BRPI0710690A2 - guarnição de embreagem de múltiplas camadas, particularmente de duas camadas, e processo para produção da mesma - Google Patents

guarnição de embreagem de múltiplas camadas, particularmente de duas camadas, e processo para produção da mesma Download PDF

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Abstract

GUARNIçãO DE EMBREAGEM DE MúLTIPLAS CAMADAS, PARTICULARMENTE DE DUAS CAMADAS, E PROCESSO PARA PRODUçãO DA MESMA. A presente invenção refere-se uma otimização de uma guarni-ção de fricção.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "GUARNIÇÃODE EMBREAGEM DE MÚLTIPLAS CAMADAS, PARTICULARMENTE DEDUAS CAMADAS, E PROCESSO PARA PRODUÇÃO DA MESMA".
A presente invenção refere-se a uma guarnição de fricção devárias camadas, particularmente de duas camadas, segundo o preâmbulo dareivindicação 1.
Um outro aspecto da invenção refere-se a um processo paraprodução dessa guarnição de embreagem.
Tais guarnições de embreagem são empregadas especialmentepara embreagens de fricção em veículos automotores, em que estão rebita-das sobre uma placa de suporte metálica ou disco de embreagem, para emcombinação com um contra-elemento no estado acoplado possibilitar umatransmissão de força entre um motor e uma caixa de câmbio ou com desa-coplar com embreagem aberta.
Às guarnições de embreagem são então feitas grandes exigên-cias, porque devem satisfazer várias solicitações que não são igualmentealcançáveis sem mais nada. Particularmente deve a guarnição de embrea-gem apresentar um alto número de rotações de rebentamento, para não serdestruída por forças centrífugas, possuir um elevado valor de fricção, comque possa ser transmitido um grande torque, ter pequeno desgaste e serresistente contra uma deformação por calor e/ou influências de forças. Nãoobstante, as guarnições de embreagem devem ser tão simples quanto pos-sível e, portanto, passíveis de produção econômica.
Para aumentar a resistência a rebentamento, portanto, a resis-tência da guarnição de embreagem em direção periférica, já é conhecidodepositar material em meada impregnado com um Iigante em direção perifé-rica em forma ondulada em várias camadas planas, sendo que espiras domaterial em meada apresentam regiões de inversão radialmente interiores eradialmente exteriores, que assentam sobre círculos concêntricos (DE 44 20291 B4). Especialmente podem as regiões de inversão das espiras ser dis-tribuídas respectivamente em vários círculos concêntricos com distintos diâ-metros, distinguindo-se os raios dos círculos suficientemente para evitar es-pessamentos nas bordas dá guarnição de embreagem ou corpo de guarni-ção, que senão poderiam conduzir a danos de pressão no material em mea-da. Assim, pode ser aumentada a fração do material em meada na composi-ção total do material do corpo de guarnição.
Já faz parte do estado atual da técnica equipar guarnições deembreagem ou guarnições de fricção para embreagens em duas camadascom uma parte inferior ou parte de reforço bem como com uma parte superi-or ou parte de fricção, para com a parte inferior, que de preferência é refor-çada, captar as forças de rebentamento, enquanto que a parte superior, quepode ser não-reforçada, deva garantir de preferência as propriedades defricção desejadas (DE 44 14 058 A1, US 5 601 174). A parte superior daguarnição de fricção forma então uma camada de desgaste, enquanto que aparte inferior exerce essencialmente uma função de suporte ou retenção,para a qual deve ser estável em forma. Mas a camada superior não é otimi-zada em estiragem.
Com uma outra guarnição de fricção de duas camadas, queconsiste em uma parte de fricção e uma parte de reforço, a relação de volu-me entre fibras de vidro e fibras de poliamida na parte de fricção se distingueda relação de volume dessas diversas fibras na parte de reforço (US-PS 4244 944). Por conseguinte, devido aos distintos coeficientes de dilatação dasfibras de vidro e das fibras de poliamida pode ocorrer uma curvatura ou umadeformação da guarnição de fricção.
