BRPI0709802A2 - conexço rosqueada para um conduto - Google Patents
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Abstract
<B>CONEXçO ROSQUEADA PARA UM CONDUTO<D>Uma conexão rosqueada para um conduto inclui umelemento pino e um elemento caixa. O elemento pino inclui uma rosca pino tendo uma crista de rosca pino, uma raiz de rosca pino, um flanco de carga de pino a um ângulo de flanco de carga de pino e um flanco de introdução de pino orientado a um ângulo de flanco de introdução de pino, O elemento caixa inclui uma rosca caixa tendo uma crista de rosca caixa, uma raiz de rosca caixa, um flanco de carga de caixa a um ângulo de flanco de carga de caixa, e um flanco de introdução de caixa orientado a um ângulo de flanco de introdução de caixa. Pelo menos um do ângulo de flanco de carga de pino, ângulo de flanco de introdução de pino, ângulo de flanco de carga de caixa e ângulo de flanco de introdução de caixa varia por pelo menos uma parte da conexão rosqueada.
Description
CONEXÃO ROSQUEADA PARA UM CONDUTO
REMISSÃO RECÍPROCA A PEDIDOS DE PATENTES RELACIONADOS
O presente pedido de patente é relacionado com umpedido de patente co-pendente dos Estados Unidos daAmérica, depositado concorrentemente com ele, intitulado"Flancos Desemparelhados para uma Rosca em Cunha"("Mismatched Flanks for a Wedge Thread"), tendo o documento de cessão de n° 09432/331001, e atribuído ao cessionário dopresente pedido de patente. Esse pedido é incorporado porreferência no presente relatório descritivo na suatotalidade.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Juntas de invólucros, revestimentos e outros elementostubulares para poços de petróleo são freqüentemente usadosem perfuração, completamento e produção de um poço. Asjuntas de invólucros podem ser, por exemplo, colocadas emum poço perfurado, para estabilizar e proteger uma formaçãocontra altas pressões no poço perfurado, (por exemplo,pressões de poços perfurados que excedem uma pressão deformação), que podem danificar a formação. As juntas deinvólucros são seções de tubo de aço, que podem seracopladas de unia maneira de extremidade-com-extremidade porconexões rosqueadas, conexões soldadas e outras conexõesconhecidas na técnica. As conexões são usualmenteprojetadas de modo que um selo é formado entre uma parteinterna das juntas de invólucros acopladas e um espaçoanular formado entre as paredes externas das juntas deinvólucros e as paredes do poço perfurado. 0 selo pode ser,por exemplo, um selo elastomérico (por exemplo, um selo deanel em 0) , um selo rosqueado, um selo de metal-com-metalformado próximo à conexão, ou selos similares conhecidos natécnica.
Um tipo de conexão rosqueada comumente usada paraformar um selo rosqueado em elementos tubulares de camposde petróleo é uma rosca em cunha. Nas Figuras IA e 1B, umaconexão da técnica anterior tendo uma rosca em cunha émostrada. As "roscas em cunha" são caracterizadas porroscas, independentemente de uma forma de rosca particular,que aumentam em largura em direções opostas em um elementopino 101 de um elemento caixa 102. A taxa na qual as roscasvariam em largura ao longo da conexão é definida por umavariável conhecida comumente como uma "razão de cunha".Como usado no presente relatório descritivo, "razão decunha", embora não tecnicamente uma razão, se refere àdiferença entre o filete de flanco de introdução e o filetede flanco de carga, que faz com que as roscas variem emlargura ao longo da conexão. Uma discussão detalhada dasrazões de cunhas é proporcionada na patente U.S. 6.206.436,emitida para Mallis e cedida ao cessionário da presenteinvenção. Essa patente é incorporada no presente relatóriodescritivo por referência na sua totalidade.
