BRPI0709746A2 - conjunto de conector liberÁvel - Google Patents
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Abstract
<B>CONJUNTO DE CONECTOR LIBERÁVEL <D>É descrito um conjunto de conector liberável que compreende um corpo de soauete (2) e um corpo de tampão (3). O corpo de soquete (2) tem um conjunto de canais (15) formado nele e o corpo de tampão (3) tem um conjunto correspondente de abas radiais (7) formado nele, os canais (15) formando um rasgo de chaveta para as abas (7), de maneira tal que projeções de sustentação de carga (5, 14) nos corpos sejam encaixáveis de forma liberável tal como um acoplamento de baioneta. O conjunto é caracterizado em que o conjunto é provido um conjunto de pinos de trava no elemento de soquete que é extensível até os canais (15) de maneira a, em uso, aprisionar as abas (7) nos recortes (15k) dos canais (15), impedindo assim a liberação não intencional do tampão (3) do soquete (2), e retrátil dos canais (15) de maneira a permitir a liberação do tampão (3) do soquete (2).
Description
"CONJUNTO DE CONECTOR LIBERAVEL"
A presente invenção diz respeito a conjuntos de conector paraconectar elementos que, em uso, são mantidos sob tensão. Em particular, apresente invenção diz respeito a conjuntos de conector para conectar colunasde tendões na base submersa de ancoragem em sistemas de amarra paraplataformas de pernas amarradas.
GR2178101 revela um arranjo de âncora e amarracompreendendo um corpo do soquete e um corpo do tampão, mostrados nafigura 1, em que cada corpo é provido com projeções de sustentação de cargaque estendem-se radialmente. Em uso, à medida que o corpo do tampão éinserido no corpo do soquete, abas que estendem-se radialmente providas nocorpo do soquete encaixam nos canais de guia rebaixados no corpo do tampãoque afetam a rotação relativa entre os corpos à medida que eles sãoencaixados um no outro de maneira a levar as projeções que estendem-seradialmente para alinhamento axial tal como um acoplamento tipo baioneta.Subseqüentemente, mediante tração da amarra, o corpo do tampão é levantadono corpo do soquete, mediante o que as abas e canais cooperam para guiar asprojeções alinhadas axialmente para apoio de maneira tal que o tampão sejatravado no corpo. Mediante liberação da tensão o corpo do tampão cai devolta para o corpo do soquete, mediante o que os seguidores e carnescooperam novamente para girar os corpos um em relação ao outro, desta vezde maneira tal que as projeções que estendem-se radialmente nos corpospossam uma vez mais passar uma entre a outra, facilitando assim adesconexão.
Entretanto, tais conjuntos de conector mostrados têm uminconveniente, em que, em uso, eles podem ficar desconectados medianteuma queda temporária na tensão na amarra. Em particular, isto é amplamenteconhecido como problemático em aplicações tal como conectar as colunas detendão nas estruturas metálicas de fundo de mar para ancorar estruturasmetálicas de fundo de mar de ancoragem em sistemas de amarra paraplataformas de pernas amarradas, em que os elementos podemocasionalmente ficar não tracionados durante o uso por causa de forçasalternadas da água do mar que agem neles.
É um objetivo da presente invenção prover um conjunto deconector que, em uso, não pode ficar indesejavelmente desconectadomediante um alívio incidental na tensão.
De acordo com um primeiro aspecto da presente invenção, éprovido um conjunto de conector liberável que compreende:
um elemento de soquete que tem um receptáculosubstancialmente cilíndrico formado nele que inclui pelo menos uma projeçãode sustentação de carga; e
um elemento de tampão que inclui uma projeção desustentação de carga;
um do elemento de soquete e do elemento de tampão tendopelo menos um canal formado nele e o outro do elemento de soquete e doelemento de tampão tendo pelo menos uma aba radial formada nele, o ou cadacanal formando um rasgo de chaveta para toda e qualquer aba, e toda equalquer projeção de sustentação de carga dos elementos sendo encaixável deforma liberável em um acoplamento tipo baioneta, de maneira tal que, emuma primeira posição angular, eles fiquem axialmente desalinhados parapermitir a inserção ou remoção do tampão do soquete, e, em uma segundaposição angular, eles fiquem axialmente alinhados para impedir remoção dotampão do soquete;
o ou cada canal incluindo uma primeira e segunda passagem,uma primeira superfície de ação de came que estende-se circunferencialmentee radialmente, uma segunda superfície de ação de came que estende-seaxialmente na direção oposta e circunferencialmente para fora da primeirasuperfície de ação de came até um recorte cego, e uma terceira superfície deação de came que estende-se axialmente na mesma direção da primeirasuperfície de ação de came e circunferencialmente para fora da segundasuperfície de ação de came;
