BRPI0708491A2 - método e aparelho para detecção de erro em um bloco de dados - Google Patents
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Abstract
MéTODO E APARELHO PARA DETECçãO DE ERRO EM UM BLOCO DE DADOS Um dispositivo de transmissão gera (302) um bloco de dados incluindo um primeiro campo tendo uma primeira pluralidade de bits que inclui uma parte de detecção de erro e um segundo campo tendo uma segunda pluralidade de bits; seleciona (304) uma máscara de injeção de erro com base na segunda pluralidade de bits; modifica (306) a primeira pluralidade de bits com a máscara de injeção de erro para gerar uma primeira pluralidade modificada de bits; e transmite (308) o bloco de dados para um dispositivo receptor. O dispositivo receptor decodifica a segunda pluralidade de bits para gerar resultados dadecodificação; seleciona uma máscara de injeção de erro com base nos resultados da decodificação; modifica a primeirapluralidade de bits utilizando a máscara de injeção de erro para gerar uma primeira pluralidade modificada de bits que inclui um valor de detecção de erro resultante indicado na parte de detecção de erro; e detecta se os resultados da decodificação para o segundo campo estão corretos com base no valor de detecção de erro resultante.
Description
MÉTODO E APARELHO PARA DETECÇÃO DE ERRO EM UM BLOCO DEDADOS
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção relaciona-se genericamente acomunicação de dados e, mais especificamente, a efetuardetecção de erro em um campo de um bloco de dadosutilizando o mecanismo de detecção de erro em um campodiferente do mesmo bloco de dados.
HISTÓRICO DA INVENÇÃO
Quando da comunicação de blocos de dados entredispositivos de transmissão e de recepção em um sistema decomunicação por uma interface sem fio, tipicamente algumtipo de mecanismo de detecção de erro e de correção de erroé utilizado para auxiliar na decodificação de cada bloco dedados no dispositivo receptor para permitir maiorprocessamento do bloco de dados. Aqui, um bloco de dados égeralmente definido como um bloco de bits contínuo contendoinformação e/o sinalização, e decodificação é definido comoo processamento inicial de um bloco de dados recebido paraidentificar os bits recebidos (por exemplo, como Is ou Os)e poderá incluir, detectar e/ou corrigir erros nos bitsrecebidos. Sinalização relaciona-se com o estabelecimento eo controle de conexões em uma rede.
Geralmente, um bloco de dados tem uma estrutura lógicapredeterminada tendo uma pluralidade de tipos de camposdiferentes para organizar os bits no bloco de dados, e umou mais desses campos poderá conter bits que permitem adetecção de erro e/ou a correção de erro para aquele campo.Entretanto, dependendo do protocolo utilizado, algunscampos poderão incluir bits de correção de erro mas não
PI0708491-9bits de detecção de erros ou bits de detecção de errolimitados por causa de uma restrição no número de bitsdevido, por exemplo, a restrições de largura de bandaassociadas aos canais físicos sobre os quais o bloco dedados é enviado. Uma limitação resultante é que umaincapacidade de detectar erros de decodificação em algunscampos pode causar problemas relativamente substanciaisrelacionados a continuação do processamento do bloco dedados se houver, na realidade, erros que passam semdetecção.
Um exemplo de um protocolo de interface de ar que temuma estrutura de bloco de dados que inclui campos tendocorreção de erro mas não detecção de erro é o protocolo deinterface de ar definido de acordo com a especificaçãotécnica TS (Technical Specification) 102 361-1 do Institutode Padrões de Telecomunicações Europeu (ETSI - EuropeanTelecommunications Standards Institute). Uma estrutura debloco de dados identificada nesta especificação técnica éuma rajada, que é definida como o menor bloco predefinidode bits contínuos contendo informação ou sinalização. Maisparticularmente ali definido é a rajada de rádio móveldigital DMR (Digital Mobile Radio) de Acesso Múltiplo porDivisão de Código TDMA (Time Division Multiple Access). Arajada DMR TDMA, por exemplo, inclui um campo Data Type queidentifica o tipo de dado sendo transmitido em um campoInformation, que também é incluído na rajada. Há um númerode tipos de dados mencionados na especificação técnica,incluindo, por exemplo, Voice LC Header, Terminator withLC, CSBK, Data Header, etc. Como este campo está sujeito acorreção de erro (neste caso correção de erro deencaminhamento (FEC), que é bem conhecido na tecnologia)mas não a detecção do erro, não é possível para o receptorsaber se a correção de erro no campo Data Type foi bemsucedida. Por causa disso, poderá ser possível sob certascondições de erro para alguns tipos de rajadas seremprocessados incorretamente.
Para fins ilustrativos, a seguir há dois exemplos deproblemas que poderão surgir devido a uma falha em detectarum tipo de dado identificado incorretamente. Em um exemplo,um CSBK poderia ser erroneamente interpretado como um DataHeader (que é uma primeira rajada de uma mensagem de dadosmultirajada), devido a erros incorrigíveis no canal. Como oData Header contém um campo Blocks to Follow que especificaquantas rajadas adicionais pertencem a esta transmissão e oCSBK não pertence, o receptor trata as rajadas subseqüentescomo parte daquela transmissão de dados. Assim, outrastransmissões, como as transmissões de voz novas, CSBKs, enovas transmissões de dados, são omitidas durante esteperíodo.
Como outro exemplo, um Terminator with LC poderia sererroneamente interpretado como um Voice LC Header. Comomuitas rajadas Terminator com LC são transmitidastipicamente durante Call Hangtime, os efeitos colateraispotenciais incluem fazer com que o receptor inicie oprocessamento de uma nova transmissão de voz onde nenhumaexiste.
Portanto, é desejável ter um método e aparelho parafornecer detecção de erro confiável para um campo sem oucom bits limitados reservados para a detecção de erro.BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOSAs Figuras acompanhantes, em que números de referênciaiguais referem-se a elementos idênticos ou funcionalmentesimilares por todas as visões separadas e que juntos com adescrição detalhada abaixo são incorporados e formam parteda especificação, servem para mais ilustrar várias versõese explicar vários princípios e vantagens tudo de acordo coma presente invenção.
A Figura 1 ilustra um sistema exemplar que implementaversões da presente invenção.
A Figura 2 ilustra um bloco de dados exemplar deacordo com versões da presente invenção.
A Figura 3 ilustra um método para a detecção de errosde acordo com uma versão da presente invenção.
A Figura 4 ilustra um método para a detecção de errosde acordo com uma versão da presente invenção.
A Figura 5 ilustra a detecção de erros exemplar nobloco de dados mostrado na Figura 2, utilizando os métodosmostrados nas Figuras 3 e 4.
