BRPI0708537A2 - aparelho e métodos de moldagem e fundição sob pressão - Google Patents

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BRPI0708537A2
BRPI0708537A2 BRPI0708537-0A BRPI0708537A BRPI0708537A2 BR PI0708537 A2 BRPI0708537 A2 BR PI0708537A2 BR PI0708537 A BRPI0708537 A BR PI0708537A BR PI0708537 A2 BRPI0708537 A2 BR PI0708537A2
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forming die
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cylinder forming
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Gregg Edward Whealy
Ryan A Haas
William R Garrett
Brian L Backus
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Delaware Machinery And Tool Company Inc
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Abstract

APARELHO E MéTODOS DE MOLDAGEM E FUNDIçãO SOB PRESSãO. A presente invenção refere-se a um molde ou matriz que tem uma manutenção fácil e conveniente, e inclui partes retidas de maneira liberável e permite acesso e remoção das partes ou elementos de molde que podem necessitar de manutenção, reparo ou substituição sem que ocorra a remoção do molde ou da matriz de uma máquina de fundição sob pressão.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "APARELHOE MÉTODOS DE MOLDAGEM E FUNDIÇÃO SOB PRESSÃO".
O presente pedido de patente reivindica o benefício do Pedidode Patente Provisório N°. 60/779.249, depositado em 3 de março de 2006.
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se, em geral, a um aparelho e méto-dos de moldagem e fundição sob pressão. Particularmente, a presente in-venção refere-se a tal aparelho que compreende porções que podem preci-sar de freqüente manutenção, reparo ou substituição, incluindo, por exem-pio, elementos de molde destinados a definir cavidades, canais e aberturasdentro de um artigo fundido ou moldado.
Mais particularmente, a presente invenção refere-se a um apare-lho de fundição sob pressão, matrizes e partes de matriz para fundir motoresde combustão interna com bloco em V, e métodos e aparelho para sua ma-nutenção, reparo e substituição. Os termos "molde", "matriz", "moldagem" e"fundição sob pressão" são usados de forma intercambiável neste pedido depatente no que diz respeito ao aparelho e aos métodos em que se formamos artigos de fabricação em cavidades a partir de um sólido liqüefeito.
Antecedentes da Invenção
Muitos moldes ou matrizes incluem partes de matriz móveis a-daptadas para definir canais, orifícios ou outras aberturas dentro dos artigosmoldados no molde. O molde ou partes de matriz se reciprocar ou, de outraforma, se mover entre cada ciclo de moldagem ou fundição sob pressão demodo a permitir a liberação do artigo moldado. Em certas ocasiões, um ele-mento do molde ou parte de matriz falha ou se desgasta de tal modo que oartigo moldado ou fundido não se conforme em seu formato desejado, dessaforma, tendo a necessidade de reparo ou substituição do molde ou parte dematriz, ou de um ou mais elementos que formam o molde ou parte de matriz.Essa falha ou desgaste pode exigir que todo o molde ou parte de matriz sejaremovido da máquina de moldagem ou fundição sob pressão para desmon-tagem e reparo.
As matrizes e métodos para fundir sob pressão motores combloco em V são bem-conhecidos, e foram assunto de uma série de patentesconforme mostrado pelas Patentes U.S. Nos. 3.165.796; 3.433.292;3.596.708; 4.206.799; 4.981.168; 5.204.127; 5.338.171; 5.429.175;5.551.864; 5.865.241 e 6.761.208.
Por exemplo, a Patente U.S. N°. 5.865.241 (a Patente '241) des-creve uma matriz para fundir um bloco em V de um motor de combustão in-terna em uma máquina de fundição dotada de uma prensa estacionária e deuma prensa móvel. A matriz descrita pela patente '241 inclui, além de umaparte de matriz sobre a prensa estacionária, duas partes de matriz adicio-nais, uma parte de matriz central móvel, sendo que a parte de matriz móvelé montada sobre a prensa móvel da máquina de fundição sob pressão. Amatriz central móvel é montada sobre a prensa móvel da máquina de fundi-ção sob pressão. A parte de matriz central móvel mantém um par de partesde matriz (freqüentemente denominada como "corrediças") que são móveisao longo os eixos geométricos geralmente perpendiculares à direção de mo-vimento da prensa móvel, e um par de partes de matriz formadoras de cilin-dros que são móveis em ângulos agudos em relação à direção de movimen-to da prensa móvel, ao longo de eixos geométricos de interseção, de tal mo-do que as partes de matriz formadoras de cilindros possam ser movimentasa partir de posições retraídas no interior da parte de matriz central móvel quese estende dentro da cavidade formada pela matriz onde elas podem serequipadas com luvas para formar os cilindros de um bloco em V de motoresde combustão interna quando a cavidade estiver preenchida com metal fun-dido. Depois que as partes de matriz formadoras de cilindros forem movi-mentadas em suas posições estendidas, um par de cilindros hidráulicos deação dupla, conectados entre a parte de matriz central móvel e a parte dematriz móvel montada sobre a prensa móvel, colocam a parte de matriz cen-tral móvel em engate com a parte de matriz móvel sobre a prensa móvel e,desse modo, movimentam uma superfície dianteira da parte de matriz móvelmontada sobre a prensa que se encontra engatada às superfícies traseirasdas partes estendidas de matriz formadoras de cilindros de modo a conterseu movimento para trás durante a fundição. Então, a prensa móvel mantémas partes de matriz móveis da matriz no interior de um engate formador decavidades com a parte de matriz estacionária, e as partes formadoras decilindros são mantidas em suas posições estendidas, apesar disso, as forçasimpostas sobre as partes de matriz formadoras de cilindros à medida que acavidade é preenchida com metal fundido sob pressões extremamente altas.
Outro exemplo de matriz é descrito na Patente U.S. N°.6.761.208 (a patente '208). A matriz de fundição do bloco em V descrita pelapatente '208 inclui uma parte de matriz estacionária montada sobre umaprensa estacionária de uma máquina de fundição sob pressão, e apenasuma parte de matriz móvel montada sobre a prensa móvel da máquina defundição sob pressão. A parte de matriz móvel mantém um par de corrediçasmovimentando-se transversalmente que são móveis ao longo os eixos quesão geralmente perpendiculares à direção de movimento da prensa móvel, eum par de partes de matriz formadoras de cilindros que são móveis em ân-gulos agudos ao longo dos eixos geométricos de interseção, de tal modoque as partes de matriz formadoras de cilindros possam ser estendidas apartir de posições retraídas no interior da parte de matriz móvel para posi-ções que se estendem no interior da cavidade formadora do bloco em V on-de elas podem ser equipadas com luvas para formar os cilindros do blocoem V durante a fundição. Na matriz descrita na patente '208, as partes dematriz formadoras de cilindros são travadas em suas posições estendidaspor meio de meios de travamento mantidos dentro da parte de matriz móvel,e móveis em engate com as superfícies traseiras das partes estendidas dematriz formadoras de cilindros de modo a travar as partes de matriz forma-doras de cilindros em suas posições estendidas, apesar disso, as forças im-postas sobre as partes de matriz formadoras de cilindros à medida que acavidade é preenchida com metal fundido sob pressões extremamente altas.
Sempre que esta descrição referir-se a matriz formadora de ci-lindros, ou molde, partes, as referências refere-sem a essa matriz, molde,elementos que se movem em um ângulo agudo em relação à direção demovimento da máquina de fundição sob pressão e podem manter e posicio-nar a matriz formadora de cilindros, ou molde, elementos em uma cavidadede fundição de blocos em V e/ou podem manter e posicionar elementos for-madores de cilindros e camisas de água em uma cavidade de fundição deblocos em V e podem, de outro modo, formar os cilindros de uma fundiçãode blocos em V.
As patentes '241 e '208 descrevem duas abordagens de matrizem uso para blocos em V de motores de combustão interna. Em ambas asabordagens, as partes móveis de matriz formadoras de cilindros das matri-zes podem incluir duas porções. As peças cilíndricas de matriz formadorasde cilindros, às vezes referidas como mandris, sobre as quais as luvas queformam as superfícies internas dos cilindros do motor de combustão internasão colocadas antes da fundição, e as peças de matriz formadoras de cami-sas de água com porções que se estendem adjacentes, porém espaçadas, emuitas vezes circundando ao menos parcialmente, as peças de matriz for-madoras de cilindros, com a finalidade de proporcionar as paredes do blocodo motor de combustão interna que circundam seus cilindros com passa-gens de refrigerantes.
Em produção, as matrizes que servem para formar os motores decombustão interna com bloco em V podem produzir de 20 a 40 blocos por ho-ra, freqüentemente durante 24 horas por dia, substancialmente todos os diasdo ano. Devido a seu alto uso e altas forças, temperaturas e pressões àsquais as matrizes são expostas, não é raro que elas necessitem de freqüentemanutenção, reparo e substituição das partes de matriz, particularmente aspeças de matriz formadoras de cilindros e camisas de água. As porções dian-teiras das peças de matriz formadoras de camisas de água podem compreen-der, por exemplo, cilindros com paredes delgadas projetadas que são subme-tidos à alta temperatura e alta pressão do metal fundido e altas tensões queeles criam dentro das porções de cilindro com parede delgada que se estendepara frente, e as peças de matriz formadoras de camisas de água requeremfreqüentemente de reparo ou substituição se uma montagem de matriz preci-sar continuar a formar blocos de motores de combustão interna aceitáveis, esuas falhas podem causar um encerramento na operação de uma matriz debloco em V e na fabricação de moldes de bloco em V.A remoção de uma montagem de matriz móvel sólida da máqui-na de fundição sob pressão requer o uso de uma ponte rolante de alta capa-cidade. Muitas usinas de motores possuem apenas uma ponte rolante comcapacidade suficiente para erguer e mover a parte de matriz móvel sólida,que pode pesar até 90 toneladas, e a demanda pelo uso da ponte rolante dealta capacidade pode resultar em longos períodos ociosos para conserto ousubstituição de partes de matriz. Portanto, o reparo e substituição de partese elementos de matriz formadores de cilindros podem causar prolongadasinterrupções na fundição e fabricação dos blocos em V de motores de com-bustão interna.
Breve Sumário da Invenção
A invenção pode proporcionar um molde, ou matriz que pode serfácil e convenientemente passível de manutenção e permitir acesso e remo-ção de partes ou elementos de molde que possam precisar de manutenção,reparo ou substituição sem que se remova o molde ou matriz de uma má-quina de fundição sob pressão.