em que, mediante inserção do elemento de tampão noelemento de soquete com a ou cada projeção de sustentação de carga doselementos arranjadas na primeira posição angular, a pelo menos uma abaentre no pelo menos um canal por meio da primeira passagem e encaixe naprimeira superfície de ação de came, a sua ação de came causando rotaçãorelativa entre os elementos à medida que o tampão é inserido no soquete deforma que, quando o tampão é completamente inserido no soquete, a abafique subjacente à segunda superfície de ação de came;
mediante subseqüente elevação do tampão do soquete, a abaencaixa na segunda superfície de ação de came, a ação de came resultantefazendo o tampão girar ainda mais em relação ao soquete, guiando a aba parao recorte de maneira tal que a ou cada projeção de sustentação de carga doselementos fiquem arranjadas na segunda posição angular de maneira aimpedir remoção do tampão do soquete com qualquer tensão no elemento detampão sendo transmitida ao soquete através de a ou cada projeção;
e em que o re-abaixamento do tampão no soquete coloca a abaem encaixe com a terceira superfície de ação de came, a ação de cameresultante continuando a rotação relativa entre o tampão e o soquete demaneira a colocar a aba em alinhamento com a segunda passagem e mover aou cada projeção de sustentação de carga dos elementos de volta para suaprimeira posição angular, mediante o que o tampão pode ser completamenteremovido do soquete;
caracterizado em que pelo menos um pino de trava móvel éprovido em um do elemento de soquete e do elemento de tampão, o ou cadapino sendo extensível em o ou cada canal de maneira a, em uso, aprisionar aaba no recorte, impedindo assim liberação não intencional do tampão dosoquete, e sento retrátil do ou cada canal de maneira a permitir a liberação dotampão do soquete.
Em um aspecto alternativo, o ou cada canal forma um rasgo dechaveta para pelo menos um par de abas, em que:
mediante inserção do elemento de tampão no elemento desoquete com a ou cada projeção de sustentação de carga dos elementosarranjada na primeira posição angular, uma primeira e segunda abas do oucada par de abas entram em o ou cada canal, por meio da primeira e segundapassagens, respectivamente, de maneira tal que a segunda aba do ou cada parencaixe a primeira superfície de ação de came, a sua ação de came causandorotação relativa entre os elementos à medida que o tampão é inserido nosoquete de forma que, quando o tampão é completamente inserido no soquete,a primeira aba do ou cada par fique disposta subjacente à segunda superfíciede ação de came;
mediante elevação subseqüente do tampão do soquete, aprimeira aba do ou cada par encaixa na segunda superfície de ação de came, aação de came resultante fazendo o tampão girar ainda mais em relação aosoquete, guiando a dita primeira aba do ou cada par para o recorte, de maneiratal que a ou cada projeção de sustentação de carga dos elementos fiquearranjada na segunda posição angular;
e em que o re-abaixamento do tampão no soquete coloca aprimeira aba do ou cada par de abas em encaixe com a terceira superfície deação de came, a ação de came resultante continuando a rotação relativa entreo tampão e o soquete de maneira a colocar a dita primeira aba em alinhamentocom a segunda passagem, e mover a ou cada projeção de sustentação de cargados elementos de volta em direção à sua primeira posição angular, mediante oque o tampão pode ser completamente removido do soquete.
Um conjunto de conector de acordo com a presente invençãotem a vantagem de que o pino de trava impede que o tampão caia de volta nosoquete, impedindo assim liberação não intencional do conector, enquantoqualquer carga ascendente aplicada no tampão é suportada pelas projeções desustentação de carga. Em decorrência disto, o pino somente suporta o peso dotampão, e qualquer amarra anexada nele, e, conseqüentemente, não precisa serespecialmente forte, e o sistema resultante é portanto muito confiável erobusto. Além disso, ele também fornece uma construção particularmentebarata.
Desejavelmente, o ou cada pino de trava e o ou cada canal sãoprovidos no elemento de soquete, enquanto a ou cada aba é provida noelemento de tampão. Entretanto, a configuração oposta é também possível.
Preferivelmente, o ou cada recorte, aba e pino de trava queestende-se axialmente fica arranjado de maneira tal que, em uso, ele tenha umjogo axial entre a ou cada aba e o ou cada pino de trava. Desta maneira, oelemento de tampão pode vantajosamente cair ligeiramente antes de entrar emcontato com o ou cada pino de trava. Desejavelmente, o jogo axial ésubstancialmente 1,0 mm.
Em um desenvolvimento vantajoso, o ou cada pino de trava,em uma primeira posição, estende-se a partir do outro dito elemento por meiode pelo menos um suspiro provido nele. Além disso, a primeira posição dopelo menos um pino de trava é tal que ele vantajosamente aprisionediretamente a aba no recorte, preferivelmente estendendo-se ao interior daboda do recorte. Alternativamente, entretanto, a primeira posição do pelomenos um pino de trava é tal que ele aprisiona indiretamente a aba no recorte,desejavelmente bloqueando o movimento de uma base na qual a pelo menosuma aba é montada.
