BRPI0709630A2 - método para fabricar uma estrutura aquecedora, estrutura aquecedora, superfìcie externa de uma aeronave, superfìcie dianteira de uma asa, asa de aeronave, admissão de ar de aeronave, pá de rotor de aeronave, veìculo, retrovisor lateral de veìculo, assento de veìculo, trem ferroviário, carro, e, conjunto de pontos - Google Patents

método para fabricar uma estrutura aquecedora, estrutura aquecedora, superfìcie externa de uma aeronave, superfìcie dianteira de uma asa, asa de aeronave, admissão de ar de aeronave, pá de rotor de aeronave, veìculo, retrovisor lateral de veìculo, assento de veìculo, trem ferroviário, carro, e, conjunto de pontos Download PDF

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Abstract

MéTODO PARA FABRICAR UMA ESTRUTURA AQUECEDORA, ESTRUTURA AQUECEDORA, SUPERFìCIE EXTERNA DE UMA AERONAVE, SUPERFìCIE DIANTEIRA DE UMA ASA, ASA DE AERONAVE, ADMISSãO DE AR DE AERONAVE, Pá DE ROTOR DE AERONAVE, VEìCULO, RETROVISOR LATERAL DE VEìCULO, ASSENTO DE VEìCULO, TREM FERROVIáRIO, CARRO, E, CONJUNTO DE PONTOS. é descrito um método para fabricar uma estrutura aquecedora, e uma estrutura aquecedora correspondente. O método compreende prover um material de reforço poroso tal como tecido de fibra de vidro, aplicar um metal no material de reforço poroso tal como por aspersão e aplicar resina no material de reforço poroso com metal já aplicado no mesmo para fabricar uma estrutura substancialmente rígida. A aplicação do metal no material de reforço poroso antes da aplicação da resina fornece diversas vantagens, tais como maior resistência ao cisalhamento entre o material de reforço poroso e a camada de metal aplicada e a capacidade de manipular o material de reforço poroso com metal aplicado no mesmo antes de aplicar a resina. A estrutura aquecedora pode ser usada em muitas aplicações, algumas das quais são descritas.

Description

"MÉTODO PARA FABRICAR UMA ESTRUTURA AQUECEDORA,ESTRUTURA AQUECEDORA, SUPERFÍCIE EXTERNA DE UMAAERONAVE, SUPERFÍCIE DIANTEIRA DE UMA ASA, ASA DEAERONAVE, ADMISSÃO DE AR DE AERONAVE, PÁ DE ROTOR DEAERONAVE, VEÍCULO, RETROVISOR LATERAL DE VEÍCULO,ASSENTO DE VEÍCULO, TREM FERROVIÁRIO, CARRO, E,CONJUNTO DE PONTOS"
A presente invenção diz respeito a um método para fabricaruma estrutura aquecedora, e a uma estrutura aquecedora correspondente.
Estruturas aquecedoras podem ser usadas em muitas aplicações. Por exemplo,elas podem ser usadas em componentes e estrutura de aeronaves, emparticular em superfícies externas de aeronaves, tais como asas, admissão dear e pás do rotor. Elas poderiam ser usadas se for necessário um aquecedor, talcomo em retrovisores laterais, aquecedores de assento, trens ferroviários,aquecedores de carro e aquecedores para vias férreas e pontos ferroviários. Osaquecedores podem ser usados para prover a função de descongelamento.
O método existente para fabricar estruturas aquecedoras éprimeiramente provendo-se uma camada estrutural. A camada estrutural nogeral compreende um material de reforço tal como um tecido de fibra de vidroque é curado com resina para torná-lo rígido. O tecido de fibra de vidrocurado com resina rígido é então j ateado com grânulos para remover parte daresina na superfície externa de maneira a expor parte do tecido de fibra devidro por baixo. Um jato de metal tal como de uma liga de cobre é entãoaplicado na superfície do tecido de fibra de vidro exposta para formar umacamada de metal que adere no tecido de fibra de vidro exposto. O tecido defibra de vidro curado com resina pode ser mascarado, de maneira tal que acamada de metal forme um padrão adequado para ser usado como o elementoaquecedor. O elemento aquecedor é então conectado a uma fonte dealimentação adequada para formar um circuito elétrico, de maneira tal que,em uso, a camada de metal que age como um elemento aquecedor gere calorem virtude de sua resistência elétrica. A estrutura aquecedora resultante podeser usada em qualquer aplicação desejada, tal como uma superfície externa deuma aeronave, por exemplo, para prover uma função de descongelamento.
