BRPI0710220A2 - prensa de acionamento inferior - Google Patents

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BRPI0710220A2
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Hiroyuki Amino
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Abstract

<B>PRENSA DE ACIONAM ENTO INFERIOR<D>A presente invenção refere-se a uma prensa de ação única de acionamento inferior capaz de economizar energia, poupar espaço, e realizar uma conformabilidade com alta precisão de maneira bem balanceada. Particularmente, proporciona-se uma prensa capaz de encurtar um curso de conformação, reduzir a altura total, corrigir exatamente a deflexão do cursor ou matrizes com a finalidade de aperfeiçoar a adesão das matrizes a uma peça de trabalho, e realizar equalização por pressão de um retentor de ondulação. Uma prensa de acionamento inferior inclui uma unidade de prensa de conformação que por sua vez inclui uma matriz inferior localizada no interior de um retentor anular de ondulação fixadamente disposto sobre um leito, e um mecanismo de acionamento disposto no interior do leito paraerguer ou rebaixa um cursor que sustenta a matriz inferior, um cursor ergui- do ou rebaixado por um mecanismo de acionamento carregado no lado de uma coroa, uma unidade de prensa de retenção de matriz que inclui uma matriz superior dotada de uma parte de fixação de aperta uma peça de trabalho em cooperação com o retentor de ondulação em sua borda periférica, e um dispositivo que aplica uma força de prensagem à matriz superior por trás após o último estágio de descida do cursor da unidade de prensa de retenção de matriz e à matriz superior para aperfeiçoamentos na precisão de conformação.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PRENSA DEACIONAMENTO INFERIOR".
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a uma prensa usada para confor- mação de um material metálico ou não-metálico, e, particularmente, refere-se a uma prensa de conformação de alta precisão de acionamento inferior.
ANTECEDENTES DA TÉCNICA
As prensas são amplamente usadas como um meio para realizarconformação de plásticos representada pela utilização de materiais metáli- cos e não-metálicos. Em um tipo de ação única dessas prensas, em geral,adota-se uma estrutura de molde na qual uma coluna fica erguida sobre umleito, e uma coroa é instalada no topo da coluna. Conforme mostrado na Fi-gura 1, adapta-se um cursor f, no qual uma matriz superior (matriz neste e-xemplo) e é carregada, de modo que seja erguida ou rebaixada por um dis- positivo de acionamento (não mostrado) proporcionado no lado da coroa.Uma matriz inferior g (perfuradora neste exemplo) é fixada ao leito, e umanel retentor de ondulação h fica disposto ao redor da matriz inferior g. Oanel retentor de ondulação h é sustentado por uma série de pinos amortece-dores m estendendo-se a partir de um coxim k que é erguido ou rebaixado por cilindros de pressão fluídica j.
Nesta prensa, conforme mostrado na Figura 1, um curso de con-formação é realizado erguendo-se o coxim k de modo a suspender o anelretentor de ondulação h até o nível da matriz inferior pelos pinos amortece-dores m, rebaixando-se o cursor de modo a intercalar uma borda periférica de uma peça de trabalho W pelo anel retentor de ondulação h e uma bordaperiférica da matriz superior e, pressionando-se e rebaixando-se adicional-mente o cursor f neste estado, e rebaixando-se o anel retentor de ondulaçãoh em uma forma de travamento.
No entanto, na prensa convencional, o lado do cursor superior torna-se uma unidade de prensa de conformação, e o cursor é rebaixado porum curso completo necessário para conformação, por um mecanismo deacionamento. Portanto, o comprimento do curso torna-se maior, e dificulta aobtenção de economia de energia. Além disso, visto que o comprimento docurso é grande, a altura total da prensa torna-se maior, e, desse modo, re-quer-se um grande espaço no interior de uma construção. Em alguns casos,ocorre, também, uma situação em que a instalação não pode ser realizada.
Além disso, em um caso onde os produtos a serem formadospela prensa consistem, por exemplo, em painéis, como chassis ou portasveiculares de meios de transporte representados por automóveis, a dilataçãoe complexidade dos formatos, e o desenvolvimento do progresso de materi-ais, e, conseqüentemente, as necessidades para a precisão de processa-mento da prensa estão se tornando bastante altas.
Com a finalidade de estar à altura disso, de maneira convencio-nal, as matrizes são processadas com alta precisão, adota-se uma estruturade armação cuja rigidez se tornou alta, ou adota-se um método de controleCNC para operação da prensa. No entanto, qualquer deflexão por deforma-ção elástica e ocorrência de problemas resultantes desta deformação nãopode ser evitada devido a uma grande carga durante a operação de confor-mação.
Ou seja, a deflexão δ1 é causada no cursor conforme mostradona Figura 1 devido a uma grande carga de conformação. Isto prejudica ocontato direto entre o cursor e a matriz superior. Portanto, é difícil transmitir,de maneira uniforme, uma força de conformação à peça de trabalho, e ocontato uniforme sobre uma cavidade da matriz da peça de trabalho é difi-cilmente realizado. Portanto, a precisão de conformação se deteriora.
Além disso, na prensa convencional, o anel retentor de ondula-ção é sustentado pelos pinos amortecedores de matriz com um afastamentode 150 a 300 mm, e esses pinos amortecedores têm dimensões de tal modoque eles se estendam para passarem através de um calço. Por esta razão, éinevitável que a deflexão 52 seja causada em um anel retentor de ondulaçãoentre os pinos amortecedores devido a uma carga compressiva pelo cursor.Por esta razão, ocorre a desuniformidade de uma força retentora de ondula-ção, e precisão de conformação insatisfatória, como uma redução na espes-sura da placa ou geração de uma linha de impacto é facilmente causada.Além disso, na prensa convencional, adota-se um mecanismo deacionamento tipo carneiro hidráulico ou um mecanismo de acionamento tipomanivela como um mecanismo de acionamento do cursor. Visto que o ante-rior não pode suportar um grande número de cursos por unidade de tempo,dificulta-se a realização de alto rendimento. Muito embora o último possatornar a velocidade de processamento e o número de cursos altos, existemproblemas em que a força de processamento, a velocidade de processa-mento, posição de curso, etc., não podem ser ajustados arbitrariamente, emque o movimento do cursor é limitado, que a velocidade do cursor não podeser ajustada de acordo com várias condições, como formatos ou tamanhosde conformação dos produtos, ou materiais, e que a produtividade de acordocom a duração de cursos do cursor não pode ser ajustada.
Portanto, sugere-se segundo a presente requerente uma prensade movimento articulado na Publicação do Pedido de Patente Japonês não-examinado N9 2001-300778. Nesta prensa de movimento articulado, um cur-sor é adaptado para ascender e descender através de um mecanismo de eloarticulado, e utilizam-se um servomotor e uma porca de parafuso como ummeio de acionamento do mecanismo de elo articulado. Esta prensa apresen-ta a vantagem de que a velocidade de processamento e o número de cursospodem se tornar altos, a velocidade de processamento, curso, e produtivida-de também podem ser ajustados arbitrariamente.
No entanto, a técnica anterior é ineficaz em aperfeiçoamentos nofenômeno de desuniformidade da força retentora de ondulação que resulta apartir da deflexão supramencionada, e no fenômeno de deflexão do cursor.Além disso, o cursor é rebaixado por um curso completo necessário paraconformação. Portanto, a duração de curso se torna grande, e dificulta-se aobtenção de economia de energia. Além disso, o comprimento de um eixorosqueado afeta a altura da prensa, e o eixo rosqueado se torna longo àmedida que o curso do cursor se torna longo. Portanto, existe um problemano qual a altura total da prensa se torna alta.
Documento de Patente 1: JP-A-2001-300778DESCRIÇÃO DA INVENÇÃOPROBLEMA A SER SOLUCIONADO PELA INVENÇÃO
A invenção foi concebida com a finalidade de solucionar os pro-blemas anteriores. Portanto, um primeiro objetivo da invenção consiste emproporcionar uma presa de ação única de acionamento inferior capaz de e-conomizar energia, poupar espaço, e realizar uma conformabilidade com altaprecisão de maneira bem balanceada.
O segundo objetivo da invenção consiste em proporcionar umaprensa de ação única de acionamento inferior capaz de realizar um alto ren-dimento (ciclo de tempo alto) além do objetivo anterior.
MEIOS PARA SOLUCIONAR O PROBLEMA
Com a finalidade de se realizar o primeiro objetivo, uma prensade acionamento inferior inclui um retentor de ondulação anular disposto fixa-damente em um leito; sendo que uma unidade de prensa de conformaçãoinclui uma matriz inferior localizada no interior do retentor de ondulação, umcursor sustenta uma matriz inferior no interior do leito, e um mecanismo deacionamento ergue ou rebaixa o cursor; um mecanismo de acionamento car-regado no lado de uma coroa, e um cursor erguido ou rebaixado pelo meca-nismo de acionamento; sendo que uma unidade de prensa de retenção dematriz inclui uma parte de retenção que aperta uma peça de trabalho emcooperação com o retentor de ondulação em sua borda periférica; e um dis-positivo que aplica uma força de compressão à matriz superior por trás apóso último estágio de descida do cursor da unidade de prensa de retenção dematriz e da matriz superior para aperfeiçoamentos na precisão de conforma-ção.