Um molde ou matriz podem incluir, por exemplo, um elementode molde retido, de forma passível de remoção, dentro de uma parte domolde. Esse elemento de molde retido de forma passível de remoção podeincluir uma porção distai adaptadas para formar uma característica em pro-dutos moldados formados no molde, como um cilindro de motor de combus-tão interna, e uma porção proximal ampliada dotada de uma primeira super-fície voltada para a porção distai. A parte de molde pode incluir uma primeiraabertura para receber o elemento de molde retido de forma passível de re-moção e uma segunda abertura disposta, em geral, transversal à primeiraabertura com a finalidade de receber um elemento de travamento. O ele-mento de travamento é engatável coma primeira superfície do elemento demolde retido de forma passível de remoção e pode ser móvel no interior dasegunda abertura entre uma posição retraída, que permite a liberação doelemento de molde da parte de molde, e uma posição de travamento adap-tada para engatar a primeira superfície da porção proximal do elemento demolde de modo a reter o elemento de molde no interior da parte de molde.Pode-se proporcionar um meio adequado de movimento que serve para mo-vimentar o elemento de travamento no interior da segunda abertura entre aposição retraída e a posição de travamento de modo a permitir a remoção doelemento de molde enquanto o molde é retido em uma máquina de molda-gem. Esse elemento de travamento pode compreender uma forquilha adap-tada para cobrir uma porção do elemento de molde retido de forma passívelde remoção entre as porções distais e proximais. A forquilha pode ser man-tida móvel entre suas posições de travamento e retraída no interior da partede molde, que pode consistir, por exemplo, em um meio de deslizamentoque serve para estender o elemento de molde no interior da cavidade demolde, e o elemento de molde da parte de molde pode ser retido de formaremovível em posição pela forquilha na parte de molde enquanto a parte demolde ainda fica retida no molde sobre a máquina de moldagem. Um movi-mento da forquilha entre suas posições de travamento e retraída pode serrealizado por uma ou mais hastes rosqueadas acessíveis a partir da parteexterna da parte de molde. Mediante a retirada do elemento de travamentode uma posição de travamento para uma posição de liberação, o elementode molde da parte de molde que necessita de reparo ou substituição podeser retirado da parte de molde enquanto o molde ainda permanece retido namáquina de moldagem. O elemento de molde pode, então, ser reparado, ousubstituído; o elemento de molde reparado ou substituído pode ser inseridona parte de molde; e o elemento de travamento movido para a posição detravamento onde ele mantém o elemento de molde no interior da parte demolde. No entanto, o elemento de travamento para um elemento de molderetido de forma passível de remoção pode compreender qualquer elementomóvel ou removível, que possa engatar e interconectar o elemento de molderetido de forma passível de remoção e uma parte de molde.
Outro molde ou matriz pode compreender uma matriz para fundirum bloco em V de motores de combustão interna em uma máquina de fundi-ção sob pressão dotada de uma prensa estacionária e de uma prensa mó-vel, incluindo uma parte de matriz estacionária que serve para montar sobrea prensa estacionária da máquina de fundição sob pressão, e uma parte dematriz móvel que serve para montar sobre a prensa móvel da máquina defundição sob pressão, sendo que a parte de matriz móvel mantém ao menorum par de partes de matriz formadoras de cilindros retidas de maneira pas-sível de remoção que são mantidas de maneira móvel no interior das primei-ras aberturas da parte de matriz móvel para reciprocidade em um ânguloagudo em relação à direção de movimento da prensa móvel entre uma pri-meira posição estendendo-se no interior da cavidade de matriz e uma se-gunda posição retraída no interior da parte de matriz móvel. As partes dematriz formadoras de cilindros retidas de maneira passível de remoção po-dem compreender, por exemplo, peças de matriz formadoras de cilindrosinterconectadas e peças de matriz formadoras de camisas de água removí-veis como unidades e retidas na parte de matriz móvel por pinos móveis ouremovíveis. As partes de matriz formadoras de cilindros e camisas de águapodem, por exemplo, ser interconectadas por superfícies engatadas voltadaspara frente e para trás ou por outros meios de interconexão. Além disso, aspeças de matriz formadoras de cilindros e as peças de matriz formadoras decamisas de água podem incluir meios de resfriamento para reduzir as tem-peraturas das partes.
Outras características e vantagens da invenção serão aparentesao versados na técnica a partir dos desenhos e da descrição mais detalhadaa seguir.
Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 é uma vista em perspectiva de uma parte de um mol-de incluindo a invenção para moldar um bloco de motor com seis cilindros.
A figura 2 é uma vista em perspectiva parcial de uma porção daparte de molde ilustrada na figura 1 com a estrutura da parte deslizante debarreira móvel circundando a parte de matriz formadora de cilindros desco-nectada e mostrada em contorno clareado apenas para exibir a parte de ma-triz formadora de cilindros em impressão escurecida.
As figuras 3 e 4 são vistas em perspectiva da parte de matrizformadora de cilindros e dos meios para retê-la de maneira removível naparte de molde da figura 1; a figura 3 ilustra uma porção traseira da parte dematriz formadora de cilindros e dos meios para reter, de maneira removível,a parte de matriz formadora de cilindros na parte deslizante de barreira mó-vel, sendo que as porções circundantes da parte deslizando de barreira mó-vel são omitidas; a figura 4 ilustra uma porção traseira da parte de matrizformadora de cilindros e dos meios para reter, de maneira removível, o ele-mento de molde formador de cilindros no molde, sendo que as porções adja-centes da parte deslizante de barreira móvel são mostradas em contornoclareado.
A figura 5 corresponde à figura 3 sem mostrar a placa de reves-timento retentora de parafusos com a finalidade de mostrar várias hastesdos meios que servem para reter, de maneira removível, a parte de matrizformadora de cilindros na parte deslizante de barreira móvel do molde.
A figura 6 é uma ilustração superior de uma seção transversal deuma matriz, incluindo a invenção montada sobre as prensas estacionárias emóveis de uma máquina de fundição sob pressão na posição aberta de ma-triz, sendo que suas partes de matriz formadoras de cilindros se encontramnas posições estendidas de formação de cilindros.
A figura 7 é uma ilustração ampliada em seção transversal daporção da matriz da figura 6 no interior da caixa de linha pontilhada com afinalidade de melhor mostrar a parte de matriz formadora de cilindros e osmeios para sua retenção passível de remoção na matriz, e a figura 7A é umailustração ampliada em seção transversal da figura 7 dentro do círculo.
As figuras 8 a 10 são três vistas ortogonais da ferramenta pararemoção de partes de matriz formadoras de cilindros a partir de um molde,sendo que a figura 8 é uma vista superior da ferramenta, a figura 9 é umavista lateral da ferramenta e a figura 10 é uma vista de extremidade da fer-ramenta.
Descrição Detalhada da Invenção
Os desenhos e as figuras 1 a 7 ilustram diversas modalidadesda invenção deste pedido de patente, que oferecem facilidade de execuçãona manutenção e reparo de moldes e matrizes na substituição de partes demolde e matrizes quebradas e desgastas.As figuras 1 a 5 mostram uma modalidade da invenção em umasérie de desenhos em perspectiva e divididos. Por exemplo, a figura 1 mos-tra uma vista em perspectiva de uma parte 20 de um molde para fundir sobpressão um bloco em V de um motor de combustão interna. A parte de mol-de 20 ilustrada na figura 1 é freqüentemente referida, na técnica de fundição,como um "suporte de ejeção" e, é geralmente montada à matriz móvel, queé mantida pela prensa móvel da máquina de fundição sob pressão. Confor-me ilustrado na figura 1, a parte de molde 20 mantém os elementos de mol-de 21, que são suas partes de matriz formadoras de cilindros, e extremida-des 21a que são mostradas na posição na qual elas se estenderiam na cavi-dade formada pelo molde quando sua parte de molde estacionaria e corredi-ças (não mostradas) e a parte de molde móvel 20 estiverem fechadas.
As porções de extremidade 21a do elemento de molde 21 man-têm as luvas dos cilindros na cavidade do molde e formam os cilindros deum bloco em V de motores de combustão interna. As parte de moldes for-madoras de cilindros 21 são mantidas pela parte de molde 20 para reciproci-dade em ângulos agudos (mostrados pelas setas 21 e na figura 1) em rela-ção à direção de movimento da parte de molde 20 (mostrada pela seta 20ana figura 1) quando montadas sobre a matriz móvel. Pelo fato de os elemen-tos de molde formadores de cilindros 21 estarem expostos às condições se-veras de fundição sob pressão, inclusive à alta temperatura de metais fundi-dos, por exemplo, maior que 593,33QC (1100SF) para alumínio, às altas for-ças que resultam das altas pressões de injeção do metal fundido, por exem-plo, 68,94 MPa a 137,89 MPa (10000 a 20000 psi), e às altas forças impos-tas sobre as partes em operação do molde, os elementos de molde formado-res de cilindros 21 freqüentemente precisam de manutenção, reparo e subs-tituição. Conforme apresentado mais completamente abaixo, os elementosde molde 21 são retidos, de maneira removível, na parte de molde 20 demodo a permitir sua fácil remoção da parte de molde 20 sem sua remoçãoda matriz móvel.
As figuras 2 a 5 ilustram as partes de matriz formadoras de cilin-dros 21 da parte de molde 20 da figura 1 e seus meios para reter, de maneiramóvel, as partes de matriz formadoras de cilindros 21 na parte de molde 20.
As partes de matriz formadoras de cilindros 21 e os meios parasua retenção removível no molde 20 são mantidos no interior das partesdeslizantes de barreira 22, que movem as partes de matriz formadoras decilindros 21 entre sua posição retraída e sua posição estendida, que é mos-trada na figura 1. As porções de extremidade da parte de matriz formadorade cilindros 21a se estendem no interior da cavidade da matriz, conformemostrado na figura 1, com a finalidade de formar os cilindros do bloco em Vque está sendo fundido e são retraídos no interior da parte de molde 20 demodo a permitir a liberação de um bloco em V fundido da matriz. As porçõesde extremidade 21a, que são adaptadas de modo a formar os cilindros dobloco em V de motores de combustão interna que estão sendo fundidos como uso da parte de molde 20, não são mostradas nas figuras 2 a 5; no entan-to, as figuras 2 a 5 mostram as porções proximais traseiras 21b das partesde matriz formadoras de cilindros 21. Conforme ilustrado nas figuras 2 a 5,as porções proximais 21b das partes de molde 21 são ampliadas quandocomparadas às suas porções centrais 21c e têm as primeiras superfícies 21d (mostradas na figura 2) voltadas para as porções distais formadoras decilindros 21a da parte de matriz 21. Conforme mostrado nas figuras 3 a 5,uma peça de matriz formadora de camisa de água 23 fica conectada às par-tes de matriz formadoras de cilindros 21 da parte de molde 20 por meios nãomostrados. As partes de matriz formadoras de cilindros 21 se movem, nasaberturas 22b (indicadas pelas linhas pontilhadas nas figuras 2 e 4) na partedeslizante de barreira móvel 22 entre suas posições estendidas e retraídas.
Conforme mostrado nas figuras 2 e 4, a parte deslizante de barreira móvel22 inclui uma série de segundas aberturas 24, que se situam ao longo deeixos geométricos transversais, e, de preferência, perpendiculares, aos eixosgeométricos das primeiras aberturas 22b.
Conforme mostrada na figura 4, cada uma das segundas abertu-ras 24 mantém, de maneira deslizável, um elemento de travamento 25 que éengatável à primeira superfície 21 d na traseira de uma das partes de matrizformadoras de cilindros 21. Os elementos de travamentos 25 são móveis nointerior das segundas aberturas 24 entre as posições retraídas que não sãomostradas na figura 4, mas que seriam um resultado do movimento do ele-mentos de travamento 25 nas segundas aberturas 24 a partir da posição detravamento mostrada nas figuras 3 a 5, nas quais os elementos de trava-mento 25 se engatam às primeiras superfícies voltadas para frente 21 d dasporções ampliadas 21b na traseira das partes de matriz formadoras de cilin-dros 21, para cima na direção superior das figuras 2 a 5 a uma distância su-ficiente em que os meios de travamento 25 não impeçam o movimento dasporções traseiras ampliadas 21b das partes de molde formadoras de cilin-dros 21 para fora a partir da posição indicada na figura 1, permitindo, assim,a liberação das partes de matriz formadoras de cilindros 21 da parte de mol-de 20. Conforme ilustrado por esta modalidade, os elementos de travamento25 podem compreender forquilhas adaptadas para cobrir as porções centrais21c dos elementos de molde 21 entre suas extremidades distais formadorasde cilindros 21a e suas posições traseiras ampliadas 21b. Conforme mostra-do nas figuras 3 a 5, as faces traseiras 25a dos elementos de travamento 25podem ser afuniladas para seu engate com as primeiras superfícies 21 d naparte traseira dos elementos de molde 21. O engate dos meios de travamen-to 25 e das superfícies das aberturas tipo canais 24, mostradas na figura 4,mantém o elemento de travamento 25 em uma posição especifica em rela-ção à parte deslizante de barreira 22 e garante que a porção de extremidadede matriz formadora de cilindros 21a seja retida em sua posição desejada àmedida que a parte deslizante de barreira 22 move a parte de matriz forma-dora de cilindros 21 durante a operação.