As roscas em cunha são descritas exaustivamente napatente U.S. RE 30.647 emitida para Blose, patente U.S. RE34.467 emitida para Orloff, e a patente U.S. 5.454.605emitida para Mott, todas cedidas ao cessionário da presenteinvenção e incorporadas por referência no presenterelatório descritivo. Seguindo com as Figuras IA e 1B, noelemento pino 101, uma crista de rosca pino 222 é estreitano sentido da extremidade distai do elemento pino 101,enquanto que uma crista de rosca caixa 291 é larga.Movimentando-se ao longo de um eixo 105 (da direita para aesquerda) , a crista de rosca pino 222 se alarga, enquanto acrista da rosca caixa 291 se estreita. Na Figura 2, asroscas são afiladas, significando que uma rosca pino 106aumenta em diâmetro do inicio ao final, enquanto que umarosca caixa 107 diminui em diâmetro, em maneiracomplementar. Com um afilamento da rosca, é possívelaperfeiçoar a capacidade de introdução do elemento pino 101no elemento caixa 102 e distribuir tensão na conexão.De um modo geral, os selos de rosca são de dificilobtenção com roscas diferentes de em cunha tendo cristas eraízes amplas, embora, as mesmas formas de roscas possamter selos de rosca quando usadas para roscas em cunha. Asroscas em cunha não apresentam qualquer forma de roscaparticular. Um exemplo de uma forma de rosca adequada é umaforma de rosca em uma forma parcialmente em cauda deandorinha, descrita na patente U.S. 5.360.239, emitida paraKlementich, e incorporada por referência no presenterelatório descritivo. Outra forma de rosca inclui um flançode carga ou flanco de introdução multifacetado, comodescrito na patente U.S. 6.722.706, emitida para Church, eincorporada por referência no presente relatóriodescritivo. Cada uma das formas de roscas descritas acima éconsiderada como sendo uma forma de rosca "aprisionada",significando que pelo menos uma parte dos flancos de cargacorrespondentes e/ou os flancos de introduçãocorrespondentes se sobrepõem axialmente. Uma forma de roscaaberta (isto é, não aprisionada) , com uma formagenericamente retangular, é descrita na patente U.S.6.578.880, emitida para Watts. As formas de roscamencionadas acima são exemplos de formas de rosca, quepodem ser usadas para as concretizações da invenção.Geralmente, formas de roscas abertas, tais como trapezoidalou dente de serra, não são adequadas para roscas em cunha,porque conferem uma grande força radial no elemento caixa.Uma forma de rosca genericamente quadrada, tal como adescrita por Watts, ou uma forma de rosca aprisionada não confere uma força radial externa no elemento caixa. Aquelesversados na técnica vão considerar que os ensinamentosapresentados no presente relatório descritivo não sãolimitados às formas de roscas particulares.
Para roscas em cunha, um selo de rosca pode ser feitoem conseqüência da pressão contato provocada porinterferência, em pelo menos uma parte da conexão, entre oflanco de carga de pino 226 e o flanco de carga caixa 225,e entre o flanco de introdução de pino 232 e o flanco de introdução caixa 231, que ocorre quando a conexão éestabelecida. Uma proximidade muito estreita ouinterferência entre as raízes 292 e 211 e as cristas 222 e291 completa o selo de rosca, quando ocorre em pelo menosuma parte de onde ocorre a interferência de flanco. Geralmente, uma maior pressão pode ficar contida com umamaior interferência entre as raízes e as cristas("interferência raiz / crista") no elemento pino 101 e noelemento caixa 102 e por aumento da interferência deflanco. A conexão particular mostrada nas Figuras IA também inclui um selo metal-com-metal, que é feito por pressão decontato entre as superfícies dos selos correspondentes 103e 104, localizados, respectivamente, no elemento pino 101 eno elemento caixa 102.
