BRPI0709551A2 - ceras modificadas, processo para sua preparação, e uso das mesmas - Google Patents

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BRPI0709551A2
BRPI0709551A2 BRPI0709551-1A BRPI0709551A BRPI0709551A2 BR PI0709551 A2 BRPI0709551 A2 BR PI0709551A2 BR PI0709551 A BRPI0709551 A BR PI0709551A BR PI0709551 A2 BRPI0709551 A2 BR PI0709551A2
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Fell Rainer
Hörold Sebastian
Zäh Matthias
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Clariant Finance Bvi
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Abstract

<B>CERAS MODIFICADAS, PROCESSO PARA SUA PREPARAçãO, E USO DAS MESMAS.<D> A presente invenção refere-se a ceras modificadas com aminas estericamente bloqueadas, a um processo para sua preparação e ao seu uso para estabilizar material orgânico.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CERAS MO-DIFICADAS, PROCESSO PARA SUA PREPARAÇÃO, E USO DAS MES-MAS".
A presente invenção refere-se a ceras modificadas com aminasestericamente bloqueadas, a um processo para sua preparação e ao seuuso para estabilizar material orgânico.
Aminas estericamente bloqueadas (estabilizadores à base deamina bloqueada, HAS1 ou estabilizadores de luz à base de amina bloquea-da, HALS) para estabilizar plásticos contra o efeito danificante, por exemplo, da luz, calor, outros tipos de radiação tais como feixes de elétrons, por e-xemplo, ou oxidação são conhecidas através de Plastics Additives Handbo-ok, 5th Edition, Hanser Verlag Munich, págs. 223-230.
Aminas estericamente bloqueadas com substituintes nos grupospiperidina são conhecidos através do documento US 4.233.412 A. O docu-mento EP 0 309 402 A descreve aminas estericamente bloqueadas que sãosubstituídas com grupo alcóxi no nitrogênio da piperidina.
Amino éteres de alcanos de cadeia curta, cicloalcanos e deriva-dos de benzeno alquilado tal como heptano, nonano, ciclohexano, metilci-clohexano, ciclooctano, ciclododecano, tolueno, etilbenzeno, cumeno, deca- lina) com aminas estericamente bloqueadas foram descritos no documentoUS 4.921.962 A. Eles podem ser preparadas a partir da amina estericamen-te bloqueada ou a partir do composto nitroxílico correspondente e do alcanode cadeia curta com peróxido de terc-butila e trióxido de molibdênio.
No documento WO 01/92228 A foi descrito um processo para a síntese de amino éteres, decorrentes de alcanos de cadeia curta e aminasestericamente bloqueadas, com peróxido de terc-butila e cloreto de cobre(II).
De um modo geral, no entanto, todos os compostos disponíveisaté o momento apresentam desvantagens que constituem um obstáculo aoutros usos dos mesmos. Por exemplo, os compostos conhecidos até omomento geralmente têm uma cor amarela a castanha intrínseca distinta,que na maioria dos campos de aplicação é indesejada ou torna as aplica-ções impossíveis.
elevada, a compatibilidade deficiente dos amino éteres com os plásticos, e omau cheiro durante e depois da incorporação no plástico.
Além disso, o produto conhecido até o momento geralmente nãopossui estabilidade térmica suficiente, o que então também leva a um cheirodesagradável e inconveniente durante o processamento, por exemplo.
Além disso, as aminas estericamente bloqueadas conhecidasaté o momento que são substituídas com radicais alcóxi possuem apenasestabilidade limitada para estabilizar plásticos e tintas contra o efeito danifi-cante causado pela luz, calor ou oxidação, particularmente como estabiliza-dores de luz ou retardadores de chama.
Poliolefinas vêm sendo cada vez mais usadas em aplicaçõesonde é necessário retardamento de chama. Hoje em dia o retardamento dechama é obtido pela adição de compostos de bromo ou de compostos defósforo. Compostos de bromo reduzem acentuadamente a firmeza à luz daspoliolefinas e seu uso no setor externo é portanto sujeito a uma restrição muito grande. As quantidades de retardadores de chama à base de fósforoque devem ser adicionadas são muito altas e além disso estas geralmentenão são eficazes em aplicações de paredes finas, tais como fibras e folhasmetálicas.
O documento US 6.599.963 descreve substratos poliméricos que compreendem, como sistema retardador de chama, uma amina estericamen-te bloqueada e um retardador de chama bromado. O documentoWO 99/00450 descreve o uso de um composto to tipo amina estericamentebloqueada E-N, onde E é CrCie-alcóxi, C5-Ci2-cicloalcóxi, C7-C25-aralcóxi,ou C6-Ci2-arilóxi, como retardador de chama para polímeros.
Como retardadores de chama possuem reatividade química, queé necessária para a ação retardadora de chama a temperaturas elevadas,eles podem conferir estabilidade de processamento a plásticos. A título deexemplo, podem ser causadas maior degradação do polímero, reações dereticulação, desprendimento de gases, ou descoloração, estes sendo efeitosque não ocorrem, ou ocorrem em apenas uma pequena extensão, quandoplásticos são processados sem retardadores de chama.
A incorporação das aminas estericamente bloqueadas descritano documento WO 99/00450 em folhas metálicas ou fibras é difícil porqueocorrem problemas de odor e/ou descoloração quando elas são incorpora-das. Compostos com baixo peso molecular podem ainda migrar do plástico.Era um objetivo da presente invenção fornecer novos retardadores de cha-ma e aditivos multifuncionais que podem ser facilmente incorporados empolímeros, que não migram, e que agem não apenas como retardador dechama mas também como estabilizador de luz.
Constitui portanto um objetivo da presente invenção, para a apli-cação acima mencionada, fornecer compostos inovadores que não apresen-tam as desvantagens existentes e que são superiores às aminas esterica-mente bloqueadas conhecidas até o momento que são substituídas com ra-dicais alcóxi.
Surpreendentemente foi possível introduzir a funcionalidade dasaminas estericamente bloqueadas diretamente em alcanos de cadeia longa,tais como ceras, e obter produtos que são superiores aos seus equivalentesexistentes em termos de volatilidade a temperaturas elevadas, compatibili-dade com plásticos, estabilidade quando os compostos são fundidos, e porum odor neutro durante e depois da incorporação em plásticos. Uma dasatividades dos compostos da invenção é como agentes de liberação, e porconseguinte eles constituem aditivos multifuncionais inovadores.
Além disso eles agem como retardadores de chama e como es-tabilizadores de luz, e também simultaneamente como lubrificantes e agen-tes de liberação, em polímeros. É surpreendente que, apesar do teor relati-vamente baixo de grupos amino éter do tipo R-O-N, onde R é uma cera e Né uma amina estericamente bloqueada, os compostos sejam retardadoresde chama eficazes.
Os compostos são termicamente estáveis e não causam pro-blemas de descoloração nem de odor quando são incorporados em políme-ros. Os compostos possuem peso molecular alto e por conseguinte não a-presentam qualquer tendência à migrar dos plásticos.
A invenção por conseguinte fornece compostos da fórmula (A),
<formula>formula see original document page 5</formula>
onde
assinala a ligação do grupo da fórmula (M) ao grupo E na fórmu-G2 podem ser iguais ou diferentes e são independentemente um do
onde
é igual ou diferente e é um grupo da fórmula (M),
Ia (A);
G1e G2outro hidrogênio, halogênio, NO2, ciano, CONR5R6, (R9)COOR4, C(O)-R7,OR8, SR8, NHR8, N(Ri8)2, carbamoíla, di(CrCi8-alquil)carbamoíla,C(=NR5)(NHR6), CrCi8-alquila; C3-Ci8-alquenilaa; C3-Ci8-alquinila, C7-Cg-fenilalquila, C3-Ci2-cicloalquila ou C2-Ci2-heterocicloalquila; CrCi8-alquila ou C3-Ci8-alquenila ou C3-Ci8-alquinil ou C7-C9-fenilalquila, C3-Ci2-cicloalquila ou C2-Ci2-heterocicloalquil, em cada caso substituída comOH, halogênio, NO2, amino, ciano, carboxila, COOR2I, C(O)-R22, CrC4-alcóxi, CrC4-alquiltio, CrC4-alquilamino, di(Ci-C4-alquil)amino ou O-C(O)-R7;
C2-Ci8-alquila interrompida por pelo menos um átomo de O e/ou por -NR5-;C6-Cio-arila;
fenila ou naftila, em cada caso substituído com Ci-C4-alquila, Ci-C4-alcóxi,CrC4-alquiltio, halogênio, ciano, hidroxila, carboxila, COOR2I, C(O)-R22, CrC4-alquilamino ou di(CrC4-alquil)amino; ou
G1 e G2, junto com o átomo de C ao qual estão ligados, formam um anel C3-C12;T1 é hidrogênio, um C1-C18-alquila primária, um C3-C18-alquila se-cundária, um C4-C18-alquila terciário ou um grupo fenila, cada um deles não-substituído ou substituído com halogênio, OH1 COOR21 ou C(O)-R22; ou
T1 é C5-C12-cicloalquila, o C5-C12-cicloalquila interrompida por pelomenos um O ou -N(Rie)-; ou
T1 é um radical alquila policíclico com 7 a 18 átomos de C, ou omesmo radical interrompido por pelo menos um -O- ou -N(R18)-;
T2 é hidrogênio, halogênio, NO2, ciano ou um radical orgânico mo-novalente com 1 a 50 átomos de C ; ou
T2 e T1 juntos formam um grupo da fórmula (F),
<formula>formula see original document page 6</formula>
onde
(*) assinala a ligação ao átomo de C quaternário, substituído comG1 e G2, na fórmula (M), e
(**) assinala a ligação ao nitrogênio N na fórmula (M),E2 é -CO- ou -(CH2)b-, b sendo O, 1 ou 2, de preferência 1;
E1 é -CO-, -(C=NR23)-, -(NR23)-, -(CR24R25)-, ou -O-,
onde
R24 e R25 são iguais ou diferentes e independentemente um do outro são H,OH, OR26 ou NR27R28;
de preferência, R24 é H, OH, OR28 ou NR27R28, e R25 é, independentementede R24, OH, OR26 ou NR27R28;ou
R24 e R25 juntos formam um grupo da fórmula (H),
<formula>formula see original document page 6</formula>onde
(****) e (*****) representam a ligação ao átomo de carbono quaternáriode -(CR24R25)- em E1 da fórmula (F),H1 é -CH2-, -CO- ou -NR29-;
H2 é-O-,-CH2-,-CO-ou-NR29-;
R23, R26. R27, R28 e R29 são iguais ou diferentes e independentemente umdo outro são hidrogênio ou um radical orgânico com um total de 1 a 500 á-tomos de carbono e 0 a 200 heteroátomos, os heteroátomos sendo oxigênio,nitrogênio, enxofre, fósforo, silício ou halogênios,L2 é um radical orgânico divalente com 1 a 500 átomos de C e O a
200 heteroátomos, os heteroátomos sendo oxigênio, nitrogênio, enxofre, fós-foro, silício ou halogênios, e que junto com H1 e H2 da fórmula (H) e com oátomo de carbono quaternário de -(CR24R2S)- em E1 da fórmula (F) formaum anel de 4, 5, 6 ou 7 membros opcionalmente substituído, de preferênciaum anel de 5 ou 6 membros;e
R4 é hidrogênio, C1-C18-alquila, fenila, um íon de metal alcalino ouum cátion de tetraalquilamônio;
R5 e R6 são independentemente um do outro hidrogênio, C1-C18-alquila,C2-C-18-alquila substituído com hidroxila ou, juntos, formam uma ponte C2-C12-alquileno ou uma ponte C2-C12-alquileno interrompida por -O- e/ou-N(R18)-, de preferência R5 e R6 são iguais;R7 é hidrogênio, C1-C18-alquila ou C6-C10-arila;
R8 é hidrogênio, C1-C18-alquila ou C2-C18-hidroxialquila;
R9 é CrCi2-alquileno ou uma ligação;
R18 é CrC12-alquila ou fenila, não-substituído ou substituído comhalogênio, OH, COOR21 ou C(O)-R22;
R21 é hidrogênio, um átomo de metal alcalino ou CrC18-alquila;
R22 é CrC^-alquila;
E é um grupo C6O-C1 000 000-alquila, sendo possível que a cadeiaalquila do grupo alquila contenha substituintes alquila, substituintes aromáti-cos e grupo polares como substituintes e seja interrompido por unidades al-queno e heteroátomos; e
η é um inteiro de 1 a 1000.
G1 e G2 na fórmula (F) têm o mesmo significado que G1 e G2 na fórmula(M).
G1 e G2, independentemente um do outro, são de preferência hidrogênio,CrCie-alquila, C3-C18-alquenilaa, C3-C18-alquinila, C7-C9-fenilalquila, C3-C12-cicloalquil; ou
G1 e G2, junto com o átomo de C ao qual estão ligados, formam um anel C3-C12, de preferência um anel C5-C12, em particular ciclopentileno, ciclohexile-no ou cicloheptileno.
De preferência
G1 e G2 independentemente um do outro são hidrogênio ou C1-C18-alquila;
T1 é um grupo C4-C18-alquila terciário ou um grupo fenila;
T2 é hidrogênio ou um radical orgânico monovalente contendo 1 a50 átomos de carbono;
ou T2 e T1 juntos formam um grupo da fórmula (F)1 b sendo 0 ou 1, de prefe-rência 1.
Onde T2 e T1 juntos formam um grupo da fórmula (F),G1 e G2 independentemente um do outro são de preferência metila, etila,fenila ou COOR4;
R4 sendo hidrogênio ou C1-C18-alquil.
G1 e G2 mais preferivelmente são independentemente um do outro C1-C4-alquila, ou
G1 e G2 juntos formam pentametileno;
G1 e G2 em particular são independentemente um do outro metila, etila oupropila, de preferência metila ou etila.
Com preferência especial G1 é metila e G2 é metila, etila oupropila, de preferência metila.
De preferência η é um inteiro de 1 a 20, mais preferivelmente de1 a 10.
Se L1 na fórmula (A) for diferentes, em outras palavras, se ossubstituintes L1 na fórmula (A) forem substituintes quimicamente diferentes,os substituintes em questão são de preferência até 10, mais preferivelmenteaté 5, em particular 2, substituintes L1 quimicamente diferentes.R24 é de preferência hidrogênio e
R25 é de preferência hidrogênio, hidroxila, -OR26 ou -NR27R28;mais preferivelmente
R24 é hidrogênio e
R25 é hidroxila, -OR26 ou -NR27R2S!ou
R24 e R25 juntos formam um grupo da fórmula (H) ondeH1 é de preferência -CO-;
H2 é de preferência -O- ou -NR29-.
De preferência T1e T2 junto com o átomo de nitrogênio N nafórmula (M) e com the átomo de C quaternário, substituído com G1 e G2, nafórmula (M) são um grupo tetrametilpiperidila.
De preferência o grupo tetrametilpiperidila é um dos grupos
2,2,6,6-tetrametilpiperidina,
2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-ona,
2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-ol,
4-amino-2,2,6,6-tetrametilpiperidina,
2,2,4,4-tetrametil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5.1.11.2]heneicosan-21 -ona,
2,2,4,4-tetrametil-20-lauriloxicarboniletil-7-oxa-3,20-diazadispiro[5.1.11.2]heneicosan-21 -ona,
2,2,4,4-tetrametil-20-miristiloxicarboniletil-7-oxa-3,20-diazadispiro[5.1.11.2]heneicosan-21-ona,
sebacato de bis(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinila),
ésteres de 2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinol com ácidos graxos superiores, es-pecialmente ácido esteárico ou palmítico e misturas dos mesmos,N,N'-bis-2,2,6,6-tetrametil^-piperidinila-I.S-benzenodicarboxamida,
2,2,4,4-tetrametil-20-(B-miristiloxicarbonil)etil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5.1.11.2]heneicosan-21-ona,
2,2,4,4-tetrametil-20-(B-lauriloxicarbonil)etil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5.1.11.2]-heneicosan-21-ona,
3-dodecil-1-(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidil)pirroliclina-2,5-diona,2,2,6,6-tetrametil-4N-(B-lauriloxicarbonil)etilaminopiperidina,2,2,6,6-ΙθΐΓ3ηΘίΐΙ-4Ν-(β^ϊπ3ίϊΙοχί03ΓόοηίΙ)θίΐΐ3ηίηορίρθ^ΐη3,
N.N'I.e-hexanodiilbisíN^^.e.e-tetrametilpiperidin^-iOformamida),2,6-bis(2)2,6,6-tetrametilpiperidin-4-il)-1H,4H,5H,8H-2,3a,4a,6,7a,8a-hexaazaperhidrociclopentafluoreno-4,8-diona ouS-dodecil-TJ.G.Q-tetrametil-I.S.S-triazaspiroK.õJdecano^^-diona.
