BRPI0708803A2 - interface de usuÁrio para a rolagem - Google Patents
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Abstract
INTERFACE DE USUÁRIO PARA A ROLAGEM. Uma interface de usuário pode incluir uma interface de navegação direcional e uma trilha de rolagem pelo menos parcialmente circunscrevendo o dito dispositivo de navegação. A trilha de rolagem pode incluir uma zona de rolagem proporcional e uma zona de rolagem multi-modo.
Description
INTERFACE DE USUÁRIO PARA A ROLAGEMCAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção pertence a interfaces de usuárioe, mais particularmente, a uma interface de usuárioaprimorada para a navegação.
HISTÓRICO DA INVENÇÃO
É altamente desejável fornecer uma capacidade derolagem para se deslocar com eficiência através de menus emdispositivos eletrônicos. À medida que as capacidades dosdispositivos de usuário melhoram, a necessidade de rolagemmais eficiente aumenta. Isto é devido a uma variedade demudanças tecnológicas. Os dispositivos possuemfuncionalidade sempre crescente à medida que as tecnologiasconvergem em plataformas únicas. Computadores, telefonesmóveis, assistentes digitais pessoais, reprodutores demúsica, reprodutores de vídeo, televisões é tecnologia derede estão sendo abrangidas por um único dispositivo. Maismemórias e desempenho de energia aprimorado possibilitaramque os usuários armazenem mais informação, permitindo aosusuários criarem coleções maiores de música, vídeos, listasde contatos, ou assemelhados.
Dispositivos para efetuar essas funções estão sendoconstruindo cada vez menores, tal que é necessáriomanipular grandes menus e bibliotecas com uma interface deusuário e tela pequenos. Em muitos dispositivos, éaltamente desejável suportar uma entrada de rolagem aoredor da área de navegação, para facilitar a navegação emlistas como catálogos telefônicos e bibliotecas de músicaou de vídeos.
O que é necessário é uma nova interface de usuáriopara melhorar a experiência do usuário quando do uso emdispositivos portáteis.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 ilustra um dispositivo de comunicação.
A Figura 2 ilustra uma interface de usuário pararolagem e navegação.
A Figura 3 ilustra uma interface de usuárioalternativa para rolagem e navegação.
A Figura 4 ilustra outra interface de usuárioalternativa para rolagem e navegação.
A Figura 5 ilustra uma interface de usuárioalternativa para rolagem e navegação.
A Figura 6A ilustra um dispositivo de comunicação comoutra interface de usuário alternativa para rolagem enavegação.
A Figura 6B ilustra a tira de rolagem alternativa dodispositivo de comunicação da Figura 6A.
A Figura 7 ilustra um dispositivo de comunicação comoutra interface de usuário alternativa para rolagem enavegação.
A Figura 8 é um circuito na forma de diagrama deblocos para dispositivos de comunicação.
A Figura 9 ilustra os estados para a interface dousuário no circuito de acordo com a Figura 8.
A Figura 10 ilustra a lógica de partida para ainterface de usuário no circuito de acordo com a Figura 8.
A Figura 11 ilustra o gerente de comutação lógica paraa interface de usuário no circuito de acordo com a Figura 8.
A Figura 12 ilustra a lógica de paginação para ainterface de usuário no circuito de acordo com a Figura 8.
A Figura 13 ilustra a lógica de proporção para ainterface de usuário no circuito de acordo com a Figura 8.
A Figura 14 ilustra a taxa de rolagem para a interfacede usuário no circuito de acordo com a Figura 8.
A Figura 15 ilustra uma tira de rolagem reta.
A Figura 16 é um diagrama funcional que ilustra aregião de taxa variável multi-modo.
A Figura 17 é um diagrama funcional que ilustra aregião de taxa variável multi-modo.
A Figura 18 ilustra uma tira de rolagem alternativa dodispositivo de comunicação da Figura 6A.
A Figura 19 ilustra outra tira de rolagem alternativado dispositivo de comunicação da Figura 6A.
Artesãos habilitados apreciarão que elementos nasFiguras são ilustrados por simplicidade e clareza e nãoforam necessariamente desenhados em escala. Por exemplo, asdimensões de alguns dos elementos nas Figuras poderão serexagerados em relação a outros elementos para ajudar amelhorar a compreensão das versões da presente invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DOS DESENHOS
Antes de descrever em detalhe versões que estão deacordo com a presente invenção, deve-se observar que apresente invenção reside essencialmente em combinações deetapas de método e componentes de aparelho relacionados aodispositivo de comunicação, nó de comunicação, e métodopara transmitir uma mensagem. Assim, os componentes doaparelho e as etapas do método foram representados quandoapropriado por símbolos convencionais nos desenhos,mostrando apenas aqueles detalhes específicos que sãopertinentes à compreensão da presente invenção, de modo anão obscurecer a revelação com detalhes que serãoprontamente aparentes àqueles de habilidade ordinária natecnologia, tendo o benefício da descrição aqui feita.
Neste documento, termos relacionais como primeiro esegundo, e assemelhados, poderão ser utilizados unicamentepara distinguir uma entidade ou ação de outra entidade ouação sem necessariamente exigir ou implicar qualquerrelação ou ordem efetiva dessa entre essas entidades ouações. Os termos "compreende", "compreender", ou qualqueroutra variação deles, pretendem abranger uma inclusão não-exclusiva, tal que um processo, método, artigo ou aparelhoque compreende uma lista de elementos não inclui apenasaqueles elementos, mas poderá incluir outros elementos nãoexpressamente listados ou inerentes a tal processo, método,artigo, ou aparelho. Um elemento precedido por"compreende... um", sem maiores restrições, não impede aexistência de elementos idênticos adicionais no processo,método, artigo ou aparelho que compreende o elemento.
E desejável incluir uma função de rolagem muito eficazque ocupa a mesma área superficial e volume que umainterface de navegação direcional típica. É ainda desejávelter as teclas de seleção mais a navegação direcional dequatro direções separadas das teclas de rolagem.