As roscas em cunha não têm, tipicamente, um ressaltode torque de batente positivo na conexão. Para as roscas emcunha que não têm um ressalto de torque de batentepositivo, a constituição é "indeterminada" e, porconseguinte, a posição relativa do elemento pino e doelemento caixa varia mais durante a constituição para umadeterminada faixa de torque a ser aplicada, do que para aconexão tendo um ressalto de torque de batente positivo.Como aqui usado, "constituição" se refere a rosqueamento deum elemento pino e de um elemento caixa entre si."Constituição selecionada" se refere a rosqueamento de umelemento pino e de um elemento caixa entre si, com um graude torque desejado, ou com base em uma posição relativa(axial ou circunferencial) do elemento pino com o elementocaixa. Para as roscas em cunha, que são projetadas para quetenham ambas a interferência de flanco e uma interferênciade raiz / crista em uma constituição selecionada, ambas ainterferência de flanco e uma interferência de raiz /crista aumentam na medida em que a conexão é constituída(isto é, aumento em torque aumenta a interferência deflanco e a interferência de raiz / crista). Para as roscasem cunha afiladas, que são projetadas para terem um vãolivre de raiz / crista, o vão livre diminui na medida emque a conexão é constituída. Independentemente do projetoda rosca em cunha, os flancos correspondentes ficam maispróximos entre si (isto é, o vão livre diminui ou ainterferência aumenta), durante a constituição. Aconstituição indeterminada propicia que a interferência deflanco e a interferência de raiz / crista sejam aumentadaspor aumento do torque de constituição na conexão. Dessemodo, uma rosca em cunha pode ser capaz de selar porrosqueamento maiores pressões de qás e/ou líquido porprojeto da conexão para que tenha mais interferência deflanco e/ou interferência de raiz / crista, ou por aumentodo torque de constituição na conexão, embora, isso tambémaumente a tensão na conexão, durante a constituição, o quepode provocar falha durante uso.
As roscas de funcionamento livre usadas em conexõestubulares de campos de petróleo não formam, tipicamente,selos de rosca, quando a conexão é constituída. A Figura 2mostra uma conexão da técnica anterior tendo roscas defuncionamento livre. As roscas de funcionamento livreincluem os flancos de carga 154 e 155, os flancos deintrodução 157 e 158, as cristas 159 e 162, e as raízes 160e 161. Como é típico de uma conexão com roscas defuncionamento livre, essa conexão se baseia em um ressaltode torque de batente positivo, formado pelo contato dassuperfícies 151 e 152, dispostas no elemento pino 101 e noelemento caixa 102, respectivamente. O ressalto de torquede batente positivo mostrado na Figura 2 é comumentereferido como um "ressalto de nariz pino". Em outrasconexões, o ressalto de torque de batente positivo podeser, em vez disso, formado pela face caixa 163 e umressalto de acoplamento (não mostrado) no elemento pino101. O ressalto de torque de batente positivo tambémproporciona um selo. Diferentemente das roscas em cunha,que constituem pelo acunhamento da rosca pino 106 e darosca caixa 107, roscas de funcionamento livre se baseiamno ressalto de torque de batente positivo para carga daconexão, durante a constituição. Para constituir a conexãomostrada na Figura 2, o elemento pino 101 e o elementocaixa 102 são atarraxados conjuntamente, até que assuperfícies 151 e 152 sejam postas em contato, em tal pontoque o flanco de carga de pino 154 e o flanco de carga caixa155 também estão em contato. Torque adicional é aplicado noelemento pino 101 e no elemento caixa 102 para carregar assuperfícies 151 e 152 e o flanco de carga de pino 154 e oflanco de carga caixa 155, até que o grau desejado detorque de constituição seja aplicado à conexão.A conexão mostrada na Figura 2 não propicia um selo derosca, por causa do grande vão 153, que existe entre oflanco de introdução de pino 157 e o flanco de introduçãocaixa 158. 0 vão 153, que ocorre por causa de como asroscas de funcionamento livre com ressaltos de torque debatente positivos são carregadas. A aplicação de torque àconexão, durante a constituição, contra o ressalto detorque de batente positivo faz com que o elemento pino 101seja comprimido, enquanto que o elemento caixa 102 éesticado em tensão. Notar que quando um ressalto de facepino é usado, o elemento caixa 102 é comprimido enquantoque o elemento pino 101 é esticado em tensão. A força entreo elemento pino 101 e o elemento caixa 102 é aplicada peloflanco de carga de pino 154 e flanco de carga caixa 155. Oflanco de introdução de pino 157 e o flanco de introduçãocaixa 158 não são carregados durante a constituição. Issoresulta em pressão de contato entre os flancos de carga 154e 155 e em um vão entre os flancos de introdução 157 e 158.Como discutido acima, uma rosca em cunha (mostrada nasFiguras IA e 1B) é capaz de formar um selo de rosca, emparte por causa da interferência entre os flancos de carga225 e 226 e os flancos de introdução 232 e 231. Para asroscas em cunha, isso ocorre próximo ao final daconstituição da conexão, por causa da variação de largurada rosca pino 106 e da rosca caixa 107. Para que tenha umainterferência similar entre os flancos de carga 154 e 155 eos flancos de introdução 157 e 158 em uma rosca defuncionamento livre cilíndrica (isto é, não afilada) e paraque as alturas das roscas sejam contínuas, a interferênciavai existir substancialmente durante a constituição daconexão, porque a rosca pino 106 e a rosca caixa 107 têmuma largura contínua. Em virtude da conexão particularmostrada na Figura 2 ser cilíndrica (isto é, não afilada),a interferência de raiz / crista, se alguma, vai existirsubstancialmente durante a constituição da conexão. Issopode provocar escoriação das roscas e dificuldade naconstituição da conexão.
