BRPI0712337A2 - processo para a hidrogenação catalìtica de metilolalcanais - Google Patents

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BRPI0712337A2
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hydrogenation
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hydrogen
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methylolalcanal
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BRPI0712337-0A
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Steffen Maas
Thorsten Johann
Michael Koch
Tilman Sirch
Stephan Schlitter
Stefan Rittinger
Michael Steiniger
Todd C Spengeman
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Basf Se
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    • C—CHEMISTRY; METALLURGY
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    • C07C29/00—Preparation of compounds having hydroxy or O-metal groups bound to a carbon atom not belonging to a six-membered aromatic ring
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Abstract

PROCESSO PARA A HIDROGENAçãO CATALìTICA DE METILOLALCANAIS. Um processo para hidrogenar cataliticamente metilolalcanais da fórmula geral (1) em que R^ 1^ e R^ 2^ cada um significa, independente um do outro, um grupo metilol adicional ou um grupo alquila tendo de 1 a 22 átomos de C ou um grupo arila ou aralquila tendo de 6 a 33 átomos de C, na fase líquida com hidrogênio em um catalisador de hidrogênio, caracterizado pelo uso da razão molar de hidrogênio para metilolalcanal maior do que 1.

Description

"PROCESSO PARA A HIDROGENAÇÃO CATALÍTICA DE METILOLALCANAIS"
A invenção diz respeito a um processo para a preparação de álcoois poliídricos pela hidrogenação catalítica de metilolalcanais na fase líquida em um catalisador de hidrogênio em uma razão de hidrogênio/metilolalcanal estequiométrica.
A hidrogenação catalítica de compostos de carbonila, tais como aldeídos para a preparação de álcoois simples e funcionalizados ocupa uma posição importante nas linhas de produção da indústria de produtos químicos básicos. E particularmente verdade que a hidrogenação de aldeídos pode ser obtida por intermédio do processo de oxo ou reação de aldol.
Os metilolalcanais podem ser obtidos pela reação de aldol de alcanais com excesso de formaldeído na presença de quantidades estequiométricas de base. E conhecido a partir do WO 01/51438 que hidróxidos orgânicos, tais como hidróxido de sódio ou hidróxido de cálcio podem ser usados como base. O WO 98/28253 e o DE-A 1 957 591 descreve aminas como os catalisadores básicos para a aldolização e o WO 98/29374 descreve trocadores iônicos básicos. Nestes processos, o metilolalcanal é obtido como uma concentração de 20 a 80 % em peso de solução aquosa. O pH da solução é apenas de 3,5 a 6,0 visto que o catalisador básico para a aldolização também catalisa a reação de Cannizzaro do formaldeído para a formação de ácido fórmico que, por sua vez, neutraliza, pelo menos parcialmente, a base.
Se álcoois poliídricos, tais como pentaeritritol, neopentil glicol ou trimetilolpropano devem ser preparados a partir de soluções aquosas de metilolalcanal, as soluções devem ser hidrogenadas.
Esta hidrogenação é, no geral, realizada em temperaturas acima de 80°C. A redissociação do grupo metilol ao aldeído livre, a reação de Cannizzaro de formaldeído para formar ácido fórmico e também formação de éter, éster e acetal são observadas no reator de hidrogenação. Estas reações secundárias levam à seletividades de hidrogenação baixas e a rendimentos baixos do álcool poliídrico.
Além disso, muitos catalisadores de hidrogênio não são estáveis sob estas condições. Os catalisadores com base nos óxidos de alumínio e silício são como conhecidos a partir de EP-A 44 444 e WO 95/32171, em particular, perdem atividade na presença destas soluções aquosas de metilolalcanal sob condições de hidrogenação, o que foi observado levar a um conversão significantemente reduzida por um período de alguns meses.
O ácido fórmico que foi formado na aldolização como o sub- produto do formaldeído por intermédio de uma reação de Cannizzaro é decomposto a CO2 e H2 ou a CO e H2O durante o curso da hidrogenação industrial. CO e CO2 podem ser detectados no gás residual da hidrogenação e ter um efeito adverso na atividade de hidrogenação do catalisador. A adição deliberada de CO ou CO2 ao hidrogênio leva a uma diminuição significante na atividade de hidrogenação do catalisador de cobre, mesmo com a pressão parcial de H2, a quantidade absoluta de H2 e o pH no reator de hidrogenação foi mantido constante.
