BRPI0710193A2 - manta, e, método de fabricação de uma manta inflável - Google Patents

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BRPI0710193A2
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Joseph Pierre
Rachel Starr
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Smiths Medical Asd Inc
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Abstract

<B>MANTA, E, METODO DE FABRICAçãO DE UMA MANTA INFLáVEL<D> Uma manta térmica convectiva inflável é projetada para ter, pelo menos, uma seção em sua superficie de topo que tenha firmemente montada sobre a mesma, pelo menos, um mecanismo absorvente de fluido para absorver fluidos de uma pessoa colocada sobre a manta, ou fluidos caídos sobre a manta provenientes de outras fontes. Uma seção é configurada sobre a manta de tal maneira que forme um poço para coletar os fluidos. O mecanismo absorvente de fluido, que pode ser sob a forma de uma almofada, absorveria o fluido coletado para minimizar, desse modo, os efeitos de evaporação e resfriamento sobre o sujeito. Ao invés de montá-la sobre o topo da manta, a almofada absorvente de fluido pode ser montada no lado de baixo da manta, com furos e/ou aberturas apropriadas providos na seção de coleta de fluido, de modo que os líquidos coletados sejam drenados para dentro da almofada absorvente de fluido. Para realçar o fluxo de entrada de ar para a manta, bem como, para permitir que a manta seja dobrada de modo plano para armazenamento ou transporte, um mecanismo retentor capaz de retrair é provido na(s) porta(s) de entrada da manta. O mecanismo retentor se abre para cima em uma forma que facilita o casamento de uma mangueira de ar com a porta de entrada. Quando dobrado para sua posição colapsada, o mecanismo retentor e a porta de entrada ficariam, substancialmente, coplanares com a manta Quando configurado para a posição de aceitar a mangueira de ar, o mecanismo retentor é posicionado substancialmente ortogonal à manta.

Description

"MANTA, Ε, MÉTODO DE FABRICAÇÃO DE UMA MANTAINFLÁVEL"
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a mantas térmicas e, maisparticularmente, a uma manta térmica absorvente por cima da qual umpaciente é colocado. A invenção também se refere a uma manta térmica deperfil baixo tornada possível por meio de um novo projeto do mecanismoretentor na porta de entrada da manta.
Fundamentos da Invenção
Uma manta térmica inflável que é usada para suportar umpaciente é revelada na patente US 6.102.936. A manta da '936 tem suacamada de topo e sua camada de fundo unidas uma à outra em váriaslocalizações, unidas pontualmente. Para remover os fluidos que podem seacumular sobre a manta são providas aberturas de dreno nas localizaçõesunidas, de modo que os fluidos possam ser drenados a partir da manta porcima da mesa ou cama por cima da qual a manta é colocada e, a partir dali,presumivelmente, para uma bandeja de coleta de fluido. O uso da mantatérmica do '936, portanto, exige que a manta seja cuidadosamente colocadasobre a mesa ou cama e seja posicionada em relação a uma bandeja de coletade fluido. Alternativamente, uma bandeja de coleta de fluido pode precisar sercolocada entre a cama e a manta para coletar o fluido que é drenado a partirda manta. Desse modo, ao invés de ser capaz de usar a manta tirada direto daembalagem, determinadas preparações precisam ser feitas antes da manta da'936 poder ser usada.
Como com a maioria, se não todas, das mantas térmicas queestão disponíveis, a fim de não impedir o fluxo de ar para dentro da manta, aporta de entrada daquelas mantas são configuradas para ter uma formaparticular que freqüentemente impede as mantas de serem dobradas paraficarem substancialmente planas, exigindo, desse modo, espaço e embalagemadicionais para armazenamento e/ou transporte.
Sumário da Presente Invenção
A manta conectiva térmica subcorporal da presente invenção éadaptada para ser usada por pacientes de diferentes tamanhos, por exemplo,de adultos a bebês. A manta da invenção pode ser uma manta pediátricasubcorporal quando ela é usada por crianças ou bebês. Ao invés de drenarfluidos a partir da manta, a manta da invenção é projetada para minimizar osefeitos de evaporação e resfriamento que ocorrem quando os fluidos sãocoletados por cima da manta.
Para se conseguir isso, a manta da invenção é feita de umacamada de topo e de uma camada de fundo unidas juntas em suas respectivasperiferias e em múltiplas localizações na forma de seções. Ao invés daslocalizações unidas em ponto distintas, como revelado para a manta dapatente '936, pelo menos uma área onde a camada de topo é ligada ou unida àcamada inferior é dimensionada em uma dada largura, por exemplo, de2,54cm - 7,62 cm e, de preferência, de 5,08 cm. Essa seção se estendeestrategicamente sobre a manta de tal modo que ela não interfere com o fluxode circulação do ar aquecido na manta e a saída de ar a partir da camada detopo da manta, e em uma localização ou localizações sobre a manta onde osfluidos fluindo por cima da manta são coletados. A dimensão da seção é talque pelo menos um mecanismo absorvente de fluido, como uma almofadaabsorvente de fluido, pode ser preso a ela para absorver os fluidos que fluempara dentro daquela seção.
Ao invés de prender a almofada absorvente de fluido sobre asuperfície de topo da camada de topo ou superior da manta térmica, aalmofada absorvente de fluido pode ser presa ao lado de baixo da manta, ouseja, à superfície exposta da camada de fundo. Se presa assim, pelo menos umfuro, ou fenda, é provido na seção de coleta de fluido, de modo que quaisquerfluidos fluam por cima da seção sejam drenados diretamente para dentro daalmofada. Quando a almofada absorvente de fluido é presa ao lado de baixoda manta, não há necessidade dessa almofada absorvente de fluido serconfinada dentro da área da seção, na medida em que uma almofadaabsorvente de fluido relativamente grande pode ser presa ao lado de baixo damanta para absorver os fluidos que podem ser drenados a partir de múltiplasseções. A única exigência é que diferentes furos, orifícios ou fendas sejamprovidos nas diferentes seções, de modo que quaisquer fluidos coletadosnaquelas seções sejam drenados diretamente por cima da almofada absorventede fluido anexada ao lado de baixo da manta.
