BRPI0708538A2 - grupos de impressão de uma impressora - Google Patents

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BRPI0708538A2
BRPI0708538A2 BRPI0708538-9A BRPI0708538A BRPI0708538A2 BR PI0708538 A2 BRPI0708538 A2 BR PI0708538A2 BR PI0708538 A BRPI0708538 A BR PI0708538A BR PI0708538 A2 BRPI0708538 A2 BR PI0708538A2
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Bernd Kurt Masuch
Georg Schneider
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Koenig & Bauer Ag
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Abstract

GRUPOS DE IMPRESSãO DE UMA IMPRESSORA. A presente invenção refere-se a um grupo de impressão de uma impressora, que compreende um cilindro de transferência (06), um cilindro de gravar e um primeiro rolo (28) de uma unidade de fornecimento de tinta (08), que funciona junto com o cilindro de gravar como rolo de aplicação de umidade (28). O primeiro rolo (28) apresenta, substancialmente, o mesmo diâmetro do cilindro de gravar (07), e sendo que os eixos de rotação do cilindro de gravar (07) e os eixos de rotação do cilindro de transferência (06) associado definem, em posição de operação, um plano (E). Em posição de operação, um plano (A), definido pelos eixos de rotação do rolo de aplicação (28) e do cilindro de gravar (07), formam um ângulo <sym> máximo de 450, junto com o plano (E), definido pelos eixos de rotação do cilindro de gravar (07) e do cilindro de transferência (06). O cilindro de gravar (07) e/ou o cilindro de transferência (06) estão montados de modo ajustável na direção do cilindro de transferência (06), por meio de pelo menos um ativador (82) manobrável por meio de pressão, associado apenas ao cilindro de gravar (07) e/ou ao cilindro de transmissão(06), enquanto o primeiro rolo (28) está de modo ajustável na direção do cilindro de transferência (06), por meio de pelo menos um ativador (253; 322), que está associado apenas ao rolo (28) e é ativado por um meio de pressão, e tem um componente de movimento. Um segundo rolo (33; 26) que funciona em conjunto com o primeiro rolo (28), está previsto abaixo do plano (E).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "GRUPOS DEIMPRESSÃO DE UMA IMPRESSORA".
Descrição
A presente invenção refere-se a grupos de impressão de umaimpressora de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1 ou 2.
Pelo documento EP 0331 870 A2 é conhecido um dispositivopara apoio de um par de cilindros de uma impressora, sendo que as carca-ças de mancai, que apoiam, em cada caso, um moente dos cilindros, paraajuste de uma distância entre os cilindros, que podem ser solicitados pormeio de uma disposição de cilindros de meio de pressão com forças iguaisumas às outras, diferentes umas das outras ou também iguais umas às ou-tras em grupos, e desse modo, podem ser ajustados, sendo que a respectivadireção de ação dos cilindros de meio de pressão está, em cada caso, nomesmo sentido. Com essa disposição de cilindros de meio de pressão, por-tanto, só é possível, substancialmente, um ajuste unidimensional. As forçasa ser ajustadas podem ser ajustadas ou previamente selecionadas durante ofuncionamento de máquina ou também antes do início do funcionamento damáquina com um aparelho de controle e regulagem de ajuste-seleção pré-via, sendo que, no caso de o aparelho ser um aparelho de regulagem, umsensor está associado a esse aparelho de regulagem, que comunica suasobservações ao aparelho de regulagem. A pressão ajustada nos cilindros demeio de pressão pelo aparelho de regulagem pode ser ajustada continua-mente, em amplos limites, durante o funcionamento do dispositivo, conformedesejado, por exemplo, de acordo com a velocidade de rolamento dos cilin-dros ou de acordo com o número de rotações desses cilindros.
Pelo documento DE 102 44 043 A1 são conhecidos dispositivospara ajuste de rolos em uma impressora, sendo que as duas extremidadesde um rolo, que exerce uma força de compressão sobre um corpo de rota-ção adjacente, estão apoiadas, em cada caso, em um mancai de apoio comum alojamento de rolo, capaz de curso radial, sendo que cada mancai deapoio apresenta ativadores, que podem ser solicitados com pressão por ummeio de pressão, e que atuam sobre o rolo. Um rolo ajustável desse modotambém está encostado, por exemplo, contra um rolo de gravar.
Pelo documento DE 38 25 517 A1 é conhecido um dispositivopara ligar e desligar, bem como ajustar, rolos de unidade de fornecimento detinta ou rolos de unidade de umedecimento de uma impressora, sendo queum aparelho de controle, programável por memória, regula automaticamen-te, por meio de uma pressão de encosto predeterminada, introduzida, a po-sição de um rolo de unidade de fornecimento de tinta ou de unidade de u-medecimento, com relação a um rolo de fricção estacionário. O aparelho decontrole programável por memória dá um comando de ajuste a um membrode ajuste acionado eletricamente, sendo que o membro de ajuste, formadocomo motor de corrente contínua, retransmite o comando de ajuste a umelemento de ajuste, sendo que o elemento de ajuste é responsável pelo a-juste mecânico do rolo de unidade de fornecimento de tinta ou unidade deumedecimento. O membro de ajuste acionado eletricamente, bem como oelemento de ajuste, estão dispostos em um castelo de rolo do rolo de unida-de de fornecimento de tinta ou de unidade de umedecimento ajustável. Como dispositivo conhecido do documento DE 38 25 517 A1 é possível um ajusteremoto dos rolos de unidade de fornecimento de tinta ou unidade de umede-cimento. Partindo de uma posição básica dos rolos de unidade de forneci-mento de tinta ou unidade de umedecimento, podem ser armazenados paratipos de produção diferentes valores de ajuste para outras posições no apa-relho de controle programável por memória. Desse modo, os valores de a-juste para os rolos de unidade de fornecimento de tinta ou unidade de ume-decimento são dependentes do tipo de produção escolhido, sendo que valo-res de ajuste previamente determinados para as posições diferentes de a-cordo com o tipo de produção são determinados com um programa pelo a-parelho de controle programável por memória.
Pelos documentos WO 03/049946 A2 e WO 2004/028810 A1são conhecidos processos para operação de uma unidade de fornecimentode tinta ou unidade de umedecimento de uma impressora, sendo que na u-nidade de fornecimento de tinta ou unidade de umedecimento estão previs-tos pelo menos três rolos ou cilindros, que podem chegar ao encosto um nooutro em pelo menos duas faixas de rolo, e sendo que pelo menos um dosrolos está apoiado de modo ajustável em relação aos outros rolos em umchassi de máquina. O rolo apoiado de modo ajustável, para o ajuste variávelda respectiva pressão de compressão nas duas faixas de rolo, é comprimidocom uma força ajustável em tamanho e direção na fenda entre os rolos en-costados.
De acordo com o documento EP 1161 345 B1 é conhecida aproposta de dotar o cilindro de gravar de perímetro simples, fino, não só nasextremidades de cilindro, mas também no centro, de um outro anel de supor-te. O cilindro de gravar imprime contra um cilindro de transmissão com o do-bro do tamanho e recebe tinta de um rolo de tamanho simples. Este últimorecebe tinta de um cilindro anilox com aproximadamente o dobro do tama-nho, com nivelador de câmara (offset a seco). Esses quatro cilindros estãosituados em um plano, sendo que os cilindros grandes impedem uma flexãodos dois cilindros pequenos. Além disso, é mostrado um tipo de construçãocom uma unidade de fornecimento de tinta clássica, sendo que dois rolos deaplicação com rolos de tinta e cilindros de fricção, são abastecidos por um"cilindro nu" grande, como unidade de fornecimento de tinta de sifão, comtinta para o cilindro de gravar pequeno. Nesse caso, entre o cilindro de gra-var e o cilindro nu grande situam-se externamente e no centro apenas trêsdiscos de apoio, que se apoiam sobre anéis de suporte do cilindro nu e secomprimem contra os anéis de suporte do cilindro de gravar, com o que éimpedida a flexão do mesmo pelas forças de pressão entre cilindro de gravare cilindro de transmissão. Além disso, o documento de patente mostra quetodos os oito cilindros ou discos de apoio envolvidos situam-se em um planoou, por um ângulo, em dois planos. Nessa proposta, é desvantajoso o usode anéis de suporte, cuja troca no caso de desgaste é demorada e dispendi-osa. Além disso, o apoio dos dois cilindros pequenos é espacialmente limita-do. O cilindro de gravar pequeno está assimetricamente apertado, de mododesvantajoso, entre um pano de borracha contra o cilindro de transmissão eduas espessuras de pano de borracha do rolo de aplicação pequeno, contrao cilindro nu grande.Pelo documento WO 2005/097504 A2 está previsto, em umamodalidade de uma unidade de impressão, um rolo de aplicação de umaunidade de fornecimento de tinta curta, cujo diâmetro corresponde ao docilindro de gravar associado. Para o ajuste dos cilindros do grupo de irrípres-são estão previstos ativadores manobráveis por meio de pressão e mancaislineares.
O documento DE 32 23 352 A1 descreve um grupo de impres-são, cujo rolo de aplicação de umidade apresenta um diâmetro igual ao docilindro de gravar.O grupo de impressão funciona com umedecimento poste-rior, sendo que a unidade de fornecimento de tinta é formada como unidadede fornecimento de tinta curta, por um reservatório de tinta, um rolo de retí-cula e um rolo de aplicação.
A invenção tem por base a tarefa de criar grupos de impressãode uma impressora.
A tarefa é solucionada de acordo com a invenção pelas caracte-rísticas das reivindicações 1 ou 2.
As vantagens a ser obtidas com a invenção consistem, particu-larmente, no fato de que é criado um grupo de impressão, simples de serproduzido e, não obstante, resistente, para cilindros estreitos, longos.
A disposição dos eixos de rotação de cilindro de transferência,cilindro de gravar e rolo de aplicação de umidade , substancialmente em umplano comum, aumenta a resistência do grupo de impressão no que se refe-re a flexões/ oscilações causadas por impactos do canal.
Pelo uso de guias lineares para os cilindros do grupo de impres-são, é obtida uma posição de montagem ideal dos cilindros com relação apossíveis oscilações dos cilindros. Além disso, pelo apoio dos cilindros emguias lineares, são realizados caminhos de ajuste pequenos e, portanto,também não é necessário nenhum fuso de sincronização. A montagemcomplexa de mancais de três anéis é suprimida.
Em uma modalidade, sob uso de ativadores controláveis por for-ça para encosto e desencosto, é particularmente vantajoso que a força decompressão exercida por um rolo ou um cilindro em uma faixa de rolo sobreum corpo rotativo adjacente, seja ajustável de acordo com a necessidade.
Particularmente o apoio linear em conjunto com a direção de ajuste e o usode ativadores controláveis por força, contêm vantagens no que se refere aresistência e possibilidade de ajuste.
O apoio de rolos e/ou cilindros internamente nas armações late-rais permite, além da montagem simples, também o encurtamento de moen-tes de cilindros, o que se manifesta como redução de oscilações.
A modalidade citada dos mancais lineares para cilindros e/ou orolo de aplicação com esbarros móveis, possibilita um ajuste dos cilindrosimportante para a impressão e, ainda, um ajuste básico automático - parauma nova configuração, uma nova tela de impressão etc.
Outras vantagens a ser obtidas com a invenção consistem nofato de que a força de compressão exercida por um rolo ou um cilindro emuma faixa de rolo sobre um corpo rotativo adjacente por uma unidade decontrole, por exemplo, visando ativadores individuais, que participam do a-juste, é ajustável individualmente, de acordo com a necessidade e um ajusteexistente é alterável, de preferência, controlado remotamente, por exemplo,também durante uma produção corrente do grupo de impressão.
Em uma modalidade particularmente vantajosa da unidade defornecimento de tinta, a mesma apresenta um rolo de aplicação, que funcio-na em conjunto com o cilindro de gravar, cujo diâmetro é do mesmo tama-nho como o do cilindro de gravar. A um rolo de aplicação do mesmo tama-nho, há mais espaço disponível para manobra e sistemas de troca de placa(semi)-automáticos. Pelo rolo de aplicação grande é exercido um efeito deapoio ao cilindro de gravar, de preferência, de tamanho simples. Em umamodalidade vantajosa no que se refere a oscilações, os eixos de rotação docilindro de transferência, cilindro de gravar e do rolo de aplicação do mesmogrupo de impressão, em posição de encosto, estão dispostos em um mesmoplano. Em desenvolvimento adicional a isso, os dois planos de dois gruposde impressão de um grupo de impressão duplo até mesmo coincidem, demodo que os eixos de rotação dos dois cilindros de transferência, dos doiscilindros de gravar e dos dois rolos de aplicação e chegam a ficar no mesmoplano. Em vista de uma solução mais conveniente para manejo, o plano doscilindros de transferência e de gravar pode estar inclinado ligeiramente, porexemplo, em <15°, em relação ao plano do cilindro de gravar e rolo de apli-cação.
O cilindro de gravar de tamanho simples apresenta, vantajosa-mente, um canal contínuo que chega até sobre os seis lados, para fixaçãodas extremidades dos moldes de impressão.
Vantajosamente, em relação à resistência do grupo de impres-são, os cilindros de transferência apresentam um perímetro duplo ou atémesmo maior (por exemplo, triplo ou quádruplo). Nesse caso, os cilindros detransferência de tamanho duplo estão equipados, por exemplo, com três te-las de impressão, dispostas um ao lado do outro, que em uma modalidadevantajosa, estão deslocadas alternadamente com as extremidades em 180°uma à outra na direção periférica, e, em uma modalidade mais econômica,estão dispostas com as extremidades alinhadas uma ao lado da outra. Em
uma terceira e uma quarta modalidade, vantajosas em vista de larguras defaixa variáveis,podem estar dispostas duas telas de impressão com largurade três lados (alinhas uma ao lado da outra ou deslocadas em 180°) ou emtodo o perímetro pode estar disposta uma única tela de impressão, com Iar-gura de seis lados.
Exemplos de modalidades da invenção estão representados nosdesenhos e são descritas mais detalhadamente a seguir.Mostram:
figura 1 uma representação esquemática de uma impressora;
figura 2 uma representação esquemática da torre de impressãode acordo com a figura 1;
figura 3 uma representação esquemática para uma primeira mo-dalidade dos cilindros do grupo de impressão, que funcionam em conjunto;
figura 4 uma representação esquemática para uma segundamodalidade dos cilindros do grupo de impressão, que funcionam em conjun-to;
figura 5 uma modalidade de uma unidade de fornecimento detinta;
figura 6 uma modalidade de uma unidade de fornecimento de
tinta;
figura 7 uma modalidade de uma unidade de fornecimento de
tinta;
figura 8 uma modalidade de uma unidade de fornecimento detinta;
figura 9 uma modalidade de uma unidade de fornecimento detinta;
figura 10 uma modalidade de uma unidade de fornecimento detinta;
figura 11 uma modalidade de uma unidade de fornecimento detinta;figura 12 uma modalidade de uma unidade de impressão;
figura 13 uma modalidade de uma unidade de impressão;
figura 14a-estrutura de um revestimento de rolo;
figura 14b estrutura de uma outra modalidade de um revestimen-to de rolo;
figura 15 modalidade do rolo de aplicação de umidade ;
figura 16 uma vista de cima sobre um grupo de impressão duplo;
figura 17 um corte longitudinal esquemático por uma unidade demancai;
figura 18 um corte transversal esquemático por uma unidade demancai;
figura 19 um esboço de princípio para apoio e ajuste dos cilin-dros;
figura 20 uma modalidade para o acionamento de um grupo deimpressão;
figura 21 um exemplo de modalidade para um acionamento daunidade de fornecimento de tinta;
figura 22 um outro exemplo de modalidade para um acionamen-to da unidade de fornecimento de tinta;figura 23 um castelo de rolo em um corte longitudinal;
figura 24 o castelo de rolo de acordo com a figura 23 em umavista em perspectiva, com um corte longitudinal parcial em dois planos quese encontram ortogonalmente um sobre o outro;
figura 25 uma representação esquemática de ativadores de for-ças radiais exercidas sobre um rolo controlável, sem um desvio do rolo con-trolável;
figura 26 uma representação esquemática de ativadores de for-ças radiais exercidas sobre um rolo controlável, com um desvio do rolo con-trolável;
figura 27 uma representação esquemática do ponto de apertocom tela de impressão "macia";
figura 28 uma representação de linhas características elásticasde diferentes camadas de tela de impressão;
figura 29 uma modalidade de uma torre de cilindros com unida-des de impressão de nove cilindros.
Uma impressora, por exemplo, impressão de rotação de rolosrepresentada esquematicamente, por exemplo, na figura 1, particularmente,uma impressora de rotação de rolos a cores, apresenta pelo menos umaunidade de impressão 01, na qual uma faixa de material, abreviadamente,faixa, pode ser impressão nos dois lados de modo simples ou, particular-mente sucessivamente de modo múltiplo, por exemplo, nesse caso, em qua-tro vezes, ou então podem ser impressas diversas faixas simultaneamente,de modo simples ou múltiplo. A impressora está formada, particularmente,como impressora de jornal e a unidade de impressão 01, para impressão dematerial de impressão realizado como papel de jornal, por exemplo, papelnão recoberto ou papel com pequenos pesos de cobertura de até 25 g/m2.
No exemplo da figura 1 estão previstas diversas torres de im-pressora, em cada caso, com duas unidades de impressão 01 empilhadas. Aunidade de impressão 01 apresenta diversos (no presente caso, quatro) gru-pos de impressão 03, dispostos verticalmente um sobre o outro na impres-são em dois lados na operação de borracha-contra-borracha (figura 2). Osgrupos de pressão duplos 03 - aqui, representados com cilindros de grupode impressão 06; 07 situados em um plano, mas, em princípio, também po-dem estar formados na forma de grupos de impressão de ponte ou n. Osgrupos de impressão duplos 03 são formados, em cada caso, por dois gru-pos de impressão 04, cada um dos quais apresenta um cilindro 06; 07, for-mado como cilindro de transferência 06 e um como cilindro de gravar 07, porexemplo, cilindros de grupo de impressão 06; 07, bem como uma unidade defornecimento de tinta 08 e, no caso da impressão de offset a úmido, adicio-nalmente, uma unidade de umedecimento 09. Em cada caso, entre os doiscilindros de transferência 06 é formado em posição de encosto um ponto deimpressão (duplo) 05. Os componentes citados estão designados apenas nogrupo de impressão duplo 03 superior da figura 2, sendo que, no entanto, osgrupos de impressão (duplos) 03; 04 estão realizados, substancialmente, demodo idêntico - particularmente, na configuração das características impor-tantes para a invenção. Os grupos de impressão duplos 03 - sem a caracte-rística vantajosa descrita abaixo,dadisposiçãolinear (plana) também po-dem estar realizadas, contrariamente à representação na figura 2 , comounidade em n, que se abre para baixo, ou unidade em U, que se abre paracima.
A unidade de impressão 01 apresenta em modalidades vantajo-sas, dependendo da exigência, tipo de máquina, tecnologia usada e/ou es-tágio de acabamento - uma ou mais das seguintes características. A unidadede impressão 01 ou o grupo de impressão duplo 03 é/são realizados de mo-do separável em termos de operação, por exemplo, no centro, isto é, na re-gião do(s) ponto(s) de impressão dupla 05 e/ou as unidades de aplicação detinta 08 (e, opcionalmente, unidades de umedecimento 09) apresentam umrolo de aplicação "grande" e/ou os mancais de cilindro são ajustáveis porcontrole de força em mancais lineares e/ou os eixos de rotação dos cilindrosde grupo de impressão 06; 07 em encosto de impressão estão realizados,substancialmente, situados em um plano comum e/ou os rolos são controla-dos por força em castelos de rolo e/ou o cilindro de transferência tem o do-bro do tamanho do cilindro de gravar e/ou apresenta telas de impressoracorrespondente, particularmente, telas de impressora metálicas. Adicional-mente, a modalidade pode ser desenvolvida adicionalmente, de modo vanta-joso, por acionamentos individuais especiais dos cilindros 06; 07. Isso tam-bém vale, em modalidade vantajosa, para a independência mecânica do a-cionamento da unidade de fornecimento de tinta 08 e, opcionalmente, unida-de de umedecimento 09 do acionamento dos cilindros de grupo de impres-são 06; 07.
Em princípio, características individuais ou diversas das caracte-rísticas citadas também podem ser concebidas em unidades de impressão01, que apresentam grupos de impressão 04, que não estão formados comounidades de impressão duplas 03 na impressão de borracha-contra-borracha, mas grupos de impressão 04 que funcionam apenas na impressãode luxo. O cilindro de transferência 06 de um grupo de impressão 04 funcio-na, então, em conjunto com um cilindro de contrapressão. Em vez dos doiscilindros 06; 07 do segundo grupo de impressão 04 e da unidade de forne-cimento de tinta 08, pode, então, ser usado apenas um cilindro de contra-pressão. Para a disposição dentro das paredes laterais, pode valer, então, oque foi descrito abaixo em relação aos outros cilindros 06; 07.
