BRPI0709715A2 - sistema e mÉtodo para fornecer um ambiente de base de dados virtual e para gerar informaÇço de mapa digital - Google Patents

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BRPI0709715A2
BRPI0709715A2 BRPI0709715-8A BRPI0709715A BRPI0709715A2 BR PI0709715 A2 BRPI0709715 A2 BR PI0709715A2 BR PI0709715 A BRPI0709715 A BR PI0709715A BR PI0709715 A2 BRPI0709715 A2 BR PI0709715A2
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Gil Fuchs
Ettie Ettinger
Alan Dalle Brown
Eric Christopher
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Tele Atlas North America Inc
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Abstract

SISTEMA E MÉTODO PARA FORNECER UM AMBIENTE DE BASE DE DADOS VIRTUAL E PARA GERAR INFORMAÇçO DE MAPA DIGITAL São divulgados um sistema e um método para fornecer uma base de dados de mapa virtual, aqui referida como o "Sistema de Base de Dados Virtual" (VDB). O VDB permite a integração dos dados de mapa, freqúentemente, provenientes de várias fontes, de uma maneira consistente para fornecimento a um usuário final, garantindo ainda, simultaneamente, que a entidade que pode melhor suportar uma fonte de dados em particular mantenha controle sobre os dados. De acordo com uma modalidade, o ambiente VDB habilita fornecedores de dados de terceiros a associar seus arquivos de terceiros com um mapa base ou arquivo de referência, permitindo assim a criação de relacionamentos dinâmicos entre os recursos de mapa digital e outros fornecedores de dados de terceiros. A integração pode serrealizada de uma maneira dinâmica ou em tempo real, recebendo informação atualizada das várias fontes, criando ligações e compondo mapas virtuais necessários ou sob demanda. Uma vez que a informação é ligada entre os fornecedores de mapa e os vários terceiros, toda vez que um item de informação ou uma ligação entre itens for atualizado, tanto do arquivo de referência quanto em um dos arquivos de terceiros, aquela informação atualizada pode ser propagada de volta para todos os terceiros para uso adicional em suas aplicações de software.

Description

"SISTEMA E MÉTODO PARA FORNECER UM AMBIENTE DE BASE DE DADOSVIRTUAL E PARA GERAR INFORMAÇÃO DE MAPA DIGITAL"
Aviso de direitos autorais
Uma parte da divulgação deste documento de patente contém material que é sujei-to à proteção de direitos autorais. O titular dos direitos autorais não faz objeção à reprodu-ção por fac-símile, por qualquer pessoa, do documento de patente ou da divulgação da pa-tente como elas aparecem no arquivo ou nos registros de patente do Patent and TrademarkOffice, mas, de outra forma, reserva todos os direitos autorais, sejam quais forem.
Reivindicação de prioridade
Este pedido reivindica o benefício do pedido de patente US 11/742.937, depositadoem 1° de maio de 2007, intitulado "SYSTEM AND METHOD FOR PROVIDING A VIRTUALDATABASE ENVIRONMENT AND GENERATING DIGITAL MAP INFORMATION", que rei-vindica o benefício do pedido provisório de patente US 60/797.130, depositado em 2 demaio de 2006, intitulado "SYSTEM AND METHOD FOR PROVIDING A VIRTUAL DATABA-SE ENVIRONMENT AND GENERATING DIGITAL MAP INFORMATION", e que estão aquiincorporados pela referência.
Campo técnico
A invenção diz respeito a sistemas para fornecer mapas digitais e, particularmente,a um sistema e a um método para fornecer informação de mapa digital usando uma técnicade base de dados virtual.
Antecedentes da invenção
O uso de dados geográficos ou de mapa digitais se tornou corriqueiro na sociedademoderna. Comumente referidos como "mapas eletrônicos" ou "mapas digitais", os dados demapa já estão sendo usados em uma ampla variedade de aplicações. Uma aplicação típicaé a indústria de turismo, em que mapas digitais são usados para buscar destinos de viagem,estações de férias e rotas alternativas. Freqüentemente, empresas com base na Internetque operam diretamente com o cliente (B2C) usam mapas digitais para direcionar clientes acinemas, lojas, restaurantes e outras empresas comerciais. Mapas digitais também são fre-qüentemente usados em ambientes industriais, por exemplo, para calcular rotas para moto-ristas de distribuição ou para fornecer direções para que tripulação de emergência ou médi-ca siga durante o atendimento a chamadas de emergência.
Cada vez mais fornecedores de mapa digital têm trocado de um processo de me-ramente digitalizar mapas com base em papel e, agora, são vistos mais apropriadamentecomo centralizadores e organizadores de uma variedade cada vez maior de dados, cobrindotópicos tais como endereços de rua, redes de transporte, corpos d'água, distritos políticos deparques públicos, dados de recenseamento, informação demográfica, negócios comerciais einstalações de entretenimento, com o propósito de suportar as aplicações mais recentes. Aomesmo tempo, a variedade de usuários para estes dados de mapa também se expandiupara incluir aplicações tais como auxílio na direção de carro, navegação com base em PDAe telefone celular, e serviços de informação de notícias, mídia e de páginas amarelas local-mente focalizados. Com este aumento na utilidade, ficou evidente que muitas destas aplica-ções de software precisam combinar os dados de mapa básicos com outras fontes de infor-mação relacionadas a local para fornecer um produto final mais útil.
Algumas empresas têm tentado por si mesmas tornar sua simples base de dadosde mapa mais rica em conteúdo. Entretanto, para uma empresa de mapa digital, não é efici-ente nem desejável estar no negócio de coletar e manter continuamente um universo de informações relacionadas a todo e qualquer local de interesse, incluindo os atributos paraaqueles locais. Em vez disto, de forma ideal, deve-se permitir que uma empresa de mapadigital focalize naquilo que ela faz melhor, isto é, criar mapas digitais precisos. Pela focaliza-ção neste aspecto do negócio de mapas, e integrando inteligentemente seus dados de ma-pa digital com aqueles das outras empresas, todas as partes podem aumentar o valor dosseus produtos de dados e das aplicações que os usam.
Uma abordagem típica para a integração de dados de mapa é criar "mapas sobre-postos", em que um mapa digital é usado como um mapa base e, então, informação adicio-nal da uma outra fonte (ou fontes) é sobreposta àquele mapa base para fornecer pelo me-nos uma ilusão de um mapa mais complexo. Esta é a abordagem usada em muitos sistemasde informação de mapa com base na Internet. Por exemplo, se uma empresa desejar forne-cer uma utilidade de busca de restaurante, ela pode fornecer um primeiro mapa A (que podeser um mapa típico com ruas, parques e outros tais locais ali mostrados). Então, ela podesobrepor o mapa A com um segundo mapa B que contém informação e análises de restau-rante. Em resposta a uma solicitação de usuário por um mapa de restaurante, a empresapode exibir uma parte ou todo o mapa A sobreposto com uma parte ou todo o mapa B, demaneira tal que os restaurantes casados sejam apontados com precisão como indicadoresno mapa. Este processo pode ser estendido para sobrepor muitos mapas, um por cima dooutro, para dar a impressão de uma mapa muito rico em informação. Entretanto, um proble-ma com esta técnica é que sua extrema simplicidade restringe sua utilidade. Já que o pro-cesso de sobrepor mapas fornece meramente uma ilusão visual de um único mapa integra-do, os próprios itens do mapa não estão relacionados entre os vários mapas. Como tal, omapa sobreposto é limitado a fornecer uma simples impressão visual. Ele não pode ser u-sado para exploração adicional pelo usuário, já que ele não contém a informação de relacio-namento necessária para pular de um item do mapa para o próximo. Adicionalmente, emvirtude de, em uma sobreposição, os relacionamentos entre os itens de mapa serem essen-cialmente ignorados, pode haver problemas com a precisão, isto é, recursos podem sim-plesmente não se alinhar apropriadamente na imagem final. No geral, as aplicações comer-ciais para este tipo de mapa são limitadas a fornecer as exibições de mapa que são familia-res a usuários do Yahoo, Citysearch1 Google e outro diretório e serviços de informação em linha.
Uma preocupação adicional com a integração com sucesso de informação de mapaé manter consistência entre os vários conjuntos de dados. Quando uma única aplicação u-sar informação reunida a partir de uma variedade de esforços de coleta de dados, semprehá um risco de perder consistência. Este risco está presente mesmo se os dados forem co-letados a partir de terceiros. Uma abordagem pode ser manter ou armazenar toda a infor-mação desejada em um repositório ou base de dados comum. Entretanto, à medida quequantidades crescentes de dados são adicionadas, a base de dados pode ficar bastantecomplexa e confusa, então, exigências de desempenho e de manutenção ficarão inaceitá-veis. Direitos de propriedade em relação aos dados também ficarão mais complexos em quemuitos dos terceiros podem preferir reter completos controle e propriedade sobre seus da-dos em particular, e não desejar ter seus dados usurpados em uma base de dados comum.Em muitos casos, o terceiro também é a entidade que é mais capaz de manter a precisão eatualização de seus dados em particular. Esta precisão pode ser perdida se os dados fos-sem integrados em uma base de dados monolítica que não mais recebe as freqüentes atua-lizações da fonte de dados original. Estas considerações de precisão e consistência entramcrescentemente em jogo quando o problema dos dados geoespaciais é considerado, já queabordar este problema também exige pensar sociologicamente, isto é, que os dados de qua-lidade mais alta são gerados por aqueles com um interesse estabelecido sobre eles. Porexemplo, uma rede de hotéis que está tentando atrair clientes considera extremamente im-portante fornecer direções precisas a seus clientes. De fato, seu negócio depende destafuncionalidade. Para alguns vendedores, um mapa local interativo pode ser uma das suasfontes mais importantes de propaganda. Conhecimento local também é considerado o me-lhor conhecimento quando ele vem para representar informação local, tal como informaçãoda vizinhança ou da comunidade. Em cada um destes casos, um terceiro que gera sua pró-pria fonte de dados pode ser mais bem posicionado para criar e atualizar dados localmenteorientados ou focalizados do que pode ser uma empresa de dados de mapa centralizadaque opera em uma única base de dados.
Apesar das desvantagens das bases de dados de mapa monolítico ou centralmentearmazenadas, se uma empresa fornecer ao usuário final a integração desejada da informa-ção a partir de uma variedade de fontes de dados, então, ainda deve haver alguma forma decoordenação central destes dados. A coordenação central garante que os esforços de coletade dados sejam padronizados e abrangentes. Este é um importante elemento na produçãode um produto de qualidade com aparência consistente e atraente sobre grandes áreas ge-ográficas que, então, aplicações de software podem usar. Como uma regra de manuseio,quanto mais impreciso, ou menos rígido, for um modelo ou esquema de dados em particular,então, mais fácil é para importar dados para aquele esquema. Inversamente, quanto maisrígido for o esquema, então, mais difícil é para importar dados, e mais provável que a infor-mação seja perdida durante o processo de importação. Este é o problema que ocorre quan-do força-se uma visualização mundial. Embora algumas estruturas de dados comuns sejamnecessárias para fornecer ordem, algumas vezes o mundo que o mapa representa é auto-contraditório e pode ser visto a partir de muitas perspectivas diferentes. De forma ideal. Omapa digital deve impor ordem suficiente no seu esquema para satisfazer as exigênciasfuncionais da aplicação e para gerar uma aparência esteticamente agradável. Impor um es-quema rígido além deste é prejudicial.
Um outro elemento importante da construção de mapa digital é o controle da quali-dade. Algoritmos de coleta e processamento automatizados de dados podem manipular in-formação de uma maneira rápida e logicamente consistente que é impossível para huma-nos. Entretanto, não há substituto computadorizado para a inteligência de um ser humanopara identificar e corrigir certos tipos de problemas de dados. Um operador humano tambémé mais capaz de determinar se um mapa digital é ou não uma reprodução justa do mundoque ele se propõe duplicar. Portanto, em qualquer ambiente de mapeamento com as melho-res ferramentas para visualizar estes dados, qualidade é crítica. Como exposto, um terceiropode estar em uma melhor posição para realizar estas verificações e correções de controleda qualidade necessárias.
O leitor perceberá que, se consideradas separadamente, muitas destas observa-ções sugerem considerações opostas, notavelmente, o desejo de criar um mapa digital queintegra várias fontes de dados, embora permitindo simultaneamente que diferentes entida-des retenham o controle sobre aquelas várias fontes de dados. Um projeto ideal deve equili-brar apropriadamente estas considerações. Em particular, o projeto deve permitir um dispo-sitivo de integração consistente e flexível, ainda permitindo simultaneamente o controle so-bre algumas fontes de dados para permanecer com aquelas entidades que são mais bemadequadas para garantir a qualidade e precisão dos dados. Freqüentemente, isto significaráo compartilhamento do controle para o produto de mapa geral final entre a empresa forne-cedora de mapa digital e uma ou mais empresas terceiras. Um outro ponto importante aconsiderar é que, a fim de ser usados em uma aplicação de usuário final, todos os dados deaplicação de terceiro ou de fonte externa devem se conformar ou se alinhar, por exemplo,com a rede de estradas usadas no mapa digital, devem ser acessíveis por meio de uma úni-ca e simples interface comum, e deve permitir consultar de maneiras padrões (por exemplo,por identificador, janela de coordenadas, endereço, tipo ou classificação de objeto e/ou rela-cionamento com um outro objeto). Até hoje, nenhum sistema disponível forneceu estes be-nefícios.Sumário da invenção
Da forma aqui divulgada, são descritos um sistema e um método para fornecer in-formação de mapa digital. O "Sistema de Base de Dados Virtual" (VDB) equilibra as conside-rações aparentemente opostas entre permitir a integração dos dados de mapa, freqüente-mente, provenientes de várias fontes, de uma maneira consistente para fornecer a um usuá-rio final, ainda garantindo simultaneamente que a entidade mais capaz de suportar uma fon-te de dados em particular retenha o controle sobre aqueles dados. Em particular, o VDBpermite o compartilhamento do controle e da propriedade (ou, em alguns casos, delegaçãode controle e propriedade) para cada componente que irá para o produto de mapa geral finalentre um fornecedor de mapa digital e um ou mais terceiros, ou entre diversos terceiros. Deacordo com uma modalidade, o ambiente VDB habilita terceiros fornecedores de dados aassociar facilmente ou geocodificar seus dados ou "arquivos de terceiros" sobre um "mapabase" ou "arquivo de referência" do fornecedor de mapa digital, desse modo, permitindo acriação de relacionamentos dinâmicos entre recursos de mapa digital e outros terceiros for-necedores de dados. O VDB também pode ser acessado pelos fornecedores de aplicaçãopara adquirir e recuperar dados integrados contínuos a partir de múltiplos vendedores pormeio de um único mecanismo e, então, fornecer aqueles dados a um usuário final. Da formaaqui divulgada, um arquivo de referência pode ser uma base de dados geoespacial, estrutu-ra de dados, documento ou mapa digital usados para armazenamento de dados geográfi-cos. Similarmente, o arquivo de terceiros também pode ser uma base de dados geoespacial,estrutura de dados, documento ou mapa digital usados para armazenamento de dados geo-gráficos. Em certas modalidades, a integração pode ser realizada de uma maneira dinâmicaou em tempo real, recebendo informação atualizada a partir de várias fontes, criando liga-ções, e compondo mapas virtuais necessários ou sob demanda. Um benefício adicional éque, uma vez que a informação é ligada entre os fornecedores de mapa e os vários tercei-ros, toda vez que um item de informação ou uma ligação entre itens for atualizado tanto noarquivo de referência quanto em um dos arquivos de terceiro, aquela informação atualizadapode ser propagada de volta a todos os terceiros para uso adicional em suas próprias apli-cações de software. Então, embora cada parte mantenha controle sobre seus conjuntos dedados, se elas escolherem que elas podem receber automaticamente informação atualizadaou corrigida proveniente de cada uma das outras partes, podem, então, escolher atualizarseus conjuntos de dados à medida que elas consideram adequado. Desta maneira, todos sebeneficiam da oportunidade de compartilhar automaticamente informação atualizada.
