BRPI0711468A2 - aparelho para aquecimento de fluidos infundidos ou intravenosos para uso por um paciente , aquecedor descartável para aquecer fluidos a serem infundidos em um paciente, e, método para introduzir um fluido de temperatura controlada em um paciente para impedir hiportemia no paciente - Google Patents
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Abstract
APARELHO PARA AQUECIMENTO DE FLUIDOS INFUNDIDOS OU INTRAVENOSOS PARA USO POR UM PACIENTE, AQUECEDOR DESCARTáVEL PARA AQUECER FLUIDOS A SEREM INFUNDIDOS EM UM PACIENTE, E, MIETODO PARA INTRODUZIR UM FLUIDO DE TEMPERATURA CONTROLADA EM UM PACIENTE PARA IMPEDIR HIPOTERMIA NO PACIENTE. Um cartucho aquecedor descartável é usado para aquecer fluidos a ser infundidos no paciente para impedir hipotermia no paciente. O cartucho tem em sua câmara um par de eletrodos espaçados em paralelo tendo substancialmente a mesma dimensão. Quando potência de RF é alimentada aos eletrodos, um campo elétrico alternado é gerado entre os eletrodos para aquecer diretamente o fluido que está na câmara O aquecimento do líquido é conseguido em uma maneira substancialmente instantânea controlando-se a energização dos eletrodos através da impedância distribuída do campo elétrico entre os elétrodos. O calor é controlado prontamente, modulando-se a potência de RF alimentada aos eletrodos. Retro-alimentação para controlar a temperatura do fluido no cartucho pode ser provida por sensores de não contato e de contato direto.
Description
"APARELHO PARA AQUECIMENTO DE FLUIDOS INFUNDiuua υυ INTRAVENOSOS PARA USO POR UM PACIENTE, AQUECEDOR DESCARTÁVEL PARA AQUECER FLUIDOS A SEREM INFUNDIDOS EM UM PACIENTE, E, MÉTODO PARA INTRODUZIR UM FLUIDO DE TEMPERATURA CONTROLADA EM UM PACIENTE PARA IMPEDIR HIPOTERMIA NO PACIENTE"
Campo da invenção
A presente invenção refere-se a um sistema de aquecimento de fluido usado para impedir hipotermia em um paciente, e, em particular, a um sistema e a um lúmen aquecedor descartável usado no sistema para aquecer o fluido alimentado ao mesmo. A invenção refere-se, além disso, ao uso de energia de radiofreqüência para aquecer diretamente o fluido no lúmen aquecedor.
Antecedentes da invenção
Pesquisa publicada tem correlacionado conseqüências adversas significativas como, cicatrização de ferida prejudicada, eventos cardíacos adversos, metabolismo de remédio alterado, e coagulopatias com hipotermia perioptiva não programada. Com prevenção e gerenciamento da hipotermia, os pacientes também experimentam um nível maior de conforto, e evitam tremores pós-operatórios e a sensação desagradável de sentir frio.
O aquecimento de fluidos infundidos ou intravenosos (IV) para impedir hipotermia, no estado corrente da técnica, é realizado por muitos sistemas diversificados. Um destes sistemas, o Ranger Fluid Warmer da Arizant Healthcare, usa duas placas aquecidas com membrana plástica tipo bexiga contendo um caminho de fluido em serpentina mantido entre as placas, para aquecer a infusão através da parede da bexiga por transferência de calor, por contato. Um segundo destes sistemas está apresentado na patente US 4.532.414. O sistema da '414 usa um envoltório tipo caixa que contém uma placa aquecida com uma ranhura em serpentina, no interior da qual, um lúmen de infusão ou conduto é colocado. Quando a caixa é fechada, a infusão é aquecida por transferência de calor a partir da placa aquecida, através da parede do lúmen. Um terceiro destes sistemas está apresentado na patente US 5.063.994 designada para o cessionário da presente invenção. O sistema da '994 usa um tubo de lúmen triplo, com água aquecida sendo circulada através de dois lumens externos para aquecer a infusão no lúmen central, por transferência de calor. Estes sistemas são todos sistemas transferidores de calor com os quais, vários tipos de trocadores de calor, são usados com meios de troca de calor descartáveis.
Todos os aquecedores de infundido do tipo trocador de calor da técnica anterior têm um inconveniente comum. Isto se deve aos trocadores de calor, como seu nome implica, trocarem calor através de um meio de troca de calor. Assim, há um lapso de tempo no calor que está sendo transferido a partir do elemento de aquecimento para a infusão, ou fluido (e daí removido), porque há uma partição, na forma de uma parede ou membrana, que separa o elemento de aquecimento e o meio que está sendo aquecido, e que tende a permanecer aquecido, mesmo depois de não estar sendo aquecido pelo elemento de aquecimento. Portanto, existe uma necessidade de um sistema que possa prover controle substancialmente instantâneo do aquecimento de um fluido infundido ou intravenoso
Sumário da Presente Invenção
A presente invenção aquece o meio de infusão por meio direto, sem um trocador de calor para prover fluido normotérmico ao paciente. A infusão em fluxo lento, com sistema de alimentação por gravidade, é geralmente 0.9% salina. Uma infusão usada pode ser, mas não está limitada a, células de sangue vermelhas agrupadas (RBCs). A propriedade comum a todas as infusão e fluidos que são infundidos em um paciente é que são eletrólitos eletricamente condutores.
Energia de radiofreqüência (RF) é uma forma de energia eletromagnética em que campos eletromagnéticos de oscilação rápida provocam o movimento de partículas carregadas. É intenção do inventor que, fluidos infundidos ou eletrólitos, sejam aquecidos por energia de RF. Sob a excitação direta da energia de RP, o movimento molecular resultante das moléculas nos fluidos eletrolíticos geraria o calor. A faixa de excitação de freqüência de RF poderia ser, mas não limitada a, aproximadamente, 400 KHz a 2 MHz.
Outro aspecto desta invenção é que o aquecedor de RF e o lúmen descartável podem ser um e o mesmo.
O lúmen aquecedor descartável pode ser um cartucho aquecedor com conexões de fluido intravenoso apropriadas. Duas das paredes internas do aquecedor, opostas, têm superfícies de metal totalmente condutoras voltadas uma para a outra, que se projetam além de uma vedação permanente sobre a extremidade do aquecedor, para um modo de realização de configuração de infravermelho único (IR), ou para uma lateral do aquecedor, para um modo de realização de configuração de múltiplos IR. O aquecimento elétrico de RF pode ser interno e as conexões de potência de RF podem ser externas. Quando a energia de RF é aplicada aos eletrodos, o fluido se aquece. A potência de RF pode ser controlada por modulação, muito na mesma maneira que, o aquecimento por resistência. Quando a potência de RF é removida, todo o aquecimento para, imediatamente. A única massa termal estaria nos eletrodos e na residual, dentro das paredes do cartucho, nenhuma delas mais aquecida do que o fluido dentro do aquecedor. Se não houver nenhum fluido, não há condução e nenhum calor é produzido.
