BRPI0712380A2 - sistema de gerenciamento de resìduos - Google Patents

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BRPI0712380A2
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BR
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waste
vacuum
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Application number
BRPI0712380-9A
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English (en)
Inventor
Kihlstroem Christer
Original Assignee
Envac Centralsug Ab
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    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B09DISPOSAL OF SOLID WASTE; RECLAMATION OF CONTAMINATED SOIL
    • B09BDISPOSAL OF SOLID WASTE NOT OTHERWISE PROVIDED FOR
    • B09B3/00Destroying solid waste or transforming solid waste into something useful or harmless
    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B65CONVEYING; PACKING; STORING; HANDLING THIN OR FILAMENTARY MATERIAL
    • B65FGATHERING OR REMOVAL OF DOMESTIC OR LIKE REFUSE
    • B65F5/00Gathering or removal of refuse otherwise than by receptacles or vehicles
    • B65F5/005Gathering or removal of refuse otherwise than by receptacles or vehicles by pneumatic means, e.g. by suction

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Abstract

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RESìDUOS. Um material de resíduo que é introduzido dentro de unidades de admissão de resíduo (10) é gerenciado através da conexão das unidades de admissão a um elemento de volume de armazenamento temporário (3), para introdução de resíduo no dito elemento de volume de armazenamento e mediante abertura intermitente controlada do elemento de volume de armazenamento para a remoção do resíduo acumulado do mesmo. Especificamente, o resíduo é introduzido dentro de cada unidade de admissão durante uma fase de carregamento da unidade de admissão; uma pressão de vácuo de carregamento de coluna (CV) é aplicada ao elemento de volume de armazenamento, sendo mantida continuamente ao mesmo, exceto quando o resíduo for removido do elemento de volume de armazenamento; e dita pressão de vácuo de carregamento e de ar atmosférico (AA) é intermitentemente comunicada à unidade de admissão, para carregar o elemento de volume de armazenamento com o resíduo introduzido.

Description

"SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS"
Campo Técnico da Invenção
A presente invenção, de um modo geral, se refere ao gerenciamento de material residual doméstico por meio de vácuo.
Antecedentes da Invenção
A manipulação de material residual doméstico usando sistemas de vácuo tradicionais, durante muitos anos, tem sido crescentemente centralizada com relação à introdução do resíduo dentro do sistema de vácuo e à coleta e descarga do dito resíduo. Em outras palavras, o resíduo é coletado distante do local onde o mesmo é gerado e o sistema de vácuo é usado para a descarga temporária do resíduo armazenado e para o transporte do dito resíduo para centrais ou pontos de coleta.
Para certos tipos de resíduos, como, por exemplo, resíduos de cozinha contendo uma alta fração de líquido, com um teor de resíduos principalmente biológico, é desejável o descarte do resíduo de modo bastante próximo do local onde o mesmo é gerado. Em tais situações, tem sido comum, não apenas em ambientes domésticos como também para o processamento de resíduos de restaurantes e cozinhas comerciais ou institucionais, se utilizar dispositivos de descarga de lixo ou dispositivos desfibradores para a desintegração da fração de resíduo úmido contendo restos de alimentos. Esse tipo de equipamento, normalmente, tem sido posicionado diretamente sob uma pia e, tradicionalmente, o resíduo desfibrado tem sido descarregado diretamente dentro da instalação de esgoto, o que resulta numa pesada carga sobre os sistemas de esgoto e instalações de tratamento de águas residuais. Assim, diante do exposto, foi sugerido conduzir o resíduo desfibrado para um recipiente de armazenamento na imediata vizinhança do ponto de entrada de resíduos, onde o resíduo foi armazenado e/ou ainda processado e a partir do qual o resíduo tem sido descarregado periodicamente.
Estado da Técnica Correlacionado
Entre os sistemas usados para o gerenciamento de resíduo desintegrado a partir de um dispositivo de descarte 15 ou de desfibramento de resíduo, é também conhecido o uso de vácuo aplicado de forma intermitente ao sistema, de modo a sugar o resíduo gerado, introduzido e processado para um ponto de coleta. Os sistemas descritos estão todos associados com um dispositivo de moagem ou de descarte para desintegração ou moagem de resíduos, e inclui sistemas usando adicional equipamento para redução de problemas ambientais que aparecem devido a esse tipo de gerenciamento de resíduos, mediante prevenção da descarga do resíduo desfibrado ou moído diretamente dentro do sistema de esgotos.
Diante disso, os sistemas não apresentam viabilidade de custo favorável, a menos que sejam usados em aplicações que sejam de freqüente operação. Esses sistemas são sensíveis a transtornos técnicos, dessa forma, exigem uma regular manutenção.
Resumo da Invenção
O objetivo básico da presente invenção é de prover um método de gerenciamento de resíduos domésticos, operado a vácuo, de modo eficaz e confiável.
Em particular, constitui um objetivo da invenção, sugerir um aperfeiçoado método de gerenciamento de resíduo coletado em um modo descentralizado, próximo ao local onde o mesmo é gerado, proporcionando uma operação de custo favorável e conveniente para o usuário.
Ainda outro objetivo da invenção é de proporcionar um aperfeiçoado sistema operado a vácuo, para o gerenciamento de resíduos coletados de modo descentralizado, o dito sistema sendo de custo razoável e proporcionando uma segura e conveniente operação para o usuário.
Esses e outros objetivos são alcançados pela presente invenção, conforme definido pelas reivindicações apresentadas em anexo.