Preferivelmente, o ou cada pino de trava, ou, alternativamente,um seu dispositivo de ativação, é acessível a partir de uma superfície externado um do elemento de soquete e do elemento de tampão, de maneira tal queele seja operável remotamente entre suas posições estendida e retraída. Emparticular, o ou cada pino de trava é desejavelmente operável por meio de umveículo operado remotamente (ROV). Entretanto, percebe-se que o ou cadapino de trava poderia, alternativamente, ser operado por um servo-motor ouqualquer outro dispositivo conhecido.
Vantajosamente, o corpo do soquete é provido com umapluralidade de projeções de sustentação de carga igualmente espaçadas quecooperam com projeções de sustentação de carga complementares providasno corpo do tampão. Além disso, uma pluralidade de canais espaçados deforma angularmente igual é da mesma maneira preferivelmente provido emum dos corpos, que desejavelmente coopera com um número complementarde abas; por meio do que os canais são preferivelmente ligados entre si demaneira tal que as abas girem de um canal para um outro à medida que oconector é encaixado e desencaixado, cada parte de entrada para um canaltambém operando como a parte de saída do canal anterior. Um pino de trava éentão vantajosamente associado com um recorte cego de cada canal, emboradeva-se entender que o número de pinos de trava e canais providos podevariar dependendo das circunstâncias e desenho particulares do conjunto deconector.
Em um desenvolvimento, o ou cada canal compreendeprimeira, segunda e terceira superfícies de ação de came apenas. Dessamaneira, durante o encaixe, o ou cada pino de trava é desejavelmente retraídodo ou cada canal de maneira a permitir que a ou cada aba levante para o oucada recorte, o ou cada pino de trava subseqüentemente sendo estendido aointerior do ou cada canal pronto para uso. Desta maneira, a aba évantajosamente guiada para o recorte por meio de um sistema de ação decame simples. Entretanto, durante o encaixe, o ou cada pino de trava éalternativamente solicitado para estender-se ao interior do ou cada canal porpelo menos uma mola e provido com uma superfície de ação de came demaneira tal que ele retraia automaticamente quando encaixado por a ou cadaaba associada à medida que sobe até o ou cada recorte. Desta maneira, otravamento efetivo do tampão no soquete é garantido sem a necessidade deoperar ativamente o ou cada pino de trava. Desta maneira, o pino tem que serretraído ativamente para permitir a liberação.
Em um desenvolvimento alternativo, o ou cada canal incluipelo menos uma superfície de ação de came adicional de maneira tal que o oucada pino de trava possa vantajosamente ser estendido durante o encaixe. Emparticular, toda ou qualquer quarta superfície de ação de camepreferivelmente estende-se axialmente na mesma direção ecircunferencialmente em direção à ou cada superfície de ação de came demaneira tal que, enquanto o tampão está sendo levantado do soquete durante oencaixe, a ou cada superfície de ação de came guie a ou cada aba sob o oucada pino de trava e recorte e para encaixe com a ou cada superfície de açãode came, a ação de came resultante girando o tampão em relação ao soqueteem um sentido inverso, e guiando a ou cada aba sobre o ou cada pino de travae para dentro de o ou cada recorte. Desta maneira, a trava efetiva do tampãono soquete é novamente garantida, sem a necessidade de operar ativamente oou cada pino de trava, embora ele tenha que ser ativamente retraído parapermitir a liberação.
A fim de que a invenção possa ser mais bem entendida, seráagora descrita uma modalidade da mesma, dada a título de exemplo, sendofeita referência ao desenho anexo, em que:
A figura 1 é uma seção axial de uma modalidade de umconjunto de conector de acordo com o primeiro aspecto da invenção;
A figura 2 é uma seção perpendicular ao eixo do conjunto deconector da figura 1;
A figura 3 é uma vista desdobrada de um conjunto de canaisdo conjunto de conector de acordo com a figura 1;
A figura 4 é uma vista desdobrada, em uso, de um conjunto deA figura 5 é uma vista desdobrada, em uso, de um conjunto decanais de uma segunda modalidade do aspecto alternativo da invenção.
Referindo-se às figuras 1-3, está mostrada uma modalidade deum conjunto de conector de acordo com o primeiro aspecto da invenção, queé substancialmente similar ao conjunto de conector conhecido de acordo comGB2178101 e compreende um corpo do soquete 2 e um corpo do tampão 3,que, em uso, são cada qual conectados a um elemento mantido sob tensão.
O corpo do soquete 2 fornece um receptáculo no geralcilíndrico 2a para o corpo do tampão 3, cujo receptáculo pode ser fechado nasua extremidade inferior. Na extremidade superior, o corpo do soquete 2 éprovido com um anel guia no geral tronco-cônico 4 que envolve aextremidade superior para guiar o corpo do tampão 3 para o receptáculo 2a, ea região da extremidade superior é provida com projeções que estendem-seradialmente para dentro espaçadas regularmente 5, cada uma das quais temum ressalto direcionado axialmente para suportar carga. Conforme mostradona figura 2, nesta modalidade particular, quatro projeções 5 são providasespaçadas de forma angularmente igual em torno da circunferência doreceptáculo 2a. Entretanto, percebe-se que o número de projeções 5 providaspode variar dependendo das circunstâncias e desenho particulares do conjuntode conector. Abaixo das projeções 5, é provido um número correspondente deabas que projetam-se radialmente para dentro 7.