Descrição resumida dos desenhos
A figura 1 mostra uma ilustração de um ambiente de Base de Dados Virtual de a-cordo com uma modalidade da invenção.
A figura 2 mostra uma ilustração de um dispositivo de integração de múltiplas basesde dados de mapa de acordo com métodos tradicionais.
A figura 3 mostra uma ilustração de um dispositivo de integração de múltiplas basesde dados de mapa usando um sistema de Base de Dados Virtual de acordo com uma moda-lidade da invenção.
A figura 4 mostra uma ilustração de uma interação entre diferentes partes usando osistema ou ambiente de Base de Dados Virtual de acordo com uma modalidade da inven-ção.
A figura 5 mostra um fluxograma de um método para usar um sistema de Base deDados Virtual de acordo com uma modalidade da invenção, em que os identificadores de local são criados, primeiro, mediante a criação da base de dados virtual.
A figura 6 mostra um fluxograma de um método para usar um sistema de Base deDados Virtual de acordo com uma modalidade da invenção, em que identificadores de localpré-existentes são usados na criação da base de dados virtual.
A figura 7 mostra uma ilustração de uma arquitetura de sistema de Base de Dados Virtual de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 8 mostra um fluxograma que inclui etapas de um método geral de uso deuma Base de Dados Virtual de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 9 mostra uma ilustração de como dados de terceiros podem ser integradoscom conteúdo adicional na Base de Dados Virtual em graus variáveis de confiança de acor-do com modalidades da invenção.
A figura 10 mostra uma ilustração de uma Base de Dados Virtual que usa ULROsde acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 11 mostra etapas adicionais deDados Virtual de acordo com uma modalidade da
A figura 12 mostra etapas adicionais deDados Virtual de acordo com uma modalidade da
A figura 13 mostra etapas adicionais deDados Virtual de acordo com uma modalidade da
A figura 14 mostra etapas adicionais de Dados Virtual de acordo com uma modalidade da
A figura 15 mostra etapas adicionais deDados Virtual de acordo com uma modalidade da
A figura 16 mostra etapas adicionais deDados Virtual de acordo com uma modalidade da
A figura 17 mostra etapas adicionais deDados Virtual de acordo com uma modalidade da
A figura 18 mostra etapas adicionais deum método geral de uso de uma Base deinvenção.
um método geral de uso de uma Base deinvenção.
um método geral de uso de uma Base deinvenção.
um método geral de uso de uma Base deinvenção.
um método geral de uso de uma Base deinvenção.
um método geral de uso de uma Base deinvenção.
um método geral de uso de uma Base deinvenção.
um método geral de uso de uma Base deDados Virtual de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 19 mostra etapas de um método de uso de uma Base de Dados Virtualcom ULROs de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 20 mostra etapas adicionais do método de uso de uma Base de Dados Vir-tual com ULROs de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 21 mostra etapas adicionais do método de uso de uma Base de Dados Vir-tual com ULROs de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 22 mostra etapas adicionais do método de uso de uma Base de Dados Vir-tual com ULROs de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 23 mostra etapas adicionais do método de uso de uma Base de Dados Vir-tual com ULROs de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 24 mostra etapas adicionais do método de uso de uma Base de Dados Vir-tual com ULROs de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 25 mostra etapas adicionais do método de uso de uma Base de Dados Vir-tual com ULROs de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 26 mostra etapas adicionais do método de uso de uma Base de Dados Vir-tual com ULROs de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 27 mostra uma ilustração de uma aplicação de exemplo do sistema VDB.
A figura 28 mostra uma outra ilustração de uma aplicação de exemplo do sistema VDB.
Descrição detalhada
Da forma aqui divulgada, são descritos um sistema e um método para fornecer umainformação de mapa digital. O "Sistema de Base de Dados Virtual" (VDB) equilibra as consi-derações aparentemente opostas entre permitir a integração dos dados de mapa, freqüen-temente, provenientes de várias fontes, de uma maneira consistente para fornecer a umusuário final, ainda garantindo simultaneamente que a entidade mais capaz de suportar umafonte de dados em particular retenha o controle sobre aqueles dados. Em particular, o VDBpermite o compartilhamento do controle e da propriedade (ou, em alguns casos, delegaçãodo controle e da propriedade) para cada componente que irá para o produto de mapa geralfinal entre um fornecedor de mapa digital e um ou mais terceiros, ou entre diversos terceiros.
De acordo com uma modalidade, o ambiente VDB habilita fornecedores de dados de tercei-ros a facilmente associar, geocodificar, ou de outra forma localizar, seus dados ou "arquivosde terceiros" sobre um "mapa base" ou "arquivo de referência" do fornecedor de mapa digi-tal, desse modo, permitindo a criação de relacionamentos dinâmicos entre recursos de ma-pa digital e outros fornecedores de dados de terceiros. O VDB também pode ser acessadopor fornecedores de aplicação para adquirir e recuperar dados integrados contínuos prove-nientes de múltiplos vendedores por meio de um único mecanismo e, então, para forneceros dados a um usuário final. Da forma aqui divulgada, um arquivo de referência pode seruma base de dados geoespacial, estrutura de dados, documento ou mapa digital usadospara armazenamento de dados geográficos. Em certas modalidades, a integração pode serrealizada de uma maneira dinâmica ou em tempo real, recebendo informação atualizada devárias fontes, criando ligações e compondo mapas virtuais necessários ou sob demanda.
Um benefício adicional é que, já que a informação é ligada entre os fornecedores de mapa eos vários terceiros, toda vez que um item de informação ou uma ligação entre itens for atua-lizado tanto no arquivo de referência quanto nos arquivos de terceiros, a informação atuali-zada pode ser propagada de volta a todos os terceiros para uso adicional por eles em suasaplicações de software. Então, embora cada parte mantenha controle sobre seus própriosconjuntos de dados, se elas assim escolherem, elas podem receber automaticamente infor-mação atualizada ou corrigida de cada um dos outros terceiros e, então, podem escolheratualizar seus conjuntos de dados que elas consideram adequados. Desta maneira, todosse beneficiam da oportunidade de compartilhar automaticamente informação atualizada.
Dependendo da implementação, o Sistema de Base de Dados Virtual permite queinformação de mapa ou arquivos de terceiros provenientes de muitas fontes sejam inteligen-temente combinados em tempo real e, então, apresentados ao usuário em resposta a umasolicitação do usuário. Desta maneira, a informação de mapa é somente recuperada, ligadae integrada no momento da recepção e da resposta à solicitação, garantindo que a informa-ção fornecida seja tão atualizada quanto possível. Em outras implementações, o Sistema deBase de Dados Virtual permite que informação de mapa proveniente de muitas fontes sejainteligentemente combinada no momento da construção do produto, isto é, quando um pro-duto de sistema eletrônico com base em mapa em particular for construído para remessa aum cliente. O VDB garante que a informação mais recente seja integrada no produto nomomento preciso da construção. Em ainda outras implementações, o Sistema de Base deDados Virtual pode ser usado para comunicar automaticamente informação de mapa multi-fontes com outros sistemas para uso adicional por estes sistemas.
Já que a informação usada para produzir o mapa é virtualmente armazenada, istoé, ela é dinamicamente criada em resposta a uma solicitação, ele não precisa ser central-mente localizada em uma única estrutura de base de dados. Entretanto, em algumas imple-mentações, ainda pode ser desejável colocar em um cache, ou de outra forma armazenar,este mapa virtual para usos subseqüentes, particularmente, quando o sistema estiver res-pondendo a muitas solicitações subseqüentes para os mesmos dados de mapa.
Criar um mapa virtual também permite que várias partes da informação, isto é, osarquivos de terceiros, sejam originados e mantidos por diferentes entidades comerciais esejam modificados ou atualizados independentemente umas das outras. Falando pratica-mente, da perspectiva de um usuário final, o usuário observa um único mapa repleto comtodas as informações que são importantes para ele. Da perspectiva de um fornecedor dedados, o sistema habilita o compartilhamento da informação que, em outras circunstancias,é possuída e controlada por múltiplas entidades, para fornecer uma oferta de produto uni-forme.
De acordo com uma modalidade, o Sistema de Base de dados virtual é de uso par-ticular na combinação do mapa base digital que ofertado por um fornecedor de dados demapa digital (por exemplo, Tele Atlas ou uma outra empresa de mapeamento comercial, quesão genericamente referidas no contexto deste documento como "fornecedor de mapa digi-tal"), com as ofertas de um ou mais terceiros (por exemplo, empresas como Yahoo, Google,Citysearch, Expedia, Travelocity ou Zagat, que se especializam em informação relacionadaa viagens, vizinhança, local, páginas amarelas, diretório ou similares). Usando a abordagemVDB, a informação do mapa base digital ou do arquivo de referência que é fornecida pelofornecedor de mapa digital é combinada com os dados provenientes dos vários terceirostanto durante a construção de um produto em particular quanto em tempo real para criar ummapa digital virtual. Para maior precisão, fornecedores de dados de terceiros podem geoco-dificar seus arquivos de dados consistentes com o mapa base ou o arquivo de referência.Por exemplo, eles podem usar informação coincidente de latitude / longitude ou podem ma-pear endereços no arquivo de referência com um ULRC nos arquivos de terceiros, ou po-dem usar uma combinação de códigos de objeto e de local. Fornecedores de dados de ter-ceiros também podem colocar recursos espacialmente alinhados com o mapa base ou comos arquivos de referências pela codificação ou associação geográfica destes recursos comos locais geográficos no mapa base.
De acordo com algumas modalidades, o Sistema de Base de Dados Virtual tambémhabilita fornecedores de dados de terceiros a ligar seus dados a um recurso no mapa baseou no arquivo de referência por meio do uso de um identificador exclusivo. Já que a integra-ção é realizada de uma maneira dinâmica ou mediante uma solicitação para construir umaaplicação, toda vez que uma mudança em uma fonte de dados for feita (por exemplo, quan-do uma mudança for feita em uma análise de restaurante em uma base de dados do Zagat),a informação pode ser dinamicamente embutida no mapa virtual no momento que o usuáriofizer a solicitação.
De acordo com algumas modalidades, a ligação entre o arquivo de referência e vá-rias fontes de dados de terceiros pode ser fornecida por objetos de Iocalizador universal derecursos (ULROs). Da forma descrita com detalhes adicionais a seguir, um ULRO compre-ende um código de identificação permanente projetado para identificar um local selecionado.Por sua vez, um local pode ser associado com um ou mais itens geográficos. ULROs podemser empregados para estabelecer ligações ou conexões atravessáveis entre o mapa basedigital ou arquivo de referência e os arquivos de dados de terceiros. Neste contexto, o arqui-vo de referência é um arquivo geoespacial usado para armazenamento permanente de da-dos geográficos do proprietário de um arquivo. O arquivo de terceiros é um arquivo geoes-pacial usado para armazenamento permanente de dados geográficos de terceiros. Informa-ção adicional sobre o uso de ULROs é fornecida no pedido de patente copendente US "AMETHOD AND SYSTEM FOR CREATING UNIVERSAL LOCATION REFERENCING OB-JECTS", Inventor: Gil Fuchs; pedido 11/271.436, depositado em 10 de novembro de 2005,aqui incorporado pela referência. Naquelas modalidades que usam ULROs ou objetos uni-versais similares, os ULROs podem ser considerados um exemplo de uma tecnologia quefornece a ligação entre o arquivo de referência de um fornecedor de mapa e os vários arqui-vos de terceiros. Então, o VDB pode ser considerado uma tecnologia que utiliza tal ligaçãona geração de mapas virtuais.
Os objetivos dão Sistema de Base de Dados Virtual inclui melhorar pelo menos trêsaspectos das capácidades de tratamento de dados em relação aos fornecedores de dadosde mapa de terceiros: integração dinâmica, em que um fornecedor de dados de mapa digitale seus parceiros terceiros podem compartilhar dados ainda retendo controle sobre seus da-dos para que eles possam continuar a atualizar suas bases de dados individuais de acordocom seus próprios ciclos de vida de produto; maior qualidade do mapa, pela delegação decontrole àqueles mais bem adequados a detectar discrepâncias de dados e garantindo umaligação próxima entre os dados principais do mapa digital e os dados de terceiros durante oprocesso de integração; e facilidade de compartilhamento, habilitando uma estrutura comumque une dados de múltiplas fontes de uma maneira consistente.
Um benefício adicional desta abordagem é que os fornecedores de dados de tercei-ros não precisam codificar sua informação usando as precisas coordenadas de latitude e delongitude usadas no mapa base. Em vez disto, eles podem se beneficiar e fornecer informa-ção a outros terceiros. Por exemplo, um terceiro pode fornecer informação sobre recursosde mapa, tais como restaurantes ou estacionamentos no mapa. Um outro terceiro pode for-necer informação sobre atributos para aqueles recursos de mapa, tais como as horas deabertura dos restaurantes em particular. Um outro terceiro pode fornecer ligações que rela-cionam um restaurante em particular com estacionamentos mais próximos daquele restau-rante. Toda a informação correspondente pode ser ligada no mapa virtual final para apre-sentar um mapa da perspectiva dos terceiros, em vez daquele do fornecedor de mapa digi-tal. Além do mais, durante a criação da base de dados virtual, recursos e sombras de recur-sos que ainda não estão no mapa base podem ser soltos sobre o mapa usando uma varie-dade de ligações a inúmeros terceiros.
Estes e outros benefícios ficarão evidentes a partir da descrição aqui incluída.
Glossário de termos
A seguinte seção define alguns dos termos usados no contexto deste documento:Fornecedor de Mapa Digital - Um fornecedor de mapa digital é uma entidade ouempresa comercial, governamental ou de outro tipo que desenvolve, mantém e fornece umarquivo de referência ou mapa base digital, ou fornece os dados que compreendem um ar-quivo de referência ou mapa base digital. Fornecedores de mapa digital também podem agircomo fornecedores de arquivo de terceiros em certos casos. Exemplos de fornecedores co-merciais de mapa digital incluem Tele Atlas e outras empresas de mapeamento.