A presente invenção, de um modo geral, se refere ao gerenciamento de resíduos por meio de um sistema operado a vácuo, em que o resíduo é introduzido no sistema em uma unidade de admissão, próximo ao local onde o mesmo é gerado. Foi reconhecido que pode ser obtida uma aperfeiçoada, segura e confiável operação de tal sistema, através da manutenção de vácuo no sistema durante toda a fase operacional do mesmo e apenas conectando a pressão de vácuo no dispositivo de admissão do sistema, durante a fase de esvaziamento do dito dispositivo de admissão. Uma idéia básica é se utilizar um tanque de vácuo, o qual é submetido a vácuo contínuo e se usar este simultaneamente como um elemento de volume de armazenamento temporário para o resíduo coletado e se aplicar o vácuo do tanque em um compartimento de resíduos próximo do dispositivo de admissão, somente durante a fase de esvaziamento do dispositivo de admissão.
Ao bloquear o acesso do carregamento ao interior da unidade de admissão durante a fase de esvaziamento de tal unidade, a segurança contra danos é intensificada e os ruídos e outras inconveniências são reduzidos e, ao permitir, novamente, de modo automático, o acesso quando o vácuo tiver sido desconectado da unidade de admissão, a conveniência para o usuário é intensificada.
Preferivelmente, o nível operacional de pressão de vácuo é continuamente detectado próximo a cada unidade de admissão e a aplicação de vácuo à respectiva unidade de admissão é controlada com base no nível de vácuo detectado. Essa solução garante que um adequado nível de vácuo para uma segura descarga de resíduo da respectiva unidade de admissão está presente, antes de se iniciar a fase de esvaziamento da dita unidade de admissão. Isto é especialmente favorável para as aplicações que apresentam múltiplas unidades de admissão conectadas a um único tanque de vácuo. Nas modalidades que proporcionam condições especificamente satisfatórias, quanto a um custo razoável e seguro esvaziamento, a aplicação de vácuo e ar atmosférico é executada durante um período de tempo limitado, a aplicação do dito vácuo e ar atmosférico a cada unidade de admissão sendo automaticamente interrompida depois de um tempo selecionado e o bloqueio hermético de fluido da aplicação de vácuo e ar atmosférico à unidade de admissão, é, dessa forma, igualmente, automaticamente efetuada.
Em conformidade com outro aspecto da invenção, o gerenciamento aperfeiçoado de resíduos no local onde o mesmo é gerado, pode ser aplicado em residências separadas ou parcialmente separadas de uma ou duas famílias. Uma idéia básica desse aspecto da invenção é a provisão de uma ou algumas unidades de admissão, conectadas através de tubos de resíduos, a um elemento de volume de armazenamento temporário, o qual apresenta uma base que pode ser aberta, através da qual o resíduo coletado é esvaziado dentro de um recipiente de resíduos, por meio de gravidade.
Em conformidade com um adicional aspecto da invenção, um aperfeiçoado gerenciamento de resíduos no local onde o mesmo é gerado pode ser aplicado em edifícios de múltiplas unidades. Uma idéia básica desse aspecto é prover unidades de admissão em cada apartamento de uma construção e conectar as unidades de admissão, através de tubos separados ou de uma rede de tubulações, a um eixo vertical que se estende através do prédio de construção, formando um elemento de volume de armazenamento temporário que é integrado a um sistema convencional operado a vácuo, ao dispor de uma abertura de válvula de descarga dentro de um tubo de transporte de resíduo subterrâneo, pertencente ao sistema de coleta de resíduos.
De acordo, ainda, com outro aspecto da invenção, é provida uma aperfeiçoada unidade de admissão para uso em um sistema de gerenciamento de resíduo operado a vácuo. Uma idéia básica desse aspecto da invenção é proporcionar um recipiente de admissão interno, o qual é suportado para rotação em uma carcaça externa e que apresenta uma saída de resíduos e aberturas de entrada de ar providas a uma distância entre si eem torno de sua periferia e dispositivo de válvula de fluxo de ar para abertura controlada e fechamento das ditas aberturas. Com este modelo, pode ser obtida uma efetiva, segura e conveniente operação para o usuário.
O gerenciamento de resíduos, em conformidade com a presente invenção, oferece adicionais vantagens, incluindo:
- necessita somente de baixa pressão de vácuo para uma segura operação de descarga;
- permite o uso de materiais de baixo custo e equipamento padronizado; dessa forma,
- permite uma fabricação de baixo custo;
apresenta baixa sensibilidade à perturbação mecânica, pelo fato do dispositivo ser mecanicamente robusto;
- apresenta flexibilidade com relação ao número de unidades de admissão conectadas; - apresenta facilidade de adaptação para diferentes tipos de construções e para técnicas alternativas de esvaziamento; e apresenta facilidade de adaptação para diferentes aplicações, para diferentes tipos de resíduos.
As vantagens oferecidas pela presente invenção, além daquelas descritas acima, serão facilmente observadas após a leitura da descrição abaixo detalhada de algumas de suas modalidades.
Outros desenvolvimentos preferidos da idéia básica da invenção, assim como, de modalidades da mesma, são especificados nas sub-reivindicações dependentes.
Breve Descrição dos Desenhos
A presente invenção, juntamente com outros objetivos e vantagens da mesma, será melhor entendida fazendo-se referência à descrição seguinte, quando tomada em conjunto com os desenhos anexos, nos quais:
- a figura 1 é uma ilustração parcialmente esquemática de uma primeira modalidade de um sistema de gerenciamento de resíduos, de acordo com a invenção;
- a figura 2 é uma ilustração esquemática de uma primeira modalidade de um método de gerenciamento de resíduos, empregando o sistema de acordo com a figura 1;
- a figura 3 é uma vista em perspectiva de uma unidade de admissão do sistema de gerenciamento de resíduos, conforme mostrado na figura 1;
- a figura 4 é uma vista explodida da unidade de admissão, conforme mostrado na figura 3;
- as figuras 5A-5D ilustram a unidade de admissão mostrada nas figuras 3 e 4, numa posição de carregamento na dita unidade de admissão, em uma vista lateral, uma vista em corte de topo, uma vista de topo e uma vista em corte lateral, respectivamente;
- as figuras 6A-6D ilustram a unidade de admissão mostrada nas figuras 3 e 4, numa posição de carregamento em um elemento de volume de armazenamento temporário e em vistas correspondentes às das figuras 5A-5D;
- a figura 7 é uma ilustração parcialmente esquemática de uma segunda modalidade de um sistema de gerenciamento de resíduos, de acordo com a invenção;
- a figura 8 ilustra uma aplicação prática da primeira 15 modalidade da invenção, em uma residência separada;
a figura 9 ilustra uma aplicação prática da segunda modalidade da invenção, em uma construção de múltiplas unidades;
- a figura 10 ilustra outras aplicações da invenção;
- a figura IlA ilustra uma modalidade modificada de uma unidade de admissão, a qual apresenta um suprimento de água de descarga; e
- a figura IlB ilustra um recipiente interno da modalidade modificada da unidade de admissão.