CO e CO2 são bem conhecidos como venenos de catalisador para catalisadores de cobre e níquel, por exemplo, de C.W. Griffin, JACS (1927) 49, 2136-2145 e muitos métodos de catalisadores de regeneração que foram desativados por CO e CO2 foram desenvolvidos.
Desta maneira, por exemplo, o DE-A 199 63 441 descreve um método de regenerar um catalisador de cobre por "queima". Aqui, o oxigênio é passado pelo catalisador ativo em temperatura elevada. Sob estas condições, os depósitos orgânicos são oxidados a CO2 e o cobre ativo é oxidado ao óxido de cobre.
Estas regenerações são complicadas e, no geral, requerem a parada da planta industrial. Portanto, é mais econômico atrasar a regeneração o quanto possível e escolher as condições de operação na hidrogenação permitindo que o catalisador atinja uma vida de operação longa.
Portanto, é um objetivo da invenção fornecer um processo para a preparação de álcoois poliídricos pela hidrogenação catalítica de metilolalcanais, em que os álcoois poliídricos podem ser tornados disponíveis com conversões e rendimentos bons e também vidas de operação longas do catalisador.
Este objetivo é atingido por um processo para a preparação de álcoois poliídricos pela hidrogenação catalítica de metilolalcanais da fórmula geral
<formula>formula see original document page 4</formula>
onde R1 e R2 são, cada um, independentemente um do outro, um grupo metilol adicional ou um grupo alquila tendo de 1 a 22 átomos de carbono ou um grupo arila ou aralquila tendo de 6 a 33 átomos de carbono, na fase líquida por meio de hidrogênio em um catalisador de hidrogênio, em que hidrogênio é usado em uma razão molar para metilolalcanal maior do que 1.
De acordo com a invenção, foi reconhecido que nas razões molares de hidrogênio superestequiométrico / material de partida (razões molares de hidrogênio/metilolalcanal) a quantidade de gás residual para a hidrogenação é aumentada e a concentração de CO ou CO2 no reator e hidrogenação pode ser ajustada. O efeito de desativação de CO ou CO2 pode ser significantemente reduzido pelo processo da invenção. O catalisador de hidrogênio pode ser mantido em um nível de atividade alto, isto é, conversões e rendimentos altos são atingidos em vidas de operação de catalisador longas.
A razão molar de hidrogênio/metilolalcanal é preferivelmente ajustada a um valor de 5 para 1, particularmente preferível a um valor de 2,5 para 1,1.
Para ajustar as razões molares de hidrogênio/metilolalcanal usadas de acordo com a invenção, uma razão fixa de hidrogênio para a alimentação de hidrogenação é ajustada por meio do sistema de controle do processo ou a quantidade de hidrogênio é controlada de modo que menos do que 4000 ppm de CO, preferivelmente menos do que 1000 ppm de CO, são compreendidos no gás residual de reação. A determinação de CO pode ser realizada continuamente por intermédio de uma medição on-line na corrente residual de gás ou descontinuamente por meio de análise cromatográfica a gás de uma maneira conhecida por si.
A quantidade de hidrogênio que não é consumida quimicamente por hidrogenação deixa o reator como gás residual e pode, por exemplo, ser usado na combustão para a geração de energia. Também é possível separar o gás residual para a hidrogenação em seus constituintes e recuperar a hidrogênio como o material de partida. Uma terceira forma de utilização é o uso do hidrogênio em um processo em que os constituintes secundários originam-se para a hidrogenação não interferir.
Para os propósitos do presente pedido de patente, a alimentação de hidrogenação é uma solução aquosa que compreende um metilolalcanal da fórmula geral I, em particular uma solução aquosa que compreende de 20 a 80 % em peso de metilolalcanal. Uma tal alimentação de hidrogenação é preferivelmente preparado como descrito em WO 98/28253 ou DE-A 1 957 591 pela reação de aldeídos com formaldeído.
Nesta reação, o aldeído é reagido de 1 a 8 vezes a sua quantidade de formaldeído na presença de uma amina terciária (aldolização) e a mistura de reação obtida desta maneira é separada em duas soluções, com uma solução compreendendo o metilolalcanal mencionado acima e a outra solução compreendendo material de partida não reagido. Esta última solução é recirculada para a reação. A separação é realizada pela destilação ou pela separação simples da fase aquosa da fase orgânica. A solução aquosa que compreendem o metilolalcanal pode ser usada como a alimentação de hidrogenação no processo da invenção.