Gerenciamento de temperatura em circuito fechado, ou controle de retro-alimentação de temperatura, para o aquecedor da invenção, podem ser conseguidos por meio de sensor de não-contato ou de contato. Um ou mais sensores de infravermelho (IR) podem ser usados para prover uma retro-alimentação de temperatura de não-contato, enquanto um ou mais termistores de contato direto, ou RTDs (detectores de temperatura de resistência), podem ser empregados para prover uma retro-alimentação de temperatura de contato.
O uso de dois sensores de temperatura de qualquer tipo, um no lado da entrada e um no lado da saída do cartucho aquecedor, permite que a temperatura seja controlada por um ou outro sensor, qualquer um deles sensoriando uma temperatura mais alta. A segurança com temperatura excessiva também pode ser controlada por qualquer um dos sensores que sensoriam a temperatura mais alta pré-ajustada. Sob potência de RF aplicada, quando os fluidos fluem, a temperatura da saída excederá a temperatura da entrada. Quando o fluido para, as temperaturas respectivas medidas por ambos os sensores se aproximarão do mesmo valor, ou podem mesmo se inverter, devido ao fluxo de convecção, caso a porta de entrada esteja acima da porta de saída. Com o sensor do tipo de contato direto, se ar entrasse no luer de entrada do aquecedor, o sensor, tornando-se inoperante pelo ar preso aumentaria de temperatura devido à característica de auto-aquecimento do sensor e poderia ser usado como uma "válvula de segurança" para desconectar a energia do aquecedor e para alertar o operador.
Para o método de sensor de não-contato, podem ser usados sensores de infravermelho do tipo par termal, capazes de medição na área de 55μιη do espectro. Estes sensores são similares àqueles usados atualmente nos termômetros de IR de orelha, embora sensores de IR do tipo termistor também possam ser usados. O(s) sensor (es) vê(m) o fluido através da parede do aquecedor em uma área de espessura reduzida.
A presente invenção refere-se conseqüentemente a um aparelho ou a um sistema para aquecimento de fluidos infundidos ou intravenosos para uso por um paciente. O aparelho inclui um gerador de radiofreqüência (RF) que seja capaz de produzir uma energia de RF, um reservatório ou armazenador de fluido, um corpo tendo uma câmara incluindo uma entrada e uma saída, um fluido do armazenador de fluido, para tratamento do paciente, passando dentro da câmara através da entrada e para fora da câmara através da saída. Há pelo menos um par de eletrodos separados, ou superfícies condutoras, na câmara, conectados eletricamente ao gerador de RF, de modo que os eletrodos possam ser seletivamente energizados pela energia de RF, do gerador de RF, para criar um campo elétrico entre os eletrodos para aquecer o fluido dentro da, ou passando através da câmara. O aparelho da presente invenção inclui, adicionalmente, um sistema regulador de temperatura, conectado comunicativamente ao corpo, para sensoriar a temperatura do fluido na câmara e, para controlar a energia de RF suprida aos eletrodos para manter o fluido na câmara em uma temperatura desejada. Cada um dos eletrodos pode ter uma camada ou lâmina de metal condutor acoplada a superfícies opostas da câmara. Em vez de camadas serem acopladas às superfícies opostas, materiais condutores metálicos podem ser depositados sobre superfícies opostas da câmara para formar dois planos condutores paralelos, ou substancialmente paralelos, aos quais, energia de RF pode ser suprida para estabelecer um campo elétrico alternado entre eles. O inventor, além disso, antevê que algumas porções dos eletrodos separados podem não precisar ser espaçados em paralelo, como, por exemplo, em qualquer uma das porções distai e/ou proximal, onde o fluido entra e sai da câmara.
A presente invenção refere-se igualmente a um aquecedor descartável para aquecer fluidos para ser infundidos em um paciente compreendendo um corpo tendo uma câmara com uma entrada e uma saída para aceitar o fluido, o corpo sendo conectado não permanentemente a um armazenador de fluido, em sua entrada, para permitir que fluido no armazenador de fluido flua para dentro da câmara e, conectável não permanentemente, a um conduto, em sua saída, para suprir o fluido ao paciente. Além disso, é provido, no aquecedor, pelo menos um par de eletrodos tendo substancialmente a mesma dimensão que podem ser espaçados substancialmente em paralelo. Estes eletrodos são adaptados para ser energizados eletricamente pela energia de RF de um gerador de RF, de modo que um campo elétrico alternado, distribuído substancialmente uniforme, seja estabelecido entre os eletrodos para aquecer o fluido na câmara, ao longo do comprimento da câmara.
A presente invenção refere-se, além disso, a um método de instilar um fluido de temperatura controlada em um paciente para impedir hipotermia no paciente. O método inclui as etapas de: (a) formar um corpo tendo uma câmara com uma entrada e uma saída; (b) espaçar substancialmente em paralelo, na câmara, pelo menos um par de eletrodos; (c) conectar eletricamente os eletrodos a um gerador de RF; (d) conectar a entrada do corpo a uma saída de um armazenador de fluido que contenha um fluido a ser infundido no paciente, de modo a permitir que fluido no armazenador de fluido flua para dentro da câmara; (e) suprir, do gerador de RF, energia de radiofreqüência aos eletrodos para criar um campo elétrico alternado entre os eletrodos para aquecer o fluido nas câmaras; e (f) conectar a saída do corpo a um conduto em comunicação fluida com o paciente de modo que, o fluido aquecido na câmara, possa ser emitido para o paciente.