Conforme indicado na figura 4, cada forquilha 25 pode incluir umorifício rosqueado central 25b e dois orifícios não-rosqueados 25c em cadalado dos orifícios rosqueados 25b. Os orifícios rosqueados 25b situados naparte central nos elementos de travamento 25 passam através dos membrosde travamento 25 e são rosqueados em todo seu comprimento através doselementos de travamento 25, porém, os orifícios não-rosqueados 25c de ca-da membro de travamento 25 terminam no interior dos elementos de trava-mento 25 antes de passarem através dos elementos de travamentos 25.Conforme mostrado nas figuras 3 a 5, os parafusos de tração rosqueada 26são engatados aos orifícios rosqueados centrais 25b dos elementos de tra-vamento 25, e duas hastes de apoio 27 são recebidas em cada um dos orifí-cios não-rosqueados 25c dos elementos de travamento 25. Conforme ilus-trado nas figuras 3 e 4, uma placa de revestimento retentora de parafusosplaca de revestimento retentora de parafusos 28 é fixada à parte deslizantede barreira móvel 22 por doze parafusos da placa de revestimento 30, cujasposições são indicadas na figura 5, embora a figura 5 não mostre a placa derevestimento retentora de parafusos 28 nem a parte deslizante de barreiramóvel 22 que os parafusos da placa de revestimento 30 se engatam. A placaretentora de parafusos 28 permanece rigidamente fixada à parte deslizantede barreira móvel 22 à medida que os membros de travamento 25 são movi-dos de seu engate com as porções traseiras ampliadas 21b das partes demolde formadoras de cilindros 21 na direção da placa de revestimento reten-tora de parafusos 28. Conforme mostrado nas figuras 4 e 5, os parafusos detração rosqueada 26 possuem ressaltos 26a próximos as suas partes supe-riores que são fixados sobre as superfícies correspondentes (não mostra-das) formadas ao redor das aberturas não-rosqueadas 28a em uma placa derevestimento retentora de parafusos 28 através da qual os parafusos de tra-ção rosqueada 26 passam. No entanto, as hastes de apoio 27 são rosquea-das adjacentes às suas extremidades superiores se engatam, de maneirarosqueada, aos orifícios 28b na placa de revestimento 28 através da qualeles se estendem.
Na remoção de uma parte de matriz formadora de cilindros 21da parte deslizante de barreira móvel 22, as hastes de apoio 27 são desen-roscadas dos orifícios rosqueados 28b na placa retentora de parafusos 28,liberando o elemento de travamento 25 para que a parte de matriz formadorade cilindros 21 se mova para cima à medida que os parafusos de tração ros-queada 26 são girados na placa retentora de parafusos 28. Devido ao enga-te do ressalto 26a do parafuso de tração associada 26 com a placa retentorade parafusos 28 e a rotação do parafuso de tração rosqueada 26 no interiorda placa retentora de parafusos 28 e a interação resultante entre as roscasdo parafuso de tração rosqueada 26 e as roscas no interior do orifício ros-queado 25b do elemento de travamento 25, o elemento de travamento 25 épuxado para cima e fora do engate com a extremidade ampliada 21b e aporção central 21c da parte de matriz formadora de cilindros 21, e as hastesde apoio 27 deslizam para cima ao longo de suas porções centrais não-rosqueadas através dos orifícios rosqueados 28b da placa retentora de para-fusos 28. Com os elementos de travamento 25 desengatados da porção tra-seira da parte de matriz formadora de cilindros 21, a parte de matriz forma-dora de cilindros 21 fica livre para ser removida para fora da parte deslizantede barreira 22 e da parte de molde 20 conforme indicado na figura I pelassetas 21 e. Conforme aparente aos versados na técnica, o acesso à partedeslizante de barreira 22 e a placa retentora de parafusos 28 pode ser for-necido por uma abertura formada na parte de molde 20 que pode ser reves-tida por uma placa 20b indicada na figura 1.
Após a manutenção, reparo ou substituição, uma porção ou to-das as partes de matriz formadoras de cilindros 21 são inseridas nas abertu-ras 22b da parte deslizante de barreira 22. Quando uma parte de matriz for-madora de cilindros 21 estiver fixada na parte deslizante de barreira 22, oparafuso de tração rosqueado 26 de seu elemento de travamento 25 é reti-rado do elemento de travamento 25, e as hastes de apoio rosqueadas 27são usadas para empurrar o elemento de travamento 25 em engate com aporção traseira expandida 21b da parte de matriz formadora de cilindros 21,e as porções rosqueadas superiores das hastes de apoio 27 são rosqueadasna placa retentora de parafusos 28, forçando a face afunilada 25a do ele-mento de travamento 25 em engate comprimido com a face dianteira 21 d daporção traseira ampliada 21b da parte de matriz formadora de cilindros 21. Oparafuso de tração rosqueado 26 é, então, avançado para dentro do elemen-to de travamento 25 até que não se estenda mais acima da superfície supe-rior da placa retentora de parafusos 28. Repete-se esse procedimento paracada parte de matriz formadora de cilindros removida da parte deslizante debarreira 22. Durante o movimento dos elementos de travamento 25 entresuas posições de liberação da parte de matriz retraída e suas posições deretenção da parte de matriz inferior, os elementos de travamento 25 se mo-vem no interior das segundas aberturas tipo canais 24 formadas na partedeslizante de barreira 22 pelas quais as partes de matriz formadoras de ci-lindros 21 são operadas. As porções da parte deslizante de barreiras 22 quefazem interface com as partes de matriz formadoras de cilindros 21 e com osmeios 25 através dos quais elas são retidas, de maneira deslizante, no inte-rior da parte deslizante de barreira são mostradas nas figuras 2 e 4.
Muito embora as figuras 2 a 5 ilustrem a retenção liberável daspartes de matriz formadoras de cilindros 21 com engate/desengate de umaforquilha 25 como um elemento de travamento, e uma porção traseira ampli-ada 21b de uma parte de matriz formadora de cilindros 21, os versados natécnica reconhecerão que a retenção liberável de uma parte de matriz for-madora de cilindros pode ser obtida pelo engate/desengate de outras formasde elementos de travamento e de partes de matriz formadoras de cilindros.
Por exemplo, um elemento de travamento pode compreender um ou maispinos mantidos de maneira móvel, rosqueados ou não-rosqueados, queé/são adaptados para se encaixarem a uma porção de uma parte de matrizformadora de cilindros, como uma ou mais cavidades casadas ou um oumais orifícios, rosqueados ou não-rosqueados, formados na parte de matrizformadora de cilindros.
Portanto, um molde da invenção, sendo que parte deste é indi-cado como a parte de molde 20 na figura 1, pode incluir um elemento demolde, como a parte de molde formadora de cilindros 21, que é retida, demaneira removível, no interior de uma parte de molde móvel, como a partedeslizante de barreira 22, as porções relevantes são indicados nas figuras 2e 4. O elemento de molde pode incluir uma porção distai adaptada para for-mar uma característica em produtos de molde formados no molde, como asporções dianteiras formadoras de cilindros e camisas de água da parte dematriz formadora de cilindros 21, e uma porção proximal ampliada dotada deuma primeira superfície voltada para a porção distai, como a porção amplia-da 21b com sua superfície voltada para frente 21 d na traseira da parte dematriz formadora de cilindros 21. A parte de molde móvel, como a parte des-lizante de barreira 22, pode incluir uma primeira abertura, como a abertura22b na parte deslizante de barreira 22 indicada nas figuras 2 e 4, para rece-ber o elemento de molde retido de forma passível de remoção e uma segun-da abertura disposta internamento para atravessar a primeira abertura demodo a receber um elemento de travamento, como as aberturas tipo canais24 formadas na parte deslizante de barreira 22 em uma direção ortogonal àsaberturas 22b formadas na parte deslizante de barreira 22. Um elemento detravamento, como a forquilha 25, é recebido e mantido, de maneira móvel,no interior da segunda abertura, como as aberturas tipo canais 24 mostradasna parte deslizante de barreira 22, e pode ser movido no interior da segundaabertura entre uma posição retraída, permitindo a liberação do elemento demolde, como a parte de molde formadora de cilindros 21 a partir da parte demolde móvel, como a parte deslizante de barreira 22, e uma posição de tra-vamento adaptada para se engatar à primeira superfície da porção da partede molde proximal com a finalidade de reter, de maneira removível, o ele-mento de molde no interior da parte de molde móvel, por exemplo, à medidaque a forquilha 25 é movida para baixo (conforme mostrado nos desenhos),logo, a superfície afunilada 25a se engata por compressão às superfíciesvoltadas para frente 21 d da parte traseira ampliada 21b do elemento de ma-triz formador de cilindros 21. Da mesma forma, a parte de molde móvel man-tém meios para movimentar o elemento de travamento no interior da segun-da abertura entre sua posição retraída e sua posição de travamento, sendoque tais meios são, por exemplo, placas retentoras de parafusos 28, parafu-sos de tração rosqueada 26 e hastes de apoio rosqueadas 27 mostradasnas figuras 3 a 5.
Além disso, um método da invenção para manutenção de umamatriz de fundição de bloco em V de motores de combustão interna que in-clui ao menos uma parte de matriz formadora de cilindros mantida, de ma-neira móvel, pela matriz de fundição de bloco em V para reciprocidade entreuma primeira posição estendendo-se no interior da cavidade formada pelamatriz de fundição de bloco em V para formação dos cilindros de um blocoem V fundido e uma segunda posição retraída dentro da matriz de fundiçãode bloco em V, e meios para reciprocar ao menos uma parte de matriz for-madora de cilindros entre sua primeira e segunda posições, podem incluir asetapas de proporcionar meios para travar a parte de matriz formadora decilindros aos meios que servem para reciprocar a parte de matriz formadorade cilindros entre sua primeira e segunda posições, fornecendo acesso aosmeios de travamento pela parte externa da matriz de fundição de bloco emV, ao desengatar os meios de travamento, permitindo, assim, a remoção daparte de matriz formadora de cilindros da matriz de fundição de bloco em V,e a remoção da parte de matriz formadora de cilindros da máquina de fundi-ção de blocos em V na direção de seu movimento entre sua primeira e se-gunda posições. Em um método da invenção, a parte de matriz formadorade cilindros pode ser movida até sua primeira posição estendida para queseja puxada do interior da matriz de fundição, e/ou pode-se aplicar uma for-ça à parte traseira da parte de matriz formadora de cilindros com a finalidadede removê-la da matriz de fundição de blocos em V, e a parte de matriz for-madora de cilindros pode ser removida da matriz de fundição sem a remo-ção da matriz de fundição da máquina de fundição sob pressão.
As figuras 6 e 7 ilustram outro molde ou matriz exemplares. Afigura 6 ilustra outra matriz que pode ser montada sobre uma máquina defundição sob pressão. Similar ao aparelho de fundição sob pressão ilustradonas figuras 1 a 5, as partes de núcleo de matriz formadoras de cilindros 123ilustradas nas figuras 6 e 7 são retidas, de maneira removível, no interior daparte de matriz móvel 122. A figura 7 é uma vista expandida da porção doaparelho da figura 6 acerca da caixa numerada com linhas pontilhadas 140para melhor ilustrar a parte de núcleo de matriz formadora de cilindros 123 esua retenção removível no interior da parte de matriz móvel 122.
