre-tendidos para fornecer as exigências alimentares necessárias para um ani-mal, petiscos para animais (por exemplo, biscoitos), ou suplementos alimen-tares. As composições podem ser uma composição seca (por exemplo, moí-da), composição semi-úmida, composição úmida ou uma mistura destes. Emoutra concretização, a composição é um suplemento alimentar, tal comouma pequenos pedaços, água de beber, bebida, iogurte, pó, grânulo, pasta,suspensão, chiclete, porção, petisco, aperitivo, pélete, pílula, cápsula, com-primido ou qualquer outra forma de entrega adequada. O suplemento ali-mentar pode compreender uma elevada concentração de isoflavonas ouseus metabólitos, tal que o suplemento possa ser administrado ao animal empequenas quantidades, ou, como alternativa, pode ser diluído antes da ad-ministração a um animal. O suplemento alimentar pode exigir a adição sobmistura com água antes da administração ao animal.
A composição pode ser refrigerada ou congelada. As isoflavo-nas, ou seus metabólitos, pode ser pré-misturada com os outros componen-tes da composição, para fornecer as quantidades benéficas necessárias,pode ser revestido por! sobre uma composição de alimento para pequenosanimais, ou pode ser adicionado à composição antes de oferecê-la ao ani-mal, por exemplo, usando um pó aspergido ou uma mistura.
Em uma concretização, as composições da invenção compreen-dem isoflavonas, ou seus metabólitos, em uma quantidade eficaz para indu-zir o crescimento ósseo em um animal. Em outra, as composições compre-endem isoflavonas, ou seus metabólitos, em uma quantidade eficaz parainibir a perda óssea em um animal. De preferência, nessas concretizações, acomposição compreende desde cerca de 0,1% a cerca de 100% de isoflavo-nas, ou seus metabólitos, muitíssimo de preferência, de desde cerca de0,1% a cerca de 50%. Para composições de alimento, a composição, de pre-ferência, compreende desde 0,01% a cerca de 50%, de preferência, cercade 0,1% a cerca de 30%. Em várias concretizações, a composição compre-ende cerca de 1,0%; 1,5%; 2,0%; 2,5%; 3,0%; 3,5%; 4,0%; 4,5%; 5,0%;5,5%; 6,0%; 6,5%; 7,0%; 7,5%; 8,0%; 8,5%; 9,0%; 9,5%; 10,0%; 10,5%;11,0%; 11,5%; 12,0%; 12,5%; 13,0%; 13,5%; 14,0%; 14,5%; 15,0%; 15,5%;16,0%; 16,5%; 17,0%; 17,5%; 18,0%; 18,5%; 19,0%; 19,5%; 20,0%; 20,5%;21,0%; 21,5%; 22,0%; 22,5%; 23,0%; 23,5%; 24,0%; 24,5%; 25,0%; 25,5%;26,0%; 26,5%; 27,0%; 27,5%; 28,0%; 28,5%; 29,0%; 29,5%; 30%; 40%;50%; ou mais da composição. Por exemplo, suplementos alimentares podemser formulados para conterem concentrações várias vezes ou ainda maioresde isoflavonas, ou de seus metabólitos, do que composições típicas, tal queos suplementos sejam convenientes para a administração a um animal naforma de um comprimido, cápsula, concentrado líquido ou outra forma dedosagem similar, ou serem diluídos antes das administrações, tal como pordiluição em água, atomização ou aspersão por sobre um alimento para pe-quenos animais, e outros modos de administração similares. Tais suplemen-tos podem compreender 100% de isoflavonas, ou seus metabólitos, mas,freqüentemente, eles são formulados com veículos, excipientes e os simila-res.
As fontes de cada uma das isoflavonas, ou seus metabólitos,pode ser qualquer fonte adequada, sintética ou natural. Fontes preferidas deisoflavonas incluem qualquer planta, material de planta ou extrato de planta,contendo isoflavonas, tais como, mas, não limitados a, legumes, trevos ouraiz de kudzu. Fontes preferidas de isoflavonas de legumes incluem grãosde ervilha, lentilhas, feijões de soja ou qualquer outro tipo de feijões ou ervi-lhas, que contenham isoflavonas. Farinha de feijão de soja, farinha de germede soja e os similares também podem ser usados. Fontes preferidas de iso-flavonas de trevos incluem trevo vermelho e trevo subterrâneo. Alternativa-mente, as isoflavonas, ou seus metabólitos, podem ser sintetizados de novode acordo com qualquer meio adequado na técnica.
L-carnitina é um composto que ocorre naturalmente, que de-sempenha um papel importante na produção de energia no corpo de um a-nimal. Concentrações mais elevadas de L-carnitina são encontradas em te-cidos que usem ácido graxo como sua fonte primária de energia, tal comoesqueleto e músculo cardíaco, comparado a outros tecidos. L-carnitina podeestimular a diferenciação de osteoblastos e pode desempenhar um papel nasupressão da perda óssea. A fonte para L-carnitina pode ser qualquer tecidoanimal, incluindo tecido isolado a partir de mamíferos, peixe, pássaros e ossimilares. Similarmente, L-carnitina pode ser obtida a partir de leite isolado apartir de qualquer mamífero. Alternativamente, L-carnitina pode ser sinteti-zada de novo de acordo com qualquer meio adequado na técnica.