Mais preferivelmente, o grupo tetrametilpiperidila é um dos gru-pos
2I2)6,6-tetrametilpiperidin-4-ona,2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-ol,
4-amino-2,2,6,6-tetrametilpiperidina,
2,2,4,4-tetrametil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5.1.11.2]heneicosan-21 -ona,2,2)4,4-tetrametil-20-lauriloxicarboniletil-7-oxa-3,20-diazadispiro[5.1.11.2]heneicosan-21 -ona,2,2)4,4-tetrametil-20-miristiloxicarboniletil-7-oxa-3,20-diazadispiro[5.1.11.2]heneicosan-21 -ona,sebacato de bis(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinila),ésteres de 2,2)6,6-tetrametil-4-piperidinol com ácidos graxos superiores, es-pecialmente ácido esteárico ou palmítico e misturas dos mesmos,N,N'-bis-2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinila-1,3-benzenodicarboxamida,2,2,4,4-tetrametil-20-(B-miristiloxicarbonil)etil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5.1.11.2]heneicosan-21-ona,2,2,4,4-tetrametil-20-(B-lauriloxicarbonil)etil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5.1.11.2]-heneicosan-21 -ona,
3-dodecil-1-(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidil)pirrolidina-2,5-diona,2,2,6,6-tetrametil-4N-(B-lauriioxicarbonil)etilaminopiperidina,2,2,6,6-tetrametil-4N-(B-miristiloxicarbonil)etilaminopiperidina,N,N,-1,6-hexanodiilbis(N-(2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-il)formamida),2,6-bis(2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-il)-1H,4H,5H,8H-2,3a,4a,6,7a,8a-hexaazaperhidrociclopentafiuoreno-4,8-diona ouS-dodecil-7,7,9,9,-tetrametil-1,3,8-triazaspiro[4.5]ecano-2,4-diona.
Ainda mais preferivelmente, o grupo tetrametilpiperidila é um dos
grupos
2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-ona,5 2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-ol,
2,2,4,4-tetrametil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5.1.11.2]heneicosan-21 -ona,sebacato de bis(212,6,6-tetrametil-4-piperidinila),
ésteres de 2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinol com ácidos graxos superiores, es-pecialmente ácido esteárico ou palmítico e misturas dos mesmos ou3-dodecil-7,7,9,9-tetrametil-1,3,8-triazaspiro[4.5]decano-2,4-diona,
ou o composto de fórmula (A) contém grupos L1 diferentes, de modo que η émaior que 1 na fórmula (A) e L1 é diferente e significaésteres de 2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinol com ácidos graxos superiores, es-pecialmente ácido esteárico ou palmítico e misturas dos mesmos, ou3-dodecil-1 -(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidil)pirrolidina-2,5-diona.
Em particular o grupo tetrametilpiperidila é um dos grupos2,2,4,4-tetrametil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5.1.11.2]heneicosan-21 -ona,ésteres de 2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinol com ácidos graxos superiores, es-pecialmente ácido esteárico ou palmítico e misturas dos mesmos,
3-dodecil-1-(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidil)pirrolidina-2,5-diona, oubis(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinila) sebacato.
Em particular o grupo tetrametilpiperidila é o grupo deésteres de 2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinol com ácidos graxos superiores, es-pecialmente ácido esteárico ou palmítico e misturas dos mesmos.
Onde L1 na fórmula (A) é diferente, em outras palavras, quandoos substituintes L1 na fórmula (A) são substituintes quimicamente diferentes,os grupos em questão são de preferência os dois grupos tetrametilpiperidilade
o éster de 2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinol com ácidos graxos superiores, es-pecialmente ácido esteárico ou palmítico e misturas dos mesmos,e de
3-dodecil-1-(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidil)pirrolidina-2,5-diona.Onde L1 não é um grupo cíclico ele é de preferência um grupo N-oxilaminade
diterc-butilamina oudiisopropilamina.
Ainda em particular, especialmente no caso de os compostos defórmula (A) serem usados como retardadores de chama, o composto de fór-mula (A) é representado pelo composto de fórmula (100),
<formula>formula see original document page 12</formula>
com a cadeia entre as notações (100*) representando a estrutura da cera.
O grupo E na fórmula (A), também chamado de grupo alquila Eabaixo, deriva de preferência de uma cera.
Ceras podem ser entendidas, segundo a definição constante emDeutsche Gesellschaft für Fettwissenschaft, como uma designação coletivapara uma gama de substâncias obtidas natural ou artificialmente (de formaparcialmente ou totalmente sintética) que possuem as seguintes proprieda-des (Fette Seifen Anstrichmittel 1974, 76,135):
• amassáveis a 20°C,• sólidas a duras quebradiças,• grosseiramente a finamente cristalinas,• translúcidas a opacas, porém não vítreas,• fusão acima de 40°C sem decomposição,• de viscosidade relativamente baixa mesmo logo acima do ponto de fu-são,• consistência e solubilidade bastante dependentes da temperatura,
• lustráveis com pouca pressão.
De preferência o grupo alquila E é um grupo correspondente àestrutura de ceras totalmente sintéticas ou parcialmente sintéticas ou natu-rais.
Exemplos de ceras naturais adequadas incluem ceras vegetaistais como cera de carnaúba ou cera de candelila, ou ceras de origem animaltais como goma-laca, por exemplo. Exemplos de ceras parcialmente sintéti-cas adequadas são derivados de cera montanha alvejada possivelmentequimicamente modificada, por exemplo, por esterificação e/ou por hidróliseparcial. Produtos correspondentes estão descritos por exemplo em Ull-ITiann1S Encyclopedia of Industrial Chemistry, 5th Ed., Vol. A 28, Weinheim1996 nas seções 2.2, 2.3 e 3.1 -3.5 (páginas 110-126).
Além disso, é possível usar ceras polares ou não polares com-pletamente sintéticas, tais como ceras de poliolefina, por exemplo. Ceras depoliolefina não polares podem ser preparadas por degradação térmica depolímeros de poliolefina ramificada ou não ramificada ou por polimerizaçãodireta de olefinas. Exemplos de processos de polimerização adequados in-cluem processos por radicais livres, nos quais as olefinas, geralmente etile-no, são reagidas a pressões e temperaturas elevadas para formar cercascom um grau de ramificação maior ou menor, e também processos nosquais etileno e/ou 1-olefinas superiores são polimerizados para dar cerasramificadas ou não ramificadas usando catalisadores organometálicos, taiscomo catalisadores de Ziegler-Natta ou à base de metaloceno, por exemplo.Métodos correspondentes para preparar ceras de homopolímeros e copolí-meros de olefinas estão descritos por exemplo em UIImann1S Encyclopediaof Industrial Chemistry, 5th Ed., Vol. A 28, Weinheim 1996 nas seções6.1.1./6.1.2. (High-pressure polymerization), seção 6.1.2. (Ziegler-Natta po-lymerization, polymerization with metallocene catalysts) e seção 6.1.4.(Thermal degradation).
Ceras polares de poliolefina são formadas pela modificação cor-respondente de ceras não polares, tal como por oxidação com ar ou por Ii-1
gação de enxerto de monômeros de olefinas polares, exemplos sendo áci-dos carboxílicos D1G-Insaturados e/ou seus derivados, tais como ácido acrí-lico ou anidrido maléico. Uma outra possibilidade é preparar ceras de polio-Iefina por copolimerização de etileno com comonômeros polares, acetato devinila ou ácido acrílico por exemplo; ou ainda por degradação oxidativa dehomopolímeros e copolímeros de etileno não-cerosos de massa molecularrelativamente alta. Exemplos correspondentes são encontrados por exem-plo em UIImann1S Encyclopedia of Industrial Chemistry, 5th Ed., Vol. A 28,Weinheim 1996, seção 6.1.5.
Ceras de poliolefina adequadas incluem ceras de degradação,preparadas por degradação térmica de homopolímeros e copolímeros deetileno ou 1 -olefina, polietileno ou polipropileno por exemplo. Uma outrapossibilidade é usar ceras obtidas por polimerização em um processo deradicais livres ou usando catalisadores de Ziegler-Natta ou à base de meta-loceno, exemplos sendo homopolímeros de etileno ou de 1-olefinas superio-res ou seus copolímeros uns com outros. As 1-olefinas usadas são olefinaslineares ou ramificadas tendo 3-18 átomos de C , de preferência 3-6 átomosde C , sendo também possível que essas olefinas contenham funções pola-res tais como grupos éster ou grupos ácido. Exemplos dos mesmos sãopropeno, 1-buteno, 1-hexeno, 1-octeno ou 1-octadeceno, acetato de vinila,ácido acrílico, e ésteres acrílicos tais como metila acrilato ou etila acrilato.Preferência é dada a homopolímeros de etileno ou propeno ou seus copolí-meros uns com outros. Os copolímeros são compostos em parte de 70 -99,9% de preferência 80 - 99%, em peso de um tipo de olefina.
Também são adequadas ceras polares preparadas por modifica-ção das ceras de poliolefina acima mencionadas. A modificação é realizadapor processos que em princípio são conhecidos, tais como por oxidação comgases contendo oxigênio, ar por exemplo, e/ou por enxerto com ácidos □,□-insaturados ou seus derivados tais como ácido acrílico ou ácido metacrílico, ésteres acrílicos tais como um metila ou etila acrilato, anidrido maléico ouésteres maléicos tais como maleato de dimetila ou dietil maleato.
O grupo alquila E é de preferência um grupo correspondente àestrutura de ceras totalmente sintéticas, que podem ser polares ou não pola-res ou podem ser sofrido modificação polar.
Ceras totalmente sintéticas não polares são de preferência cerasde poliolefina ou parafinas de Fischer-Tropsch.
As ceras totalmente sintéticas não polares são de preferênciaceras de poliolefina que são preparadas por degradação térmica de políme-ros de poliolefina ramificada ou não ramificada ou por polimerização diretade olefinas.
As ceras totalmente sintéticas não polares são de preferênciahomopolímeros e copolímeros de etileno, propileno e/ou outras olefinas.
As ceras totalmente sintéticas não polares são de preferênciahomopolímeros e copolímeros de etileno ou propileno com C3 a C20 alfa-olefinas.
As ceras totalmente sintéticas não polares são de preferênciahomopolímeros e copolímeros de etileno ou propileno.
As ceras totalmente sintéticas não polares são de preferênciahomopolímeros e copolímeros de etileno ou propileno ou copolímeros deetileno e propileno que são preparados pelo processo de Ziegler-Natta oupelo processo à base de metaloceno.
Ceras totalmente sintéticas polares são de preferência ceras depoliolefina polares que foram obtidas por oxidação com ar, por ligação porenxerto de monômeros de olefinas polares, por copolimerização de olefinas,de preferência de etileno, com comonômeros polares e/ou por degradaçãooxidativa de polímeros não-cerosos de massa molecular relativamente alta,tais como de preferência polietileno, polipropileno ou copolímeros dos mes-mos.
As ceras totalmente sintéticas polares são de preferência polieti-leno, polipropileno e/ou copolímeros de polietileno/polipropileno que foramconvertidos nas ceras totalmente sintéticas polares por oxidação ou por en-xerto com monômeros contendo grupos vinila.
Os monômeros contendo grupos vinila são de preferência deri-vados de ácido maléico, derivados de ácido fumárico, derivados de ácidoacrílico, derivados de ácido metacrílico, estireno e/ou olefinas contendo silí-cio.
As ceras totalmente sintéticas polares são de preferência cerasde polietileno e/ou ceras de polipropileno oxidadas.
As ceras naturais ou parcialmente sintéticas são de preferênciaceras fósseis, ceras vegetais, ceras animais e derivados das mesmas.
As ceras naturais ou parcialmente sintéticas são de preferênciaceras de montanha, parafinas e/ou ceras de carnaúba que foram oxidadas,hidrolisadas, esterificadas ou amidadas.
O comprimento de cadeia dos grupos alquila E é de preferênciade 60 a 10 000 átomos de C.
O comprimento de cadeia dos grupos alquila E é mais preferi-velmente dê 60 a 1000 átomos de C.
O comprimento de cadeia dos grupos alquila E é particularmentede 80 a 10 000 átomos de C.
O comprimento de cadeia dos grupos alquila E é mais particu-larmente de 80 a 1000 átomos de C.
O comprimento de cadeia dos grupos alquila E é ainda mais par-ticularmente de 80 a 800 átomos de C, de preferência 100 a 800.
O comprimento de cadeia dos grupos alquila E é especialmente
de preferência de 120 a 10 000 átomos de C.
O comprimento de cadeia dos grupos alquila E é mais especial-mente de preferência de 120 a 1000 átomos de C.
O comprimento de cadeia dos grupos alquila E é ainda mais es-pecialmente de preferência de 120 a 800 átomos de C.
O comprimento de cadeia dos grupos alquila E é de forma parti-cularmente especial de 120 a 700 átomos de C.
O comprimento de cadeia dos grupos alquila E é de forma maisparticularmente especial de 150 a 700 átomos de C.
Como uma cera geralmente não consiste em apenas uma únicaespécie de molécula, isto é, cada molécula tendo exatamente o mesmocomprimento de cadeia, mas ao contrário caracteriza-se por uma distribuiçãoespecífica dos comprimentos de cadeia das moléculas, uma cera, da qual Ederiva no caso de E ser por exemplo de 80 a 1000 átomos de C1 significaque também uma parte das moléculas da cera podem terc comprimentos decadeia de mais de 1000 átomos de C ou de menos de 80 átomos de C. Depreferência, o máximo da distribuição de comprimento de cadeia da ceraestá dentro dos limites definidos dos números de átomos de C de E; ou depreferência mais de 30 % em peso da cera, com base no peso total da cera,mostram comprimentos de cadeia dentro dos limites definidos dos númerosde átomos de C de E.
A invenção também fornece um processo para preparar compos-tos da fórmula (A), caracterizado pelo fato de pelo menos um composto dafórmula (B), mais adiante também chamado de amina, e/ou pelo menos umcomposto da fórmula (C), mais adiante também chamado de N-oxilamina oucomposto nitroxílico,
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onde G1, G2, T1 e T2 têm o mesmo significado que na fórmula (A) ou nafórmula (M), respectivamente, serem reagidos com um composto de fórmula (K)
E-H (K),
onde E tem a mesma definição que na fórmula (A),na presença de um hidroperóxido e de uma quantidade catalítica de umcomposto metálico;
E, G1, G2, T1 e T2 também abrangem todas as modalidades e definidosacima descritas e preferidas.
Os compostos nitroxílicos com a fórmula (C) são predominante-mente conhecidos na técnica anterior; eles podem ser preparados, por e-xemplo, por reação da amina estericamente bloqueada correspondente dafórmula (B) com peróxido de hidrogênio e tungstato de sódio, da maneiradescrita por E. G. Rozantsev et al., em Synthesis, 1971, 192; ou com hidro-peróxido de terc-butila e compostos de molibdênio (VI) conforme publicadona Patente US N9 4.691.015, ou de maneira análoga.