Ao invés de uma almofada que seja plana sobre suassuperfícies tanto de topo quanto de fundo, uma almofada que tenha umasuperfície superior plana e uma superfície inferior corrugada também pode serusada. Devido à formação de múltiplos canais pela superfície inferiorcorrugada dessa almofada, a área através da qual os fluidos passam paradentro da, e, são absorvidos pela almofada é aumentada.
Para as almofadas absorventes de fluido que são presas àsuperfície superior da manta, a camada de topo da almofada pode ser feita deum material hidrofóbico, enquanto a superfície de fundo da almofada, seja elaplana ou corrugada, pode ser feita de um material hidrofílico, de modo que asuperfície superior da almofada permanecerá seca no evento que ela entre emcontato com o paciente. Os fluidos coletados dentro da seção em forma depoço são absorvidos pela almofada através de sua camada hidrofílica. Pararealçar a absorção, somente uma porção da camada de fundo da almofadapode ser presa à seção em forma de poço da camada de topo da manta.
Assim, também, a camada de topo da almofada pode ser feitade um material hidrofílico, enquanto a camada de fundo pode ser feita a partirde um material hidrofóbico, desde que o paciente que repousa sobre a mantapermaneça substancialmente seco e/ou não seja afetado pela superfície detopo potencialmente úmida da almofada. Além disso, sob o mesmo cenário,ambas as camadas da almofada, de topo e de fundo, podem ser feitas dematerial hidrofílico para prover uma almofada que seja adaptável paraabsorver fluidos de todos os lados.
A manta térmica inflável da invenção sobre a qual um pacienteé posicionado, portanto, compreende: uma camada de topo permeável a arpara receber o sujeito, uma camada de fundo unida em sua periferia à camadade topo e seletivamente unida à camada de topo em diferentes seções paraformar uma estrutura inflável onde porções das camadas de topo e de fundonão unidas formam áreas alvo que são infláveis, pelo menos uma porta deentrada abrindo-se para dentro da abertura da estrutura inflável, e meiosabsorventes de fluido providos, pelo menos, a qualquer uma dentre a camadade topo ou a camada de fundo. Além disso, os meios absorventes de fluidopodem ser anexados de modo fixo a uma das áreas unidas ou uma das seçõesunidas no topo da camada de topo que forma um poço para coletar os fluidos.
A invenção também se refere a uma manta inflável, sobre aqual um sujeito é posicionado, que inclui uma camada de topo permeável parareceber o sujeito, uma camada de fundo unida em sua periferia à camada detopo e seletivamente unida à camada de topo em diferentes seções para formaruma estrutura inflável onde porções das camadas de topo e de fundo nãounidas formam áreas em forma de bolsa que são infláveis, pelo menos umaporta de entrada se abrindo para dentro da estrutura inflável, pelo menos umase abrindo em pelo menos uma das seções para estabelecer um furotranspassante a partir da camada de topo através da camada de fundo, e meiosabsorventes de fluido providos, tanto de modo fixo quanto não-fixo, ao ladode baixo da camada de fundo da manta para absorver o fluido drenado a partirda camada de topo.
A invenção refere-se adicionalmente a um método de controlara temperatura de um paciente que compreende as etapas de: posicionar osujeito sobre uma manta inflável tendo uma camada de topo permeável a arpara receber o sujeito e uma camada de fundo unida em sua periferia àcamada de topo e seletivamente unida à camada de topo em diferentes seçõespara formar uma estrutura inflável onde porções das camadas de topo e defundo não unidas formam áreas em forma de bolsa que são infláveis,passando ar de temperatura regulada a partir da camada de topo para o sujeitoinflando-se a estrutura, e provendo meios absorventes de fluido sobre o topoda camada de topo para absorver fluido a partir do sujeito ou de qualqueroutra fonte.
Outra invenção revelada aqui se refere à porta de entrada e,mais especificamente, ao retentor provido na mesma ao qual a mangueira dear para inflar a manta é casada. O retentor é um retentor capaz de retrair que,quando ajustado para sua posição de colapso, configura a manta para umaestrutura substancialmente plana que pode ser prontamente dobrada em umaembalagem elegante para transporte e armazenamento.
Para capacitar a porta retentora a retrair para, desse modo,permitir à manta ser dobrada em uma estrutura substancialmente plana, demodo a executar uma manta de perfil baixo, a porta de entrada da invençãotem uma folha retentora que tem pelo menos uma linha de curvatura oumarcada que se estende ao longo da folha em uma direção e orientação quepermite à folha ser dobrada ao longo de uma borda da manta, de modo que,uma vez curvada, a folha retentora se dobraria em sua linha de curvatura aolongo da periferia da manta. A folha retentora é adicionalmente formada parater uma vedação ou um tampão que seja fixado de modo removível à folha. Sea vedação não for removida, o ar não passa através da folha retentora.Portanto, a porta de entrada atua como se ela não existisse. Para o uso, a folharetentora é desdobrada ao longo de sua linha de curvatura, de modo a serachatada. Tanto se puncionando quanto se removendo a vedação não-permanente da folha retentora, é formado um orifício alinhado com umaabertura para dentro da manta na folha retentora para permitir à porta deentrada aceitar uma mangueira de ar através da qual ar de temperaturaregulada possa ser inserido na manta para inflar a mesma.
Para realçar o endireitamento ou achatamento da folharetentora a partir de sua posição dobrada ou colapsada para sua posição deentrada para aceitar a mangueira de ar, pelo menos duas linhas deencurvamento ou delineadas podem ser providas sobre a folha retentora,possivelmente em paralelo à, mas, em lados opostos, à linha de encurvamentocentral, de modo que a folha retentora possa ser dobrada ao longo das duaslinhas de curvatura adicionais para formar uma configuração em forma demeia-caixa para facilitar a inserção da mangueira de ar na porta de entrada damanta. Quando em sua posição de entrada, a folha retentora ésubstancialmente ortogonal ao plano onde a estrutura de manta repousa.
