BRPI0712252A2 - micropartìculas coloridas resistentes a vazamento - Google Patents
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Abstract
MICROPARTìCULAS COLORIDAS RESISTENTES A VAZAMENTO. A presente invenção refere-se a micropartículas resistentes a vazamento compreendendo pelo menos um colorante, um processo para produzi-las, composições contendo-as e seu uso em aplicações cosméticas para produzir um efeito de tom de texturizado natural.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MICROPAR- TICULAS COLORIDAS RESISTENTES A VAZAMENTO"
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a micropartículas resistentes a vazamento compreendendo pelo menos um colorante, a um processo para produzi-las, a composições contendo as mesmas e ao seu uso. Mais particu- larmente essa invenção refere-se a um único processo para produzir micro- partículas resistentes a vazamento compreendendo pelo menos um coloran- te, às micropartículas resistentes a vazamento resultantes por si, a composi- ções contendo as mesmas e ao seu uso em cosméticos e aplicações do- mésticas.
Antecedentes da Invenção
O uso de materiais colorantes finamente divididos em vários produtos dentro da indústria de cosmético facial é bem-conhecido. Em áreas tais como bases facial e especialmente cosméticos em volta da região do olho, os colorantes usados são pigmentos (usualmente óxidos de metal inor- gânicos), cuja baixa solubilidade limita liberação de cor sobre a pele e roupa. No entanto, o uso desses pigmentos limita a paleta de cor disponível para produtores de cosméticos e não cobrem a paleta de cor total necessária pa- ra lidar com as várias afiliações étnicas dentro de um mercado global.
Enquanto o uso de corantes orgânicos dentro de tais áreas do mercado de cosméticos de cor provê uma variedade muito grande de esco- lhas de cor, tal uso exige a resolução de questões de sustentabilidade e co- locação de colorante controlado. Numerosas abordagens para alcançar isso foram tentadas.
Uma abordagem é produzir a exibição de corante das caracterís- ticas de solubilidade de um pigmento. Comercialmente, isso é feito por "la- queamento" do corante, assim formando um sal insolúvel em água do coran- te. No entanto, apesar de ser eficaz, o processo é reversível, e um corante solúvel pode reformar a partir da Iaca de corante.
É em geral difícil para reter permanentemente o colorante duran- te longos períodos de tempo e quando sujeitos a diferentes ambientes e condições. Isso é correto de pigmentos, corantes solúveis em óleo, e coran- tes solúveis em água.
Pigmentos e outros colorantes modificados pela ação de silico- nes são bem-conhecidos. O revestimento de pós cosméticos com compos- tos de organossilício é discutido na WO 03/043567 e na publicação de pa- tente U.S. N9 2003/0161805, onde alquilpolissiloxanos reativos são reagidos com a superfície de partículas em pó cosméticas para fornecer propriedades aperfeiçoadas de dispersão, estabilidade, e sensação aos pós e provêem um processo de revestimento versátil adequado para uma ampla faixa de pós cosméticos.
Na W0-03/043567 mencionada acima, o colorante é combinado a temperatura ambiente com o agente de tratamento de silicone (30% de solução ativa) a uma razão de 5.7:1 (peso:peso). Esse é aquecido a 110°C por 4 horas em um forno e é resfriado para a temperatura ambiente depois do qual é pulverizado.
No entanto, essas publicações não ensinam o controle de libera- ção de colorante, nem revelam a aplicabilidade do tratamento à superfície de microcápsulas. Além do mais, essas publicações apenas ensinam o trata- mento dos próprios pós, enquanto que as partículas tratadas na presente invenção são gotículas de emulsão em uma emulsão de água em óleo, que apenas se tornam partículas sólidas depois da desidratação subseqüente.
Uma outra abordagem inssolubiliza o colorante por submissão de um corante solúvel a um processo de microencapsulação.
A patente U.S. Ng 5.234.711 descreve um método para a encap- sulação de partículas de pigmento utilizadas nas formulações de tinta e tam- bém seu uso para produtos cosméticos tais como lápis de olho. Essa refe- rência emprega um processo de encapsulação para aumentar a umectabili- dade, dispersabilidade e resistência ao calor das partículas de pigmento. O método de encapsulação envolve polimerização de vinila de radical livre ou redox em um meio aquoso para formar pigmentos encapsulados por homo- ou copolímero de polivinilpirrolidona.
A patente U.S. Nq 5.382.433 e Pedido de PCT publicado WO 98/5002 descrevem o uso de uma preparação cosmética que contém partí- culas de pigmento microencapsuladas. O pigmento encapsulado na patente '433 é produzido por polimerização de coacervação. As cápsulas prontamen- te rompem sob liberação de cisalhamento mecânico do colorante.
Uma variedade de técnicas são conhecidas para a provisão de colorantes encapsulados ou aprisonados. Por exemplo, Pedido de PCT pu- blicado WO 91/06277 descreve formulações cosméticas que têm pigmentos latentes ativáveis dispersos em um veículo ou base anidra. Um pigmento moído ou uma dispersão de veículo líquida é microencapsulado para formar um pó de escoamento livre, seco, estável de partículas de tamanho micron. O processo preferido para a encapsulação é por coacervação, por exemplo, por emulsificação de uma dispersão líquida em uma fase aquosa externa, contínua para formar gotículas de tamanho micron. Um complexo contendo material coloidal é então adicionado à fase externa de tal modo que ele for- me um depósito na ou em volta da gotícula, desse modo formando um re- vestimento ou parede externa. Pretende-se que as microcápsulas rompam e liberem o pigmento latente quando sujeitas a forças físicas.
Pedido de EP Publicado 225.799 descreve um material colorante não magnético sólido microencapsulado em um líquido, gel, cera ou fase de veículo sólido de baixo ponto de fusão, que é encapsulado dentro de um re- vestimento polimérico. Absorvido sobre o revestimento é um agente de aco- plamento de titanato ou silano, que aumenta a oleofilicidade da superfície do material de colorante sólido.
A patente U.S. N9 5.143.723 refere-se a uma composição cos- mética compreendendo um pigmento que foi formada por incorporação de um corante solvatado em uma resina e misturação com um veículo cosméti- co. O corante solvatado pode ser incorporado na resina por adição do mes- mo à resina fundida ou elastificada, ou por dissolução do corante em uma solução de resina não polimerizada e um solvente mutual para o corante e para a resina, então polimerização da resina, ou por contato do corante com a resina. Assim o corante solvatado é distribuído através de toda a resina. Ela não é encapsulada dentro de um revestimento polimérico. Os pós de resina impregnados são ditos serem usáveis em uma variedade de composi- ções cosméticas.
WO 02/090445 provê partículas poliméricas compreendendo um polímero de matriz e colorante distrbuídos através de toda ela. O polímero de matriz é formado a partir de uma combinação de monômeros compreen- dendo um primeiro monômero, que é um monômero iônico etilenicamente insaturado que é um sal de um contra-íon e um segundo monômero, que é um monômero hidrofóbico etilenicamente insaturado que é capaz de formar um homopolímero de temperatura de transição vítrea em excesso de 50°C. Polímeros de matriz típicos incluem copolímeros que foram formados a partir de estireno com acrilato de amônio. As partículas poliméricas são ensinadas a exibirem boas propriedades de retenção e serem capazes de reter o colo- rante sob uma variedade de condições. No entanto, essas partículas tendem a sofrer a desvantagem de que elas podem fraturar e ainda danificar sob cisalhamento mecânico, e isso pode levar a liberação do colorante.
WO 04/075679 e Publicação de Pedido de Patente copendente U.S Ne 2005/0031558 descrevem o uso de uma combinação de colorantes microencapsulados preparados como descritos em WO 02/090445 acima nas composições cosméticas. A combinação produz uma coloração de tom natural extrudada quando aplicada, ou cria efeitos similares no ou em um próprio produto cosmético. No entanto, como observado acima, as micro- cápsulas têm uma tendência a fratura e ainda danificar sob cisalhamento mecânico. Fraturas nas partículas ou partículas rompidas levam a aperfeiço- amento visual do colorante.
WO 05/123009 e Publicação de Pedido de Patente co-pendente relacionada U.S. N- 2005/0276774 levam em conta o problema de aperfei- çoamento da resistência a danificação de colorantes microencapsulados preparados como acima por aprisionamento do colorante em um polímero de matriz que foi formado a partir de uma combinação de monômeros compre- endendo um primeiro monômero que é um monômero iônico etilenicamente insaturado e um segundo monômero que é um monômero hidrofóbico etile- nicamente insaturado que é capaz de formar um homopolímero de tempera- tura de transição vítrea em excesso de 50°C, em que partículas secundárias são distribuídas através de toda a matriz, partículas secundárias essas que compreendem um polímero hidrofóbico que foi formado a partir de um mo- nômero hidrofóbico etilenicamente insaturado que é capaz de formar um homopolímero tendo uma temperatura de transição vítrea em excesso de 50°C e opcionalmente outros monômeros, polímero hidrofóbico esse que é diferente daquele do polímero de matriz. Enquanto esses colorantes micro- encapsulados aperfeiçoaram resistência a danificação, sua resistência a va- zamento não é sempre satisfatória, particularmente para as aplicações cos- méticas.
Em geral, apesar das reivindicações de baixas propriedades de vazamento, as microcápsulas incluídas pelas patentes e pelas publicações demonstraram grandualmente liberar o colorante, ou "sangrar", durante um tempo quando testado por períodos prolongados a temperaturas elevadas. Vazamento de cor ocorre quando um corante ou um pigmento migra através de ou para fora de microesferas através do contato com umidade e/ou outros ingredientes em uma formulação tais como álcoois ou glicóis, tensoativos, silicones, óleos, conservantes, sais e outros componentes tipicamente en- contram nas formulações cosméticas. Aplicação de sanguessugas ou vaza- mento do colorante em uma composição cosmética pode diminuir o efeito visual de longo prazo do cosmético tanto no recipiente quanto no substrato.
Assim há uma necessidade de prover micropartículas com resis- tência a vazamento de cor aperfeiçoada que podem ser usadas para uma variedade de apliações. Especificamente há uma necessidade de prover produtos contendos colorantes aprisionados ou encapsulados, produtos es- ses que retêm boa resistência a danificação e exibem resistência a vaza- mento aperfeiçoada quando sujeitas a diferentes ambientes. Isso é particu- larmente um problema quando do emprego de corantes orgânicos solúveiis em óleo e solúveis em água, onde é em geral difícil de permanentemente reter o corante. Em uma composição cosmética, se o corante não for per- manentemente retido, isso pode diminuir o efeito visual de longo prazo do cosmético. As micropartículas de acordo com a presente invenção superam a questão de vazamento enquanto retém boa resistência a danificação. As- sim soluções contendo-as permanecem substancialmente não coloridas mesmo depois de armazenagem prolongada a temperaturas elevadas.
Sumário da Invenção
Em um aspecto a presente invenção provê micropartículas resis- tentes a vazamento contendo uma quantidade de coloração eficaz de pelo menos um colorante em uma matriz polimérica essencialmente incolor for- mado a partir de:
(a) 5 a 95 por cento em peso de um polímero A formado a par- tir de uma mistura de monômeros compreendendo pelo menos um primeiro monômero que é um monômero iônico etilenicamente insaturado e pelo menos um segundo mo- nômero que é um monômero hidrofóbico etilenicamente in- saturado capaz de formar um homopolímero com uma tem- peratura de transição vítrea entre -40 e 50°C;
(b) 5 a 95 por cento em peso de um polímero B formado a par- tir de uma mistura de monômeros compreendendo pelo menos um primeiro monômero que é um monômero iônico etilenicamente insaturado e pelo menos um segundo mo- nômero que é um monômero hidrofóbico etilenicamente in- saturado capaz de formar um homopolímero com uma tem- peratura de transição vítrea maior do que 50°C, dentro da qual são distribuídas partículas secundárias poliméricas formadas a partir de um ou mais monômeros hidrofóbicos etilenicamente insaturados que são iguais ou diferentes da- queles no polímero A.
Os colorantes são de preferência orgânicos.
As micropartículas podem ser não reticuladas, mas são de prefe- rência reticuladas para mais eticamente manter a estrutura enquanto em uso.
Em concretizações substitutas as micropartículas podem adicio- nalmente ter um aditivo C solúvel em óleo e/ou um estabilizador D anfifático polimérico em sua superfície. De preferência elas têm ambos.