Entretanto, também é possível produzir a solução de metilolalcanal aquosa usada como a alimentação de hidrogenação por outros processos da técnica anterior, por exemplo, pelos processos conhecidos de WO 01/51438, WO 97/17313 e WO 98/29374.
Em uma variante preferida do processo da invenção, uma solução aquosa de metilolalcanal que é particularmente baixa em formaldeído ou isenta de formaldeído é usada como a alimentação de hidrogenação. Em uma solução de metilolalcanal com baixo teor de formaldeído, o teor de formaldeído é menor do que 5 % em peso. A separação de formaldeído do produto da mistura de produto de aldolização que foi obtido, por exemplo, como descrito em WO 98/28253 pode ser realizada pelos métodos conhecidos da técnica anterior, por exemplo, por destilação.
O metilolalcanal da fórmula geral I é preferivelmente um dimetilolalcanal, pentaeritrose ou hidroxipivalaldeído.
A alimentação de hidrogenação pode ser misturada a montante da entrada no reator de hidrogenação com amina terciária, base inorgânica ou ácido inorgânico ou orgânico até o rendimento de hidrogenação sair a jusante da saída do reator ter um pH de 7,0 a 9,0, para a preparação de neopentil glicol preferivelmente um pH de 8,0 a 9,0, para a preparação de trimetilolpropano um pH de 6,0 a 8,0. Também é possível alimentar a alimentação de hidrogenação e a amina terciária, a base orgânica ou o ácido inorgânico ou orgânico separadamente no reator e mistura aqui.
Como aminas terciárias adequadas, menção pode ser feita por meio de exemplo das aminas indicadas em DE-A 25 07 461. As aminas terciárias preferidas são tri-n-alquilaminas C1-C4, particularmente preferível trimetilamina, trietilamina, tri-n-propilamina e tri-n-butilamina. No geral, até 10 % em peso (com base na alimentação de hidrogenação) da amina terciária são usados no processo da invenção para o controle do pH. A amina pode ser usada como a substância pura ou como a solução aquosa.
E particularmente vantajoso usar aminas para ajustar o pH visto que estas formam sais termicamente desintegráveis com ácido fórmico e estes podem ser redissociados após a hidrogenação. Isto permite que a formação de sais seja evitada e a amina terciária seja recirculada ao processo.
E particularmente vantajoso usar a mesma amina terciária no processo de aldolização para formar o metilolalcanal, da condensação de um aldeído e formaldeído superiores e na hidrogenação.
Como ácidos inorgânicos ou orgânicos, é possível, de acordo com a invenção, usar ácidos minerais, tais como ácido clorídrico, ácido sulfurico ou ácido fosfórico ou ácidos orgânicos, tais como ácido cítrico, ácido acético ou ácido etilexanóico. Preferência é dada ao uso de ácido acético. No geral, de O a 3 % em peso (com base na alimentação de hidrogenação) de uma solução aquosa a 10 % de concentração do ácido são adicionados para controlar o pH.
O pH é medido usando-se técnicas conhecidas, por exemplo, por meio de um eletrodo de vidro e um medidor de pH.
Os catalisadores que podem ser usados para os propósitos da invenção são catalisadores que são adequados para hidrogenações e preferivelmente compreendem pelo menos um metal dos grupos de transição de 8 a 12 da Tabela Periódica dos Elementos, por exemplo, Fe, Ru, Os, Co, Rh, Ir, Ni, Pd, Pt, Cu, Ag, Au, Zn, Cd, Hg, preferivelmente Fe, Co, Ni, Cu, Ru, Pd, Pt, particularmente preferível Cu, preferivelmente em um material de suporte de costume, particularmente preferível em um material de suporte que compreende os óxidos de titânio, zircônio, háfnio, silício e/ou alumínio. Os catalisadores que podem ser usados de acordo com a invenção podem ser produzidos por processos conhecidos da técnica anterior para a produção de tais catalisadores suportados. Preferivelmente também pode ser feito o uso de catalisadores suportados que compreendem cobre em um material de suporte que compreende óxido de alumínio ou dióxido de titânio na presença ou ausência de um ou mais dos elementos magnésio, bário, zinco ou cromo. Tais catalisadores e sua produção são do WO 99/44974.
Além disso, catalisadores suportados que compreendem cobre, como descrito, por exemplo, em WO 95/32171 e os catalisadores divulgados em EP-A 44 444 e DE-A 1 957 591 são adequados para a hidrogenação de acordo com a invenção.