Um dispositivo 100 é ilustrado na Figura 1. Odispositivo 100 é ilustrado como um dispositivo decomunicação móvel, como um telefone celular para uma redede área ampla (WAN) ou telefone de Internet para uma redede área local sem fio (WLAN) . Entretanto, aqueleshabilitados na tecnologia reconhecerão que o dispositivopoderia alternativamente ser qualquer dispositivo que ousuário manipule para controlar o movimento em uma tela ourolar através de uma lista, como um computador, umdispositivo de vídeo (portátil ou terminal fixo como atelevisão residencial), um dispositivo de música(reprodutor MP3), ou assemelhados. O dispositivo 100 incluiuma tela 102, uma porta de alto-falante 104, uma porta demicrofone 106, e um teclado 108 na armação 101. O tecladoinclui uma disposição tradicional de teclas telefônicas de4 linhas por 3 colunas para os números 0 a 9 e oscaracteres * e #. Essas teclas também poderão ter letras oucaracteres, como é conhecido. Teclas suaves 110 e 112 estãoposicionadas abaixo da tela. A função associada às teclassuaves muda dependendo do modo do dispositivo, e a funçãoem qualquer tempo particular aparecerá na tela 102adjacente às teclas. As teclas de função 114 e 116 estãoposicionadas abaixo das teclas suaves e, por exemplo,poderão compreender teclas de função dedicadas, comoaquelas para ativar um reprodutor de música ou uma câmera.A tecla send 118 e a tecla end 120 estão ilustradas abaixodas teclas de função.
Uma interface de usuário para navegação e rolagem 122está posicionada na superfície frontal do dispositivo 100para a navegação pelo usuário de imagens, menus, e listasapresentadas na tela. O dispositivo 100 assim inclui umsistema de menu que produz imagens, menos e/ou listas natela 102. Embora o dispositivo ilustrado inclua o teclado108, é previsto que menos o mais elementos de controlepoderiam ser fornecidos com a interface de usuário paranavegação e rolagem, e ainda que a interface do usuáriopara navegação e rolagem pode ser o controle exclusivo parao dispositivo.
De qualquer modo, uma primeira versão de umainterface de usuário para a navegação e rolagem 122 éilustrado na Figura 2. A interface de usuário 122 incluiuma tira de rolagem 200 e uma entrada de navegaçãodirecional 202. A tira de rolagem ilustrada 200 compreendeuma tira circular que circunscreve parcialmente a entradade navegação direcional 202. A tira de rolagem ilustrada éum dispositivo sensível ao toque, e poderá ser implementadoutilizando um ou mais sensor capacitivo, um ou mais sensorresistivo, ou qualquer outro sensor adequado. A tira derolagem ilustrada não circunscreve completamente a entradade navegação, mas tem uma primeira extremidade 2 03 e umasegunda extremidade 205 em extremidades opostas da tira.Uma "tecla" sensível ao toque adicional 230 é posicionadaentre as extremidades 203 e 205 e completa o círculo quecircunscreve o dispositivo de navegação 202. A tecla 203pode ser uma região de sensor, um comutador mecânico, ouqualquer outra construção adequada.
É assim previsto que a tira de rolagem pode serimplementada utilizando tecnologia de almofada de toque,como as tecnologias sensoras resistivas ou capacitivas. Porexemplo, pilhas sensores de toque muito finas podem serutilizadas para detectar a presença do dígito, permitindoque o dispositivo de rolagem seja implementado emdispositivos muito finos. É alternativamente previsto quecomutadores mecânicos poderiam ser utilizados paraimplementar a tira de rolagem.
Como é aqui utilizado, teclas podem ser teclasindividuais, como os conjuntos comutadores mecânicos, quepoderão, por exemplo, incluir uma tecla física que ativa um"poppel" associado a uma placa de circuito impresso.Alternativamente, a tecla pode ser uma área de um sensor detoque, como a superfície rotulada sobre um sensorcapacitivo ou resistivo. Esses sensores podem detectar"contato" quando um dígito estiver muito próximo dasuperfície do sensor ou em efetivo contato com a superfíciedo sensor, dependendo da sensibilidade do sensor. Aqueleshabilitados na tecnologia reconhecem que uma grandevariedade de diferentes tecnologias de teclas estãocomercialmente disponíveis para implementar uma tecla, ouuma disposição de teclas, referido aqui genericamente comoteclado.
A tira de rolagem ilustrada 200 tem três zonas. Umazona proporcional 204 é para a rolagem proporcional, em quea velocidade e a direção do movimento do dígito do usuário,como o dedo ou um apontador (por exemplo, uma vareta) . aoredor da tira resulta em uma velocidade e direçãocorrespondentes da rolagem do menu vertical. Por exemplo, omovimento lento do dígito através da superfície da zonaproporcional 2 04 em uma direção no sentido do relógio farácom q UE o dispositivo lentamente se desloque para baixopelo menu ou lista visual na tela 102. O movimento maisrápido do dígito através da zona proporcional 204 nadireção no sentido do relógio fará com que o dispositivo sedesloque rapidamente para baixo do menu ou lista. Omovimento do dígito lento na direção contrária a do relógioatravés da zona proporcional 204 na direção contrária adireção do relógio fará com que o dispositivo se desloquelentamente para cima em um menu ou lista na tela 102. Omovimento mais rápido do dígito através da zonaproporcional 2 04 na direção contrária a do relógio fará comque o dispositivo se movimente rapidamente para cima nomenu ou na lista exibida. Na zona proporcional 2 04, arolagem do menu requer movimento de um dígito. A distânciaque o dígito se desloca resultará em um número proporcionalde linhas movendo verticalmente na tela. Se o dígito pararde se deslocar através da zona proporcional 204, o menudeixará de fazer rolagem.
Uma zona multi-modo reversa 206 é posicionada naprimeira extremidade 203 da tira de rolagem 200 e seestende da zona proporcional 204 até a extremidade 203. Umazona multi-modo de encaminhamento 208 é posicionada naoutra extremidade 205 da tira de rolagem proporcional 200 ese estende da zona proporcional 2 04 até a segundaextremidade 205. As zonas multi-modos 206 e 208 podem tercomprimentos fixos ou variáveis, conforme descrito em maiordetalhe aqui abaixo. É previsto que na versão preferida, aszonas multi-modos 206 e 208 forneçam a rolagem tantocontínua como proporcional, pois isto fornece umaexperiência de usuário mais intuitiva. No entanto, as zonas206 e 208 podem alternativamente fornecer apenas a rolagemnão-proporcional nessas zonas. Por exemplo, a distânciadeslocada dentro das zonas 206 e 208 poderia determinar avelocidade de rolagem tal que quanto mais longe o dígito sedesloca do limite, tanto mais rápido ocorre à rolagemcontínua.