Na técnica anterior, os ângulos, nos quais o flanco decarga e o flanco de introdução são dispostos, relativos aoeixo central da conexão rosqueada, são constantes. Porconseguinte, uma rosca tem uma forma de rosca aberta ouaprisionada por todo o seu comprimento. Cada forma de roscatem vantagens, dependendo de sua aplicação. Por exemplo,uma forma de rosca dente de serra, pode ser vantajosa parauma conexão não em cunha com ressalto, que vai experimentarum grande grau de tensão axial e uma compressão axialrelativamente pequena. Para roscas em cunha, uma forma derosca em cauda de andorinha é freqüentemente usada, porquejunta o elemento pino e o elemento caixa, durante aconstituição. Também, uma forma de rosca aberta, comângulos de flancos positivos, pode conferir grandes forçasradiais, em conseqüência da força de acunhamento entre arosca pino e a rosca caixa.
Em algumas conexões, mais de uma forma de rosca podeser vantajosa; no entanto, uma forma de rosca deva serselecionada em relação à outra. A vantagem de formas derosca múltiplas em uma conexão foi reconhecida na patenteU.S. 6.767.035, emitida para Hashem. A patente ' 035descreve uma conexão com ressalto tendo múltiplas roscasformadas em ambos o elemento pino e o elemento caixa. Ocorte de roscas múltiplas, algumas vezes referidas como umarosca "multiarranque", resulta em uma conexão rosqueada quetem uma forma de rosca alternadamente aberta e fechada, emuma seção transversal bidimensional. As concretizaçõesdescritas na patente 1035 têm duas roscas formadas noelemento pino e no elemento caixa. Uma rosca tem uma formade rosca aberta, tal como tipo trapezoidal ("stub acme"). Aoutra rosca tem uma forma de rosca aprisionada, tal como emforma de cauda de andorinha ou gancho. Essa combinação deformas de rosca resulta em vantagens de ambas as formas derosca, que existem uniformemente pelo comprimento daconexão.As tensões experimentadas por uma conexão rosqueadanão são uniformes pelo comprimento de uma rosca. Porexemplo, durante encurvamento, as extremidades distais e aparte intermediária da conexão rosqueada. Por conseguinte,uma forma de rosca particular pode ser melhor para umaparte da conexão, mas não para a outra. Desse modo, o que éainda necessário é uma conexão rosqueada que permita queuma forma de rosca seja selecionada em diferentes partes daconexão, para distribuir as tensões.
RESUMO DA INVENÇÃO
Em um aspecto, a presente invenção se refere a umaconexão rosqueada para um conduto. A conexão rosqueadainclui um elemento pino e um elemento caixa. O elementopino inclui uma rosca de pino tendo uma crista de rosca depino, uma raiz de rosca de pino, um flanco de carga de pinoa um ângulo de flanco de carga de pino, e um flanco deintrodução de pino orientado a um ângulo de flanco deintrodução de pino. O elemento caixa inclui uma roscacaixa tendo uma crista de rosca caixa, uma raiz de roscacaixa, um flanco de carga de caixa a um ângulo de flanco decarga de caixa, e um flanco de introdução de caixaorientado a um ângulo de flanco de introdução de caixa.Pelo menos um do ângulo de flanco de carga de pino, ângulode flanco de introdução de pino, ângulo de flanco de cargade caixa e ângulo de flanco de introdução de caixa variapor pelo menos uma parte da conexão rosqueada.
Outros aspectos e vantagens da invenção vão serevidentes da descrição apresentada a seguir e dasreivindicações em anexo.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
As Figuras IA e IB mostram uma conexão de rosca emcunha da técnica anterior.