Descrição Resumida das Figuras
A invenção será mais bem compreendida pela referência à seguinte descrição, considerada juntamente com os desenhos de acompanhamento, onde:
A Fig. 1 é uma vista em perspectiva do cartucho aquecedor descartável da presente invenção;
A Fig. 2 é uma vista explodida dos vários componentes do cartucho aquecedor da invenção;
A Fig. 3 é uma vista em seção transversal do cartucho aquecedor; A Fig. 4 é uma vista em seção transversal ilustrando uma impedância representativa distribuída gerada entre os eletrodos do cartucho aquecedor quando um campo elétrico alternado é estabelecido entre os eletrodos;
A Fig. 5 mostra o sistema da invenção que incorpora o cartucho aquecedor da invenção, da presente invenção, tendo um único sensor monitor de temperatura;
A Fig. 6 é um segundo modo de realização do sistema da invenção mostrando o uso de uma pluralidade de sensores de monitoração no sistema;
A Fig. 7 mostra um segundo modo de realização do cartucho aquecedor descartável da presente invenção;
A Fig. 8 mostra o cartucho aquecedor descartável da Fig. 7, mas com sua parede de topo removida para mostrar fontes de IR pelas quais, as temperaturas respectivas do fluido, nas extremidades distai e proximal do cartucho, podem ser medidas;
A Fig. 9 mostra o conector que casa com o cartucho descartável da Fig. 7;
A Fig. 10 é uma vista em perspectiva mostrando o casamento de um conector com o cartucho aquecedor descartável;
A Fig. 11 é uma ilustração de um terceiro modo de realização do cartucho aquecedor da presente invenção;
A Fig. 12 é uma vista explodida dos vários componentes que compõe o cartucho aquecedor da Fig. 11;
A Fig. 13 mostra a tampa de extremidade do cartucho aquecedor da Fig. 11 com os sensores e os conectores de pino elétricos para os eletrodos sendo mostrados;
A Fig. 14 é uma vista em perspectiva exposta mostrando os sensores desembainhados e os conectores elétricos para os eletrodos; A Fig. 15 é uma vista em perspectiva do terceiro modo de realização do cartucho com uma parede lateral do cartucho removida para mostrar o posicionamento dos sensores na câmara do cartucho;
A Fig. 16 é uma vista em seção transversal ilustrando a impedância representativa distribuída na câmara do terceiro modo de realização do cartucho quando os eletrodos estão energizados; e
A Fig. 17 ilustra um sistema da invenção que utiliza o cartucho aquecedor do terceiro modo de realização da presente invenção.
Descrição Detalhada da Invenção
Em referência às Figs. 1 e 2, é mostrado um aquecedor ou lúmen descartável na forma de um cartucho. Em particular, o cartucho 2 tem um corpo alongado 4 que tem quatro paredes laterais 4a-4d. Duas tampas de extremidade 6 e 8 que, junto com as paredes 4a-4d, formam uma câmara fechada 10. Como mais bem mostrado na Fig. 2, a câmara 10 é representada pelo espaço circundado pelas paredes 4a-4d e pelas tampas de extremidade 6 e 8.
Nas Figs. 1 e 2, bem como na vista em seção transversal da Fig. 3, está mostrado igualmente um conector do Iuer da entrada 12, formado na tampa de extremidade 8. Um conector do Iuer da saída 14, para o modo de realização das Figs. 1-3 é mostrado se estendendo em ângulo reto a partir da extremidade da parede 4b. A tampa de extremidade 8 é configurada para ter uma porção interna 8a, que é menor do que a porção externa, de modo que as extremidades respectivas das paredes 4a-4d possam ser fixamente acopladas da maneira mostrada na Fig. 3. Como mostrado, o cartucho 4 tem quatro superfícies externas lisas, ao longo de seu eixo longitudinal 16. Infusão, na temperatura ambiente ou refrigerada, entra na entrada ou conector proximal 14 e o fluido normotérmico sai a partir do conector de saída lateral 14, na extremidade distai do cartucho 2.
A outra extremidade do cartucho 2 é fechada pela tampa de extremidade 6 que, para o modo de realização mostrado nas Figs. 1-3 é um conjunto conector. Em particular, para o modo de realização da Fig. 2, a tampa de extremidade 6 inclui um sensor de infravermelho (IR) 18 e o conector elétrico encaixado 19a e 19b, que são conectados eletricamente por meio de cabos ou fios 20, a um gerador de radiofreqüência (RF), a ser explicado abaixo, em referência ao sistema mostrado nas Figs. 5 e 6. O sensor de IR 18 é conectado por um fio 22 a um dispositivo de monitoração, também a ser explicado abaixo com o sistema global, como mostrado nas Figs. 5 e 6. Guias laterais 6b, da tampa de extremidade 6, asseguram que esta seja ajustada suavemente às paredes laterais 4a-4c durante a montagem do cartucho 2. As paredes laterais 4a-4d são feitas de materiais não-condutores, assim como as tampas de extremidade 6 e 8. O conjunto conector, ou tampa de extremidade 6, é removível do cartucho 2 e é reutilizável, embora o cartucho 2 seja um componente descartável do sistema mostrado na Fig. 5.
Na Fig. 2 também estão mostrados o eletrodo superior 24a e o eletrodo inferior 24b, que têm substancialmente a mesma dimensão e estão espaçados substancialmente paralelos dentro da câmara 10. Os eletrodos 24a e 24b podem ser feito de camadas ou lâminas respectivas, de material condutor, que são acopladas ou ligadas às paredes opostas, como 4c e 4d, do cartucho. Alternativamente, os eletrodos 24a e 24b podem ser feitos da deposição de material eletricamente condutor, ou revestimento metálico, pulverizado sobre as superfícies opostas não-condutoras das paredes 4c e 4d. Quando montadas, as lâminas finas de eletrodos condutores são montadas nas, ou são parte das superfícies de paredes opostas na câmara, voltadas uma para a outra. Como mais bem mostrado nas Figs. 3 e 4, quando o cartucho está totalmente montado, os eletrodos 24a e 24b estão em comunicação elétrica com os contatos conectores 19a e 19b, respectivamente, nas áreas de contato correspondentes 24a' e 24b'.
Embora um par de eletrodos espaçados em paralelo tenha sido explicado até o momento, deveria ser apreciado que, mais de um par de eletrodos espaçados também pode ser usado, desde que, cada par de eletrodos espaçados seja energizado por sua própria fonte de potência de RF. Além disso, em vez de espaçados substancialmente em paralelo, os eletrodos 5 separados podem ser, e/ou ter, porções dos mesmos espaçadas de forma não paralela, como, por exemplo, nas porções proximal e distai da câmara 10.
Uma vedação 26 é provida na câmara 10, do cartucho 2, para separar o sensor de IR 18, apropriadamente, da câmara 10. A vedação 26 pode ser feita de um material não condutor, transparente ao infravermelho, com uma área de espessura reduzida através da qual o sensor leria a temperatura do fluido na câmara 10. Assim, a vedação 26 pode ser referida como uma janela de vedação.
