BRPI0709700A2 - mÉtodo e sistema para calibrar um scanner de tubulaÇço - Google Patents
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Abstract
<B>MÉTODO E SISTEMA PARA CALIBRAR UM SCANNER DE TUBULAÇçO<D>Um instrumento de scanner usado para escanear a tubulação que está sendo colocada dentro de um poço de petróleo, ou sendo retirada do poço de petróleo, pode ser calibrado durante a recuperação da tubulação a partir do poço. A calibração do scanner de tubulação inclui escanearum padrão de tubulação e comparar os dados a partir do escaneamento padrão com as características conhecidas do padrão. A relação entre os dados escaneados e as características conhecidas pode ser computada. A relação entre os dados escaneados e as características conhecidas pode ser usada como a função de calibração para o scanner. Calibrar o scanner de tubulação também pode incluir escanear uma coluna de segmentos de tubulação e, então, ajustar os dados coletados. O ajuste se baseia na equalização dos picos de dados que ocorrem nos dados de escaneamento nas juntas de acoplamento entre os segmentos de tubo.
Description
MÉTODO E SISTEMA PARA CALIBRAR UM SCANNER DE TUBULAÇÃOEsse pedido reivindica o benefício do PedidoProvisório 60/786.661, depositado em 28 de março de 2006.CAMPO DA INVENÇÃOA presente invenção se refere geralmente a uminstrumento de scanner para coletar e analisar dados,descrevendo um tubo associado a um poço de petróleo e serefere mais especificamente à calibração do instrumento descanner.ANTECEDENTESDurante a perfuração, completação e manutenção deum poço de petróleo, a equipe insere e/ou extrairotineiramente dispositivos tais como tubulação, tubos,canos, hastes, cilindros ocos, revestimento, conduto,colares, e dutos no poço. Por exemplo, uma equipe deserviço pode usar uma sonda de recuperação ou uma sonda deserviço para extrair uma coluna de tubulação e varetas desucção a partir de um poço produzindo petróleo. A equipepode inspecionar a tubulação extraída e avaliar se uma, oumais, seções daquela tubulação devem ser substituídasdevido ao desgaste físico; afinamento da parede datubulação; ataque químico; picagem; ou outro defeito. Aequipe tipicamente substitui as seções que exibem um nívelinaceitável de desgaste e faz anotações de outras seçõesque estão começando a mostrar desgaste e podem precisar desubstituição em uma chamada de serviço subseqüente.Como uma alternativa para inspeção manual datubulação, a equipe de serviço pode empregar um instrumentopara avaliar a tubulação quando a tubulação é extraída dopoço e/ou inserida no poço. O instrumento de escaneamentotipicamente permanece estacionário na cabeça do poço, e asonda de recuperação move a tubulação através da zona demedição do instrumento. Esse instrumento pode ser chamadode "scanner de tubulação".
O scanner de tubulação mede tipicamente a picageme a espessura da parede e pode identificar rachaduras naparede da tubulação. Irradiação, potência do campo(elétrica, eletromagnética, ou magnética), e/ou diferencialde pressão de fluido podem interrogar a tubulação paraavaliar esses parâmetros de desgaste. O scanner detubulação tipicamente produz um sinal analógico bruto eemite uma versão amostrada ou digital daquele sinalanalógico.
Em outras palavras, o scanner de tubulaçãotipicamente estimula uma seção da tubulação utilizando umcampo, irradiação, ou pressão e detecta a interação datubulação ou resposta ao estímulo. Um elemento, tal como umtransdutor, converte a resposta em um sinal elétricoanalógico. Por exemplo, o scanner de tubulação pode criarum campo magnético dentro do qual a tubulação é disposta, eo transdutor pode detectar mudanças ou perturbações nocampo, resultantes da tubulação e quaisquer anomaliasdaquela tubulação.
A saída de sinal elétrico analógico pelotransdutor pode ter um número arbitrário ou essencialmentenão-limitado de estados ou possibilidades de medição. Istoé, mais propriamente do que ter dois níveis discretos oubinários, transdutores típicos produzem sinais que podemassumir qualquer um de diversos níveis ou valores. Quando atubulação passa através do campo de medição do instrumento,o sinal do transdutor analógico varia em resposta àsvariações e anomalias na parede da tubulação móvel.
0 scanner de tubulação também inclui tipicamenteum sistema, tal comò um conversor de analógico/digital("ADC"), que converte o sinal de transdutor analógico em umou mais sinais digitais adequados para recepção e exibiçãopor um computador. Esses sinais digitais tipicamenteproporcionam um "instantâneo" do sinal do transdutor. Dessemodo, o ADC tipicamente emite um número, ou conjunto denúmeros, que representa ou descreve o sinal de transdutoranalógico em certo momento. Como o sinal de transdutoranalógico descreve a seção de tubulação que está na zona demedição do scanner de tubulação, o sinal digital éefetivamente uma amostra ou um instantâneo de um parâmetrode interesse daquela seção de tubulação.
Os sinais gerados pelo scanner de tubulação podemflutuar ou derivar gradualmente. Vibrações ou choquesmecânicos que ocorrem durante transporte do instrumentopodem alterar ligeiramente o desempenho do scanner detubulação. Variância térmica, flutuações de energia, ouvibrações durante a operação do scanner de tubulação podemcausar derivação ou ruído na saída de leitura do scanner detubulação. Essa flutuação, derivação, e componentes deruído dos sinais produzidos a partir do scanner detubulação podem causar inconsistência do tipo queresultaria em duas saídas diferentes do scanner detubulação a partir do escaneamento do mesmo tubo em doismomentos diferentes. Tais inconsistências são indesejáveisquando as saídas do scanner de tubulação são usadas paraavaliar o desgaste e os padrões de desgaste da tubulação edeterminar se as seções específicas da tubulação devem sermantidas para reutilização ou de outro modo descartadas.
Para tratar dessas deficiências representativasna técnica, é necessária uma capacidade aperfeiçoada paracalibrar o scanner de tubulação. Também existe anecessidade de uma capacidade de uma equipe de serviço docampo de petróleo em calibrar o scanner de tubulação nocampo. Existe uma necessidade adicional de uma capacidadede usar uma ou mais calibrações pós-operacionais paracorrigir, validar, ou sinalizar os dados escaneados durantea operação do scanner de tubulação.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção se refere a um método paracalibrar um instrumento de scanner usado para escaneartubulação que está sendo colocada em um poço de petróleo ousendo removida do poço. Esse instrumento de escaneamentopode ser denominado "scanner de tubulação". Em um aspectoda presente invenção, um método para calibração do scannerde tubulação pode envolver o escaneamento de um padrão detubo com características conhecidas e, então, computando-sea relação entre os dados a partir do escaneamento e ascaracterísticas conhecidas do padrão de tubulação. Essarelação entre os dados esperados e efetivos pode ser usadaentão como a função de calibração do scanner de tubulação.