Terceiros - Terceiros, fornecedor de dados de terceiros ou fonte de dados de ter-ceiros é uma entidade comercial, governamental, fornecedor de conteúdo ou outro tipo deentidade, usualmente separada do fornecedor de mapa digital, que fornece dados ou conte-údo de terceiros para uso com o arquivo de referência ou com o mapa base digital. Se umterceiro participar de uma operação de fornecimento de dados em conjunto com o fornece-dor de mapa digital, então, ambos podem ser considerados parceiros terceiros.
Arquivo de Referência - Um arquivo de referência é uma base de dados geoespa-cial, estrutura de dados, documento ou mapa digital usados para armazenamento perma-nente de dados geográficos do proprietário do documento. Tipicamente, um arquivo de refe-rência pode ser transformado em outros formatos que podem ser mais apropriados paracertas aplicações. Não pretende-se que o termo "permanente", da forma aqui usada, impli-que estático, já que, certamente, os dados podem ser atualizados, mas, em vez disto, o ter-mo indica que os dados em um arquivo de referência estão em um armazenamento mais"permanente" do que os dados que são dinamicamente criados em um mapa virtual em res-posta a uma solicitação. De acordo com uma modalidade, há somente uma base de dadosde arquivo de referência. Então, cada outra fonte de dados ou base de dados geográfica éconsiderada arquivos de terceiros. Entretanto, estes são rótulos descritivos mais do quequalquer outra coisa, já que em outras modalidades qualquer um dos arquivos de dados oufontes de dados pode agir como o arquivo de referência, tratando os outros arquivos de da-dos como arquivos de terceiros. Da forma aqui usada, algumas vezes, um arquivo de refe-rência pode ser referido como um "mapa base digital" para ilustrar que, tipicamente, ele éfornecido e comercializado pelo fornecedor de mapa digital como um mapa digital.
Arquivo de Terceiros - Um arquivo de terceiros também é uma base de dados geo-gráfica, estrutura de dados, documento ou mapa digital usados para armazenamento per-manente de dados geográficos do proprietário do documento, a diferença sendo que os da-dos em um arquivo de terceiros está sendo fornecido por um terceiro para uso com o arqui-vo de referência. Como exposto, pretende-se que estes títulos sejam rótulos descritivosmais do que qualquer outra coisa, já que em outras modalidades qualquer um dos arquivosde dados ou fontes de dados pode agir como um arquivo de terceiros, tratando o outro ar-quivo de dados como o arquivo de referência.
Base de Dados Virtual / Sistema de Base de Dados Virtual - A base de dados virtu-al é um dispositivo para tratar dados distribuídos sobre múltiplas bases de dados como seeles pertencessem a uma única base de dados. Então, o sistema que fornece uma base dedados virtual é apropriadamente referido como um sistema de base de dados virtual (VDB).Os termos "base de dados virtual" e "sistema de base de dados virtual" são um tanto quanto análogos em que cada um deles diz respeito a um sistema, dispositivo ou técnica para criarbases de dados virtuais ou mapas virtuais, nos quais objetos e recursos tanto em um arqui-vo de referência quanto em um ou mais arquivos de terceiros são ligados para formar umabase de dados virtual. Naquelas modalidades que utilizam ULROs ou objetos universaissimilares, os ULROs podem ser considerados um exemplo de uma tecnologia que fornece a ligação entre o arquivo de referência de um fornecedor de mapa e os vários arquivos deterceiros. Então, o VDB pode ser considerado uma tecnologia que utiliza tal ligação na gera-ção de mapas virtuais.
Mapa Virtual - Um mapa virtual é uma base de dados intermediária ou, em algunscasos, a saída de um VDB e, conceitualmente, é o mesmo que a base de dados virtual su- pradescrita, isto é, um dispositivo para tratar dados distribuídos sobre múltiplas fontes demapa como se eles pertencessem a um único mapa. O termo "mapa virtual" tem mais cono-tação com o mundo real do que o termo "base de dados virtual" e, essencialmente, é ummapa digital complexo. Além do mais, já que o mapa virtual é criado dinamicamente, emtempo de execução, a partir de inúmeras outras fontes de outra forma separadas, ele é maisflexível, fácil de atualizar e, assim, mais útil do que um medo compêndio de dados de mapa.
Base de Dados de Integração - De acordo com algumas modalidades, a base dedados de integração, também aqui referida como uma base de dados de referência cruzada(XREF), é uma base de dados ou estrutura de dados que integra o arquivo de referênciacom os arquivos de terceiros ou com os dados de terceiros que pertencem a um ou maisterceiros. Em algumas modalidades, a base de dados de integração é uma estrutura de ba-se de dados real armazenada em uma mídia física. Em outras modalidades, a base de da-dos de integração é uma estrutura de dados dinamicamente criada que liga o arquivo dereferência e os arquivos de terceiros.
Base de Dados de Aplicação - De acordo com algumas modalidades, a base de dados de aplicação é um veículo de distribuição dos dados de mapa virtual provenientes dasvárias partes ao usuário final. Dependendo da implementação em particular, a base de da-dos de aplicação pode tomar uma variedade de diferentes formas, incluindo um formato tra-dicional de base de dados, uma página da Internet ou algum outro dispositivo de apresenta-ção de dados.
ULRO - Naquelas modalidades que utilizam um objeto de registro de localizaçãouniversal (ULRO), o ULRO compreende um código de identificação permanente e informa-ção suficiente designada para identificar exclusivamente um local em particular em um ar-quivo de referência ou arquivo de terceiros. Por sua vez, um local pode ser associado comum ou mais itens geográficos. ULROs podem ser empregados para estabelecer ligaçõesatravessáveis entre o arquivo de referência e os arquivos de terceiros para uma ampla faixade formatos de base de dados. Os ULROs podem ser similarmente empregados para esta-belecer ligações atravessáveis entre dois ou mais arquivos de terceiros. Em algumas moda-lidades, o ULRO pode dizer respeito ao local tanto de um único recurso do mapa, de umsegundo de um recurso em linha do mapa, quanto de uma coleção de recursos de maparelacionados. Em algumas modalidades, o ULRO pode codificar informação de local sobreos objetos aos quais ele está relacionado, ou ele pode ser simplesmente um número atribuí-do. Um mapa pode incluir uma pluralidade de recursos que, cada qual, compartilha o mes-mo local e o mesmo ULRO. Uma vez que o ULRO é retirado, ele não pode ser reusado. Na-quelas modalidades que usam ULROs ou objetos universais similares, os ULROs podem serconsiderados um exemplo de uma tecnologia que fornece a ligação entre o arquivo de refe-rência de um fornecedor de mapa e os vários arquivos de terceiros. Então, o VDB pode serconsiderado uma tecnologia que utiliza tal ligação na geração de mapas virtuais. Informaçãoadicional sobre o uso dos ULROs é fornecida no pedido de patente copendente US "A ME-THOD AND SYSTEM FOR CREATING UNIVERSAL LOCATION REFERENCING OBJECTS"; inventor: Gil Fuchs, pedido 11/271.436, depositado em 10 de novembro de 2005,aqui incorporado pela referência.
Mapa - Da forma aqui usada, o tempo "mapa" é um temo genérico que é usado pa-ra dizer respeito a uma base de dados geoespacial, mapa digital, ou o mapa digital ali contido.
Objeto de Mapa - Um objeto de mapa é um item de mapa ou, mais apropriadamen-te, um objeto de dados instanciado em uma base de dados geoespacial ou mapa.
Recurso / Recurso Geográfico - Um recurso geográfico, também aqui referido sim-plesmente como um "recurso", é uma representação de mapa idealizada de um objeto realdo mundo real, que é usado para aquela representação de mapa. Recursos podem ter umadimensão e, mais freqüentemente, mas nem sempre, ter representações geométricas. Re-cursos podem não ser realmente visíveis no mundo real, tais como fronteiras ou interseções,ainda apesar disto, eles ainda podem ser representados em um modelo de mapa. Recursospodem ter um tipo e uma classe que, juntos, permitem que o sistema faça a distinção entreum recurso e outro, ao mesmo tempo em que também preserva similaridades entre recursosque são semelhantes.
Dimensão do Recurso - Recursos são freqüentemente representados no modelode mapa de uma maneira mais simples do que em sua completa complexidade do "mundoreal". Freqüentemente, a complexidade do mundo real é mais de uma distração do que deum bem para um modelo, que está somente tentando capturar aspectos um pouco salientesdo mundo real a fim de realizar alguma função em particular. Assim, a dimensão de um re-curso não reflete a verdade do mundo real, mas, em vez disto, o que a representação rende-rizou. De acordo com uma modalidade, as cinco dimensões em que o recurso é divididoincluem: recursos em ponto, recursos em linha, recursos em área, recursos em volume erecursos complexos. Recursos do mundo real que são representados como pontos são co-nhecidos como recursos em ponto. Por exemplo, um restaurante (mesmo embora ela seja,no mundo real, um objeto volumoso com forma complexa), quando representado no modelode mapa, é convenientemente representado como um recurso em ponto. Por exemplo, tam-bém o é, uma junção onde dois ou mais elementos de estrada se cruzam. Recursos em li-nha são representados como segmentos lineares ou curvos simples (e, como tal, têm umaextensão que corre entre recursos em ponto ou pontos de forma intermediária). Estradas,fronteiras, linhas férreas e rios são alguns exemplos de recursos em linha. Mesmo embora,no mundo real, estes objetos não sejam finos como borda de navalha, no modelo de mapaeles são representados como linhas centrais idealizadas ignorando sua real largura. Lagos,parques e áreas administrativas são exemplos de recursos em área. Recursos em volume,tais como edifícios (ausentes da maior parte dos modelos de mapa) são representados co-mo uma construção de recursos em área conectados de uma maneira que se parece com omundo real, embora, freqüentemente, com muito menos detalhes. Por último, recursos com-plexos são recursos que não são "atomicamente" definidos.
Tipo de Recurso e Classe de Recurso - Tipos e classes de recursos são subcate-gorias de recursos que habilitam diferentes recursos a ser distinguidos. Estradas, rios, linhasférreas, cidades, municípios, picos de montanha, pontos de ônibus, interseções, pontes,restaurantes, hotéis e áreas de descanso são apenas poucos exemplos de tipos de recur-sos. Na maior parte dos modelos de mapa comerciais, pode haver milhares de diferentestipos de recursos. Por exemplo, o formato de mapa ISO-GDF (Arquivo de Dados Geográfi-cos) é um formato padrão que, entre outras coisas, tenta listar um corpo de tipos de recursobem conhecidos. Detalhes completos do formato GDF são descritos na especificação ISO"ISO 14825: Intelligent Transport Systems - Geographic Data Files (GDF) Overall Data Spe-cification", aqui incorporada pela referência. Em um tipo em particular de um recurso tam-bém pode haver uma variação. Por exemplo, há diferentes classes de estradas no mundo:rodovias, estradas principais, estradas secundárias, estradas rurais, estradas residenciais,estradas alimentadoras, estradas de terra e trilhas. Embora todas estas sejam do tipo derecurso "estrada", elas diferem em suas várias classificações - portanto, uma classe de re-curso é subordinada ao tipo de recurso.
Geometria do Recurso - No modelo de mapa do computador, freqüentemente, re-cursos têm uma representação geométrica da forma do recurso. Por exemplo, recursos emponto são representados por um único nó. Freqüentemente, recursos em linha são repre-sentados por segmentos lineares - bordas - que podem correr através de uma seqüênciade pontos com forma. Recursos em área podem ser representados por uma coleção de fa-ces, cada qual consistindo de bordas que delineiam seus contornos. Recursos em área po-dem ser desconectados, ou podem mesmo ter furos. Recursos em volume podem ser repre-sentados pela geometria do volume, que pode conter cavidades.
Topologia - Uma topologia é um conjunto de propriedades matemáticas que é usa-do como um dispositivo para capturar os relacionamentos de conectividade entre os recur-sos, que permanecem verdadeiros mesmo quando a geometria (forma) do recurso puderpassar por alguma mudança. Geometrias de alguma dimensão são delimitadas pelas geo-metrias de dimensões inferiores. Por exemplo, volumes são delimitados por ares, áreas sãodelimitadas por segmentos lineares, geometrias lineares são delimitadas por pontos. Inver-samente, pontos são co-delimitados pelas geometrias lineares, contornos lineares são co-delimitados por áreas, e áreas são co-delimitadas por volumes. A topologia pode ser umaspecto dos próprios recursos, ou a geometria que captura sua forma.
Recurso Simples - Recursos em ponto, recursos em linha, recursos em área e re-cursos em volume são referidos como recursos simples, já que eles são diretamente mode-lados pela atribuição de formas geométricas a eles.
Recurso Complexo - Ao contrário dos recursos simples, recursos complexos po-dem ser indiretamente definidos por outros recursos (tanto simples quanto complexos) oupela renderização geométrica direta. Por exemplo, o estado da Califórnia pode ser represen-tado não correndo seu contorno com pontos em forma (o que o tornaria um simples recursoem área), mas, em vez disto, como a soma dos seus municípios (que podem ser recursossimples ou complexos). O estado da Califórnia, renderizado como um recurso complexo, éum único recurso, que é definido de uma maneira complexa pela referência a outros recur-sos. Estradas que consistem de dois elementos de estrada - um em cada direção de tráfego- são um outro exemplo comum de um recurso complexo. Quando duas estradas comple-xas se encontram, um recurso complexo é declarado, a saber, a interseção complexa. Fre-qüentemente, uma interseção pode ser concebida como quatro junções, onde os elementosde estrada simples se cruzam.
Pluralidade de Recursos - Tanto os recursos simples quanto os recursos complexossupradescritos são exemplos de recursos simples. Entretanto, algumas vezes é útil pensarsobre diversos recursos de uma só vez, portanto, criando uma pluralidade de recursos. Porexemplo, a coleção de todos os restaurantes em São Francisco ou de todos os municípiosda Califórnia serve como exemplo de uma pluralidade de recursos. Note que a pluralidadede recursos (por exemplo, todos os municípios da Califórnia) é um conceito diferente dosimples recurso complexo do estado da Califórnia (embora, neste exemplo, eles tenham amesma área geométrica).Subconjunto de Recurso - Algumas vezes, é conveniente identificar uma parcela,subconjunto, ou uma parte de um único recurso. Às vezes, tais partes podem ser recursospor si mesmos, mas, outras vezes, tais partes são meros fragmentos que, por si mesmos,não serão recursos reais. Exemplos de um subconjunto de um recurso incluem um únicomunicípio do recurso do estado da Califórnia, um segmento de elemento de estrada quetranspõe somente uma fração de um bloco entre duas interseções, ou os pisos 4 até 17 deum edifício de 30 andares.
Atributo - Recursos, pluralidade de recursos e subconjuntos de recursos podem teratributos. Atributos são fornecidos em grandes catálogos, e pode haver milhares de diferen-tes atributos que se aplicam a recursos em um modelo de mapa de computador comercialdo mundo real. O tipo de atributo é o que captura os diferentes atributos do catálogo. Limitede velocidade, comprimento, direção do fluxo de tráfego e horários de abertura de restau-rante são apenas uns poucos exemplos de tais atributos.