Como melhor mostrado na Fig. 2, uma porção 14a, da saída 14, se estende para dentro da câmara 10. A porção 14a tem uma porção parcialmente encapada que, para o modo de realização da Fig. 2, é formada de um material escuro ou revestido em uma cor escura, ou, referido de outro modo para esta invenção, como tendo um "revestimento de corpo negro" ou superfície de corpo negro 14b. Como mais bem mostrado nas Figs. 3 e 4, a superfície de corpo negro 14b é posicionada para encarar o sensor 18. A Fig. 3 mostra, em particular, a relação entre o sensor de IR 18 e a saída de fluido encapada 14 com seu revestimento de corpo negro, para uso com fluidos transparentes, se necessário. A Fig. 3 mostra o sensor de IR 18 dentro da vedação de fluido 26, olhando através da área de espessura reduzida, ou sua janela, no meio fluido. O fluido na câmara 10 está em contato íntimo ou direto com os eletrodos 42a e 42b.
Como melhor mostrado nas Figs. 3 e 4, a entrada 12, do cartucho 2, pode ser conectada a um lúmen ou conduto 28 a partir do qual um fluido como, por exemplo, um fluido infundido ou intravenoso é suprido à câmara 10. O fluido sai da câmara 10 por uma saída 14. Quando uma energia de RF é aplicada aos contatos 19a e 19b, e, daí, alimenta os eletrodos 24a e 24b, um campo elétrico alternado, como representado pela impedância distribuída mostrada na Fig. 4, é gerado entre os eletrodos 24a e 24b. Dado que o eletrodo superior 24a e o eletrodo inferior 24b são configurados para ter substancialmente a mesma dimensão e estão espaçados, entre si, substancialmente em paralelo, uma impedância distribuída uniformemente, como aquela mostrada na Fig. 4, é criada ou estabelecida através do comprimento do cartucho.
Quando os fluidos, por exemplo, a infusão ou células vermelhas de sangue, sendo alimentados na câmara 10 são eletrólitos eletricamente condutores, o campo elétrico alternado faria com que as moléculas polares, no meio fluido, se reorientassem continuamente para encarar pólos opostos, em maior parte do mesmo modo que, os ímãs de barra se comportam em um campo magnético alternado. Este movimento molecular provoca atrito entre as moléculas e, por meio disto, faz com que o fluido seja aquecido rápida e uniformemente através do comprimento da câmara (ou ao longo do espaço longitudinal entre os eletrodos opostos 24a e 24b), pelo tempo em que a energia de RF for suprida continuamente aos eletrodos 24. Como uma conseqüência, o fluido dentro da câmara 10 é aquecido diretamente. Este aquecimento direto é desligado substancialmente instantaneamente quando a energia de RF é removida. O fluido aquecido sai pela saída 14.
Para a presente invenção, quando o cartucho aquecedor 2 é usado em um ambiente médico, a faixa de excitação de freqüência de RF seria de aproximadamente 400 KHz a 2 MHz. Para a impedância distribuída mostrada na Fig. 4, dependendo da área dos eletrodos e da distância entre os eletrodos, a impedância, sob excitação de RF, pode variar de aproximadamente 10 Ohms a 100 Ohms. Se a quantidade de fluido na câmara diminuísse, a impedância do fluido mudaria. Conseqüentemente, monitorando a impedância do fluido, pode ser obtida informação que indicaria a quantidade de fluido presente na câmara; e, se o nível de fluido for julgado como muito baixo, então, o sistema, como será explicado abaixo, é desligado.
A Fig. 5 mostra um sistema da presente invenção, com o cartucho aquecedor da invenção das Figs. 1-4, acoplado. Como mostrado, o cartucho 2 está conectado a um armazenador ou reservatório de fluido 30 que contém fluidos infundidos ou intravenosos. O fluxo do fluido, a partir do armazenador de fluido 30, pode ser controlado por uma válvula 32. O fluido é suprido ao cartucho 2 por um conduto ou lúmen 28. O fluido aquecido sai pela saída 14, que está conectada a um conduto (não mostrado) e, direcionado para o paciente.
Na Fig. 5 também está mostrada uma conexão elétrica, ou cabo 34, que inclui fios elétricos 20a e 20b que suprem a energia de RF aos contatos 19a e 19b e, daí, para os eletrodos 24a e 24b. A conexão elétrica 34 inclui igualmente o fio elétrico 22 que conecta o sensor 18 ao controlador de sistema, como representado pela caixa de controlador 36. Para o sistema mostrado na Fig. 5, o controlador 36 inclui uma fonte de potência isolada 37 e um gerador de radiofreqüência (RF) 38. Há igualmente um modulador de potência de temperatura que controla a saída do gerador de RF 38, quando amplificada pelo amplificador de potência 42. Como notado acima para a presente invenção, a energia de RF suprida ao cartucho 2, para energizar os eletrodos, pode estar na faixa de aproximadamente 400 Khz a 2 MHz. A quantidade de energia suprida aos eletrodos 24 é uma função de quanto calor aplicar ao fluido na câmara 10, de modo que a temperatura desejada possa ser conseguida para o fluido na câmara 10, do cartucho 2
No sistema da Fig. 5, o controlador 36 lê a temperatura sensoriada pelo sensor de infravermelho 18 e a compara a temperaturas pré- ajustadas e a ajustes de alarme. Se a temperatura medida estiver substancialmente abaixo do valor pré-ajustado, o amplificador de potência 42 aplica toda a potência de RF, como exigida através da conexão elétrica 34, ao par de eletrodos 24 dentro do cartucho ou lúmen aquecedor 2. Quando a energia de RF passa através do líquido de infusão a temperatura sobe. Quando a temperatura se aproxima do valor pré-ajustado, a potência de RF é modulada para manter o fluido na temperatura pré-ajustada. Caso a temperatura do fluido ultrapasse o valor pré-ajustado de temperatura excedente, a potência alimentada ao cartucho de lúmen 2 é interrompida, e o aquecimento do fluido parará imediatamente impedindo, desse modo, a hemólise.
Embora um sistema análogo servo controlado esteja mostrado na Fig. 5, deveria ser apreciado que, uma porção principal do sistema controlador, poderia ser substituída por um controlador baseado em um microprocessador que poderia ser adaptado para prover as mesmas funções. Por exemplo, um controlador digital, baseado em processador, pode ter um microprocessador configurado e programado para executar pele menos as mesmas funções de modulador 40 e monitor de temperatura 44. Além disto, em relação à monitoração da impedância do fluido na câmara, explicada acima, mesmo que não mostrado no sistema da Fig. 5 e em sistemas adicionais a ser discutidos, um monitor de impedância como aquele no sistema de ablação cardíaca LIZ88A produzido por Medicai Scientific Inc. de Taunton, MA, pode ser provido nos vários sistemas para monitorar, especificamente, a impedância do fluido na câmara, de modo a atuar como uma proteção adicional para impedir o superaquecimento do fluido, quando não houver suficiente fluido na câmara.