Entretanto, existem inúmeros aspectos deste métodoconvencional que seria vantajoso melhorar.
Por exemplo, seria desejável não ter que realizar jateamentocom grânulos na superfície do tecido de fibra de vidro curado com resina, jáque isto pode enfraquecer e danificar a estrutura a fim de melhorar adurabilidade do aquecedor e aumentar sua vida útil. Seria também desejávelmelhorar a ligação entre a camada de metal j ateada e o tecido de fibra devidro curado com resina jateado com grânulo.
Seria também desejável poder usar diversos diferentes tipos demetais e métodos de aplicação do metal. Diferentes tipos de metais ou ligaspermitirão que uma faixa mais ampla de resistências e capacidade de usaralgumas propriedades especiais do metal. No método convencional deaplicação da camada de metal, usando, por exemplo, uma pistola de aspersão,a temperatura do jato de metal deve ser mantida convenientemente baixa demaneira a não fundir a resina no tecido de fibra de vidro curado com resina.Esta restrição de temperatura limita a aplicação do metal a processos detemperatura relativamente baixa que, por sua vez, limita a faixa de metais quepodem ser usados.
Além disso, no método convencional, a forma do tecido defibra de vidro curado com resina rígido tem que ser formado antes de o metalser aplicado. Esta forma geralmente inclui diversas curvas e dobras para seadaptarem na superfície externa da aeronave, tais como uma asa ou pá dorotor. É uma tarefa demorada para garantir que a camada de metal aplicadasubseqüentemente seja de uma espessura substancialmente constante nascurvas e dobras para garantir que um suprimento substancialmente constantede calor seja provido na superfície.
São providos barramentos em estruturas muticamadasconvencionais entre várias camadas para permitir conexão elétrica interna. Osbarramentos convencionalmente compreendem tiras de metal, tipicamentefeitas de berilo e cobre, e são pré-moldadas nas camadas base da estrutura demaneira que sua posição seja estabilizada antes da aplicação do jato de metal.Entretanto, a provisão desses barramentos é relativamente cara, difícil e exigemuita mão-de-obra.
De acordo com um primeiro aspecto da presente invenção, éprovido um método para fabricar uma estrutura aquecedora, o métodocompreendendo:
prover um material de reforço poroso;
aplicar um metal ou liga metálica no material de reforçoporoso e, em seguida;
aplicar resina no material de reforço poroso com o metal jáaplicado no mesmo.
Pela aplicação do metal no material de reforço poroso, talcomo tecido de fibra de vidro, antes da aplicação da resina para tornar aestrutura rígida, o método não exige nenhum jateamento com grânulos eassim a vida em fadiga da estrutura provavelmente será melhorada.
Além disso, à medida que o metal é aplicado no material dereforço poroso, tal como vidro de vidro, antes de a resina ser aplicada, o metalprovavelmente será absorvido nos poros dos materiais de reforço bem maisrapidamente do que no método convencional, em que o metal em geral formauma camada por cima da superfície jateada com areia do tecido de fibra devidro curado com resina. O metal pode ser jateado no material de reforçoporoso. O metal pode ser absorvido pelo menos 25 μιη ou pelo menos 50 μηιno material de reforço poroso. Isto torna o processo de aplicação de metal,usando um jato, por exemplo, mais fácil de controlar em termos deuniformidade e resistência geral. Isto serve então para facilitar a automaçãodo processo de aplicação de metal e permite que métodos de aplicação demetal com temperaturas mais altas sejam usadas, já que nenhuma resina sefunde. Além disso, estruturas aquecedoras feitas por este métodoprovavelmente têm maior resistência ao cisalhamento do que estruturas feitaspelo método convencional, já que o metal provavelmente será maisrapidamente absorvido nos poros do tecido de fibra de vidro do quesimplesmente formando uma camada por cima do tecido de fibra de vidrocurado com resina jateado com grânulos, como no método convencional.