As aminas de fórmula (B) são conhecidas na literatura. Dá-sepreferência ao uso de aminas estericamente bloqueadas (também chama-das de estabilizadores de luz à base de amina bloqueada (HALS) ou estabi-lizadores à base de amina bloqueada (HAS)), particularmente derivados detetrametilpiperidina (2,2,6,6-tetrametilpiperidina).
É preferível usar uma amina estericamente bloqueada na formade um composto de fórmula (B) e/ou na forma do composto nitroxílico defórmula (C); onde reagem duas ou mais aminas estericamente bloqueadasquimicamente diferentes, é preferível usar 2 aminas estericamente bloquea-das quimicamente diferentes na forma de um composto de fórmula (B) e/ouna forma de um composto nitroxílico de fórmula (C).
O hidroperóxido é de preferência H2O2 ou um hidroperóxido or-gânico, de preferência H2O2, alquila hidroperóxidos ou aralquil hidroperóxidos.
Os alquila hidroperóxidos preferidos são alquila hidroperóxidosterciários, um exemplo sendo um alcano contendo um grupo hidroperóxi emum átomo de carbono terciário, e os aralquil hidroperóxidos preferidos sãoaqueles que contém um grupo hidroperóxi em um átomo de carbono alfa deum composto aralquílico.
Hidroperóxidos orgânicos particularmente adequados são hidro-peróxido de terc-butila, terc-amil hidroperóxido, terc-hexil hidroperóxido, terc-octil hidroperóxido, etilbenzeno hidroperóxido, hidroperóxido de tetralina ouhidroperóxido de cumeno (isopropilbenzeno).
Os hidroperóxidos orgânicos preferidos são hidroperóxido deterc-butila, terc-amil hidroperóxido, hidroperóxido de etilbenzeno, e hidrope-róxido de cumeno. Particularmente preferidos são hidroperóxido de terc-butila e hidroperóxido de cumeno.
A quantidade de hidroperóxido orgânico varia entre 1 e 20 mois,de preferência entre 1 e 10 mois, em particular entre 1 e 5 mois de hidrope-róxido por mois da quantidade total de amina de fórmula (B) e/ou de com-posto nitroxílico de fórmula (C).A quantidade preferida de composto de fórmula (K) para o pro-cesso descrito também depende do número relativo de átomos de hidrogê-nio reativos no composto de fórmula (K) e na amina estericamente bloquea-da de fórmula (B) e/ou no composto nitroxílico de fórmula (C). A reação étipicamente realizada com uma proporção de 0,01 a 1 rnols do composto defórmula (K) por mois de amina de fórmula (B) ou de composto nitroxílico defórmula (C); de preferência com uma proporção de 0,1 a 1 mois do compostode fórmula (K) por mois de amina de fórmula (B) ou de composto nitroxílicode fórmula (C); e em particular com a proporção de 0,5 a 1 mois do compos-to de fórmula (K) por mois de amina de fórmula (B) ou de composto nitroxíli-co de fórmula (C).
Os metais do composto metálico são de preferência metais dosgrupos IVb, Vb, Vlb, Vllb e Vlll da Tabela Periódica.
O composto metálico é de preferência acetilacetonato de vanadi-Ia, acetilacetonato de vanádio (III), cobalto carbonila, óxido de cromo (VI),tetrabutóxido de titânio, isopropóxido de titânio (IV), molibdênio hexacarboni-Ia e/ou trióxido de molibdênio.
De preferência particular o composto metálico é trióxido de mo-libdênio.
De preferência a quantidade de composto metálico usada é de0,0001 a 0,6 mol, de preferência 0,001 a 0,3 mol, em particular 0,01 a 0,15mol, de composto metálico por mois de quantidade total de amina de fórmula(B) ou de composto nitroxílico de fórmula (C).
Mais especificamente o processo descrito constitui a reação deuma mistura de 0,5 a 1 mois do composto de fórmula (K), 1 a 10 mois de umhidroperóxido orgânico, e 0,01 mois a 0,15 mois de catalisador metálico (porexemplo trióxido de molibdênio) por mois da amina de fórmula (B) ou docomposto nitroxílico de fórmula (C). De preferência a proporção molar docatalisador metálico (por exemplo trióxido de molibdênio) por mois da aminade fórmula (B) ou do composto nitroxílico de fórmula (C) está na faixa de 1:3a 1:1000, em particular de 1:7 a 1:100.
A reação é de preferência realizada a uma temperatura de 80 a200°C; de preferência de 100 a 140°C e em particular de 110 a 130°C.
O composto de fórmula (K) pode terc duas funções tanto comoreagente e, na forma derretida, como solvente para a reação. De preferên-cia o processo acima mencionado é realizado de tal maneira que um outrosolvente orgânico ou inorgânico é usado. A reação é de preferência em umsolvente orgânico inerte.
Comumente o composto de fórmula (K) reage com sua ligaçãocarbono alifático-hidrogênio, que geralmente é ativada. Os solventes inertesdevem portanto possuir reatividades mais baixas que os compostos de fór-mula (K); solventes preferidos são acetonitrila, hidrocarbonetos aromáticos,de preferência benzeno, clorobenzeno ou tolueno, CCI4, álcoois, de prefe-rência metanol, etanol, etileno glicol ou éter monometílico de etileno glicol, eespecialmente clorobenzeno. Solventes inorgânicos, tais como água, tam-bém são possíveis. A reação pode ser realizada em uma fase líquida ou emfases separadas.
A atmosfera reacional pode ser composta de ar, ar enriquecidocom oxigênio e/ou de gases inertes (nitrogênio, argônio e hélio).
A mistura reacional é aquecida até que a cor vermelha associa-da à presença do composto nitroxílico tenha desaparecido ou fique muito fraca.
No final da reação, antes do isolamento do produto, o hidroperó-xido remanescente deve ser cuidadosamente destruído e reduzido.
A invenção também fornece o uso dos compostos de fórmula (A)para estabilizar um material orgânico, de preferência para estabilizar um ma-terial orgânico contra danos ou degradação, em particular contra os efeitosdanificantes causados pela luz, calor, outros tipos de radiação, tais comofeixes eletrônicos, por exemplo, ou oxidação. De preferência particular ainvenção refere-se ao uso dos compostos de fórmula (A) para estabilizar ummaterial orgânico contra os efeitos danificantes causados pela luz, em outraspalavras, ao seu uso como estabilizadores de luz.
Ainda de preferência particular, a invenção refere-se ao uso doscompostos de fórmula (A) como retardadores de chama para materiais orgâ-nicos, de preferência para polímeros, mais preferivelmente poliolefinas.
O material orgânico que é estabilizado com os compostos defórmula (A) pode ser um composto orgânico de massa molecular baixa oualta, de preferência um composto de massa molecular alta, mais preferivel-mente um polímero orgânico, também chamado de "polímero" mais adiante.
Os compostos de fórmula (A) são usados de preferência emuma quantidade total de 0,01% a 90% em peso, mais preferivelmente de0,01% a 10% em peso, em particular de 0,05% a 5% em peso, e especial-mente de 0,1% a 3% em peso, em cada caso com base no peso total de ma-terial orgânico e composto de fórmula (A).
De preferência a invenção também se refere ao uso dos com-postos de fórmula (A) para estabilizar polímeros orgânicos de massa mole-cular alta, de preferência plásticos, resinas, vernizes, composições coloridastais como tintas para pintar, por exemplo, tonalizadores e reveladores eletro-fotográficos, materiais electretos, filtros de cor, e também tintas de escrever,inclusive tintas de impressão, mais preferivelmente plásticos e vernizes, depreferência com a finalidade de estabilizar esses polímeros orgânicos demassa molecular alta contra danos ou degradação, em particular por oxida-ção, calor, luz ou outros tipos de radiação, tais como feixes eletrônicos, porexemplo, e em particular pela luz; e a invenção fornece ainda o uso doscompostos de fórmula (A) como
a) agente de liberação
b) retardador de chama
c) estabilizador de luz
d) antioxidante
e) lubrificante
f) aditivo
g) aditivo tonalizador
i) adesivo, de preferência adesivo térmico
k) composto de moldagem
I) folha laminada e/ou
m) revestimentoe também seu uso nos produtos ou aplicações a) a m) acima mencionados eseu uso em plásticos, resinas, vernizes, composições coloridas tais comotintas para pintar, por exemplo, tonalizadores e reveladores eletrofotográfi-cos, materiais electretos, filtros de cor, e também tintas de escrever, inclusi-ve tintas de impressão, mais preferivelmente em plásticos, vernizes, tintaspara pintar, velas, e polímeros; e também seu uso para preparar os produtosa) a m) acima mencionados e também plásticos, resinas, vernizes, composi-ções coloridas tais como tintas para pintar, por exemplo, tonalizadores e re-veladores eletrofotográficos, materiais electretos, filtros de cor, e tambémtintas de escrever, inclusive tintas de impressão, mais preferivelmente deplásticos, tintas para pintar, tintas de escrever e velas, de modelos, de prefe-rência moldes positivos para moldagem de precisão; seu uso na preparaçãoou modificação de betume e na preparação de polímeros, particularmente dehomopolímeros de PE e homopolímeros de PP e de copolímeros de PE-PP,particularmente para estabilizar betume, homopolímeros de PE, homopolí-meros de PP e de copolímeros de PE-PP contra danos ou degradação, emparticular por oxidação, calor, luz ou outros tipos de radiação, tais como fei-xes eletrônicos, por exemplo, particularmente pela luz.
De preferência os polímeros estabilizados com os compostos defórmula (A) são moldes poliméricos, filmes, filamentos, fitas, folhas e/ou fibras.
Sabe-se que quando se usam pesticidas, e devido a efeitos am-bientais tais como chuva ácida contendo enxofre, observa-se que os filmesagrícolas sofrem danos. Os compostos de fórmula (A) são superiores aoscompostos à base de HALS conhecidos em termos de sua ação estabilizan-te. Um outro uso preferido do composto de fórmula (A) é, por conseguinte,seu uso para estabilizar polímeros que são expostos a produtos químicos,tais como pesticidas em particular, especialmente quando eles são usadosem estufas, ou a influências do meio ambiente, tais como, em particular,chuva ácida contendo enxofre. Polímeros preferidos para estabilização nes-te contexto são polímeros de forma de filmes, particularmente filmes agríco-las, e polímeros em tintas para pintar, especialmente tintas automotivas.Os polímeros de preferência compreendem outras substânciasdo grupo de cargas e substâncias de reforço tais como fibras de vidro oufibras naturais, contas de vidro ou minerais tais como giz, pigmentos, antio-xidantes, estabilizadores de luz, lubrificantes, corantes, agentes nucleantes,antiestáticos, estabilizadores de PVC, seqüestrantes de ácido, auxiliares ouadjuvantes de processamento de polímeros, aditivos antiblocos, aditivos dedeslizamento, aditivos antiembaciantes, aditivos antimicrobianos, agentesformadores de espuma química, agentes de reticulação, degradadores oucatalisadores de degradação, abrilhantadores óticos, agentes nucleantes,reguladores de cadeia e extensores de cadeia, aditivos para modificar a re-sistência a arranhões, estabilizadores de processamento, auxiliares ou adju-vantes de processamento e/ou outros retardadores de chama.
A invenção também se refere, por fim, a composições compre-endendo pelo menos um ou dois ou mais compostos de fórmula (A) e pelomenos uma cera, de preferência uma cera totalmente sintética, parcialmentesintética e/ou natural, que pode ser polar ou não polar.
A invenção fornece ainda uma mistura M compreendendo oscomponentes K1) e K2) e opcionalmente um componente K3)K1) sendo um material orgânico.,
K2) sendo pelo menos um, de preferência um, composto de fórmula (A), eK3) sendo pelo menos uma, de preferência uma, substância (S);a substância (S) sendo selecionada de um ou mais dos grupos de
• absorvedores de UV,
• extintores,
• antioxidantes fenólicos,
• tiocoestabilizadores,
• estabilizadores de processamento
• seqüestrantes de peróxido,
• hidroxilaminas,
• nitronas,
• óxidos de amina,
estabilizadores à base de poliamida, de preferência sais de cobre emcombinação com iodetos, e/ou compostos de fósforo e sais de manga-nês divalente,
• coestabilizadores básicos,
• agentes nucleantes,
cargas e substâncias de reforço, que também podem ser compostas demadeira, e que também podem ser tão pequenas que parecem transpa-rentes,
• outros aditivos, de preferência lubrificantes, plastificantes, pigmentos,sendo possível que os pigmentos também sejam tão pequenos que pa-recem transparentes, aditivos de reologia, catalisadores, desativadoresde catalisador, desativadores de catalisador, abrilhantadores óticos, cla-rificadores, tais como, por exemplo, benzilideno- ou dibenzilideno-sorbitóis substituídos e não-substituídos, retardadores de chama, agen-tes antiestáticos ou agentes de sopro, benzofuranonas e benzoindolino-nas, desativadores metálicos, HAS com substituintes N-H, N-R, N-O*, N-OH ou N-OR no nitrogênio da piperidina,
• ceras.
As misturas M de preferência compreendemK1) 1% a 99,99% em peso, de preferência 10% a 99,99% em peso, de pelomenos um material orgânico,
K2) 0,01% a 99% em peso, de preferência 0,01% a 90% em peso de pelomenos um composto da fórmula (A),
as percentagens em peso dos componentes K1) e K2) baseada na somados componentes K1) e K2), e portanto a soma dos componentes K1) eK2) sendo sempre 100% em peso;
e
K3) 0% a 90% em peso, de preferência 0,01% a 90% em peso, de pelo
menos uma substância (S);as percentagens em peso do componente K3) sendo baseadas no peso docomponente K1);
e a soma das quantidades dos componentes K1), K2) e K3) sendo 10% a100% em peso, de preferência 25% a 100% em peso, mais preferivelmente50% a 100% em peso, em particular 75% a 100% em peso, da mistura M.
De preferência particular, as misturas M compreendemK1) 1% a 99,99% em peso, de preferência 10% a 99,99% em peso de pelomenos um, de preferência um, material orgânico, o material orgânicosendo de preferência um polímero,
K2) 0,01% a 99% em peso, de preferência 0,01% a 90% em peso de pelomenos um, de preferência um, composto de fórmula (A),
e
K3) 0% a 90% em peso, de preferência 0,01% a 90% em peso, de pelomenos uma, de preferência uma, substância (S), de preferência um oumais aditivos e/ou cargas;
as percentagens em peso sendo baseadas em cada caso no peso total damistura M, e a soma dos componentes K1), K2) e K3) sendo sempre 100%em peso.
De preferência mais particular, as misturas M consistem emK1) 1% a 99,99% em peso, de preferência 10% a 99,99% em peso de pelomenos um, de preferência um, material orgânico, o material orgânicode preferência sendo um polímero,K2) 0,01% a 99% em peso, de preferência 0,01% a 90% em peso de pelo
menos um, de preferência um, composto de fórmula (A),
e
K3) 0% a 90% em peso, de preferência 0,01% a 90% em peso, de pelomenos uma substância (S), a substância (S) sendo de preferência umou mais aditivos e/ou cargas;
as percentagens em peso sendo baseadas em cada caso no peso total damistura M, e a soma dos componentes K1), K2) e K3) sendo sempre 100%em peso.
A mistura M é preparada unindo-se fisicamente os componentesK1), K2) e opcionalmente K3). A união física pode ocorrer por qualquer mé-todo conhecido usado para produzir misturas e combinações, de preferênciapor misturaçâo, dispersão, dissolução, homogeneização ou extrusão. Elapode ocorrer na forma sólida e/ou na forma líquida, tal como na forma derre-tida, por exemplo. A mistura M de preferência adquire a forma de um pó,grânulos, comprimido, pélete, pílula ou líquido.
Um absorvedor de UV pode ser de natureza orgânica ou inorgâ-nica, sendo possível que as partículas sejam tão pequenas que elas pare-cem transparentes.
