BRPI0710605A2 - sistema de proteção contra movimento de queda - Google Patents
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Abstract
<B>SISTEMA DE PROTEçãO CONTRA MOVIMENTO DE QUEDA.<D> A invenção proporciona um sistema de proteção contra queda para um indivíduo manobrando em uma estrutura, a estrutura tendo seções de estrutura dispostas eqúidistantes a partir uma da outra e pelo menos uma seção transversal se estendendo entre as seções eqúidistantes, o sistema geralmente incluindo um primeiro suporte de cabo disposto em uma das seções de estrutura eqúidistantes, um segundo suporte de cabo disposto em uma outra das seções de estrutura eqúidistantes; um suporte de cabo transversal se estendendo entre os primeiro e segundo suportes de cabo, um elemento rígido operativamente associado com o suporte de cabo transversal e configurado para transpor a distância entre os primeiro e segundo suportes de cabo, e um conjunto de interrupção de queda pessoal fixado a e móvel com relação ao suporte de cabo transversal, o suporte de cabo transversal e o elemento rígido sendo configurados para se mover com relação às seções de estrutura transversais eqüidistantes e com relação aos primeiro e segundo suportes de cabo.
Description
SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA MOVIMENTO DE QUEDA
CAMPO TÉCNICO DA INVENÇÃO
A invenção refere-se de forma geral a dispositivospara proteção contra queda pessoal e, mais especificamente,a um conjunto de proteção contra queda que permite que umindivíduo se mova em múltiplas dimensões em uma estruturaenquanto provendo características de segurança contra quedae protegendo contra quedas por balanço.
BREVE DESCRIÇÃO DA TÉCNICA RELACIONADA
Conjuntos de proteção contra queda pessoal sãocomumente usados por pessoas expostas a alturas. Porexemplo, em construção ou manutenção de edifícios, pontestorres e similares, trabalhadores freqüentemente executamtarefas em altas elevações ou próximo de uma borda de umaestrutura a partir da qual uma queda pode resultar emferimentos. Conjuntos de proteção contra queda empregadosem tais situações convencionalmente incluem arreios desegurança usados pelo trabalhador individual conectados aum cabo de segurança ou linha que é ancorada, em uma devárias formas na estrutura, na qual o indivíduo estátrabalhando. Esses conjuntos são designados parainterromper de forma confiável a descida do trabalhor seuma queda ocorrer.
Contudo, quaisquer desses conjuntos de proteção contraqueda convencionais não oferecem ao trabalhador liberdadesuficiente para se mover sobre uma estrutura e executarseus trabalhos de forma eficiente. Adicionalmente, existemdificuldades freqüentemente consideráveis em se obter forçamecânica necessária para interromper a queda de umtrabalhador adulto. Isso é devido ao fato de que taisconjuntos de segurança serem de natureza temporária e,assim, devem ser leves o suficiente para subir, manobrar eelevar da estrutura e ainda serem fortes o suficiente paraproporcionar capacidade de interrupção de queda suficiente.
Disposições de corda de salvamento horizontal sãofreqüentemente usadas para proteção contra queda paraindivíduos nessas posições elevadas em uma estrutura.Nessas disposições, um cabo de segurança horizontal émontado sobre a estrutura por meio de escoras de montagemou outros suportes verticais. Os cabos horizontaisatravessam a estrutura próximos de uma borda e sãodispostos tipicamente acima da altura de um trabalhadormédio, de modo que o trabalhador possa caminhar livrementena estrutura abaixo da corda horizontal. 0 trabalhadorindividual é amarrado à corda horizontal por um cabo desegurança se estendendo a partir de um arreio dotrabalhador. Essa disposição de corda de salvamentohorizontal permite ao trabalhador se mover ao longo do cabohorizontal enquanto limita o movimento na direção vertical,por exemplo, para impedir a queda. Isso é, caso otrabalhador caía quando conectado a tal disposição de cordade salvamento horizontal, a queda do trabalhador irá serinterrompida pela interação do cabo horizontal e do cabo desegurança amarrados ao trabalhador.
Apesar dessa disposição de corda de salvamentohorizontal interromper uma queda vertical, o trabalhadorainda estará, apesar de tudo, exposto a perigos associadoscom uma queda em balanço. Isso ocorre quando um trabalhadorcai de uma posição outra do que a diretamente abaixo dacorda de segurança horizontal e resulta em um balanço tipopêndulo da queda do trabalhador, expondo o trabalhador auma colisão prejudicial com a estrutura da edificação. Porexemplo, um trabalhador amarrado a uma corda de segurançahorizontal pode manobrar externamente a partir da corda desegurança horizontal em uma viga transversal, etc., em umadireção geralmente transversal ao cabo horizontal.