Relacionamento - Relacionamentos compreendem dois ou mais recursos "que par-ticipam" de alguma conexão significativa entre eles. Por exemplo, um elemento de estradapode se dividir em diversos elementos de estrada em alguma junção e, portanto, todos a-queles recursos estão em um relacionamento de "bifurcação" entre si (cada recurso desem-penhando um diferente papel). Relacionamentos também são fornecidos em grandes catá-logos e, como com os atributos, centenas de tais relacionamentos são possíveis em mode-los comerciais reais de mapa digital. Nem todos os relacionamentos são geométricos, já quemuitos são desenvolvidos pela modelagem de atividades do mundo real. Por exemplo, orestaurante que valida estacionamento para um estacionamento em particular representaum tipo de relacionamento de negócios entre dois recursos.
Item Geográfico - Com o propósito desta descrição, o termo "item geográfico" não éum termo do padrão ISO. Um item geográfico é aqui definido tanto como um recurso, umapluralidade de recursos, um subconjunto de recursos quanto um atributo.
Local - O local é definido como onde um recurso está no mundo real, o que é umconceito distinto do próprio recurso. Por exemplo, embora um recurso possa ser em um res-taurante em particular, seu local pode ser especificado como algum par de coordenada lati-tude, longitude (lat/long) ou coordenadas de algum sistema de referência geodético similar,ou como um endereço legível por humano (por exemplo, "322 Battery Street em São Fran-cisco"). Locais não devem ser confundidos com recursos ou com outros itens geográficosassociados com os locais.
Hierarquia de Recursos - Freqüentemente, recursos formam uma hierarquia deconstrução. Por exemplo, um município pode ser composto ou constituído por estados ouprovíncias, enquanto que estados podem ser compostos por municípios, etc. De uma manei-ra similar, rodovias são constituídas por muitos elementos de estrada em blocos. As estra-das e parques e edifícios da área complexa que compreende a "área do campus da Univer-sidade de Stanford" são partes de um recurso maior. A hierarquia dos recursos é um casoespecial de um relacionamento entre recursos, e ela pode ser explicitamente capturada erepresentada, ou não.
Ponto de Interesse - Um ponto de interesse (POI) é um tipo especial de recurso emponto. Em particular, os POIs são um tipo de recurso que podem compreender outros tiposmais específicos, tais como um restaurante, hotel ou museu.
Ligação de relacionamento - De acordo com algumas modalidades, uma ligação derelacionamento é uma entrada em uma tabela que define um relacionamento entre objetosde dados. Em modalidades que utilizam um ULRO, uma ligação de relacionamento podedizer respeito tanto a dois ULROS quanto a um ULRO e dados de terceiro que carecem deum ULRO (por exemplo, um nome de arquivo ou um URL). Nem toda modalidade usa liga-ções de relacionamento.
Marcador - De acordo com algumas modalidades, marcadores (ou "marcadores delocal") podem ser usados para associar recursos de mapa individuais, um segmento de umrecurso de mapa em linha ou uma coleção de recursos de mapa relacionados. Estes recur-sos podem ser localizados tanto uma base de dados mantida pelo fornecedor de dados demapa digital quanto por um vendedor terceiro, entretanto, o fornecedor de mapa digital man-terá os marcadores. Em algumas modalidades, a informação de relacionamento não é ar-mazenada no ULRO e, nestes casos, um marcador é apropriado. Entretanto, na maior partedos casos, um marcador não é necessário ou desejável. Nem todas as modalidades usammarcadores.
Marcador de Obieto - Marcadores de objeto são um tipo em particular de marcadore, como exposto, podem ser usados em certas modalidades como um recurso opcional. Deacordo com algumas modalidades, um marcador de objeto é uma referência que associa ummarcador de local com um objeto de dados. Os objetos de dados podem ser localizadostanto em um arquivo de referência quanto em uma base de dados mantida pelo fornecedorde dados de mapa digital, ou eles podem ficar localizados em um arquivo de terceiros man-tido por um terceiro. Nem todas as modalidades usam marcadores de objeto.
Marcador de Relação - Marcadores de relação são um tipo em particular de mar-cador e, como exposto, podem ser usados em certas modalidades como um recurso opcio-nal. Um marcador de relação (ou "marcador de relacionamento") é um relacionamento entreobjetos de dados. Nem todas as modalidades usam marcadores de relação.
Registro de Metadados - De acordo com algumas modalidades, um registro de me-tadados pode ser usado. Naquelas modalidades que utilizam um ULRO, o registro de meta-dados é um registro que identifica fornecedores de dados de terceiros, seus conteúdos dedados, áreas de cobertura ou avaliação de qualidade, e uma faixa aplicável de ULROs atri-buídos a eles. Nem todas as modalidades usam registros de metadados.
Ambiente de base de dados virtual
Descrita no geral, uma modalidade da presente invenção fornece um sistema ouambiente de base de dados virtual. O ambiente de base de dados virtual permite que infor-mação espacial seja "unida" em tempo real. Este processo é similar àquele usado em umambiente de base de dados tradicional, em que um conjunto de tabelas de base de dados éunido para responder coletivamente a uma solicitação de um usuário que, em outras cir-cunstâncias, abarcariam muitas tabelas. O processo difere substancialmente do tipo de so-breposição tradicional de combinação de mapa descrito anteriormente na seção de Antece-dentes da Invenção. Enquanto que um mapa sobreposto carece de alguma informação derelacionamento, o ambiente de base de dados virtual fornece um dispositivo para ligar cadaitem no mapa combinado ou unido, incluindo os pontos, locais, áreas, edifícios ou proprie-dades comerciais, juntamente com todas as outras informações que podem estar associa-das com aqueles itens. Para o usuário final, a base de dados virtual ou mapa virtual resul-tante pode ter a aparência visual do mapa sobreposto tradicional. Entretanto, diferente deum mapa sobreposto, durante o uso da abordagem da base de dados virtual, o usuário podeclicar em um item de mapa para alcançar qualquer um outro item de mapa ligado. De fato,toda a informação relacionada a um item de mapa fica disponível por meio do mecanismode ligação. Um benefício adicional sobre a tecnologia de sobreposição tradicional é que,embora um mapa sobreposto seja inteiramente baseado em informação geográfica, o quepode ser impreciso, a abordagem de base de dados virtual não é assim restrita.
Uma vez que, em um sistema de base de dados virtual, alguma informação podeter sido recuperada de um arquivo de referência, enquanto outra informação pode ter sidorecuperada de um arquivo de terceiros, a técnica permite a ligação entre dados que sãopossuídos, controlados e mantidos por diferentes entidades comerciais. Um exemplo do tipode mecanismo de ligação que pode ser usado no ambiente de base de dados virtual é des-crito no pedido de patente copendente US "SYSTEM AND METHOD FOR ASSOCIATINGTEXT AND GRAPHICAL VIEWS OF MAP INFORMATION", inventor: Gil Fuchs; pedido nú-mero 10/209.750, depositado em 31 de julho de 2002 e aqui incorporado pela referência. Daforma descrita neste pedido de patente, itens de mapa são ligados por relacionamentos se-mânticos, permitindo que um atributo de um item de mapa seja ligado a um atributo de umoutro item de mapa. Entretanto, a ligação naquele exemplo foi, principalmente, entre itensde mapa em um único mapa. Um exemplo do tipo de mecanismo de ligação que pode serusado no ambiente de base de dados virtual e entre múltiplos mapas ou múltiplas fontes dedados é descrito no pedido de patente copendente US "A METHOD AND SYSTEM FORCREATING UNIVERSAL LOCATION REFERENCING OBJECTS", inventor: Gil Fuchs; pedi-do 11/271.436, depositado em 10 de novembro de 2005 e aqui incorporado pela referência .A utilidade da base de dados virtual pode ser considerada no exemplo da aplicaçãode restaurante supradescrito. Se uma empresa desejar fornecer uma utilidade de busca derestaurante em linha, então, usando a abordagem de base de dados virtual, ela pode forne-cer uma ligação a uma primeira fonte de dados de um primeiro mapa A, que pode ser ummapa geográfico típico com ruas, parques ou outros tais locais ali mostrados. Ela tambémpode fornecer uma ligação a uma segunda fonte de dados ou a um segundo mapa B quecontém informação, análises e congêneres do restaurante. Em resposta a uma solicitaçãode usuário pelo mapa do restaurante, em vez de simplesmente sobrepor os mapas, a em-presa pode recuperar e exibir o mapa A ligado com os dados do mapa B, de maneira tal queos restaurantes sejam, como antes, apontados com precisão como indicadores no mapa.
Entretanto, usando a base de dados virtual, qualquer elemento de informação associadocom aquele restaurante fornecido pelo mapa B é completamente ligado aos elementos domapa A. Assim, a base de dados virtual é uma ligação virtual dos diferentes conjuntos dedados de mapa para criar, pelo menos para o período de tempo temporário de responder auma solicitação de usuário, uma estrutura de mapa complexa na qual todos os itens de ma-pa são ligados. Similar ao processo de sobreposição de mapa, o processo da base de da-dos virtual pode apresentar a informação de muitos mapas umas com as outras para dar aousuário final a impressão de um mapa rico em informação. Entretanto, a sobreposição demapa é meramente uma ilusão. Diferente do processo de sobreposição de mapa, usando aabordagem de base de dados virtual, cada conjunto subseqüente de dados que é ligadotambém é ligado por seus itens de mapa aos outros itens de mapa na coleção. Além domais, uma vez que um conjunto de dados, por exemplo, o mapa A, pode ser recebido emtempo real de uma entidade, dito o fornecedor de mapa digital, enquanto que um outro con-junto de dados, por exemplo, o mapa B, pode ser recebido em tempo real de uma entidadediferente, dito um terceiro, a base de dados virtual permite que a responsabilidade e o con-trole de cada fonte de dados permaneça com o proprietário dos dados em particular.
A figura 1 ilustra um ambiente de base de dados virtual de acordo com uma modali-dade da invenção. Da forma mostrada na figura 1, o ambiente de base de dados virtual 2inclui uma base de dados virtual 3, arquivo de referência 4 e um ou mais arquivos de tercei-ros 6. Como exposto, o arquivo de referência é fornecido por um fornecedor de mapa digital8, uma entidade ou empresa comercial, governamental ou de outro tipo, que desenvolve,mantém e fornece um arquivo de referência ou um mapa base digital. O arquivo de terceirosé fornecido por uma empresa comercial ou outra entidade terceira 12 que, usualmente, éseparada do fornecedor de mapa digital, e que retém o controle sobre os dados em particu-lar no seu arquivo. O arquivo de referência e os arquivos de terceiros podem ser bases dedados geoespaciais, estruturas de dados, documentos ou mapas digitais. Entretanto, o ex-posto são rótulos descritivos mais do que qualquer outra coisa, já que, em outras modalida-des, qualquer um dos arquivos de dados ou fontes de dados pode agir como o arquivo dereferência, tratando os outros arquivos de dados como arquivos de terceiros. A base de da-dos virtual é um dispositivo para tratar dados distribuídos nos arquivos de referência e nosarquivos de terceiros, como se aqueles conjuntos de dados pertencessem a uma única basede dados. Então, qualquer sistema que fornece uma base de dados virtual desta maneirapode ser apropriadamente referido como um sistema de base de dados virtual.
Naquelas modalidades que usam ULROs ou objetos universais similares, os UL-ROs podem ser considerados um exemplo de uma tecnologia que fornece a ligação entre oarquivo de referência de um fornecedor de mapa e os vários arquivos de terceiros. Então, oVDB pode ser considerado uma tecnologia que utiliza tal ligação na geração de mapas vir-tuais. De acordo com uma modalidade, o arquivo de referência inclui uma base de dados deinformação geoespacial ou de mapa, incluindo, para cada item na base de dados, algumainformação de identificação. Esta informação de identificação pode ser o nome, a latitude ea longitude do item. Naquelas modalidades que usam ULROs ou objetos universais simila-res, os ULROs podem incluir informação de identificação para o item pela especificação doULRC do item.
De acordo com uma modalidade cada arquivo de referência também inclui uma ba-se de dados de informação geoespacial ou de mapa, incluindo, para cada item, alguma in-formação de identificação. Similarmente, esta informação de identificação pode ser o nome,a latitude e a longitude do ULRO. A base de dados virtual é criada em resposta a uma solici-tação de usuário 15 ou, se estiver construindo uma aplicação, então, em resposta a umasolicitação para construir a aplicação. A resposta à solicitação de usuário pode ser um mapareal exibível, alguma informação relacionada a mapa, um pacote da Internet (tal como umamensagem XML), uma chamada de função API, ou uma outra forma de resposta 18.
De acordo com uma modalidade, durante a criação da base de dados virtual, obje-tos "fantasmas" ou sombras podem ser criados na memória correspondente aos itens noarquivo de referência. Então, estes objetos são ligados, se necessário, aos itens correspon-dentes no arquivo de referência, para que eles possam ser preenchidos com dados de ter-ceiros antes de responder à solicitação. A informação usada para recuperar informação devários arquivos para cada objeto na memória é o nome comum, longitude, latitude, ULRO,ou outra informação para aquele item. Nem todas as modalidades usam objetos fantasmas.
Uma vez que a base de dados virtual ou o mapa virtual é criado em resposta a umasolicitação de um usuário, de acordo com uma modalidade, pode-se permitir que a vida útilda base de dados virtual persista pela vida útil daquela sessão do usuário. Então, depoisque a sessão terminar, a base de dados virtual pode ser apagada. Uma solicitação subse-qüente fará com que o sistema crie uma nova cópia da base de dados virtual. Entretanto,em algumas implementações, ainda pode ser desejável colocar o mapa virtual em um ca-che, ou de outra forma armazená-la por um longo período de tempo, particularmente, quan-do o mapa virtual for usado para responder a muitas solicitações subseqüentes para osmesmos dados de mapa.
Se o fornecedor de mapa digital e o terceiro compartilharem um formato de arquivocomum, então integrar os dois conjuntos de dados é, essencialmente, uma tarefa um a um.Entretanto, já que um objetivo da presente invenção é permitir a separação do controle so-bre os vários conjuntos de dados, é mais provável que o fornecedor de mapa digital e o ter-ceiro não compartilhem um formato de arquivo comum. A fim de acessar informação em umarquivo de terceiro, o fornecedor terceiro deve fornecer uma interface que permite recupera-ção e ligação comuns de dados. Alternativamente, o fornecedor de mapa digital pode forne-cer uma interface para o terceiro usar.
Naquelas modalidades que usam ULROs ou objetos universais similares, se o sistema receber dados de terceiros que não têm um ULRO existente, ele pode atribuir um novoULRO ao item.