O material orgânico K1) a ser estabilizado é de preferência umpolímero orgânico, mais preferivelmente um polímero natural, semi-sintéticoou sintético, ou uma mistura dos componentes indicados, em particular umpolímero termoplástico.
Polímeros termoplásticos são, como descrito por Hans Dominin-ghaus em "Die Kunststoffe und ihre Eigenschaften" [Plásticos e suas propri-edades] 5a edição (1998), págs. 14-25, polímeros cujas cadeias molecularesnão possuem ramificações laterais ou então possuem ramificações lateraiscujo número e comprimento variam, estes sendo polímeros que amolecemcom o calor e possuem moldabilidade quase ilimitada.
Os compostos de fórmula (A) não apresentam virtualmente ne-nhuma cor intrínseca, apresentam boa estabilidade térmica e apresentampouco odor.
As cargas preferidas sãovidro (de preferência na forma de contas ou fibras) em quantidades de0,1 a 10% em peso;
• óxidos e/ou hidróxidos dos elementos dos segundo e terceiro gruposprincipais da Tabela Periódica dos Elementos (de preferência alumínio emagnésio) em quantidades de 1 % a 50% em peso;
· filossilicatos e minerais argilosos, de preferência bentonitas, montmorilo-nitas, hectoritas, saponitas, sílicas precipitadas/defumadas/cris-talinas/amorfas e giz em quantidades de 1% a 50% em peso;
• antioxidantes em quantidades de 0,01% a 1% em peso, de preferência0,01 % a 0,5% em peso;
· estabilizadores de luz em quantidades de 0,1% a 3% em peso;
• lubrificantes em quantidades de 0,01% a 5% em peso, de preferência0,01% a 2% em peso;• corantes em quantidades de 0,01% a 5% em peso;
• agentes nucleantes em quantidades de 0,01% a 3% em peso, de prefe-rência 0,01 % a 2% em peso;
• antiestáticos em quantidades de 0,01 % a 5% em peso;
estabilizadores de PVC em quantidades de 0,1% a 50% em peso;
• seqüestrantes de ácido em quantidades de 0,01 % a 5% em peso;
• auxiliares de processamento de polímeros em quantidades de 0,01% a-1 % em peso;
• aditivos antiblocos em quantidades de 0,01 % a 1 % em peso;aditivos de deslizamento em quantidades de 0,01% a 1% em peso;
• aditivos antiembaciantes em quantidades de 0,1% a 5% em peso;
• aditivos antimicrobianos em quantidades de 0,01 % a 5% em peso;
• agentes formadores de espuma química em quantidades de 0,1% a 5%em peso;
agentes de reticulação em quantidades de 0,01% a 5% em peso;
• degradadores em quantidades de 0,1 % a 5% em peso;
• abrilhantadores óticos em quantidades de 0,01 % a 1 % em peso;
• reguladores de cadeia e extensores de cadeia em quantidades de 0,1%5% em peso;
aditivos para modificar a resistência a arranhões em quantidades de0,1% a 5% em peso;
• estabilizadores de processamento em quantidades de 0,01% a 1% empeso;
• auxiliares de processamento (tais como fluorpolímeros, por exemplo) emquantidades de 0,01% a 5% em peso; e/ou
• retardadores de chama em quantidades de 1% a 40% em peso;as percentagens em peso indicadas sendo baseadas em cada caso no pesodo material orgânico K1).
Aditivos preferidos são sinergistas, antioxidantes, estabilizadoresde luz, lubrificantes, corantes, agentes nucleantes ou antiestáticos. Exem-plos preferidos dos adjuvantes que podem ser usados estão especificadosno documento EP 0 584 567 A.Se a mistura M representa um polímero estabilizado, a misturaM compreende de preferência de 0,01% to 5% em peso, mais preferivelmen-te de 0,01% a 4% em peso, em particular de 0,05% a 2,5% em peso, emcada caso com base no peso total da mistura M, de pelo menos um compos-to da fórmula (A).
Quando os compostos de fórmula (A) são usados como retarda-dores de chama, é preferível usar uma quantidade total de 0,01 a 50% empeso, mais preferivelmente de 1 a 35% em peso, ainda mais preferivelmentede 5 a 25% em peso, em cada caso com base no peso do componente K1),dos compostos de fórmula (A), com o componente K1) sendo de preferênciaum polímero.
Quando os compostos de fórmula (A) são usados como retarda-dores de chama, a mistura M de preferência compreendede 1 a 99% em peso, com base no peso total da mistura M, docomponente K1), com o componente K1) sendo de preferência um polímerotermoplástico ou uma mistura de polímeros termoplásticos,de 0,1 a 30% em peso, com base no peso do componente K1),de compostos de fórmula (A)1de 0 a 60% em peso, com base no peso total da mistura M, deaditivos,
de 0 a 60% em peso, com base no peso total da mistura M, decargas, e
de 0 a 60% em peso, com base no peso total da mistura M, deoutros ingredientes;
com a soma das quantidades dos componentes K1) e dos compostos defórmula (A) sendo 10% a 100% em peso, de preferência 25% a 100% empeso, mais preferivelmente 50% a 100% em peso, em particular 75% a100% em peso, do peso total da mistura M.
Os compostos de fórmula (A) podem, no entanto, diferir bastantena quantidade de grupos L1. Além disso é possível que os grupos L1 nafórmula (A) variem bastante se, por exemplo, o composto de fórmula (A)contiver grupos L1 diferentes. Conseqüentemente uma outra forma de apre-sentação preferida de quantidade para os compostos de fórmula (A) na mis-tura M, em outras palavras no material orgânico estabilizado, de preferênciano polímero estabilidade, é a unidade "mol" que é comum em química. Emunidades mol, as quantidades indicadas referem-se não aos compostos defórmula (A), mas sim à quantidade de grupos L1 ativos na fórmula (A) quesão introduzidos por meio do composto de fórmula (A) no material orgânicoK1), de preferência no polímero a ser estabilizado; de preferência elas sereferem à quantidade de grupos piperidina da fórmula (A) introduzidos, emunidades mol, com a quantidade indicada em mois dos grupos L1 referindo-se à quantidade total do material orgânico K1), em unidades grama, que de-ve ser estabilizado.
O número de grupos L1 na fórmula (A) que são introduzidos a-través do composto de fórmula (A) no material orgânico K1) está na faixa de0,1 a 1000 pmols, de preferência 0,5 a 100 pmois, mais preferivelmente 1 a50 pmols, em cada caso com base em 100 g do material orgânico K1), depreferência do polímero.
Os compostos de fórmula (A) e, opcionalmente, outras substân-cias (S) podem ser adicionados ao material orgânico K1), de preferênciauma poliolefina, seja separadamente em forma de 100% ou como uma mis-tura, em cujo caso as misturas em questão podem ser misturas em pó ouformas comerciais com baixo teor de poeira ou livres de poeira. Sua prepa-ração pode ocorrer pela ação de calor e/ou forças mecânicas e/ou pela adi-ção de outros auxiliares, tal como por processamento de fundentes, por ex-trusão ou pura compressão mecânica, ou por misturação, homogeneização,dispersão ou dissolução. Neste contexto é possível que as frações dassubstâncias (S) líquidas e sólidas variem, através da escolha dos parâme-tros, dentro de quaisquer limites desejados entre 100% em peso de líquido e100% em peso de sólido.
Se o material orgânico K1) for um polímero, o composto de fór-mula (A) é introduzido no polímero de preferência por extrusão; se o materialorgânico for um material orgânico de massa molecular baixa, então é intro-duzido de preferência por misturação, homogeneização, dispersão ou disso-lução.
Os compostos de fórmula (A) e, opcionalmente, as outras subs-tâncias (S) são incorporados no material orgânico K1) a ser estabilizado, depreferência no polímero, por métodos comuns. A incorporação pode ocorrer,por exemplo, por misturação ou aplicação dos compostos reivindicados equaisquer outras substâncias (S) no polímero ou sobre o polímero imediata-mente antes, durante ou depois da polimerização ou no fundente de políme-ro antes ou durante a moldagem. A incorporação também pode ocorrer poraplicação dos compostos dissolvidos ou dispersados ao polímero diretamen-te ou por misturação dos mesmos em uma solução, suspensão ou emulsãodo polímero, onde apropriado com subseqüente evaporação do solvente.Os compostos também são eficazes se introduzidos em um polímero já gra-nulado subseqüentemente, em uma etapa de processamento separada.
Os compostos de fórmula (A) também podem ser adicionadoscomo uma mistura M na forma de uma batelada mestre ao material orgânicoK1) a ser estabilizado, esta forma de adição sendo apropriada de preferênciase o material orgânico K1) a ser estabilizado for um polímero. Se a misturaM constituir uma batelada mestre, a mistura M contém os compostos de fór-mula (A) de preferência em uma quantidade de 1% a 80% em peso, maispreferivelmente de 2,5% a 50% em peso, em particular de 5% a 30% empeso, em cada caso com base no peso total da batelada mestre. A misturaM como uma batelada mestre é preparada de preferência por misturaçãodos componentes, incluindo o veículo da batelada mestre, e, onde apropria-do, por extrusão.
Os polímeros são de preferência poliolefinas, mais preferivel-mente polímeros de mono- e diolefinas, e especialmente polipropileno, polii-sobutileno, polibut-1-eno, poli-4-metilpent-1-eno, poliisopreno ou polibutadie-no; polímeros de cicloolefinas, especialmente de ciclopenteno ou norborne-no; polietileno que onde apropriado pode terc sido reticulado, especialmentepolietileno de alta densidade (HDPE), polietileno de alta densidade e massamolar alta (HDPE-HMW), polietileno de alta densidade e massa molar ultra-alta (HDPE-UHMW), polietileno de densidade média (MDPE), polietileno debaixa densidade (LDPE), polietileno linear de baixa densidade (LLDPE), po-lietileno ramificado de baixa densidade (VLDPE); ou misturas destes polímeros.
Os polímeros são de preferência copolímeros de monoolefinas ediolefinas uns com os outros ou com outros monômeros vinílicos, tais comocopolímeros de etileno-propileno, LLDPE e misturas de LLDPE com LDPE,copolímeros de propileno-but-1-eno, copolímeros de propileno-isobutileno,copolímeros de etileno-but-1-eno, copolímeros de etileno-hexeno, copolíme-ros de etileno-metilpenteno, copolímeros de etileno-hepteno, copolímeros deetileno-octeno, copolímeros de propileno-butadieno, copolímeros de isobuti-leno-isopreno, copolímeros de acrilato etileno-alquila, copolímeros de meta-crilato etileno-alquila, copolímeros de etileno-acetato de vinila e copolímerosdos mesmos com monóxido de carbono, ou copolímeros de etileno-ácidoacrílico e sais dos mesmos (ionômeros), e também terpolímeros de etilenocom propileno e um dieno, tal como hexadieno, diciclopentadieno ou etilide-nonorborneno; e ainda, misturas de tais polímeros e copolímeros uns com osoutros, por exemplo copolímeros de polipropileno/etileno-propileno, copolí-meros de LDPE/etileno-acetato de vinila, copolímeros de LDPE/etileno-ácidoacrílico, copolímeros de LLDPE/etileno-acetato de vinila, copolímeros deLLDPE/etileno-ácido acrílico, copolímeros de polialquileno/monóxido de car-bono de construção alternada ou aleatória, e suas misturas com outros polí-meros tais como poliamidas, por exemplo.
De preferência os polímeros são resinas de hidrocarboneto (porexemplo C5 - C9) inclusive modificações hidrogenadas dos mesmos (porexemplo resinas adesivas) e misturas de polialquilenos e amido.
De preferência os polímeros são poliestireno, poli(p-metilestireno), poli(alfa-metilestireno).
De preferência os polímeros são copolímeros de estireno ou al-fametilestireno com dienos ou derivados acrílicos, tais como estireno-butadieno, estireno-acrilonitrila, metacrilato estireno-alquila, acrilato e meta-crilato estireno-butadieno-alquila, estireno-anidrido maléico, acrilato estireno-acrilonitrila-metil; misturas de alto impacto de copolímeros de estireno e umoutro polímero, tal como um poliacrilato, um polímero de dieno ou um terpo-límero de etileno-propileno-dieno; e copolímeros em blocos de estireno, taiscomo estireno-butadieno-estireno, estireno-isopreno-estireno, estireno-etileno/butileno-estireno ou estireno-etileno/propileno-estireno.
De preferência os polímeros são copolímeros de enxerto de esti-reno ou alfa-metilestireno, tais como estireno em polibutadieno, estireno emcopolímeros de polibutadieno-estireno ou em copolímeros de polibutadieno-acrilonitrila, estireno e acrilonitrila (e/ou metacrilonitrila) em polibutadieno;estireno, acrilonitrila e metacrilato metila em polibutadieno; estireno e anidri-do maléico em polibutadieno; estireno, acrilonitrila e anidrido maléico ou ma·Ieimida em polibutadieno; estireno e maleimida em polibutadieno, estireno eacrilatos alquila e/ou metacrilatos alquila em polibutadieno, estireno e acrilo-nitrila em terpolímeros de etileno-propileno-dieno, estireno e acrilonitrila empolialquila acrilatos ou polialquila metacrilatos, estireno e acrilonitrila em co-polímeros de acrilato-butadieno, e também misturas dos mesmos, do tipoconhecido por exemplo como polímeros de ABS, MBS, ASA ou AES.
De preferência os polímeros são polímeros contendo halogênio,tais como policloropreno, borracha clorada, cõpolímero clorado e bromadode isobutileno-isopreno (borracha halobutílica), ou polietileno clorado ou clo-20 rossulfonado, copolímeros de etileno e etileno clorado, homopolímeros ecopolímeros de epicloroidrina, particularmente polímeros de compostos viní-licos contendo halogênio, tais como cloreto de polivinila, cloreto de polivinili-deno, fluoreto de polivinila, fluoreto de polivinilideno; e também seus copolí-meros, tais como cloreto de vinil-cloreto de vinilideno, cloreto de vinil-acetatode vinil, ou cloreto de vinilideno-acetato de vinila.
De preferência os polímeros são polímeros derivados de ácidosalfa.beta-insaturados e seus derivados, tais como poliacrilatos e polimetacri-latos, polimetilmetacrilatos, poliacrilamidas e poliacrilonitrilas de impacto mo-dificado com acrilato de butila e copolímeros dos monômeros mencionadosuns com os outros e com outros monômeros saturados, tais como copolíme-ros de acrilonitrila-butadieno, copolímeros de acrilato acrilonitrila-alquila, co-polímeros de acrilato acrilonitrila-alcoxialquila, copolímeros de acrilonitrila-halogeneto de vinila ou terpolímeros de acrilonitrila-alquila metacrilato-butadieno.
De preferência os polímeros são polímeros derivados de álcooise aminas insaturados e/ou seus derivados acílicos ou acetais, tais como ál-cool polivinílico, acetato de polivinila, estearato de polivinila, benzoato depolivinila, maleato de polivinila, polivinilbutiral, ftalato de polialila, polialilame-lamina; e também seus copolímeros com olefinas.
De preferência os polímeros são homopolímeros e copolímerosde éteres cíclicos, tais como polialquileno glicol, oxido de polietileno, oxidode polipropileno ou copolímeros dos mesmos com éteres bisglicidílicos.
De preferência os polímeros são poliacetais, tais como polioxi-metileno, e também os polioximetilenos que contêm comonômeros, tais co-mo oxido de etileno, por exemplo; poliacetais que foram modificados compoliuretanos termoplásticos, acrilatos ou MBS.
De preferência os polímeros são óxidos de polifenileno e sulfetosde polifenileno e misturas dos mesmos com polímeros de estireno ou poliamidas.
De preferência os polímeros são poliuretanos que derivam depoliéteres, poliésteres e polibutadienos com grupos terminais hidroxila, deum lado, e de poliisocianatos alifáticos ou aromáticos, do outro, e tambémprecursores dos mesmos.