Desse modo, um conjunto de proteção contra queda édesejado de modo a ter uma força mecânica necessária parainterromper a queda de um trabalhador, limitar a direçãovertical que o trabalhador pode trafegar no caso de umaqueda, reduzir a ocorrência de quedas em balanço, e aindaprover ao trabalhador capacidade suficiente para movimentoao longo e em torno de uma estrutura, de modo a executar otrabalho requerido, manutenção, etc.
BREVE SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Os problemas discutidos acima e outros, bem como adeficiência da técnica anterior são superados ou aliviadospela invenção, que proporciona um novo e não óbvio sistemade proteção contra queda.
A invenção proporciona um sistema de proteção contraqueda para um indivíduo manobrando sobre uma estrutura, aestrutura tendo seções de estrutura dispostas eqüidistantesa partir uma da outra e pelo menos uma seção transversal seestendendo entre as seções eqüidistantes. O sistemageralmente compreende um primeiro suporte de cabo dispostoem uma das seções de estrutura eqüidistantes, um segundosuporte de cabo disposto em uma outra das seções deestrutura eqüidistantes, um suporte de cabo transversal seestendendo entre os primeiro e segundo suportes de cabo, umelemento rígido operativamente associado com o suporte decabo transversal e configurado para transpor a distânciaentre os primeiro e segundo suportes de cabo, e um conjuntode interrupção de queda pessoal fixado a e móvel comrelação ao suporte de cabo transversal. 0 suporte de cabotransversal e o elemento rígido são adicionalmenteconfigurados para se mover com relação às seções deestrutura transversal e eqüidistantes e com relação aosprimeiro e segundo suportes de cabo.
A invenção adicionalmente provê um sistema de proteçãocontra queda para uma pessoa manobrando sobre umaestrutura, a estrutura tendo seções de estrutura dispostasem lados opostos uma da outra e pelo menos uma seçãotransversal se estendendo entre as seções de estruturaopostas. Aqui o sistema compreende um primeiro elemento desuporte se estendendo acima de uma primeira das seções deestrutura opostas, um segundo elemento de suporte seestendendo acima de uma segunda das seções de estruturaopostas, um terceiro elemento de suporte conectado a emóvel em associação com os primeiro e segundo elementos desuporte, o terceiro elemento de suporte se estendendo entreos primeiro e segundo elementos de suporte, e um conjuntode interrupção de queda conectado em uma extremidade móvelem associação com o terceiro elemento de suporte econectado em uma outra extremidade do indivíduo. Osprimeiro, segundo e terceiro elementos de suportescompreendem cabos que são configurados para resistir aforças horizontais e verticais associadas com uma queda doindivíduo a partir da estrutura. 0 terceiro elemento desuporte adicionalmente compreende um elemento rígido pararesistir às forças horizontais associadas com a dita queda.A invenção também provê um sistema de proteção contraqueda para um indivíduo em uma estrutura, em que o sistemacompreende um ponto de suporte e um conjunto de interrupçãode queda conectado ao ponto de suporte e conectado aoindivíduo. O ponto de suporte é configurado para se movercom o indivíduo em torno da estrutura. 0 conjunto deinterrupção de queda compreende um ou mais cabos parasuportar cargas verticais e um elemento rígido pararesistir às forças de compressão associadas com as ditascargas.
As características acima discutidas e outras, bem comoas vantagens da presente invenção irão ser apreciadas eentendidas por aqueles versados na técnica a partir dadescrição detalhada a seguir e aos desenhos.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Referência agora é feita aos desenhos em que elementossimilares são numerados de forma similar nas diversasFIGURAS:
FIGURA 1 é uma vista em perspectiva de um sistema deproteção contra queda em uma modalidade da invenção;
FIGURA 2 é uma outra vista em perspectiva de umsistema de proteção contra queda da FIGURA 1 incluindo umindivíduo conectado ao mesmo;
FIGURA 3 é uma vista em elevação de um elemento rígidodo sistema de proteção contra queda;
FIGURA 4 é uma vista plana de um sistema de proteçãocontra queda em uma modalidade da invenção;
FIGURA 5 inclui dados de teste com relação à invenção;
FIGURAS 6 a 10 são fotos da invenção com relação aoteste da FIGURA 5.DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
As Figuras 1 e 2 ilustram um sistema de proteçãocontra queda 100 em uma modalidade exemplificativa dainvenção. 0 sistema de proteção contra queda 100 éilustrado sendo usado por um trabalhador 10 para manobrarao redor de uma estrutura 90. A estrutura 90 ocupa umaposição elevada tal como é comum durante a construção,manutenção ou atividades similares com relação a edifícios,pontes, paredes, torres ou estruturas similares querequerem um trabalhador 10 para executar trabalho emdistâncias elevadas acima do solo. O sistema de proteçãocontra queda 100 pode geralmente ser empregado em qualquerlugar em que proteção contra queda é requerido pelospadrões de segurança ou outros regulamentos similares, paraimpedir ou reduzir sérios ferimentos ao trabalhador 100,caso ele de alguma forma escorregue ou caia de uma posiçãoelevada.