Para solucionar os problemas anteriormente mencionados, já éconhecida uma guarnição de embreagem consistindo em uma parte de fric-ção de resina prensada, que forma uma área de fricção, e em uma parte dereforço, em que a parte de fricção de resina prensada consiste essencial-mente em uma matriz, que é composta de fibras de vidro e fibras de poliami-da aromáticas, bem como consiste ainda em um material de enchimento i-norgânico, um lubrificante sólido e uma resina aglutinante (DE 38 04 898C2). A parte de reforço apresenta essencialmente uma matriz, que é com-posta de um fio ou feixe de fibras de vidro e de ao menos um fio ou feixe defibras, que é selecionado de um grupo que abrange um fio ou feixe de fibrasde seda sintética e um fio ou feixe de fibras de poliamida aromática, sendoque um aglutinante está aderido à matriz e fios ou feixes de fibras estãomoldados em uma forma enrolada em espiral. Os fios ou feixes de fibras an-teriormente mencionados representam feixes de assim chamadas fibrassem-fim ou filamentos com correspondente comprimento. A resistência daguarnição de embreagem em duas camadas deve ser aumentada pela partede reforço em uma forma enrolada em espiral. Com as fibras de vidro, queestão contidas na composição da matriz da parte de fricção de resina pren-sada, deve ser obtida uma área de fricção com uma camada protetora resis-tente ao calor, sendo que, todavia, a resistência das fibras de vidro pode di-minuir consideravelmente quando a temperatura operacional da guarniçãode embreagem atinge uma temperatura de amolecimento, razão porque nãoexibe propriedades de proteção contra desgaste muito boas.
Para se disponibilizar uma semelhante guarnição de embreagemconhecida em várias camadas, que tenha propriedades de fricção e proprie-dades de proteção contra desgaste melhoradas a uma alta temperatura, aparte de fricção de resina prensada deve consistir essencialmente em umamatriz com determinadas frações em volume de fibras de vidro, ao menosum tipo de fibras orgânicas, resistentes ao calor, de um grupo, que abranjafibras de poliimida, fibras de poliamida, fibras de poliamida aromáticas e fi-bras de polibenzimidazol, além de ao menos um tipo de fibras inorgânicas,resistentes ao calor, de um grupo, que abranja fibras de titanato de potássio,fibras de cerâmica, fibras de quartzo e fibras de dióxido de silício do tipo vi-dro, além de material de enchimento inorgânico, um lubrificante sólido e re-sina aglutinante (DE 40 18 671 C2). A parte de reforço correspondente deveconsistir essencialmente em uma matriz, que seja composta de um fio oufeixe de fibras de vidro e um fio ou feixe de fibras orgânico, resistente ao ca-lor, e um aglutinante, que seja composto de uma resina e um cautchu e este-ja aderente à matriz, sendo que a matriz é amoldada em uma forma enrola-da em espiral.
A presente invenção tem por objetivo disponibilizar uma guarni-ção de embreagem em várias camadas, especialmente em duas camadas,melhorada com relação às propriedades técnicas descritas no início, especi-almente com relação a uma menor deformação sob carga. Igualmente devea guarnição de embreagem com essas propriedades ser fabricada de modosimples e, assim, econômico.
Esse objetivo é alcançado para uma guarnição de embreagemde várias camadas, especialmente de duas camadas, com as característicasda reivindicação 1.
Segundo a invenção, é proposta uma guarnição de fricção devárias camadas, especialmente guarnição de embreagem de duas camadas,que apresente uma parte de fricção (4, 4a), que forma uma área de fricção, euma parte de reforço (3, 3a). A parte de reforço (3, 3a) é enrolada de um fiode reforço e a parte de fricção é enrolada de um fio de fricção. O fio de fric-ção apresenta melhores propriedades de fricção e/ou de desgaste do que ofio de reforço. A parte de fricção está enrolada com uma relação de enrola-mento de fricção e a parte de reforço com uma relação de enrolamento dereforço, sendo que a relação de enrolamento de fricção é maior ou igual àrelação de enrolamento de reforço.
A relação de enrolamento no sentido do presente pedido é defi-nida com que freqüência o fio tangencia respectivamente um círculo imagi-nário com um diâmetro externo nominal da parte de fricção em forma de dis-co anular ou da parte de reforço semelhante em forma, ou, formulado deoutra maneira, com que freqüência o fio tangencia o diâmetro externo quan-do de uma revolução de uma parte anular.
Segundo a invenção, o fio ou fio composto selecionado para aparte de fricção deve prover melhores propriedades tribológicas do que a-quele fio ou fio composto selecionado para a parte de reforço, que por seulado deve ser mais resistente em número de rotações de rebentamento doque o fio de fricção.