É também possível manipular o material de reforço com metalaplicado no mesmo em formas adequadas com curvas, dobras e curvastridimensionais antes da aplicação de resina para tornar a estrutura rígida. Aestrutura pode, por exemplo, ter metal aplicado enquanto o material dereforço é plano para garantir que uma espessura substancialmente constantede metal seja aplicada e em seguida manipulada na forma desejada antes daaplicação de resina para torná-la rígida. Alternativamente, é também possívelprover o material de reforço em uma forma adequada, tal como qualquerforma curva tridimensional ou dupla desejável, e em seguida aplicar o metalno material de reforço na forma pré-formada e em seguida aplicar a resina.Isto permite que estruturas aquecedoras de formas complexas sejam formadas.O material de reforço pode ser manipulado na forma desejada usando ummolde.
Barramentos podem ser providos entre estruturas aquecedoraspara formar uma manta aquecedora em multicamadas. Os barramentos podemcompreender tiras de material de reforço poroso tais como tiras de tecido defibra de vidro com metal aplicado nelas. O uso de tais barramentos permiteque seja feita uma estrutura ou manta aquecedora na qual a estrutura ebarramentos têm resina aplicada, tornando o método mais simples e menoscaro do que do processo convencional.Modalidades da presente invenção serão agora descritas atítulo de exemplo com referência ao desenho anexo, em que:
A figura 1 é um fluxograma que ilustra uma modalidade dométodo da presente invenção;
A figura 2 é uma vista plana de um padrão de aquecedortípico; e
A figura 3 é um exemplo de uma estrutura aquecedora feitapelo método ilustrado na figura 1.
Conforme mostrado na figura 1, e descrito anteriormente, ométodo de produzir uma estrutura aquecedora compreende prover ummaterial de reforço poroso 1, aplicar um metal no material de reforço poroso 2e em seguida aplica resina no material de reforço poroso com metal jáaplicado no mesmo 3.
O material de reforço poroso pode ter qualquer formaadequada, tal como um tecido de fibra de vidro ou cerâmica tecida, porexemplo.
Metal pode ser aplicado no material de reforço poroso porqualquer método adequado, conforme é bem conhecido na tecnologia, talcomo por aspersão. Aspersão de metal pode ser feita de diversas maneiras, talcomo fundindo progressivamente um arame de liga de cobre em uma chamade propano/oxigênio, de maneira tal que o material fundido resultante sejadividido e projetado sobre o material de reforço poroso por meio de umacorrente de ar comprimido. Outros processos, tal como jateamento a arco, queproduzem metal jateável podem ser usados para fundir e jatear praticamentequalquer metal no material de reforço poroso. O fator limitanteprovavelmente é a máxima temperatura que o material de reforço porososuportará, que pode ser relativamente alta, quando é usada uma cerâmicatecida.
Processos de altas temperaturas tão altas como jateamento aarco podem ser usados, muitos diferentes tipos de metais podem ser aplicadosno material de reforço poroso. Metais podem ser selecionados comcaracterísticas adequadas, tal como titânio, para prover um maior coeficientede resistência térmica, e assim mais aquecimento a menores temperaturasambientes, e uma menor resistência térmica e assim menor aquecimento amaiores temperaturas ambientes. Isto é o contrário do método convencional,onde métodos de temperaturas relativamente baixas de aplicação de metal notecido de fibra de vidro curado com resina podem ser usados, de forma que aresina não se funda, limitando assim a faixa de metais que podem ser usados.
O metal jateado é tipicamente absorvido pelo menos 25 μηι (1mil, que é um milésimo de uma polegada) e em geral entre 25 μηι e 100 μπι(1 mil e 4 mil) ou mais, tipicamente entre 50 μηι e 75 μ (e mil e 3 mil) nomaterial de reforço poroso. A camada de metal assim tem resistência aocisalhamento muito melhor do que camadas de metal convencionais que sãoessencialmente pegajosas na superfície jateada com grânulo exposta de umtecido de fibra de vidro revestido com resina.
Como o material de reforço e o metal aplicado podem suportartemperaturas relativamente altas, maiores potências do aquecedor podem serusadas até um limite definido pela temperatura que o sistema de resina podesuportar sem fundir. Além disso, o método de aplicar metal no material dereforço poroso pode ser o mesmo para qualquer que seja o sistema deaplicação de resina usado. Isto é o contrário de métodos convencionais quegeralmente exigem diferentes métodos de aplicação do metal dependendo dosistema de resina usado.