As micropartículas de colorante resistentes a vazamento indivi- duais têm um tamanho de partícula típica de entre 1 e 60 micra.
Em um outro aspecto, a presente invenção provê uma composi- ção cosmética contendo uma quantidade de coloração eficaz de uma combi- nação de pelo menos um colorante, em que o dito colorante é aprisionado nas micropartículas de colorante resistentes a vazamento como descritas acima, e pelo menos um auxiliar cosmeticamente aceitável.
Em uma concretização pelo menos dois colorantes são aprisio- nados nas micropartículas de colorante resistentes a vazamento iguais ou diferentes, em que as ditas pelo menos duas cores são distintas entre si. Em uma concretização uma combinação de pelo menos duas das cores primá- rias amarela, verde e azul é empregada.
A presente invenção também provê um método de coloração do corpo que compreende a aplicação de uma formulação cosmética líquida ou sólida tendo uma quantidade de coloração eficaz de pelo menos um coloran- te em micropartículas, de preferência uma combinação de pelo menos 2 co- lorantes em micropartículas como descritas acima, a pelo menos uma parte do dito corpo.
Em um outro aspecto, a presente invenção provê um processo para produzir micropartículas resistentes a vazamento compreendendo pelo menos um colorante, que compreende,
A) provisão de uma fase aquosa compreendendo um sal de pelo menos um polímero A,
B) combinação da dita fase aquosa sob alto cisalhamento com uma segunda fase aquosa compreendendo pelo me- nos um polímero B, partículas poliméricas secundárias e, opcionalmente, um agente de reticulação, em que fase a- quosa A) e/ou B) contém pelo menos um colorante fina- mente dividido,
C) formação de uma emulsão de água em óleo contendo as fases aquosas combinadas a partir da etapa B) em uma fase líquida imiscível em água sob alto cisalhamento, e- mulsão essa que opcionalmente compreende um aditivo solúvel em óleo, um estabilizador polimérico anfifático ou uma sua mistura, e
D) submissão da emulsão a desidratação em que água é e- vaporada das partículas aquosas desse modo formando micropartículas sólidas compreendendo pelo menos um co- lorante em um polímero de matriz e tendo partículas de po- límero secundárias distribuídas através de todo o polímero de matriz.
Em uma concretização é a fase aquosa A) que contém pelo me- nos um colorante finamente dividido. O colorante pode ser adicionado a fase aquosa B, mas a adição do colorante a polímero A e adição subseqüente da solução de polímero A a polímero B é preferido. Em uma outra concretização a emulsão de água em óleo contendo as fases aquosas combinadas a partir da etapa B) também compreende um aditivo solúvel em óleo e/ou um estabi- lizador polimérico anfifático.
Combinações de colorante em micropartículas de acordo com a invenção aumentaram o desempenho do visual, tal como uma aparência de pele mais natural uma vez que elas produzem um efeito de tom texturizado, natural. Além do mais, o polímero de matriz tem um nível muito baixo de va- zamento de cor e também não danifica sob condições de formulação rigoro- sas ou manipulação, assim retendo os efeitos estéticos desejáveis durante a armazenagem e uso.
Descrição Detalhada da Invenção
A presente invenção provê micropartículas resistentes a vaza- mento contendo uma quantidade de coloração eficaz de pelo menos um co- lorante em uma matriz polimérica essencialmente incolor formado a partir de:
(a) 5 a 95 por cento em peso de um polímero A formado a par- tir de uma mistura de monômeros compreendendo pelo menos um primeiro monômero que é um monômero iônico etilenicamente insaturado e pelo menos um segundo mo- nômero que é um monômero hidrofóbico etilenicamente in- saturado capaz de formar um homopolímero com uma tem- peratura de transição vítrea de entre -40 e 50°C;
(b) 5 a 95 por cento em peso de um polímero B formado a par- tir de uma mistura de monômeros compreendendo pelo menos um primeiro monômero que é um monômero iônico etilenicamente insaturado e pelo menos um segundo mo- nômero que é um monômero hidrofóbico etilenicamente in- saturado capaz de formar um homopolímero com uma tem- peratura de transição vítrea maior do que 50°C, dentro da qual são distribuídas partículas secundárias poliméricas formadas a partir de um ou mais monômeros hidrofóbicos etilenicamente insaturados que são iguais ou diferentes da- queles no polímero A.
Os colorantes são de preferência orgânicos.
As micropartículas podem ser não-reticuladas, mas são de pre- ferência reticuladas.
Em uma concretização a matriz polimérica incolor é formado a partir de 5 a 45 por cento em peso de pelo menos um polímero A e de 55 a 95 por cento em peso de pelo menos um polímero B, por exemplo de 5 a 25 por cena em peso de pelo menos um polímero A e de 75 a 95 por cento em peso de pelo menos um polímero B.
As micropartículas resistentes a vazamento compreendendo pe- lo menos um colorante de acordo com a invenção pode ser produzida por um processo que compreende,
A) provisão de uma fase aquosa compreendendo um sal de pelo menos um polímero A,
B) combinação da dita fase aquosa sob alto cisalhamento com uma segunda fase aquosa compreendendo pelo me- nos um polímero B, partículas poliméricas secundárias e, opcionalmente, um agente de reticulação, em que fase a- quosa A) e/ou B) contém pelo menos um colorante fina- mente dividido,
C) formação de uma emulsão de água em óleo contendo as fases aquosas combinadas a partir da etapa B) em uma fase líquida imiscível em água sob alto cisalhamento, e- mulsão essa que opcionalmente compreende um aditivo solúvel em óleo, um estabilizador polimérico anfilático ou uma sua mistura, e
D) submissão da emulsão a desidratação em que água é e- vaporada das partículas aquosas desse modo formando micropartículas sólidas compreendendo pelo menos um co- lorante em um polímero de matriz e tendo partículas de po- límero secundárias distributed através de todo o polímero de matriz.
As partículas poliméricas contêm pelo menos um polímero A e pelo menos um polímero B, ambos os quais são formados a partir de uma combinação de monômeros compreendendo pelo menos um primeiro mo- nômero que é um monômero iônico etilenicamente insaturado e pelo menos um segundo monômero que é um monômero hidrofóbico etilenicamente in- saturado.
O pelo menos um monômero iônico pode conter ou grupos aniô- nicos ou catiônicos, ou alternativamente pode ser potencialmente iônico, por exemplo, na forma de um anidrido ácido. O pelo menos um monômero iônico escolhido para polímero A e polímero B podem ser iguais ou diferentes, mas ambos seriam ou aniônicos ou catiônicos. De preferência o pelo menos um monômero iônico é um monômero aniônico etilenicamente insaturado ou potencialmente aniônico. Exemplos não-limitantes de monômeros aniônicos ou potencialmente aniônicos adequados incluem ácido acrílico, ácido meta- crílico, ácido etacrílico, ácido fumárico, ácido maléico, anidrido maléico, áci- do itacônico, anidrido de ácido itacônico, ácido crotônico, ácido vinil acético, ácido (met) alil sulfônico, ácido vinil sulfônico e ácido 2-acrilamido-2-metil propano sulfônico. Monômeros aniônicos preferidos são ácidos carboxílicos ou anidridos ácidos.
Quando o pelo menos um monômero iônico é aniônico, por e- xemplo, um anidrido ou ácido carboxílico, será de preferência parcialmente ou completamente neutralizado com pelo menos um contra-íon. O contra-íon pode ser amônia ou um componente amina volátil. Em geral o componente de amina volátil será um líquido que pode ser evaporado a temperaturas de baixa a moderada, por exemplo, a temperaturas até 200°C. De preferência, será possível evaporar a amina volátil sob pressão reduzida a temperaturas abaixo de 100°C. Assim o polímero pode ser produzido em forma de ácido livre e então neutralizado com uma solução aquosa de hidróxido de amônia ou uma amina volátil, por exemplo, etanolamina, metanolamina, 1-propa- nolamina, 2-propanolamina, dimetanolamina ou dietanolamina. Alternativa- mente o polímero pode ser preparado por copolimerização do sal de amina ou amônio volátil de um monômero aniônico com o monômero hidrofóbico.
Durante a desidratação da etapa (D) pelo menos uma parte do pelo menos um componente de contra-íon do sal é desejavelmente evapo- rado. Por exemplo, onde o contra-íon polimérico é o sal de amônio, pelo me- nos uma parte da amônia de componente volátil será evaporada. Conse- qüentemente, durante o estágio de destilação do polímero será convertido em sua forma de base livre ou de ácido livre.
Tanto o polímero A quanto o polímero B são copolímeros forma- dos a partir de uma combinação de monômeros compreendendo pelo menos um primeiro monômero que é um monômero iônico etilenicamente insatura- do e pelo menos um segundo monômero que é um monômero hidrofóbico etilenicamente insaturado. Os polímeros diferem com relação ao monômero hidrofóbico. Assim, no polímero A o monômero hidrofóbico etilenicamente insaturado é selecionado daquele capaz de formar um homopolímero com uma temperatura de transição vítrea entre -40 e 50°C, enquanto no polímero B o monômero hidrofóbico etilenicamente insaturado é selecionado daquele capaz de formar um homopolímero com uma temperatura de transição vítrea maior do que 50°C. Sua temperatura de transição vítrea é de preferência pelo menos 60°C ou ainda pelo menos 80°C. Exemplos não-limitantes específicos de monômeros hidrofóbicos capazes de formar um homopolímero com uma temperatura de transição vítrea entre -40 e 50°C incluem C1-C8 alquil acrilatos tais como metil acrilato, etil acrilato, propil acrilato, isopropil acrilato e os vários isômeros de butil acri- lato, amil acrilato, hexil acrilato e octil acrilato, tal como 2-etilexil acrilato. Ou- tros exemplos incluem C4-C8 alquil metacrilatos tais como n-butil metacrilato, n-hexil metacrilato, n-octil metacrilato, 2-etilexil metacrilato, e alcenos tais como propileno e n-butileno.
Exemplos não-limitantes específicos de monômeros hidrofóbicos capazes de formar um homopolímero com uma temperatura de transição vítrea maior do que 50°C incluem estireno, metil metacrilato, etil metacrilato, isopropil metacrilato, butil metacrilato terciário, cicloexil metacrilato, fenil me- tacrilato e isobornil metacrilato. Outras possibilidades incluem usando-se estirênicos ou outros ésteres de metacrilato e acrilato, com a condição de que os monômeros produzam polímeros tendo uma temperatura de transi- ção vítrea (Tg) maior do que 50°C.
Em geral, polímeros AeB podem ser preparadoa por qualquer processo de polimerização adequado. Por exemplo, os polímeros podem ser convenientemente preparados por polimerização de emulsão aquosa, por exemplo, como descritos na EP-A 697423 ou na patente U.S. N9 5.070.136. Os polímeros podem então ser neutralizados pela adição de uma solução aquosa de hidróxido de amônia ou uma amina volátil.
Em um processo de polimerização típica, uma combinação de pelo menos um monômero hidrofóbico e pelo menos um monômero iônico é emulsificado em uma fase aquosa que contém uma quantidade adequada de pelo menos um agente de emulsificação. Tipicamente, o pelo menos um a- gente de emulsificação pode ser qualquer agente de emulsificação comerci- almente disponível para a formação de emulsão aquosa. De modo desejá- vel, esses agentes de emulsificação tenderão a serem mais solúveis na fase aquosa do que na fase de monômero imscível em água e assim tenderão a exibir um alto equilíbrio hidrofílico lipofílico (HLB). Emulsificação da mistura de monômero pode ser efetuada por técnicas de emulsificação conhecidas, incluindo sujeitar o monômero/fase aquosa a cisalhamento ou agitação vigo- rosa ou passagem alternativamente do monômero/fase aquosa através de uma peneira ou malha. Polimerização pode então ser efetuada por uso de um sistema de iniciador adequado, por exemplo, pelo menos um iniciador de UV ou iniciador térmico. Uma técnica adequada de iniciação da polimeriza- ção seria elevar a temperatura de uma emulsão aquosa dos monômeros para acima de 70 ou 80°C e então adicionar entre 50 e 1000 ppm de persul- fato de amônio em peso de monômero.
Em geral, o polímero A tem um peso molecular de até 100.000 (determinado por GPC usando-se parâmetros industriais padrão). De prefe- rência o polímero tem um peso molecular de abaixo de 50.000, por exemplo, de 10.000 a 30.000. Em parteicular o peso molecular para o polímero A é por volta de 5.000 a 15.000.
