"MÉTODO PARA POSSIBILITAR QUE UMA ENTIDADE CRIE UMOBJETO QUE PODE SER AUTENTICADO E/OUDESCRIPTOGRAFADO USANDO UMA CHAVE DE DOMÍNIOCOMUM, SISTEMA, E, DISPOSITIVO"
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Nos anos recentes, o número de sistemas de proteção deconteúdo disponíveis tem aumentado rapidamente. Alguns desses sistemassomente protegem o conteúdo contra cópia não autorizada, enquanto outrosrestringem a habilidade do usuário para acesso ou uso do conteúdo. Essessistemas são freqüentemente referidos como sistemas de Gerenciamento deDireitos Digitais (DRM).
Consumidores querem desfrutar do conteúdo sem entraves ecom poucas limitações tanto quanto possível. Eles querem colocar em redeseus dispositivos para possibilitar todos os tipos de diferentes aplicações eacessar de modo fácil qualquer tipo de conteúdo. Eles também querem sercapazes de compartilhar/transferir conteúdo em seu ambiente doméstico semlimitações.
O conceito de Domínios Autorizados (ADs) tenta encontraruma solução para ambos, servir aos interesses dos proprietários de conteúdo(que querem proteção de seus direitos autorais) e dos consumidores deconteúdo (que querem uso não restrito do conteúdo). O princípio básico é terum ambiente de rede controlado no qual o conteúdo possa ser usadorelativamente de modo livre enquanto não cruzar a fronteira do domínioautorizado. Tipicamente, domínios autorizados são centrados em torno doambiente doméstico, também referido como redes domésticas.
E claro que, outros contextos são também possíveis. Umusuário poderia, por exemplo, pegar um dispositivo portátil para áudio e/ouvídeo com uma quantidade limitada de conteúdo com ele em uma faixa, e usá-lo em seu quarto de hotel para acessar ou baixar conteúdo adicionalarmazenado em seu sistema pessoal de áudio e/ou vídeo em casa. Mesmoembora o dispositivo portátil esteja fora da rede doméstica , ele é uma partedo domínio autorizado do usuário. Desta maneira, um Domínio Autorizado(AD) é um sistema que permite acesso ao conteúdo através dos dispositivosno domínio, mas não através de qualquer outros.
Domínios autorizados necessitam endereçar questões taiscomo identificação de domínio autorizados, dispositivo de verificação deentrada, dispositivo de verificação de saída, direitos de verificação de entrada,direitos de verificação de saída, conteúdo de verificação de entrada, conteúdode verificação de saída, assim como gerenciamento de domínio. Para umaintrodução mais extensa para o uso de um domínio autorizado, etc., verS.A.F.A. van den Heuvel, W. Jonker, F.L.A.J. Kamperman, P.J. Lenoir,Secure Content Management in Authorised Domains, Philips Research, TheNetherlands, IBC 2002 publicação de conferência, páginas 467- 474, ocorridaem 12-16 September 2002.
Em certas arquiteturas para Domínios Autorizados, asentidades, e. g. dispositivos, no domínio compartilham uma chave de domíniosimétrica que é usada, entre outras coisas, para criar, acessar e/ou autenticarobjetos tal como conteúdo ou licenças (diretos de objetos) que estãodisponíveis no domínio. Um exemplo é a versão 2 da Open Mobile Alliance'sDRM Architeture : Approved Version 2.0, OMA-AD-DRM-V2 0-20060303-A, 03 Mar 2006, daqui em diante chamado OMA DRM v2 de formaabreviada. Este documento está disponível na Internet emmember.openmobilealliance.org/ftp/public_documentos/bac/DLDRM/Permanent_documents/ e é incorporado para referência no presente documento. Umoutro exemplo é WO 2005/088896 (certificado de procuração PHNL040288).
Em tais arquiteturas, a chave de domínio não pode se tornardisponível para entidades não membros já que as possibilitariam ter acesso aobjetos protegidos mesmo embora eles não sejam membros do domínio.Ainda, é desejável que certas entidades não membros sejam habilitadas a criarobjetos para uso através das entidades no domínio. Alguém poderia é claroemitir essas chaves diferentes para as entidades não membros, mas que requerque cada dispositivo em cada domínio mantenha cópias de todas essas chaves.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Um objeto da invenção é habilitar uma entidade que não é ummembro de um domínio autorizado para criar objetos que são usáveis pelosmembros do domínio autorizado, sem prover aquela entidade com o chave dodomínio.
