BRPI0709582A2 - compostos, processo para a preparação de compostos, intermediários, uso de compostos, métodos para o controle de insetos, acarìdeos ou nematódeos, para a proteção de plantas em desenvolvimento do ataque ou infestação por insetos,acarìdeos ou nematódeos, para a proteção de semente, e para o tratamento, controle, prevenção ou proteção de animais contra infestação ou infecção por parasitas, semente, processo para a preparação de uma composição, composições, e, misturas pesticidas sinérgicas - Google Patents

compostos, processo para a preparação de compostos, intermediários, uso de compostos, métodos para o controle de insetos, acarìdeos ou nematódeos, para a proteção de plantas em desenvolvimento do ataque ou infestação por insetos,acarìdeos ou nematódeos, para a proteção de semente, e para o tratamento, controle, prevenção ou proteção de animais contra infestação ou infecção por parasitas, semente, processo para a preparação de uma composição, composições, e, misturas pesticidas sinérgicas Download PDF

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Wassilios Grammenos
Joachim Rheinheimer
Jan Klaas Lohmann
Michael Rack
Liliana Parra Rapado
Christopher Koradin
Juergen Langewald
Deborah L Culbertson
Douglas D Anspaugh
Hassan Oloumi-Sadeghi
Henry Van Tuyl Cotter
David G Kuhn
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Abstract

COMPOSTOS, PROCESSO PARA A PREPARAçãO DE COMPOSTOS, INTERMEDIáRIOS, USO DE COMPOSTOS, MéTODOS PARA O CONTROLE DE INSETOS, ACARìDEOS OU NEMATóDEOS, PARA A PROTEçãO DE PLANTAS EM DESENVOLVIMENTO DO ATAQUE OU INFESTAçãO POR INSETOS, ACARìDEOS OU NEMATóDEOS, PARA A PROTEçãO DE SEMENTE, E PARA O TRATAMENTO, CONTROLE, PREVENçãO OU PROTEçãO DE ANIMAIS CONTRA INFESTAçãO OU INFECçãO POR PARASITAS, SEMENTE, PROCESSO PARA A PREPARAçãO DE UMA COMPOSIçãO, COMPOSIçõES, E, MISTURAS PESTICIDAS SINéRGICAS. Esta invenção refere-se a derivados de quinolina de fórmula I em que R^ 1^ , R^ 2^, R^ 3^ são cada um independentemente halogênio, hidróxi, ciano, amino, nitro, C~ 1~-C~ 6~-alquila, C~ 2~-C~ 6~-alquenila, C~ 2~-C~ 6~-alquinila, C~ 3~-C~ 7~-cicloalquila, C~ 3~-C~ 7~-cicloalquil-C~ 1~ -C~ 4~-alquila, C~ 1~ -C~ 6~-alcóxi, C~ 2~-C~ 6~- alquenilóxi, C~ 2~-C~ 6~-alquinilóxi, C~ 1~ -C~ 4~-alcóxi-C~ 1~ -C~ 4~-alcóxi, C~ 3~-C~ 7~-cicloalquil- C~ 1~ -C~ 4~-alcóxi, C(OH)(CF~ 3~)~ 2~, C~ 1~-C~ 6~-haloalquila, C~ 1~ -C~ 6~-haloalcóxi, C~ 1~ -C~ 6~- alquiltio, C~ 1~ -C~ 6~-haloalquiltio, C~ 1~ -C~ 6~-alquilsulfinila, C~ 1~ -C~ 6~-haloalquilsulfinila, C~ 1~ -C~ 6~-alquilsulfonila, C~ 1~ -C~ 6~-haloalquilsulfonila, C(R^ a)^=O, C(R^ a^)=NOR^ b^, C(=O)OR^ x^, ou C(=O)NR^ x^R^ y^; R^ a^ é hidrogênio ou C~ 1~-C~ 4~-alquil; R^ b^ é hidrogênio, C~ 1~ -C~ 4~-alquila, C~ 2~-C~ 4~-alquenila, C~ 2~-C~ 4~-alquinila, C~ 1~ -C~ 4~- haloalquila, ou C~ 2~-C~ 4~-haloalquenila; R^ x^, R^ y^ são cada um independentemente hidrogênio, C~ 1~ -C~ 4~-alquila, C~ 1~-C~ 4~-haloalquila, C~ 1~ -C~ 4~-alcóxi-C~ 1~ -C~ 4~-alquila, C~ 1~-C~ 4~-tioalquil-C~ 1~ -C~ 4~-alquila, C~ 1~-C~ 4~-alquil-S(=O)C~ 1~ -C~ 4~-alquila, C~ 1~ -C~ 4~-alquil-S(=O)~ 2~C~ 1~ -C~ 4~-alquila, C~ 3~-C~ 6~-cicloalquila, C~ 1~-C~ 4~-alqui1-C~ 3~-C~ 6~-cicloalquila, C~ 3~-C~ 6~-alquenila, C~ 3~-C~ 6~-alquinila; R^ 4^ , R^ 5^, R^ 6^, R^ 7^ são cada um independentemente hidrogênio, halogênio, ciano, amino, nitro, hidróxi, C~ 1~-C~ 6~-alquila, C~ 1~-C~ 6~-alcóxi, C~ 1~-C~ 6~-haloalquila, C~ 1~ -C~ 6~-haloalcóxi, C~ 1~ -C~ 6~-alquiltio, C~ 1~ -C~ 6~-haloalquiltio, C~ 1~ -C~ 6~-alquilsulfinila, C~ 1~-C~ 6~-haloalquilsulfinila, C~ 1~ -C~ 6~- alquilsulfonila, C~ 1~-C~ 6~-haloalquilsulfonila, ou C(=O)OR^ c^; R^ c^ é hidrogênio, C~ 1~-C~ 6~-alquila, C~ 2~-C~ 6~-alquenila, ou C~ 2~-C~ 6~-alquinila; m e n são cada um independentemente 1, 2, 3, 4, ou 5; p é 0, 1, 2, 3, 4, ou 5; e seus N-óxidos, enantiómeros, diastereómeros e sais, processos e intermediários para a preparação dos compostos I, uso dos compostos I para combater insetos, acarídeos ou nematódeos e um método para tratar, controlar, prevenir ou proteger animais contra infestação ou infecção por parasitas empregando-se os compostos I.

Description

[Some texts missing on original document] PROCESSO PARA A PREPARAÇÃO DE COMPOSTOS,INTERMEDIÁRIOS, USO DE COMPOSTOS, MÉTODOS PARA OCONTROLE DE INSETOS, ACARÍDEOS OU NEMATÓDEOS, PARA APROTEÇÃO DE PLANTAS EM DESENVOLVIMENTO DO ATAQUE OUINFESTAÇÃO POR INSETOS, ACARÍDEOS OU NEMATÓDEOS, PARAA PROTEÇÃO DE SEMENTE, E PARA O TRATAMENTO, CONTROLE,PREVENÇÃO OU PROTEÇÃO DE ANIMAIS CONTRA INFESTAÇÃOOU INFECÇÃO POR PARASITAS, SEMENTE, PROCESSO PARA APREPARAÇÃO DE UMA COMPOSIÇÃO, COMPOSIÇÕES, E,MISTURAS PESTICIDAS SINÉRGICAS"
A presente invenção refere-se a derivados de quinolina de
fórmula I
<formula>formula see original document page 2</formula>
em que
R1, R2, R3 são cada um independentemente halogênio, hidróxi,ciano, amino, nitro, Ci-C6-alquila, C2-C6-alquenila, C2-C6-alquinila, C3-C7-cicloalquila, C3-C7-cicloalquil-Ci-C4-alquila, C]-C6-alcóxi, C2-C6-alquenilóxi,C2-C6-alquinilóxi, CrC4-alcóxi-Ci-C4-alcóxi, C3-C7-cicloalquil-Ci-C4-alcóxi,C(OH)(CF3)2 , Ci-Ce-haloalquila, CrC6-haloalcóxi, Ci-C6-alquiltio, CrC6-haloalquiltio, Ci-C6-alquilsulfinila, Ci-C6-haloalquilsulfinila, CrC6-alquilsulfonila, C1-C6-Iialoalqmlsulfonila, C(Ra)=O, C(Ra)=NORb, C(=0)0Rx,ou C(=0)NRxRy;
Ra e hidrogenio ou C1-C4-alquila;Rb e hidrogenio, C1-C4-alquila, C2-C4-alquenila, C2,-C4-alquinila, C1-C4-haloalquila, ou C2-C4-haloalquenila;Rx, Ry são cada um independentemente hidrogênio, C1-C4-alquila, Ci-C4-haloalquila, C1-C4-alcóxi-C]-C4-alquila, Ci-C4-tioalquil-Ci-C4-alquila, Ci-C4-alquil-S(=0)Ci-C4-alquila, Ci-C4-alquil-S(=0)2Ci-C4-alquila,C3-C6-cicloalquila, Ci-C4-alquil-C3-C6-cicloalquila, C3-C6-alquenila, C3-C6-alquinila;
R4, R5, R6, R7 são cada um independentemente hidrogênio,halogênio, ciano, amino, nitro, hidróxi, Ci-C6-alquila, Ci-C6-alcóxi, Cj-C6-haloalquila, Ci-C6-haloalcóxi, Ci-C6-alquiltio, Ci-C6-haloalquiltio, Ci-C6-alquilsulfinila, Ci-C6-haloalquilsulfinila, Ci-C6-alquilsulfonila, Ci-C6-haloalquilsulfonila, ou C(=0)0Rc;
Rc é hidrogênio, C1-C6-alquila, C2-C6-alquenila, ou C2-C6-alquinila;
m e η são cada um independentemente 1, 2, 3, 4, ou 5;
ρ é 0, 1, 2, 3, 4, ou 5;
e seus N-óxidos, enantiômeros, diastereômeros e sais.
Além disso, a presente invenção refere-se a processos parapreparar os compostos I, composições pesticidas compreendendo oscompostos I e métodos para o controle de insetos, acarídeos ou nematódeos,contatando-se o inseto, acarídeo ou nematódeo ou seu suprimento alimentar,habitat ou área de procriação com uma quantidade pesticidamente eficaz doscompostos ou composições de fórmula I.
Além disso, a presente invenção também refere-se a ummétodo de cultivar plantas sem o ataque ou infestação de insetos, acarídeos ounematódeos, pela aplicação às plantas ou ao solo ou água em que elas estão sedesenvolvendo uma quantidade pesticidamente eficaz das composições oucompostos de fórmula I.
Esta invenção também fornece um método para tratar,controlar, prevenir ou proteger animais contra infestação ou infecção porparasitas, que compreende oral, tópica ou parenteralmente administrar ouaplicar aos animais uma quantidade parasiticamente eficaz das composiçõesou compostos de fórmula I.
Apesar dos inseticidas e acaricidas comerciais disponíveis hojeem dia, ainda ocorre avaria às culturas, tanto em desenvolvimento comocolhidas, causadas pelas pestes. Portanto, há uma necessidade continuada dedesenvolver novos e mais eficazes agentes pesticidas.
Portanto, é um objetivo da presente invenção fornecer novascomposições pesticidas, novos compostos e novos métodos para o controle deinsetos, acarídeos ou nematódeos e de proteger as plantas crescendo do ataqueou infestação de insetos, acarídeos e nematódeos.
Verificou-se que estes objetivos são alcançados pelascomposições e compostos de fórmula I. Além disso, descobrimos processospara preparar os compostos de fórmula I.
Sulfonamidas de quinolino metilenoamino fungicidas foramdescritas no WO 05/33081. Não é feita menção específica a quinolinometilenoamino sulfonamidas contendo um componente bifenila no gruposulfonamida. O pedido co-pendente US 60/662411, entre outros, descrevequinolino metilenoamino sulfonamidas pesticidas específicos, contendo umcomponente bifenila no grupo sulfonamida, em que o componente bifenilapode ser substituído na posição 4 (como numerado acima). Compostos emque o grupo bifenila contém mais do que 1 substituinte não sãoespecificamente descritos.
Geralmente, os derivados de quinolina de fórmula (I) podemser obtidos por reação de intermediários (II) com ácidos borônicos (III), porum acoplamento Suzuki, em que as variáveis destes compostos têm osignificado como definido acima para derivados de quinolina de fórmula (I) eL é um grupo de partida:<formula>formula see original document page 5</formula>
A reação é usualmente realizada em temperaturas de 20 0C a180 0C, preferivelmente de 40 0C a 120 0C5 em um solvente orgânico inerte,na presença de uma base e um catalisador, em particular um catalisador depaládio, tal como, por exemplo, descrito na seguinte literatura: Synth.Commun. Vol. 11, p. 513 (1981); Acc. Chem. Res. Vol. 15, pp. 178-184(1982); Chem. Rev. Vol. 95, pp. 2457-2483 (1995); Organic Letters Vol. 6(16), p. 2808 (2004); "Metal catalyzed cross coupling reactions", 2a. Edição,Wiley, VCH 2005 (Eds. de Meijere, Diederich); "Handbook oforganopalladium chemistry for organic synthesis" (Eds Negishi), WileyInterscience, New York, 2002; "Handbook of functionalizedorganometallics", (Ed. P. Knochel), Wiley, VCH, 2005.
Grupos de partida adequados L dos compostos (II) sãohalogênio, preferivelmente cloro, bromo ou iodo, alquilcarbonilato benzoato,alquilsulfonato, haloalquilsulfonato ou arilsulfonato, muitíssimopreferivelmente cloro.
Ácidos borônicos adequados são aqueles em que as variáveisR1 e Rj têm o significado hidrogênio ou Ci-C4-alquila, ou R1 e Rj juntosformam uma ponte etileno ou propileno, cujos átomos de carbono podemtodos ou em parte ser substituídos por grupos metila.
Catalisadores adequados são tetracis(trifenilfosfino)paládio(O); bis(trifenilfosfino)paládio(II) cloreto; bis(acetonitril) paládio(II)cloreto; complexo de [l,r-bis(difenilfosfino)ferroceno]-paládio(II) cloreto;bis[bis-( 1,2-difenilfosfino)etano]paládio(0); bis(bis-( 1,2-difenilfosfmo)butano]-paládio(II) cloreto; paládio(II) acetato; paládio(II)cloreto; e complexo de paládio(II) acetato/tri-o-tolilfosfino ou misturas defosfinos e sais de Pd ou fosfinos e complexos de Pd, p. ex.,dibenzilidenoacetona-paládio e tritercbutilfosfino (ou seu tetrafluoroborato),tris cicloexilfosfino; ou um sistema catalisador de Pd-trifenilfosfino ligadopor polímero.
Solventes adequados são hidrocarbonetos alifáticos, tais comopentano, hexano, cicloexano e éter de petróleo, hidrocarbonetos aromáticos,tais como tolueno, o-, m- e p-xileno, éteres, tais como diisopropil éter, terc.-butil metil éter, dioxano, anisol e tetraidrofurano e dimetoxietano, cetonas,tais como acetona, metil etil cetona, dietil cetona e terc.-butil metil cetona, etambém acetonitrila, dimetil sulfóxido, dimetilformamida e dimetilacetamida,particularmente preferível éteres, tais como tetraidrofurano, dioxano edimetoxietano. E também possível utilizarem-se misturas dos solventesmencionados, ou misturas com água.
Bases adequadas são, em geral, compostos orgânicos taiscomo óxidos de metal alcalino e metal alcalino terroso, tais como óxido delítio, óxido de sódio, óxido de cálcio e óxido de magnésio, carbonatos demetal alcalino e metal alcalino terroso, tais como carbonato de lítio, carbonatode sódio, carbonato de potássio, carbonato de césio e carbonato de cálcio etambém bicarbonatos de metal alcalino, tais como bicarbonato de sódio,alcóxidos de metal alcalino e metal alcalino terroso, tais como metóxido desódio, etóxido de sódio, etóxido de potássio e terc-butóxido de potássio, alémdisso bases orgânicas, por exemplo, aminas terciárias, tais comotrimetilamina, trietilamina, triisopropiletilamina e N-metilpiperidina, piridina,piridinas substituídas, tais como colidina, lutidina e 4-dimetilaminopiridina, etambém aminas bicíclicas. Preferência particular é dada a bases tais comocarbonato de sódio, carbonato de potássio, carbonato de césio, trietilamina ebicarbonato de sódio.