Na figura 2 está representada uma modalidade da unidade deimpressão 01, vantajosa, por exemplo, em vista de um manejo facilitado,sendo que a mesma está realizada, por exemplo, de modo separável na re-gião de seu(s) ponto(s) de impressão 05, em termos de operação, isto é,para fins de acabamento e manutenção (contrariamente a um desmembra-mento ou desmontagem). As duas partes separáveis uma da outra (inclusiveos cilindros 06; 07, unidades de fornecimento de tinta 08 e, caso existentes,unidades de umedecimento 09) são designados, a seguir, quando necessá-rio e/ou apropriado, com unidades de impressão parcial 01.1 e 01.2.
Para esse fim, os cilindros de grupo de impressão 06; 07 dosdiversos (quatro) grupos de impressão duplos 03 dispostos uns sobre osoutros, estão apoiados de modo rotativo dentro de ou junto a uma seção dearmação ou de parede direita e esquerda 11; 12, por exemplo, armação late-ral 11; 12, de tal modo que os dois cilindros de grupo de impressão 06; 07 deum mesmo grupo de impressão 04 estão associados à mesma seção de ar-mação ou de parede 11; 12. De preferência, os cilindros de grupo de im-pressão 06; 07 de diversos grupos de impressão 04, particularmente, todosque imprimem a faixa no mesmo lado, estão apoiados na mesma seção dearmação ou parede 11; 12. Os cilindros de grupo de impressão 06; 07 po-dem estar apoiados, em princípio, apenas em um lado, isto é, suspensos,apoiados em apenas uma seção de armação 11 frontal. De preferência, po-rém, estão previstas para cada unidade de impressão parcial 01.1; 01.2 duasseções de armação 11; 12 dispostas no lado frontal em relação aos cilindros06; 07. As duas partes separáveis uma da outra são designadas doravantepor unidades de impressão parciais 01.1 e 01.2, que apresentam as respec-tivas seções de armação 11; 12 e grupos de impressão (cilindros de grupode impressão 06; 07 e unidades de fornecimento de tinta 08).
As unidades de impressão parciais 01.1; 01.2, em uma modali-dade vantajosa, podem ser movidas ao longo de uma direção vertical ao ei-xo de rotação dos cilindros 06; 07 uma em direção outra ou uma afastando-se da outra, sendo que, de preferência, um a das duas (aqui, unidade deimpressão parcial 01.1) está apoiada fixamente no espaço, isto é, por exem-plo, sobre um fundo 13 do espaço de impressão, um suporte 13 fixamenteno espaço, uma placa de montagem 13 ou uma armação de montagem 13para a unidade de impressão 01, de modo estacionário, e a outra (aqui, uni-dade de impressão parcial 01.2) de modo móvel em relação ao fundo 13, ousuporte 13 ou placa de montagem 13 ou armação de montagem 13 (dora-vante, suporte 13). Na figura 2 as unidades de impressão parciais 01.1 e01.2 estão representadas em estado unido e na região da linha divisória 10,representada esquematicamente, podem ser separadas.
Para esse fim, as seções de armação 12 externas estão apoia-das em elementos de mancai correspondentes uns aos outros, não repre-sentados, da seção de armação 12 e do suporte 13, por exemplo, formando,em conjunto, uma guia linear 15. Os mesmos podem estar realizados comorolos que se movem em trilhos ou então também como elementos de guialineares, apoiados como corpos de deslizamento ou de rolamento, associa-dos uns aos outros.
De preferência, as seções de parede 11; 12 estão formadas detal modo que em sua posição de funcionamento unida (tal como representa-da) estão formados em seu lado voltado um ao outro, em pares, substanci-almente de modo complementar em forma uma à outra e, não obstante, emestado unido, formam em suas linhas divisórias 10 ou linhas de encosto,uma frente lateral substancialmente fechada. A posição de manutenção, comuma distância entre as duas seções de parede 11; 12, não está representa-da aqui.
A posição relativa das unidades de impressão parciais 01.1; 01.2uma à outra pode ser obtida movendo as seções de armação 12 ou tambémem outra modalidade, pelo fato de que as duas unidades de impressão par-ciais 01.1; 01.2 ou as seções de armação das mesmas 11; 12 estão apoia-das de modo móvel.
Os cilindros de gravar e de transferência 07; 06 estão formados,de preferência, com uma largura de cilindro de pelo menos quatro, particu-larmente seis, para um rendimento de produto particularmente alto, seis, depáginas de impressão, que se encontram dispostas uma ao lado da outra, noformato de jornal, particularmente, no formato de broadsheet. Desse modo,uma faixa de largura dupla pode ser impressa lado a lado com quatro ou,particularmente uma faixa com largura tripla, lado a lado, com seis páginasde jornal, e o cilindro de gravar 07,pode ser coberto, lado a lado, de modocorrespondente, com quatro ou, de preferência, seis, moldes de impressão,particularmente, alinhados uns aos outros com suas extremidades. Na confi-guração de formato vantajosa representada, os cilindros de gravar 07 apre-sentam um perímetro, que corresponde, substancialmente, a uma página deimpressão, particularmente, uma página de impressão vertical, em um for-mato de jornal, isto é, está disposto um molde de impressão 22, que, subs-tancialmente, chega em torno de todo o perímetro e contém a imagem im-pressa de apenas uma página de impressão em formato de jornal.
Para alojamentos dos moldes de impressão 22, o cilindro degravar 07 apresenta, de modo vantajoso, um canal 19 (com uma aberturaem direção à área lateral) para alojamento dos moldes de impressão 22,que, de preferência, estão formados de modo contínuo sobre todo o com-primento de cilindro ativa. O cilindro de gravar 07 pode, então, estar dotadode quatro ou, particularmente, seis moldes de impressão, um ao lado do ou-tro (figura 3).
O canal 19 contínuo em direção axial e/ou os dispositivos de a-perto correspondentes estão realizados de tal modo que em direção axialsão fixáveis, lado a lado, pelo menos diversos moldes de impressão 22, emcada caso, com largura de uma ou duas páginas de jornal. O cilindro de gra-var 07 está então realizado em uma situação de operação com, em cadacaso, um molde de impressão 22 com comprimento da página de impressãoem direção periférica e diversos, por exemplo, quatro ou, particularmenteseis, em cada caso, moldes de impressão 22 com largura de página de im-pressão em direção longitudinal. Também podem estar dispostos, mistura-dos, lado a lado, sobre o cilindro de gravar 07 moldes de impressão 22 comlargura de uma página de impressão e largura de duas ou até mesmo trêspáginas de impressão ou apenas diversos moldes de impressão 22 com lar-gura de duas ou até mesmo três páginas de impressão, lado a lado, que, nasoma, contêm, por exemplo, quatro, mas, particularmente, seis imagens im-pressas de páginas de impressão.
O cilindro de transferência 06, á um formato de tamanho duplo(duas páginas de jornal, uma depois da outra no perímetro), apresenta emuma primeira modalidade, não representada, por exemplo, apenas um canal21, para alojamento de um ou mais (por exemplo, dois) dispositivos de ab-sorção 23, dispostos lado a lado, particularmente, telas de impressão 23,que, nesse caso, também está, então, formado, de preferência, continua-mente sobre todo o comprimento de cilindro ativo. O cilindro de transferência06 pode, então, estar coberto com uma tela de impressão 23 contínua sobreo comprimento do cilindro e que cobre, substancialmente, todo o perímetro,ou com duas ou três telas de impressão 23, lado a lado, que cobrem, subs-tancialmente, todo o perímetro, sendo que as extremidades das mesmas,vistas na direção longitudinal do cilindro 06, estão alinhadas umas às outras.As telas de impressão 23 estão realizadas, de preferência, como uma tela deimpressão 23 de camadas múltiplas, realizada como tela de impressão me-tálica 23, que apresenta uma placa de suporte de dimensões estáveis, comuma camada elástica (vide abaixo).
Em outra modalidade do cilindro de transferência de tamanhoduplo 06, o mesmo pode apresentar duas ou três telas de impressão 23 ladoa lado, sendo que as que estão, em cada caso, adjacentes estão deslocadasumas às outras em 180° na direção periférica. Essas duas ou três telas deimpressão 23 deslocadas umas às outras, podem estar retidas em duas outrês seções de canal, que também estão uma ao lado da outra na direçãolongitudinal do cilindro, mas as seções de canal, em cada caso, adjacentes,estão deslocadas umas às outras em 180°.
A figura 3 e a figura4 mostram representações esquemáticasdos cilindros do grupo de impressão 06; 07, sendo que os cilindros de trans-ferência 06, para fins de maior estabilidade, estão formados com perímetroduplo (tamanho duplo) e os cilindros de gravar 07, com perímetro simples(tamanho simples). Os cilindros de gravar 07 apresentam, em cada caso, umcanal 19 contínuo, citado acima, e, nesse exemplo, seis moldes de impres-são 22 de largura simples (uma página de impressão por molde de impres-são 22). Na figura 3, o cilindro de transferência 06 apresenta na direção lon-gitudinal, lado a lado, dois canais 21 deslocados em 180° em direção perifé-rica, nos quais estão retidas, lado a lado, duas telas de impressão 23, parti-cularmente, duas telas de impressão 23 com largura de três páginas de im-pressão. Na modalidade de acordo com a figura 4, três telas de impressão23 com largura de duas páginas de impressão, são retidas em três canais 21que na direção longitudinal estão dispostos lado a lado, mas em direção pe-riférica estão deslocados um ao outro de modo alternado em 180°.
Em uma modalidade não representada, o cilindro de transferên-cia 06, em seguida, também pode estar formado, alternativamente, como umcilindro de transferência 06, com um perímetro de uma página de impressãovertical, particularmente, página de jornal no formato de broadsheet (tama-nho simples). Nesse caso, ele também pode apresentar uma única tela deimpressão em todo o perímetro ou, então, duas ou três telas de impressão23 em todo o perímetro, dispostas de modo alinhado uma ao lado da outra.Em princípio, pode ser usada qualquer combinação de cilindros de gravar ede transferência 07; 06, com uma relação periférica de número inteiro decilindro de gravar para cilindro de transferência 07; 06 um ao outro, por e-xemplo, 1:1, 1:2. 1:3. 1:4, mas, de preferência, com um cilindro de gravar 07de tamanho simples e um cilindro de transferência 06 de tamanho múltiplo.As características da unidade de impressão 01, que não se referem às me-didas do cilindro de transferência 06, podem depois ser usadas individual-mente ou em combinação das mesmas.
Módulos a ser realizados como unidades de cilindro 17 apresen-tam, por exemplo, um cilindro 06; 07 com moente 63; 64 e uma unidade demancai 14 já montada previamente (apertada previamente ou ajustada pre-viamente) sobre o moente 63; 64. A unidade de mancai 14 e os cilindros 06;07, já antes da inserção na unidade de impressão 01, obtêm sua posiçãofixamente definida uns aos outros e podem ser inseridos em conjunto na u-nidade de impressão 01 e são rígidos (figura 16).
Os perímetros dos cilindros 06 de tamanho duplo podem situar-se entre 840 e 1.300 mm, particularmente, 860 a 1.120, e os dos cilindros detamanho simples 07, de modo correspondente, a 420 a 650 mm, particular-mente, 430 a 560 ou até mesmo entre 430 e 540 mm.
Em impressoras com cilindros 06; 07 muito largos, mas finos,particularmente, cilindro de gravar 07 fino, por exemplo, em máquinas de 6/1(1 página de impressão, particularmente, páginas de jornal verticais, no pe-rímetro e 6 lado a lado), o cilindro de gravar 07, devido à sua geometria, émuito crítico no que se refere a flexão e oscilações do cilindro.
Uma solução, representada esquematicamente nas figuras 5 a11, para o grupo de impressão 04 ou unidade de fornecimento de tinta 08ajuda a enfrentar esse problema.As unidade de fornecimento de tinta 08formadas desse modo podem estar dispostas em uma unidade de impressão01, com uma ou mais das características de execução.
O cilindro de transferência 06, o cilindro de gravar 07 e o rolo 28,por exemplo, rolo de aplicação 28, particularmente, rolo de aplicação de u-midade 28, em uma modalidade vantajosa,tal como representada, por e-xemplo, nas figuras 5 a 9 e 11, estão dispostos linearmente, isto é, no esta-do de encosto de impressão, encontram-se, substancialmente, em um planoE conjunto, definido na posição de encosto de impressão pelos eixos de ro-tação dos cilindros de gravar e transferência 07; 06.Nessa modalidade, oplano E dos cilindros 06; 07 coincide com um plano A, que é formado peloseixos de rotação do cilindro de gravar 07 e do rolo 28 que funciona em con-junto, por exemplo, rolo de aplicação 28, particularmente, rolo de aplicaçãode umidade 28 em encosto de impressão (isto é, posição de operação) (videexemplo das figuras 5 a 9).
O rolo de aplicação de umidade 28 está formado como rolo deaplicação de umidade 28 "grande" e corresponde em seu diâmetro, subs-tancialmente (desvio de, no máximo, +1-5%, particularmente, no máximo, +/-2%) ao do cilindro de gravar 07 - portanto, por exemplo, substancialmente,ao comprimento de uma página de impressão, por exemplo, página de jor-nal. No caso do diâmetro do rolo 28, trata-se, de preferência, do diâmetrosem interferência, isto é, sem uma compressão causada por um encosto. Nocaso do diâmetro do cilindro de gravar 07, trata-se, de preferência, do diâ-metro total efetivo, dotado do modelo de impressão, por exemplo, do ou dosmolde(s) de impressão 22.
O "rolo de aplicação de umidade de 1:1", 28 devido ao seu diâ-metro grande e à disposição geométrica (por exemplo, no plano com as pas-sagens de canal), apoia o cilindro de gravar 07.
Alternativamente a uma cobertura de rolo de aplicação de umi-dade macio, que amortece os efeitos,nos presentes exemplos, para forma-ção da função de apoio,uma cobertura de rolo com uma dureza Shore Adesse rolo de aplicação de umidade 28 de, vantajosamente, > 50, pode fa-zer, por exemplo, entre 60-80. Em um desenvolvimento adicional, o rolo deaplicação de umidade 28 pode ser ligeiramente convexo (por exemplo, con-vexidade sobre o comprimento de cilindro ativo de 0 a 05 mm, particularmen-te, 0 a 0,3 mm).Uma outra modalidade desse rolo 28 é uma cobertura de roloformada como envoltório, por exemplo, como sleeve [luva], que pode serinserida sobre o corpo básico de rolo, ou com uma cobertura de rolo, que éfixada à maneira de uma tela de impressão (comparável com uma tela deimpressão 23 disposta sobre o cilindro de transferência 06, vide abaixo) emum canal, que se estende longitudinalmente sobre o corpo básico de rolo dorolo 28.
O rolo de aplicação de umidade 28 deve ser encostado comuma força definida. Isso pode dar-se através de um apoio do moente de rolo256 em um mancai linear 252, uma alavanca 254 deslocável por um elemen-to de ajuste 253 manobrável por meio de pressão ou então através de umcastelo de rolo 257 automático, que é solicitado com um meio de pressão(vide abaixo).
Na modalidade de acordo com as figuras 5 a 7, o apoio do rolode aplicação de umidade 28 grande dá-se, por exemplo, na alavanca 254.Mas essas modalidades também podem ser transferidas para o uso do cas-telo de rolo ou do mancai linear, citados abaixo. O ajuste de força tambémpode ser automatizada, com auxílio de uma cunha 258 ajustável e um esbar-ro 259, correspondente à cunha 79 da unidade de mancai 14, descrita abai-xo. Um rolo 33, que funciona em conjunto, por exemplo, com o rolo de apli-cação 28, alterável em direção axial, por exemplo, rolo de fricção 33, particu-larmente, um cilindro de fricção 33, também tem, de preferência, substanci-almente, o mesmo diâmetro do cilindro de gravar 07, para não deslocar omodelo de impressão sobre o rolo de aplicação de 1:1.
O cilindro de fricção 33 (próximo ao cilindro de gravar) está dis-posto aqui, em uma modalidade, vantajosamente, de tal modo que o planode união E dos eixos de rotação de cilindro de gravar 07 e do rolo de aplica-ção de umidade 28, perfaz com um plano de união V entre os eixos de rota-ção de rolo de aplicação de umidade 28 e cilindro de fricção 33, um ângulode, por exemplo, 70-110°, vantajosamente, 80 a 100°, particularmente, 90°+/- 5°, de modo especialmente vantajoso, substancialmente, 90°. Os rolossubseqüentes 34; 7; 36 e um cilindro de fricção 33' afastado do cilindro degravar podem estar formados com diâmetros menores, em modo de cons-trução usual.
Em uma variação vantajosa para a disposição do cilindro de fric-ção 33 próximo ao cilindro de gravar, o mesmo está disposto (para as vari-antes de execução correspondentes) de tal modo que o plano de união Ventre os eixos de rotação de rolo de aplicação de umidade 28 e cilindro defricção 33 estende-se, substancialmente, de modo vertical, ou desvia-se, nomáximo em +/- 20°, vantajosamente, no máximo, em +/- 10°C, especialmen-te, no máximo, em +/- 5o da vertical. Esse critério pode ser usado de modoparticularmente vantajoso quando o plano E se estende de modo inclinadoem relação à horizontal.
O cilindro de fricção 33 próximo ao cilindro de gravar funcionaem conjunto, por um lado, com o rolo de aplicação de umidade 28 grande ea montante, com pelo menos um rolo 34, por exemplo, rolo de aplicação deumidade 34, particularmente, rolo de transferência 34 (por exemplo, comsuperfície macia), particularmente, com dois rolos de transferência 34. O(s)mesmo(s) obtém (obtêm) em uma modalidade vantajosa da unidade de for-necimento de tinta 08 a tinta de um segundo cilindro de fricção 33', mais a-fastado do cilindro de gravar. Este último, por sua vez, obtém a tinta atravésde pelo menos um outro rolo de transferência 34 (por exemplo, com superfí-cie macia), um rolo 37, particularmente, rolo de filme 37 e um rolo 36, parti-cularmente, rolo condutor ou de imersão 36 de uma caixa de tinta 38. O rolode imersão e de filme 36; 37 (característico para uma unidade de forneci-mento de tinta de filme), também podem estar substituídos por um outro sis-tema de fornecimento ou dosagem de tinta (por exemplo, sistema de bom-beamento, na unidade de fornecimento de tinta por bomba ou sistema desifão, na unidade de fornecimento de tinta por sifão). Em uma modalidade,os cilindros de fricção 33, 33', em conjunto ou, em cada caso, individualmen-te, estão acionados rotativamente por um motor de acionamento próprio,independente dos cilindros 06;07. Também para o rolo 36 e, em um desen-volvimento adicional, opcionalmente, para o rolo de filme 37, está previsto,de preferência, um motor de acionamento rotativo próprio. O movimento demudança dos cilindros de fricção 33; 33', a uma exigência mais alta de vari-abilidade, pode dar-se em conjunto ou, em cada caso, individualmente, porum meio de acionamento próprio, ou, tal como previsto aqui, com complexi-dade menor, por uma engrenagem que transforma o movimento de rotaçãoem movimento axial.
Preferivelmente, a unidade de fornecimento de tinta 08, repre-sentada nas figuras 5 a 10, está formada como uma chamada unidade defornecimento de tinta 08 "longa", com dois cilindros de fricção 33;33'dispostos em série no fluxo de tinta.
No caso representado exemplificadamente na figura 5 de umgrupo de impressão 04 para offset a úmido, um rolo de aplicação a úmido 41também pode apoiar em sua disposição geométrica o cilindro de gravar 07.
Nesse caso, o rolo de aplicação de umidade 41 pode estar, de preferência,disposta de tal modo que o plano de união E entre os eixos de rotação decilindro de gravar 07 e rolo de aplicação de umidade 28, perfaz com um pla-no de união F entre os eixos de rotação do cilindro de gravar 07 e rolo deaplicação a úmido 41 um ângulo de, por exemplo, 70-110°, vantajosamente,80 a 100°, particularmente, 90° +/- 5°, de modo especialmente vantajoso,substancialmente, 90°. Em uma variação vantajosa para a disposição do rolode aplicação a úmido 41, o mesmo está disposto (para as variantes de exe-cução correspondentes) de tal modo que o plano de união F entre os eixosde rotação de cilindro de gravar 07 e rolo de aplicação de umidade 41 es-tende-se de modo substancialmente vertical, ou desvia-se, no máximo, em+/- 20°, vantajosamente, no máximo, +/- 10°, especialmente, no máximo, +/-5° da vertical. Esse critério pode ser usado de modo particularmente vanta-joso quando o grupo de impressão 04 ou plano E se estende de modo incli-nado em relação à horizontal.
Também esse rolo de aplicação de umidade 41 pode apresen-tar, de preferência, substancialmente, o perímetro do cilindro de gravar 07e/ou estar formado, vantajosamente, de modo convexo (+/- 5%, particular-mente, até +/- 2%).