VANTAGEM DA INVENÇÃO
Na invenção, a unidade de prensa de retenção de matriz ficadisposta no lado da coroa, a unidade de prensa de conformação fica dispos-ta no lado do leito, a unidade de prensa de retenção de matriz não é rebai-xada sob pressão durante a descida, e necessita-se de uma duração de cur-so apenas para realizar a retenção de matriz. Portanto, a altura total daprensa pode ser diminuída. Além disso, a conformação é realizada erguen-do-se uma prensa de conformação inferior de modo a pressurizar a matrizinferior em um estado onde a unidade de prensa de retenção de matriz ope-ra e a matriz superior fica ao lado do retentor de ondulação. Portanto, umcurso mínimo igual ao curso de conformação será suficiente para a duraçãode curso da unidade de prensa de conformação. Como resultado, pode-serealizar economia de energia.
Além disso, visto que o retentor de ondulação não ascende nemdescende enquanto é sustentado pelos pinos amortecedores, porém, é fixa-do em posição sobre o leito, a deflexão do retentor de ondulação entre ospinos não ocorre ao contrário da prensa convencional. Além disso, propor-ciona-se um dispositivo para aperfeiçoamentos na precisão de conformaçãono lado da unidade de prensa de retenção de matriz, e uma força de com-pressão é positivamente sobreposta sobre a matriz superior por trás após oúltimo estágio de descida da unidade de prensa de retenção de matriz. Por-tanto, pode-se obter ao menos uma otimização da força retentora de ondula-ção pela parte de retenção da matriz superior e pelo retentor de ondulação,e uma correção da deflexão no lado, e, desse modo, a precisão de confor-mação de produtos pode ser aperfeiçoada.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma vista seccional que mostra um esboço e situa-ção de geração de deflexão de uma prensa tipo ação única convencional.
A Figura 2 é uma vista frontal em corte parcial que mostra umaprimeira modalidade de uma prensa de acionamento inferior da invenção.
A Figura 3 é uma vista frontal seccional longitudinal que mostraos detalhes da Figura 2.
A Figura 4 é uma vista parcialmente ampliada da Figura 3.
A Figura 5 é uma vista parcialmente ampliada que mostra umexemplo de uma parte de pressurização e um membro de prensagem emum dispositivo de aperfeiçoamento de precisão de conformação.
A Figura 6 é uma vista parcialmente ampliada que mostra outroexemplo da parte de pressurização no dispositivo de aperfeiçoamento deprecisão de conformação.
A Figura 7 é uma vista explicativa que mostra um exemplo de ummeio gerador de pressão no dispositivo de aperfeiçoamento de precisão deconformação.
A Figura 8 é uma vista explicativa que mostra outro exemplo domeio gerador de pressão no dispositivo de aperfeiçoamento de precisão deconformação.
A Figura 9 é um diagrama sistemático que mostra um meio decontrole de pressão no dispositivo de aperfeiçoamento de precisão de con-formação.
A Figura 10A é uma vista seccional que mostra a operação daprimeira modalidade de forma gradual, e mostra um último estágio antes doinício da conformação.
A Figura 10B é uma vista seccional que mostra a operação daprimeira modalidade de forma gradual, e mostra um estado em que uma ma-triz inferior e uma matriz superior são combinadas entre si, e uma força re-tentora de ondulação é aplicada.
A Figura 10C é uma vista seccional que mostra a operação daprimeira modalidade de forma gradual, e mostra um último estágio em que amatriz inferior ascendeu de modo a realizar a conformação.
A Figura 10D é uma vista seccional que mostra a operação daprimeira modalidade de forma gradual, e mostra um estado em que a con-formação está terminada, e a matriz superior ascendeu.
A Figura 11A é uma vista seccional que mostra um estado dodispositivo de aperfeiçoamento de precisão de conformação quando a matrizsuperior fez contato com um retentor de ondulação.
A Figura 11B é uma vista seccional que mostra um estado dodispositivo de aperfeiçoamento de precisão de conformação durante a con-formação.
A Figura 12 é uma vista ampliada do estado da Figura 10B.
A Figura 13 é uma vista ampliada do estado da Figura 10C.
A Figura 14 ilustra um exemplo de um curso e diagrama depressão de uma prensa à qual se aplica a invenção.
A Figura 15 é uma vista frontal que mostra outro exemplo de ummecanismo de acionamento deslizante de uma unidade de prensa de con-formação.
A Figura 16A é uma vista seccional que mostra a operaçãoquando se utiliza o mecanismo de acionamento deslizante da Figura 15, deforma gradual, e mostra um estado antes do início da conformação.
A Figura 16B é uma vista seccional que mostra a operaçãoquando se utiliza o mecanismo de acionamento deslizante da Figura 15, deforma gradual, e mostra um estado em que a matriz inferior e a matriz supe-rior são combinadas entre si, e a força retentora de ondulação é aplicada.
A Figura 16C é uma vista seccional que mostra a operaçãoquando se utiliza o mecanismo de acionamento deslizante da Figura 15, deforma gradual, e mostra um último estágio em que a matriz inferior ascendeude modo a realizar a conformação.
A Figura 16D é uma vista seccional que mostra a operaçãoquando se utiliza o mecanismo de acionamento deslizante da Figura 15, deforma gradual, e mostra um estado em que a conformação está terminada, ea matriz superior ascendeu.
A Figura 17 é uma vista frontal que mostra uma segunda modali-dade da invenção.
A Figura 18 é uma vista parcialmente ampliada da Figura 17.
A Figura 19 é uma vista em planta do dispositivo da Figura 17.
A Figura 20A é uma vista seccional que mostra outro aspecto daparte de pressurização e do membro de prensagem na segunda modalidade.
A Figura 20B é uma vista em planta da Figura 20A.
A Figura 21 é uma vista frontal que mostra um exemplo no qual adireção do membro de prensagem da segunda modalidade é invertida.
A Figura 22 é uma vista frontal que mostra uma terceira modali-dade da invenção.
A Figura 23 é uma vista seccional tomada ao longo de uma linhaX-X ad Figura 22.
A Figura 24A é uma vista seccional de uma parte em que se utili-zam as peças de ajuste no aspecto da Figura 22.A Figura 24B é uma vista seccional de uma parte em que não seutilizam as peças de ajuste no aspecto da Figura 22.
A Figura 25 é uma vista frontal que mostra um exemplo no qual adireção do membro de prensagem da terceira modalidade é invertida.
A Figura 26 é uma vista parcialmente ampliada da Figura 25.
LISTAGEM DE REFERÊNCIAS
2: UNIDADE DE PRENSA DE CONFORMAÇÃO
2a: CURSOR
2b: MECANISMO DE ACIONAMENTO
2e: ELO EXCÊNTRICO
2f: MOTOR DE SISTEMA DIGITAL
3: UNIDADE DE PRENSA DE RETENÇÃO DE MATRIZ
3b: MECANISMO DE ACIONAMENTO
3d: CURSOR
3e: ELO ARTICULADO
3f: MOTOR DE SISTEMA DIGITAL
5: DISPOSITIVO DE APERFEIÇOAMENTO DE PRECISÃO DE CONFOR-MAÇÃO
5a: BASE
5b: PARTE DE PRESSURIZAÇÃO
5b1: PRIMEIRA PARTE DE PRESSURIZAÇÃO
5b2: SEGUNDA PARTE DE PRESSURIZAÇÃO
5c: MEIO GERADOR DE PRESSÃO
5c1: PRIMEIRO MEIO GERADOR DE PRESSÃO
5c2: SEGUNDO MEIO GERADOR DE PRESSÃO
5e: MEMBRO DE PRENSAGEM
5e1: PRIMEIRO CORPO DE PRENSAGEM
5e2: SEGUNDO CORPO DE PRENSAGEM
A: MATRIZ INFERIOR
B: MATRIZ SUPERIOR
MODALIDADES PREFERENCIAIS PARA REALIZAR A INVENÇÃO
De preferência, o dispositivo que aplica uma força de prensagemà matriz superior por trás para aperfeiçoamentos na precisão de conforma-ção inclui uma base em formato de disco disposta entre uma superfície infe-rior do cursor e a matriz superior; uma parte de pressurização construída nabase; um membro de prensagem dotado de uma superfície de prensagemcontra a superfície inferior do cursor ou a superfície posterior da matriz supe-rior, e uma superfície oposta à superfície de prensagem voltada para a partede pressurização; um meio gerador de pressão disposto em um local fora dabase para alimentar um meio de pressurização à parte de pressurização; eum meio disposto em um local fora da base para controlar a pressão domeio de pressurização alimentado à parte de pressurização a partir do meiogerador de pressão.