A base é usada em uma relação molar de 1:1 a 1:10,preferivelmente 1:1,5 a 5 em relação a 1 mol dos compostos (II), o ácidoborânico é usado em uma relação 1:1 a 1:5, preferivelmente uma relaçãomolar de 1:1 a 1:2,5 em relação a 1 mol dos compostos (II). Em alguns casos,pode ser benéfico para fácil purificação utilizar-se o ácido borônico em umaquantidade subestequiométrica de 0,7 : 1 a 0,99 : 1, em relação a 1 mol doscompostos (II).
Após término da reação, os compostos de fórmula (I) podemser isolados empregando-se métodos convencionais, tais como adição damistura de reação à água, extração com um solvente orgânico., concentraçãodo extrato e similares. Os compostos isolados (I) podem ser purificados poruma técnica, tal como cromatografia, recristalização e similares, senecessário.
É também possível adicionar-se um expurgador às misturas dereação para remover subprodutos ou materiais de partida não-reagidos, porligação àqueles e simples filtragem. Para detalhes, vide "Synthesis andpurification catalog", Argonaut, 2003 e literatura ali citada.
Os ácidos borônicos ou ésteres (III) são comercialmentedisponíveis ou podem ser preparados de acordo com "Science of Synthesis",Vol. 6, Tieme, 2005; WO 02/042275; Synlett 2003, (8) p. 1204; J. Org.Chem., 2003, 68, p. 3729, Synthesis, 2000, p. 442, J. Org. Chem., 1995, 60, p.750; ou "Handbook of funccionalized organometallics", (Ed. P. Knochel),Wiley, VCH, 2005.
Os intermediários (II) podem ser obtidos por reação desulfonilcloretos (IY) com quinolinas (V), em que as variáveis destescompostos têm o significado como definido acima para derivados dequinolina de fórmula (I), e L e L1 são grupos de partida, na presença de uma120°C, preferivelmente de -IO0C a IOO0C, em um solvente orgânico inerte, napresença de uma base (lit. eg: Lieb. Ann. Chem. P. 641, 1990).
Solventes adequados são hidrocarbonetos alifáticos, tais comopentano, hexano, cicloexano e éter de petróleo, hidrocarbonetos aromáticos,tais como tolueno, o-, m- e p-xileno, hidrocarbonetos halogenados, tais comocloreto de metileno, clorofórmio e clorobenzeno, éteres, tais como dietil éter,diisopropil éter, terc.-butil metil éter, dioxano, anisol e tetraidrofurano,nitrilas, tais como acetonitrila e propionitrila, cetonas, tais como acetona,metil etil cetona, dietil cetona e terc.-butil metil cetona, e também dimetilsulfóxido, dimetilformamida e dimetilacetamida, preferivelmentetetraidrofurano, metiltercbutiléter, metilenocloreto, clorofórmio, acetonitrila,tolueno ou dimetilformamida. É também possível utilizarem-se misturas dossolventes mencionados.
Bases adequadas são, em geral, compostos inorgânicos, taiscomo hidróxidos de metal alcalino e metal alcalino terroso, tais comohidróxido de lítio, hidróxido de sódio, hidróxido de potássio e hidróxido decálcio, óxidos de metal alcalino e metal alcalino terroso, tais como óxido delítio, óxido de sódio, óxido de cálcio e óxido de magnésio, hidretos de metalalcalino e metal alcalino terroso, tais como hidreto de lítio, hidreto de sódio,hidreto de potássio e hidreto de cálcio, carbonatos de metal alcalino e metalalcalino terroso, tais como carbonato de lítio, carbonato de potássio, ecarbonato de cálcio, e também bicarbonatos de metal alcalino, tais comobicarbonato de sódio, além disso, bases orgânicas, por exemplo, aminasterciárias, tais como trimetilamina, trietilamina, triisopropiletilamina e N-me-tilpiperidina, piridina, piridinas substituídas, tais como colidina, lutidina e 4-dimetilaminopiridina, e também aminas bicíclicas. Preferência particular édada a piridina, trietilamina e carbonato de potássio. As bases são geralmenteempregadas em quantidades equimolares, em excesso ou, se apropriado, comosolvente. O excesso da base é tipicamente de 0,5 a 5 equivalentes molares emrelação a 1 mol dos compostos (V).
Os materiais de partida são geralmente reagidos entre si emquantidades equimolares.
Se sulfonilcloretos (IV) não forem comercialmentedisponíveis, eles podem ser obtidos de acordo com procedimentos conhecidosna arte.
As quinolinas (V) são conhecidas da literatura ou sãocomercialmente disponíveis (p. ex.: 4-metilenaminoquinolina: CAS-No.5632-13-3; 6-cloro-4-metilenaminoquinolina: CAS-No. 859814-05-5; 6-metóxi-4-metilenaminoquinolina: CAS-No. 708261-71-6; 8-hidróxi-4-metilenaminoquinolina: CAS-No. 33976-91-9; 6-metóxi-8-cloro-4-metilenaminoquinolina: CAS-No. 857207-07-9), ou podem ser preparadasdos precursores de quinolina (VI), em que X é como definido no seguinteesquema por redução:
<formula>formula see original document page 9</formula>
Métodos desta redução podem ser encontrados na literatura, p.ex., em Houben-Weyl, Band 10/4, Tieme, Stuttgart, 1968; Band 11/2, 1957;Band E5, 1985; J. Heterocycl. Chem., 1997, 34 (6), pp. 1661-1667; J. Chem.Soe. 1954, p. 1165; Heterocycles, 41(4), pp. 675-688, 1995; J. Org. Chem.,1982, 47, p. 3153; Heterocycles, 1996, 43 (9), pp. 1893-1900; J. Prakt. Chem-Chem. Ztg. 336(8), pp. 695-697, 1994; ou são conhecidos daqueles hábeis na arte.
As oximas (VIa) podem ser preparadas do respectivo aldeído(X=CHO; compostos (VId)) ou do metilderivado (X=CH3; compostos (VIe)),como descrito em Houben-Weyl, Band 10/4, Tieme, Stuttgart, 1968; Band11/2, 1957; Band E5, 1985; J. Prakt. Chem-Chem. Ztg. 336(8), pp. 695-697,1994; Tetrahedron Lett 42(39), pp.6815-6818, 2001; ou Heterocycles, 29(9),pp. 1741-1760, 1989.
Os aldeídos (VId) são comercialmente disponíveis (p. ex., 6-cloroquinolin-4-aldeído, 7-metóxi quinolin-4-aldeído e quinolin-4-aldeído) oupodem ser sintetizados de 4-metil quinolina como resumido em J. Org. Chem.51(4), pp. 536-537, 1986, ou de um haloderivado (X= halogênioi compostos(VIf)) como mostrado em Eur. J. Org. Chem., 2003, (8), pp. 1576-1588;Tetrahedron Lett. 1999, 40 (19), pp. 3719-3722; Tetrahedron, 1999, 55 (41),pp. 12149-12156.
Os derivados de metila (VIe) são comercialmente disponíveis(p. ex., 6-cloro 4-metilquinolina; 6,8-dimetóxi-quinolina) ou podem sersintetizados de acordo com "Science of Synthesis", Vol. 15, Tieme, Stuttgart,2005.
As nitrilas (VIb) podem ser preparadas do respectivo derivadode halogênio (VIf) (X=halogênio, preferivelmente cloro, bromo ou iodo) porreação com uma fonte de cianeto com ou sem catalisadores adicionais, comodescrito, p. ex., em Tetrahedron Lett. 42(38), pp. 6707-6710, 2001; Chem.Eur. J., 2003, 9 (8), pp. 1828-1836; Chem. Commun. (Cambridge), 2004,(12), pp. 1388-1389; J. Organomet. Chem. 2004, 689 (24), pp. 4576-4583; ouJ. Chem. Soe. Perk. T., 1 (16), pp. 2323-2326, 1999. Alternativamente, aamida ou oxima pode ser desidratada na correspondente nitrila (VIb), comoresumido em "Synthesis", Stuttgart, (10), pp. 943-944, 1992; ou literatura alicitada; ou Heterocycl. Chem. 1997, 34 (6), pp. 1661 - 1667.
As quinolinas de 4-halogênio (Vlf) são comercialmentedisponíveis ou podem ser sintetizadas de acordo com "Science of Synthesis",Vol. 15, Tieme, Stuttgart, 2005 ou p. ex., de acordo com a seguinte literaturaou citações ali: 4-cloro-6,7-dimetóxi quinolina: Journal Med. Chem. 48(5), p.1359, 2005; 4-cloro-5,7-dicloro quinolina: Indian, 187817, 29 Jun 2002; 4-cloro-7-cloro quinolina: Tetrahedron, 60 (13), p. 3017, 2004; 4-cloro-7-trifluorometil quinolina;Tetrahedron Iett., 31(8), p. 1093, 1990; 4-cloro-7,8-dimetóxi quinolina: Tetrahedron, 41 (15), p. 3033, 1985; 4-cloro-8-metóxiquinolina: Chem. Berichte 118(4), p.1556, 1985; 4-cloro-(6 ou 7 ou 8)-iodoquinolina, 4-bromo-(6 ou 7 ou 8)-iodo quinolina, 4-iodo-(6 ou 7 ou 8)-iodoquinolina: J. Med. Chem., 21(3), p. 268, 1978.
Outros métodos para construir precursores apropriados oumodificar o padrão de substituição podem ser encontrados em "Synthesis",Stuttgart (1), pp. 31 - 32, 1993; Tetrahedron, 1993, 49 (24), pp. 5315-5326;"Methods in Science of Synthesis", Band 15, e literatura ali citada; Bioorg.Med. Chem. Lett. 1997, 7 (23), pp. 2935-2940; J. Am. Chem. Soc., 1946, 68,p. 1264; ou Org. Synth.1955, III, p. 272.
Nos mesmos casos pode ser benéfico em termos de facilidadede elaboração ou purificação realizar a redução dos compostos (VI) noscompostos (V) e a reação da amina (V) como composto (IV) em um pote, semisolar os compostos (V).
Alguns dos intermediários de fórmula II são novos e exibematividade pesticida. Estes são também assunto desta invenção.
Especialmente, os intermediários de fórmula II. 1 são assuntoda presente invenção:
<formula>formula see original document page 11</formula>
em que L2 é cloro, bromo ou iodo e as outras variáveis sãocomo definidas acima para a fórmula I, com exceção dos compostos em queR4 e R7 são hidrogênio e R5 e R6 são os mesmos e selecionados do grupoconsistindo de hidrogênio, metila, flúor, cloro, metóxi e trifluorometóxi.
Se os compostos individuais I não forem obteníveis pelas rotasdescritas acima, eles podem ser preparados por derivatização de outroscompostos I ou por modificações costumeiras das rotas de síntese descritas.
A preparação dos compostos de fórmula I pode resultar emserem obtidos como misturas isoméricas (estereoisômeros, enantiômeros). Sedesejado, estes podem ser decompostos pelos métodos costumeiros para estafinalidade, tais como cristalização ou cromatografia, também em adsorbatoopticamente ativo, para fornecer isômeros puros.
Os compostos inventivos I podem estar presentes emmodificações cristalinas diferentes, que podem diferir em sua atividadebiológica. Estes são também assunto da presente invenção.
Sais agronomicamente aceitáveis dos compostos I podem serformados de uma maneira costumeira, p. ex., por reação com um ácido doânion em questão.
Neste relatório e nas reivindicações, será feita referência anumerosos termos que serão definidos como tendo os seguintes significados:
"Sal", como aqui usado, inclui adutos dos compostos I comácido maléico, ácido dimaléico, ácido fumárico, ácido difumárico, ácidometano sulfênico, ácido metano sulfônico e ácido succínico. Além disso,incluídos como "sais" são aqueles que podem formar, por exemplo, comaminas, metais, bases de metal alcalino terroso ou bases de amônioquaternário, incluindo zuiteríons. Hidróxidos de metal e metal alcalino terrosoadequados como formadores de sal incluem os sais de bário, alumínio, níquel,cobre, manganês, cobalto zinco, ferro, prata, lítio, sódio, potássio, magnésioou cálcio. Formadores de sal adicionais incluem cloreto, sulfato, acetato,carbonato, hidreto, e hidróxido. Sais desejáveis incluem adutos dos compostosI com ácido maleico, ácido dimaléico, ácido fumárico, ácido difumárico eácido metano sulfônico."Halogênio" será considerado como significando fluoro, cloro,bromo e iodo.
O termo "alquila" como aqui usado refere-se a um grupohidrocarboneto saturado, tendo 1 a 6 átomos de carbono, por exemplo, metila,etila, propila, 1-metiletila, butila, 1-metilpropila, 2-metilpropila, 1,1-dimetiletila, pentila, 1-metilbutila, 2-metilbutila, 3-metilbutila, 2,2-dimetilpropila, 1-etilpropila, hexila, 1,1 -dimetilpropila, 1,2-dimetilpropila, 1-metilpentila, 2-metilpentila, 3-metilpentila, 4-metilpentila, 1,1-dimetilbutila,1,2-dimetilbutila, 1,3-dimetilbutila, 2,2-dimetilbutila, 2,3-dimetilbutila, 3,3-dimetilbutila, 1-etilbutila, 2-etilbutila, 1,1,2-trimetilpropila, 1,2,2-trimetilpropila, 1-etil-l-metilpropil e 1-etil-2-metilpropila.
O termo "haloalquila" como aqui usado refere-se a um grupoalquila de cadeia reta ou ramificada, tendo 1 a 6 átomos de carbono (comomencionado acima), em que alguns ou todos os átomos de hidrogênio destesgrupos podem ser substituídos por átomos de halogênio como mencionadoacima, por exemplo, C1-C2-haloalquila, tal como clorometila, bromometila,diclorometila, triclorometila, fluorometila, difluorometila, trifluorometila,clorofluorometila, diclorofluorometila, clorodifluorometila, 1-cloroetila, 1-bromoetila, 1-fluoroetila, 2-fluoroetila, 2,2-difluoroetila, 2,2,2-trifluoroetila,2-cloro-2-fluoroetila, 2-cloro-2,2-difluoroetila, 2,2-dicloro-2-fluoroetila,2,2,2-tricloroetil e pentafluoroetila;
Similarmente, "alcóxi" e "alquiltio" referem-se a gruposalquila de cadeia reta ou ramificada, tendo 1 a 6 átomos de carbono (comomencionado acima) ligados através de ligações oxigênio ou enxofre,respectivamente, em qualquer ligação do grupo alquila. Exemplos incluemmetóxi, etóxi, propóxi, isopropóxi, metiltio, etiltio, propiltio, isopropiltio, e n-butiltio.
Similarmente, "alquilsulfinila" e "alquilsulfonila" referem-se agrupos alquila de cadeia reta ou ramificada, tendo 1 a 6 átomos de carbono-
(como mencionado acima) ligados através de ligações -S(=0)- ou —S(=0)2-,respectivamente, em qualquer ligação do grupo alquila. Exemplos incluemmetilsulfinila e metilsulfonila.
O termo "alquenila" como aqui usado destina-se a um grupohidrocarboneto insaturado, ramificado ou não ramificado, tendo 2 a 6 átomosde carbono e uma dupla ligação em qualquer posição, tal como etenila, 1-propenila, 2-propenila, 1-metil-etenila, 1-butenila, 2-butenila, 3-butenila, 1-metil-l-propenila, 2-metil-l-propenila, l-metil-2-propenila, 2-metil-2-propenila; 1-pentenila, 2-pentenila, 3-pentenila, 4-pentenila, 1-metil-1-butenila, 2-metil-1-butenila, 3 -metil- 1-butenila, l-metil-2-butenila, 2-metil-2-butenila, 3-metil-2-butenila, l-metil-3-butenila, 2-metil-3-butenila, 3-metil-3-butenila, l,l-dimetil-2-propenila, 1,2-dimetil-l-propenila, 1,2-dimetil-2-propenila, 1-etil-l-propenila, l-etil-2-propenila, 1-hexenila, 2-hexenila, 3-hexenila, 4-hexenila, 5-hexenila, 1-metil-1-pentenila, 2-metil-1-pentenila, 3-metil-1-pentenila, 4-metil- 1-pentenila, 1-metil-2-pentenila, 2-metil-2-pentenila, 3-metil-2-pentenila, 4-metil-2-pentenila, l-metil-3-pentenila, 2-metil-3-pentenila, 3-metil-3-pentenila, 4-metil-3-pentenila, l-metil-4-pentenila, 2-metil-4-pentenila, 3-metil-4-pentenila, 4-metil-4-pentenila, 1,1-dimetil-2-butenila, l,l-dimetil-3-butenila, 1,2-dimetil- 1-butenila, 1,2-dimetil-2-butenila, l,2-dimetil-3-butenila, 1,3-dimetil-1-butenila, l,3-dimetil-2-butenila, l,3-dimetil-3-butenila, 2,2-dimetil-3-butenila, 2,3-dimetil-1-butenila,2,3-dimetil-2-butenila, 2,3-dimetil-3-butenila, 3,3-dimetil-1-butenila, 3,3-dimetil-2-butenila, 1-etil-1-butenila, l-etil-2-butenila, l-etil-3-butenila, 2-etil-1-butenila, 2-etil-2-butenila, 2-etil-3-butenila, 1,1,2-trimetil-2-propenila, 1-etil-l-metil-2-propenila, l-etil-2-metil-l-propenil e l-etil-2-metil-2-propenila;
O termo "alquinila" como aqui usado refere-se a um grupohidrocarboneto tendo 2 a 6 átomos de carbono e contendo pelo menos umatripla ligação, tal como etinila, propinila, 1-butinila, 2-butinila, e similares.
