Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSITIVOUNIVERSAL IMPEDIDOR DE IMPACTO".
A presente invenção refere-se a um dispositivo universal impedi-dor de impacto (chamado "amortecedor de impacto") usado principalmentecom mobília montada com dobradiças forçadas ou tipo parlamento, portasde fechamento pesadas, gavetas ou quaisquer elementos de abertura-fechamento. Mais especificamente, o dispositivo impedidor de impacto com-preendendo um corpo, um pino-guia dispostos na primeira extremidade fe-chada em uma cavidade cilíndrica interna do corpo, uma mola espiral no pi-no-guia, um aro na segunda extremidade oposta da cavidade cilíndrica inter-na do corpo; e um pistão sendo dotado de uma cabeça em forma de T emseção transversal e uma cavidade interna na qual a mola é sustentada, cujopistão é capaz de se mover até o aro dentro da cavidade cilíndrica interna docorpo, ao mesmo tempo em que o pino está na cavidade interna do pistão.
Há muitos absorvedores e amortecedores de choque conhecidosdos tipos cheios de gás ou líquido. Esses dispositivos compreendem várioscomponentes de desgaste. A fim de evitar desgaste pode ser usada umasolução assimétrica pela travessia dependente de força. Tal solução é co-nhecida, por exemplo, de US 7.175.154 (com base no Pedido de PatenteHúngaro P0104144) que descreve uma invenção do mesmo inventor do pre-sente pedido.
É um objetivo da presente invenção adaptar a estrutura de pis-tão de US 7.175.154 para dispositivos amortecedores impedidores de impac-to, evitando as desvantagens conhecidas.
De acordo com a invenção, conforme descrito no parágrafo deabertura, a cabeça em forma de T do pistão é provida de uma ranhura e deum aro O móvel dentro da mesma, onde o aro O é dotado de duas posiçõesde extremidade na direção transversal da ranhura. Em sua primeira posiçãode extremidade uma superfície da ranhura sendo dotada de danos artificiaise o aro O de contato determina uma primeira capacidade de travessia. Nasegunda posição de extremidade um orifício entre a cavidade cilíndrica in-terna do corpo e a ranhura determina uma segunda capacidade de travessiaque é maior do que a primeira capacidade de travessia.
O dispositivo posterior amortece impacto em portas, especial-mente nos casos onde os fechamentos são impelidos pela força de molapolarizada ou de dobradiças tipo parlamento, por meio de trava do movimen-to durante o fechamento, e uma permissão de porta fechada com velocidadebaixa pré-ajustada suavemente. No caso de fechamento lento da porta - porexemplo, manualmente, o dispositivo não afetía a resistência ao amorteci-mento, a porta pode ser fechada sem nenhuma força contrária.
Na descrição adicional a invenção será detalhadamente descrita, com referência aos desenhos.
A Figura 1 ilustra um dispositivo de acordo com a invenção, emseu estado aberto, em vista em corte transversal.
A Figura 2 ilustra um dispositivo de acordo com a invenção, emseu estado fechado, em vista em corte transversal.
A Figura 3 ilustra uma parte do pistão do dispositivo de acordocom a Figura 1 e com a Figura 2, quando a porta correspondente está aber-ta.
A Figura 4 ilustra uma parte do pistão do dispositivo de acordocom a Figura 1 e com a Figura 2, ao fechar a porta correspondente rapida-mente.
A Figura 1 ilustra a estrutura de uma modalidade exemplificativade um dispositivo impedidor de impacto de acordo com a invenção. No corpo1 há um pino-guia 4, uma mola espiral 7 no pino-guia, e uma combinação depistão capaz de se mover dentro da cavidade cilíndrica interna do corpo 1. Acombinação de pistão é feita de suas partes, um primeiro pistão interno 2 eum segundo pistão externo 3. O primeiro pistão 2 e o segundo pistão 3 sãocombinados um com o outro ajustadamente constituindo, portanto, uma par-te inteira. Alternativamente, o mesmo pode ser fabricado de uma única peça,pelo término da cabeça em forma de T, mas do ponto da construção tecno-lógica de duas partes é mais vantajoso. Em seu estado ilustrado na Figura 1,o segundo pistão externo 3 será parado (refreado) por um aro 6 na extremi-dade aberta do corpo 1. Nesse momento, a parte de extremidade do segun-do pistão 3 se projeta inteiramente para fora do corpo 1.