Se esta construção for adotada, o membro de prensagem seprojeta para prensar intensamente a superfície inferior do cursor ou a super-fície posterior da matriz superior alimentando-se um meio de pressurização àparte de pressurização a partir do meio gerador de pressão, e, então, corri-ge-se uma deflexão côncava do cursor. Desse modo, o cursor e a matriz su-perior são colocados em contato direto entre si, de tal modo que a força deconformação possa ser uniformemente transmitida a uma peça de trabalho,e a equaliza-se pressão das superfícies das matrizes superiores e inferioresque estão ao lado da peça de trabalho. Por esta razão, uma vez que um es-tado de fluxo de material se tornar uniforme, o formato de conformação deuma peça de trabalho pode ser aperfeiçoado.
Além disso, uma vez que um meio for proporcionado para con-trolar a pressão de suprimento de um meio de pressurização à parte depressurização pelo meio gerador de pressão, a força do membro de prensa-gem pode ser controlada de acordo com um curso de prensagem. Dessemodo, a força retentora de ondulação a uma peça de trabalho pode ser con-trolada em uma magnitude otimizada, e a força do membro de prensagem éreforçada em um estágio final de conformação, de tal modo que a deflexãodo cursor possa ser corrigida. Ademais, uma vez que a base que inclui omembro de prensagem e a parte de pressurização se tornar uma unidadeplana, a estrutura é facilitada, e a instalação na prensa também é facilitada.Na presente invenção, a parte de pressurização é composta porum corpo de câmara e por um corpo elástico construído no corpo de câmara,ou é composta por um corpo de câmara e por um fluido que preenche o cor-po de câmara.
De acordo com o que foi citado primeiramente, uma vez que ocorpo elástico for expandido por um meio de pressurização de modo a mo-ver o membro de prensagem, a vedação é facilidade. Além disso, de acordocom o que foi citado em segundo lugar, uma vez que o membro de prensa-gem for diretamente pressurizado, a sensibilidade se torna boa, e o controlede pressão também é facilitado.
De preferência, o meio gerador de pressão tem um servomotorcomo uma fonte de acionamento.
De acordo com isso, a pressão da parte de pressurização quemove o membro de prensagem pode ser livremente controlada com preci-são, e podem-se obter efeitos otimizados adaptados ao grau de deflexão,propriedades do material das peças de trabalhos, espessura da placa, etc.
Interpõe-se um sensor que serve para ajustar a pressão a seralimentada à parte de pressurização a partir do meio gerador de pressãoentre a superfície inferior do cursor e a superfície posterior da matriz superiorou entre a base e a superfície posterior da matriz superior.
De acordo com isso, uma vez que o controle a uma pressão oti-mizada possa ser realizado em resposta ao estado de deformação por defle-xão, a precisão de correção pode ser aperfeiçoada.
Dependendo das circunstâncias, a invenção inclui um aspectono qual o membro de prensagem e a parte de pressurização são compostospor cilindros de pressão fluídica, e esses cilindros são dispostos dentro dabase em intervalos predeterminados.
De acordo com isso, uma vez que um número predeterminadode pequenos cilindros do pistão possa ser ordenado dentro da base, a fabri-cação do aparelho é facilitada. Além disso, se uma pluralidade de fileiras decilindros do pistão for disposta na direção da largura do corpo de câmara, aforça de correção de deflexão e a força retentora de ondulação podem serajustadas mais precisamente.
Outros aspectos preferenciais da invenção são os seguintes.
1) O membro de prensagem tem um formato de disco com umtamanho suficiente para cobrir uma região retentora de ondulação.
De acordo com isso, a estrutura é facilitada, e a fabricação tam-bém é facilitada.
2) O membro de prensagem tem um primeiro corpo em sua regi-ão central, e um segundo corpo em uma posição correspondente à regiãoretentora de ondulação, sendo que a parte de pressurização é composta poruma primeira parte de pressurização correspondente ao primeiro corpo, euma segunda parte de pressurização correspondendo ao segundo corpo, e omeio gerador de pressão é composto por um primeiro meio gerador de pres-são para a primeira parte de pressurização, e um segundo meio gerador depressão para a segunda parte de pressurização.
De acordo com isso, a pressurização para o retentor de ondula-ção, e a pressurização para correção de deflexão podem ser controladasindependentemente, e uma força retentora de ondulação otimizada, e umacorreção de deflexão otimizada do cursor podem ser realizadas de acordocom um curso de prensagem.
No presente documento, os aspectos do anterior 2) incluem umcaso em que o primeiro corpo tem um formato de disco, e o segundo tem umformato de chama anular na vista em planta, e um caso em que o primeirocorpo tem um formato de disco, ou o primeiro corpo e a primeira parte depressurização são compostos por uma pluralidade de cilindros de pressãofluídica que são conectados entre si e dispostos em intervalos requeridos, eo segundo corpo e a segunda parte de pressurização são compostos poruma pluralidade de cilindros de pressão fluídica que são conectados entre sie dispostos em intervalos requeridos.
De acordo com isso, pode-se realizar o controle para uma forçaretentora de ondulação otimizada adaptada às propriedades e condições deconformação das peças de trabalho. Particularmente, em um caso onde osegundo corpo e a segunda parte de pressurização são compostos por umapluralidade de cilindros de pressão fluídica que são conectados entre si edispostos em intervalos requeridos, a magnitude da força retentora de ondu-lação pode ser local e simplesmente ajustada, e pode-se obter uma forçaretentora de ondulação otimizada adequada ao material, tamanho, etc. das peças de trabalho.
De preferência, o mecanismo de acionamento da unidade deprensa de retenção de matriz inclui um motor de sistema digital e elos, e omecanismo de acionamento da unidade de prensa de conformação inclui ummotor de sistema digital e elos.
De acordo com isso, visto que a posição de subida/descida, umcurso, a velocidade de processamento, e produtividade podem ser arbitrari-amente ajustados e corretamente controlados, o número de cursos pode setornar significantemente alto. Particularmente, em um caso onde elos excên-tricos são usados para o mecanismo de acionamento da unidade de prensade conformação, o mecanismo de acionamento é giratório, e não tem mo-mento de parada. Portanto, pode-se obter, por exemplo, um alto tempo deciclo de cerca de duas vezes o tempo de ciclo da servoprensa na técnicaanterior.
Muito embora outras características e vantagens da invenção setornem claras a partir da seguinte descrição detalhada, é aparente que a in-venção não se limita à construção mostrada nas modalidades considerandoque elas incluem características básicas da invenção, e podem-se realizarvárias alterações e modificações à presente invenção.
Modalidade 1
Daqui por diante neste documento, as modalidades da invençãoserão explicadas com referência aos desenhos em anexo.
As Figuras 2 e 3 mostram um primeiro aspecto de uma prensade acionamento digital de acionamento inferior de acordo com a invenção. Areferência numérica 1 representa uma armação de prensa que tem um leito1a, uma pluralidade de colunas 1b, e uma coroa 1c. A parte central do leito1a é equipada com uma unidade de prensa de conformação 2, e a coroa éequipada com uma unidade de prensa de retenção de matriz (unidade deprensa superior) 3. Um calço 4 é disposto sobre uma superfície superior doleito.
A unidade de prensa de conformação (unidade de prensa inferi-or) 2 inclui uma matriz inferior A, um cursor 2a disposto em um orifício noleito, e um mecanismo de acionamento 2b que serve para erguer ou descero cursor. No mecanismo de acionamento 2b, de preferência, utilizam-se ummotor de sistema digital 2f, como um servomotor ou motor CNC, e um par deelos excêntricos direitos e esquerdos 2e que são acionados por este motor.
Em detalhe, os elos excêntricos 2e têm primeiras extremidadesde alavancas 201 que são, respectivamente, sustentadas em posições ex-cêntricas de um par de discos giratórios direitos e esquerdos 200 e 200, se-gundas extremidades traseiras de alavancas 202 que são unidas às extre-midades livres das primeiras alavancas 201 e as outras extremidades quesão unidas ao cursor 2a, as terceiras extremidades traseiras de alavancas203 que são unidas às extremidades livres das primeiras alavancas 201 e asoutras extremidades que são fixadas ao leito. Os discos giratórios 200 e 200têm engrenagens em suas periferias externas, respectivamente, e são adap-tados em direções opostas por uma engrenagem grande acionada por umaengrenagem de acionamento do motor de sistema digital 2f, uma pequenaengrenagem na parte central desta engrenagem grande, e uma pequenaengrenagem acoplada a esta engrenagem pequena.