A hidrogenação pode ser realizada por bateladas ou de maneira contínua, por exemplo, em um tubo de reator que é enchido com um leito de catalisador e em que a solução de reação é passada sobre o leito de catalisador, por exemplo, no modo de fluxo descendente e de fluxo ascendente, como descrito em DE-A 19 41 633 ou DE-A 20 40 501. Pode ser vantajoso recircular uma sub-corrente da saída da reação, se apropriado com esfriamento e passando-a novamente no leito de catalisador fixo. Este modo de reciclagem é, preferivelmente, operado em uma taxa de reciclagem para a alimentação de 10 a 20:1. Também pode ser vantajoso realizar a hidrogenação em uma pluralidade de reatores conectados em série, por exemplo de 2 a 4 reatores, com a reação de hidrogenação sendo realizada apenas para uma conversão parcial, por exemplo, de 50 a 98 % nos reatores individuais a montante do último reator e a hidrogenação sendo completada apenas no último reator. Aqui, pode ser vantajoso, esfriar o rendimento de hidrogenação do reator precedente antes de entrar no reator seguinte, por exemplo, por meio de dispositivos de esfriamento ou pela injeção de gases frios, tais como hidrogênio ou nitrogênio ou pela introdução de uma sub-corrente de solução de reação fria.
A temperatura de hidrogenação está, no geral, na faixa de 50 a 180 °C, preferivelmente de 90 a 140 °C. A pressão de hidrogenação no geral de 10 a 250 bar, preferivelmente de 20 a 120 bar, é utilizada.
A hidrogenação pode ser realizada com a adição de um solvente inerte. Os solventes que podem ser usados são água, éteres cíclicos, tais como THF ou dioxano e também éteres acíclicos, também, álcoois inferiores, por exemplo, metanol, etanol ou 2-etilexanol.
De outra maneira, é possível utilizar quaisquer métodos de hidrogenação e catalisadores de hidrogênio que são costumeiros para a hidrogenação de aldeídos e são descritos em detalhes na literatura padrão.
EXEMPLOS
Exemplo 1: Hidrogenação de hidroxipivalaldeído a neopentil glicol
Alimentação de hidrogenação
1,1 mol de isobutiraldeído foi agitado com 1 mol de formaldeído na forma de uma solução de comprimento de 40 % e 4 mol % de trimetilamina, com base em isobutiraldeído, a 75 0C por 1 hora. A solução da reação foi concentrada pela destilação de caldeiras inferiores tais como isobutiraldeído e parte da água na pressão atmosférica. A parte inferior obtida compreende 75 % em peso de hidroxipivalaldeído, 20 % em peso de água e cerca de 5 % em peso de outros componentes secundários orgânicos.
Produção do catalisador
Todas as porcentagens dadas sob este sub-item são, a não ser indicado de outra maneira, porcentagem em peso. As composições de porcentagem indicadas são com base nos constituintes óxidos do catalisador finalizado.
Os materiais de partida foram um comprimento de 20 % em peso de solução de carbonato de sódio e uma solução aquosa I compreende 2,67 % em peso de Al e 5 % em peso de Cu na forma de seus nitratos.
Na precipitação, a solução Iea solução de carbonato de sódio foram medidas em um recipiente de precipitação a 80°C em uma tal maneira que um pH de 5,6 foi estabilizado.
A mistura de precipitação foi transferida por um recipiente agitada amplo e foi aqui levado a um pH de 7,9 a 80 °C por meio de uma solução de carbonato de sódio. A suspensão foi então carregada por uma pressão de filtro.
A mistura foi então filtrada e lavada com água até livrar do nitrato. A pasta do filtro foi recolocado em suspensão em água e seco em um secador de pulverização por meio de ar de calor em uma temperatura de saída de 130 a 150 °C. Uma calcinação foi subseqüentemente realizada em uma temperatura de 375 a 390 °C. O pó foi subseqüentemente colocado em tablete junto com 3 % em peso de grafita como auxiliar para dar grânulos tendo dimensão de 5 χ 5 mm.
Os grânulos obtidos foram então calcinados em uma temperatura de 600 °C por 60 minutos em um tubo rotatório de calor.
O catalisador produzido nesta maneira compreende 55 % de CuO e 45 % em peso de Al2O3, tendo uma área de superfície específica (BET) de 95 m /g, uma porosidade Hg de 0,44 ml/g e uma densidade aumentada de 952 g/1.