Descrição Detalhada da Invenção
A invenção será agora explicada fazendo-se referência às modalidades que são ilustradas nos desenhos anexos e que exemplificam o uso dos principios de gerenciamento de resíduos da invenção, em aplicações que incluem unidades de admissão de resíduos posicionadas em alojamentos e edifícios residenciais, próximas a um local onde o resíduo é gerado. Deve ser enfatizado que as ilustrações têm a finalidade de descrever as modalidades preferidas, não sendo idealizadas como limitativas da invenção e de seus detalhes.
Uma primeira modalidade exemplificativa da invenção é mostrada na figura 1 e uma aplicação exemplificativa da mesma é mostrada na figura 8. Essa primeira modalidade se refere a um sistema de gerenciamento de resíduo doméstico (1) , o qual compreende um elemento de volume de armazenamento temporário separado (3) para o resíduo coletado. 0 elemento de volume de armazenamento apresenta uma abertura de base (3A) , que é fechada por uma tampa que pode ser aberta (7) e através da qual o resíduo coletado pode ser removido de modo intermitente e de maneira controlada do elemento de volume de armazenamento (3) através da gravidade. O dito resíduo pode ser descarregado dentro de um adequado recipiente (2), preferivelmente, tendo rodas (2A), para facilitar uma posterior transferência do resíduo coletado. O elemento de volume de armazenamento (3) é conectado através de uma 25 entrada de vácuo (5), uma tubulação de vácuo (53) e uma válvula de introdução de vácuo (52) a uma fonte de pressão de vácuo (51), que libera uma moderada pressão de vácuo (CV) , que depende da aplicação em questão, tal como, do número de unidades de admissão (10) descritas posteriormente, conectadas ao elemento de volume de armazenamento (3) e à extensão dos tubos de resíduos (8) também descritos posteriormente no sistema. Numa aplicação prática, a pressão pode, preferivelmente, se dispor acima de aproximadamente 2 5 kPa, preferivelmente, na faixa de 30-40 kPa. Deve ser enfatizado que essa faixa de variação é dada apenas para exemplificar a pressão e que a invenção não se restringe à mesma.A válvula de vácuo (52) é normalmente aberta e somente fechada para desconectar o vácuo do elemento de volume de armazenamento (3), em conexão com o esvaziamento do resíduo coletado do mesmo, numa fase (III) de esvaziamento do elemento de volume de armazenamento (ver a 15 Figura 2) . Na prática, o elemento de volume de armazenamento (3) funciona como um tanque de vácuo, continuamente proporcionando a introdução de vácuo (CV) para a anterior operação descrita do sistema (1). O elemento de volume de armazenamento (3) é também conectado à atmosfera, através de uma abertura de entrada de ar (6A) e uma válvula de ar atmosférico (6) que, normalmente, é fechada e aberta apenas durante um curto período e tempo, antes e durante a fase (III) de esvaziamento do elemento de volume de armazenamento em questão. O funcionamento é como de uma válvula de liberação de vácuo (6), através de seletiva introdução de ar atmosférico (AA) dentro do temporário elemento de volume de armazenamento (3), para ventilar o elemento de volume de armazenamento após o fechamento da válvula de vácuo (52) e antes da abertura da tampa da base (7) .
O sistema compreende ainda, pelo menos, uma unidade de admissão (10), posicionada no local ou na vizinhança de um local onde o resíduo é gerado, como, por exemplo, na parte superior de um balcão de cozinha (46) , esquematicamente ilustrado na figura 8. A unidade de admissão (10) é conectada ao elemento de volume de armazenamento temporário (3), através de uma tubulação de resíduos (8), a qual apresenta uma válvula de manutenção (8A), que permite um isolamento temporário da unidade de admissão (10) da introdução de vácuo (CV) para fins de manutenção. Na tubulação (8) é provido um sensor de nível de vácuo (40) de qualquer tipo convencional, através do qual a pressão de vácuo presente na tubulação de resíduo (8) é monitorada de modo próximo, a jusante da unidade de admissão (10). A unidade de admissão (10) apresenta uma abertura de entrada de resíduos (12), a qual é hermeticamente fechada por meio de uma tampa (17), e através da qual o resíduo pode ser introduzido dentro de um compartimento de resíduo interno (14), conforme ilustrado em detalhes nas figuras 4, 5D e 6D, sendo a matéria especificamente descrita em seguida. Na unidade de admissão (10) são providas aberturas de saída de resíduo (15), (31) (figuras 4, 5D e 6D) , comunicando o compartimento de resíduos (14) com a tubulação de resíduos (8) e aberturas de entrada de ar atmosférico (16), (32) (figuras 4, 5D e 6D) , comunicando o compartimento de resíduos (14) com o ar atmosférico (AA), através de um dispositivo silenciador (45). Dispositivos de válvula de circulação de ar (15), (16), (31), (32), (34) (figura 4) são providos para controlar a abertura e fechamento das aberturas de saída de resíduos (15), (31) e das aberturas de entrada de ar atmosférico (16), (32). Os dados produzidos na saída do sensor de nível de vácuo (40) são transferidos para um dispositivo de controle (37) (figura 3), que controla a operação da válvula de fluxo de ar e, dessa forma, a aplicação da carga de vácuo (CV) e ar atmosférico (AA) ao compartimento de resíduos (14), mediante bloqueio de tal aplicação, quando a pressão de vácuo monitorada se encontra abaixo de um mínimo valor estabelecido, requerido para seguramente descarregar o resíduo introduzido dentro do elemento de volume de armazenamento (3).