De preferência os polímeros são poliamidas e copoliamidas quederivam de diaminas e ácidos dicarboxílicos e/ou de ácidos aminocarboxíli-cos ou das Iactamas correspondentes, tais como Poliamida 4, Poliamida 6(Akulon® K122, DSM; Zytel® 7301, DuPont; Durethan® B 29, Bayer), Polia-mida 6/6 (Zytel® 101, DuPont; Durethan® A30, Durethan® AKV, Durethan®AM, Bayer; Ultramid® A3, BASF) 6/10, 6/9, 6/12, 4/6, 12/12, Poliamida 11,Poliamida 12 (Grillamid® L20, Ems Chemie), poliamidas aromáticas partindode m-xileno, diamina e ácido adípico; poliamidas preparadas a partir de he- xametilenodiamina e ácido isoftálico e/ou tereftálico e, se desejado, um mo·dificador de elastômero, por exemplo poli-2,4,4-trimetilhexametilenotereftalamida ou poli-m-fenilenoisoftalamida. Copolíme-ros em blocos das poliamidas acima mencionadas com poliolefinas, copolí-meros de olefinas, ionômeros ou elastômeros quimicamente ligados ou en-xertados; ou com poliéteres, tal como com polietileno glicol, polipropilenoglicol ou politetrametileno glicol, por exemplo. Adicionalmente, poliamidasou copoliamidas modificadas com EPDM- ou ABS; e também poliamidascondensadas durante o processamento ("sistemas RIM poliamida ").
De preferência os polímeros são poliuréias, poliimidas, poliami-dimidas, polieterimidas, poliesterimidas, polihidantoínas e polibenzimidazóis.
De preferência os polímeros são poliésteres derivados de ácidodicarboxílicos e diálcoois e/ou de álcoois hidroxicarboxílicos ou das Iactonascorrespondentes, tais como tereftalato de polietileno, tereftalato de polibuti-Ieno (Celanex® 2500, Celanex® 2002, Celanese; Ultradur®, BASF), tereftala-to de poli-1,4-dimetilolciclohexano, polihidroxibenzoatos, e também poliéterc-ésteres em blocos derivados de poliéteres com grupos terminais hidroxila;adicionalmente, poliésteres modificados com policarbonatos ou com MBS.
De preferência os polímeros são policarbonatos e poliéster car-bonatos e também polissulfonas, poliéter sulfonas e poliéter cetonas.
De preferência os polímeros são polímeros reticulados derivadosde aldeídos de um lado e fenóis, uréia ou melamina do outro, tais como resi-nas de fenol-formaldeído, uréia-formaldeído e melamina-formaldeído; tam-bém são adequadas resinas de alquida secantes e não secantes.
De preferência os polímeros são resinas de poliéster insaturadoque derivam de copoliésteres de ácidos dicarboxílicos saturados ou insatu-rados com álcoois polihídricos, e compostos vinílicos como agentes de reti-culação, e também suas modificações contendo halogênio, de baixa infla-mabilidade.
De preferência os polímeros são resinas acrílicas reticuláveisque derivam de ésteres acrílicos substituídos, tal como de acrilatos de epóxi,acrilatos de uretano ou acrilatos de poliéster, por exemplo.
De preferência os polímeros são resinas de alquida, resinas depoliéster e resinas de acrilato que foram reticuladas com resinas de melami-na, resinas de uréia, isocianatos, isocianuratos, poliisocianatos ou resinas deepóxi.
De preferência os polímeros são resinas de epóxido reticuladasque derivam de compostos glicidílicos alifáticos, cicloalifáticos, heterocíclicosou aromáticos, exemplos sendo produtos de éteres diglicidílicos de bisfenolA, éteres diglicidílicos de bisfenol F1 que são reticulados por meio de endu-recedores típicos tais como anidridos ou aminas, por exemplo, com ou semaceleradores.
De preferência os polímeros são misturas (polimisturas) dos po-límeros acima mencionados, tais como PP/EPDM, poliamida/EPDM ou ABS,PVC/EVA, PVC/ABS, PVC/MBS, PC/ABS, PBTP/ABS, PC/ASA, PC/PBT,PVC/CPE, PVC/acrilatos, POM/PU termoplástico, PC/PU termoplástico,POM/acrilato, POM/MBS, PPO/HIPS, PPO/PA 6.6 e copolímeros, PA/HDPE,PA/PP, PA/PPO, PBT/PC/ABS ou PBT/PET/PC.
De preferência os polímeros são os polímeros especificados nodocumento EP 1 038 912 A.
De preferência particular os polímeros são poliestireno, especi-almente poliestireno-HI (alto impacto), éteres de polifenileno, poliamidas,poliésteres, policarbonatos, poliolefinas e misturas desses polímeros, ou sãomisturas de polímeros do tipo ABS (acrilonitrila-butadieno-estireno) ouPC/ABS (policarbonato/acrilonitrila-butadieno-estireno).
Em particular os polímeros são uma poliolefina, especialmentepolipropileno ou polietileno.
No caso do uso dos compostos de fórmula (A) como retardado-res de chama, os polímeros são ainda de preferência polímeros termofixos,mais preferivelmente polímeros de resina de formaldeído, polímeros de resi-na de epóxi, polímeros de resina de melamina, polímeros de resina de fenó-lica, e/ou poliuretanos.
No caso do uso dos compostos de fórmula (A) como retardado-res de chama, os polímeros são ainda de preferência poliolefinas, tais comopolietileno, polipropileno, etileno-acetato de vinila.
Materiais, particularmente polímeros, que compreendem oscompostos de fórmula (A) empregados de acordo com a invenção podemser usados para produzir qualquer tipo de artigos finais, tais como artigosextrusados, artigos moldados, de preferência artigos moldados por injeçãoou artigos moldados por sopro, filmes, fitas, fibras, monofilamento, revesti-mentos de superfície, e também tintas para pintar etc.
No caso do uso dos compostos de fórmula (A) como retardado-res de chama, os artigos moldados de polímero, filmes de polímero, filamen-tos de polímero, e fibras de polímero caracterizam-se pelo fato de o materialser de preferência poliolefinas, tais como polietileno, polipropileno, etileno-acetato de vinila.
Os componentes retardadores de chama podem ser incorpora-dos nos polímeros termoplásticos, por exemplo, por pré-misturação de todosos constituintes na forma de pós e/ou de péletes em um misturador e emseguida homogeneização dos mesmos no fundente de polímero em jogo decomponentes (por exemplo um extrusor de parafuso duplo). O fundente ge-ralmente é removido na forma de um extrusado, e resfriado e peletizado. Oscomponentes também podem ser separadamente introduzidos diretamenteno jogo de componentes por meio de um sistema de alimentação.
Também é possível misturar aditivos retardadores de chamacom péletes de polímero acabado ou com pó de polímero acabado e pro-cessar a mistura diretamente, por exemplo, em um aparelho de filme sopra-do.
No caso do uso dos compostos de fórmula (A) como retardado-res de chama, as composições de moldagem também podem compreendercargas e materiais de reforço, tais como fibras de vidro, contas de vidro, ouminerais, tais como giz, junto com os produtos reacionais da invenção deri-vados de cera e de amina estericamente bloqueada. As composições demoldagem também podem compreender outras adições, tais como pigmen-tos, antioxidantes, estabilizadores de luz, lubrificantes, corantes, agentesnucleantes, agentes antiestáticos ou outros retardadores de chama.
As composições de moldagem de plástico retardador de chamasão adequadas para a produção de moldes e de filmes, filamentos e fibras,por exemplo por moldagem por injeção, extrusão, moldagem por sopro oumoldagem em prensa.
Entre os outros retardadores de chama preferidos estão os sais(di)fosfínicos de (100-1) ou (100-11), e/ou polímeros dos mesmos,
<formula>formula see original document page 37</formula>
onde
R1 e R2 são iguais ou diferentes e são C1-C6-alquila, linear ou ramificado,e/ou arila;
R3 é C1-C10-alquileno, linear ou ramificado, C6-C10-arileno, ou-alquilarileno, ou arilalquileno;
M é Mg, Ca, Al, Sb, Sn, Ge, Ti, Zn, Fe, Zr, Ce, Bi, Sr, Mn, Li, Na, K, e/ouuma base de nitrogênio protonadas;
m varia de 1 a 4;
χ varia de 1 a 4;
η é (x * m)/2, de preferência η varia de 1 a 4.
De preferência, M é cálcio, alumínio ou zinco, eR1 e R2, iguais ou diferentes, são metila, etila, n-propila, isopropila, n-butila,terc-butila, n-pentil e/ou fenil.
Entre as bases de nitrogênio protonadas, bases protonadas deamônia, melamina e trietanolamina, em particular NhV, são preferidas.
R3 é de preferência metileno, etileno, n-propileno, isopropileno.
Outros retardadores de chama adequados são fosfato de mela-mina, fosfato de dimelamina, pirofosfato de melamina, polifosfatos de mela-mina, polifosfatos de "melam", polifosfatos de "melem", e/ou polifosfatos de"melon"; condensados de melamina, tais como "melam", "melem", e/ou "me-lon", ou compostos deste tipo com grau de condensação mais alto, e tam-bém misturas dos mesmos, um exemplo de um método de preparação dosmesmos sendo aquele descrito no documento WO-A-96/16948; condensa-dos de melamina; produtos da reação de melamina com ácido fosfórico; pro-dutos da reação de condensados de melamina com ácido fosfórico; misturasdos produtos mencionados.
Compostos deste tipo estão descritos a título de exemplo nosdocumentos WO 98/39306, WO 98/45364 e WO 98/08898.
Outros compostos adequados são ésteres oligoméricos detris(hidroxietil) isocianurato com ácidos policarboxílicos aromáticos, benzo-guanamina, tris(hidroxietil) isocianurato, alantoína, glicoluril, melamina, cia-nurato de melamina, dicianodiamida e/ou guanidina, e também fosfatos con-tendo nitrogênio de fórmulas (NH4)y H3.y PO4 ou (NH4 P03)z onde y varia de1 a 3 e ζ varia de 1 a 10 000.
Também é possível usar um composto inorgânico sintético e/ouum produto mineral, para aumentar a ação retardadora de chama. Exem-plos entre estes são compostos oxigenados de silício, compostos de magné-sio, carbonatos metálicos de metais do segundo grupo principal da tabelaperiódica dos elementos, fósforo vermelho, e também compostos de zincoou compostos de alumínio.
Os compostos oxigenados de silício são de preferência sais eésteres de ácido ortossilícico e condensados dos mesmos, silicatos, zeólitose sílicas, pó de vidro, pó de vidro e cerâmica ou pó de cerâmica; os compos-tos de magnésio são de preferência hidróxido de magnésio, hidrotalcitas,carbonatos de magnésio ou carbonatos de magnésio e cálcio; compostos dezinco são de preferência óxido de zinco, estanato de zinco, hidroxiestanatode zinco, fosfato de zinco, borato de zinco ou sulfetos de zinco; os compos-tos de alumínio são de preferência hidróxido de alumínio ou fosfato de alu-mínio.
Compostos nitrogenados das fórmulas (100-111) a (100-VIII) ouuma mistura destes podem ser usados como outro componente retardadorde chama<formula>formula see original document page 39</formula>
onde
R5 a R7 são hidrogênio, CrC8-alquila, C5-C16-cicloalquila ou-alquilcicloalquil, opcionalmente substituído com uma função hidróxi ou comuma função CrC^hidroxialquila, C2-C8-alquenila, C1-C8-alcóxi, -acil -acilóxi,C6-C12-arila ou -arilalquil, -OR8 ou -N(R8)R91 inclusive sistemas do tipo N ali-cíclico ou N aromático,
R8
hidrogênio, CrC8-alquila, C5-C16-cicloalquila ou
-alquilcicloalquil, opcionalmente substituído com uma função hidróxi ou comuma função Ci-C4-hidroxialquila, C2-C8-alquenila, CrCe-alcóxi, -acil, -acilóxi
ou C6-C12-arila ou -arilalquil,
R9 a R13 têm a mesma definição que R8, ou então são -O-R8m e n, independentemente um do outro, são 1, 2, 3 ou 4,X são ácidos que podem formar adutos com compostos do tipotriazina (100-111).
Também é possível usar combinações sinergísticas dos fosfina-tos mencionados com certos compostos contendo nitrogênio que são retar-dadores de chama mais eficazes que os próprios fosfinatos em muitos polí-meros (DE 196 14 424 A1, e também DE 197 34 437 A1 eDE 197 37 727 A1).
Surpreendentemente a estabilização conferida aos materiaisorgânicos por meio dos compostos de fórmula (A) inibe os danos e/ou a de-gradação do material orgânico; uma medida dos danos e/ou da degradaçãoé o índice de carbonila, particularmente quando o material orgânico é umpolímero. Outros critérios para avaliar os danos ou alterações no materialorgânico, tais como a degradação do polímero, por exemplo, são de prefe-rência os seguintes:
• a descoloração, apresentada como o índice de amarelamento no siste-ma CIE-Lab ou em outro sistema colorimétrico reconhecido,
• o aumento ou a diminuição na absorção em um comprimento de ondaespecífica ou em uma faixa de comprimentos de onda no sistema CIE-Lab ou em outro sistema colorimétrico reconhecido,
• o brilho superficial,
• a transparência,
• as propriedades mecânicas, para cuja determinação existe uma grandevariedade de variantes, tais como, por exemplo, a resistência à tração, oalongamento de rutura, a resistência ao impacto, as resistências ao im-pacto Izod ou Charpy entalhado, por exemplo,
• a fragilidade superficial,
• o índice de fluxo de fusão (MFI)
• a proporção de fluxo de fusão (MFR).
Estes e outros métodos são conhecidos pelo versado na técnicae estão descritos por exemplo em Grellmann Wolfgang, Seidler Sabine,Kunststoffprüfung, Hanser Verlag, 2005, ISBN 3-446-22086-0.
Neste relatório fazemos referência expressa aos métodos demedição descritos naquele documento.
Os compostos de fórmula (A) são termicamente estáveis e nãodecompõem os polímeros durante o processamento e não afetam o proces-so de preparação de composições de moldagem de plásticos. Os produtosreacionais derivados de cera e de amina estericamente bloqueada não sãovoláteis rias condições convencionais em que os polímeros, de preferênciapolímeros termoplásticos, são preparados e processados.
A invenção é ilustrada de forma não Iimitativa pelos exemplosabaixo.
Exemplos
Substâncias EmpregadasHostavin® N20: 2,2,4,4-tetrametil-7-oxa-3,20-diazadispiro[5.1.11.2]heneicosan-21-ona, fabricante: Clariant GmbHHostavin® 845: éster de 2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinol com ácidos gra-xos superiores, especialmente ácido esteárico ou palmítico e misturas dosmesmos, fabricante: Clariant GmbH
Sanduvor® 3055: 3-dodecil-1 -(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidil)pirrolidina-2,5-diona, fabricante: Clariant GmbH
Tinuvin® 770: sebacato de bis(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinila), fabrican-te: Ciba SC
cera de PE: Licowax PE 520 cera de PE de alta pressão: Leunawachs® 810 cera de PE: TP Licocene® PE 4201cera de PE: TP Licocene® PE 3401cera de PP: Licowax® PP 220 cera de PP: Licowax® PP 230 cera de PP: TP®Licocene PP 1302 cera de PP: TP Licocene® 'PP 1502cera de PP: TP Licocene® PP 1602cera de PP: TP Licocene® PP 2602cera de PP: TP Licocene® PP 4202cera de PP: TP Licocene® 'PP 6102cera de PP: TP Licocene® PP 7502
O fabricante das ceras é a Clariant GmbH.Estabilizador de processamento: Hostanox® PAR 24 da ClariantAntioxidantes fenólicos: Hostanox® O 10 e Hostanox® O 16 da ClariantPolímero:
Usado como polietileno foi o LDPE Stamylan® 2102 TX 00 comum MFI de 1,07 g/10 min (190°C/2,16 kg) e uma densidade ISO 1183 de920-923 kg/m3, da DSM.