Uma versão preferida será descrita em geral nesteparágrafo, e em maior detalhe aqui abaixo. Quando o usuáriodesacelera o movimento de um dígito nas zonas multi-modos206 e 208, o menu continuará a rolagem a uma taxadeterminada pela velocidade em que o dígito estava semovimentando por último antes da velocidade do dígito cairabaixo do limite. O usuário pode assim mover o dígitodentro da zona multi-modo 2 06 muito rapidamente e deixarseu dígito na zona para atingir a rolagem contínua rápidasem movimento de dígito para buscar por um item em umalista longa. Se o usuário mover o dígito dentro de uma zonamulti-modo e o levanta, o menu rolará até o dígito serlevantado, em cuja ocasião a rolagem terá parado. Se ousuário mover na zona multi-modo sem parar, o menu rolará auma velocidade proporcional.
Como também será descrito em maior detalhe aquiabaixo, as zonas multi-modos 206 e 208 também podem serutilizadas para a rolagem acelerada em reação a batidas.
Por exemplo, cada vez que o usuário bater na zona multi-modo 208, o menu pode mover para a letra seguinte. Destaforma, se a primeira letra de um item exibido no menu forum A, bater na zona multi-modo 208 uma vez moverá o menupara o primeiro item começado com a letra B. Bater na zonamulti-modo 208 novamente moverá o menu para o primeiro iteminiciado com um D. Desta forma, o usuário pode bateratravés do alfabeto. Se o menu está exibindo um trabalhoiniciado com a última letra do alfabeto representado pelalista, como uma palavra iniciada com a letra Z, bater nazona multi-modo moverá o menu de volta ao início da lista,como o título iniciado com um número ou a letra A. Éprevisto que itens iniciados com um número estarão à frentedos itens iniciados com as letras A a Z. Alternativamente,itens iniciados com um número poderiam estar atrás de itensiniciados com uma letra.
Bater na zona multi-modo 206 tem um efeito similar aobater na zona multi-modo 208, exceto que o bater moverá omenu para trás através da listagem por letra. Por exemplo,se o cursor atual estiver em um item iniciado com a letraB, bater na zona multi-modo 2 06 fará com que o cursor sedesloque para o primeiro item no menu iniciado com a letra A.
É previsto que bater nas zonas multi-modo poderiaresultar em saltar através de qualquer índice. Por exemplo,uma batida poderia fazer com que o menu se movimenteseqüencialmente até uma categoria seguinte ou anterior.Também é previsto que o bater poderia deslocar o menu porum número predeterminado fixo de linhas.
Uma interface de navegação de cinco vias opcional 202é ilustrado dentro da tira de rolagem 200. A interface denavegação de cinco vias 202 inclui uma tecla acima 210, umatecla direita 212, uma tecla abaixo 214, e uma teclaesquerda 216. Uma tecla de seleção 218 é posicionada nocentro. A interface de navegação de cinco vias 202 pode serimplementada utilizando comutadores mecânicos, como oschamados comutadores popple ou sensores de toque como ossensores resistivos ou capacitivos, ou qualquer outro meioadequado. A tira de rolagem e a interface de navegaçãopodem ser implementados utilizando uma malha sensoracapacitiva ou resistiva ou mecânica comum, ou umacombinação de sensores de toque mecânicos e elétricos.
Para uma funcionalidade no modo de música ou devídeo, a tira de rolagem 200 também suporta teclas defunção de música. Em particular, a tecla de rolagem incluirápido à frente 220 e rápido para trás 222, que poderão serzonas, ou regiões, da tira. Uma play/pause dedicada 23 0 éfornecida como o botão da tira de rolagem e completa oanel.
A Figura 3 revela um primeiro projeto alternativopara a entrada de usuário de rolagem e de navegação 3 00.Nesta versão, o rápido à frente 301, rápido para trás 300,e pause/play 23 0 são teclas ou regiões dedicadas na parteinferior da tira de rolagem 200. A versão 300 e de outraforma a mesma que a interface de usuário de rolagem e denavegação 122.
A Figura 4 revela outra versão alternativa de umaentrada de usuário de rolagem e navegação 400. A entrada dousuário 400 pode incluir um joystick, como o joystick decinco vias 402 posicionado dentro do centro da tira denavegação 200. Um joystick de cinco vias oscila parapermitir a navegação para cima, para baixo, para a direitae para a esquerda, bem como depressão como a atuação deeixo-ζ, pelo qual o usuário pode pressionar o joystickdireto para baixo para "selecionar" ou "entrar". Estaversão permite que as dimensões gerais superficiais daentrada de rolagem e de navegação seja reduzida, ou permiteque a tira de rolagem seja mais larga na mesma pegada que aentrada de usuário de rolagem e de navegação 122. Aqueleshabilitados na tecnologia reconhecerão que um joystick quepermite mais direções de manipulação poderia ser empregadosem desviar da invenção.
A Figura 5 revela outra versão alternativa de umaentrada de usuário de rolagem e de navegação 500. Estaversão inclui teclas dedicadas de música ou de transportede vídeo 502, 504 e 506 posicionadas remoto das teclas denavegação e rolagem. A tira de rolagem 200 circunscreveparcialmente a tecla select de centro 508. A tecla paracima 510, a tecla direita 512, e a tecla esquerda 514 sãointegradas na tira de rolagem. A tecla para baixo 516 é umatecla separada entre as extremidades 203 e 205 da tira derolagem 200.
Um dispositivo de comunicação 600 (Figura 6) incluiainda outra versão alternativa da interface de usuário detira de rolagem e de navegação 602. A função de rolagem datira de rolagem e da interface de usuário de navegação 602.A função de rolagem é implementada utilizando a tira derolagem de mão direita 605 e a tira de rolagem de mãoesquerda 607. A tira de rolagem de mão direita 605 incluiuma primeira zona de multi-modo 604, uma zona de rolagemproporcional 603, e uma segunda zona multi-modo 606. A tirade rolagem 605 inclui uma primeira zona multi-modo 604, umazona de rolagem proporcional 603, e uma segunda zona multi-modo 606. A tira de rolagem 605 estende-se para cima dadireita para a esquerda a um ângulo que é prontamenteposicionado para o dedão direito de o usuário atravessarenquanto o usuário está segurando o dispositivo 600 em suamão direita. As tiras de rolagem formam braços decruzamento geralmente no formato de um "X" e cujos braçospoderão ser retos ou arqueados.