Um polímero A particularmente preferido é um terpolímero de etil acrilato/metil metacrilato com sal de amônio de ácido acrílico. De preferência esse polímero é também usado quando o processo emprega um agente de reticulação, que é especialmente oxido de zinco ou carbonato de zircônio de amônio.
Tipicamente a combinação de monômero para a produção do polímero A pode conter pelo menos 70% em peso de pelo menos um mo- nômero hidrofóbico, o restante sendo produzido de pelo menos um monôme- ro iônico. Em geral embora o monômero hidrofóbico estivesse presente em quantidades de pelo menos 80% em peso. Composições preferidas contêm entre 70 e 95% em peso de pelo menos um polímero hidrofóbico, por exem- plo, por volta de 80 ou 90%.
Em geral, o polímero B de matriz tem um peso molecular de até 300.000 (determinado por GPC usando-se parâmetros industriais padrão).
De preferência o polímero tem um peso molecular de abaixo de 50.000, por exemplo, de 2.000 a 20.000. Em parteicular o peso molecular para o políme- ro de matriz é por volta de 4.000 a 12.000.
Um polímero B de matriz particularmente preferido é um copolí- mero de estireno com acrilato de amônio. Mais de preferência esse polímero é usado quando o processo emprega um agente de reticulação, que é espe- cialmente oxido de zinco ou carbonato de zircônio de amônio.
Tipicamente, a combinação de monômero para a produção do polímero B de matriz pode conter pelo menos 50% em peso de pelo menos um monômero hidrofóbico, o restante sendo produzido de pelo menos um monômero iônico. Em geral, embora o monômero hidrofóbico estivesse pre- sente em quantidades de pelo menos 60% em peso. Composições preferi- das contêm entre 65 e 90% em peso de pelo menos um polímero hidrofóbi- co, por exemplo, em volta de 70 ou 75%.
Em uma versão alternativa do processo, o pelo menos um mo- nômero iônico pode ser catiônico ou potencialmente catiônico, por exemplo, uma amina etilenicamente insaturada. Nessa forma da invenção o compo- nente contra-iônico volátil é pelo menos um componente de ácido volátil. Assim, nessa forma da invenção os polímeros AeB podem ser formados de um modo análogo aos polímeros aniônicos acima mencionados, exceto que o monômero aniônico é substituído por um monômero catiônico ou potenci- almente catiônico. Em geral, onde o polímero é preparado na forma de um copolímero de pelo menos uma amina livre e pelo menos um monômero hi- drofóbico, é neutralizado por adição de pelo menos um ácido volátil adequa- do, por exemplo, ácido acético, ácido fórmico, ácido propanóico, ácido buta- nóico ou ainda ácido carbônico. De preferência o polímero é neutralizado por ácido acético, ácido fórmico, ácido ou ácido carbônico.
Exemplos não-limitantes adequados de monômeros catiônicos ou potencialmente catiônicos incluem dialquil aminoalquil (met) acrilatos, dialquil aminoalquil (met) acrilamidas ou allil aminas e outras aminas etileni- camente insaturadas e seus sais de adição de ácido. Tipicamente os dialquil aminoalquil (met) acrilatos incluem dimetil aminometil acrilato, dimetil ami- nometil metacrilato, dimetil aminoetil acrilato, dimetil aminoetil metacrilato, dietil aminoetil acrilato, dietil aminoetil metacrilato, dimetil aminopropil acrila- to, dimetil aminopropil metacrilato, dietil aminopropil acrilato, dietil aminopro- pil metacrilato, dimetil aminobutil acrilato, dimetil aminobutil metacrilato, dietil aminobutil acrilato e dietil aminobutil metacrilato. Tipicamente as dialquil a- minoalquil (met) acrilamidas incluem dimetil aminometil acrilamida, dimetil aminometil metacrilamida, dimetil aminoetil acrilamida, dimetil aminoetil me- tacrilamida, dietil aminoetil acrilamida, dietil aminoetil metacrilamida, dimetil aminopropil acrilamida, dimetil aminopropil metacrilamida, dietil aminopropil acrilamida, dietil aminopropil metacrilamida, dimetil aminobutil acrilamida, dimetil aminobutil metacrilato, dietil aminobutil acrilato e dietil aminobutil me- tacrilamida. Tipicamente as alil aminas incluem dialil amina e trialil amina.
As partículas secundárias compreendem um polímero hidrofóbi- co que foi formado a partir de pelo menos um monômero hidrofóbico etileni- camente insaturado que é capaz de formar um homopolímero de temperatu- ra de transição vítrea em excesso de 50°C e opcionalmente outros monôme- ros, polímero hidrofóbico esse que é diferente de polímero Aeo polímero B de matriz. O pelo menos um monômero hidrofóbico etilenicamente insatura- do pode ser qualquer um dos monômeros definidos acima em relação ao segundo monômero usado para formar o polímero B de matriz. Em uma concretização, o monômero hidrofóbico é o mesmo que o segundo monôme- ro usado para formar o polímero de matriz. Exemplos não-limitantes especí- ficos dos ditos monômeros hidrofóbicos incluem estireno, metil metacrilato, butil metacrilato terciário, fenil metacrilato, cicloexil metacrilato e isobornil metacrilato. Em uma concretização o monômero hidrofóbico é estireno.
O monômero hidrofóbico pode ser polimerizado sozinho ou al- ternativamente pode opcionalmente ser polimerizado com pelo menos um outro monômero hidrofóbico como definido acima. Pode ser possível incluir outros monômeros que não são monômeros hidrofóbicos capazes de formar um homopolímero de temperatura de transição vítrea em excesso de 50°C, com a condição de que tais monômeros não provoquem quaisquer efeitos deletérios. O outro monômero pode ser um monômero hidrofóbico, por e- xemplo, alquila de cadeia mais longa e ésteres de ácido acrílico ou metacríli- co, tal como 2-etilexil acrilato ou estearil acrilato. Tipicamente, onde tais mo- nômeros estão incluídos, eles estariam presentes em uma quantidade de não mais do que 20% em peso com base no peso de monômeros usados para as partículas secundárias. De preferência, esses monômeros estarão presentes em quantidade menor do que 10% em peso, por exemplo, menor do que 5% em peso.
Alternativamente o pelo menos um outro monômero pode ser um monômero hidrofílico. O monômero hidrofílico pode ser não-iônico, por e- xemplo acrilamida, ou pode ser iônico, por exemplo, como definido em rela- ção ao primeiro monômero usado para formar os polímeros A e B. Em geral, tais monômeros tendêm a serem usado em menores proporções de modo que o polímero permanece hidrofóbico. Onde tais monômeros são incluídos, eles estariam presentes em uma quantidade de não mais do que 20% em peso com base no peso de monômeros usados para as partículas secundá- rias. De preferência, esses monômeros estarão presentes em uma quanti- dade menor do que 10% em peso, por exemplo, menor do que 5% em peso.
É particularmente preferido que as partículas secundárias com- preendam um polímero hidrofóbico que foi totalmente formado a partir de monômero(s) hidrofóbico(s) etilenicamente insaturado(s) que é/são ca- paz(es) de formar um homopolímero de temperatura de transição vítrea em excesso de 50°C. Um polímero hidrofóbico particularmente hidrofóbico é um copolímero de estireno e metil metacrilato ou um homopolímero de estireno.
O copolímero de estireno com metil metacrilato em geral será formado a par- tir de pelo menos 40% em peso estireno e até 60% em peso metil metacrila- to. De preferência, o copolímero terá uma razão em peso de porções de esti- reno para metil metacrilato moieties de entre 50:50 a 95:5 e mais de prefe- rência 60:40 a 80:20, por exemplo 70:30 a 75:25.
Em geral, as partículas secundárias terão um tamanho médio de partícula de abaixo de 1 micron, e usualmente abaixo de 750 nm. De prefe- rência, as partículas secundárias terão um tamanho médio de partícula na faixa entre 50 e 500 nm. Essas partículas secundárias podem ser prepara- das por quaisquer meios convencionais. Tipicamente, as partículas podem ser preparadas por polimerização de emulsão aquosa. De preferência, as partículas são preparadas por polimerização de microemulsão aquosa de acordo com qualquer processo de polimerização de microemulsão típico do- cumentado na técnica anterior, por exemplo, como descrita na EP-A 531005 ou EP-A 449450.
Tipicamente, as partículas secundárias podem ser preparadas por formação de uma microemulsão compreendendo uma fase aquosa con- tínua (entre 20 e 80% em peso), uma fase oleosa dispersa compreendendo pelo menos um monômero (entre 10 e 30% em peso), e pelo menos um ten- soativo e/ou estabilizador (entre 10 e 70% em peso). Em geral o tensoativo e/ou o estabilizador existirão predominantemente na fase aquosa. Um ten- soativo e/ou um estabilizador preferido é uma solução aquosa do polímero usado para formar a matriz polimérica. Um tensoativo/estabilizador particu- larmente preferido é um copolímero de acrilato de amônio com estireno, co- mo definido acima em relação ao polímero B de matriz.
Polimerização do pelo menos um monômero na microemulsão pode ser efetuada por um sistema de iniciação adequado, por exemplo, um iniciador de UV ou um iniciador térmico. Uma técnica adequada de iniciação da polimerização é, por exemplo, elevar a temperatura da emulsão aquosa de monômero para acima de 70 ou 80°C e então adicionar entre 50 e 1000 ppm de persulfato de amônio ou um composto de azo tal como azodiisobuti- ronitrila em peso de monômero. Alternativamente, um peróxido adequado, por exemplo, um peróxido de cura a temperatura ambiente, ou um fotoinicia- dor pode ser usado. Pode ser preferido que a polimerização seja realizada a cerca da temperatura ambiente, por exemplo, com a fotoiniciador.
Em geral as partículas secundárias compreendem um polímero que tem um peso molecular de até 2.000.000 (determinado por GPC usan- do-se os parâmetros industriais padrão). De preferência o polímero tem um peso molecular de abaixo de 500.000, por exemplo, 5.000 a 300.000. Usu- almente o peso molecular para as partículas secundárias poliméricas está entre 100.000 e 200.000.
É preferido que as partículas secundárias tenham uma configu- ração de revestimento de núcleo em que o núcleo compreende o polímero hidrofóbico envolvido por um revestimento polimérico. Mais de preferência as partículas secundárias compreendem um núcleo compreendendo o polí- mero hidrofóbico e um revestimento compreendendo os polímeros A e B. É particularmente preferível que o revestimento do polímero seja formado em volta do núcleo do polímero hidrofóbico e durante polimerização.
Os produtos poliméricos podem ser ulteriormente aumentados se o polímero de matriz for reticulado. Essa reticulação pode ser como um resultado de incluir uma etapa de reticulação no processo. Isso pode ser al- cançado por inclusão de grupos de auto-reticulação no polímero, por exem- plo, unidades de repetição de monômero que portam uma funcionalidade de metilol. De preferência, embora a reticulação seja alcançada por inclusão de um agente de reticulação com a fase aquosa polímero. Os agentes de reticu- lação são em geral compostos que reagem com grupos funcionais na cadeia de polímero. Por exemplo, quando a cadeia de polímero contém grupos ani- ônicos, agentes orgânicos de reticulação adequados incluem aziridinas, die- póxidos, carbodiamidas e silanos. Uma classe preferida de agentes de reti- culação orgânicos inclui compostos que formam ligações covalentes entre cadeias de polímero, por exemplo, silanos ou diepóxidos. Reticuladores a- dequados também incluem óxido de zinco, carbonato de amônio de zinco, acetato de zinco, e sais de zircônio tal como carbonato de amônio de zircô- nio, por exemplo. Um agente de reticulação particularmente preferido é óxido de zinco, que é tanto um pigmento colorante quanto um reticulador.
O agente de reticulação em geral constitui de 1 a 50% em peso das partículas encapsuladas, de preferência entre 2 e 40%, e mais de prefe- rência entre 5 e 30%.
O processo de reticulação de modo desejável ocorre principal- mente durante a etapa de desidratação. Assim, onde um agente de reticula- ção está incluído, reticulação em geral prosseguirá apenas lentamente até a etapa de desidratação D) e remoção do contra-íon é iniciada.