De preferência, a unidade de umedecimento 09 pode estar reali-zada como chamada unidade de umedecimento 09 sem contato, particular-mente, unidade de umedecimento de pulverização 09, sendo que sobre umúltimo rolo 43 da unidade de umedecimento 09 o agente umedecimento étransferido, sem contato, de uma fonte de agente umedecimento 44. Issopode dar-se, por exemplo, por centrifugação sem contato, escovação semcontato ou de outra maneira, mas, de preferência, por bocais de pulveriza-ção de uma travessa de pulverização 44. Se entre travessa de pulverização44 e cilindro de gravar 07 estiverem presentes três rolos 41; 42; 43 em série(sem rolos montados, opcionalmente presentes), então o rolo 41 que funcio-na em conjunto com o molde de impressão, por exemplo, rolo de aplicação41, por exemplo, um rolo de aplicação de umidade 41, de preferência, comsuperfície macia (por exemplo, borracha), um rolo 42, de preferência, reali-zado como cilindro de fricção 42 mutável, com superfície dura (por exemplo,cromo ou aço fino), e o rolo, que na unidade de umedecimento 09 de trêsrolos, o rolo 43 que recebe o agente de umedecimento da fonte de agentede umedecimento 44 está realizado com superfície macia (por exemplo, bor-racha). Em uma unidade de umedecimento 09 sem contato alternativa, dequatro rolos, segue-se ao rolo macio 43 um quarto rolo, não representado,por exemplo, com superfície dura, que recebe o agente de umedecimento.
Nessa modalidade, o cilindro de fricção 42 está acionado rotativamente, depreferência, por um motor de acionamento próprio, independente dos cilin-dros 06; 07, sendo que os dois rolos 41 e 43 são acionados através de fric-ção. Em uma variante alternativa, também para o rolo 43 pode estar previstoum motor de acionamento rotativo próprio. O movimento de mudança docilindro de fricção 42 pode dar-se por um meio de acionamento próprio, ou,tal como previsto aqui com complexidade menor, por uma engrenagem quetransforma o movimento de rotação do mesmo em movimento axial.
Em uma variante não representada, o rolo 42 está formado comuma superfície favorável para a tinta ou oleófila (isto é, o ângulo marginal doumedecimento com fluido correspondente, particularmente com a tinta, émenor que 90°), por exemplo, de borracha ou matéria sintética (por exemplo,um material de poliamida). Com isso, nessa modalidade, as áreas externasde todos os três rolos 41; 42; 43 da unidade de umedecimento 09 estão for-madas com uma superfície favorável para a tinta ou oleófila (isto é, o ângulomarginal do umedecimento com fluido correspondente, particularmente atinta, é menor que 90°).
Em uma outra variante, o rolo central 42 dos três rolos 41; 42; 43do grupo de rolos da unidade de fornecimento de tinta apresenta uma super-fície ou área externa 45 de matéria sintética, por exemplo, um material depoliamida, tal como, particularmente, Rilsan.
Por uma superfície "macia", deve ser entendida aqui uma super-fície elasticamente flexível em direção radial, isto é, com um módulo de elas-ticidade em direção radial de, de preferência, no máximo, 200 MPa, particu-larmente, menor que ou igual a 100 MPa. O rolo 43 que recebe o agente deumedecimento da fonte de agente de umedecimento 44 e/ou o rolo 42 dis-posto subseqüentemente no grupo de rolos, em direção ao cilindro de gravar07, apresenta, de preferência, uma área externa com uma dureza no âmbitoentre 55° e 80° Shore A. O rolo 41 que aplica o agente de umedecimentosobre o cilindro de gravar 07 apresenta, de preferência, uma área externa 45com uma dureza no âmbito entre 25° e 35° Shore A.
Em princípio, a unidade de umedecimento 09 também pode es-tar realizada como unidade de umedecimento de contato 09 (unidade deumedecimento de filme, unidade de umedecimento de sifão, trapo ou esco-va), com, no total, três rolos entre carga de agente de umedecimento e cilin-dro de gravar 07 em série.
O filme úmido sobre o cilindro de fricção 42 da unidade de ume-decimento 09, na modalidade de acordo com a figura 5 pode ser alisado porum rolo adicional 261.
Em vez de elemento de ajuste 253 e alavanca 254 deslocável,na figura 8 também pode ser usado o mancai linear 252 explicado abaixo, noexemplo do mancai linear 14, ou o castelo de rolo 257 explicado abaixo (fi-gura 9).
Na figura 6 e na figura 7, o grupo de impressão 04 é similar aorepresenta na figura 5, sendo que na figura 6, em vez do rolo adicional 261está disposto agora um rolo adicional 262, e na figura 7 um rolo adicional263 na unidade de fornecimento de tinta 08. Também podem estar previstos,simultaneamente, dois ou até mesmo três dos rolos citados 261; 262; 263.
Na figura 8 está representado, exemplificadamente, o grupo deimpressão 04, sob uso de um mancai linear 252, sendo que aqui tambémpodem estar previstos, individualmente ou diversos, dos rolos 261; 262; 263dos exemplos precedentes.
Na figura 9, finalmente, está representado o grupo de impressão04, sob uso de um castelo de rolo 257, sendo que, aqui, também podem es-tar previstos, individualmente ou diversos, dos rolos 261; 262; 263. Tambémpode ser prevista uma unidade de umedecimento 09 das figuras 5 a 8 pre-cedentes. Mas, como exemplo para o offset a seco (sem água), a figura 9 émostrada sem unidade de umedecimento 9. Porém o rolo 41 pode ser pre-visto como rolo de apoio 41'. A modalidade para o offset sem água, sem uni-dade de umedecimento, pode ser transferida, com ou sem o rolo de apoio41' remanescente, às modalidades das unidades de medecimetno 08 dasfiguras 5 a 8. No caso do rolo 41, que funciona apenas como rolo de apoio41', a superfície do mesmo deve apresentar uma dureza Shore A de > 50,por exemplo, de 60-80.
Contrariamente às modalidades de acordo com as figuras 5 a 9,os planos EeA não coincidem na modalidade de acordo com a figura 10,mas formam aqui - também em posição de operação, um ângulo δ com, porexemplo, δ<45°, vantajosamente, δ<30°, particularmente, δ<15°. Essa dispo-sição do rolo 28, na verdade amortece um pouco menos dos impactos queocorrem no plano E na passagem do aperto dos cilindros 06; 07, mas, nãoobstante, devido ao âmbito anular citado acima, garante eficientemente umapoio do cilindro de gravar 07 contra os impactos que ocorrem no plano E.
As modalidades de acordo com as figuras 5 a 10, inclusive o rolo de aplica-ção de umidade 28 está disposto de tal modo que na posição de operação,o plano A forma pelos eixos de rotação do rolo de aplicação 28 e do cilindrode gravar 07, com o plano E, pelos eixos de rotação do rolo de aplicação 28e do cilindro de transferência 06, um ângulo δ<45°, vantajosamente, δ<30°,particularmente, δ<15°, ou até mesmo, substancialmente, O0. Adicionalmen-te, o dito acima pode ser aplicado em relação ao plano V, com relação aocilindro de fricção 33 e/ou ao plano F, com relação ao rolo de aplicação deumidade 41 ou rolo de apoio 41'.
Para todos os exemplos das figuras 5 a 10, a unidade de forne-cimento de tinta 08 "longa", que apresenta um rolo de aplicação de umidade28, pelo menos dois cilindros de fricção 33; 33' dispostos em série, pelo me-nos dois rolos de transferência 34, pelo menos um, entre o cilindro de fricção33; 33' e um no caminho de fornecimento de tinta entre o abastecimento detinta (por exemplo, caixa de tinta 38 ou régua de bomba de tinta) e o cilindrode fricção 33', que confere elasticidade ao cilindro de gravar, está formadade modo muito "fino". Isto é, a unidade de fornecimento de tinta, inclusiveabastecimento de tinta (caixa de tinta etc.), apresenta em uma direção para-lela a um plano D, que é formado pelos dois cilindros 06, que formam o pon-to de impressão 05, um comprimento significativamente maior, por exemplo,pelo fator 1, 2, do que na direção vertical a esse plano D.
Para o caso de grupos de impressão 04 do offset a úmido, osgrupos de impressão 04 estão formados - tal como representado - de prefe-rência, com umedecimento prévio, i.e, depois da passagem por um pontosobre o cilindro de gravar 07 pelo ponto de aperto com o cilindro de transfe-rência 06, o mesmo entra em contato ativo, primeiramente, com o rolo deaplicação de umidade 41 e só então com o rolo de aplicação de umidade 28.
Em uma modalidade da unidade de fornecimento de tinta 08 re-presentada na figura 11, a mesma está formada com um rolo 26 realizadocomo rolo de retículo 26 grande. O mesmo ocupa, de preferência, a posiçãodescrita acima, tal como, anteriormente, na figura 5, o cilindro de fricção 33próximo ao cilindro de gravar. A formação dessa unidade de fornecimento detinta 08 como unidade de fornecimento de tinta curta 08 pode estar formadaem combinação com uma das unidades de umedecimento 09 descritas nasfiguras 5 a 9 e/ou, em vez do castelo de rolo 257 (com os ativadores corres-pondentes), em combinação com a alavanca 254 ou o mancai linear 252.Na figura 12, como exemplo das unidades de fornecimento detinta 08, descritos nas figuras 5 a 10, está representada a unidade de forne-cimento de tinta e de umidade 08; 09 da figura 5, mas sem rolo 261, em umatorre de impressão, com quatro grupos de impressão duplos 03, dispostosuns sobre os outros. Vantajosamente, estão previstos dispositivos de manejo24 automáticos ou semi-automáticos, particularmente, trocadores de moldesde impressão 24. Em desenvolvimento vantajoso, a unidade de impressão01 está formada, tal como descrito acima, de modo separável, com as uni-dades de impressão parciais 01.1; 01.2. No exemplo de acordo com a figura12 também pode estar prevista uma das outras unidades de fornecimento detinta ou de umidade 08; 09 descritas nas figuras 5 a 11.
No exemplo de modalidade de acordo com a figura 12, para ca-da grupo de impressão 04 os eixos de rotação do cilindro de transferência06, cilindro de gravar 07 e rolo de aplicação 28 estão situados, na posiçãode encosto de impressão, em um plano comum E. Os dois grupos de im-pressão 04 de um grupo de impressão duplo 03, porém, estão dispostos umao outro de tal modo deslocado em seus cilindros de transferência 06 que osdois planos E dos dois grupos de impressão 04 não coincidem, isto é, o pla-no D que une os cilindros de transferência estende-se de modo inclinado emrelação a pelo menos um, nesse caso, aos dois planos E dos grupos de im-pressão 04. Isso pode ser vantajoso se for ser produzida uma movimentoparcial da faixa estendida verticalmente ou se for ser criada uma determina-da orientação dos trocadores de moldes de impressão 24 em conjunto comdos grupos de impressão.
Em um desenvolvimento vantajoso da modalidade de acordocom a figura 12, na posição de encosto de impressão, os dois cilindros detransferência 06, os dois cilindros de gravar 07, bem como os dois rolos deaplicação 28 do grupo de impressão duplo 03 estão situados em um mesmoplano E. Os planos E, D e A coincidem então para o grupo de impressãoduplo 03.
Na figura 12, estão previstas, exemplificadamente, as alavancas254 citadas acima para os rolos de aplicação de tinta 28. Mas, em modalida-de vantajosa, também podem estar previstos para esse fim castelos de rolo257 ou mancais lineares 252.
No uso de castelos de rolo 257, é particularmente vantajoso que,de um modo ideal, o rolo de aplicação de umidade 28 possa ser encostadonos dois corpos de rotação (cilindro de gravar 07 e rolo 33) que funcionamconjuntamente. O rolo de aplicação de umidade 28, nesse caso - depen-dendo da solicitação das câmaras de impressão individuais (vide abaixo:ativadores 322) - pode ser movido em diferentes direções, perpendicular-mente ao eixo de rotação.
A figura 13 mostra uma outra modalidade de uma unidade deimpressora 01 com grupos de impressão duplos 03 empilhados. Contraria-mente à figura 12, nesse caso, os quatro cilindros de grupo de impressão 06;07, a saber, os dois cilindros de transferência 06, que formam o ponto deimpressão 05, bem como os dois cilindros de gravar associados 07, situam-se em um plano E comum na posição de encosto de impressão. No exemploapresentado, em um dos dois grupos de impressora 04 o rolo de aplicação28 não se situa no plano E, mas está disposto no cilindro de gravar 07, des-locado pelo ângulo δ citado acima, enquanto o rolo de aplicação 28 do grupode impressão 04 que funciona conjuntamente, está disposto, aqui, no mes-mo plano E. No caso de necessidade de espaço, também o rolo de aplica-ção 28 do segundo grupo de impressão 04 pode estar disposto de mododeslocado por um ângulo δ (vide acima).
O deslocamento citado do rolo de aplicação 28 de um dos doisgrupos de impressora 04, particularmente do que está situado mais acima, éparticularmente vantajoso quando o plano E do grupo de impressão duplo03, não está perpendicular à direção de movimento da faixa, mas o plano Ese estende de modo inclinado, por exemplo em 2o - 15°, particularmente, 4oa 10° em relação à vertical à direção de movimento da faixa. Nesse caso,por um ligeiro deslocamento do rolo de aplicação 28, é criado espaço para atroca dos moldes de impressão ou placas.
Para o caso de um grupo de impressão 04 com um rolo de apli-cação 28 deslocado por um ângulo δ >0 em relação ao plano E, é vantajosoprever sobre o rolo de aplicação 28 uma superfície contínua, isto é, sem umainterrupção, tal como resulta na fixação de uma absorção final em um canal.Nesse caso, seria vantajoso uma cobertura de rolo unida, por exemplo, vul-canizada, com um corpo básico de rolo, ou então uma luva desprendível. Acobertura de rolo ou a luva unida fixamente pode apresentar, então, de mo-do vantajoso, pelo menos uma camada compressível (comparável com umacamada usada em telas de borracha do cilindro de transferência. Contraria-mente a propriedades puramente elásticas, a camada compressível ajuda atransferência exata em pontos da tinta ao ponto de aperto, uma vez que,apesar de a camada compressível produzir a formação de uma pressão decompressão, ela não se desvia para os lados, contrariamente a materiaispuramente elásticos.
Em uma variante de modalidade para a unidade de impressão01 ou os grupos de impressão 04, os mesmos não estão formados por gru-pos de impressão duplos 03, mas, de acordo com a figura 29, como unida-des de impressão satélites 02, particularmente, unidades de impressão denove cilindros 02. O cilindro de transferência 06 do grupo de impressão nãotrabalha, aqui, em conjunto com um segundo cilindro de transferência 06,mas com um cilindro de contraimpressão 16, por exemplo cilindro de satélite16. Na figura 29 está prevista uma torre de impressão com duas unidades deimpressão de satélite de nove cilindros de uma impressora, por exemplo,impressora de offset rotativa de rolos, para a impressão de duas páginas deum caminho de transporte, não representado aqui, de uma faixa de materialde impressão transportada através da impressora, por exemplo uma faixa depapel. Cada unidade de impressora de satélite de novo cilindros compreen-de um cilindro de satélite 16 central, que funciona como cilindro de contra-pressão 16, bem como quatro grupos de impressão 04, que funcionam emconjunto com o cilindro de satélite 16.
Em cada caso, dois cilindros de placa 07 de cada unidade deimpressão de satélite de nove cilindros estão dispostos situados um ao ladodo outro, pelo menos, substancialmente, em direção horizontal. Também,em cada caso, dois cilindros de placa 07 de cada unidade de impressão desatélite de nove cilindros estão dispostos situados um em cima do outro, pe-lo menos, substancialmente, em direção vertical. O correspondente vale pa-ra os cilindros de transferência 06, cujos eixos formam, pelo menos aproxi-madamente, um quadrado.
A figura 14 mostra, exemplificadamente, formações vantajosasde uma cobertura de rolo do rolo de aplicação de umidade 28, por exemplo,uma cobertura de rolo de aplicação de umidade 45 na forma de uma cober-tura de rolo finita, uma luva ou aplicada fixamente sobre um corpo básico derolo 50. Em uma primeira modalidade (figura 14a) é escolhida uma formaçãosemelhante a uma tela de impressão metálica, sendo que uma camadacompressível 46 está aplicada, por exemplo, sobre um suporte 47 com esta-bilidade de forma (por exemplo, placa metálica ou luva metálica). Sobre amesma pode ser aplicada uma camada de tecido 55. A camada externa 48forma uma camada elástica 48, por exemplo, camada de borracha, que emuma variante ainda pode estar cobertura por uma camada de cobertura 49.
A camada de cobertura 49 - quando existente - pode apresentar uma durezano âmbito de 30° a 45° Shore A, sendo que essa camada de cobertura 49consiste em um material elástico, de preferência, em uma matéria sintética,por exemplo, em um polímero, e apresenta uma espessura no âmbito entre30 μηι e 60 μηι, de preferência, de 50 +/-5%. A camada de cobertura 49 po-de apresentar uma microestrutura em seu lado externo, que transporta atinta de impressão.
A camada elástica pode apresentar uma dureza de >50 Shore A,particularmente, de 60 a 80 Shore A. A cama elástica 48 apresenta, por e-xemplo, uma espessura de 0,1 a 0,4 mm, particularmente, de 0,2 mm +/- 20%.
Na modalidade de acordo com a figura 14b, a cobertura de rolode aplicação de umidade 45 apresenta, em vez do suporte 47 com estabili-dade de forma, por exemplo, uma outra camada de tecido 55, sendo queentre a mesma e o corpo básico de rolo 50 pode estar prevista uma camadaaderente, não representada.
A figura 15 mostra uma modalidade do rolo de aplicação de tinta28, cuja cobertura de rolo de aplicação de tinta 45 está formada em uma lu-va. Para montagem/desmontagem da mesma estão previstas no corpo bási-co de rolo 50 alimentações de ar 60 em direção à área externa, por meio dasquais pode ser alimentado, por exemplo, ar comprimido. De preferência, estáprevista, nesse caso, uma formação para a luva de acordo com a figura 14b,isto é, com camada de tecido 55, em vez de uma luva metálica.
Pode ser particularmente vantajoso em todos os exemplo, reali-zar a tela de impressão 23 como uma tela de impressão 23 de camadas múl-tiplas, realizada como tela de impressão metálica 23, que apresenta umaplaca de suporte de dimensões estáveis com uma camada elástica. A cama-da pode, então, estar formada com uma camada usual de uma tela de im-pressão metálica.
Em uma modalidade vantajosa da unidade de impressão 01 estáprevisto apoiar de modo rotativo os cilindros 06; 07 em unidades de mancai14 nas armações laterais 11; 12, que são manobráveis por controle de forçano que se refere a encosto e desencosto e/ou que não traspassam o ali-nhamento das armações laterais 11;12 e/ou os cilindros 06; 07 com seuscilindros 67; 68, inclusive seus moentes 63;64 apresentam um comprimentoL06; L07, que é menor ou igual a uma medida interior L entre as duas arma-ções laterais 11; 12, que sustentam nos lados frontais os cilindros do grupode impressão 06; 07 (figura 16). No caso das duas armações laterais 11; 12,que sustentam nos lados frontais os cilindros do grupo de impressão 06; 07,não se trata, de preferência, de armações laterais lateralmente abertas, demodo que os cilindros 06; 07; pudessem ser retirados axialmente, mas dearmações laterais 11; 12, que apresentam em direção axial pelo menos umasobreposição parcial com o lado frontal dos cilindros 06; 07 montados, isto é,os cilindros 06; 07, particularmente o mancai dos mesmos (vide abaixo) estácercado no lado frontal, pelo menos parcialmente, pelas duas armações late-rais 11; 12.
De preferência, todos os quatro cilindros de grupo de impressão06; 07 (mas, pelo menos três) apresentam uma unidade de mancai 14 pró-pria, na qual o mecanismo de encosto/desencosto já está integrado. Tam-bém podem estar previstas para três dos quatro cilindros 06; 07 unidades demancai 14, que apresentam o mecanismo de encosto/desencosto, e para oquarto, unidades de mancai 14 sem mecanismo de encosto/desencosto.
Tal como já mencionado acima, em uma variante, o rolo de apli-cação de umidade 28 também pode estar apoiado em um mancai linear 252ou unidade de mancai 252. Como os mesmos correspondem, substancial-mente, um ao outro em sua estrutura, as explicações subseqüentes para aunidade de mancai 14 também podem ser aplicadas ao mancai linear 252 ouunidade de mancai 252. Nas figuras 17 e 18 esse fato é levado em conside-ração com os sinais de referência mostrados entre parênteses (252).