Exemplos de Substâncias e Preparação
Exemplos dos compostos que podem ser vantajosamente prepa-rados pelo processo da invenção apresentado neste relatório são os seguin-tes:
Exemplo 1:
36,4 g de Hostavin® N 20, 200 g de Licowax® PE 520 e 2 g de trióxido demolibdênio são introduzidos em 400 ml de clorobenzeno e a suspensão éaquecida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 74 g de hidroperóxido de terc-butila (70% em água) são adicionados em gotas até a solução ficar incolor.O excesso de peróxido é destruído pela adição de sulfito de sódio. Em se-guida o catalisador e o sal adicionado são removidos por filtração a quenteem um filtro de pressão e o solvente é removido por destilação.
Isto dá 218 g de um produto reacional quebradiço verde-pálido,que consiste no produto reacional de Hostavin® N 20 com a cera Licowax®PE 520.
Teor de N: 1,14 % (correspondente a um teor de 15% de Hosta-vin® N 20)
Ponto de fluidez: 109°C
Viscosidade dinâmica a 170°C: 753 mPasExemplo 2:
36,4 g de Hostavin® N 20, 200 g de Licowax® PE 520 e 1 g de trióxido demolibdênio são introduzidos em 400 ml de clorobenzeno e a suspensão éaquecida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 32 g de hidroperóxido de terc-butila (80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas durante umperíodo de 60 horas. O excesso de peróxido é destruído pela adição de sulfi-to de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado são removidos porfiltração a quente em um filtro de pressão e o solvente é removido por desti-lação.Isto dá 230 g de um produto reacional quebradiço bege-pálido,que consiste no produto reacional de Hostavin® N 20 com a cera Licowax®PE 520.
Ponto de fluidez: 106°CViscosidade dinâmica a 140°C: 144 mPas
Exemplo 3:
18,2 g de Hostavin® N 20, 50 g de Licowax® PE 520 e 1 g de trióxido de mo-libdênio são introduzidos em 100 ml de clorobenzeno e a suspensão é aque-cida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 16,5 g de hidroperóxido de terc-butila(80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas e a mistura é a-quecida ao refluxo por 60 horas. O excesso de peróxido é destruído pelaadição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado sãoremovidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é re-movido por destilação.
Isto dá 67 g de um produto reacional quebradiço bege-avermelhado, que consiste no produto reacional de Hostavin® N 20 com acera Licowax® PE 520.
Teor de N: 2,01% (correspondente a um teor de 26,3% de Hostavin® N 20)Ponto de fluidez: 107°CViscosidade dinâmica a 140°C: 351 mPas
Exemplo 4:
36,4 g de Hostavin® N 20, 20 g de Licowax® PE 520 e 2 g de trióxido de mo-libdênio são introduzidos em 100 ml de clorobenzeno e a suspensão é aque-cida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 28 g de hidroperóxido de terc-butila(80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas e a mistura é a-quecida ao refluxo por 26 horas. O excesso de peróxido é destruído pelaadição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado sãoremovidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é re-movido por destilação.
Isto dá 55 g de um produto reacional quebradiço vermelho-amarronzado, que consiste no produto reacional de Hostavin® N 20 com acera Licowax® PE 520.Teor de Ν: 4,87% (correspondente a um teor de 63% de Hostavin® N 20)
Ponto de fluidez: 117°C
Viscosidade dinâmica a 140°C: 1253 mPas
Exemplo 5:
9,48 g de oxido de Hostavin® N 20-N, 50 g de Licowax® PE 520 e 1 g de trió-xido de molibdênio são introduzidos em 100 ml de clorobenzeno e a suspen-são é aquecida até 120°C. Ao refluxo, 5,6 g de hidroperóxido de terc-butila(80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas. Em seguida, amistura é aquecida ao refluxo por 10 horas. No decorrer deste aquecimentoa solução vermelho alaranjada perde lentamente a sua cor. O excesso deperóxido é destruído pela adição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisa-dor e o sal adicionado são removidos por filtração a quente em um filtro depressão e o solvente é removido por destilação.
Isto dá 57 g de um produto reacional quebradiço amarelado-pálido, que consiste no produto reacional de óxido de Hostavin® N 20 com acera Licowax® PE 520.
Teor de N: 1,67% (correspondente a um teor de 21,8% de Hostavin® N 20)Ponto de fluidez: 109°CViscosidade dinâmica a 140°C: 227 mPas
Exemplo 6:
36,4 g de Hostavin® N 20, 150 g de Leunawachs® 810 e 2 g de trióxido demolibdênio são introduzidos em 400 ml de clorobenzeno e a suspensão éaquecida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 65 g de hidroperóxido de terc-butila (70% em água) são adicionados em gotas e a mistura é aquecida aorefluxo por 10 horas. O excesso de peróxido é destruído pela adição de sulfi-to de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado são removidos porfiltração a quente em um filtro de pressão e o solvente é removido por desti-lação.
Isto dá 183 g de um produto reacional quebradiço amarronzado-pálido, que consiste no produto reacional de Hostavin® N 20 com a ceraLeunawachs® 810.
Teor de N: 1,46% (correspondente a um teor de 19% de Hostavin® N 20)Ponto de fluidez: 107°C
Viscosidade dinâmica a 170°C: 174 mPas
Exemplo 7:
10,9 g de Hostavin® N 20, 60 g de Licowax® PP 220 e 1,5 g de trióxido demolibdênio são introduzidos em 100 ml de clorobenzeno e a suspensão éaquecida até 100°C. Ao refluxo, 33,8 g de hidroperóxido de terc-butila (80%em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas. Em seguida a misturaé aquecida ao refluxo por 12 horas. O excesso de peróxido é destruído pelaadição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado sãoremovidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é re-movido por destilação.
Isto dá 33 g de um produto reacional vermelho-amarronzado,que consiste no produto reacional de Hostavin® N 20 com a cera Licowax®PP 220.
Teor de N: 1,77% (correspondente a um teor de 23,0% de Hostavin® N 20)Ponto de fluidez: 152°CViscosidade dinâmica a 170°C: 34 mPas
Exemplo 8:
7,3 g de Hostavin® N 20, 60 g de Licowax® PP 230 e 1 g de trióxido de mo-libdênio são introduzidos em 100 ml de clorobenzeno e a suspensão é aque-cida até 120°C. Ao refluxo, 11,3 g de hidroperóxido de terc-butila (80% emdi-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas, Em seguida a mistura éaquecida ao refluxo por 11 horas. O excesso de peróxido é destruído pelaadição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado sãoremovidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é re-movido por destilação.
Isto dá 64 g de um produto reacional amarronzado-pálido, queconsiste no produto reacional de Hostavin® N 20 com a cera Licowax® PP230.
Teor de N: 0,81% (correspondente a um teor de 10,5% de Hostavin® N 20)Ponto de fluidez: 147°CViscosidade dinâmica a 170°C: 106 mPasExemplo 9:
18,2 g de Hostavin® N 20, 42,4 g de TP-Licocene PE 4201 e 2,5 g de trióxidode molibdênio são introduzidos em 100 ml clorobenzeno e a suspensão éaquecida até 140°C. Ao refluxo, 56,3 g de hidroperóxido de terc-butila (80%em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas. Em seguida a misturaé aquecida ao refluxo por 4 horas. O excesso de peróxido é destruído pelaadição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado sãoremovidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é re-movido por destilação.
Isto dá 56,3 g de um produto reacional bege-pálido, que consisteno produto reacional de Hostavin® N 20 com a cera TP-Licocene PE 4201.Teor de N: 2,25% (correspondente a um teor de 29,3% de Hostavin® N 20)Ponto de fluidez: 112°CViscosidade dinâmica a 140°C: 54 mPasExemplo 10:
7,3 g de ®Hostavin® N 20, 56 g de TP®Licocene PP 1302 e 1 g de trióxido demolibdênio são introduzidos em 100 ml de clorobenzeno e a suspensão éaquecida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 22,6 g de hidroperóxido de terc-butila (70% em água) são adicionados em gotas até a solução ficar incolor.O excesso de peróxido é destruído pela adição de sulfito de sódio. Em se-guida o catalisador e o sal adicionado são removidos por filtração a quenteem um filtro de pressão e o solvente é removido por destilação.
Isto dá 62 g de um produto reacional quebradiço laranja-pálido,que consiste no produto reacional de Hostavin® N 20 com a cera LicocenePP 1302.Exemplo 11:
10,2 g de Sanduvor 3055, 50 g de Licowax® PE 520 e 1,0 g de trióxido demolibdênio são introduzidos em 200 ml de clorobenzeno e a suspensão éaquecida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 7,5 g de hidroperóxido de terc-butila (80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas e a misturaé aquecida ao refluxo por 35 horas. O excesso de peróxido é destruído pelaadição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado sãoremovidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é re-movido por destilação.
Isto dá 57 g de um produto reacional amarelado-pálido, que con-siste no produto reacional de Sanduvor 3055 com a cera Licowax® PE 520.
Teor de N: 0,6 % (correspondente a um teor de 8,6% de Sanduvor 3055)Ponto de fluidez: 107°CViscosidade dinâmica a 140°C: 74 mPas
Exemplo 12:
10,5 g de Hostavin® 845, 50 g de Licowax® PE 520 e 1,0 g de trióxido demolibdênio são introduzidos em 200 ml de clorobenzeno e a suspensão éaquecida até 120°C. Ao refluxo, 8,5 g de hidroperóxido de terc-butila (80%em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas. Em seguida a misturaé aquecida ao refluxo por 12 horas. O excesso de peróxido é destruído pelaadição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado sãoremovidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é re-movido por destilação.
Isto dá 58 g de um produto reacional amarelado, que consiste noproduto reacional de Hostavin® N 845 com a cera Licowax® PE 520.
Teor de N: 1,1% (correspondente a um teor de 33% de Hostavin® 845)Ponto de fluidez: 105°CViscosidade dinâmica a 140°C: 97 mPas
Exemplo 13:
3,9 g de triacetonaamina, 50 g de Licowax® PE 520 e 1 g de trióxido de mo-libdênio são introduzidos em 200 ml de clorobenzeno e a suspensão é aque-cida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 8,5 g de hidroperóxido de terc-butila(80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas. Em seguida amistura é aquecida ao refluxo por 13 horas. O excesso de peróxido é destru-ído pela adição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicio-nado são removidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o sol-vente é removido por destilação.
Isto dá 52 g de um produto reacional bege-pálido, que consisteno produto reacional de triacetonaamina com a cera Licowax® PE 520.Teor de Ν: 0,38% (correspondente a um teor de 4,2% de triacetonaamina)
Ponto de fluidez: 113°C
Viscosidade dinâmica a 140°C: 61 mPasExemplo 14:
3,9 g de tetrametilpiperidinol, 50 g de Licowax® PE 520 e 1 g de trióxido demolibdênio são introduzidos em 200 ml de clorobenzeno e a suspensão éaquecida até 110°C. Ao refluxo, cerca de 8,5 g de hidroperóxido de terc-butila (80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas e a misturaé aquecida ao refluxo por 22 horas. O excesso de peróxido é destruído pelaadição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado sãoremovidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é re-movido por destilação.
Isto dá 52 g de um produto reacional amarelado, que consiste noproduto reacional de tetrametilpiperidinol com a cera Licowax® PE 520.Teor de N: 0,53 % (correspondente a um teor de 5,9% de piperidinol)Pontode fluidez: 112°CViscosidade dinâmica a 140°C: 67 mPasExemplo 15:
3,6 g de tetrametilpiperidina (TMPP), 50 g de Licowax® PE 520 e 1 g de trió-xido de molibdênio são introduzidos em 200 ml de clorobenzeno e a suspen-são é aquecida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 11 g de hidroperóxido deterc-butila (80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas e amistura é aquecida ao refluxo por 11 horas. O excesso de peróxido é destru-ído pela adição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicio-nado são removidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o sol-vente é removido por destilação.
Isto dá 54 g de um produto reacional amarelado-pálido, que con-siste no produto reacional de tetrametilpiperidina com a cera Licowax® PE520.
Teor de N: 0,45% (correspondente a um teor de 5,2% de tetrametilpiperidi-na)
Pontode fluidez: 110°CViscosidade dinâmica a 140°C: 71 mPasExemplo 16:
2 g de nitróxido de diterc-butilamina, 25 g de Licowax® PE 520 e 0,5 g detrióxido de molibdênio são introduzidos em 150 ml de clorobenzeno e a sus-pensão é aquecida até 120°C. Ao refluxo, 2,8 g de hidroperóxido de terc-butila (80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas. Em segui-da a mistura é aquecida ao refluxo por 3 horas. O excesso de peróxido édestruído pela adição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o saladicionado são removidos por filtração a quente em um filtro de pressão e osolvente é removido por destilação.
Isto dá 22 g de um produto reacional amarelado-pálido, que con-siste no produto reacional de nitróxido de diterc-butilamina com a cera Lico-wax® PE 520.
Teor de N: 0,17% (correspondente a um teor de 1,6% de nitróxido de di-terc-butil)
Ponto de fluidez: 115°C
Viscosidade dinâmica a 140°C: 63 mPasExemplo 17:
2,6 g de diisopropilamina, 50 g de Licowax® PE 520 e 1,0 g de trióxido demolibdênio são introduzidos em 200 ml de clorobenzeno e a suspensão éaquecida até 110°C. Ao refluxo, cerca de 8,5 g de hidroperóxido de terc-butila (80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas e a misturaé aquecida ao refluxo por 18 horas. O excesso de peróxido é destruído pelaadição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado sãoremovidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é re-movido por destilação.
Isto dá 50 g de um produto reacional bege-pálido, que consisteno produto reacional de diisopropilamina com a cera Licowax® PE 520.Teor de N: 0,13% (correspondente a um teor de 0,9% de diisopropilamina)Ponto de fluidez: 114°C
Viscosidade dinâmica a 140°C: 87 mPasExemplo 18:24,0 g de Tinuvin® 770, 200 g de Licowax® PE 520 e 2 g de trióxido de mo-libdênio são introduzidos em 400 ml de clorobenzeno e a suspensão é aque-cida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 90 g de hidroperóxido de terc-butila(70% em água) são adicionados em gotas, e a mistura é aquecida ao refluxopor 12 horas. O excesso de peróxido é destruído pela adição de sulfito desódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado são removidos por filtra-ção a quente em um filtro de pressão e o solvente é removido por destilação.
Isto dá 221 g de um produto reacional quebradiço bege-pálido,que consiste no produto reacional de Tinuvin® 770 com a cera Licowax® PE 520.
Teor de N: 0,6% (correspondente a um teor de 10,9% de Tinuvin® 770)
Ponto de fluidez:114°C
Viscosidade dinâmica a 140°C: 7990 mPas
Exemplo 19:
21 g de Hostavin® 845, 20,3 g de eSanduvor 3055, 100 g de Licowax® PE520 e 2 g de trióxido de molibdênio são introduzidos em 400 ml de cloroben-zeno e a suspensão é aquecida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 90 g de hi-droperóxido de terc-butila (70% em água) são adicionados em gotas até asolução ficar incolor. O excesso de peróxido é destruído pela adição de sulfi-to de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado são removidos porfiltração a quente em um filtro de pressão e o solvente é removido por desti-lação.
Isto dá 138 g de um produto reacional quebradiço bege-pálido,que consiste nos produtos reacionais de Hostavin® 845 e Sanduvor 3055com a cera Licowax® PE 520.
Teorde N: 1,2%Pontode fluidez: 113°CViscosidade dinâmica a 140°C: 848 mPas
Exemplos de Aubstâncias, Preparação e Uso
Outros exemplos dos compostos que podem ser vantajosamentepreparados pelo processo da invenção apresentada neste relatório, e do usodos mesmos, estão dados a seguir:as percentagens em peso especificadas nos Exemplos 56 a 61e 62 a 66 baseiam-se no peso total de todas as substâncias empregadas eportanto totalizam 100% em peso. Nos Exemplos Comparativos 56 e 62,polipropileno ou polietileno, respectivamente, foi usado no lugar do 1% empeso do composto da fórmula (A).
