BRPI0709642A2 - método para processar um polìmero - Google Patents

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Abstract

MéTODO PARA PROCESSAR UM POLìMERO. Um método e um sistema para a produção de um polímero incluem o fornecimento de um polímero fundido e o processamento do polímero em componentes maleáveis para a liberação para uma superficie de transporte enrolada em espiral. Podem ser utilizadas forças vibratórias para impulsionar os componentes ao longo do comprimento da superficie de transporte enquanto elas são submetidas à cristalização ou secagem ou a cristalização e secagem. Pode ser empregado um controle de temperatura suplementar adicional para afetar a cristalização e/ou a secagem dos componentes ao longo da superficie de transporte.

Description

"MÉTODO PARA PROCESSAR UM POLÍMERO"
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se de modo geral ao processamentode produtos de polímeros. Mais particularmente, a presente invenção refere-seà utilização de um elevador vibratório em espiral para a cristalização e/oupara a secagem de pelotas de plástico.
Fundamentos da invenção
Os processos para tratamento e equipamento associado podemrepresentar importantes papéis em uma vasta quantidade de indústrias deprocessamento de polímero. Em alguns casos, tais processos e equipamentode tratamento podem incluir aqueles que conduzem à cristalização ou àsecagem de produtos de plástico (por exemplo, poli (tereftalato de etileno)(PET), Polietileno (PE) e Polipropileno (PP)). Devia ser considerado que acristalização de um produto de plástico geralmente requer a obtenção de umatemperatura prescrita daquele produto. No entanto, a obtenção e/ou amanutenção de uma temperatura suficiente para a cristalização do produto deplástico depois de este ser produzido pode provocar um desafio.
Em alguns casos, a geração de produtos de plásticos, tais comopelotas, flocos ou cavacos, por exemplo, pode necessitar que o material sejaresfriado durante a sua fase de produção. No entanto, pode ser necessário oreaquecimento adicional do material de plástico resfriado para as etapas deprocessamento subseqüentes como a cristalização ou a secagem do materialde plástico resfriado. Assim, nem sempre se prova que os métodos e oequipamento tradicionais para a cristalização ou a secagem ou para acristalização e a secagem de pelotas, flocos ou cavacos sejam os maiseficientes de todos de um ponto de vista da energia.
Foram propostos outros métodos e equipamento tradicionais e,em alguns casos, utilizados para a cristalização ou a secagem ou para acristalização e a secagem de produtos de plástico. Estes podem incluir autilização de um sistema de pelotização em líquido em uma tentativa de semanter o material de plástico a ou próximo a uma temperatura de cristalizaçãoótima. Em alguns exemplos, pode ser incorporado o uso de um sistema depelotização submerso. No entanto, o uso de sistemas de pelotizaçãosubmersos geralmente requer água à alta pressão que pode apresentar certosdesafios mecânicos e de segurança. Além dos desafios mencionados acima, ouso de líquido quente, tal como óleo, por exemplo, em um sistema depelotização pode apresentar desafios de praticabilidade tal como a remoção oua separação do líquido quente do produto de material plástico. A incorporaçãode equipamento adicional, por exemplo, para remover o líquido quente doproduto de material plástico também pode apresentar desafios econômicos.
Outros equipamentos tradicionais, plataforma agitadora, têmsido utilizados em processos para secagem e/ou cristalização de material deplástico. As plataformas agitadoras são geralmente de esquema horizontal etipicamente abrangem uma grande área superficial. Muitas plataformasagitadoras são projetadas para receber uma quantidade de produto de materialplástico, tais como pelotas de plástico e atravessam o produto de materialplástico ao longo de um comprimento do mesmo. Em alguns casos, o produtode material plástico, tais como pelotas de plástico, recebidos pela plataformaagitadora pode estar a uma temperatura elevada. Portanto, as pelotas deplástico, recebidas pela plataforma agitadora, podem ser submetidas a umaquantidade de cristalização ou secagem ou de cristalização e secagem.