Reportando-se, agora, à figura 6, a matriz 120 da invenção incluium elemento de matriz estacionário 121 montado sobre a prensa estacioná-ria 111 e um elemento de matriz móvel 122 montado sobre a prensa móvel112 da máquina de fundição sob pressão para que se obtenha movimentona direção e longe do elemento de matriz estacionário 121. Um par de par-tes de núcleo de matriz formadoras de cilindros 123 (também denominadascomo "peças de núcleo de matriz 123") é mantido, de maneira recíproca, noelemento de matriz móvel 122 em ângulos agudos em relação à direção demovimento do elemento de matriz móvel 122 na direção e longe do elementode matriz estacionário 121. Um par de cilindros hidráulicos 124a conduz aspeças de núcleo 123 para fora e para dentro do elemento de matriz móvel122 e, respectivamente, na direção e afastado do elemento de matriz esta-cionário 121. Conforme ilustrado, as peças de núcleo de matriz 123, e seuscilindros hidráulicos atuadores 124a, são confinados no interior do elementode matriz móvel 122. O elemento de matriz móvel 122, e a pluralidade depeças de núcleo de matriz 123 no interior dele, são mantidos pela prensamóvel 112 sobre as barras de ligação 113 e trilhos laterais 114 da máquinade fundição sob pressão: a figura 6, como a figura 1, ilustra partes de matriz(ou molde) formadoras de cilindros 123 em suas posições à frente formado-ras de cilindros.
A matriz 120 inclui uma pluralidade de corrediças formadoras decavidades 125 que também são mantidas pelo elemento de matriz móvel122 e são alternáveis em uma direção perpendicular à direção de movimentodo elemento de matriz móvel 122, que está voltado e longe do elemento dematriz estacionário 121. Quando a matriz estiver fechada, o elemento dematriz móvel 122, as peças de núcleo de matriz 123 e as corrediças 125 co-operam com uma porção formadora de cavidades 121a do elemento de ma-triz estacionário 121 de modo a formar uma cavidade para um bloco em V demotores de combustão interna.
Conforme conhecido na técnica, um ejetor dividido (não-nume-rado) é mantido pelo elemento de matriz móvel 122 e é operado por um ci-lindro hidráulico 126a conectado entre a prensa móvel 112 e os elementostraseiros do ejetor dividido, que são mantidos, de maneira deslizante, naprensa móvel 112 e no elemento de matriz móvel 122.
Um meio de travamento de núcleo de matriz 130 é mantido peloelemento de matriz móvel 122 e móvel entre uma primeira posição à frenteonde ele se engata e trava as peças de núcleo de matriz 123 em suas posi-ções estendidas formadoras de cilindros, conforme mostrado na figura 6, euma segunda posição traseira fora de engate com as peças de núcleo dematriz 123.
Em um meio de travamento de núcleo de matriz preferencial 130ilustrado na figura 6, um membro de travamento de núcleo de matriz 131 émantido no interior do elemento de matriz móvel 122 e pode ser acionadopor um par de cilindros hidráulicos de ação dupla 134 conectados a uma ex-tremidade à prensa móvel 112 sobre a qual o elemento de matriz móvel 122fica mantido, e na outra extremidade a uma barra 133 na parte traseira dashastes de conexão 131a do membro de travamento de núcleo de matriz 131,que são mantidos, de maneira deslizável, pela prensa móvel 112 e pelo ele-mento de matriz móvel 122. Muito embora a modalidade ilustrada mostre oelemento de pistão 134a engatado à prensa móvel 112 e o cilindro 134b en-gatado à barra 133, outras disposições de montagem para atuadores de ci-lindros hidráulicos dos meios de travamento de núcleo de matriz 130 podemser usadas, por exemplo, os atuadores podem ser mantidos pela máquinade fundição sob pressão para operação dos meios de travamento de núcleode matriz 130.
O membro de travamento de núcleo de matriz 131 possui um parde superfícies de desgaste angulado 131b em sua extremidade mais frontal,que engata as superfícies de desgaste 123a na parte traseira das peças denúcleo de matriz 123 estiverem em suas posições estendidas e o membrode travamento de núcleo de matriz 131 estiver em sua posição frontal, con-forme mostrado na figura 6. Além disso, conforme mostrado na figura 6, umapluralidade de travas deslizantes 132 são movidas em uma posição entre aface traseira do membro de travamento de núcleo de matriz 131 e uma su-perfície interna 122a na parte traseira do elemento de matriz móvel 122 paramanter o membro de travamento de núcleo de matriz 131 engatado às peçasde núcleo de matriz 123 à medida que o metal fundido PE injetado sob altapressão na cavidade de matriz.
O elemento de núcleo de matriz móvel 122 pode formar umacavidade interna 122b que mantém os meios de travamento de núcleo dematriz 130. A cavidade 122b possui uma posição frontal aberta na qual asextremidades traseiras 123a das peças de núcleo de matriz 123 se esten-dem quando as peças de núcleo de matriz 123 estiverem em suas posiçõesestendidas, e os meios de travamento de núcleo de matriz 130 podem semover dentro da cavidade interna 122b, conforme explicado anteriormente, apartir de sua segunda posição traseira até sua primeira posição frontal (mos-trado na figura 6) onde suas superfícies de engate de núcleo de matriz maisfrontais 131b estão localizadas ao lado das extremidades traseiras 123a daspeças de núcleo de matriz 123. Na modalidade ilustrada preferencial, a cavi-dade 122b circunda o membro de travamento de núcleo de matriz 131 e setrava 132, e proporciona uma superfície interna 122a que evita que as peçasde núcleo de matriz 123 se movimentem a partir de sua posição estendidaformadora de cilindros pela pressão de injeção do metal fundido quando astravas 132 são movidas para dentro no interior da cavidade 122b entre aextremidade traseira do membro de travamento de núcleo de matriz 131 e asuperfície interna 122a.
Conforme ilustrado na figura 6, as peças de núcleo de matriz 123encontram-se em suas posições formadoras de cilindros; o membro de trava-mento de núcleo de matriz 131 movimentaram-se para frente até sua posiçãode engate com suas superfícies de desgaste angulado 131b em sua extremi-dade mais frontal com as superfícies de desgaste 123a na parte traseira daspeças de núcleo de matriz 123; e as travas deslizantes 132 movimentaram-separa dentro entre o membro de travamento de núcleo de matriz 131 e uma su-perfície interna traseira 122a do elemento de matriz móvel 122 para manter aspeças de núcleo de matriz 123 em suas posições estendidas.
Conforme apresentado anteriormente, a figura 6 ilustra uma ma-triz 120 que inclui o elemento de matriz estacionário 121 montado sobre aprensa estacionária 111 e o elemento de matriz móvel 122 montado sobre aprensa móvel 112 de uma máquina de fundição sob pressão para movimen-tar na direção e longe do elemento de matriz estacionário 121. O elementode matriz móvel 122 mantém uma pluralidade de corrediças formadoras decavidades que se movimentam transversalmente 125 e ao menos um par departes de núcleo de matriz formadoras de cilindros 123 e meios 124a e 124bque servem para reciprocar o par de partes de matriz formadoras de cilin-dros 123 em um ângulo agudo em relação ao movimento da prensa móvel112. As partes de núcleo de matriz formadoras de cilindros 123 são móveisentre as posições estendidas no interior da cavidade de matriz conformemostrado na figura 6 e posições retraídas no interior da parte de matriz mó-vel 122. Em operação, as partes de núcleo de matriz formadoras de cilindros123 são travadas em suas posições estendidas por meios de travamento denúcleo de matriz 130 mantidos pela parte de matriz móvel 122 conformedescrito anteriormente. As partes de núcleo de matriz formadoras de cilin-dros 123 são retidas, de maneira removível, no interior do elemento de ma-triz móvel 122 conforme melhor ilustrado na figura 7 e descrito abaixo.
Conforme ilustrado na figura 7, as partes de matriz formadorasde cilindros 123 na modalidade das figuras 6 e 7 compreendem uma peça dematriz formadora de cilindros 141 e uma peça de matriz formadora de cami-sas de água 142 que são adaptadas para serem removidas juntamentequando a prensa estacionária e a prensa móvel da máquina de fundição sobpressão estiverem separadas. Conforme descrito anteriormente, a peça dematriz formadora de cilindros 141 e a peça de matriz formadora de camisade água 142 podem ser removidas da matriz móvel 122 da parte interna dacavidade puxando-se a parte de matriz formadora de cilindros 123 para fren-te ou impelindo-se a parte de núcleo de matriz formadora de cilindros 123para frente a partir de sua parte traseira. A remoção da parte de matriz for-madora de cilindros 123 a partir da parte de matriz móvel 122, em ambos oscasos, não requer que a parte de matriz móvel 122, ou qualquer outra por-ção da mesma, seja removida da máquina de fundição sob pressão. Onde oelemento de núcleo de matriz 123 compreende uma peça de núcleo de ma-triz formadora de cilindros e uma peça de núcleo de matriz formadora decamisas de água, a peça de núcleo de matriz formadora de cilindros e a pe-ça de núcleo de matriz formadora de camisas de água são, de preferência,unidas para remoção como uma unidade por um meio de interconexão. Namodalidade ilustrada na figura 7, a peça de núcleo de matriz formadora decilindros 141 e a peça de núcleo de matriz formadora de camisas de água142 são, de preferência, interconectadas por uma superfície voltada parafrente 141a da peça de matriz formadora de cilindros 141 e uma superfícievoltada para trás 142a da peça de matriz formadora de camisas de água142, mas outros meios de interconexão equivalentes, como um anel de in-terconexão flexível (tipo um anel de engate) que se engatam a ranhuras nasduas peças podem ser usados.
Na modalidade das figuras 6 e 7, as partes de matriz formadorasde cilindros 123 são retidas, de maneira removível, no interior da matriz mó-vel 122 por meios de travamento acessíveis por fora da parte de matriz mó-vel 122 de maneira similar à modalidade ilustrada nas figuras 2 a 5; no en-tanto, na modalidade das 6 e 7, os meios de travamento compreendem pi-nos 143 ao invés de forquilhas das figuras 2 a 5. Os pinos 143 fixam as par-tes de matriz formadoras de cilindros 123 aos meios 124b para reciprocar aspartes de matriz formadoras de cilindros 123 entre suas posições estendidase retraídas em um elemento de matriz móvel 122. Os pinos 143 podem inclu-ir porções rosqueadas para fixar as partes formadoras de cilindros 123 aosmeios de reciprocidade 124b.
Conforme ilustrado adicionalmente na figura 7, as partes de nú-cleo de matriz formadoras de cilindros 123 podem incluir meios para reduzirsuas temperaturas. Os meios de redução de temperatura das partes de nú-cleo de matriz formadoras de cilindros 123 da figura 7 compreendem meios144 para transportar refrigerante no interior de seus corpos. Na modalidadeilustrada, os meios de redução de temperatura podem compreender uma oumais passagens de refrigerante, por exemplo, 145a e 145b, conectáveis naparte traseira dos meios de reciprocidade 124b através de mangueiras flexí-veis 160 (figura 6) com uma fonte externa de refrigerante. Na modalidadeilustrada da figura 7, os tubos coaxiais 146 e 147 formam os meios para dis-tribuir refrigerante a partir da parte interna do conduto de refrigerante 145aaté os meios de transporte de refrigerante 144 e a partir dos meios de trans-porte de refrigerante 144 até o conduto de refrigerante 145b. Na modalidadeilustrada, os meios de transporte de refrigerante 144 compreendem umapassagem de refrigerante central 144a na qual o conduto de tubo central 146se estende, um par de passagens 144b e 144c que se estendem para fora apartir da passagem central 144a até a cavidade anular 144d formada ao re-dor da parte traseira da peça de matriz formadora de cilindros 141 e um parde passagens 144e e 144f que se estendem para dentro a partir da cavidadeanular 144d dentro da passagem central 144a e a passagem 145b formadaentre os condutos que se estendem para trás 146 e 147. Devido a um lacre148 logo à frente das passagens 144e e 144f, o refrigerante flui para fora apartir da parte de matriz formadora de cilindros 123 através da passagem145b formada entre os condutos coaxiais 146 e 147. Embora não sejammostrados nas figuras 6 e 7, os condutos rígidos de refrigerante 146 e 147podem ser equipados com superfícies traseiras que podem ser usadas pararemover as partes formadoras de cavidades 123 do elemento de matriz mó-vel 122 por trás.