As figuras 17 e 18 mostram uma unidade de mancai (252) base-da, de preferência, em caminhos de ajuste lineares, em corte Iongituidnal etransversal esquemático. A unidade de mancai 14 (252) que integra o meca-nismo de encosto/desencosto, apresenta, além de um mancai, por exemplo,mancai radial 71, por exemplo, um mancai de rolamento de cilindro 71, parao apoio rotativo do cilindro 06; 07, meios de mancai 72; 73 para um movi-mento radial do cilindro 06; 07 - para encosto de impressão ou desencostode impressão. Para esse fim, a unidade de mancai 14 (252) (fixa na arma-ção, depois da montagem da unidade de mancai (252)) apresenta elementosde mancai 72 fixos no suporte, também como elementos de mancai 73 mó-veis em relação à mesma. Os elementos de mancai 72; 73 fixos no suporte emóveis estão formados como elementos lineares 72; 73, que funcionam emconjunto, e junto com superfícies corrediças ou elementos de rolamento si-tuados entre as mesmas, no total, como mancais lineares 70. Os elementoslineares 72; 73 alojam entre os mesmos, em pares, um bloco de mancai 74,por exemplo, corrediça 74, que aloja o mancai radial 71. O bloco de mancai74 os elementos de mancai 73 móveis também podem estar realizados empeça única. Os elementos de mancai 72 fixos no suporte estão dispostos emum suporte 76, que é ou está unido, no total, com a armação lateral 11; 12.
O suporte 76 está realizado, por exemplo, como placa de suporte 76, queapresenta, por exemplo, pelo menos em um lado de acionamento, uma aber-tura 77 para a passagem de um eixo 78, por exemplo, eixo de acionamento78 de um moente de cilindro 63; 64. Também a parede da armação 11; 12apresenta no lado do acionamento, de preferência, um entalhe ou uma aber-tura para um eixo de acionamento 78. No lado frontal oposto ao lado do a -cionamento não precisa, forçosamente, estar previsto uma abertura 77 ouum entalhe na armação lateral 12; 11.
De preferência, um comprimento do mancai linear 70, particu-larmente, pelo menos um comprimento do meio de apoio 72 fixo na armaçãodo mancai linear 70, em estado montado, visto na direção de ajuste S, émenor do que um diâmetro do cilindro de grupo de impressão 06; 07 associ-ado.
O acoplamento do cilindro 06; 07 ou do bloco de mancai 74 so-bre um lado de acionamento da unidade de impressão 01 em um aciona-mento, por exemplo, em um motor de acionamento 121 e/ou um grupo deacionamentos (de um acionamento em pares, não representado, dos cilin-dros 06; 07) ou engrenagem 150 (figura 20) dá-se através do eixo 78, queem sua extremidade próxima ao cilindro compreende uma extremidade domoente 63; 64 e está unido à prova de torção com o moente 63; 64 atravésde um dispositivo de aperto 66. O dispositivo de aperto 66 está formado a-qui, por exemplo como extremidade de eixo oco, em parte fendida, que cir-cunda a extremidade do moente (moente 63; 64) e por meio pode ser aper-tado por meio de uma união por rosca de tal modo que pode ser produzidauma união por fricção, à prova de torção, entre extremidade de moente (mo-ente 63; 64) e superfície interna do eixo oco. O acoplamento também podeestar realizado de outra maneira, por exemplo, apresentando uma união porencaixe positivo na direção periférica. O eixo 78 está guiado por uma cavi-dade na armação lateral 11; 12, que está dimensionada de modo suficiente-mente grande para o movimento do eixo, junto com o bloco de mancai 74, eque está formada, por exemplo, à maneira de um furo alongado. Como pro-teção contra sujeira, pode estar previsto um rebordo que recobre o furo a-longado, que está unida com o bloco de mancai 74, mas não com o eixo 78.
Na extremidade do eixo 78 afastada do cilindro pode ser acopla-do, tal como representado na figura 17, um acoplamento 148 de diversosacoplamentos dispostos em série, particularmente, acoplamento de lâminas148, por uma união 75 à prova de torção, por exemplo, um elemento de a-perto 75. Em uma outra modalidade, a engrenagem 150 pode ser acopladadiretamente, com o motor de acionamento 121, no eixo 78, sem acoplamen-to 148 compensador de desvios angulares e/ou deslocamentos. Nessa mo-dalidade, o motor de acionamento 121 não está disposto fixamente na arma-ção, ma fixamente no cilindro e é movido conjuntamente com o cilindro 06;07. Isso também vale em uma variante vantajosa de um acionamento direto,representado, por exemplo, nas figuras 22 a 25.
Em um lado oposto ao lado do acionamento do cilindro 06; 07,particularmente, do cilindro 07 realizado como cilindro de gravar 07, o moen-te 64 pode estar acoplado, de preferência, com um dispositivo, não repre-sentado, para o movimento axial do cilindro 07, isto é, com um acionamentode registro lateral.
A formação dos mancais lineares 70, de tal modo que os doiselementos de mancai 72; 73, que funcionam em conjunto, estão previstos naunidade estrutural de unidade de mancai 14 (252) - e não uma parte na ar-mação lateral 11; 12 da unidade de impressão 01 - possibilita uma monta-gem prévia e ajuste prévio ou regulagem da tensão de mancai. A disposiçãovantajosa dos dois mancais lineares 70, que circundam o bloco de mancai74, possibilita uma regulagem livre de folga, uma vez que os dois mancaislineares 70 estão opostos de tal modo que a tensão prévia do mancai e asforças do mancai experimentam ou absorvem um componente essencial emuma direção vertical ao eixo de rotação do cilindro 06; 07. Desse modo, osmancais lineares 70 podem ser regulados na direção, que também é rele-vante para a regulagem livre de folga dos cilindros 06; 07.
Como o cilindro 06; 07, junto com o moente 63; 64, e a unidadede mancai 14 (252) não traspassam a parede de armação 11; 12, os mes-mos já estão previamente montados e os mancais (tanto mancais radiais 71como também mancais lineares 70) podem ser inseridos na unidade de im-pressão 01 previamente regulados ou com tensão prévia correta como mó-dulo de unidade de cilindro 17. Por "não traspasse" e a definição acima comrelação à medida interna L, deve ser entendido, em sentido mais amplo, van-tajosamente, que pelo menos na região da posição final prevista dos cilin-dros 06; 07 e pelo menos em um caminho contínuo de uma borda de arma-ção até o local da posição final há um "não traspasse", de modo que a uni-dade de cilindro 17 é guiada à posição final a partir de um lado aberto, situa-do entre as duas armações laterais 11; 12 frontais, sem virar-se, isto é, emuma posição com o eixo de rotação vertical ao plano da armação, e ali serdisposta entre as duas paredes internas de armação, particularmente, serfixada nas paredes internas de armação. Isso também é possível, por exem-pio, ainda que no lado interno estejam previstas partes fundidas anexas ouelevações, está, no entanto, previsto um caminho de montagem contínuo,citado.
As unidades de mancai 14 (252) estão dispostos de tal modonas paredes internas das armações laterais 11; 12 que os cilindros 06; 07,particularmente, as unidades de mancai 14 (252) dos mesmos estão apoia-dos pela armação lateral 11; 12 no lado afastado do cilindro, o que acarretavantagens estáticas e de montagem.
Os mancais lineares 70 (72, 73), visíveis nas figuras 17 e 18,apresentam, desse modo, em cada caso, pares de meios de mancai 72 e 73correspondentes, que funcionam em conjunto, ou suas superfícies de guiaou atividade estão formadas como superfícies corrediças (não representa-das) ou com corpos de rolamento 65 dispostos entre as mesmas.
As superfícies de guia dos meios de mancai 72 fixos na armaçãoda guia linear 70 estão dirigidas para o semi-espaço voltado para o moente63; 64. Os meios de mancai 72 fixos na armação circundam, aqui, o bloco demancai 74 disposto entre os mesmos. As superfícies de guia fixas na arma-ção dos dois mancais lineares 70 circundam, desse modo, parcialmente assuperfícies de guia do bloco de mancai 74, com relação a uma direção axialdo cilindro 06; 07.
Para o posicionamento correto das unidades de mancai 14 (252)ou unidades de cilindro 17, junto com a unidade de mancai 14 (252), podemestar previstos auxiliares de montagem 89, por exemplo, pinos de ajuste 89na armação lateral 11; 12, nos quais a unidade de mancai 14 (252) da uni-dade de cilindro 17 totalmente montada é alinhada, antes de serem unidaspor meios de fixação 91 desprendíveis, por exemplo, parafusos 91, ou atémesmo por união por encaixe de material, por solda com a armação lateral11; 12. Para o ajuste da tensão prévia de mancai nos mancais lineares 70, aser realizado já antes da inserção na unidade de impressão 01 e/ou a serreajustado depois da inserção, podem estar previstos meios 92 correspon-dentes, por exemplo, parafusos de aperto 92 (figura 17). De preferência, aunidade de mancai 14 (252) - pelo menos em direção ao lado do cilindro -está amplamente protegida contra sujeira por uma cobertura 94 ou atémesmo encapsulada, realizada como uma unidade estrutural.
Na figura 17 é mostrado, esquematicamente, o cilindro 06; 07,com moente 63; 64 e uma unidade de mancai 14 (252) previamente monta-da. Esse grupo estrutural pode, desse modo, ser inserido, com facilidade demontagem, em estado previamente montado, entre as armações laterais 11;12 da unidade de impressão 01 e ser fixada em pontos previstos para essefim. Para um modo de construção modular, as unidades de mancai 14 (252)para o cilindro de gravar e de transferência 07; 06 podem estar realizadasem construção igual - opcionalmente, exceto pelo tamanho permitido emtermos de serviço do caminho de ajuste. Pela modalidade montada previa-mente, a superfície interna ativa do mancai radial 71 e a superfície lateralativa externa do moente 63; 64 podem ser realizadas cilindricamente, emvez de conicamente, uma vez que tanto a montagem da unidade de mancai14 (252) sobre o moente 63; 64, como também o ajuste da folga de mancaipodem dar-se fora da unidade de impressão 01. A unidade de mancai 14(252) pode, por exemplo, ser montada por ajuste a quente.
A unidade estrutural (unidade de mancai 14) a ser montada co-mo um todo é, vantajosamente, do tipo de uma carcaça, opcionalmente, emparte aberta de, por exemplo, o suporte 76 e/ou, por exemplo, um quadro(na figura 18, sem sinal de referência, por exemplo, as quatro placas quelimitam a unidade de mancai 14 (252) em direção a todos os quatro ladospara fora) e/ou, por exemplo, a cobertura 94 (figura 18). Dentro dessa carca-ça ou desse quadro estão alojados o bloco de mancai 74, que apresenta omancai radial 71, as guias lineares 70, bem como em uma modalidade van-tajosa, por exemplo, o ativador 82 ou os ativadores 82.
Os elementos de mancai 72; 73 fixos na armação estão dispos-tos, substancialmente, paralelamente uns aos outros e definem uma direçãode regulagem S (figura 18).
Um encosto de impressão dá-se por movimento do bloco demancai 74 em direção ao ponto de impressão por meio de uma força aplica-da por menos um ativador 82 sobre o bloco de mancai 74, particularmente,por um ativador 82 controlado por força ou definido através de uma força,por meio do qual, para encosto, uma força definida ou capaz de ser definidapode ser levada na direção de encosto de impressão do bloco de mancai 74(figura 18). A força linear decisiva para a transferência de tinta e, desse mo-do, para a qualidade de impressão, entre outros, nos pontos de aperto nãoestá, portanto, definida por um caminho de ajuste, mas pelo equilíbrio deforças entre força Fea força linear Fl resultante entre os cilindros 06; 07 e oequilíbrio resultante. Em uma primeira modalidade, não especialmente re-presentada, os cilindros 06; 07 são encostos em pares um no outro, enquan-to o bloco de mancai 74 é solicitado com a força ajustada correspondenteatravés do/dos ativador(es). Se diversos (por exemplo, três ou quatro) cilin-dros 06; 07 adjacentes um ao outro em seqüência direta, em cada caso, fun-cionando em conjunto em pares, forem realizados sem uma possibilidade defixação ou limitação do tamanho de ajuste S com um mecanismo de ajustemeramente dependente de força, embora um sistema já ajustado no que serefere às pressões necessárias (forças de linha) possa, em seqüência e su-cessivamente, ser novamente encostado corretamente, realizar um ajustebásico só é possível com dificuldade, devido às reações, que se sobrepõemparcialmente.
Para o ajuste básico de um sistema (com absorções correspon-dentes) está previsto, portanto, em uma modalidade vantajosa, que pelomenos os dois cilindros centrais dos quatro cilindros 06 - ou expresso deoutro modo, pelo menos todos os cilindros 06 diferentes dos dois cilindros 07externos, pelo menos durante um período no ajuste, são fixáveis em umaposição definida, vantajosamente na posição de encosto encontrada peloequilíbrio de forças, ou pelo menos a possibilidade de limitação de caminho.
É particularmente vantajosa uma modalidade, na qual o bloco demancal 74 - também durante a operação - está disposto de modo móvel emuma direção afastada do ponto de impressão, contra uma força, por exem-plo, força elástica, particularmente, uma força definível. Desse modo - con-trariamente a uma mera limitação de caminho - é definida, por um lado, umaforça linear máxima no funcionamento conjunto dos cilindros 06; 07, e, poroutro lado, é possibilitada uma cedência, no caso de uma ruptura de faixa,com subseqüente enrolador no cilindro 06; 07.
Em direção a um lado voltado para o ponto de impressão 05 aunidade de mancai 14 (252) apresenta - pelo menos durante o processo deajuste - um esbarro 79 trocável de local, que limita o caminho de ajuste emdireção ao ponto de impressão 05. O esbarro 79 é trocável de local de ma-neira que a superfície de esbarro 83 ativa como esbarro é variável, em pelomenos uma região, ao longo da direção de ajuste. Desse modo, em umamodalidade vantajosa, está previsto um dispositivo de ajuste (esbarro 79deslocável), por meio do qual é ajustável a posição de uma posição finalpróxima ao ponto de impressão do bloco de mancai 74. Para limitação decaminho/ajuste serve, por exemplo, um acionamento de cunha, descrito a-baixo. O ajuste do esbarro 79 pode dar-se, em princípio, manualmente ouatravés de um meio de ajuste 84 realizado como ativador (84, vide abaixo).
Além disso, em uma modalidade vantajosa, está previsto um meio de fixaçãoou de aperto, não representado nas figuras 10 e 11, por meio do qual o es-barro 79 pode ser fixado na posição desejada. Além disso, está previsto umelemento 81 de ação elástica, por exemplo, elemento elástico 81, que aplicasobre o bloco de mancai 74 uma força Fr do mancai 79 em uma direção a-fastada do mesmo. Isto é, o elemento elástico 81 causa um desencosto depressão para o caso de o bloco de mancai 74 não ser impedido de movimen-to de outro modo. Um acionamento dá-se por movimento do bloco de man-cai 74 em direção ao esbarro 79 por pelo menos um ativador 82, particular-mente, um ativador 82 controlado por força, por meio do qual uma força Fdefinida ou definível para encosto pode ser aplicada, opcionalmente, em di-reção ao acionamento, sobre o bloco de mancai 74. Se essa força F for mai-or do que a força de reajuste Fr dos elementos elásticos 81, então a umaformação espacial correspondente, dá-se um encosto do cilindro 06; 07 nocilindro 06; 07 adjacente e/ou um encosto do bloco de mancai 74 no esbarro 79.
No caso ideal, a força F aplicada, a força de reajuste Fr e a po-sição do esbarro 79 são escolhidos de tal modo que entre o esbarro 79 e asuperfície de esbarro do bloco de mancai 74 não transmite uma força subs-tancial em posição de encosto, que, por exemplo, vale |AF|<0,1*(F-FR), parti-cularmente, |AF|<0,05*(F-Fr), idealmente, |AF|=0. Nesse caso, a força deencosto entre os cilindros 06; 07 é determinada,- substancialmente, atravésda força F existente pelo ativador 82. A força linear nos pontos de aperto,decisiva para a transferência de tinta e, desse modo, a qualidade de impres-são, entre outros, não está, portanto, definida principalmente por um cami-nho de ajuste, mas a um esbarro quase livre 79, pela força F e pelo equilí-brio resultante. Em princípio, depois de encontrado o ajuste básico com asforças F próprias para esse fim, seria concebível uma remoção do esbarro79 ou uma fixação correspondente, ativo apenas durante o ajuste básico.
O ativador 82 pode estar realizado, em princípio, como qualquerativador 82, que produz uma força F definida. Vantajosamente, o ativador 82está realizado como meio de ajuste 82, manobrável por meio de pressão,particularmente, como êmbolo 82 movido por um fluido. Com vistas a umapossível inclinação, é vantajosa a disposição de diversos, aqui, dois, ativado-res 82 desse tipo. Como fluido, devido a sua incompressibilidade, é usado,de preferência, um líquido, por exemplo, óleo ou água.
Para manobra dos ativadores 82, aqui realizados como êmboloshidráulicos 82, está prevista na unidade de mancai 14 (252) uma válvula 93controlável. A mesma é, por exemplo, comandável eletronicamente e põe oêmbolo hidráulico 82 sem pressão em uma posição ou pelo menos em umnível de pressão baixo, enquanto em uma outra posição, existe a pressão Pcausada pela força F. Adicionalmente, está prevista aqui, para segurança,uma linha de vazamento, não designada.
Para evitar caminhos de encosto/desencosto grandes demais e,não obstante proteger os enroladores de faixa, no lado afastado do ponto deimpressão do bloco de mancai 74 pode estar prevista uma limitação de ca-minho por um esbarro 88 limitado em força, trocável de local, como proteçãocontra sobrecarga 88, por exemplo, elemento elástico 88, que no desencostode impressão em operação, isto é, os êmbolos 82 estão descarregados e/ouretraídos, apesar de servirem como esbarro 88 para o bloco de mancai 74no desencosto de impressão, no entanto, no caso de um enrolador de faixaou outras forças excessivamente altas a partir do ponto de impressão 05cede e libera um caminho maior. Uma força elástica dessa proteção contrasobrecarga 88 é, portanto, escolhido de tamanho maior do que a soma dasforças dos elementos elásticos 81. No encosto/desencosto em operação,portanto, é previsível apenas um caminho de ajuste muito curto, por exem-plo, apenas 0,3 a 4 mm, por exemplo, 0,5 a 3,5 mm ou entre 1 e 3 mm.
Na modalidade representada (figura 18), o esbarro 79 está for-mado como cunha 79 móvel transversalmente à direção de ajuste S, sendoque no movimento do mesmo, a posição da superfície de esbarro 83, emcada caso ativa, varia ao longo da direção de ajuste S. A cunha 79 apóia-se,por exemplo, em um esbarro 96 fixo no suporte.
O esbarro 79 formado aqui como cunha 79 é móvel por um ati-vador 84, por exemplo, um meio de ajuste 84 manobrável por meio de pres-são, tal como um êmbolo 84 manobrável com meio de pressão em um cilin-dro de trabalho (com êmbolo de ação dupla), através de um membro detransmissão 85 formado, por exemplo, como haste de êmbolo 85, ou por ummotor elétrico, através de membro de transmissão 85 formado como fusoroscado. Esse ativador 84 pode estar formado como ativo nas duas direçõesou, então, tal como representado aqui, como ativador de uma via, que naativação funciona contra uma mola de reajuste 86. A força da mola de rea-juste 86, pela razões citadas acima (esbarro 79 substancialmente livre deforça) é escolhido de tal modo fraco que a cunha 79 é retido em sua posiçãocorreta apenas contra a força de gravidade ou forças de oscilação.
Em princípio, o esbarro 79 também pode ser formado de outramaneira (por exemplo, tucho ajustável e fixável na direção de ajuste etc.) detal modo que ele forma uma superfície de esbarro 83 variável na direção deajuste S e - pelo menos durante o processo de ajuste - fixável, para o movi-mento do bloco de mancai 74 em direção ao ponto de impressão 05. Emmodalidade não representada, dá-se um ajuste do esbarro 79, por exemplo,diretamente paralelamente à direção de ajuste S por um meio de aciona-mento, por exemplo, um cilindro manobrável com um meio de pressão, comêmbolo (de ação dupla) ou um motor elétrico.
Em uma modalidade vantajosa, representada aqui, os centros derotação dos cilindros 06; 07 formam na posição de encosto de impressãouma linha ou plano E de união imaginária (doravante designada como grupode impressão duplo "linear" ou "plano"). De preferência, o plano Eea faixade entrada ou saída formam um ângulo interno diferente de 90°, entre 75-88°, particularmente, de 80 a 86°. A unidade de mancai 14 do cilindro detransferência 06, particularmente de todos os cilindros 06; 07 estão monta-dos em estado montado, em uma modalidade, na armação lateral 11; 12, detal modo que suas direções de ajuste S - por exemplo, por razões de umajuste de encosto de impressão de força definida (vide abaixo) - formam como plano de união E, no máximo, um ângulo de 15°, por exemplo, formam umângulo agudo β de cerca de 2o a 15°, particularmente, 4 a 10°. Essa monta-gem é particularmente vantajosa com vistas à montagem, quando a direçãode ajuste S estende-se horizontalmente e a faixa estende-se, substancial-mente, de modo vertical.