Durante a aplicação do metal, o material de reforço porosopode ser mascarado por meios simples, como é bem conhecido na tecnologia,de maneira tal que o padrão do elemento aquecedor fique exposto. A aspersãode metal pode ser aplicada no padrão do material de reforço exposto, demaneira tal que resulte em um revestimento uniforme de metal. Com metalsuficiente aplicado, uma tira eletricamente uniforme de material condutorpode ser produzida. A figura 2 mostra uma vista plana de um aquecedorjateado com metal típico 10 formado usando uma máscara. Neste exemplo, oaquecedor jateado com metal 10 compreende diversos condutores deresistência relativamente mais alta 11 conectados entre si nas suasextremidades por meio de condutores de resistência relativamente mais baixa12. O circuito elétrico resultante pode ser acionado por uma fonte dealimentação elétrica adequada a fim de gerar calor em virtude da resistênciado circuito.
Um material de reforço jateado com metal tal como tecido defibra de vidro tem robustez suficiente para permitir manipulação de forma.Esta propriedade permite que o tecido seja jateado em uma condição de formatal que, quando plano e em seguida alterado para uma outra forma, éincorporado em uma estrutura útil. Uma peça de tecido de fibra de vidrojateada como uma folha plana pode ser manipulada por meios simples, demaneira tal que ela possa ser incorporada em qualquer forma curva, tal comouma asa ou bordo de avanço da pá do rotor. Considerando que a superfíciejateada com metal está na superfície interna da curva ou raio, ela estaráefetivamente em compressão, e isto permite que o sistema seja manipuladoem raios muito pequenos, tal como menos que 3 mm (0,125 polegada).
Um benefício de fabricação particular desta propriedade é quea estrutura aquecedora pode ser fabricada em uma condição plana e emseguida aplicada a uma estrutura modelada. Até então, jateamento de metaltem sido aplicado a uma forma pré-curada. A capacidade de poder j atear ummaterial plano e em seguida aplicá-lo a uma estrutura modelada esubseqüentemente aplicar resina para torná-lo rígido permite a introdução dosistema de aquecimento em um processo de moldagem com fêmea e macho.
Processos de aspersão de metal existentes são difíceis de aplicar no lado dedentro de uma moldagem fêmea (especialmente com bordos de avançoestreitos) por causa do tamanho e natureza do equipamento de aspersão demetal e da dificuldade de poder jatear nas tolerâncias exigidas dentro domolde fêmea.
Alternativamente, o material de reforço pode ser provido comuma forma adequada antes da aplicação do metal e resina. O material dereforço flexível, tal como tecido de fibra de vidro de dia, pode ser pré-formado em uma forma adequada, tais como uma forma curva tridimensionalou dupla usando um molde. O metal e resina podem então ser aplicados paraformar a estrutura aquecedora. A pré-formação do material de reforço permiteque formas de estruturas aquecedoras mais complexas sejam formadas semnenhum risco de danificar o elemento aquecedor, que resultaria damanipulação excessiva de um material de reforço jateado com metal.
Uma camada de reforço j ateada com metal como essa pode terresina aplicada nela por qualquer método adequado conhecido pelos versadosna técnica. Tais métodos podem incluir infusão de resina por meio deincorporação em uma estrutura de compósito "pré-peg", por infusão de resinapor meio de injeção de resina líquida pelo processo de moldagem portransferência de resina (RTM) ou por infusão de resina por meio do processode moldagem por injeção de resina (RIM), por exemplo.
Compósitos de resina são em geral uma mistura controlada depré-polímeros líquidos endurecíveis e um certo número de camadas dematerial de reforço. Para estruturas aquecedoras elétricas, as camadas dereforço são arranjadas em uso para ficar dispostas próximas aos aquecedoresjateados com metal, já que eles precisam ter propriedades de isolamentoelétrico. As outras camadas podem ser de qualquer material da maneiradesejada para adequar à aplicação.
O material de reforço j ateado com metal precisa ser infusocom o sistema de resina líquida. Para um sistema barato e prático, a camadade reforço j ateada com metal pode ser infusa ao mesmo tempo que as outraspartes da estrutura compósita.