Para otimização das relações de enrolamento desiguais para osenrolamentos da parte de fricção e da parte de reforço pode ser usada todaa faixa de relações de enrolamento entre 0,2 e 6,0.
Para a otimização dos enrolamento se constatou que as rela-ções de enrolamento de parte de fricção e de reforço podem ser otimizadasem duas faixas separadas entre si bem como em uma faixa cada mais a-brangente.
Para a parte de fricção, essas faixas para a relação de enrola-mento se situam de 4,5 a 5,0 com um valor preferido de 4,72 e a segundafaixa de 2,2 a 3,0 com um valor preferido de 2,6, bem como a terceira faixade 2,2 a 6,0 com um valor preferido de 4,7.
Para a parte de reforço abrange a primeira faixa os valores de1,0 a 1,5 com um valor preferido de 1,12 e a segunda faixa os valores de 2,2a 3,0 com um valor preferido de 2,6, bem como a terceira faixa de 0,2 a 5,2com um valor preferido de 4,7.
Antes de serem efetuados os enrolamentos da parte de reforço eda parte de fricção em forma ondulada da maneira indicada, os fios para issoselecionados devem ser impregnados com uma solução de impregnaçãouniforme de modo favorecendo a produção, em que estão dispersos umaresina aglutinante, um elastômero bem como um material de enchimento.Depois da secagem dos fios impregnados antes do enrolamento e da pren-sagem a quente subseqüente, os componentes não-voláteis da solução deimpregnação formam respectivamente um composto com os enrolamentos,sendo que ao longo de um plano de separação ocorre uma misturação, quegarante uma confiável união de ambas as camadas da embreagem.
Com a guarnição de embreagem em várias camadas segundo ainvenção, é obtido não apenas um equilibrado compromisso de todas aspropriedades técnicas usualmente requeridas da guarnição de embreagem,mas também são otimamente aproveitados outros graus de liberdade, quepossibilita uma guarnição de embreagem de duas faixas funcionais. Umainfra-estrutura (camada inferior), portanto uma parte de reforço da guarniçãode embreagem, constitui então a base para estabilidade de forma e resistên-cia e é otimizada nesse particular. A camada superior, voltada para a partede fricção (camada superior) ou a parte de fricção é especificamente tribolo-gicamente otimizada com relação a desgaste e comportamento de valor defricção. A resistência e o comportamento de desgaste são consideravelmen-te influenciados pelos tipos de fibras empregados. Supra-estrutura e infra-estrutura ou parte de fricção e parte de reforço se distinguem, portanto, naestrutura de fibras, nos tipos de fios, enquanto que é empregado o mesmoaglutinante com os mesmos materiais de enchimento. A misturação ao longode um plano de separação entre parte de reforço e parte de fricção é especi-ficamente aproveitada para garantir uma ótima ligação. Assim podem seralcançados valores de resistência superiores, mesmo após duradoura ele-vada carga térmica, com propriedades tribológicas simultaneamente muitoboas.
Devido à misturação de volumes parciais do mesmo aglutinantee dos mesmos materiais de enchimento - de um lado da parte de reforço ede outro lado da parte de fricção - ao longo de um plano de separação, aguarnição de embreagem de várias camadas, especialmente de duas cama-das, forma uma unidade firme, um composto. Partindo do fato de que se-gundo o processo de produção definido mais abaixo sobre o enrolamento daparte de reforço é realizado em todo caso o enrolamento da parte de fricção,e de que um final do fio de reforço, do qual é feito o enrolamento da parte dereforço, se encontra nas proximidades de um início do fio de fricção, do qualé feito o enrolamento da parte de fricção, o final do fio de reforço e o iníciodo fio de fricção podem se encontrar essencialmente dentro de um planopredeterminado, a saber, o plano de separação, que representa - visto maisexatamente - um volume parcial da guarnição de embreagem. Assim, am-bos os enrolamentos podem ser produzidos com uma só máquina de enro-lar, favorecendo a produção.
Alternativamente, contudo, também é possível que o final do fiode reforço e o início do fio de fricção se encontram de modo não-crítico emtermos de técnica de produção fora do plano predeterminado, portanto doplano de separação.