Para satisfazer certas demandas de produção, a escala daplataforma agitadora muitas vezes é aumentada, por exemplo, para produziruma certa produção de material de plástico tais como pelotas de plástico.Pode-se considerar que aumenta a escala da plataforma agitadora, o tamanhoda plataforma agitadora pode aumentar tanto em largura como emcomprimento. Isto pode aumentar o custo de capital, por exemplo, parasatisfazer os requisitos de espaço de outro modo necessários para acomodaruma ou mais plataformas agitadoras de um projeto em maior escala. Parafavorecer uma taxa de produção prescrita de material de plástico, a escala daplataforma agitadora também devia ser projetada não apenas para receber omaterial, porém também para ser suficientemente grande para permitir umtempo de residência suficiente para permitir a cristalização e/ou a secagem doproduto de plástico recebido. Esta consideração também pode afetar ou servirde diretriz para o projeto da plataforma agitadora e, portanto, paraconsiderações adicionais de custos. Em casos, por exemplo, em que aslimitações de espaço podem não ser capazes de acomodar ou facilitarplataforma agitadora mais longos, pode ser realizada uma perda no tempo deresidência para permitir a cristalização do material de plástico por utilizaçãode plataforma agitadora mais curtos. Isto pode afetar a qualidade do produtode material plástico final.
Pode ser desafiador controlar a temperatura dos produtos deplástico recebidos sobre a plataforma agitadora, especialmente para produçãoem grande escala. Por exemplo, maiores requisitos de produção, os produtosde plástico recebidos pela plataforma agitadora podem se acumular até umaprofundidade sobre a plataforma agitadora. Para cristalização ou secagem oucristalização e secagem, o produto de material de plástico pode ser recebido atemperaturas elevadas na plataforma agitadora. Portanto, existe umapossibilidade de que o produto de plástico, tais como pelotas de plástico,fiquem coladas entre si enquanto elas atravessam um trajeto da plataformaagitadora. Isto, também, pode afetar a qualidade do produto final de materialplástico. Isto também pode levar a um desperdício adicional de materiais, porexemplo, pelo descarte de material grudado e de outra maneira inutilizávelpara a demanda dos clientes.
E conseqüentemente um objetivo principal da invençãofornecer um método e um sistema que possa reduzir uma quantidade deequipamento adicional e de despesa (s) associadas necessárias para se obterum nível aceitável de cristalização ou de secagem ou de cristalização e desecagem dos materiais de plástico.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
As necessidades anteriores são satisfeitas, até uma grandeextensão, pela presente invenção, em que em um aspecto é fornecido ummétodo de processamento de um polímero que em algumas modalidadesinclui o fornecimento de um polímero fundido; o processamento do polímeroem componentes maleáveis, liberando os componentes para uma superfície detransporte enrolada em espiral em torno de um eixo central e impulsionandoos componentes ao longo do comprimento da superfície de transporte. Ométodo também pode incluir a cristalização ou a secagem ou a cristalização ea secagem dos componentes sobre a superfície de transporte.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção, éfornecido um método de processamento de um polímero que em algumasmodalidades inclui o fornecimento de um polímero fundido, o processamentodo polímero em componentes maleáveis, a liberação dos componentes parauma superfície de transporte enrolada em espiral ao redor de um eixo central ea vibração da superfície de transporte para impulsionar os componentes ao longo do comprimento da superfície de transporte. O método também podeincluir a cristalização ou a secagem ou a cristalização e a secagem doscomponentes sobre a superfície de transporte.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção, éprovidenciado um método de processamento de um polímero que em algumas modalidades inclui o fornecimento de um polímero fundido, o processamentodo polímero em componentes maleáveis, a liberação dos componentes emtorno de 140 °C para uma superfície de transporte enrolada em espiral aoredor de um eixo central e a vibração da superfície de transporte paraimpulsionar os componentes ao longo do comprimento da superfície detransporte. O método também pode incluir a cristalização ou a secagem ou acristalização e a secagem dos componentes sobre a superfície de transportepara produzir uma secura menor do que 0,05% de água em massa e umacristalinidade maior do que 30%.
De acordo com um outro aspecto ainda da presente invenção, éprovidenciado um sistema de processamento de um polímero que em algumasmodalidades inclui um polímero fundido, um meio para o processamento dopolímero em componentes maleáveis, um meio para a liberação doscomponentes para uma superfície de transporte enrolada em espiral ao redorde um eixo central e um meio para impulsionar os componentes ao longo docomprimento da superfície de transporte. O sistema também pode incluir acristalização ou a secagem ou a cristalização e a secagem dos componentessobre a superfície de transporte.