CLA desempenha um papel na remodelagem e no crescimentode ossos. Em adição, mostrou-se que CLA beneficia BMD em mulheres napós-menopausa. A fonte para CLA pode ser qualquer tecido animal, incluin-do tecido isolado a partir de mamíferos, pássaros, peixes e os similares. Si-milarmente, CLA pode ser obtido a partir de leite isolado a partir de qualquermamífero. CLA também pode ser obtido a partir de plantas ou óleos de plan-tas, tal como óleo de girassol. Alternativamente, CLA pode ser sintetizado denovo de acordo com qualquer meio adequado na técnica. CLA também podeser derivado a partir de isômeros sintéticos ou de análogos sintéticos deCLA. As composições podem compreender adicionalmente agentes que afe-tem os ossos em quantidades eficazes para a indução de crescimento ósseoou para a inibição de perda óssea em um animal, isoladamente ou em com-binação com as isoflavonas, ou seus metabólitos, da presente invenção.
Em várias concretizações, o animal é um ser humano ou animalde companhia, tal como um animal na pós-menopausa, na pós-andropausa,gonadectomizados, ooforectomizados ou castrados. Em outras, o animal éum animal jovem ou em crescimento, no qual d desenvolvimento ósseo estáocorrendo.
As composições podem compreender opcionalmente substân-cias suplementares, tais como minerais, vitaminas, sais, condimentos, coran-tes e conservantes. Exemplos não Iimitantes de minerais suplementares in-cluem cálcio, fósforo, potássio, sódio, ferro, cloreto, boro, cobre, zinco, man-ganês, iodo, selênio e os similares. Exemplos não Iimitantes de vitaminassuplementares incluem Vitamina A, várias Vitaminas B, Vitamina C, VitaminaD, Vitamina E e Vitamina K. Suplementos alimentares adicionais tambémpodem ser incluídos, por exemplo, niacina, ácido pantotênico, inulina, ácidofólico, biotina, aminoácidos e os similares.
Opcionalmente, as composições podem compreender uma oumais substâncias suplementares, que promovam ou mantenham o cresci-mento ósseo saudável geral, ou que inibam a perda óssea. Tais substânciasincluem, sem limitação, DT56a, androstenediona, deidroepiandrosterona(DHEA), silício, CLA e ácido orto-silícico.
Em várias concretizações, composições de alimento para pe-quenos animais ou composições de refeição para pequenos animais com-preendem de desde cerca de 15% a cerca de 50% de proteína bruta. O ma-terial de proteína bruta pode compreender proteínas vegetais, tais como fari-nha de feijão de soja, concentrado de proteína de soja, farinha de glúten demilho, glúten de trigo, semente de algodão e farinha de amendoim, ou prote-ínas animais, tais como caseína, albumina e proteína de carne. Exemplosnão Iimitantes de proteína de carne úteis aqui incluem porco, cordeiro, eqüi-na, aves, peixe e suas misturas.
As composições podem compreender adicionalmente desdecerca de 5% a cerca de 40% de gordura. As composições podem compre-ender adicionalmente uma fonte de carboidrato. As composições podemcompreender de desde cerca de 15% a cerca de 60% de carboidratos. E-xemplos não Iimitantes de tais carboidratos incluem grãos e cereais, taiscomo arroz, milho, milo, sorgo, alfafa, cevada, sojas, canola, aveias, trigo esuas misturas. As composições também podem compreender opcionalmenteoutros materiais, tais como soro de leite seco e outros produtos de laticínio.
As composições também podem compreender pelo menos umafonte de fibras. Uma variedade de fibras solúveis ou insolúveis pode ser utili-zada, conforme serão conhecidas pelos versados na técnica. A fonte de fi-bras pode ser polpa de beterraba (a partir de açúcar de beterraba), gomaarábica, goma talha, psílio, farelo de arroz, goma de feijão de caroba, polpade citrus, pectina, fruto-oligossacarídeo adicional à oligofrutose de cadeiacurta, manano-oligofrutose, fibra de soja, arabino-galactano, galacto-oligossacarídeo, arabinoxilano ou misturas destes. Alternativamente, a fontede fibras pode ser uma fibra fermentável. Fibra fermentável foi previamentedescrita fornecer um benefício ao sistema imune de um animal de compa-nhia. Fibra fermentável ou outras composições, conhecidas pelo técnico es-pecializado no assunto, fornecem uma composição prebiótica para intensifi-car o crescimento de microorganismos prebióticos, dentro do intestino, tam-bém podem ser incorporados à composição, para auxiliar na intensificaçãodo benefício fornecido pela presente invenção ao sistema imune de um ani-mal. Adicionalmente, microorganismos prebióticos, tais como espécies deEnterococcus, Lactobacillus, Bifidobacterium ou Saccharomyces, por exem-plo, podem ser adicionados à composição.