Este objeto é alcançado em um método como reivindicado nareivindicação 1. Através do fornecimento ao dispositivo ou outra entidade quenão é membro do domínio, a chave diversificada que é derivada usando umafunção unidirecional a partir de uma chave de domínio comum, se tornapossível para este dispositivo criar dados de autenticação relacionados a essesobjetos e/ou para criptografar esses objetos usando a chave diversificada. Osdispositivos no domínio podem criar a chave diversificada quando necessáriopara derivá-la usando a função unidirecional só a partir da chave de domínio,que está disponível para eles. Eles podem então usar a chave diversificadapara autenticar e/ou descriptografar os objetos recebidos da entidade nãomembro.
De acordo com a invenção, a entidade não membro não temacesso à chave do domínio, ainda é capaz para criar objetos que podem serautenticados e/ou descriptografados através dos dispositivos no domínio. Istofornece melhor controle no qual as entidades podem emitir tais objetos, talcomo OMA DRM Objeto de Direitos, para o domínio.
De forma preferencial, a chave diversificada é derivada usandoa função unidirecional só a partir da chave de domínio comum e a partir darepresentação de uma identidade da entidade que não é um membro dodomínio. Isto tem a vantagem que diferentes entidades diferentes recebemchaves diversificadas diferentes.
Em uma modalidade preferida, a função unidirecional sócompreende uma função de cálculo de valor numérico criptográfica chaveada.Como entrada nesta função alguém pode usar a representação de umaidentidade da entidade que não é um membro do domínio, tal como umachave pública associada com o dispositivo. Quando o algoritmo deautenticação ou de criptografia requer que as chaves sejam de umcomprimento específico, alguém pode trancar a saída da função unidirecionalsó par ao número requerido de bits. Por exemplo, quando usando uma chavediversificada com o algoritmo de criptografia de AES usando chaves de 128bit, a chave gerada usando a função de cálculo de valor numérico de umsentido só SHA-I deve ser trancada a partir de 160 à 128 bits.
Em uma modalidade preferida, a entidade não membro é umEmissor de Direitos configurada para emitir direitos digitais associados comitens de conteúdo. Nesta modalidade os objetos, compreendendo os direitosdigitais são descriptografados usando as chaves diversificadas.
Em uma modalidade o método ainda compreende criar umindicador de validação assinado de modo digital compreendendo arepresentação de uma identidade da entidade que não é um membro dodomínio.
Em ainda uma modalidade o método compreende criar umcódigo de autenticação de mensagem para os objetos fornecidos através daentidade que não é um membro do domínio usando a chave de domíniocomum. Dispositivos que recebem tal um objeto a partir de um outrodispositivo agora também requer a presença de um código de autenticação demensagem. Isto previne a entidade não membro de gerar objetos válidos paraum domínio particular e tornar aquele disponível através de diferentes canais.
A invenção ainda fornece um sistema e dispositivo paraexecutar o método.Outras modalidades vantajosas são configuradas nasreivindicações dependentes.DESCRIÇÃO BREVE DAS FIIGURAS
Esses e outros aspectos da invenção será aparente e elucidadacom referência às modalidades ilustrativas mostradas nos desenhos, nos quais:
Fig. 1, de forma esquemática, mostra um sistemacompreendendo os dispositivos interconectados através de uma rede;
Fig. 2 mostra um diagrama de arquitetura esquemático deacordo com o padrão de OMA DRM v2, e
Fig. 3 mostra um diagrama de arquitetura esquemático deacordo com a invenção, compreendendo um Emissor de Domínio separado emúltiplos Emissores de Direitos.
Do começo ao fim das figuras, mesmos numerais de referênciaindicam características similares ou correspondentes. Algumas dascaracterísticas indicadas nos desenhos são tipicamente implementadas emsoftware, e como tal representam entidades de software, tal como módulos ouobjetos de software.
DESCRIÇÃO DETALHADA DE CERTAS MODALIDADES
Fig. 1, de forma esquemática, mostra um sistema 100compreendendo os dispositivos 101-105 interconectados através de uma rede110. Uma típica rede doméstica digital inclui um número de dispositivos, e. g.um rádio receptor de rádio, um sintonizador/decodificador, um tocador deCD, um par de alto-falantes, uma televisão, um VCR, um gravador digital, umtelefone móvel, um toca fita, um computador pessoal, um assistente digitalpessoal, uma unidade de exibição portátil, um sistema de entretenimento decarro, e assim por diante. Esses dispositivos são usualmente interconectadospara permitir um dispositivo, e. g. a televisão, controla um ao outro, e. g. oVCR. Em algumas modalidades, um dispositivo, tal como e. g. osintonizador/decodificador ou uma caixa de topo de aparelho (STB), operacomo dispositivo central, fornece controle central sobre os outros.