Em uma concretização as micropartículas são revestidas com um aditivo solúvel em óleo ou dispersável in-situ durante a formação das partículas através de desidratação e reticulação de uma emulsão de água em óleo. O dito aditivo está de modo desejável presente durante a etapa de emulsificação. O aditivo adere à superfície das partículas.
A escolha do aditivo solúvel em óleo ou dispersável e a quanti- dade presente de acordo com a invenção dependerá do uso pretendido da composição e da eficácia da composto. Nas aplicações de cuidado pessoal, o aditivo solúvel em óleo ou dispersável escolhido é aceitável para o contato da pele, como é bem-conhecido pelo formulador versado. Aditivos solúveis em óleo ou dispersáveis adequados são incorporados a níveis em geral en- tre 1 e 20% em peso com base no peso da conta de matriz (equivalente a 90 a 300% em peso do colorante). De preferência de 5 a 15% em peso do aditi- vo solúvel em óleo ou dispersável é empregado.
O aditivo solúvel em óleo ou dispersável pode ser escolhido a partir dos seguintes grupos não-limitantes das substâncias:
Álcoois graxos:
Álcoois de GUERBET com base em álcoois graxos tendo de 6 a 30, de preferência de 10 a 20 átomos de carbono incluindo álcool laurílico, álcool cetílico, álcool estearílico, álcool cetearílico, álcool oleílico, benzoatos de álcoois de C12-C15, álcool lanolínico acetilado, etc. Especialmente ade- quado é álcool estearílico.
Ácidos graxos:
Ácidos graxos lineares de C6-C24, ácidos carboxílicos de C6-C13 ramificados, ácidos hidroxicarboxílicos, ácido capróico, ácido caprílico, ácido 2-etilexanóico, ácido cáprico, ácido lauríco, ácido isotridecanóico, ácido mi- rístico, ácido palmítico, ácido palmitoléico, ácido esteárico, ácido isoesteári- co, ácido oléico, ácido elaídico, ácido petrosselínico, ácido linoléico, ácido linolênico, ácido elaeoesteárico, ácido araquídico, ácido gadoléico, ácido beênico e suas misturas de grau técnico (obtidas, por exemplo, na remoção de pressão de óleos e gorduras naturais, na redução de aldeídos da oxos- síntese de RoeIen1S ou na dimerização de ácidos graxos insaturados).
Outros componentes que podem ser usados são diácidos carbo- xílicos de C2-C12, tais como ácido adípico, ácido succínico e ácido maléico. Ácidos carboxílicos aromáticos, saturados e/ou insaturados, especialmente ácido benzóico, podem ser usados.
Componentes adicionais que podem ser usados como aditivo solúvel em óleo ou dispersável incluem sais de ácido carboxílico: por exem- plo os sais de C8-C24. de preferência de ácidos graxos de C14-C20 saturados ou insaturados, C8-C22 sulfonatos de alquila primária ou secundária, sulfona- tos de alquil glicerol, os ácidos policarboxílicos sulfonatados descritos na Patente Britânica publicada 1.082.179, sulfonatos de parafina, N-acila, N1- alquil tauratos, fosfatos de alquila, isetionatos, alquil succinamatos, alquil sulfossuccinatos, monoésteres ou diésteres de sulfosuccinatos, N-acil sarco- sinatos, sulfatos de alquil glicosídeo, polietoxicarboxilatos, o cátion sendo um metal alcalino (sódio, potássio, lítio), resíduo de amônio substituído ou não- substituído (metila, dimetila, trimetila, tetrametil amônio, dimetil piperidínio, etc.) ou um derivado de um alcanol amina (monoetanol amina, dietanol ami- na, trietanol amina, etc.); sabões alcalinos de sódio, de potássio e de amô- nio; sabões metálicos de cálcio ou magnésio; sabões de base orgânica tais como ácido laúrico, palmítico, esteárico e oléico, etc., fosfatos de alquila ou ésteres de ácido fosfórico; fosfato ácido, dietanolamina fosfato, cetil fosfato de potássio;
Ceras:
Isso inclui, mas não é limitado a, ésteres de ácidos e álcoois de cadeia longa bem como compostos tendo propriedades similares a cera, por exemplo, cera de carnaúba (Copernicia Cerifera), cera de abelha (branca ou amarela), cera de lanolina, cera de candelila (Euphorbia Cerifera), ozocerite, cera do japão, cera de parafina, cera microcristalina, ceresina, cera de éste- res de cetearila, cera de abelha sintética, etc.; também, ceras hidrofílicas tal como álcool cetearílico ou glicerídeos parciais.
Silicones ou siloxanos (polissiloxanos organossubstituídos):
Isso inclui, mas não é limitado a, dimetilpolissiloxanos, metilfenil- polissiloxanos, silicones cíclicos, e também compostos de silicone modifica- dos por amino, ácido graxo, álcool, poliéter, epóxi, flúor, glicosídeo e/ou al- quila, que a temperatura ambiente pode estar ou na forma líquida ou resino- sa; polissiloxanos lineares: dimeticonas tais como fluido Dow Corning® 200, Mirasil® DM (Rhodia), dimeticonol; fluidos de silicone cíclicos: ciclopentassi- loxanos, voláteis tal como fluido Dow Corning® 345, grau Silbione®, grau A- bil®; feniltrimeticonas; fluido Dow corning® 556. Também adequados são si- meticonas, que são misturas de dimeticonas tendo um comprimento de ca- deia média de desde 200 a 300 unidades de dimetilsiloxano com unidades com silicatos hidrogenados. Um exame detalhado por Todd e outros de sili- cones voláteis adequados podem ser encontrados em adição em Cosm. Toil. 91, 27 (1976). Especialmente adequados são dimeticona propoxilada etoxi- lada (por exemplo, Dow Corning 5225C Formulation Aid) e aminopropildime- ticona (por exemplo, Tinocare SiA1 da Ciba Specialty Chemicals).
Álcoois e Ácidos Fluorados ou Perfluorados.
Isso inclui, mas não é limitado a, ácido perfluordodecanóico, áci- do perfluordecanóico, álcool perfluoro-terc-butílico, ácido perfluoroadípico, 2- (perfluoroalquil)etanol (ZONIL® BA-L).
O aditivo solúvel em óleo ou dispersável pode ser um tensoativo aniônico. Exemplos de tais tensoativos aniônicos incluem sulfonatos de éster de alquila da fórmula
R100--CH(SO3M)-COOR200,
em que Riooé um radical de C8-C2O, de preferência C10-C16 alquila, R200 é um radical de C1-C16, de preferência C1-C3 alquila, e M é um cátion alcalino (só- dio, potássio, lítio), amônio substituído ou não-substituído (metila, dimetila, trimetila, tetrametil amônio, dimetil piperidínio, etc.) ou um derivado de um alcanol amina (monoetanol amina, dietanol amina, trietanol amina, etc.);
sulfatos de alquila da fórmula R300OSO3M, em que R300 é um radical de C5-C24, de preferência C10-C18 alquila ou hidroxialquila, e M é um átomo de hidrogênio ou um cátion como definido acima, e seus derivados de etilenoóxi (EO) e/ou propilenoóxi (PO), tendo em média de 0,5 a 30, de pre- ferência de 0,5 a 10 de unidades de EO e/ou PO;
alquil amida sulfatos da fórmula
R400CONHR500OSO3M,
em que R400 é um radical de C2-C22, de preferência C6-C20 alquila, R500 é um radical de C2-C3 alquila radical, e M é um átomo de hidrogênio ou um cátion como definido acima, e seus derivados de etilenoóxi (EO) e/ou propilenoóxi (PO), tendo em média de 0,5 a 60 de unidades de EO e/ou PO.
O aditivo solúvel em óleo ou dispersável pode ser um um tenso- ativo não-iônico. Tensoativos não-iônicos que podem ser usados os etoxila- tos de álcool primário ou secundário, especialmente os álcoois C8-C20 alifáti- cos etoxilados com uma média de desde 1 a 20 mois de oxido de etileno por mol de álcool, e mais especialmente os álcoois alifáticos C10-C15 primários e secundários etoxilados com uma média de desde 1 a 10 mois de oxido de etileno por mol de álcool. Tensoativos não-iônicos não etoxilados incluem alquilpoliglicosídeos, glicerol monoéteres, e poliidroxiamidas (glucamidas).
Alguns exemplos parteiculares de tais tensoativos não-iônicos incluem:
alquil fenóis polialquiloxilenados (isto é, polietilenoóxi, polipropi- lenoóxi, polibutilenooóxi), cujo substituinte de alquila tem de 6 a 12 átomos de carbono e contém de 5 a 25 unidades de alcoxilenadas; exemplo são TRITON X-45, X-114, X-100 e X-102 comercializadas pela Rohm & Haas Co., e IGEPAL NP2 a NP17 produzidos pela Rhodia;
álcoois alifáticos C8-C22 polialcoxilenados contendo de 1 a 25 unidades alcoxilenadas (etilenoóxi, propilenoóxi); exemplos incluem TERGI- TOL 15-S-9, TERGITOL 24-L-6 NMW comercializados pela Dow, NEODOL 45-9, NEODOL 23-65, NEODOL 45-7, e NEODOL 45-4 comercializados pela Shell Chemical Co., KYRO EOB comercializado pela The Procter & Gamble Co., SYNPERONIC A3 A9 produzidos pela ICI1 RHODASURF IT, DB e B produzidos pela Rhodia;
os produtos que resultam da condensação de oxido de etileno ou oxido de propileno com propileno glicol e/ou etileno glicol, com um peso molecular na ordem de 2.000 a 10.000, tais como os produtos PLURONIC comercializados pela BASF;
os produtos que resultam da condensação de oxido de etileno e/ou oxido de propileno com etileno diamina, tais como os produtos TE- TRONIC comercializados pela BASF;
ácidos graxos de C8-C18 etoxila e/ou propoxila contendo de 5 a unidades de etilenoóxi e/ou de propilenoóxi;
amidas de C8-C20 ácido graxo contendo de 5 a 30 unidades de etilenoóxi; aminas etoxiladas contendo de 5 a 30 unidades de etilenoóxi;
amidoaminas alcoxiladas contendo de 1 a 50, de preferência de 1 a 25 e em parteicular de 2 a 20 unidades de alquilenoóxi (de preferência etilenoóxi);
óxidos de amina tais como os óxidos de alquil C10-C18 dimetila- minas, os óxidos de alcóxi C8-C22 etil diidróxi etilaminas;
hidrocarbonetos de terpeno alcoxilados tais como alfa- ou beta- pinenos etoxilados e/ou propoxilados, contendo de 1 a 30 unidades de etile- noóxi e/ou propilenoóxi;
alquilpoliglicosídeos obteníveis por condensação (por exemplo por catalisador de ácido) de glicose com álcoois graxos primários (por e- xemplo, aqueles nas patentes U.S. Nos. 3.598.865 e 4.565.647; e EP-A- 132 043 e EP-A-132 046) tendo um grupo C4-C20, de preferência C8-Ci8 al- quila e um número médio de unidades de glicose na ordem de 0,5 a 3, de preferência na ordem de 1,1 a 1,8 por mol de alquilpoliglicossídeo (APG), particularmente aqueles tendo um grupo C8-C14 alquila e em média 1,4 uni- dades de glicose por mol, um grupo C12-C14 alquila e em média 1,4 unidades de glicose por mol, um grupo C8-C14 alquila e em média 1,5 unidades de gli- cose por mol ou um grupo a C8-C10 alquila e em média 1,6 unidades de gli- cose por mol, comercializados sob os nomes GLUCOPON 600 EC, GLU- COPON 600 CSUP, GLUCOPON 650 EC e GLUCOPON 225 CSUP respec- tivamente e produzidos pela Henkel;
Uma outra classe de tensoativos adequados compreende certos tensoativos catiônico de alquila de cadeia mono-longa. Tensoativos catiôni- cos desse tipo incluem sais de amônio quaternário da fórmula geral R10R20R30R40N+ X" em que os grupos R são cadeias de hidrocarboneto lon- gas ou curtas; tipicamente alquila, grupos hidroxialquila ou alquila etoxilados, e X é um contra-íon (por exemplo, compostos em que Ri0 é um grupo C8-C22 alquila, de preferência um grupo C8-C10 ou C12-C14 alquila, R20 é um grupo metila, e R30 e R40, que podem ser iguais ou diferentes, são grupos metila ou hidroxietila); e ésteres catiônicos (por exemplo, ésteres de colina).