Na modalidade exemplificada que é especificamente idealizada para o gerenciamento de resíduos domésticos úmidos, como, por exemplo, alimentos ou resíduos de cozinha, a unidade de admissão (10) é disposta na base, provida com um dreno de líquido (24). 0 dreno de líquido (24) é usado para drenar água e outro líquido proveniente do resíduo introduzido dentro da unidade de admissão (10) e pode, vantajosamente, ser conectado através de um coletor de água ao sistema de esgotos de uma residência (4) (figura 8), onde o sistema (1) está instalado.
Uma modalidade básica de um método exemplificativo de gerenciamento de resíduos da invenção será agora descrito com referência à figura 2 e ao sistema esquemático (1) mostrado na figura 1. Com o sistema (1) pronto para operação, a válvula de carga de vácuo (52) é aberta para aplicação de vácuo (CV) ao tanque de vácuo/elemento de volume de armazenamento (3), através da entrada de vácuo (5). 0 vácuo (CV) é então mantido no volume de tanque de vácuo (3), exceto por um período limitado durante uma temporária fase (III) de esvaziamento do elemento de volume de armazenamento, quando o material de resíduo é removido do elemento de volume de armazenamento temporário/tanque de vácuo (3), conforme descrição posterior. Na sua condição inicial ou normal, a válvula de ar (6) e a tampa da base (7) são fechadas, a válvula de manutenção (8A) é aberta e a válvula de fluxo de ar (15), (16), (31), (32), (34) é fechada, de modo que a carga de vácuo (CV) é continuamente mantida no tanque de vácuo (3) e na tubulação de resíduos (8) imediatamente a jusante da unidade de admissão (10). Nessa situação, durante uma fase (I) de admissão de carga, a tampa (17) pode, a qualquer momento, ser aberta, de modo que o compartimento de resíduos (14) da unidade de admissão passiva de fechamento pode ser carregado mediante recebimento de material de resíduo introduzido através da abertura de entrada (12). Quando o compartimento de resíduos (14) tiver sido carregado, a tampa (17) é encaixada novamente e travada numa posição fechada, tal como, por um travamento tipo baioneta, conforme descrito posteriormente (17B, 18B) (figura 4).
Para descarregar o resíduo coletado do compartimento de resíduos (14), a válvula de fluxo de ar (15), (16), (31), (32), (34) é aberta, desde que o nível de vácuo que é continuamente monitorado pelo sensor de nível de vácuo (40) exceda o valor limite previamente estabelecido. Se o nível de vácuo se dispor abaixo do limite inferior estabelecido, a abertura da válvula de fluxo de ar e, dessa forma, a comunicação da carga de vácuo (CV) ao compartimento de resíduos (14) é bloqueada, até que a pressão de vácuo seja estabelecida novamente acima do limite. Quando a operação da válvula de fluxo de ar é permitida, a mesma é aberta por um predeterminado período de tempo durante uma fase (II) de carregamento no elemento de volume de armazenamento temporário, para comunicar carga de vácuo (CV) e ar atmosférico (AA) de modo intermitente ao compartimento de resíduos (14), através das aberturas de saída de resíduos (15), (31) e aberturas de entrada de ar atmosférico (16), (32). 0 resíduo introduzido é sugado do compartimento de resíduos (14) para carregar o elemento de volume de armazenamento temporário (3). A válvula de fluxo de ar (15), (16), (31), (32), (34) é então automaticamente fechada, interrompendo a comunicação da carga de vácuo (CV) e ar atmosférico (AA) para o compartimento de resíduos (14), depois de um período de tempo selecionado, na faixa de 5-20 segundos, preferivelmente, de aproximadamente 10-15 segundos, terminando a fase (II) de carregamento do elemento de volume de armazenamento temporário.
Especificamente, deve ser agora evidente que nas fases operacionais descritas, o bloqueio hermético de fluido da carga de vácuo (CV) e comunicação de ar atmosférico (AA) para o compartimento de resíduos (14) é garantido durante a fase (I) de carregamento na unidade de admissão e a carga de vácuo (CV) e ar atmosférico (AA) é seletivamente comunicada ao compartimento de resíduos (14) da unidade de admissão (10) durante a fase (II) de carregamento do elemento de volume de armazenamento temporário, que é de duração especificada limitada. Além disso, o líquido é continuamente drenado do compartimento de resíduos (14) da unidade de admissão, através do dreno de líquido (24), pelo menos, durante a fase (I) de carregamento na unidade de admissão. Em particular, o líquido é preferivelmente drenado em todos os momentos, exceto durante a fase (II) de carregamento do elemento de volume de armazenamento temporário. Durante a dita fase (II), o dreno de líquido (24) é automaticamente fechado pela carga de vácuo (CV) aplicada, conforme é evidente da figura 4 e da descrição anexa.
O acesso à introdução de resíduos ao compartimento de resíduos (14) é bloqueado durante a apl icação de carga de vácuo (CV) à unidade de admissão (10) na fase (II) de carregamento do elemento de volume de armazenamento e o acesso ao mesmo é então automaticamente permitido novamente na seguinte fase (I) de carregamento na unidade de admissão, quando a comunicação da carga de vácuo (CV) ao compartimento de resíduos (14) tiver sido interrompida.