Em uma concretização preferida, a composição é um alimentopara pequenos animais completo e nutricionalmente balanceado. Nessaconcretização, o alimento para pequenos animais pode ser um alimento ú-mido, um alimento seco ou um alimento de teor de umidade intermediário,como seria reconhecido pelo técnico especializado no assunto de fabricaçãoe formulação de alimento para pequenos animais. "Alimento úmido" descre-ve um alimento para pequenos animais que é tipicamente vendido em latasou bolsas de plástico, e que tem um teor de mistura tipicamente na faixa decerca de 70% a cerca de 90%. "Alimento seco" descreve alimento para pe-quenos animais que é de uma composição similar ao alimento úmido, mas,que contém um teor de umidade limitado, tipicamente na faixa de cerca de5% a cerca de 15%, e, portanto, é apresentado, por exemplo, moídos seme-Ihantes a pequenos biscoitos. As composições e suplementos alimentarespodem ser formulados de maneira especial para animais adultos, ou paraanimais idosos ou jovens, por exemplo, "comida para filhotes", "comida paragatinhos" ou formulações "sênior". Em geral, formulações especializadascompreenderam exigências energéticas e nutricionais apropriadas para ani-mais em diferentes estágios de desenvolvimento ou idade.
Certos aspectos da invenção são usados, de preferência, emcombinação com um alimento completo e balanceado. Isto é, composiçõescompreendendo isoflavonas, ou seus metabólitos, de acordo com certasconcretizações da invenção, são usados, de preferência, com um alimentocomercial de alta qualidade. Conforme usado aqui, "alimento comercial dealta qualidade" se refere a uma dieta fabricada para produzir a digestibilida-de dos nutrientes-chave de 80% ou mais, conforme estipulado, por exemplo,nas recomendações do National Research Council acima para cães, ou nasdiretrizes estipuladas pela Association of American Feed Control Officials.Padrões para nutrientes elevados similares seriam usados para outros ani-mais.
O técnico especializado no assunto entenderá como determinara quantidade apropriada de isoflavonas, ou de seus metabólitos, a seremadicionadas a uma dada composição. Tais fatores, que podem ser levadosem conta, incluem o tipo de composição (por exemplo, composição de ali-mento para pequenos animais versus suplemento alimentar), o consumomédio de tipos específicos de composições por diferentes animais e as con-dições de fabricação sob as quais a composição é preparada. De preferên-cia, as concentrações de isoflavonas, ou de seus metabólitos, a serem adi-cionadas à composição são calculadas com base nas exigências energéti-cas e nutricionais do animal. De acordo com certos aspectos da invenção, asisoflavonas, ou seus metabólitos, podem ser adicionadas em qualquer mo-mento durante a fabricação e/ou processamento da composição. Isso inclui,sem limitação, como parte da formulação da composição de alimento parapequenos animais ou suplemento alimentar, ou como um revestimento apli-cado à composição de alimento para pequenos animais ou ao suplementoalimentar. As composições podem ser feitas de acordo com qualquer pro-cesso adequado na técnica.
Em outro aspecto, a presente invenção fornece métodos para aindução de crescimento ósseo ou para a inibição da perda óssea em um a-nimal. Os métodos compreendem a administração a um animal de uma oumais isoflavonas, ou seus metabólitos, em uma quantidade eficaz para indu-zir o crescimento ósseo ou para inibir a perda óssea no animal. Em váriasconcretizações, as isoflavonas são daidzeína, 6-O-malonil daidzeína, 6-0-acetil daidzeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína, 6- O-acetil genisteína,gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-0-acetil gliciteína, biocanina A ou formo-nonetina, ou metabólitos destes. Em uma concretização, os metabólitos deisoflavona são di-hidrodaidzeína ou equol. Em uma concretização, as com-posições compreendem adicionalmente L-carnitina e/ou ácido linoléico con-jugado.
Em várias concretizações, a composição é uma composição dealimento para seres humanos, composição de alimento para pequenos ani-mais ou um suplemento alimentar conforme descrito aqui. Em várias concre-tizações, as isoflavonas são daidzeína, 6-O-malonil daidzeína, 6-0-acetildaidzeína, genisteína, 6-0- malonil genisteína, 6-O-acetil genisteína, gliciteí-na, 6-O-malonil gliciteína, 6-0-acetil gliciteína, biocanina A ou formononeti-na, ou metabólitos destes. Em uma concretização, o metabólito de isoflavo-na é di-hidrodaidzeína ou equol. Em uma concretização, os métodos com-preendem adicionalmente a administração de L-carnitina e/ou ácido linoléicoconjugado em combinação com as isoflavonas ou seus metabólitos. Em ou-tra, os métodos compreendem adicionalmente a administração de isoflavo-nas, ou seus metabólitos, em conjunção com agentes que afetem os ossosem quantidades eficazes para a indução do crescimento ósseo ou para ainibição da perda óssea em um animal.
Em várias concretizações, o animal é um ser humano ou animalde companhia, tal como um cão ou um gato. Em certas concretizações, oanimal é um animal que está na pós-menopausa, na pós-andropausa, ouque seja gonadectomizado. Em outras, o animal é um animal jovem ou emcrescimento.
As isoflavonas, ou seus metabólitos, são administrados ao ani-mal usando uma variedade de rotas de administração. Tais rotas incluem,sem limitação, oral, intranasal, intravenosa, intramuscular, intragástrica,transpilórica, subcutânea, retal e as similares. De preferência, as composi-ções são administradas oralmente.