Também úteis são ácidos carboxílicos etoxilados ou ésteres de polietileno glicol (PEG-n acilatos), álcoois graxos lineares tendo de 8 a 22 átomos de carbono, produtos de 2 a 30 mol de oxido de etileno e/ou de 0 a 5 mol de oxido de propileno com ácidos graxos tendo de 12 a 22 átomos de carbono e com alquilfenóis tendo de 8 a 15 átomos de carbono no grupo al- quila, éteres de poliglicol de álcool graxo tais como Laureth-n, Ceteareth-n, Steareth-n e Oleth-n, éteres de poliglicol de ácido graxo tais como PEG-n Estearato, PEG-n Oleato e PEG-n Cocoato; Ianolina polietoxilada ou acrila- da; monoglicerídeos e ésteres de poliol; produtos de adição de mono- e di- ésteres de C12-C22 ácido graxo de desde 1 a 30 mol de óxido de etileno com polióis;
ácido graxo e ésteres de poliglicerol tais como monoestearato glicerol, diisoestearoil poligliceril-3-diisoestearatos, poligliceril-3-diisoestea- ratos, trigliceril diisoestearatos, poligliceril-2-sesquiisoestearatos ou poliglice- ril dimeratos. Misturas de compostos oriundas de uma pluralidade dessas classes de substância são também adequadas. Ésteres de poliglicol de áci- do graxo tais como monoestearato dietileno glicol, ácido graxo e ésteres de polietileno glicol; ácido graxo e ésteres de sacarose tais como ésteres de sucro, glicerol e ésteres de sacarose tais como sucro glicerídeos;
sorbitol e sorbitano: sorbitano mono- e di-ésteres de ácidos gra- xos saturados e insaturados tendo de 6 a 22 átomos de carbono e produtos de adição de óxido de etileno;
série de polissorbato-n, ésteres de sorbitano tais como sesquii- soestearato, sorbitano, PEG-(6)-isoestearato sorbitano, PEG-(10)-laurato sorbitano, PEG-17- dioleato sorbitano; derivados de glicose:
C8-C22 alquil-mono e oligo-glicosídeos e análogos etoxilados com glicose sendo preferidos como o componente de açúcar; emulsificado- res de O/W tais como Metil Gluceth-20 sesquiestearato, sorbitano esteara- to/cocoato de sacarose, metil glicose sesquiestearato, álcool cetearíli- co/cetearil glucosídeo; também emulsificadores de W/O tais como metil gli- cose dioleato/metil glicose isoestearato.
Aditivos solúveis em óleo ou dispersáveis também incluem sulfa- tos e derivados sulfonatados: por exemplo, dialquilsulfosuccinatos (por exemplo, DOSS, dioctil sulfossuccinato), sulfona- to de alquil Iaurila1 linear parafinas sulfonatados, sulfonato de tetrapropileno sulfonado, Iauril sulfatos de sódio, amônio e etanolamina Iauril sulfatos, sul- fatos de éter de laurila, sulfatos de Iaureth de sódio, isotionatos de acetila, alcanolamida sulfatos tais como taurinas, metil taurinas, e sulfatos de imidazol; e
Derivados de Amina:
Esses incluem sais de amina, aminas etoxiladas tais como óxi- dos de amina, aminas com cadeias contendo um heterociclo tais como alquil imidazolinas, derivados de piridina, isoquinolinas, cloreto de cetil piridínio, brometo de cetil piridínio, compostos de amônio quaternário tais como bro- meto de cetiltrimetilamônio, e sais de estearilalcônio;
derivados de amida: alcanolamidas tal como DEA de acilamida, amidas etoxiladoas, tais como PEG-n acilamida, oxidoamida;
derivados e copolímeros de polissiloxano/polialquila/poliéter: di- meticona, copolióis, copolímeros de óxido de polietileno de silicone e copo- límeros de silicone glicol;
éteres de POE-n ou propoxilados (Meroxapols), Polâxameros ou copolímeros de poli(oxietileno)m-blocos-poli(oxipropileno)n-blocos(oxietileno);
tensoativos zwitteriôicos que portam pelo menos um grupo amô- nio quaternário e pelo menos um grupo carboxilato e/ou sulfonato na molé- cula. Tensoativos zwitteriônicos que são especialmente adequados incluem as assim chamadas betaínas, tais como N-alquil-N,N-dimetilamônio glicina- tos, por exemplo, cocoalquildimetilamônio glicinato, N-acilaminopropil-N,N- dimetilamônio glicinatos, por exemplo, cocoacilaminopropildimetilamônio gli- cinato, e 2-alquil-3-carboximetil-3-hidroxietilimidazolinas cada uma tendo de 8 a 18 átomos de carbono no grupo alquila ou acila e também cocoacilami- noetilidroxietil-carbóxi-metilglicinato, N-alquilbetaínas e N-alquilaminobetaínas;
alquilimidazolinas, alquilopeptídeos e lipoaminoácidos;
bases de auto-emulsificação (vide K.F. DePolo - A Short Textbo- ok Of Cosmetology, capítulo 8, tabela 8-7, pp. 250-251); bases não-iônicas tais como cera de abelha de PEG-6 (e) estea- rato de PEG-6 (e) poligliceril-2-isoestearato [Apifac], estearato de glicerila (e) estearato de PEG-100, [Arlacel 165], estearato de glicerila de PEG-5 [Arlato- ne 983 S], sorbitano oleato (e) poligliceril-3-ricinoleato [Arlacel 1689], estea- rato de sorbitano e cocato de sacarose [Arlatone 2121], estearato de glicerila e laureth-23 [Cerasynth 945], álcool cetearílico e Ceteth-20 [Cetomacrogol Wax], álcool cetearílico e Polisorbate 60 e PEG-150 e estearato-20 [Polawax GP 200, Polawax NF], álcool cetearílico e cetearil poliglicosídeo [Emulgade PL 1618], álcool cetearílico e Ceteareth-20 [Emulgade 1000NI, Cosmowax], álcool cetearílico e óleo de rícino de PEG-40 [Emulgade F Special], álcool cetearílico e óleo de rícino de PEG-40 e sulfato de cetearila de sódio cetearil [Emulgade F], álcool estearílico e Steareth-7 e Steareth-10 [Emulgator E 2155], álcool cetearílico e Steareth-7 e Steareth-10 [Cera de emulsificação U.S.N.F], estearato de glicerila e estearato de PEG-75 [Gelot 64], acetato de ceteth-3 de propileno glicol [Hetester PCS], acetato de isoceth-3 de propileno glicol [Hetester PHA], álcool cetearílico e Ceteth-12 e Oleth-12 [Lanbritol Wax N 21], estearato de PEG-6 e estearato PEG-32 [Tefose 1500], esteara- to de PEG-6 e Ceteth-20 e Steareth-20 [Tefose 2000], PEG-6 Estearato e ceteth-20 e Estearato de glicerila e steareth-20 [Tefose 2561], estearato de glicerila e Ceteareth-20 [Teginacid H, C, X];
bases alcalinas aniônicas tais como estearato de PEG-2 SE, es- tearato de glicerila SE [Monelgina, Cutina KD] e estearato de propileno glicol [Tegin P];
bases de ácidos aniônicas tais como álcool cetearílico e sulfato de cetearila de sódio [Lanette N, Cutina LE, Crodacol GP], álcool cetearílico e sulfato de laurila de sódio [Lanette W], fosfato de Trilaneth-4 e estearato glicol e estearato de PEG-2 [Sedefos 75], estearato de glicerila e sulfato de laurila de sódio [Teginacid Special]; e
bases de ácido catiônicas tais como álcool cetearílico e brineti cetrimônio.
Outros aditivos solúveis em óleo ou dispersáveis úteis compre- endem tensoativos moderados, agentes de superengorduramento, regulado- res de consistência, espessantes adicionais, polímeros, estabilizadores, in- gredientes biologicamente ativos, ingredientes ativos de desodorização, a- gentes anti-caspa, formadores de película, agentes de intumescimento, fato- res de protetor de luz UV1 antioxidantes, conservantes, repelentes de inseto, solubilizadores, colorantes, agentes de inibição de bactérias e similares. E- xemplos não-limitantes, específicos de aditivos adicionais additives incluem: Complexos e sais inorgânicos
Exemplos típicos de pigmentos ou sais inorgânicos que podem ser dispersos através da fase oleosa para revestir as partículas encapsula- das incluem, por exemplo, zinco e seu derivado (por exemplo, oxido de zin- co, carbonato de amônio de zinco, acetato de zinco, sulfato de zinco), zircô- nio e seu derivado (por exemplo, carbonato de amônio de zircônio).
As micropartículas podem também ter um estabilizador D anfifá- tico polimérico localizado em sua superfície. Tais estabilizadores são anfifá- ticos pelo fato que eles contêm tanto grupos hidrofóbicos quanto hidrofílicos. Em virtude dessa estrutura, alguns materiais anfifáticos são capazes de se- rem usados para estabilizar dispersões. O grupo hidrophílico é de natureza iônica ou polar.
Em geral polímeros anfifáticos adequados para a estabilização são polímeros hidrofóbicos preparados a partir de monômeros tendo valores de Tg entre cerca de -110°C e 20°C ou suas misturas, por exemplo, acrilatos de C1-C30 alquíla tais como acrilato de metila (Tg 9°C), acrilato de etila (Tg - 23°C), acrilato de propila, acrilato de butila (Tg -49°C), etc., bem como ou- tros incluindo mas não limitados a estearil metacrilato (Tg -100°C).
Os valores de Tg são encontrados, por exemplo, em Polymer Handbook (3rd Edition), Ed. Brandrup & immergut, Pub : Wiley Interscience, 1989 ISBN : 0-471-81244-7
Outros materiais que trabalhariam incluem polímeros solúveis em óleo constituídos de monômeros potencialmente aniônicos, isto é, mo- nômeros que se tornariam aniônicos em um ambiente de alto pH, e também monômeros potencialmente catiônicos, isto é, monômeros que se tornariam catiônicos em um ambiente de baixo pH, tal como uma molécula de tipo a- mina. Monômeros aniônicos incluem ácido acrílico, ácido metacrílico, anidri- do maléico, ácido etacrílico, ácido fumárico, ácido maléico, anidrido maléico, ácido itacônico, anidrido de ácido itacônico, ácido crotônico, ácido vinil acéti- co, ácido (met) alil sulfônico, ácido vinil sulfônico e ácido 2-acrilamido-2-metil propano sulfônico. Monômeros aniônicos preferidos são ácidos carboxílicos ou anidridos ácidos. Estabilizadores anfífáticos particularmente preferidos incluem aqueles delineados na W0-2005 123009, p. 15, linhas 17 a 22 e na W0-2005 123796, p. 20, linhas 19 a 26.
Um tipo preferido de estabilizador D anfifático polimérico é um copolímero de um alquil(met)acrilato e um monômero funcional carboxílico que pode ser preparado como se segue:
O alquil(met)acrilato, monômero funcional carboxílico e um inici- ador térmico solúvel em óleo adequado, por exemplo 2,2'-azobis(2-metilbu- tironitrila), são dissolvidos em um solvente inerte, por exemplo um solvente de hidrocarboneto alifático ou aromático tal como ISOPAR G®. Essa mistura é introduzida em um recipiente contendo outro solvente e iniciador térmico durante um período de 2 a 6 horas a temperaturas de reações de 80 a 90°C.
A reação é mantida nessa temperatura por uma outras duas horas antes de ser resfriada e descarregada.
O grupo alquila do alquil(met)acrilato pode ser qualquer grupo alquila adequado, no entanto, grupos C1-C22 grupo alquila são preferidos.
O monômero funcional carboxílico é selecionado daqueles des- critos anteriormente.
A razão de alquil(met)acrilato:monômero funcional carboxílico pode ser entre 0,5 a 8,0:1 em uma base molar, de preferência entre 0,75 a 6,0:1, e mais de preferência entre 1,0 a 4,0:1 em uma base molar.
Em uma concretização da presente invenção o estabilizador pre- ferido é EMI - 759 disponível da Ciba Specialty Chemicals.