A Figura 2 mostra uma conexão de rosca que não está emcunha da técnica anterior.
As Figuras 3A - C mostram uma conexão rosqueada deacordo com uma concretização da presente invenção.
As Figuras 4A - C mostram uma conexão rosqueada deacordo com uma concretização da presente invenção.
As Figuras 5A - C mostram uma conexão rosqueada deacordo com uma concretização da presente invenção.As Figuras 6A - C mostram uma conexão rosqueada deacordo com uma concretização da presente invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA
A presente invenção se refere a conexões rosqueadascom uma forma de rosca variável. Especificamente, apresente invenção se refere a roscas tendo pelo menos umângulo de flanço, que varia na conexão rosqueada.
Tipicamente, uma rosca é cortada usando um inserto,que tem uma superfície que se combina com pelo menos umflanco a ser cortado. 0 inserto é passado várias vezes peloelemento pino ou elemento caixa sendo cortado, até que aforma de rosca fique completa. Isso resulta em uma forma derosca constante pelo comprimento da rosca. Para roscas emcunha, a forma de rosca pode ser referida como uma "formade cunha", porque a forma de rosca varia em largura deacordo com a razão de cunha. "Forma de cunha", como aquiusado, se refere à forma de rosca de uma rosca em cunha. Aforma de cunha é considerada como sendo constante, seapenas a largura for variada. A presente invenção não élimitada a roscas em cunha ou roscas que não estão emcunha, nem é a presente invenção limitada a qualquer formade rosca ou forma de cunha particular.As concretizações da presente invenção têm roscas compelo menos um ângulo de flanço variável. Nas Figuras 3A -C, uma conexão rosqueada de acordo com uma concretização dapresente invenção é mostrada. Nessa concretizaçãoparticular, o elemento pino e o elemento caixa têm roscasem cunha formadas neles. A forma de cunha varia entre umaforma de cunha aprisionada e uma forma de cunha aberta. Aforma de cunha aprisionada é uma cauda de andorinha nessaconcretização. A forma de cunha pode ser variadacontinuamente ao longo da rosca. Na concretização mostradanas Figuras 3A - 3C, as partes distais 301 e 303 têm umaforma de rosca em cauda de andorinha, significando que oflanço de introdução de pino 232, o flanço de introdução decaixa 231, o flanco de carga de pino 226 e o flanco decarga de caixa 227 são orientados a ângulos de flanconegativos. Como usado no presente relatório descritivo, umângulo de flanco negativo significa que o respectivo flancose estende para longe do centro da crista da rosca, de modoque existe uma sobreposição axial entre a crista da rosca ea raiz da rosca. O ângulo de flanco pode ser quantificadorelativo a uma linha 305, perpendicular ao eixo central daconexão rosqueada. Por exemplo, um ângulo de flanco de zerograu vai ser perpendicular ao eixo central.Seguindo com as Figuras 3A - C, os ângulos de flancopara cada flanco variam pelo comprimento da rosca nessaconcretização. Partindo da extremidade esquerda da conexão(extremidade distai do elemento caixa), cada um dos flancostem um ângulo de flanco negativo de cerca de -7 graus. Osângulos de flanco aumentam por cerca de 3 graus por passo,até que a parte intermediária da rosca, em cujo ponto osângulos de flanco são cerca de 5 graus. Após o pontointermediário, os ângulos de flanco diminuem por cerca de 3graus por passo, até a extremidade da rosca (extremidadedistai do elemento pino). Em virtude da variação nosângulos de flanco, a forma de cunha em cauda de andorinha(aprisionada) geralmente varia a uma forma de cunhatrapezoidal (aberta) e depois de volta para uma forma decunha em cauda de andorinha (aprisionada). As partes emcauda de andorinha, 301 e 303, mantêm o elemento pino 101 eo elemento caixa 102 radialmente juntos. A partetrapezoidal 302, na parte intermediária da rosca, permiteque a conexão seja mais flexível, o que pode ajudar naresistência ao encurvamento da conexão. Se toda a roscapino 106 e a rosca caixa 107 estivessem em uma forma decunha aberta, tal como trapezoidal, grandes forças radiaisvão tender a separar o elemento pino 101 e o elemento caixa102, em conseqüência da ação de formação de cunha;entretanto, a parte trapezoidal 302 é impedida de fazerisso pelas partes em cauda de andorinha 301 e 303. Aquelesversados na técnica vão considerar que a presente invençãonão é limitada a quaisquer ângulos de flanço particulares.Além disso, em algumas concretizações, os flancos de carga e os flancos de introdução podem variar a diferentes taxas.Em algumas concretizações, os flancos correspondentes doelemento pino 101 e do elemento caixa 102 podem não variarna mesma taxa, ou apenas os flancos em um elemento podemvariar. Além disso, a variação dos ângulos de flanço podem não ser constantes. Por exemplo, um ângulo de flanco deintrodução pode ser constante por uma parte da rosca edepois aumentar por cerca de 3 graus por cerca de um passo.Aqueles versados na técnica vão considerar que a presenteinvenção não é limitada pela taxa de variação dos ângulosde flanco. Em particular, qualquer variação adequada nosângulos de flanco pode ser usada.