Similarmente, "alquenilóxi" e "alquinilóxi" refere-se a gruposalquila de cadeia reta ou ramificada, tendo 2 a 6 átomos de carbono (comomencionado acima) ligados através de uma ligação oxigênio em qualquerligação do grupo alquenila ou em qualquer átomo de carbono do grupoalquinila que não é vicinal ao átomo de carbono da tripla ligação, p. ex.,alilóxi ou propargilóxi.
O termo "cicloalquila" como aqui usado refere-se a anéis deátomo de carbono saturados monocíclicos de 3 a 7 membros, tais comociclopropila, ciclobutila, ciclopentila, cicloexila, ou cicloeptila.
Com respeito ao uso pretendido dos compostos de fórmula I,preferência particular é dada aos seguintes significados dos substituintes, emcada caso sozinhos ou em combinação:
Derivados de quinolina de fórmula I de acordo com areivindicação 1, em que
R15 R\ Rj são cada um independentemente halogênio, ciano,C1C6-alquila, C2-C6-alquenila, C2-C6-alquinila, C1C6-alcóxi, C2-C6-alquenilóxi, C2-C6-alquinilóxi, C1-Cô-haloalquila, C1-C6-haloalcóxi, C1-C6-alquiltio, C1C6-Iialoalqmltio, C1C6-alquilsulfonila, C1-C6-haloalquilsulfonila,ou C(Ra)=NORb5 mais preferivelmente flúor, cloro, bromo, ciano, Cj-C6-alquila, C1-C6-alcóxi, Ci-C6-Iialoalquiia, ou Ci-C6-haloalcoxi;
m e η são cada um independentemente 1, 2, 3, 4, ou 5; eρ é O, 1, 2, 3, 4, ou 5.
Derivados de quinolina de fórmula I de acordo com areivindicação 1, em que R1, Rz, Rj são cada um independentemente flúor,cloro, bromo, ciano, C1-C4-alquila, C1-C6-Cicloalquila, C1-C4-alcóxi, C2-C3-alquenilóxi, C2-C3-alquinilóxi, C1C4-haloalquila, C1-C4-haloalcóxi, C1-C4-alquiltio, C1-C4-Iialoalquiltio, C1-C4-alquilsulfonila, C1-C2-haloalquilsulfonila;e a soma de m, η e ρ é igual a 2 ou 3.
Derivados de quinolina de fórmula I de acordo com areivindicação 1, em que R4, R5, R6, R7 são cada um independentementehidrogênio, halogênio, C1C6-alquila, C1C6-alcóxi, C1-C6-haloalquila, C1C6-haloalcóxi, ou C1-C6-alquiltio, preferivelmente flúor, cloro, bromo, iodo, C1C4-alquila, C1-C4-alcóxi, CrC4-haloalquila, C1-C4-haloalcóxi, ou C1-C4-alquiltio.
Um composto de fórmula I em que a soma de m, η e ρ é iguala 2 ou 3.
Um composto de fórmula I, em que a posição marcada "2" docomponente bifenila é substituída por fluoro, cloro, bromo, metila, metóxi,trifluorometila, metiltio, trifluorometiltio, difluormetóxi ou trifluormetóxi.
Um composto de fórmula I, em que a posição marcada "2" docomponente bifenila é substituída por fluoro, cloro, bromo, metila, metóxi,trifluorometila, metiltio, trifluorometiltio, difluormetóxi ou trifluormetóxi, e asoma de m, η e ρ é igual a 2 ou 3.
Um composto de fórmula I, em que a posição marcada "3" docomponente bifenila é substituída por fluoro, cloro, bromo, metila, metóxi,trifluorometila, metiltio, trifluorometiltio, difluormetóxi ou trifluorometóxi.
Um composto de fórmula I, em que a posição marcada "3" docomponente bifenila é substituída por fluoro, cloro, bromo, metila, metóxi,trifluorometila, metiltio, trifluorometiltio, difluormetóxi ou trifluorometóxi, ea soma de m, η e ρ é igual a 2 ou 3.
Um composto de fórmula Ll em que o componente bifenilatem o padrão de substituição como no seguinte esquema e R1 e R sao comodefinidos acima para os compostos de fórmula I:
Um composto de fórmula 1.1 em que o componente bifenilatem o padrão de substituição como representado acima, R1 é selecionado dogrupo fluoro, cloro, bromo, metila, metóxi, trifluorometila, metiltio,trifluorometiltio, difluorometóxi e trifluorometóxi, e R2 é como definido aquiantes para os compostos de fórmula I.
Um composto de fórmula 1.1 como definido nos doisparágrafos precedentes, que contém mais um substituinte selecionado de R .
Um composto de fórmula 1.2 em que o componente bifenilatem o padrão de substituição:
<formula>formula see original document page 17</formula>
Um composto de fórmula 1.2 que contém mais um substituinteselecionado de R3.
Um composto de fórmula 1.3 em que o componente bifenilatem o padrão de substituição:
Um composto de fórmula 1.3 que contém mais um substituinteselecionado de R3.
Um composto de fórmula I em que o componente quinolina éselecionado da tabela A:
Tabela A
<formula>formula see original document page 17</formula>
* indica o local de ligação à cadeia principal
<table>table see original document page 17</column></row><table><table>table see original document page 18</column></row><table><table>table see original document page 19</column></row><table>
Com respeito a seu uso, preferência particular é dada aoscompostos I compilados nas tabelas abaixo. Além disso, os gruposmencionados para um substituinte das tabelas são sozinhos,independentemente da combinação em que são mencionados, uma forma derealização particularmente preferida do substituinte em questão.Tabela 1
Os compostos de fórmula IA, em que Q indica Q-1, ρ é zero ea combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
<formula>formula see original document page 19</formula>
Tabela 2
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-2, ρ é zero, e acombinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 3
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-3, ρ é zero, e acombinação de (R)m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 4
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-4, ρ é zero, e acombinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 5Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, ρ é zero, e acombinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 6
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-6, ρ é zero, e acombinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 7
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-8, ρ é zero, e acombinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 8
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-10, ρ é zero, e acombinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 9
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-12, ρ é zero, e acombinação de (R1) m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 10
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-14, ρ é zero, e acombinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 11
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-16, ρ é zero, e acombinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 12
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-18, ρ é zero, e acombinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 13
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-20, ρ é zero, e acombinação de (R 1)m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 14
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-22, ρ é zero, e acombinação de (R 1)m e (R 2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 15
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-24, ρ é zero, e acombinação de (R 1)m e (R 2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 16
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-27, ρ é zero, e acombinação de (R 1)m e (R 2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 17
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-33, ρ é zero, e acombinação de (R1 )m e (R 2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 18
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-39, ρ é zero, e acombinação de (R1)m e (R 2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 19
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-45, ρ é zero, e acombinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 20
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-51, ρ é zero, e acombinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B.
Tabela 21
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (Rj)p é 4-F, ea combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 22
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-C1, ea combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 23
Compostos de fórmula LA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-Br, ea combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 24
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-CH3,e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a LA-1459.
Tabela 25
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-C2CH3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 26
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-C(CH3)3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.Tabela 27
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-
OCH3, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 28
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-OCH2CH3, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a umno. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 29
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R )p é 4-CF3,e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 30
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R )p é 4-CH(CF3)2, e a combinação de (Ri)m e (Rz)n
em cada caso corresponde a umno. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.Tabela 31
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R )p é 4-CF(CF3)2, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a umno. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 32
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R )p é 4-C(OH)(CF3)2, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde aum no. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 33
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R )p é 4-
OCF3, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 34Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-OCHF2, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 35
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-SCF3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 36
Compostos de fórmula IA em queQ indica Q-1, (R3)p é 4-SO2CF3, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 37
Compostos de fórmula IA em queQindica Q-1, (R3)p é 4-CN,
e a combinação de (R 1)m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 38
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R )p é 4-SCH3, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de LA-469 a IA-1459.
Tabela 39
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-SO2CH3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 40
Compostos de fórmula LA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-OCF2CF3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a umno. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 41
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-OCH2CHCH2, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde aum no. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 42
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3 )p é 4-CH2CCH, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a umno. de combinação da Tabela B selecionado de LA-469 a IA-1459.
Tabela 43
Compostos de fórmula LA em queQ indica Q-1, (R3)p é 4-
CH2CF3, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de LA-469 a IA-1459.
Tabela 44
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R )p é 4-CH2CH2OCH3, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde aum no. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 45
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 4-OC(CH3)3, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a umno. de combinação da Tabela B selecionado de LA-469 a LA-1459.
Tabela 46
Compostos de fórmula LA em que Q indica Q-1, (R )p é 4-OCH2-Cido-C3H5, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso correspondea um no. de combinação da Tabela B selecionado de LA-469 a LA-1459.
Tabela 47
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3)p é 5-F, ea combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 48
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R3 )pé 5-C1, ea combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 49
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R )pé 5-Br, ea combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 50
Compostos de fórmula IA em que
Q indica Q-Ij (Rj)p é 5-CH3,e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e LA-1379 a IA-1459.
Tabela 51
Compostos de fórmula IA em que
Q indica Q-1, (R3)p é 5-OCH3, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e LA-1379 a LA-1459.
Tabela 52
Compostos de fórmula IA em que
Q indica Q-1, (Rj)p é 5-CF3,
e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 53
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-1, (R )p é 5-OCF3, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 54
Compostos de fórmula LA em que Q indica Q-1, (R3)p é 5-SCH3, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 55
Compostos de fórmula IA em que
Q indica Q-1, (Rj)p é 5-
OCHF2, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 56
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-F, ea combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 57
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R )p é 4-C1, ea combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 58
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-Br, e
a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 59
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-CH3,e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 60
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-C(2CH3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 61
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-O(CH3)3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 62
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-OCH3, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.Tabela 63
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-OCH2CH3, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a umno. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.Tabela 64
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-CF3,e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.Tabela 65
Compostos de fórmula LA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-• 12CH(CF3)2, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um
no. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 66
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R )p é 4-CF(CF3)2, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um
no. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 67
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R )p é 4-C(OH)(CF3)2, e a combinação de (R1)m e (Rz)n em cada caso corresponde aum no. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 68
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-• 12OCF3, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 69
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-OCHF2, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 70Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-
SCF3, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 71
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (Rj)p é 4-
SO2CF3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 72
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-CN,e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 73
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-SCH3, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 74
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-
S02CH3, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 75
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-OCF2CF3, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde a umno. de combinação da Tabela B selecionado de LA-469 a IA-1459.
Tabela 76
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-OCH2CHCH2, e a combinação de (R )m e (R )n em cada caso corresponde aum no. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 77
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-CH2CCH5 e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a umno. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 78
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-CH2CF3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 79
Compostos de fórmula LA em que Q indica Q-5, (R )p é 4-CH2CH2OCH3, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde aum no. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 80
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-OC(CH3)3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a umno. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 81
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 4-OCH2-ciclo-C3H5, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso correspondea um no. de combinação da Tabela B selecionado de IA-469 a IA-1459.
Tabela 82
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R )p é 5-F, ea combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 83
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R3)p é 5-C1, ea combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 84
Compostos de fórmula IA em que Qindica Q-5, (R3)p é 5-Br, ea combinação de (R1 )m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 85
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R )p é 5-CH3,e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 86
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (R )p é 5-OCH3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 87
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (Rj)p é 5-CF3,e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 88
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (Rj)p é 5-
OCF3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 89
Compostos de fórmula IA em que Q indica Q-5, (Rj)p é 5-SCH3, e a combinação de (R1)m e (R2)n em cada caso corresponde a um no. decombinação da Tabela B selecionado de IA-I a IA-702 e IA-1379 a IA-1459.
Tabela 90
Compostos de fórmula IA em que
Q indica Q-5, (Rj)p é 5-
OCHF2, e a combinação de (R1 )m e (R2 )n em cada caso corresponde a um no.de combinação da Tabela B selecionado da IA-I a IA-702 e IA-1379 a LA-1459.