Entre as etapas essenciais do descomplicado processo de pro-dução da guarnição de embreagem de várias camadas se incluem, especi-almente, o fato de que sobre o enrolamento da parte de reforço, produzidaem forma ondulada de um fio de reforço, que produz de preferência um ele-vado número de rotações de rebentamento, com uma relação de enrolamen-to de reforço, é produzido um enrolamento da parte de fricção de um fio defricção selecionado, que tem de preferência propriedades tribológicas e con-siste em vidro ou tem um componente de vidro, com uma relação de enro-lamento de fricção, sendo que os fios de ambos os enrolamentos antes doenrolamento foram impregnados com uma solução de impregnação uniformee, em seguida, secos, para que as peças consistindo em ambos os enrola-mentos possam ser prensadas com controle de tempo e de temperatura,depois temperadas por várias horas a 200 0C até 300 0C e, finalmente, es-merilhadas para a guarnição de embreagem de duas camadas e broquea-das. Na guarnição de embreagem de duas camadas apresentam por conse-guinte tanto a parte de fricção como também a parte de reforço um enrola-mento individualmente otimizado com relação aos aspectos parciais mencionados.
Outras características vantajosas do processo para produção daguarnição de embreagem resultam da composição da guarnição de embrea-gem ou dos enrolamentos, nos quais consiste a guarnição de embreagem.
Para a produção da parte de fricção ou de seu enrolamento, pa-ra o qual é utilizado um fio otimizado em valor de fricção e desgaste, podeser empregado um fio cardado, consistindo em fibras de aramida, fibras cor-tadas de vidro, fibras de viscose, fibras PAN e arame de latão.
Em lugar disso, pode também um fio assim otimizado da partede fricção ser um fio misto de filamento, consistindo em filamento de vidro earames de metal.
Os fios podem ser empregados também em combinação para aparte de fricção.
Diferentemente disso, fios otimizados em número de rotações derebentamento para a parte de reforço são fios de filamentos de preferênciacompostos. Os filamentos são empregados convenientemente texturizados,para aumentar sua capacidade de aspiração para um processo de impregnação.
Como fio de filamento composto especialmente preferido é em-pregado fio de vidro/cobre texturizado para a parte de reforço.
Como mencionado, tanto os fios para a parte de fricção comotambém os fios para a parte de reforço, antes da produção de seus enrola-mentos, são passados por uma solução de impregnação, sendo que, favore-cendo a produção, a mesma solução de impregnação é empregada para aparte de fricção e para a parte de reforço. Isso tem ainda a vantagem deque, durante a prensagem que se segue à produção dos enrolamentos dosfios secos para as peças enroladas, as distintas camadas ou partes consis-tindo em um enrolamento cada não se confundem mutuamente e, assim,pode ser garantida uma qualidade inalterada da guarnição até ao final davida útil.
A solução de impregnação é uma dispersão, que contém alémdo solvente água ao menos um componente do grupo resina de fenol, resinade melamina, poliéster como resina aglutinante ou componente duroplástico,além de SBR ou NBR cautchu como elastômero e ao menos um material deenchimento do grupo sulfato de bário, caulim, negro-de-fumo, sulfetos demetal, grafite.
Para produção de enrolamentos da parte de fricção e da partede reforço, os fios selecionados para o enrolamento são passados pela solu-ção de impregnação e levados a uma relação de peso constante de fio parasolução de impregnação. Em seguida, os fios são secos.
Do fio selecionado para otimização de número de rotações derebentamento, impregnado e seco, é produzido inicialmente o enrolamentoda parte de reforço. Em uma etapa subseqüente, o fio otimizado em valor defricção e desgaste, selecionado para a parte de fricção, é enrolado sobre aparte de reforço, sendo que as relações de enrolamento dos enrolamentosondulados para a parte de fricção e para a parte de reforço são otimizadasde um lado quanto à deformação e, de outro lado, ajustadas para otimizaçãodo número de rotações de rebentamento. Para tanto se comprovaram favo-ráveis faixas da relação de enrolamento para a parte de fricção de 4,5 a 5,0e de 2,2 a 3,0, bem como de 2,2 a 6,0 e faixas para a relação de enrolamen-to para a parte de reforço de 1,01 a 1,5 e de 2,2 a 3,0 bem como de 0,2 a5,2. Como relação de enrolamento para a parte de fricção se comprovaramespecialmente preferidos 4,72 e 2,6, bem como 4,7, e como relação de enro-lamento para a parte de reforço 1,12 e 2,6, bem como 4,7.