"Sistemas pré-peg" comercialmente disponíveis encontram-sedisponíveis, os quais contêm o reforço de compósito exigido e o sistema deresina exigido na forma semi-sólida. Tais materiais podem ficar dispostos emqualquer lado do material de reforço j ateado com metal de uma maneiraconsistente com procedimentos normais na indústria. O processo para criaruma estrutura de compósito homogênea em geral exige que a pilha sejadisposta em um molde adequado e mantida sob vácuo com uma membranaadequada, que tenha pressão de ar externa aplicada, e a temperatura elevadapara liqüefazer e curar o sistema de resina. Um processo como esse éconhecido na indústria como uma cura em autoclave. Durante uma cura comoesta, a resina líquida infundirá no material de reforço seco e o sistema deaspersão de metal por meio da ação capilar.
Infusão de resina pré-peg pode também ser realizada pelaaplicação de um processo somente de calor e vácuo, onde as propriedades dopolímero permitirem.
A aspersão de metal é inerentemente porosa, e isto permite queo sistema de resina penetre e envolva as partículas aplicadas. O resultado finalde um processo de infusão como esse é uma estrutura de compósito de resinacompletamente molhada que incorpora um elemento aquecedor.
Alternativamente, a camada de reforço j ateada com metal podeser provida em uma pilha de materiais de reforço secos da maneira atualmenteconhecida na indústria como processo RTM (moldagem por transferência deresina). Neste processo, a pilha de materiais de reforço é colocada em ummolde fechado e o sistema de resina líquida é introduzido, tanto com pressãoquanto com vácuo. Durante este processo, o material de reforço e aspersão demetal são completamente infusos, produzindo uma estrutura completamentehomogênea.
Alternativamente, a camada de reforço jateada com metal podeser provida em uma pilha de materiais de reforço secos da maneira atualmenteconhecida na indústria como processo RIM (moldagem por injeção de resina).Neste processo, a pilha de materiais de reforço é colocada em um saco avácuo e o sistema de resina líquido é introduzido a vácuo. Durante esteprocesso, o material de reforço e a aspersão de metal são completamenteinfusos, produzindo uma estrutura completamente homogênea.
A figura 3 mostra um exemplo de uma estrutura aquecedorafeita pelo método supradescrito. Neste exemplo, o material de reforço poroso20 é tecido de vidro e teve uma camada de metal 30 aplicada nele, que foiabsorvida aproximadamente 50 μιη a 75 μιη (2 a 3 mil) no material de reforçoporoso 20. O material de reforço poroso 20 com metal aplicado a ele podeentão ser manipulado em qualquer forma desejada para subseqüente uso (nãomostrado). Alternativamente, o material de reforço poroso pode ter sidomanipulado em qualquer forma desejada antes da aplicação da camada demetal 30. Resina 40 é então aplicada no material de reforço poroso 20 commetal aplicado nela para torná-la rígida. A resina 40 encapsula o material dereforço poroso 20 com metal aplicado no mesmo. Em uso, a camada de metalna forma de um elemento aquecedor é conectada a uma fonte de alimentação(não mostrada) para permitir que a estrutura seja aquecida.
Muitas variações podem ser feitas nos exemplossupradescritos, sem fugir do escopo da invenção. Por exemplo, qualquermaterial de reforço poroso pode ser usado e o metal e resina podem seraplicados por qualquer método adequado. A estrutura aquecedora pode serusada em qualquer aplicação desejada. Por exemplo, ela pode ser usada emuma aeronave, tal como em uma superfície externa, tais como a asa, admissãode ar ou pá do rotor. Ela poderia ser usada em um veículo tal como umretrovisor lateral de veículo, um aquecedor de assento, um trem ferroviário,um aquecedor de carro, uma via férrea ou pontos de ferrovia, por exemplo.

Claims (28)

1. Método para fabricar uma estrutura aquecedora,caracterizado pelo fato de que compreende:prover um material de reforço poroso;aplicar um metal no material de reforço poroso e, em seguida;aplicar resina no material de reforço poroso com o metal jáaplicado no mesmo.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que o metal ou liga metálica é jateado(a) sobre o material de reforçoporoso.
3. Método de acordo com a reivindicação 1 ou reivindicação 2,caracterizado pelo fato de que o metal é aplicado de maneira tal que ele sejaabsorvido no material de reforço poroso.
4. Método de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelofato de que o metal é absorvido pelo menos 25 μιη no material de reforçoporoso.