Após a completação da fase (II) de carregamento no elemento de volume de armazenamento temporário mediante fechamento da válvula de fluxo de ar, o sistema (1) retorna à fase (I) de carregamento na unidade de admissão, pronto para a introdução de novo resíduo dentro do compartimento de resíduos (14). Entretanto, no caso do espaço ou volume de armazenamento temporário (3) ser enchido com resíduo coletado até um limite superior, o qual pode ser detectado por um sensor de nível separado (não ilustrado), ou conforme anteriormente, o espaço de armazenamento será esvaziado em uma fase (III) de esvaziamento do elemento de volume de armazenamento temporário. Nessa fase, a aplicação de carga de vácuo (CV) ao elemento de volume de armazenamento temporário (3) é primeiro interrompida mediante fechamento da válvula (52) e o ar atmosférico (AA) é então seletivamente introduzido dentro do elemento de volume de armazenamento temporário (3) mediante abertura da válvula (6), para ventilar a carga de vácuo do mesmo, antes da remoção do material de resíduo do elemento de volume de armazenamento. Após completar a fase (III) de esvaziamento do elemento de volume de armazenamento temporário (3), a conexão do ar atmosférico (AA) ao elemento de volume de armazenamento temporário é terminada e a carga de vácuo (CV) é novamente aplicada, de modo que o sistema (1) está pronto para novas fases (I) de carregamento na unidade de admissão e fases (II) de carregamento do elemento de volume de armazenamento temporário.
Uma modalidade presentemente preferida da unidade de admissão (10) será agora descrita em detalhes, fazendo- se referência específica às figuras 3-4, 5A-5D e 6A-6D. A unidade de admissão (10) consiste de uma carcaça externa (30), tendo um anel superior fixo (18) fixado a uma primeira extremidade (3 OA) do mesmo, que, por sua vez, define uma abertura de entrada central de resíduo (12), que pode ser fechada e vedada por meio de uma tampa removível (17) provida com uma alça (17A), por meio da qual a tampa (17) pode ser girada e levantada. A tampa (17) é travada numa posição fechada, por meio de uma trava tipo baioneta, formada de pinos (17B) que se estendem externamente, a partir da tampa (17) e que podem ser inseridos através de ranhuras (18B) na superfície interna do anel (18), de modo que se engatam no anel (18) a partir da parte de baixo, quando a alça e a tampa são giradas, conforme será descrito posteriormente. Numa segunda extremidade (30B), a carcaça externa (3 0) é provida igualmente de uma parede de base fixa (22), a qual é fechada, exceto em que uma abertura de dreno central (22A) (figuras 5D, 6D) faz parte do dreno de líquido (24). Uma extremidade de um modelo de copo de dreno 2(23) é encaixada na carcaça externa (30), envolvendo a abertura de dreno (22A) e uma segunda extremidade desse modelo de copo de dreno pode ser conectada a um coletor de água (71) (figura 8) e, depois, ao sistema de esgotos. Uma esfera (23A) é recebida no copo de dreno (23) e serve para automaticamente fechar a abertura de dreno (22A) quando a carga de vácuo (CV) é aplicada à unidade de admissão (10), durante a fase (II) de carregamento do elemento de volume de armazenamento. Quando a esfera (23A) não é afetada pelo vácuo, a mesma é suportada sobre abas de suporte (23B) no copo de dreno (23), permitindo a passagem de líquido.
Na parede perimétrica (3OC) da carcaça externa (30), é formada uma abertura de saída de resíduos (31), na qual uma tubulação de resíduos (8) é conectada para seletivamente aplicar a carga de vácuo (CV) à unidade de admissão (10) e uma abertura de entrada de ar atmosférico (32), que é conectada através de um dispositivo silenciador (45) à atmosfera, para seletivamente introduzir ar atmosférico (AA). As aberturas de saída de resíduo e entrada de ar atmosférico, respectivamente, (31) e (32), são formadas numa distância perimétrica entre si na parede externa (30C), sendo, preferivelmente, dispostas diretamente opostas entre si. Vedações ou gaxetas resilientes (34) são fixadas no lado interno da carcaça externa, cada qual envolvendo a respectiva abertura (31), (32) e tendo um adequado formato, para engatar de um modo vedado, um recipiente interno (11) a ser posteriormente descrito. Dois ímãs de sustentação elétricos (37), (38) são fixados na parede perimétrica (30C) da carcaça externa (30) e seus respectivos pinos de sustentação (não especificamente ilustrado) são extensíveis e retráteis de furos associados (igualmente não especificamente ilustrado) em um recipiente interno (11), para controlar a rotação dos mesmos, conforme posteriormente descrito.