A matriz inferior (perfuradora) A fica localizada em uma superfí-cie superior do calço 4, e a matriz inferior A é ligada a uma parte superior docursor 2a através de um bloco de ligação que se estende através de umaabertura do calço 4.
Um retentor de ondulação anular 7, que aloja uma peça de tra-balho tipo placa W, é fixado à superfície superior do calço 4, e um bloco dedistância 8 que captura uma matriz superior B durante a descida da matrizsuperior, regulando, assim, um curso, é instalado sobre o calço fora do re-tentor de ondulação 7. O bloco de distância 8 pode ser formado no formatode uma armação no geral e pode ser uma pluralidade de corpos únicos se-paradores (colunas ou paredes). No entanto, em qualquer caso, a altura dobloco de distância é ajustada em uma dimensão que seja igual ou modera-damente maior que um nível em um estado onde a peça de trabalho W ficadisposta sobre o retentor de ondulação 7 antes do início da conformação.
Além disso, nesta modalidade, com a finalidade de realizar asubida balanceada da matriz inferior A, implementam-se pinos guia 21 emintervalos predeterminados ao redor do bloco de ligação do cursor 2a, e ori-fícios longitudinais 41 que permitem a inserção/remoção dos pinos guia 21são dispostos no calço 4. Da mesma forma, com a finalidade de estabilizar omovimento de subida/descida da matriz inferior A, pinos de fortificação 42,que são prensados pelos pinos guia 21, são inseridos nos orifícios longitudi-nais 41 correspondentes a uma superfície inferior da matriz inferior A.
A unidade de prensa de retenção de matriz 3 tem um cursor 3d eum mecanismo de acionamento 3b que serve para erguer ou descer essescursor. Muito embora o mecanismo de acionamento 3b possa ser igual ao mecanismo de acionamento da unidade de prensa de conformação 2, é pre-ferível que se obtenham uma descida em alta velocidade e uma grande forçade fixação. Portanto, nesta modalidade, utilizam-se um par de elos articula-dos direitos e esquerdos 3e e 3e, e um motor de sistema digital (por exem-plo, um servomotor AC, etc.) 3f.
Cada elo articulado 3e tem um elo 301, sendo que uma extremi-dade do mesmo é unida a uma porca 300 que por sua vez é aparafusada aum eixo rosqueado 304 girado pelo motor 3f, um segundo elo 302, sendoque uma extremidade do mesmo é unida à coroa, e um terceiro elo 303,sendo que uma extremidade do mesmo é unida ao cursor 3d, e as outrasextremidades dos elos são coletadas e unidas entre si por pivôs.
Da mesma forma, proporciona-se um meio, que exibe uma fun-ção de correção de deflexão do cursor e/ou uma função de equalização porpressão retentora de ondulação destinadas a aperfeiçoamentos na precisãode conformação, na unidade de prensa de retenção de matriz 3 e em suasadjacências. De maneira específica, proporcionam-se o cursor 3d da unida-de de prensa de retenção de matriz 3, e um dispositivo 5 que aplica umaforça de prensagem à matriz superior B por trás após o último estágio dedescida da matriz superior B. Isto difere, de maneira significativa, de umaprensa normal em que uma matriz superior (matriz) B é somente fixada àsuperfície inferior do cursor 3d.
O dispositivo (daqui por diante denominado como um dispositivode aperfeiçoamento de precisão de conformação) 5 tem um corpo principalposicionado entre a superfície inferior do cursor 3d, e a matriz superior Β. Ocorpo principal inclui uma base plana relativamente em formato de disco 5a,uma parte de pressurização 5b construída na base 5a, e um membro deprensagem 5e, sendo que uma superfície de extremidade deste fica voltadapara a superfície inferior do cursor 3d nesta modalidade, e tem uma parteabaixo do cursor construído na parte de pressurização 5b de tal modo queele possa subir ou descer. Na parte externa do dispositivo, proporcionam-seum meio gerador de pressão 5c, que fornece e descarrega um meio depressurização para e a partir da parte de pressurização 5b, e um meio decontrole 5f que controla o acionamento do meio gerador de pressão 5c. omeio gerador de pressão 5c é carregado, por exemplo, através da coluna 1b.
Visto que a base 5a age como uma base, a mesma é compostapor uma placa espessa, etc. de modo que ater uma alta resistência e rigidez.Conforme mostrado na Figura 4, a parte da base fora da parte de pressuri-zação 5b é suspensa por um grampo 3g montado sobre o cursor 3d de talmodo que possa existir um vão moderado S a partir da superfície inferior docursor 3d em um estado normal. O grampo 3g tem um braço 31 com umgancho que se engata a, e se desengata a partir de, uma parte de suspen-são proporcionada em uma extremidade lateral da base 5a.
Muito embora a matriz superior B seja suspensa por um meio desuspensão em formato de L 11 fixado a uma borda da base 5a, a matriz su-perior pode ser diretamente fixada à base 5a. Em um caso onde se utiliza omeio de suspensão 11, um guia 110 conforme mostrado na Figura 4 podeser preso de tal modo que não possa ocorrer nenhum desvio na direção ho-rizontal da matriz superior B.
A parte de pressurização 5b apresenta um tipo direto nesta mo-dalidade. Conforme mostrado na Figura 5, a parte de pressurização é for-mada no interior da base 5a como uma câmara plana relativamente rasa5000, e adaptada de tal modo que um meio de pressurização seja direta-mente introduzido descarregado através de um canal 52 proporcionado emum local adequado da base 5a. Muito embora os líquidos, como óleo e água,sejam genericamente usados como o meio de pressurização, também seutiliza gás dependendo das circunstâncias.
Com a finalidade de explicar a parte de pressurização 5b emdetalhes, a base 5a é integrada, por exemplo, fixando-se o corpo principal 50e uma tampa 51 com um elemento de fixação. Forma-se um recesso 500 nocorpo principal 50, e um recesso que fica voltado para o recesso 500 é for-mado na tampa 51, constituindo, assim, uma câmara plana. A tampa 51 éformada por uma abertura 511 que se comunica com o recesso, porém, temuma largura menor do que o recesso. Visto que o meio de pressurização édiretamente introduzido ou descarregado através do canal 52 conforme su-pramencionado, um membro de vedação 5100, que faz contato com umaparte de parede periférica do membro de prensagem 5e, é fixado ao longode uma superfície de parede interna da abertura 511.
O membro de prensagem 5e é constituído por um corpo em for-mato de disco (placa) que tem quase a mesma área da peça de trabalho Wnesta modalidade. A parte do membro de prensagem abaixo de uma superfí-cie de extremidade de prensagem 520 é adaptada à abertura 511, e se es-tende dentro do recesso. Uma parte lateral de extremidade inferior do mem-bro de prensagem é dotada de um flange 521 que pode estar em contatocom a parede superior do recesso. Este flange e uma parede de teto sãoadaptados para definir um curso ST em uma faixa, por exemplo, de 1 a 5mm. As setas da Figura 5 indicam um estado em que um meio de pressuri-zação é injetado na câmara 5000 através do canal 52, e, desse modo, omembro de prensagem 5e se projeta e a superfície de extremidade 520prensa o cursor 3d.
Ademais, a parte de pressurização 5b não se limita ao tipo dire-to. A Figura 6 mostra um exemplo de um tipo indireto que é constituído poruma câmara 5000 definida por um recesso, e por um corpo elástico 5001construído na câmara.
O corpo elástico 5001 é constituído por um material contraível ouexpansível, como a borracha. Uma superfície superior do corpo elástico5001 pode ser unida ao membro de prensagem 5e. Ademais, nesta modali-dade, utiliza-se uma bolsa plana como o corpo elástico 5001, sendo queuma parte desta é conectada ao canal 52 da base 5a através de uma articu-lação. No entanto, o corpo elástico 5001 não se limita a um material conside-rando-se que ele seja expandido pela pressão do meio de pressurização demodo a gerar pressão, pode-se utilizar uma borracha líquida, pastosa ou só-lida.
O meio gerador de pressão 5c consiste em um meio que consti-tui um meio de pressurização, e alimenta e descarrega o meio através docanal 52 para e a partir da parte de pressurização 5b. De preferência, utiliza-se um meio gerador de pressão digital controlável. A Figura 7 mostra ummeio gerador de pressão cilíndrico como um exemplo do meio gerador depressão 5c. Um tubo ramificado 540 conectado a uma saída lateral de pres-surização de um cilindro 55 é conectado a um tubo 54 que por sua vez é co-nectado ao canal 52 através de uma bomba 53 e de uma válvula de reten-ção. Uma porca 56 é aparafusada a um parafuso 5501 de uma biela 550 in-serida no cilindro 55. A própria porca 56 é conectada a um membro giratório(pequena polia ou pinhão) 571 de uma parte de saída de um servomotor 57por um meio de transmissão, diretamente ou através de um membro girató-rio (polia ou pequena engrenagem) 560 para desaceleração.