As Figuras 1 e 2 ilustram a estrutura 90 comogeralmente incluindo duas seções de estrutura paralelas 92e 92'. Uma seção transversal 94 se estende entre as seçõesde estrutura 92, 92' e, nesse exemplo, são ilustradasgeralmente perpendiculares as seções de estrutura 92, 92',mas podem ser dispostos em um ângulo com relação às mesmas,etc. As seções de estrutura 92, 92' geralmente representamsegmentos de estrutura paralelos adjacentes dispostos emqualquer estrutura (edifícios, pontes, torres, etc.). Aseção transversal 94 geralmente representa qualquersegmento transversal que pode ser disposto entre as seçõesde estrutura 92, 92'.
As seções de estrutura 92, 92' podem ser compostas portrilhos, vigas, vigas em I, paredes ou similares, ouqualquer combinação desses itens com relação particular aedifícios, pontes, paredes, torres ou objetos similarescuja estrutura 90 seja associada com os mesmos. Deve serevidente que outros elementos caracterizando formato,dimensões ou configuração das seções de estrutura 92, 92'usados no contexto da invenção reivindicada são bemconhecidos e não necessitam ser adicionalmente discutidos.
As seções de estrutura 92, 92' incluem um conjuntoitinerante para proteção contra queda 20 para proverproteção contra queda do trabalhador 20 e para permitir omovimento do trabalhador 10 se movendo com relação àsseções de estrutura 92, 92', 94. O conjunto itinerante paraproteção contra queda 20 é geralmente ancorado na estrutura90 ou em algum outro objeto não móvel. Esse ancoramentoinclui o uso de um elemento vertical 24, tal como umaescora ou outro objeto adequado, como ilustrado namodalidade das Figuras 1 e 2. Apesar de ter um elementovertical 24 próximo de cada extremidade das seções deestrutura 92, 92', é possível ter qualquer de um número deelementos verticais 24 ou pontos de ancoragem para oconjunto itinerante para proteção contra queda 20 ao longodas seções de estrutura 92, 92'. Por exemplo, um elementovertical adicional 24 pode ser disposto na extensão médiaao longo de uma ou de ambas as seções de estrutura 92, 92'.Os suportes verticais 24 podem ser montados nas seções deestrutura 92, 92' por meio de soldagem, aparafusamento,etc., ou qualquer combinação dos mesmos.
0 uso de elementos verticais 24 para fixar o conjuntoitinerante para proteção contra queda 20 na estrutura 90 édiscutido aqui apenas como meio de exemplo. 0 conjunto 2 0pode geralmente ser fixo na estrutura 90 em qualquermaneira suficiente para prover fixação adequada. Porexemplo, o conjunto itinerante para proteção contra queda20 pode ser alternativamente afixado diretamente aoselementos da estrutura 90, por exemplo, diretamente nasvigas verticais da estrutura 90, etc.
Como ilustrado na Figura 1, o conjunto itinerante paraproteção contra queda 2 0 inclui elementos de suporteflexível 22 que transpõem pelo menos uma parte de cada umadas seções de estrutura 92, 92'. Extremidades opostas decada um dos elementos de suporte 22 são fixadas noselementos verticais 24. Assim, nessa modalidadeexemplificativa, quatro elementos verticais 24 sãoempregados. Os elementos de suporte 22 são mantidosgeralmente em uma condição substancialmente tensa entre oselementos verticais 24. Os elementos de suporte flexível 22são fixados aos elementos verticais 24 por qualquer meioadequado desejado tal como aparafusamento, fixação, etc. Oselementos de suporte flexível 22 podem ser cabos de aço,similares a cabos, ou alguns elementos similares de forçamecânica suficiente para desacelerar e interromper a quedado trabalhador 10, como discutido adicionalmente aqui. Oselementos de suporte flexível 22 podem incluir dispositivosde absorção de choque ou de tensão, de modo a desacelerar aqueda antes da interrupção completa da queda e parageralmente absorver forças de choque associadas com ainterrupção da queda. Os elementos verticais 24 podem serconfigurados para suspender os elementos de suporteflexível 22 acima da cabeça do trabalhador 20, de modo queo trabalhador 10 possa mover abaixo dos elementos desuporte 22 livremente do contato entre os mesmos.