A figura 2 e a figura 3 ilustram os benefícios do sistema de base de dados virtualem relação a soluções tradicionais de integração de mapa de terceiros, a partir da perspec-tiva do usuário final. Da forma mostrada na figura 2, durante o uso de uma solução tradicio-nal de integração, o usuário 20 deve fazer múltiplas solicitações / respostas 30 a cada umda pluralidade de fornecedores de mapa digital 22, e aos fornecedores de dados de tercei-ros 24, 25, 28. Da forma aqui referida, um "usuário" pode ser uma pessoa real, ou pode serum programa de software, sistema de computador ou outro solicitador da informação combase em mapa. Em alguns casos, processos ou camadas automatizados podem empacotaras múltiplas solicitações e respostas (usando um processo de sobreposição) para que elasapareçam para o usuário final como um único conjunto de dados. Entretanto, os dados ain-da são recebidos independentemente dos fornecedores de dados de terceiros, o que levaaos problemas de reconciliar e integrar completamente os dados, como exposto. Da formamostrada na figura 3, quando um ambiente de base de dados virtual for usado, o usuário 40somente precisa fazer uma única solicitação 50 e receber uma única resposta 54. O ambien-te de base de dados virtual cuida da integração dos dados de cada um da pluralidade defornecedores de mapa digital 42 e de fornecedores de dados de terceiros 44, 46, 48 em umabase de dados virtual 3. De acordo com uma modalidade, dados do arquivo de referência 4do fornecedor de mapa digital são ligados 52 em tempo real com dados do arquivo de tercei-ros 56, 58, 60, provenientes dos fornecedores de dados de terceiros, para preencher a basede dados virtual e para responder dinamicamente à solicitação do usuário.
Um ponto a se notar é que, enquanto que a figura 3 ilustra um processo em queuma solicitação de usuário é recebida e, então, as ligações apropriadas às fontes terceirassão invocadas e o conjunto resultante de informação é usado para criar a base de dadosvirtual, ficará evidente que em outras modalidades a integração dos dados pode ser realiza-da de uma maneira diferente. Por exemplo, de acordo com algumas modalidades, no mo-mento da recepção de uma primeira consulta de usuário, um conjunto preliminar de ligaçõespode ser criado em um conjunto inicial de dados de terceiros. Se o usuário fizer uma solici-tação mais detalhada, então, fontes adicionais podem ser incluídas com dados adicionais eligações adicionais para satisfazer aquela solicitação mais detalhada. De acordo com outrasmodalidades, "alianças" de dados de terceiros podem ser criadas para que, por exemplo,quando uma fonte de dados do terceiro A for usada para criar a base de dados virtual, en-tão, uma fonte de dados do terceiro B também é usada. Outras modalidades e implementa-ções considerando a sincronia e o escopo das ligações ficarão evidentes aos versados natécnica.
A figura 4 ilustra como as diferentes entidades interagem no ambiente de base dedados virtual. Da forma mostrada na figura 4, uma pluralidade de usuários 40, 41, 43, junta-mente com um ou mais fornecedores de mapa digital 42 e com fornecedores de dados deterceiros 44, 46, 48, compartilham dados relacionados a mapa por meio de do ambiente debase de dados virtual 2. Como exposto, um "usuário" pode ser uma pessoa real ou pode serum programa de software, sistema de computador ou outro solicitador da informação combase em mapa. Além do mais, os rótulos usados na figura 4 são rótulos descritivos mais doque qualquer outra coisa, já que, em outras modalidades, qualquer um dos arquivos de da-dos ou fonte de dados pode agir como o arquivo de referência, tratando os outros arquivosde dados como os arquivos de terceiros.
A figura 5 e a figura 6 ilustram um fluxograma de um processo usado pelo ambientede base de dados virtual de acordo com uma modalidade da invenção. Da forma mostradana figura 5, na etapa 61, o sistema permite que um usuário ou um outro sistema faça umasolicitação pela informação de mapa. Alternativamente, o processo pode ser iniciado poruma solicitação para construir uma aplicação. Com base nesta solicitação, na etapa 62, osistema acessa um arquivo de referência que inclui itens e códigos de local, por exemplo,nomes, latitudes, longitudes ou ULROs. Na etapa 63, o sistema identifica ou cria um identifi-cador de local (tal como um ULRO) para cada local no mapa. De acordo com a modalidademostrada na figura 5, ULROs podem ser criados em tempo de execução usando algumainformação associada com um local em particular. De acordo com outras modalidades, talcomo aquela mostrada na figura 6 a seguir, ULROs não são necessariamente criados emtempo de execução, mas, em vez disto, já estão definidos no arquivo de referência. Informa-ção adicionalmente sobre a criação dos ULROs é descrita no pedido de patente copendenteUS "A METHOD AND SYSTEM FOR CREATING UNIVERSAL LOCATION REFERENCINGOBJECTS", inventor: Gil Fuchs, pedido 11/271.436, depositado em 10 de novembro de2005, e aqui incorporado pela referência. Então, na etapa 64, o sistema determina quaisarquivos de terceiros ou fontes de informação de terceiros adicionais podem ser necessáriospara responder completamente à solicitação e, na etapa 65, recupera os dados de terceirosno sistema. Na etapa 66, a informação do item no arquivo de referência e nos arquivos deterceiros são ligados por meio de uma informação de identificação comum, tais como o UL- RO ou outro identificador. Então, na etapa 67, o conjunto de dados completamente ligado éusado para criar a Base de Dados Virtual e, na etapa 68, para responder à solicitação inicial.
A figura 6 ilustra um fluxograma de um processo usado pelo ambiente de base dedados virtual de acordo com uma modalidade da invenção, em que os identificadores delocal ou ULROs já foram atribuídos a alguns ou todos os locais no arquivo de referência ou no arquivo de terceiros. Da forma mostrada na figura 6, na etapa 71, novamente, o sistemapermite que um usuário ou um outro sistema faça uma solicitação pela informação de mapa.Na etapa 72, o iniciado por SET acesa um arquivo de referência que inclui itens e códigosde local, por exemplo, nomes, latitudes, longitudes ou ULROs. Na etapa 73, o sistema pro-cura ou identifica um identificador de local existente (tal como um ULRO) para cada local no mapa. Então, na etapa 74, o sistema determina quais arquivos de terceiros ou fontes deinformação de terceiros adicionais podem ser necessários para responder completamente àsolicitação e, na etapa 75, recupera os dados de terceiros no sistema. Na etapa 76, a infor-mação do item no arquivo de referência e nos arquivos de terceiros são ligadas por meio deuma informação de identificação comum, tais como o ULRO ou outro identificador. Então, na etapa 77, os dados são usados para criar a Base de Dados Virtual e, na etapa 78, o sistemaresponde à solicitação inicial.
A determinação sobre quais arquivos de referência e quais fontes ou arquivos deterceiros devem ser incluídos na criação da base de dados virtual pode ser realizada de i-númeras maneiras, incluindo, por exemplo, registrar cada arquivo de terceiros durante a criação da base de dados virtual. Alternativamente, fontes de terceiros podem ser registra-das com base no tipo de dados ali incluídos para que, quando for recebida uma solicitaçãosolicitando um tipo de dados em particular a ser retornado, então, somente aquelas fontesde dados que casam com os tipos de dados precisam ser acessadas. Outros dispositivospodem incluir permitir fontes de dados de terceiros para avisar anunciar seus arquivos dedados para inclusão na base de dados virtual, permitindo registro dinâmico das fontes deterceiros. Modalidades adicionais que permitem o registro de uma fonte de terceiro com umarquivo de referência ficarão evidentes aos versados na técnica.
De acordo com uma modalidade, para mais bem auxiliar no processo de ligaçãodas múltiplas fontes de dados, o ambiente de base de dados virtual pode utilizar objetos externos. Objetos externos podem ser considerados objetos de mapa que são fornecidoscomo dados de terceiros, isto é, eles são externos ao arquivo de referência. Estes objetosexternos incluem atributos externos, e relacionamentos externos. Relacionamentos externospodem existir entre um objeto no arquivo de referência e um dos objetos de terceiros, oupodem existir entre dois objetos terceiros. Em vez de importar estes objetos no arquivo dereferência para torná-los locais, o ambiente da Base de Dados Virtual os deixa como objetosexternos. Então, quando o mapa virtual for subseqüentemente criado, um apontador, oumecanismo de apontamento similar, é usado para fornecer o mapeamento. Dependendo daimplementação, pode haver vários tipos de mapeamento.
Em um primeiro tipo de mapeamento, o arquivo de referência não inclui sua própriainstância no item de mapa. Neste caso, a operação em conjunto pode reconhecer uma outrafonte para o item de mapa e criar uma "sombra" daquele item na base de dados virtual (e,em alguns casos, também exibir a sombra no mapa) juntamente com os atributos e relacio-namentos do item com todos os seus vizinhos, mais todos os vizinhos já no arquivo de refe-rência.
Em um segundo tipo de mapeamento, o sistema permite o reconhecimento de queexiste um objeto externo que tem alguns atributos que o arquivo de referência não conhece,mas em que alguma instância do objeto externo já existe. Neste caso, a operação em con-junto não importa o próprio objeto, mas importa os atributos que ainda não existem no arqui-vo de referência. Isto pode ser considerado uma importação de atributos, em vez de objetos.
Um terceiro tipo de mapeamento pode incluir o relacionamento entre um objeto ex-terno e um outro objeto externo. Durante a operação em conjunto, a Base de Dados Virtualpode adicionar aqueles relacionamentos a qualquer outra instância do objeto já no arquivode referência.
Ficará evidente que estes exemplos de mapeamento são os mais comumente usa-dos, mas outros tipos de mapeamento podem ser usados. Também ficará evidente que otermo "objeto externo" é mais um rótulo do que qualquer outra coisa, já que em um ambientemultifontes, o termo "externo" depende amplamente de qual das fontes de dados é selecio-nada para ser o arquivo de referência (então, todas as outras bases de dados serão "exter-nas"). Como exposto, em algumas situações, muitas das fontes de dados podem, elasmesmas, agir como um arquivo de referência. Como tal, o termo "objeto externo" somentetem significado no contexto de uma implementação específica.
De acordo com uma modalidade, o relacionamento entre itens de mapa não é man-tido por apontadores, mas, em vez disto, é mantido por meio de um objeto de referência delocal universal (ULRO). Como exposto, ULROs são descritos com mais detalhes no pedidode patente copendente US "A METHOD AND SYSTEM FOR CREATING UNIVERSAL LO-CATION REFERENCING OBJECTS", inventor: Gil Fuchs, pedido 11/271.436, depositadoem 10 de novembro de 2005, e aqui incorporado pela referência. Muitos mapas não são domesmo formato eletrônico e, então, a fim de ligar objetos provenientes de mapas separados ,tipicamente, o sistema deve realizar alguma forma de tradução. Entretanto, esta pode seruma operação computacionalmente cara. O uso do ULRO fornece rápida tradução eficiente.Esta modalidade em particular da Base de Dados Virtual é usada em cenários em que, porexemplo, uma primeira parte A identifica um objeto de mapa como um identificador X, emque o mesmo objeto é entendido por uma segundo parte B, como identificador Y. Já que aspartes podem, em qualquer momento e independentemente, mudar a maneira na qual elasidentificam seus próprios objetos de mapa, pode ser difícil manter apontadores rígidos atra-vés dos diferentes conjuntos de dados. Quando os ULROs forem usados, todos os objetosde mapa no arquivo de referência recebem estes códigos, enquanto que todos os objetos demapa nos mapas também recebem códigos. Durante a criação da Base de Dados Virtual, osistema somente precisa compara os códigos para detectar casamentos entre os vários ob-jetos.
Nos vários exemplos fornecidos a seguir, tanto o uso tanto de apontadores quantoo uso de referências de local universal são descritos para fornecer ligação entre os objetosde mapa. Ficará evidente que outras implementações podem usar uma, ambas ou uma téc-nica diferente daquelas técnicas. A técnica da Base de Dados Virtual é flexível o suficientepara que outras formas de mapeamento entre os diferentes conjuntos de dados possam serutilizados.
Arquitetura VBD
De acordo com uma modalidade, o sistema compreende duas ou mais bases dedados (ou, mais apropriadamente, coleções de dados ou fontes de dados) que, juntas, com-preendem o ambiente de Base de Dados Virtual. Estas bases de dados incluem uma basede dados de integração e uma base de dados de aplicação. A base de dados de integraçãopode ser uma base de dados convencional que fica residente entre o arquivo de referênciade um fornecedor de dados de mapa digital e as fontes de dados de terceiros, e integra oarquivo de referência com os dados de terceiros usando uma combinação de mapeamento,apontadores, ULROs ou mecanismos similares. Então, a base de dados de aplicação é oveículo de distribuição destes dados provenientes das várias partes ao usuário final. Comotal, a base de dados de aplicação representa o aspecto usado do VDB. Dependendo da im-plementação em particular, a base de dados de aplicação pode tomar uma variedade dediferentes formas, algumas das quais podem se parecer com uma base de dados tradicio-nal. Alternativamente, a base de dados de aplicação pode usar um formato de dados quedifere de um formato de base de dados tradicional, por exemplo, uma página da Internet ououtro tal dispositivo de apresentação de dados.
A figura 7 mostra uma ilustração de um ambiente ou sistema de Base de Dados Vir-tual 2 de acordo com uma modalidade da invenção. Da forma mostrada na figura 7, o siste-ma compreende uma base de dados virtual 3, juntamente com uma interface de usuário 86,e uma interface de saída de dados 88, que podem ser combinadas em uma única interface.O sistema compreende adicionalmente um dispositivo para comunicar 85 com uma plurali-dade de várias fontes de dados. De acordo com uma modalidade, o sistema inclui uma inter-face para as fontes de dados 84 que, por sua vez, inclui uma ligação ao arquivo de referên-cia de cada um dos fornecedores de mapa digital ou às fontes de dados de terceiros. Emresposta a uma solicitação de usuário, ou com o propósito de comunicar dados de mapacom um outro sistema, uma seleção das fontes de dados é escolhida, e seus conjuntos dedados de mapa são ligados com aqueles do arquivo de referência para criar uma base dedados de integração 80. Cada objeto de mapa nos vários dados de mapa é ligado a outrosobjetos de mapa, tanto por meio de ponteiros quanto, em algumas modalidades, por meiode um identificador de ULRO, para preencher a base de dados de integração. De acordocom uma modalidade, uma fonte de dados é considerada um arquivo de referência com ob-jetos nativos, enquanto que as outras fontes de dados são consideradas bases de dados deterceiros com objetos externos. Objetos de mapa que são fornecidos como dados de tercei-ros podem ser concebidos como "objetos externos", e podem incluir atributos externos erelacionamentos externos. Objetos de mapa também podem ser "parcialmente externos",em que alguns dos seus atributos são comuns ao arquivo de referência, e alguns atributossão externos. Durante o preenchimento da base de dados de integração, estes atributosexternos e relacionamentos externos são mapeados entre os objetos no arquivo de referên-cia e os objetos de terceiros. Assim, o ambiente de Base de Dados Virtual é uma ligaçãovirtual dos diferentes conjuntos de dados de mapa para criar uma estrutura de mapa virtual89 na memória, na qual todos os itens de mapa são ligados para dar a um usuário a impres-são de um mapa rico em informação. Diferente do processo tradicional de sobreposição demapas, durante o uso da abordagem de Base de Dados Virtual, cada conjunto subseqüentede dados é colocado no sistema ligado por seus itens de mapa a alguns ou todos os outrositens de mapa já existentes na coleção, para que o mapa seja verdadeiramente um mapadigital completamente operável e interativo.