O corpo do tampão 3 tem uma superfície de ação de cameexterna no geral cilíndrica que, na sua extremidade superior, é provida comprojeções que estendem-se radialmente para fora 14, correspondentes àsprojeções 5 do corpo do soquete 2, que fornece ressaltos direcionadosaxialmente 14a para apoio nos ressaltos 5a. Especificamente, as projeções 14são arranjadas em relação às projeções 5 de maneira tal que, à medida que ocorpo do tampão 3 é inserido no corpo do soquete 2, eles possam passar umentre o outro, e um além do outro, conforme mostrado na figura 2. A rotaçãodos corpos 2, 3 um em relação ao outro então coloca as projeções 5, 14 emalinhamento axial um com o outro, de maneira tal que o tracionamento doscorpos 2, 3 coloca os ressaltos 5a, 14a em apoio.
Abaixo das projeções 14, o corpo do tampão 3 é provido comcanais 15 que formam rasgos de chaveta para receber as abas 7 do corpo dosoquete 2 (ver figura 3) de maneira tal que, à medida que o corpo do tampão 3é inserido no corpo do soquete 2, as abas 7 são recebidas nos canais 15 einicialmente causam qualquer rotação relativa entre os corpos 2, 3 necessária para permitir que as projeções 14 passem entre as projeções 5.Subseqüentemente, à medida que o corpo do tampão 3 é inserido ainda maisno corpo do soquete 2, as abas 7 cooperam com os canais 15 para causarrotação relativa adicional dos corpos a fim de alinhar axialmente os ressaltos5a, 14a de maneira tal que, em uso, eles possam ser colocados em apoio. A medida que os corpos 2, 3 movem-se axialmente juntos, eantes de as projeções 5, 14 se encaixarem, cada aba 7 penetra em umaprimeira parte de guia 15a do respectivo canal 15, que fornece paredesconvergentes 15b. Se as projeções 14 não estiverem na posição exigida para ointerencaixe com as projeções 5, cada aba 7 fará contato com uma das paredes 15b para fazer com que o corpo do tampão 3 gire à medida que as abas 7movem-se ao longo das paredes 15b para colocar as abas 7 nas partes no geralaxiais 15c. Neste ponto, as projeções 14, 5 terão a orientação exigida e,durante a passagem das abas 7 ao longo das partes 15c, as projeções 15passarão entre as projeções 5 e através delas. No ponto em que as projeções 14 estão fora das projeções 5, as abas 7 fazem contato e movem-se ao longodas paredes inclinadas 15 d, causando rotação adicional do corpo do tampão 3até que as projeções 14 estejam em alinhamento parcial com as projeções 5.Quando as chavetas atingem os pontos 15e no limite do movimentodescendente do corpo 3 em relação ao corpo 3 (mostrado no lado esquerdo dafigura 1), o corpo 3 é então levantado. As abas 7 então correm ao longo dasparedes inclinadas 15f, fazendo com que o corpo do tampão 3 gireligeiramente na direção contrária e em seguida corra ao longo das paredes15g, causando rotação adicional do corpo do tampão 3 na direção para frente.
Finalmente, as abas 7 assumem posições 15h em que cada qual fica localizadaem um recorte 15k. Neste ponto, o corpo do tampão 3 girou para colocar asprojeções 14 em completo alinhamento com as projeções 5, e os ressaltos 5a,14a estão em apoio (mostrado no lado direito da figura 1). Movimentoangular adicional do corpo 3 em relação ao corpo 2 é impedido pelas paredeslaterais de cada recorte 15k, e o recesso é suficientemente profundo de formatal que a respectiva chaveta não fique em contato com a base do recesso (queimpediria o completo apoio entre os ressaltos 5a, 14a).
Com propósitos de desencaixe, os canais 15 são projetados deforma que o sentido geral relativo de rotação no desencaixe seja o mesmopara encaixe. Entretanto, é possível que os canais possam ficar arranjados deforma que o caminho seguido por cada chaveta seja o contrário para encaixe.Para desencaixe, então, a tensão entre os corpos é liberada e o corpo dotampão 3 move-se para baixo em relação ao corpo do soquete 2, no inícioaxialmente para liberar as abas 7 dos recortes 15k e colocá-los em contatocom paredes inclinadas 151 que causam rotação parcial do corpo do tampão 3até que as abas 7 atinjam posições 15m. Neste ponto, o corpo do tampão 3 élevantado e as abas 7 correm ao longo das paredes 15n, causando rotaçãocontrária do corpo do tampão 3, até que as abas façam contato com as paredesinclinadas 15p, quando o sentido de rotação inverte e continua na direção parafrente para colocar as abas 7 nas posições axiais 15c dos canais adjacente 15.Neste ponto, as projeções 5, 14 estão em uma posição relativa por meio daqual elas podem passar uma entre a outra, e uma além da outra, e,conseqüentemente, se desencaixarem.