Em outro aspecto da presente invenção, um métodopara calibração do scanner de tubulação pode incluirajustar os dados coletados enquanto escaneando uma colunade segmentos de tubo com base na equalização dos picos dedados que ocorrem nos dados de escaneamento nas juntas deacoplamento entre os segmentos de tubo.Em ainda outro aspecto da presente invenção, édeterminada a dependência dos resultados de um escaneamentode tubo em relação à velocidade na qual o tubo se deslocaatravés do scanner. A calibração inventiva do scanner detubulação pode estabelecer métricas de limite rápido, e delimite lento, típica para a velocidade na qual um tubo deveser deslocado através de um scanner de tubulação. Avelocidade típica seria aquela onde o scanner calibradoreproduz os valores de escaneamento esperados maisestreitamente e o limite rápido e o limite lento seriam asvelocidades de escaneamento onde o scanner de tubulaçãoainda opera dentro das tolerâncias, porém o movimento datubulação através do scanner de tubulação que é mais rápidodo que o limite rápido ou mais lento do que o limite lentopode introduzir erro excessivo no escaneamento. Essesvalores de limite podem ser usados pela equipe para guiar asua operação da sonda enquanto extraindo ou inserindo atubulação através do scanner de tubulação.
A discussão da calibração de scanner de tubulaçãoapresentada nesse sumário tem apenas propósitosilustrativos. Vários aspectos da presente invenção podemser mais claramente entendidos e considerados a partir deuma análise da descrição detalhada seguinte das modalidadesreveladas e mediante referência aos desenhos e quaisquerreivindicações que possam vir a seguir. Além disso, outrosaspectos, sistemas, métodos, características, vantagens eobjetivos da presente invenção se tornarão evidentes paraaqueles versados na técnica a partir do exame dos desenhosa seguir e da descrição detalhada. Pretende-se que todos ostais aspectos, sistemas, métodos, características,vantagens e objetivos sejam incluídos nessa descrição,estejam dentro do escopo da presente invenção, e sejamprotegidos por quaisquer reivindicações anexas.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma ilustração de um sistemaexemplar para serviço em um poço de petróleo onde o sistemarealiza escaneamento de tubulação quando a tubulação éextraída ou inserida no poço de acordo com uma modalidadeexemplar da presente invenção.
A Figura 2 é um diagrama funcional de blocos deum sistema exemplar para escaneamento de tubulação que estásendo inserida ou extraída de um poço de petróleo de acordocom uma modalidade exemplar da presente invenção.
A Figura 3A ilustra uma seção transversal vertical de um padrão de tubo exemplar para uso nacalibração de um scanner de tubulação de acordo com umamodalidade exemplar da presente invenção.
A Figura 3B ilustra uma seção transversalhorizontal da região variante rotacionalmente de um padrãode tubo exemplar disposto dentro de um arranjo circular deelementos transdutores de acordo com uma modalidadeexemplar da presente invenção.
A Figura 4 é um fluxograma de um processoexemplar para realizar o escaneamento de tubulação que está sendo inserida ou extraída de um poço de petróleo e paracalibrar o scanner de tubulação utilizando um padrão detubo, de acordo com uma modalidade exemplar da presenteinvenção.
A Figura 5 é um fluxograma de um processo exemplar para calibrar um scanner de tubulação utilizandoum padrão de tubo e informação armazenada sobre o padrão deacordo com uma modalidade exemplar da presente invenção.
A Figura 6 é um fluxograma de um processoexemplar para realizar escaneamento de tubulação que estásendo inserida ou extraída de um poço de petróleo e paracalibrar o scanner de tubulação com base na informaçãoescaneada de acordo com uma modalidade exemplar da presenteinvenção.
Muitos aspectos da presente invenção podem sermais bem-entendidos com referência aos desenhos acima. Oscomponentes nos desenhos não são necessariamente traçadosem escala, enfatizando-se em vez disso a ilustração clarados princípios das modalidades exemplares da presenteinvenção. Além disso, nos desenhos, numerais de referênciadesignam elementos similares ou correspondentes, mas nãonecessariamente idênticos, do princípio ao fim das váriasvistas.
DESCRIÇÃO DETALHADA DE MODALIDADES EXEMPLARES
A presente invenção suporta um método paracalibrar um scanner de tubulação usado para realizar oescaneamento de tubulação sendo colocada dentro de um poçoou retirada de um poço. Um método e sistema exemplar paracalibrar o scanner de tubulação serão descritos agora maiscompletamente em seguida com referência às Figuras 1-6.
Essas figuras mostram modalidades representativas dapresente invenção. A Figura 1 ilustra uma sonda derecuperação deslocando tubulação através de um scanner detubulação em um ambiente de operação representativo parauma modalidade da presente invenção. A Figura 2 provê umdiagrama de blocos de um scanner de tubulação que monitora,detecta, ou caracteriza a tubulação e que valida einterpreta os dados da tubulação. A Figura 3 ilustra umpadrão de tubulação exemplar para calibrar o scanner detubulação ilustrado na Figura 2. As Figuras 4, 5 e 6proporcionam diagramas de fluxo de métodos para calibrar uminstrumento de escaneamento de tubo.A invenção pode ser incorporada em muitas formasdiferentes e não deve ser considerada como limitada àsmodalidades aqui apresentadas; mais propriamente, essasmodalidades são providas de modo que essa revelação seráminuciosa e completa, e transmitirá completamente o escopoda invenção àqueles de conhecimento comum na técnica.Adicionalmente, todos os "exemplos" ou "modalidadesexemplares" aqui apresentados pretendem ser não-limitadores, e entre outros suportados pelas representaçõesda presente invenção.Além disso, embora uma modalidade exemplar dainvenção seja descrita com relação à calibração de umscanner de tubulação em uma zona de medição adjacente a umacabeça de poço, aqueles versados na técnica reconhecerãoque a invenção pode ser empregada ou utilizada em conexãocom uma variedade de aplicações no campo de petróleo ououtro ambiente de operação.A Figura 1 ilustra um sistema 100 para serviço emum poço de petróleo 175. 0 sistema 100 escaneia a tubulação125 quando a tubulação 125 é extraída ou inserida no poço17 5 de acordo com uma modalidade exemplar da presenteinvenção.O poço de petróleo 175 inclui um furo perfuradono solo para atingir uma formação contendo petróleo. O furode poço do poço 175 é revestido por um tubo ou cano (nãomostrado explicitamente na Figura 1) , conhecido como um"revestimento", que é cimentado até formações furo abaixo eque protege o poço de fluidos e detritos indesejados dentroda formação.
Dentro do revestimento encontra-se um tubo 125que transporta óleo, gás, hidrocarbonetos, produtos depetróleo e/ou outros fluidos de formação, como água, até asuperfície. Em operação, uma coluna de haste de bombeio(não mostrada explicitamente na figura 1), disposta dentrodo tubo 125, força o óleo furo acima. Acionado por cursos apartir de uma máquina furo acima, como um balancim da bombaembutida "balançante", a haste de bombeio se move para cimae para baixo para comunicar movimento recíproco para umabomba furo abaixo (não mostrada explicitamente na figura1). Com cada curso, a bomba furo abaixo move óleo para cimado tubo 125 em direção à cabeça do poço.