A tira de rolagem de mão esquerda 607 é implementadautilizando uma tira que se estende para baixo da direitapara a esquerda tendo uma zona multi-modo 612, uma zonaproporcional 610 e uma zona multi-modo 614. A tira derolagem de mão esquerda 607 estende para cima da direitapara a esquerda a um ângulo que é prontamente posicionadopara o dedão esquerdo do usuário para atravessar enquanto ousuário estiver segurando o dispositivo 600 em sua mãoesquerda.
O dispositivo de rolagem e de navegação 602 inclui atecla de navegação direita 602, a tecla de navegação paracima 622, e a tecla de navegação para baixo 624. As teclasde navegação permitem ao usuário navegar ao redor da tela.
O centro das tiras de rolagem pode ser consciente docontexto para operar como o botão enter/select.
Um dispositivo de comunicação 700 da Figura 7, revelaainda outra versão de uma interface de usuário 2 02 denavegação de cinco vias e de uma tira de rolagem 702. Atira de rolagem inclui uma zona mui ti-modo 706 em umaprimeira extremidade 710 e uma zona multi-modo 712 como umasegunda extremidade 712. A primeira zona multi-modo 706 épara a rolagem de velocidade não-proporcional, e a segundazona multi-modo 704 é para a rolagem não-proporcional paracima. A operação das zonas multi-modo 704, 606, 614 e 208 éa mesma. A operação das zonas multi-modo 704, 606, 614 e208 são a mesma. A operação das zonas proporcionais 708,603, 610 e 204 é a mesma. Por brevidade, cada uma dessaszonas não será descrita individualmente.
É previsto que a interface de usuário de rolagem e denavegação 702, 202 na Figura 7, 602 na Figura 6, 500 naFigura 5, 400 na Figura 4, 300 na Figura 3, e 122 na Figura1, pode ser implementada utilizando tecnologia sensível aotoque, como as tecnologias sensoras resistivas oucapacitivas. Por exemplo, pilhas sensoras de toque muitofino podem ser utilizadas para detectar a presença dedígito, permitindo ao dispositivo de tira de rolagem e denavegação seja implementado em produtos muito finos. [Ealternativamente previsto que os comutador5es mecânicos, ouuma combinação de sensores de toque e de comutadoresmecânicos, poderiam ser utilizados para implementar ainterface de rolagem e de navegação. Por exemplo, as tirasde rolagem podem ser implementadas utilizando sensores detoque e as teclas de navegação implementadas utilizandocomutadores mecânicos.
A operação da interface do usuário aprimorada serádescrita com referencia às Figuras 8 a 14. A operaçãopermite a rolagem rápida e intuitiva através de grandesquantidades de dados, como listas telefônicas, música,vídeos, e assemelhados. Ela também mantém funções denavegação tradicionais que os usuários esperam em umdispositivo multi-modal. A necessidade de o usuário efetuarmovimentos repetitivos pode ser reduzida, enquanto permiteque a pequena pegada superficial e o baixo volume desejadoimplemente a interface de usuário de navegação e decontrole em um dispositivo portátil compacto.
Um circuito 800 é ilustrado na forma de diagrama deblocos na Figura 8. 0 circuito ilustrado é para umdispositivo de comunicação de rádio. O circuito inclui umaantena 801, um transceptor 800, um microfone 806, um alto-falante 808, uma controladora 802, uma tela 102, teclas804, e uma tira de rolagem 200. O transceptor não serianecessário se a tira de rolagem não estiver associada a umdispositivo de comunicação. A controladora pode serimplementada utilizando um processador de sinal digital,controladora, microprocessador, micro-controladora, unidadede lógica controlável, circuitos discretos, ouassemelhados, ou uma combinação destes. Como foi observadoacima, as teclas podem ser implementadas utilizandocomutadores físicos distintos ou integrados, sensores detoque, ou uma combinação deles.
Com referência ã Figura 9, a controladora 8 02 delógica inicial 900 inicia aquele dispositivo da maneiraconvencional. A lógica inicial é descrita em maior detalhecom referência à Figura 10. Uma vez iniciado, o gerente decomutação de lógica 902 transiciona entre a rolagem develocidade 904, a lógica de página 906, e a rolagemproporcional 908 dependendo de como o usuário estiverinteragindo com a tira de rolagem.
Com referência às Figuras 8 e 10, a controladora 802está em estado de espera 1002 aguardando por um contato dodígito com a tira de rolagem 2 00 como foi detectado naetapa 1004. O toque ocorre quando um objeto, como um dedoou um apontador, toca na tira de rolagem 200. Quando umevento de tocar é detectado, o tempo é registrado na etapa1006, a posição da tira é notada na etapa 1008, a "ultima"velocidade de rolagem é fixada em zero na etapa 1010, e adistância de rolagem e a direção são fixados para "none"(nenhuma) na etapa 1012. O dispositivo é então iniciadopara a função do gerente de comutação lógica na etapa 1014.
A operação do gerente de comutação lógica é ilustradana Figura 11. Quando da entrada do gerente de lógica, acontroladora 8 02 detecta um evento de levantamento na etapa1100. A detecção do levantamento em uma zona multi-modoindica que o usuário levantou o dígito em contato com atira de rolagem e que o usuário poderá estar batendo nazona muiti-modo para saltar rapidamente através de umalista, tal que a lógica de paginação é executada conformeindicado na etapa 1102. A paginação, ou rolagem em passo,pode ser saltar o tamanho de uma página em um programa emque as páginas são definidas, ou por um tamanho de blocopredeterminado como 10 entradas ou linhas de tela, 20entradas ou linhas de tela, 30 entradas ou linhas de tela,ou qualquer outra quantidade incrementai adequada.
Alternativamente, paginação pode ser saltar através doalfabeto ou outro elemento de indexação como nomes deálbum, gêneros, músicos por nomes, atores por nomes,diretores, ou qualquer outra categoria de indexaçãoadequada.
Se o digito não for levantado, conforme determinadona etapa 1100, e o usuário desloca da zona proporcionalpara dentro da zona multi-modo, conforme determinado naetapa 1104, a lógica de velocidade é executada paradeterminar o comportamento da zona multi-modo. Se o dígitopermanece na zona de proporção, a controladora 8 02 executaa lógica de proporção 1108.