No seu estado ilustrado na Figura 2, toda a combinação do pis-tão é impulsionada para dentro da cavidade do corpo 1.
A seção parcial aumentada da Figura 3 ilustra a seção transver-sal em forma de T da extremidade interna da combinação de pistão e umaparte de contado da parede interna do corpo 1. Um aro O 6 está disposto emuma maneira móvel em uma ranhura circular da seção transversal retangularda estrutura de pistão dubla constituída pelo primeiro pistão 2 e pelo segun-do pistão 3, por suas partes de borda. O pistão em suas duas posições se-paradas, isto é, em suas posições ilustradas nas Figuras 1 e 2, respectiva-mente, é capaz de proporcionar duas capacidades diferentes de fluxo atra-vés do pistão - conforme conhecido do Documento US 7.175.154 - para osmeios de enchimento (gasoso). Esse fluxo através do pistão se deve aosdanos artificiais 31 e orifícios 21 que asseguram um tráfego controlado dosmeios de enchimento, isto é, ar, entre as câmaras de volume alternativasnos dois lados do pistão. Os danos artificiais 31 são feitos na superfície dosegundo pistão 3 que está em contato de rolamento com o elemento de ve-dação. Quando esse contato de rolamento é eficiente uma determinadaquantidade por unidade de tempo de um meio e fluido, por exemplo, ar podefluir através dos danos artificiais 31, que podem ser proporcionados na formade, por exemplo, ranhuras, reentrâncias, entalhes, esboços, asperezas, etc.ou combinação dos mesmos para assegurar travessia. De acordo com a ou-tra posição do elemento de vedação ilustrado na Figura 3 uma abertura, umorifício 21 é preparado na borda da parte de cabeça em forma de T do pri-meiro pistão 2, que proporciona maior, tipicamente consideravelmente maiorcapacidade de transmissão com relação ao ar ou outro meio de fluido emlugar daquele dos danos 31. Isso conclui que o movimento da combinaçãode pistão no espaço da cavidade cilíndrica interna do corpo 1 pode ser dife-rente em velocidade considerando as duas direções de movimento possí-veis. Essa característica proporciona amortecimento, função e absorção deimpacto como uma essência importante do dispositivo impedidor de impactoinventado.Uma parte do corpo 1, por exemplo, seu lado abaixado na Figura2 ou 3, pode ser formada como um flange de suporte plano para fixar emuma superfície de mobília por colagem ou rosqueamento. A colagem podeser realizada por uma tira adesiva no flange de suporte plano. Isso assegurafixação suficiente na maioria dos casos, mas, se requerido, é também possí-vel o rosqueamento através de um furo adicional no flange. Quando o dispo-sitivo deva ser montado em uma parte graduada na mobília pode ser fixadoum elemento de suporte traseiro na extremidade fechada externa do corpo1. Esse suporte traseiro pode ser ajustável em várias posições de altura comrelação aos flanges de suporte, por exemplo, por um mecanismo de deten-ção. A chapa de sustentação desse suporte traseiro pode também ser cober-ta por material adesivo. Portanto, podem ser usados dois planos de fixaçãodiferentes para a instalação por colagem do dispositivo.
A aplicação e o funcionamento do dispositivo universal impedi-dor de impacto da invenção serão agora descritos em uma modalidade parauso com uma porta de armário.
O dispositivo impedidor de impacto de acordo com a invençãoserá montado em uma superfície interna da parede da mobília, por exemplo,na parede superior, perto da porta, com sua haste de pistão inteiramenteimpulsionada pela porta quando a mesma é fechada. Para esse fim, podeser usada a tira adesiva no flange de suporte do corpo 1, ou o dispositivopode ser rosqueado na parede da mobília. Deve ser observado que a tiraadesiva é apenas suficiente para a maioria dos casos. Isso possibilita facil-mente adaptar o dispositivo das portas da mobília, janelas, chapas frontaisde gaveta ou quaisquer outros elementos funcionais móveis sem provocarqualquer deterioração desses elementos.