A Figura 6 ilustra a detecção de erros exemplar nobloco de dados mostrado na Figura 2 utilizando os métodosmostrados nas Figuras 3 e 4.
A Figura 7 ilustra a detecção de erros exemplar nobloco de dados mostrado na Figura 2 utilizando os métodosmostrados nas Figuras 3 e 4.
A Figura 8 ilustra a detecção de erros exemplar nobloco de dados mostrado na Figura 2 utilizando os métodosmostrados nas Figuras 3 e 4.
A Figura 8 ilustra a detecção de erros exemplar nobloco de dados mostrado na Figura 2 utilizando os métodosmostrados nas Figuras 3 e 4.A Figura 10 ilustra uma rajada DMR TDMA exemplar deacordo com versões da presente invenção.
A Figura 11 ilustra um método para a detecção de errosna rajada DMR TDMA mostrada na Figura 10, de acordo com umaversão da presente invenção.
A Figura 12 ilustra um método para a detecção de errosna rajada DMR TDMA mostrada na Figura 10, de acordo com umaversão da presente invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Antes de descrever em detalhe versões que estão deacordo com a presente invenção, deve-se observar que asversões residem essencialmente em combinações de etapas demétodo e componentes do aparelho relacionado a um método eaparelho para a detecção de erros em um bloco de dados.
Assim, os componentes do aparelho e as etapas do métodoforam representados quando apropriado por símbolosconvencionais nos desenhos, mostrando apenas aquelesdetalhes específicos que são pertinentes para a compreensãodas versões da presente invenção de modo a não obscurecer arevelação com detalhes que serão prontamente aparentes paraaqueles de habilidade ordinária na tecnologia tendo obenefício da descrição aqui revelada. Assim, será apreciadoque por simplicidade e clareza de ilustração, elementoscomuns e bem compreendidos que são úteis ou necessários emuma versão comercialmente viável, como, por exemplo,Forward Error Correction (FEC) e Interleaving, poderão nãoser representadas para facilitar uma visão menos obstruídadessas várias versões.
Será apreciado que versões da invenção aqui descritaspoderão ser compreendidas de um ou mais processadoresgenéricos ou especializados (ou "dispositivos deprocessamento") como microprocessadores, processadores desinal digital, processadores personalizados e malhas deportais programáveis no campo (FPGAs) e instruções deprograma armazenadas singulares (incluindo tanto softwarecomo firmware) que controlam o um o mais processadores paraimplementar, em conjunto com certos circuitos não-processadores, algumas, a maioria, ou a totalidade dasfunções do método e aparelho para a detecção de erros em umbloco de dados aqui descritos. Os circuitos não-processadores poderão incluir, sem a eles se limitar, umreceptor de rádio, um transmissor de rádio e dispositivosde entrada do usuário. Como tal, essas funções poderão serinterpretadas como etapas de um método para efetuar adetecção de erro em um bloco de dados aqui descrito.
Alternativamente, parte ou a totalidade das funçõespoderiam ser implementadas por uma máquina de estado quenão possui instruções de programa armazenadas, ou em um oumais circuitos integrados específicos da aplicação (ASICs),em que cada função ou algumas combinações de certas dasfunções são implementadas como lógica personalizada.
Naturalmente, uma combinação das abordagens poderia serutilizada. Tanto a máquina de estado como ASIC também sãoaqui considerados como um "dispositivo de processamento"para fins da discussão anterior e linguagem dereivindicação.
Geralmente falando, de acordo com as várias versões, adetecção de erro confiável é efetuada para um campo em umbloco de dados com nenhum ou com bits de detecção de errolimitados. As versões poderão ser aplicadas a qualquerestrutura de blocos de dados incluindo a rajada DMR TDMAconforme definida no ETSI TS 102 361-1. Por exemplo, quandoda geração de uma rajada tendo (entre outros campos) umcampo Information com bits de dados e bits de detecção deerro (também referidos aqui como "paridade" de detecção deerros) e ainda tendo um campo Data Type que identifica otipo de bits de dados no campo Information, uma máscara deinjeção de erro é selecionada com base no tipo de dadoidentificado. A máscara é aplicada aos bits de dados e àparidade de detecção de erros para (normalmente) modificaros bits de dados, a paridade de detecção de erros, ou osdois. A rajada resultante é então transmitida para umdispositivo receptor. 0 dispositivo receptor recebe arajada; identifica o tipo de dado; seleciona uma máscara deinjeção de erros que corresponde ao tipo de dadoidentificado e aplica a máscara de injeção de erros aosbits de dados recebidos e à paridade de detecção de errosno campo Information. Uma vez aplicada, os bits de dadosresultantes e os bits de detecção de erro podem serutilizados para confirmar (sob certas condições) que o tipode dado foi identificado corretamente.
Isto dá a vantagem de detecção de erro confiável parao campo Data Type para proteger contra os problemasidentificados acima nas comunicações entre dispositivostransmissor e receptor. Aqueles habilitados na tecnologiaperceberão que as vantagens reconhecidas acima e outrasvantagens aqui descritas são meramente exemplares e não têmo significado de ser uma apresentação completa de todas asvantagens das várias versões da presente invenção.
Com referência agora aos desenhos, e em particular àFigura 1, é mostrado e indicado genericamente em 100 umsistema de comunicação sem fio exemplar que implementaversões de acordo com a presente invenção. No entanto,aqueles habilitados na tecnologia reconhecerão e apreciarãoque a especificidade deste exemplo ilustrativo não sãoespecificidades da própria invenção e que os ensinamentosaqui revelados são aplicáveis em uma variedade de ambientesalternativos. Por exemplo, como os ensinamentos descritosnão dependem do tipo de protocolo de interface de ar ou deesquema de acesso de canal utilizado (por exemplo, TDMA(Time Division Multiple Access) , CDMA (Code DivisionMultiple Access), FDMA (Frequency Division MultipleAccess), e assemelhados), os ensinamentos podem seraplicados a qualquer tipo de protocolo de interface de ar eesquema de acesso de canal, embora o protocolo de interfacede ar (para um Rádio Móvel Digital que utiliza um esquemade acesso de canal TDMA) conforme definido no ETSI TS 203461-1 é aqui descrito em versões. Além disso, osensinamentos aqui revelados podem ser aplicados dentro dequalquer sistema e com qualquer protocolo que utilize ummecanismo de detecção de erros para a transmissão e arecepção confiáveis de blocos de dados, incluindo sistemasque utilizam enlaces de linha de fiação. Como tal, outrasimplementações alternativas de utilizar tipos diferentes deprotocolos de linha de fiação ou sem fio e esquemas deacesso de canal são contemplados e estão dentro do escopodos vários ensinamentos descritos.