205 g destes catalisadores C11/Al2O3 foram ativados pela passagem de uma mistura de 5 % em volume de hidrogênio e 95 % em volume de nitrogênio (volume total: 150 padrão 1/h) no catalisador a 190 °C sob pressão atmosférica por 24 horas em um reator de tubo.
Hidrogenação
A mistura descrita acima como alimentação de hidrogenação servida como solução de partida. A partir de 0 a 15 % em peso (com base na alimentação de hidrogenação) de um comprimento de 15 % em peso de uma solução aquosa de trimetilamina foram adicionados a esta mistura a fim de apresentar um pH de produção de hidrogenação maior do que 8. A absorção da hidrogenação obtida nesta maneira foi bombeada no catalisador a 37 bar e 105°C no modo de fluxo descendente em um WHSV de 0,32 kgHpA/kgCat x hora em um reator de hidrogenação tendo um circuito líquido (reciclar : absorção = 16:1) (razão molar de hidrogênio / hidroxipivalaldeído : cerca de 1,5). Um modelo de medida do pH 766 a partir de Knick com um eletrodo de vidro N1041A a partir de Schott foi usado para medição do pH.
Um meio de conversão de 95,3 % em peso em um meio pH de 8,8 foi atingido durante diversos dias.
Exemplo comparativo 1
O Exemplo 1 foi repetido sob as condições indicadas mas 1 % de CO foi misturado no hidrogênio.
O meio de conversão nesta colocação foi de 70,0 % em peso em um meio pH de 8,2.
Exemplo 2: Hidrogenação de hidroxipivalaldeído a neopentil glicol
Alimentação de hidrogenação
A alimentação de hidrogenação como descrito no exemplo 1 foi usado.
Catalisador usado
O catalisador a partir de exemplo 1 foi usado.
Hidrogenação
Uma absorção da hidrogenação foi passada no modo de fluxo descendente em uma pressão H2 de 37 bar através do reator que foi aquecido a 105°C. O WHSV foi de 0,32 kg de HPA/(kgcat *hora). A partir de 0 a 17% em peso (com base na alimentação de hidrogenação) de um comprimento de 50% em peso de uma solução aquosa de trimetilamina foram adicionados a esta mistura a fim de apresentar um pH de produção de hidrogenação maior do que 8 (razão molar de hidrogênio/hidroxipivalaldeído : cerca de 1,5). Parte da produção de hidrogenação foi misturada como apoio na absorção (modo de reciclar). A razão de reciclar por absorção foi de 16:1. Um meio de conversão de 88,1 % em um meio pH de 8,4 foram atingidos durante diversos dias.
Exemplo comparativo 2
O Exemplo 2 foi repetido sob as condições indicadas mas 10 % de CO2 foi misturado no hidrogênio. A razão molar de hidrogênio / hidroxipivalaldeído : cerca de 1,5.
Para manter a pressão parcial constante H2, a pressão da planta foi aumentada a 41 bar. O meio de conversão nesta colocação foi de 75,3 % em um meio pH de 8,0.
Exemplo 3: Hidrogenação de hidroxipivalaldeído a neopentil glicol
Alimentação de hidrogenação
A alimentação de hidrogenação como descrito no exemplo 1 foi usado.
Catalisador usado
O catalisador descrito no exemplo 1 foi usado, mas 3x3 mm de grânulos foram produzidos.
O catalisador compreende 55 % de CuO e 45 % em peso de Al2O3, tendo uma área de superfície específica (BET) de 95 m /g, uma porosidade de Hg de 0,38 ml/g e uma densidade aumentada de 1042 g/l.
Hidrogenação
Uma absorção da hidrogenação foi passada através do reator no modo de fluxo descendente em uma pressão de H2 de 40 bar. A temperatura na parte superior da metade do reator foi de 96 °C, e que na metade inferior foi de 106 °C. O WHSV foi de 0,37 kg de HPA/(kgcat *hora).
Junto com a absorção líquida, cerca de IlOmol % de H2 (com base em metilolalcanais usados) foram medidos em, correspondente a uma razão molar de hidrogênio / material de partida de 1:1. Parte da produção de hidrogenação foi misturada como apoio na absorção (modo de reciclar). A razão de reciclar por absorção foi de 16:1. Um meio de conversão de 95,9 % em um meio pH de 8,3 foi atingido durante diversos dias.
Exemplo 4
O Exemplo 3 foi repetido sob as condições indicadas mas a quantidade de hidrogênio foi duplicada por uma razão molar de hidrogênio / material de partida de 2,2 e a temperatura foi reduzida a 93 °C na metade superior do reator e 103 °C na metade inferior do reator. Um meio de conversão de 95,6 % em um pH de 8,4 foi atingido.