Quando em sua posição colapsada, a folha retentora repousa de modosubstancialmente co-planar com a estrutura de manta.
Asas podem ser estendidas a partir da folha retentora, comvazios apropriados ou orifícios nas mesmas para capacitar a porta de entrada aatuar como uma ancora para travar as mangueiras de ar que são equipadascom abas de travamento.
A presente invenção, portanto, também se refere a uma mantacompreendendo: uma camada de topo, uma camada de fundo ligada à camadade topo pelo menos nas respectivas periferias das camadas para formar umaestrutura inflável, pelo menos uma abrindo-se para dentro da estrutura, e umretentor ligado à abertura adaptado para aceitar uma mangueira de entrada dear, onde o retentor compreende uma folha que inclui pelo menos uma linha decurvatura que se estende através da folha para capacitar a folha a ser dobradaao longo de uma linha de curvatura, de modo que a folha dobrada repousariasubstancialmente ao longo do plano onde a estrutura de manta repousa.
Ao invés de uma linha, a folha retentora pode ter uma seçãoenfraquecida se estendendo ao longo da mesma que permite à folha serdobrada como se houvesse uma linha de curvatura ou marcada. Nesteexemplo, a invenção refere-se a uma manta inflável que compreende: umacamada de topo e uma camada de fundo ligadas juntas pelo menos em suasrespectivas periferias para formar uma estrutura inflável, pelo menos umaabertura dentro da estrutura e um retentor ligado à abertura adaptada paraaceitar uma mangueira de ar de entrada. O retentor compreende uma folhaque inclui uma seção enfraquecida se estendendo longitudinalmente ao longodo comprimento da folha, de modo a permitir à folha repousar de modosubstancialmente co-planar com a estrutura de manta quando a folha édobrada ao longo da seção enfraquecida, e repousar substancialmenteortogonal à estrutura de manta quando a folha não estiver dobrada ao longo daseção enfraquecida.
Descrição Resumida das Figuras
A presente invenção se tornará visível e será mais bementendida por meio da referência à descrição a seguir da invenção tomada emconjunto com os desenhos anexos, onde:
a Figura 1 é uma vista de topo de uma manta térmica conectivainflável da presente invenção;
a Figura 2 é uma vista em seção transversal em semi-perspectiva de uma seção da manta com uma almofada absorvente de fluidopresa a mesma;
a Figura 3 é uma vista em seção transversal de um diferentemodo de realização de uma almofada absorvente de fluido presa a uma seçãoligada da manta térmica da invenção;
a Figura 4 é um terceiro modo de realização ilustrando umaalmofada absorvente de fluido presa ao lado de baixo de uma manta térmica;
a Figura 5 mostra a manta térmica da presente invenção comuma porta de entrada para casar com uma mangueira de ar;
a Figura 6 é uma vista plana da folha retentora inventiva dapresente invenção;
a Figura 7 é uma vista em perspectiva ilustrando a relação deuma mangueira de ar e da folha retentora da presente invenção;
a Figura 8 é uma vista lateral mostrando o casamento de umamangueira de ar à folha retentora da presente invenção;
a Figura 9 é uma vista em perspectiva ilustrando outro tipo demangueira de ar em relação à folha retentora da presente invenção; e
a Figura 10 mostra o acoplamento da mangueira de ar daFigura 9 à folha retentora da presente invenção.
Descrição Detalhada da Invenção
Com referência à Fig. 1, nela está mostrada uma manta térmicaconvectiva inflável 2 tendo uma estrutura configurada para ter uma porção decabeça 4 e uma porção de corpo 6 em cima da qual um paciente, como, porexemplo, um bebê, pode ser colocado. O paciente é suportado pela camada detopo ou superior 8, como mostrado na Fig. 2, que é unida a uma camada defundo ou inferior 10, nas periferias respectivas 12, das camadas de topo e defundo. A camada de topo 8 é unida, adicionalmente, à camada de fundo 10 emlocalizações ou seções diferentes como, para o exemplo, 14 e 16. Em adição,para a manta da invenção, uma seção 18, exemplificativa, que tenha umadimensão mais larga do que aquelas das seções 14 e 16 une a camada de topo8 à camada de fundo 10. Para a manta da invenção, as seções 14 e 16 sãoformadas, cada uma delas, em uma configuração particular, com asextremidades respectivas de cada uma das seções mostradas como tendo umaconfiguração em ponto circular. Esta extremidade em pontos circular, quepode igualmente ter quaisquer outras configurações, provê alívio de esforçopara estas seções. Assim, os batentes terminais 14a e 14b da seção provêmalívio de esforço para a seção 14. O mesmo é verdadeiro em relação à seção16, na qual, os batentes terminais 16a e 16b provêm, do mesmo modo, alíviode esforço para a seção 16.Para aquelas porções da manta que não são unidas, sãoformadas áreas em forma de bolsa que inflam quando ar é insuflado na manta.Algumas daquelas áreas da manta incluem uma pluralidade de furos 20,através dos quais ar de temperatura regulada, na manta, poderia serdirecionado para o, e, desse modo, regular a temperatura do paciente. Comomostrado, conjuntos de furos 20a e 20b são providos sobre a seção 8,enquanto conjuntos de furos 20c são providos na área em forma de bolsacircundada pela seção 18. Além disso, há uma pluralidade de conjuntos defuros 20d, 20e e 20f providos na camada de topo 8, adjacente às seções 14 e16. Além disso, dois conjuntos de furos 20g e 20h são providos ao redor daseção de cabeça 4, da manta. Entretanto, deve-se notar que, a manta dapresente invenção, não está limitada à configuração dos furos como mostradona Fig. 1, nem no que diz respeito ao assunto da configuração das seçõesmostradas. A coisa importante para a manta da invenção é que haja, pelomenos, uma seção, com exceção da periferia da manta, na qual a camada detopo 8 é unida à camada de fundo 10. Além disso, a fim de que a manta possasuportar um paciente como um bebê, a manta é projetada para ter uma porçãode cabeça e uma porção de corpo. Entretanto, para alguns pacientes, a porçãode cabeça pode não ser necessária, uma vez que a porção de corpo pode,muito bem, ser estendida longitudinalmente para prover suporte para a cabeçado paciente adulto.