As peças enroladas assim produzidas são prensadas controla-das em tempo e temperatura e, em seguida, temperadas por várias horas a200 °C até 300 °C. Para se impedir uma troca da parte de fricção e da partede reforço durante a prensagem, uma das partes, especialmente a parte dereforço, pode ser marcada a cores.
Depois da prensagem e da tempera, as guarnições podem seresmerilhadas e broqueadas segundo os requisitos de montagem.
Outras vantagens e configurações vantajosas da invenção sãoobjeto das figuras a seguir bem como de sua descrição.
No desenho com quatro figuras estão representados exemplosde execução, especialmente exemplos de imagens de enrolamento dos en-rolamentos da parte de fricção e da parte de reforço, que combinados for-mam uma peça enrolada das guarnições de embreagem em duas camadasde acordo com a invenção, bem como um disco de embreagem com duasdessas guarnições de embreagem. No desenho mostram:
figura 1 - uma imagem de enrolamento de um enrolamento on-dulado da parte de reforço,
figura 2 - uma imagem de enrolamento de um enrolamento on-dulado da parte de fricção, que está representada no desenho separada daparte de reforço para maior clareza,
figura 3 - em uma representação panorâmica, um recorte desegmento de uma guarnição de embreagem de duas camadas segundo ainvenção, que abrange uma parte de reforço e uma parte de fricção, e
figura 4 - um corte longitudinal por um disco de embreagem, queé composto de duas guarnições de embreagem de duas camadas essenci-almente iguais.
As representações nas figuras 1, 2 de um lado e na figura 4 deoutro lado estão reduzidas em distinta medida.
Especificamente, o enrolamento 1 da parte de reforço consisteem um fio impregnado ou em uma combinação de fios, que é otimizado ouotimizada em número de rotações de rebentamento e apresenta uma rela-ção de enrolamento de 1,12. O enrolamento 2 da parte de fricção produzidoem realidade sobre o enrolamento 1 da parte de reforço consiste, pelo con-trário, em fios impregnados, tribologicamente otimizados, isto é, em resistên-cia a fricção e desgaste, com uma relação de enrolamento otimizada em de-formação de 4,72.
O fio de reforço do enrolamento 1 da parte de reforço tem umfinal designado com 1a, que, depois que o enrolamento 2 é produzido sobreo enrolamento 1, se encontra nas proximidades de um início 2a do fio defricção, do qual é produzido o enrolamento 2 da parte de fricção.
Na figura 3 está esquematicamente mostrado um recorte desegmento de uma guarnição de embreagem de duas camadas, pronta, comuma região de corte, de cujas áreas de corte se salientam fios de uma partede reforço 3 e de uma parte de fricção 4, que estão integrados na guarniçãode embreagem. A parte de reforço 3 contém o enrolamento 1 otimizado emnúmero de rotações de rebentamento com fio 5 de fio de vidro. A parte defricção 4 otimizada em deformação contém o enrolamento 2 alternadamentecom fios 5a finos de fio de vidro bem como fio 6 mais grosso de fibras dearamida, que são tribologicamente otimizadas. Os enrolamentos 1, 2 produ-zidos superpostos de fios impregnados com a solução de impregnação uni-forme estão prensados na figura 3 juntos e temperados e, como representa-do, esmerilhados e broqueados para a guarnição de embreagem com umaárea de fricção dianteira, não designada.
O composto não desenhado na figura 3 consiste - além dos en-rolamentos - em solução de impregnação seca, que contém uma resina du-roplástica como resina de fenol, resina de melamina, poliéster, um compo-nente elastômero como cautchu SBR ou NBR, um material de enchimentocomo sulfato de bário, caulim, negro de fumo, sulfeto de metal, grafite e -antes da secagem dos fios impregnados - um solvente, especialmente água.
O disco de embreagem representado na figura 4 abrange duasguarnições de embreagem 7, 8 de duas camadas essencialmente iguais, emque está indicado com linhas interrompidas respectivamente um plano deseparação 9 ou 10 de ambas as camadas - a saber da parte de reforço 3,3a e da parte de fricção 4, 4a. Nos planos de separação, mais precisamentevolumes parciais, respectivamente uma das partes de reforço 3, 3a apresen-ta transição para uma das partes de fricção 4, 4a, a saber, essencialmentecom o aglutinante com materiais de enchimento, que formam um compostode polímero, e em parte também com o fio, como representado na figura 4.