Se alguém abrir a porta à força estocada na mola comprimida 7guiada no pino-guia 4 impulsiona avançado o pistão formado pelo primeiropistão 2 e o segundo pistão 3, que estão encaixados justos um ao ,outro, atéque o pistão atinja o aro 5. Essa posição será agora chamada de posiçãoaberta. A mola pode ser substituída por outro mecanismo que proporcioneum retorno do pistão para o estado aberto. Desde então o aro O 6 estandoem contato forçado com o primeiro pistão 2 está bloqueando a passagementre a superfície interna da cavidade do cilindro do corpo 1 e o primeiro pis-tão 2, resultando vácuo impediria o movimento para fora do pistão. Portanto,deve ser cortado um orifício 21 no primeiro pistão 2, através do qual o arpossa fluir para a câmara traseira da cavidade do corpo 1. O tamanho desseorifício 21 no primeiro pistão 2 ou em outras palavras uma segunda capaci-dade de travessia irá determinar a velocidade avançada do pistão.
Quando a porta está aberta, o dispositivo está em seu estadoaberto no modo de reserva.
Se a porta for subitamente fechada, a parte da frente da porta iráatingir a extremidade frontal do pistão se projetando no seu estado aberto, ea força, o momento de inércia irá fazer com que aquele seja impulsionadopara dentro. Esta extremidade frontal do pistão pode ser arredondada e po-de ser feita de material macio para absorver impacto. Devido ao rápido mo-vimento para dentro o aro O atinge a superfície da parede do segundo pistão3, e, portanto, corta o fluxo do ar entre a parede interna do corpo 1 e o se-gundo pistão 3 com os danos artificiais 31 na mesma. Como conseqüênciado movimento o ar é comprimido na cavidade interna fecha do corpo 1 econstitui uma resistência (mola de ar) que trava o movimento do pistão, epressiona o aro O 6 para os danos artificiais 31, fecha e pelo menos parci-almente os canais dos danos, provocando um fechamento parcial de fluxoatravés dos mesmos. Quanto maior a força interna no segundo pistão 3,maior o efeito contra a trava. Dessa maneira a força contrária diminui a velo-cidade da porta. Quando a velocidade da porta alcança abaixo de um valordeterminado, sua energia de inércia - e, portanto a força do pistão - será di-minuída, a pressão no corpo 1 se torna mais baixa, e mesmo uma força me-nor pressiona o aro O 6 para a parede do segundo pistão 3. O aro O 6 selivrando da pressão excessiva recupera sua forma original e não enche osdanos 31 na superfície do segundo pistão 3 adicionalmente, portanto, nãobloqueia a transferência do ar da câmara traseira do corpo 1, e isso permiteque o pistão se mova para trás para a cavidade do corpo 1. O tamanho oumedida dos danos artificiais 31 no lado das ranhuras do segundo pistão 3,isto é, a medida da transferência do gás através desses danos 31 ou, emoutras palavras, primeira capacidade de travessia irá determinar a velocida-de do fechamento da posta.
No caso de um fechamento vagaroso da porta a velocidade dopistão não excede a quantidade correspondente de ar por unidade de tempoatravés dos danos artificiais 31, portanto, o aro O 6 não pressiona os e nãofecha os canais formados pelos danos artificiais 31. O orifício aberto 21 estápronto para conduzir ar para fora da câmara do corpo 1. A porta pode serpraticamente fechada sem nenhuma força contrária de demora.
A solução de acordo com a invenção é dotada da vantagem deque o amortecimento, força contra a demora é proporcional à força de fe-chamento original a ser amortecida. Uma vantagem adicional reside no fatode que a invasão do aro O ou outros dispositivo de vedação resiliente paraos danos no pistão de acordo com a invenção não envolvem desgaste, aocontrário dos amortecedores do estado da técnica, travas de porta, assim, otempo de vida útil desse dispositivo pode ser consideravelmente mais longo.Uma vantagem específica reside no fato de que a tira auto-adesiva ou oca-sionalmente furos para parafusos possibilita a aplicação do dispositivo paramobília em uso, ou a qualquer momento após a instalação das respectivasportas ou similares.