Neste tipo, a saída do servomotor 57 é desacelerada, e transmi-tida à porca 56, a biela 550 é movida pela rotação da porca 56, e, dessemodo, a pressão de um sistema composto pelo tubo ramificado 540 e pelotubo 54, que são antecipadamente preenchidos com um fluido provenienteda bomba 53, é controlada na direção se seu lado aumentado ou lado redu-zido. Como tal, à medida que a direção de movimento e velocidade da biela550 se alteram dependendo da direção rotacional, freqüência ou torque rota-cional do servomotor 57, a pressão da parte de pressurização 5b é alteradae a força de projeção e a força de prensagem do membro de prensagem 5ese alteram.
O meio gerador de pressão 5c não se limita ao tipo cilíndrico. AFigura 8 mostra um meio gerador de pressão tipo bomba. Neste tipo, já quea bomba 53 é acionada pelo servomotor 57, a pressão interna no tubo 54,que leva ao canal 52, é controlada em seu lado aumentado ou lado reduzido.Ou seja, o meio gerador de pressão inclui a bomba 53 que fica interposta notubo 54 de modo a fornecer a um meio de pressurização, por exemplo, óleode pressão, à parte de pressurização 5b a partir de um tanque dependendoda direção rotacional, e, ao contrário, retorno o meio de pressurização aotanque a partir da parte de pressurização 5b, e o servomotor 57 que aciona abomba normal ou reversamente, e controla a força criada pela parte depressurização 5b dependendo da direção rotacional, torque, e controle develocidade.
Neste tipo, o membro de prensagem 5e sobre à medida que omeio de pressurização dentro do tanque é alimentado à parte de pressuriza-ção 5b através do tubo 54 e do canal 52 a partir da bomba 53 pela direçãonormal que aciona o servomotor 57. Além disso, se o servomotor 57 for a-cionado na direção reversa, a bomba 53 suga o meio de pressurização deum tubo, e o óleo na parte de pressurização 5b e no tubo 54 é retornado aotanque. Portanto, o membro de prensagem 5e desce. Conseqüentemente, aforça de prensagem do membro de prensagem 5e pode ser arbitrariamentecontrolada com precisão pelo controle do torque e velocidade do servomotor57.
O meio de controle de pressão 5f fica disposto como um painelde controle, etc. em um local apropriado nas adjacências do leito, da coluna,etc. com a finalidade de controlar o acionamento do meio gerador de pres-são 5c. O meio de controle de pressão 5f, conforme mostrado na Figura 9, éconstituído como um computador, incluindo um controlador tipo um CNC. Damesma forma, com a finalidade de detectar o estado deformado do cursor 3dou da matriz superior B, conforme mostrado nas Figuras 3 a 6, um sensor 5gé preso a uma região central entre a superfície inferior da base 5a e a matrizsuperior B, ou uma parte predeterminada, como uma parte lateral, e é eletri-camente conectado ao controlador. Como o sensor 5g, utilizam-se sensoresde deslocamento representados por um sensor de distorção, um sensor depressão, etc. que pode detectar compressão e tensão. Além disso, um sen-sor de posição pode ser usado.
Além disso, um sensor de pressão 5h é interposto em um siste-ma do meio gerador de pressão 5c. Um sistema de saída do sensor de pres-são 5h e do sensor de deslocamento 5g junto a um sistema de saída de ve-locidade e torque do servomotor 57 é conectado ao controlador. Os tipos,propriedades, condições de processamento, etc., das peças de trabalho sãolançados e armazenados em um computador, e as instruções sobre a dire-ção rotacional, velocidade e torque são emitidos a partir do controlador emresposta às condições adequadas calculadas.
Da mesma forma, a freqüência e torque rotacional são retroali-mentados ao controlador a partir do sistema de saída do servomotor 57. A-lém disso, o estado de deflexão real (compressão e tensão) do cursor 3d ouda matriz superior B é detectado pelo sensor 5g, a pressão amortecedora édetectada pelo sensor de pressão 5h, e o estado de deflexão e a pressãoamortecedora são retroalimentados ao controlador. Conseqüentemente, adireção rotacional, velocidade e torque, que são seqüencialmente compara-dos aos valores apropriados, e calculados e corrigidos se houver diferenças,serão dirigidos ao servomotor 57.
Posteriormente, a operação e efeitos da modalidade anterior se-rão explicados.
As Figuras 10A a 10D, e a Figura 11 A, Figura 11B, Figura 12 eFigura 13 mostram a operação da prensa mostrada na Figura 3, de formagradual, e a Figura 14 mostra um diagrama de curso e pressão. A Figura 10Amostra um estado antes do início do processamento. A matriz superior Beamatriz inferior A encontram-se em limites de recuo. Nesse momento, não secausa nenhuma deformação do cursor 3d ou da matriz superior B. Portanto,não se emite um sinal de geração de distorção a partir do sensor de deslo-camento 5g no dispositivo de aperfeiçoamento de precisão de conformação5, porém, a pressão da parte de pressurização 5b é ajustada em zero parabaixa pressão. Há um vão S entre a superfície superior da base 5a do dispo-sitivo de aperfeiçoamento de precisão de conformação 5 e a superfície infe-rior do cursor 3d, conforme mostrado na Figura 4. Por outro lado, a peça detrabalho W é montada sobre o retentor de ondulação 7, e a superfície de ex-trem idade superior do bloco de distância 8 está quase no mesmo nível dasuperfície superior da peça de trabalho W.
Depois, se o motor 3f for acionado de modo a operar a unidadede prensa de retenção de matriz 3, o cursor 3d e a matriz superior B são re-baixados, e, conforme mostrado na Figura 10B, a matriz superior B faz fron-teira com o retentor de ondulação 7 e o bloco de distância 8. Desse modo,conforme mostrado na Figura 11 A, a base suspensa 5a é prensada para ci-ma, e sua superfície superior toca a superfície inferior 320 do cursor 3d. Se osensor 5g detectar este estado de toque, transmite-se um sinal a partir domeio de controle 5f que recebeu o sinal de detecção, e o meio gerador depressão 5c opera, e, desse modo, o meio de pressurização é alimentado àparte de pressurização 5b através do tubo 54 e do canal 52.
Desse modo, visto que a parte de pressurização 5b é elevadaaté a pressão P1, conforme mostrado na Figura 11B, a superfície de prensa-gem 520 do membro de prensagem 5e se eleva por uma altura predetermi-nada, por exemplo, 1 a 4 mm, a partir do nível da superfície superior da ba-se. Desse modo, aplica-se uma força de reação à matriz superior B. Esteestado é mostrado na Figura 10B e na Figura 12. Visto que uma força reten-tora de ondulação uniforme age sobre toda a superfície do retentor de ondu-lação 7, a força retentora de ondulação uniforme é aplicada à peça de traba-Iho W entre a matriz superior Beo retentor de ondulação 7.
Neste estado, operando-se o mecanismo de acionamento 2b daunidade de prensa de conformação 2, e expandindo-se os elos excêntricos2e, o cursor 2a é erguido, e a matriz inferior A é erguida a partir do calço 4.
Ou seja, visto que uma engrenagem grande é girada pelo acio-namento do motor de sistema digital 2f e um par de discos giratórios 200 e200 é girado por uma pequena engrenagem na parte central da engrenagemgrande, a primeira alavanca 201 e 201 avança na direção de expansão, e asegunda alavanca 202 e a terceira alavanca 203 se elevam. Desse modo, ocursor 2a é incrementado dentro do leito, e a matriz inferior A conectada aobloco na parte central do cursor sobe. Um curso ascendente neste momentoé baixa velocidade alta velocidade conforme mostrado na Figura 14.
Além disso, durante a ascensão do cursor 2a, os pinos guia 21avançam nos orifícios 42 do calço 4, e os pinos 42 inseridos nos orifícios 42do calço 4 são incrementados, garante-se uma ascensão equilibrada está-vel.
Como tal, se o cursor 2a e a matriz inferior A forem erguidos,conforme mostrado na Figura 10C, a matriz inferior A avança na matriz supe-rior B, e realiza-se o processamento desejado, por exemplo, estiramento.Neste processo, se proceder a ascensão da matriz inferior A, e se o curso deconformação se aproximar de uma extremidade, detecta-se a existên-cia/inexistência de distorção no lado do cursor pelo sensor de deslocamento5g. Quando for detectado que qualquer distorção convexa (deformação porcompressão) ocorreu na lateral superior, o meio gerador de pressão 5c éoperado por um sinal a partir do meio de controle 5f, e a pressão P2 maiorque a pressão no momento do toque é introduzida na parte de pressurização5b. Desse modo, a saída do membro de prensagem 5e se torna forte, e con-forme mostrado, de maneira exagerada, na Figura 13, a pressão da superfí-cie inferior do cursor é intensificada.