As folhas produzidas de acordo com os Exemplos 56 a 61 e 62 a66 são submetidas a envelhecimento acelerado por UV de acordo com DINEN ISO 4892-2, método A.
A degradação do polímero é acompanhada por meio do chama-do índice de carbonila. Este método, que é conhecido e aceito nos círculostécnicos, utiliza o espectro do infravermelho para acompanhar o aumento degrupos carbonila no polímero, que é, diretamente, uma medida do dano cau-sado ao polímero. Quanto maior o índice de carbonila, mais pobre é a con-dição da folha.
Exemplo 51:
"36,4 g de Hostavin N 20, 200 g de Licowax PE 520 e 2 g de trióxido de mo-libdênio são introduzidos em 400 ml de clorobenzeno e a suspensão é aque-cida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 74 g de hidroperóxido de terc-butila(70% em água) são adicionados em gotas, até a solução ficar incolor. O ex-20 cesso de peróxido é destruído pela adição de sulfito de sódio. Em seguida ocatalisador e o sal adicionado são removidos por filtração a quente em umfiltro de pressão e o solvente é removido por destilação.
Isto dá 218 g de um produto reacional quebradiço verde-pálido,que consiste no composto da fórmula (A) de Hostavin N 20 com a cera Lico-wax PE 520.
Teor de N: 1,14% (correspondente a um teor de 15% de Hostavin N 20)
Ponto de fluidez: 109°C
Viscosidade dinâmica a 170°C: 753 mPas
Exemplo 52:
36,4 g de Hostavin N 20, 150 g de Leunawachs 810 e 2 g de trióxido de mclibdênio são introduzidos em 400 ml de clorobenzeno e a suspensão é aqicida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 65 g de hidroperóxido de terc-b'(70% em água) são adicionados em gotas e a mistura é aquecida ao refluxopor 10 horas. O excesso de peróxido é destruído pela adição de sulfito desódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado são removidos por filtra-ção a quente em um filtro de pressão e o solvente é removido por destilação.
Isto dá 183 g de um produto reacional quebradiço amarronzado-pálido, que consiste no composto da fórmula (A) de Hostavin N 20 com acera Leunawachs 810.
Teor de N: 1,46% (correspondente a um teor de 19% de Hostavin N 20)Ponto de fluidez: 107°C
Viscosidade dinâmica a 170°C: 174 mPasExemplo 53:
18,2 g de Hostavin N 20, 50 g de Licowax PE 520 e 1 g de trióxido de molib-dênio são introduzidos em 100 ml de clorobenzeno e a suspensão é aqueci-da até 120°C. Ao refluxo, cerca de 16,5 g de hidroperóxido de terc-butila(80% em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas e a mistura é a-quecida ao refluxo por 16 horas. O excesso de peróxido é destruído pelaadição de sulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado sãoremovidos por filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é re-movido por destilação.
Isto dá 67 g de um produto reacional quebradiço bege-avermelhado pálido, que consiste no composto da fórmula (A) de Hostavin N20 com a cera Licowax PE 520.
Teor de N: 2,01% (correspondente a um teor de 26,3% de Hostavin N 20)Ponto de fluidez: 107°C
Viscosidade dinâmica a 140°C: 351 mPasExemplo 54:
36,4 g de Hostavin N 20, 20 g de Licowax PE 520 e 2 g de trióxido de molib-dênio são introduzidos em 100 ml de clorobenzeno e a suspensão é aqueci-da até 120°C. Ao refluxo, cerca de 28 g de hidroperóxido de terc-butila (80%em di-terc-butila peróxido) são adicionados em gotas e a mistura é aquecidaao refluxo por 26 horas. O excesso de peróxido é destruído pela adição desulfito de sódio. Em seguida o catalisador e o sal adicionado são removidospor filtração a quente em um filtro de pressão e o solvente é removido pordestilação.
Isto dá 55 g de um produto reacional quebradiço vermelho-amarronzado, que consiste no composto da fórmula (A) de Hostavin N 20com a cera Licowax PE 520.
Teor de N: 4,87% (correspondente a um teor de 63% de Hostavin N 20)
Ponto de fluidez: 117°C
Viscosidade dinâmica a 140°C: 1253 mPas
Exemplo 55:
7,3 g de Hostavin N 20, 56 g de Licocene PP 1302 e 1 g de trióxido de mo-libdênio são introduzidos em 100 ml de clorobenzeno e a suspensão é aque-cida até 120°C. Ao refluxo, cerca de 22,6 g de hidroperóxido de terc-butila(70% em água) são adicionados em gotas, até a solução ficar incolor. O ex-cesso de peróxido é destruído pela adição de sulfito de sódio. Em seguida ocatalisador e o sal adicionado são removidos por filtração a quente em umfiltro de pressão e o solvente é removido por destilação.
Isto dá 62 g de um produto reacional quebradiço laranja-pálido,que consiste no composto da fórmula (A) de Hostavin N 20 com a cera Lico-cene PP 1302.
Exemplos 56 a 61: Estabilização de Polipropileno
Misturas de 1% em peso do respectivo composto de fórmula (A) do Exemplo51 ao 55, que é o componente K2) na mistura M1 com 98,7% em peso depolipropileno, 0,1% em peso de estearato de cálcio, 0,1% em peso do esta-bilizante de processamento Hostanox® PAR 24 e 0,1% em peso de um anti-oxidante fenólico (Hostanox® O 10) são processadas a 190°C em uma a-massadeira de laboratório por 10 minutos para formar uma massa homogê-nea. Folhas prensadas com 100pm de espessura são produzidas a partirdesta massa em uma prensa de laboratório a 190°C. Estas folhas são entãosubmetidas a envelhecimento acelerado com UV de acordo com DIN ENISO 4892-2, método A, e a degradação do polímero é acompanhada pormeio do índice de carbonila.<table>table see original document page 54</column></row><table>
Através do uso de compostos de formula (A) é possível, emcomparação com o exemplo comparativo de acordo com a técnica anterior,obter uma estabilização substancialmente maior do polímero contra os efei-tos danificantes induzidos por luz, calor, outros tipos de radiação, tais como
feixes eletrônicos, por exemplo, ou oxidação, particularmente da luz.Exemplos 62 a 66: Estabilização de Polietileno
Misturas de 1% em peso do respectivo composto de fórmula (A)do Exemplo 51 ao 55, que é o componente K2) na mistura M, com 98,85%em peso de polietileno, 0,1% do estabilizante de processamento (HostanoxPAR 24) e 0,05% em peso de um antioxidante fenólico (Hostanox O 16) sãoprocessadas a 180°C em uma amassadeira de laboratório por 10 minutospara formar uma massa homogênea. Folhas prensadas com 100 pm de es-pessura são produzidas a partir desta massa em uma prensa de laboratórioa 180°C. Estas folhas são então submetidas a envelhecimento aceleradocom UV de acordo com DIN EN ISO 4892-2, método A, e a degradação dopolímero é acompanhada por meio do índice de carbonila.
<table>table see original document page 54</column></row><table>
O aumento substancialmente mais lento no índice de carbonilamostra claramente a ação estabilizante das misturas.Outros Exemplos de Substâncias. Preparação e Uso
Outros exemplos dos compostos que podem ser vantajosamentepreparados pelo processo da invenção apresentada neste relatório, e de usodos mesmos, são os seguintes:
Materiais Usados:
Stamylan® LD 2102 Z 500, polietileno de baixa densidade (LDPE), MFR de1,7 a 2,2 g/10 min, produzido por: DSM, Geleen, Países BaixosHostaviη® N20: 2,2,4,4-tetrametil-7-oxa-3,20-diazadispiro[5,1,11,2]heneico-san-21-ona, CAS N5 64338-16-5
Licowax® PE 520: cera de polietileno não polar, preparada pelo processo deZiegler, peso molecular cerca de 2000, ponto de fluidez cerca de 120°CLicowax® PP 220 e PP 230: ceras de polipropileno não polares, preparadaspelo processo de Ziegler, ponto de fluidez cerca de 163°CLicocen® TP PE 4201, ceras de polipropileno não polares, preparadas peloprocesso à base de metalocenoPara Comparação:
Flamestab® NOR 116: 1,3-propanodiaminas, N,N"-1,2-etanodiilbis-, produtoda reação com ciclohexano e produto da reação de N-butil-2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinaamina-2,4,6-tricloro-1,3,5-triazinas peroxidadas, produzido porCiba Specialty ChemicalsCAS N- 191680-81-6
Preparação de amino éteres da invenção derivados de amina estericamentebloqueada e cera.
Exemplo 70
36,4 g de Hostavin N 20, 200 g de Licowax PE 520 e 2 g de trióxido de mo-libdênio são usados como carga inicial em 400 ml de clorobenzeno e a sus-pensão é aquecida até 120°C. 64,3 g de hidroperóxido de terc-butila (70%em água) são adicionados em gotas ao refluxo. A mistura é aquecida ao re-fluxo por 5 horas com remoção de água do sistema. Neste processo, a solu-ção fica levemente avermelhada, mas em seguida assume uma cor menosintensa. Se a solução não ficar incolor, mais 10 g de hidroperóxido de terc-butila (70%) são adicionados em gotas. O excesso de peróxido é decompos-to pela adição de sulfito de sódio. O catalisador e o sal adicionado são entãoremovidos por filtração a quente com a ajuda de um filtro de pressão e o sol-vente é removido por destilação.
Isto dá 152 g de um produto reacional quebradiço levementeesverdeado.
Teor de N: 1,14% (correspondendo a um teor de 15% de N20)Ponto de fluidez: 107,6°C
O produto é termicamente estável até 265°C. O índice de ama-relamento é 29,2.
Exemplo 71
18,2 g de Hostavin N 20, 50 g de Licowax PE 520 e 1 g de trióxido de molib-dênio são usados como carga inicial em 100 ml de clorobenzeno e a sus-pensão é aquecida até 120°C. 11,5 g de hidroperóxido de terc-butila (80%em peróxido de di-terc-butila) são adicionados em gotas ao refluxo. A mistu-ra é aquecida ao refluxo por 16 horas. Neste processo, a solução fica leve-mente avermelhada, mas em seguida assume uma cor menos intensa. Se asolução não ficar incolor, mais 5 g de hidroperóxido de terc-butila (80%) sãoadicionados em gotas. O excesso de peróxido é decomposto pela adição desulfito de sódio. O catalisador e o sal adicionado são então removidos porfiltração a quente com a ajuda de um filtro de pressão e o solvente é removi-do por destilação.
Isto dá 67 g de um produto reacional quebradiço de cor begelevemente avermelhada.
Teor de N: 2,01% (correspondendo a um teor de 26,3% de N20)
Exemplo 72
36,4 g de Hostavin N 20, 200 g de Leunawachs 810 e 2 g de trióxido de mo-libdênio são usados como carga inicial em 400 ml de clorobenzeno e a sus-pensão é aquecida até 120°C. 64,3 g de hidroperóxido de terc-butila (70%em água) são adicionados em gotas ao refluxo. A mistura é aquecida ao re-fluxo por 10 horas. Neste processo, a solução fica levemente avermelhada,mas em seguida assume uma cor menos intensa. Se a solução não ficarincolor, mais 10 g de hidroperóxido de terc-butila (80%) são adicionados emgotas. O excesso de peróxido é decomposto pela adição de sulfito de sódio.O catalisador e o sal adicionado são então removidos por filtração a quentecom a ajuda de um filtro de pressão e o solvente é removido por destilação.
Isto dá 183 g de um produto reacional quebradiço levementecastanho.
Teor de N: 1,46% (correspondendo a um teor de 19% de N20)Ponto de fluidez: 101,3°C (a título comparativo, Leunawachs 810: de 110 a115°C)
Exemplo 73
10,9 g de Hostavin N 20, 60 g de Licowax PP 220 e 1,5 g de trióxido de mo-libdênio são usados como carga inicial em 100 ml de clorobenzeno e a sus-pensão é aquecida até 100°C. 33,8 g de hidroperóxido de terc-butila (80%em peróxido de di-terc-butila) são adicionados em gotas ao refluxo. A mistu-ra é aquecida ao refluxo por 12 horas. Neste processo, a solução fica leve-mente avermelhada, mas em seguida assume uma cor menos intensa. Oexcesso de peróxido é decomposto pela adição de sulfito de sódio. O catali-sador e o sal adicionado são então removidos por filtração a quente com aajuda de um filtro de pressão e o solvente é removido por destilação.
Isto dá 33 g de um produto reacional quebradiço levemente ver-melho-amarronzado .Exemplo 74
7,3 g de Hostavin N 20, 60 g de Licowax PP 230 e 1 g de trióxido de molib-dênio são usados como carga inicial em 100 ml de clorobenzeno e a sus-pensão é aquecida até 120°C. 11,3 g de hidroperóxido de terc-butila (80%em peróxido de di-terc-butila) são adicionados em gotas ao refluxo. A mistu-ra é aquecida ao refluxo por 11 horas. Neste processo, a solução fica leve-mente avermelhada, mas em seguida assume uma cor menos intensa. Oexcesso de peróxido é decomposto pela adição de sulfito de sódio. O catali-sador e o sal adicionado são então removidos por filtração a quente com aajuda de um filtro de pressão e o solvente é removido por destilação.
Isto dá 64 g de um produto reacional levemente amarronzado.Exemplo 75
18,2 g de Hostavin N 20, 42,4 g de N20-N0-Licocen TP PE 4201 e 2,5 g detrióxido de molibdênio são usados como carga inicial em 100 ml de cloro-benzeno e a suspensão é aquecida até 140°C. 56,3 g de hidroperóxido deterc-butila (80% em peróxido de di-terc-butila) são adicionados em gotas aorefluxo. A mistura é aquecida ao refluxo por 4 horas. Neste processo, a solu-ção fica levemente avermelhada, mas em seguida assume uma cor menosintensa. O excesso de peróxido é decomposto pela adição de sulfito de só-dio. O catalisador e o sal adicionado são então removidos por filtração aquente com a ajuda de um filtro de pressão e o solvente é removido por des-tilação.
Isto dá 56,3 g de um produto reacional bege-pálido.
O polímero e o aditivo foram misturados em um extrusor de pa-rafuso simples Arenz KL 1 a uma temperatura de 180 a 210°C e com umavelocidade de rotação de 100 rpm.
Folhas sopradas com uma espessura de 200 μιτι foram produzi-das em um aparelho de filme soprado Collin BL 180/400 a uma temperaturade 160 a 200°C.
O retardamento de chama das folhas foi medido de acordo como DIN 4102 B2 usando espécimes de teste de dimensões de 190*90 mm,que foram presas verticalmente enquanto uma chama foi aplicada à bordainferior por 15 segundos, usando um queimador de gás cuja altura da chamaera de 20 mm. O teste é aprovado se, durante um período de 20 segundos,a ponta das chamas não atingir uma marca de referência nos espécimes deteste a uma distância de 150 mm da borda inferior à qual a chama é aplica-da.
A taxa de volume de fusão (MVR) foi determinada de acordocomo DIN EN ISO 1133.
A resistência à tração final foi determinada de acordo com o ISO527-1Λ2/-3.
A Tabela 1 mostra os resultados das folhas de 200 μm de es-pessura sem (Exemplo 80) e com em cada caso 1% de aditivo. O Exemplo81 é um exemplo comparativo de um amino éter de uma amina estericamen-te bloqueada com ciclohexano. Os Exemplos 82 a 83 são exemplos inventi-vos com amino éteres derivados de aminas estericamente bloqueadas e ce-ras.
Tabela 1: Incorporação e teste DIN 4102 B2 em folhas de LDPE de200 μm
<table>table see original document page 59</column></row><table> No caso do exemplo comparativo 81, a descoloração das folhas
e o odor desagradável é perceptível durante a produção das folhas sopra-das. Em contraste, não ocorre descoloração nem desenvolvimento de odornos exemplos da invenção.