De modo que a cabeça do paciente permaneça parada quandocolocada sobre a manta, para o modo de realização mostrado na Fig. 1, aseção de cabeça 4 é composta por várias seções concêntricas, com a seção decabeça central 4a, sendo circundada pelas seções 4b, 4c e 4d. No caso de nãoser desejável entrada de ar para a porção de cabeça da manta, a camada detopo 8 é unida ou ligada à camada de fundo 10, da manta, nas seções decabeça 4b e 4d, de modo que não haja nenhuma entrada de ar para a porção decabeça da manta 4.A manta 2 é projetada para ser inflada com o pacienterepousando sobre ela. Além disso, a manta 2 é projetada para assegurar que osfluidos do paciente, ou de qualquer outra fonte(s), não afetemsubstancialmente a temperatura do paciente. Para isso, os inventoresdescobriram que, projetando a manta para ter, pelo menos, uma seção de umadada dimensão e, colocando ou prendendo nesta seção, meios absorventes defluidos, os fluidos do paciente ou de qualquer outra fonte serão absorvidospelos meios absorventes de fluidos, de modo que a temperatura do paciente,como regulada pela manta, não seja afetada adversamente, de maneirasubstancial, pela presença do fluido. Assim, a manta 2 da invenção éprojetada para minimizar os efeitos que a evaporação e resfriamento dosfluidos coletados sobre a manta possam ter em um paciente.
Para a manta da invenção, as camadas de topo e de fundo, cadauma delas, podem ser feitas de material branco de polipropileno não tecido nosentido do giro, 30,5g/m2. A camada de topo 8, e a camada de fundo 10,podem ter revestimento de extrusão sobre elas, um revestimento branco depolietileno de baixa, para impedir que o líquido passe através delas. A camadade topo 8 é uma camada permeável ao ar devido aos furos executados namesma.
Como mostrado adicionalmente na Fig. 1, a manta 2 temvárias portas de entrada, por exemplo, 22 e 24, nas porções de pé e cabeça,respectivamente. Todas estas portas de entrada 22 e 24 são iguais. Éimportante notar que, apenas uma dessas portas, precisa ser usada em umdeterminado momento. A explicação relacionada a essas portas de entrada 22e 24 será apresentada abaixo em relação ao mecanismo retentor da invençãoque é uma parte de cada uma das portas de entrada. Mesmo que haja apenasduas portas de entrada mostradas no modo de realização da Fig. 1, pelo menosuma, ou portas de entrada adicionais, podem ser, de modo concebível,providas às mantas térmicas infláveis como a manta 2, mostrada na Fig. 1.As abas 26a e 26b são extensões da manta 2 que podem serusadas para colocar ou, montar, mais seguramente, a manta 2 sobre uma mesaou cama.
Em referência à Fig. 2, que mostra a seção 2-2 da Fig. 1, comoexplicado previamente, a camada de topo 8 é unida à camada de fundo 10 paraformar uma seção 18. Para a manta da invenção, a seção 18 pode serconfigurada para ter uma largura, como indicado pela designação 28, quepode estar em qualquer ponto entre l,27cm e aproximadamente 10,16cm.
Para o modo de realização preferido, a seção 18 tem uma largura 28 deaproximadamente 5,08cm. Além disso, como discutido previamente, naquelasporções da manta onde a camada superior 8 não está unida à camada de fundo10, são formadas áreas em forma de bolsa, como 30a e 30b, como mostradona Fig. 2. A entrada de ar de temperatura regulada na manta escaparia dacamada superior 8, permeável ao ar, através dessas bolsas de ar 30. Pararealçar a saída do ar, furos 20, estrategicamente colocados, são providos nacamada superior 8 para dirigir ar de temperatura regulada para o paciente queestá deitado sobre o topo da manta 2.
Como mostrado adicionalmente na Fig. 2, uma almofadaabsorvente de fluido, exemplificativa, está presa na superfície de topo dacamada de topo 8, na seção 18. A almofada absorvente 32, para o modo derealização mostrado, inclui uma camada superficial de topo 32a, uma camadasuperficial de fundo 32b e uma camada intermediária 32c imprensada pelacamada de topo 32a e pela camada de fundo 32b. As camadas de topo e defundo 32a e 32b podem, também, ser consideradas como coberturas para acamada 32c. Para assegurar que o paciente não entre em contato com umasuperfície úmida, a camada de topo 32a, da almofada 32, pode compreenderuma folha do material hidrofóbico que pode ser feita de um material depolipropileno branco não tecido no sentido do giro tendo, um lado revestidopor extrusão, um revestimento de polietileno de baixa densidade. A camadade fundo 32c, da almofada 32, por outro lado, pode compreender um materialde polipropileno não tecido no sentido do giro sem revestimento. Ou seja, acamada de fundo 32c, da almofada 32, pode ser um material hidrofílicoadaptado para absorver fluidos. A camada 32c, do material imprensado pelacamada de topo 32a e pela camada de fundo 32c, da almofada 32, é ummaterial absorvente de fluido que pode incluir, por exemplo, algodão, outrosmateriais fibrosos, ou um material feito de fibras de celulose de altodesempenho e um polímero super absorvente (SAP). Um exemplo dessematerial de fibras de celulose e polímeros absorventes que pode ser usadopara a camada 32c, da almofada absorvente de fluido 32, é o núcleoabsorvente NovaThin produzido por Rayonier Inc., que tem sua matriz, nosEstados Unidos, em Jacksonville, Florida. A almofada absorvente de fluido32 pode ser, por exemplo, presa na seção 18 por adesão, usando-se, porexemplo, um adesivo incluindo, por exemplo, cola e/ou tiras adesivas nãoafetadas por fluido.
