BRPI0709657A2 - correias de ligação em espiral - Google Patents
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Abstract
<B>CORREIAS DE LIGAçãO EM ESPIRAL.<D> Uma correia de ligação em espiral para uso, por exemplo, coma correia transportadora compreendendo um corpo de correia formado de uma série de (CD) enrolamentos em espiral (201, 202) na direção transversal de máquina, ligados por pivós (203) em CD, para formar um alça sem fim e uma pluralidade de hastes de acionamento em CD. Cada haste de acionamento em CD é formada de enrolamentos em espiral ligados (204, 206) integrados no corpo da correia.
Description
uCorreias de Ligação em Espiral"Relatório DescritivoAntecedentes da InvençãoCampo da Invenção
A presente invenção relaciona-se com tecidos de ligações emespiral. Mais especificamente, a presente invenção relaciona-se comtecidos de ligações em espiral tendo hastes de acionamento para usocoma correias transportadoras e noutras máquinas industriais queexigem tecidos/correias.
Descrição da Técnica Correlacionada
Um transportador é um sistema mecânico que permite otransporte rápido e eficiente de materiais pequenos ou volumosos numaárea definida pequena. Existe uma variedade de aplicações industriaisque exigem o uso de transportadores. Por exemplo, nos transportado-res da indústria de processamento de alimentos são usados paradeslocar artigos alimentícios através de várias etapas de processamento(por exemplo, a partir de preparação final até a embalagem). Outrosusos incluem o transporte de artigos encaixotados ou embalados paradentro ou para fora de um armazém. Por exemplo, transportar artigos apartir das prateleiras em que estão armazenados para cais de carrega-mento onde os caminhões estão esperando para serem carregados.
Um tipo comum de transportador compreende uma correia(ou tecido) de transporte na forma de uma alça sem fim ao redor de doisou mais cilindros (ou tambores). Neste caso, a superfície externa dacorreia transportadora está em contato com os artigos, ao mesmo tempoem que o lado interno ou da máquina da correia contata os cilindros.As correias transportadoras podem ser formadas de quase qualquermaneira que inclua filamentos na direção da máquina de tecelagem("MD") e na direção transversal de máquina ("CD"), impregnando ossubstratos de tecido ou não tecido com resina e ligando plástico ouenrolamentos em espiral de metal.
Uma correia transportadora pode ser formada completa-mente de enrolamentos em espiral (assim chamadas de "correia deligação em espiral") como ensinado por Gauthier, Patente US 4.567.077;que é aqui incorporada por referência. Nessa correia, os enrolamentosem espiral são conectados uns aos outros por pelo menos um pino deconexão, um pivô ou semelhante. A Figura 1 é um diagrama de umacorreia de ligação em espiral que mostra as interconexões entre umenrolamento em espiral de volta à direita 101 e um enrolamento emespiral de volta à esquerda 102. Um pivô 103 é inserido entre as alçasinterdigitadas dos enrolamentos em espiral de volta à direita e à es-querda. Para clareza, as partes de primeiro plano dos enrolamentos sãomostradas como linhas a cheio ao mesmo tempo em que as partes daretaguarda das alças são mostradas como linhas a traço interrompido.Os enrolamentos em espiral alternados podem ser repetidamenteligados desta maneira para formar uma correia de quase qualquerdimensão. Na teoria, uma costura pode ser colocada em qualquerlocalização no corpo da correia onde um pino de conexão pode serremovido. As correias de ligação em espiral oferecem várias vantagenssobre as correias tradicionais. Por exemplo, a costura de uma correiade ligação em espiral é geometricamente semelhante ao resto do corpoda correia. Uma correia de ligação em espiral pode também ser revesti-da ou impregnada com uma resina ou material polimérico.