Em uma modalidade modificada de um grupo de impressão du-plo 03, disposto angularmente (grupo de impressão em η ou u 04), pelo pla-no D deve ser entendido o plano de união dos cilindros 06 que formam oponto de impressão 05 e por plano Ε, o plano de união entre cilindro de gra-var e cilindro de transferência 07; 06, e o citado acima é referido pelo menosa um dos cilindros 06 ou o cilindro de gravar 07, que formam o ponto de im-pressão 05, em ângulo à direção de ajuste S, e o plano D ou E.Um cilindro 06 que forma o ponto de impressão 05, também po-de estar disposto de modo estacionário e não ajustável em termos de opera-ção (mas, opcionalmente, regulável) na armação lateral 11; 12, enquanto ooutro está disposto de modo móvel ao longo da direção de ajuste S.
Um caminho de ajuste em termos de operação para encos-to/desencosto ao longo da direção de ajuste S entre posição de desencostode impressão e encosto de impressão, situa-se, por exemplo, no cilindro detransferência 06 em 0,5 a 3 mm, particularmente em 0,5 a 2,5 mm, e no ci-lindro de gravar 07, em 1 a 5 mm, particularmente, em 1 a 3 mm.
Na modalidade como grupo de impressão duplo 03, o plano Eestá inclinado contra o plano da faixa de entrada e saída, por exemplo, emum ângulo α de 75° a 88° ou 92 a 105°, de preferência, α em 80 a 86° ou 96a 100°, em cada caso, em um lado da faixa (ou 96 a 100° ou α 80 a 86° emcada caso, no outro lado da faixa).
Em uma outra modalidade representada, as unidades de mancai14 (252) do cilindro de transferência 06, particularmente, de todos os cilin-dros 06; 07, estão dispostos, em estado montado, na armação lateral 11; 12de tal modo que suas direções de ajuste S coincidem com o plano de uniãoE, isto é, formam um ângulo agudo de cerca de 0o. Desse modo, todas asdireções de ajuste S coincidem e não estão distanciadas uma da outra.
Independentemente da inclinação dos caminhos de ajuste S emrelação ao plano E ou D, no exemplo esquemático da figura 19 é mostrado,a seguir, um modo de procedimento vantajoso para ajuste dos cilindros 06;07 (aqui, para diferenciação de grupo de impressão esquerdo e direito, como suplemento "1" e "2") ou a posição de encosto de pressão dos mesmos.
Primeiramente, um primeiro cilindro 06.1, que define o ponto deimpressão 05, por exemplo, cilindro de transferência 06.1 é alinhado em suaposição para a posição de encosto de pressão (isto é, os ativadores 82 es-tão ativos) dentro da unidade de impressão 01 e em relação à faixa, por a-juste dos esbarros 79 (aos dois lados frontais). Tal como indicado aqui, issopode dar-se por um ativador 84 (parafuso de ajuste), aqui, por exemplo, ma·nobrável manualmente. Nesse caso, é fixada uma chamada "posição 0", quedefine o ponto de impressão 05.
Subseqüentemente, a esbarro 79 liberado do cilindro de gravar07.1 associado, isto é, o esbarro 79 foi removido, por exemplo, previamente,por deslocamento para cima, e posição de encosto de pressão ainda ativadado cilindro de transferência 06.1, isto é, ativadores 82 ativados do cilindro detransferência 06.1, é solicitada a força F desejada pára a posição de encostode pressão entre cilindro de gravar e cilindro de transferência 07.1; 06.1. Is-so dá-se aqui por solicitação dos ativadores 82 do cilindro de gravar 07.1com a pressão de encosto P desejada. Se na unidade de mancai 14 (252)do primeiro cilindro de gravar 07.1 também estiver previsto um esbarro 79ajustável, em uma primeira variante, esse esbarro 79 já pode agora ser pos-to, agora substancialmente livre de força, em contato com a superfície deesbarro correspondente do bloco de mancai 74 no primeiro cilindro de gravar 07.1.
Com a posição de encosto ativada (isto é, em cada caso, forçaexercida em direção ao ponto de impressão 05) dos dois primeiros cilindros06.1; 07.1 e desencosto de pressão do segundo cilindro de gravar 07.2, du-rante ou depois de o esbarro 79 do terceiro cilindro 06.2 ser ou ter sido libe-rado), o segundo cilindro de transferência 06.2 ou o bloco de mancai 74 domesmo é solicitado com a força desejada (pressão P) para a posição de en-costo de pressão, e na obtenção do equilíbrio, o esbarro 79 do mesmo éposto, substancialmente livre de força, em contato com a superfície de es-barro correspondente do bloco de mancai 74. Nesse sentido, o esbarro 79do primeiro cilindro de gravar 07.1 também pode ser posto em contato com obloco de mancai 79 associado antes, durante ou subseqüentemente, caso jánão tenha ocorrido na variante citada acima.
Em um último passo - a esbarro 79 livre ou previamente liberado- o segundo cilindro de gravar 07.2 ou o bloco de mancai 74 do mesmo éposto em encosto, enquanto o cilindro de transferência 06.2 associado tam-bém se encontra em encosto. Depois de atingido o estado estacionário,também no segundo cilindro de gravar 07.2 - caso ali esteja previsto um es-barro 79 - esse esbarro 79 é posto, substancialmente livre de força, em con-tato com a superfície de esbarro correspondente do bloco de mancai 74.
Desse modo, dá-se um ajuste sintonizado de modo ótimo para oprocesso de impressora dos cilindros 06; 07 do grupo de impressão duplo 03.
Na modalidade representada, todos os quatro cilindros 06; 07estão dispostos de modo a poderem ser encostados/desencostados, sendoque, no entanto, apenas os esbarros 79 dos dois cilindros de gravar 07 e umdos cilindros de transferência 06 não são ajustáveis manualmente, i.e, sãoajustáveis através de ativadores 84 84 manobráveis por meio de pressão,particularmente, manobráveis remotamente. O esbarro 79 do outro cilindrode transferência 06 é ajustável e fixável, por exemplo, por meio de um meiode ajuste 84, realizado como parafuso de ajuste. Portanto, ele também nãoprecisa apresentar, por exemplo, nenhum meio de fixação.
Em uma variante mais simples, citada acima, todos os quatrocilindros 06; 07 estão dispostos de modo linearmente móvel por meio de ati-vadores 82, sendo que apenas os dois cilindros de transferência 06 apresen-tam esbarros 79 móveis (opcionalmente, com os ativadores 84 e/ou meiosde fixação citados acima).
Em outra modalidade simplificada, um dos cilindros de transfe-rência 06 é ajustável em suas posição, mas não é móvel em termos de ope-ração no sentido de um movimento de encosto/desencosto, mas está dis-posto fixo na armação. Os outros três cilindros 06; 07 estão então dispostosde modo móvel no sentido de um encosto/desencosto, sendo que em umaprimeira variante, todos esses três cilindros 06; 07 e em uma segunda vari-ante, apenas o cilindro de transferência 06, diferente do cilindro de transfe-rência 06 fixado, apresenta um esbarro 79 móvel e, opcionalmente, o meiode fixação.
Em desenvolvimento do apoio de cilindro, as unidades de man-cal 14 (252) dos cilindros de gravar 07 e/ou dos cilindros de transferência 06estão apoiados de modo móvel em uma direção de movimento sobre pelomenos um próprio lado frontal, por exemplo, em mancais lineares ou pormeio de suspensão deformável, que se encontra perpendicularmente ao eixode rotação dos cilindros e apresenta pelo menos um componente perpendi-cular à direção de ajuste S. De preferência, essa direção de movimento éescolhida de modo perpendicular à direção de ajuste S e, no caso de mano-bra unilateral, causa uma posição oblíqua (o chamado "cooking") do cilindro06; 07 correspondente.
O ativador 82 previsto na modalidade acima das unidades demancai 14 (252) está formado para pôr à disposição um caminho de ajusteAS para o encosto ou desencosto e, portanto, apresenta, de preferência, umcurso pelo menos correspondente a AS. O ativador 82 está previsto para oajuste da pressão de encosto de rolos ou cilindros 06; 07 encostados unsnos outros e para realização do encosto/desencosto de pressão e está for-mado de modo correspondente. O caminho de ajuste AS (ou curso) perfaz,por exemplo, pelo menos 1,5 mm, particularmente, pelo menos 2 mm.
O êmbolo 82 está vedado em relação â câmara de meio depressão por uma vedação próxima à câmara de pressão, que circunda o pe-rímetro do êmbolo 82, e está guiado por uma guia corrediça próxima à câ-mara de pressão. Vantajosamente, pode estar prevista, adicionalmente, umasegunda vedação e uma segunda guia corrediça em uma região afastada dacâmara de pressão do êmbolo 82. Em uma modalidade particularmente van-tajosa, em vez da ou adicionalmente à segunda vedação, o êmbolo 82 estávedado em relação ao exterior, adicionalmente, por uma membrana, por e-xemplo, de borracha, particularmente, uma membrana rolante. A mesmaestá unida, por um lado, em toda a volta com o êmbolo 82 e, por outro lado,em sua linha periférica externa, totalmente, com o corpo básico ou outroscomponentes fixos do elemento de ativação.
Em uma formação vantajosa da unidade de impressão 01, tantopartes da unidade de impressão 01, particularmente, seções de parede 11;12, para fins de equipamento ou manutenção da unidade de unidade de im-pressão 01, estão dispostas de modo móvel linearmente, umas em relaçãoàs outras, particularmente, em uma guia linear 15, bem como também cilin-dros 06; 07, para ajuste da pressão de encosto e/ou para realização do en-costo/desencosto de pressão, em mancais lineares 70 dentro da seção deparede 11; 12 correspondente.
Na verdade, as modalidades de acionamento descritas a seguir,em princípio, também independentemente da divisibilidade descrita acimae/ou da disposição linear e/ou do apoio linear especial e/ou do encosto, de-sencosto e ajuste citados dos cilindros 06; 07 e/ou da unidade de forneci-mento de tinta 08 descrita e/ou do uso de castelos de rolos, são vantajosas.Mas, vantagens especiais apresentam-se exatamente em conexão com umaou mais das características citadas.
A seguir, são descritos exemplos de modalidades para o acio-namento do grupo de impressão 04 - por exemplo, também engrenagens deacionamento formadas como módulos de função. Nas soluções de aciona-mento, grupos funcionais ou cilindros 06; 07 individuais ou rolos da unidadede impressão 01 estão equipados com motores de acionamento próprios(vide abaixo), particularmente, servo-motores, motores de AC ou motoresassíncronos.Em princípio, também pode ser usado um acionamento em pa-res par o para de cilindro de gravar-cilindro de transferência, que compreen-de, então, por exemplo, uma engrenagem de cilindro de pressão com motorde acionamento próprio. Adicionalmente, uma engrenagem para a unidadede fornecimento de tinta, com motor de acionamento próprio (para rotação emovimento de mudança) e, no caso do offset a úmido, uma engrenagempara a unidade de umedecimento, com motor de acionamento próprio (pararotação e movimento de mudança), criam uma alta variabilidde e qualidade.
A concepção dos módulos de acionamento individuais para a-cionamento separado para o grupo de impressão, unidade de fornecimentode tinta e unidade de umedecimento permite tanto a divisibilidade da unida-de de impressão 01 no ponto de impressão 05, como também a divisibilida-de entre cilindro de gravar 07 e unidade de fornecimento de tinta 08. Os a-cionamentos separados para cilindro de grupo de impressão 06; 07, unidadede fornecimento de tinta 08 e, opcionalmente, unidade de umedecimento 09,também permitem uma operação de manutenção, tal como troca de moldesde impressão e/ou lavagem de telas de borracha, enquanto se dá uma lava-gem da unidade de fornecimento de tinta e/ou um fornecimento de tinta pré-vio. Os programas de execução podem, nesse caso, ser diferentes em dura-ção, número de rotações e funcionamento.
Por exemplo, no lado esquerdo da figura 20 estão representadasas condições para o offset a seco, no lado direito, para o offset a úmido. Na-turalmente , porém, os dois grupos de impressora 04 de um grupo de pres-são duplo 03 efetivo são, em geral, do mesmo tipo. Nas vistais frontais, porrazões de visibilidade foi dispensado o esquema dos cilindros e foram repre-sentados apenas os conjuntos de acionamentos com motores. Na vista decima, o conceito de acionamento está representado pelo exemplo de umaunidade de fornecimento de tinta 08, com dois cilindros de fricção 33; 33'acionados rotativamente (compare unidade de fornecimento de tinta acima)e - no caso do offset a úmido - contrariamente às figuras acima), pelo exem-plo de uma unidade de umedecimento 09, com dois cilindros de fricção 33;33' acionados rotativamente.
O acionamento dos cilindros do grupo de impressão 06; 07 dá-se pelos menos aos pares, isto é, para cada par de cilindros 06; 07 de cilin-dro de gravar e cilindro de transferência associado 07; 06 está previsto pelomenos um motor de acionamento 121 próprio, independente de outros cilin-dros do grupo de impressão. O mesmo pode ser, por exemplo, tal como re-presentado na figura 20, em cada caso, um motor de acionamento 121 pró-prio, mecanicamente independente, ou então, tal como não representado,por acionamento em pares através de ligações ou conjuntos de acionamentos.
Tal como visível na figura 20, em uma representação de umavariante de modalidade, os motores de acionamento 121 estão acopladoscom os dois cilindros do grupo de impressão 06; 07, em cada caso, atravésde pelo menos um acoplamento 148 à prova de torção, particularmente, umacoplamento 148 compensador de desvios angulares. De preferência, doisdesses acoplamentos 148 estão previstos em série com uma peça interme-diária (ou um componentes realizado, no total, como articulação dupla), querepresenta, então, no total, um acoplamento 151 compensador de desloca-mento. Desse modo, apesar da mobilidade (encosto/desencosto) dos cilin-dros 06; 07, é possível uma disposição fixa na armação dos motores de a-cionamento 121. Na montagem, aos módulos de função 122, produzidosindependentemente, precisam ser unidos por flange apenas os eixos 78 queapresentam o(s) acoplamento(s) 148. De modo particularmente vantajoso, oacoplamento 148 está formado, em cada caso, como acoplamento de Iame-las 148 ou acoplamento integralmente metálico e apresenta pelo menos umpacote de lamelas, unido com dois flanges por encaixe positivo, mas de mo-do deslocado na direção periférica das lamelas.
O acoplamento 151 entre módulo de função 122 e o cilindro degravar 07, para possibilitar um comando/regulagem de registro lateral, estáformado de tal modo que ele também aceita um movimento relativo axialentre cilindro de gravar 07 e módulo de função 122. Isso também pode dar-se pelo acoplamento de lamelas 148 citado acima, que por deformação naregião das lamelas possibilita uma alteração de comprimento axial. Um acio-namento axial, não representado, pode estar previsto no mesmo lado da ar-mação ou no outro lado da armação como o acionamento rotativo.
Também os rolos 33; 33' acionados, particularmente, os cilindrosde fricção 33; 33' da unidade de fornecimento de tinta 09 estão acopladoscom o módulo de função, de preferência, através de pelo menos um aco-plamento, particularmente, acoplamento 149 compensador de desvios angu-lares. Como, em geral, não se dá um desencosto/encosto desses rolos 33,33', é suficiente um acoplamento 149 desse tipo. Em modalidade simples, oacoplamento 149 também está formado apenas como união por flanges rígi-da. O mesmo vale para o acionamento, opcionalmente, do módulo de função139.
Na figura 20 os dois cilindros de fricção 33; 33' estão formados,por exemplo, ambos, por acionamento forçado rotativo, nesse caso, pelomotor de acionamento 128.
Na figura 20, em modalidade vantajosa, os cilindros de impres-são 06; 07 estão acionados, em cada caso, individualmente, por um motorde acionamento 121. Preferivelmente, em um "conjunto de acionamento estáprevista ente motor de acionamento 121 e cilindro 06; 07 uma engrenagem150, particularmente, uma engrenagem de desmultiplicação 150, tal como,por exemplo, uma engrenagem planetária. A mesma já pode ser construti-vamente montada previamente como engrenagem adicional junto com o mo-tor 121, como unidade estrutural no mesmo. Mas, também pode estar previs-ta uma engrenagem modular como módulo de acionamento ou de função,em cuja entrada é acoplável o motor de acionamento 121 e, na saída domesmo, o respectivo cilindro 06; 07 - particularmente, através de um aco-plamento 148 ou 151 compensador de desvio angular ou de deslocamento.Em vez de um motor de acionamento 121 com engrenagem 150, vantajosa-mente pode ser usado um motor síncrono 121 excitado por ímã permanente.
Em uma modalidade particularmente vantajosa, o motor de acio-nametno 121 a ser acoplado para o acionamento do cilindro 06; 07 está for-mado como motor síncrono 121 e/ou motor elétrico 121 excitado por ímãpermanente, particularmente, como motor síncrono 121 excitado por ímãpermanente. Esse motor de acionamento 121 é um motor circular acionadodiretamente e apresenta um estator com enrolamento de corrente trifásica,bem como um rotor com ímãs permanentes. Por essa formação do motor deacionamento 121, particularmente, dos ímãs permanentes, é obtida uma altadensidade de potência e, portanto, torna desnecessário o uso de multiplica-ções de engrenagem. Desse modo, são suprimidas imprecisões no ramal deacionamento, bem como desgaste de elementos mecânicos, tais como en-grenagens.
Em um segundo exemplo de modalidade vantajoso para o aco-plamento do acionamento (figura 20), o acoplamento entre corpos rotativos,por exemplo, cilindros 06; 07, e motor de acionamento 121 dá-se diretamen-te - isto é, sem um acoplamento que possibilita um movimento relativo axiale/ou sem um acoplamento compensador de desvio angular e/ou desloca-mento - no eixo 78. Esse acoplamento pode ser realizado de modo rígido,mas desprendível. Nessa modalidade, o motor de acionamento 121, por e-xemplo, não está disposto fixo na armação, mas fixo no cilindro, e no encos-to/desencosto e, opcionalmente, no deslocamento do registro lateral, é mo-vido conjuntamente com o cilindro 06; 07. No caso de pelo menos uma dis-posição de mancai 14 de cilindros 06; 07 móveis, os motores de acionamen-to 121 de cada cilindro de grupo de impressão 06; 07 não estão unidos naarmação lateral 11; 12, mas unidos rigidamente, por exemplo, aparafusados,diretamente com o bloco de mancai 74 móvel, e são movidos conjuntamentedurante o movimento de ajuste.
Na figura 20, o acionamento do componente rotativo, particular-mente, do cilindro 06; 07 montado na unidade de mancai 14, está formadocom um motor de acionamento 121, formado como motor síncrono 121 e/oumotor excitado por ímã permanente, isto é, está formado no rotor com umaseção de ímãs permanentes.
Os rolos 28; 33; 34, 33' da unidade de fornecimento de tinta 08,por razões de representação, estão representados na figura 21 "em explo-são" em relação às figuras 5 a 10.
O estator está fixado rigidamente, nesse caso, por exemplo, di-retamente ou indiretamente na parte móvel da unidade de mancai 14, porexemplo, no bloco de mancai 74 móvel e pode ser movido junto com omesmo. No caso de uma disposição de mancai 14 de outro tipo, o estatorestá montado, por exemplo, na bucha de excêntrico interna ou na alavanca.
As figuras 21 e 22 mostram configurações vantajosas - por e-xemplo, no que se refere ao transporte de tinta e desgaste - da unidade defornecimento de tinta 08 ou do acionamento da unidade de fornecimento detinta, que por si só, mas também, particularmente, em associação com umaou mais características das unidades de impressão 01, contêm vantagens.
A unidade de fornecimento de tinta 08, designada, por exemplo,como unidade de fornecimento de tinta 08 absorvedora ou também como"unidade de fornecimento de tinta longa", apresenta uma pluralidade dosrolos 28; 33; 33'; 34; 36; 37 já citados acima. Ela compreende, tal como re-presentado nas figuras 5 a 10, um rolo de aplicação 28, que aplica a tintasobre o molde de impressão do cilindro de gravar 07, que obtém a tinta atra-vés de um rolo de fricção 33 ou cilindro de fricção 33 (por exemplo, com su-perfície dura) de mudança, próximo ao molde de impressão ou ao cilindro degravar, de um rolo de tinta ou de transferência 34 (por exemplo, com super-fície macia), de um segundo rolo de fricção 33' ou cilindro de fricção 33' demudança, afastado do cilindro de gravar, um outro rolo de fornecimento detinta ou de transferência 34 (por exemplo, com superfície macia), um rolo defilme 37, não representado na figura 22, e um rolo condutor ou de imersão36 de uma caixa de tinta 38. O rolo de imersão e de filme 36; 37 (que carac-teriza uma unidade de fornecimento tinta de filme), vantajosamente, tambémpodem estar substituídos por um outro sistema de alimentação ou dosagemde tinta (por exemplo, sistema de bomba na unidade de fornecimento de tin-ta de bomba, ou sistema de sifão na unidade de fornecimento de tinta desifão).
As superfícies macias dos rolos de aplicação e/ou trasferência28; 34 (abreviadamente: rolos macios 28; 34) são elásticas em direção radi-al, por exemplo, formadas com uma camada de borracha, o que está ex-presso nas figuras 5 a 10 pelas linhas circulares cheias.