Ainda ilustradas pela Figura 7, as partes de matriz formadorasde cilindros 123 também podem incluir meios para reduzir uma temperaturadas peças de matriz formadoras de camisas de água 142. Muito embora aspeças de matriz formadoras de camisas de água 142 possam ser suficien-temente resfriadas pela circulação de refrigerante através da cavidade anu-lar 144d adjacente a qualquer superfície interna de interface da peça de ma-triz formadora de camisas de água 142, na modalidade ilustrada na figura 7,a peça de matriz formadora de camisas de água 142 também é equipadacom passagens internas de refrigerante 142b em comunicação com a cavi-dade anular de refrigerante 144d formada na superfície externa da peça dematriz formadora de cilindros 141. Onde a peça de núcleo de matriz forma-dora de cilindros 141 inclui uma ou mais passagens de refrigerante 144a,144b, 144c e 144d e tiver uma porção de superfície externa que esteja emengate de transferência de calor com a peça de matriz formadora de cami-sas de água 142, a temperatura da peça de matriz formadora de camisas deágua 142 pode ser substancialmente reduzida, porém, onde a peça de ma-triz formadora de camisas de água 142 compreender uma ou mais passa-gens internas de refrigerante, por exemplo, 142b, em comunicação com aspassagens de refrigerante da peça de núcleo de matriz 141 conforme mos-trados nas figuras 7 e 7 A, a temperatura da peça de matriz formadora decamisas de água 142 pode ser reduzida ainda mais. Um par de lacres resis-tentes a altas temperaturas 149 veda a interface entre a peça de matriz for-madora de cilindros 141 e a peça de matriz formadora de camisas de água141 conforme mostrado na figura 7 A.
Portanto, uma peça de matriz formadora de cilindros 123 paramatriz de fundição de blocos em V é adaptada para ser retida, de maneiraremovível, em uma matriz de fundição de blocos em V. A parte de matrizformadora de cilindros 123 pode compreender uma peça de matriz formado-ra de cilindros 141 e uma peça de matriz formadora de camisas de água 142adaptada para ser movida juntamente com a matriz de fundição de blocosem V na direção de seu eixo geométrico central por um meio de reciprocida-de 124b e separada para manutenção, reparo ou substituição individual nasua remoção da matriz de fundição de blocos em V 122. A peça de matrizformadora de cilindros 141 e a peça de matriz formadora de camisas de á-gua 142 ficam interconectadas, logo, elas podem ser removidas juntamente,por exemplo, por uma superfície voltada para frente 141a da peça de matrizformadora de cilindros 141 e por uma superfície voltada para trás 142a dapeça de matriz formadora de camisas de água 142, embora outros meiospossam ser usados para interconectar a peça de matriz formadora de cilin-dros 141 e a peça de matriz formadora de camisas de água 142 para remo-ção simultânea. A parte de matriz formadora de cilindros 123 é adaptada emsua parte traseira para que seja conectada, de maneira removível, aos mei-os 124b para reciprocá-la na direção de seu eixo geométrico central, e umapeça de matriz formadora de cilindros 141 e uma peça de matriz formadorade camisas de água 142 podem ser adaptadas em suas partes traseiras demodo a serem conectadas, de maneira removível, com ao menos um ele-mento de interconexão 150, descrito abaixo, incluso nos meios 124b paramovimentá-los juntamente na direção de seus eixos geométricos central, namodalidade ilustrada na figura 7, a peça de matriz formadora de camisas deágua 142 inclui um flange 142c em sua parte traseira que proporciona umasuperfície anular voltada para trás 142d e uma superfície anular voltada parafrente 142e (figura 7A), que se encaixa a uma superfície voltada para trás150b do elemento de interconexão 150 dos meios 124b para reciprocar aparte de matriz formadora de cilindros 123. O elemento de interconexão 150pode compreender um primeiro elemento cilíndrico 150 com uma porçãofrontal 150a que circunda a peça de matriz formadora de camisas de água142 e tem uma superfície anular voltada para trás 150b engatada à superfí-cie anular voltada para frente 142e da peça de matriz formadora de camisasde água 142. O primeiro elemento cilíndrico 150 tem, ainda, uma porção tra-seira 150c adaptada para ser travada de maneira removível, por exemplo,pelo pino 143, com os meios 124b para mover a peça de matriz formadorade cilindros 141 e a peça de matriz formadora de camisas de água 142 nadireção de seus eixos geométricos centrais. Conforme ilustrado pela figura 7,a porção frontal dos meios 124b para reciprocar a peça de matriz formadorade cilindros 141 e a peça de matriz formadora de camisas de água 142 podecompreender uma porção frontal 124c que se estende dentro do primeiroelemento cilíndrico 150 e adaptada para se engatar com, e travar de maneiraremovível, o primeiro elemento cilíndrico 150, por meio do qual a remoçãodo pino 143 permite que o primeiro elemento cilíndrico 150 seja removido doelemento de matriz móvel 122, de tal modo que o primeiro elemento cilíndri-co 150, a peça de matriz formadora de camisas de água 142 e a peça dematriz formadora de cilindros 141 possam ser separadas para manutenção,reparo ou substituição individual. De preferência, a porção frontal 124c dosmeios de reciprocidade 124b incluem uma superfície voltada para frente124d engatada à superfície voltada para trás 142d da peça de matriz forma-dora de camisas de água 142 e à superfície traseira 141b da peça de matrizformadora de cilindros 141 e inclui, ainda, uma segunda superfície voltadapara frente 124e engatada à segunda superfície anular voltada para trás150d do primeiro elemento cilíndrico 150.
Conforme indicado na figura 7, o acesso ao pino 143 através doqual a parte de matriz formadora de cilindros 123 é retida, de maneira remo-vível, no interior da matriz móvel 122 pode ser obtido removendo-se o para-fuso 151, a placa de revestimento 152, o elemento de fixação rosqueado 153e o bloco de revestimento 154. Onde o pino 143 compreende um elementode fixação tipo parafuso rosqueado nos meios de reciprocidade 124b, o ele-mento de fixação 143 pode ser acesso por uma ferramenta de remoção deparafusos, como chave Allen ou chave de fenda, e vez removido da monta-gem permitindo que o elemento cilíndrico 150, a peça de matriz formadorade camisas de água 142 e a peça de matriz formadora de cilindros 142 se-jam puxados para fora da matriz sem a remoção de qualquer outra porçãoda matriz junto à máquina de fundição sob pressão.
As figuras 8 a 10 ilustram uma ferramenta 60 que serve para ex-trair as partes de matriz formadoras de cilindros de uma matriz de fundição deblocos em V. Conforme ilustrado nas figuras 8 a 10, a ferramenta 60 compre-ende meios 61 para circundar e engatar ao menos parcialmente a uma oumais partes de matriz formadoras de cilindros, como 21 ou 123 (figuras 1 e 6).
De preferência, os meios 61 circundam a peça de matriz forma-dora de cilindros de uma peça de matriz formadora de cilindros pelo fato dea peça de matriz formadora de camisas de água ter um formato com pare-des geralmente delgadas e ser mais provavelmente danificadas a partir deseu engate por uma ferramenta de remoção do que a peça de matriz forma-dora de cilindros; no entanto, se a peça de matriz formadora de camisas deágua for forte e rígida, os meios 61 podem ser adaptados para circundar apeça de matriz formadora de camisas de água.
Conforme ilustrado pela figura 8, os meios 61 da ferramenta 60incluem uma pluralidade de aberturas 61a que circundam completa ou ao me-nos parcialmente, por exemplo, os três elementos de matriz formadores decilindros 21a de uma matriz de fundição de blocos em V com seis cilindros,mostrada na figura I. Tornar-se-á aparente aos versados na técnica que osmeios 61 podem incluir qualquer número de aberturas circundantes ou parci-almente circundantes 61a. Os meios 61 mantém, também, uma pluralidade demembros rosqueados 61 b em uma pluralidade de orifícios rosquéados que sesituam nos eixos geométricos 61c que passam através das partes centrais dapluralidade de aberturas 61a. Os membros rosqueados 61b, quando virados,podem se engatar, de maneira compressiva, às peças de matriz formadorasde cilindros 21a da parte de matriz formadora de cilindros 21 e permitem quea parte de matriz formadora de cilindros 21 seja puxada para fora da matriz defundição de blocos em V para exame, manutenção, reparo ou substituição.Enquanto rosqueados, os membros 61b podem apenas ser necessários emum lado dos meios 61, a condição de que existam membros rosqueados emambos os lados dos meios 61 permite que a ferramenta 60 seja usada deforma mais conveniente para remoção das peças de matriz formadoras decilindros tanto da barreira esquerda como da barreira direita das partes dematriz formadoras de cilindros. Para auxiliar no puxamento das peças de ma-triz formadoras de cilindros 21 junto à matriz de fundição de blocos em V, osmeios 61 podem ser equipados com uma pluralidade de orifícios rosqueados61 d para aceitar um ou mais parafusos com olhais (mostrados em linhas pon-tilhadas na figura 9 como parafuso com olhai 63). Os orifícios rosqueados 61 dtambém podem aceitar uma pluralidade de hastes rosqueadas, como cavilhascom extremidade Allen, que podem ressaltar a parte de matriz formadora decilindros 21 da matriz de fundição de blocos em V à medida que elas são ros-queadas nos meios 61. Os meios 61 também podem incluir um flange que seestende para fora aparafusado 64 equipado com uma pluralidade de abertu-ras rosqueadas 65 de modo a permitir a fixação dos meios de corrente parareter a queda descontrolada das partes formadoras de cilindros mediante sualiberação da matriz, o que pode acontecer inesperadamente. Uma queda irre-freável das partes de matriz formadoras de cilindros, que são pesadas e po-dem ter superfícies que causam danos, podem machucar a equipe de manu-tenção ou reparo e podem danificar as partes de matriz. Com o flange 64 apa-rafusado aos meios 61, por exemplos, por cavilhas 66, ele pode ser fixado nadireção dos meios 61. O flange 64 permite a conexão da ferramenta 60 e aspartes de matriz formadoras de cilindros removidas pelos meios de um para-fuso com olhai 63 por uma ponte rolante ou máquina de fundição sob pressãoou outro membro estrutural.