O conjunto itinerante para proteção por queda 2 0adicionalmente inclui um elemento rígido 3 0 se estendendotransversalmente entre os elementos de suporte flexível 22,como ilustrado nas Figuras 1 e 2. O trabalhador 10 éamarrado ao elemento rígido 3 0 por um arreio 50 usado napessoa do trabalhador 10 e uma disposição de cabo 60 seestendendo entre o arreio 50 e o elemento rígido 30. 0elemento rígido 30 é particularmente configurado para semover com relação aos elementos de suporte 22. O movimentodo elemento rígido 3 0 pode ser obtido por meios assistidosmecânica e eletricamente, mas é preferível que o elementorígido 3 0 seja manualmente móvel pelo trabalhador 10, talcomo puxando ou empurrando.
O conjunto itinerante para proteção contra queda 20 ésuficientemente configurado para suportar e segurar oelemento rígido 3 0 conforme ele se move com relação aoselementos de suporte 22. Por exemplo, os elementos desuporte flexível 22 e os elementos verticais 24 sustentam opeso do elemento rígido 30 e também impedem que o elementorígido 30 se mova além do elemento vertical 24.Adicionalmente, o conjunto itinerante para proteção contraqueda 20 é de uma força mecânica suficiente para sustentar a força vertical como resultado da queda de um trabalhador10 amarrado ao elemento rígido 30, conforme será discutidoem maiores detalhes aqui.
O elemento rígido 30 é de comprimento suficiente paraestender entre os elementos de suporte 22 e é construído de um material substancialmente rígido ou inelástico, tal comoaço, plástico, etc., que irá permanecer rígido e geralmenteresistente ao dobramento como um resultado de forças decompressão criadas durante uma queda do trabalhador 10,como será discutido em maiores detalhes aqui. O elementorígido 3 0 pode compreender qualquer um dentre um tubo, umabarra, um poste, um trilho, uma haste, uma viga, uma vigaem I ou similar, e pode ser de qualquer formato ou perfilem seção transversal mantendo rigidez ou inelasticidademensuráveis com o material do que ele é composto.
Em um exemplo, o elemento rígido 3 0 compreende um tuboalongado que é fixado tanto em suas extremidades aoselementos de suporte flexível 22 por disposições de polia5 0 que permitem que o elemento rígido 3 0 se mova medianteos elementos 22. 0 elemento rígido tubular 3 0 podeadicionalmente incluir um cabo (não ilustrado) seestendendo através de um interior do tubo. As extremidadesopostas do cabo podem ser afixadas a disposições de polia50, tal que o cabo adicionalmente sustente o elementorígido (e um trabalhador em queda) entre os elementos desuporte flexível.
Em um outro exemplo, o elemento rígido 3 0 não éconectado diretamente às disposições de polia 50. Aocontrário, o elemento rígido 3 0 pode simplesmente estendersobre e essencialmente pendurar sobre a disposição de cabo60 que é conectada em suas extremidades às disposições depolia 50. Aqui, o elemento rígido geralmente se estende nadireção das extremidades das disposições de cabo 60 e ésustentado na direção vertical pela disposição de cabo 60,mas não conecta diretamente aos elementos de suporteflexível 22. Ao contrário, as duas extremidades dos cabossão móveis conectadas aos elementos de suporte 22 nosdisposições de polia 50, tal que o conjunto das disposiçõesde cabo 60 e do elemento rígido 30 se estendem entre oselementos de suporte 22 e podem seletivamente se mover aolongo dos elementos de suporte 22.
Onde a distância entre as seções de estrutura 92, 92'é substancial, a extensão do elemento rígido 3 0 podeconseqüentemente ser substancial e pode prover algumadificuldade no transporte do elemento rígido 3 0 entre oslocais de trabalho. Como resultado, pode ser desejável parao elemento rígido 3 0 ser de um comprimento transportávelrazoável. Apesar do elemento rígido 30 poder ser umaunidade de peça única, é também contemplado que o elementorígido 3 0 pode ser de uma construção em seção. Dessamaneira, o elemento rígido 3 0 pode ser convertido em umcomprimento manejável para o transporte entre locais detrabalho e, então, convertido em um comprimento apropriadofixo para uso com a estrutura 90 no local. Por exemplo, oelemento rígido 2 0 pode compreender uma pluralidade deseções tubulares que podem ser aparafusadas juntas no localpara prover o elemento rígido 30 de comprimento suficiente.
As disposições de cabo 6 0 que fixam o arreio 5 0 dotrabalhador 10 ao elemento rígido 3 0 e/ou aos elementos desuporte flexível 22 compreendem qualquer disposiçãoadequada que permite suficiente movimento ao trabalhador 10com relação ao elemento rígido 30, e que é suficiente parasustentar a força vertical no caso de uma queda dotrabalhador 10. Tal disposição 60 pode incluir uma corda desalvamento de segurança, uma corda de salvamento retrátil,uma corda colhedora, grampos associados, ganchos depressão, anéis em D, e outros dispositivos de fixação, ououtros mecanismos que são geralmente usados para amarrarpessoas em um cabo de segurança ou dispositivo similar.