Voltando às Figuras 4A - C, uma conexão rosqueada deacordo com uma concretização da presente invenção é mostrada. A concretização mostrada nas Figuras 4A - C é oreverso da concretização mostrada nas Figuras 3A - C.Especificamente, a rosca pino 106 e a rosca caixa 107 têmuma forma de cunha aberta nas extremidades distais 401 e403 e uma cunha aprisionada na parte intermediária 402. Emvirtude dessa disposição, a conexão rosqueada é maisflexível nas partes distais 401 e 403.
Algumas concretizações da presente invenção podemapenas variar ou no ângulo de flanco de introdução ou noângulo de flanco de carga. Um exemplo dessa concretização émostrado nas Figuras 5A - C. Na conexão rosqueada mostradanas Figuras 5A - C, os ângulos do flanco de carga de pino226 e do flanco de carga de caixa 225 variam entre cerca de-4 graus a cerca de -7 graus. Os ângulos do flanco deintrodução de pino 232 e o flanco de introdução de caixa231 são mantidos substancialmente constantes a cerca de -7graus. Da esquerda para a direita, os ângulos de flanco decarga começam a cerca de -4 graus e ficam mais negativos, auma taxa de cerca de 0,5 grau por passo, até o pontointermediário 501, em cujo ponto os ângulos de flanco decarga são cerca de -7 graus. Em torno do pontointermediário 501, os ângulos de flanco de carga começam adiminuir a uma taxa de cerca de 0,5 grau por passo,retornando para cerca de -4 graus.
A concretização mostrada nas Figuras 5A - C varia emoutro aspecto das roscas. Especificamente, o filete deflanco de introdução de ambas a rosca pino 106 e a roscacaixa 107 varia em torno de 0, 00127 cm (0, 0005 in) porpasso, enquanto que o filete de flanco de carga ésubstancialmente constante. Por conseguinte, a razão decunha da rosca pino 106 e da rosca caixa 107 também varia.Da esquerda para a direita, o filete de flanco deintrodução de pino e o filete de flanco de introdução decaixa são cerca de 0,7569 cm (0,2980 in) no primeiro passo.Até o ponto intermediário 501, o filete de flanco deintrodução de pino e o filete de flanco de introdução decaixa aumentam a cerca de 0,00127 cm (0,0005 in) por passo.Após o ponto intermediário 501, o filete de flanco deintrodução de pino e o filete de flanco de introdução decaixa diminuem a cerca de 0,00127 cm (0,0005 in) por passo.
Nas Figuras 6A - C, uma conexão rosqueada de acordocom uma concretização da presente invenção é mostrada.Nessa concretização particular, os ângulos do flanco deintrodução de pino 232 e do flanco de introdução de caixa231 variam entre cerca de -4 graus a cerca de -7 graus. Osângulos do flanco de introdução de pino 226 e do flanco deintrodução de caixa 225 são mantidos substancialmenteconstantes a cerca de -7 graus. Da esquerda para a direita,os ângulos de flanco de introdução começam a cerca de -4graus e ficam mais negativos a uma taxa de cerca de 0,5grau por passo, até o ponto intermediário 501, em cujoponto os ângulos de flanco de introdução são cerca de -7graus. Em torno do ponto intermediário 501, os ângulos deflanco de introdução começam a diminuir a uma taxa de cercade 0,5 grau por passo, retornando a cerca de -4 graus. Ofilete de flanco de introdução da concretização mostradanas Figuras 6A - C varia da mesma maneira que daconcretização mostrada nas Figuras 5A - C.