Desse modo, visto que a matriz superior B é direcionada parabaixo e uma força de deformação convexa é fornecida por uma força de rea-ção, corrige-se a distorção. Por esta razão, visto que o cursor 3d e a matrizsuperior B aderem um ao outro, a força de conformação pode ser uniforme-mente transmitida para uma peça de trabalho, e realiza-se uma conformaçãoexatamente adequada às cavidades das matrizes A e Β, o formato de con-formação da peça de trabalho se torna muito bom.
Após o término da conformação, o cursor 2a é rebaixado pelarotação do Servomotor 2f, e retorna a matriz inferior A à posição do calço.Neste estágio, perde-se uma carga de conformação nesta fase, e a deflexãodo cursor 3d e da matriz superior B desaparece. Portanto, a correção se tor-na desnecessária. Desta maneira, a parte de pressurização 5b é descom-primida pelo meio gerador de pressão 5c, e o membro de prensagem 5e éinduzido a retornar para sua posição original. Da mesma forma, se a unidadede prensa de retenção de matriz 3 for erguida conforme mostrado na Figura10D e o cursor 3e for interrompido em um ponto morto superior, remove-seum produto conformado w', e o processo de processamento está finalizado.
Conforme descrito anteriormente, como uma primeira etapa, apressão de retenção de ondulação é controlada aplicando-se pressão aomembro de prensagem 5e através da parte de pressurização 5b no momen-to do toque das matrizes. Portanto, pode-se cancelar a desuniformidade daforça retentora de ondulação resultante a partir da deflexão do retentor deondulação em cooperação com o fato de que os pinos amortecedores nãosão usados, e pode-se criar um estado de retenção de ondulação uniforme.Além disso, como uma segunda etapa, a correção de deflexão na lateral docursor pode ser realizada, de maneira apropriada, aplicando-se uma pressãomaior que a pressão da primeira etapa na extremidade do curso ao membrode prensagem 5e através da parte de pressurização 5b. Além disso, a con-formação por reincidência é realizada aplicando-se a pressão de correção dedeflexão de P2 na extremidade do curso. Conseqüentemente, a precisãodos produtos conformados pode ser aperfeiçoada de maneira significativa.
Além disso, a pressão no interior da parte de pressurização 5bpode ser livremente controlada em uma posição arbitrária da prensa por umsistema de controle digital, pelo torque de um servomotor, e pela velocidadede controle. Por exemplo, se a direção rotacional do servomotor 57 for inver-tida por uma instrução proveniente de um controlador e se o servomotor 57for acionado pelo torque e freqüência rotacional de acordo com as condiçõesde processamento, na Figura 7, o pistão 550 se retrai de modo a aumentar ovolume do cilindro. Na Figura 8, a bomba 53 induz uma rotação reversa demodo a alterar a sucção e descarga, e o meio de pressão no interior do tubo54 é retornado a um tanque de acordo com o torque e a freqüência rotacio-nal. Desse modo, visto que a pressão da parte de pressurização 5b se tornabaixa, a força de prensagem do membro de prensagem 5e também é redu-zida, a força retentora de ondulação é aliviada, e o efeito amortecedor ade-quado para o estiramento é exibido para fluidizar um material. Além disso,dependendo da detecção do sensor de deslocamento 5g e da direção rota-cional, torque, e freqüência rotacional do servomotor 57 correspondentes, aforça de prensagem do membro de prensagem 5e de acordo com o estadode deflexão da prensa é ajustada.
A pressão de retenção de ondulação e a pressão de correção dedeflexão podem ser controladas, sem etapas, pelo torque e freqüência rota-cional do servomotor 57. Ou seja, se o torque do servomotor 57 for reduzido,induz-se a desaceleração e se o torque for aumentado, induz-se a acelera-ção. Se a freqüência rotacional for pequena, a quantidade do meio de pres-são retornada a um cilindro ou a um tanque diminui. Portanto, a redução napressão no interior do sistema da parte de pressurização 5b é pequena.Conseqüentemente, a pressão da matriz amortecedora ou a pressão de cor-reção de deflexão se tornam relativamente maiores que as pressões de umcaso em que a freqüência rotacional do servomotor é grande.
Conseqüentemente, o servomotor 57 é acionado com um valoradequado no decorrer do curso de conformação de acordo com esta propri-edade. Desse modo, pode-se corrigir a deflexão, e o controle a uma força deprensagem uniforme pode ser realizado. Além disso, a pressão de retençãode ondulação pode ser suavemente controlada com alta precisão, e pode-serealizar uma conformação altamente precisa compatível com as condiçõesde processamento.
Conforme pode ser compreendido a partir do curso de confor-mação, a altura total da prensa pode ser reduzida pelo curso de processa-mento. Além disso, a conformação é realizada por um método de aciona-mento inferior, que utiliza a unidade de prensa de conformação inferior 2, e érealizado com a mesma duração de curso mínima como o curso de confor-mação. Portanto, pode-se obter uma economia em energia.
Da mesma forma, visto que o acionamento da unidade de pren-sa de conformação 2 transmite um movimento vertical ao cursor 2a atravésdos elos excêntricos 2e com o motor de sistema digital 2f como uma fonte deacionamento, a velocidade aumenta e pode-se obter uma grande razão deaumento de uma força. Além disso, nesta modalidade, o mecanismo de a-cionamento 2b é giratório, e não tem um momento de parada. Portanto,permite um alto tempo de ciclo de quase duas vezes o SPM 15-18 de umaprensa convencional.
Além disso, o mecanismo de acionamento 2b para erguer ourebaixar o cursor 2a da unidade de prensa de conformação 2 não se limitaao método do elo excêntrico. A Figura 15 mostra outro exemplo. Neste e-xemplo, um par de elos articulados direitos e esquerdos 20, e um motor desistema digital 21 são proporcionados. A matriz inferior A fica localizada nasuperfície superior do calço 4, e o cursor 2a é ligado à matriz inferior A atra-vés da abertura do calço 4. O elo articulado 20 é composto por um par deelos direitos e esquerdos. Cada elo articulado tem um primeiro elo 201, sen-do que uma extremidade do mesmo é unida a uma porca 200 que por suavez é aparafusada a um eixo rosqueado 205 girado pelo motor de sistemadigital 21, um segundo elo 202, sendo que uma extremidade do mesmo éunida ao leito, e um terceiro elo 203, sendo que uma extremidade do mesmoé unida ao cursor, e as outras extremidades dos elos são coletadas e unidasentre si por pivôs.
As Figuras 16A a 16D mostram um processo de conformaçãoquando se utiliza um elo articulado como o mecanismo de acionamento 2bde maneira gradual. Visto que a operação e efeitos da prensa são iguais aosdescritos com referência às Figuras 10A a 10D, a descrição dos mesmos éomitida.
Modalidade 2
As Figuras 10 a 21 mostram a modalidade que utiliza outro as-pecto como o dispositivo de aperfeiçoamento de precisão de conformação 5.Nesta modalidade, a base 5a como um corpo principal do dispositivo de a-perfeiçoamento de precisão de conformação 5, conforme mostrado na Figu-ra 18, não é diferente da primeira modalidade em que a base fica suspensapelo grampo 3g de tal modo que um vão S possa ser formado em relação aocursor 3d.Nesta modalidade, conforme mostrado nas Figuras 17 e 18, omembro de prensagem 5e é dividido em um primeiro corpo 5e1 em sua regi-ão central, e um segundo corpo 5e2 em uma posição correspondente a umaregião retentora de ondulação. A parte de pressurização 5b é constituída poruma primeira parte de pressurização 5b1 correspondente ao primeiro corpo,e por uma segunda parte de pressurização 5b1 correspondente ao segundocorpo. O meio gerador de pressão é constituído por um primeiro meio gera-dor de pressão 5c1 para a primeira parte de pressurização, e por um segun-do meio gerador de pressão 5c2 para a segunda parte de pressurização.
O primeiro corpo de prensagem 5e1 tem um formato de disco, eadota-se qualquer uma das estruturas mostradas nas Figuras 5 e 6 como aprimeira parte de pressurização 5b1. Como para o primeiro meio gerador depressão 5c1 e para o segundo meio gerador de pressão 5c2, adota-se qual-quer um dos aspectos nas Figuras 7 e 8. A primeira parte de pressurização5b1 é conectada ao primeiro meio gerador de pressão 5c1 por um canal 54.