Finalmente, diferente do conjunto de conector conhecido deacordo com GB2178101, o corpo do soquete 2 inclui pinos de trava operadosremotamente 15o providos nele que são operáveis por meio de ROV entreuma posição estendida e retraída, em que, durante o encaixe, eles sãoretraídos para dentro do corpo do soquete 2, e, em uso, eles são estendido atéa boda dos recortes 15k de maneira a aprisionar as abas neles e travar oscorpos em encaixe.
Em uma modalidade do aspecto alternativo da invenção, éprovido um conjunto de conector compreendendo um corpo do soquete 20 emum corpo do tampão 30 arranjados substancialmente de acordo com os corpos2, 3 da modalidade do primeiro aspecto da invenção. Conseqüentemente, oarranjo geral e os recursos dos corpos 20, 30 que são idênticos aos dos corpos2, 3 não serão repetidos, e componentes substancialmente iguais serãoreferidos pelos números de referência multiplicados por dez. Referindo-se àfigura 4, então, os canais 15 do corpo do soquete 20 da segunda modalidadesão arranjados diferentemente dos canais 15 do corpo do soquete 2 daprimeira modalidade em que eles formam cada qual rasgos de chaveta parareceber um par de abas 70 provido no corpo do tampão 30. Além disso, o pinode trava 160 é estendido do corpo do soquete, em vez de retraído nele, duranteo encaixe.
A medida que os corpos 20, 30 movem-se axialmente juntoscom propósito de encaixe, cada aba 70 entra em uma parte de guia entre asprojeções 140. Se as projeções que estendem-se radialmente 50, 140 já nãoestiverem em uma posição rotacional, de maneira tal que elas possam passaruma entre a outra, cada aba 70 fará contato com uma das paredes divergentes140b das projeções 140 para fazer com que o corpo do tampão 30 gire àmedida que as ditas abas 70 movem-se ao longo das ditas paredes 140b demaneira a trazer um primeiro conjunto de abas alternadas 70a para o caminhoaxial 150a dos canais 150 e um segundo conjunto de abas alternadas 70b parao caminho axial 150b dos canais 150. Durante a passagem das abas 70a, 70bao longo dos caminhos 150a, 150b, as projeções 50, 140 então passam umaentre a outra, e uma através da outra, até no ponto em que elas ficam livresuma da outra, as abas 70b fazem contato e movem-se ao longo das paredesinclinadas 150c, fazendo com que o corpo do tampão 30 gire até que asprojeções 140 movam-se para uma posição em alinhamento parcial com asprojeções 50. Quando as abas 70a e 70b atingem as posições 150d e 150e,respectivamente, no limite do movimento descendente do corpo do tampão 30para o corpo do soquete 20, o corpo do tampão 30 é então levantado. Dessamaneira, as abas 70a sobem para fazer contato e mover ao longo das paredesinclinadas 150f, que faz com que o corpo do tampão 30 gire ainda mais nadireção para frente, antes de deslizar sob os pinos de trava estendidos 160 efazer contato e mover ao longo das paredes inclinada 150g, que, por sua vez,faz com que o corpo do tampão 30 gire ligeiramente na direção contrária.Finalmente, tendo movido para a extremidade das paredes inclinadas 150g, asabas 70a ficam localizadas acima dos pinos de trava 160 no recorte axial150h, em cujo ponto o corpo do tampão 30 girou para colocar as projeções140 em completo alinhamento com as projeções 50 e os ressaltos 140a foramcolocados em apoio com os ressaltos 50a, de maneira tal que os corpos 20, 30,em uso, possam ser mantidos sob tensão.
Especificamente, pinos de trava 160 estendem-se até os canais150 em uma posição adjacente às paredes inclinada 150i, que estendem-se soba boda dos recortes 150h. Dessa maneira, qualquer tentativa subseqüente deabaixar o corpo do tampão 30 em relação ao corpo do soquete 20 na tentativade desencaixar o conjunto de conector faz com que as abas 70a caiam contraos pinos de trava operados remotamente 160. Desta maneira, as abas 70a são,em uso, aprisionadas nos recortes 15Oh, de maneira tal que o movimentoangular relativo adicional dos corpos 20, 30 seja impedido e o conector sejamantido em encaixe.