Como mostrado na figura 1, uma equipe de serviçoutiliza uma sonda de serviço ou recuperação 14 0 paraserviço no poço 175. Durante o procedimento ilustrado, aequipe puxa a tubulação 125 a partir do poço, por exemplo,para reparar ou substituir a bomba furo abaixo. A tubulação125 inclui uma coluna de seções, cada uma das quais podeser mencionada como uma "junta", que tipicamente variam emcomprimento de 29 a 34 pés (cerca de 8,8 a 10,3 metros). Asjuntas são unidas através de colares, uniões, juntas detubulação ou conexões rosqueadas.
A equipe utiliza a sonda de recuperação 140 paraextrair a tubulação 125 em incrementos ou etapas,tipicamente duas juntas por incremento. A sonda 140compreende uma torre ou pau de carga 145 e um cabo 105 quea equipe temporariamente fixa na coluna de tubulação 125.Um carretei acionado a motor 110, tambor, guincho, ou blocoe talha puxa o cabo 105 desse modo içando ou elevando acoluna de tubulação 125 fixada ao mesmo. A equipe levanta acoluna de tubulação 125 a uma distância vertical que éaproximadamente igual à altura da torre 145,aproximadamente sessenta pés (18,29 metros) ou duas juntas.
Mais especificamente, a equipe fia o cabo 105 ã coluna de tubulação 125, que é verticalmente estacionariadurante o procedimento de fixação. A equipe então levanta atubulação 125 tipicamente em um movimento contínuo, de modoque duas juntas são extraídas a partir do poço 175 enquantoa porção da coluna de tubulação 125 abaixo daquelas duas juntas permanece no poço 175. Quando essas duas juntasestão fora do poço 175, o operador do carretei 110 pára ocabo 105, desse modo parando o movimento ascendente datubulação 125. A equipe então separa ou desparafusa as duasjuntas expostas a partir do restante da coluna de tubulação 125 que se estende para dentro do poço 175. Um aparelho defixação agarra a coluna de tubulação 125 enquanto a equipedesenrosca as duas juntas expostas, desse modo impedindoque a queda da coluna 125 dentro do poço 175 quando essasjuntas se separam da coluna principal 125. A equipe repete o processo de levantar e separarseções de duas juntas de tubulação a partir do poço 175 eorganiza as seções extraídas em uma pilha de juntasverticalmente dispostas, conhecidas como um "estoque dereserva" de tubulação. Após extrair a coluna de tubulação completa 125 a partir do poço 175 e serviço na bomba, aequipe inverte o processo de extração de tubo de modoescalonado colocando a coluna de tubulação 125 de volta nopoço 175. Em outras palavras, a equipe utiliza a sonda 140para reconstituir a coluna de tubulação 12 5 mediante rosqueamento ou "composição" de cada junta eincrementalmente abaixando a coluna de tubulação 12 5 paradentro do poço 175.
0 sistema 100 compreende um scanner de tubulaçãopara monitorar, escanear, avaliar ou estimar a tubulação125 à medida que a tubulação 125 se move para dentro oupara fora do poço 175. 0 scanner de tubulação 150 obtéminformações ou dados sobre a porção da tubulação 12 5 queestá na zona de medição 155 ou detecção do scanner 150.Através de um link de dados 120, um codificador 115 provê ao scanner de tubulação 15 0 informações sobre velocidadee/ou informações posicionais sobre a tubulação 125. Porexemplo, o codificador 115 pode ser mecanicamente ligado aotambor 110 para determinar movimento e/ou posição datubulação 12 5 à medida que a tubulação 125 se move através da zona de medição 155.
Como alternativa ao codificador ilustrado 115alguma outra forma de sensor de velocidade ou posicionaipode determinar a velocidade de bloco da torre ou avelocidade rotacional do motor de sonda em giros por minuto("RPM"), por exemplo.
Outro link de dados 13 5 conecta o scanner detubulação 150 a um dispositivo de computação ou computador130, que pode ser um laptop, um dispositivo portátil, umdispositivo de comunicação pessoal ("PDA"), um sistemacelular, um radio portátil, um sistema de envio de mensagempessoal, um aparelho sem fio, ou um computador pessoalestacionário ("PC"), por exemplo. 0 computador 130 exibe osdados que o scanner de tubulação 150 obteve a partir datubulação 125. 0 computador 130 pode apresentar dados detubulação graficamente, por exemplo. A equipe de serviçomonitora ou observa os dados exibidos no computador 13 0para avaliar a condição da tubulação 125. A equipe deserviço pode graduar a tubulação 12 5 de acordo com suaaptidão para serviço contínuo, por exemplo.
O link de comunicação 135 pode compreender umlink direto ou uma porção de uma rede de comunicação maisampla que transporta informações entre outros dispositivosou sistemas similares para o sistema 100. Além disso, olink de comunicação 13 5 pode compreender um percursoatravés da Internet, intranet, uma rede privada, uma redede telefonia, uma rede de protocolo de Internet ("IP"), umarede comutada de pacote, uma rede comutada de circuito, umarede de área local ("LAN"), uma rede remota ("WAN") , umarede de área metropolitana ("MAN"), a rede de telefonecomutada pública ("PSTN"), uma rede sem fio, ou um sistemacelular, por exemplo. O link de comunicação 135 podecompreender ainda um percurso de sinal que é óptico, defibra ótica, cabeado, sem fio, de linha terrestre, guiadopor onda, ou baseado em satélite, citando algumaspossibilidades. Os sinais transmitidos através do link 135podem transportar ou portar dados ou informaçõesdigitalmente ou via transmissão analógica. Tais sinaispodem compreender energia elétrica modulada, óptica, demicroondas, radiofreqüência, ultra-sônica, oueletromagnética, entre outras formas de energia.O computador 13 0 compreende tipicamente hardwaree software. Esse hardware pode compreender várioscomponentes de computador, como armazenagem de disco,unidades de disco, microfones, memória de acesso aleatória("RAM"), memória somente de leitura ("ROM"), um ou maismicroprocessadores, suprimentos de força, um controlador devídeo, um barramento de sistema, um monitor derepresentação visual, uma interface de comunicação, edispositivos de entrada. Além disso, o computador 130 podecompreender um controlador digital, um microprocessador, oualguma outra implementação de lógica digital, por exemplo.
O computador 13 0 executa software que podecompreender um sistema operacional e um ou mais módulos desoftware para gerenciar dados. O sistema operacional podeser o produto de software que Microsoft Corporation deRedmond, Washington vende sob a marca registrada WINDOWS,por exemplo, 0 módulo de gerenciamento de dados podearmazenar; separar; e organizar os dados e também podefornecer uma capacidade para representação gráfica,plotagem, mapeamento ou tendênc ia dos dados. O módulo degerenciamento de dados pode ser ou compreender o produto desoftware que a Microsoft Corporation vende sob a marcaregistrada EXCEL, por exemplo.