No.* na Tabela B indica o no. de combinação.Tabela B
<table>table see original document page 32</column></row><table><table>table see original document page 33</column></row><table><table>table see original document page 34</column></row><table><table>table see original document page 35</column></row><table><table>table see original document page 36</column></row><table><table>table see original document page 37</column></row><table><table>table see original document page 38</column></row><table><table>table see original document page 39</column></row><table><table>table see original document page 40</column></row><table><table>table see original document page 41</column></row><table><table>table see original document page 42</column></row><table><table>table see original document page 43</column></row><table><table>table see original document page 44</column></row><table><table>table see original document page 45</column></row><table><table>table see original document page 46</column></row><table><table>table see original document page 47</column></row><table><table>table see original document page 48</column></row><table>
Nos intermediários de fórmula I da presente invenção, asvariáveis têm os mesmos significados preferidos como descritos acima paraos compostos de fórmula I.Os compostos de fórmula I são especialmente adequados paraeficientemente combater as seguintes pestes:
insetos da ordem dos lepidópteros (Lepidoptera), por exemploAgrotis ypsilon, Agrotis segetum, Alabama argillaeea, Aiiticarsia gemmatalis, Argyrestia conjugella, Autographa gamma, Bupalus piniarius, Cacoeciamurinana, Capua reticulana, Cheimatobia brumata, Choristonaura fumiferana,Choristonaura occidentalis, Cirfis unipuncta, Cydia pomonella, Dendrolimuspini, Diaphania nitidalis, Diatraea grandiosella, Earias insulana, Elasmopalpuslignosellus, Eupoecilia ambiguella, Evetria bouliana, Feltia subterranea,Galleria mellonella, Grapholita funebrana, Grapholita molesta, Heliotisarmigera, Heliotis virescens, Heliotis zea, Hellula undalis, Hibernia defoliaria,Hyphantria cunea, Hyponomeuta malinallus, Ceiferia lycopersicella,Lambdina fiseellaria, Laphygma exigua, Leucoptera eoffeella, Leucopterascitella, Litocolletis blancardella, Lobesia botrana, Loxostege stieticalis, Lymantria dispar, Lymantria monacha, Lyonetia clercella, Malaeosomaneustria, Mamestra brassicae, Orgyia pseudotsugata, Ostrinia nubilalis,Panolis flammea, Peetinophora gossypiella, Peridroma saueia, Phalerabucephala, Phtorimaea operculella, Phyllocnistis citrella, Pieris brassicae,Platipena scabra, Plutella xilostella, Pseudoplusia includens, Rhyacioniafrustrana, Scrobipalpula absoluta, Sitotroga cerealella, Sparganotis pilleriana,Spodoptera frugiperda, Spodoptera littoralis, Spodoptera litura, Taumatopoeapityocampa, Tortrix viridana, Trichoplusia ni e Zeiraphera canadensis,besouros (Coleópteros), por exemplo Agrilus sinuatus, Agriotes linaatus,Agriotes obscurus, Amfimallus solstitialis, Anisandrus dispar, Antonomus grandis, Antonomus pomorum, Aphtona euphoridae, Atous haemorrhoidalis,Atomaria linaaris, Blastophagus piniperda, Blitophaga undata, Bruchusrufimanus, Bruchus pisorum, Bruchus lentis, Byctiscus betulae, Cassidanebulosa, Cerotoma trifureata, Cetonia aurata, Ceutorrhynchus assimilis,Ceutorrhynchus napi, Chaetoenema tibialis, Conoderus vespertinus, Crioeerisasparagi, Ctenicera ssp., Diabrotica longicornis, Diabrotica semipunctata,Diabrotiea 12-punetata Diabrotiea speciosa, Diabrotiea virgifera, Epilaehnavarivestis, Epitrix hirtipennis, Eutinobothrus brasiliensis, Hylobius abietis,Hypera brunneipennis, Hypera postiça, Ips typographus, Lema bilinaata,Lema melanopus, Leptinotarsa decemlinaata, Limonius ealifornieus,Lissorhoptrus oryzofilus, Melanotus communis, Meligethes aeneus,Melolonta hippoeastani, Melolonta melolonta, Oulema oryzae,Ortiorrhynehus suleatus, Otiorrhynehus ovatus, Phaedon coehleariae,Phyllobius piri, Phyllotreta chrysocephala, Phyllophaga sp., Phyllopertahorticola, Phyllotreta nemorum, Phyllotreta striolata, Popillia japoniea, Sitonalinaatus e Sitofilus granaria,
Moscas, mosquitos (Dípteros), p. ex., Aedes aegypti, Aedesalbopictus, Aedes vexans, Anastrepha ludens, Anopheles maculipennis,Anopheles crucians, Anopheles albimanus, Anopheles gambiae, Anophelesfreeborni, Anopheles leucosphyrus, Anopheles minimus, Aiiophelesquadrimaculatus, Calliphora vicina, Ceratitis capitata, Chrysomya bezziana,Chrysomya hominivorax, Chrysomya macellaria, Chrysops discalis, Chrysopssilacea, Chrysops atlanticus, Cochliomyia hominivorax, Contarinia sorghicolaCordylobia anthropophaga, Culicoides furens, Culex pipiens, Culexnigripalpus, Culex quinquefasciatus, Culex tarsalis, Culiseta inornata,Culiseta melanura, Dacus eueurbitae, Daeus oleae, Dasineura brassicae, Deliaantique, Delia coarctata, Delia platura, Delia radicum, Dermatobia hominis,Fannia eanieularis, Geomyza Tripunctata, Gasterofilus intestinalis, Glossinamorsitans, Glossina palpalis, Glossina fuscipes, Glossina tachinoides,Haematobia irritans, Haplodiplosis equestris, Hippelates spp., Hylemyiaplatura, Hypoderma linaata, Leptoconops torrens, Liriomyza sativae,Liriomyza trifolii, Lueilia caprina, Lucilia cuprina, Lucilia sericata, Lyeoriapectoralis, Mansonia titillanus, Mayetiola destruetor, Musea domestica,Muscina stabulans, Oestrus ovis, Opomyza florum, Oscinella frit, Pegomyahysocyami, Phorbia antiqua, Phorbia brassicae, Phorbia coarctata,Phlebotomus argentipes, Psorophora columbiae, Psila rosae, Psorophoradiscolor, Prosimulium mixtum, Rhagoletis cerasi, Rhagoletis pomonella,Sarcophaga haemorrhoidalis, Sarcophaga sp., Simulium vittatum, Stomoxisealeitrans, Tabanus bovinus, Tabanus atratus, Tabanus linaola, e Tabanussimilis, Tipula oleracea, e Tipula paludosa
tripses (Tisanópteros), p. ex., Dichromothrips corbetti,Dichromothrips ssp, Frankliniella fusca, Frankliniella occidentalis,Frankliniella tritici, Seirtothrips citri, Thrips oryzae, Thrips palmi e Thripstabaci,
Cupins (Isópteros), p. ex., Calotermes flavicolis, Leucotermesflavipes, Heterotermes aureus, Retieulitermes flavipes, Retieulitermesvirginicus, Reticulitermes lucifugus, Termes natalensis, e Coptotermesformosanus,
baratas (Blattaria - Blattodea), p. ex., Blattella germanica,Blattella asahinae, Periplaneta americana, Periplaneta japonica, Periplanetabrunnea, Periplaneta fuligginosa, Periplaneta australasiae, e Blatta orientalis,
percevejos verdadeiros (Hemípteros), p. ex., Acrosternumhilare, Blissus leucopterus, Cyrtopeltis notatus, Dysdercus cingulatus,Dysdercus intermedius, Eurygaster integriceps, Euschistus impictiventris,Leptoglossus phyllopus, Lygus linaolaris, Lygus pratonsis, Nezara viridula,Piesma quadrata, Solubea insularis , Tianta perditor, Acyrtosiphononobrychis, Adelges laneis, Afidula nasturtii, Afis fabae, Afis forbesi, Afispomi, Afis gossypii, Afis grossulariae, Afis schneideri, Afis spiraecola, Afissambuci, Acyrtosiphon pisum, Aulaeorthum solani, Bemisia argentifolii,Brachyeaudus cardui, Brachyeaudus helichrysi, Brachyeaudus persicae,Brachyeaudus prunicola, Brevieoryne brassicae, Capitophorus horni,Cerosipha gossypii, Chaetosiphon fragaefolii, Cryptomyzus ribis, Dreyfiisianordmannianae, Dreyfiisia piceae, Dysafis radicola, Dysaulacorthumpseudosolani, Dysafis plantaginea, Dysafis piri, Empoasca fabae, Hyalopteruspruni, Hyperomyzus lactucae, Macrosiphum avenae, Maerosiphumeuphorbiae, Maerosiphon rosae, Megoura vieiae, Melanafis pirarius,Metopolofium dirhodum, Myzus persicae, Myzus ascalonicus, Myzus eerasi,Myzus varians, Nasonovia ribis-nigri, Nilaparvata lugens, Pemfigus bursarius,Perkinsiella saecharicida, Phorodon humuli, Psylla mali, Psylla piri,Rhopalomyzus ascalonicus, Rhopalosiphum maidis, Rhopalosiphum padi,Rhopalosiphum insertum, Sappafis mala, Sappafis mali, Schizafis graminum,Schizoneura lanuginosa, Sitobion avenae, Trialeurodes vaporariorum,Toxoptera aurantiiand, Viteus vitifolii, Cimex lectularius, Cimex hemipterus,Reduvius senilis, Triatoma spp., e Arilus critatus.
formigas, abelhas, vespas, vespões (Himenópteros) p. ex.,Atalia rosae, Atta cephalotes, Atta capiguara, Atta cephalotes, Atta laevigata,Atta robusta, Atta sexdens, Atta texana, Crematogaster spp., Hoplocampaminuta, Hoplocampa testudinaa, Monomorium pharaonis, Solnopsisgeminata, Solnopsis invicta, Solnopsis richteri, Solnopsis xiloni,Pogonomyrmex barbatus, Pogonomyrmex californicus^ Pheidolemegacephala, Dasymutilla occidentalis, Bombus spp. Vespula squamosa,Paravespula vulgaris, Paravespula pennsylvanica, Paravespula germanica,Dolichovespula maculata, Vespa crabro, Polistes rubiginosa, Camponotusfloridanus, e Linapithema humile,
grilos, gafanhotos, cigarras (Ortópteros) p. ex., Achetadomestica, Gryllotalpa gryllotalpa, Locusta migratória, Melanoplus bivittatus,Melanoplus femurrubrum, Melanoplus mexicanus, Melanoplus sanguinipes,Melanoplus spretus, Nomadacris septemfasciata, Schistocerca americana,Schistocerca gregaria, Dociostaurus maroccanus, Tachycines asynamorus,Oedaleus senegalensis, Zonozerus variegatus, Hieroglyphus daganensis,Kraussaria angulifera, Calliptamus italicus, Chortoicetes terminifera, eLocustana pardalina,Aracnóides, tais como aracnídeos (Acarídeos), p. ex., dasfamílias Argasidae, Ixodidae e Sarcoptidae, tais como Amblyommaamericanum, Amblyomma variegatum, Ambryomma maculatum, Argaspersicus, Boofilus annulatus, Boofilus decoloratus, Boofilus microplus,Dermacentor silvarum, Dermacentor andersoni, Dermacentor variabilis,Hyalomma truncatum, Ixodes ricinus, Ixodes rubicundus, Ixodes scapularis,Ixodes holocyclus, Ixodes pacificus, Ornitodorus moubata, Ornitodorushermsi, Ornitodorus turicata, Ornitonissus bacoti, Otobius megnini,Dermanissus gallinae, Psoroptes ovis, Rhipicephalus sanguineus,Rhipicephalus appendiculatus, Rhipicephalus evertsi, Sarcoptes scabiei, eEriophyidae spp. tais como Aculus schlechtendali, Phyllocoptrata oleivora eEriophyes sheldoni; Tarsonemidae spp. tais como Phytonamus pallidus ePolyphagotarsonemus latus; Tenuipalpidae spp. tais como Brevipalpusphoenicis; Tetranichidae spp. tais como Tetranichus cinnabarinus,Tetranichus kanzawai, Tetranichus pacificus, Tetranichus telarius eTetranichus urticae, Panonichus ulmi, Panonichus citri, e Oligonichuspratonsis; Araneida, p. ex., Latrodectus mactans, e Loxosceles reclusa,pulgas (sifonápteros) p. ex., Ctenocephalides felis,Ctenocephalides canis, Xenopsylla cheopis, Pulex irritans, Tunga penetrans, eNosopsyllus fasciatus,
camarupim, firebrat (Tisanura), p. ex., Lepisma saccharina eThermobia domestica,
centípedes (Chilopoda), p. ex., Scutigera coleoptrata,milípedes (Diplopoda), p. ex., Narceus spp.,forficulinos (Dermápteros), p. ex., forficula auricularia,piolhos (Ftirápteros), p. ex., Pediculus humanus capitis,Pediculus humanus corporis, Ptirus púbis, Haematopinus eurysternus,Haematopinus suis, Linognathus vituli, Bovicola bovis, Menopon gallinae,Menacanthus straminaus e Solnopotes capillatus,nematódeos, especialmente nematódeos parasitas de plantas,tais como nematódeos do nó da raiz, Meloidogyne hapla, Meloidogyneincógnita, Meloidogyne javanica, e outras espécies Meloidogyne species;nematódeos formadors de cisto, Globodera rostochiensis e outras espéciesGlobodera; Heterodera avenae, Heterodera glycines, Heterodera schachtii,Heterodera trifolii, e outras espécies Heterodera; nematódeos Seed gall,espécie Anguina; nematódeos da haste e foliar, Aphelenchoides species;nematódeos de ferrão, Belonolaimus longicaudatus e outras Belonolaimusspecies; nematódeos do Pinho, Bursaphelenchus xilofilus e outrasBursaphelenchus species; nematódeos de Anel, Criconema species,Criconemella species, Criconemoides species, Mesocriconema species;nematódeos de haste e bulbo, Ditilenchus destructor, Ditilenchus dipsaci eoutras Ditilenchus species; nematódeos furadores, Dolichodorus species;nematódeos Espiral, Heliocotilenchus multicinctus e outras Helicotilenchusspecies; nematódeos de bainha e Sheath e sheatóides, Hemicycliophoraspecies e Hemicriconemoides species; Hirshmanniella species; nematódeos deLança, Hoploaimus species; nematódeos de nó de raiz falsa, Nacobbusspecies; nematódeos Agulha, Longidorus elongatus e outras Longidorusspecies; nematódeos de lesão, Pratilenchus neglectus, Pratilenchus penetrans,Pratilenchus curvitatus, Pratilenchus goodeyi e outras Pratilenchus species;nematódeos de Toca, Radopholus similis e outras Radopholus species;nematódeos Reniformes, Rotilenchus robustus e outras Rotilenchus species;Scutellonema species; nematódeos de raiz troncuda, Trichodorus primitivus eoutras Trichodorus species, Paratrichodorus species; nematódeos Atrofiados,Tilenchorhynchus claytoni, Tilenchorhynchus dubius e outrasTilenchorhynchus species; nematódeos Cítricos, Tilenchulus species;nematódeos Adaga, Xifinoma espécies;
As formulações são preparadas de uma maneira conhecida(vide, p. ex., para recapitulação US 3.064.084, EP-A 707 445 (paraconcentrados líquidos), Browning, "Agglomeration", Chemical Engineering,Dez. 4, 1967, 147-48, Perry's Chemical Engineer's Handbook, 4a. Ed.,McGraw-Hill, New York, 1963, páginas 8-57 e et seq. WO 91/13546, US4.172.714, US 4.144.050, US 3.920.442, US 5.180.587, US 5.232.701, US5.208.030, GB 2.095.558, US 3.299.566. Klingman, Weed Control as aScience, John Wiley e Sons, Inc., New York, 1961, Hance et al., WeedControl Handbook, 8a. Ed., Blackwell Scientific Publications, Oxford, 1989 eMollet, H., Grubemann, A., Formulation technology, Wiley VCH VerlagGmbH, Weinheim (Alemanha), 2001, 2. D. A. Knowles, Chemistry eTechnology of Agrochemical Formulations, Kluwer Academic Publishers,Dordrecht, 1998 (ISBN 0-7515-0443-8), por exemplo estendendo-se ocomposto ativo com auxiliares adequados para a formulação de agroquímicos,tais como solventes e/ou veículos, se desejado, emulsificantes, tensoativos edispersantes, preservativos, agentes anti-espuma, agentes anti-congelamento,para formulação de tratamento de semente também opcionalmente colorantese aglutinantes.
Exemplos de solventes adequados são água, solventesaromáticos (por exemplo, produtos Solvesso, xileno), parafinas (por exemplo,frações de óleo mineral), álcoois (por exemplo metanol, butanol, pentanol,benzil álcool), cetonas (por exemplo cicloexanona, gama-butirolactama),pirrolidonas (NMP, NOP), acetatos (glicol diacetato), glicóis, dimetilamidasdo ácido graxo, ácidos graxos e ésteres do ácido graxo. Em princípio,misturas de solventes podem ser também usadas.
Exemplos de veículos adequados são minerais naturais moídos(por exemplo, caulins, argilas, talco, giz) e minerais sintéticos moídos (porexemplo, sílica altamente dispersa, silicatos).
Emulsificantes adequados são emulsificantes não-iônicos eaniônicos (por exemplo, ésteres de polioxietileno álcool graxo,alquilsulfonatos e arilsulfonatos).Exemplos de dispersantes são licores de refugo de lignina-sulfito e metilcelulose.
Tensoativos adequados usados são sais de metal alcalino,metal alcalino terroso e de amônio do ácido lignossulfônico, ácidonaftalenossulfônico, ácido fenolsulfônico, ácido dibutilnaftalenossulfônico,alquilarilsulfonatos, alquil sulfatos, alquilsulfonatos, sulfatos de álcool graxo,ácidos graxos e glicol éteres de álcool graxo sulfatado, além dissocondensados de nafitaleno sulfonados e derivados de naftaleno comformaldeído e condensados de naftaleno ou de ácido naftalenossulfônico comfenol e formaldeído e polioxietileno octilfenol éter, isooctilfenol etoxilado,octilfenol, nonilfenol, alquilfenol poliglicol éteres, tributifenil poliglicol éter,triestearilfenil poliglicol éter, alquilaril poliéter álcoois, condensados deálcool e óxido de etileno de álcool graxo, óleo de rícino etoxilado,polioxietileno alquil éteres, polioxipropileno etoxilado, lauril álcool poliglicoléter acetal, sorbitol ésteres, licores de refugo de lignossulfito e metilcelulose.
Substâncias que são adequadas para a preparação de soluçõesdiretamente pulverizáveis, emulsões, pastas ou dispersões oleosas são fraçõesde óleo mineral de médio a elevado ponto de ebulição, tais como queroseneou óleo diesel, além disso óleos de coaltar e óleos de origem vegetal ouanimal, hidrocarbonetos alifáticos, cíclicos e aromáticos, por exemplo,tolueno, xileno, parafina, tetraidronaftaleno, naftalenos alquilados ou seusderivados, metanol, etanol, propanol, butanol, cicloexanol, cicloexanona,isoforona, solventes altamente polares, por exemplo, dimetil sulfóxido, N-metilpirrolidona ou água.
Também agentes anti-congelamento, tais como glicerina,etileno glicol, propileno glicol e bactericidas, tais como podem seradicionados à formulação.
Agentes anti-espuma adequados são, por exemplo, agentesanti-espuma baseados em silício ou estearato de magnésio.Pós, materiais para produtos espalháveis e empoáveis podemser preparados misturando-se ou concomitantemente moendo-se assubstâncias ativas com um veículo sólido.