Retornar à temperatura pré-ajustada e ajustes de alarme. Para controlar a temperatura do fluido aquecido para um ajuste desejado ou predeterminado, é necessário um gerenciamento de controle de circuito fechado ou controle de retro-alimentação. Isto é conseguido, no modo de realização que está sendo explicado, pelo uso do sensor 18, que é um sensor de infravermelho (IR). Para ser capaz de medir a temperatura do fluido na câmara 10, caso o fluido seja substancialmente transparente e conseqüentemente não irradiar radiação de IR, é provida, dentro da câmara 10, uma superfície 14b pintada ou feita de um material em uma cor escura, por exemplo, preto, para criar um efeito de corpo negro, de modo que, quando ela é aquecida, a energia de IR que corresponde à temperatura do fluido que a aquece, isto é, a temperatura do fluido que está sendo aquecido na câmara 10, é irradiada para, e sensoriada pelo sensor de IR 18. A energia de IR sensoriada é alimentada via fio 22 para o controlador 36 e, em particular, para o monitor de temperatura 44. A temperatura recebida é, então, comparada com a temperatura pré-ajustada, alta (e possivelmente com a baixa), como representado no bloco 46. Se a temperatura medida estiver acima da temperatura alta pré-ajustada, ou saia da faixa pré-ajustada de temperatura desejada, um sinal de alarme será enviado pelo controlador 40 para um circuito de alarme 48, para advertir o usuário que a temperatura do fluido está muito alta, ou muito baixa. Se muito alta, deveria desligar a energia de aquecimento de RP. Uma vez a temperatura medida mantida dentro da faixa de temperatura desejada, o controlador de temperatura 40 modularia a quantidade de energia de RF provida pelo gerador de RF 48 aos eletrodos 24, continuamente.
A Fig. 6 mostra um segundo modo de realização, do sistema da presente invenção, que usa uma pluralidade de sensores para determinar a temperatura do fluido que está sendo aquecido na câmara do cartucho 2. Componentes, que são os mesmos do modo de realização da Fig. 6, são rotulados iguais. Para o controlador 36, do modo de realização da Fig. 6, no lugar de um único monitor de temperatura como aquele mostrado no modo de realização da Fig. 5, é usada uma pluralidade de monitores. Em resumo, o sistema da Fig. 6 utiliza dois ou mais sensores de infravermelho para o cartucho 2, com um sendo posicionado para detectar a temperatura do fluido próximo à saída e, pelo menos um sendo posicionado para detectar a temperatura do fluido próximo à entrada. Qualquer um dos sensores pode controlar a temperatura modulando a potência de RF e, interrompendo a potência em uma condição de temperatura excessiva. As temperaturas sensoriadas pelo sensor distai e pelo sensor proximal são enviadas para o monitor distai 50a e para o monitor proximal 50b, respectivamente. O monitor de diferença de temperatura 52 pode ser usado para detectar uma velocidade reduzida do fluxo, ou para reduzir a potência de aquecimento máxima permissível a ser provida ao fluido, quando o fluido está sendo aquecido na câmara 10, do cartucho 2. Assim, como com o controlador 36 mostrado na Fig. 5, o sistema análogo de servo controle do modo de realização da Fig. 6, também pode ser convertido para um sistema baseado em microprocessador, combinando o modulador de energia de temperatura 40, com os diferentes monitores distai, proximal e outros monitores 50 e 52.
Para o sistema da Fig. 6, é utilizado o cartucho aquecedor 2 das Figs. 7-10. Em particular, o cartucho 2, do cartucho de múltiplos sensores, tem um corpo 4 que tem um encaixe 54 definido entre a parede lateral superior 4c e a parede lateral inferior 4d. A câmara do cartucho aquecedor da Fig. 7 tem, adicionalmente, uma partição 56 que define a parede traseira do encaixe 54. Duas janelas são providas na partição 56 para permitir visão do interior da câmara do cartucho 2. A janela 58a está próxima da tampa de extremidade 8, enquanto a janela 58b está próxima da tampa de extremidade 6. Embora estejam mostradas duas janelas, deveria ser apreciado que janelas adicionais podem ser providas ao longo da partição 56. Como com a janela de vedação 26, no modo de realização do cartucho mostrado na Fig. 2, cada um das janelas 58a e 58b do cartucho do modo de realização da Fig. 7, também formam uma barreira à câmara de fluido, de modo que nenhum fluido possa escapar pelas janelas.
A Fig. 8 mostra o cartucho 2 tendo sua parede lateral superior removida, de modo que a câmara 10 seja exposta. Como mostrado, duas fontes de temperatura de corpo negro 60a e 60b são providas dentro da câmara 10, em frente da janela de entrada 58a, e da janela de saída 58b, respectivamente. Assim, como para o modo de realização de cartucho anterior, as fontes de temperatura de corpo negro 60a e 60b provêm superfícies aquecidas respectivas, a partir das quais, energias de IR são irradiadas para as janelas 58a e 58b correspondentes, para detecção pelos sensores que estão colocados em frente destas janelas. Sendo possível detectar as temperaturas respectivas do fluido nas porções de entrada e saída da câmara 10, qualquer diferença de temperatura do fluido na câmara 10 pode ser monitorada e usada para determinar qualquer redução na velocidade do fluxo de fluido, ou para controlar a quantidade de energia a ser alimentada aos eletrodos 24a e 24b.
Os sensores usados com o cartucho mostrado na Fig. 8 estão ilustrados na Fig. 9. Lá, um conector 62 tem um corpo de conector alongado 62. Montados no corpo do conector 62 estão os sensores de IR 64a e 64b, que são para monitorar a temperatura do fluido na câmara 10 via janela de entrada 58a e janela de saída 58b, respectivamente, quando o conector 62 é casado com o corpo 4, do cartucho 2, como mostrado na Fig. 10. Uma vez casado com o corpo 4, contatos de conector 66a e 66b, do conector 62, ficam em contato elétrico com o eletrodo superior 24a e o eletrodo inferior 24b, respectivamente, do cartucho 2, de modo que os eletrodos 24 possam ser energizados pelo gerador de RF via contatos elétricos 66a e 66b. A conexão do conector 62, ao controlador 36, é provida pelo cabo de conexão 34. Para o modo de realização mostrado na Fig. 10, o conector 62 é reutilizável, enquanto o cartucho 2 permanece descartável. Para o sistema mostrado na Fig. 6, os sinais dos sensores 64a e 64b são enviados para o monitor proximal 50b e para o monitor distai 50a, respectivamente. A diferença entre estes sinais é a diferença medida pelo monitor de diferença 52. Esta diferença pode ser usada pelo controlador de temperatura 40 para controlar a modulação de energia de RF a ser provida aos eletrodos 24a e 24b, para controlar o aquecimento do fluido na câmara do cartucho aquecedor 2.