Em uma modalidade exemplar da presente invenção,um computador de multi-tarefas funciona como o computador130. Múltiplos programas podem executar em um quadro detempo de sobreposição ou em um modo que parece simultâneopara um observador humano. A operação de multi-tarefas podecompreender partição de tempo ou partilha de tempo, porexemplo.O módulo de gerenciamento de dados podecompreender um ou mais programas de computador ou pedaçosde código executável por computador. Para citar algunsexemplos, o módulo de gerenciamento de dados podecompreender um ou mais de uma utilidade, um módulo ouobjeto de código, um programa de software, um programainterativo, um "plug-in", um "applet", um script, um"scriptlet", um sistema operacional, um navegador, ummanipulador de objeto, um programa independente, umalinguagem, um programa que não é um programa independente,um programa que roda em um computador 13 0, um programa queexecuta manutenção ou tarefas de propósito geral, umprograma que é lançado para habilitar uma máquina ouusuário humano a interagir com dados, um programa que criaou é utilizado para criar outro programa, e um programa queauxilia um usuário na execução de uma tarefa como interaçãode banco de dados, processamento de texto, contabilidade ougerenciamento de arquivos.Voltando agora para a figura 2, essa figurailustra um diagrama de blocos funcional de um sistema 200para escanear tubulação 12 5 que está sendo inserida em ouextraída a partir de um poço de petróleo 175 de acordo comuma modalidade exemplar da presente invenção. Aquelesversados nas técnicas de tecnologia de informação,computação, processamento de sinais, sensor ou eletrônicareconhecerão que os componentes e funções que sãoilustrados como blocos individuais na figura 2, ereferenciados como tal em outra parte aqui, não sãonecessariamente módulos bem definidos. Além disso, oconteúdo de cada bloco não é necessariamente posicionado emum local físico. Em uma modalidade da presente invenção,certos blocos representam módulos virtuais, e oscomponentes, dados e funções podem ser fisicamentedispersos. Além disso, em algumas modalidades exemplares,um único dispositivo físico pode executar duas, ou mais,funções que a figura 2 ilustra em dois ou mais blocosdistintos. Por exemplo, a função do computador pessoal 130pode ser integrada no scanner de tubulação 150 parafornecer um elemento de software e hardware unitário queadquire e processa os dados e exibe os dados processados emforma gráfica para visualização por um operador, técnico ouengenheiro.
O scanner de tubulação 150 compreende um sensorde desgaste de haste 205 e um sensor de picagem 255 paradeterminar parâmetros relevantes para uso contínuo datubulação 125. O sensor de desgaste de haste 205 avaliadefeitos de tubulação relativamente grandes ou problemascomo adelgaçamento da parede. Adelgaçamento da parede podeser devido a desgaste físico ou abrasão entre a tubulação125 e a haste de bombeio que é movida de forma recíprocacontra a mesma, por exemplo. Entretanto, o sensor depicagem 255 detecta ou identifica características ou falhasmenores, como picagem proveniente de corrosão ou algumaoutra forma de ataque químico dentro do poço 175. Essasfalhas pequenas podem ser visíveis a olho nu ou podem tercaracterísticas microscópicas, por exemplo. A picagem podeocorrer na superfície interna da tubagem 125, o assimchamado "diâmetro interno", ou no lado externo da tubagem125.
A inclusão do sensor de desgaste de haste 205 edo sensor de picagem 225 no scanner de tubulação 150pretende ser ilustrativa em vez de limitadora. O scanner detubulação 150 pode compreender outro sensor ou aparelho demedição que pode ser apropriado para uma aplicaçãoespecífica, incluindo sensores ultra-sônicos. Por exemplo,o sistema de instrução 200 pode compreender um localizadorde colar 275, um dispositivo que detecta rachaduras oufendas de tubulação, um medidor de temperatura, uma câmera,um aparelho de teste, etc. Em uma modalidade exemplar dapresente invenção, o scanner 150 compreende ou é acoplado aum contador de inventário, como o contador de inventáriodiscutido na publicação do pedido de patente dos EstadosUnidos 2004/0196032.
0 scanner de tubulação 150 também compreende umcontrolador 250 que processa sinais a partir do sensor dedesgaste de haste 205 e sensor de picagem 255. Em umamodalidade exemplar, o controlador 250 processa sinais deacordo com uma medição de velocidade 120 a partir docodificador 115. 0 controlador 250 pode incluir umcomputador, uma microprocessador 290, um dispositivo decomputação, ou alguma outra implementação de lógica digitalconectada ou programável. Em uma modalidade exemplar, ocontrolador 250 compreende um ou mais circuitos integradosde aplicação específica ("ASICS") ou chips de processamentode sinal digital ("DSP"). O módulo de calibração 225 podeincluir código executável armazenado em ROM, ROMprogramável ("PROM"), RAM, um formato óptico, uma unidaderígida, meios magnéticos, fita, papel ou algum outro meiolegível por máquina. Alternativamente, o módulo decalibração 225 pode ser implementado em eletrônicaprogramável ou de conexão física, ou alguma combinação dehardware e código de software executável.
A medição de velocidade 120 a partir docodificador 115 pode ser usada em um aspecto de calibraçãodo scanner de tubulação 150 que se refere à dependência dosresultados de um escaneamento de tubo a partir davelocidade 120 na qual o tubo se desloca através do scannerde tubulação 150. O módulo de calibração 225 podeestabelecer métrica de limite rápido, e de limite lentotípica para a velocidade na qual um tubo 125 seriadeslocado através de um scanner de tubulação 150. Avelocidade típica seria aquela onde o scanner de tubulaçãocalibrado 150 produz valores de escaneamento esperados maisestreitamente e o limite rápido e o limite lento seriam asvelocidades de escaneamento onde o scanner de tubulação 150ainda opera dentro de tolerâncias, mas o movimento datubulação 125 através do tubo de scanner 150 que é maisrápida do que o limite rápido ou mais lento do que o limitelento pode introduzir erro excessivo no escaneamento. Essesvalores de limite podem ser usados pela equipe paraorientar a sua operação da sonda 140 enquanto extraindo ouinserindo a tubulação 125 através do scanner de tubulação 150.
O sensor de desgaste de vareta 205 pode incluirum transdutor 210 que emite um sinal elétrico contendoinformação sobre a seção de tubulação 125 que está na zonade medição 155. A eletrônica de sensor 220 pode amplificar,condicionar e digitalizar a saída a partir do transdutor210 e então prover ao controlador 250 com amostras ouinstantâneos da espessura de parede da porção da tubulação125 que está situada na zona de medição 155.
Similar ao sensor de desgaste de vareta 205, osensor de picagem 255 inclui um transdutor de picagem 260.A eletrônica de sensor 270 pode amplificar; condicionar; e digitalizar a saída a partir do transdutor 260 e entãoprover ao controlador 250 as amostras ou instantâneos daquantidade e natureza de picagem nas paredes da porção datubulação 125 que está situada na zona de medição 155.
Os transdutores, tal como 210 e 2 60 podem responder aos estímulos dentro da zona de medição 155 talcomo eletromagnéticos, mecânicos, diferencial de pressão defluido, sônicos, ultra-sônicos, ou ótico-visuais.