Em uma modalidade exemplificativa, a disposição decabo 60 compreende dois cabos individuais 62 que descem apartir de extremidades opostas do elemento rígido 30 e sefixam a um elemento de suporte 40. Em uma outra modalidade,a disposição de cabo 60 compreende um cabo contínuo que éfixado em suas extremidades a disposições de polia 50 e quesuportam o elemento rígido 30. A disposição de cabo 60 podeadicionalmente inclui um cabo se estendendo através de uminterior oco do elemento rígido 30 para prover suportevertical ao mesmo. Abaixo da disposição de cabo 60, um cabode arreio 42 abaixa a partir do elemento de suporte 40 e sefixa ao arreio 50 do trabalhador 10. O elemento de suporte40 pode ser fixo com relação aos cabos abaixadores 62 dadisposição de cabo 60 ou pode ser móvel com relação aomesmo.
Em uma modalidade, a disposição de cabo 60 inclui umcabo único 62 que atravessa o elemento rígido tubular 30 eentão desce para o elemento de suporte 40, que é fixo deforma móvel ao cabo 62. Aqui, o cabo 62 pode serdiretamente conectado às disposições de polia 50 nasextremidades do elemento rígido 30 ou pode,alternativamente, ser disposto livremente a partir domesmo. Na ultima versão, o elemento rígido 30 é conectadoàs disposições de polia 50. Na versão anterior, o cabo 62 éum laço continuo que é conectado a e trabalha em umadisposição de polia 50, através do elemento de suporte detubo rígido 30, para a disposição de polia oposta 50, epara baixo para o elemento de suporte 40. O elemento rígido30 essencialmente trafega na parte do cabo 62 que seestende através do elemento 3 0 entre as disposições depolia 50. O elemento de suporte 40 é conectado de formamóvel ao cabo 62 por meio de um anel, disposição de polia,etc. ou por quaisquer outros meios adequados para permitirmovimento ao elemento de suporte 4 0 com relação ao cabo 62e para prover forças suficientes para resistir às forçasassociadas com a queda do trabalhador 10.
Como ilustrado na Figura 2, em uso o sistema deproteção contra queda 100 permite que o trabalhador se movalivremente em torno da estrutura 90, nas direções X, Y e Z,enquanto permanecendo amarrado ao conjunto itinerante paraproteção contra queda 20. Isso é, o trabalhador 10 podefacilmente manobrar em torno de todas as partes das seçõesde estrutura 92, 92' e da seção transversal 94. Na Figura2, o trabalhador 10 é ilustrado aproximadamente no meio docaminho do elemento transversal 94. Aqui, o elemento desuporte 4 0 é geralmente disposto no meio do caminho com otrabalhador 10. Quando o trabalhador 10 se move na direçãoY na direção de ambas as seções de estrutura 92, 92', otrabalhador 10 se move para o elemento de suporte 40,devido à conexão móvel do elemento de suporte 4 0 mediante ocabo 62. Quando o trabalhador caminha tanto nas seções deestrutura 92, 92' na direção, por exemplo, de um doselementos verticais 24, o trabalhador 10 se move noelemento rígido 30 por meio das disposições de polia 50dispostas em ambas as extremidades do elemento rígido 30,que proporciona o movimento do elemento rígido 3 0 comrelação aos elementos de suporte flexível 22. Isso é,conforme o trabalhador se move na direção X abaixo dossuportes flexíveis 22, o elemento rígido é empurrado pelasdisposições de cabo 60, 62 fixadas ao trabalhador 10, talque o elemento rígido 30 se move com o trabalhador 10.
Dessa forma, o sistema itinerante para proteção contraqueda 2 0 permite ao trabalhador liberdade total demovimento nas direções X e Y. Adicionalmente, o sistemaitinerante para proteção contra queda 20 permite que otrabalhador 10 se mova livremente na direção Z para aextensão do comprimento da disposição de cabo 60. Porexemplo, o trabalhador 10 conectado ao sistema 2 0 podelivremente se mover no topo de uma parte elevada 96 dasseções de estrutura 92, 92'. De forma similar, se desejado,o trabalhador 10 pode descer com relação às seções deestrutura 92, 92' e a seção transversal 94. Claro, omovimento na direção Z é limitado pelo comprimento doelemento rígido 3 0 provido pela disposição de cabo 30.Vantajosamente, apesar de se mover em quaisquer dasdireções X, Y e Ζ, o trabalhador retém proteção adequadacontra queda a partir do sistema itinerante 20, conformeserá detalhado em maiores detalhes abaixo.