Se, então, os rolos 28; 33; 33'; 34; 37 da unidade de fornecimen-to de tinta 08 forem encostados uns nos outros, então, dependendo da pres-são de encosto e/ou caminho de ajuste, as superfícies duras dos cilindros defricção 33; 33' imergem em maior ou menor profundidade nas superfíciesmacias dos rolos 28; 34 macios, que, em cada caso, funcionam em conjunto.Com isso, dependendo da profundidade de penetração, alteram-se as rela-ções de perímetro dos rolos 28; 33; 33'; 34; 37, que rolam uns sobre os ou-tros e funcionam em conjunto.
Se, então, por exemplo, para um de vários rolos que funcionamem conjunto, deu-se um acionamento rotativo forçado por especificação deum número de rotações (por exemplo, através de um motor de acionamentoou uma ligação de acionamento mecânica correspondente com um outrocomponente acionado), então, um rolo macio adjacente, acionado apenasatravés de fricção do rolo citado primeiramente, gira, dependendo da profun-didade de penetração, com número de rotações diferente. Mas, para o casode esse rolo macio ser acionado, adicionalmente, por um motor de aciona-mento próprio ou, então, adicionalmente, através de fricção em um segundoponto de aperto por um outro rolo com número de rotações determinado, noprimeiro caso, isso poderia levar a uma diferença entre número de rotaçõesespecificado por motor e número de rotações.causado por fricção, e, no se-gundo caso, a uma diferença entre os dois números de fricção causados pornúmeros de rotações. Nos pontos de aperto ocorre patinação e/ou o ou osmotor(es) de acionamento são desnecessariamente carregados fortemente.
Na unidade de fornecimento de tinta 08, particularmente para amodalidade do acionamento de acordo com a figura 21, na região da aplica-ção de tinta pelos rolos 28; sobre o molde de impressão 22, pela soluçãodescrita a seguir para as figuras 22 e 21, é obtido um rolamento ("true rol-ling") e tintagem livre de patinação.
O cilindro de fricção 33 próximo ao cilindro de gravar está acio-nado rotativamente na figura 22, apenas através de fricção com rolos adja-centes 28; 34 e para seu acionamento rotativo, não apresenta nenhuma li-gação de acionamento mecância com o acionamento dos cilindros de grupode impressão 06; 07, nem qualquer outro rolo de fornecimento de tinta acio-nado rotativa e forçadamente, nem um motor de acionamento próprio. Dessemodo, o primeiro cilindro de fricção 33 é acionado rotativa e, predominante-mente por fricção, através dos, nesse exemplo, dois (opcionalmente, tam-bém um ou três) rolos de aplicação 34, acionados por fricção com o cilindrode gravar 07, e apresenta, independentemente das penetrações nos pontosde aperto, situados entre os mesmos, substancialmente, a velocidade perifé-rica do cilindro de gravar 07. O cilindro de fricção 33' afastado do cilindro degravar apresenta, tal como indicado na figura 22, um motor de acionamento128, que aciona o mesmo rotativamente, mas que, além do acionamento defricção formado pelos rolos 33'; 34; 33, não apresenta nenhum acoplamentomecânico com o primeiro cilindro de fricção 33. No caso de mais de dois ci-lindros de fricção 33; 33', por exemplo, três, os dois afastados do cilindro degravar podem estar acionados rotativamente, forçadamente, ou apenas ocilindro de fricção central ou o mais afastado do cilindro de gravar pode estaracionado rotativamente, forçadamente.
De preferência, os dois cilindros de fricção 33; 33' apresentamuma engrenagem 136, por exemplo uma engrenagem de mudança ou defricção 136.
Em uma modalidade menos complexa mecanicamente, o cilindrode fricção 33 próximo ao cilindro de gravar, apresenta uma engrenagem demudança 136 própria, que apenas transforma seu movimento de rotação emum movimento de mudança. A mesma pode, vantajosamente, estar formadacomo engrenagem de movimento curvilíneo, sendo que, por exemplo, umesbarro axial fixo na armação funciona em conjunto com uma ranhura cir-cundante curvilínea, fixa no rolo, ou um esbarro axial, em uma ranhura cir-cundante fixa na armação, de um disco curvilíneo. Em princípio, essa engre-nagem 136, que transforma a rotação em um curso axial de mudança, podeestar realizada como uma outra engrenagem 136 apropriada, por exemplouma engrenagem helicoidal ou de biela-manivela, que apresenta um excên-trico.
A engrenagem de mudança 136 do primeiro cilindro de fricção33 está acoplada mecanicamente, de modo vantajoso, através de uma en-grenagem com a engrenagem de mudança 136 do segundo cilindro de fric-ção 33'. Vantajosamente, as duas engrenagens de mudança 136 acopladasrepresentam um acionamento de mudança 162 conjunto (engrenagem demudança 162) e são acionadas forçadamente para seu movimento de mu-dança por um motor de acionamento. De preferência, o acionamento forçadoda engrenagem de mudança 162 dá-se pelo motor de acionamento 128 queaciona rotativamente o segundo cilindro de fricção 33' (figura 21).
Na figura 21 está representada uma modalidade vantajosa parao acionamento dos cilindros de fricção 33; 33', sendo que apenas o segundocilindro de fricção 33' é acionado rotativamente, forçadamente, mas os doiscilindros de fricção 33'; 33' são acionados axialmente, forçadamente, atravésdo acionamento de mudança 162 comum. Os cilindros do grupo de impres-são 06; 07 podem estar acionados, em pares, por motores de acionamento121 para cada par de cilindros, ou, então, vantajosamente, individualmente,por, em cada caso, um motor de acionamento 121, tal como apresentadonas figuras 20 ou 22.
Na figura 22 está representada, exemplificadamente, a situaçãoinversa, sendo que apenas o cilindro de fricção 33 próximo ao cilindro degravar está acionado rotativamente, forçadamente, As partes visíveis, cor-respondentes à figura 21 não estão novamente descritas e designadas ex-plicitamente para a figura 22.
A esse respeito, nas figuras 21 e 22 o motor de acionamento128 aciona, através de um acoplamento, através de um eixo 164 sobre umpinhão de acionamento 166, que, por sua vez, funciona em conjunto comuma roda dentada reta 167, unida à prova de torção com o segundo ou pri-meiro cilindro de fricção 33; 33'. A união pode dar-se, por exemplo, atravésde uma seção de eixo 168, que sustenta a roda dentada reta 167 sobre umpinhão 169 do segundo (figura 21) ou primeiro (figura 22) cilindro de fricção33'; 33. Uma seção de eixo 168 correspondente do primeiro (figura 21) ousegundo (figura 22) cilindro de fricção 33, 33' não apresenta uma roda den-tada reta 167 desse tipo, nem uma ligação de acionamento com o motor deacionamento 128. A ligação de acionamento entre pinhão de acionamento166 e roda dentada reta 167 do segundo ou primeiro cilindro de fricção 33';33 são, de preferência, de dentes retos e formados para cada posição domovimento de mudança com uma cobertura suficiente grande no engate dosdentes. Os dois cilindros de fricção 33; 33' estão montados, tal como repre-sentado, exemplificadamente, na figura 21, em quadros 147 formados emuma aração lateral 147 ou armação, em mancais 172 (por exemplo, mancaisradiais 172, ou então na armação lateral 11; 12 (figura 22), que possibilitamadicionalmente um movimento axial. Uma ligação de acionamento rotativoentre o motor de acionamento 128 e o primeiro (figura 21) ou o segundo (fi-gura 22) cilindro de fricção 33; 33' não existe, nesse caso. O pinhão de acio-namento 166 e a roda dentada reta 167, disposta sobre a seção do eixo 168,formam, em conjunto, uma engrenagem, particularmente, engrenagem dedesmultiplicação, que forma, em si, uma unidade estrutural fechada e/oupreviamente montada, com carcaça própria 153. A unidade estrutural podeser acoplada no lado da saída no moente.
O acionamento de mudança 162 é acionado pelo motor de acio-namento 128, também, por exemplo, através de um acionamento helicoidal173, 174. Nesse caso, um parafuso 173 disposto no eixo 164 ou uma seçãodo eixo 164 formada como parafuso 173 é friccionado sobre uma roda heli-coidal 174, que está unido à prova de torção com um eixo 176, que se es-tende perpendicularmente ao eixo de rotação dos cilindros de fricção 33; 33'.
Em cada caso, no lado frontal do eixo 176 está disposto, excentricamente aoeixo de rotação do mesmo, um dispositivo de arrasto 177, que, por sua vez,está unido à prova de pressão e de torção na direção axial dos cilindros defricção 33; 33', por exemplo, através de um mecanismo de biela-manivela,por exemplo, através de uma alavanca 178 e uma articulação 179, apoiadosde modo rotativo sobre o dispositivo de arrasto 177, com o pinhão 169 doscilindros de fricção 33; 33'. Na figura 20, a engrenagem de fricção 136 docilindro de fricção 33' afastado do cilindro de gravar está indicada apenas emtracejado, uma vez que, nessa vista, ela está encoberta pela roda dentadareta 167. Uma rotação do eixo 176 causa uma rotação do dispositivo de ar-rasto 117, que, por sua vez, provoca, através do mecanismo de biela-manivela, um curso axial dos cilindros de fricção 33; 33'. A saída de movi-mento para o acionamento de mudança 162 também pode dar-se em umoutro ponto do ramal de acionamento rotativo entre motor de acionamento128 e cilindro de fricção 33', ou até mesmo no outro lado da máquina, pelopinhão 169, que se encontra no outro lado frontal do cilindro de fricção 33',para uma engrenagem de mudança 162 correspondente. Também pode es-tar opcionalmente prevista uma engrenagem diferente de uma engrenagemhelicoidal 173, 174, para o desacoplamento do acionamento axial.
Tal como representado nas figuras 21 e 22, o acionamento demudança 162 ou a engrenagem de mudança 162 está formado, no total,como unidade estrutural, com uma carcaça própria 181, que, adicionalmen-te, pode estar realizada de modo encapsulado.
Pelo fato de que na figura 21 o cilindro de fricção 33 próximo aocilindro de gravar não apresenta um acionado forçado rotativo, os rolos 28;(34) rolam uns sobre os outros, substancialmente, sem patinar, pelo menosna região da unidade de fornecimento de tinta próxima ao cilindro de gravar.
Na figura 22, apenas o cilindro de fricção 33 próximo ao cilindro de gravarestá acionado rotativamente, forçadamente, de modo que "na parte posteri-or" da unidade de fornecimento de tinta 08 são suprimidos acionados força-dos concorrentes. Em geral, pode-se contatar que no acionamento da uni-dade de fornecimento de tinta 08 pode ser vantajoso que de dois cilindros defricção 33; 33', apenas um esteja acionado rotativamente, forçadamente.
Em princípio, o motor de acionamento 128 que aciona rotativa-mente um dos cilindros de fricção 33; 33', pode estar formado de modo con-trolável ou regulável, no que se refere à sua potência e/ou seu torque e/ou,também, seu número de rotações. Nesse último caso - se o motor de acio-namento 128 também for operado de modo regulado/controlado em númerode rotações no acionamento - na região afastada do cilindro de gravar daunidade de fornecimento de tinta 08 ainda podem ocorrer os problemas cita-dos acima, no que se refere a perímetros de rolo ativos diferentes.
Em vista dos problemas citados acima de uma especificação denúmero de rotações, concorrente com a engrenagem de fricção, o motor deacionamento 128 está, no entanto, formado, vantajosamente, de tal modoque pelo menos durante a operação de impressão ele é controlável ou regu-lável, no que se refere à sua potência e/ou seu torque. Isto pode ocorrer ba-sicamente atrvés de um motor síncrono 128 ou um motor de acionamento128 executado como motor assícrono.
Na modalidade mais simples, no que se refere à complexidade,o motor de acionamento 128 está formado como motor assíncrono 128, aoqual é especificada em um controle de acionamento 186 associado apenasuma freqüência (por exemplo, no desencosto de pressão da unidade de for-necimento de tinta 08) e/ou uma potência de acionamento elétrica ou umtorque (no encosto de pressão da unidade de fornecimento de tinta 08). Nodesencosto de pressão da unidade de fornecimento de tinta 08, isto é, osrolos de aplicação 28 estão fora de contato de rolamento com o cilindro degravar 07, a unidade de fornecimento de tinta 08 pode ser levada a uma ve-locidade periférica apropriada para o encosto de pressão através do segun-do cilindro de fricção 33', através da freqüência e/ou potência de acionamen-to especificadas, à qual as velocidades periféricas de cilindro de gravar 07 erolos de aplicação 28 só se distinguem em pouco menos de 10%, particu-larmente, menos de 5%. Uma especificação de freqüência ou potência apro-priada é determinável antecipadamente, empiricamente ou por cálculo e ar-mazenada ou no próprio controle de acionamento, em um controle de má-quina ou em um computador de central de controle. O valor da especificaçãoé, de preferência, alterável pelo pessoal de serviço, sendo que o valor daespecificação é, de preferência, alterável pelo pessoal de serviço (tambémvale, vantajosamente, para os valores de especificação citados abaixo).
No encosto de pressão, isto é, os rolos de aplicação 28 estãoem contato de rolamento com o cilindro de gravar 07 e todos os cilindros daunidade de fornecimento de tinta estão encostados uns nos outros, os rolos28; 33; 34; 33'. 34; 37 são acionados rotativamente, em uma parte pelo cilin-dro de gravar 07, através do acionamento de fricção, agora produzido, entreos rolos 28; 33; 34; 33'; 34; 37, de modo que o motor de acionamento 128 sóprecisa introduzir a crescente potência de perda nas engrenagens de fricção,com crescente distância do cilindro de gravar 07. Isto é, o motor de aciona-mento 128 pode ser operado com um torque de acionamento pequeno ouuma potência de acionamento pequena, que apenas contribui para manter aregião posterior da unidade de fornecimento de tinta 08 na velocidade perifé-rica especificada, substancialmente, pelo contato de fricção. Essa potênciade acionamento pode ser deixada constante, em uma primeira variante, paratodos os números de rotações de produção (ou números de rotações do ci-lindro de gravar 07) ou corresponder à especificação para pôr em andamen-to o desencosto de pressão ou representar um valor próprio constante paraa produção. Em uma segunda variante, para diversos números de rotaçõesde produção (e, adicionalmente, opcionalmente, para pôr em andamento odesencosto de pressão) podem estar especificadas e depositadas diversasespecificações com relação à freqüência e/ou potência de serviço. Depen-dendo do número de rotações de produção (velocidade da produção), podeentão variar a especificação para o motor de acionamento 128.
A seguir são detalhados dispositivos, por exemplo, os castelosde rolos 257, para ajuste de uma força de compressão exercida por um roloem uma faixa de rolo sobre um corpo rotativo adjacente e/ou para encostodo rolo no corpo rotativo e/ou para desencosto do rolo desse corpo rotativo,bem como o respectivo controle ou regulagem desses dispositivos.
Particularmente, o rolo de aplicação 28, tal como representadonas figuras 9, 10 e 13, também representativamente para as outras modali-dades da unidade de fornecimento de tinta 08, apresenta um castelo de rolo257 desse tipo para encosto/desencosto. Tal como indicado na figura 10,vantajosamente, todos os rolos 28, 34 ajustáveis da unidade de fornecimen-to de tinta e, opcionalmente, os rolos 41; 43 ajustáveis da unidade de ume-decimento 09 (caso presente) apresentam um castelo de rolo 257 automáti-co desse tipo.
Pelo uso do castelo de rolo 257 descrito abaixo, os rolos 28, 34,41, 43 dispostos desse modo estão formados, em cada caso, como rolos 28,34, 41, 43 controláveis em sua força de compressão.
Nos exemplos representados, cada um desses rolos 28; 34; 41controláveis da unidade de fornecimento de tinta 08 ou unidade de umede-cimento 09 está em ligação de contato com dois corpos rotativos adjacentes,isto é, cada um desses rolos 28; 34; 41 está encostado simultaneamente emdois dos corpos rotativos previstos nessa disposição, de modo que cada umdesses rolos 28; 34; 41 apresenta, em cada caso, em sua área lateral duastiras de rolo, também chamados pontos de aperto, que se estendem, subs-tancialmente, axialmente ao respectivo rolo. Cada rolo controlável em suaforça de compressão se comprime em sua respectiva tira de rolo contra oscorpos rotativos adjacentes com uma força de compressão ajustável.
No grupo de impressão 04, porém, também pode estar previstauma posição de operação de pelo menos um desses rolos 28; 34; 41; 261;262; 263 controláveis, na qual esse rolo está em ligação de contato com a-penas um corpo rotativo adjacente e está desencostado de seus segundoscorpos rotativos adjacentes, ou está formado apenas como rolo aditivo ouum chamado "rolo móvel". Nesse caso, está associado, então, a esse rolocontrolável, por exemplo, apenas um único corpo rotativo adjacente.
Na prática, para obtenção de uma boa qualidade para o produtode impressão a ser produzido com o grupo de impressão 04, existe a neces-sidade de ajustar as tiras de rolo existentes no grupo de impressão para umaforça ou largura determinada, sendo que a largura situa-se no âmbito de al-guns milímetro e perfaz, por exemplo, entre 1 mm e 10 mm.
O rolo 28; 34; 41; 43 controlável em sua força de compressão,particularmente o rolo de aplicação 28, está disposto com suas duas extre-midades 318, por exemplo, moentes 318, em cada caso, em um mancai deapoio 257 com um alojamento de rolo 339 capaz de um curso radial, isto é,em um chamado castelo de rolo 257, sendo que cada mancai de apoio 257ou castelo de rolo 257 apresenta pelo menos um, de preferência, vários ati-vadores 322 que atuam sobre o rolo 28; 34; 41; 43, sendo que os ativadores322, por sua vez, estão dispostos, de preferência, em uma carcaça perten-cente ao mancai de apoio 257 ou castelo de rolo 257, e, em cada caso, porexemplo, podem ser solicitados com pressão por um meio de pressão. Tam-bém quando, a seguir, os ativadores 322 forem descritos como ativadores322 que podem ser solicitados com pressão por um meio de pressão, o quecorresponde à sua modalidade preferida, então o controle, descrito a seguir,os mancais de apoio 257 e/ou de seus ativadores 322, é independente domeio que é usado para exercer a força de compressão. Para uma realizaçãodo controle proposto, os ativadores 322 também podem estar formados, porexemplo, como ativadores, que exercem a respectiva força de compressão,por exemplo, devido a um efeito hidráulico, elétrico, por motor ou piezoelétri-co. Em todo o caso, ativadores 322 manobrados fazem com que o alojamen-to de rolo 339 seja movido excentricamente em um plano que é ortogonal àdireção axial do rolo 28; 34; 41; 43 controlável. O curso radial pode dar-se,nesse caso, em uma via de movimento linear ou não linear.
O curso radial admissível do alojamento de rolo 339, por exem-plo, no mancai de apoio 257 disposto fixamente na armação, leva, dessemodo, a um deslocamento excêntrico do alojamento de rolo 339 no mancaide apoio 257, de preferência, formado como mancai radial. Nas figuras 23 e24 está representado, exemplificadamente um castelo de rolo 257 em suaestrutura construtiva. A figura 23 mostra, nesse caso, o castelo de rolo 257em um corte longitudinal paralelo ao eixo 319 do rolo. A figura 24 mostra ocastelo de rolo 257 da figura 23 em uma vista em perspectiva, com um cortelongitudinal parcial em dois planos que se encontram ortogonalmente um aooutro. Pode estar previsto que pelo menos todos os rolos 28; 41 que funcio-nam diretamente em conjunto com um cilindro de gravar 07 apresentem, emcada caso, pelo menos um ativador 322, que é controlado independente-mente dos outros ativadores 322 dos rolos 28; 41 , que funcionam diretamen-te em conjunto com o cilindro de gravar 07.
A carcaça do castelo de rolo 257 apresenta um suporte de qua-dro 323 em forma de luva, em cujo interior está disposto um suporte de rolo324, sendo que os ativadores 322 , quando manobrados, atuam sobre o su-porte de rolo 324 e podem deslocar radicalmente o suporte de rolo 324 emuma fenda formada radialmente em torno do eixo 319 entre o suporte dequadro 323 e o suporte de rolo 324. A fenda entre o suporte de quadro 323 eo suporte de rolo 324 tem, por exemplo, uma largura de 1 mm a 10 mm, depreferência, de cerca de 2 mm. Os ativadores 322 estão dispostos, por e-xemplo, na fenda entre o suporte de quadro 323 e o suporte de rolo 324 ou,em cada caso, em uma câmara ou cavidade do suporte de quadro 323, sen-do que o ativador 322 disposto na câmara ou cavidade do suporte de quadro323 apresenta uma superfície 338 ativa, voltada para o suporte de rolo 324,com a qual o ativador 322, em seu estado de operação solicitado com ummeio de pressão, exerce uma compressão superficial sobre o suporte de rolo 324.