O localizador de colar 275 inclui um sensor decolar 277, e eletrônica de sensor 280. O sensor 277 pode incluir um comutador mecânico, transdutor eletromagnético,detector ótico, ou outro sensor para identificar quando umcolar de junta de acoplamento está dentro da zona demedição 155. A eletrônica de sensor 280 pode amplificar,condicionar e digitalizar a saída do sensor 277 e, então, prover ao controlador 250, informação com relação àpresença de um colar de junta de acoplamento dentro da zonade medição 155. A inclusão do localizador de colar 275 noscanner de tubulação 15 0 ou até mesmo fora do scanner detubulação 150, mas como parte do sistema de sonda de serviço 100, pode prover ao controlador 250 e/ou computador130 informação com relação â localização dos acoplamentosou colares nos pontos onde as seções ou juntas de tubo 125se conectam uma à outra dentro da coluna de tubulação.
O módulo de calibração 225 pode usar sinais a partir dos sensores, tal como 205 e 255, e indicações apartir da equipe de operação como entradas para um ou maisprocessos de calibração. Esses processos de calibraçãopodem determinar funções de calibração corretiva que podemtransformar os sinais produzidos pelos sensores, tal como205 e 255, para representar mais exatamente os sinais quesão descritivos do tubo atual 125 sendo escaneado. Essasfunções de calibração podem ser exigidas devido àderivação, deslocamento, ruído, ou outros erros ouartefatos introduzidos nos sinais a partir dos sensores,tal como 205 e 255. Quando essas funções de calibração sãodeterminadas, o módulo de calibração 225 do controlador 250pode aplicar as funções de calibração aos sinais recebidosa partir dos sensores, tal como 205 e 255, para obter dadosque são mais representativos do tubo atual 125 sendoanalisado. Aqueles de conhecimento comum na técnicaconsiderarão que a funcionalidade de calibração, descritapara uma modalidade exemplar como um módulo de calibração225, do controlador 250, sem se afastar do escopo ouespírito da presente invenção, pode estar localizada e/ouparticionada de outra forma, por exemplo, comofuncionalidade de computador 13 0, controlador 250, oueletrônica dentro de sensores, tal como 205 ou 255. Umpadrão de tubulação exemplar para uso na calibração assimcomo alguns fluxogramas de processo de calibração,exemplares são descritos em seguida.
A Figura 3A ilustra uma seção transversalvertical de um padrão de tubulação exemplar 3 00 usado paracalibrar o scanner de tubulação 150 das Figuras 1 e 2. Comreferência agora às Figuras 2 e 3A, o padrão exemplar 300pode ser fabricado com um conjunto conhecido decaracterísticas físicas. Pode-se esperar que o padrão 300estimule os sensores 205, 255 dentro do scanner detubulação 150 para produzir sinais de resposta conhecidosde acordo com as propriedades físicas conhecidas do padrãode tubulação 300. Isso pode ser considerado como o"escaneamento esperado" do padrão 300. Quando o scanner detubulação 150 é usado para escanear o padrão 300, os sinaisresultantes a partir dos sensores 205, 255 podem serconsiderados como o "escaneamento efetivo" do padrão 300por esses sensores 205, 255 naquele momento. Desvio entre o"escaneamento esperado" e o "escaneamento efetivo"representa a derivação, deslocamento, erro, ruído,artefatos, ou outra aberração exibida pelos sensores 205,255 dentro do scanner de tubulação 150. Esse desvio é o quese procurou remover, ou substancialmente minimizar, atravésda aplicação de uma função de calibração pelo módulo decalibração 225.
Uma região 330 do padrão 300 tendo váriasespessuras de parede pode ser usada para exercitar ecalibrar o sensor de desgaste de vareta 205. Uma região 360do padrão 300 tendo variadas profundidades, larguras eestruturas de características de picagem de parede ouranhuras pode ser usada para exercitar e calibrar o sensorde picagem 255. Embora as regiões 330 e 360 do padrão detubulação 300 possam ser substancialmente simétricascircularmente, a região 370 do padrão de tubulação 300 podeconter características ou ranhuras verticais que introduzemum aspecto rotacional ao padrão de tubulação 300. Dessemodo, o escaneamento esperado do padrão de tubulação 300diferirá como uma função do ângulo no qual o padrão detubulação 3 00 é traçado através do scanner de tubulação150. Essa região de tubo rotacionalmente variante 370 édiscutida em mais detalhe abaixo e ilustrada na Figura 3B.
Quando inserido no scanner de tubulação 150 parafins de calibração, o padrão 300 pode ser alinhadoutilizando um marcador de índice 310. O marcador de índice310 permite que o padrão 300 seja escaneado de uma maneiraconsistente que é vantajosa para o processo de calibraçãoporque o escaneamento efetivo pode ser sincronizado com, ouequiparada com o escaneamento esperado mais facilmente. Omarcador de índice 310 pode ser pintado, moldado ou usinadono padrão 300 ou externamente afixado ao mesmo. Aquelesversados nas técnicas de fabricação ou mecânicasconsiderarão diversas outras modalidades do marcador deíndice 310, cujo uso não se afastaria do escopo ou espíritoda invenção. Adicionalmente, o padrão 300 pode ser operadosem alinhamento por intermédio do marcador de índice 310 ea sincronização pode ser conseguida pelo controlador 250 oucomputador 130 utilizando correlação para equipararcaracterísticas esperadas do padrão 300 conformeidentificado dentro dos dados de escaneamento.
A Figura 3B ilustra uma seção transversalhorizontal da região rotacionalmente variante 370 de umpadrão de tubulação exemplar 300 disposto com um arranjocircular de elementos de transdutor 380A-H. Com referênciaagora à Figura 2, 3A e 3B, a região de aspecto rotacional370 do padrão exemplar 300 pode ser fabricada com recursosou ranhuras verticais 390. Essas ranhuras verticais 390introduzem um escaneamento de rotação variante do padrão300 na região 370 de variância rotacional. Isso está emcontraste com as regiões 330 e 360 do padrão de tubulação3 00 que pode exibir substancialmente simetria circular.Transdutores de sensor, tal como 210 e 260 mostrados naFigura 2 podem ser arranjados fisicamente como um arranjode elementos de transdutor 38OA-H dispostos em torno dazona de medição 155. Ranhuras verticais 390 no padrão detubulação 300 podem ser usadas para isolar a resposta decada um dos elementos de transdutor 38OA-H. Por exemplo, naorientação ilustrada na Figura 3B, a ranhura 3 90 seriadetectada como uma medição de parede mais fina no elementode transdutor 38OE em comparação com outros sete elementosde transdutor 38OA-D, 38OF-H. Contudo, se o padrão detubulação 300 fosse inserido ou extraído em uma orientaçãogirada em 90 graus no sentido horário (como visto na Figura3B) então a ranhura 390 seria detectada pelo transdutor380G. Essa variância rotacional no escaneamento da região370 do padrão de tubulação 300 pode ser usada para calibrarindividualmente os elementos de sensor 380A-H dispostoscircularmente em torno da zona de medição 155. A variânciarotacional no escaneamento da região 370 do padrão detubulação 3 00 também pode ser usada para identificarelementos de sensor individualmente defeituosos ou com maufuncionamento 380A-H. Exploração adicional dessasvariâncias rotacionais no escaneamento de calibração éelaborada no fluxograma de processo ilustrado na Figura 5abaixo.