A administração pode ser baseada na necessidade ou na vonta-de, por exemplo, uma vez ao mês, uma ver por semana, diariamente oumais do que diariamente. Similarmente, a administração pode ser dia sim,dia não, semanal ou mensal, e as similares. A administração pode ser maisde uma vez ao dia. Quando utilizada como um suplemento às exigênciasdietéticas ordinárias, a composição pode ser administrada diretamente aoanimal ou, de outra maneira, colocada em contato com ou adicionada sobmistura com a ração.ou alimentação diárias. Quando utilizada como umaração ou alimentação diária, a administração será bem- conhecida pelostécnicos especializados no assunto.
A administração também pode ser realizada como parte de umregime alimentar para o animal. Por exemplo, um regime alimentar podecompreender se provocar a ingestão regular pelo animal de uma composi-ção compreendendo uma ou mais isoflavonas, ou seus metabólicos, em umaquantidade eficaz para induzir o crescimento ósseo no animal, ou em umaquantidade eficaz para inibir a perda óssea no animal. A ingestão regularpode ser uma vez ao dia, ou duas, três, quatro ou mais vezes ao dia, emuma base diária. O objetivo de ingestão regular é fornecer ao animal a dosediária preferida de isoflavonas, ou seus metabólitos, como exemplificado a-qui.
Faixas de doses diárias preferidas, para isoflavonas e/ou seusmetabólitos, variam desde cerca de 5 mg/dia a cerca de 5.000 mg/dia poranimal. De preferência, a dose diária de isoflavonas e/ou de seus metabóli-tos varia desde cerca de 30 mg/dia a cerca de 500 mg/dia por animal, e,mais preferivelmente, desde cerca de 80 mg/dia a cerca de 300 mg/dia poranimal. A dose diária de isoflavonas, ou seus metabólitos, pode ser medidaem termos de gramas de isoflavonas, ou de seus metabólitos, por Kg de BWdo animal. A dose diária de isoflavonas, ou de seus metabólitos, pode variarde desde cerca de 0,001 g/Kg a cerca de 50 g/Kg de BW do animal, emboradoses maiores ou menores possam ser fornecidas. De preferência, a dosediária de isoflavonas, ou de seus metabólitos, é de desde cerca de 0,001g/Kg a cerca de 25 g/Kg de BW do animal. Mais preferivelmente, a dose diá-ria de isoflavonas, ou de seus metabólitos, é de desde cerca de 0,001 g/Kg acerca de 10 g/Kg de BW do animal. Mais preferivelmente, a dose diária deisoflavonas, ou de seus metabólitos, é de desde cerca de 0,001 g/Kg a cercade 5 g/Kg de BW do animal. Mais preferivelmente, a dose diária de isoflavo-nas, ou de seus metabólitos, é de desde 0,001 g/Kg a cerca de 1 g/Kg deBW do animal. Mais preferivelmente, a dose diária de isoflavonas, ou deseus metabólitos, é de desde cerca de 0,001 g/Kg a cerca de 0,15 g/Kg deBW do animal.
Faixas de doses diárias preferidas para L-carnitina variam desdecerca de 50 mg/Kg a cerca de 5.000 mg/Kg por animal. De preferência, adose diária de L-carnitina varia de desde cerca de 80 mg/dia a cerca de 500mg/dia por animal, e mais preferivelmente de desde cerca de 100 mg/dia acerca de 300 mg/dia por animal. A dose diária de L-carnitina pode ser medi-da em termos de gramas de L-carnitina por Kg de BW do animal. A dosediária de L-carnitina pode variar de desde cerca de 0,001 g/Kg a cerca de 50g/Kg de BW do animal, embora doses maiores ou menores possam ser for-necidas. De preferência, a dose diária de L-carnitina é de desde cerca 0,001g/Kg a cerca de 25 g/Kg de BW do animal. Mais preferivelmente, a dose diá-ria de L-carnitina é de desde cerca de 0,001 g/Kg a cerca de 10 g/Kg de BWdo anima!. Mais preferivelmente, a dose diária de L-carnitina é de desde cer-ca de 0,001 g/kg a cerca de 5 g/Kg de BW do animal. Mais preferivelmente,a dose diária de L-carnitina é de desde cerca de 0,001 g/Kg a cerca de 1g/Kg de BW do animal. Faixas de doses diárias preferidas para CLA variamde desde cerca de 50 mg/dia a cerca de 10.000 mg/dia por animal. De prefe-rência, a dose diária de CLA varia de desde cerca de 500 mg/dia a cerca de6.000 mg/dia por animal, e, mais preferivelmente, de desde cerca de 1.000mg/dia a cerca de 4.000 mg/dia por animal.
A dose diária de CLA pode ser medida em termos de gramas deCLA por Kg de BW do animal. A dose diária de CLA pode variar de desdecerca de 0,001 g/Kg a cerca de 50 g/Kg de BW do animal, embora dosesmaiores ou menores possam ser fornecidas. De preferência, a dose diária deCLA é de desde cerca de 0,001 g/Kg a cerca de 25 g/Kg de BW do animal.Mais preferivelmente, a dose diária de CLA é de desde cerca de 0,001 g/Kga cerca de 10 g/Kg de BW do animal. Mais preferivelmente, a dose diária deCLA é de desde cerca de 0,001 g/Kg a cerca de 5 g/Kg de BW do animal.Mais preferivelmente, a dose diária de CLA é de desde cerca de 0,001 g/Kga cerca de 1 g/Kg de BW do animal.