Com propósitos de desencaixe, os pintos de trava 160 são, emuso, retráteis remotamente dos canais 150 por ROV antes de um desencaixeplanejado em uma data futura. Uma vez que os pinos 160 tenham sidoretraídos, uma liberação da tensão faz com que o corpo do flutue 30 mova-separa baixo em relação ao corpo do soquete 20 de maneira tal que, na ausênciados pinos de trava 160, as abas 70a entram em contato e continuam ao longodas paredes inclinadas 150i, que faz com que o corpo do tampão 30 gireligeiramente na direção para frente. Na extremidade das paredes 150i, as abas70a então seguem um caminho axial até que elas entrem em contato e sigamas paredes inclinadas 15 Oj, que faz com que o corpo do tampão 30 gire ainda mais na direção para frente. Quando as abas 70a atingem a posição 150k, olimite do movimento descendente do corpo do tampão 30 até o corpo dosoquete 20, o corpo do tampão 30 é então levantado de maneira tal que asabas 70a entrem em contato e movam-se para a extremidade das paredesinclinadas 1501, que faz com que o corpo do tampão 30 gire também aindamais na direção para frente, de maneira tal que as abas 70a e 70b sejamguiadas para os caminhos axiais 150b e 150a dos canais 150, respectivamente.Neste ponto, as projeções 50, 140 estão em uma posição relativa por meio doque, mediante retração do corpo do tampão 30, elas podem passar uma entre aoutra, e uma além da outra, de maneira tal que os corpos 20, 30 possamdesencaixar.
Em uma segunda modalidade do aspecto alternativo dainvenção, é provido um conjunto de conector compreendendo um corpo dosoquete 200 e corpo do tampão 300 arranjados substancialmente de acordocom os corpos 20, 30 da segunda modalidade. Conseqüentemente, o arranjogeral e os recursos dos corpos 200, 300 que são idênticos aos dos corpos 20,30 não serão repetidos, e componentes iguais serão referidos por números dereferência multiplicados por 10. Referindo-se à figura 5, então, os canais 1500do corpo do soquete 200 da segunda modalidade são arranjados ligeiramentediferentes dos canais 150 do corpo do soquete 20 da primeira modalidade emque a parede inclinada 1500f vai direto até o recorte 1500h. Além disso, ospinos de trava 1600 de forma correspondente não se estendem ao interior doscanais 1500 durante o encaixe, e são em vez disso retraídos para a projeção1700 que forma a superfície de ação de came inclinada 1500j, por meio doque, em uso, eles são operáveis remotamente por ROV para estender as ditasprojeções 1700, através de suspiros no corpo do soquete 200, de maneira talque eles aprisionem indiretamente as abas 700a nos recortes 15 OOh por meiode orelhas de carga estendidas 1800 nas quais as abas 700 são montadas.
Em uso, os pinos de trava 1600 são retráteis para o corpo dosoquete 200 antes de um desencaixe planejado em uma data futura. Uma vezque os pinos 1600 tenham sido retraídos, uma liberação na tensão faz com queo corpo do tampão 300 mova-se para baixo em relação ao corpo do soquete20, de maneira tal que, na ausência dos pinos de trava 1600, as abas 700afiquem livres para deslocar axialmente para baixo até a superfície inclinada15OOh e saiam dela da mesma maneira que na segunda modalidade.
Finalmente, percebe-se que muitas diferentes variações dasmodalidades desejadas são possíveis. Por exemplo, deve-se entender que ospinos de trava e projeções que estendem-se radialmente poderiam ser providasno corpo do tampão, ao passo que as abas são providas no corpo do soquete, eque os pinos de trava poderiam ser retraídos ou estendidos do corpo no qualeles são montados por qualquer meio sem ser ROV.
Claims (11)
1. Conjunto de conector liberável, compreendendo:um elemento de soquete (2) que tem um receptáculosubstancialmente cilíndrico (2a) formado nele que inclui pelo menos umaprojeção de sustentação de carga (5); eum elemento de tampão (3) que inclui pelo menos umaprojeção de sustentação de carga (14);um do elemento de soquete (2) e do elemento de tampão (3)tendo pelo menos um canal (15) formado nele e o outro do elemento desoquete (2) e do elemento de tampão (3) tendo pelo menos uma aba radial (7)formada nele, o ou cada canal (15) formando um rasgo de chaveta para toda equalquer aba (7), e toda e qualquer projeção de sustentação de carga (5, 14)dos elementos (2, 3) sendo encaixáveis de forma liberável em umacoplamento tipo baioneta, de maneira tal que, em uma primeira posiçãoangular, eles fiquem axialmente desalinhados para permitir a inserção ouremoção do tampão (2) do soquete (3), e, em uma segunda posição angular,eles fiquem axialmente alinhados para impedir remoção do tampão (2) dosoquete (3);o ou cada canal (15) incluindo uma primeira e segundapassagem (15c), uma primeira superfície de ação de came (15d) que estende-se circunferencialmente e axialmente, uma segunda superfície de ação decame (15g) que estende-se axialmente na direção oposta ecircunferencialmente para fora da primeira superfície de ação de came (15d)até um recorte cego (15k), e uma terceira superfície de ação de came (15l) queestende-se axialmente na mesma direção da primeira superfície de ação decame (15d) e circunferencialmente para fora da segunda superfície de ação decame (15g);em