Vários processos estão disponíveis para a manufaturade conexões rosqueadas de acordo com as concretizações dapresente invenção. Em uma concretização, as roscas podemser trabalhadas a máquina usando uma ferramenta de máquinatendo um eixo de rotação, que é perpendicular ao eixo daconexão rosqueada. Um torno de quatro eixos podeproporcionar um eixo de rotação perpendicular ao eixo daconexão rosqueada. Por exemplo, um inserto de corte podeser girado durante o corte da rosca, para variar um ângulode flanco ao longo da rosca. Esse método pode ser usado emambos o elemento pino e o elemento caixa. De preferência, oeixo de rotação do inserto de corte é o centro do raio deraiz. Se o eixo de rotação for em outro local, o torno podeser programado para compensar a diferença na distânciaradial com relação ao eixo da conexão rosqueada. Aquelesversados na técnica vão considerar que as concretizações dapresente invenção não são limitadas a processos demanufatura particulares.Para as concretizações tendo roscas em cunha, osângulos de flanco variáveis podem ajudar a proporcionar umaconstituição mais determinada. Se a rosca pino e a roscacaixa tiverem ângulos de flanco que variam em uma maneiracorrespondente, a conexão rosqueada vai tender aconstituir-se com os ângulos de flanco estreitamentealinhados, de modo que há pouca ou nenhuma diferença nosângulos de flanco entre os flanços correspondentes. Porconseguinte, o torque necessário para continuar aconstituir a conexão vai aumentar mais intensamente,seguinte ao alinhamento de flanco.
Ainda que a invenção tenha sido descrita com relação aum número limitado de concretizações, aqueles versados natécnica, tendo o beneficio dessa matéria revelada, vãoconsiderar que outras concretizações podem serarquitetadas, que não se afastam do âmbito da invenção,como descrito no presente relatório descritivo.Conseqüentemente, o escopo da invenção deveria ser limitadoapenas pelas reivindicações anexadas.
Claims (6)
1. Conexão rosqueada para um conduto caracterizada pelofato de que compreende:um elemento pino compreendendo uma rosca pino tendouma crista de rosca pino, uma raiz de rosca pino, umflanco de carga de pino orientado a um ângulo deflanco de carga de pino, e um flanco de introdução depino orientado a um ângulo de flanco de introdução depino;um elemento caixa compreendendo uma rosca caixa tendouma crista de rosca caixa, uma raiz de rosca caixa, umflanco de carga de caixa orientado a um ângulo deflanco de carga de caixa, e um flanco de introdução decaixa orientado a um ângulo de flanco de introdução decaixa;em que pelo menos um do ângulo de flanco de carga de pino,ângulo de flanco de introdução de pino, ângulo de flanco decarga de caixa e ângulo de flanco de introdução de caixavaria por pelo menos uma parte da conexão rosqueada.
2. Conexão rosqueada de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que a rosca pino e a rosca caixasão roscas em cunha.
3. Conexão rosqueada de acordo com a reivindicação 2,caracterizada pelo fato de que uma forma em cunha da roscapino e da rosca caixa é aberta em uma parte selecionada eaprisionada em uma parte selecionada.
4. Conexão rosqueada de acordo com a reivindicação 3,caracterizada pelo fato de que a forma de cunha éaprisionada nas partes distais da rosca pino e da roscacaixa e aberta em uma parte central da rosca pino e darosca caixa.
5. Conexão rosqueada de acordo com a reivindicação 3,caracterizada pelo fato de que a forma de cunha éaprisionada em uma parte central da rosca pino e da roscacaixa e aberta em uma parte distai da rosca pino e da roscacaixa.
6. Conexão rosqueada de acordo com a reivindicação 2,caracterizada pelo fato de que pelo menos um de um filetede flanco de carga e de um filete de flanco de introduçãovaria em pelo menos uma da rosca pino e da rosca caixa.
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