O recipiente interno (11) apresenta um formato geralmente cilíndrico, com primeira e segunda extremidades abertas (11A), (11B), respectivamente. O recipiente forma um compartimento de resíduos interno (14), sendo suportado para rotação na carcaça externa (30). Por meio de apropriado meio de vedação (não especificamente ilustrado), o recipiente interno (11) é vedado contra a carcaça externa (30), na sua extremidade superior (11A) e sua extremidade inferior (11B), dessa forma, evitando que o resíduo seja introduzido e também evitando que o dito resíduo escape do recipiente interno (11) na base (22). Na dita extremidade inferior (11B), o recipiente interno (11) apresenta uma peneira (21) que retém o resíduo sólido no compartimento de resíduos (14), porém, permitindo que o líquido escape através do dreno de líquido (24) todas as vezes para o sistema de esgotos, exceto durante a fase (II) de carregamento no espaço de armazenamento, quando a carga de vácuo (CV) aplicada eleva a esfera (23), de modo que faz a vedação da abertura do dreno central (23A), evitando o arraste de retorno no esgoto. Uma abertura de saída de resíduos (15) e uma abertura de entrada de ar atmosférico (16) são providas em uma parede externa periférica (13) do recipiente interno (11), a uma distância perimétrica entre si, correspondente àquela entre a abertura de saída de resíduos (31) e as aberturas de entrada de ar atmosférico (32) na parede externa (30C) da carcaça externa (30). Dispositivos de válvula de fluxo de ar para comunicação seletiva de abertura e fechamento entre a carga de vácuo (CV) e o ar atmosférico (AA) , através do compartimento de resíduos (14), são formados pelas aberturas de saída de resíduos e de entrada de ar atmosférico (15), (16), respectivamente, do recipiente interno (11), aberturas de saída de resíduos e entrada de ar atmosférico (31) e (32), respectivamente, da carcaça externa (30) e vedações ou gaxetas resilientes (34). A abertura e fechamento, respectivamente, dos dispositivos de válvula de fluxo de ar (15), (16), (31), (32), (34) é controlada pela rotação do recipiente interno (11) em um ângulo de aproximadamente 60 a 90-. O recipiente interno pode ser girado entre uma posição de carregamento na unidade de admissão (ICP), a qual é especificamente ilustrada nas figuras 5A-5D, e uma posição de carregamento no elemento de volume de armazenamento (SCP), a qual é especificamente ilustrada nas figuras 6A-6D. Na posição de carregamento na unidade de admissão (ICP), assim como, durante a maior parte da rotação do dito alojamento interno, as respectivas aberturas de saída de resíduos (15), (31) e aberturas de entrada de ar atmosférico (16), (32) são hermeticamente vedadas entre si pelas vedações (34), que se encaixam em uma superfície externa da parede externa periférica (13) do recipiente interno (11). Na posição de carregamento do elemento de volume de armazenamento (SCP), as aberturas de saída de resíduos (15), (31) e aberturas de entrada de ar atmosférico (16), (32) do recipiente interno (11) e da carcaça externa (30), respectivamente, são alinhadas, de modo a permitir o fluxo de ar através do compartimento de resíduos (14).
Na modalidade ilustrada, o recipiente interno (11) é girado manualmente entre as ditas posições. Especificamente, com a tampa (17) na posição da abertura de entrada de resíduo (12), os pinos de travamento tipo baioneta (17B) da dita tampa se engatam nas fendas (11C) na primeira extremidade superior (IlA) do recipiente interno (11), de modo que a rotação da alça (17A) faz com que o recipiente interno (11) gire entre a posição normal de carregamento na unidade de admissão (ICP), em que a válvula de fluxo de ar (15), (16), (31), (32), (34) é fechada e as aberturas de saída de resíduos (15), (31) e aberturas de entrada de ar atmosférico (16), (32) são hermeticamente vedadas entre si, e a posição de carregamento no elemento de volume de armazenamento (SCP), em que um fluxo de ar é criado, através do compartimento de resíduos (14), para remover o resíduo introduzido. Com a rotação do alojamento interno (11), é acionada uma mola de retorno (19), posicionada sobre o recipiente interno (11) e fixada ao mesmo e à carcaça externa (30). O recipiente interno é mantido na posição de carregamento do elemento de volume de armazenamento (SCP), por um período de tempo, preferivelmente, de aproximadamente 10-15 segundos, por meio de um ímã de sustentação elétrico (38), o qual se encaixa em um furo, aqui não especificamente ilustrado. Um cronômetro (não ilustrado) controla o ímã de sustentação elétrico (38), de modo a liberar o dito furo depois de um tempo estabelecido, após o que a mola de retorno (19) gira o alojamento interno de volta para a posição de carregamento na unidade de admissão (ICP). Durante a rotação e a partir da posição de carregamento no elemento de volume de armazenamento (SCP) e na dita posição, a tampa é travada na sua posição fechada e vedada mediante o engate de pinos de travamento tipo baioneta (17B) com o lado subjacente do anel (18). Quando o recipiente interno (11) tiver alcançado novamente a posição de carregamento na unidade de admissão (ICP), a tampa (17) pode ser removida, uma vez que os pinos (17B) são alinhados com as ranhuras (18B) na superfície interna do anel (18). Dessa forma, a unidade de admissão (10) está pronta para uma nova fase (I) de carregamento na unidade de admissão. 0 outro ímã de sustentação elétrico (37) é controlado pelo sensor de vácuo (40), de modo que seu pino de sustentação é estendido para se engatar em um furo (não especificamente designado) no recipiente interno (11) e para bloquear a rotação do mesmo, quando a pressão de vácuo na tubulação de resíduos (8) cair abaixo do limite inferior estabelecido e que este pino é retraído para liberação do recipiente interno (11), quando o nível depressão de vácuo estabelecido for alcançado. Esse funcionamento é especialmente importante em aplicações em que o sistema (1) apresenta diversas unidades de admissão de resíduo (10) e em que deve ser garantido que a correta pressão de vácuo esteja presente imediatamente a jusante de cada unidade de admissão (10), antes da abertura da associada válvula de fluxo de ar.
A figura 7 ilustra uma segunda modalidade do sistema de gerenciamento de resíduos da invenção. Esse sistema (101), de modo geral, é bastante similar ao sistema mostrado na primeira modalidade, porém, apresenta diversas unidades de admissão (10). As unidades de admissão (10) ilustradas são todas idênticas àquelas da primeira modalidade e são todas conectadas a um elemento de volume de armazenamento temporário (103) através de tubulações de resíduos (8). No entanto, nessa modalidade, o elemento de volume de armazenamento temporário (103) é formado como uma coluna de resíduos estendida verticalmente, a qual, na sua extremidade inferior é integrada a um sistema de transporte de resíduos a vácuo, consistindo de uma tubulação de transporte de resíduos (102) conectada à coluna de resíduos (103), através de uma válvula de descarga de coluna de resíduos (107), para aplicação de vácuo ao transporte de resíduos (VT), a partir de uma central de coleta distante das unidades de admissão. Em outras palavras, na fase (III) de esvaziamento do elemento de volume de armazenamento, a válvula de descarga da coluna de resíduos (107) abre a extremidade inferior da coluna de resíduos (103) dentro da tubulação de transporte (102), de modo que o resíduo coletado na coluna de resíduos (103) possa ser removido pelo vácuo de transporte (VT). Essa válvula de descarga (107) não é descrita em detalhes, porém, preferivelmente, pode ser de qualquer tipo divulgado no documento de patente WO 02/102686, ao qual é feito referência sobre esse aspecto.