Os objetivos e as vantagens adicionais da invenção serãoapresentados em parte na descrição a seguir e em parte serão óbvios peladescrição ou podem ser aprendidos pela prática da invenção. Os objetivos e asvantagens da invenção serão realizados e atingidos por meio dos elementos edas combinações particularmente ressaltadas nas reivindicações anexas.
Deve ser entendido que tanto a descrição geral anterior como adescrição detalhada a seguir são exemplos e explicações apenas e não sãorestritivas da invenção, como reivindicado.
As ilustrações anexas, que são aqui incorporadas e constituemuma parte deste relatório descritivo, ilustram uma (diversas) modalidade (s)da invenção e juntamente com a descrição, servem para explicar os princípiosda invenção.
BREVE DESCRIÇÃO DAS ILUSTRAÇÕES
A FIG. 1 é uma ilustração esquemática de um métodocomercial para material de plástico de acordo com um exemplo demodalidade da invenção.A FIG. 2 é uma vista em perspectiva de um elevador comvibração em espiral de acordo com um exemplo de modalidade da invenção.
A FIG. 3 é uma vista em perspectiva de um elevador comvibração em espiral de acordo com um outro exemplo de modalidade dainvenção.
A FIG.4 ilustra um exemplo de bandeja de alimentação deacordo com um exemplo de modalidade da invenção.
A FIG. 5 ilustra um exemplo de uma parede lateral desuperfície de transporte de acordo com um exemplo de modalidade dainvenção.
DESCRIÇÃO DAS MODALIDADES
A invenção em algumas modalidades preferidas utiliza umelevador com vibração em espiral com a finalidade de secar, cristalizar,fornecer o controle da temperatura do processo de cristalização, extrair o gásinicial (tal como para o aldeído ácido (AA)) e transportar os componentes deplástico (PET, PE, PP), tais como pelotas, flocos ou cavacos. O elevador podeser alimentado por qualquer número (ou combinações) de peças deequipamento do método a montante que inclui, por exemplo, um cortador defios, uma pelotizadora submersa, um dispositivo estático de remoção de água(tal como uma peneira ou um hidrociclone), um dispositivo de remoção deágua por força centrífuga (tal como um secador centrífugo ou uma centrífuga)etc. Enquanto as pelotas, os flocos ou os cavacos trafegam em direçãoascendente (ou para baixo), do elevador em espiral elas se cristalizam ousecam (tal como por evaporação) ou cristalizam e secam O elevador podetransportar as pelotas, os flocos ou os cavacos para qualquer número decombinações de equipamentos do método a jusante, inclusive, por exemplo,um silo para armazenagem (tal como para carregamento em um veículoferroviário), um depósito (tal como para extração de gás adicional, porexemplo, AA, ou outro processo de degaseificação), um sistema de transportepneumático ou hidráulico etc. As modalidades preferidas da invenção serãoagora descritas com referência às figuras das ilustrações, nas quais osnumerais de referência se referem a partes similares globalmente.
A FIG. 1. ilustra um processo comercial 10 para oprocessamento de materiais de plástico tais como pelotas, flocos ou cavacosde PET, de PE ou de PP. Para fins de ilustração, o processamento de PET empelotas é descrito de acordo com um exemplo de modalidade da invenção. Noentanto, será facilmente considerado que a divulgação não devia ser limitadapela produção apenas de PET, porém, ao contrário, podem ser produzidosoutros polímeros tais como poliésteres, poliamidas, poliuretanas, poliolefinasou um copolímero dos mesmos.