Grânulos, por exemplo, grânulos revestidos, grânulosimpregnados e grânulos homogêneos podem ser preparados ligando-se oscompostos ativos a veículos sólidos. Exemplos de veículos sólidos são terrasminerais tais como géis de sílica, silicatos, talco, caulim, attaclay, calcário,cal, giz, argila aluminosa ou ferruginosa, loess, argila, dolomita, terradiatomácea, sulfato de cálcio, sulfato de magnésio, óxido de magnésio,materiais sintéticos moídos, fertilizantes, tais como, por exemplo, sulfato deamônio, fosfato de amônio, nitrato de amônio, uréias e produtos de origemvegetal, tais como farinha de cereal, farinha de casca de árvore, serragem efarinha de casca de noz, pós de celulose e outros veículos sólidos.
Em geral, as formulações compreendem de 0,01 a 95 % empeso, preferivelmente de 0,1 a 90 % em peso do(s) composto(s) ativo(s).Neste caso, o(s) composto(s) ativo(s) são empregados em uma pureza de 90%a 100 % em peso, preferivelmente 95% a 100 % em peso (de acordo com oespectro NMR).
Os compostos de fórmula I podem ser usados como tal, naforma de suas formulações ou nas formas de uso preparadas deles, porexemplo, na forma de soluções, pós, suspensões ou dispersões diretamentepulverizáveis, emulsões, dispersões oleosas, pastas, produtos empoáveis,materiais para espalhamento, ou grânulos, por meio de pulverização,atomização, empoamento, espalhamento ou verteção. As formas de usodependem inteiramente das finalidades pretendidas; elas são destinadas aassegurar em cada caso a mais fina possível distribuição do(s) composto(s)ativo(s) de acordo com a presente invenção.
As formas de uso aquosas podem ser preparadas deconcentrados de emulsão, pastas ou pós umectáveis (pós pulverizáveis,dispersões oleosas) pela adição de água. Para preparar emulsões, pastas oudispersões oleosas, as substâncias, como tais ou dissolvidas em um óleo ousolvente, podem ser homogeneizadas em água por meio de um umedecedor,agente de pegajosidade, dispersante ou emulsificante. Entretanto, é tambémpossível preparem-se concentrados compostos de substância ativa,umedecedor, agente de pegajosidade, dispersante ou emulsificante e, seapropriado, solvente ou óleo e tais concentrados são adequados para diluiçãocom água.
As concentrações de composto ativo das preparações prontaspara uso podem ser variadas dentro de faixas relativamente largas. Em geral,elas são de 0,0001 a 10%, preferivelmente de 0,01 a 1 % em peso.
O(s) composto(s) ativo(s) podem também ser usados comsucesso no processo de ultra-baixo-volume (ULV), sendo possível aplicarem-se formulações compreendendo acima de 95% em peso de composto ativo oumesmo aplicar-se o composto ativo sem aditivos.
Os seguintes são exemplos de formulações: 1. Produtos paradiluição com água para aplicações foliares. Para fins de tratamento desemente, tais produtos podem ser aplicados à semente diluído ou não-diluído.
A) Concentrados solúveis em água (SL, LS)10 partes em peso do(s) composto(s) ativo(s) são dissolvidosem 90 partes em peso de água ou um solvente solúvel em água. Comoalternativa, os umedecedores ou outros auxiliares são adicionados. O(s)composto(s) ativo(s) dissolvem-se na diluição com água, por meio do queuma formulação com 10 % (p/p) de composto(s) ativo(s) é obtida.
B) Concentrados dispersáveis (DC)20 partes em peso do(s) composto(s) ativo(s) são dissolvidasem 75 partes em peso de cicloexanona com adição de 10 partes em peso deum dispersante, por exemplo polivinilpirrolidona. Diluição com água forneceuma dispersão, por meio do que uma formulação com 20 % (p/p) do(s)composto(s) ativo(s) é obtida.
C) Concentrados emulsificáveis (EC)
15 partes em peso do(s) composto(s) ativo(s) são dissolvidasem 75 partes em peso de xileno com adição de dodecilbenzenossulfonato decálcio e etoxilato de óleo de rícino (em cada caso 5 partes em peso). Diluiçãocom água fornece uma emulsão, por meio do que uma formulação com 15%(p/p) de composto(s) ativo(s) é obtida.
D) Emulsões (EW, EO, ES)
40 partes em peso do(s) composto(s) ativo(s) são dissolvidasem 35 partes em peso de xileno com adição de dodecilbenzenossulfonato decálcio e etoxilato de óleo de rícino (em cada caso 5 partes em peso). Estamistura é introduzida em 30 partes em peso de água por meio de umamáquina emulsificadora (p. ex., Ultraturrax) e transformada em uma emulsãohomogênea. Diluição com água fornece uma emulsão, por meio do que umaformulação com 25% (p/p) de composto(s) ativo(s) é obtida.
E) Suspensões (SC, OD, FS)
Em um moinho de bolas agitado, 20 partes em peso do(s)composto(s) ativo(s) são cominuídas com adição de 10 partes em peso dedispersantes, umectantes e 70 partes em peso de água ou de um solventeorgânico para fornecer uma fina suspensão de composto(s) ativo(s). Diluiçãocom água fornece uma suspensão estável do(s) composto(s) ativo(s), por meiodo que uma formulação com 20% (p/p) de composto(s) ativo(s) é obtida.
F) Grânulos dispersáveis em água e grânulos solúveis em água(WG, SG)
50 partes em peso do(s) composto(s) ativo(s) são moídasfinamente com adição de 50 partes em peso de dispersantes e umectantes etransformadas em grânulos dispersáveis em água ou solúveis em água, pormeio de utensílios técnicos (por exemplo, extrusão, torre de pulverização,leito fluidizado). Diluição com água fornece uma dispersão ou solução estáveldo(s) composto(s) ativo(s), por meio do que uma formulação com 50% (p/p)de composto(s) ativo(s) é obtida.
G) Pós dispersáveis em água e pós solúveis em água (WP, SP, SS5 WS)
75 partes em peso do(s) composto(s) ativo(s) são moídas emum moinho de rotor-estator com adição de 25 partes em peso de dispersantes,umectantes e gel de sílica. Diluição com água fornece uma dispersão ousolução estável do(s) composto(s) ativo(s), por meio do que uma formulaçãocom 75% (p/p) de composto(s) ativo(s) é obtida.
2. Produtos a serem aplicados não diluídos para aplicaçõesfoliares. Para fins de tratamento de semente, tais produtos podem seraplicados à semente diluídos ou não-diluídos.
H) Pós empoáveis (DP, DS)
5 partes em peso do(s) composto(s) ativo(s) são moídasfinamente e misturadas intimamente com 95 partes em peso de caulimfinamente dividido. Isto fornece um produto empoável, tendo 5% (p/p) decomposto(s) ativo(s).
I) Grânulos (GR, FG, GG, MG)
0,5 parte em peso do(s) composto(s) ativo(s) são moídosfinamente e associados com 95,5 partes em peso de veículos, por meio do queuma formulação com 0.5% (p/p) de composto(s) ativo(s) é obtida. Métodosatuais são èxtrusão, secagem por pulverização ou leito fluidizado. Isto fornecegrânulos para serem aplicados indiluídos para uso foliar.
J) Soluções ULV (UL, LS)
10 partes em peso do(s) composto(s) ativo(s) são dissolvidasem 90 partes em peso de um solvente orgânico, por exemplo xileno. Istofornece um produto tendo 10% (p/p) de composto(s) ativo(s), que é aplicadoindiluído para uso foliar.
Vários tipos de óleo, umectantes, adjuvantes, herbicidas,fiingicidas, outros pesticidas ou bactericidas podem ser adicionados aosingredientes ativos, se apropriado, logo imediatamente antes do uso (misturaem tanque). Estes agentes usualmente são misturados com os agentes deacordo com a presente invenção em uma relação em peso de 1:10 to 10:1.
Os compostos de fórmula I são eficazes através de tantocontado como ingestão.
Os compostos de fórmula I são também adequados para aproteção da semente, propágulos de planta e das raízes e rebentos de mudas,preferivelmente das sementes, contra pestes de solo e também para otratamento de sementes de planta que toleram a ação de herbicidas oufungicidas ou inseticidas devido à reprodução, incluindo métodos deengenharia genética.
As formulações de tratamento de semente convencionaisincluem, por exemplo, concentrados escoáveis FS, soluções LS, pós paratratamento seco DS, pós dispersáveis em água WS ou grânulos paratratamento de lama, pós solúveis em água SS e emulsão ES. A aplicação àssementes é realizada antes da semeação, ou diretamente sobre as sementes.
A aplicação no tratamento de sementes dos compostos defórmula I ou formulações contendo-os é realizada por pulverização ouempoamento das sementes antes da semeação das plantas e antes daemergência das plantas.
A invenção também refere-se ao produto de propagação deplantas e especialmente à semente tratada compreendendo, isto é, revestidacom e/ou contendo, um composto de fórmula I ou uma composiçãocompreendendo-o. A expressão "revestido com e/ou contendo" geralmentesignifica que o ingrediente ativo está na maior parte da superfície do produtode propagação na ocasião da aplicação, embora uma parte maior ou menor doingrediente possa penetrar dentro do produto de propagação, dependendo dométodo de aplicação. Quando o dito produto de propagação é (re)plantado, elepode absorver o ingrediente ativo.
A semente compreende os compostos ou composiçõesinventivos compreendendo-os em uma quantidade de 0,1 g a 10 kg por 100 kgde semente.
As composições desta invenção podem também conter outrosingredientes ativos, por exemplo, outros pesticidas, inseticidas, herbicidas,fertilizantes tais como nitrato de amônio, uréia, potassa e superfosfato,fitotoxicantes e reguladores de crescimento de planta, protetores enematicidas. Estes ingredientes adicionais podem ser usados seqüencialmenteou em combinação com as composições acima descritas, se apropriadotambém adicionados somente imediatamente antes do uso (mistura emtanque). Por exemplo, a(s) planta(s) podem ser pulverizadas com umacomposição desta invenção antes ou após de serem tratadas com outrosingredientes ativos.
A seguinte lista de pesticidas, junto com a qual os compostosde acordo com a presente invenção podem ser usados, é destinada a ilustrar as- possíveis combinações, porém não impor qualquer limitação:
A1. Organo(tio)fosfatos: acefato, azametifos, azinfos-etila,azinfos-metila, cloretoxifos, clorfenvinfos, clormefos, clorpirifos, clorpirifos-metila, coumafos, cianofos, demeton-S-metila, diazinon, diclorvos/ DDVP,dicrotofos, dimetoato, dimetilvinfos, disulfoton, EPN, etion, etoprofos,famfür, fenamifos, fenitrotion, fention, flupirazofos, fostiazato, heptenofos,isoxation, malation, mecarbam, metamidofos, metidation, mevinfos,monocrotofos, naled, ometoato, oxidemeton-metila, paration, paration-metila,fentoato, forato, fosalone, fosmet, fosfamidon, foxim, pirimifos-metila,profenofos, propetanfos, protiofos, piraclofos, piridafention, quinalfos,sulfotep, tebupirinfos, temefos, terbufos, tetraclorvinfos, tiometon, triazofos,triclorfon, vamidotion;
A.2. Carbamatos: aldicarb, alanicarb, bendiocarb, benfuracarb,butocarboxim, butoxicarboxim, carbarila, carbofurano, carbosulfan,etiofencarb, fenobucarb, formetanato, furatiocarb, isoprocarb, metiocarb,metomil, metolcarb, oxamil, pirimicarb, propoxur, tiodicarb, tiofanox,trimetacarb, XMC3 xililcarb, triazamato;
A.3. Piretróides: acrinatrina, aletrina, d-cis-trans aletrina, d-trans aletrina, bifentrina, bioaletrina, bioaletrina S-cylclopentenila,bioresmetrina, cicloprotrina, ciflutrina, beta-iflutrina, cialotrina, lambda-cialotrina, gama-cialotrina, cipermetrina, alfa-cipermetrina, beta-cipermetrina,theta-cipermetrina, zeta-cipermetrina, cifenotrina, deltametrina, empentrina,esfenvalerato, etofenprox, fenpropatrina, fenvalerato, flucitrinato, flumetrina,tau-fluvalinato, halfenprox, imiprotrina, permetrina, fenotrina, praletrina,resmetrina, RU 15525, silafluofen, teflutrina, tetrametrina, tralometrina,transflutrina, ZXI 8901;
A.4. Imitadores do hormônio juvenil: hidropreno, cinopreno,metopreno, fenoxicarb, piriproxifen;
A. 5. Compostos agonistas/antagonistas do receptor nicotínico:acetamiprid, bensultap, cartap hidrocloreto, clotianidina, dinotefiirano,imidacloprid, tiametoxam, nitenpiram, nicotina, spinosad (agonistaalostérico), tiacloprid, tiociclam, tiosultap-sódio e AKD1022.
A.6. Compostos antagonistas do canal de cloreto ativadoGABA: clordane, endosulfan, gama-HCH (lindano); acetoprol, etiprol,fipronila, pirafluprol, piriprol, vaniliprol, o composto de fenilpirazol defórmula G1
<formula>formula see original document page 63</formula>
A.7. Ativadores do canal de cloreto: abamectina, benzoato deemamectina, milbemectina, lepimectin;
Α.8. Compostos METI I: fenazaquina, fenpiroximato,pirimidifen, piridaben, tebufenpirad, tolfenpirad, flufenerim, rotenona;
A.9. Compostos METI II e III: acequinocil, fluaciprim,hidrametilnon;
A. 10. Desacopladores da fosforilação oxidativa: clorfenapir,DNOC;
A.ll. Inibidores da fosforilação oxidativa: azociclotina,ciexatina, diafentiuron, fenbutatina óxido, propargita, tetradifon;
A. 12. Rompedores de Muda: ciromazina, chromafenozida,halofenozida, metoxifenozida, tebufenozida;
A. 13. Sinergistas: piperonil butóxido, tribufos;
A. 14. Compostos bloqueadors do canal de sódio: indoxacarb,metaflumizona;
A. 15. Fumigantes: metil brometo, fluoreto de cloropicrinsulfurila;
A. 16. Bloqueadores de alimentação seletivos: crilotie,pimetrozina, flonicamid;
A. 17. Inibidores do crescimento de ácaros: clofentezina,hexitiazox, etoxazol;
A. 18. Inibidores da síntese da quitina: buprofezina,bistrifluron, clorfluazuron, diflubenzuron, flucicloxuron, flufenoxuron,hexaflumuron, lufenuron, novaluron, noviflumuron, teflubenzuron,triflumuron;
A. 19. Inibidores da biossíntese dos lipídeos: espirodiclofen,spiromesifen, spirotetramat;
A.20. agonistas octapaminérgicos: amitraz;
A.21. moduladores do receptor da rianodina: flubendiamida;
A.22. Vários: fosfeto de alumínio, amidoflumet, benclotiaz,benzoximato, bifenazato, borax, bromopropilato cianeto, cienopirafen,ciflumetofen, quinometionato, dicofol, fluoroacetato, fosfino, piridalila,pirifluquinazon, enxofre, tártaro emético;
A. 23. N-R'-2,2-di-halo-1 -R"ciclo-propanocarboxamida-2-(2,6-dicloro- a,a,a-tri-fluoro-p-tolil)hidrazona ou N-R'-2,2-di(R'' ')propionamida-2-(2,6-dicloro-a,a,a-trifluoro-p-tolil)-hidrazona, emque R' é metila ou etila, halo é cloro ou bromo, R'' é hidrogênio ou metila eR"' é metila ou etila;
A.24. Antranilamidas: clorantraniliprol, o compoto de fórmula Γ2
<formula>formula see original document page 65</formula>
A.25. Compostos de malononitrila:CF3(CH2)2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H, CF3(CH2)2C(CN)2CH2(CF2)5CF2H,CF3(CH2)2C(CN)2(CH2)2C(CF3)2F, CF3(CH2)2C(CN)2(CH2)2(CF2)3CF3,CF2H(CF2)3CH2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H, CF3(CH2)2C(CN)2CH2(CF2)3CF3,CF3(CF2)2CH2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H, CF3CF2CH2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H,2-(2,2,3,3,4,4,5,5-octafluoropentil)-2-(3,3,4,4,4-pentafluorobutil)-malonodinitrila, e CF2HCF2CF2CF2CH2C(CN)2CH2CH2CF2CF3;
A.26. Rompedores microbianos: Bacillus thuringiensis subsp.Israelensi, Bacillus sfaericus, Bacillus thuringiensis subsp. Aizawai, Baeillusthuringiensis subsp. Kurstaki, Bacillus thuringiensis subsp. Tenebrionis;
Os compostos comercialmente disponíveis do grupo A podemser encontrados no The Pesticide Manual, 13a" Edição, British Crop ProtectionCouncil (2003) entre outras publicações.