Quando da formulação das composições da presente invenção,um técnico especializado no assunto pode determinar as quantidades dasisoflavonas, ou seus metabólitos, e outros compostos ou ingredientes, combase nas dosagens acima e nas características do animal, por exemplo, aespécie, idade, tamanho, peso, saúde do animal, e as similares.
De acordo com os métodos da invenção, a administração dasisoflavonas, ou seus metabólitos, incluindo a administração como parte deum regime de dieta, pode tomar um período de tempo variando desde o par-to até a vida adulta do animal.
Em um aspecto adicional, a presente invenção fornece kits ade-quados para a administração de uma composição compreendendo uma oumais isoflavonas, ou seus metabólitos, a um animal. Os kits compreendemrecipientes separados em um único pacote ou em recipientes separados emum pacote virtual, conforme apropriado para o componente do kit, uma oumais isoflavonas, ou seus metabólitos, e pelo menos um de (1) um ou maisingredientes adequados para o consumo por um animal, (2) um ou mais a-gentes que afetem os ossos adequados para a indução de crescimento ós-seo ou para inibir a perda óssea, (3) instruções para como combinar as iso-flavonas, ou seus metabólitos, com outros componentes do kit, particular-mente, para produzir uma composição de alimento útil para a administraçãode isoflavonas, ou seus metabólitos, a um animal, e (4) instruções para co-mo usar as isoflavonas, ou seus metabólitos, e outros componentes da pre-sente invenção, particularmente para o benefício do animal por indução decrescimento ósseo ou por inibição de perda óssea no animal.
Quando o kit compreender um pacote virtual, o kit é limitado àsinstruções em um ambiente virtual, em combinação com um ou mais com-ponentes de kit físicos. O kit contém as isoflavonas, ou seus metabólitos, eoutros componentes em uma quantidade eficaz para induzir o crescimentoósseo ou para inibir a perda óssea no animal. Tipicamente, as isoflavonas,ou seus metabólitos, e os outros componentes de kit adequados (por exem-plo, composições de alimento) são adicionados sob mistura logo antes doconsumo por um animal. Os kits podem conter os componentes de kit emqualquer de várias combinações e/ou misturas. Em uma concretização, o kitcontém um pacote contendo uma ou mais isoflavonas, ou seus metabólitos,e um recipiente de alimento para consumo por um animal. O kit pode conteritens adicionais, tal como um dispositivo para mistura das isoflavonas, ouseus metabólitos, e ingredientes ou um dispositivo para conter a mistura, porexemplo, uma cuia para alimento. Em outra concretização, as isoflavonas,ou seus metabólitos, são misturados com suplementos nutricionais adicio-nais, tais como vitaminas e minerais, que promovam boa saúde em um ani-mal.
As instruções podem orientar e/ou informar um consumidor, mé-dico, proprietário de pequeno animal, veterinário, fornecedor de alimento, eos similares, as isoflavonas, ou seus metabólitos, podem ser usadas parainduzir o crescimento ósseo ou para inibir a perda óssea em um animal. Asinstruções também podem orientar o usuário em como aplicar ou adicionarsob mistura as isoflavonas, ou seus metabólitos, ao alimento ou à água deum animal.
Em outro aspecto, a presente invenção fornece um meio paracomunicar informação sobre ou instruções para um ou mais de (1) uso dasisoflavonas, ou seus metabólitos, para induzir o crescimento ósseo ou parainibir a perda óssea em um animal, (2) adição sob mistura das isoflavonas,ou seus metabólitos, aos outros componentes (composições de alimentos)da presente invenção, (3) administração das isoflavonas, ou de seus meta-bólitos, a um animal, isoladamente ou em combinação com os outros ele-mentos da presente invenção, e (4) uso dos kits da presente invenção paraadministrar isoflavonas, ou seus metabólitos, a um animal, particularmente,para induzir o crescimento ósseo ou para inibir a perda óssea em um animal.
O meio compreende um documento, meios de armazenamento digital, meiosde armazenamento óptico, apresentação por áudio ou exibição visual con-tendo as informações ou instruções. Em certas concretizações, o meio decomunicação é um website exibido, quiosque de exibição visual, brochura,rótulo de produto, inserção de embalagem, anúncio, nota para imprensa,anúncio público, fita de áudio, DVD, CD-ROM, chip legível por computador,cartão legível por computador, disco legível por computador, memória decomputador, os combinações destes, contendo tais informações ou instru-ções. Informações úteis incluem um ou mais de (1) métodos e técnicas paracombinar e administrar as isoflavonas, ou seus metabólitos e/ou outros com-ponentes e (2) colocação em contato de informações para animais ou seuscuidadores, para usá-las, se eles tiverem uma questão sobre a invenção eseu uso. Instruções úteis incluem quantidades para mistura e quantidades efreqüências de administração. Os meios de comunicação são úteis para ins-truir sobre os benefícios em se usar a presente invenção e para comunicaros métodos aprovados para a administração da invenção a um animal.