5. Método de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelofato de que o metal é absorvido pelo menos 50 μιη no material de reforçoporoso.
6. Método de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado pelo fato de que o material de reforço poroso ésubstancialmente plano quando o metal é aplicado no mesmo.
7. Método de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado pelo fato de que o material de reforço poroso commetal já aplicado no mesmo é maleável antes da aplicação de resina.
8. Método de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelofato de que o material de reforço poroso maleável com metal já aplicado nomesmo é formado em uma curva com o metal no lado de dentro da curva esubseqüentemente tem resina aplicada.
9. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a-5, caracterizado pelo fato de que o material de reforço poroso é pré-formadoem uma forma desejada antes da aplicação de metal e resina.
10. Método de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado pelo fato de que o metal é aplicado no material dereforço poroso a uma temperatura que é mais alta que a temperatura de fusãoda resina subseqüentemente aplicada.
11. Método de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado pelo fato de que o metal é aplicado no material dereforço poroso usando uma máscara de maneira tal que o padrão resultante demetal aja como um elemento aquecedor.
12. Método, caracterizado pelo fato de que é substancialmenteda maneira supradescrita com referência aos desenhos anexos.
13. Estrutura aquecedora, caracterizada pelo fato de quecompreende:um material de reforço poroso;metal absorvido no material de reforço poroso; eresina que encapsula o material de reforço poroso e metal.
14. Estrutura aquecedora de acordo com a reivindicação 13,caracterizada pelo fato de que o metal é absorvido no material de reforçoporoso a uma distância de pelo menos 25 μηι da superfície do material dereforço poroso.
15. Estrutura aquecedora de acordo com a reivindicação 14,caracterizada pelo fato de que o metal é absorvido no material de reforçoporoso a uma distância de pelo menos 50 μηι da superfície do material dereforço poroso.
16. Estrutura aquecedora, caracterizada pelo fato de que ésubstancialmente da maneira supradescrita com referência aos desenhosanexos.
17. Superfície externa de uma aeronave, caracterizada pelofato de que inclui uma estrutura aquecedora como definida em qualquer umadas reivindicações 13 a 16.
18. Superfície dianteira de uma asa, caracterizada pelo fato deque inclui uma estrutura aquecedora como definida em qualquer uma dasreivindicações 13 a 16.
19. Asa de aeronave, caracterizada pelo fato de que inclui umaestrutura aquecedora como definida em qualquer uma das reivindicações 13 a 16.
20. Admissão de ar de aeronave, caracterizada pelo fato de queinclui uma estrutura aquecedora como definida em qualquer uma dasreivindicações 13 a 16.
21. Pá de rotor de aeronave, caracterizada pelo fato de queinclui uma estrutura aquecedora como definida em qualquer uma dasreivindicações 13 a 16.
22. Veículo, caracterizado pelo fato de que inclui umaestrutura aquecedora como definida em qualquer uma das reivindicações 13 a 16.
23. Retrovisor lateral de veículo, caracterizado pelo fato deque inclui uma estrutura aquecedora como definida em qualquer uma dasreivindicações 13 a 16.
24. Assento de veículo, caracterizado pelo fato de que incluiuma estrutura aquecedora como definida em qualquer uma das reivindicações-13 a 16.
25. Trem ferroviário, caracterizado pelo fato de que inclui umaestrutura aquecedora como definida em qualquer uma das reivindicações 13 a 16.
26. Carro, caracterizado pelo fato de que inclui uma estruturaaquecedora como definida em qualquer uma das reivindicações 13 a 16.
27. Via férrea, caracterizado pelo fato de que inclui umaestrutura aquecedora como definida em qualquer uma das reivindicações 13 a 16.
28. Conjunto de pontos, caracterizado pelo fato de que incluiuma estrutura aquecedora como definida em qualquer uma das reivindicações 13 a 16.
BRPI0709630-5A 2006-03-17 2007-03-16 método para fabricar uma estrutura aquecedora, estrutura aquecedora, superfìcie externa de uma aeronave, superfìcie dianteira de uma asa, asa de aeronave, admissão de ar de aeronave, pá de rotor de aeronave, veìculo, retrovisor lateral de veìculo, assento de veìculo, trem ferroviário, carro, e, conjunto de pontos BRPI0709630A2 (pt)

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