A lógica de paginação será descrita agora com relaçãoà Figura 12. Inicialmente, a controladora 802 determina seas condições para ativar a paginação são satisfeitas naetapa 1200. Para a paginação estar ativa, as condiçõesseguintes precisam ser satisfeitas:
as posições de toque e de levantar precisam estardentro de uma faixa especificada da tira (por exemplo,precisa ocorrer em uma zona multi-modo);
o tempo de levantar e o tempo de toque precisam estardentro de um valor predeterminado (o valor deve serselecionado tal que bater é detectado sem sobre-disparar emreação a um pressionar e segurar); euma rolagem não pode ocorrer entre toque e levantar.
Se qualquer uma das três condições não é satisfeita,a controladora prossegue para a etapa 12 04 para esperarpelo toque. Se todas as três condições são satisfeitas,então o comando de página é gerado na etapa 1202. Apaginação é definida como rolar um número fixado de linhasou rolar até um próximo ponto de índice, como a próximaletra do alfabeto. 0 toque é detectado na etapa 1208. 0tempo de toque é armazenado na etapa 1210. A posição dotoque é notada na etapa 1212. A velocidade de rolagemanterior é fixada para 0 na etapa 1214. A distância edireção da rolagem são fixadas para "none" na etapa 1216. Oprograma retorna para o gerente de comutação de lógica naetapa 1220.
A rolagem proporcional é mostrada na Figura 13.Inicialmente, a controladora 8 02 espera por entrada naetapa 1300. Se a controladora detectar o levantamento naetapa 1302, indicando que o usuário bateu na tira sensora,ela sai do modo de rolagem proporcional e retorna aogerente de comutação de lógica na etapa 13 04 paratransicionar para a lógica de paginação. Será reconhecidoque outros gestos poderiam ser utilizados para passar ocontrole para a lógica de paginação, como pressionar esegurar, batida dupla, ou qualquer outro gesto adequado. Seo levantamento não for detectado na etapa 13 02, acontroladora determina na etapa 13 06 a direção e o númerode linhas a rolar. O perfil de velocidade de deslocamentodo dígito determinará um valor, representado pela variávelx, que é a variável velocidade, para fixar a proporção domovimento do menu para uma distância particular de percursodo dígito. O valor χ é assim a proporção da distância demovimento do dígito para a distância do movimento daexibição na tela. Aqueles habilitados na tecnologiareconhecerão que o valor χ pode depender do tamanho da tela102, do tamanho da tira de rolar 200, e será selecionadotal que um movimento através da tira de rolar produz umavelocidade que permite ao usuário ver os itens que sãorolados enquanto o menu se desloca através da lista. 0número de linhas a rolar será igual à distância D depercurso do dígito dividido pela variável χ (D/x).
Se for determinado na etapa 13 08 que o número delinhas a rolar é 0, a controladora determina se ascondições são satisfeitas para ativar a rolagem develocidade na etapa 1310. Todas as condições seguintesprecisam ser satisfeitas para ativar a rolagem develocidade:
o dígito está em repouso (ou próximo do repouso; istoé calculado pelo tempo atual menos o último tempo derolagem é maior ou igual a última duração de rolagem) nazona de ativação da velocidade (faixa de posições no sensorcorrespondente a zona multi-modo em que a ativação ocorre);
a última velocidade de rolagem da parcela maior que 0; e
a última direção de rolagem casa a direção da zona deativação da velocidade (movimento da esquerda para adireita na zona multi-modo direita e movimento da direitapara a esquerda na zona multi-modo esquerda).É previsto que uma versão alternativa poderá utilizaralgum tipo de gesto (por exemplo, parar) no lugar, ou emconjunto, com a zona de ativação da velocidade (que poderáter uma direção associada) como uma das condições paraativar a rolagem de velocidade. Se as condições de rolagemde velocidade são satisfeitas conforme determinado na etapa1312, a controladora repete a última rolagem de proporçãona etapa 1312 e sai da lógica de proporção de rolagem pararetornar ao gerente de comutação de lógica na etapa 1304 etransicionar para a rolagem de velocidade.
Se as condições não são satisfeitas para a rolagem develocidade conforme determinado na etapa 1310, seguindo adeterminação de uma distância 0, a controladora retorna àetapa 1300 para esperar por uma entrada.
Se for determinado na etapa 13 08 que o número delinhas a rolar não é igual a zero, o comando de rolagem éemitido na etapa 1314. A controladora então armazenará aúltima velocidade de rolagem proporcional, distância, tempode direção, e direção desde a última rolagem ou toque naetapa 1316, e retorna à etapa 1300 para esperar pelapróxima entrada.
A lógica de rolagem de velocidade é ilustrada naFigura 14. Inicialmente, a região multi-modo é definida, oufixada, na etapa 1400. A região multi-modo e a área nosensor em que ocorre a rolagem contínua. A zona multi-modoserá descrita com referência às Figuras 15 a 17. A tiraexemplar 1500 é reta apenas para a finalidade desimplificar a explanação, mas aqueles habilitados natecnologia reconhecerão que a explanação também se aplica auma tira arqueada, como uma tira em formato redondo, oval,ou de u. Independentemente da forma da tira de rolagem, aoperação das zonas proporcional e multi-modo é igualmenteaplicável.
Uma primeira zona multi-modo, ou direita 1506,estende-se do limite direito 1510 até a extremidade 1511 datira de rolagem 1500 na Figura 15. Uma segunda zona multi-modo, ou esquerda 1508 se estende do limite esquerdo 1512até a extremidade 1513 da tira de rolagem 1500. O contatona zona multi-modo pode produzir o modo proporcional(rolagem proporcional), o modo contínuo (a rolagem ocorresem movimento do digito) , ou modo de página (a rolagem éaumentada por incrementos predeterminados como um número deíndice de linhas de tela para cada batida) . Os limitesassim demarcam o ponto de transição entre as parcelas 1506,1508 da tira de rolagem 1500 em que a velocidade e rolagemde página não podem ser iniciadas. A velocidade e a rolagemde página não podem ser iniciadas na zona proporcional1504.