que, mediante inserção do elemento de tampão (2) noelemento de soquete (3) com a ou cada projeção de sustentação de carga (5,14) dos elementos (2, 3) arranjada na primeira posição angular, a pelo menosuma aba (7) entra no pelo menos um canal (15) por meio da primeirapassagem (15c) e encaixa na primeira superfície de ação de came (15d), a suaação de came causando rotação relativa entre os elementos à medida que otampão (2) é inserido no soquete (3) de forma que, quando o tampão (2) écompletamente inserido no soquete (3), a aba (7) fica subjacente à segundasuperfície de ação de came (15g);mediante subseqüente elevação do tampão (2) do soquete (3),a aba (7) encaixa na segunda superfície de ação de came (15g), a ação decame resultante fazendo o tampão (2) girar ainda mais em relação ao soquete(3), guiando a aba (7) para o recorte (15k) de maneira tal que a ou cadaprojeção de sustentação de carga (5) dos elementos (2, 3) fiquem arranjadasna segunda posição angular de maneira a impedir remoção do tampão (2) dosoquete (3) com qualquer tensão no elemento de tampão (2) sendo transmitidaao soquete (3) através de a ou cada projeção (5, 14);e em que o re-abaixamento do tampão (2) no soquete (3)coloca a aba (7) em encaixe com a terceira superfície de ação de came (15p),a ação de came resultante continuando a rotação relativa entre o tampão (2) eo soquete (3) de maneira a colocar a aba (7) em alinhamento com a segundapassagem (15c) e mover a ou cada projeção de sustentação de carga (5, 14)dos elementos (2, 3) de volta para sua primeira posição angular, mediante oque o tampão (2) pode ser completamente removido do soquete (3);caracterizado pelo fato de que pelo menos um pino de travamóvel (15o) é provido no um do elemento de soquete (3) e do elemento detampão (2), o ou cada pino sendo extensível em o ou cada canal (15o) demaneira a, em uso, aprisionar a aba (7) no recorte (15k), impedindo assimliberação não intencional do tampão (2) do soquete (3), e sendo retrátil do oucada canal (15) de maneira a permitir a liberação do tampão (2) do soquete(3).
2. Conjunto de conector liberável, compreendendo:um elemento de soquete (2) que tem um receptáculosubstancialmente cilíndrico (2a) formado nele que inclui pelo menos umaprojeção de sustentação de carga (5); eum elemento de tampão (3) que inclui uma projeção desustentação de carga (14);um do elemento de soquete (2) e do elemento de tampão (3)tendo pelo menos um canal (150) formado nele e o outro do elemento desoquete (2) e do elemento de tampão (3) tendo pelo menos um par de abasradiais (70) formado nele, o ou cada canal (150) formando um rasgo dechaveta para o ou cada par de abas (70), e a ou cada projeção de sustentaçãode carga (5, 14) dos elementos sendo encaixáveis de maneira liberável talcomo um acoplamento tipo baioneta, de maneira tal que, em uma primeiraposição angular, eles fiquem axialmente desalinhados para permitir a inserçãoou remoção do tampão (2) do soquete (3), e, em uma segunda posiçãoangular, eles fiquem axialmente alinhados para impedir remoção do tampão(2) do soquete (3);o ou cada canal (150) incluindo uma primeira e segundapassagem (150a, 150b) e uma primeira (150c), segunda (150f), terceira (150j)e quarta (1501) superfícies de ação de came, a primeira superfície de ação decame (150c) estendendo-se circunferencialmente e axialmente, a quartasuperfície de ação de came (1501) estendendo-se axialmente na direção opostae circunferencialmente para fora da primeira superfície de ação de came(150c), a terceira superfície de ação de came (150j) estendendo-se axialmentena mesma direção da primeira superfície de ação de came (150c) ecircunferencialmente para fora da quarta superfície de ação de came (1501), ea segunda superfície de ação de came (150f) estendendo-se axialmente namesma direção da quarta superfície de ação de came (1501) ecircunferencialmente para fora da terceira superfície de ação de came (150j)até um recorte cego (150h);em que, mediante inserção do elemento de tampão (2) noelemento de soquete (3) com a ou cada projeção de sustentação de carga (5,14) dos elementos (2, 3) arranjada na primeira posição angular, uma primeira(70a) e segunda aba (70b) do ou cada par de abas (70) entram em o ou cadacanal (150), por meio da primeira e segunda passagens (150a, 150b),respectivamente, de maneira tal que a segunda aba (70b) do ou cada parencaixe a primeira superfície de ação de came (150c), a sua ação de camecausando rotação relativa entre os elementos à medida que o tampão (2) éinserido no soquete (3) de forma que, quando o tampão (2) é completamenteinserido no soquete (3), a primeira aba (7) do ou cada par fica dispostasubjacente à segunda superfície de ação de came (150f);mediante elevação subseqüente do tampão (2) do soquete (3),a primeira aba (70a) do ou cada par encaixa na segunda superfície de ação decame (150f), a ação de came resultante continuando o tampão (2) a girar aindamais em relação ao soquete (3), guiando a dita primeira aba (70a) do ou cadapar para o recorte (150h), de maneira tal que a ou cada projeção desustentação de carga (5, 14) dos elementos (2, 3) fique arranjada na segundaposição angular;mediante subseqüente