Como apresentado na FIG. 1, o PET fundido 12 é alimentado àpelotizadora submersa 16. Em uma modalidade preferida, a temperatura dePET 12 fundido é de aproximadamente 280°C. E fornecida água 14 àpelotizadora submersa 16, por exemplo, em torno de 90°C para formar umasuspensão de água e pelota. As temperaturas mencionadas antes podemfacilitar a manutenção do núcleo das pelotas produzidas acima da temperaturade cristalização. A suspensão de água e pelota 18 pode ser fornecida aoequipamento de processamento adicional como coletor de aglomerados 20. Ocoletor de aglomerados 20 separa por filtração os aglomerados 22 dasuspensão de água/pelota. A maior parte da água 24 pode ser removida dasuspensão de água e pelota durante um primeiro estágio de remoção de água26. As pelotas e a água residual 28 podem ser fornecidas ao equipamento deprocessamento adicional tal como o secador centrífugo 30. Em algumasmodalidades, as pelotas e a água residual 28 são transportadashidraulicamente para o secador centrífugo 30 em um tempo de residência emlinha de aproximadamente 3 segundos. Um tempo de residência em linha deaproximadamente 3 segundos pode ajudar a garantir que o núcleo das pelotaspermaneça a uma temperatura acima da temperatura de cristalização. Naentrada no secador centrífugo 30, as pelotas podem conter aproximadamente5% de água em massa.
O secador centrífugo 30 seca as pelotas de modo que, em umamodalidade preferida, elas retenham apenas uma pequena quantidade de umidade residual. As pelotas que têm apenas uma pequena quantidade deumidade 32 podem ser fornecidas por uma saída do secador centrífugo 30para o equipamento de processamento adicional tal como o elevador emespiral 34. Em uma modalidade preferida, as pelotas 32 entram no elevadorem espiral 34 a uma temperatura de aproximadamente 140°C. A estatemperatura, o núcleo das pelotas 32 estão suficientemente quentes parapermitir que ocorra uma reação de cristalização.
Um projeto do elevador em espiral pode incluir uma superfíciecontínua de transporte 38 que esteja de preferência enrolada em torno de umeixo central 40 para criar um percurso vertical em espiral. A superfície detransporte 38 pode receber material, tais como pelotas 32 e também éprojetada para transportar o material ao longo de seu percurso como discutidoa seguir. Em algumas modalidades, o eixo central 40 pode incluir umaestrutura tubular 41. A estrutura tubular 41 pode fornecer suporte para aestrutura global do elevador em espiral 34. Em algumas modalidades, aestrutura tubular 41 também pode estar configurada para fornecer tratamentode temperatura aos materiais que atravessam no comprimento a superfície detransporte 38 como será discutido ainda a seguir.
O desenho em espiral pode ser vantajoso para conservar oespaço de operação, pois um elemento do projeto inclui a um grau dedistribuição vertical do material tais como as pelotas 32. Isto pode reduzir oespaço de operação necessário para processar as pelotas 32 para cristalizaçãoe secagem. Isto, por sua vez, também pode preservar os custos operacionais,pois menos espaço é necessário a ser obtido para cristalização e secagem domaterial acima mencionado do que para outro equipamento tradicional. Umavantagem adicional do projeto de percurso em espiral da superfície detransporte 38 pode incluir a criação de um período de tempo deprocessamento mais longo ou tempo de residência, para o material, tal comopara as pelotas 32 que sofrem cristalização e secagem. Isto é porque o projetoda superfície de outro equipamento tradicional pode ser mais limitado nocomprimento total e, portanto, do tempo de residência para que o materialsofra cristalização e secagem. Desse modo, pode haver um atraso para secompletar a cristalização e a secagem em outro equipamento tradicional emcomparação com a invenção como aqui descrito, pois os tempos de residênciacomparáveis podem não ser facilmente obtidos por um equipamentotradicional.
Em uma modalidade preferida, o elevador em espiral 34produz um movimento de vibração para arremessar com delicadeza o materialpara a frente ao longo de um percurso prescrito, tal como a superfície detransporte 38, sem a degradação do material. Este aspecto pode ser vantajosoem relação a algum equipamento tradicional que, em alguns casos, possaproduzir uma quantidade de degradação no material durante o processamento.