O segundo corpo de prensagem 5e2 é composto por uma plura-lidade de atuadores fluídicos que são dispostos em intervalos, nesta modali-dade. Ou seja, uma série de cilindros de pressão fluídica, cada um incluindoum tubo cilíndrico que serve como uma parte de pressurização de unidade, eum pistão que serve como um membro de prensagem de unidade, é orde-nada em câmaras proporcionadas em intervalos requeridos no interior dabase 5a. Os cilindros de pressão fluídica são individualmente proporciona-dos, ou são ordenados em uma câmara que é amplamente formada comoum recesso. Os pistões podem ser expostos à superfície superior da base5a, ou uma tampa ou cobertura com um orifício é montada em cada cilindro.Cada um dos tubos cilíndricos do grupo de cilindros de pressão fluídica éconectado por um canal de comunicação (conduto) 542 e conectado ao meiogerador de pressão 5c2 através de um canal 54'.
As Figuras 20A e 20B mostram outro aspecto da segunda moda-lidade. No presente documento, o segundo corpo de prensagem 5e2 é cons-tituído por uma armação anular conforme observado na vista em planta, e asegunda parte de pressurização 5b2 é construída como uma câmara forma-da no formato de uma ranhura anular no interior da base 5a. A segunda par-te de pressurização 5b2 pode ser de um tipo direto conforme mostrado naFigura 5, ou pode ser de um tipo indireto que utiliza um corpo elástico con-forme mostrado na Figura 6.
Visto que outras configurações são iguais às configurações daprimeira modalidade, a explicação das mesmas será compartilhada como aprimeira modalidade, e as mesmas referências numéricas serão fornecidasàs mesmas partes.
A segunda modalidade também tem, basicamente, os mesmosefeitos da primeira modalidade. No entanto, na primeira modalidade, omembro de prensagem 5e e a parte de pressurização 5b consistem em umaúnica combinação. Portanto, serão criadas uma força retentora de ondulaçãoe uma força de correção de deflexão que são obtidas como uma força uni-forme aplicada ao membro de prensagem 5e como um todo.
Em contrapartida, na segunda modalidade, um membro de pren-sagem 2e é dividido em um primeiro corpo 2e1 em sua parte central ou parteinterna, e um segundo corpo 2e2 em sua periferia (correspondente a cadalado de um produto). Conseqüentemente, uma parte de pressurização 2btambém é dividida em uma primeira parte de pressurização 2b1 e uma se-gunda parte de pressurização 2b2. Desse modo, a pressão de cada conjuntoé individualmente controlada pelo primeiro meio gerador de pressão 5c1 epelo segundo meio gerador de pressão 5c2.
Por esta razão, a exigência de pressão pode ser realizada dife-rentemente pela primeira parte de pressurização 5b1 e pela segunda partede pressurização 5b2. Portanto, na primeira etapa (no momento do toque)correspondente à Figura 11 A, o segundo corpo de prensagem 2e2 se projetapor um curso requerido para prensar a borda periférica da borda superior seapenas a segunda parte de pressurização 5b2 for pressurizada pelo segun-do meio gerador de pressão 5c2. Portanto, uma força retentora de ondula-ção adequada pode ser criada e controlada. Então, na segunda etapa (ex-tremidade do curso), o primeiro meio gerador de pressão 5c1 é acionado demodo a ajustar a pressão da primeira parte de pressurização 2b1 à pressãode P2. Desse modo, visto que o primeiro corpo 2e1 entra em curso de modoa gerar uma grande força, qualquer deflexão do cursor 3d pela carga de con-formação pode ser corrigida de modo apropriado. A Figura 18 mostra umestado neste momento. Reportando-se a este desenho, aplica-se um meiode pressão à primeira parte de pressurização 5b1 e à segunda parte depressurização 5b2 simultaneamente a partir do primeiro meio gerador depressão 5c1 e do segundo meio gerador de pressão 5c2, para mover, simul-taneamente, o primeiro corpo de prensagem 5e1 e o segundo corpo deprensagem 5e2, e para gerar uma força de prensagem P1 + P2 com umamagnitude igual ou diferente, criando, assim, a pressão de reincidência. Osaperfeiçoamentos na precisão de conformação, e em economia de energiapodem ser obtidos por essa prensagem.
Além disso, na Figura 17, as superfícies de prensagem do pri-meiro corpo de prensagem 5e1 e do segundo corpo de prensagem 5e2 fi- cam voltadas para a superfície inferior do cursor 3d. No entanto, a invençãonão se limita a isso. O topo e o fundo do aparelho podem ser invertidos, e,conforme mostrado na Figura 21, as superfícies de prensagem do primeirocorpo de prensagem 5e1 e do segundo corpo de prensagem 5e2 podem serinduzidas a ficarem voltadas para a superfície posterior da matriz superior B. Neste caso, a parte da base fora da parte de pressurização 5b pode ser fir-memente fixada ao cursor 3d e integrada ao cursor 3d, mediante o aparafu-samento, etc. Neste caso da Figura 21, o primeiro corpo de prensagem 5e1e o segundo corpo de prensagem 5e2 são projetados pela primeira parte depressurização 2b1 e pela segunda parte de pressurização 2b, pelas quais as forças de prensagem agem diretamente sobre a superfície posterior da ma-triz superior B, e além da pressão de retenção de ondulação e da correçãode deflexão serem realizadas.
Modalidade 3
As Figuras 22 a 26 mostram uma terceira modalidade da inven- ção.
Ainda nesta modalidade, de maneira semelhante à segunda mo-dalidade, o membro de prensagem 5e tem um primeiro corpo 5e1 em suaregião central, e um segundo corpo 5e2 em uma posição correspondente auma região retentora de ondulação. A parte de pressurização 5b é divididaem uma primeira parte de pressurização 5b1 correspondente ao primeirocorpo, e uma segunda parte de pressurização 5b1 correspondente ao se-gundo corpo. O meio gerador de pressão é dividido em um primeiro meiogerador de pressão 5c1 para a primeira parte de pressurização, e um se-gundo meio gerador de pressão 5c2 para a segunda parte de pressurização.Além disso, o segundo corpo de prensagem 5e2 é composto por um grupode cilindros de pressão fluídica dispostos em intervalos.
No entanto, nesta terceira modalidade, o primeiro corpo de pren-sagem 5e1 que é o primeiro corpo de prensagem 5e1 na região central, e aprimeira parte de pressurização 5b1 também são compostos por uma plura-lidade de cilindros de pressão fluídica que são dispostos em intervalos.
Ou seja, uma série de cilindros de pressão fluídica, cada um in-cluindo um tubo cilíndrico que serve como uma parte de pressurização deunidade, e um pistão que serve como um membro de prensagem de unidadesão dispostos em câmaras proporcionadas em intervalos requeridos no inte-rior da base 5a. Os cilindros de pressão fluídica são individualmente propor-cionados, ou são ordenados em uma câmara que é amplamente formadocomo um recesso. Cada um dos tubos cilíndricos do grupo de cilindros depressão fluídica é conectado por um canal de comunicação (conduto) 541 econectado ao meio gerador de pressão 5c 1 através do canal 54.
Além disso, nesta modalidade, de maneira semelhante ao as-pecto da Figura 21, o primeiro corpo de prensagem 5e1 e o segundo corpode prensagem 5e2 são dispostos de tal modo que suas superfícies de pren-sagem fiquem voltadas para a matriz superior B. Na Figura 25, contrário aoque foi dito acima, o primeiro corpo de prensagem 5e1 e o segundo corpo deprensagem 5e2 são dispostos de tal modo que suas superfícies de prensa-gem fiquem voltadas para o cursor 3d. A Figura 26 mostra a Figura 25 demaneira parcialmente ampliada. Visto que outras configurações e efeitos sãoiguais aos da segunda modalidade, a descrição dos mesmos será omitida.
Ainda nesta terceira modalidade, o primeiro corpo de prensagem5e1 e o segundo corpo de prensagem 5e2 são simultaneamente movidosem uma extremidade do curso, e uma força de prensagem P1 + P2 comuma magnitude igual ou diferente é gerada, criando, assim, uma pressão dereincidência. Portanto, os aperfeiçoamentos na precisão de conformação, ena economia de energia podem ser obtidos por essa conformação de pren-sa.
Além disso, em um caso onde os membros de prensagem e aspartes de pressurização são individualmente construídos (grupo pontual),utilizando-se um grupo de cilindros de pressão fluídica semelhante ao dasegunda modalidade ou da terceira modalidade, o controle preciso de umaforça retentora de ondulação ou de uma força de correção de deflexão podeser realizado. Como um método de realização disso, o grupo de cilindros depressão fluídica pode ser dividido em alguns grupos, esses grupos podemser conectados uns aos outros por condutos, e um meio gerador de pressãopode ser conectado a cada grupo.