Da forma adicionalmente mostrada na figura 7, o ambiente de Base de Dados Vir-tual inclui uma base de dados de integração 80 e uma base de dados de aplicação 82. Deacordo com uma modalidade, a base de dados de integração pode ser uma única base dedados convencional ou estrutura de dados similar, enquanto que a base de dados de aplica-ção é o veículo de distribuição para todos estes dados ao usuário final.
Percebe-se que, embora os componentes supradescritos compreendam o sistemade Base de Dados Virtual, isto não significa, necessariamente, que os vários componentesestão armazenados em qualquer uma plataforma ou em qualquer um local. De fato, é pro-vável que diversos dos componentes, particularmente, o arquivo de referência e as bases dedados de terceiros, possam ser armazenados e acessados de locais remotos. Além do mais,embora o sistema mostrado na figura 7 inclua uma base de dados de aplicação, outras mo-dalidades podem utilizar um diferente dispositivo de distribuição de dados, tais como umainterface com base na Internet, um pacote da Internet (mensagem XML), uma chamada defunção API1 ou alguma outra forma de comunicação de dados.
A figura 8 mostra um fluxograma de um processo para usar um ambiente de Basede Dados Virtual de acordo com uma modalidade da invenção. Da forma mostrada na figura8, o processo inclui a etapa 90 de acessar um arquivo de referência que representa um con-junto de locais. Na etapa 91, o sistema determina quais fontes adicionais de informação deterceiros podem ser necessárias, e recupera os dados de terceiro ou o arquivo de terceirono sistema. Na etapa 92, o sistema casa, usando os códigos de local da base de dados deintegração e outra informação posicionai, a informação no arquivo de referência com os da-dos de terceiros. Na etapa 93, este conjunto de dados ligado é usado juntamente com a ba-se de dados de aplicação para criar a Base de Dados Virtual. Na etapa 94, os dados de ma-pa virtual podem ser fornecidos a uma parte solicitante. Na etapa 95, ligações e informaçãoatualizadas provenientes da base de dados virtual podem ser fornecidas tanto ao arquivo dereferência quanto aos terceiros para subseqüente uso por estes terceiros. Novamente, comoexposto, enquanto que a figura 8 ilustra um processo em que o sistema acessa um arquivode referência, cria ligações apropriadas às fontes de terceiros, e usa o conjunto de informa-ção resultante para criar a base de dados virtual, ficará evidente que em outras modalidadesa integração dos dados pode ser realizada de uma maneira diferente. Por exemplo, de acor-do com algumas modalidades, no momento do primeiro acesso ao arquivo de referência oudados de terceiros, um conjunto preliminar de ligações pode ser criado em um conjunto ini-cial de dados de terceiros. Se informação mais detalhada for necessária, então, fontes adi-cionais podem ser incluídas, com dados adicionais e ligações adicionais, para satisfazeraquela necessidade mais detalhada.
Melhorias Opcionais do VDB
O exposto descreve uma modalidade do ambiente de base de dados virtual. De-pendendo da implementação, a base de dados virtual pode ser diferentemente implementa-da, e pode incluir uma variedade de componentes opcionais, incluindo Informação de For-mato de Mapa, Referências de Objeto, Marcadores, MetaDados, Registro de Acesso, e di-versas interfaces de programa de aplicação (APIs) para Dados de Terceiros, Liberação deAtualização, Serviço de Geocodificação, Fornecedor de Aplicação, Processo de Atualizaçãode Ponto de Endereço, e Dados de Terceiros para Mapeamento de Marcador. Cada um des-tes componentes e interfaces é descrito com detalhes adicionais a seguir. Nem toda modali-dade usará ou exigirá estes recursos.
API de Dados de Terceiros
De acordo com uma modalidade, a Base de Dados Virtual inclui uma API de dadosde terceiros. A API de dados de terceiros permite que fornecedores de dados de terceiroscomuniquem seus dados com o ambiente de Base de Dados Virtual. Mais particularmente, aAPI de dados de terceiros permite que objetos externos sejam importados para a Base deDados Virtual. É necessária alguma quantidade de informação, por exemplo, um identifica-dor exclusivo, de cada fornecedor de dados para alcançar uma referência cruzada adequa- da. Se o terceiro exigir os serviços de geocodificação do fornecedor de dados de mapa digi-tal, então, informação de endereço suficiente também deve ser fornecida. Se geocodificaçãonão for necessária, então, a informação de latitude e de longitude (lat/lon) dos objetos deveser fornecida juntamente com a informação de endereço. Somente aqueles detalhes míni-mos exigidos para geocodificar ou posicionar os identificadores de terceiros precisam ser armazenados na Base de Dados Virtual. Os detalhes reais de quais objetos ou informaçõesestão presentes no local podem continuar a ser externamente armazenados e controladospelos terceiros. De acordo com algumas modalidades, o sistema também pode utilizar umatécnica de endereçamento de apontador deslocado, descrita nos pedidos PCTR copenden-tes, intitulados "ARRANGEMENT FOR AND METHOD OF TWO DIMENSIONAL AND T- HREE DIMENSIONAL PRECISION LOCATION AND ORIENTATION DETERMINATION",pedido PCT2006/000552, depositado em 11 de novembro de 2006; "METHOD AND APPA-RATUS FOR DETECTION AND POSITION DETERMINATION OF PLANAR OBJECTS INIMAGES", pedido PCT/NL2006/050264, depositado em 3 de novembro de 2006; e "ME-THOD AND APPARATUS FOR DETECTING OBJECTS FROM TERRESTRIAL BASEDMOBILE MAPPING DATA", pedido PCT/NL2006/050269, depositado em 30 de outubro de2006 pelo inventor Hans Ulrich Otto, e aqui incorporadas pela referênciaCenários de Compartilhamento de Dados de Terceiros
A figura 9 mostra uma ilustração de como dados de terceiros podem ser integradoscom conteúdo adicional na Base de Dados Virtual em graus variáveis de confiança de acor- do com modalidades da invenção. Da forma mostrada, dependendo da modalidade em par-ticular, as várias fontes de dados e bases de dados podem compreender:
Base de dados de arquivo de referência (TA DB). Isto fornece georreferenciamentoe recuperação de ponto de endereço e serviços de criação.
Base de Dados de Referência Cruzada (XREF). Para fornecedores de conteúdo, a XREF serve para dois propósitos: para descrever conteúdo a desenvolvedores de aplicaçãoem potencial; e para manter ligações (georreferências) entre seus objetos e o arquivo dereferência durante o tempo.
Base de Dados de Consulta de Fornecedor de Conteúdo (CSQ). Esta base de da-dos contém nomes, tipos e subtipos, palavras-chaves, endereços, marcador e IDs de pontode endereço, endereços, etc. de POI; essencialmente, tudo o que for necessário para com-pletar consultas básicas de Serviços com Base em Local (LBS), e retornar resultados sufici-entes em que os pontos podem ser exibidos em um mapa. Ela pode ser hospedada em umhospedeiro de dados especialmente projetado ou na própria página da Internet do fornece-dor de conteúdo.
Base de Dados de Fonte de Fornecedor de Conteúdo (CSS). Esta base de dadoscontém os dados originais que um fornecedor de conteúdo precisa oferecer ao VDB antesque eles sejam georreferenciados. Ela terá um lote de conteúdo exclusivo não disponível naCSQ (a menos que eles sejam mesclados como a CSSQ; veja a seguir), tais como númerosde telefone, contatos, páginas da Internet, endereços de correio eletrônico, números de fac-símile, descrições textuais, etc.
Acesso às bases de dados em diferentes páginas da Internet pode ser feito pormeio de serviços da Internet usando o SOAP ou um outro protocolo. Para cada classe debase de dados, pode haver uma definição padrão de serviço da Internet para suportar umuso em particular. Então, isto permite que o sistema suporte inúmeras interfaces, incluindo:
TA2H - ("Tele Atlas para Hospedeiro") Serviço tornado disponível pelo fornecedorde mapa digital (por exemplo, Tele Atlas) para o hospedeiro do conteúdo de terceiros. Per-mite que os hospedeiros se registrem como um fornecedor de dados, descrevam sua(s) fon-te(s) de dados, defina regras para compartilhar seu conteúdo com outros participantes doVDB. Permite que o hospedeiro submeta solicitações por novos marcadores XREF, pontosde endereço e outras referências de local, pela submissão de um subconjunto do seu pró-prio conteúdo.
H2TA - ("Hospedeiro para Tele Atlas") Serviço tornado disponível pelo hospedeirodo conteúdo de terceiro para o fornecedor de mapa digital, por exemplo, Tele Atlas. Permiteque o fornecedor de mapa "empurre" uma lista de atualizações (por exemplo, pontos de en-dereços novos ou movidos) ao fornecedor de conteúdo.
TA2AD - ("Tele Atlas para Desenvolvedor de Aplicação") Serviço tornado disponí-vel pelo fornecedor de mapa para um Desenvolvedor de Aplicação. Permite que eles se re-gistrem na rede de conteúdo e busquem os metadados sobre um fornecedor de conteúdoque se adequa às suas necessidades. Permite que eles paguem por um serviço em particu-lar do fornecedor de conteúdo.
H2AD - ("Hospedeiro para Desenvolvedor de Aplicação") Serviço tornado disponí-vel pelo hospedeiro do conteúdo de terceiros para os Desenvolvedores de Aplicação.
Se um fornecedor de conteúdo tiver duas bases de dados - uma que suporta con-sultas LBS ligadas ao mapa base hospedado em uma página da Internet de terceiro, a outraa base de dados original que usa o esquema original em sua própria página da Internet dis-ponível pelo id - eles podem comunicar com os seguintes serviços da Internet: CS2H -("Fornecedor de Conteúdo para Hospedeiro") e H2CS - ("Hospedeiro para Fornecedor de Conteúdo").
A figura 9A ilustra um ambiente que compartilha conteúdo básico usando base dedados CSQ padrão, conteúdo detalhado na base de dados original tornada disponível pelofornecedor de conteúdo. O fornecedor de conteúdo precisa fornecer simples serviço de In-ternet para consultar objetos pelos IDs e para fornecer atualizações à CSQ. Esta é uma boasolução para fornecedores de dados altamente dinâmicos que não desejam modificar suabase de dados nativa.
A figura 9B ilustra um ambiente no qual dados são tornados disponíveis aos desen-volvedores de aplicação por meio da base de dados CSQ1 com esquemas estendidos (paraincluir conteúdo adicional do fornecedor). Atualizações são tornadas disponíveis pelo forne-cedor de conteúdo por meio de um simples serviço da Internet. Esta é uma boa solução pa-ra dados moderadamente dinâmicos com fornecedores de conteúdo cuja base de dadosnativa não suportará consultas do usuário final.
A figura 9C ilustra um ambiente no qual dados são tornados disponíveis aos desen-volvedores de aplicação por meio da base de dados CSSQ, em esquemas padrões estendi-dos (estendidos para incluir conteúdo adicional do fornecedor). Esta é uma solução efetivapara dados que não são altamente dinâmicos.
A figura 9D ilustra um ambiente no qual o fornecedor de conteúdo hospeda seuspróprios dados usando sua própria base de dados em qualquer formato, contanto que elessuportem os serviços da Internet e estejam sintonizados com ele. Esta é uma boa soluçãopara fornecedores de conteúdo tecnologicamente sofisticados que são protetores do seuconteúdo dinâmico.
A figura 9E ilustra um ambiente acumulador que torna o conteúdo de múltiplasCSQs disponível a partir de um único serviço da Internet. Algumas vezes, por motivos dedesempenho, há valor em acumular o conteúdo de múltiplos fornecedores em uma únicabase de dados. Alguns desenvolvedores de aplicação fazem isto para garantir um certo ní-vel de serviço. Conteúdo de múltiplos fornecedores propensos pode ser acumulado em umaúnica CSQ e tornado disponível por meio da interface H2AD, da forma mostrada na figura9E. Isto é particularmente útil para acumular conteúdo similar proveniente de organizaçõesdistribuídas, tais como governos, em que a CSQ cumulativa pode fornecer ampla cobertura.
Tradução de Formato de Mapa
Muitas fontes de dados de terceiros usam formatos de mapas diferentes e de outraforma incompatíveis. Para abordar esta questão, alguma forma de informação de mapea-mento pode ser fornecida no ambiente de Base de Dados Virtual (VDB) para traduzir tal in-formação como pontos de endereço, códigos de local de Canal de Mensagem de Tráfego(TMC) e serviços de geocodificação. Se um formato de mapa fixo não for usado, então, al-ternativamente, apontadores, ULROs e outras formas de ligação podem ser usadas. De a-cordo com uma modalidade, o arquivo de referência contém pontos de endereço e códigosde local TMB que servem como referências de local permanentes no mapa digital. Então,estas referências são usadas para ligar e reposicionar os dados de terceiros sobre o mapadigital. Por exemplo, se uma borda de um objeto de mapa em particular for movida, então,dessa maneira, os pontos de endereço relacionados àquela borda se moverão. O reposicio-namento automático minimiza a necessidade de ré-geocidificar os dados de terceiros emresposta a uma revisão do arquivo de referência.
Pontos de Endereço
De acordo com uma modalidade, pontos de endereço podem ser fornecidos. Emum arquivo de referência ou mapa base típicos, nem todo local que tem um endereço teráum ponto real no mapa. Por exemplo, cada um dos endereços de rua "1 Battery Street" e "1Battery Street" pode não ter seu próprio ponto discreto de mapa, mas, em vez disto, podeser incluído em uma faixa mais geral "1 a 10 Battery Street". De acordo com uma modalida-de, a cada um destes locais de mapa pode ser dado seus próprios pontos de endereço dis-cretos. A vantagem de pontos de endereço inclui facilidade de uso, e maior velocidade dedesempenho na referência a qualquer local em particular no mapa. A desvantagem é quedeve-se tomar cuidado quando for dado pontos de endereço a um grande número de locaisdo mapa, já que a base de dados correspondente pode ficar bastante grande.