Embora as figuras 8 a 10 ilustrem os meios 61 sob a forma deuma placa relativamente delgada com uma pluralidade de orifícios 61a queservem para circundar diversas peças de matriz formadoras de cilindros 21ade uma peça de matriz formadora de cilindros 21 e engatar, de maneiracompressiva, as diversas peças de matriz formadoras de cilindros 21a a umapluralidade de membros rosqueados 61b, e os meios 61 podem ser forma-dos por uma única abertura ou uma série de aberturas parcialmente circun-dantes que serão encaixadas nas peças de matriz formadoras de cilindrosde uma parte de matriz formadora de cilindros e podem ser equipadas comum ou mais elementos de engate parcial pelos meios 61 com a finalidade deengatar as peças de matriz formadoras de cilindros 21a das peças de matrizformadora de cilindros engatando-se um ou mais elementos às peças dematriz formadoras de cilindros ou equipando-se os elementos com extremi-dades afiadas e reforçadas com a finalidade de agarrar as superfícies daspeças de matriz formadoras de cilindros, ou os próprios meios 61 podem serdeformados pela compressão de seus lados opostos para engatar, de ma-neira compressiva, às peças de matriz formadoras de cilindros. Nesta últimaforma dos meios 61, as superfícies internas que formam as aberturas que seengatam às peças de matriz formadoras de cilindros podem ser equipadascom superfícies aderentes para que se realize o engate com as peças dematriz formadoras de cilindros.
Muito embora a invenção tenha sido ilustrada e descrita em rela-ção às modalidades mais conhecidas atualmente, os versados na técnicareconhecerão que outros modos, variações e modalidades são possíveis noescopo da invenção conforme apresentado nas reivindicações a seguir.

Claims (109)

1. Molde que compreende um elemento de molde retido, de ma-neira removível, no interior de uma parte de molde móvel, sendo que o ele-mento de molde inclui uma porção distai adaptada para formar uma caracte-rística em produtos de trabalho formados no molde e uma porção proximalampliada dotada de uma primeira superfície voltada para a porção distai,sendo que a parte de molde móvel inclui uma primeira abertura para recebero elemento de molde retido de forma passível de remoção e uma segundaabertura disposta geralmente transversal à primeira abertura de modo a re-ceber um elemento de travamento, sendo que o elemento de travamento éengatável à primeira superfície do elemento de molde e móvel no interior dasegunda abertura entre uma posição retraída que permite a liberação do e-lemento de molde da parte de molde móvel e uma posição de travamentoadaptada para engatar a primeira superfície da porção proximal do elementode molde de modo a reter o elemento de molde no interior da parte de moldemóvel, e meios de movimento que servem para mover o elemento de trava-mento no interior da segunda abertura entre a posição retraída e a posiçãode travamento com a finalidade de permitir a substituição do elemento demolde enquanto o molde estiver retraído em uma máquina de moldagem.
2. Molde, de acordo com a reivindicação 1, em que o elementode travamento compreende uma forquilha adaptada para cobrir uma porçãodo elemento de molde entre as porções distais e proximais, sendo que a for-quilha inclui ao menos uma abertura rosqueada para receber os ditos meiosde movimento.
3. Molde, de acordo com a reivindicação 2, em que a forquilhainclui ao menos uma abertura não-rosqueada adicional para receber outraporção dos ditos meios de movimento.
4. Molde, de acordo com a reivindicação 1, em que o elementode travamento inclui uma face afunilada adaptada para confrontar a dita pri-meira superfície da porção proximal do elemento de molde.
5. Molde, de acordo com a reivindicação 1, que compreende,ainda, uma placa fixada à parte de molde móvel, sendo que os meios demovimento são acoplados à placa para um movimento controlado do ele-mento de travamento.
6. Matriz para fundir um bloco em V de um motor de combustãointerna em uma máquina de fundição sob pressão dotada de uma prensaestacionária e de uma prensa móvel, que compreende:um elemento de matriz estacionário para montar sobre a prensaestacionária da máquina de fundição sob pressão, eum elemento de matriz móvel para montar sobre a prensa móvelda máquina de fundição sob pressão, sendo que o dito elemento de matrizmóvel mantém uma pluralidade de corrediças formadoras de cavidadestransversalmente móveis e ao menos um par de partes de matriz formadorasde cilindros retido, de maneira removível, nos meios que servem para reci-procar o par de partes de matriz formadoras de cilindros em um ângulo agu-do em relação ao movimento da prensa móvel entre as posições estendidasno interior da cavidade de matriz e as posições retraídas no interior do ele-mento de matriz móvel, meios de travamento de núcleo de matriz que ser-vem para travar as partes de matriz formadoras de cilindros em suas posi-ções estendidas, e elementos de travamento que servem para reter, de ma-neira removível, as ditas peças de matriz formadora de cilindros nos ditosmeios de reciprocidade.
7. Matriz, de acordo com a reivindicação 6, em que as ditas par-tes de matriz formadoras de cilindros compreendem peças de matriz forma-doras de cilindros e camisas de água adaptadas para serem removidas jun-tamente quando a prensa estacionária e a prensa móvel da máquina de fun-dição sob pressão estiverem separadas.
8. Matriz, de acordo com a reivindicação 7, em que as peças dematriz formadoras de cilindros e as peças de matriz formadoras de camisasde águas são unidas como uma unidade por meios de interconexão.
9. Matriz, de acordo com a reivindicação 8, em que as peças dematriz formadoras de cilindros e as peças de matriz formadoras de camisasde água são interconectadas por meios que compreendem superfícies volta-das para frente das peças de matriz formadoras de cilindros e superfíciesvoltadas para trás das peças de matriz formadoras de camisas de água.
10. Matriz, de acordo com a reivindicação 6, em que as partesde matriz formadoras de cilindros são retidas, de maneira removível, nosmeios de reciprocidade por elementos de travamento acessíveis por fora doelemento de matriz móvel.
11. Matriz, de acordo com a reivindicação 10, em que os ditoselementos de travamento compreendem pinos de fixação.
12. Matriz, de acordo com a reivindicação 11, em que os pinosincluem porções rosqueadas que servem para fixar as partes de matriz for-madoras de cilindros aos seus meios de reciprocidade.
13. Matriz, de acordo com a reivindicação 11, em que os pinosincluem porções rosqueadas engatadas, de maneira rosqueada, aos meiosque servem para reciprocar o par de partes de matriz formadoras de cilindros.
14. Matriz, de acordo com a reivindicação 6, em que os elemen-tos de travamento são mantidos, de maneira móvel, no interior dos meios dereciprocidade entre um engate de travamento e um desengate de destrava-mento com as partes de matriz formadoras de cilindros.
15. Matriz, de acordo com a reivindicação 14, em que as partesde matriz formadoras de cilindros incluem porções estendendo-se para trása partir de suas porções formadoras de cilindros com porções engatáveisadjacentes às partes traseiras, e os elementos de travamento são mantidos,de maneira móvel, pelos meios de reciprocidade entre as posições de tra-vamento em que eles engatam as porções engatáveis das partes de matrizformadoras de cilindros nos meios de reciprocidade, e posições retraídas emque eles são desengatados das porções engatáveis das partes de matrizformadoras de cilindros, permitindo que as partes de matriz formadoras decilindros sejam removidas da matriz.
16. Matriz, de acordo com a reivindicação 15, em que as partesde matriz formadoras de cilindros incluem hastes estendendo-se para trás eas porções engatáveis das partes de matriz formadoras de cilindros compre-endem porções de haste adjacentes à parte traseira das hastes que são maio-res que as hastes e menores que as partes de matriz formadoras de cilindros,e os elementos de travamento compreendem forquilhas conformadas e situa-das para engatar as porções de haste em suas posições de travamento.
17. Matriz, de acordo com a reivindicação 6, em que os meios detravamento de núcleo de matriz são mantidos, de maneira móvel, no interiorda matriz móvel a um engate de travamento com as partes de matriz forma-doras de cilindros em suas posições estendidas.
18. Matriz, de acordo com a reivindicação 17, em que os meiosde travamento de núcleo de matriz compreendem um membro de travamen-to de núcleo de matriz mantido, de maneira recíproca, no interior do elemen-to de matriz móvel ao longo do eixo geométrico da prensa móvel e operávelem sua posição mais à frente de modo a engatar as porções traseiras daspartes de matriz formadoras de cilindros e travar as partes de matriz forma-doras de cilindros em suas posições estendidas.
19. Matriz, de acordo com a reivindicação 6, em que as partes dematriz formadoras de cilindros incluem meios para reduzir suas temperaturas.
20. Matriz, de acordo com a reivindicação 19, em que os meiosde redução de temperatura das partes de matriz formadoras de cilindroscompreendem meios para proporcionar um refrigerante no interior das partesde núcleo de matriz formadoras de cilindros.
21. Matriz, de acordo com a reivindicação 20, em que os meiosde redução de temperatura das partes de matriz formadoras de cilindroscompreendem uma ou mais passagens de refrigerante no interior das partesde matriz formadoras de cilindros conectáveis a uma fonte externa de refri-gerante.
22. Matriz, de acordo com a reivindicação 21, em que uma oumais passagens de refrigerante são conectadas a um ou mais condutos derefrigerante para formar uma trajetória fechada de refrigerante.
23. Matriz, de acordo com a reivindicação 22, que compreende,ainda, uma fonte de refrigerante na trajetória com circuito fechado de refrige-rante.
24. Matriz, de acordo com a reivindicação 22, em que um oumais condutos de refrigerante compreendem um ou mais condutos tubularesrígidos conectados às partes de matriz formadoras de cilindros em comuni-cação com uma ou mais passagens de refrigerante das partes de matriz for-madoras de cilindros.
25. Matriz, de acordo com a reivindicação 24, em que um oumais condutos tubulares se estendem adjacentes à parte traseira do elemen-to de matriz móvel e proporcionado ao menos uma superfície traseira quepode ser usada para remover as partes de matriz formadoras de cavidadesdo elemento de matriz móvel.
26. Matriz, de acordo com a reivindicação 19, em que as partesde matriz formadoras de cilindros incluem peças de matriz formadora de ca-misas de água e meios para reduzir a temperatura das peças de matriz for-madoras de camisas de água.
27. Matriz, de acordo com a reivindicação 26, em que as partesde matriz formadoras de cilindros incluem peças de núcleo de matriz forma-doras de cilindros que compreendem meios para manter as porções de refri-gerante adjacentes a suas superfícies externas, e as peças de núcleo dematriz formadoras de camisas de água têm superfícies internas que fazeminterface com as ditas porções de superfície externa das peças de núcleo dematriz formadoras de cilindros.
28. Matriz, de acordo com a reivindicação 27, em que as super-fícies internas das peças de núcleo de matriz formadoras de camisas de á-gua incluem aberturas para passagens de refrigerante formadas no interiordas porções formadoras de camisas de água.
29. Matriz para fundir um bloco em V de um motor de combustãointerna em uma máquina de fundição sob pressão dotada de uma prensaestacionária e de uma prensa móvel, que compreende:um elemento de matriz estacionário para montar sobre a prensaestacionária da máquina de fundição sob pressão, eum elemento de matriz móvel para montar sobre a prensa móvelda máquina de fundição sob pressão, sendo que o dito elemento de matrizmóvel mantém uma pluralidade de corrediças formadoras de cilindros trans-versalmente móveis e ao menos um par de partes de matriz formadoras decilindros, e meios para reciprocar ao menos o par de partes de matriz forma-doras de cilindros em um ângulo agudo em relação ao movimento da prensamóvel entre as posições estendidas no interior da cavidade de matriz e asposições retraídas no interior do elemento de matriz móvel, sendo que aspartes de matriz formadoras de cilindros são mantidas, de maneira removí-vel, no dito elemento de matriz móvel.
30. Matriz, de acordo com a reivindicação 29, em que ao menosuma das ditas partes formadoras de cilindros compreende peças de matrizformadoras de cilindros e camisas de água adaptadas para serem removidasjuntamente quando a prensa estacionária e a prensa móvel na máquina defundição sob pressão estiverem separadas.
31. Matriz, de acordo com a reivindicação 30, em que ao menosuma peça de matriz formadora de cilindros e a peça de matriz formadora decamisas de água estão interconectadas.