Em outro aspecto, a presente invenção fornece um método paraa preparação de uma composição de alimento contendo isoflavonas, ouseus metabólitos, compreendendo adição sob mistura de um ou mais ingre-dientes adequados para o consumo por um animal e isoflavonas, ou seu me-tabólitos, ou aplicação de isoflavonas, ou seus metabólitos, por sobre acomposição de alimento. Em um aspecto adicional, a presente invenção for-nece as composições de alimento preparadas usando-se esse método.
Em um aspecto adicional, a presente invenção propicia um usode isoflavonas, ou seus metabólitos, para preparar um medicamento. Emoutro, a invenção propicia a aplicação de tais isoflavonas, ou seus metabóli-tos, para preparar um medicamento para a indução de crescimento ósseo oupara a inibição de perda óssea em um animal. Em geral, medicamentos sãopreparados por adição sob mistura de um composto ou composição comexcipientes, tampões, aglutinantes, plasticizantes, corantes, diluentes, agen-tes de compressão, lubrificantes, flavorizantes, agentes de umectação, eoutros ingredientes conhecidos pelos técnicos especializados no assunto, aserem úteis para a produção de medicamentos e para a formulação de me-dicamentos, que sejam adequados para a administração a um animal.
Exemplos
A invenção pode ser adicionalmente ilustrada pelos seguintesexemplos, contudo, será entendido que estes exemplos são incluídos mera-mente para finalidades de ilustração e não se pretende que eles limitem oescopo da invenção, a menos se indicado especificamente de outra maneira.
Exemplo 1
Efeito de Isoflavonas de Soja Alimentares sobre o Crescimento Ósseo em
Cães Gonadectomizados Normais
Cães e Dietas: trinta Labradores Retriever, não obesos, recém-gonadectomizados, de 4 - 5 meses de idade, foram usados no estudo. Osfilhotes foram distribuídos aleatoriamente em três grupos, com base em ni-nhada para minimizar a influência genética sobre o crescimento de músculosesqueléticos e sobre a saúde: o Grupo 1 consistia em dez Labradores Retri-ever machos e fêmeas recém-gonadectomizados, que foram alimentadoscom uma dieta para filhotes bem-balanceada compreendendo 29 a 30% deproteína e 20% de gordura (a dieta de controle). O Grupo 2 consistia em dezLabradores Retriever machos e fêmeas recém-gonadectomizados, que fo-ram alimentados com a dieta de controle suplementada com 10% de farinhade germe de soja (SGM). O grupo 3 consistia em dez Labradores Retrievermachos e fêmèas recém-gonadectomizados, que foram alimentados com adieta de controle suplementada com 10% de SGM1 100 ppm de L-carnitina e1,5% de CLA. SGM contém as seguintes isoflavonas de soja: 17% de genis-teína, 52% de daidzeína e 31% de gliciteína. Todos os filhotes foram alimen-tados para manter sua classificação de condição corporal ideal, 5, por ajustede suas ingestões de alimentos. A duração do estudo foi de 70 semanas.
Todos os cães deu-se uma determinação de MER de pré-estudo. Antes do estudo, e a cada semana depois que o estudo começouaté a conclusão do estudo, a medição de BW foi feita para cada animal. An-tes do estudo, e bimensalmente depois que o estudo começou até a conclu-são do estudo, as seguintes medições foram feitas para cada animal: DEXApara a gordura corporal, massa de corpo magro, química óssea, perfil detiróide expandido, contagem sangüínea completa, BMC, teor mineral ósseode espinha lombar, e densidade mineral óssea de espinha lombar.
Depois de 70 semanas de estudo de crescimento, nenhuma dife-rença em BW, massa de corpo magro ou gordura corporal foi observada en-tre os três grupos. Todos os parâmetros medidos na química do sangue, noperfil de tireóide expandido e na contagem de sangue completa também fo-ram determinados como estando dentro da faixa normal. Os resultados rela-tivos ao crescimento do esqueleto são mostrados nas Tabela 1 - 4. BMC eBMD foram avaliados nas vértebras lombares 1 - 7 de cada filhote, em cadagrupo experimental.
Os resultados são mostrados nas Tabelas 1 até 4. De maneirageral, as Tabelas mostram os efeitos de isoflavonas sobre BMC e BMD. Osfilhotes foram alimentados com uma dieta de controle (Ração 1), com 29 a30% de proteína e 20% de gordura, uma dieta de isoflavona (Ração 2) (dietade controle suplementada com 10% de SGM), ou uma dieta coquetel (Ração3) (dieta de controle suplementada com 10% de SGM, 100 ppm de L-carnitina e 1,5% de CLA). Nas Tabelas, Ração 1 = controle, Ração 2 = iso-flavonas, Ração 3 = isoflavonas, CLA e L-carnitina.