O conteúdo, que tipicamente compreendem coisas como,música, canções, filmes, animações, falas, videoclipes para musica,programas de TV, figuras, jogos, tons de campainha, livros falados e osimilar, mas que também pode incluir serviços interativos, é recebido atravésde diferentes fontes, tal como uma rede de cabo de banda larga, uma conexãode Internet, um elo de comunicação de descida de satélite, redes de telefonemóvel, mídia de armazenamento como discos ou dispositivos portáteis. Oconteúdo pode então ser transferido através da rede 110 para um recipientepara representação. Um recipiente pode ser, por exemplo, o visor de televisão102, o dispositivo de exibição portátil 103, o telefone móvel 104 e/ou odispositivo de reprodução de áudio 105.
A maneira exata na qual um item de conteúdo item érepresentado depende do tipo do dispositivo e do tipo do conteúdo. Porexemplo, um receptor de rádio, representação compreende gerar sinais deáudio e alimentá-los aos alto-falantes. Para um receptor de televisão,representação de modo geral, compreende gerar sinais de áudio e vídeo ealimentá-los a uma tela de exibição e alto-falantes. Para outros tipos deconteúdo uma ação apropriada similar precisa ser tomada. Representaçãopode também incluir operações tal como descriptografar ou desembaralharum sinal recebido, sincronizar os sinais de áudio e vídeo e assim por diante.
A caixa de topo de aparelho 101, ou qualquer outro dispositivono sistema 100, pode compreender um meio de armazenamento Sl tal comoum, de forma adequada, disco rígido grande, permitindo a gravação ereprodução posterior do conteúdo recebido. Um meio de armazenamento Slpoderia ser um Gravador Digital Pessoal (PDR) de algum tipo, por exemplo,um gravador de DVD+RW, ao qual o conjunto de caixa de topo 101 éconectado. O conteúdo pode também entrar no sistema 100 armazenado emum portador 120 tal como um Disco Compacto (CD) ou disco Versátil Digital(DVD).
O dispositivo de exibição portátil 103 e o telefone móvel 104são conectados por meio de fio à rede 110 usando uma estação base 111, porexemplo, usando Bluetooth ou IEEE 802.1 Ib. Os outros dispositivos sãoconectados usando uma conexão com fio convencional. Para permitir osdispositivos 101-105 interagirem, vários padrões de interoperabilidade estãodisponíveis, que permitem aos diferentes dispositivos trocar mensagens einformação e controlar cada um ao outro. Um padrão bem conhecido é opadrão Universal Plug e Play (http://www.upnp.org).
O sistema 100 é configurado para gerenciar o acesso aoconteúdo operando como um Domínio Autorizado (AD)5 preferencialmentede acordo com o padrão OMA DRM v2 padrão ou um sucessor dele. Fig. 2mostra um diagrama de arquitetura esquemático de acordo com o padrãoOMA DRM v2.
Na Fig. 2, um Emissor de Conteúdo (CI)201 torna o conteúdo210 disponível na forma protegida (" Conteúdo de DRM " na terminologiaOMA ) para os dispositivos no AD, aqui para o dispositivo 101. Para acessaro conteúdo 210, o dispositivo 101 necessita de um Objeto de Direitos (RO)212 que é fornecido por um Emissor de Direitos (RI) 202. Oaprovisionamento do RO 212 pode ocorrer, de forma simultânea, com oaprovisionamento do Conteúdo de DRM 210, mas isto não é necessário. Porexemplo, alguém pode obter conteúdo em um certo tempo e depois adquirirum RO para acessar aquele conteúdo. De modo alternativo alguém pode obterum RO e somente mais tarde obter o conteúdo ao qual o RO se aplica.
Em OMA DRM, um RO é um documento XML especificandopermissões e restrições associadas com um pedaço do Conteúdo de DRM. OConteúdo de DRM não pode ser usado sem um RO associado, e pode somenteser usado de acordo com as permissões e restrições especificadas em um RO.Os ROs contêm as expressões e chaves de direito necessárias para representaro conteúdo efetivo. A aquisição de RO, registro de dispositivo, egerenciamento de domínio são especificados por meio de um conjunto deprotocolos chamado ROAP.