Os transportadores podem ser inclinados para transportarartigos de uma altura até outra. Como resultado, a menos que algumpouco de tipo meio de retenção seja usado, os artigos poderiam desviar-se, escorregar ou rolar sobre o transportador. Uma variedade de meiosde retenção tem sido inventada para superar este problema. Porexemplo, alguns transportadores usam correias revestidas com umaborracha ou material de resina polimérica que tenha um alto coeficientede fricção e impeça que os artigos deslizem.
Outros meios de prevenção de escorregamento são fixarhastes de acionamento na correia transportadora na direção transversalde máquina. A ligação dessas hastes de acionamento (tipicamente, porligação ou costura) é freqüentemente um processo difícil e demorado.
Além disso, visto que as hastes de acionamento fixadas têm freqüente-mente características diferentes da correia e não estão bem integradas,os meios de ligação podem causar esforços localizados que levam àfalha da haste de acionamento ou toda a correia. Como será pronta-mente observado, a substituição das hastes de acionamento pode levara demoras no uso do transportador e também representa um custosignificativo para o usuário. Conseqüentemente, existe uma necessida-de de uma correia transportadora com hastes de acionamento bemintegradas.
Sumário da Invenção
Conseqüentemente, a presente invenção relaciona-se comuma correia de ligação em espiral tendo hastes de acionamento integra-das para uso coma correia transportadora ou em outras aplicações demáquinas industriais.
A presente invenção é uma correia de ligação em espiralcompreendida de um corpo de correia formado de uma série de enrola-mentos em espiral na direção transversal de máquina (CD) ligados porpivôs na direção transversal de máquina (CD) de modo a formar umaalça de correia sem fim e uma pluralidade de hastes de acionamentoCD. Cada Haste de acionamento em CD é formada de enrolamentos emespiral ligados integrados no corpo da correia. Numa modalidadepreferida, cada haste de acionamento em CD é formada de um primeiroenrolamento em espiral ligado a um segundo enrolamento em espiral nocorpo de correia e um terceiro enrolamento em espiral ligado a umquarto enrolamento em espiral no corpo de correia; com os primeiros eterceiros enrolamentos em espiral sendo ligados em conjunto fora doplano do corpo da correia
Noutra modalidade, o primeiro e o terceiro enrolamentos emespiral são ligados respectivamente a um quinto enrolamento em espirale um sexto enrolamento em espiral que são ligados em conjunto fora doplano do corpo da correia. Ainda noutra modalidade, o primeiro e oterceiro enrolamentos em espiral são ligados respectivamente a umquinto enrolamento em espiral fora do plano do corpo da correia.
Outros aspectos da invenção incluem o primeiro enrola-mento em espiral sendo ligado ao segundo enrolamento em espiralusando um pivô e o terceiro enrolamento em espiral sendo ligado aoquarto enrolamento em espiral usando um pivô . O primeiro enrola-mento em espiral é, de preferência, ligado ao terceiro enrolamento emespiral usando um pivô . Pelo menos uma da pluralidade de hastes deacionamento CD pode incluir pelo menos uma inserção para suporte.As inserções podem ser localizadas dentro de pelo menos um dosenrolamentos em espiral compreendendo a haste de acionamento ouuma inserção pode ficar localizada entre os enrolamentos em espiralcompreendendo a haste de acionamento e o corpo da correia de ligaçãoem espiral. De preferência, a pluralidade de hastes de acionamento CDserá igualmente espaçada na MD da correia. O corpo da correia e cadahaste de acionamento em CD podem ser formados de uma série alter-nada de enrolamentos em espiral ligados em volta à esquerda e àdireita. A correia de ligação em espiral pode ser uma correia transpor-tadora. A pluralidade de hastes de acionamento CD pode também oualternativamente ser localizada no lado da máquina da correia, forman-do, assim, dentes de engrenagem para se ligarem apropriadamente emranhuras espaçadas sobre cilindros de acionamento, impedindo, dessemodo, o escorregamento da correia de ligação em espiral.