A Figura 3 ilustra uma vista aumentada do elementorígido 30. Aqui, a disposição de polia 50 é ilustrada comosendo conectada ao elemento rígido 30. Como ilustrado nasFiguras 1 e 2, a disposição de polia 50 é dispostas próximaa cada extremidade do elemento rígido 30. A disposição depolia 50 pode ser construída como uma parte separada oupode ser formada integral com o elemento rígido 30. Adisposição de polia 50 pode incluir uma extensão 52 queconecta a disposição de polia 50 ao elemento rígido 30 epermite que o elemento rígido 30 pendure abaixo, e de formanão obstruída, a partir dos suportes flexíveis 22. Écontemplado que a disposição de polia 50 pode ser conectadaem qualquer forma que não interfira com o movimento doelemento rígido 30 ao longo dos suportes flexíveis 22.
Em uma outra modalidade, a extensão 52 é uma parteestendida do cabo 62 que forma a disposição de cabo 62.Nessa modalidade, a extensão de cabo 52 é conectada adisposição de polia 50 e ao elemento rígido 30 se locomovemediante a disposição de cabo 60, conforme discutido acima.
A disposição de polia 50 é geralmente configurada parasustentar e/ou para fixar o elemento rígido 30 com relaçãoaos suportes flexíveis 22 e para prover a mobilidade doelemento rígido 30 e da disposição de cabo 60 com relação amesma. Dependendo da configuração do conjunto itinerantepara proteção contra queda 20, a disposição de polia 50 éaproximadamente escolhida para ser móvel com relação aoconjunto itinerante para proteção contra queda 20. Adisposição de polia 50 pode incluir, mas não ser limitada aum cilindro, uma roda, uma esfera, um mancai, um grampo,uma polia ou similar, ou qualquer combinação dos elementosacima.
0 elemento rígido 30 pode opcionalmente incluir umconjunto de escora de cabo 70, como ilustrado na Figura 3,para proporcionar adicional resistência a deformação oudobramento ao elemento rígido 30. Nessa modalidadeexemplificativa, um conjunto de escora de cabo 70 édisposto em cada um dos lados opostos do elemento rígido30. Cada conjunto de escora de cabo 70 transportaaproximadamente o comprimento do elemento rígido 30 einclui uma escora de cabo 72 e um separador 74. A escora decabo 72 é fixada por qualquer meio adequado em cada uma dasextremidades opostas do elemento rígido 3 0 próxima asdisposições de polia. A escora de cabo 72 geralmenteestende o comprimento do elemento rígido 3 0 e atravessa otopo do separador 74.
A escora de cabo 72 e o separador 74 são configuradospara não interferirem com o movimento do elemento rígido 3 0ao longo dos suportes flexíveis 22 nem com a operação dadisposição de cabo 60 abaixo do elemento rígido 30. Comoilustrado na Figura 3, as escoras de cabo 72 são conectadasao elemento rígido 3 0 de modo a não interferirem com adisposição de polia 50. Adicionalmente, a disposição decabo 60 é ilustrada pendurada abaixo e suficientementeafastada da escora inferior 72 e do separador 74, de modoque o movimento do trabalhador 10 ao longo da estrutura nãoé obstruído pelo conjunto de escora de cabo 70.
Se o trabalhador 10 deve cair da estrutura 90 enquantoconectado à disposição de cabo 60, os cabos 62 irão exerceruma força para baixo em cada disposição de polia oposta 50.Essa força para baixo irá ser transladada para os elementosde suporte flexíveis 22 que irão reagir para baixo. Essaforça para baixo irá tender a puxar os elementos de suporteflexíveis 22 para dentro na direção um do outro resultandoem uma força de compressão dentro do elemento rígido 30.Qualquer deformação que possa tender a ocorrer em reação aessa força de compressão irá ser contornada e reduzida ouimpedida pela rigidez do elemento rígido e/ou pela força detensão em um ou em ambas as escoras de cabo 72 do conjuntode escora de cabo 70.Como discutido acima, o conjunto itinerante paraproteção contra queda 2 0 permite ao trabalhador 10liberdade de movimento nas direções X, Y e Z na estrutura90. Isso é devido ao elemento de suporte 40 ser configuradopara mover lateralmente na direção X com o trabalhador 10,todo o elemento rígido 3 0 e a disposição de cabo 6 0 semovem ao longo dos suportes flexíveis 22 com o trabalhador10 na direção Y, a disposição de cabo 60 tem suficientefrouxidão para permitir que o trabalhador se mova pordistâncias na direção Z.