As duas guarnições de embreagem 7, 8 estão dispostas de ambos os ladosde dois segmentos de mola de guarnição 11, 12 - sendo que guarnições deembreagem e segmentos de mola de guarnição são unidos entre si com umrebite 13 de maneira apropriada anteriormente conhecida -, a saber, compartes de fricção 4, 4a voltadas para fora, que podem estabelecer união defricção como contra-elementos com discos de metal exteriores não representados.
No exemplo de execução segundo a figura 4, respectivamente oenrolamento da parte de reforço 4, 4a ou construção inferior consiste em 100% de fibras de vidro para alta resistência, que estão representadas redondasem seção transversal, e o enrolamento da parte de fricção 3, 3a em 50 % defio de fibra de vidro e 50 % de fio cardado com aramida, sendo que estesúltimos são representados em forma de estrela. Os enrolamentos estão em-butidos em um composto de polímero com materiais de enchimento respec-tivamente do mesmo material, que também determina a forma externa dasguarnições de embreagem.
Em uma outra forma de execução preferida, para a parte de re-forço é selecionado um fio otimizado em número de rotações de rebenta-mento e a otimização de número de rotações de rebentamento é promovidapela relação de enrolamento, com a qual o enrolamento da parte de reforçoé feito em forma ondulada após impregnação do fio com uma solução deimpregnação apropriada para a futura prensagem controlada em temperatu-ra e secagem, para receber a parte de fricção. Para a parte de fricção é se-lecionado um fio otimizado em valor de fricção e desgaste, isto é, tribologi-camente, que depois da impregnação é enrolado em forma ondulada com amesma solução de impregnação e secagem sobre o enrolamento da partede reforço para um enrolamento da parte de fricção, a saber, com uma rela-ção de enrolamento, que sustenta as mencionadas propriedades da parte defricção. Por conseguinte, a relação de enrolamento, com a qual é feito o en-rolamento em forma ondulada da parte de fricção, é maior ou igual à relaçãode enrolamento, com a qual é feito o enrolamento da parte de reforço emforma ondulada.
Em uma outra forma de execução preferida, a invenção pode serdescrita como segue: em uma guarnição de embreagem de várias camadas,especialmente de duas camadas, que é produzida mediante prensagem aquente de uma parte de fricção, que forma uma área de fricção, e uma partede reforço, apresenta a parte de fricção entre outros um componente de vi-dro, um material de enchimento e uma resina aglutinante e a parte de refor-ço apresenta um enrolamento de um fio de reforço, que abrange um fio devidro e ao qual adere um aglutinante consistindo em uma resina aglutinantee um elastômero, especialmente cautchu. Para se disponibilizar uma guarni-ção de embreagem de várias camadas, especialmente de duas camadas,aperfeiçoada relativamente às propriedades técnicas, especialmente poucadeformação sob carga, contém a parte de fricção um enrolamento, que éfeito em forma ondulada de um fio de fricção impregnado ou de uma combi-nação de fio de fricção, que abrange o componente de vidro e apresentapropriedades de fricção e/ou desgaste melhores do que o fio de reforço. Ofio de reforço, do qual é feito em forma ondulado um enrolamento da partede reforço, provê um número de rotações de rebentamento maior do que ofio de fricção ou a combinação de fio de fricção, de que é feito o enrolamentoda parte de fricção. O fio de reforço do enrolamento da parte de reforço e ofio de fricção do enrolamento da parte de fricção estão impregnados comuma solução de impregnação uniforme, que contém a resina aglutinante, oelastômero bem como o material de enchimento e, após secagem, antes doenrolamento e subseqüente prensagem a quente forma respectivamente umcomposto com os enrolamentos. Em um plano ou um volume de separação,o composto com o enrolamento da parte de reforço apresenta transição parao composto com o enrolamento da parte de fricção. Uma relação de enrola-mento, em que é feito o enrolamento da parte de fricção em forma ondulada,é maior ou igual a uma relação de enrolamento, em que é feito o enrolamen-to da parte de reforço.