O sistema de comunicação sem fio 100 compreende umdispositivo de comunicação 102 e um dispositivo decomunicação 104 que, por exemplo, poderá ser um rádio móvelou portátil, um assistente digital pessoal, um telefonecelular, e assemelhados. Para os fins das discussõesseguintes, os dispositivos de comunicação serão referidoscomo "rádios", mas também são referidos na tecnologia comoestações móveis, equipamento móvel, aparelhos de mão, etc.Ademais, nesta versão exemplar, os rádios 102 e 104 secomunicam por uma rede de acesso de rádio. No entanto,aqueles de habilidade ordinária na tecnologia perceberãoque qualquer tipo de rede está dentro do escopo dosensinamentos aqui revelados. A rede 106 poderá compreenderinfra-estrutura como, sem a elas se limitar, estações base(BS) (com uma única BS 108 mostrada por clareza) ,controladoras de estação base (não mostrada), elementos derede (como o centro de comutação móvel, registro delocalização residencial, registro de localização devisitante, etc.), e assemelhados, para facilitar acomunicação entre rádios que tenham acesso à rede.
Por exemplo, o rádio 102 e o rádio 104 poderãocomunicar um com o outro por rádio 102 estabelecendo um enlace sem fio ou conexão de rádio 110 com a BS 108 por umcanal de freqüência de rádio (RF) disponível e o rádio 104estabelecendo um enlace sem fio 112 com a BS 108 por umcanal de freqüência de rádio (RF) disponível. Como é bemcompreendido na tecnologia, a BS 108 geralmente compreendeum dispositivo repetidor que pode receber um sinal do rádio102 pelo enlace 110 e retransmitir o sinal para o rádio 104pelo enlace 112 ou pode receber um sinal do rádio 104 peloenlace 112 e retransmitir o sinal para o rádio 102 peloenlace 110. Para facilidade de ilustração, apenas doisrádios e uma BS são mostrados. No entanto, aqueleshabilitados na tecnologia perceberão que em um sistematípico um número muito maior de rádios são suportados poruma rede de rádio, que tem muitas BSs mais do que émostrado na Figura 1. Ademais, embora nesta versão acomunicação entre os rádios 102 e 104 é ilustrada comosendo facilitada pela BS 108, os rádios 102 e 104 poderãocomunicar utilizando um modo direto de operação sem uma BS.Os ensinamentos aqui revelados são igualmente aplicáveis àoperação no modo direto entre dois rádios.
Como a rede 106 é uma rede sem fio, querendo dizer queela suporta um protocolo de interface de ar ou sem fio paraa transmissão de sinal, tanto o rádio 102 como o rádio 104compreendem dispositivos transceptores que incluem aparelhotransmissor e receptor para, respectivamente, transmitir ereceber sinais RF. Os rádios 102 e 104 e a BS 108 aindacompreendem um ou mais dos dispositivos de processamentomencionados acima (por exemplo, um DSP, ummicroprocessador, etc.) e tipicamente algum tipo deelemento de memória convencional para efetuar (entre outrafuncionalidade) o protocolo de interface de ar e o esquemade acesso de canal suportado pela rede 106.
Utilizando esses protocolos, os rádios 102 e 104 podemgerar sinais RF contendo um ou mais blocos de dados quecompreendem uma pluralidade de campos para organizar osbits contínuos de informação e/ou sinalização paratransmitir para outro rádio. Como foi mencionado acima,alguns desses campos poderão não incluir detecção de erroou poderão incluir detecção de erro limitada para verificarse os bits no campo foram recebidos e decodificadoscorretamente. De acordo com versões aqui descritas, adetecção de erro para um campo sem bits ou com bits dedetecção de erro limitados pode ser efetuada utilizando umcampo que de fato contém bits de detecção de erros.
Passando agora para a Figura 2, é mostrado aqui umbloco de dados exemplar geralmente indicado em 200, deacordo com versões. O bloco de dados 200 pode ser gerado norádio 102 ou 104 e tem uma estrutura lógica geral quecompreende o campo 1 (210) e o campo 2 (220) para organizaros bits de informação e/ou a sinalização que está sendotransmitida do rádio 102 ou 104 para outro rádio afixado àrede 106. Nas versões ilustradas por referência às Figuras3 a 8, o campo 220 não possui detecção de erro. Assim, ocampo 210 (que inclui detecção de erro) é utilizado paraefetuar a detecção de erro confiável para o campo 220 deacordo com os ensinamentos aqui revelados. Os ensinamentosaqui revelados não são limitados pela informação particulare/ou sinalização contida nos campos 210 e 220 ou aestrutura lógica particular do bloco de dados 200, desdeque pelo menos um campo contenha detecção de erro.
Ainda ilustrado na Figura 2 é uma visão expandida docampo 210 mostrando uma pluralidade de bits nele contida,que inclui os bits de dados 212 e os bits de detecção deerro 214, com os bits de detecção de erro sendo calculadoscom base nos bits de dados. Deve ser observado que as setasdos bits de dados para os bits de detecção de erro não sãoparte do campo 210 mas servem meramente para indicargraficamente que os bits de detecção de erro são calculadosa partir dos bits de dados. A detecção de erros poderá serefetuada utilizando mecanismos como, por exemplo, o CyclicRedundancy Check (CRC), Checksum, e um Simple Parity Check,para citar apenas alguns. Essas técnicas de detecção deerro são bem conhecidas na tecnologia e não serão maisexplicadas por questão de brevidade.
Apenas um número limitado de campos são mostrados porsimplicidade na ilustração das várias versões aquidescritas. No entanto, artesãos habilitados perceberão queo bloco de dados 2 00 pode compreender qualquer número decampos e qualquer estrutura desses campos conforme édeterminado pelos vários protocolos suportados pela rede eimplementados nos dispositivos de comunicação. Por exemplo,o bloco de dados 200 poderá ainda compreender um campo 3(230) adicional, mostrado em linhas serrilhadas. O campo230 também poderá não dispor de bits de detecção de erro oupoderá ter bits de detecção de erro limitados, em que omecanismo de detecção de erro no campo 210 poderá ser aindautilizado em outra versão para a detecção de erro do campo230 (e do campo 220) , como é ilustrado com referência àFigura 9. Além disso, embora não seja mostrado por questãode simplicidade, os campos 210 e 220 (e 230) também incluemtipicamente algum tipo de mecanismo de correção de erro,como, por exemplo, FEC (correção de erro à frente) . Essastécnicas de correção de erro são bem conhecidas natecnologia e não mais serão aqui descritas por questão debrevidade.