Os sensores explicados até agora são sensores de IR que não entram em contato com o fluido que está sendo aquecido na câmara do cartucho aquecedor. Estes sensores são sensores de não-contato. Os sensores explicados daqui para baixo, em referência às Figs. 11-17 são sensores que estão em contato íntimo, ou direto, com o fluido que está sendo aquecido na câmara do cartucho. Este método de sensoriamento de contato direto exige que os sensores sejam termistores ou RTDs (detectores de temperatura de resistência) que são parte do cartucho descartável, com um plugue de conector elétrico para os termistores, assim como para a potência. Os termistores devem ser do tipo de posição permutável. Um termistor exemplificativo é um termistor Honeywell Uni-Curve feito pela companhia Honeywell. Os RTDs são sensores RTD convencionais.
Em referência à Fig. 11, um cartucho descartável montado 2, tendo sensores de contato direto, está mostrado para ser conectado a um cabo de interconexão 34. Como mostrado na vista explodida da Fig. 12, o conector 32a, do cabo 34, é conectável à tampa de extremidade proximal 8 por contatos de pino 68. Similar ao modo de realização anterior, o cartucho 2, da Fig. 12, tem quatro paredes não condutoras 4a-4d para definir uma câmara 10. As extremidades da câmara 10 são definidas pela tampa de extremidade proximal 8, bem como pela tampa de extremidade distai 6. O luer de entrada 12 é provido na tampa de extremidade 8 enquanto o Iuer 14 é provido na tampa de extremidade 6. Um par de eletrodos opostos 24a e 24b é acoplado ou ligado à parede superior 4c e à parede inferior 4d, respectivamente. Como antes, os eletrodos superiores e inferiores 24a e 24b têm, substancialmente, a mesma dimensão e estão espaçados substancialmente em paralelo entre si, de modo que um campo elétrico alternado distribuído seja gerado ou estabelecido entre os eletrodos, quando são energizados com energia de RF, de um gerador de RF.
Para o cartucho da Fig. 12, uma tampa de extremidade 8, como mais bem mostrado na Fig. 13, tem em sua porção 8a, além dos conectores de eletrodo superior e inferior 19a e 19b, sensores tipo termistor 70a e 70b se estendendo da mesma. Os sensores 70a e 70b são protegidos por bainhas de sensor correspondentes 72a e 72b, com os sensores reais sendo expostos ou embutidos em um material termalmente condutor nas pontas respectivas das bainhas de sensor 72a e 72b.
Alternativamente, cada bainha 72a e 72b pode ser de extremidade fechada com suas respectivas extremidades distais, nas quais sensores 70a e 70b, de outro modo teriam se estendido transpassadamente protegidos por uma cobertura de mortalha termal de modo que os sensores 70a e 70b não sejam expostos ao fluido na câmara, mas, apesar disto, adaptáveis para medir a temperatura do fluido, na câmara. Para este modo de realização, é provido, na tampa de extremidade 8, um furo transpassante para se comunicar com cada bainha 72, de modo que um termistor, ou um sensor RTD, possa ser infundido dentro da bainha protetora para medir condutivamente a temperatura do fluido na câmara via cobertura de mortalha, quando necessário. Após a medição, o sensor é removido e pode ser usado posteriormente em outro cartucho aquecedor descartável projetado similarmente.
No caso de apenas uma medição de temperatura precisar ser feita na câmara, apenas uma bainha 72 e um termistor, ou sensor de RTD, que casem dentro dela, são usados. Assim, embora dois sensores 70 e suas bainhas protetoras 72 estejam mostrados na Fig. 12, deveria ser apreciado que, para medir apenas a temperatura do fluido na câmara, se não há nenhum desejo de medir variações da temperatura do fluido na câmara, apenas um sensor 70, protegido por uma bainha 72, é necessário. Para o cartucho da Fig. 12, o fluido entra no conector do luer de entrada 12, e daí, através da abertura de entrada 12a, para dentro da câmara 10. A saída do fluido que foi aquecido na câmara 10 é através do furo de saída 14a e conector do luer de saída 14, para o paciente. Ver igualmente o caminho de fluxo de fluido mostrado na Fig. 15.
Proteção dos componentes não essenciais, por exemplo, as bainhas de sensor 72 que protegem os fios do sensor, e as paredes 4 do cartucho 2, Fig. 14, ilustram o posicionamento exemplificativo da entrada do sensor 70a e da saída do sensor 70b, em referência à câmara 10, como definidas pelo eletrodo superior 24a e eletrodo inferior 24b. Em vez de um sensor posicionado próximo à porção da saída da câmara 10, na prática, lá, podemos ter sensores adicionais colocados no mesmo lugar ou ao longo de todo o comprimento da câmara 10, se for desejável monitorar as diferentes temperaturas do fluido que está sendo aquecido ao longo do comprimento da câmara, quando afetado pelo fluxo de fluido.
Em particular, a Fig. 14 mostra a relação dos sensores 70a e 70b com seus respectivos conjuntos de conectores 68a e 68b. Na Fig. 14 também estão mostrados o conector superior do eletrodo 20a e o conector inferior do eletrodo 20b, e seus contatos correspondentes com o eletrodo superior 24a, e o eletrodo inferior 24b, respectivamente. O fluido flui da extremidade do sensor da entrada para a extremidade do sensor da saída, com o fluido sendo aquecido quando é provida potência de RF aos eletrodos 24 para estabelecer, ou criar, um campo elétrico alternado para, desse modo, aquecer o fluido entre os eletrodos. Em operação normal, o sensor da entrada estaria mais frio do que o sensor da saída, uma vez que o fluido na entrada está menos aquecido do que o fluido na porção de saída da câmara. Quanto mais rápido o fluxo de fluido, maior a diferença entre os dois. E, quando o fluxo é reduzido, a diferença entre as respectivas temperaturas nas porções de entrada e de saída da câmara diminui. Quando o fluxo para, a diferença se aproximaria, ou passaria pelo zero, provendo, desse modo, ao controlador 38 os dados ou informação necessários para determinar a parada do fluxo de fluido.
A Fig. 15 mostra a relação montada dos diferentes componentes do cartucho aquecedor de sensor de contato direto, com a parede frontal 4a, e a parede de topo 4c, removidas.
A Fig. 16 mostra uma vista cortada do cartucho descartável com os sensores duplos. O fluido infundido é mostrado para fluir da entrada 12 para a saída 14, com o fluido sendo aquecido pelo campo elétrico alternado, mostrado como uma impedância representativa distribuída, gerada entre o eletrodo superior 24a e o eletrodo inferior 24b. Para o cartucho aquecedor exemplificativo, dependendo da área dos eletrodos e da distância entre eles, a impedância sob excitação de RF pode variar de aproximadamente 10 Ohms a 100 Ohms.