O modelo físico do padrão de tubulação 3 00 sedestina especificamente a representar as característicascobrindo a faixa completa de furos de corrosão, ranhuras eespessura de parede que são mensuráveis pelos sensores 2 05,255 dentro do scanner de tubulação 150. Quando usado comoum padrão de calibração, essas qualidades variadas podempermitir que o scanner de tubulação 150 seja calibradoatravés de seu domínio de operação, completo. Os doissensores 205, 255 do scanner de tubulação 150 pretendem serexemplares e não-limitadores. O scanner de tubulação 150pode incluir outros sensores de escaneamento de tubo emdiversas combinações sem se afastar do espírito ou escopoda presente invenção. Similarmente, a disposição circulardos elementos de sensor 380A-H pretende ser exemplar e nãolimitadora. Arranjos de sensores de mais ou menos do queoito elementos ou arranjos diferentes do exemplo circularpodem ser empregados dentro do scanner de tubulação 15 0 semse afastar do espírito ou escopo da presente invenção.Os processos para uma modalidade exemplar dapresente invenção serão discutidos abaixo com referência àsfiguras 4, 5 e 6. Uma modalidade exemplar da presenteinvenção pode incluir um ou mais programas de computador oumétodos implementados por computador que implementamfunções ou etapas descritas aqui e ilustradas nosfluxogramas exemplares das figuras 4, 5 e 6. Entretanto,deve ser evidente que poderia haver muitos modos diferentesde implementar a invenção em programação de computador, e ainvenção não deve ser interpretada como limitada a qualquerconjunto de instruções de programa de computador. Alémdisso, um programador versado seria capaz de gravar talprograma de computador para implementar a invenção reveladasem dificuldade com base nas arquiteturas de sistemaexemplares e fluxogramas e na descrição associada no textode aplicação, por exemplo.Portanto, a revelação de um conjunto específicode instruções de código de programa não é consideradanecessária para uma compreensão adequada de como fazer eutilizar a invenção. A funcionalidade inventiva de qualquer processo, método ou programa de computador, reivindicado,será explicada em mais detalhes na descrição a seguir emcombinação com as figuras restantes ilustrando funçõesrepresentativas e fluxo de programa.
Certas etapas nos processos descritos abaixodevem preceder naturalmente outras para a presente invençãopara funcionar como descrito. Entretanto, a presenteinvenção não é limitada à ordem das etapas descritas se talordem ou seqüência não alterar a funcionalidade da presenteinvenção em um modo indesejável. Isto é, é reconhecido quealgumas etapas podem ser executadas antes ou após outrasetapas ou em paralelo a outras etapas sem se afastar doescopo e espírito da presente invenção.
De acordo agora com a Figura 4, essa figurailustra um fluxograma de um processo exemplar 400 paraescaneamento de tubulação que está sendo inserida ouextraída de um poço de petróleo 175 e para calibrar oscanner de tubulação 150 utilizando um padrão de tubo 300dentro do ambiente de operação da sonda de recuperaçãoexemplar 140 e scanner de tubulação 150 das Figuras 1 e 2.
Agora, com referência às Figuras 1, 2 e 4, o métodoexemplar 400 começa na etapa INICIAR e prossegue até etapa4 2 OA onde uma equipe de serviço de campo de petróleocalibra o scanner de tubulação 150 utilizando o padrão detubulação 300. Essa calibração é elaborada abaixo nosubprocesso 420 da Figura 5.Na etapa 440, a equipe opera o scanner detubulação 150. Operar o scanner de tubulação 150 podeincluir realizar o escaneamento de segmentos de tubo 125sendo extraídos do poço 175 ou inseridos no mesmo. Realizaro escaneamento dos segmentos de tubo 125 inclui tipicamentecoletar, dentro do controlador 250, computador 130, ouambos, os sinais digitalizados a partir da eletrônica desensor, tal como 220 ou 270. A velocidade, mecânica,rapidez, ou informação posicionai também podem sercoletadas a partir do codificador 115. Essa informaçãomecânica pode auxiliar em relacionar os dados coletados desensor com a área física da tubulação 125 sendo amostrada ecada instantâneo. O módulo de calibração 225 pode, em temporeal, aplicar a função de calibração obtida durante acalibração inicial 420A para escanear os dados coletadosdurante a operação de escaneamento na etapa 440.
Na etapa 420B, a equipe calibra o scanner detubulação 150 utilizando o padrão de tubulação 300. Essacalibração é elaborada abaixo no subprocesso 420 da Figura5. Na etapa 480, o módulo de calibração 225 pode usar essacalibração de pós-operação para validar que o scanner detubulação 150 ainda está em calibração e assimprovavelmente permaneceu em calibração por toda a operaçãode escaneamento de tubo da etapa 440. Se a calibração pós-operacional 420B indicar que o scanner de tubulação 150 sedesviou da calibração, o módulo de calibração 225 podeajustar os dados coletados durante a operação deescaneamento de tubo na etapa 440 de acordo com a novacalibração ou o módulo de calibração 225 pode simplesmentesinalizar que os dados coletados durante a operação deescaneamento de tubo na etapa 44 0 sejam examinados mais deperto à luz da calibração pós-operação 420B.
O processo 4 00 pode prover coleta aperfeiçoada dedados durante a operação de escaneamento de tubo 44 0 umavez que o scanner de tubulação 150 é calibrado na etapa4 2 OA exatamente antes de ser operado e então calibradooutra vez na etapa 4 2 OB logo após a operação. Após acalibração pós-operacional, o módulo de calibração 225 podeverificar se o scanner de tubulação 150 ainda está emcalibração e pode reagir conf ormemente se o scanner detubulação 150 tiver se desviado da calibração. Deve serconsiderado que além dessa modalidade exemplar onde ocorrecalibração antes da operação e após a operação, as etapasde calibração podem ocorrer uma ou mais vezes durante aoperação do scanner de tubulação 150 no mesmo poço sem seafastar da essência do escopo da presente invenção. Talcalibração de scanner intercalada pode ser empregada nocampo quando, por exemplo, a equipe de serviço tiver umanecessidade maior de exatidão de escaneamento, ou estiverpreocupada de que o scanner de tubulação 15 0 não estámantendo a calibração por períodos prolongados de operaçãoem decorrência, por exemplo, das vibrações ou flutuaçõestérmicas.
De acordo agora com a Figura 5, essa figurailustra um fluxograma de um subprocesso exemplar 420 paracalibrar um scanner de tubulação 15 0 utilizando um padrãode tubo 3 00 e informação armazenada sobre o padrão. Essesubprocesso exemplar elabora as etapas descritas nas etapasde calibração 420A e 420B da Figura 4.