As Figuras 3 e 4 ilustram métodos para a detecção deerro em um bloco de dados de acordo com versões da presenteinvenção. A Figura 3 é um método efetuado em um dispositivode transmissão, e a Figura 4 é um método efetuado em umdispositivo de recepção. Os métodos descritos comreferência às Figuras 3 e 4 podem ser efetuados nosdispositivos de comunicação, a BS e uma controladora deestação base, por exemplo, utilizando um dispositivo deprocessamento que pode compreender um o mais dosdispositivos de processamento descritos acima como, porexemplo, um DSP.
Passando agora para a Figura 3, um método 300 efetuadoem um dispositivo de transmissão (por exemplo, o rádio 102)inclui a etapa 3 02 de gerar um bloco de dados quecompreende um primeiro campo (por exemplo, 210) tendo umaprimeira pluralidade de bits que inclui uma parte dedetecção de erro (por exemplo, 214) indicando um valor dedetecção de erro com base em outra parte (por exemplo, 212)da primeira pluralidade de bits, e o bloco de dados aindacompreende um segundo campo (por exemplo, 22 0) tendo umasegunda pluralidade de bits (não mostrados na Figura 3). 0valor de detecção de erro é identificado ou indicado pelosbits ("e") na parte de de3tecção de erro 214 do campo 210,e este valor é calculado com base no tipo de técnica dedetecção de erro utilizada no dispositivo transmissor.
Na etapa 3 04, uma máscara de injeção de erro éselecionada com base na segunda pluralidade de bits nocampo 220. A máscara de injeção de erro pode serimplementada em qualquer número de formas, mas em geralcompreende um número predeterminado de bits que representamum valor de máscara particular. 0 valor de máscara, por suavez, corresponde ao valor representado pelos bits incluídosno campo 220. Tipicamente, para um número dado, N, devalores diferentes que podem ser representados como valoresde bit no segundo campo, há pelo menos N valores de máscaradiferentes que correspondem aos valores de bit no segundocampo. Valores de máscara exemplares são fornecidos abaixopara a versão explicada por referência às Figuras 10 a 12.
Na etapa 306, a primeira pluralidade de bits é"modificada" com a máscara de injeção de erro para geraruma primeira pluralidade de bits "modificada" que éutilizada para a detecção de erros na decodificação dasegunda pluralidade de bits. A frase "modificar a primeirapluralidade de bits com uma máscara de injeção de erro" éutilizada como sinônimo da frase "aplicar uma máscara deinjeção de erro na primeira pluralidade de bits", e ambosreferem-se em geral ao processamento pelo qual pelo menosuma parte da primeira pluralidade de bits no campo 210 écombinada com uma máscara (valor) de injeção de erroutilizando algum tipo de operação aritmética. Por exemplo,em uma versão, a operação aritmética é uma soma módulo 2 debits, em que se a soma de dois bits for "2" então o valordesta soma é representado como um zero, isto é, 1 + 1 = 0. Noentanto, deve ser compreendido por aqueles de habilidadeordinária na tecnologia que outro tipo de aritméticapoderia ser utilizado como, por exemplo, a aritméticaGalois Field.
Ademais, a frase "primeira pluralidade de bitsmodificada" não significa necessariamente que um ou maisvalores de bit na primeira pluralidade de bits é modificadaapós aplicar a máscara de injeção de erro, embora isto sejanormalmente o caso. Isto é porque uma máscara de injeção deerro tendo o valor de zero poderá ser selecionada, queresultaria em nenhuma mudança na primeira pluralidade debits. Assi9m, "primeira pluralidade de bits modificada"significa que a máscara de injeçãoO de erro foi aplicada àprimeira pluralidade de bits, independentemente de se elaresultou em um valor de bit ser modificado.
Na etapa 308, o bloco de dados com a máscara deinjeção de erro aplicada na primeira pluralidade de bits nocampo 210 é transmitida para um dispositivo receptor (porexemplo, o rádio 104) que recebe o bloco de dados 200 tendoa máscara de injeção de erro aplicada à primeirapluralidade de bits incluída no campo 210, e o bloco dedados 2 00 ainda tendo o campo 22 0 com a segunda pluralidadede bits.
Daí em diante, na etapa 404, o dispositivo receptordecodifica a segunda pluralidade de bits para gerarresultados de decodificação para o campo 220. Em geral econforme foi dito acima, decodificar significa identificaros bits e, normalmente, também pelo menos inclui efetuaralgum tipo de correção de erro nos bits recebidos. Qualquertipo de processo de decodificação poderá ser utilizado emconjunto com os ensinamentos aqui revelados, incluindo, massem limitação àqueles listados acima. Na etapa 4 06, umamáscara de injeção de erro é selecionada que correspondeaos resultados de decodificação do campo 220. Na etapa 408,a primeira pluralidade de bits do campo 210 é modificadautilizando a máscara de injeção de erro selecionada paragerar a primeira pluralidade de bits modificada. Com basenessa primeira pluralidade modificada de bits, pode ser (naetapa 410) determinado (entre outras coisas) se osresultados da decodificação estão corretos utilizando, porexemplo, outras técnicas de processamento conformediscutido abaixo.
Por exemplo, em uma implementação um cálculo dedetecção de erro pode ser efetuado em apenas alguns dosbits (por exemplo, 212) na primeira pluralidade modificadade bits e o valor de detecção de erro calculado comparadoao valor de detecção de erro que estava no campo 210 dobloco de dados recebido antes do cálculo de detecção deerro. Esta implementação é ilustrada com relação à versãomostrada nas Figuras 5 a 9. Por simplicidade de ilustração,apenas o campo 210 do bloco de dados 200 é mostrado, poiseste é o campo ao qual a máscara é aplicada e sobre o qualos cálculos de detecção de erro são feitos. Em outraimplementação um cálculo de detecção de erro pode serefetuado em toda a primeira pluralidade modificada de bitsincluindo os bits de detecção de erro, e o valor dedetecção de erro calculado comparado com um valorpredeterminado (por exemplo, um valor zero).