A presente invenção será, agora, descrita com detalhe maiscompleto com referência sendo feita às Figuras em que números dereferência similares denotam elementos e partes similares, que sãoidentificados abaixo.
Breve Descrição dos Desenhos
Para uma compreensão mais completa da invenção, é feitareferência à descrição seguinte e desenhos anexos, em que:
a Figura 1 é um diagrama de uma correia de ligaçãoem espiral do estado da técnica que mostra as interconexões entre osenrolamentos em espiral de volta à direita e enrolamentos em espiral devolta à esquerda;
a Figura 2 é uma ilustração em vista lateral de umacorreia de ligação em espiral exempliílcativa que tem uma haste deacionamento formada por dois enrolamentos em espiral ligados, con-forme os ensinamentos da presente invenção;
a Figura 3 é uma ilustração em vista lateral de outracorreia de ligação em espiral exemplificativa que tem uma haste deacionamento formada por quatro enrolamentos em espiral ligados, deacordo com os ensinamentos da presente invenção;
a Figura 4 é uma figura que mostra a superfície deuma correia de ligação em espiral exemplificativa que tem uma haste deacionamento conforme os ensinamentos da presente invenção;
a Figura 5 é uma figura em vista lateral de uma cor-reia de ligação em espiral exemplificativa que tem uma haste de acio-namento formada por dois enrolamentos em espiral ligados segundo osensinamentos da presente invenção;a Figura 6 é uma figura em vista lateral de outra cor-reia de ligação em espiral exemplificativa que tem uma haste de acio-namento formada de quatro enrolamentos em espiral ligados de acordocom os ensinamentos da presente invenção;
a Figura 7A é uma ilustração que mostra uma correiade ligação em espiral presente sendo usada como uma correia transpor-tadora; e
a Figura 7B é uma ilustração que mostra uma correiade ligação em espiral presente sendo usada como uma correia comdentes.
Descrição Detalhadadas Modalidades Preferidas
Uma modalidade preferida da presente invenção será des-crita no contexto de uma correia de ligação em espiral para uso comacorreia transportadora, assim como também em outros ajustes indus-triais, incluindo o fabrico de papel.
A Figura 2 é uma ilustração em vista lateral de uma correiade ligação em espiral exemplificativa tendo uma haste de acionamentoformada por dois enrolamentos em espiral ligados conforme os ensina-mentos da presente invenção. O corpo da correia é formado ligandoenrolamentos em espiral alternados de volta à esquerda e de volta àdireita 201, 202 interdigitando as suas alças e inserindo um pivô 203da maneira mostrada na Figura 1. A haste de acionamento é formadaligando um enrolamento em espiral de volta à esquerda 204 a umenrolamento em espiral de volta à direita no corpo e um enrolamentoem espiral de volta à direita 206 a um enrolamento em espiral adjacentede volta à esquerda no corpo usando pivôs 207. As outras extremida-des dos enrolamentos em espiral ligados de volta à esquerda e de volta àdireita 204, 206 são, então, ligados um ao outro para usando o outropivô 205. Como mostrado na Figura 2, a haste de acionamento resul-tante protrai acima do plano do corpo da correia, embora seja integradacom firmeza no corpo. Note-se, como alternativa em lugar de ligar osenrolamentos 204 e 206 diretamente em conjunto, eles podem serligados por via de uma ligação adicional ou ligações múltiplas comodiscutido mais adiante.
Tipicamente, uma série de hastes de acionamento será for-mada em intervalos uniformemente espaçados de MD ao longo dacorreia e estendidos continuamente no CD através da correia. Paraenrijecer/suportar as hastes de acionamento, pode ser colocada umainserção 208 em um ou ambos os enrolamentos em espiral da haste deacionamento.
As Figuras 4 e 5 são representações que mostram respecti-vamente uma vista da superfície e uma vista lateral de uma correia deligação em espiral exemplificativa tendo uma haste de acionamento402, conforme mostrado na Figura 2.