Fazendo-se referência às tabelas, a tabela 1 mostra os efeitosde isoflavonas de soja alimentares sobre BMC de vértebras lombares 1 - 4em filhotes machos e fêmeas em crescimento gonadectomizados (4 mesesde idade) durante um estudo de crescimento de 70 semanas. Os filhotesforam alimentados para manter sua classificação de condição corporal idealde 5, por ajuste de suas ingestões de alimentos. Com referência aos resul-tados, o BMC aumentou nos cães de controle durante o estudo de 70 sema-nas, mas, constatou-se que o BMC em filhotes consumindo a dieta com iso-flavona ou a dieta coquetel contendo isoflavona era maior do que o BMC emfilhotes consumindo a dieta de controle em quase todos tempos testados eno final do estudo. Esses dados indicam claramente que as dietas para filho-tes de alta qualidade, bem-balanceadas, existentes falharam em promoverum aumento ótimo em BMC em filhotes machos e fêmeas em crescimento,gonadectomizados.
A tabela 2 mostra mudanças em BMD das vértebras lombares 1- 4 nos filhotes machos e fêmeas em crescimento, gonadectomizados (4meses de idade) durante o estudo de crescimento de 70 semanas. Com re-ferência aos resultados, a BMD das vértebras lombares 1 - 4 aumentou noscães de controle durante o curso do estudo de 70 semanas, mas, constatou-se que cães consumindo a dieta com isoflavona ou a dieta coquetel conten-do isoflavona tiveram uma BMD maior do que os cães de controle. Essesdados mostram que as dietas para filhotes de alta qualidade, bem-balanceadas, existentes falharam em promover um aumento ótimo em BMDem filhotes machos e fêmeas em crescimento, gonadectomizados.
A tabela 3 mostra os efeitos de isoflavonas de soja alimentaressobre o BMC de vértebras lombares 4 - 7 em filhotes machos e fêmeas emcrescimento, gonadectomizados (4 meses de idade) durante o estudo decrescimento de 70 semanas. Com referência aos resultados, o BMC aumen-tou nos cães de controle durante o estudo de 70 semanas, mas, constatou-se que o BMC em filhotes consumindo a dieta com isoflavona ou a dieta co-quetel contendo isoflavona era maior do que o BMC em filhotes consumindoa dieta de controle no final do estudo. De maneira notável, ao contrário dosresultados observados nas vértebras lombares 1 - 4, onde o BMC, em geral,foi o mesmo entre cães alimentados com as dietas coquetel e com isoflavo-na, os resultados observados nas vértebras lombares 4 - 7 indicam que, notodo, cães alimentados com a dieta coquetel tiveram um BMC maior do queo de cães alimentados com a dieta com isoflavona.
A tabela 4 mostra mudanças na BMD de vértebras lombares 4 -7 nos filhotes machos e fêmeas em crescimento gonadectomizados (4 me-ses de idade) durante o estudo de crescimento de 70 semanas. Com refe-rência aos resultados, a BMD de vértebras lombares 4 - 7 aumentou noscães de controle durante o curso do estudo de 70 semanas, mas, cães con-sumindo a dieta com isoflavona ou a dieta coquetel contendo isoflavona tive-ram uma BMD maior do que os cães de controle no final do estudo, quandoo sistema esquelético dos cães alcançou a maturidade. Esses dados mos-tram que as dietas para filhotes de alta qualidade, bem-balanceadas, exis-tentes não poderiam compensar a perda de efeitos promotores de cresci-mento de estrogênio, que foi perdido depois de gonadectomia. Conformemostram os resultados, os filhotes de controle alcançaram os BMC e BMDde pico ótimos, quando seus sistemas esqueléticos alcançou a maturidade.
De maneira inversa, as isoflavonas e o coquetel contendo isoflavona sãoeficazes na promoção de melhor crescimento ósseo (BMC e BMD maiores)em filhotes em crescimento gonadectomizados.
Tabela: 1
<table>table see original document page 26</column></row><table>Tabela 2
<table>table see original document page 27</column></row><table>
Tabela 3
<table>table see original document page 27</column></row><table>Tabela 4
<table>table see original document page 28</column></row><table>
No relatório descritivo, foram descritas concretizações preferidastípicas da invenção e, embora termos específicos sejam empregados, elessão usados somente em um sentido genérico e descritivo e não para finali-dades de limitação, o escopo da invenção sendo estabelecido nas reivindi-cações. Obviamente, muitas modificações e variações da invenção são pos-síveis à luz dos ensinamentos acima. Portanto, deve ser entendido que, den-tro do escopo das reivindicações apensas, a invenção pode ser praticada demaneiras diferentes dò que aquelas especificamente descritas.

Claims (25)

1. Composição compreendendo uma ou mais isoflavonas, ouseus metabólitos, em uma quantidade eficaz para induzir o crescimento ós-seo ou para inibir a perda óssea em um animal.
2. Composição de acordo com a reivindicação 1, na qual a com-posição é uma composição de alimento para seres humanos, uma composi-ção de alimento para pequenos animais ou um suplemento alimentar.
3. Composição de alimento de acordo com a reivindicação 2, naqual a composição de alimento compreende desde cerca de 0,1 % a cerca de 50% de isoflavonas ou seus metabólitos.
4. Composição de acordo com a reivindicação 1, na qual as iso-flavonas incluem pelo menos uma de daidzeína, 6-O-malonil daidzeína, 6-0-acetil daidzeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína, 6-O-acetil genisteína,gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína, biocanina A ou formo-nonetina.