O peso molecular pode ser determinado por técnicas cromato- gráficas convencionais bem-conhecidas por aqueles versados na técnica. Pesos moleculares típicos podem estar na faixa de 10.000 a 60.000, mais tipicamente na faixa de 15.000 a 40.000. Em geral diâmetros médios de tamanho de partícula de micro- partículas de colorante resistentes a vazamento até cerca de 400 micra são alcançáveis de acordo com a invenção. De preferência diâmetro médio de tamanho de partícula das micropartículas de colorante resistentes a vaza- mento é menor do que cerca de 100 micra para as aplicações cosméticas. Vantajosamente o diâmetro médio de tamanho de partículais na faixa de cerca de 1 a 60 micra, por exemplo, de 1 a 40 micra e especialmente entre 1 e 30 micra. Tamanho médio de partícula é determinado por um analisador de de tamanho de partícula Coulter de acordo com os procedimentos padrão bem-documentados na literatura.
As partículas aprisionam um ou mais colorantes, e o colorante pode ser qualquer colorante, por exemplo, um corante, pigmento ou laca. Colorantes adequados típicos para cosméticos incluem qualquer pigmento ou colorante orgânico ou inorgânico aprovado para o uso em cosméticos pela CTFA e pela FDA tais como laças, óxidos de ferro, dióxido de titânio, sulfetos de ferro e outros pigmentos convencionais usados nas formulações cosméticas. Colorantes orgânicos são preferidos.
Exemplos de pigmentos incluem pigmentos inorgânicos tais co- mo negro de fumo, D&C Vermelho 7, laca de cálcio, D&C Vermelho 30, laca de talco, D&C Vermelho 6, laca de bário, oxido de ferro castanho averme- lhado, oxido de ferro amarelo, oxido de ferro marron, talco, caulim, mica, ti- tânio de mica, oxido de ferro vermelho, silicato de magnésio e oxido de titâ- nio; e pigmentos orgânicos tais como Vermelho N- 202, Vermelho Ng 204, Vermelho N9 205, Vermelho Ne 206, Vermelho Nq 219, Vermelho Nq 228, Vermelho N5 404, Amarelo Nq 205, Amarelo N9 401, Laranja Nq 401 e Azul N9 404. Exemplos de vat corantes are Vermelho N5 226, Azul Ne 204 e Azul Nq 201. Exemplos de corantes de tonei incluem vários corantes ácidos que são laqueados com alumínio, cálcio ou bário.
Em uma concretização o colorante é uma solução aquosa de um corante solúvel em água. Tais corantes podem incluir FD&C Azul N9 11, FD&C Azul N9 12, FD&C Verde N9 13, FD&C Vermelho N9 13, FD&C Verme- lho N9 140, FD&C Amarelo N9 15, FD&C Amarelo N9 16, D&C Azul N9 14, D&C Azul Ne 19; D&C Verde Ne 15, D&C Verde Nq 16, D&C Verde Ne 18, D&C Laranja N9 14, D&C Laranja N9 15, D&C Laranja N9 110, D&C Laranja N9 111, D&C Laranja N9 117, FD&C Vermelho N9 14, D&C Vermelho N9 16, D&C Vermelho N9 17, D&C Vermelho N9 18, D&C Vermelho N9 19, D&C Vermelho N9 117, D&C Vermelho N9 119, D&C Vermelho N9 121, D&C Ver- melho N9 122, D&C Vermelho N9 127, D&C Vermelho N9 128, D&C Verme- lho N9 130, D&C Vermelho N9 131, D&C Vermelho N9 134, D&C Vermelho N9 139, FD&C Vermelho N9 140, D&C Violet N9 12, D&C Amarelo N9 17, Ext. D&C Amarelo N9 17, D&C Amarelo N9 18, D&C Amarelo N9 111, D&C Brown N9 11, Ext. D&C Violeta N9 12, D&C Azul N9 16 e D&C Amarelo N9 110.
Os corantes acima são materiais comercialmente disponíveis bem-conhecidos, com sua estrutura química descrita, por exemplo, na 21 C. F. R. Parte 74 (como revisto em 1 de abril 1988) e no CTFA Cosmético Ing- vermelhoient Handbook, (1988), publicado pela Cosmetics, Toiletry e Fra- grances Association, Inc. Essas publicações são incorporadas aqui pore re- ferência.
Os corantes certificados pode ser solúveis em água ou, de prefe- rência, suas laças. Lacas são pigmentos orgânicos preparados por precipita- ção de um coroante solúvel em uma camada reativa ou absorvente, que é uma parte essential da composição de pigmento. A maioria das Iacas são derivadas de alumínio, bário ou cálcio. Esses pigmentos insolúveis são usa- dos principalmente na fabricação de produtos, ou pós ou líquidos, quanto uma cor temporária é desejado que não manche a pele (como corantes so- lúveis em óleo tendem a fazer). As lacas são usadas nesss produtos junta- mente com cores inorgânicos tais como óxido de ferro, óxido de zinco e dió- xido de titânio (o mais branco pigmento branco).
As seguintes tabelas listam corantes e colorantes aprovados para o uso em alimentos, fármacos e/ou cosméticos. O colorante selecionado para o uso aqui é de preferência selecionado das seguintes Iis- tas exemplares. TABELA I - Corantes certificados para o uso em alimentos, fármacos, cos- méticos (cores de FDC)
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TABELA 2 - Corantes certificados para topically applied fármacos e cosmé- ticos
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Alguns aditivos de cor são insento de certificação e permanen- temente listados para uso cosmético, incluindo pó de alumínio, anato, oxiclo- reto de bismuto, pó de bronze, caramelo, carmim, beta-caroteno, verde de hidróxido de cromo, cobre de verde de óxido de cromo (pó metálico), diidro- xiacetone, cobre de EDTA de dissódio, ferrocianeto de amônio férrico, ferro- cianeto férrico, guanina (essência de pérola), guaiazuleno (azuleno), óxidos de ferro, sulfeto de zinco luminescente, Violeta de manganês, mica, pirofilite, prata (para a coloração de polimento de unha), dióxido de titânio, ultramari- nas (azul, verde, rosa, vermelho & Violeta), e óxido de zinco.
O processo para produzir as partículas coloridas da presente invenção envolve a dispersão da solução aquosa de polímero de matriz con- tendo um colorante para dentro de um líquido imiscível em água. Tipicamen- te o líquido imiscível em água é um líquido orgânico ou combinação de líqui- dos orgânicos. O líquido orgânico preferido é um óleo de parafina volátil mas misturas de de um óleo de parafina volátil e não-volátil podem também ser usadas. Misturas de um óleo de parafina volátil e não-volátil podem ser usa- das em cerca de proporções iguais em em peso, mas em geral é preferido usar o óleo não-volátil em excesso, por exemplo, maior do que 50 a 75 par- tes em peso do óleo não-volátil de 25 a menos do que 50 partes em peso do óleo volátil.
No processo é desejável incluir um estabilizador anfifático poli- mérico no líquido imiscível em água. O estabilizador anfifático pode ser qualquer estabilizador anfifático comercialmente disponível adequado, por exemplo, HYPERMER® (disponível da ICI). Estabilizadores adequados tam- bém incluem os estabilizadores descritos na WO-A 97/24179.
Embora seja possível incluir outros materiais de estabilização além do estabilizador anfifático, tais como tensoativos, é em geral preferido que o único material de estabilização seja o estabilizador anfifático.
No processo a etapa de desidratação pode ser alcançada por qualquer meio conveniente. De modo desejável que sujeita à dispersão de água em óleo a destilação a vácuo pode efetuar desidratação. Em geral, isso exigirá temperaturas elevadas, por exemplo, temperaturas de 25°C ou mais altas. Embora possa ser possível usar temperaturas muito mais altas, por exemplo, de 80 a 90°C, é em geral preferido usar temperatura de abaixo de 70°C, por exemplo, de 30 a 60°C.
Ao invés de destilação a vácuo pode ser desejável efetuar desi- dratação por secabem por spray. Adequadamente isso pode ser conseguido pelo processo de secagem por spray descrito na WO-A 97/34945.
A etapa de desidratação remove água da solução aquosa no polímero de matriz e também o componente de contra-íon, resultando em uma matriz de polímero seco, que é insolúvel e não-inchável em água, con- tendo ali o colorante, que é distribuído através de toda a matriz polimérica.
Micropartículas de colorante encapsuladas tendo diâmetros mé- dios de 0,1 a 60 micra são preferidos para as aplicações cosméticas, por exemplo, de 1 a 40 e especialmente de 1 a 30 micra.
As micropartículas de colorante encapsuladas podem compre- ender de 1 a 60% em peso de pelo menos um colorante, por exemplo, de 5- 40% e especialmente de 7 a 25% em peso.
Dependendo do uso pretendido, os diâmetros médio variarão. Por exemplo, uma concretização dessa invenção pode ser uma formulação cosmética facial líquida compreendendo pelo menos 2 colorantes encapsu- lados e tendo uma faixa preferide de tamanhos de partícula de entre 10 e 30 micra. Uma outra concretização pode ser uma formulação de baton compre- endendo pelo menos 2 colorantes encapsulados tendo preferido tamanhos de partícula de entre 1 e 10 micra.
Verificou-se que a aplicação de uma composição de formulação cosmética compreendendo micropartículas tendo pelo menos um colorante encapsulado incorporado ali produz efeitos desejáveis na aplicação. Nota- velmente, as composições contendo uma combinação de pelo menos 2 colo- rantes microencapsulados tendo cores únicas e distintas, particularmente uma combinação de mais do que uma cor primária, são meios eficazes para a produção de efeitos de tom de pelo texturizado, natural. As cores primárias são entendidas como significando vermelha, amarela e azul. Uma caracterís- tica adicional das micropartículas inventivas é a eliminação de moagem ou esmerilamento freqüente encontradas com colorantes não-encapsulados. O ditos colorantes são de preferência orgânicos.
Para outras aplicações cosméticas, por exemplo, um ruge ou blush, a formulação pode conter apenas um microcolorante encapsulado.
Em uma concretização a composição cosmética compreende uma combinação de colorantes microencapsulados que são individualmente provida em pelo menos 2 materiais de polímero de matriz separados. Em uma outra concretização pelo menos 2 colorantes microencapsulados estão presentes dentro de um material de matriz polimérico simples.
A composição cosmética ou de cuidado pessoal de acordo com a invenção compreende de 0,1 a 70% em peso, por exemplo, de 1 a 50% em peso, e especialmente de 5 a 35% em peso com base no peso total da composição, de pelo menos um colorante encapsulado bem como um auxili- ar ou veículo cosmeticamente tolerável. Enquanto água é cosmeticamente tolerável, e na maioria dos casos também estará presente, pretende-se que a frase "um auxiliar ou veículo cosmeticamente tolerável" refere-se a pelo menos uma substância outro que não água que é habitualmente empregada em composições cosméticas ou de cuidado pessoal.
A preparação cosmética ou de cuidado pessoal de acordo com a invenção pode ser formulada como uma emuslão de água em óleo ou de óleo em água, como uma dispersão vesicular de um lipídio anfifílico iônico ou não-iônico, como um gel, ou pó ou bastão solido. De preferência a prepa- ração cosmética está na forma de um líquido.
Como uma de água em óleo ou de óleo em água, a preparação cosmética ou de cuidado pessoal de preferência contém de 5 a 50% de uma fase oleosa, de 5 a 20% de um emulsificador e de 30 a 90% de água. A fase oleosa pode conter qualquer óleo adequado para as formulações cosméti- cas, por exemplo, um ou mais óleos de hidrocarboneto, ums cera, óleo natu- ral, óleo de silicone, um éster de ácido graxo ou um álcool graxo.
Cosméticos líquidos podem incluir quantidades menores, por exemplo até 10 por cento em peso de mono- ou polióis tal como etanol, iso- propanol, propileno glicol, hexileno glicol, glicerol ou sorbitol.
Formulações cosméticas de acordo com a invenção podem estar contidas em uma ampla variedade de preparações cosméticas. Especial- mente as seguintes preparações, por exemplo, entam em consideração:
- preparações de cuidade da pele, por exemplo, emulsões para pele, multiemulsões ou óleos para pele e pós para corpo;
preparações de cuidado pessoal cosméticas, por exemplo, maquiagem facial na forma de batons, brilho para lábios, sombra, maquia- gem líquida, cremes ou pós de dia, loções cremes e pós faciais (soltos ou comprimidos); e
preparações protetoras de luz, tais como loções, cremes e óleos de bronzeamento, preparações pré-bronzeamento e bloqueamento solar.