As tioamidas de fórmula Γ1 e sua preparação foram descritasno WO 98/28279. A Lepimectina é é conhecida de Agro Project, PJBPublications Ltd5 novembro 2004. Benelotiaz e sua preparação foramdescritos em Farm Chemicals Handbook, Volume 88, Meister PublishingCompany, 2001. O acetoprole e sua preparação foram descritos no WO98/28277. Metaflumizona e sua preparação foram descritos em EP-Al 462456. Flupirazofos foi descrito em Pesticide Science 54, 1988, p.237-243 e emUS 4822779. Pirafluprol e sua preparação foram descritos em JP 2002193709e em WO 01/00614. Piriprol e sua preparação foram descritos em WO98/45274 e em US 6335357. Amidoflumet e sua preparação foram descritosem US 6221890 e em JP 21010907. Flufenerim e sua preparação foramdescritos em WO 03/007717 e em WO 03/007718. AKD 1022 e suapreparação foram descritos em US 6300348. Chlorantraniliprol foi descritoem WO 01/70671, WO 03/015519 e WO 05/118552. Os derivados deantranilamida de fórmula Γ foram descritos em WO 01/70671, WO04/067528 e WO 05/118552. Ciflumetofen e sua preparação foram descritosem WO 04/080180. The composto de aminoquinazolinona, pirifluquinazon,foi descrito em EP A 109 7932. Os compostos de malononitrilaCF3(CH2)2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H, CF3(CH2)2C(CN)2CH2(CF2)5CF2H,CF3(CH2)2C(CN)2(CH2)2C(CF3)2F, CF3(CH2)2C(CN)2(CH2)2(CF2)3CF3,CF2H(CF2)3CH2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H, CF3(CH2)2C(CN)2CH2(CF2)3CF3,CF3(CF2)2CH2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H, CF3CF2CH2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H,2-(2,2,3,3,4,4,5,5-octafluoropentil)-2-(3,3,4,4,4-pentafluorobutil)-malonodinitrila, e CF2HCF2CF2CF2CH2C(CN)2CH2CH2CF2CF3 foramdescritos em WO 05/63694.
Os insetos, acarídeos ou nematódeos podem ser controladoscontatando-se o parasita/peste alvo, seu suprimento alimentar, habitat, área deprocriação ou seu local com uma quantidade pesticidamente eficaz decompostos de ou composições de fórmula I.
"Local" significa um habitat, área de procriação, planta,semente, solo, área, material ou ambiente em que uma peste ou parasita estácrescendo ou pode crescer.
Em geral, "quantidade pesticidamente eficaz" significa aquantidade de ingrediente ativo necessária para obter-se um efeito observávelsobre o crescimento, incluindo os efeitos de necrose, morte, retardamento,prevenção e remoção, destruição ou por outro lado diminuindo a ocorrência eatividade do organismo alvo. A quantidade pesticidamente eficaz pode variarpara os vários compostos/composições usados na invenção. Uma quantidadepesticidamente eficaz das composições também variará de acordo com ascondições prevalecentes, tais como efeito e duração do pesticida desejado,tempo, espécie alvo, local, modo de aplicação e similares.
Os compostos ou composições da invenção podem também seraplicados preventivamente em locais em que a ocorrência das pestes eesperada.
Os compostos de fórmula I podem também ser usados paraproteger plantas em desenvolvimento do ataque ou infestação por pestes,contatando-se a planta com uma quantidade pesticidamente eficaz doscompostos de fórmula I. Como tal, "contatando-se" inclui contato tanto direto(aplicação dos compostos/composições diretamente sobre a peste e/ou planta- tipicamente na folhagem, caule ou raízes da planta) e contato indireto(aplicação dos compostos/composições ao local da peste e/ou planta).
No caso de tratamento de solo ou de aplicação no o local ouabrigo de residência das pestes, a quantidade de ingrediente ativo varia de0,0001 a 500 g por 100 m2, preferivelmente de 0,001 a 20 g por 100 m2.
Para uso no tratamento de plantas de culturas, a taxa deaplicação dos ingredientes ativos desta invenção pode ser na faixa de 0,1 g a4000 g por hectare, desejavelmente de 25 g a 600 g por hectare, maisdesejavelmente de 50 g a 500 g por hectare.
Os compostos de fórmula I e composições compreendendo-ospodem também ser usados para controlar e prevenir infestações e infecçõesem animais, incluindo animais de sangue quente (incluindo humanos) e peixe.Eles são, por exemplo, adequados para controlar e prevenir infestações einfecções em mamíferos, tais como gado vacum, carneiro, suíno, camelos,veado, cavalos, porcos, aves domésticas, coelhos, cães e gatos, búfalo d'água,macacos, gamo e rena e também em animais contendo pele tais como vison,chinchila e quati, aves tais como galinhas, gansos, perus e patos e peixes taiscomo peixe de água doce e salgada, tais como truta, carpa e enguia.
Infestações em animais de sangue quente e peixe incluem masnão são limitadas a piolho, piolho cáustico, carrapatos, larvas nasais, piolhode ovinos, moscas mordedoras, moscas muscóides, moscas, larvas de moscamiasítica, bicho do pé, maruim, mosquitos e pulgas.
Os compostos de fórmula I e composições compreendendo-ossão adequados para controle sistêmico e/ou não-sistêmico de ecto e/ouendoparasitas. Eles são ativos contra todos ou alguns estágios dedesenvolvimento.
A administração pode ser realizada tanto profilática comoterapeuticamente. A administração dos compostos ativos é realizadadiretamente ou na forma de preparações adequadas, oral, tópica/dérmica ouparenteralmente.
Para administração oral a animais de sangue quente, oscompostos de fórmula I podem ser formulados como alimentações animais,pré-misturas de alimentação animal, concentrados de alimentação animal,pílulas, soluções, pastas, suspensões, porções, géis, tabletes, bolos e cápsulas.Além disso, os compostos de fórmula I podem ser administrados aos animaisem sua água de beber. Para administração oral, a forma de dosagem escolhidadeve prover o animal com 0,01 mg/kg a 100 mg/kg de peso corporal animalpor dia do composto de fórmula I, preferivelmente com 0,5 mg/kg a 100mg/kg de peso corporal animal por dia.
Alternativamente, os compostos de fórmula I podem seradministrados a animais parenteralmente, por exemplo, por injeçãointrarruminal, intramuscular, intravenosa ou subcutânea. Os compostos defórmula I podem ser dispersos ou dissolvidos em um veículo fisiologicamenteaceitável pra injeção subcutânea. Alternativamente, os compostos de fórmulaI podem ser formulados em um implante para administração subcutânea.Além disso, o composto de fórmula I pode ser transdermicamenteadministrado a animais. Para administração parenteral, a forma de dosagemescolhida deve prover o animal com 0,01 mg/kg a 100 mg/kg de peso corporalanimal por dia do composto de fórmula I.
Os compostos de fórmula I podem também ser aplicadostopicamente aos animais na forma de imersões, polvilhos, pós, colares,medalhões, sprays, xampus, formulações spot-on e pour-on e em pomadas ouemulsões de óleo em água ou água em óleo. Para aplicação tópica, imersões esprays usualmente contêm 0,5 ppm a 5000 ppm e, preferivelmente, 1 ppm a3000 ppm do composto de fórmula I. Além disso, os compostos de fórmula Ipodem ser formulados como etiquetas de orelha para animais, particularmentequadrúpedes, tais como gado vacum e carneiro.
Preparações adequadas são:
- Soluções tais como soluções orais, concentrados paraadministração oral após diluição, soluções para uso na pele ou em cavidadescorporais, formulações pouring-on, géis;
- Emulsões e suspensões para administração oral ou dérmica;preparções semi-sólidas;
- Formulações em que o composto ativo é processado em umabase de pomada ou em uma base de emulsão de óleo em água ou água emóleo;
- Preparações sólidas tais como pós, pré-misturas ouconcentrados, grânulos, pelotas, tabletes, bolos, cápsulas; aerossóis e inalantese artigos conformados contendo composto ativo.Geralmente, é favorável aplicarem-se formulações sólidas queliberem os compostos de fórmula I em quantidades totais de 10 mg/kg a 300mg/kg, preferivelmente 20 mg/kg a 200 mg/kg. Os compostos ativos podemtambém ser usados como uma mistura com sinergistas ou com outroscompostos ativos que atuam contra endo e ecto-parasitas patogênicos.
Em geral, os compostos de fórmula I são aplicados emquantidade parasiticamente eficaz - significando a quantidade de ingredienteativo necessária para obter-se um efeito observável no crescimento, incluindoos efeitos de necrose, morte, retardamento, prevenção e remoção, destruiçãoou de outro modo diminuindo a ocorrência e atividade do organismo alvo. Aquantidade parasiticamente eficaz pode variar para os várioscompostos/composições usados na invenção. Uma quantidade parasiticamenteeficaz das composições também variará de acordo com as condiçõesprevalecentes, tais como efeito parasiticida desejado e duração, espécie alvo,modo de aplicação e similares.
Exemplos de Síntese
Com devida modificação dos compostos de partida, osprotocolos mostrados no exemplo de síntese abaixo foram usados paraobterem-se mais compostos I. Os compostos resultantes, junto com dadosfísicos, são listados na tabela 1 que segue.
Os produtos foram caracterizados por Cromatografia Líquidade Elevado Desempenho / espectrometria de massa (HPLC/MS) por 1H-NMR(400 MHz) em CDCl3 ou d6-DMSO ou por seus pontos de fusão. ColunaHPLC: coluna RP-18 (Chromolith Speed ROD da Merck KgaA, Alemanha),eluição: acetonitrila + 0.1% ácido trifluoroacético (TFA) / água em relação de5:95 a 95:5 em 5 minutos a 40 °C. MS: Ionização de eletropulverizaçãoquadripolar, 80 V (modo positivo).
Exemplo 1: ácido 2',5'-dicloro-bifenil-4-sulfônico (quinolin-4-ilmetil)-amida (1-8)Etapa 1: 4-bromo-N-quinolin-4-il-metil-benzenossulfonamidaEm 9,29 g (58.7 mmol) de quinolin-4-il-metilamina e 8.91 g(88.05 mmol) de trietilamina em 100 ml metilenocloreto, 17.99 g (70 mmol)de 4-bromofenil-sulfonilcloreto foram adicionados e a mistura de reação foiagitada a 20 - 25 °C por 16 horas. Água foi adicionada, o precipitado coletadoe lavado três vezes com água, o que forneceu 15,9 g do composto do título.1H-NMR (400 MHz (d6-DMSO): δ [ppm] = 8,8 (m, 1 H); 8,5 (t, 1 H); 8,2-8,0(m, 2 H); 7,8-7,7 (m, 4 H); 7,6 (m, 1 H); 4,6 (d, 2 H).
Etapa 2: ácido 2',5'-dicloro-bifenil-4-sulfônico (quinolin-4-il-metil)-amida (1-8)
302 mg (0,8 mmol) de 4-bromo-N-quinolin-4-il-metil-benzenossulfonamida (etapa 1), 305 mg (1,6 mmol) de ácido 2,5-diclorofenilborônico e 0,8 g (mmol) de tetracis-trifenilfosfino-paládio ligadopor polímero (0) em 10 ml de tetraidrofurano foram aquecidos ao refluxo por2 dias, 300 mg de Ν,Ν-dietilaminometil poliestireno (Nova Biochem,l,8nmol/g) foram adicionados, e a mistura foi agitada por mais 4 horas.Filtragem, lavagem com tetraidrofurano e cromatografia de coluna (comeluente de cicloexano / etil acetato 7 : 3) produz o produto final 1-8 228 mgcomo um sólido, p.f. 124 0C.
Exemplo 2: Preparação de ácido 2',4'-bis-trifluorometil-bifenil-4-sulfônico (8-cloro-quinolin-4-il-metil)-amida (1-22)
Etapa 1: Preparação de 8-cloro-quinolin-4-carbonitrilaPd(OAc)2 (0,28 g, 1,26 mmol), Na2CO3 (2,94 g, 27,77 mmol),K4[Fe(CN)6]*3H20 (4,69 g, 11,11 mmol) e 4,8-dicloro-quinolina (5,00 g,25,25 mmol) foram suspensos em N,N-dimetilacetamida (60 ml) e aquecidosa 120 °C por 3 dias. Pd(OAc)2 (0,28 g, 1,26 mmol) e K4[Fe(CN)6]*3H20(1,35 g, 5,56 mmol) foram adicionados e a mistura de reação foi agitada pormais 8 horas. Após esfriar a 20 °C, a mistura foi diluída com acetato de etila,filtrada e os solventes foram evaporados. Purificação cromatográfica decoluna (SiO2, éter de petróleo / etil acetato 95:5 90:10 80:20) produziu8-cloro-quinolin-4-carbonitrila (3,50 g), [M+H]+: 169,00; tempo de retenção:2,098 min.
Etapa 2: Preparação de 4-bromo-N-(8-cloro-quinolin-4-ilmetil)benzene-sulfonamida
8-Cloro-quinolin-4-carbonitrila (1,50 g, 7,95 mmol) foidissolvida em tetraidrofurano (10 ml) e aquecidos ao refluxo. complexo deBH3*dimetilsulfid (0,88 ml, 8,75 mmol) foi adicionado em gotas e a misturade reação foi agitada por 1,5 horas. Após esfriar a cerca de 20 0C, o solventefoi evaporado e o resíduo absorvido em tetraidrofurano (10 ml). HCl aq. (20%, 5,22 g, 28,63 mmol) foi adicionado, e a mistura foi aquecida ao refluxo forI,5 horas. O solvene foi removido novamente e o resíduo absorvido em Et2O(10 ml). NEt3 (3,9 ml, 27,83 mmol) foi adicionado e a mistura foi agitada por10 min. Em seguida uma solução de 4-bromobenzeno sulfonil cloreto (2,85 g,II,13 mmol) em Et2O (10 ml foi adicionada em gotas a 0 0C e a mistura dereação foi agitada por 12 horas. A mistura foi decantada e o resíduo absorvidoem acetato de etila e água. A foi separada e secada através de Na2SO4.
Purificação de cromatografia de coluna (SiO2, cicloexano / etilacetato 100:0-> 0:100) produziu 4-bromo-N-(8-cloro-quinolin-4-ilmetil)benzenossulfonamida, p.f.: 185 0C.
Etapa 3: Preparação de ácido 2',4'-bis-trifluorometil-bifenil-4-sulfônico (8-cloro-quinolin-4-il-metil)-amida (1-22)
Análogo ao procedimento de preparação descrito acima para aetapa 2 do exemplo 1, a reação de 0,25 g de 4-bromo-N-(8-cloro-quinolin-4-ilmetil)benzeno-sulfonamida e 0,175 g de ácido bistrifluorometilborônicoproduziu 0,15 g do composto do título (1-22), pf. 184 - 185 'C
Exemplo 3: Preparação de intermediários de fórmulas VIa e Va
Etapa 1: 5,00 g de 4,6,8-trimetilquinolina (VIe-I) (X=CH3,R5,R7 =CH3, R45 R5 =H) foram adicionados a uma solução de 6,55 g (0,06mol) de potássio-terc-butilat em 100 ml de tetraidrofurano a 0 0C e agitados aesta temperatura por 1,5 horas. Em seguida 9,00 g (0,08 mol) de terc-butilnitrit foram adicionados em gotas e a mistura foi agitada por 16 horas.Água e metil-tercbutiléter foram adicionados, a camada orgânica separada e acamada aquosa extraída novamente com Metiltercbutiléter.
Os extratos orgânicos combinados foram lavados comsalmoura, secados através de Na2SCU e o solvente foi evaporado, fornecendo4,4 g de produto bruto VIa-1. 1H-NMR (d6-DMSO): δ [ppm] = 11,8 (s, 1 H),8,8 (m, 1 H), 8,2 (s, 1 H), 7,8 (m, 1 H), 7,7 (m, 1 H), 7,4 (m, 1 H).
Etapa 2: 1,0 g (0,005 mol) produto bruto VIa-I da etapa acimafoi hidrogenado a 1,1 bar na presença de 4 g Níquel de Raney em 200 ml demetanol para produzir, após a filtragem e evaporação, 900 mg do compostodo título V-I5 HPLC-MS: MS m/e [Μ+ΚΓ] = 187,1, tempo de retenção: 1,16 min.