Embora a almofada absorvente de fluido 32, exemplificativa,mostrada na Fig. 2, seja revelada para ter uma camada de topo hidrofóbica euma camada de fundo hidrofilica, deveria ser apreciado que, na prática, aconfiguração inversa pode ser usada, ou seja, a camada de topo sendo acamada hidrofilica e a camada de fundo sendo hidrofóbica. Além disso,contanto que o paciente que repousa sobre a manta permaneçasubstancialmente seco, e/ou não seja afetado, a almofada absorvente de fluido(por exemplo, quando as porções infladas da manta levantam o corpo dopaciente, alto o bastante, para fora da seção almofadada, de modo que opaciente não entre em contato com a camada de topo da almofada absorventede fluido), ambas as camadas, ou superfícies de topo ou fundo da almofadaabsorvente de fluido, podem ser feitas de material hidrofílico, de modo que osfluidos possam ser absorvidos pela almofada absorvente de fluido, emqualquer ângulo, ou de todos os lados.Quando a manta 2 é inflada, uma vez que a camada superior 8tende a se estender na direção como indicado pela seta direcional 34, e que aseção 18 esteja mais baixa do que as porções infladas da manta, os fluidos dopaciente, e de outras fontes, são coletados no vale ou poço estabelecido pelaseção 18. Estes fluidos são, então, absorvidos pela almofada absorvente 32, nadireção como indicado pelas setas direcionais 36, isto é, em lados diferentesda porção 32c, bem como, pela camada de fundo 32b. Mesmo que todos osquatro lados da almofada 32 sejam mostrados como estando abertos para acamada 32c, na prática, a camada de topo 32a pode ser unida diretamente àcamada de fundo 32b, em suas bordas respectivas, semelhante a, por exemplo,uma embalagem vedada, de modo que os fluidos escoem para dentro, e sejamabsorvidos pela porção 32c, da almofada, através da camada de fundohidrofílica 32b. Alternativamente, os lados não longitudinais da almofada 32podem não ser vedados, de modo que os fluidos possam ser prontamenteabsorvidos pela camada 32c, via lados transversais da almofada 32, comomostrado pelas setas direcionais 36a na Fig. 2. Assim, também, se a espessurada almofada 32 vis a vis com as porções infladas da manta 2 seja tal que, opaciente que está sendo suportado pela manta 2, não entre o contato com asuperfície de topo da almofada 32, então, a almofada 32 pode ser configuradapara ter uma camada de topo hidrofílica 32a, além de uma camada inferiorhidrofílica 32b, de modo que os fluidos também possam ser absorvidos pelaalmofada 32, através de sua camada de topo 32a.
A Fig. 3 ilustra um tipo diferente de almofada absorvente defluido que pode ser usado para realçar a capacidade de absorção de fluido damanta da invenção. Componentes da Fig. 3 que sejam os mesmos das Figs. 1e 2 são numerados igualmente. Em particular, a almofada absorvente defluido 38, do modo de realização da Fig. 3, é igualmente presa na seção 18 damanta da invenção. Em vez da almofada 32, de forma substancialmenteretangular mostrada na Fig. 2, a almofada absorvente de fluido 38 é umaalmofada tipo "gussê" tendo uma camada de topo 38a e uma camada inferior38b, que se estende para a camada de topo 38a, por meio de dois lados 38b1.Como mostrado, a camada inferior 38b, da almofada 38, tem uma formacorrugada de modo que, canais ou ranhuras múltiplas, como, por exemplo, oscanais 40a-40d, possam ser formados entre a superfície de fundo, da camadade fundo 38b, da almofada 38, e a superfície de topo da camada de topo 8, damanta: Igual ao modo de realização anterior, a camada de topo 38a pode serfeita de um material hidrofóbico que mantenha sua secura, enquanto a camadade fundo 38b pode ser feita de um material hidrofílico que permita que osfluidos passem através dele. Alternativamente, a camada de topo 38a pode serhidrofílica enquanto a camada de fundo38b pode ser hidrofóbica, ou ambas, acamada de topo 38a e a camada de fundo 38b podem ser hidrofílicas.
Envolvido pelas camadas 38a e 38b está o material absorventede fluido mencionado anteriormente, por exemplo, fibras de celulose de altodesempenho e material de polímero super absorvente (SAP) NovaThin, queabsorve eficazmente os líquidos que podem ser coletados sobre a seção 18, damanta. A almofada 38 é unida, ou presa, na camada de topo 8 da manta porqualquer um, ou mais, dos pontos de contato 42, mostrados. Assim, uma vezque a camada de fundo 38b provê uma superfície corrugada, a área adaptadapara ser exposta aos fluidos é, conseqüentemente, aumentada para a almofadaabsorvente de fluido 38, do modo de realização da Fig. 3. Sendo este o caso, aalmofada absorvente de fluido 38 pode ser capaz de absorver fluidos, em umavelocidade mais rápida do que a almofada mostrada na Fig. 2. Os fluidos sãomostrados para ser absorvidos pela camada 38c, através da camada 38b, pelassetas direcionais 39.
A Fig. 4 mostra, ainda, outro modo de realização da almofadaabsorvente de fluido da presente invenção. Como antes, os componentes parao modo de realização da Fig. 4 que sejam os mesmos que os dos modos derealização explicados previamente, são rotulados iguais. Para o modo derealização da Fig. 4, em vez de prender os meios absorventes de fluido, comouma almofada absorvente de fluido, sobre o topo da camada superior 8 damanta, os meios absorventes de fluido são presos na superfície inferior dacamada de fundo 10, da manta. Como mostrado, a almofada absorvente 44 éunida firmemente à camada de fundo 10 por algumas porções de sua camadade topo 44a, que é unida à sua camada de fechamento 44b. Para a almofadaabsorvente de fluido 44, a camada 44a é uma camada hidrofílica através daqual o fluido pode passar e ser absorvido pelo material na camada 44c, daalmofada. Alternativamente, a porção da camada de topo 44a, designada 44a1pode ser removida da camada 44a, de modo que os líquidos coletados sobre aseção 18 possam fluir diretamente para dentro do material 44c, da almofada44. Para realçar a drenagem do líquido para dentro da almofada absorvente defluido 44, várias aberturas ou fendas como 46a a 46c podem ser executadas naseção 18. Como antes, a camada 44c, da almofada 44, pode ser um materialcomo o NovaThin mencionado acima. Para o modo de realização da Fig. 4,conseqüentemente, em vez de absorver diretamente líquido sobre a área depoço criada pela seção 18, os líquidos coletados são drenados para ummaterial absorvente de fluido que está montado no lado de baixo da manta.