Cada um dos dispositivos 101-105 tem um Agente de DRM,usualmente incorporado como um componente de software sendo executadono dispositivo em questão. O Agente de DRM assegura que as permissões erestrições especificadas em um RO são aderidas. Um Objeto de Direitos éamarrado por criptografia a um Agente de DRM específico, então somenteaquele Agente de DRM pode usá-lo.
O Conteúdo de DRM 210 pode ser distribuído livremente entreos dispositivos 101-105 e pode também ser armazenado, e. g. no meio dearmazenamento S1, ou ser distribuído para outro partes. Contudo, sem um ROválido, o Conteúdo de DRM 210 não pode ser acessado. Se o dispositivo 105estava para adquirir uma cópia do Conteúdo de DRM 210, por exemplo, eleainda teria de obter um RO que é amarrado a seu Agente de DRM. O RO 212é somente usável pelo Agente de DRM do dispositivo 101.
Para criar acesso com base no domínio ao conteúdo, OMADRM também permite a criação e distribuição de Objeto de Direitos que sãoamarrados a um grupo de Agente de DRMs, mais propriamente do que umúnico agente. Tal um grupo é referido como um domínio, e Objeto de Direitosamarrados a um domínio são referidos como Objeto de Direitos do domínio.Para se juntar ao domínio, primeiro dispositivo 101 precisa perguntar aoEmissor de Direitos 202 se ele é permitido se juntar a um domínio. Se odispositivo 101 é permitido se juntar, o RI 202 vai fornecer o dispositivo 101com um Contexto de Domínio (DC). O DC contém as chaves do domínio quepode ser usado para descriptografar o Objeto de Direitos do domínio. Verseção 6.4 da especificação do OMA DRM v2 para detalhes.
As especificações de OMA DRM ainda definem o formato e omecanismo de proteção para o Conteúdo de DRM, o formato (linguagem deexpressão) e o mecanismo de proteção para os Objeto de Direitos, e o modelode segurança para gerenciamento chaves de criptografia. As especificações deOMA DRM também definem como o Conteúdo de DRM e Objetos deDireitos podem ser transportados para dispositivos usando uma gama demecanismos de transporte , incluindo puxar (HTTP Pull, OMA Download),empurrar (WAP Push, MMS) e dar seqüência. Transporte de RO usa umprotocolo de 1 passo ou de 2 passos chamado Protocolo de Aquisição deObjeto de Direitos (ROAP) que é executado entre um RI e um Agente deUsuário de DRM. De modo alternativo, o transporte de RO pode ser efetuadosem executar o ROAP entre dois Agentes de Usuários de DRM ou entre umRI e Agente de Usuário de DRM.
Note que o Emissor de Conteúdo 201 e o Emissor de Direitos202 podem ser um e a mesma entidade. Na terminologia de OMA estaentidade é então referida como um distribuidor de conteúdo.
Os inventores da presente invenção realizaram que há umanecessidade para a separação funcional de Emissão de Direitos eGerenciamento de Domínio na solução de OMA. Um principal empecilho daarquitetura descrita acima é que os domínios não podem ser facilmentecompartilhados ou usados entre diferentes Ris.
De acordo com a presente invenção, um Emissor de Domínio(DI) separado é introduzido. Dispositivos que querem se juntar a um domínioagora contatam o DI em vez de um RI. Como um resultado, múltiplos RIspodem agora ser usados para fornecer ROs do domínio para o mesmodomínio. Isto é ilustrado, de forma esquemática, na Fig. 3. Dois RIs 202a,202b são fornecidos, ambos emitindo ROs do domínio 212a, 212b para odispositivo 101. Em adição um Emissor de Domínio (DI) 301 gerencia quedispositivos se juntam e deixam o domínio.
A chave do domínio, daqui em diante abreviada como KD, éagora fornecido pelo DI 301 em vez do RI 202 para os dispositivos 101-105.Os RIs 202a, 202b não mais tem acesso à chave do domínio. Isto vaisignificar que eles não podem mais emitir Objeto de Direitos do domínio paraos dispositivos 101-105 já que de acordo com OMA DRM v2, os Objeto deDireitos de domínio precisam ser protegidos usando a chave do domínio.
De acordo com a invenção, cada RI emite sua própria ChaveDiversificada, daqui em diante abreviada como KDi onde i é o identificador doRI para quem uma chave diversificada KDi é emitida. A chave diversificada éderivada da chave do domínio, preferencialmente em conjunto com aidentidade do Emissor de Direitos em questão.