Adicionalmente, de forma vantajosa, em todos os pontosda estrutura 90, o trabalhador 10 é provido com proteçãosuficiente contra queda e, sobretudo, com proteção contraperigosas quedas por balanço. Tais quedas por balançoenvolvem movimento para baixo na direção Z, bem comomovimento lateral nas direções X e/ou Y resultando em umbalanço do tipo pêndulo do trabalhador 10 em queda, quepode levar a uma colisão com a estrutura 90 ou com oequipamento circundando a estrutura, etc. Tais quedas porbalanço ocorrem quando um trabalhador se move lateralmenteem afastamento de um ponto acima de suporte, cair de umatal posição distai lateralmente é resultado do balançoperigoso acima discutido.
O conjunto itinerante para proteção contra queda 2 0 dainvenção praticamente impede as quedas por balanço ou pelomenos minimiza o balanço envolvendo em uma queda dotrabalhador 10. Isso é devido ao conjunto 20 manter o pontode suporte geralmente acima do trabalhador durante omovimento do trabalhador em todas as direções X, Y e Z.Isso é, a natureza do percurso do suporte rígido 3 0 pelossuportes flexíveis 22 e a natureza do trajeto do elementode suporte 40 pelo cabo 62, assegura que o ponto de suportedo trabalhador 10 é geralmente mantido acima ou pelo menospróximo do trabalhador 10, a despeito de qualquer movimentofeito pela estrutura 90. Se o trabalhador 10 cair a partirdas seções de estrutura paralelas 92, 92' ou da seçãotransversal perpendicular 94, o trabalhador 10 irá descergeralmente reto para baixo na direção Z com pouco ou nenhummovimento nas direções X e Y. Como mencionado, isso édevido ao trabalhador 10 estar engatado no conjuntoitinerante para proteção contra queda 2 0 conforme otrabalhador 10 se move em torno das seções 92, 92' daestrutura 90, tal que em todo o tempo o elemento de suporte40 permanece próximo ao trabalhador. Assim, uma queda dequalquer posição sofre um mínimo ou nenhum movimento nasdireções XeYe, de forma resultante, um mínimo de quedapor balanço.
Como mencionado acima, em uma modalidade preferida, oelemento rígido 30 compreende um elemento tubular oco. Ocabo 62 se estende geralmente abaixo do elemento rígido 30e é conectados em ambas as extremidades dos elementos desuporte flexíveis 22 nas disposições de polia 50. O cabo 62então se estende para baixo para sustentar o elemento desuporte 40. As extremidades do elemento rígido 30 podemincluir um guia ou polia, etc., para fixar (de forma móvelou de forma imóvel) o cabo 82 ao mesmo e/ou para guiar ocabo 62 com relação ao mesmo. Nessa disposição, o elementorígido 30 é sustentado verticalmente por e geralmente selocomove ao longo do cabo 62. Uma força descendente noelemento de suporte 40, por exemplo, de uma queda, étransladado através do cabo 62 e da disposição de polia 50dos elementos de suporte flexíveis 22. O elemento rígido 30resiste às forças horizontais geradas em suas extremidadesdevido às forças para baixo aplicadas ao cabo 62. Isso é, opeso de um trabalhador em queda ira puxar para baixo o cabo62, assim criando um ponto de reação em ambas asextremidades do elemento rígido 30, onde o cabo 62 contatae atravessa o elemento rígido 30. A força horizontal geradanesses pontos de reação é transferida para dentro doelemento rígido, que resiste à compressão resultante.
Vantajosamente, esse conjunto itinerante para proteçãocontra queda 20 é altamente móvel e portátil e pode serrápida e facilmente montado em qualquer estrutura em queproteção contra queda seja desejada.
Aqui, o conjunto itinerante para proteção contra queda20 é discutido como sendo disposto pelas seções deestrutura paralelas 92, 92' e acima da seção transversal94. Essa disposição do conjunto 20 é, claro, providasomente por meio de um exemplo não limitativo. As seções92, 92', 94 podem somente representar uma parte daestrutura 90. A estrutura 90 pode incluir adicionais seçõesque se estendem em afastamento das seções 92, 92', 94, emcujo caso os suportes flexíveis 22 correspondentemente seestendem ao longo da estrutura 90 para prover capacidade demanobra e a proteção contra queda pelo não balanço, como deforma geral foi acima discutido. Também, as seções deestrutura 92, 92' são descritas como sendo elementos retosdispostos paralelos um ao outro, mas podem ser de qualquerformato eqüidistante a partir um do outro. Por exemplo, asseções 92, 92' podem ser arcos formados de maneira que sãodispostos eqüidistantes um do outro. Alternativamente, asseções 92, 92' podem convergir e/ou divergir com relaçãouma a outra. As seções 92, 92' podem adicionalmenteinclinar ou declinar com relação à horizontal e/ou comrelação uma a outra.