Note-se que, mesmo que a almofada 44 seja mostrada exageradamente comosendo mais espessa e cubra apenas uma área um pouco maior do que a seção18, na prática, a almofada 44 pode ser uma almofada muito mais fina, seestendendo através de uma porção maior, se não por toda a camada de fundo10, da manta.
Pode haver uma pluralidade de meios absorventes de fluidounidos firmemente à seção 18 e/ou a algumas outras seções, esses meiossendo a almofada 32, mostrada no modo de realização da Fig. 2, ou aalmofada 38, mostrada no modo de realização da Fig. 3. Isto está ilustrado naFig. 1, onde uma pluralidade de almofadas absorventes de fluido, designadas,por exemplo, por 32a-32d, estão montadas separadamente na seção 18, sobrea camada de topo 8, da manta 2. Embora uma pluralidade de almofadasabsorventes de fluido seja mostrada, deve ser apreciado que a seção 18poderia ser totalmente carregada com os tipos de materiais absorventes defluidos como descrito acima; ou, alternativamente, um número maior oumenor de almofadas, do que aquele mostrado na Fig. 1 pode ser preso naseção 18, e/ou em quaisquer outras seções similarmente dimensionadas damanta.
Além disso, embora mostrada como localizada na porção decorpo 6 da manta 2, a seção 18, ou qualquer outra seção ou seções, pode, defato, se estender em direção à manta 2, ou prover a porção de cabeça 4 damesma, com a(s) almofada(s) absorvente(s) de fluido apropriada(s),adicionada(s) à mesma. Além disso, em vez de uma única seção como a 18,mostrada na Fig. 1, várias seções separadas, não contatadas, similares à seção18, podem ser providas sobre a manta da invenção, contanto que essas seçõessejam dimensionadas de acordo com o explicado acima, de modo que materialabsorvente de fluido, apropriado, possa ser preso ou montado sobre asmesmas, para absorver fluidos do paciente ou de outras fontes que possam sercoletados naquelas seções, em forma de poço, da manta. Como para o modode realização mostrado na Fig. 4, seções diferentes, com furos ou fendasapropriados executados sobre as mesmas, podem ser formadas sobre a mantapara prover trajetos de fluido, por meio dos quais, os fluidos possam serdrenados das diferentes seções para a almofada absorvente de fluido presa naparte traseira ou no lado de baixo da manta.
Uma segunda invenção é revelada pelas Figs. 5-10.Componentes nas Figs. 5-10 que sejam os mesmos que aqueles explicados nasFigs. 1-4 são rotulados iguais.
Como mostrado na Fig. 5, a porta de entrada 22, da manta 2, écasada com uma mangueira de ar 48, que, por sua vez, é conectada por umatubulação 50 a um ventilador de ar, não mostrado, como bem conhecido.Igualmente, é bastante conhecido, que o ar de temperatura regulada, como araquecido, é insuflado para a manta 2, como indicado pelas setas direcionais52. Na Fig. 5, a porta de entrada 24 é mostrada como não sendo utilizada.
Com referência às Figs. 1 e 5 e com referência particular à Fig.6, deve ser notado que cada uma das portas de entrada 22, 24 está equipadacom uma folha retentora 54. A folha retentora 54 pode ser feita de um papelãode grau médico, plástico, ou de qualquer outro material que seja capaz de serflexionado ou dobrado. Como mostrado, a folha 54 tem um corpo principal 56tendo uma porção central 58 que é presa, de modo removível, à porção decabeça 56, por uma linha de corte circular, contínua 60 e por uma pluralidadede linhas de corte menores 62, que se estendem para fora da linha de cortecircular 60. Para o modo de realização da Fig. 6, embora não crítico para ainvenção, duas asas 64a e a 64b se estendem, opostamente, a partir do corpo56, da folha 54. Cada um das asas 64a, 64b tem um entalhe 66a, 66b,respectivamente, que são usados para encaixar com abas de travamentocorrespondentes, como as abas 68, que são montadas em uma mangueira de ar48. Ver Fig. 10. A folha 54 é dimensionada para permitir que ela seja unidaou ligada a uma abertura da manta, identificada, por exemplo, como 70 naFig. 1, de modo que quando a porção central 58 é removida da folha 54, aabertura 70 proveja uma entrada, por meio da qual, ar pode ser insuflado namanta. A folha 54, como usada com a abertura de entrada da manta 2, podeser referida como uma folha retentora.
Como mais bem mostrado na Fig. 6, a folha retentora 54 temuma linha de curvatura ou marcada central 72 que se estendelongitudinalmente na direção como indicado pelas setas direcionais 74, aolongo do corpo 56, incluindo a porção removível 58. A linha de curvatura 72permite que a folha 54 seja dobrada ou encurvada, como indicado pela folha54, na porta de entrada 24, mostrada na Fig. 5. Duas linhas de curvatura, oumarcadas, adicionais 76a e 76b, cada uma delas correndo paralela à, mas emum ou outro lado da linha 72, se estendem, igualmente, através do corpo 56,ao longo da direção indicada pelas setas direcionais 74. As linhas de curvatura76a e 76b provêm à folha 54 a flexibilidade de ser dobrada ou encurvada emuma configuração em forma de semi-caixa, como a mostrada pela folha 54, naporta de entrada 22, da Fig. 5, de modo que a folha retentora54 sejaposicionada substancialmente ortogonal ao plano onde a estrutura da manta 2repousa.