Mais particularmente, a rolagem contínua na zona multi-modo ocorre quando há um movimento de dígito na tiranas zonas multi-modo 1506, 1508 que inicia acima de umavelocidade limite e cai abaixo da velocidade limite semlevantar da tira. A velocidade de rolagem será determinadapela última velocidade do movimento do dígito medido antesda parada. Assim, as condições para o movimento contínuo nazona multi-modo direita 1506 são: movimento na zona multi-modo 1506 na direção para longe do limite 1510 no sentidoda extremidade 1511, contato contínuo de um dígito na tirade rolagem 1506, e redução na velocidade de movimento dodígito para abaixo do limite (que pode repousar ou próximode repousar) na zona multi-modo 1506. Se essas condiçõessão satisfeitas, a rolagem de tela contínua ocorrerá semmovimento de dígito adicional. De modo similar, ascondições para a rolagem de tela contínua na zona multi-modo esquerda 1508 são: movimento na zona multi-modo 1508na direção para longe do limite 1512 no sentido daextremidade 1513, contato contínuo de um dígito na tira derolagem na zona multi-modo 1508, e redução na velocidade demovimento do dígito para abaixo de um limite (que poderepousar ou próximo do repousar) na zona multi-modo 1508.Se essas condições são satisfeitas, a rolagem contínuaocorrerá.
A rolagem contínua variável pode ser fornecida comvantagem. A rolagem contínua variável significa que ousuário pode mover o dígito em contato com a tira derolagem para mudar a velocidade de rolagem continua. Umaregião de velocidade variável dinâmica é ilustrada pelotriângulo 1601 (Figura 16) , tendo um ponto de transiçãoTRANSITI0N1, um ponto de parada STOPl, e uma velocidade derolagem contínua máxima MAXl. 0 ponto de parada é o localna zona multi-modo em que a velocidade do movimento dodígito do usuário caiu abaixo da velocidade limite domovimento do dígito, que será a extremidade distai inicialda região de velocidade. A velocidade máxima MAXl é avelocidade máxima em que o menu continuará a mover, e éfixada para a última medição de velocidade tomada antes domovimento do dígito cair abaixo do limite de velocidade(por exemplo, a velocidade de rolagem anterior armazenadanas etapas 1214 ou 1316). A velocidade máxima MAXl é assimuma função, ou derivada, da velocidade anterior de rolagemantes de iniciar a rolagem contínua, e é associada a umaposição de contato na tira de rolagem 1500 localizada noponto de parada STOPl. 0 usuário pode desacelerar avelocidade de rolagem contínua ao mover do ponto de paradaSTOPl no sentido do ponto de transição TRANSITI0N1. Avelocidade de movimento contínuo cairá linearmente com omovimento do dígito ao longo da tira, até o ponto detransição TRANSITI0N1 ser alcançado. 0 ponto de transição éa velocidade mais baixa de rolagem contínua. Se o usuáriomover seu dígito para a esquerda de TRANSITI0N1, o menuretornará para a rolagem proporcional. A região é dinâmicano sentido de que ela varia. Ela pode variar no tamanho datira de rolagem, da localização e/ou da velocidade darolagem.
A inclinação do triângulo e o ponto de transição sãouma função da velocidade máxima MAXl, e assim são derivadosda velocidade máxima. A velocidade de rolagem máxima MAXlpoderá ser qualquer velocidade adequada, como 5 0 linhas porsegundo na Figura 16. Quanto mais rápida a velocidade máxima, tanto mais acentuada será a inclinação 1602, e maislonga a distância entre o ponto de transição TRANSITI0N1 eo ponto de parada STOPl. A velocidade de rolagem contínuavariará dependendo de onde o dígito entra em contato com atira de rolagem na região de rolagem de velocidadecontínua. Mais particularmente, se após vir a repousar emSTOPl, o usuário mover seu dígito para a posição 1620 e asegura ali, a velocidade de rolagem contínua será reduzidapara uma velocidade 1621, como 40 linhas por segundo.Assim, o menu continuará rolando, mas a uma velocidade maislenta. Ao mover o dígito para a posição 1622 e mantê-la, avelocidade será ainda mais reduzida para a velocidade 1623,como 3 0 linhas por segundo. O usuário pode mover o dígitopara a direita ou a esquerda, e ele continuará a rolar auma velocidade que varia ao longo, como representado pelainclinação 1602, até o usuário permanecer na tira entre oponto de transição TRANSITIONl e o ponto de parada STOPl.
A Figura 17 ilustra dois aspectos adicionais daregião de rolagem contínua variável. Primeiro, a velocidadeMAX2 é mais rápida do que MAXl, indicando que o dígitoestava se deslocando mais rápido antes de cair abaixo dolimite de velocidade (ou vir a repousar). A velocidadeMAX2, por exemplo, poderá ser de 8 0 linhas por segundo.Como pode ser observado, a inclinação é mais acentuada, e ocomprimento da região de velocidade variável contínua émaior. A velocidade diminuirá rapidamente com a distânciapara a velocidade de transição. Segundo, a Figura 17ilustra que o usuário pode deslocar a região para adireita. Após estabelecer a posição ST0P2, se o usuáriodeslocar mais para a direita (além de ST0P2 no sentido daextremidade da tira 1511), e então pára novamente em ST0P3,a região variável se deslocará para a posição 1703. Ascaracterísticas da região (inclinação e comprimento) nãomudará, tal que o ponto de transição também se deslocarápara a direita até o ponto TRANSITION3. Assim, a distânciaentre o ponto de parada e o ponto de transição não muda, ea inclinação não mudará, pois o triângulo desloca para adireita. Embora não seja descrito em maior detalhe porbrevidade, as zonas multi-modo operam da mesma forma,embora elas sejam espelhos uma da outra.
0 movimento seguinte nas zonas multi-modo 1506 e 1508resultará na rolagem proporcional:
movimento para a esquerda na zona multi-modo direita1506 (da extremidade 1511 no sentido do limite 1510) , oumovimento para a direita na zona multi-modo esquerda 1508(da extremidade 1513 no sentido do limite 1512), ou
movimento na zona multi-modo que não cair abaixo dolimite de velocidade; ou
movimento na zona multi-modo que não excede ao limitede velocidade.
Qualquer uma dessas condições resultará na rolagemproporcional.
O movimento seguinte nas zonas multi-modo 1506 e 1508resultará em rolagem de página nas zonas multi-modo:contato sucinto com a superfície da zona multi-modo.
Contato sucinto quer dizer que o contato é inferior aolimite de tempo. O limite de tempo é utilizado paradistinguir a batida do contato continuado que resultaria narolagem proporcional ou na rolagem de velocidade.