As forças vibratórias podem ser transmitidas para a superfície de transporte38 para produzir vibrações ao longo da superfície da mesma. Em umamodalidade, as vibrações podem ser produzidas por um motor deacionamento 36 acoplado ao elevador em espiral 34 como apresentado, porexemplo, nas FIGS. 1-2. Desse modo, em uma modalidade preferida, aspelotas 32 são fornecidas ao elevador em espiral 34, forças vibratórias sãoaplicadas à superfície de transporte 38 para direcionar o movimento daspelotas 32 ao longo de um percurso das mesmas. Em algumas modalidades, aspelotas 32 são fornecidas geralmente para o fundo do elevador em espiral 34tais que as forças vibratórias forçam as pelotas 32 a trafegar pelo percurso emespiral da superfície de transporte 38. Voltando à FIG. 1, as pelotas 32 sãorecebidas pelo elevador em espiral 34, o motor 36 faz vibrar o elevador emespiral 34 para transportar as pelotas 32 em direção ascendente no percursoem espiral da superfície de transporte 38. Em uma modalidade alternativa, aspelotas 32 podem ser fornecidas geralmente pelo topo do elevador em espiral34 de modo que as forças vibratórias impulsionem as pelotas 32 a trafegaremem direção descendente em percurso em espiral da superfície de transporte38.
Em uma modalidade alternativa, o motor 36 pode ser acopladoao equipamento adicional para gerar forças vibratórias tais como molas deamplifícação 58 apresentadas, por exemplo, na FIG. 3. Uma armação paraativação 50 em associação com as molas de amplifícação 58 pode formar umacionamento à mola em serpentina à qual está montado o elevador em espiral34. Uma força de ativação, tal como uma produzida pelo motor deacionamento 36, pode estar acoplada à armação para ativação 50 paraproduzir as forças vibratórias. As forças vibratórias podem ser amplificadasatravés das molas de amplifícação 58 do sistema de mola em serpentina etransmitidas para a superfície de transporte 38 do elevador em espiral 34.
E desejável que as pelotas 32 se cristalizem e sequemenquanto elas trafegam em direção ascendente (ou em algumas modalidadesem direção descendente) no percurso em espiral da superfície de transporte38. A cristalização pode ocorrer através de uma variedade de meios inclusive,por exemplo, por meio do calor retido pelas pelotas 32 ou gerado ou calorsuplementar aplicado ás pelotas 32. A secagem pode ser obtida através deevaporação ou, em algumas modalidades, auxiliada por convecção forçada.Ambos os tempos de cristalização como de secagem das pelotas 32 podem ser afetados por um período de tempo no qual as pelotas 32 atravessam todo ocomprimento da superfície de transporte 38. Este período de tempo ou tempode residência, podem ser afetados diretamente pela freqüência de vibraçãoproduzida pelo motor 36. Desse modo, o controle de uma quantidade de forçavibratória produzida pelo motor 36 pode facilitar o controle do tempo deresidência das pelotas 32 para o controle da cristalização e da secagemdurante a travessia ao longo da superfície de transporte 38.
Em uma modalidade, as pelotas 32 podem ser recebidas sobrea superfície de transporte 38 do elevador em espiral 34 pela bandeja dealimentação 56 como apresentado, por exemplo, na FIG. 4. A superfície detransporte 38 pode consistir de uma variedade de materiais inclusive, porexemplo, liga de aço ou material de aço inoxidável. Opcionalmente, asuperfície de transporte 38 pode ser revestida tal como com um plasma ouproduto de Teflon™. A superfície de transporte 38 pode compreender umavariedade de formatos inclusive, por exemplo, um formato helicoidal. Váriasparedes laterais podem estar presas a ou se estender a partir das bordas 39 dasuperfície de transporte 38. Alguns exemplos podem incluir paredes lateraisque tenham cantos arredondados ou envoltórios 54 como apresentado, porexemplo, na FIG. 5. Alternativamente, a superfície de transporte 38 podecompreender uma configuração fechada tal como uma configuração tubularou em cano (que não é apresentada na figura). Tal configuração pode seprestar a aplicações especiais tal como em uma atmosfera inerte e em que évantajoso um aquecimento ou um resfriamento por condução.