Por outro lado, como mostrado pela folha retentora 54, naporta 24, visto não haver nenhuma necessidade de que uma mangueira de arseja introduzida nessa porta de entrada, a folha retentora 54 permanecedobrada, ou em sua posição colapsada, de modo que permaneça em umarelação substancialmente co-planar com a estrutura geral, isto é, fique maisperto do, ou substancialmente ao longo, do mesmo plano que a manta. Assim,desdobrando-se a folha 54, da posição mostrada na porta de entrada 24, para aposição mostrada na porta de entrada 22, da Fig. 5, e dobrando-se,adicionalmente, a folha 54 nas linhas 76a, 76b, de modo que as porções 56a e56b do corpo 56 sejam substancialmente dobradas em ângulo reto, em relaçãoao corpo principal 56, uma forma em forma de semi-caixa que amolde a folha54 para ser mais bem adaptada para receber a mangueira de ar 48 pode serexecutada. Para permitir que as asas 64 possam ser dobradas de modo que osentalhes 66 possam ser encaixados com as abas de travamento respectivas 68mostradas na Fig. 10, são providas linhas de curvatura, ou marcadas,adicionais, 78a e 78b, nas junções correspondentes, onde as asas 64a e 84b,respectivamente, se estendem do corpo 56 da folha retentora 54.
A colocação da folha retentora 54, em cima da manta 2, paraformar a porta de entrada, por exemplo, a porta de entrada 24, mostrada emFig. 5, é feita de modo que a folha retentora 54 possa ser dobrada, oucolapsada, junto com a manta 2, em uma forma substancialmente plana para afinalidade de armazenamento ou transporte. Para melhor conseguir acapacidade de retrair desejada, a folha retentora 54 é ligada à periferia damanta, como na periferia 12, de modo que a folha retentora 54 possa serdobrada na linha de curvatura 72, que é mostrada como nivelada com aporção de periferia 12a, nas Figs. 1 e 5.
Embora, acima, as seções onde a folha 54 pode ser dobradasejam referidas como linhas de curvatura, ou marcadas, seria apreciado queessas linhas de curvatura, ou marcadas, pudessem, na realidade, ser seçõesenfraquecidas que, similarmente, permitiriam que a folha 54 fosse dobrada ouencurvada, como explicado acima.
A Fig. 7 mostra, em perspectiva, a vista da folha retentora demangueira 54, em relação à mangueira de ar 48, após a porção 58 ter sidoremovida da folha 54, e depois da folha 54 ter sido desdobrada para a posiçãoem que é substancialmente ortogonal ao plano da manta, de modo que amangueira de ar 48 possa ser prontamente introduzida na abertura 70. Com aslinhas de corte 62 providas no corpo 56 a inserção da mangueira 48 naabertura 70, da manta, é facilitada, uma vez que, a abertura 70, pode seralargada, por dobramento das linhas de corte 62 para aceitar a porção 48a e afarpa 48b da mangueira de ar 48. Devido à farpa 48b ter um diâmetro maiordo que a porção de entrada 48a, uma vez que a farpa 48b entra e passa pelolábio da abertura 70, por ser a forma da abertura 70 afetada pelas linhas decorte 62, a mangueira de ar 48 é casada firmemente com a folha retentora 54,e, conseqüentemente, com a porta de entrada da manta. Somente com umaforça predeterminada a mangueira de ar 48 poderia ser removida da abertura70. Um anel externo 48c, na porção de topo da mangueira de ar 48, impedeque ela seja introduzida além do necessário para dentro da abertura 70.
A Fig. 8 mostra a mangueira de ar 48 sendo corretamentecasada com a folha retentora de mangueira 54.
A Fig. 9 ilustra uma mangueira de ar 48 equipada com abas detravamento 68 que são encaixáveis nos entalhes 66, do retentor de mangueira54.
A Fig. 10 mostra o casamento da mangueira de ar 48 com oretentor de mangueira 54, e o travamento das abas 68 nos entalhes 66 de umadas asas 64, como explicado acima.
As invenções como reveladas acima estão sujeitas a muitasvariações, modificações e mudanças em detalhe. Assim, pretende-se que todasas matérias descritas nesta especificação e mostradas nos desenhos anexossejam interpretadas, apenas, como ilustrativas e não em um sentido limitativo.Conseqüentemente, pretende-se que as invenções sejam limitadas apenas peloespírito e escopo das reivindicações anexadas às mesmas.

Claims (20)

1. Manta, caracterizada pelo fato de compreender:uma camada de topo;uma camada de fundo ligada à mencionada camada de topo,nas, pelo menos, periferias respectivas das camadas para formar uma estruturainflável;pelo menos uma abertura dentro da mencionada estrutura; eum retentor, ligado à abertura, adaptado para aceitar umamangueira de entrada de ar, onde o mencionado retentor compreende umafolha que inclui, pelo menos, uma linha de curvatura que se estende através damencionada folha, para permitir a mencionada folha seja dobrada ao longo damencionada uma linha de curvatura, de modo que a folha dobrada fique maisperto do, ou substancialmente ao longo, do plano onde repousa a mencionadaestrutura.
2. Manta de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelofato da mencionada folha, quando desdobrada, se encontre em um plano queseja substancialmente ortogonal ao plano da mencionada estrutura.
3. Manta de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelofato do mencionado retentor compreender uma abertura em alinhamento coma mencionada abertura dentro da mencionada estrutura, a mencionadaabertura sendo vedada, não permanentemente, por uma porção removível damencionada folha que, após a remoção da mencionada folha, permite que amencionada mangueira seja introduzida dentro da abertura da mencionadaestrutura.
4. Manta de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelofato da mencionada linha de curvatura se estender através da mencionadafolha se estendendo, igualmente, através da mencionada porção removível.
5. Manta de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelofato da mencionada linha de curvatura ser alinhada ao longo de uma seção deuma periferia da mencionada estrutura, de modo que, uma vez a mencionadafolha seja dobrada ao longo das linhas, a borda dobrada da mencionada folhaesteja nivelada com a seção de periferia da mencionada estrutura.
6. Manta de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelofato da mencionada folha compreender, pelo menos, uma asa dobrável emângulo reto em relação à mencionada folha, que inclui um entalhe parapermitir que uma mangueira equipada com uma farpa de acoplamento sejaunida firmemente ao mencionado retentor.