A Figura 3 é uma ilustração em vista lateral de outra cor-reia de ligação em espiral exemplificativa que tem uma haste de acio-namento formada por quatro enrolamentos em espiral ligados segundoos ensinamentos da presente invenção. O corpo da correia é formadoligando os enrolamentos em espiral alternados de volta à esquerda e devolta à direita 301, 302 interdigitando as suas alças e inserindo um pivô303 da maneira mostrada na Figura 1. A haste de acionamento éformada ligando um enrolamento em espiral 304 de volta à esquerda aum enrolamento em espiral de volta à direita no corpo e um enrolamen-to em espiral 306 de volta à direita a um enrolamento em espiraladjacente de volta à esquerda no corpo usando pivôs 307. As outrasextremidades de enrolamentos em espiral 304, 306 de volta à esquerdae de volta à direita ligados são, então, ligados aos enrolamentos emespiral 309, 310 respectivamente de volta à direita e de volta à esquer-da, que, por sua vez, são ligados um ao outro usando outro pivô 305.Como mostrado na Figura 3, a haste de acionamento resultante protraiacima do plano do corpo da correia, embora fique integrado com firmezano corpo da correia. Tipicamente, uma série de hastes de acionamentoserá formada em intervalos uniformemente espaçados de MD ao longoda correia e estendidos continuamente no CD através da correia. Paraendurecer/suportar as hastes de acionamento, uma inserção 308 podeser colocada entre os enrolamentos em espiral compreendendo a hastede acionamento e o corpo da correia de ligação em espiral. Podem sercolocadas alternativa ou adicionalmente inserções dentro de um oumais dos enrolamentos em espiral da haste de acionamento, como naFigura 2, dependendo da aplicação.
A Figura 6 é uma representação em vista lateral de umacorreia de ligação em espiral exemplificativa tendo uma haste deacionamento como mostrada na Figura 3.
A Figura 7A é uma ilustração que mostra uma correia de li-gação em espiral 700 presente sendo usada como correia transportado-ra. Conforme mostrado, a correia de ligação em espiral forma uma alçasem fim ao redor de dois cilindros 710. As hastes de acionamento queos artigos se desviem à medida que são transportados para cima notransportador inclinado.
Noutra modalidade da presente invenção, as hastes de a-cionamento podem também ou alternativamente ser formadas no ladode máquina do transportador. A Figura 7B é uma ilustração quemostra uma correia de ligação em espiral 720 presente sendo usadacomo uma correia com dentes. Segundo mostrado, as hastes deacionamento são ao longo do interior da correia e malha com cor-tes/ranhuras espaçadas com precisão nos cilindros 730. Aqui, ashastes de acionamento estão atuando essencialmente como dentes deengrenagem que impedem que a correia deslize e podem mesmo serusadas para dirigir a correia.
Os enrolamentos em espiral podem ser formados de um po-límero (tal como poliéster), metal ou outros materiais apropriados paraeste propósito e conhecidos daqueles qualificados na técnica. Como éobservado, os enrolamentos em espiral podem ser formados de outrosformatos, por exemplo, retangular, oval ou podem ser aplainados. Alémdisso, os enrolamentos em espiral podem ser formados a partir de ummaterial monofilamentar ou multifilamentar. Podem também serusados enrolamentos em espiral mais largos, como ensinado no Pedidode Patente US aqui incorporado intitulado aImproved Spiral Fabricf, den° de série 11/012.512, depositado em 15 de dezembro de 2004. Estareferência proporciona um tecido de ligação em espiral para uso numamáquina de fabrico de papel ou semelhante. O tecido de ligação emespiral pode incluir uma pluralidade de enrolamentos em espiraldispostos de uma maneira predeterminada de tal forma que os enrola-mentos em espiral adjacentes lado a lado são interdigitados um com ooutro de maneira a formar um canal e interconectados por um pivô quese estende através do canal. Pelo menos alguns da pluralidade deenrolamentos em espiral têm uma largura de enrolamentos relativa-mente grande. Note-se, estes exemplos são exemplos simplesmenterepresentativos da invenção e não se pretende que limitem a invenção.Tal como com qualquer correia de ligação em espiral, algumas aplica-ções podem exigir a modificação de certas características do tecido, taiscomo controlar a permeabilidade ao ar. Isto pode ser realizado, porexemplo, variando o tamanho das ligações em espiral; por revestimentoe/ou impregnação com resinas poliméricas; e/ou usando qualquernúmero de tipos de filamentos ou inserções de endurecimento. Ashastes poderiam também ser fabricadas separadamente a partir dacorreia e revestidas/impregnadas, se pretendido (com exceção da partede enrolamento que deve ser ligada à correia). Os enrolamentos emespiral que compreendem a haste podem ser do mesmo tamanho, formae/ou material que o corpo da correia; ou podem ser diferentes emqualquer uma destas características. Uma vantagem da presenteinvenção é que uma haste danificada pode ser prontamente substituída,em comparação com outros tipos de hastes.