Dependendo da forma da preparação de cuidado pessoal, ela compreenderá, além dos colorantes em micropartículas, outros constituintes, por exemplo, agentes sequestrantes, colorantes adicionais e pigmentos de efeito tais como perolescentes, perfumes, agentes espessantes ou de solidi- ficação (regulagem de consistência), emolientes, absorvedores de UV, agen- tes protetores de pele, antioxidantes, conservantes, agente de branquea- mento de pele e/ou agentes autobronzeamento de pele.
Composições de acordo com a invenção podem ser preparadas por combinação física de colorantes em micropartículas adequados em for- mulações de cuidado pesssoal por métodos que são bem-conhecidos na técnica. Os exemplos descrevem vários tais métodos.
A presente invenção também provê um método de coloração do corpo que compreende a aplicação de uma formulação cosmética ou de cui- dado pessoal líquida ou sólida tendo uma quantidade de coloração eficaz de uma combinação de pelo menos um colorante encapsulado como descrito acima a pelo menos uma parte do dito corpo.
Em uma concretização do método, a formulação cosmética ou de cuidado pessoal compreende de 0,1 a 70% em peso, por exemplo, de 1 a 50% em peso, e especialmente de 5 a 35% em peso com base no peso total da formulação, de pelo menos um microcolorante encapsulado como descri- to acima.
Em uma concretização do método, a composição cosmética ou de cuidado pessoal compreende uma combinação de pelo menos 2 coloran- tes microencapsulados que são individualmente providos em materiais de polímero de matriz separados. Em uma outra concretização pelo menos 2 colorantes são encpasulados dentro de um material de polímero de matriz simples.
Em uma concretização do método, a composição cosmética ou de cuidado pessoal é formulada como uma emulsão de água em óleo ou óleo em água, como uma formulação contendo álcool ou alcoólica, como uma dispersão vesicular de um lipídeo anfifílico não-iônico ou iônico, como um gel, ou um bastão sólido.
Em várias concretizações do método, a composição cosmética ou de cuidado pessoal está na forma de uma preparação de cuidade de pe- le, uma preparação cosmética de cuidado pessoal ou um preparação prote- tora de luz.
É também contemplado que as presentes micropartículas são úteis em produtos domésticos, têxteis ou tecido. Produtos domésticos são, por exemplo, tintas à base de água ou de solvente, amaciantes de tecido, detergentes de tecido, detergentes de lavadora de prato, limpadores de co- zinha, ceras, formulações de limpeza e similares. Por exemplo, tintas indus- triais como tintas automotivas ou tintas decorativas. Por exemplo, polimentos de sapato, ceras de polimento, limpadores de chão, produtos de cuidado têxtil, limpadores de tapete, agentes de tratamento de couro e vinila ou re- frescantes de ar. Por exemplo, produtos de cuidado automotivo tais como limpadores de cromo, couro, vintila ou pneu. Por exemplo, polimentos para madeira, metal, vidro, cerâmica, mármore, granito, azulejo, couro e similares.
Os seguintes exemplos descrevem certas concretizações dessa invenção, mas a invenção não é limitada às mesmas. Entende-se que nume- rosas mudanças nas concretizações descritas podem ser feitas de acordo com a descrição aqui sem se afastar do espírito ou escopo da invenção. Es- ses exemplos, portanto, não se destinam a Iimitaro escopo da invenção. Pe- lo contrário, o escopo da invenção deve ser determinado apenas pelas rei- vindicações anexas e seus equivalentes. Nesses exemplos todas as partes dadas são em peso a não ser que de outra maneira indicada.
Exemplo 1: colorante em micropartículas preparado usando-se modificador de superfície de silicone e combinação de polímeros.
Uma fase de colorante aquoso foi preparada por adição de 7,5 g de Iaca de corante de alumínio Amarelo Nq 5 (FD&C Amarelo 5 Al Laca (SunCROMA® ex Sun Chemical como fornecido) a 30 g de uma solução a- quosa de cerca de 30% de um copolímero de metacrilato (polímero A -metil metacrilato-etil acrilato-metil acrilato-ácido acrílico 35/27/27/11% em peso de razão de monômero, tendo um peso molecular de cerca de 10.000) e essa mistura foi agitada sob alto cisalhamento até que o colorante fosse bem- disperso.
A fase de colorante foi subseqüentemente adicionada a uma se- gunda solução aquosa constituída de 100 g de um polímero de microemul- são de cerca de 46% em peso de metacrilato (polímero B - a microemulsão contendo 32% em peso de um copolímero de estireno-metil metacrilato (70/30% em peso de razão de monômero, tendo um peso molecular de cer- ca de 200.000 e um copolímero de 14% em peso de um estireno-ácido acrí- lico (65/35% em peso de razão de monômero, tendo um peso molecular de cerca de 6.000) e 40 g de água. Depois de uma mistura inicial, 16 g de oxido de zinco foram adicionados e a fase aquosa foi misturada sob alto cisalha- mento até que todos os componentes fossem bem-dispersos.
Uma fase oleosa foi preparada por misturação de 400 g de um solvente de hidrocarboneto (Isopar G, ex Multisol, Chester UK), 40 g de uma solução de 25% em peso hidrocarboneto de um estabilizador polimérico anfi- fático (polímero D - copolímero de estearil metacrilato/butil acrilato/ácido acrílico 60/21/19% em peso de razão de monômero, tendo um peso molecu- lar de cerca de 10.000) e 4 g de SiA1 de Ciba TINOCARE®, um silicone a- mino-funcional da Ciba Specialty Chemicals Corporation.
A fase aquosa foi adicionada à fase oleosa enquanto se mistu- rando com um misturador de laboratório de alto cisalhamento Silverson L4R. A emulsão foi homogeneizada por 20 minutos enquanto mantendo-se a tem- peratura abaixo de 30°C.
A emulsão de água em óleo foi transferida para um frasco de reação de 2000 ml e foi submetida à destilação a vácuo para remover a á- gua a partir das microcápsulas. Depois da destinalação, a pasta fluida de microcápsula em solvente de hidrocarboneto foi filtrada para remover o sol- vente. A torta de filtragem foi lavada com água e seca no forno a 90°C para se obter um pó de escoamento livre.
As microcápsulas resultantes tinham um carregamento de laca de corante de -8% em peso com um tamanho médio de partícula de 25 μm (medido usando-se a Sympatec partícula size analyzer). Exemplo 2: colorante em micropartículas preparada usando-se alternative surface modificador e combinação de polímeros.
Uma fase de colorante aquoso foi preparado por adição de 7,5 g Amarelo N° 5 laca (SunCROMA® ex Sun Chemical como fornecido) a 30 g solução aquosa de aproximadamente 30% de a metacrilato copolímero (po- límero A - como pelo Exemplo 1) e tal mistura foi agitada sob alto cisalha- mento até que o colorante fosse bem-disperso. A fase de colorante foi sub- seqüentemente adicionada a uma segunda solução aquosa constituída de 100 g de uma emulsão de aproximadamente 46% de metacrilato polímero (Polímero B como pelo Exemplo 1) e 40 g de água. Depois de uma mistura inicial, 16 g de oxido de zinco foram adicionados e a fase aquosa foi mistu- rada sob alto cisalhamento até que todos os componentes fossem bem- dispersos.
Uma fase oleosa foi preparada por misturação de 400 g de um solvente de hidrocarboneto (Isopar G, ex Multisol, Chester UK), 40 g of a 25% em peso hidrocarboneto solution of um estabilizador polimérico anfifáti- co (Polímero D como pelo Exemplo 1) e 8 g de octadecanol.
A fase aquosa foi adicionada à fase oleosa enquanto se mistu- rando com um misturador de laboratório de alto cisalhamento Silverson L4R.
A emulsão foi homogeneizada por 20 minutos enquanto mantendo-se a tem- peratura abaixo de 30°C.
A emulsão de água em óleo resultante foi transferida para a 700 ml reaction flask e foi submetida à destilação a vácuo para remover a água a partir das microcápsulas. Depois da destilação, a pasta de microcáp- sula em solvente de hidrocarboneto foi filtrado para remover o solvente. A torta de filtragem foi lavada com água e foi seco no forno a 90°C para se ob- ter um pó de escoamento livre.
As microcápsulas resultantes tinham um carregamento de Iaca de corante de -8% em peso com um tamanho médio de partícula de 25 μπι (medido usando-se um analisador de tamanho de partícula Sympatec).
Exemplo 1a Comparativo: colorante em micropartículas preparado usando- se um polímero simples. Uma fase de colorante aquoso foi preparado por adição de 7,5 g de Iaca Amarelo Nq 5 (SunCROMA® ex Sun Chemical como fornecido) a 180 g de uma solução de cerca de 30% em peso de um polímero de metacrilato (Polímero A como pelo Exemplo 1) e 50 g de água. Depois de uma mistura inicial, 16 g de oxido de zinco foi adicionada e a fase aquosa foi misturada sob alto cisalhamento até que todos os componentes fossem bem-dispersos.
Uma fase oleosa foi preparada por misturação de 400 g de sol- vente de hidrocarboneto (Isopar G, ex Multisol, Chester UK), 40 g de uma solução de 25% em peso de hidrocarboneto de estabilizador polimérico anfi- fático (Polímero D como pelo Exemplo 1) e 4 g de SiA1 de Ciba TINOCA- RE®.
A fase aquosa foi adicionada à fase oleosa enquanto se mistu- rando com um misturador de laboratório de alto cisalhamento Silverson L4R. A emulsão foi homogeneizada por 20 minutos enquanto mantendo-se a tem- peratura abaixo de 30°C.
A emulsão de água em óleo resultante foi transferida para um frasco de reação de 700 ml e foi submetida à destilação a vácuo para remo- ver a água a partir das microcápsulas. Depois da destilação, a pasta de mi- crocápsula em solvente de hidrocarboneto foi filtrado para remover o solven- te. A torta de filtragem foi lavada com água e foi seco no forno a 90°C para se obter um pó de escoamento livre.
Exemplo comparativo 1b: colorante em micropartículas preparado usando-se um polímero simples.
Uma fase de colorante aquoso foi preparado por adição de 7,5 g de laca Amarela Nq 5 (SunCROMA® ex Sun Chemical como fornecido) a 120 g de uma solução de cerca de 45% em peso solution de um polímero de emulsão de metacrilato (Polímero B como pelo Exemplo 1) e 50 g de água. Depois de uma mistura inicial, 16 g de oxido de zinco foram adicionados e a fase aquosa foi misturada sob alto cisalhamento até que todos os compo- nentes fossem bem-dispersos.
Uma fase oleosa foi preparada por misturação de 400 g de sol- vente de hidrocarboneto (Isopar G, ex Multisol, Chester UK), 40 g de uma solução de 25% em peso de hidrocarboneto de estabilizador polimérico anfi- fático (Polímero D como pelo Exemplo 1) e 4 g de SiA1 da Ciba TINOCA- RE®.
A fase aquosa foi adicionada à fase oleosa enquanto se mistu- rando com um misturador de laboratório de alto cisalhamento Silverson L4R. A emulsão foi homogeneizada por 20 minutos enquanto mantendo-se a tem- peratura abaixo de 30°C.
A emulsão de água em óleo resultante foi transferida para um frasco de reação de 700 ml e foi submetida à destilação a vácuo para remo- ver a água a partir das microcápsulas. Depois da destilação, a pasta de mi- crocápsula em solvente de hidrocarboneto foi filtrado para remover o solven- te. A torta de filtragem foi lavada com água e foi seco no forno a 90°C para se obter um pó de escoamento livre.
Exemplo comparativo 1c: colorante em micropartículas preparado usando-se um polímero simples.
Uma fase de colorante aquoso foi preparado por adição de 7,5 g laca Amarela Ng 5 (SunCROMA® ex Sun Chemical como fornecido) a 120 g de uma solução de cerca de 45% em peso de um polímero de emulsão de metacrilato (Polímero B como pelo Exemplo 1) e 50 g de água. Depois de uma mistura inicial, 16 g de óxido de zinco foram adicionados e a fase aquo- sa foi misturada sob alto cisalhamento até que todos os componentes fos- sem bem-dispersos.
Uma fase oleosa foi preparada por misturação de 400 g de sol- vente de hidrocarboneto (Isopar G, ex Multisol, Chester UK), 40 g de uma solução de 25% em peso de hidrocarboneto de estabilizador polimérico anfi- fático (Polímero D como pelo Exemplo 1).