Pode ser empregado um certo controle de temperatura durantea cristalização e a secagem de pelotas 32 ao longo dos pontos para as áreas dazona da superfície de transporte 38 do elevador em espiral 34. Exemplos decontrole de temperatura podem incluir circulação de ar para o aquecimento ouresfriamento por convecção, percursos da superfície de transporte fechadostais como percursos em espiral protegidos por uma camisa da superfície detransporte 38 para aquecimento ou resfriamento por contato, resfriamentorápido tal como por meio de pulverizadores com água, retenção estendida doproduto para cura e projeto da superfície de transporte tais como envoltóriospara o controle da atmosfera. As vantagens do controle de temperatura noelevador em espiral 34 (versus equipamento tradicional) podem incluirmelhor contato de materiais ao longo da superfície de transporte 38 com ummeio de transferência de calor. Uma outra vantagem pode incluir um maisfácil temperatura da divisão de zonas ao longo do elevador em espiral 34 oque pode permitir um resfriamento, um aquecimento ou uma combinação deresfriamento mais precisos, aquecimento ou uma combinação de aquecimentoe resfriamento de material ao longo da superfície de transporte 38.
Em uma modalidade preferida, as pelotas 32 entram noelevador em espiral 34 a 140°C de modo que possam ocorrer cristalização esecagem ao longo do elevador em espiral 34. No entanto, pode ser desejávelfornecer aquecimento, resfriamento ou uma combinação de aquecimento eresfriamento para as pelotas 32 durante a permanência das mesmas noelevador em espiral 34. Isto pode afetar uma quantidade de cristalização e desecagem desejada nas pelotas 32. Voltando à FIG. 1, pode ser fornecido ummeio de transferência de calor ao elevador em espiral 34 tal como na entrada42. O meio de transferência de calor pode sair do elevador em espiral 34 talcomo pela saída 44. Exemplos de meio de transferência de calor incluem ar,água, óleo ou outros gases e fluidos que possam alterar a temperatura domaterial processado tais como as pelotas 32. Embora a entrada 42 e a saída 44sejam apresentadas em localizações específicas do elevador em espiral 34,será considerado que as localizações apresentadas na FIG. 1 são para finsilustrativos apenas e que podem ser utilizadas outras localizações.
A distribuição ou a retirada do meio de transferência de calorpode ocorrer em vários pontos do elevador em espiral 34. Em algumasmodalidades, o meio de transferência de calor pode ser distribuído ou retiradoem localizações específicas. Isto pode incluir o fornecimento de uma entradae de uma saída ao longo de várias localizações, por exemplo, internas ouexternas à estrutura tubular 41. Os meios para o fornecimento do meio detransferência de calor podem incluir tubulação, condutos ou outros materiaissuficientes para o fornecimento de um meio de transferência de calor a váriaslocalizações de estrutura tubular 41. Em algumas modalidades, a entrada 42pode compreender múltiplas entradas e a saída 44 pode compreendermúltiplas saídas para permitir o resfriamento e/ou o aquecimento de váriaszonas do elevador em espiral 34. Novamente, as entradas e as saídas podemincluir localizações internas ou externas à estrutura tubular 41 ou umacombinação de ambas. Em algumas modalidades, o elevador em espiral 34pode estar parcialmente ou completamente enclausurado para regulartermicamente um ambiente de processamento, pois o material, tais como aspelotas 32, está submetido a um ou mais meios de transferência. Ofornecimento de controle de temperatura adicional do meio de transferênciade calor mencionado acima pode afetar uma quantidade de cristalização e desecagem desejada nas pelotas 32.
As pelotas 32 trafegam ao longo do percurso em espiral dasuperfície de transporte 38, elas irão se cristalizar (por exemplo, por meio docalor retido, calor gerado ou suplementar) e secar (por exemplo, porevaporação ou convecção forçada). Adicionalmente, também pode seriniciado um processo inicial de extração de gás de modo que a extração AAquando as pelotas 32 se degaseifiquem para a sua atmosfera circundante. Denovo um grau de extração AA pode ser influenciado por uma quantidade demeio de transferência de calor suplementar introduzidos nas pelotas 32 noelevador em espiral 34.