Em todas as Figuras 5 a 9, o campo 210 do bloco dedados 2 00 está sendo processado de acordo com osensinamentos aqui revelados. No entanto, o campo 210 émostrado como tendo um número de referência diferente comoresultado da máscara de injeção de erro ser a ele aplicada.Passando agora para a Figura 5, é mostrada uma versão emque, no dispositivo transmissor, uma máscara de injeção deerro selecionada 520 (que é selecionada com base nosvalores de bit no campo 220) é combinada (utilizando a somamódulo 2 de bits) com os bits de dados 212 e os bits dedetecção de erro 214 no campo 210 para modificar apenas osbits de detecção de erro 214, resultando no campomodificado 530. 0 bloco de dados 200 incluindo o campo 530e o campo 220 é transmitido e recebido no dispositivoreceptor.No dispositivo receptor, uma máscara de injeção deerro selecionada 550 (que é selecionada com base nosvalores de bit decodificados no campo 220) é combinada(utilizando a soma módulo 2 de bits) com os bits de dados532 e os bits de detecção de erro 534 no campo 530 paramodificar apenas os bits de detecção de erro 534,resultando em um campo modificado 560. Um cálculo dedetecção de erro (neste exemplo, um cálculo de Checksum) éaplicado aos bits de dados 562 e um Checksum calculado 570é comparado aos bits de detecção de erro 564 . Se os doisvalores forem iguais, então pode ser concluído que o campo220 foi decodificado de maneira apropriada, e oprocessamento normal pode ser continuado no dispositivoreceptor, que é dependente do tipo de bloco de dadosrecebido. Se os dois valores não são iguais, então pode serconcluído que um erro ocorreu (por exemplo, nadecodificação dos bits no campo 220, na decodificação dosbits de dados 532, ou os dois) e o dispositivo receptorefetua o manuseio de erro incluindo, mas sem a ele selimitar, descartar o bloco de dados recebido e enviar umNACK (mensagem de confirmação negativa) para o dispositivotransmissor ou apenas simplesmente descartar o bloco dedados recebido. Neste exemplo, os resultados indicam que ocampo 220 foi decodificado de maneira apropriada.
Passando agora para a Figura 6, é mostrada uma versãoem que, no dispositivo transmissor, uma máscara de injeçãode erro selecionada 620 (que é selecionada com base nosvalores de bit do campo 22 0) é combinada (utilizando a somamódulo 2 de bits) com os bits de dados 212 e os bits dedetecção de erro 214 no campo 210 para modificar apenas osbits de dados 212, resultando em um campo modificado 630. 0bloco de dados 2 00 que inclui o campo 63 0 e o campo 22 0 étransmitido e recebido no dispositivo receptor.
No dispositivo receptor, uma máscara de injeção deerro selecionada 650 (que é selecionada com base nosvalores de bit decodificados no campo 220) é combinada(utilizando a soma módulo 2 de bits) com os bits de dados632 e os bits de detecção de erro 634 no campo 630 paramodificar apenas os bits de dados 632, resultando em umcampo modificado 660. Um cálculo de detecção de erro (nesteexemplo, um cálculo de Checksum) é aplicado aos bits dedados 662 e um Checksum calculado 670 é comparado com osbits de detecção de erro 664 . Se os dois valores foremiguais, então pode ser concluído que o campo 22 0 foidecodificado de maneira apropriada, e o processamentonormal pode ser continuado no dispositivo receptor, que édependente do tipo de bloco de dados recebido. Se os doisvalores não forem iguais, então pode ser concluído que umerro ocorreu (por exemplo, na decodif icação dos bits nocampo 220, na decodif icação dos bits de dados 632, ou nosdois) e o dispositivo receptor deve efetuar o manuseio deerro. Neste exemplo, os resultados indicam que o campo 22 0foi decodificado de maneira apropriada.
Passando agora para a Figura 7, é mostrada uma versãoem que, no dispositivo transmissor, uma máscara de injeçãode erro selecionado 720 (que é selecionada com base nosvalores de bit do campo 220) é combinada (utilizando a somamódulo 2 de bits) com os bits de dados 212 e os bits dedetecção de erro 214 no campo 210 para modificar tanto osbits de dados 212 como os bits de detecção de erro 214,resultando no campo modificado 730. O bloco de dados 200incluindo o campo 73 0 e o campo 22 0 é transmitido erecebido no dispositivo receptor.
No dispositivo receptor, uma máscara de injeção deerro selecionada 750 (que é selecionada com base nosvalores de bit decodificados no campo 220) é combinada(utilizando a soma módulo 2 de bits) com os bits de dados732 e os bits de detecção de erro 734 no campo 730 paramodificar tanto os bits de dados 732 como os bits dedetecção de erro 734, resultando no campo modificado 760.Um cálculo de detecção de erro (neste exemplo, um cálculoChecksum) é aplicado aos bits de dados 762 e um Checksumcalculado 770 é comparado com os bits de detecção de erro764. Se os dois valores forem iguais, então pode serconcluído que o campo 22 0 foi decodificado de maneiraapropriada, e o processamento normal pode ser continuado nodispositivo receptor, que é dependente do tipo de bloco dedados recebido. Se os dois valores não forem iguais, entãopode ser concluído que um erro ocorreu (por exemplo, nadecodificação dos bits no campo 220, na decodificação dosbits de dados 732, ou nos dois) e o dispositivo receptordeve efetuar o manuseio de erro. Neste exemplo, osresultados indicam que o campo 220 foi decodificado demaneira apropriada.
Passando agora para a Figura 8, é mostrada uma versãoem que, no dispositivo transmissor, uma máscara de injeçãode erro selecionada 820 (que é selecionada com base nosvalores de bit no campo 220) é combinada (utilizando a somamódulo 2 de bits) com os bits de dados 212 e os bits dedetecção de erro 214, resultando no campo modificado 830. Obloco de dados 200, incluindo o campo 830 e o campo 220, étransmitido e recebido no dispositivo receptor.
No dispositivo receptor, uma máscara de injeção deerro selecionada 850 (que é selecionada com base nosvalores de bit decodificados no campo 220) é combinada(utilizando a soma módulo 2 de bits) com os bits de dados832 e os bits de detecção de erro 834 no campo 830 paramodificar tanto os bits de dados 832 como os bits dedetecção de erro 834, resultando no campo modificado 860.
Um cálculo de detecção de erro (neste exemplo um cálculoChecksum) é aplicado aos bits de dados 862 e um Checksumcalculado 870 é comparado com os bits de detecção de erro864. Se os dois valores forem iguais, então pode serconcluído que o campo 220 foi decodificado de maneiraapropriada, e o processamento normal pode ser continuado nodispositivo receptor, que é dependente do tipo de bloco dedados recebido. Se os dois valores não são iguais, entãopode ser concluído que um erro ocorreu (por exemplo, nadecodificação dos bits no campo 220, na decodificação dosbits de dados 832, ou os dois) e o dispositivo receptordeve efetuar o manuseio de erro. Neste exemplo, osresultados indicam que o campo 220 não foi decodificado demaneira apropriada.