As inserções (208, 308) são peças/tiras de material que po-dem ser inseridas entre os enrolamentos em espiral das hastes deacionamento e/ou dentro de um ou mais dos enrolamentos em espiraldas hastes de acionamento. Essa inserção pode ser usada para supor-tar/endurecer uma haste de acionamento (isto é manter o perfil dahaste de acionamento). As inserções podem também ser usadas paramodificar as características de uma haste de acionamento (por exemplo,a permeabilidade). As inserções podem ser formadas de um polímero(tal como poliéster), metal ou outro material apropriado para estepropósito e conhecido daqueles qualificados na técnica. As inserçõespodem ser porosas, sólidas ou de qualquer permeabilidade pretendida.A forma das inserções conforma-se de preferência à forma geométricado espaço dentro ou entre os enrolamentos em espiral. Visto que ashastes não estão tipicamente em uso sob tensão, as inserções devemser mantidas no lugar para impedir o seu movimento. Em razão dodesenho das hastes, as inserções podem apenas deslocar-se ou serremovidas no CD. As inserções podem ser firmadas no lugar porcolagem, tratamento térmico, dopagem/impregnação das extremidadesda correia ou por qualquer outro meio conhecido na técnica.
Outro aspecto da presente invenção envolve o espaçamentodas alças dos enrolamentos em espiral. As alças de enrolamentospodem ser espaçadas sobre o pivô espalhando ou esticando mecanica-mente as alças durante o acabamento (isto é, a cura térmica), inserindoespaçadores sobre o pivô entre as alças e/ou variando o diâmetro dopivô. Por exemplo, a forma dos enrolamentos pode ser modificada demaneira a incluir uma "perna" ou seção de espaçamento, semelhanteàquela ensinada em Fagerholm, Patente US 5.915.422; que é umaperfeiçoamento para a produção de uma costura intensificada numrevestimento de máquina para uma máquina de papel ou celulose,especial, mas não exclusivamente, quando é mostrado o uso dosfilamentos na direção de máquina da roupa. A costura tem duasespirais de filamentos pré-formados, que são ligados, cada um, pelosfilamentos de direção de máquina da roupa, a uma extremidade decostura, formando, assim, cada um, uma fila de alças de costura quesão mescláveis um com o outro e capazes de serem juntos um sobre ooutro por meio de um fio de pivô. Pelo menos uma espiral, de preferên-cia ambas, fica entre as alças de costura vizinhas na fila de alças, pré-formadas com partes de fixação especiais, a que a espiral é ligada naextremidade de costura correspondente. As partes de fixação seguramas alças de costura espaçadas separadamente e são estendidas subs-tancialmente na direção longitudinal da espiral. Várias técnicasadicionais são descritas no Pedido de Patente US comumente cedido11/012.512, acima mencionado, e no Pedido de Patente US intitulado"Pintle for Spiral Fabricf, de n° de série 11/009.157, depositado em 10de dezembro de 2004; invenção essa que proporciona um elemento deconexão para uso num tecido industrial. O elemento de conexão incluiuma parte de centro e uma pluralidade de lóbulos que se estendem apartir dele. O tecido industrial pode ser um tecido de ligação emespiral. O elemento de conexão deforma-se sob compressão ou tensãoreduzindo a espessura e a permeabilidade do tecido.