Melhor Base de Dados de Integração
De acordo com uma modalidade, a Base de Dados de Integração fornece as se-guintes funções adicionais: (1) registra em linha objetos de dados de terceiros em um localcentral (somente os dados necessários para registro precisam ser centralmente armazena-dos, com a maior parte dos dados permanecendo na página da Internet do terceiro); (2) (emalgumas modalidades) fornece ou cria marcadores de local permanentes no arquivo de refe-rência com propósitos de reposicionamento; (3) nota mudanças e discrepâncias na informa-ção, tais como informação de endereços de rua, e relata estas mudanças às partes interes-sadas; (4) armazena todos os metadados relevantes sobre as várias fontes de dados deterceiros, o que eles contêm, e como eles podem ser acessados e exibidos; (5) permite quedesenvolvedores de aplicação criem relacionamentos (incluindo relacionamentos binários,relacionamentos de 1 para muitos e relacionamentos de muitos para muitos) entre o arquivode referência e as fontes de dados de terceiros, e entre diferentes fontes de dados de tercei-ros; e (6) fornece relacionamento automatizado construindo serviços para objetos geoespa-cialmente relacionados. De acordo com uma modalidade, a base de dados de integraçãoaceita identificadores de mapa, incluindo pontos de endereço, locais TMC, e outras informa-ções posicionais, provenientes do fornecedor de mapa digital, e liga esta informação posi-cionai com os dados de terceiros. O mapeamento pode ser retornado aos fornecedores dedados de terceiros com seus próprios propósitos. Embora mantendo todos os dados de ter-ceiros proprietários em cada fonte do fornecedor de dados, os desenvolvedores de aplica-ção podem, então, utilizar várias APIs para recuperar dados de mapa digital do fornecedorde mapa e mesclá-los com os dados de terceiros para criar o produto final. Uma vez que abase de dados de integração fica entre o arquivo de referência e as bases de dados de ter-ceiros, o sistema permite que fornecedores de dados de terceiros atualizem a base de da-dos de acordo com seus próprios cronogramas de liberação, permite que terceiros subme-tam solicitações de marcadores de local (descrito com detalhes adicionais a seguir) sem queaqueles marcadores se tornem automaticamente parte do arquivo de referência, torna apropriedade e a responsabilidade para objetos de dados não ambíguas já que a qualidadedos dados ou da informação na fonte de dados de terceiros permanece responsabilidadedaqueles terceiros, evita confusão do arquivo de referência com qualquer coisa diferentedaquilo que o próprio fornecedor de mapa digital é responsável por manter, e permite que odesenvolvimento de várias bases de dados e fonte de dados possa ocorrer em paralelo eamplamente independente um do outro.
Referências de Objeto
De acordo com uma modalidade, todos os pontos de endereço, códigos de local eoutras referências posicionais existentes podem ser extraídos do apontador ou de informa-ção do ULRO para fornecer um mecanismo para ligar os dados de terceiros a um local geo-gráfico no arquivo de referência. Quando os dados de terceiros forem geocodificados noarquivo de referência, um casamento é realizado para localizar os pontos de endereço cor-respondentes. Se nenhum identificador de endereço (tal como um ponto de endereço) existirno local geocodificado ou fornecido, então, um identificador ou ponto de endereço temporá-rio pode ser criado. Isto é útil para adicionar recursos em um endereço que pode não terexistido no arquivo de referência para começar, por exemplo, com um endereço de edifícioem particular, tal como "220 Battery Street".
Marcadores
De acordo com uma modalidade, uma variedade de marcadores é fornecida na ba-se de dados de integração. Marcadores são registros que dizem respeito a uma única enti-dade em uma das várias bases de dados ou fontes de dados que participam do ambiente deBase de Dados Virtual. O marcador torna mais fácil ficar atento às mudanças no arquivo dereferência digital e nas bases de dados de terceiros, tornando a reintegração periódica maisconfiável e eficiente. De acordo com uma modalidade, vários tipos de marcadores podemser usados, incluindo Marcadores de Local, Marcadores de Objeto e Marcadores de Rela-cionamento.
MetaDados
De acordo com uma modalidade, informação de metadados pode ser armazenadajuntamente com os pontos de endereço e marcadores. O metadados armazena informaçãosobre as fontes de dados de terceiros externas e auxilia na integração contínua de dados daBase de Dados Virtual com fornecedores de aplicação e revendedores de dados. Os meta-dados podem incluir informações, tais como fonte de dados, informação de conexão, conte-údo / esquema, área de cobertura, e qualidade de dados, tipo e classe de objeto, e informa-ção de relacionamento específica de dados, tais como um local de restaurante e o estacio-namento que fica mais próximo daquele local. Nem todas as modalidades do ambiente debase de dados virtual utilizam metadados.
Registro de Acesso
Fornecedores de dados podem exigir proteção adequada dos seus dados para ga-rantir seu valor comercial contínuo dos dados. De acordo com uma modalidade, um registrode acesso é fornecido para manter este nível de segurança por meio de da criação de restri-ções nas quais os clientes ou terceiros podem visualizar seus dados, e quais relacionamen-tos pode-se permitir existir entre seus dados e dados de outros fornecedores de terceiros.
API de Atualização de Liberação
De acordo com uma modalidade, uma API de atualização de liberação é fornecidapara permitir que o arquivo de referência seja facilmente atualizado com novos ciclos deliberação (usando tanto um processo de "empurrar" para empurrar as atualizações de dadosao arquivo de referência, quanto um processo de "puxar", que permite que o sistema de ba-se de dados virtual puxe dados atualizados para o arquivo de referência). Usando a API deAtualização de Liberação, o arquivo de referência pode ser atualizado por meio de umacompleta reliberação do mapa, ou por meio de um processo de liberação incrementai.
API de Serviço de Geocodificação
De acordo com uma modalidade, um serviço de geocodificação é fornecido pararealizar limpeza / normalização de endereço, e para geocodificar os endereços sobre o ma-pa digital do fornecedor em alguns dispositivos automatizados e/ou semi-automatizados.
API do Fornecedor de Aplicação
De acordo com uma modalidade, uma API do fornecedor de aplicação é fornecidapara permitir que um desenvolvedor de aplicação terceiro acesse a Base de Dados Virtual etenha uma visualização contínua do mapa (o arquivo de referência) do fornecedor integradajuntamente com todos os dados de terceiros.
API do Processo de Atualização de Ponto de Endereço
De acordo com uma modalidade, uma API do processo de atualização do ponto deendereço é incluída para permitir solicitações de terceiros por pontos de endereço adicionaisa ser adicionados no arquivo de referência.
API de Mapeamento dos Dados de Terceiros para Marcador
De acordo com uma modalidade, uma API de Mapeamento dos Dados de terceirospara Marcador é fornecida para permitir que fornecedores de dados de terceiros obtenhamos marcadores e/ou resultados de geocodificação para os quais seus dados foram mapea-dos.Ambiente de Base de Dados Virtual com base em ULRO
Como exposto, de acordo com uma modalidade, o sistema pode utilizar marcadorespermanentes referidos como Objetos de Referência de Local Universal (ULROs) para recur-sos de mapa. A figura 10 mostra uma ilustração de um ambiente ou sistema de Base deDados Virtual de acordo com uma outra modalidade da invenção. De acordo com esta mo-dalidade, o ambiente de base de dados virtual usa ULROs. Da forma mostrada na figura 10,o ambiente de base de dados virtual 2 compreende dados de um arquivo de referência 4 edados de terceiros 6 que, juntos, são ligados para formar a base de dados virtual 3. De a-cordo com esta modalidade, o arquivo de referência e os arquivos de terceiros incluem UL- RCs 100, 102 associados com cada local geográfico 103, ou itens de dados associados comum local geográfico 105, respectivamente. Da forma descrita com detalhes adicionais nopedido de patente copendente US "A METHOD AND SYSTEM FOR CREATING UNIVER-SAL LOCATION REFERENCING OBJECTS", inventor: Gil Fuchs, pedido 11/271.436, depo-sitado em 10 de novembro de 2005 e aqui incorporado pela referência, um ULRO compre- ende um código de identificação permanente projetado para identifica um local selecionado.Por sua vez, um local pode ser associado com um ou mais itens geográficos. ULROs podemser empregados para estabelecer ligações ou conexões atravessáveis entre o arquivo dereferência e os arquivos de terceiros. De acordo com uma modalidade, ULROs 104, 106 sãoarmazenados em um repositório de ULRO 98, que pode ou não ser parte dos dados do ar- quivo de referência. Um ULRO compreende oito principais componentes, alguns ou todos osquais podem ser utilizados dependendo da implementação em particular: 1) um conjunto deinformação de nome; 2) um superconjunto de coordenadas; 3) um código de referência delocal universal (ULRC) exclusivamente correspondente ao local; 4) um campo apontador dearquivo de referência que compreende um apontador de arquivo de referência; 5) um campoapontador de arquivo de terceiros que compreende um ou mais apontadores de arquivo deterceiros; 6) um campo apontador para trás de arquivo de referência que compreende umapontador para trás de arquivo de referência; 7) um campo apontador para trás de arquivode terceiros que compreende um ou mais apontadores para trás de arquivo de terceiros; e8) um campo de metadados.
Papéis do Fornecedor de Mapa Digital e dos Terceiros
Como exposto, um princípio básico por trás da abordagem VDB é habilitar um for-necedor de mapa digital a fornecer a seus clientes ligações altamente confiáveis entre seusmapas digitais e os dados que pertencem a uma pluralidade de fornecedores de dados deterceiros. Um efeito colateral útil do processo de ligação é que ele fornece retroalimentação para melhorar a qualidade dos dados que pertencem tanto ao fornecedor de dados do mapadigital quanto a seus parceiros terceiros. Uma vez que uma ligação entre os dados de tercei-ros é o arquivo de referência é criada, ele pode ser mantido indefinidamente. A permanênciaaparente destas ligações torna mais fácil integrar dados de terceiros entre liberações dedados subseqüentes.
Identificação dos Dados de Terceiros
Objetos de dados de terceiros contêm a informação necessária para derivar rela-cionamentos entre aqueles dados de terceiros e os dados do fornecedor de mapa digital, ouentre duas ou mais fontes de dados de terceiros. Embora grande parte do conteúdo destesobjetos possa ser tratada de uma maneira generalizada, qualquer entidade que hospede aBase de Dados Virtual deve ser familiar com a informação especificamente necessária paracriar e manter o relacionamento. A categoria mais importante de relacionamentos é entreinstâncias de objetos de dados de terceiros e instâncias de recursos de mapa, aqui referidascomo "ligações". Ligações podem ser usadas para localizar recursos de mapa de terceirosem relação aos elementos de transporte, dados de terceiros em relação a segmentos deelementos de transporte, dados de terceiros em relação a recursos de mapa em sua íntegra,e para descrever relacionamentos entre os recursos de mapa.
Identificação do Conteúdo de Dados de terceiros Usado para Ligação
De acordo com uma modalidade, a fonte de dados de terceiros deve fornecer in-formação suficiente para habilitar um administrador de VDB a criar as ligações necessáriasaos seus dados. Então, esta informação é codificada em uma tabela de base de dados deuma forma ou de outra. Alguns dos tipos de informação que podem ser fornecidos incluem:(1) Ligações usadas para localizar objetos de dados de terceiros em relação à rede detransporte de arquivo de referência; (2) Ligações relacionadas aos segmentos da rede detransporte e que especifica um segmento de um elemento de transporte a ser ligado a atri-butos de terceiros dinâmicos ou outra informação descritiva; (3) Ligações que amarram obje-tos de dados de terceiros aos recursos de mapa. Isto é diferente da categoria anterior emvirtude de ele ser uma referência à íntegra de um recurso e não a uma parte dele; e (4) Li-gações entre os recursos de mapa. Isto permite que o administrador do VDB integre relacio-namentos entre recursos de mapa provenientes das fontes de dados de terceiros.
Processos de Ligação de Terceiros do VDB
Como exposto, de acordo com uma modalidade, a informação no arquivo de refe-rência e nos dados de terceiros pode ser ligada em tempo real para formar a base de dadosvirtual. As figuras 11-15 mostram as várias etapas no método para criar e usar uma Base deDados Virtual de acordo com uma modalidade da invenção. Em particular, identificadorespermanentes da figura 11 são atribuídos primeiro aos recursos no arquivo de referência dofornecedor de dados do mapa digital .
Na figura 12, informação de local (tais como endereços ou coordenadas) é copiadaou transmitida da base de dados ou fonte de dados de terceiros em uma tabela temporáriano arquivo de referência, ou associada com ele, juntamente com quaisquer descritores deobjeto de terceiros, Ids ou tipo de ligação, quando aplicável.
Na figura 13, o sistema cria ligações ao arquivo de referência usando uma combi-nação de ferramentas automatizadas (geocodificação, filas de base de dados) e, quandonecessário, intervenção manual.
Na figura 14, as ligações que foram criadas na etapa anterior são distribuídas oucomunicadas aos terceiros. Neste ponto, produtos de software de terceiros ou interfaces deusuário podem ser construídas para fazer uso das ligações em uma variedade de diferentesmaneiras, tal como fornecendo um mapa virtual ao usuário final.
As etapas expostas podem ocorrer dinamicamente, isto é, em tempo real, medianteuma solicitação de um usuário ou de um outro sistema para acessar um mapa virtual ouinformação de mapa. Em algumas modalidades, o fornecedor de mapa digital pode criar opróprio mapa virtual. Já que ligações podem ser distribuídas aos terceiros, isto permite queos terceiros também criem o mapa virtual. Como exposto, a criação do mapa virtual podeser um processo fragmentado, com algumas informações preliminares retornadas em res-posta a uma solicitação inicial, e informação subseqüente retornada em resposta a solicita-ções mais detalhadas.
Na figura 15, o sistema está agora em um estado estacionário que permite a manu-tenção pelas partes do seu respectivo conjunto de dados. O fornecedor de mapa digital éresponsável por notar mudanças nas ligações em função de qualquer modificação, deleçãoe criação de recursos de mapa em seu próprio conjunto de dados, isto é, o arquivo de refe-rência. O terceiro é similarmente responsável por notar mudanças nas ligações em funçãoda deleção de objeto de dados ou do reposicionamento em seu conjunto de dados (isto é, oarquivo de dados de terceiros).
Na figura 16, o sistema permite ressincronia, por exemplo, se informação mudou noarquivo de terceiros e o terceiro distribuir uma lista atualizada de locais e listas incompletasao fornecedor de dados do mapa digital.
Na figura 17, o sistema permite reparação. Ligações desnecessárias são removidasdo arquivo de referência. Novas ligações, e aquelas incompletas em função de alguma mu-dança em ambas as bases de dados são regeradas.
Na figura 18, o sistema redistribui todas as ligações atualizadas e outras informa-ções aos terceiros. Isto garante que os dados de mapa das múltiplas fontes de dados esta-rão consistentes quando a base de dados virtual for preenchida em resposta a uma solicita-ção de usuário. Novamente, neste ponto, produtos de software, interfaces de usuário ouAPIs funcionais podem ser construídos para fazer uso das novas ligações. Em particular,uma vez que os terceiros também recebem a informação atualizada, os terceiros se benefi-ciam de poder usar esta informação atualizada em seus próprios produtos.