Em uma modalidade preferida, a chave diversificada é criadacomputando o código de autenticação de mensagem de cálculo de valornumérico (HMAC) chaveado de uma representação da identidade,preferencialmente uma chave pública, do Emissor de Direitos usando umachave de domínio como uma chave secreta. De forma preferencial a função decálculo de valor numérico criptográfica SHAl é usada, embora muitas outrasfunções de cálculo de valor numérico também poderiam ser usadas. O valornumérico chaveado computado é preferencialmente truncado para retersomente os primeiros 128 bits, os quais 128 bits então servem como umachave diversificada.
De forma alternativa, uma função de cálculo de valornumérico criptográfica pode ser usada para computar um valor numérico dachave do domínio, o qual valor numérico então serve como uma chavediversificada. De novo o valor numérico pode ser truncado se necessário.Preferencialmente a entrada da função de cálculo de valor numéricocriptográfica não é somente uma chave de domínio mas também umarepresentação da identidade, Preferencialmente a chave pública, do Emissorde Direitos. Esta modalidade preferida fornece diferentes RIs com diferenteschaves. Por exemplo, alguém pode calcular a concatenação da Chave deDomínio e da chave pública.Em uma outra modalidade a chave KDi é obtida como umacriptografia de uma representação da identidade do RI usando a chave dedomínio DK como chave de criptografia . A representação da identidade doRI pode ser criada em diferentes maneiras, dependendo em que tipo denomes, números seriais, etc. são usados dentro da implementação de sistemade DRM. Por exemplo, o DM pode designar a cada RI que pode se comunicarcom o domínio, um rótulo de identificação único Lbi que é exatamente decomprimento de 128 bits (16 bytes). Isto poderia ser uma número de séria decertificado. Se os rótulos são mais curtos do que 16 bytes, então o DM devepreencher antecipadamente cada rótulo com 0 bits, até 16 bytes, para formar oLbi.
Uma opção para criar a Chave Diversificada agora é umacriptografia de AES deste rótulo Lbi usando a Chave de Domínio DK como achave de criptografia. Uma vantagem desta é que é muito simples, e as chavesresultantes são garantidas para serem únicas.
Se cada RI tem um, de forma arbitrária, nome único eescolhido, então tal nome poderia ser preenchido para criar um seqüência docomprimento do direito. Técnicas padrão para preenchimento estãodisponíveis, ver e. g. ISO/IEC padrão 9797. Uma opção preferida é aseguinte. Primeiro preenche o nome com um bloco que tem comprimento de128 bits e que é a representação binária do (não preenchido) comprimento donome em bits. Então preencher a posterior o resultado com bits de valor " 0 "até a mensagem completa alcançar um comprimento múltiplo de 128 bits. Noresultado pode ser feito a criptografia usando AES com a Chave de DomínioDK como a chave de criptografia. Isto tem a vantagem que de formaarbitrária, nomes escolhidos podem ser usados pelo RI.
Muitas opções alternativas podem ser pensadas. Váriosexemplos serão agora dados. Na maioria das circunstâncias, uma função deMAC chaveada pode ser aplicada em vez de criptografar usando a Chave deDomínio DK como chave.
Para obter sua Chave Diversificada KDi, o Emissor de Direitosem uma modalidade preferida emite uma solicitação para o Emissor deDomínio. Se o Emissor de Direitos é para ser permitido emitir ROs paradispositivos no domínio em questão, o Emissor de Domínio emite umaresposta compreendendo o contexto relevante. Este contexto compreende aChave Diversificada para o Emissor de Direitos e preferencialmente, tambémidentificadores para o Emissor de Domínio, o próprio domínio, um tempo devalidade expirada (expresso como ponto no tempo ou duração a partir de umtempo corrente) e preferencialmente um Indicador de validação de RI,elaborado abaixo. O tempo de expiração e o Indicador de validação podetomar a forma de um certificado X.509v3 de uma chave pública para oEmissor de Direitos que foi gerado usando a chave privada para o Emissor deDomínio.
O Emissor de Direitos pode agora gerar Objetos de Direito seusar a Chave Diversificada para criptografar esses ROs. Isto é o mesmo quecomo com o padrão OMA DRM v2, exceto que agora a Chave Diversificada éusada em vez da Chave de Domínio.
Quando um dispositivo no domínio adquire um RO dedomínio a partir de um Emissor de Direitos, ele constrói a ChaveDiversificada para este Emissor de Direitos e usa aquela Chave Diversificadapara descriptografar o RO de domínio. Para este fim, o dispositivo repete oprocesso como indicado acima para o Emissor de Domínio.