Embora o uso deste tecido tenha sido descrito para uso co-mo uma correia transportadora, outros usos de correias industriaisexistem; tais como correias/tecidos para uso na produção de certosprodutos não tecidos por processos tais como, mas sem limitação,hidroemaranhamento (spunlace), fusão por sopro ou camada de ar ouno fabrico de papel tal como um tecido de secador.
Por exemplo, a presente invenção pode ser usada como umacorreia de formação para uso na produção de não tecidos. Uma descri-ção detalhada da formação de nào tecidos e especificamente o fabrico delâminas não tecidas individuais ou em tiras pode ser encontrada noPedido de Patente US comumente cedido 11 /285.454 intitulado ttSheetSlitting Forming Belt for Nonwoven Products" depositado em 22 denovembro de 2005. Esta referência proporciona um tecido de formaçãopara uso na produção de produtos não tecidos compreendendo umapluralidade de protuberâncias tendo um tamanho e forma predetermi-nados, em que as protuberâncias são dispostas num padrão que defineum tamanho e uma forma de folhas não tecidas formadas a partir dele.
Tipicamente, uma trama não tecida é formada sobre um te-cido de formação e exige processamento adicional para corte ou forma-ção de tiras da trama não tecida em lâminas menores, individuais.Através do uso das hastes de acionamento descrito acima, o corte depós-processamento da trama não tecida formada pode ser eliminadopelo menos na direção de CD, visto que o uso das hastes de acionamen-to resulta em que são formadas diretamente lâminas não tecidasseparadas, individuais sobre o tecido durante o estágio de formação datrama do processo de fabrico.
As hastes de acionamento podem, porém, ser usadas paracriar toda ou parte de uma grade adicionando hastes adicionais ououtras estruturas na direção de MD. A grade deve ser tornada imper-meável ao ar tal como pelo uso de inserções impermeáveis, revestimentosobre elas ou por outros meios apropriados para o propósito. Tendoáreas sobre a correia de formação que são impermeáveis ao ar, as fibrasque são depositadas sobre o tecido durante os processos de fabrico denão tecidos são puxadas por corrente de ar ou sucção negativa criadapor caixas de vácuo localizadas sobre o lado de formação da não tramado tecido, para as áreas do tecido que são permeáveis ao ar. Comoresultado, as fibras que são depositadas sobre o tecido acumulam-sesobre as áreas permeáveis ao ar do tecido e não sobre as áreas do tecidoque são impermeáveis. Como as fibras sobre um lado e o outro dasáreas impermeáveis ao ar do tecido são isoladas uma da outra, estaspartes da trama não tecida são impedidas de ficarem emaranhadas umacom a outra. O resultado é uma trama não tecida que já está separadaou cortada em tiras em peças não tecidas individuais durante o proces-so de fabrico.
As modificações ao acima exposto seriam óbvias para aque-les de capacidade ordinária na técnica, mas não trariam a invençãoassim modificada para além do âmbito da presente invenção. AsReivindicações a seguir devem ser interpretadas para cobrindo essassituações.
Claims (12)
1. - Correia de Ligação em Espiral, que compreende:um corpo de correia formado de uma série de enrolamentosem espiral na direção transversal de máquina (CD) ligados por pivôs noCD de modo a formar uma alça sem fim; euma pluralidade de hastes de acionamento de CD integra-das no referido corpo de correia;caracterizada por que cada haste de acionamento em CD éformada de um primeiro enrolamento em espiral ligado a um segundoenrolamento em espiral no corpo de correia e um terceiro enrolamentoem espiral ligado a um quarto enrolamento em espiral no corpo decorreia; sendo os primeiro e terceiro enrolamentos em espiral ligados emconjunto fora do plano do corpo de correia.