As figuras 19-16 mostram as várias etapas do método para criar e usar uma Basede Dados Virtual de acordo com uma outra modalidade da invenção na qual ULROs sãousados. As figuras 19-26 duplicam amplamente as operações das figuras 11-18, respecti-vamente. Aqui, a diferença é que, em vez de um formato de mapa padrão, mapeamento deapontador, ou alguma outra forma de mapeamento, ULROs são usados para formar uma base para criar ligações. Além do mais, os ULROs são armazenados em um repositório deULRO que, nas figuras 19-26, é mostrado juntamente com o fornecedor de mapa digital,mas pode ficar localizado em qualquer lugar do sistema, incluindo, independentemente dofornecedor de mapa ou de terceiros. O repositório de ULRO mantém as ligações nos UL-ROs, as atualizando automaticamente conforme necessário. Na maior parte dos outros as-pectos, as etapas são as mesmas, a saber, a figura 19 mostra que o sistema atribui e man-tém identificadores permanentes para os recursos no mapa do fornecedor de dados do ma-pa digital (o arquivo de referência), desta vez na forma de ULROs. Na figura 20, o sistemacopia informação de local (tais como endereços ou coordenadas) da base de dados de ter-ceiros para campos de ULRO correspondentes nos ULROs juntamente com os descritores de objeto de terceiros, IDS e tipo de ligação, quando aplicável. Na figura 21, o sistema crialigações ao arquivo de referência usando uma combinação de ferramentas automatizadas(geocodificação, consultas de base de dados) e, quando necessário, intervenção manual.Desta vez, ULROs são atribuídos, quando necessário, aos objetos de mapa de terceiros,dando a eles identificadores similares (que, em uma implementação ULRO, pode ser umULRC) como objetos idênticos no arquivo de referência. O ULRO é descrito com detalhesadicionais no pedido de patente copendente US "A METHOD AND SYSTEM FOR CREA-TING UNIVERSAL LOCATION REFERENCING OBJECTS", inventor: Gil Fuchs, pedido11/271.436, depositado em 10 de novembro de 2005 e aqui incorporado pela referência. Nafigura 22, as ligações que foram criadas na etapa anterior ou copiadas para campos aponta- dores de ULRO são distribuídas aos terceiros. Neste ponto, produtos de software ou interfa-ces de usuário podem ser construídos fazendo uso das ligações de uma variedade de dife-rentes maneiras. Como com as modalidades supradescritas, as etapas anteriores tambémpodem ocorrer dinamicamente, isto é, em tempo real, mediante uma solicitação de um usuá-rio ou de um outro sistema para acessar um mapa virtual ou informação de mapa. Em algu- mas modalidades, o fornecedor de mapa digital pode criar o próprio mapa virtual ou, já queligações podem ser distribuídas aos terceiros, os terceiros também podem criar o mapa vir-tual. Na figura 23, o sistema permite a manutenção dos diferentes conjuntos de dados peloterceiro responsável por aquele conjunto de dados em particular. O fornecedor de dados demapa digital é responsável por notar mudanças nas ligações em função de qualquer modifi- cação, deleção e criação de recursos de mapa. O terceiro é responsável por notar mudan-ças nas ligações em função da deleção ou do reposicionamento do objeto de dados emseus dados (de terceiros). Mudanças simples nos dados de terceiros, tal como modificaçãodos atributos de um recurso no mapa, podem não exigir nenhuma mudança na própria liga-ção, já que, quando a base de dados virtual for gerada, a mesma ligação será usada paraatravessar aos novos atributos. Na figura 24, o sistema permite ressincronia, em que o ter-ceiro distribui uma lista atualizada de locais e ligações incompletas ao fornecedor de dadosde mapa digital. Na figura 25, o sistema permite reparo, em que ligações desnecessáriassão removidas do arquivo de referência. Na figura 26, o sistema redistribui ligações atuali-zadas aos terceiros. Entretanto, já que o ULRO é um recurso dinâmico e pode existir inde-pendentemente do fornecedor de mapa ou dos terceiros e, além do mais, já que o repositó-rio de ULRO mantém as ligações nos ULROs, as atualizando automaticamente, conformenecessário, de acordo com a maior parte das modalidades, as últimas etapas mostradas nasfiguras 24-26 não são necessárias. Finalmente, como também exposto, já que os terceirostambém recebem a informação atualizada, os terceiros se beneficiam em podem usar estainformação atualizada em seus próprios produtos de software. Neste ponto, produtos desoftware ou interfaces de usuário podem ser construídos fazendo uso das novas ligações.
Em todos os exemplos ilustrados anteriormente, o processo de atualização de liga-ção é mostrado fluindo entre um arquivo de referência e um único arquivo de terceiros. En-tretanto, ficará evidente que em outras modalidades a atualização da ligação pode fluir emuma direção invertida, a saber, começando com uma atualização no arquivo de terceiros eatualizando o arquivo de referência. Além do mais, embora os exemplos ilustrados anterior-mente mostrem o processo de atualização de ligação entre um arquivo de referência e umúnico arquivo de terceiros, ficará evidente que a atualização de ligação pode ser entre umarquivo de referência e muitos arquivos de terceiros, ou entre um arquivo de terceiros e umoutro arquivo de terceiros. Como exposto, pretende-se que estes títulos sejam rótulos des-critivos mais do que qualquer outra coisa, já que em outras modalidades qualquer um dosarquivos de dados ou fontes de dados pode agir como um arquivo de terceiros, tratando osoutros arquivos de dados como o arquivo de referência.
Exemplos de Uso do VDB
As figuras 27-28 mostram ilustrações de uma modalidade do sistema VDB como elepode ser usando em uma situação da vida real para fornecer informação de mapa a um u-suário final. Da forma mostrada na figura 27, o fornecedor de mapa (por exemplo, Tele A-tlas) fornece o arquivo de referência ou um conjunto equivalente de dados de mapa digital.O fornecedor de dados de terceiros, dos quais somente um é aqui mostrado, fornece infor-mação sobre um conjunto de pontos de interesse (POIs). O termo "ponto de interesse", daforma aqui usada, também pode ser usado para dizer respeito a recursos em linhas, emáreas, complexos e ainda outros recursos do mapa, e não necessariamente apenas pontos.Novos POIs podem ser comunicados ao fornecedor de mapa e, eventualmente, incorpora-dos no arquivo de referência. Em resposta a uma solicitação de um usuário final, a informa-ção do fornecedor de mapa (o arquivo de referência) é integrada com a informação dos ter-ceiros e é distribuída ao usuário final por meio de uma aplicação do vendedor da aplicação.
Da forma mostrada na figura 28, o ambiente de Base de Dados Virtual permite queum mapa do arquivo de referência seja atualizado independentemente dos pontos de inte-resse (POIs) de terceiros. O fornecedor de dados de terceiros atualiza suas bases de dadosde acordo com suas próprias necessidades e obtém marcadores do fornecedor de mapapara cada POI novo ou atualizado. Um servidor de POI cuida da comunicação das atualiza-ções do POI a um servidor de aplicação que, nestes casos, age tanto como o servidor deintegração quanto como o veículo de distribuição ao usuário final. Em resposta a uma solici-tação de usuário, o servidor de aplicação fornece a informação apropriadamente atualizadae integrada. Dependendo da modalidade em particular, a atualização pode ser tanto empur-rada quanto puxada 474 ao usuário final. Usando esta técnica de atualização, POIs e conte-údo associado podem ser inteligentemente buscados e examinados antes de ser seleciona-dos em resposta a uma solicitação de usuário em particular. Aplicações de terceiros podemser despachadas com mídia que contém os dados POI mais recentes disponíveis provenien-tes da fonte POI no momento em que a aplicação é criada.
A descrição exposta da presente invenção foi fornecida com os propósitos de ilus-tração e de descrição. Não pretende-se que seja completa ou que limite a invenção às pre-cisas formas divulgadas. Muitas modificações e variações ficarão aparentes aos versadosna técnica.
Ficará aparente aos versados na técnica que a presente invenção pode ser conve-nientemente implementada usando um computador ou microprocessador programado deuso geral convencional ou digital especializado de acordo com os preceitos da presente di-vulgação. Ficará aparente aos versados na técnica que codificação de software apropriadapode ser prontamente preparada pelos programadores versados na técnica com base nospreceitos da presente divulgação. Ficará prontamente aparente aos versados na técnica quea invenção também pode ser implementada pela preparação de circuitos integrados especí-ficos de aplicação ou pela interconexão de uma rede apropriada de circuitos componentesconvencionais.
A presente invenção inclui um produto de programa de computador que é uma mí-dia (meio) de armazenamento com instruções nela armazenadas que podem ser usadaspara programar um computador para realizar qualquer um dos processos da presente in-venção. A mídia de armazenamento pode incluir, mas sem limitações, qualquer tipo de dis-co, incluindo discos flexíveis, discos óticos, DVD, CD-ROMs, microunidade, e discos magne-to-óticos, ROMs, RAMs, EPROMs, EEPROMs, DRAMs, VRAMs, dispositivos de memóriaflash, cartões magnéticos ou óticos, nanosistemas (incluindo ICs de memória molecular), ouqualquer tipo de mídia ou dispositivo adequado para armazenar instruções e/ou dados .A presente invenção inclui software armazenado em qualquer uma das mídias(meios) legíveis por computador para controlar tanto o hardware do computador ou micro-processador de uso geral / especializado quanto para habilitar o computador ou micropro-cessador a interagir com um usuário humano ou outro mecanismo que utiliza os resultadosda presente invenção. Tal software pode incluir, mas sem limitações, acionadores de dispo-sitivo, sistemas operacionais e aplicações de usuário. Em última análise, tal mídia legível porcomputador inclui adicionalmente software para realizar a presente invenção, como exposto.
Módulos de software são incluídos na programação (software) do computador oumicroprocessador geral / especializado para implementar os preceitos da presente invenção,incluindo, mas sem limitações, captura e explicação de fluxos contínuos de mídia, produçãode um cronograma de eventos de tomada de nota significativos, ligação de quadros fixos apontos ou segmentos de um fluxo contínuo de mídia, reconhecimento de todas as mudan-ças de slide, produção e distribuição de metadados que descrevem pelo menos uma partede um fluxo contínuo de mídia, e comunicação dos resultados de acordo com os processosda presente invenção.
A descrição exposta da presente invenção foi fornecida com os propósitos de ilus-tração e descrição. As modalidades foram escolhidas e descritas a fim de mais bem explicaros princípios da invenção e sua aplicação prática, desse modo, habilitando outros versadosna técnica a entender a invenção em relação às várias modalidades e com várias modifica-ções que são adequadas ao uso em particular contemplado. Pretende-se que o escopo dainvenção seja definido pelas seguintes reivindicações e suas equivalências.

Claims (22)

1. Sistema para fornecer dados de mapa digital em um formato de base de dadosvirtual, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:dados de mapa eletrônico que cobrem uma área de mapa e que incluem códigos delocal para recursos no mapa;uma interface que permite que dados de terceiros sejam recebidos no sistema, emque os ditos dados de terceiros definem informação de recurso adicional para parte dos re-cursos, ou todos eles, geograficamente localizados na área do mapa;uma base de dados de integração que liga códigos de local nos dados de mapa ele-trônico com informação de recurso correspondente nos dados de terceiros e que fornece ainformação ligada como uma base de dados virtual.
2. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que abase de dados virtual também são dados de mapa eletrônico e é usada para gerar uma exi-bição de mapa, incluindo na exibição de mapa a informação de recurso fornecida pelos da-dos de terceiros.
3. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de queas referências de local são uma referência de local universal que são atribuídas exclusiva-mente a cada local de mapa em particular.
4. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de queos dados de terceiros podem ser mantidos independentemente pelos terceiros e podem sercombinados com os dados de mapa eletrônico em tempo de execução ou mediante solicita-ção para criar a base de dados virtual.
5. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que osistema compreende os dados de terceiros.
6. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que osistema recebe os dados de terceiros de uma fonte de terceiros externa por meio de umarede ou de outra conexão.
7. Sistema, de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADO pelo fato de que arede ou outra conexão é a Internet.
8. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que osistema recebe simultaneamente informação de múltiplos terceiros.
9. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que abase de dados virtual é criada dinamicamente pelo sistema mediante recepção de dados emtempo real dos terceiros, ou mediante uma solicitação de um usuário.
10. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de quea base de dados virtual é atualizada automaticamente pelas atualizações em uma parte ouem todos os dados do mapa eletrônico ou dados de terceiros, independentemente das ou-tras fontes de dados.
11. Método para fornecer dados de mapa digital em um formato de base de dadosvirtual, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende as etapas de:fornecer dados de mapa eletrônico que cobrem uma área de mapa e que incluemcódigos de local para recursos no mapa;receber dados de terceiros, em que os ditos dados de terceiros definem informaçãode recurso adicional para alguns, ou todos, os recursos geograficamente localizados na áreado mapa; eusar uma base de dados de integração que liga os códigos de local nos dados demapa eletrônico com informação de recurso correspondente nos dados de terceiros paraapresentar a informação ligada como uma base de dados virtual.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de quea base de dados virtual também são dados de mapa eletrônico e é usada para gerar exibi-ção de mapa, incluindo na exibição de mapa a informação de recurso fornecida pelos dadosde terceiros.
13. Método, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de queas referências de local são uma referência de local universal que são atribuídas exclusiva-mente a cada local de mapa em particular.
14. Método, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de queos dados de terceiros podem ser mantidos independentemente por terceiros e combinadoscom os dados de mapa eletrônico em tempo de execução ou mediante solicitação para criara base de dados virtual.
15. Método, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de queo sistema compreende os dados de terceiros.
16. Método, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de queo sistema recebe os dados de terceiros de uma fonte de terceiros externa por meio de umarede ou de outra conexão.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADO pelo fato de quea rede ou a outra conexão é a Internet.
18. Método, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de queo sistema recebe simultaneamente informação de múltiplos terceiros.
19. Método, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de quea base de dados virtual é criada dinamicamente pelo sistema mediante recepção de dadosem tempo real dos terceiros ou mediante uma solicitação de um usuário.
20. Método, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de quea base de dados virtual é atualizada automaticamente pelas atualizações em uma parte ouem todos os dados do mapa eletrônico ou os dados de terceiros, independentemente dasoutras fontes de dados.
21. Mídia legível por computador, CARACTERIZADA pelo fato de que inclui instru-ções armazenadas que, quando executadas, fazem com que o computador realize as eta-pas de:fornecer dados de mapa eletrônico que cobrem uma área de mapa e que incluemcódigos de local para recursos no mapa;receber dados de terceiro, em que os ditos dados de terceiro definem informaçãode recurso adicional para alguns, ou todos, os recursos geograficamente localizados na áreado mapa; eusar uma base de dados de integração que liga códigos de local nos dados de ma-pa eletrônico com informação de recurso correspondente nos dados de terceiros para apre-sentar a informação ligada como uma base de dados virtual.
22. Sistema para fornecer dados de mapa digital em um formato de base de dadosvirtual, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:uma base de dados de referência que inclui dados que cobrem uma área do mapae que incluem códigos de local para objetos no mapa;uma ou mais bases de dados de terceiros que atribuem dados para objetos que po-dem aparecer no mapa;uma base de dados virtual que fornece dados a um usuário final que inclui informa-ção ligada da base de dados de referência e de uma ou mais bases de dados de terceiros,de maneira tal que o usuário possa consultar a base de dados virtual para determinar infor-mação e relacionamentos entre os objetos na base de dados de referência e os objetos emuma ou mais bases de dados de terceiros.
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