Exemplo 4: Preparação de 8-fluoro-4-metilenaminoquinolina:Etapa 1: 4-ciano-8-fluoro-quinolina (VIb-2):1,0 g (0,0055 mol) de 4-cloro-8-fluoroquinolina, 0,68 gNa2CO3, 0,58 g K4ITe(CN)6], 0,14 g de complexo Pd-dibenzilidenacetona, e0,183 g bisdifenilfospino-ferroceno foram aquecidos a 140 0C em 10 ml de N-metilpirrolidona por 24 horas, esfriados e diluídos com 20 ml demetilencloreto. Filtragem e cromatografia com etilacetato/cicloexano = 7/3produziram 0,998 g de 4-ciano-8-fluoro-quinolina VIb-2. HPLC-MS: m/e[M+H^] = 173,0.
Etapa 2: 8-fluoro 4-metilenaminoquinolina (V-2):0,5 g (0,0029 mol) do composto VIb-2 da etapa acima em 100ml metanol foram hidrogenados na presença de 0,06 g 10 % Pd on carvãovegetal e 1,5 ml de amônia aquosa saturada por 20 horas, produzindo 85 mgda amina V-2.Os ovos foram pulverizados com 10 μΐ da solução de teste, as placas foramseladas com folhas perfuradas e mantidas a 27-29°C e 75-85% de umidadesob luz fluorescente por 6 dias. A mortalidade foi avaliaa com base naagilidade e alimentação comparativa das larvas chocadas.. Os testes foramreplicados 2 vezes.
Neste teste, os compostos I-1, 1-4, 1-6, 1-8, I-10, 1-13, 1-14, I-15,1-17,1-19,1-20,1-35,1-36, e 1-50 a 2500 ppm apresentaram pelo menos 75% de mortalidade.
4. Atividade contra afídeo de Ervilhada (Megoura viciae)
Os compostos ativos foram formulados em 1:3 DMSO : água.Discos de folha de feijão foram colocados dentro de placas de microtitulaçãoenchidas com 0,8% de ágar-ágar e 2,5 ppm de OPUS™. Os discos de folhaforam pulverizados com 2,5 μΐ da solução de teste e 5 a 8 afídeos adultosforam colocados dentro das placas de microtítulo, que foram então fechadas emantidas a 22 - 24 0C e 35 - 45% sob luz fluorescente por 6 dias. Amortalidade foi avaliada com base nos afídeos vitais reproduzidos. Os testesforam replicados 2 vezes.
Neste teste o composto 1-1,1-8,1-10,1-14,1-15,1-32,1-46, e I-50 a 2500 ppm apresentaram pelo menos 75 % de mortalidade emcomparação com 0% de mortalidade de controles não tratados.
5. Afídeo do algodão (aphis gossypii), estágios de vidamisturados
Os compostos ativos foram formulados em 50:50 acetona:águae 100 ppm de tensoativo Kinetic®.
As plantas de algodão no estágio de cotiledôneo foraminfestadas antes do tratamento, colocando-se uma folha pesadamenteinfestada da colônia de afídeo principal no topo de cada cotiledôneo. Osafídeos foram permitidos transferirem-se durante a noite e a folha hospedeirafoi removida. Os cotiledôneos infestados foram então imersos e agitados nasolução de teste por 3 segundos e permitidos secar em uma coifa de fumaça.As plantas de teste foram mantidas sob iluminação fluorescente em umfotoperíodo de 24 h a 25°C e 20 - 40% de umidade relativa. A mortalidade deafídeos nas plantas tratadas, em relação à mortalidade nas plantas de controle não-tratadas, foi determinada após 5 dias.
Neste teste, os compostos I-1, 1-3,1-4,1-5,1-6,1-7,1-8, 1-9, I-10,1-11, 1-12, 1-13, 1-14, 1-15, 1-16, 1-19, 1-20, 1-21, 1-25, 1-27, 1-28, 1-30, I-31,1-32,1-34,1-35,1-36,1-38,1-39,1-45,1-49, e 1-50 a 300 ppm apresentaramuma mortalidade de pelo menos 80% em comparação com os controles não tratados.
6. Lagarta do Sul (spodoptera eridania), larvas do 2o. - 3o.instar
Os compostos ativos foram formulados como uma solução de10.000 ppm em uma mistura de 35% de acetona e água, que foi diluída comágua, se necessário.
Folhagem de feijão-de-lima Sieva, expandida às primeirasfolhas verdadeiras, foi imersa e agitada na solução de teste por 3 segundos eentão permitidas secar em uma coifa de fumaça. A planta tratada foi entãocolocada em sacos plásticos de fechamento com zip perfurados de 25 cm, emseguida larvas do 2o. instar foram adicionadas e os sacos selados. Após 4dias, foram feitas observações de mortalidade, alimentação da planta e dequalquer interferência com o crescimento larval.
Neste teste, os compostos I-1,1-2, 1-4,1-6, 1-8, 1-9,1-10, I-11,1-12,1-13,1-14,1-15,1-16,1-17,1-18,1-20,1-21,1-22,1-25,1-28,1-31,1-35,1-25 36, 1-38, 1-39,1-40, 1-42, e 1-52 a 300 ppm apresentaram uma mortalidade depelo menos 80%, em comparação com os controles não-tratados.
7. Lagarta do Botão de Tabaco (Heliothis virescens)Duas plantas de algodão de duas folhas foram utilizadas parabioensaios. As folhas da planta excisadas foram imersas em diluições de 1:1de acetona/água dos compostos ativos. Após as folhas terem secado, elasforam individualmente colocadas sobre papel filtro umedecido com água nosfundos das placas de Petri. Cada cápsula foi infestada com 5-7 larvas ecoberta com uma tampa. Cada diluição de tratamento foi replicada 4 vezes.
As cápsulas de teste foram mantidas a aproximadamente 27 0C e 60% deumidade. Os números de larvas vivas e mórbidas foram avaliados em cadacápsula a 5 dias após a aplicação do tratamento e a mortalidade percentual foicalculada.
Neste teste os compostos 1-35, 1-36 e 1-50 a 300 ppmapresentaram uma mortalidade de pelo menos 80% em comparação com oscontroles não tratados.
8. Besouro da Batata do Colorado (Leptinotarsa decemlineaa)Plantas de batata foram utilizadas para bioensaios. As folhasde planta excisadas foram imersas dentro de diluições de acetona / água de-1:1 dos compostos ativos. Após as folhas terem secado, elas foramindividualmente colocadas em papel filtro umedecido com água nos fundosdas placas de Petri. Cada cápsula foi infestada com 5-7 larvas e coberta comuma tampa. Cada diluição de tratamento foi replicada 4 vezes. As cápsulas deteste foram mantidas a aproximadamente 27 0C e 60 % de umidade. Osnúmeros de larvas vivas e mórbidas foram avaliados em cada cápsula a 5 diasapós aplicação do tratamento e a mortalidade percentual foi calculada.
Neste teste os compostos 1-14,1-17,1-18,1-19,1-20,1-21,1-22,-1-24, 1-25, 1-34, 1-41, 1-42, 1-44, 1-45, e 1-52 a 300 ppm apresentaram umamortalidade de pelo menos 75% em comparação com os controles nãotratados.
9. Afídeo de Pêssego Verde (Myzus persicae)Os compostos ativos foram formulados em 50:50 acetona:águae 100 ppm Kinetic™ surfactant.
Plantas de pimenta no 2o. estágio de par de folha (variedadeCalifórnia Wonder) foram infestadas com aproximadamente 40 afídeoscriados e laboratório, colocando-se seções de folhas infestadas no topo dasplantas de teste. As seções de folha foram removidas após 24 h. As folhas dasplantas intactas foram imersas dentro de soluções de gradiente do compostode teste e permitidas secar. As plantas de teste foram mantidas sob luzfluorescente (fotoperíodo de 24 h) a cerca de 25 0C e 20 - 40% de umidaderelativa. A mortalidade de afídeos nas plantas tratadas, em relação àmortalidade nas plantas verificadas, foi determinada após 5 dias.
Neste teste os compostos I-1,1-4,1-6,1-8,1-9,1-10,1-11,1-12,1-14, 1-15, 1-19, 1-20,1-21, 1-26 e 1-31 a 300 ppm apresentaram umamortalidade de pelo menos 75% em comparação com os controles nãotratados.
10. Moscas brancas Silverleaf (bemisia argentifolii)
Os compostos ativos foram formulados em 50:50 acetonaiáguae 100 ppm Kinetic™ surfactant.
As plantas de algodão selecionadas foram cultivadas até oestágio cotiledôneo (uma planta por pote). Os cotiledôneos foram imersosdentro da solução de teste para fornecer cobertura completa da folhagem ecolocados em uma área bem ventilada para secar. Cada pote com mudatratada foi colocado em uma taça de plástico e 10 a 12 adultos de moscabranca (aproximadamente 3-5 dias de idade) foram introduzidos. Os insetosforam coletados usando-se um aspirador e uma tubulação Tygon não-tóxicade 0,6 cm, conectada a uma ponta de pipeta barreira. A ponta, contendo osinsetos coletados, foi então suavemente inserida dentro do solo contendo aplanta tratada, permitindo que os insetos rastejassem para fora da ponta paraalcançar a folhagem para alimentação. As taças foram cobertas com umatampa com tela reutilizável (tela de poliéster malha de 150 micros PeCap daTetko Inc). As plantas de teste foram mantidas no recinto de retenção a cercade 25 0C e 20 - 40 % de umidade relativa por 3 dias, evitando-se exposiçãodireta à luz fluorescente (fotoperíodo de 24 h) para prevenir aprisionamentode calor dentro da taça. A mortalidade foi avaliada 3 dias após tratamento dasplantas.
Neste teste os compostos 1-1, 1-5, 1-7, 1-8, 1-10, I-11, 1-12, I-- 19, 1-20, I-1, I-10, e 1-45 a 300 ppm apresentaram uma mortalidade de pelomenos 70% em comparação com os controles não tratados.
11. Ácaros aranha de duas manchas (tetranychus urticae, cepa resistente a OP)
Os compostos ativos foram formulados em 50:50 acetona:águae 100 ppm Kinetic™ surfactant.
Plantas de feijão de lima Sieva com folhas primáriasexpandidas a 7 - 12 cm foram infestadas colocando-se em cada uma umpequeno pedaço de uma folha infestada (com cerca de 100 ácaros) retiradosda colônia principal. Isto foi realizado a cerca de 2 horas antes do tratamento,para permitir que os ácaros se movem-se através da planta de teste para porovos. O pedaço de folha usado para transferir os ácaros foi removido. Aplanta recentemente infestadas foram imersas na solução de teste e permitidasecar. As plantas de teste foram mantidas sob luz fluorescente (fotoperíodo de24 h) a cerca de 25 °C e 20 - 40 % de umidade relativa. Após 5 dias, umafolha foi removida e as contagens de mortalidade foram feitas.
Neste teste, o composto 1-46 a 300 ppm apresentou umamortalidade de pelo menos 70% em comparação com os controles nãotratados.
12. Atividade contra afídeo de feijão de corda (aphis craccivora)
Os compostos ativos foram formulados em 50:50acetona:água. As plantas de feijão de corta em potes, colonizadas com 100 -150 afídeos de vários estágios, foram pulverizadas após a população de pesteter sido registrada. A redução da população foi registrada após 24, 72 e 120 horas.Neste teste os compostos 1-1,1-4,1-5,1-6,1-8,1-9,1-10,1-11,1-12, 1-13,1-14, 1-15, 1-18,1-19, 1-20, 1-21, 1-24, 1-24, 1-37, 1-39,1-42 e 1-43 a300 ppm apresentaram uma mortalidade de pelo menos 80% em comparaçãocom os controles não tratados.
13. Atividade contra traça da mariposa (plutella xylostella)
Os compostos ativos foram formulados em 50:50 acetona:águae 0.1 % (vol/vol) Alkamuls EL 620 surfactant. Um disco de folha de 6 cm defolhas de repolho foi imerso na solução de teste por 3 segundos e permitidosecar ao ar em uma placa de Petri revestida com papel filtro úmido. O discode folha foi inoculado com 10 larvas do terceiro instar e mantido a 25-27°C e50-60% de umidade por 3 dias. A mortalidade foi avaliada após 72 h detratamento.
Neste teste os compostos I-1,1-2, 1-4, 1-6, 1-8,1-10, I-11, 1-151-19,1-26,1-35,1-36 e 1-50 a 300 ppm apresentaram uma mortalidade de pelomenos 75% em comparação com os controles não tratados.
14. Atividade contra mosquitos da febre amarela (Aedesaegypti) via tratamento com água
O composto de teste (1 % vol em acetona) foi aplicado a 9 mlde água destilada em placas com 6 poços plásticas de poliestireno. Taxas detratamento foram aplicadas a 1 e 100 ppm. Em seguida, larvas de mosquitosda febre amarela do 4o. instar, Aedes aegypti, foram adicionadas em cadapoço em 1 ml de água destilada. As cápsulas de teste fora mantidas a 22 0C eobservadas diariamente quanto à mortalidade, até 5 dias após tratamento.Cada tratamento foi replicado em 6 poços.
Neste ensaio, o composto 1-10 forneceu 52% de mortalidade a10 ppm após 5 dias. O composto I-I forneceu 100% de mortalidade a 1 ppmapós 3 dias.
15. Atividade contra cupins subterrâneos orientais(Reticulitérmes flávipes) via iscas de papel filtro de cupins.Tratamentos toxicantes (0,1 e 0,3% do composto de teste p/p)foram aplicados em papéis filtro com 4,25 cm (diam.) em solução de acetona.Os níveis de tratamento (% composto de teste) foram calculados com base emum peso médio por papel filtro de 106,5 mg. As soluções de tratamento foramajustadas para fornecer a quantidade de toxicante (mg) requerida por papel em213 ml de acetona. A acetona somente foi aplicada para controles nãotratados. Os papéis tratados foram ventilados para evaporar a acetona,umedecidos com 0,25 ml de água e colocados nas correspondentes arenas deteste.
Os bioensaios de isca de cupins foram conduzidos em placasde Petri de 100 χ 15 mm com 1 colher de chá de areia fina espalhada em umacamada fina através do fundo de cada cápsula. 0,25 de colher de chá de areiaadicional foram empilhados em contato com o lado de cada cápsula. A areiafoi umedecida com 2,7 ml de água aplicada à areia empilhada. Água foiadicionada às cápsulas como necessário durante o curso dos bioensaios, paramanter o teor de umidade. Os bioensaios tinham um filtro tratado (sobre aareia) e 30 trabalhadores de cupins por cápsula de teste. Cada nível detratamento foi replicado em 3 cápsulas de teste. As cápsulas de teste forammantidas a aproximadamente 30 0C e 85% de umidade por 14 dias eobservadas diariamente quanto à mortalidade.
Neste ensaio, o composto 1-10 forneceu 86% de mortalidade a0,3% p/p após 14 dias. O Composto I-I forneceu 99% de mortalidade a 0,1%p/p após 7 dias.
16. Atividade contra formiga acrobata (Crematogaster sp.),mosca doméstica (Musca domestica), mosquito da febre amarela (Aedesaegypti), via contato com copo
Frascos de vidro (frascos de cintilação de 20 ml) foramtratados com 0,44 ml de uma solução de ingrediente ativo em acetona. Cadafrasco foi enrolado não tampado por ca. de 10 minutos, para permitir que oingrediente ativo revestisse completamente o frasco e para permitir secagemtotal da acetona. Seis insetos ou carrapatos foram colocados em cada frasco,com 5 frascos por taxa de tratamento. Os frascos são mantidos a 22 0C e sãoobservados quanto aos efeitos de tratamento em vários intervalos de tempo.
No ensaio de frasco de vidro do mosquito da febre amarela, ocomposto I-IO mostrou 100% de mortalidade a 10 ppm após 24 horas e ocomposto I-I forneceu 37 % de mortalidade a 10 ppm após 48 horas.
No ensaio de frasco de vidro de mosquito mosca doméstica, ocomposto 1-10 apresentou 80% de mortalidade a 10 ppm após 24 horas e ocomposto I-I forneceu 30% de mortalidade a 10 ppm após 48 horas.
No ensaio de frasco de vidro de formiga acrobata, o composto1-10 apresentou 86% de mortalidade a 100 ppm após 2 dias e o composto I-Iforneceu 7% de mortalidade a 100 ppm após 4 dias.