Passando agora para a Figura 9, é mostrada uma versãoem que múltiplas máscaras são aplicadas aos bits de dados212 e nos bits de detecção de erro 214 do campo 220 paradetectar erros na decodificação dos bits de múltiploscampos no bloco de dados 200, cada um dos quais não possuibits de detecção de erro ou bits de detecção de errolimitados. Na ilustração particular mostrada na Figura 2,duas máscaras são aplicadas (uma correspondente ao campo220 e a outra correspondente ao campo 230).. No entanto,qualquer número de máscaras pode ser aplicado com base nosensinamentos aqui revelados. Entretanto, deve-se tomarcuidado na seleção dos valores de máscara predeterminadosde modo que um erro em mais de um campo não cancelepotencialmente um ao outro levando a resultados nãoconfiáveis.
No dispositivo transmissor, as máscaras de injeção deerro selecionadas 920 (que são selecionadas com base nosvalores de bit no campo 220) e 925 (que é selecionada combase nos valores de bit do campo 23 0) são combinadas(utilizando a soma módulo 2 de bits) com os bits de dados212 e os bits de detecção de erro 214 no campo 210 paramodificar tanto os bits de dados 212 como os bits dedetecção de erro 214, resultando no campo modificado 93 0. 0bloco de dados 2 00 incluindo o campo 93 0 e os campos 22 0 e23 0 é transmitido e recebido no dispositivo receptor.
No dispositivo receptor, as máscaras de injeção deerro selecionadas 940 (que é selecionada com base nosvalores de bit decodificados no campo 220) e 950 (que éselecionada com base nos valores de bit decodificados nocampo 23 0) são combinadas (utilizando a soma módulo 2 debits) com os bits de dados 932 e os bits de detecção deerro 934 no campo 930 para modificar tanto os bits de dados932 como os bits de detecção de erro 934 no campo 930,resultando no campo modificado 960. Um cálculo de detecçãode erro (neste exemplo um cálculo Checksum) é aplicado aosbits de dados 962 e um Checksum calculado 970 é comparadoaos bits de detecção de erro 964. Se os dois valores foremiguais, então pode ser concluído que o campo 22 0 foidecodificado de maneira apropriada, e o processamentonormal pode ser continuado no dispositivo receptor, que édependente do tipo de bloco de dados recebido. Se os doisvalores não forem iguais, então pode ser concluído que umerro ocorreu (por exemplo, na decodif icação dos bits noscampos 220 ou 230, na decodif icação dos bits de dados 832,ou em qualquer combinação dos três) e o dispositivoreceptor deve efetuar o manuseio de erro. Neste exemplo, osresultados indicam que os campos 220 e 230 foramdecodificados de maneira apropriada.
A Figura 10 ilustra uma rajada DMR Data and Controlexemplar conforme definida no ETSI TS 102 361-1. A rajadade dados e de controle contém um campo Info 1010 contendo196 bits de informação. Neste exemplo, a informaçãoconsiste de Link Control (LC) 1016, detecção de erro (CRC)1018, e paridade FEC Block Product Turbo Code (BPTC) (nãomostrado) acrescentado pelo BPTC Encoder (196, 96) 1014. Arajada de dados e de controle também contém um campo de 2 0bits Slot Type 1020 que define o significado dos bits deinformação. 0 campo Slot Type inclui um campo Color Code(CC) 1022, um campo Data Type 1024, e FEC Parity 1026 deacordo com o ETSI TS 102 361-1. Neste exemplo, o campo DataType 1024 poderia ser fixado para Voice LC Header. 0 centroda rajada contém quer um padrão de sincronização ou campode informação de sinalização embutida 103 0 de acordo com oETSI TS 102 361-1. Também é mostrado um Interleaver 1012 deacordo com o ETSI TS 102 361-1.
Passando agora para a Figura 11, é mostrado um método1100 para a detecção de erro em ma rajada DMR TDMA, como arajada 10 00, de acordo com uma versão da presente invenção.Nesta versão, um dispositivo transmissor gera uma rajadaDMR TDMA 1000 de acordo com os ensinamentos aqui reveladosque permite a detecção de erro dos bits Data Type 1024 nocampo Slot Type 1020 utilizando o mecanismo de detecção deerro no campo Information 1010. Deve-se observar que comrelação a esta rajada exemplar 1000, apenas os dados e/ou aparidade de detecção de erro no campo Information 1010 são"modificados" de acordo com os ensinamentos aqui revelados,e a geração de bits para os campos restantes mostrados naFigura 10 são conforme revelado no ETSI TS 102 361-1, ageração dos quais não será mais descrita aqui por questãode brevidade.
Na etapa 1102 do método 1100, os bits Data Type 1024 eos bits de dados (neste caso, bits LC) 1016 são gerados eaceitos, respectivamente, dentro do campo Slot Type 1020 eo campo Information 1010 da rajada 1000. Na etapa 1104, aparidade de detecção de erro (por exemplo, CRC) 1018 écalculada para os bits de dados LC 1016 e apensada aos bitsde dados LC 1016 dentro do campo Information 1010 da rajada1000 na etapa 1106. Na etapa 1108, o dispositivotransmissor seleciona uma máscara de injeção de erro paraos bits Data Type especificados 1024 aceitos na etapa 1102.Na etapa 1110, a máscara de injeção de erro selecionada éaplicada (utilizando a soma módulo 2 de bits, por exemplo)aos bits de dados LC 1016 e ã paridade CRC 1018 para geraros bits de dados LC modificados 1016 e/ou a paridade CRC1018. Na etapa 1112, o dispositivo transmissor transmitepara um dispositivo receptor a rajada 1000 que inclui(entre outros campos com seus bits correspondentes,naturalmente) o campo Slot Type 1020 que inclui os bitsData Type 1024 e o campo Information 1010 que inclui osbits de dados LC modificados 1016 e/ou a paridade CRC 1018.
Agora voltamos momentaneamente para a etapa 1108 e1110 de selecionar e aplicar uma máscara de injeção deerro. Cada tipo de dado já designado no ETSI TS 102 361-1 édesignado uma máscara de injeção de erro predeterminada.
Máscaras de injeção de erro adicionais também poderão serpredeterminadas e reservadas para tipos de dados futuros.