Assim, a zona multi-modo tem as característicasseguintes:
se o usuário faz contato com a tira na zonaproporcional 1504 e move dentro da zona multi-modo 1506 ou1508, e então pára de se movimentar enquanto mantém contatocom a tira de rolagem, o menu ou lista exibida continuará arolar a uma velocidade igual a última medição de velocidadeantes da parada;
se o usuário coloca o dígito na zona multi-modo 1506,e desloca o dígito no sentido do limite 1512, ocorrerá arolagem proporcional;
se o usuário desloca o dígito através das zonasmulti-modo sem parar, ocorre a rolagem proporcional;
se o usuário estiver movendo no sentido daextremidade 1511 na zona multi-modo 1506 ou mover nosentido da extremidade 1513 na zona 1508, e então pára demover enquanto ainda na zona multi-modo, o menu ou a listacontinuará a rolar na velocidade associada a última mediçãode velocidade antes de o dígito ter parado de mover;
a tela continuará a rolar através de uma lista oumenu na mesma velocidade que o menu estava movendo logoantes do usuário parar o movimento de seu dígito até ousuário mover o dígito de volta no sentido do limite;
o usuário pode parar a rolagem ao levantar o dígitoda tira de rolagem; e
bater o dígito nas zonas multi-modo resultará em paginação.
A zona multi-modo será descrita agora com referênciaà Figura 14. A controladora 8 02 espera por uma entrada naetapa 14 02. Se o evento seguinte for determinado como sendoum levantamento na etapa 14 04, a controladora sai da lógicade rolagem de velocidade e vai para o estado de comutação
da lógica para aguardar outra entrada conforme é indicadona etapa 1406. Se o evento seguinte for um movimento não-levantamento, a zona multi-modo é atualizada na etapa 1408.
A zona multi-modo é atualizada conforme segue. Se odígito moveu para uma posição na zona multi-modo (porexemplo, 1506) entre o ponto-STOP e a extremidade da tirade rolagem (fora da região contínua), a zona multi-modo édeslocada para alinhar o ponto-STOP com a posição do dígitoatual. Se o dígito ainda estiver na zona multi-modoconforme determinado na etapa 1410, e está dentro da regiãode rolagem de velocidade contínua existente, a rolagemcontínua é executada na etapa 1412. Na rolagem contínua, arolagem ocorre automaticamente a uma velocidade determinadapor onde o dígito estiver localizado na região de rolagemcontínua. O usuário pode variar a velocidade ao deslocar odígito no sentido do ponto de transição, para reduzir avelocidade de rolagem, o no sentido do ponto-STOP, paraaumentar a velocidade. A velocidade de rolagem máxima é aúltima velocidade de rolagem proporcional (a velocidade emque o dígito estava movendo através da tira de rolagemquando ele entrou na zona multi-modo da zona proporcional).
Se foi determinado na etapa 1410 que o dígito não está maisna região multi-modo, (por exemplo, ele está à direita doponto de transição), na etapa 1414 a controladorarestabelece a última velocidade de rolagem para zero, adistância e a direção de rolagem para "none", e armazena ahora atual. A controladora então retorna ao gerente decomutação de lógica na etapa 1406.
Alternativamente à rolagem contínua de velocidadevariável, é previsto que a zona multi-modo poderia produziro rolamento contínuo que não está disponível. Por exemplo,a velocidade da rolagem contínua poderá ser a velocidademáxima independentemente de onde o dígito estejaposicionado na zona multi-modo, desde que o dígitopermaneça na zona multi-modo. Isto forneceria a rolagemcontínua não variável com base em uma medição da velocidadedo dígito. A medição da velocidade do dígito associada àvelocidade contínua pode ser aquela velocidade associada àúltima velocidade do dígito amostrada antes da parada, ouela pode ser a velocidade com que o dígito cruza o limiteentre a zona proporcional.
Com referência à Figura 18, a tira de rolagem 1800 éilustrada como sendo um circulo integral ao redor dainterface de navegação 202. A tira de rolagem inclui umazona proporcional 1802 e uma zona multi-modo 1804. Oslimites 1805, 1806 separam a zona proporcional 1802 da zonamulti-modo 1804. A zona proporcional 1802 e a zona multi-modo 1804 operam iguais às outras zonas proporcionais ezonas multi-modo descritas acima. No entanto, as condiçõespara a rolagem contínua são ligeiramente diferentes. Naversão da Figura 18, a direção da rolagem contínua serádeterminada da direção de viagem na zona multi-modo antesda velocidade do dígito cair abaixo do limite develocidade. Assim, um dígito que vem a repousar após moverno sentido do relógio na zona multi-modo 1804 resultará narolagem contínua para baixo a uma velocidade determinada damedição de velocidade anterior (a medição de velocidadeanterior sendo a última medição antes da velocidade dodígito cair abaixo do limite). 0 dígito que vem a repousarapós mover no sentido contrário ao do relógio na zonamulti-modo 1804 resultará na rolagem contínua para cima auma velocidade determinada pela medição de velocidadeanterior. É assim que a velocidade com que o dígito estáviajando para longe da zona proporcional é a velocidade darolagem contínua.
Com referência à Figura 19, a tira de rolagem 1900 seestende parte do caminho ao redor da interface de navegação202. A tira de rolagem inclui zonas proporcionais 1902 e1903, uma zona multi-modo 1904. Os limites 1905, 1906separam as zonas proporcionais 1902, 1903 da zona multi-modo 1904. A operação da zona multi-modo 1904 é a mesma quea da zona multi-modo 18 04. Na versão da Figura 19, adireção de rolagem contínua será determinada da direção deviagem na zona multi-modo antes da velocidade do dígitocair abaixo do limite de velocidade. Assim, o digito quevem a repousar após mover no sentido do relógio na zonamulti-modo 1904 resultará na rolagem contínua para baixo auma velocidade determinada da medição de velocidadeanterior (a medição da velocidade anterior sendo a últimamedição antes da velocidade do dígito cair abaixo dolimite). Um dígito que vem a repousar após mover no sentidocontrário ao do relógio na zona multi-modo 1904 resultarána rolagem contínua para cima a uma velocidade determinadada medição de velocidade anterior. É assim que a velocidadeem que o dígito está viajando para longe da zonaproporcional é a velocidade de rolagem contínua. É previstoque as zonas proporcionais 1902 e 1903 poderão suportar arolagem proporcional em qualquer das direções de viagem,tal que o movimento no sentido do relógio produzirá arolagem para baixo e o movimento contrário ao sentido dorelógio produzirá a rolagem para cima. A versão da Figura19 poderá ser percebida como vantajosa para a operaçãodextra das zonas 1903 e 1904 utilizando o polegar direitoquando segurar o dispositivo na mão direita, enquanto aszonas 1902 e 1904 poderão ser percebidas como vantajosaspara o controle canhoto utilizando o polegar esquerdoenquanto segura o dispositivo na mão esquerda.