O sistema controlador, para o modo de realização do sensor de contato direto ilustrado nas Figs. 12-16 está mostrado na Fig. 17. Quando dois sensores de contato direto são usados, o sistema controlador da Fig. 17 é o mesmo que o sistema controlador da Fig. 6. A diferença sendo que, o sistema da Fig. 6, lida com sensores de contato não-direto, isto é, sensores de IR, enquanto o sistema da Fig. 17 utiliza dois sensores de contato direto, um posicionado para detectar a temperatura da entrada, e o outro posicionado para detectar a temperatura da saída. Como antes, se a temperatura medida estiver abaixo de um valor de temperatura pré-ajustado, o amplificador de energia 42 aplicaria toda a potência de RF necessária, através do cabo 34, aos eletrodos 24a e 24b do cartucho, para aquecer o fluido na câmara. Quando a potência de RF passa através do fluido na câmara, a temperatura do fluido sobe. Quando a temperatura se aproxima do valor pré-ajustado, a potência de RF é modulada para manter o fluido na temperatura pré-ajustada. Caso a temperatura do fluido exceda o valor superior da temperatura pré-ajustada, a potência suprida aos eletrodos no cartucho é interrompida e o aquecimento para, imediatamente, impedindo, desse modo, a hemólise. Qualquer um dos dois sensores 72a e 72b pode ser usado para controlar a temperatura modulando a potência de RF e interrompendo a potência em uma condição de temperatura excessiva, com os dados sendo enviados para os monitores distai e proximal 50a e 50b. O monitor de diferença de temperatura 52 é usado para detectar uma velocidade de fluxo reduzida, ar no luer, e/ou para reduzir a potência de aquecimento máxima disponível, quando o fluido infundido, no conduto de despacho, se aquece. Como antes, o modulador de potência de temperatura 40 e os monitores analógicos podem ser substituídos por um microprocessador que possa ser programado para prover as mesmas funções.
Claims (30)
1. Aparelho para aquecimento de fluidos infundidos ou intravenosos para uso por um paciente, caracterizado pelo fato de compreender: um gerador de radiofreqüência (RF) adaptado para produzir uma energia de RF; um armazenador de fluido; um corpo tendo uma câmara com uma entrada e uma saída, um fluido a partir do mencionado armazenador de fluido para tratamento de um paciente passando para dentro da mencionada câmara através da entrada e para fora da mencionada câmara através da saída, pelo menos um par de eletrodos separados na mencionada câmara conectados eletricamente ao mencionado gerador, os mencionados eletrodos energizados seletivamente pela energia de RF do mencionado gerador para criar um campo elétrico entre os mencionados eletrodos para aquecer o fluido passando através da mencionada câmara; e um sistema regulador de temperatura conectado comunicativamente ao mencionado corpo para sensoriar a temperatura do fluido na mencionada câmara e para controlar a energia de RF suprida aos mencionados eletrodos para manter o fluido na mencionada câmara em uma temperatura desejada.
2. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato dos mencionados eletrodos compreenderem dois planos condutores substancialmente paralelos tendo substancialmente a mesma dimensão em superfícies opostas da mencionada câmara onde, quando a energia de RF é alimentada aos mencionados planos condutores pelo mencionado gerador, um campo elétrico alternado é criado entre os mencionados planos condutores para aquecer o fluido na câmara.
3. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato dos mencionados eletrodos compreenderem películas respectivas de material condutor depositadas substancialmente na mesma dimensão em superfícies opostas da mencionada câmara, de modo que, o fluido na mencionada câmara seja aquecido substancialmente uniforme, ao longo do comprimento da mencionada câmara, quando as mencionadas películas são energizadas pelo mencionado gerador.
4. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato dos mencionados eletrodos compreenderem camadas ou lâminas respectivas de material condutor, substancialmente da mesma dimensão, acopladas às superfícies opostas da mencionada câmara.
5. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do mencionado sistema regulador de temperatura compreender pelo menos um sensor para sensoriar a temperatura do fluido na mencionada câmara sem contatar o fluido, o mencionado sensor sendo um sensor de IR que detecta a energia IR irradiante de uma superfície aquecida na mencionada câmara, a energia de IR irradiada correspondendo à temperatura do fluido.
6. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do mencionado sistema regulador de temperatura compreender pelo menos um sensor posicionado dentro da mencionada câmara para medir a temperatura do fluido na mencionada câmara.
7. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do mencionado sistema regulador de temperatura compreender um sensor distai e um sensor proximal, cada um deles se estendendo a partir de uma extremidade do mencionado corpo dentro da mencionada câmara e estando em contato com o fluido para medir as temperaturas nas localizações distai e proximal, respectivamente, na mencionada câmara.
8. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do mencionado sistema regulador de temperatura compreender pelo menos um sensor posicionado na mencionada câmara para sensoriar a temperatura do fluido na mencionada câmara, o mencionado sensor estando separado do fluido por uma tampa protetora.
9. Aparelho de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato do mencionado sensor estar posicionado em uma extremidade do mencionado corpo de modo a focalizar dentro da mencionada câmara ao longo do eixo longitudinal da mencionada câmara ou posicionado ao longo de um lado do mencionado corpo, de modo a focalizar dentro da mencionada câmara, ortogonal ao eixo longitudinal da mencionada câmara.
10. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do mencionado sistema regulador de temperatura compreender uma pluralidade de sensores, cada um deles posicionado em um lado do mencionado corpo, para sensoriar temperaturas respectivas do fluido ao longo da mencionada câmara sem contatar o fluido, cada um dos mencionados sensores sendo um sensor de IR que detecta a energia radiante de IR a partir de uma superfície aquecida correspondente, na mencionada câmara, ortogonal ao eixo longitudinal do mencionado corpo.
11. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do mencionado sistema regulador de temperatura compreender pelo menos um sensor para sensoriar a temperatura do fluido na mencionada câmara, o mencionado sensor estando posicionado em uma extremidade da mencionada câmara e sendo removível do mencionado corpo, uma vedação separando o mencionado sensor da mencionada câmara de modo que, o mencionado sensor não esteja em contato com fluido na mencionada câmara.
12. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do mencionado gerador ser adaptado para energizar os mencionados eletrodos com uma energia de RF, em qualquer lugar, na faixa de aproximadamente 400 KHz a 2 MHz.