5. Composição de acordo com a reivindicação 1, na qual as iso-flavonas, ou seus metabólitos, são isoflavonas de soja ou seus metabólitos.
6. Composição de acordo com a reivindicação 5, na qual o me-tabólito de isoflavona de soja é equol.
7. Composição de acordo com a reivindicação 1, na qual o ani-mal é um cão ou gato.
8. Composição de acordo com a reivindicação 1, na qual o ani-mal é um animal que está na pós-menopausa, que está na pós-andropausa,que é gonadectomizado, ooforectomizado ou castrado.
9. Composição de acordo com a reivindicação 1, compreendendoadicionalmente pelo menos um de DT56a, androstenediona, deidroepiandroste-rona (DHEA), silício, L-carnitina, ácido linoléico conjugado e ácido orto-silícico.
10. Método para a indução de crescimento ósseo ou para a inibi-ção de perda óssea em um animal, compreendendo a administração ao animalde uma composição compreendendo uma ou mais isoflavonas, ou seus meta-bólitos, em uma quantidade eficaz para induzir o crescimento ósseo ou parainibir a perda óssea no animal.
11. Método de acordo com a reivindicação 10, no qual a compo-sição de alimento para ser humano, a composição de alimento para peque-nos animais ou um suplemento alimentar.
12. Método de acordo com a reivindicação 11, no qual a compo-sição de alimento compreende desde cerca de 0,1% a cerca de 50% de iso-flavonas ou seus metabólitos.
13. Método de acordo com a reivindicação 10, no qual as isofla-vonas incluem pelo menos uma de daidzeína, 6-0- malonil daidzeína, 6-0-acetil daidzeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína, 6-O-acetil genisteína,gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína, biocanina A ou formo-nonetina.
14. Método de acordo com a reivindicação 10, no qual as isofla-vonas são isoflavonas de soja ou seus metabólitos.
15. Método de acordo com a reivindicação 14, no qual o metabó-lito de isofIavona de soja é equol.
16. Método de acordo com a reivindicação 10, no qual o animalé um animal que está na pós-menopausa, que está na pós-andropausa, queé gonadectomizado, ooforectomizado ou castrado.
17. Método de acordo com a reivindicação 10, no qual a compo-sição é administrada ao animal em uma base diária.
18. Método de acordo com a reivindicação 10, no qual a compo-sição compreende adicionalmente pelo menos um de DT56a, androstenedi-ona, deidroepiandrosterona (DHEA), silício, L-carnitina, ácido linoléico con-jugado e ácido orto-silícico.
19. Método de acordo com a reivindicação 10, no qual as isofla-vonas, ou seus metabólitos, são administrados em conjunção com um oumais agentes que afetem os ossos.
20. Método de acordo com a reivindicação 10, no qual o animalé um cão ou gato.
21. Kit adequado para a administração de uma composiçãocompreendendo uma ou mais isoflavonas, ou seus metabólitos, a um animal,compreendendo, em recipientes separados em uma única embalagem ouem recipientes separados em uma embalagem virtual, conforme apropriadopara o componente do kit, uma ou mais isoflavonas, ou seus metabólitos, epelo menos um de (1) um ou mais ingredientes adequados para o consumopelo animal, (2) um ou mais agentes que afetem os ossos adequados parainduzir o crescimento ósseo ou para inibir a perda óssea, (3) instruções paracomo combinar as isoflavonas, ou seus metabólitos, e (4) instruções paracomo usar as isoflavonas, ou seus metabólitos, e outros componentes dapresente invenção.
22. Meio para comunicar informações sobre ou instruções para umou mais de (1) uso das isoflavonas, ou seus metabólitos, para induzir o cresci-mento ósseo ou para inibir a perda óssea em um animal, (2) adição sob misturadas isoflavonas, ou seus metabólitos, com os outros componentes da presenteinvenção, (3) administração das isoflavonas, ou seus metabólitos, a um animal,isoladamente ou em combinação com os outros elementos da presente inven-ção, e (4) uso dos kits da presente invenção para administrar isoflavonas, ouseus metabólitos, a um animal, compreendendo um documento, um meio dearmazenamento digital, um meio de armazenamento óptico, uma apresentaçãode áudio ou exibição visual contendo as informações ou as instruções.
23. Meio de acordo com a reivindicação 21, selecionado a partirdo grupo consistindo em website exibido, quiosque de exibição visual, brochu-ra, rótulo de produto, inserção de embalagem, anúncio, nota para imprensa,anúncio público, fita de áudio, DVD, CD-ROM, chip legível por computador,cartão legível por computador, disco legível por computador, memória decomputador, os combinações destes.
24. Método para a preparação de uma composição de alimentocontendo isoflavonas, ou seus metabólitos, compreendendo a adição sob mis-tura de um ou mais ingredientes adequados para o consumo por um animal eisoflavonas, ou seus metabólitos, ou a aplicação de isoflavonas, ou seus me-tabólitos, por sobre a composição de alimento.
25. Uso de isoflavonas, ou de seus metabólitos, para preparar ummedicamento para a indução de crescimento ósseo ou para a inibição de per-da óssea em um animal.
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