As Tabelas 1 e 2 abaixo mostram máscaras de injeção de erroexemplares que poderão ser designados a tipos de dadosatuais e futuros. Estas máscaras de dados exemplares sãoselecionadas com base no tipo de dado especificado databela e aplicadas ao campo Information 1010 para modificarapenas a paridade CRC 1018. Neste caso, como o tipo de dadoé Voice LC Header, a máscara de injeção de erro 9696961βcorrespondente ao Voice LC Header é selecionada e aplicadaao campo Information 1010 para modificar a paridade CRC1018. No entanto, como foi explicado acima, em outrasversões máscaras de injeção de erro poderão serpredeterminadas que modificariam apenas os bits de dados LC1016 ou tanto os bits de dados LC 1016 e a paridade CRC 1018.
Tabela 1
<table>table see original document page 25</column></row><table><table>table see original document page 26</column></row><table>
Tabela 2
<table>table see original document page 26</column></row><table><table>table see original document page 27</column></row><table>
Em outra versão, a detecção de erro para pelo menosoutro campo na rajada pode ser feita utilizando o mecanismode detecção de erro do campo Information 1010. Por exemplo,outro campo que não tem detecção de erro e que pode ser umsegundo campo para o qual a detecção de erro pode serefetuada utilizando a detecção de erro do campo Information1010 é o campo Color Code (CC) 922. Nesta versão, umsegundo conjunto de máscaras predeterminadas, por exemplo,mostrada nas Tabelas 3 e 4 abaixo, pode ser utilizado parafacilitar a detecção de erro no campo CC de acordo com osensinamentos acima. Assim, no dispositivo transmissor ambasas máscaras seriam aplicadas para modificar a paridade CRCe duas máscaras selecionadas seriam aplicadas nodispositivo receptor para novamente modificar a paridadeCRC. A detecção de erro poderia então ser efetuada similaràquela descrita abaixo com referência à Figura 12.
Tabela 3
<table>table see original document page 27</column></row><table><table>table see original document page 28</column></row><table><table>table see original document page 29</column></row><table>Passando agora para a Figura 12, o dispositivo
receptor, na etapa 1202, recebe a rajada 1000 dodispositivo transmissor que inclui (entre outros campos comseus bits correspondentes, naturalmente) o campo Slot Type1020 que inclui os bits do tipo de dado 1024 e o campoInformation 1010 que inclui os bits de dados LC modificados1016 e/ou a paridade CRC 1018. Na etapa 1204, o dispositivoreceptor decodifica os bits do tipo de dados 1024 no campoSlot Type 1020 para identificar o tipo de dado para os bitsde dados 1016 no campo Information 1010 da rajada recebida1000. O dispositivo receptor utiliza um Decodificador BPTC(196, 96) para decodificar os bits que foram codificadospelo BTPC Encoder no dispositivo transmissor. 0 dispositivoreceptor então seleciona a máscara de injeção de errocorrespondente aos bits do tipo de dados codificado 1024.Se o receptor decodificar corretamente o tipo de dado, eleselecionará a máscara de injeção de erro correspondente aotipo de dado Voice LC Header (neste caso 969696χ6) .
O dispositivo receptor aplica a máscara de injeção deerro selecionada (utilizando a aritmética módulo 2 de bits)aos bits de dados 1016 e ã paridade CRC 1018, na etapa1208, para (neste caso) modificar a paridade CRC 1018. 0dispositivo receptor efetua um cálculo de detecção de erro,na etapa 1210 (neste caso um cálculo CRC) , no campoInformation modificado. Do cálculo CRC, na etapa 1212, odispositivo receptor determina se continua o processamentonormal na etapa 1216 quando o cálculo CRC indicar nenhumerro de decodificação na decodificação dos bits de tipo dedado 1024 e na decodificação dos bits LC 1016. Se o cálculoCRC indicar um erro de decodificação (que poderia ser quero tipo de dado ou os bits de dados), o dispositivo receptorefetua o manuseio de erro na etapa 1214, por exemplo, deuma maneira conforme foi discutido acima.
Assim, quando o dispositivo receptor decodificacorretamente o tipo de dado e os bits de dados, o CRC assimo indicará, com a indicação particular dependendo de como ocálculo CRC foi efetuado. Em uma versão, por exemplo,conforme discutido em geral acima, o cálculo CRC pode serefetuado em apenas os bits de dados LC 1016 e umacomparação feita entre o CRC calculado e os bits CRC 1018antes do campo Information ser modificado utilizando amascara de injeção de erro. Quando os dois valores foremiguais, isto indica que o dispositivo receptor decodificoucorretamente os bits de tipo de dados 1024 e decodificoucorretamente os bits LC 1016. Uma diferença nos valoresindica de modo similar que os bits CRC 1018 e os bits LC1018 foram incorretamente decodificados. Em outra versão,também conforme discutido acima, o cálculo CRC pode serefetuado tanto nos bits de dados LC 1016 como os bits CRCatuais 1018 e uma comparação feita entre o CRC calculado eum valor de bit predeterminado como zero. Quando o CRCcalculado for zero, isto indica que o dispositivo receptordecodificou corretamente os bits de tipo de dado 1024 edecodificou corretamente os bits LC 1016. Um CRC outro quenão zero indica que os bits CRC 1018 e/ou os bits LC 1018foram decodificados incorretamente.
Na especificação anterior, versões especificas dapresente invenção foram descritas. Entretanto, alguém dehabilidade ordinária na tecnologia aprecia que váriasmodificações e mudanças podem ser feitas sem desviar doescopo da presente invenção conforme explicitado nasreivindicações abaixo. Assim, a especificação e as Figurassão para serem consideradas em seu sentido ilustrativo enão no sentido restritivo, e todas essas modificaçõespretendem ser incluídas dentro do escopo da presenteinvenção. Os benefícios, vantagens, soluções dos problemase qualquer elemento que possa causar qualquer benefício,vantagem, ou que soluções ocorram ou tornem-se maispronunciadas não devem ser interpretadas como recursos ouelementos críticos, necessários ou essenciais de qualqueruma ou da totalidade das reivindicações. A invenção édefinida unicamente pelas reivindicações apensas, incluindoquaisquer emendas feitas durante a pendência destaaplicação e todos os equivalentes dessas reivindicaçõesconforme emitidas.
Ademais neste documento, termos relacionais comoprimeiro e segundo, superior e inferior, e assemelhadospoderão ser utilizados unicamente para distinguir umaentidade ou ação de outra entidade ou ação semnecessariamente exigir ou implicar qualquer relação ouordem efetiva dessas entre essas entidades ou ações. Ostermos "compreende", "compreender", "tem", "ter", "inclui","incluir", "contém", "conter" ou qualquer outra variaçãodeles, pretendem cobrir uma inclusão não-exclusiva, tal queo processo, método, artigo, ou aparelho que compreende,tem, inclui, contém uma lista de elementos não incluiapenas aqueles elementos, mas poderá incluir outroselementos não expressamente relacionados a tal processo,método, artigo, ou aparelho. Um elemento precedido de"compreende . . . um" , "tem . . . um", "inclui . . . um", "contem. . . um" não preclui, sem mais restrições, a existência deelementos idênticos adicionais no processo, método, artigo,ou aparelho que compreende, tem, inclui, contém o elemento.