Os ativadores 322 estão dispostos na carcaça do castelo de rolo257, de preferência, à prova de torção em relação a essa carcaça ou pelomenos em relação ao suporte de quadro 323. Os ativadores 322 são, porexemplo, em cada como, formados como um corpo oco, por exemplo, comotubo de pressão, que pode ser solicitado com um meio de pressão, sendoque o corpo oco apresenta pelo menos uma superfície 338 (figura 24) de ummaterial elastomérico deformável de modo reversível, sendo que essa super-fície 338, por exemplo, em uma outra modalidade não mostrada, está forma-da como membrana, sendo que a membrana 338, no caso da solicitaçãocom meio de pressão do corpo oco, apóia-se, de preferência, sobre umaárea lateral externa do suporte de rolo 324. A superfície 338 deformada demodo reversível corresponde, portanto, pelo menos amplamente, à superfí-cie 338 ativa para exercício da compressão superficial. Os ativadores 322,na, modalidade aqui preferida, não apresentam um êmbolo guiado em umcilindro, mas são sem haste de êmbolo. A integração dos ativadores 322 nacarcaça do castelo de rolo 257 leva, obviamente, a um modo de construçãoextremamente compacto do castelo de rolo 257. O meio de pressão é ali-mentado aos ativadores 322, em cada caso, através de uma linha de meiode pressão 341 (figura 24).
Uma das extremidades 318 do rolo 28; 34; 41; 43, controlávelem sua força de compressão, está disposta no alojamento de rolo 339 for-mado no suporte de rolo 324, formado, por exemplo, em forma semicircular,de preferência, como um fecho rápido, e unido fixamente com o suporte derolo 324, sendo que o rolo controlável em sua força de compressão é rotati-vo, em cada caso, em torno de seu próprio eixo 319. Alternativamente à uni-ão fixa do alojamento de rolo 339 com a extremidade do rolo 28; 34; 41; 43,o alojamento de rolo 339 apresenta um mancai, por exemplo, um mancai derolamento ou mancai corrediço, no qual a extremidade do rolo está dispostode modo rotativo. O suporte de quadro 323 está fixado, por exemplo, emuma parede de armação 336 do grupo de impressão 301. O castelo de rolo257 está vedado em seu lado frontal voltado para o rolo controlável em suaforça de compressão, de preferência, com um elemento de vedação 337,que cobre a fenda entre o suporte de armação 323 e o suporte de rolo 324contra poeira, umidade e outras sujidades, sendo que o elemento de veda-ção 337 está, por exemplo, aparafusado no suporte de armação 323. Peloelemento de vedação 337, particularmente também os ativadores 322 estãoprotegidos contra sujidade e, desse modo, contra uma perturbação em suamobilidade. Pelo deslocamento radial do suporte de rolo 324 no suporte dequadro 323, um rolo também pode ser encostado em seu corpo de rotaçãoadjacente ou desencostado do mesmo.
O castelo de rolo 257 apresenta, por exemplo, um dispositivo defixação, que fixa em uma primeira posição de operação, fixa o suporte derolo 324 e, com isso, o rolo 28; 34; 41; 43 unido fixamente com o mesmo, e,desse modo, bloqueia o mesmo contra qualquer deslocamento radial emrelação ao suporte de quadro 323, ou, em uma segunda posição de opera-ção, libera o mesmo para um deslocamento desse tipo. O dispositivo de fi-xação apresenta, por exemplo, um primeiro pacote de lamelas coaxial, uni-do, por exemplo, com o suporte de rolo 324, e um segundo pacote de Iame-las 327, também, de preferência, coaxial, sendo que o segundo pacote delamelas 327 se insere com suas lamelas entre as lamelas do primeiro pacotede lamelas 326. A fixação dá-se no engate das lamelas, de preferência, comunião por fricção ou união por encaixe positivo. Depois de um desprendi-mento da união por fricção ou união por encaixe positivo das lamelas, o se-gundo pacote de lamelas 327 é móvel na direção axial do castelo de rolo257.
O movimento axial do segundo pacote de Iamela 327 é efetuado,por exemplo, pelo fato de que um meio de pressão é guiado por um canal328 formado na parede de armação 336 a uma câmara de pressão 329 dis-posta no castelo de rolo 257, sendo que uma placa de pressão 331 dispostana câmara de pressão 329 e move axialmente uma prensa 333, de preferên-cia, disposto na suporte de rolo 324, contra a força de um elemento de mola332. O segundo pacote de lamelas 327 está fixado em uma cabeça de pren-sa 334 da prensa 333 e também é movido em um movimento axial da pren-sa 333, com o que as lamelas dos pacotes de lamelas 326; 327 ficam foramde engate. No desligamento da pressão exercida pelo meio de pressão nacâmara de pressão 329 sobre a placa de pressão 331, a força exercida peloelemento de mola 332 leva as lamelas novamente ao engate umas com asoutras e, desse modo, fixa o suporte de rolo 324, deslocável radialmentepelos ativadores do castelo de rolo 257 em relação ao suporte de quadro323, no suporte de quadro 323.
No exemplo mostrado nas figuras 23 e 24 cada castelo de rolo257 apresenta, em cada caso, quatro ativadores 322, dispostos circularmen-te em torno do eixo 319 do rolo 28; 34; 41; 43, sendo que os ativadores 322estão distribuídos, de preferência, a distâncias uniformes em torno do eixo319 do rolo 28; 34; 41; 43, controlável em sua força de compressão. Os ati-vadores 322 são controláveis remotamente, isto é, manobráveis por umaunidade de controle e formados, de preferência, como ativadores pneumáti-cos 322. Como meio de pressão é usado, por exemplo, um gás previamentecomprimido, de preferência, ar comprimido. Uma alternativa aos ativadores322 pneumáticos formam, particularmente, ativadores hidráulicos, solicitadoscom pressão por um líquido ou também ativadores 322 que funcionam pormotor elétrico. Tal como é mostrado nas figuras 23 e 24 em uma representa-ção esquemática, cada ativador 322 , quando solicitado com meio de pres-são, exerce uma força radial Fn1; Fn2; Fn3; Fn4, dirigida para o interior deseu castelo de rolo 257, sobre o rolo 28; 34; 41; 43 controlável em sua forçade compressão, unido com o castelo de rolo 257, sendo que os ativadores322 apóiam-se radialmente no suporte de quadro 323 do castelo de rolo 257e pela pressão superficial sobre o suporte de rolo 324, disposto de modoradialmente deslocável no suporte de quadro, exercem a força radial Fn1;Fn2; Fn3; Fn4 sobre o rolo 28; 34; 41; 43 controlável em sua força de com-pressão, montado no suporte de rolo 324. A pressão exercida pelo meio depressão no respectivo ativador 322 e a força radial Fn 1; Fn2; Fn3; Fn4 desseativador 322, correspondem, portanto, uma à outra. As forças radiais Fn1;Fn2; Fn3; Fn4, exercidas simultaneamente pelo ativadores 32 do mesmocastelo de rolo 257, formam um ângulo de abertura γ um com o outro, que édiferente de 0o e 180°, situa-se, de preferência, entre 45° e 135° e perfaz,por exemplo, 90°. A força de compressão exercida por um rolo 28; 34; 41; 43controlável em sua força de compressão em uma tira de rolo sobre um corporotativo adjacente, resulta, então, como uma soma de vetores das forçasradiais Fn1; Fn2; Fn3; Fn4 exercidas simultaneamente pelo ativadores 322do mesmo castelo de rolo 257 - opcionalmente, levando em consideraçãouma força de peso exercida, pelo menos parcialmente, por um rolo 28; 34;41; 43 controlável, devido à sua massa própria sobre o corpo rotativo adjacnete.
Com uma característica de identificação η na designação da for-ça radial Fn1; Fn2; Fn3; Fn4, é caracterizável conseqüentemente, identificá-vel, um determinado castelo de rolo 257. De preferência, a cada castelo derolo 257 montado na impressora, pertencente a um rolo 28; 34; 41; 43 con-trolável, está associado no controle um sinal de identificação, com o qual ocastelo de rolo 257 é identificável inequivocamente na impressora ou pelomenos em um grupo de impressão e, desse modo, é selecionável no contro-le. Do mesmo modo, a cada ativador 322 pertencente a um castelo de rolo257 está associado um sinal de identificação, com o qual cada ativador 322em um dos castelos de rolo dispostos na impressora ou no respectivo grupode impressão 301 é inequivocamente identificável, selecionável e controlá-vel. Além disso, analogamente aos sinais de identificação descritos previa-mente, da câmara de pressão 329, pertencente ao dispositivo de fixação decada castelo de rolo 257, está associado um sinal de identificação, sendoque , no final, também cada dispositivo de fixação de castelos de rolo 257,dispostos na impressora ou no grupo de impressão 301, é inequivocamenteidentificável. O respectivo sinal de identificação dos castelos de rolo 257, deseus ativadores 322 e seu dispositivo de fixação é, de preferência, legívelpor máquina e pode ser armazenado na unidade de controle, de preferência,uma unidade de controle que processa dados digitais eletrônicos.
Os ativadores 322, em sua modalidade pneumática preferida,estão unidos em cada castelo de rolo 257, em cada caso, por uma linha demeio de pressão 341, com uma fonte de meio de pressão, que apresenta umnível de pressão, por exemplo, um compressor.
A unidade de controle está formada, por exemplo, como como-nente de uma central de controle ou computador de central de controle per-tencente à impressora ou pelo menos a um grupo de impressão 04 e, dessemodo, está associada à impressora ou ao grupo de impressão 04.
De um modo análogo ao controle dos rolos 28; 34; 41; 43, tam-bém o ativador 82 ou os ativadores 82 da respectiva unidade de mancai 14ou unidades de mancai 252 (figura 18; figura 7) dos cilindros 06; 07 ou rolos28; 34; 41; 43 dispostos em um grupo de impressão 04 ou unidade de im-pressão 01 (figuras precedentes) são identificáveis ou endereçáveis, bemcomo controláveis, por exemplo, com pelo menos uma válvula 93, de prefe-rência, pela central de controle ou por um computador de central de controle,sendo que ao ativador 82 ou aos ativadores 82 das respectivas unidades demancai 14 também está, em todo o caso, associado um sinal de identifica-ção inequívoco.
Na figura 27 está representado esquematicamente um perfil parauma pressão superficial P no ponto de impressão do cilindro de gravar 07 edo cilindro de transferência 06. A pressão superficial P cobre toda a regiãoda zona de contato, sendo que na parada na altura de um plano de ligação Vdos eixos de rotação ela atinge uma pressão superficial máxima Pmax. Naprodução, a mesma desloca-se para o lado da fenda de entrada, devido àparte de força viscosa. Em projeção a um plano perpendicular ao plano deligação V a zona de contato e, desse modo, o perfil, apresenta uma larguraΒ. A pressão superficial máxima Pmax, afinal, é responsável pela transferên-cia de tinta e deve ser ajustada de modo correspondente.
O tamanho absoluto da pressão superficial P na fenda de cilin-dro 114, bem como sua oscilação, na variação da penetração, é determina-do decisivamente por uma linha característica do dispositivo de absorção 23,particularmente, da tela de impressão metálica 23, particularmente, da telade impressão de borracha 23, sobre o cilindro de transferência. A linha ca-racterística representa a pressão superficial P (máxima), na dependência dapenetração δ (máxima). Na figura 28 estão representadas, exemplificada-mente, algumas linhas características de dispositivos de absorção 23 usuais,particularmente, telas de impressão metálicas 23, com uma placa de suporte116 fixa e uma camada elástica, por exemplo, camada de borracha 117. Osvalores são determinados em uma bancada de teste de prensa quase estáti-ca, no laboratório. Os mesmos devem ser transmitidos, de modo apropriado,junto com valores determinados de outro modo.
Da figura 28 é visível que uma elevação da dP/dô da linha carac-terística determina a oscilação na pressão superficial P, na alteração da pe-netração δ. Em uma variação Δδ da penetração e um valor de penetração δmédio, o tamanho de uma oscilação ΔΡ da pressão superficial máxima Pmaxnecesária na fenda de cilindro 114 é aproximadamente proporcional pelapressão superficial média à elevação dP/dô da linha característica no pontoδ. Desse modo, por exemplo, em um dispositivo de absorção a na figura 28,uma redução da penetração S de -0,1,16 mm para -0,14 mm reflete-se sobrea pressão superficial P por redução em cerca de 50 N/cm2, e uma reduçãoda penetração δ de -0,11 mm para -0,09 mm, sobre a pressão superficial Ppor redução em cerca de 25 N/cm2. Um dispositivo de absorção b apresentauma elevação menor.
Dispositivos de absorção 23 que, como um todo, ou a camadade borracha 117 dos mesmos, como tal, apresenta uma elevação dP/dôgrande, particularmente na região da pressão superficial máxima Pmax naregião relevante para a impressão, são designados aqui como "duros" (curvaa), aqueles com elevação dP/dô pequena, como "macios" (curva b).
O dispositivo de absorção b 23 ou a camada de borracha 117está realizado, aqui, como dispositivo de absorção macio b ou como camadamacia. Em relação ao dispositivo de absorção a duro ou a uma camada du-ra, um mesmo movimento relativo dos cilindros 06; 07, em um dispositivo deabsorção b macio, leva a uma alteração menor da pressão superficial P e,desse modo, a uma redução das oscilações na aplicação de tinta. O disposi-tivo de absorção b macio causa, desse modo, uma sensibilidade menor doprocesso de impressora em relações a oscilações e/ou desvios em afasta-mentos de um valor teórico. Por alterações menores da pressão superficialP, em conseqüência de movimentos relativos dos cilindros 06; 07, por e-xemplo, listras de oscilações no produto impresso a dispositivos de absorção23 iguais ou a dispositivos de absorção 23 com camada macia, só são visí-veis a amplitudes de oscilação maiores.
Em modalidade vantajosa, a pressão superficial P varia, na posi-ção de encosto de pressão, no máximo, em um âmbito entre 60 e 220N/cm2. Para fluidos, por exemplo, tintas de impressão, com propriedadesreológicas fortemente diferentes, podem ser preferidos âmbitos diferentes,dentro do âmbito citado acima para a pressão superficial. Desse modo, oâmbito para offset a úmido varia, por exemplo, entre 60 e 120 N/cm2, particu-Iarmente1 de 80 a 100 N/cm2, enquanto para o caso do offset a seco (semagente de umedecimento, apenas aplicação de tinta sobre cilindro de gra-var), ele perfaz por exemplo, entre 100 a 220 N/cm2, particularmente, 120 a180 N/cm2.
O âmbito relevante para a impressão para a pressão superficialPmax situa-se, vantajosamente, entre 60 a 220 N/cm2. Para fluidos, por e-xemplo, tintas de impressão, com propriedades reológicas fortemente dife-rentes, podem ser preferidos âmbitos diferentes, dentro do âmbito citadoacima para a pressão superficial P. Desse modo, o âmbito para o offset aúmido, varia entre 60 e 120 N/cm2, particularmente, de 80 a 100 N/cm2 (re-presentado em sombreado na figura 28), enquanto para o caso do offset aseco, ele varia, por exemplo, entre 100 e 220 N/cm2, particularmente, 120 a180 N/cm2. Desse modo, em uma modalidade vantajosa, um dispositivo deabsorção 23 macio apresenta, pelo no âmbito de 80 a 120 N/cm2, uma ele-vação dP/dô de, por exemplo, dP/dô <700 (N/cm2)/mm, particularmente,dP/dô <500 (N/cm2)/mm, especialmente, dP/dô <400 (N/cm2)/mm.
Em uma modalidade vantajosa - por exemplo, com relação àdurabilidade - é escolhido um âmbito relevante para a impressão com 40-60N/cm2. A tela de impressão deve apresentar, então, nesse âmbito de pres-são superficial P de 40-60 N/cm2, uma elevação menor que (N/cm2)/mm,particularmente, no máximo, 300 (N/cm2)/mm. A caracterização da tela deimpressão 23 nesse âmbito de trabalho pode ser usada sozinha, mas tam-bém ser adicionada à caracterização citada acima para os âmbitos citados,de modo que a tela de borracha está caracterizada por vários pontos de a-poio.
Em uma modalidade vantajosa, a camada 117 apresenta, talcomo visível apenas esquematicamente na figura 27, uma espessura t maiorou o dispositivo de absorção 23 uma espessura total T maior do que até a-gora usual. A espessura t da camada 117 funcional em vista da elasticidadeou compressibilidade, perfaz, por exemplo 1,3 a 6,3 mm, particularmente,1,7 a 5,0 mm, especialmente, mais de 1,9 mm. A isso é acrescentada, op-cionalmente, a espessura de uma ou mais camadas, substancialmente in-compressíveis e não elásticas, eventualmente unidas com a camada 117, nolado voltado para o corpo básico de cilindro, que estão unidas com a cama-da 117, para fins de estabilidade de forma e/ou medidas (não representa-das). Além disso, as camadas de apoio (por exemplo, tecidos, designadasaqui como não elásticas, podem apresentar-se na região da superfície dodispositivo de absorção 23. A camada de suporte 116 ou camadas de supor-te 116 ou camadas de apoio, funcionalmente ativas não para a "maciez" dodispositivo de absorção, mas para a estabilidade de forma, também pode(m)estar disposta(s) entre as camadas "macias". Ela pode ter, por exemplo, rea-Iizada como chapa metálica, particularmente, chapa de aço fino, ter uma es-pessura de cerca de 0,1 a 0,3 mm. Como tecido, a mesma pode ter uma es-pessura, dependendo da modalidade do dispositivo de absorção 23, de 0,1 a0,6 mm. A espessura t indicada da camada 117, refere-se no caso de diver-sas disposições de camadas 117, à soma das "camadas paricais", funcio-nalmente responsáveis para característica especificada (dependência depressão superficial/penetração) e pela elasticidade ou compressibilidade.Um dispositivo de absorção 23 apresenta, então, junto com a(s) camada(s)parcial (parciais) a espessura total T de 2,0 a 6,5 mm, especialmente, 2,3 a5,9 mm.
Por camada elástica 117 ou espessura t da mesma, é entendidaa camada 117 ou a soma das camadas 117, cujo material apresenta ummódulo de elasticidade em direção radial de menos de 50 N/mm2. Contrari-amente a isso, as camadas previstas, opcionalmente, para apoio (tecido) oupara a estabilidade de forma (suporte), apresentam um módulo de elastici-dade substancialmente maior, por exemplo, maior que 70, especialmente,maior que 100 N/mm2 ou até maior que 300 N/mm2. Pelo menos uma cama-da parcial da camada 117, aqui designada como camada elástica, em umaconfiguração vantajosa está realizada de material poroso.
A camada elástica 117 também pode apresentar uma camadade cobertura, não representada na figura 27, cujo módulo de elasticidade emdireção radial é menor que 50 N/mm2. Uma camada de cobertura serve, emgeral, para formação de uma superfície fechada e, nesse caso, contribui pa-ra a formação da "maciez". Em outros casos, são usadas camadas de cober-tura com módulo de elasticidade maior, por exemplo, maior que 70 N/mm2,especialmente, maior que 100 N/mm2 ou até mesmo maior que 300 N/mm2,e, por essa razão, não são incluídas, aqui, entre as camadas elásticas e/oucompressíveis.
O dispositivo de absorção "macio" é operado, de preferência,com uma penetração δ mais alta, em comparação com penetrações δ usu-ais, isto é, o cilindro de transferência 06 e o cilindro de gravar 07 são encos-tos mais afastados um do outro, com relação ao seu respectivo diâmetroativo, mas sem interferências. Desse modo, apesar de elevação dP/dô me-nor, é obtida uma pressão superficial máxima Pmax ótima. O encosto dos ci-lindros 06; 07 um no outro dá-se em uma modalidade vantajosa, de tal modoque a penetração δ perfaz no mínimo 0,18 mm, por exemplo, 0,18 mm a 0,6mm, especialmente, 0,25 mm a 0,5 mm.
Uma penetração S* relativa, isto é, a penetração S referida àespessura t da camada 117, por exemplo, não levando em consideração aconfiguração especial dos rolos, situa-se, por exemplo, entre 10% e 35%,mas, especialmente, entre 13% e 30%.
Tal como descrito acima, a configuração e/ou disposição do dis-positivo de absorção "macio" são particularmente vantajosas, quando umdos dois cilindros 06; 07, que funcionam em conjunto (ou também os dois),apresentam uma interferência. Particularmente, a interferência pode sercausada por um canal 21 que se estende axialmente, para fixação de extre-midades de um ou mais dispositivos de absorção 23. O canal 21 apresentaem direção à área lateral do cilindro 06; 07 uma abertura, com uma larguras07 ou s07, na qual estão guiadas as extremidades dos dispositivos de ab-sorção 23. No interior, o canal 21, 19 pode apresentar um dispositivo paraapertar e/ou esticar o dispositivo de absorção 23 ou os dispositivos de ab-sorção 23.
No rolamento sobre o canal 21, 19 ou os canais 21, 19, são exci-tadas trepidações. Se uma largura s06, s07 da abertura do canal 21, 19, vis-ta em direção periférica, for realizada maior do que a largura B da zona decontato, então, na passagem pelo canal 21, 19, é excitada uma trepidaçãocom amplitude ampliada, uma vez que, devido à largura B maior, citada aci-ma, da zona de contato, atua uma força linear maior entre os dois cilindros06, 07. Não obstante, o aumento das amplitudes de trepidação, devido àforça linear mais alta, é menor do que a diminuição da sensibilidade à trepi-dação, pela maciez da camada de borracha, de modo que, no total, resultauma redução da sensibilidade em relação a trepidações.