A fase aquosa foi adicionada à fase oleosa enquanto se mistu- rando com um misturador de laboratório de alto cisalhamento Silverson L4R. A emulsão foi homogeneizada por 20 minutos enquanto mantendo-se a tem- peratura abaixo de 30°C.
A emulsão de água em óleo resultante foi transferida para um frasco de reação de 700 ml e foi submetida à destilação a vácuo para remo- ver a água a partir das microcápsulas. Depois da destilação, a pasta de mi- crocápsula em solvente de hidrocarboneto foi filtrado para remover o solven- te. A torta de filtragem foi lavada com água e foi seco no forno a 90°C para se obter um pó de escoamento livre.
Exemplo comparativo 2: colorante em micropartículas preparado usando-se um combinação de polímeros e no modificador.
O método do exemplo 1 foi seguido exceto que o SiA1 TINO- CARE foi omitido da preparação de fase oleosa.
Exemplo comparativo 3: colorante em micropartículas preparado usando-se uma /combinação de polímeros não ótimos e modificador de superfície de silicone.
O método do exemplo 1 foi seguido exceto que a fase aquosa foi preparada como se segue:
Uma fase de colorante aquoso foi preparado por adição de 7,5 g de laca Amarela Nq 5 Al (SunCROMA® ex Sun Chemical como fornecido) a 90 g de uma solução aquosa de cerca de 30% de um copolímero de metacri- lato (polímero A como pelo Exemplo 1) e essa mistura foi agitada sob alto cisalhamento até que o colorante fosse bem-disperso. A fase de colorante foi subseqüentemente adicionada a uma segunda solução aquosa constituída de 60 g de um polímero de cerca de 46% em peso de emulsão de metacrila- to (polímero B como pelo Exemplo 1) e 20 g de água. Depois de uma mistu- ra inicial, 16 g de óxido de zinco foram adicionados e a fase aquosa foi mis- turada sob alto cisalhamento até que todos os componentes fossem bem- dispersos.
Exemplo comparativo 4: colorante em micropartículas preparado usando-se um combinação de polímeros e um modificador de superfície de silicone adi- cionado pós-destilacão.
Uma fase de colorante aquoso foi preparada por adição de 7,5 g de laca Amarela N9 5 Al (SunCROMA® ex Sun Chemical como fornecido) a 30 g de uma solução aquosa de cerca de 30% de um copolímero de metacri- lato (Polímero A como pelo Exemplo 1) e essa mistura foi agitada sob alto cisalhamento até que o colorante fosse bem-disperso. A fase de colorante foi subseqüentemente adicionada a uma segunda solução aquosa constituída de 100 g de um polímero de cerca de 46% em peso de emulsão de metacri- lato (Polímero B como pelo exemplo 1) e 40 g de água. Depois de uma mis- tura inicial, 16 g de oxido de zinco foram adicionados e a fase aquosa foi misturada sob alto cisalhamento até que todos os componentes fossem bem-dispersos.
Uma fase oleosa foi preparada por misturação de 400 g de sol- vente de hidrocarboneto (Isopar G, ex Multisol, Chester UK), 40 g de solução de 25% em peso de hidrocarboneto de estabilizador polimérico anfifático (Polímero D como pelo Exemplo 1).
A fase aquosa foi adicionada à fase oleosa enquanto se mistu- rando com um misturador de laboratório de alto cisalhamento Silverson L4R. A emulsão foi homogeneizada por 20 minutos enquanto mantendo-se a tem- peratura abaixo de 30°C.
A emulsão de água em óleo foi transferida para um frasco de reação de 700 ml e foi submetida à destilação a vácuo para remover a água a partir das microcápsulas. Depois da destilação 4 g de Ciba SiA1 TINOCA- RE® foram adicionados e a mistura foi mantida a 90°C por uma hora.
Uma vez resfriada, a pasta de microcápsula em solvente de hi- drocarboneto foi filtrada para remover o solvente. A torta de filtragem foi la- vada com água e foi seco no forno a 90°C para se obter um pó de escoa- mento livre.
Metodologia de teste de vazamento.
Soluções de teste de vazamento foram preparadas: 1) tampão de citrato de pH 4 (FIXANAL), 2) tampão de fosfato de pH 7 (FIXANAL), 3) solução aquosa de 5% em peso de propileno glicol (pg), e 4) solução aquosa de 5% em peso de Tween 80. O teste foi realizado por adição de 1 g de co- lorante em micropartículas a 99 g de cada meio de testagem. Essa solução de teste foi agitada e foi colocada em um forno a 40°C por 24 horas. Uma vez resfriado, o licor aquoso foi passado através de um filtro submícron Milli- pore para remover quaisquer fragmentos de cápsula antes de serem visual- mente avaliadas contra padrões de colorante anteriormente preparados pela diluição progressiva de uma solução do mesmo corante de concentração conhecida em partes por milhão (ppm). Alternativamente, concentrações de corante em licor aquoso podem ser analisadas por espectroscopia de absor- ção na comprimento de onda correspondente de interesse e determinadas correspondentemente usando-se uma calibração de Beer's Law, um proce- dimento familiar àqueles versados na técnica. Todos os produtos na tabela abaixo usavam FD&C Amarelo N9 5 como o colorante. <table>table see original document page 45</column></row><table> Os resultados na tabela revelam os benefícios da presente in- venção.
O efeito moderado da introdução de combinação de polímeros sozinho pode ser visto por compração dos resultados de vazamento do e- xemplo CEX 1c e do exemplo CEX 2.
O efeito limitado do aditivo sozinho pode ser visto por compara- ção dos resultados de vazamento pelos exemplos CEX 1c e CEX 1b.
O efeito da introdução tanto da combinação de polímeros quanto do aditivo dentro de um esquema de reação (isto é, a concretização de a- cordo com essa invenção) pode ser visto pela comparação dos resultados de vazamento dos exemplos EX 1 e EX 2 versus do exemplo CEX 2.
O efeito do aditivo tipo pode ser visto por comparação dos resul- tados de vazamento dos exemplos EX 1 e EX 2. Esses exemplos mostram que a escolha de modificador de superfície dá uma pequena diferença; am- bos são aperfeiçoamento significativos sobre ae combinação de polímeros sozinha.
O efeito da introdução do aditivo durante o esquema de proces- samento comparado com o pós-tratamento pode ser visto pela comparação dos resultados de vazamento dos exemplos EX 1 e CEX 4. Pós-tratamento do pó com o modificador de superfície de silicone é substancialmente menos eficaz.
Claims (16)
1. Micropartículas resistentes a vazamento contendo uma quan- tidade de coloração eficaz de pelo menos um colorante em uma matriz poli- mérica essencialmente incolor formado a partir de: (a) 5 a 95 por cento em peso de um polímero A formado a par- tir de uma mistura de monômeros compreendendo pelo menos um primeiro monômero que é um monômero iônico etilenicamente insaturado e pelo menos um segundo mo- nômero que é um monômero hidrofóbico etilenicamente in- saturado capaz de formar um homopolímero com uma temperatura de transição vítrea entre -40 e 50°C; (b) 5 a 95 por cento em peso de um polímero B formado a par- tir de uma mistura de monômeros compreendendo pelo menos um primeiro monômero que é um monômero iônico etilenicamente insaturado e pelo menos um segundo mo- nômero que é um monômero hidrofóbico etilenicamente in- saturado capaz de formar um homopolímero com uma temperatura de transição vítrea maior do que 50°C, dentro da qual são distribuídas partículas secundárias poliméricas formadas a partir de um ou mais monômeros hidrofóbicos etilenicamente insaturados que são iguais ou diferentes a partir daqueles no polímero A.
2. Micropartículas de acordo com a reivindicação 1, em que a matriz polimérica essencialmente incolor é formada a partir de 5 a 25 por cento em peso de pelo menos um polímero A e de 75 a 95 por cento em pe- so de pelo menos um polímero B.
3. Micropartículas de acordo com a reivindicação 1, em que o colorante é pelo menos um pigmento orgânico, corante ou laca, ou uma sua mistura da mesma.
4. Micropartículas de acordo com a reivindicação 1, em que a matriz polimérica é reticulada.
5. Micropartículas de acordo com a reivindicação 1, que adicio- nalmente compreendem um aditivo C solúvel em óleo e/ou um estabilizador D anfifático polimérico em sua superfície.
6. Micropartículas de acordo com a reivindicação 1, que com- preendem de 1 a 60% em peso de pelo menos um colorante.
7. Processo para produzir micropartículas resistentes a vaza- mento compreendendo pelo menos um colorante de acordo com a reivindi- cação 1, que compreende, A) provisão de uma fase aquosa compreendendo um sal de pelo menos um polímero A, B) combinação da dita fase aquosa sob alto cisalhamento com uma segunda fase aquosa compreendendo pelo me- nos um polímero B, partículas poliméricas secundárias e, opcionalmente, um agente de reticulação, em que a fase aquosa A) e/ou B) contém pelo menos um colorante fina- mente dividido, C) formação de uma emulsão de água em óleo contendo as fases aquosas combinadas a partir da etapa B) em uma fase líquida imiscível em água sob alto cisalhamento, e- mulsão essa que opcionalmente compreende um aditivo solúvel em óleo, um estabilizador polimérico anfifático ou uma sua mistura, e D) submissão da emulsão a desidratação em que água é e- vaporada das partículas aquosas desse modo formando micropartículas sólidas compreendendo pelo menos um co- lorante em um polímero de matriz e tendo partículas de po- límero secundárias distribuídas através de todo o polímero de matriz.
8. Produto doméstico, composição de pano ou têxtil que com- preende uma quantidade de coloração eficaz de pelo menos 1 colorante, em que o dito colorante é aprisionado em um ou mais microparteiculate políme- ros de matriz compreendendo pelo menos um polímero que foi formado a partir de uma mistura de monômeros compreendendo pelo menos um pri- meiro monômero que é um monômero iônico etilenicamente insaturado e pelo menos um segundo monômero que é um monômero hidrofóbico etileni- camente insaturado capaz de formar um homopolímero com uma temperatu- ra de transição vítrea entre -40 e 50°C e pelo menos um polímero que foi formado a partir de uma mistura de monômeros compreendendo pelo menos um primeiro monômero que é um monômero iônico etilenicamente insatura- do e pelo menos um segundo monômero que é um monômero hidrofóbico etilenicamente insaturado que é capaz de formar um homopolímero de tem- peratura de transição vítrea em excesso de 50°C, em que partículas secun- dárias são distribuídas através de toda a matriz, partículas secundárias es- sas que compreendem um polímero hidrofóbico que foi formado a partir de pelo menos one monômero hidrofóbico etilenicamente insaturado que é ca- paz de formar um homopolímero tendo uma temperatura de transição vítrea em excesso de 50°C e opcionalmente outros monômeros, polímero hidrofó- bico esse que é diferente daquele do polímero de matriz.
9. Composição de acordo com a reivindicação 8, que compreen- de pelo menos 2 colorantes microencapsulados, em que os colorantes na composição são selecionados de pelo menos duas cores que são distintas entre si.
10. Composição de acordo com a reivindicação 9, em que os colorantes aprisionados na composição são selecionados de pelo menos duas das cores primárias vermelha, amarela e azul.
11. Composição de acordo com a reivindicação 9, em que os colorantes aprisionados na composição são providos em pelo menos 2 ma- teriais de polímero de matriz separados.
12. Composição de acordo com a reivindicação 9, em que pelo menos 2 colorantes aprisionados estão presentes dentro de um material po- límero de matriz simples.
13. Composição de acordo com a reivindicação 8, que compre- ende de 0,1 a 70% em peso de pelo menos um colorante aprisionado com base no peso total da composição.
14. Composição de acordo com a reivindicação 8, que é formu- lada como uma emulsão de água em óleo ou óleo em água, como uma dis- persão vesicular de um líquido anfifílico iônico ou não-iònico, como um gel ou um bastão sólido.
15. Composição de acordo com a reivindicação 8, que está na forma de um preparação protetora de luz.
16. Composição de acordo com a reivindicação 8, que compre- ende pelo menos um outro constituinte selecionado do grupo que consiste de agentes sequestrantes, colorantes não-encapsulados, perfumes, agentes de espessamento ou solidificação, emolientes, absorvedores de UV, antioxi- dantes e conservantes.
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