Exemplo 5: Hidrogenação de dimetilolbutanal (DMB) a TMP
Alimentação de hidrogenação
A alimentação de hidrogenação foi preparada como descrito no exemplo 6 de PCT/WO 98/28253.
Ativação do catalisador
5,31 de um catalisador de Cu/Ti02 B de PCT/WO 02/85825 foram ativados pela passagem de uma mistura de 2,5 % em volume de hidrogênio e 97,5 % em volume de nitrogênio (volume total: 600 padrão 1/hora) no catalisador a 190 °C sob pressão atmosférica por 144 horas em um reator de tubo.
Hidrogenação
A mistura descrita acima como alimentação de hidrogenação servida como solução de partida. A absorção da hidrogenação foi passada através do reator no modo de fluxo descendente a 110 °C e uma pressão de H2 90 bar. O WHSV foi de 0,2 kg de DMB/(lcat *hora). Junto com a absorção líquida, a partir de 125 a 200 mol % de hidrogênio (com base em metilolalcanais) foram alimentados em, correspondente a uma razão molar de hidrogênio / metilolalcanal a partir de 1,25 a 2,0. A pressão da planta foi mantida constante a 90 bar (modo de gás residual). Parte da produção de hidrogenação foi misturada como apoio na absorção (modo de reciclar). A razão de reciclar por alimentar foi de 6,5:1. A Tabela 1 mostra a conversão durante um período de 2112 horas e uma quantidade de hidrogênio medido. A análise do conteúdo de dimetilolbutanal de álcool poliídrico obtido foi realizado por meio de cromatografia a gás (GC) em uma coluna de HP5 a partir de J&W, injetor: 280 °C; a revelação foi efetuada por meio de um FID (detector de ionização de chama).
Tabela 1
<table>table see original document page 14</column></row><table>
Pode ser claramente visto que durante os períodos de tempo que apenas uma pequena exceção de hidrogênio foi usada, uma diminuição mais rápida na atividade foi observada do que durante os períodos com uma ampla quantidade de gás residual.

Claims (12)

1. Processo para a hidrogenação catalítica de metilolalcanais da fórmula geral <formula>formula see original document page 15</formula> onde R1 e R2 são, cada um, independentemente um do outro, um grupo metilol adicional ou um grupo alquila tendo de 1 a 22 átomos de carbono ou um grupo arila ou aralquila tendo de 6 a 33 átomos de carbono, na fase líquida por meio de hidrogênio em um catalisador de hidrogênio, caracterizado pelo fato de que hidrogênio é usado em uma razão molar para metilolalcanal maior do que 1.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a razão molar de hidrogênio/metilolalcanal é de 5 para 1.
3. Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a alimentação de hidrogenação compreende menos do que 5 % em peso de formaldeído.
4. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de -1 a 3, caracterizado pelo fato de que um pH de 7,0 a 9,0 no rendimento de hidrogenação é ajustado pela adição de pelo menos uma amina terciária, uma base inorgânica ou um ácido inorgânico ou orgânico para a alimentação de hidrogenação.
5. Processo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que uma tri-n-alquilamina é usada.
6. Processo de acordo com a reivindicação 4 ou 5, caracterizado pelo fato de que a trimetilamina, trietilamina, tri-n-propilamina e/ou tri-n-butilamina são adicionados.
7. Processo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que o ácido acético é adicionado.
8. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 7, caracterizado pelo fato de que o catalisador de hidrogênio compreende pelo menos um metal dos grupos de transição de 8 a 12 da Tabela Periódica dos Elementos.
9. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 8, caracterizado pelo fato de que o catalisador é um catalisador suportado.
10. Processo de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que os óxidos de titânio, zircônio, háfnio, silício e/ou alumínio são usados como material de suporte.
11. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 8 a 10, caracterizado pelo fato de que o catalisador de hidrogênio compreende cobre em um material de suporte que compreende óxido de alumínio ou dióxido de titânio na presença ou ausência de um ou mais dos elementos magnésio, bário, zinco e cromo.
12. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 11, caracterizado pelo fato de que o metilolalcanal é hidroxipivalinaldeído, pentaeritrose ou dimetilolbutanal.
BRPI0712337-0A 2006-06-06 2007-02-27 processo para a hidrogenação catalìtica de metilolalcanais BRPI0712337A2 (pt)

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