13. Aquecedor descartável para aquecer fluidos a serem infundidos em um paciente, caracterizado pelo fato de compreender: um corpo tendo uma câmara com uma entrada e uma saída para aceitar um fluido, o mencionado corpo conectável não permanentemente a um armazenador de fluido, em sua entrada, para permitir que o fluido, no armazenador de fluido, flua para dentro da mencionada câmara, e conectável não permanentemente a um conduto, na sua saída, para suprir o fluido ao paciente; e pelo menos um par de eletrodos tendo substancialmente a mesma dimensão, separados na mencionada câmara, os mencionados eletrodos adaptados para serem energizados eletricamente por uma energia de radiofreqüência (RF), de um gerador de RF, para criar um campo elétrico alternado distribuído substancialmente uniforme entre os eletrodos, para aquecer o fluido dentro da mencionada câmara, ao longo do comprimento dos mencionados eletrodos.
14. Aquecedor de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato dos mencionados eletrodos compreenderem películas respectivas de material condutor depositadas em superfícies opostas, substancialmente paralelas, da mencionada câmara.
15. Aquecedor de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato dos mencionados eletrodos compreenderem camadas ou lâminas respectivas, de material condutor, acopladas substancialmente paralelas às superfícies opostas da mencionada câmara.
16. Aquecedor de acordo com a reivindicação 13, caracterizado adicionalmente pelo fato de compreender pelo menos um sensor para sensoriar a temperatura do fluido na mencionada câmara sem contatar o fluido, o mencionado sensor sendo um sensor de IR que detecta a energia irradiante a partir de uma superfície aquecida na mencionada câmara, a energia de IR irradiada correspondendo à temperatura do fluido.
17. Aquecedor de acordo com a reivindicação 13, caracterizado adicionalmente pelo fato de compreender pelo menos um sensor posicionado dentro da mencionada câmara para medir a temperatura do fluido na mencionada câmara.
18. Aquecedor de acordo com a reivindicação 13, caracterizado adicionalmente pelo fato de compreender um sensor distai e um sensor proximal, cada um deles se estendendo a partir de uma extremidade do mencionado corpo, dentro da mencionada câmara, e estando em contato com o fluido para medir as temperaturas nas localizações distai e proximal, respectivamente, na mencionada câmara.
19. Aquecedor de acordo com a reivindicação 13, caracterizado adicionalmente pelo fato de compreender pelo menos um sensor para sensoriar a temperatura do fluido na mencionada câmara, o mencionado sensor sendo posicionado em uma, ou ambas as extremidades, ou em qualquer lado da mencionada câmara, uma vedação separando o mencionado sensor da mencionada câmara, de modo que, o mencionado sensor não esteja em contato com o fluido na mencionada câmara.
20. Aquecedor de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato dos mencionados eletrodos serem energizados pelo mencionado gerador com uma energia de radiofreqüência, em qualquer lugar, na faixa de aproximadamente 400 KHz a 2 MHz.
21. Método para introduzir um fluido de temperatura controlada em um paciente para impedir hipotermia no paciente, caracterizado pelo fato de compreender as etapas de: a) formar um corpo tendo uma câmara com uma entrada e uma saída; b) espaçar afastado, na mencionada câmara, pelo menos um par de eletrodos; c) conectar eletricamente os mencionados eletrodos a um gerador de radiofreqüência (RF); d) conectar a entrada do mencionado corpo a uma saída de um armazenador de fluido que contenha um fluido a ser infundido no paciente, para permitir o fluido, no armazenador de fluido, flua para dentro da mencionada câmara; e) suprir potência do mencionado gerador de RF aos mencionados eletrodos para criar um campo elétrico alternado entre os mencionados eletrodos para aquecer o fluido na mencionada câmara; e f) conectar a saída do mencionado corpo a um conduto em comunicação fluida com o paciente, de modo que, o fluido aquecido na câmara possa ser emitido para o paciente.
22. Método de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato da etapa b compreender adicionalmente a etapa de: depositar películas respectivas de material condutor de substancialmente a mesma dimensão, em superfícies opostas da mencionada câmara, de modo que, um campo elétrico alternado distribuído substancialmente uniforme seja criado entre os mencionados eletrodos para aquecer o fluido, na mencionada câmara, quando as mencionadas películas são energizadas pelo mencionado gerador.
23. Método de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato da etapa b compreender adicionalmente a etapa de: acoplar camadas ou lâminas respectivas de material condutor, de mesma dimensão, às superfícies opostas da mencionada câmara, de modo que, um campo elétrico alternado distribuído substancialmente uniforme seja criado entre os mencionados eletrodos para aquecer uniformemente o fluido, na mencionada câmara, quando as mencionadas camadas ou lâminas são energizadas pelo mencionado gerador.
24. Método de acordo com a reivindicação 21, caracterizado adicionalmente pelo fato de compreender a etapa de: prover o mencionado corpo com pelo menos um sensor para sensoriar a temperatura do fluido na mencionada câmara sem contatar o fluido, o mencionado sensor sendo um sensor de IR que detecta a energia irradiante de IR de uma superfície aquecida na mencionada câmara, a energia de IR irradiada correspondendo à temperatura do fluido.
25. Método de acordo com a reivindicação 21, caracterizado adicionalmente pelo fato de compreender a etapa de: posicionar pelo menos um sensor dentro da mencionada câmara para medir a temperatura do fluido na mencionada câmara.
26. Método de acordo com a reivindicação 21, caracterizado adicionalmente pelo fato de compreender a etapa de: estender um sensor distai e um sensor proximal, a partir de uma extremidade do mencionado corpo dentro da mencionada câmara, para estar em contato com o fluido, para medir as temperaturas nas localizações distai e proximal, respectivamente, na mencionada câmara.
27. Método de acordo com a reivindicação 21, caracterizado adicionalmente pelo fato de compreender as etapas de: posicionar pelo menos um sensor para sensoriar a temperatura do fluido na mencionada câmara em uma ou ambas as extremidades, ou em qualquer lado da mencionada câmara; e separar o mencionado sensor, da mencionada câmara, com uma vedação, de modo que, o mencionado sensor não esteja em contato com o fluido na mencionada câmara.
28. Método de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato da etapa e compreender a etapa de: energizar os mencionados eletrodos com uma energia de RF, em qualquer lugar, na faixa de aproximadamente 400 KHz a 2 MHz.
29. Método de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato da mencionada etapa b compreender a etapa de: espaçar os mencionados eletrodos, na mencionada câmara, substancialmente paralelos entre si.
30. Método de acordo com a reivindicação 25, caracterizado adicionalmente pelo fato de compreender a etapa de: separar o mencionado um sensor de fluido, na mencionada câmara, com uma tampa protetora, de modo que, o mencionado sensor meça a temperatura do fluido através da tampa protetora.
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