7. Manta de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelofato da mencionada folha compreender duas linhas de curvatura adicionais seestendendo paralelas ao, e ao longo de um ou outro lado da mencionada umalinha de curvatura, onde quando a mencionada folha não estiver dobrada aolongo da mencionada linha de curvatura, a mencionada folha possa serdobrada ao longo de cada uma das linhas de curvatura adicionais paraconfigurar o mencionado retentor para uma forma melhor adaptada parareceber a mencionada mangueira.
8. Manta de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelofato da mencionada folha ser feita de papelão ou plástico.
9. Manta inflável, caracterizada pelo fato de compreender:uma camada de topo e uma camada de fundo ligadas juntas,pelo menos, em suas periferias respectivas, para formar uma estruturainflável;pelo menos uma abertura dentro da mencionada estrutura; eum retentor, ligado à abertura, para aceitar uma mangueira deentrada de ar, o mencionado retentor compreendendo uma folha que inclui,pelo menos, uma seção enfraquecida se estendendo longitudinalmente atravésdo comprimento da folha para permitir que a mencionada folha fique maisperto da, ou substancialmente co-planar com a mencionada estrutura quando amencionada folha é dobrada ao longo da mencionada uma seçãoenfraquecida, e fique substancialmente ortogonal à mencionada estruturaquando a mencionada folha não estiver dobrada ao longo da mencionada umaseção enfraquecida.
10. Manta de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelofato da mencionada folha compreender uma abertura, em alinhamento com amencionada abertura dentro da mencionada estrutura, a mencionada aberturasendo vedada, não permanentemente, por uma porção removível damencionada folha que, após a remoção da mencionada folha, permite que amencionada mangueira seja introduzida na abertura da mencionada estrutura.
11. Manta de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelofato da mencionada uma seção enfraquecida ser alinhada ao longo de umaseção de uma periferia da mencionada estrutura, de modo que, uma vezdobrada a mencionada folha ao longo da mencionada uma seçãoenfraquecida, a borda dobrada da mencionada folha esteja nivelada com aseção de periferia da mencionada dita estrutura.
12. Manta de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelofato da mencionada folha compreender, pelo menos, uma asa dobrável emângulo reto em relação à mencionada folha que inclui uma abertura parapermitir que uma mangueira equipada com uma farpa de acoplamento possaser unida firmemente ao mencionado retentor.
13. Manta de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelofato da mencionada folha compreender duas outras seções enfraquecidas seestendendo paralelas a, e ao longo de um ou outro lado da mencionada umaseção enfraquecida, onde, quando a mencionada folha não estiver dobrada aolongo da mencionada uma seção enfraquecida, a mencionada folha pode serdobrada ao longo de cada uma das mencionadas outras seções enfraquecidaspara configurar o mencionado retentor para uma forma melhor adaptada parareceber a mencionada mangueira.
14. Manta de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelofato da mencionada folha ser feita de papelão ou plástico.
15. Manta térmica inflável, caracterizada pelo fato decompreender:uma camada de topo e uma camada de fundo ligadas juntas,pelo menos, em suas periferias respectivas, para formar uma estruturainflável; eum porta de entrada dentro da mencionada estrutura, amencionada porta de entrada incluindo um retentor adaptado para aceitar umamangueira de entrada de ar, o mencionado retentor incluindo uma linha decurvatura se estendendo longitudinalmente através de seu comprimento e duasoutras linhas de curvatura cada uma delas correndo paralela ao longo, mas noslados respectivos da mencionada linha de curvatura, o mencionado retentorcapaz de retrair para ficar substancialmente co-planar com mencionadaestrutura, quando dobrado ao longo da mencionada linha de curvatura, e, paraficar substancialmente ortogonal à mencionada estrutura, quando não dobradoao longo da mencionada linha de curvatura.
16. Manta térmica de acordo com a reivindicação 15,caracterizada pelo fato do mencionado retentor compreender uma vedaçãoremovível que feche a abertura da mencionada porta de entrada, a mencionadavedação sendo prontamente removível do mencionado retentor.
17. Manta térmica de acordo com a reivindicação 15,caracterizada pelo fato do mencionado retentor não ser dobrado ao longo damencionada linha de curvatura, mas ser dobrado, respectivamente, ao longodas mencionadas outras linhas de curvatura, o mencionado retentorconfigurado com uma forma melhor adaptável para receber a mencionadamangueira.
18. Método de fabricação de uma manta inflável, caracterizadopelo fato de compreender as etapas de:ligar uma camada de topo e uma camada de fundo juntas, pelomenos em suas periferias respectivas, para formar uma estrutura inflável;estabelecer, pelo menos, uma abertura dentro da mencionadaestrutura;ligar um retentor adaptado para aceitar uma mangueira deentrada de ar à abertura; eexecutar, pelo menos, uma seção enfraquecida se estendendolongitudinalmente através do comprimento do mencionado retentor, parapermitir que o mencionado retentor fique substancialmente co-planar commencionada estrutura, quando o mencionado retentor estiver dobrado aolongo da seção enfraquecida, e ficar substancialmente ortogonal à mencionadaestrutura quando o mencionado retentor não estiver dobrado ao longo daseção enfraquecida.
19. Método de acordo com a reivindicação 18, caracterizadoadicionalmente pelo fato de compreender a etapa de:formar uma vedação não permanente para o mencionadoretentor que feche a mencionada uma abertura, a mencionada vedação sendoprontamente removível do mencionado retentor.
20. Método de acordo com a reivindicação 18, caracterizadoadicionalmente pelo fato de compreender as etapas de:formar duas outras seções enfraquecidas, ao longo domencionado retentor, paralelamente à mencionada uma seção enfraquecida; econfigurar o mencionado retentor com uma forma melhoradaptada para receber a mencionada mangueira, desdobrando o mencionadoretentor ao longo da mencionada uma seção enfraquecida, e, dobrando omencionado retentor ao longo das mencionadas outras seções enfraquecidas.
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