No entanto, mais simplesmente, conforme mostrado na Figura24A, as peças recebedoras de pressão 9 são dispostas sobre a superfíciesuperior da matriz superior incluindo as regiões que requerem a prensagempelos membros de prensagem. As peças recebedoras de pressão 9 encon-tram-se sobre os meios eixos geométricos dos pistões, e recebem a prensa-gem pelo curso dos pistões. Nos locais onde a prensagem não é requerida,conforme mostrado na Figura 24B, as peças recebedoras de pressão nãosão dispostas. De outra forma, as peças recebedoras de pressão que têmdiferentes espessuras de acordo com o grau de necessidade de uma forçade prensagem podem ser dispostas.
Ao agir desse modo, a força retentora de ondulação pode serlocalmente controlada, utilizando-se o grupo de cilindros de pressão cilíndri-ca da mesma especificação e sem aumentar o número do meio gerador depressão. Por exemplo, em um caso onde uma peça de trabalho W é grande,é possível realizar simplesmente uma construção em que a força de prensa-gem de uma região em linha reta pode se tornar relativamente alta de modoa obter uma grande força retentora de ondulação, e a força de prensagemde uma região de canto pode se tornar relativa e levemente baixa de modo aenfraquecer um pouco a força retentora de ondulação.
As prensas ilustradas consistem em vários exemplos da inven-ção, e a invenção não se limita a eles.
Os mesmos elos excêntricos da unidade de prensa de confor-mação 2 podem ser usados para o mecanismo de acionamento 3b da uni-dade de prensa de retenção de matriz 3. Neste caso, obtém-se uma prensagiratória de ação única de acionamento inferior. É desnecessário dizer que odispositivo de aperfeiçoamento de precisão de conformação 5 é interposto efixado entre o cursor da unidade de prensa de retenção de matriz e da matrizsuperior.
Além disso, pode-se utilizar o próprio dispositivo de aperfeiçoa-mento de precisão de conformação 5 independentemente dos tipos de pren-sas, pode ser aplicado a uma pensa mecânica versátil, uma prensa hidráuli-ca, etc. nem como a prensa servo com elos mostrada como uma técnica an-terior, e pode ser aplicado a uma prensa de ação única, ou a uma prensa deação dupla na classificação de acordo com os tipos de acionamento.
Mesmo se for aplicado a qualquer uma dessas, um efeito de e-qualização por pressão é alto, e uma força de ajuste da matriz e uma forçaretentora de ondulação se tornam uniformes independentemente da deflexãodas prensas e matrizes, se aprimora a precisão do produto. Além disso, umefeito de economia de energia é alto, e se o meio gerador de pressão tam-bém for construído de maneira semelhante às modalidades, não se utilizauma válvula de descarga. Portanto, não se gera calor no interior de um cir-cuito hidráulico, e a pressão que surge quando o cursor e um amortecedorde matriz se colidem um ao outro é baixa. Além disso, as propriedades dedurabilidade e portadoras de carga são altas.
Além disso, a invenção inclui os seguintes assuntos.
1) Um dispositivo de aperfeiçoamento de precisão de conforma-ção que inclui, entre uma matriz e uma superfície inferior de um cursor capazde ascender e descender, uma base em formato de disco, uma parte depressurização construída na base e conectada ao meio gerador de pressãoexterno e ao meio de controle de fornecimento de pressão, e um membro deprensagem dotado de uma superfície de prensagem contra a superfície infe-rior do cursor ou a superfície superior da matriz, e voltada para a parte depressurização no lado oposto à superfície de prensagem.
2) Um método de conformação que utiliza uma prensa, incluindointerposto entre uma matriz superior e uma superfície inferior de um cursorde uma prensa, um dispositivo que inclui uma base em formato de disco,uma parte de pressurização construída na base e conectada ao meio gera-dor de pressão externo, e um membro de prensagem dotado de uma super-fície de prensagem contra a superfície inferior do cursor ou a superfície su-perior da matriz, e uma superfície oposta à superfície de pressão voltadapara a parte de pressurização, e que ajusta a força de prensagem do mem-bro de prensagem pela parte de pressurização prensando-se uma peça detrabalho, isto é, uma pressão P1 em um estágio onde o cursor descende eas matrizes superiores fazem fronteira com a peça de trabalho, e uma pres-são P2 em um estágio onde o cursor chegou a um ponto morto inferior, emP2 > P1.
3) O aspecto 2) inclui um aspecto no qual a pressão P1 em umestágio onde o cursor descende e a matriz superior fez fronteira com a peçade trabalho é fornecida apenas ao membro de prensagem em sua borda pe-riférica correspondente ao retentor de ondulação, e a pressão P2 em umestágio onde o cursor chegou ao ponto morto inferior é fornecida ao membrode prensagem em sua parte central.

Claims (11)

1. Prensa de acionamento inferior, que compreende:um retentor anular de ondulação disposto fixadamente sobre umleito;uma unidade de prensa de conformação que inclui uma matrizinferior situada no interior do retentor de ondulação, sendo que um cursorsustenta uma matriz inferior, e um mecanismo de acionamento disposto den-tro do leito com a finalidade de a erguer ou rebaixar o cursor;um mecanismo de acionamento carregado na lateral de umacoroa, e um cursor erguido ou rebaixado pelo mecanismo de acionamento;uma unidade de prensa de retenção de matriz que inclui umamatriz superior dotada de uma parte de fixação que aperta uma peça de tra-balho em cooperação com o retentor de ondulação em sua borda periférica;eum dispositivo que aplica uma força de prensagem à matriz su-perior por trás após o último estágio de descida do cursor da unidade deprensa de retenção de matriz e à matriz superior para aperfeiçoamentos naprecisão de conformação.
2. Prensa de acionamento inferior, de acordo com a reivindica-ção 1, em que o dispositivo que aplica uma força de prensagem à matriz su-perior por trás para aperfeiçoamentos na precisão de conformação inclui:uma base em formato de disco disposta entre uma superfícieinferior do cursor e a matriz superior;uma parte de pressurização construída na base;um membro de prensagem dotado de uma superfície de prensa-gem contra a superfície inferior do cursor, ou a superfície posterior da matrizsuperior, e uma superfície oposta à superfície de pressão voltada para a par-te de pressurização;um meio gerador de pressão disposto em um local fora da basepara alimentar um meio de pressurização à parte de pressurização; eum meio disposto em um local fora da base para controlar apressão do meio de pressurização alimentado à parte de pressurização apartir do meio gerador de pressão.
3. Prensa de acionamento inferior, de acordo com a reivindica-ção 2, em que o membro de prensagem inclui um corpo em formato de discocom um tamanho suficiente para cobrir uma região retentora de ondulação.
4. Prensa de acionamento inferior, de acordo com a reivindica-ção 2, em que o membro de prensagem tem um primeiro corpo em sua regi-ão central, e um segundo corpo em uma posição correspondente à regiãoretentora de ondulação, sendo que a parte de pressurização tem uma pri-meira parte de pressurização correspondente ao primeiro corpo, e uma se-gunda parte de pressurização correspondente ao segundo corpo, e o meiogerador de pressão é composto por um primeiro meio gerador de pressãopara a primeira parte de pressurização, e por um segundo meio gerador depressão para a segunda parte de pressurização.
5. Prensa de acionamento inferior, de acordo com a reivindica-ção 4, em que o primeiro corpo tem um formato de disco, e o segundo corpotem um formato de armação anular na vista em planta.
6. Prensa de acionamento inferior, de acordo com a reivindica-ção 4, em que o primeiro corpo tem um formato de disco, ou o primeiro cor-po e a primeira parte de pressurização são compostos por qualquer plurali-dade de cilindros de pressão fluídica que estão conectados entre si e dispos-tos errrintervalos requeridos, e o segundo corpo e a segunda parte de pres-surização são compostos por uma pluralidade de cilindros de pressão fluídi-ca que são conectados entre si e dispostos em intervalos requeridos.
7. Prensa de acionamento inferior, de acordo com qualquer umadas reivindicações 2 a 5, em que a parte de pressurização é composta porum corpo de câmara, e por um corpo elástico construído no corpo de câma-ra.
8. Prensa de acionamento inferior, de acordo com qualquer umadas reivindicações 2 a 5, em que a parte de pressurização é composta porum corpo de câmara, e por um fluido que preenche o corpo de câmara.
9. Prensa de acionamento inferior, de acordo com a reivindica-ção 2, em que um sensor que serve para ajustar a pressão a ser alimentadaà parte de pressurização a partir do meio gerador de pressão é interpostoentre a superfície inferior do cursor e a superfície posterior da matriz superiorou entre a base e a superfície posterior da matriz superior.
10. Prensa de acionamento inferior, de acordo com a reivindica-ção 2, em que o meio gerador de pressão tem um servomotor como umafonte de acionamento.
11. Prensa de acionamento inferior, de acordo com a reivindica-ção 1, em que o mecanismo de acionamento da unidade de prensa de re-tenção de matriz inclui um motor de sistema digital e elos, e o mecanismo deacionamento da unidade de prensa de conformação inclui um motor de sis-tema digital e elos.
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