2. - Correia de Ligação em Espiral, de acordo com a Reivindicação 1,caracterizada por que o primeiro enrolamento em espiral é ligado aosegundo enrolamento em espiral usando um pivô e o terceiro enrola-mento em espiral é ligado ao quarto enrolamento em espiral usando umpivô.
3. - Correia de Ligação em Espiral, de acordo com a Reivindicação 1,caracterizada por que o primeiro enrolamento em espiral é ligado aoterceiro enrolamento em espiral usando um pivô.
4. - Correia de Ligação em Espiral, de acordo com a Reivindicação 1,caracterizada por que pelo menos uma da referida pluralidade dehastes de acionamento de CD inclui pelo menos uma inserção.
5. - Correia de Ligação em Espiral, de acordo com a Reivindicação 4,caracterizada por que pelo menos a referida inserção é localizadadentro de pelo menos um dos enrolamentos em espiral que compreen-dem a haste de acionamento.
6. - Correia de Ligação em Espiral, de acordo com a Reivindicação 4,caracterizada por que pelo menos a referida inserção é localizada noespaço formado pelos enrolamentos em espiral compreendendo a hastede acionamento e o corpo da correia de ligação em espiral.
7. - Correia de Ligação em Espiral, de acordo com a Reivindicação 1,caracterizada por que a referida pluralidade de hastes de acionamentode CD é igualmente espaçada na MD da correia.
8. - Correia de Ligação em Espiral, de acordo com a Reivindicação 1,caracterizada por que o corpo de correia e cada haste de acionamentoem CD são formados de uma série alternada de enrolamentos emespiral de volta à esquerda e volta à direita.
9. - Correia de Ligação em Espiral, de acordo com a Reivindicação 1,caracterizada por que a correia de ligação em espiral é uma correiatransportadora ou um correia para formar produtos não tecidos.
10. - Correia de Ligação em Espiral, de acordo com a Reivindicação 1,caracterizada por que a referida pluralidade de hastes de acionamentode CD é localizada num lado de máquina da correia, formando, assim,dentes de engrenagem para prevenir o escorregamento da correia deligação em espiral.
11. - Correia de Ligação em Espiral, que, compreende:um corpo de correia formado de uma série de enrolamentosem espiral na direção transversal de máquina (CD) ligados por pivôs noCD de maneira a formar uma alça sem fim; euma pluralidade de hastes de acionamento de CD integra-das no referido corpo de correia;caracterizada por que cada haste de acionamento em CD éformado de um primeiro enrolamento em espiral ligado a um segundoenrolamento em espiral no corpo de correia e um terceiro enrolamentoem espiral ligado a um quarto enrolamento em espiral no corpo decorreia; sendo o primeiro e o terceiro enrolamentos em espiral respecti-vamente ligados a um quinto enrolamento em espiral e um sextoenrolamento em espiral que são ligados em conjunto fora do plano docorpo de correia.
12. - Correia de Ligação em Espiral, que compreende:um corpo de correia formado de uma série de enrolamentosem espiral na direção transversal de máquina (CD) ligados por pivôs noCD de maneira a formar uma alça sem fim; euma pluralidade de hastes de acionamento CD integradasno referido corpo de correia;caracterizada por que cada haste de acionamento em CD éformado de um primeiro enrolamento em espiral ligado a um segundoenrolamento em espiral no corpo de correia e um terceiro enrolamentoem espiral ligado a um quarto enrolamento em espiral no corpo decorreia; sendo o primeiro e o terceiro enrolamentos em espiral respecti-vamente ligados a um quinto enrolamento em espiral fora do plano docorpo de correia.
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