Os termos "o" e "a" são definidos como um ou mais a menosque aqui explicitamente declarado de outra forma. Os termos"substancialmente", "essencialmente" , "aproximadamente" ,"mais ou menos" ou qualquer outra versão deles, sãodefinidos como estando próximos conforme compreendido poralguém de habilidade ordinária na tecnologia, e em umaversão não-limitativa o termo é definido como estandodentro de 10%, em outra versão dentro de 5%, em outraversão dentro de 1% e em outra versão dentro de 0,5%. 0termo "acoplado" conforme aqui utilizado é definido comoconectado, embora não necessariamente de modo direto e nãonecessariamente de modo mecânico. Um dispositivo ouestrutura que é "configurado" de certa forma é configuradoem pelo menos aquela forma, mas também poderá serconfigurado de formas que não estão listadas.
Claims (10)
1. Método para a detecção de erro em um bloco dedados, caracterizado por compreender as etapas de:gerar um bloco de dados que compreende um primeirocampo tendo uma primeira pluralidade de bits que inclui umaparte de detecção de erro que indica um valor de detecçãode erro com base em uma primeira parte da primeirapluralidade de bits e utilizado para a detecção de erros nadecodificação da primeira parte da primeira pluralidade debits, e o bloco de dados ainda compreender pelo menos umsegundo campo tendo uma segunda pluralidade de bits;selecionar uma máscara de injeção de erro com base nasegunda pluralidade de bits;modificar a primeira pluralidade de bits com a máscarade injeção de erro para gerar uma primeira pluralidade debits modificada que é utilizada para a detecção de erro nadecodificação da segunda pluralidade de bits; etransmitir o bloco de dados com a primeira pluralidadede bits modificada.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato do bloco de dados compreender umarajada Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA - TimeDivision Multiple Access) de rádio móvel digital conformedefinido na Especificação Técnica (TS - TechnicalSpecification) 102 361-1 do Instituto de Padrões deTelecomunicações Europeu (ETSI - EuropeanTelecommunications Standards Institute).
3. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que:o primeiro campo compreende informação e a primeirapluralidade de bits compreende bits de detecção de erro ebits de dados de um primeiro tipo de dado ί-ο segundo campo compreende um campo de tipo de dados ea segunda pluralidade de bits indica o primeiro tipo dedado ;a máscara de injeção de erro corresponde ao primeirotipo de dado.
4. Método, de acordo com a reivindicação 3,caracterizado pelo fato de que a modificação da primeirapluralidade de bits compreende pelo menos um de:modificar os bits de detecção de erro; emodificar os bits de dados.
5. Método para a detecção de erros em um bloco dedados, caracterizado por compreender as etapas de:receber um bloco de dados compreendendo um primeirocampo tendo uma primeira pluralidade de bits que inclui umaparte de detecção de erro que indica um valor de detecçãode erro, o bloco de dados ainda compreendendo pelo menos umsegundo campo tendo uma segunda pluralidade de bits;decodificar a segunda pluralidade de bits para gerarresultados da decodificação;selecionar uma máscara de injeção de erro com base nosresultados da decodificação;modificar a primeira pluralidade de bits utilizando amáscara de injeção de erro para gerar uma primeirapluralidade de bits modificada que inclui um valor dedetecção de erro resultante; edetectar se os resultados da decodificação para osegundo campo estão corretos com base no valor de detecçãode erro resultante indicado no primeiro campo.
6. Método, de acordo com a reivindicação 5,caracterizado pelo fato do bloco de dados compreender umarajada de Acesso Múltiplo de Divisão de Tempo (TDMA - TimeDivision Multiple Access) de rádio móvel digital (DMR)conforme definido na Especificação Técnica (TS - TechnicalSpecification) 102 361-1 do Instituto de Padrões deTelecomunicações Europeu (ETSI - EuropeanTelecommunications Standards Institute).
7. Método, de acordo com a reivindicação 5,caracterizado pelo fato de que:o primeiro campo compreende informação e a primeirapluralidade de bits compreende bits de detecção de erro ebits de dados de um primeiro tipo de dado;o segundo campo compreende um campo de tipo de dado, ea segunda pluralidade de bits indica o primeiro tipo dedado ;a máscara de injeção de erro corresponde ao primeirotipo de dado; ea modificação da primeira pluralidade de bitscompreende pelo menos uma dentre a modificação dos bits dedetecção de erro ou a modificação dos bits de dados.
8. Método, de acordo com a reivindicação 5,caracterizado pelo fato do bloco de dados compreender aindapelo menos um terceiro campo tendo uma terceira pluralidadede bits, e do método compreender ainda as etapas de:decodificar a terceira pluralidade de bits para gerarsegundos resultados da decodificação;selecionar uma segunda máscara de injeção de erro combase no segundo resultado de decodificação;modificar ainda a primeira pluralidade de bits com asegunda máscara de injeção de erro para gerar a primeirapluralidade de bits modificada que inclui o valor dedetecção de erro resultante; edetectar ainda se os segundos resultados dadecodificação para o terceiro campo estão corretos com baseno valor de detecção de erro resultante indicado noprimeiro campo.
9. Dispositivo para a detecção de erro em um bloco dedados, caracterizado por compreender:um dispositivo de processamento;para gerar um bloco de dados que compreende umprimeiro campo tendo uma primeira pluralidade de bits queinclui uma parte de detecção de erro que indica um valor dedetecção de erro com base em uma primeira parte da primeirapluralidade de bits e utilizado para detecção de erros nadecodificação da primeira parte da primeira pluralidade debits, e o bloco de dados ainda compreendendo pelo menos umsegundo campo tendo uma segunda pluralidade de bits;para selecionar uma máscara de injeção de errocom base na segunda pluralidade de bits; epara modificar a primeira pluralidade de bits coma máscara de injeção de erro para gerar uma primeirapluralidade de bits modificados que é utilizada paradetecção de erros na decodificação da segunda pluralidadede bits; eum transmissor que transmite o bloco de dados com aprimeira pluralidade de bits modificada.
10. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato do dispositivo operar de acordo coma Especificação Técnica (TS - Technical Specification) 102-361-1 do Instituto de Padrões de Telecomunicações Europeu(ETSI - European Telecommunications Standards Institute).
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