Em uma modalidade, o Emissor de Domínio cria um Indicadorde validação de RI que permite ao RI provar que é permitido emitir Rostos dedomínio para os dispositivos no domínio em questão. O indicador devalidação compreende a identidade, e. g. uma chave pública, do Emissor deDireitos e preferencialmente também uma indicação de quanto tempo oindicador vai permanecer válido, e. g. indicando um data de expiração. Oindicador de validação deve ser assinado digitalmente pelo DI tal que suaautenticidade pode ser verificada.
Nesta modalidade o dispositivo pode usar um indicador devalidação de RI para obter a identidade, i. e. a chave pública, do Emissor deDireitos. E claro que o dispositivo não deve usar o indicador de validação deRI se a assinatura digital não pode ser verificada com sucesso, ou se oindicador não é mais válido, e. g. se o tempo corrente está além da data deexpiração indicada.
De acordo com OMA DRM v2, um Emissor de Direitos e umdispositivo devem executar um protocolo de Registro de RI antes que odispositivo possa aceitar ROs proveniente do Emissor de Direitos. Umbenefício da presente invenção é que este não é mais um requisito. Umdispositivo no domínio pode também obter ROs do domínio a partir de umoutro dispositivo no domínio, e no qual caso não necessita para registrar a sipróprio com o RI que originalmente gerou aquele RO do domínio .
Em certos intervalos a chave de domínio pode ser substituídacom uma nova chave do domínio. Nesta ocasião o Emissor de Domínio devetambém gerar novas Chaves Diversificadas para todos os Emissores deDireitos que emitiram Chaves Diversificadas derivadas a partir da chave dodomínio anterior. O Emissor de Domínio deve então preferencialmentefornecer essas novas Chaves Diversificadas para esses Emissores de Direitosautomaticamente. Alternativamente elas podem ser fornecidas quandosolicitadas.
Em vez de criptografar os ROs com as Chaves Diversificadas,as Chaves Diversificadas também podem ser usadas para criar e verificar osdados de autenticação associados com os Objeto de Direitos. Alguém pode e.g. usar a chave diversificada como chave para uma função de cálculo de valornumérico chaveada ou função de código de autenticação de mensagem a seraplicada ao Objeto de Direitos. A saída desta função então serve paraautenticar o Objeto de Direitos.
E desejável prevenir RIs de gerarem ROs do domínio válidospara um particular domínio sem se envolver em um Protocolo de Aquisiçãode RO (ROAP) com um dispositivo que é um membro do domínio. Paraalcançar isto, em uma modalidade preferida, dispositivos no domínio, apósreceberem o RO durante o ROAP, computam um MAC de Dispositivo usandoa Chave de Domínio principal e anexam o MAC de Dispositivo para um ROdo domínio quando eles recebem tal um RO do domínio a partir de um RI. OMAC de Dispositivo assim sendo serves como prova que o RO do domíniofoi adquirido a partir de um RI autorizado. Note que esta abordagem funcionatambém para ROs que foram produzidos usando a Chave do Domínio, maispropriamente do que a Chave Diversificada. Esta abordagem assim sendo nãoé restrita para ROs nos quais são feitos criptografia com as ChavesDiversificadas.
O MAC de Dispositivo pode ser computado como a MAC doRO usando a Chave de Domínio Kd como a chave. Isto permite a qualquerdispositivo no domínio estabelecer a autenticidade do dispositivo MAC. OMAC de Dispositivo deve acompanhar o RO, preferencialmente oadicionando como um novo elemento de XML no RO do domínio.
Nesta modalidade o MAC de Dispositivo é requerido parasubseqüente troca de Dispositivo - RO de Dispositivo e instalação nodispositivo de destinação. Quando um dispositivo recebe um RO do domínio,este dispositivo precisa primeiro validar o MAC de Dispositivo antes deaceitar e/ou instalar o RO do domínio no dispositivo.
Note que uma vez que a Chave de Domínio Kd muda, o MACde Dispositivo pode não mais ser validado usando a nova Chave do Domínio.E um RO do domínio sem um MAC de Dispositivo anexado válido devepreferencialmente ser rejeitado pelos dispositivos no domínio. De formaalternativa, um dispositivo que aceitou e instalou um RO do domínio com umMAC de Dispositivo válido pode re-computar o MAC de Dispositivo usandoa nova Chave do Domínio.