A Tabela 2 mostra o índice de fusão (taxa de volume de fusãoMVR) das folhas de LDPE com retardamento de chama, e a resistência detração final. Ao contrário do exemplo comparativo, os amino éteres da in-venção permitiram obter processabilidade melhorada ( = índice de fusãomais alto) e propriedades mecânicas melhores.
Tabela 2: índice de fusão e resistência à tração final de folhas de LDPE
<table>table see original document page 59</column></row><table>

Claims (28)

1. Compostos da fórmula (A),<formula>formula see original document page 60</formula>em queL1 é igual ou diferente e é um grupo da fórmula (M),<formula>formula see original document page 60</formula>em que(***) assinala a ligação do grupo da fórmula (M) ao grupo E na fórmu-la (A);G1 e G2 podem ser iguais ou diferentes e são independentemente um dooutrohidrogênio, halogênio, NO2, ciano, CONR5R6, (R9)COOR4, C(O)-R7, OR8,SR8, NHR8, N(R18)2, carbamoíla, di(CrCi8-alquil)carbamoíla,C(=NR5)(NHR6), C1C18-alquila; C3-C18-alquenilaa; C3-C18-alquinila, C7-C9-fenilalquila, C3-C-12-cicloalquila ou C2-C12-heterocicloalquila;CrC18-alquila ou C3-C18-alquenila ou C3-C18-alquinil ou C7-C9-fenilalquila, C3-C12-cicloalquila ou C2-C12-heterocicloalquil, em cada caso substituído comOH1 halogênio, NO2, amino, ciano, carboxila, COOR2I, C(O)-R22, C1-C4-alcóxi, C1-C4-alquiltio, CrC4-alquilamino, di(C1-C4-alquil)amino ou O-C(O)-R7;C2-C18-alquila interrompida por pelo menos um átomo de O e/ou por -NR5-;C6-C -lo-arila;fenila ou naftila, em cada caso substituído com C1-C4-alquila, C1-C4-alcóxi,C1-C4-alquiltio, halogênio, ciano, hidroxila, carboxila, COOR2-I, C(O)-R22, CrC4-alquilamino ou di(CrC4-alquil)amino;ouG1 e G2, junto com o átomo de C ao qual estão ligados, formam um anel C3-C12;T1 é hidrogênio, uma C1-C18-alquila primária, uma C3-C18-alquilasecundária, um C4-C18-alquila terciária ou um grupo fenila, cada um delesnão-substituído ou substituído com halogênio, OH1 COOR21 ou C(O)-R22; ouT1 é C5-C12-cicloalquila, a C5-C12-cicloalquila interrompida por pelomenos um O ou -N(Ri8)-; ouT1 é um radical alquila policíclico com 7 a 18 átomos de C, ou omesmo radical interrompido por pelo menos um -O- ou -N(R18)-;T2 é hidrogênio, halogênio, NO2, ciano ou um radical orgânico mo-novalente com 1 a 50 átomos de C ; ouT2 e T1 juntos formam um grupo da fórmula (F),<formula>formula see original document page 61</formula>em queO assinala a ligação ao átomo de C quaternário, substituído comG1 e G2, na fórmula (M), e(**) assinala a ligação ao nitrogênio N na fórmula (M),E2 é -CO- ou -(CH2)b-, b sendo 0, 1 ou 2;E1 é-CO-,-(C=NR23)-,-(NR23)-,-(CR24R25)-, ou-O-,ondeR24 e R25 são iguais ou diferentes e independentemente um do outro são H,OH, OR26 ou NR27R28;ouR24 e R25 juntos formam um grupo da fórmula (H),<formula>formula see original document page 61</formula>em que(****) e (*****) representam a ligação ao átomo de carbono quaternário de-(CR24R25)- em E1 da fórmula (F),H1 é-CH2-,-CO-ou-NR29-;H2 é -O-, -CH2-, -CO- ou -NR29-;R23, R261 R27, R28 e R29 são iguais ou diferentes e independentemente umdo outro são hidrogênio ou um radical orgânico com um total de 1 a 500 á-tomos de carbono e 0 a 200 heteroátomos, os heteroátomos sendo oxigênio,nitrogênio, enxofre, fósforo, silício ou halogênios,L2 é um radical orgânico divalente com 1 a 500 átomos de C e 0 a-200 heteroátomos, os heteroátomos sendo oxigênio, nitrogênio, enxofre, fós-foro, silício ou halogênios, e que junto com H1 e H2 da fórmula (H) e com oátomo de carbono quaternário de -(CR24R25)- em E1 da fórmula (F) formaum anel de 4, 5, 6 ou 7 membros opcionalmente substituído, de preferênciaum anel de 5 ou 6 membros;eR4 é hidrogênio, CrC18-alquila, fenila, um íon de metal alcalino ouum cátion de tetraalquilamônio;R5 e R6 são independentemente um do outro hidrogênio, C1-C18-alquila,C2-C18-alquila substituída com hidroxila ou, juntos, formam uma ponte C2-C12-alquileno ou uma ponte C2-C12-alquileno interrompida por -O- e/ou-N(R18)-;R7 é hidrogênio, CrC18-alquila ou C6-C10-arila;R8 é hidrogênio, CrCi8-alquila ou C2-C18-hidroxialquila;R9 é C1-C12-alquileno ou uma ligação;R18 é C1-C12-alquila ou fenila, não-substituída ou substituída comhalogênio, OH, COOR21 ou C(O)-R22;R21 é hidrogênio, um átomo de metal alcalino ou CrCi8-alquila;R22 é CrC18-alquila;E é um grupo C60-C1000 ooo-alquila, sendo possível que a cadeiaalquila do grupo alquila contenha substituintes alquila, substituintes aromáti-cos e grupos polares como substituintes e seja interrompida por unidadesalqueno e heteroátomos; eη é um inteiro de 1 a 1000.
2. Compostos da fórmula (A) de acordo com a reivindicação 1,em queG1 e G2, independentemente um do outro, são de preferência hidrogênio,C-i-Cie-alquila, C3-Ci8-alquenila, C3-Ci8-alquinila, C7-Ccrfenilalquila, C3-Ci2-cicloalquil; ouG1 e G2, junto com o átomo de C ao qual estão ligados, formam um anel C5-C12.
3. Compostos da fórmula (A) de acordo com a reivindicação 1 ou-2, em queη é um inteiro de 1 a 20.
4. Compostos da fórmula (A) de acordo com uma ou mais dasreivindicações 1 a 3, em queG1 e G2 independentemente um do outro são hidrogênio ou CrCi8-alquila;T1 é um grupo C4-C18-alquila terciária ou um grupo fenila;T2 é hidrogênio ou um radical orgânico monovalente contendo 1 a-50 átomos de carbono;ou T2 e T1 juntos formam um grupo da fórmula (F), b sendo 0 ou 1.
5. Compostos da fórmula (A) de acordo com uma ou mais dasreivindicações 1 a 4, em queR24 é de preferência hidrogênio eR25 é de preferência hidrogênio, hidroxila, -OR26 ou -NR27R28;ouR24 e R25 juntos formam um grupo da fórmula (H) em queH1 é de preferência -CO-;H2 é de preferência -O- ou -NR29-.
6. Compostos da fórmula (A) de acordo com uma ou mais dasreivindicações 1 a 5, o grupo alquila E sendo derivado de uma cera.
7. Compostos da fórmula (A) de acordo com uma ou mais dasreivindicações 1 a 6, em que o comprimento de cadeia dos grupos alquila Evaria de 80 a 800 átomos de C.
8. Compostos da fórmula (A) de acordo com uma ou mais dasreivindicações 1 a 7, em que T1 e T2, junto com o átomo de nitrogênio N nafórmula (M) e com o átomo de C quaternário, substituído com G1 e G2, nafórmula (M) são um grupo tetrametilpiperidila.
9. Compostos da fórmula (A) de acordo com a reivindicação 8, ogrupo tetrametilpiperidila sendo um dos grupos-2,2,6,6-tetrametilpiperidina,-2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-ona,-2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-ol,-4-amino-2,2,6,6-tetrametilpiperidina,-2,2,4,4-tetrametil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5)1,11,2]heneicosan-21-ona,-2,2,4,4-tetrametil-20-lauriloxicarboniletil-7-oxa-3,20-diazadispiro[5,1,11,2]heneicosan-21 -ona,-2,2,4,4-tetrametil-20-miristiloxicarboniletil-7-oxa-3,20-diazadispiro[5,1,11,2]heneicosan-21 -ona,sebacato de bis(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinila),ésteres de 2,2,6,6-tetrametil-4-piperidinol com ácidos graxos superiores, es-pecialmente ácido esteárico ou palmítico e misturas dos mesmos,N,N'-bis-2,2,6,6-tetrametil-4-pipeNdinila-1,3-benzenodicarboxamida,-2,2,4,4-tetrametil-20-(3-miristiloxicarbonil)etil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5,1,11,2]heneicosan-21 -ona,-2,2,4,4-tetrametil-20-(3-lauriloxicarbonil)etil-7-oxa-3,20-diazadispiro-[5,1,11,2]-heneicosan-21 -ona,-3-dodecil-1-(2,2,6,6-tetrametil-4-piperidil)pirrolidina-2,5-diona,-212,6,6-tetrametil-4N-(B-lauriloxicarbonil)etilaminopiperidina,-2,2,6,6-tetrametil-4N-(B-miristiloxicarbonil)etilaminopiperidina,N,N'-1,6-hexanodiiibis(N-(2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-il)formamida),-2,6-bis(2,2,6,6-tetrametilpiperidin-4-il)-1H,4H,5H,8H-2,3a,4a,6,7a,8a-hexaazaperhidrociclopentafluoreno-4,8-diona ou-3-dodecil-7,7,9,9-tetrametil-1,3,8-triazaspiro[4,5]decano-2,4-diona.
10. Processo para preparar compostos da fórmula (A) como de-finidos em uma ou mais das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato depelo menos um composto da fórmula (B) e/ou pelo menos um composto dafórmula (C),<formula>formula see original document page 65</formula>em que G1, G2, T1 e T2 têm o mesmo significado que aquele definido nafórmula (A) como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 9, é/sãoreagidos com um composto de fórmula (K)E-H (K)1em que E tem o mesmo significado que aquele definido na fórmula (A) comodefinida em qualquer uma das reivindicações 1 a 9, na presença de um hi-droperóxido e de uma quantidade catalítica de um composto metálico.
11. Processo de acordo com a reivindicação 10, o hidroperóxidosendo H2C>2 ou um hidroperóxido orgânico.
12. Processo de acordo com a reivindicação 10 ou 11, 1 a 20mois de hidroperóxido sendo usados por mois da quantidade total de com-posto da fórmula (B) e/ou de composto da fórmula (C).
13. Processo de acordo com uma ou mais das reivindicações 10a 12, o metal do composto metálico sendo um metal dos grupos IVb, Vb1Vlb, Vllb, Vlll da Tabela Periódica.
14. Processo de acordo com uma ou mais das reivindicações 10a 13, 0,0001 a 0,6 mois de composto metálico sendo usado por mois daquantidade total de composto da fórmula (B) e/ou de composto da fórmula(C).
15. Processo de acordo com uma ou mais das reivindicações 10a 14, a reação sendo realizada a uma temperatura de 80 a 200°C.
16. Processo de acordo com uma ou mais das reivindicações 10a 15, a reação sendo realizada em um solvente orgânico ou inorgânico.
17. Uso dos compostos da fórmula (A) como definidos em umaou mais das reivindicações 1 a 9 para estabilizar um material orgânico.
18. Uso de acordo com a reivindicação 17 dos compostos dafórmula (A) como definidos na reivindicação 1 como estabilizadores de luz.
19. Uso de acordo com a reivindicação 17 dos compostos dafórmula (A) como definidos em reivindicação 1 como retardadores de chamapara polímeros termoplásticos ou termofixos.
20. Uso de acordo com uma ou mais das reivindicações 17 a 19dos compostos da fórmula (A) como definidos em uma ou mais das reivindi-cações 1 a 9 na produção de moldes poliméricos, filmes, filamentos, fitas,folhas e/ou fibras.
21. Uso dos compostos da fórmula (A) como definidos em umaou mais das reivindicações 1 a 9 na produção de ou em ou comoa) agentes de liberaçãob) retardadores de chamac) estabilizadores de luzd) antioxidantese) lubrificantesf) aditivosg) aditivos tonalizadoresi) adesivosk) compostos de moldagemI) folhas laminadas e/oum) revestimentosou em tintas de escrever, tintas para pintar, velas e modelos.
22. Uso dos compostos da fórmula (A) como definidos em umaou mais das reivindicações 1 a 9 na produção ou para a modificação de be-tume, homopolímeros de PE e homopolímeros de PP1 e copolímeros dePE-PP.
23. Mistura M compreendendo os componentes K1) e K2) e op-cionalmente um componente K3),K1) sendo um material orgânico,K2) sendo pelo menos um composto da fórmula (A) como definidos em umaou mais das reivindicações 1 a 9, eK3) sendo pelo menos uma substância (S);a substância (S) sendo selecionada de um ou mais dos grupos de• absorvedores de UV1• extintores,• antioxidantes fenólicos,• tiocoestabilizadores,• estabilizadores de processamento• seqüestrantes de peróxido,· hidroxilaminas,• nitronas,• óxidos de amina,• estabilizadores à base de poliamida, de preferência sais de cobre emcombinação com iodetos, e/ou compostos de fósforo e sais de manga-nês divalente,• coestabilizadores básicos,• agentes nucleantes,• cargas e substâncias de reforço, que também podem ser compostas demadeira, e que também podem ser tão pequenas que parecem transpa-rentes,• outros aditivos, de preferência lubrificantes, plastificantes, pigmentos,sendo possível que os pigmentos também sejam tão pequenos que pa-recem transparentes, aditivos de reologia, catalisadores, desativadoresde catalisador, abrilhantadores óticos, clarificadores, tais como, por e-xemplo, benzilideno- ou dibenzilideno-sorbitóis substituídos e não-substituídos, retardadores de chama, agentes antiestáticos e agentes desopro, benzofuranonas e benzoindolinonas, desativadores metálicos,HAS com substituintes N-H1 N-R, N-O*, N-OH ou N-OR no nitrogênio dapiperidina,· ceras.
24. Misturas M de acordo com a reivindicação 23, compreen-dendoK1) 1% a 99,99% em peso de pelo menos um material orgânico,K2) 0,01% a 99% em peso de pelo menos um composto da fórmula (A),as percentagens em peso dos componentes K1) e K2) baseada na somados componentes K1) e K2), e portanto a soma dos componentes K1) e K2)sendo sempre 100% em peso;Κ3) 0% a 90% em peso de pelo menos uma substância (S);as percentagens em peso do componente K3) sendo baseadas no peso docomponente K1);e a soma das quantidades dos componentes K1), K2) e K3) sendo 10% a-100% em peso da mistura M.
25. Misturas M de acordo com a reivindicação 23, compreen-dendoK1) 10% a 99,99% em peso de pelo menos um material orgânico,K2) 0,01% a 90% em peso de pelo menos um composto da fórmula (A), eK3) 0% a 90% em peso de pelo menos uma substância (S);as percentagens em peso sendo baseadas em cada caso no peso total damistura M, a soma dos componentes K1), K2) e K3) sendo sempre 100% empeso.
26. Mistura M de acordo com uma ou mais das reivindicações 23a 25, o material orgânico K1) sendo um polímero orgânico.
27. Mistura M de acordo com uma ou mais das reivindicações 23a 26, o material orgânico K1) sendo uma poliolefina.
28. Processo para preparar a mistura M como definida em umaou mais das reivindicações 23 a 27, caracterizado por unificação física doscomponentes Kl), K2) e opcionalmente K3).
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