re-inserção do tampão (2) no soquete(3), a primeira aba (70a) do ou cada par de abas entre em encaixe com aterceira superfície de ação de came (150j), sua ação de came causando maisrotação relativa entre os elementos à medida que o tampão (2) é inserido nosoquete (3) de maneira tal que, quando o tampão (2) é completamenteinserido no soquete (3), a primeira aba (70a) do ou cada par fique subjacente àquarta superfície de ação de came (1501);e em que a re-elevação subseqüente do tampão (2) coloca aprimeira aba (70a) do ou cada par de abas (70) em encaixe com a quartasuperfície de ação de came (1501), a ação de came resultante continuando arotação relativa entre o tampão (2) e o soquete (3) de maneira a colocar a ditaprimeira aba (70a) em alinhamento com a segunda passagem (150b) e asegunda aba (70b) do pelo menos um par em alinhamento com uma passagemadicional, e mover a ou cada projeção de sustentação de carga (5, 14) dos elementos de volta para sua primeira posição angular, mediante o que otampão (2) pode ser completamente removido do soquete (3).caracterizado pelo fato de que pelo menos um pino de travamóvel (160) é provido em um do elemento de soquete (3) e do elemento detampão (2), o ou cada pino (160) sendo extensível de maneira a, em uso, aprisionar a aba (70a) no recorte, impedindo assim liberação não intencionaldo tampão (2) do soquete (3), e sendo retrátil do ou cada canal (150) demaneira a habilitar a liberação do tampão (2) do soquete (3).
3. Conjunto de conector liberável de acordo com asreivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o ou cada pino de trava (15o, 160) é extensível ao interior da boca do recorte (15k, 150h) do ou cadacanal (15, 150) para aprisionar diretamente a ou cada aba associada (7, 70a)no recorte (15k, 150h).
4. Conjunto de conector liberável de acordo com asreivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o ou cada pino de trava (15o, 160) é extensível para aprisionar indiretamente a ou cada aba (7, 70a)no recorte, bloqueando o movimento de uma base (1700) na qual a ou cadaaba (7, 70a) é montada.
5. Conjunto de conector liberável de acordo com areivindicação 3 ou 4, caracterizado pelo fato de que o ou cada pino de trava (15o, 160) é solicitado para estender-se até o ou cada canal (15, 150) por pelomenos uma mola e é provido com uma superfície de ação de came de maneiratal que ele retrai automaticamente quando encaixado por a ou cada aba (7,-70a), tanto direta quanto indiretamente, à medida que ele sobre até o ou cadarecorte (15k, 150h).
6. Conjunto de conector liberável de acordo com qualquer umadas reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o ou cada canal(15, 150) inclui uma superfície de ação de carne adicional (150g) que estende-se axialmente na mesma direção e circunferencialmente em direção à segundasuperfície de ação de came (150f) de maneira tal que, enquanto o tampão (2)está sendo levantado do soquete (3) durante o encaixe, a ou cada superfície deação de came (150f) guia a ou cada aba associada (70a) para o recorte (150h)guiando-o sob o ou cada pino de trava (160) e para encaixe com a ou cadasuperfície de ação de came (150g), a ação de came resultante girando otampão (2) em relação ao soquete (3) em um sentido contrário, e guiando a oucada aba (70a) sobre o ou cada pino de trava (160) e para o ou cada recorte(15h).
7. Conjunto de conector liberável de acordo com qualquer umadas reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o ou cada pino detrava (150, 160) é operável remotamente entre suas posições estendida eretraída por meio de veículo operado remotamente (ROV).
8. Conjunto de conector liberável de acordo com qualquer umadas reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que compreende umapluralidade de canais espaçados de forma angularmente igual (15, 150), quecoopera com um número complementar de abas associadas (7, 70a, 70b), pormeio do que os canais (15, 150) são preferivelmente ligados uns nos outros demaneira tal que as abas associadas (7, 70a, 70b) girem de um canal para outroà medida que o conector é encaixado e desencaixado, cada parte de entradapara um canal também operando como a parte de saída para o canal anterior.
9. Conjunto de conector liberável de acordo com qualquer umadas reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o ou cada recorteque estende-se axialmente (15k, 150h), a aba (7, 70a) e pino de trava (15o,-160) associada são arranjados de maneira tal que, em uso, exista um jogoaxial entre a ou cada aba (7, 70a) e o pino de trava (15o, 160).
10. Conjunto de conector liberável de acordo com qualqueruma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o ou cadapino de trava (15o, 160) estende-se a partir de um do elemento de soquete (3)e do elemento de tampão (2) por meio de pelo menos um suspiro providonele.
11. Conjunto de conector liberável de acordo com qualqueruma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o ou cadapino de trava (15o, 160) e o ou cada canal (15, 150) são providos no elementode soquete (3), enquanto a ou cada aba associada (7, 70b) é provida noelemento de tampão (2).
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