Na etapa 510, a equipe de serviço do campo depetróleo insere o padrão de calibração de tubulação 300 noscanner de tubulação 150. Na etapa 520 o padrão detubulação 300 é alinhado com o scanner de tubulação 150utilizando o marcador de índice 310 do padrão de tubulação300. Quando o padrão 300 é alinhado no scanner de tubulação150, o processo prossegue na etapa 54 0 onde a equipe puxa opadrão de tubulação de calibração 3 00 através do scanner detubulação 150 enquanto o scanner de tubulação 150 amostraos dados de escaneamento descrevendo o padrão de tubulação300. Esses dados de escaneamento podem ser consideradoscomo a "escaneamento atual" ao contrário da informaçãoarmazenada descrevendo as características físicas conhecidado padrão 300. Essa informação armazenada pode serconsiderada como o "escaneamento esperado" uma vez que elarepresenta uma idealização do que o scanner de tubulação150 escanearia, quando perfeitamente calibrado, a partir datubulação padrão 3 00.
Na etapa de decisão 543, é determinado serotações parciais adicionais do padrão de tubulação 300 sãoexigidas. Conforme discutido acima e ilustrado na Figura3B, rotação parcial do padrão de tubulação 3 00 se refere àcaracterística vertical 390 e ao isolamento de elementos detransdutor individuais 38OA-H dentro de um transdutor desensor (tal como 210 ou 26 0) arranjado como um arranjocircular. Se o arranjo circular dos elementos de transdutor38OA-H inclui oito elementos, conforme ilustrado na Figura3B, e for desejável isolar cada elemento, então cadarotação parcial pode ser de 4 5 graus e podem existir setede tais rotações parciais intercaladas entre um total deoito escaneamentos do padrão de tubulação 300 através doscanner de tubulação 150. Para números variados deelementos de transdutor circularmente dispostos 380, onúmero de rotações parciais e de escaneamentos pode seridêntico ao número de elementos de transdutor 380 (como noexemplo a pouco fornecido). Alternativamente, o número derotações parciais pode ser maior ou menor do que o númerode elementos de transdutor 380. Qualquer que seja o númerototal de rotações parciais destinadas a exercitarcompletamente o scanner de tubulação 150, a etapa dedecisão 543 avalia se o número total de rotações parciaisfoi completado ou se rotações parciais adicionais devem serescaneadas.
Se a etapa de decisão 543 determinar que nenhumarotação parcial adicional é exigida, então a derivação"NÃO" é seguida para a etapa 550, caso contrário, aderivação "SIM" é seguida para a etapa 546, onde a rotaçãoparcial é realizada pela equipe antes de iniciar o próximoescaneamento de tubo mediante retorno à etapa 510. Aquantidade de cada rotação parcial é, na implementação maissimples preferida, trezentos e sessenta graus divididospelo número total de rotações parciais. Essa abordagemespaçaria uniformemente as escaneamentos de rotaçõesparciais em torno do circulo descrevendo a seçãotransversal horizontal da zona de medição 155. Talespaçamento uniforme de escaneamentos em torno da tubulaçãopadrão 300 é exemplar e não-limitador. Outras medidas derotação parcial podem ser aceitáveis ou até mesmodesejáveis.
Na etapa 546, a equipe pode medir o ângulo derotação parcial utilizando um instrumento externo, oumediante uso de marcações de ângulo no, ou dentro doscanner de tubulação 150, padrão de tubulação 300, oumarcador de índice 310. O ângulo de rotação parcialseparando cada escaneamento de um conjunto rotacional podeser introduzido ou verificado pela equipe utilizando ocomputador 130. Essa informação de deslocamento angularpode ser usada pelo módulo de calibração 225 ao fazer ascomputações de calibração. Após a primeira transiçãoatravés da etapa 543, a segunda e posterior transição passaatravés da etapa 540 dentro do mesmo conjunto rotacional deescaneamentos e pode ser simplificada para incluir apenas oescaneamento da região de característica vertical 370 dopadrão de tubulação 300 através do scanner de tubulação150. Essa simplificação pode ser possível porque apenas aregião de característica vertical 370 do padrão detubulação 300 varia com o ângulo rotacional. Confinarescaneamentos subseqüentes a essa região 370 pode reduzir aquantidade total de tempo exigido para calibrar o scannerde tubulação 150.
Na etapa 550, o módulo de calibração 225 computauma transformação que pode atuar sobre o escaneamentoefetivo para produzir, ou aproximar, o escaneamentoesperado. Essa transformação pode ser considerada como umafunção de calibração para o scanner de tubulação 150. Porexemplo, se os valores no escaneamento efetivo forem todosem número de cinco inferiores ao escaneamento esperado,então a função de calibração pode ser a de adicionar cincoa todos os valores medidos. Em um segundo exemplo, se osvalores no escaneamento efetivo forem de um terço daquelesno escaneamento esperado, uma função de calibração pode sera de multiplicar todos os valores medidos por três. Essesexemplos lineares de funções de calibração pretendem serexemplares e não-limitadores. Aqueles versados nos sistemasde controle ou nas técnicas de processamento de sinalconsiderarão que a função de calibração pode ser linear ounão-linear; pode operar em tempo, freqüência, fase, ououtro domínio; pode ser estática; ou pode ser adaptativa deacordo com a minimização de uma ou mais das várias métricasde adaptação sem se afastar do escopo ou espírito dapresente invenção.
Na etapa 570, a transformada, ou função decalibração, computada na etapa 550 pode ser armazenada parauso pelo módulo de calibração 225 e pode ser aplicada aosdados escaneados durante a operação do scanner de tubulação150. A aplicação da função de calibração de dadosescaneados pelo scanner de tubulação 150 pode remover, oureduzir, desvio a partir da operação ideal do scanner detubulação 150. Desse modo, o scanner de tubulação 150 podeser considerado como calibrado. Como tal, a operação doscanner de tubulação 150 a partir do padrão de tubulação300 resultaria em dados de escaneamento se aproximandosubstancialmente dos dados de escaneamento esperado. Nesseestado calibrado, o scanner de tubulação 15 0 pode gerardados de escaneamento durante um escaneamento de umsegmento de tubulação 125 que são substancialmenteindicativos das propriedades físicas efetivas do segmentode tubulação 12 5 e não incluindo derivação, ruído,deslocamento, ou outros componentes de artefato até umaamplitude em que os dados de escaneamento seriam menosúteis para tomada de decisão com relação ao segmento detubulação 125.
Voltando-se agora para a Figura 6, essa figurailustra um fluxograma de um processo exemplar 600 paracalibrar um scanner de tubulação 150 utilizando juntas deacoplamento em uma coluna de tubulação 125. Em vez de sebasear em uma tubulação padrão de calibração 300, oprocesso 600 pode usar os dados de escaneamento a partir datubulação efetiva 125 sendo operada pelo scanner detubulação 150 para calibrar o scanner de tubulação 150.Deve ser considerado que a calibração de padrão detubulação, tal como ilustrado nos processos 400 e 420 ecalibração de junta de acoplamento, tal como ilustrado peloprocesso 600, não são técnicas de calibração mutuamenteexclusivas e elas podem ser usadas em combinação oualternativamente em diferentes fases de operação doscanner.