32. Matriz, de acordo com a reivindicação 30, em que ao menosuma peça de matriz formadora de cilindros e a peça de matriz formadora decamisas de água estão interconectadas por uma superfície voltada parafrente da peça de matriz formadora de cilindros e uma superfície voltada pa-ra trás da peça de matriz formadora de camisas de água.
33. Matriz, de acordo com a reivindicação 31, em que a peça dematriz formadora de cilindros e a peça de matriz formadora de camisas deágua são unidas por um meio de interconexão.
34. Matriz, de acordo com a reivindicação 33, em que os meiosde interconexão compreendem um membro flexível adaptado para engataras superfícies adjacentes da peça de matriz formadora de cilindros e a peçade matriz formadora de camisas de água.
35. Matriz, de acordo com a reivindicação 34, em que os meios deinterconexão compreendem um anel flexível parcialmente aberto adaptadopara ser encaixado sobre a peça de matriz formadora de cilindros e assentadoem uma ranhura formada sobre a superfície da peça de matriz formadora decilindros, sendo que o anel flexível parcialmente aberto tem uma superfícieexterna flexível adaptada para ser engatada a uma ranhura formada sobre asuperfície interna da peça de matriz formadora de camisas de água.
36. Matriz, de acordo com a reivindicação 29, em que as partesde matriz formadoras de cilindros são mantidas, de maneira removível, noelemento de matriz móvel por meios de travamento acessíveis por fora doelemento de matriz móvel.
37. Matriz, de acordo com a reivindicação 36, em que os ditosmeios de travamento compreendem pinos.
38. Matriz, de acordo com a reivindicação 37, em que os pinosincluem porções que servem para fixar as peças de matriz formadora de ci-Iindros a seus meios de reciprocidade.
39. Matriz, de acordo com a reivindicação 37, em que os ditospinos incluem porções rosqueadas engatadas, de maneira rosqueada, aosmeios que servem para reciprocar ao menos um par de partes de matrizformadoras de cilindros.
40. Matriz, de acordo com a reivindicação 29, em que as partesde matriz formadoras de cilindros são mantidas, de maneira removível, nodito elemento de matriz móvel por elementos de travamento mantidos, demaneira móvel, no interior do elemento de matriz móvel entre um engate detravamento e um desengate de destravamento com as peças de matriz for-madora de cilindros.
41. Matriz, de acordo com a reivindicação 40, em que as partesde matriz formadoras de cilindros incluem porções estendendo-se para trása partir de suas porções formadoras de cilindros com porções engatáveisadjacentes às partes traseiras, e os elementos de travamento são mantidos,de maneira móvel, pelos meios de reciprocidade entre as posições de tra-vamento em que eles engatam as porções engatáveis das partes de matrizformadoras de cilindros nos meios de reciprocidade, e posições retraídas emque eles são desengatados das porções engatáveis das partes de matrizformadoras de cilindros, permitindo que as partes de matriz formadoras decilindros sejam removidas da matriz.
42. Matriz, de acordo com a reivindicação 41, em que as partesde matriz formadoras de cilindros incluem hastes estendendo-se para trás eas porções engatáveis das partes de matriz formadoras de cilindros compre-endem porções de haste adjacentes à parte traseira das hastes que são maio-res que as hastes e menores que as partes de matriz formadoras de cilindros,e os elementos de travamento compreendem forquilhas conformadas e situa-das para engatar as porções de haste em suas posições de travamento.
43. Matriz, de acordo com a reivindicação 29, que compreende,ainda, os meios para travar as partes de matriz formadoras de cilindros emsuas posições estendidas mantidas, de maneira móvel, no interior da matrizmóvel a um engate de travamento com as peças de matriz formadora decilindros em suas posições estendidas.
44. Matriz, de acordo com a reivindicação 43, em que os ditosmeios de travamento compreendem um membro de travamento de núcleode matriz mantido, de maneira recíproca, no interior do elemento de matrizmóvel para movimento ao longo do eixo geométrico de movimento da prensamóvel e operável em sua posição mais frontal para engatar porções dosmeios que reciprocar ao menos um par de partes de matriz formadora decilindros e travar as partes de matriz formadoras de cilindros em suas posi-ções estendidas.
45. Matriz, de acordo com a reivindicação 44, em que o ditomembro de travamento de núcleo de matriz é mantido pelo elemento de ma-triz móvel para movimento recíproco no interior de uma cavidade formadapelo elemento de matriz móvel, sendo que a dita cavidade tem uma porçãofrontal aberta na qual as porções dos meios para reciprocar ao menos umpar de partes de matriz formadoras de cilindros se movem em suas posiçõesestendidas.
46. Matriz, de acordo com a reivindicação 45, em que a cavidadeformada pelo elemento de matriz móvel contém, ainda, ao menos um ele-mento de travamento mantido, de maneira recíproca, para movimento trans-versal ao movimento do membro de travamento de núcleo de matriz entreuma primeira posição entre o membro de travamento de núcleo de matriz euma superfície traseira de cavidade, evitando, assim, o movimento das par-tes de matriz formadoras de cilindros no interior da cavidade de matriz, euma segunda posição permitindo que o elemento de travamento de núcleode matriz se desengate das partes de matriz formadoras de cilindros e a re-tração das partes de matriz formadoras de cilindros.
47. Matriz, de acordo com a reivindicação 44, em que a prensamóvel mantém ao menos um atuador, e os meios de travamento de núcleode matriz são independentemente operáveis e incluem uma haste de cone-xão estendendo-se através da prensa móvel e conectada a ao menos umatuador para reciprocidade por parte do atuador no interior do elemento dematriz móvel.
48. Matriz, de acordo com a reivindicação 47, em que ao menosum atuador compreende dois cilindros hidráulicos em suas extremidades emrelação à prensa móvel e em suas outras extremidades em uma barra queguia um par de hastes de conexão estendendo-se através da prensa móvele do elemento de matriz móvel para engate ao membro de travamento denúcleo de matriz.
49. Matriz, de acordo com a reivindicação 44, em que ao menosum atuador para o membro de travamento de núcleo de matriz é mantidopela máquina de fundição sob pressão fica conectado a uma haste de cone-xão engatada ao membro de travamento de núcleo de matriz.
50. Matriz, de acordo com a reivindicação 43, em que os meiosde travamento da parte de matriz formadora de cilindros são operados comao menos um atuador mantido pela máquina de fundição sob pressão.
51. Matriz, de acordo com a reivindicação 50, em que ao menosum atuador é mantido pela prensa móvel da máquina de fundição sob pressão.
52. Matriz, de acordo com a reivindicação 51, em que ao menosum atuador é mantido na parte traseira da prensa móvel e fica conectadoaos meios de travamento de núcleo de matriz por ao menos uma haste deconexão que passa através de uma abertura na prensa móvel.
53. Matriz, de acordo com a reivindicação 50, em que os meiosde travamento de núcleo de matriz são independentemente acionados, apartir de uma primeira posição travando ao menos um par de partes de ma-triz formadoras de cilindros em sua posição estendida até uma segunda po-sição permitindo que as partes de matriz formadoras de cilindros sejam re-traídas por um atuador mantido na parte traseira da prensa móvel da máqui-na de fundição sob pressão.
54. Matriz, de acordo com a reivindicação 29, em que as partes dematriz formadoras de cilindros incluem meios para reduzir sua temperatura.
55. Matriz, de acordo com a reivindicação 54, em que os meios deredução de temperatura das partes de matriz formadoras de cilindros compre-endem meios para transportar um refrigerante no interior de seus corpos.
56. Matriz, de acordo com a reivindicação 55, em que os meios deredução de temperatura das partes de matriz formadoras de cilindros compre-endem uma ou mais passagens de refrigerante no interior das partes de matrizformadoras de cilindros conectáveis a uma fonte externa de refrigerante.
57. Matriz, de acordo com a reivindicação 56, em que um oumais condutos tubulares rígidos são conectados às partes de matriz forma-doras de cilindros em comunicação com uma ou mais passagens de refrige-rante das partes de matriz formadoras de cilindros.
58. Matriz, de acordo com a reivindicação 57, em que um oumais condutos tubulares se estendem adjacentes à parte traseira do elemen-to de matriz móvel e proporcionam ao menos uma superfície traseira quepode ser usada para remover as partes de matriz formadoras de cavidadesdo elemento de matriz móvel.
59. Matriz, de acordo com a reivindicação 54, em que as partesde núcleo de matriz formadoras de cilindros incluem, também, meios parareduzir a temperatura das peças fixas de núcleo de matriz formadoras decamisas de água.
60. Matriz, de acordo com a reivindicação 59, em que as peçasde núcleo de matriz formadoras de cilindros das peças de matriz formadorade cilindros transportam porções adjacentes de refrigerante de suas superfí-cies externas, e as peças fixas de núcleo de matriz formadoras de camisasde água têm superfícies internas que fazem interface com as ditas porçõesde superfície externa das peças de núcleo de matriz formadoras de cilindros.
61. Matriz, de acordo com a reivindicação 56, em que as partesde núcleo de matriz formadoras de cilindros incluem peças fixas de matrizformadoras de camisas de água, e as passagens de refrigerante das partesde matriz formadoras de cilindros incluem uma ou mais passagens de refri-gerante das peças de núcleo de matriz formadoras de camisas de água.
62. Método para manutenção de uma matriz de fundição de blo-cos em V de motores de combustão interna, que inclui ao menos uma partede matriz formadora de cilindros mantida, de maneira móvel, pela matriz defundição de blocos em V para reciprocidade entre a primeira posição que seestende dentro da cavidade formada pela matriz de fundição de blocos em Vpara formação de cilindros do bloco em V fundido e uma segunda posiçãoretraída no interior da matriz de fundição de blocos em V, e meios para reci-procar ao menos uma parte de matriz formadora de cilindros entre suas pri-meiras e segundas posições, que compreendem;proporcionar meios para travar a parte de matriz formadora decilindros aos meios que servem para reciprocar a parte de matriz formadorade cilindros entre suas primeiras e segundas posições,proporcionar acesso aos meios de travamento por fora da matrizde fundição de blocos em V,desengatar os meios de travamento, permitindo, assim, a remo-ção da parte de matriz formadora de cilindros da matriz de fundição de blo-cos em V, eremover a parte de matriz formadora de cilindros da máquina defundição de blocos em V aplicando-se uma força que impele a parte de ma-triz formadora de cilindros na direção de movimento a partir de sua segundaposição até sua primeira posição.
63. Método, de acordo com a reivindicação 62, em que ao me-nos uma parte de matriz formadora de cilindros foi movida para sua primeiraposição estendida para remoção da parte de matriz formadora de cilindros.
64. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que a força éaplicada à parte traseira de ao menos uma peça de matriz formadora de ci-lindros com a finalidade de removê-la da matriz de fundição de blocos em V.
65. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que a parteestendida de ao menos uma peça de matriz formadora de cilindros é agarra-da e a parte de matriz formadora de cilindros removida puxando-a junto àmatriz de fundição de blocos em V.
66. Método, de acordo com a reivindicação 65, em que a peçade matriz formadora de cilindros é agarrada para remoção engatando-se, demaneira compressível, sua superfície externa.
67. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que ao me-nos uma parte de matriz formadora de cilindros é movida para sua primeiraposição estendida antes de desengatar os meios de travamento.
68. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que os meiosde travamento são desengatados de ao menos uma parte de matriz formado-ra de cilindros antes de ela ser movida para sua primeira posição estendida.
69. Método, de acordo com a reivindicação 62, em que o acessoé proporcionado aos meios de travamento removendo-se uma porção damatriz de fundição de blocos em V.