Depois de atravessarem todo o comprimento da superfície detransporte 38, as pelotas 32 irão ser submetidas à cristalização e secagem. Emuma modalidade preferida, as pelotas 32 atingem uma secura menor do que de0,05% de água em massa e uma cristalinidade maior do que 30% depois desair do elevador em espiral 34. As pelotas 32 podem ser liberadas 46 para oequipamento 48 adicional do processo em direção descendente pela saída 52do elevador em espiral 34. O equipamento 48 adicional do processo emdireção descendente pode incluir um silo para armazenagem, um depósito dematerial (por exemplo, para extração adicional de gás (AA) (ou outro métodode degaseificação)), um sistema de transporte pneumático ou hidráulico etc.Em algumas modalidades, uma vantagem do elevador em espiral 34 incluiuma capacidade de liberar produtos (tais como as pelotas 32), como ummecanismo de transporte, para um outro equipamento do processo 48. Estavantagem é devida ao elevador em espiral 34 que é capaz de liberar produtosaté alturas elevadas e acomodar o equipamento do processo 48 de maiortamanho, por exemplo, aqueles que recebem os produtos liberados. Isto podetambém eliminar o emprego de outro equipamento tais como sistemas detransporte pneumático (e seus custos associados, requisitos de espaço epossível degradação da pelota) o que pode ser necessário para liberar osprodutos provenientes de outro equipamento tradicional para a cristalizaçãoe/ou a secagem das pelotas.
Outras modalidades da invenção serão evidentes àquelesperitos na técnica pela consideração da especificação e da prática da invençãoaqui divulgada. Pretende-se que o relatório descritivo e os exemplos sejamconsiderados como exemplos apenas, com um verdadeiro âmbito e espírito dainvenção sendo indicado pelas reivindicações a seguir.

Claims (30)

1. Método para processar um polímero, caracterizado pelo fatode que compreende:o fornecimento de um polímero fundido;o processamento do dito polímero em componentes maleáveis;a liberação dos componentes para uma superfície de transporteenrolada em espiral em torno de um eixo central;impulsionando os componentes ao longo do comprimento dasuperfície de transporte; ea cristalização ou a secagem ou a cristalização e a secagem doscomponentes sobre a superfície de transporte.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que compreende adicionalmente:o uso de forças vibratórias para impulsionar os componentesao longo do comprimento da superfície de transporte.
3. Método de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelofato de que compreende adicionalmente:a produção das forças vibratórias por meio de um motor deacionamento.
4. Método de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelofato de que o motor de acionamento está acoplado à superfície de transporte.
5. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que compreende adicionalmente:a aplicação de um controle de temperatura suplementar aoscomponentes ao longo de um comprimento da superfície de transporte paraafetar a cristalização ou a secagem ou a cristalização e a secagem doscomponentes.
6. Método de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelofato de que o controle de temperatura suplementar inclui aquecimento ouresfriamento ou ambos.
7. Método de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelofato de que compreende adicionalmente: utilizar um ou mais meios detransferência de calor para fornecer o controle de temperatura suplementar aoscomponentes.
8. Método de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelofato de que o meio de transferência de calor é selecionado do grupo queconsiste de ar, água e óleo.
9. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que compreende adicionalmente: a liberação dos componentescristalizados e secos da superfície de transporte para o equipamento derecepção.
10. Método de acordo com a reivindicação 9, caracterizadopelo fato de que o equipamento de recepção é selecionado do grupo queconsiste de um silo, um depósito e um sistema de transporte.
11. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que os componentes são liberados para a superfície de transportea uma temperatura de aproximadamente 140°C.
12. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que a etapa de processamento compreende adicionalmente:submeter o polímero a uma pelotizadora submersa para formaros componentes pelotizados;misturar a água com os componentes pelotizados para formaruma suspensão de água e pelota;filtrar os aglomerados provenientes da água e da suspensão deágua e pelota e remover o excesso de umidade da suspensão de água e pelota.
13. Método de acordo com a reivindicação 12, caracterizadopelo fato de que o polímero é submetido à pelotizadora submersa a umatemperatura de aproximadamente 280°C e a água misturada com oscomponentes pelotizados tem uma temperatura de aproximadamente 90°C.
14. Método de acordo com a reivindicação 12, caracterizadopelo fato de que a etapa para a remoção do excesso de umidade incluiremover água a suspensão de água e pelota e submeter as pelotas submetidasà remoção de água a um secador.