Com referência agora às Figuras 1, 2 e 6, oprocesso exemplar 600 começa na etapa 610, onde ossegmentos de tubo sendo escaneados são puxados, pelaequipe, através do scanner de tubulação 150 enquanto oscanner de tubulação 150 coleta, dentro do controlador 250,computador 130, ou ambos, os sinais digitalizados a partirda eletrônica de sensor, tal como 220 ou 270. A velocidademecânica, rapidez, ou informação posicionai também pode sercoletada a partir do codificador 115. Essa informaçãomecânica pode auxiliar em relacionar os dados de sensorcoletados com a área física da tubulação sendo amostrada ecada instantâneo.
Na etapa de decisão 620, o módulo de calibração225 determina se um localizador de colar está ou não emuso. Um localizador de colar 275 é um instrumento queindica quando um colar de junta de acoplamento está sendoescaneado. Se o localizador de colar 275 estiver em uso, aderivação "SIM" é seguida para a etapa 63 0, onde o módulode calibração 225 utiliza as indicações a partir dolocalizador de colar 275 para identificar as juntas deacoplamento dentro dos dados escaneados na etapa 610. Se umlocalizador de colar 275 não estiver em uso, a derivação"NÃO" é seguida para a etapa 64 0 onde o módulo decalibração 225 identifica as juntas de acoplamento nosdados de escaneamento utilizando picos nos dados ocorrendoem intervalos de aproximadamente 3 0 pés (9,15 metros). Cadasegmento de tubulação tem aproximadamente 3 0 pés (9,15metros) de comprimento e os dados de escaneamento atingirãoo pico, ou saturarão, nos tempos no escaneamento quando umcolar, ou junta de acoplamento, estiver passando dentro dazona de medição 155.
Quando as juntas de acoplamento são identificadasdentro dos dados de escaneamento em qualquer uma das etapas630 ou 640, o processo 600 continua para a etapa 660 ondeos dados de escaneamento são escalonados ascendentemente oudescendentemente para equalizar as amplitudes deescaneamento de todas as juntas de acoplamento escaneadas.Como o scanner de tubulação 150 pode saturar e prover umamedição de pico em uma junta de acoplamento, oescalonamento dos dados para equalizar todas as regiões dejunta de acoplamento pode remover quaisquer erros dederivação introduzidos nos dados durante a operação deescaneamento.
Utilizando quer seja o processo de tubulação 400(junto cora o padrão de tubulação 300) ou o processo deequalização de junta de acoplamento 600, a presenteinvenção pode calibrar um scanner de tubulação 150. O usode tal scanner de tubulação calibrado 150 pode aumentar acorreção e consistência no escaneamento da tubulação 125através do uso de um scanner de tubulação calibrado. Acorreção e consistência podem beneficiar a técnica quandoos resultados das escaneamentos de tubo são usados paratomar importantes decisões com relação a se um segmento detubulação precisa ou não ser descartado devido a desgasteexcessivo ou na tomada de decisões com relação ao tipo equantidades de produtos químicos usados em um poço.
Claims (19)
1. Método para calibrar um scanner de tubulação,caracterizado por compreender:inserir um padrão de tubulação;escanear o padrão de tubulação para produzir umescaneamento de calibração;analisar o escaneamento de calibração;computar uma transformada baseada no escaneamentode calibração; earmazenar a transformada para aplicação aos dadosobtidos durante o escaneamento da tubulação.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado por compreender ainda girar opcionalmente etornar a realizar o escaneamento do padrão de tubulação umapluralidade de vezes; e calcular a média da pluralidade deescaneamentos de padrão de tubulação para produzir oescaneamento de calibração.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o padrão de tubulação temuma primeira zona para calibração de um sensor de vareta.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o padrão de tubulação temuma segunda zona para calibração de um sensor de picagem.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado por compreender ainda comparar o escaneamentode calibração com um escaneamento armazenado e computar atransformada com base nas diferenças entre o escaneamentode calibração e o escaneamento armazenado.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1,3 0 caracterizado por compreender ainda analisar o escaneamentode calibração e determinar uma taxa de escaneamento combase em uma altura de pico máxima e uma linha base.
7. Método para escanear tubulação, caracterizadopor compreender as etapas de:escanear um padrão de tubulação uma primeira vezcom um scanner de tubulação para produzir um primeiroescaneamento de calibração;armazenar o primeiro escaneamento de calibração;analisar o primeiro escaneamento de calibração ecomputar uma transformada com base no primeiro escaneamentode calibração;armazenar a transformada;escanear a tubulação com o scanner de tubulação;armazenar os dados de escaneamento de tubulação;aplicar a transformada aos dados de escaneamentode tubulação para produzir os dados de escaneamento detubulação transformados;armazenar os dados de escaneamento de tubulaçãotransformados; eanalisar os dados de escaneamento de tubulaçãotransformados.
8. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado por compreender adicionalmente:escanear o padrão de tubulação uma segunda vezcom um scanner de tubulação após o escaneamento datubulação estar concluído;comparar o primeiro escaneamento de padrão detubulação com o segundo escaneamento de tubulação; eopcionalmente corrigir os dados de escaneamentode tubulação para considerar as diferenças entre o primeiroe o segundo escaneamento de calibração.
9. Método, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado por compreender ainda escanear o padrão detubulação uma pluralidade de vezes durante o escaneamentoda tubulação e computar a transformada com base em todas osescaneamentos de padrão de tubulação.
10. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado por compreender ainda sinalizar os dados deescaneamento de tubulação se a diferença entre o primeiro eo segundo escaneamento padrão de tubulação indicar que oscanner de tubulação se desviou da calibração.
11. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado por compreender ainda exibir os dados deescaneamento de tubulação transformados.
12. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado por compreender ainda determinar a velocidadede escaneamento mediante comparação dos primeiros dados deescaneamento de calibração com um escaneamento decalibração armazenado.
13. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado por compreender ainda:determinar a localização dos colares natubulação;registrar a posição dos colares;correlacionar os dados de escaneamento detubulação com uma localização na tubulação.
14. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de que o escaneamento da tubulaçãoproduz um sinal analógico.
15. Método, de acordo com a reivindicação 14,caracterizado por compreender ainda converter o sinalanalógico em um sinal digital.
16. Aparelho para escanear tubulação,caracterizado por compreenderuma sonda de petróleo;um scanner de tubulação compreendendo umapluralidade de sensores, um módulo de calibração, e umdispositivo de memória;um padrão de tubulação; emeio para exibir os dados de escaneamento.
17. Aparelho, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado pelo fato de que os sensores são selecionadosa partir de um sensor de desgaste de vareta ou um sensor depicagem.
18. Aparelho, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado por compreender ainda um codificador acopladoao scanner de tubulação para determinar a velocidade,rapidez ou informação posicionai sobre a tubulação.
19. Aparelho, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado por compreender ainda meio para transmitirinformação para um local remoto.
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