17. Atividade contra formiga acrobata (Crematogaster sp.) ecupins subterrâneos (Reticulitermes flavipes) via incorporação no solo.
O solo foi preparado adicionando-se soluções estoque (ativodissolvido em acetona) a 100 g de solo de barro arenoso para produzirbateladas de 1, IOe 100 ppm. Jarras de solos foram enroladas em uma rolo dejarra para misturarem completamente e então permitidas ventilar durante anoite com acetona evaporando-se.
Bioensaios de formiga foram conduzidos em placas de Petri de100 χ 20 mm e foram preparados com uma camada de 1% de ágar (7 ml) eentão 12,75 g de solo tratado seco. Uma pelota de algodão (#2), embebidacom uma solução de 10% de açúcar, foi adicionada a cada cápsula em umbote de micro-peso como uma fonte de umidade e alimentação. Cada cápsulafoi então infestada com 15 trabalhadores de formiga acrobata, Crematogastersp. Três réplicas foram instaladas por taxa de tratamento. A mortalidade foiobservada diariamente até 7 dias com formigas moribundas e mortasremovidas em cada leitura.Bioensaios de cupins subterrâneos foram conduzidos emplacas de Petri de 50 χ 15 mm e foram preparados com uma camada de 1% deágar (2 ml) e então 2 g de solo tratado seco. Um pedaço de 1 cm" de papelfiltro, umedecido com 1 gota de água destilada, foi adicionado a cada cápsulacomo uma fonte de alimento de celulose. Cada cápsula foi então infestadacom 15 trabalhadores cupins subterrâneos orientais, Reticulitermes flavipes.Cinco réplicas foram instaladas por taxa de tratamento. A mortalidade foiobservada diariamente até 7 dias com cupins moribundos e mortos removidosem cada leitura.
No ensaio de incorporação de solo de formiga acrobata, ocomposto 1-10 apresentou 100% de mortalidade a 100 ppm após 3 dias e ocomposto I-I forneceu 36% de mortalidade a 100 ppm após 7 dias. No ensaiode incorporação de solo de cupins, o composto 1 — 10 apresentou 84% demortalidade a 100 ppm após 9 dias e o composto I-I forneceu 95% demortalidade a 100 ppm após 9 dias.
18. Tripse de Orquídea (dichromothrips corbetti)
Dichromothrips corbetti adultos usados para o bioensaio sãoobtidos de uma colônia mantida continuamente sob condições de laboratório.Para fins de teste, o composto de teste é diluído em uma concentração de 500ppm (p composto : vol diluente) em uma mistura 1 : 1 de acetona : água, mais0,01 % de tensoativo Kinetic.
A potência dos tripses de cada composto é avaliada utilizando-se uma técnica de imersão de floral. Placas de Petri de plástico são usadascomo arenas de teste. Todas as pétalas das flores de orquídea intactasindividuais são imersas dentro da solução de tratamento por aproximadamente3 segundos e permitidas secar por 2 horas. As flores tratadas são colocadasdentro de placas de Petri individuais juntamente com 10—15 tripses adultos.As placas de Petri são então cobertas com tampas. Todas as arenas de testesão mantidas sob contínua luz e uma temperatura de cerca de 28 °C durante aduração do ensaio. Após 4 dias, os números dos tripses vivos são contados emcada flor e junto de paredes internas de cada cápsula Petri. O nível demortalidade de tripse é extrapolado dos números de tripses de pré-tratamento.
19. Atividade contra besouro pulga (Phylotretta striolata)
Besouros pulga (Phylotretta striolata) adultos usados para obioensaio foram obtidos de uma colônia mantida continuamente sobcondições de laboratório. Para fins do teste, o composto de teste foi diluídoem uma concentração de 300 ppm (p composto: vol diluente) em uma misturade 1:1 de acetona : água, mais 0,1% tensoativo EL 620.
A atividade de cada composto foi avaliada usando-se umatécnica de imersão de borda. Placas de Petri de vidro (60 χ 15 mm) revestidascom papel filtro úmido servem como arenas de teste. Todos os discos de folhaforam imersos em solução de tratamento por aproximadamente 3 segundos epermitidos secar por 2 horas. Cada disco de folha tratado foi colocado emplacas de Petri individuais e inoculado com 10 besouros adultos. As placas dePetri foram então cobertas com tampas. Todas as arenas de teste forammantidas sob contínua luz e uma temperatura de cerca de 28 0C durante aduração do ensaio. Após 3 dias, a mortalidade percentual é observada.
A 300 ppm, os seguintes compostos apresentaram umamortalidade de 75% ou superior: 1-32,1-34,1-37,1-42 e 1-50.
20. Atividade contra insetos saltadores de folha verdes(Nephotettix virescens) e insetos saltadores de planta marrons (Nilaparvatalugens).
Os insetos saltadores de folha e insetos saltadores de plantaadultos, usados para o bioensaio, foram obtidos de uma colônia mantidacontinuamente sob condições de laboratório. Para fins de teste, o composto deteste foi diluído em 300 ppm (p composto : vol diluente) em uma mistura de 1: 1 de acetona : água, mais 0,1% tensoativo EL 620.
A atividade do inseto saltador foi avaliada usando-se a técnicade pulverização foliar. As plantas de arroz em potes (2-3 semanas de idade,Variedade TN-1) foram limpadas e secadas antes da aplicação. Todas asplantas foram tratadas dentro da coifa de fumaça usando-se atomizadorDeVilbiss a 1,76 kg/cm com um volume de pulverização de 5 ml / planta.
Para assegurar distribuição de pulverização uniforme, as plantas foramcolocadas em uma forma plana rotativa dentro da coifa de fumaça. As plantastratadas foram então colocadas dentro do recinto de retenção e permitidassecar por 2 horas. Cada planta foi engaiolada usando-se gaiolas Mylar (10,16cm de diâmetro χ 48,26 cm de altura) e inoculada com 10 insetos saltadores adultos. Todas as plantas de teste foram mantidas sob contínua luz e umatemperatura de cerca de 28 0C pela duração do ensaio. A mortalidadepercentual foi observada após 72 horas.
A 300 pm os seguintes compostos apresentaram 75% demortalidade ou superior contra o inseto saltador de folha verde: 1-32.<table>table see original document page 85</column></row><table><table>table see original document page 86</column></row><table><table>table see original document page 87</column></row><table><table>table see original document page 88</column></row><table><table>table see original document page 89</column></row><table><table>table see original document page 90</column></row><table>

Claims (16)

1. Compostos sendo derivados de quinolina, caracterizadospelo fato de serem de fórmula I<formula>formula see original document page 91</formula>ciano, amino, nitro, Ci-C6-alquila, C2-C6-alquenila, C2-C6-alquinila, C3-C7-cicloalquila, C3-C7-cicloalquil-CrC4-alquila, CrC6-alcóxi, C2-C6-alquenilóxi,C2-C6-alquinilóxi, C1 -C4-alcóxi-C 1 -C4-alcóxi, C3-C7-cicloalquil-C 1 -C4-alcóxi,C(OH)(CF3)2 , Ci-Cé-haloalquila, CrC6-haloalcóxi, CrC6-alquiltio, CrC6-haloalquiltio, CrC6-alquilsulfinila, C1 -C6-haloalquilsulfmila, CrC6-alquilsulfonila, CrC6-haloalquilsulfonila, C(Ra)=O, C(Ra)=NORb, C(=0)0Rx,ou C(=0)NRxRy;alquinila, Ci-C4-haloalquila, ou C2-C4-haloalquenila;Rx, Ry são cada um independentemente hidrogênio, Ci-C4-alquila, Ci-C4-haloalquila, Ci-C4-alcóxi-Ci-C4-alquila, Ci-C4-tioalquil-Ci-C4-alquila, C1 -C4-alquil-S(=0)C 1 -C4-alquila, C1 -C4-alquil-S(=0)2C 1 -C4-alquila,C3-C6-cicloalquila, Ci-C4-alquil-C3-C6-cicloalquila, C3-C6-alquenila, C3-C6-alquinila;halogênio, ciano, amino, nitro, hidróxi, Ci-C6-alquila, Ci-C6-alcóxi, Ci-C6-haloalquila, Ci-C6-haloalcóxi, Ci-C6-alquiltio, Ci-C6-haloalquiltio, CrC6-alquilsulfinila, CrC6-haloalquilsulfinila, CrC6-alquilsulfonila, CrC6-haloalquilsulfonila, ou C(=0)0Rc;em queR1, Rz, Rj são cada um independentemente halogênio, hidróxi,Ra é hidrogênio ou CrC4-alquila;Rb é hidrogênio, CrC4-alquila, C2-C4-alquenila, C2-C4-R4, R5, R6, R7 são cada um independentemente hidrogênio,Rc é hidrogênio, C1-C6-alquila, C2-C6-alquenila, ou C2-C6-alquinila;m e η são cada um independentemente 1, 2, 3, 4, ou 5;ρ é 0, 1, 2, 3, 4, ou 5;e seus N-óxidos, enantiômeros, diastereômeros e sais.
2. Compostos sendo derivados de quinolina de fórmula I deacordo com a reivindicação 1, caracterizados pelo fato de queR1, R2, R3 são cada um independentemente halogênio, ciano,C1-C6-alquila, C2-C6-alquenila, C2-C6-alquinila, C1-C6-alcóxi, C2-C6-alquenilóxi, C2-C6-alquinilóxi, C1-C6-haloalquila, C1-C6-haloalcóxi, C1-C6-alquiltio, C1-C6-haloalquiltio, C1-C6-alquilsulfonila, C1-C6-haloalquilsulfonila,ou C(Ra)=NORb;m e η são cada um independentemente 1, 2, 3, 4, ou 5; eρ é 0, 1, 2, 3, 4, ou 5;
3. Compostos sendo derivados de quinolina de fórmula I deacordo com a reivindicação 1, caracterizados pelo fato de R45 R5, R65 R7serem, cada um independentemente, hidrogênio, halogênio, C1-C6-alquila, C1-C6-alcóxi, C1-C6-haloalquila, C1-C6-haloalcóxi, C1-C6-alquiltio, ou C1-C6-haloalquiltio;
4. Processo para a preparação de compostos sendo derivadosde quinilina de fórmula I como definidos em qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de sulfonilcloretos (IV) serem reagidos comquinolinas (V) na presença de uma base, para fornecer os intermediários (II),<formula>formula see original document page 92</formula>intermediários estes (II) sendo subseqüentemente reagidoscom ácidos borônicos (III) por um acoplamento Suzuki, na presença de umabase e um catalisador, para fornecer derivados de quinolina de fórmula I,<formula>formula see original document page 93</formula>em que as variáveis dos compostos acima têm o significadocomo definido acima para derivados de quinolina de fórmula (I), R1 e Rjserem, cada um independentemente, hidrogênio ou C1-C4 alquila ou R1 e Rj,juntos, formarem uma ponte etileno ou propileno, cujos átomos de carbonopodem todos ou em parte ser substituídos por grupos metila e L e L1 sãogrupos de partida adequados.
5. Intermediários, caracterizados pelo fato de serem de fórmula<formula>formula see original document page 93</formula>como definidas em qualquer uma das reivindicações 1 a 3 para os compostosde fórmula I, com exceção dos compostos em que R4 e R7 são hidrogênio e R3e R6 são os mesmos e selecionados do grupo consistindo de hidrogênio,metila, flúor, cloro, metóxi e triflurometóxi.
6. Uso de compostos de fórmula I como definidos em qualqueruma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de ser para combaterinsetos, acarídeos ou nematódeos.
7. Método para o controle de insetos, acarídeos ounematódeos, caracterizado pelo fato de ser pelo contato de inseto, acarídeo ounematódeo ou seu suprimento alimentar, habitat, área de procriação ou seulocal com uma quantidade pesticidamente eficaz de composições oucompostos de fórmula I, como definidos em qualquer uma das reivindicações-1 a3.
8. Método para a proteção de plantas em desenvolvimento doataque ou infestação por insetos, acarídeos ou nematódeos, caracterizado pelofato de ser pela aplicação às plantas, ou ao solo ou água em que elas estãocrescendo uma quantidade pesticidamente eficaz das composições oucompostos de fórmula I, como definidos em qualquer uma das reivindicações 1 a3.
9. Método de acordo com as reivindicações 7 ou 8,caracterizado pelo fato de os compostos como definidos em qualquer uma dasreivindicações 1 a 3 ou uma composição compreendendo-os, serem aplicadasem uma quantidade de 5 g/ha a 2000 g/ha.
10. Método para a proteção de semente, caracterizado pelo fatode compreender contatar as sementes com um compostos de fórmula I comodefinido em qualquer uma das reivindicações 1 a 3 ou uma composiçãocompreendendo este composto em quantidades pesticidamente eficazes.
11. Método de acordo com a reivindicação 10, caracterizadopelo fato de o composto de fórmula I como definido em qualquer uma dasreivindicações 1 a 3 ou a composição compreendendo-o ser aplicada em umaquantidade de 0,1 g a 10 kg por 100 kg de sementes.
12. Semente, caracterizada pelo fato de compreender ocompostos de fórmula I como definidos em qualquer uma das reivindicações-1 a 3, em uma quantidade de 0,1 g a 10 kg por 100 kg de sementes.
13. Método para o tratamento, controle, prevenção ou proteçãode animais contra infestação ou infecção por parasitas, caracterizado pelo fatode compreender administrar ou aplicar oral, tópica ou parenteralmente aosanimais uma quantidade parasiticamente eficaz das composições oucompostos de fórmula I, como definidos em qualquer uma das reivindicações-1 a 3 ou seus sais veterinariamente aceitáveis.
14. Processo para a preparação de uma composição para tratar,controlar, prevenir ou proteger animais contra infestação ou infecção porparasitas, caracterizado pelo fato de compreender uma quantidadeparasiticamente eficaz das composições ou compostos de fórmula I comodefinidos em qualquer uma das reivindicações 1 a 3 ou seus saisveterinariamente aceitáveis.
15. Composições, caracterizadas pelo fato de compreenderemuma quantidade pesticida ou parasiticamente ativa dos compostos de fórmulaI. como definidos em qualquer uma das reivindicações 1 a 3 e um veículoagronômica ou veterinariamente aceitável.
16. Misturas pesticidas sinérgicas, caracterizadas pelo fato decompreenderem um composto de fórmula I como definido em qualquer umadas reivindicações 1 a 3 e um pesticida selecionado dos compostos deorgano(tio)fosfatos, carbamatos, piretróides, imitações de hormônio juvenil,agonistas/antagonistas do receptor nicotínico, compostos de antagonista decanal de cloreto ativado por GABA, ativadores do canal de cloreto,compostos METI I, II e III, desacopladores de fosforilação oxidativa,inibidores de fosforilação oxidativa, rompedores de muda, sinergistas,compostos de bloqueador de canal de sódio, fumigantes, bloqueadores dealimentação seletivos, inibidores de crescimento de ácaros, inibidores dasíntese da quitina, inibidores da biossíntese do lipídeo, agonistasoctapaminérgicos, moduladores do receptor da rianodina, fosfeto de alumínio,amidoflumet, benclotiaz, benzoximato, bifenazato, bórax, bromopropilato,cianeto, cienopirafeno, ciflumetofeno, quinometionato, dicofol, fluoroacetato,fosfina, piradila, pirifluquinazona, enxofre, emético de tártaro; N-R'-2,2-di-halo-l-R"ciclo-propanocarboxamida-2-(2,6-dicloro-a,a,a-trifluoro-p-tolil)hidrazona ou N-R'-2,2-di(R"')propionamida-2-(2,6-dicloro- α,α,α-trifluoro-p-tolil)-hidrazona, em que R' é metila ou etila, halo é cloro ou bromo, R" éhidrogênio ou metila e R'" é metila ou etila, clorantraniliprol, o composto deformula Γ<formula>formula see original document page 96</formula>CF3(CH2)2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H, CF3(CH2)2C(CN)2CH2(CF2)5CF2H,CF3(CH2)2C(CN)2(CH2)2C(CF3)2F, CF3(CH2)2C(CN)2(CH2)2(CF2)3CF3,CF2H(CF2)3CH2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H, CF3(CH2)2C(CN)2CH2(CF2)3CF3,CF3(CF2)2CH2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H, CF3CF2CH2C(CN)2CH2(CF2)3CF2H, 2-(2,2,3,3,4,4,5,5-octafluoropentil)-2-(3,3,4,4,4-pentafluorobutil)malonodinitrila, e CF2HCF2CF2CF2CH2C(CN)2CH2CH2CF2CF3,
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