A segurança da solução proposta acima é baseada na suposiçãoque a Chave de Domínio Kd é somente conhecida pelos dispositivos que sãomembro do domínio e do Emissor de Domínio. Contudo, se a Chave deDomínio Kd de alguma forma se torna disponível para uma terceira parte nãoautorizada, se torna possível para um RI emitir ROs do domínio mesmo apóssua autorização para fazer isso tenha expirada.
Para resolver este problema, um dispositivo que gera um MACde Dispositivo deve gerar uma assinatura digital usando sua chave privadapara este MAC de Dispositivo. Esta assinatura, DeviceSign, será distribuídojunto com o RO do domínio e o MAC de Dispositivo. O DeviceSign permiteoutros dispositivos no domínio para identificar o dispositivo que recebeu oRO do domínio a partir do RI.
De forma subseqüente, se a Chave de Domínio Kd se tornacompromissada e ROs não autorizados são emitidos, o domínio dispositivoque aceita esses ROs podem ser identificados. Este dispositivo entãoprovavelmente age em conivência com o RI não autorizado. O dispositivo emquestão pode de forma subseqüente ser revogado, por exemplo, adicionandoseu identificador de dispositivo a uma lista de revogação de dispositivo(DRL) que é distribuída para todos os dispositivos no domínio. Dispositivoscompatíveis somente aceitam e instalam ROs do domínio que incluem oDeviceSign apropriado gerado por um dispositivo que não está incluído noDRL.
Para suportar o acima, o Emissor de Domínio em umamodalidade preferida gera um objeto assinado que informa a cada dispositivono domínio que um particular dispositivo, daqui em diante dispositivox, épermitido criar assinaturas de DeviceSign. O indicador contém a chavepública do dispositivox e é assinado pelo DI tal que ele pode ser validado porqualquer dispositivo membro do domínio. Preferencialmente o indicador étornado disponível para dispositivox tal que este dispositivo pode distribuí-lopara outros dispositivos.
Nesta modalidade, quando um dispositivo recebe um RO dodomínio, ele necessita efetuar a validação do DeviceSign e do indicador paradispositivox em adição a outros passos já discutidos.
Nesta modalidade ainda cada dispositivo no domínio temacesso a uma lista de revogação de dispositivo, DRL para dispositivos nodomínio. Esta DRL pode ser armazenada nos dispositivos ou e. g. seracessível através de uma rede. A DRL é preferencialmente realizada como umlista negra, listando os dispositivos cujas DeviceSign não devem ser aceitas.Alternativamente a DRL pode ser realizada como uma lista branca listandosomente os dispositivos cujas DeviceSign devem se aceitas.
A invenção também pode ser usada para proteger e/ouautenticar outros objetos do que Objetos de Direitos. Por exemplo, aoconteúdo pode ser feito criptografia usando as Chaves Diversificadas.
A invenção não é apenas aplicável para domínios de acordocom OMA DRM. Várias proposições existem que implementam o conceito dedomínios autorizados par alguma extensão. Nos assim chamado ADsbaseados em dispositivos, o domínio é formado por um conjunto específico dedispositivos de hardware ou aplicações de software (referido coletivamentecomo clientes daqui em diante) e conteúdo. Um gerenciador de domínio, quepode ser um ou mais dos clientes, um cartão inteligente ou um outrodispositivo, controla que clientes podem se juntar ao domínio. Somente oconjunto específico de clientes no domínio (os membros) é permitido fazeruso do conteúdo daquele domínio, e. g. abri-lo, copiá-lo, executá-lo ouexportá-lo. Exemplos de tais ADs baseados em dispositivos são dados nopedido de patente internacional WO 03/098931 (certificado de procuraçãoPHNL020455), pedido de patente internacional WO 05/088896 (certificadode procuração PHNL040288) e pedido de patente internacional WO04/027588 (certificado de procuração PHNL030283) pelo mesmo requerente,todas as quais são aqui incorporadas para referência.
Um tipo de AD baseado em dispositivo permite um conjuntode clientes amarrados a um domínio para acessar conteúdo amarrado àqueledomínio. A dupla amarração assegura que todos os membros podem acessar oconteúdo. Esta estrutura é freqüentemente estabelecida implementando asamarrações através de uma chave secreta compartilhada. Esta chave éescolhida através de um gerenciador de domínio e distribuída parta todos osmembros. Quando o conteúdo é amarrado ao domínio, a licença é ligada dodomínio em forma de criptografia por meio da criptografia com a chavecompartilhada. De forma alternativa o conteúdo pode ser diretamenteamarrado a um cliente, e os clientes permanecem amarrados ao AD.