15. Método de acordo com a reivindicação 13, caracterizadopelo fato de que as pelotas submetidas à remoção de água contêmaproximadamente 5% de água em massa antes de serem submetidas aosecador.
16. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que os componentes têm uma secura menor do que 0,05% deágua em massa e uma cristalinidade maior do que 30% depois que os ditoscomponentes foram cristalizados e secos.
17. Método para processar um polímero, caracterizado pelofato de que compreende:o fornecimento de um polímero fundido;o processamento do dito polímero em componentes maleáveis;a liberação dos componentes para uma superfície de transporteenrolada em espiral em torno de um eixo central;a vibração da superfície de transporte para impulsionar oscomponentes ao longo do comprimento da superfície de transporte; ea cristalização ou a secagem ou a cristalização e a secagem doscomponentes sobre a superfície de transporte.
18. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizadopelo fato de que compreende adicionalmente:a produção das forças vibratórias por meio de um motor deacionamento.
19. Método de acordo com a reivindicação 18, caracterizadopelo fato de que o motor de acionamento está acoplado à superfície detransporte.
20. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizadopelo fato de que compreende adicionalmente:a aplicação de um controle de temperatura suplementar aoscomponentes ao longo de um comprimento da superfície de transporte paraafetar a cristalização ou a secagem ou a cristalização e a secagem doscomponentes.
21. Método para processar um polímero, caracterizado pelofato de que compreende:o fornecimento de um polímero fundido;o processamento do dito polímero em componentes maleáveis;a liberação dos componentes em torno de 140°C para umasuperfície de transporte enrolada em espiral em torno de um eixo central;a vibração da superfície de transporte para impulsionar os componentes ao longo do comprimento da superfície de transporte; ea cristalização ou a secagem ou a cristalização e a secagem doscomponentes sobre a superfície de transporte para produzir uma secura menordo que 0,05% de água em massa e uma cristalinidade maior do que 30%.
22. Método de acordo com a reivindicação 21, caracterizadopelo fato de que compreende adicionalmente:a aplicação de um controle de temperatura suplementar aoscomponentes ao longo de um comprimento da superfície de transporte paraafetar a cristalização ou a secagem ou a cristalização e a secagem doscomponentes.
23. Sistema para processar um polímero fundido, caracterizadopelo fato de que compreende:dispositivos para o processamento do dito polímero emcomponentes maleáveis;dispositivos para a liberação dos componentes para umasuperfície de transporte enrolada em espiral em torno de um eixo central;dispositivos para impulsionar os componentes ao longo docomprimento da superfície de transporte; edispositivos para a cristalização ou a secagem ou acristalização e a secagem dos componentes sobre a superfície de transporte.
24. Sistema de acordo com a reivindicação 23, caracterizadopelo fato de que os dispositivos para o processamento incluem a utilização doequipamento selecionado do grupo que consiste de uma pelotizadorasubmersa, um cortador de fios, um dispositivo estático de remoção de água eum dispositivo de remoção de água por força centrífuga.
25. Sistema de acordo com a reivindicação 23, caracterizadopelo fato de que o dispositivo para liberação compreende um sistema detransporte.
26. Sistema de acordo com a reivindicação 23, caracterizadopelo fato de que o dispositivo para impulsionar compreende forças vibratóriasaplicadas à superfície de transporte.
27. Sistema de acordo com a reivindicação 27, caracterizadopelo fato de que as forças vibratórias são produzidas por um motor deacionamento.
28. Sistema de acordo com a reivindicação 23, caracterizadopelo fato de que os dispositivos para cristalização ou secagem ou paracristalização e secagem compreende dispositivos para a aplicação de umcontrole de temperatura suplementar aos componentes ao longo de umcomprimento da superfície de transporte para afetar a cristalização ou asecagem ou a cristalização e a secagem dos componentes.
29. Sistema de acordo com a reivindicação 29, caracterizadopelo fato de que o controle de temperatura suplementar inclui o aquecimentoou o resfriamento ou ambos.
30. Sistema de acordo com a reivindicação 29, caracterizadopelo fato de que compreende adicionalmente dispositivos para a utilização deum ou mais meios de transferência de calor para fornecer um controle detemperatura suplementar aos componentes.
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