As velocidades de rolagem são exemplares. É previstoque elas variarão dependendo das preferências do usuário, epoderão variar de 0 a 10 0 linhas por segundo para uma telapequena típica, como aquela encontrada em um telefonemóvel. A área superficial da interface do usuário variarádependendo da dimensão do dispositivo. Por exemplo, adimensão da interface de navegação e rolagem 122 poderá serinferior a 25 milímetros de diâmetro, e a área da interfacede navegação 202 poderá ser inferior a 20 milímetros.
Pode então ser observado que é revelada uma interfacede usuário nova e aprimorada para um dispositivo decomunicação.
Espera-se que alguém de habilidade ordinária, apesardo possivelmente significativo esforço e muitas opções deprojeto motivadas, por exemplo, pelo tempo disponível, pelatecnologia atual, e por considerações econômicas, quandoguiado pelos conceitos e princípios aqui revelados seráprontamente capaz de gerar instruções de software eprogramas e ICs com um mínimo de experimentação.
Na especificação que antecede, a invenção e seusbenefícios e vantagens foram descritos com referência aversões específicas. No entanto, alguém de habilidade ordinária na tecnologia aprecia que várias modificações emudanças podem ser feitas sem desviar do escopo da presenteinvenção conforme explicitados nas reivindicações abaixo.Assim, a especificação e as Figuras devem ser consideradasem seu sentido ilustrativo e não no sentido restritivo, etodas essas modificações pretende-se que estejam incluídasdentro do escopo da presente invenção. Os benefícios,vantagens, soluções de problemas, e quaisquer elementos quepoderão fazer com que qualquer benefício, vantagem, ousolução ocorra ou torne-se mais acentuada não devem serinterpretadas como críticas, obrigatórias, ou essenciaisrecursos ou elementos de qualquer uma ou de todas asreivindicações. A invenção é definida exclusivamente pelasreivindicações apensas incluindo quaisquer emendas feitasdurante a pendência desta aplicações e todos osequivalentes dessas reivindicações conforme emitidas.
Claims (20)
1. Interface de usuário, caracterizada porcompreender:uma interface de navegação direcional para mover pelomenos um cursor em uma tela; etira de rolagem pelo menos parcialmentecircunscrevendo a dita interface de navegação direcional.
2. Interface de usuário, de acordo com areivindicação 1, caracterizada pelo fato da interface denavegação direcional compreender um manche ("joystick").
3. Interface de usuário, de acordo com areivindicação 1, caracterizada pelo fato da interface denavegação direcional incluir uma pluralidade de teclasdirecionais.
4. Interface de usuário, de acordo com areivindicação 3, caracterizada por incluir ainda uma teclaselecionadora central.
5. Interface de usuário, de acordo com areivindicação 1, caracterizada pelo fato da tira de rolagemincluir pelo menos uma zona de rolagem proporcional e umazona muiti-modo.
6. Interface de usuário, de acordo com areivindicação 1, caracterizada por incluir ainda pelo menosuma zona de toque, a zona de toque posicionada ao longo datira de rolagem, tal que a tira de rolagem e a zona detoque juntas circunscrevem a dita interface de navegaçãodirecional.
7. Interface de usuário, caracterizada porcompreender:uma tira de rolagem tendo uma primeira extremidade euma segunda extremidade;uma primeira parcela da tira de rolagem associada àrolagem proporcional; euma segunda parcela da tira de rolagem adjacente àprimeira extremidade, a segunda parcela associada ã rolagemmuiti-modo.
8. Interface de usuário, de acordo com a reivindicação-7, caracterizada por incluir ainda uma terceira parcela datira de rolagem adjacente à segunda extremidade, a terceiraparcela da tira de rolagem associada à rolagem multi-modo.
9. Interface de usuário, de acordo com a reivindicação-7, caracterizada pelo fato da tira de rolagem ser deformato arqueado.
10. Interface de usuário, de acordo com areivindicação 9, caracterizada pelo fato da tira de rolagemcircunscrever parcialmente a interface de navegação.
11. Interface de usuário, de acordo com areivindicação 7, caracterizada pelo fato da tira de rolagemser reta no formato.
12. Interface de usuário, de acordo com areivindicação 7, caracterizada pelo fato da tira de rolagemincluir duas tiras de cruzamento.
13. Interface de usuário, de acordo com areivindicação 12, caracterizada pelo fato de ainda incluirteclas de navegação entre os braços das tiras decruzamento.
14. Dispositivo de comunicação, caracterizado porcompreender:uma armação;uma tela posicionada na armação;um sistema de menu para controlar a exibição de ummenu na tela;uma tira de rolagem sensível ao toque posicionada naarmação, a tira de rolagem para controlar a rolagem através do menu, a tira de rolagem incluindo pelo menos uma zona derolagem proporcional e pelo menos uma zona de rolagemmuiti-modo.
15. Dispositivo de comunicação, de acordo com areivindicação 14, caracterizado pelo fato da tira derolagem incluir uma primeira zona multi-modo para a rolagemcontínua em uma extremidade da zona de rolagem proporcionale uma segunda zona multi-modo para a rolagem contínua emoutra extremidade da zona proporcional.
16. Dispositivo de comunicação, de acordo com areivindicação 14, caracterizado pelo fato da tira derolagem ser arqueada no formato.
17. Dispositivo de comunicação de acordo com areivindicação 15, caracterizado pelo fato da tira derolagem circunscrever parcialmente uma interface denavegação.
18. Dispositivo de comunicação, de acordo com areivindicação 14, caracterizado pelo fato da tira derolagem ser de formato reto.
19. Dispositivo de comunicação de acordo com areivindicação 14, caracterizado pelo fato da tira derolagem incluir duas tiras de cruzamento.
20. Dispositivo de comunicação, de acordo com areivindicação 19, caracterizado por incluir ainda teclas denavegação entre os braços das tiras de cruzamento.
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