É particularmente vantajoso escolher a largura s06, s07 do canalde modo menor do que a largura B da zona de contato. Nesse caso, apóiam-se pelo menos sempre uma na outra as regiões das áreas laterais, que atu-am em conjunto, na zona de contato e, adicionalmente, resulta uma reduçãona altura e uma extensão mais plana (ampliação do impulso) para a força daexcitação por impacto. Dispositivos de absorção 23 mais macios ou cama-das de borracha 117 mais macias, as aberturas s06, s07 estreitas, levam,portanto, a um enfraquecimento e a um prolongamento lateral do impacto docanal. O encosto dá-se, de preferência, de tal modo que a zona de contatoformada pela deforma, em uma projeção perpendicular a um plano de liga-ção V dos eixos de rotação dos dois cilindros, é pelo menos três vezes maislarga do que a largura de fenda da abertura sobre o cilindro de gravar 07,que funciona em conjunto, em direção periférica.
No caso do cilindro de transferência 06, podem estar dispostasextremidades de uma tela de impressão metálica 23 no canal 19. A camadade borracha 117 está aplicada, nesse caso, sobre a camada de suporte 116de medidas estáveis, cujas extremidades chanfradas estão dispostas no ca-nal 21. A abertura s06 do canal 21 pode, então, ser realizada de modo ex-tremamente estreito em direção periférica, por exemplo, s06 <5 mm, especi-almente, <3 mm.
Tal como mencionado acima, em uma modalidade de operaçãovantajosa, a tela de borracha 23 extremamente macia e grossa permite umanítida redução da pressão superficial em termos de operação, de 80 a 100N/cm2 no aperto de cilindro de gravar-cilindro de transferência, para o âmbitode 40-60 N/cm2 (ou até mesmo 25 a 60 N/cm2), sendo que a camada 117apresenta, então, uma elevação menor que 350 (N/cm2)/mm, especialmente,no máximo, 300 (N/cm2)/mm. Devido à maciez do dispositivo de absorção23, as ondulações de superfície, usuais em cilindros de transferência 06,nesse caso, não levam a problemas na uniformidade da transferência detinta.
Na figura 1 está representada uma modalidade de uma impres-sora, sendo que estão diversas torres de impressão de, em cada caso, uni-dades de impressão 01 dispostas umas sobre as outras.
Em uma modalidade vantajosa em vista de uma guia de faixadescomplicada, a estrutura de funil 241 não está entre as torres de impres-são referentes a essa estrutura de funil 241 no que se refere às faixas, masem uma extremidade de um alinhamento das torres de impressão referentesa essa estrutura de funil 241. Desse modo, as faixas podem ser alimentadasà estrutura de funil a partir de um mesmo lado.
A estrutura de funil 241 apresenta, de preferência, pelo menosum grupo de três funis dobradores, dispostos um ao lado do outro. Na figura1, dois desses grupos estão dispostos verticalmente um sobre o outro.
Também pode ser vantajoso que um dispositivo de mistura 240,disposto antes da estrutura de funil 241, isto é, um grupo de rolos de guia defaixa, dispostos uns sobre os outros, através dos quais são desviadas faixasque convergem nos funis dobradores, não esteja disposto acima da estruturade funil 241, mas, espacialmente, ao lado da estrutura de funil 241. Dessemodo, o dispositivo de mistura 240 pode estar disposto sobre uma altura demáquina menor, em vez de, como de outro modo usual, acima da estruturade funil 241. A estrutura de funil 241 apresenta, de preferência, dois planosde funil, com, em cada caso, três funis dobradores, dispostos um ao lado dooutro.
LISTAGEM DE REFERÊNCIA
01 unidade de impressão
01.1 unidade de impressão parcial
01.2 unidade de impressão parcial
02 unidade de impressão de satélite, unidade de impressão de novecilindros
03 grupo de impressão duplo
04 grupo de impressão
05 ponto de impressão, ponto de impressão duplo
06 cilindro, cilindro de transferência, cilindro de grupo de impressão
07 cilindro, cilindro de gravar, cilindro de grupo de impressão
08 unidade de fornecimento de tinta, unidade de fornecimento detinta de rolo
09 unidade de umedecimento, unidade de umedecimento de pulve-rização, unidade de umedecimento de contato
10 linha divisória
11 seção de armação, seção de parede, armação lateral
12 seção de armação, seção de parede, armação lateral
13 fundo, suporte, placa de montagem, quadro de montagem
14 unidade de mancai
15 guia linear
16 cilindro de contrapressão, cilindro de satélite
17 unidade de cilindro
18 -
19 canal (07)
20
21 canal (06)
22 molde de impressão
23 dispositivo de absorção, tela de impressão, tela de borracha, telade impressão metálica
24 dispositivo de manejo, trocador de molde de impressão
25
26 rolo, rolo de retícula
27
28 rolo, rolo de aplicação, rolo de aplicação de umidade
29
3031
32
33 rolo, rolo de fricção, cilindro de fricção
33' rolo, rolo de fricção, cilindro de fricção
34 rolo, rolo de tinta, rolo de transferência
35
36 rolo, rolo condutor, rolo de imersão
37 rolo, rolo de filme
38 caixa de tinta
39
40
41 rolo, rolo de aplicação, rolo de aplicação de umidade
42 rolo, cilindro de fricção
43 rolo
44 fonte de agente de umedecimento, travessa de pulverização
45 superfície, área lateral, cobertura do rolo de aplicação de umidade
46 camada
47 suporte
48 camada, externamente
49 camada de cobertura
50 corpo básico de rolo
51 -
52 -
53 -
54
55 camada de tecido
56
57 -
58
59
60 alimentações de ar62
63 moente (06)
64 moente (07)
65 corpos de rolamento
66 dispositivo de aperto
67 cilindro (06)
68 cilindro (07)
69 cobertura
70 mancai linear, guia linear
71 mancai, mancai radial, mancai de rolamento de cilindro
72 meio de apoio, elemento de mancai, elemento linear
73 meio de apoio, elemento de mancai, elemento linear
74 bloco de mancai, corrediça
75 ligação, elemento de aperto
76 suporte, placa de suporte
77 cavidade
78 eixo, eixo de acionamento
79 esbarro, cunha
80
81 elemento, elemento de mola
82 ativador, controlado por força, meio de ajuste, embolo, manobrá-vel por meio de pressão, êmbolo hidráulico
83 superfície de esbarro (79)
84 ativador, meio de ajuste, êmbolo, manobrável por meio de pres-são
85 membro de transferência, haste de êmbolo
86 mola de reajuste
87
88 esbarro, proteção contra sobrecarga, elemento de mola
89 auxiliar de montagem, pino de ajuste91 meio de fixação, parafuso
92 meio, parafuso de aperto
93 válvula, controlável
94 cobertura
95 -
96 esbarro
97
98
99
100 -
101
102 -
103
104
105 -
106 -
107 -
108
109 -
110
111 -
112 -
113 -
114 fendaderolo
115 dispositivo de absorção, tela de impressão, tela de impressãometálica, tela de impressão de borracha
116 placa de suporte
117 camada de borracha, camada elástica
118
119
120
121 motor de acionamento, motor elétrico, motor síncrono122 módulo de função
123
124
125 -
126
127
128 motor de acionamento, motor assíncrono, motor síncrono
129
130
131 -
132
133
134
135
136 engrenagem, engrenagem de fricção, engrenagem de mudança
137
138 módulo de função
139 módulo de função
140 -
141 -
142 -
143 -
144
145
146
147 quadro, armação lateral
148 acoplamento, acoplamento de Iamelas
149 acoplamento
150 engrenagem, engrenagem de desmultiplicação
151 acoplamento
152
153 carcaça<table>table see original document page 75</column></row><table>241 estrutura de funil
242 a 251 -
252 mancai linear, apoio linear, unidade de mancai
253 elemento de ajuste; ativador
254 alavanca
255
256 moente de rolo
257 mancai de apoio, castelo de rolo
258 cunha
259 esbarro
260
261 rolo
262 rolo
263 rolo
264 a 317 -
318 extremidade
319 eixo
320 -
321 -
322 ativador
323 dispositivo de fixação de quadro
324 dispositivo de fixação de rolo
325
326 pacote de Iamelas
328 canal
329 câmara de pressão
330
331 placa de pressão
332 elemento de mola
333 prensa
334 cabeça de prensa
335336 parede de armação 337 elemento de vedação 338 superfície (322), membrana 339 alojamento de rolo 340 - 341 linha de meio de pressão 41' rolo de apoio A plano B - C direção de movimento D plano E linha de ligação, plano de ligação, plano F plano de ligação P pressão, pressão de encosto S direção de ajuste V plano de ligação L medida interna L06 comprimento (06) L07 comprimento (07) AS caminho de ajuste α ângulo interno β ângulo agudo Y ângulo de abertura δ ângulo Fnl força radial Fn2 força radial Fn3 força radial Fn4 força radial

Claims (50)

1. Grupo de impressão de uma impressora, com um cilindro detransferência (06), um cilindro de gravar e um primeiro rolo (28), que funcio-na junto com o cilindro de gravar como rolo de aplicação de umidade (28),de uma unidade de fornecimento de tinta (08), sendo que o primeiro rolo (28)apresenta, substancialmente, o mesmo diâmetro do cilindro de gravar (07), esendo que os eixos de rotação do cilindro de gravar (07) e do cilindro detransferência (06) associado definem com seus eixos de rotação, em posi-ção de operação, um plano (E), sendo que em posição de operação, umplano (A), pelos eixos de rotação do rolo de aplicação (28) e do cilindro degravar (07), formam com o plano (E), pelos eixos de rotação do cilindro degravar (07) e do cilindro de transferência (06), no máximo, um ângulo δ de 45°, caracterizado pelo fato de que tanto o cilindro de gravar (07) e/ou o ci-lindro de transferência (06), por meio de pelo menos um ativador (82) mano-brável por meio de pressão, associado apenas ao cilindro de gravar (07)e/ou ao cilindro de transmissão(06), como também o primeiro rolo (28), pormeio de pelo menos um ativador (253; 322) manobrável por meio de pres-são, associado apenas ao rolo (28), estão montados de modo ajustável comum componente de movimento em direção ao cilindro de transferência (06),e abaixo do plano (E) está previsto um segundo rolo (33; 26), que funcionaem conjunto com o primeiro rolo (28).
2. Grupo de impressão de uma impressora, com um cilindro detransferência (06), um cilindro de gravar e um primeiro rolo (28), que funcio-na junto com o cilindro de gravar como rolo de aplicação de umidade (28),de uma unidade de fornecimento de tinta (08), sendo que o primeiro rolo (28)apresenta, substancialmente, o mesmo diâmetro do cilindro de gravar (07), esendo que os eixos de rotação do cilindro de gravar (07) e do cilindro detransferência (06) associado definem com seus eixos de rotação, em posi-ção de operação, um plano (E), sendo que em posição de operação, umplano (A), pelos eixos de rotação do rolo de aplicação (28) e do cilindro degravar (07), com o plano (E), pelos eixos de rotação do cilindro de gravar(07) e do cilindro de transferência (06), formam um com o outro, no máximo,um ângulo δ de 45°, caracterizado pelo fato de que abaixo do plano (E) estáprevisto um segundo rolo (33; 26), formado como cilindro de fricção (33') mu-tável axialmente, que funciona em conjunto com o primeiro rolo (28).
3. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 2, carac-terizado pelo fato de que tanto o cilindro de gravar (07) e/ou o cilindro detransferência (06), por meio de pelo menos um ativador (82) manobrável pormeio de pressão, associado apenas ao cilindro de gravar (07) e/ou ao cilin-dro de transmissão (06), como também o primeiro rolo (28), por meio de pelomenos um ativador (253; 322) manobrável por meio de pressão, associadoapenas ao rolo (28), estão montados de modo ajustável com um componen-te de movimento em direção ao cilindro de transferência (06).
4. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que os eixos de rotação do primeiro rolo (28), docilindro de gravar (07) e do cilindro de transferência (06) associado estãodispostos com seus eixos de rotação em um mesmo plano (E; A).
5. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que abaixo do plano (E) está previsto, adicional-mente, um terceiro rolo (41; 41'), que funciona em conjunto com o cilindro degravar (07).
6. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o segundo rolo (33) está disposto, substanci-almente, verticalmente abaixo do primeiro rolo (28).
7. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o segundo rolo (33; 26) está disposto de talmodo abaixo do primeiro rolo (28) que um plano de ligação (V) entre os ei-xos de rotação do primeiro rolo (28) e do segundo rolo (33; 26) forma com oplano (E) dos eixos de rotação de cilindro de gravar (07) e primeiro rolo (28)um ângulo de 70-110°.
8. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 5, carac-terizado pelo fato de que o terceiro rolo (41; 41') está disposto de tal modoabaixo do cilindro de gravar (07) que um plano de ligação (F) entre os eixosde rotação do cilindro de gravar (07) e terceiro rolo (41; 41') forma com oplano (E) dos eixos de rotação de cilindro de gravar (07) e primeiro rolo (28)um ângulo de 70-110°.
9. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) apresenta uma larguraeficiente para o fornecimento de tinta a pelo menos quatro, particularmente,seis páginas de jornal, dispostas uma ao lado da outra.
10. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) apresenta um perímetro,que corresponde pelo menos a um comprimento de uma página de jornal.
11. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) apresenta uma largura detal modo eficiente que ela funciona em conjunto totalmente com quatro, par-ticularmente seis, moldes de impressão (22) dispostos lado a lado sobre umcilindro de gravar (07).
12. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1, carac-terizado pelo fato de que o segundo rolo (33) está formado como cilindro defricção (33) axialmente mutável.
13. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 2 ou 12,caracterizado pelo fato de que o cilindro de fricção (33) também apresenta,substancialmente, o mesmo diâmetro do cilindro de gravar (07).
14. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1, carac-terizado pelo fato de que o segundo rolo (28) está formado como rolo de re-tícula (26).
15. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 5, carac-terizado pelo fato de que o terceiro rolo (41) está formado como rolo de apli-cação de umidade (41) de uma unidade de umedecimento (09).
16. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 5, carac-terizado pelo fato de que o terceiro rolo (41') está formado como rolo de a-poio(41').
17. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 16, ca-racterizado pelo fato de que o rolo de apoio (41') está disposto sem ligaçãode contato direto com o conjunto de rolos da unidade de fornecimento detinta.
18. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que com o perímetro do cilindro de gravar (07)está disposto, para funcionamento em conjunto, apenas um único rolo deaplicação de umidade (28), a ser incluído na unidade de fornecimento detinta (08).
19. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) está formado à maneirade um rolo de matéria sintética, com um tubo de envoltório de matéria sinté-tica.
20. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que uma cobertura de rolo (251) do primeiro rolo(28) está formada com uma dureza Shore A de, vantajosamente, pelo menos-50, por exemplo, entre 60-80.
21. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) apresenta um acionamen-to forçado rotativo.
22. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) está acionado rotativa-mente por um motor de acionamento independente do cilindro de gravar(07).
23. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o rolo de aplicação (28) apresenta um abau-lamento.
24. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) é ajustável por meio depelo menos dois ativadores (322) manobráveis por meio de pressão, depen-dendo da solicitação, é ajustável em direções diferentes, que estão dirigidasverticalmente ao eixo longitudinal do rolo (28).
25. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) está montado em um cas-telo de rolo (321) ajustável automaticamente, com pelo menos dois ativado-res (322) manobráveis por meio de pressão.
26. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) apresenta uma coberturade rolo de aplicação de umidade (45) na forma de uma cobertura de rolofinita, cujas extremidades são fixáveis em um canal estendido axialmente deum corpo básico de rolo (50).
27. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) apresenta uma coberturade rolo de aplicação de umidade (45) aplicado de modo não removível so-bre um corpo básico de rolo (50).
28. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o primeiro rolo (28) apresenta uma coberturade rolo de aplicação de umidade (45) na forma de uma luva inserível ou re-movível sobre um corpo básico de rolo (50).
29. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que uma cobertura de rolo de aplicação de umi-dade (45) apresenta, além de uma camada elástica, uma camada compres-sível (46).
30. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que a unidade de fornecimento de tinta (08) estáformada como chamada unidade de fornecimento de tinta (08) lona, comdois cilindros de fricção (33; 33') axialmente mutáveis, dispostos em série nopercurso da tinta.
31. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o diâmetro sem interferências do primeiro rolo(28) desvia-se em seu diâmetro em, no máximo +/- 5%, especialmente, nomáximo, +/- 2% do diâmetro do cilindro de gravar (07).
32. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que a unidade de fornecimento de tinta (08), queapresenta pelo menos dois cilindros de fricção (33; 33') está formada de talmodo fino que a unidade de fornecimento de tinta (08), junto com seus rolos(28; 33; 33'; 34; 37), inclusive sistema de dosagem de tinta (36; 37; 38) a-presenta em uma direção paralela a um plano D, que é formada pelos doiscilindros (06), que formam o ponto de pressão (05), um comprimento signifi-cativamente maior, particularmente, pelo fator 1, 2, do que na direção per-pendicular a esse plano (D).
33. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1, carac-terizado pelo fato de que o cilindro de gravar (07) apresenta uma largura depelo menos quatro, particularmente seis, páginas de jornal dispostas lado alado, e um perímetro de apenas uma página de jornal.
34. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1, carac-terizado pelo fato de que o cilindro de gravar e/ou cilindro de transferência(06, 07), para seu encosto/desencosto de pressão estão montados, em cadacaso, em mancais lineares (70) associados aos mesmos.
35. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 23, ca-racterizado pelo fato de que uma direção de ajuste (S) definida pelos man-cais lineares (70) forma com o plano (E), no máximo, um ângulo de 15°.
36. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1, carac-terizado pelo fato de que o cilindro de gravar e/ou cilindro de transferência(06, 07), para seu encosto/desencosto de pressão estão montados, em cadacaso, em uma unidade de mancai (14) associada aos mesmos.
37. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1, carac-terizado pelo fato de que dois grupos de impressão (04) desse tipo formam,junto com dois cilindros de transferência (06), que funcionam em conjunto, edois cilindros de gravar (07) associados, um grupo de impressão duplo (03).
38. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 37, ca-racterizado pelo fato de que os eixos de rotação dos dois cilindros de trans-ferência (07) formam um plano (D) e os eixos de rotação dos cilindros degravar e de transferência, associados uns aos outros, formam, em cada ca-so, um plano (E) diferente do mesmo.
39. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 37, ca-racterizado pelo fato de que os eixos de rotação dos dois cilindros de trans-ferência (07) e os dois cilindros de gravar (07) situam-se, todos os quatro,em um plano (E) comum.
40. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 39, ca-racterizado pelo fato de que em pelo menos um dos dois grupos de impres-são (04) do grupo de impressão dupla (03), o plano (A) estende-se de modoinclinado por um ângulo (δ) maior que 0o ao plano (E).
41. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 40, ca-racterizado pelo fato de que em um dos dois grupos de impressão (04) dogrupo de impressão duplo (03), situado mais em cima, o plano estende-sede modo inclinado por um ângulo (δ) maior que 0o.
42. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1, 2 ou 40, caracterizado pelo fato de que o grupo de impressão (04) apresenta umsistema de troca de placa semi-automático ou semi- ou totalmente automático.
43. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o grupo de impressão está formado comogrupo de impressão (04) do offset a úmido e com o cilindro de gravar (07)funciona conjuntamente uma unidade de umedecimento (09).
44. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 43, ca-racterizado pelo fato de que o grupo de impressão está formado com ume-decimento prévio, isto é, que depois da passagem por um ponto sobre o ci-lindro de gravar (07) pelo ponto de aperto com o cilindro de transferência(06), o mesmo entra em contato ativo, primeiramente, com um rolo de apli-cação de umidade (41) e só então com o rolo (28)da unidade de fornecimen-to de tinta (08).
45. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1, carac-terizado pelo fato de que o cilindro de transferência (06) apresenta um perí-metro de duas páginas de jornal, dispostas sucessivamente.
46. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que pelo menos um dos dois cilindros de fricção(33; 33') apresenta um acionamento forçado rotativo.
47. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 46, ca-racterizado pelo fato de que apenas um dos dois cilindros de fricção (33; 33')apresenta um acionamento forçado rotativo e o outro está acionado rotati-vãmente apenas através de fricção por rolos adjacentes.
48. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que os cilindros de gravar e os cilindros de trans-ferência (06; 07) do grupo de impressão (04) são acionados por pelo menosum motor de acionamento (121) mecanicamente independente de outrosgrupos de impressão.
49. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que os cilindros de gravar e de transferência (06;-07) do grupo de impressão (04) são acionados, em cada caso, por um motorde acionamento (121) próprio, mecanicamente independente de outros cilindros.
50. Grupo de impressão de acordo com a reivindicação 48 ou-49, caracterizado pelo fato de que o motor de acionamento (121) está for-mado como motor síncrono (121) excitado por ímã permanente.
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