Um outro tipo de AD é o assim chamado AD baseado empessoas, onde o domínio é baseado em pessoas em vez de dispositivos. Umexemplo de tal um sistema é descrito no pedido de patente internacional WO04/038568 (certificado de procuração PHNL021063) pelo mesmo requerente,incorporado aqui para referência, no qual o conteúdo é acoplado à pessoas,que então são agrupadas em um domínio.
Um assim chamado sistema Híbrido de DRM baseado emDomínio Autorizado vincula conteúdo a um grupo que pode conterdispositivos e pessoas. Este grupo é tipicamente limitado a um casa, tal que:
1. conteúdo pode ser visto em qualquer dos membros quepertencem à casa (e. g. TV na sala, TV no quarto de dormir, PC)
2. conteúdo pode ser visto por qualquer dos usuários quepertencem à casa após eles terem autenticados a si próprios em qualquercliente (tal como uma televisão em um quarto de hotel). Tal autenticaçãonormalmente envolve um dispositivo de autenticação de usuário tal como umcartão inteligente.Exemplos de sistemas de AD híbridos podem ser encontradosno pedido de patente internacional WO 2005/010879 (certificado deprocuração PHNL030926) e no pedido de patente internacional WO2005/093544 (certificado de procuração PHNL040315), ambas incorporadasaqui para referência.
O número serial de pedido de patente internacionalPCT/IB2005/053531 (certificado de procuração PHNL041254) descreve ummétodo para permitir acesso a um domínio autorizado, o domínio autorizadosendo gerenciado por um gerenciador de domínio, compreendendo um passono qual um dispositivo de autenticação de usuário, cujo dispositivo deautenticação de usuário é ligado a um dispositivo externo, declara para ogerenciador de domínio que um elo de comunicação local entre o dispositivode autenticação de usuário e o dispositivo externo é limitado em distância, eum passo no qual o gerenciador de domínio permite ao dispositivo externooperar como um membro do domínio autorizado se a declaração é aceitacomo precisa.
O número serial de pedido de patente internacionalPCT/IB2005/053687 (certificado de procuração PHNL041329) descreve umsistema de domínio autorizado compreendendo uma pluralidade dedispositivos incluindo pelo menos um dispositivo de recuperação, no qual odispositivo de recuperação é configurado para recuperar informação de estadopara dois ou mais dispositivos compreendidos no domínio e para distribuir ainformação de estado de revogação recuperada para um ou mais dispositivoscom os quais o dispositivo de recuperação está em contato.
O pedido de patente internacional WO 2004/077790(certificado de procuração PHFR030018) descreve um sistema detelecomunicações para transmitir conteúdo de multimídia para um dispositivode cliente. O mencionado sistema compreende um codificador para codificardito conteúdo de multimídia em uma corrente de dados codificados. Amencionada corrente de dados codificados é transmitida através de umaprimeira conexão de rede a um servidor. O mencionado servidor é capaz degerar metadados de dados de mídia contidos na corrente de dados codificadosrecebida e de criar um arquivo progressivo, no qual mencionados dados demídia e metadados são intercalados. O mencionado arquivo progressivo édescarregado através de uma segunda conexão de rede para um dispositivo decliente, que é capaz de iniciar reprodução do conteúdo de multimídia recebidoantes do final do descarregamento, usando os dados de mídia e metadadosintercalados.
Deve ser notado que as formas de realização acimamencionadas ilustram mais preferivelmente do que limitam a invenção, e queaqueles versados na técnica serão capazes de projetar muitas formas derealização alternativas sem divergir do escopo das reivindicaçõesdependentes.
Nas reivindicações, qualquer sinal de referência colocado entreparênteses não deverá ser interpretado como limitante da reivindicação. Apalavra "compreendendo" não exclui a presença dos elementos ou etapasdiferentes daqueles listados em uma reivindicação. A palavra "o" ou "um"precedendo um elemento não exclui a presença de uma pluralidade de taiselementos. A invenção pode ser implementada por meio de hardwarecompreendendo diversos elementos distintos, e por meio de um computadorprogramado adequadamente.
Em uma reivindicação de dispositivo enumerando diversosmeios, vários desses meios podem ser abrangidos por um e o mesmo item dohardware. O mero fato que certas medidas são citadas em reivindicaçõesdependentes mutualmente diferentes não indicam que a combinação dessasmedidas não pode ser usada como vantagem.