70. Método, de acordo com a reivindicação 62, em que os meiosde travamento estão contidos no interior da matriz de fundição de blocos emV e são desengatados de ao menos uma parte de matriz formadora de cilin-dros movendo-a no interior da matriz de fundição de blocos em V a partir deuma primeira posição que trava ao menos uma parte de matriz formadora decilindros aos meios que servem para reciprocar a peça de matriz formadorade cilindros entre suas primeiras e segundas posições até uma segunda po-sição desengatada de ao menos uma parte de matriz formadora de cilindros.
71. Método, de acordo com a reivindicação 70, em que os meiospara reciprocar a parte de matriz formadora de cilindros inclui ao menos umatuador e um elemento de interconexão mantido, de maneira móvel, pelamatriz de fundição de blocos em V.
72. Método, de acordo com a reivindicação 71, em que os meiosde travamento são mantidos, de maneira móvel, no interior do elemento deinterconexão e movidos entre suas primeiras e segundas posições.
73. Método, de acordo com a reivindicação 69, em que o acessoaos meios de travamento é proporcionado movendo-se a parte de matrizformadora de cilindros para sua primeira posição.
74. Método, de acordo com a reivindicação 62, em que os meiosde travamento são removidos da matriz de fundição de blocos em V de mo-do a permitir a remoção da parte de matriz formadora de cilindros.
75. Método, de acordo com a reivindicação 62, em que ao me-nos uma parte de matriz formadora de cilindros compreende ao menos umapeça de matriz formadora de cilindros e ao menos uma peça de matriz for-madora de camisas de água que são interconectadas, e a peça de matrizformadora de cilindros e a peça de matriz formadora de camisas de água aoremovidas juntamente.
76. Método, de acordo com a reivindicação 75, em que ao me-nos uma peça de matriz formadora de cilindros e ao menos uma peça dematriz formadora de camisas de água são separadas após sua remoção.
77. Método, de acordo com a reivindicação 75, em que ao me·nos uma peça de matriz formadora de cilindros e ao menos uma peça dematriz formadora de camisas de água são interconectadas por uma superfí-cie externa voltada para frente sobre a peça de matriz formadora de cilindrose uma superfície interna de conexão voltada para trás da peça de matrizformadora de camisas de água, e ao menos uma peça de matriz formadorade camisas de água é substituída movendo-a para frente sobre ao menosuma peça de matriz formadora de cilindros.
78. Método, de acordo com a reivindicação 75, em que ao me-nos uma peça de matriz formadora de cilindros e ao menos uma peça dematriz formadora de camisas de água são interconectadas separadamentepor um terceiro meio removível de interconexão.
79. Ferramenta para remover uma parte de matriz formadora decilindros de uma matriz de fundição de blocos em V, que compreende umprimeiro meio para engatar uma porção da parte de matriz formadora de ci-lindros e um segundo meio que permite que força seja aplicada ao primeiromeio para puxar a parte de matriz formadora de cilindros da matriz.
80. Ferramenta, de acordo com a reivindicação 79, em que oprimeiro meio inclui uma porção que circunda a parte de matriz formadora decilindros e ao menos um membro rosqueado mantida, de maneira rosquea-da, pela porção circundante do primeiro meio em posição para engatar, demaneira compressiva, a parte de matriz formadora de cilindros.
81. Ferramenta, de acordo com a reivindicação 80, em que aparte de matriz formadora de cilindros inclui uma peça de matriz formadorade camisas de água, sendo que o primeiro meio inclui uma porção que cir-cunda a peça de matriz formadora de camisas de água e um ou mais mem-bros rosqueados engatam, de maneira compressiva, a peça de matriz for-madora de camisas de água.
82. Ferramenta, de acordo com a reivindicação 79, em que oprimeiro meio para engatar a peça de matriz formadora de cilindros propor-ciona ao menos uma superfície adaptada para agarrar a parte de matriz for-madora de cilindros.
83. Ferramenta, de acordo com a reivindicação 82, em que ao me-nos uma superfície adaptada para agarrar a peça de matriz formadora de cilin-dros compreende ao menos um membro rosqueado com uma parte reforçadaque serve para agarrar a superfície da parte de matriz formadora de cilindros.
84. Ferramenta, de acordo com a reivindicação 79, que compre-ende, ainda, uma porção de extremidade adaptada para se fixar a um meiode corrente.
85. Ferramenta, de acordo com a reivindicação 84, em que adita porção de extremidade compreende um flange que se estende para forado dito primeiro meio e inclui ao menos uma abertura que serve para se fixarao dito meio de corrente.
86. Ferramenta, de acordo com a reivindicação 85, em que adita ao menos uma abertura compreende uma pluralidade de orifícios espa-çados e rosqueados.
87. Parte de matriz formadora de cilindros para uma matriz defundição de blocos em V, que compreende;uma peça de matriz formadora de cilindros e uma peça de matrizformadora de camisas de água, sendo que a dita peça de matriz formadorade cilindros e a peça de matriz formadora de camisas de água são adapta-das para serem movidas juntas no interior de uma matriz de fundição de blo-cos em V na direção de seus eixos geométricos centrais e separados medi-ante sua remoção da matriz de fundição de blocos em V.
88. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 87, em que apeça de matriz formadora de cilindros e a peça de matriz formadora de ca-misas de água são interconectadas por uma superfície voltada para frenteda peça de matriz formadora de cilindros e uma superfície voltada para trásda peça de matriz formadora de camisas de água.
89. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 87, em que apeça de matriz formadora de cilindros e a peça de matriz formadora de ca-misas de água são interconectadas por um terceiro meio de interconexão.
90. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 87, em que aparte de matriz formadora de cilindros é adaptada em sua parte traseira paraser conectada por meios que servem para mover a peça de matriz formado-ra de cilindros e a peça de matriz formadora de camisas de água na direçãode seus eixos geométricos centrais.
91. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 87, em que apeça de matriz formadora de cilindros e a peça de matriz formadora de ca-misas de água são adaptadas em sua parte traseira para serem travadas, demaneira removível, a ao menos um elemento de interconexão engatado aosmeios que servem para mover a peça de matriz formadora de cilindros e apeça de matriz formadora de camisas de água na direção de seus eixos ge-ométricos centrais.
92. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 91, em que apeça de matriz formadora de camisas de água inclui um flange em sua partetraseira, sendo que o dito flange proporciona uma superfície anular voltadapara trás e uma superfície anular voltada para frente, e em que ao menosum elemento de interconexão compreende um primeiro elemento cilíndricocom uma porção frontal que circunda a peça de matriz formadora de cami-sas de água e tem uma superfície anular voltada para trás engatada à super-fície anular voltada para frente da peça de matriz formadora de camisas deágua, e tem uma porção traseira adaptada para ser travada, de maneira re-movível, aos meios que servem para mover a peça de matriz formadora decilindros e a peça de matriz formadora de camisas de água na direção deseus eixos geométricos centrais.
93. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 92, em queao menos um elemento de interconexão inclui um segundo elemento de in-terconexão dotado de uma porção frontal que se estende dentro do primeiroelemento cilíndrico e adaptado para ser engatado e travado, de maneira re-movível, ao dito primeiro elemento cilíndrico.
94. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 93, em que osegundo elemento de interconexão inclui uma superfície voltada para enga-tada à superfície anular voltada para trás da peça de matriz formadora decamisas de água.
95. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 93, em que osegundo elemento de interconexão inclui uma segunda superfície voltadapara frente engatada à superfície traseira da peça de matriz formadora decilindros.
96. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 92, em que osegundo elemento de interconexão inclui uma terceira superfície voltada pa-ra frente engatada a uma segunda superfície anular voltada para trás doprimeiro elemento cilíndrico.
97. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 87, em que apeça de matriz formadora de cilindros inclui uma haste que se estende paratrás dotada de uma porção ampliada adjacente a sua parte traseira com umasuperfície voltada para frente adaptada para conexão com meios que servempara mover a peça de matriz formadora de cilindros e a peça de matriz forma-dora de camisas de água na direção de seus eixos geométricos centrais.
98. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 87, em queos meios que servem para mover a peça de matriz formadora de cilindros ea peça de matriz formadora de camisas de água na direção de seus eixosgeométricos centrais incluem ao menos uma porção de forquilha adaptadapara engatar, de maneira deslizante, a porção de haste que se estende paratrás da peça de matriz formadora de cilindros e adaptada para se movimen-tar em uma direção transversal à direção dos eixos geométricos centrais dapeça de matriz formadora de cilindros e da peça de matriz formadora de ca-misas de água para engatar a porção de haste quando movidas na direçãoda porção de haste e desengatar da peça de matriz formadora de cilindrosquando movidas para longe da porção de haste, permitindo movimento dapeça de matriz formadora de cilindros na direção de seus eixos geométricoscentrais e retendo, de maneira liberável, a peça de matriz formadora de ci-lindros e a peça de matriz formadora de camisas de água na matriz de fundi-ção de blocos em V.
99. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 87, em que aparte de matriz formadora de cilindros inclui meios para reduzir a temperatura.
100. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 99, em que osmeios de redução de temperatura da peça de matriz formadora de cilindroscompreendem meios para manter um refrigerante no interior de seu corpo.
101. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 100, emque os meios de redução de temperatura das peças de matriz formadora decilindros compreendem uma ou mais passagens de refrigerante no interiorda parte de matriz formadora de cilindros conectáveis a uma fonte externade refrigerante.
102. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 101, emque os meios de redução de temperatura compreendem um ou mais condu-tos tubulares rígidos conectados às partes de matriz formadoras de cilindrosem comunicação com uma ou mais passagens de refrigerante das partes dematriz formadoras de cilindros.
103. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 102, emque um ou mais condutos tubulares se estendem para trás e proporcionamuma superfície traseira que pode ser usada para remover as partes de ma-triz formadoras de cavidades da matriz de fundição de blocos em V.
104. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 99, em que apeça de núcleo de matriz formadora de cilindros da peça de matriz formadorade cilindros compreende meios para transportar refrigerante adjacente a umaporção de superfície externa, e a peça de núcleo de matriz formadora de cami-sas de água tem uma superfície interna que faz interfaces com a dita porção desuperfície externa da peça de núcleo de matriz formadora de cilindros.
105. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 100, emque a parte de matriz formadora de cilindros compreende uma ou mais pas-sagens de refrigerante que se estendem para fora no interior da peça de ma-triz formadora de cilindros adjacente a uma porção de superfície externa dapeça de matriz formadora de cilindros.
106. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 105, emque os meios para reduzir a temperatura da peça de núcleo de matriz for-madora de camisas de água compreendem uma ou mais passagens de re-frigerante da pela de matriz formadora de camisas de água que transportamo refrigerante em uma relação de transferência de calor com uma superfícieinterna da peça de matriz formadora de camisas de água.
107. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 106, emque uma ou mais passagens de refrigerante da peça de matriz formadora decilindros incluem uma passagem anular formada ao redor e adjacente à par-te traseira da peça de matriz formadora de cilindros e fechada em sua parteexterna pela dita superfície interna da peça de matriz formadora de camisasde água.
108. Parte de matriz, de acordo com a reivindicação 99, em quea peça de núcleo de matriz formadora de camisas de água inclui uma oumais passagens de refrigerante, e a peça de núcleo de matriz formadora decilindros tem uma ou mais passagens de refrigerante em comunicação comuma ou mais passagens de refrigerante da peça de núcleo de matriz forma-dora de camisas de água.
109. Parte de matriz formadora de cilindros para uma matriz defundição de blocos em V que compreende uma extremidade formadora decilindros, uma porção central de haste que se estende para trás conduzindoa uma porção traseira ampliada com dimensões externas menores que odiâmetro da extremidade formadora de cilindros.
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