Na sua extremidade superior ou em qualquer outra posição adequada, a coluna de resíduos (103) é igualmente conectada através de uma entrada de vácuo (105), uma tubulação de vácuo (153) e uma válvula de descarga de vácuo (152) a uma fonte de pressão de vácuo (151), liberando a carga de pressão de vácuo (CV). 0 elemento de volume de armazenamento temporário ou tanque de vácuo (103) é, conforme anteriormente, conectado à atmosfera (AA) através de uma abertura de entrada de ar (106A) e uma válvula de ar atmosférico (106). A operação e funcionamento dessa segunda modalidade e de suas diferentes válvulas e tubulações são idênticos à primeira modalidade, exceto pelo fato de que existem diversas unidades de admissão conectadas e que o esvaziamento do resíduo coletado do elemento de volume de armazenamento temporário/tanque de vácuo (103) não é manual e por gravidade, sendo integrado ao convencional sistema de transporte de resíduos a vácuo.
Na figura 8 é ilustrado um exemplo de uma aplicação prática da primeira modalidade do sistema de gerenciamento de resíduos (1) da presente invenção (ligeiramente exagerado no tamanho, por razões de melhor entendimento) numa residência separada (4) de uma única família, tendo um apartamento (4A) para uma única família e um porão (4B). No presente caso, a fonte de vácuo (51), a linha de vácuo (53) e o elemento de volume de armazenamento temporário (3) são instalados no porão (4B), com o elemento de volume de armazenamento provido em uma adequada altura, acima do piso do porão, para um conveniente esvaziamento dentro do recipiente de transferência (2). A unidade de admissão (10) é instalada na parte superior de um balcão da cozinha (46) e, conseqüentemente, o sistema (1) é aqui principalmente idealizado para gerenciar o resíduo úmido ou de alimentos da cozinha. Conseqüentemente, um dreno de líquido (24) da unidade de admissão (10) é conectado através de um coletor de água (71) ao sistema de esgotos (70) da residência (4). Em tal aplicação, a tubulação de resíduos (8) e o equipamento correlacionado serão facilmente acomodados sob a parte superior do balcão (46), a partir do qual a tubulação de resíduos (8) pode ser diretamente conectada ao elemento de volume de armazenamento (3).
A residência (4) é mostrada na figura 8 como uma residência separada de uma única família, porém, o sistema ilustrado (1) pode com poucas ou com nenhuma modificação, além da adição de uma unidade de admissão, ser usado em uma residência de duas famílias, tal como, uma residência parcialmente separada. Deve ser também enfatizado que para uma residência que não apresenta porão, o tanque de vácuo e a fonte de vácuo podem, de outro modo, serem providos em outra área adequada da residência, tal como, a garagem, ou em uma cobertura separada ou outra pequena construção adequada.
Em aplicações tendo uma ou algumas unidades de admissão, cada unidade de admissão, preferivelmente, é diretamente conectada ao elemento de volume de armazenamento, através de uma tubulação de resíduos separada e o elemento de volume de armazenamento é esvaziado por gravidade, através de seu fundo. Entretanto, isso não exclui soluções alternativas, em que pequenas redes de tubulação são formadas também para pequenos números de unidades de admissão e/ou onde volumes de armazenamento de diversos pequenos sistemas para as respectivas residências separadas ou parcialmente separadas são conectados, através de uma válvula adequada, a uma tubulação central de transporte de vácuo, para esvaziamento por meio de vácuo.
Na figura 9 é ilustrado um exemplo de uma aplicação prática da segunda modalidade do sistema de gerenciamento de resíduos (1) da presente invenção, em um edifício de múltiplas unidades (104), tendo múltiplos apartamentos de família única (104A-104H), um sótão (1041) e um porão (104J). No presente caso, a coluna de resíduos/elemento de volume de armazenamento temporário (103) é estendida verticalmente através do edifício (104) e a fonte de vácuo (151) e a linha de vácuo (153) são mostradas instaladas no sótão (1041) do edifício (104). A válvula de descarga (107) é provida na extremidade inferior do elemento de volume de armazenamento temporário (103), no porão (104J). Nessa aplicação do sistema de gerenciamento de resíduos (101), o elemento de volume de armazenamento é integrado a um sistema de transporte de resíduos por vácuo, para esvaziamento do resíduo coletado no elemento de volume de armazenamento (103). Especificamente, a válvula de descarga (107) se abre dentro de uma tubulação de transporte (102) e através da válvula de descarga aberta (107) e dita tubulação de transporte (102), é aplicada uma pressão de vácuo de transporte de resíduos (VT) à coluna de resíduos (103), a partir de uma central de coleta (160) que se encontra distante das unidades de admissão (10) e que apresenta uma fonte de pressão de vácuo (161). Nessa aplicação, a multiplicidade de unidades de admissão (10) se dispõe em um apartamento separado (104A-H), igualmente e preferivelmente suportada na parte superior de balcão de cozinha (não ilustrado), sendo conectada diretamente ao elemento de volume de armazenamento (103) através de uma tubulação de resíduos separada (8), e/ou alternativamente, conectada através de uma rede de tubulações (108). No caso do sistema de gerenciamento de resíduos (101) ser usado principalmente para resíduos úmidos de cozinha, o dreno de líquido (24) das unidades de admissão (10), pode, conforme ilustrado na figura 8, para a aplicação da primeira modalidade, ser conectado ao sistema de esgotos (no presente caso, não especificamente mostrado) do edifício (104). Como complemento ou alternativa ao mesmo, a válvula de descarga (107) na base do elemento de volume de armazenamento/coluna de resíduos (103) pode ser combinada com um sistema de desidratação de resíduos do tipo divulgado no Pedido de Patente da Coréia No. 10-2005-07421, dos presentes requerentes.