Listagem de Referências
1 enrolamento parte de reforço 1a final do fio de reforço 2 enrolamento parte de fricção 2a início do fio de fricção 3, 3a parte de reforço 4, 4a parte de fricção 5, 5a fio 6 fio 7 primeira guarnição de embreagem 8 segunda guarnição de embreagem 9 plano de separação 10 plano de separação 11 segmento de mola de guarnição 12 segmento de mola de guarnição 13 rebite

Claims (12)

1. Guarnição de fricção de várias camadas, especialmente guar-nição de embreagem de duas camadas, que apresente uma parte de fricção(4, 4a), que forma uma área de fricção e apresenta uma parte de reforço (3,- 3a), sendo que a parte de reforço (3, 3a) é enrolada de um fio de reforço e aparte de fricção (4, 4a) é enrolada de um fio de fricção, e o fio de fricção a-presenta melhores propriedades de fricção e/ou de desgaste do que o fio dereforço, caracterizada pelo fato de que a parte de fricção (4,4a) está enrola-da com uma relação de enrolamento de fricção e a parte de reforço (3, 3a)com uma relação de enrolamento de reforço, sendo que a relação de enro-lamento de fricção é maior ou igual à relação de enrolamento de reforço.
2. Guarnição de fricção de acordo com a reivindicação 1, carac-terizada pelo fato de que a parte de reforço (3, 3a) apresenta um maior nú-mero de rotações de rebentamento do que a parte de fricção (4, 4a).
3. Guarnição de fricção de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizada pelo fato de que a relação de enrolamento de fricção e a rela-ção de enrolamento de reforço se situam respectivamente em uma faixa en-tre 0,2 e 6,0.
4. Guarnição de fricção de acordo com uma das reivindicações 1até 3, caracterizada pelo fato de que a relação de enrolamento de fricção sesitua entre 4,5 e 5,0 e importa de preferência em 4,72.
5. Guarnição de fricção de acordo com uma das reivindicações 1até 3, caracterizada pelo fato de que a relação de enrolamento de fricção sesitua entre 2,2 e 3,0 e importa de preferência em 2,6.
6. Guarnição de fricção de acordo com uma das reivindicações 1até 3, caracterizada pelo fato de que a relação de enrolamento de fricção sesitua entre 2,2 e 6,0 e importa de preferência em 4,7.
7. Guarnição de fricção de acordo com uma das reivindicações 1até 6, caracterizada pelo fato de que a relação de enrolamento de reforço sesitua entre 1,0 e 1,5 e importa de preferência em 1,12.
8. Guarnição de fricção de acordo com uma das reivindicações 1até 6, caracterizada pelo fato de que a relação de enrolamento de reforço sesitua entre 2,2 e 3,0 e importa de preferência em 2,6.
9. Guarnição de fricção de acordo com uma das reivindicações 1até 6, caracterizada pelo fato de que a relação de enrolamento de reforço sesitua entre 0,2 e 5,2 e importa de preferência em 4,7.
10. Guarnição de fricção de acordo com uma das reivindicações 1 até 9, caracterizada pelo fato de que a parte de fricção (4, 4a) e a parte dereforço (3, 3a) são executadas essencialmente em forma de anel e ficamdiretamente superpostas formando um plano de separação e formam assimum composto, sendo que a parte de fricção (4, 4a) e a parte de reforço (3, 3a) estão misturadas na região do plano de separação.
11. Guarnição de fricção de acordo com uma das reivindicações 1 até 10, caracterizada pelo fato de que sobre o enrolamento (1) da parte dereforço (3, 3a) está feito o enrolamento (2) da parte de fricção (4, 4a), e sen-do que um final (1a) do fio de reforço, do qual é feito o enrolamento (1) daparte de reforço (3, 3a), e um início (2a) do fio de fricção, do qual é feito oenrolamento (2) da parte de fricção (4, 4a), se encontram essencialmentedentro do plano de separação.
12. Processo para produção de uma guarnição de fricção de vá-rias camadas, especialmente guarnição de embreagem de duas camadas,que apresente uma parte de fricção (4, 4a), que forma uma área de fricção eapresenta uma parte de reforço (3, 3a), sendo que a parte de reforço (3, 3a)é enrolada de um fio de reforço e a parte de fricção (4, 4a) é enrolada de umfio de fricção, e o fio de fricção apresenta melhores propriedades de fricçãoe/ou de desgaste do que o fio de reforço, caracterizado pelo fato de que aparte de fricção (4,4a) está enrolada com uma relação de enrolamento defricção e a parte de reforço (3, 3a) com uma relação de enrolamento de re-forço, sendo que a relação de enrolamento de fricção é maior ou igual à re-lação de enrolamento de reforço.
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