A invenção adicionalmente contempla disposiçõesalternadas de conectar de forma móvel o elemento rígido 3 0ao conjunto itinerante para proteção contra queda 20. Porexemplo, a Figura 4 ilustra uma configuração onde aestrutura 90 inclui uma seção arredondada 92. Aqui, umsuporte flexível único 22 atravessa a seção arredondada 92e é sustentado por uma pluralidade de elementos verticais24 (não mostrados). Uma extremidade A do elemento rígido 3 0é conectada ao suporte flexível 22 por meio da disposiçãode polia 50, como acima discutido. Uma extremidade oposta Bdo elemento rígido 3 0 é fixa em uma seção transversal 94 daestrutura 90 de tal forma a capacitar um movimentorotacional do elemento rígido 3 0 em torno da extremidade B.Isso é, nessa modalidade exemplificativa, o elemento rígido3 0 é capaz de pivotar em torno da extremidade B. Dessaforma, o trabalhador 10 pode atravessar as várias seções 92e 94 da estrutura 90 livremente enquanto movendo o elementorígido 30 e a disposição de cabo 92 atrás, de modo a proverproteção contra quedas e, particularmente, contra quedaspor balanço, como é de forma geral discutido acima comrelação às Figuras 1 a 3.
A invenção assim proporciona um sistema para proteçãocontra queda vantajoso que permite um indivíduo amarrado namesma manobrar livremente em torno de uma estrutura emtodas as direções enquanto ainda provendo proteção porinterrupção contra queda para o indivíduo e,particularmente, proteção contra quedas por balanço, eratodas as posições do indivíduo na estrutura, onde o sistemapara proteção contra queda possui uma construção muitosimples, que pode ser facilmente móvel e erigida em umavariedade de estruturas.
Apesar de a invenção ter sido descrita com referênciaàs modalidades exemplificativas, deve ser entendido poraqueles versados na técnica que várias mudanças podem serfeitas e que equivalentes podem ser substituídos porelementos do mesmo sem fugir do escopo da invenção.
Adicionalmente, muitas modificações podem ser feitaspara adaptar a uma situação ou material particular aosensinamentos da invenção sem fugir do essencial escopo damesma. Portanto, pretende-se que a invenção não sejalimitada a modalidade particular descrita como sendo omelhor modo contemplado para executar essa invenção, mas ainvenção pode incluir todas as modalidades que estão dentrodo escopo das reivindicações anexas.
Claims (3)
1. Sistema de proteção contra queda para uma pessoamanobrando em uma estrutura, a estrutura tendo seções deestrutura dispostas eqüidistantes a partir uma da outra epelo menos uma seção transversal se estendendo entre asseções eqüidistantes, o sistema caracterizado porcompreender:um primeiro suporte de cabo disposto em uma das seçõesde estrutura eqüidistantes;um segundo suporte de cabo disposto em uma outra seçãodas seções de estrutura eqüidistantes;um suporte de cabo transversal se estendendo entre osprimeiro e segundo suportes de cabo;um elemento rígido operativamente associado com osuporte de cabo transversal e configurado para transpor adistância entre os primeiro e segundo suportes de cabo; eum conjunto de interrupção de queda pessoal fixado a emóvel com relação ao suporte de cabo transversal,em que o suporte de cabo transversal e o elementorígido são configurados para mover com relação às seções deestrutura transversal eqüidistantes e com relação aosprimeiro e segundo suportes de cabo.
2. Sistema de proteção contra queda para uma pessoamanobrando em uma estrutura, a estrutura tendo seções deestrutura dispostas em lados opostos uma da outra, osistema caracterizado por compreender:um primeiro elemento de suporte se estendendo acima deuma primeira das seções de estrutura;um segundo elemento de suporte se estendendo acima deuma segunda das seções de estrutura;um terceiro elemento de suporte conectado a e móvel emassociação com os primeiro e segundo elementos de suporte,o terceiro elemento de suporte se estendendo entre osprimeiro e segundo elementos de suporte; eum conjunto de interrupção de queda conectado em umaextremidade móvel em associação com o terceiro elemento desuporte e conectado em uma outra extremidade do indivíduo;em que os primeiro, segundo e terceiro elementos desuportes compreendem cabos que são configurados pararesistir forças horizontais e verticais associadas com umaqueda do indivíduo da estrutura; eem que o terceiro elemento de suporte adicionalmentecompreende um elemento rígido para resistir às forçashorizontais associadas com a dita queda.
3. Sistema de proteção contra queda para um indivíduoem uma estrutura, o sistema caracterizado por compreender:um ponto de suporte; eum conjunto de interrupção de queda conectado ao pontode suporte e conectado ao indivíduo;em que o ponto de suporte é configurado para mover como indivíduo sobre a estrutura;em que o conjunto de interrupção de queda compreendeum ou mais cabos para suportar cargas verticais e umelemento rígido para resistir às forças de compressãoassociadas com as ditas cargas.
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