Na figura 10 são ilustradas outras aplicações esquemáticas de variações (201) e (301) das primeira e segunda modalidades do sistema de gerenciamento de resíduos da presente invenção. No lado direito dessa figura, é ilustrada uma residência (4) de família única separada ou uma residência (4) de duas famílias, parcialmente separada, como aquela mostrada na figura 8, tendo um sistema de gerenciamento de resíduos (201), de tipo similar ao da primeira modalidade da presente invenção. No entanto, nesse caso, o elemento de volume de armazenamento temporário (203) é integrado a um sistema móvel de transporte de resíduos por vácuo (80), conectado ao mesmo para executar o esvaziamento. 0 elemento de volume de armazenamento (203) apresenta uma válvula de descarga de resíduo (207) que se abre dentro de uma tubulação de transporte de resíduos (202) do sistema móvel de transporte de resíduos por vácuo (80) e através do qual uma pressão de vácuo de transporte de resíduos (VT) é aplicada ao elemento de volume de armazenamento (203) de um caminhão de vácuo (81). Essa alternativa do sistema de gerenciamento de resíduos da invenção é também adequada para aplicação numa área de casas residenciais de família única separada ou de casas residenciais de duas famílias parcialmente separadas, as quais podem ter individualmente seu próprio elemento de volume de armazenamento e que podem ser conectadas, separada ou simultaneamente, ao caminhão de vácuo para esvaziamento.
À esquerda dessa figura é ilustrada uma construção de múltiplas unidades (104), do tipo daquela mostrada na figura 9, tendo um sistema de gerenciamento de resíduos (301) similar ao da segunda modalidade da presente invenção. No presente caso, o elemento de volume de armazenamento temporário consiste da coluna de resíduos (303A) e de um tanque separado de resíduos (303B) ao qual a mesma é conectada, sendo ilustrado como integrada ao sistema móvel de transporte de resíduos por vácuo (80) , conectado para execução de esvaziamento. O tanque de resíduos (303B) é igualmente ilustrado, tendo uma válvula de descarga de resíduos (307) que se abre dentro de uma tubulação de transporte de resíduos (302) do sistema móvel de transporte de resíduos por vácuo (80) e através da qual, uma pressão de vácuo de transporte de resíduo (VT) é aplicada ao elemento de volume de armazenamento (303A, 303B) do caminhão de vácuo (81).
Especificamente, esse desenho deixa claro que o sistema básico de gerenciamento de resíduos da invenção não se restringe a qualquer método de esvaziamento específico ou sistema de descarga de resíduo coletado do elemento de volume de armazenamento temporário. Ao contrário, o sistema da invenção pode ser usado com a maioria das técnicas atualmente conhecidas para esvaziamento ou descarga de resíduos de um espaço de armazenamento.
Nas figuras 11A-11B é ilustrada uma modalidade modificada de uma unidade de admissão (10'), de acordo com a presente invenção. Nessa modalidade, foram tomadas medidas para garantir uma operação confiável da unidade de admissão, mesmo nos casos em que o resíduo tenha passado pelos elementos de vedação (34') (descritos e ilustrados em detalhes nas figuras 4, 5A-5D e 6A-6D, mas somente vagamente indicados na figura 11A), que fazem a vedação entre a carcaça externa (30') da unidade de admissão (10') e o recipiente interno (11'), durante a rotação deste último. Isto pode acontecer em especiais circunstâncias, em que resíduo de alimentos de consistência específica é freqüentemente inserido dentro da unidade de admissão (10'). Uma solução proposta pela invenção para tais possíveis problemas é caracterizada pela provisão de um recesso (60'), o qual é formado e que cobre as partes da superfície externa da parede externa periférica (13') do recipiente interno (11'). Especificamente, o recesso (60') cobre somente as partes da parede externa (13') que não são engatadas pelos elementos de vedação resiliente (34') durante a rotação do recipiente interno (11') ou, expresso de outro modo, as partes que não coincidem com o caminho do movimento relativo dos elementos de vedação (34') durante a dita rotação do recipiente interno. Um suprimento de água de vedação (62') é provido, o qual, na modalidade exemplificativa ilustrada consiste de uma mangueira de água (65'), a qual, através de um conector de mangueira (64') é conectada a um furo vazado (63') na carcaça externa (30') da unidade de admissão (10'). 0 furo (63') é provido a uma adequada altura, de modo a se abrir dentro de uma parte superior (60Ά) do recesso (60'), o qual é contínuo em torno do perímetro do recipiente interno (11'). Através do dito furo (63') na parede (30'C) da carcaça externa (30'), o suprimento de água (62'), dessa forma, se comunica continuamente com o recesso (60') para permitir uma descarga intermitente controlada do espaço ou uma descarga parcial, que é formada entre a carcaça externa (30') e o recipiente interno (11') pelo recesso (60'). Na extremidade inferior do recipiente interno (11'), as partes inferiores (60'B) do dito recesso (60') se comunicam através de fendas (61') dispostas no recipiente interno, com o dreno de líquido (24') na base (22') da carcaça externa (30'), para permitir a descarga da água de descarga. Embora o suprimento de água tenha sido ilustrado, por medida de simplicidade, como uma única conexão posicionada próximo à abertura de saída de resíduos (31') na carcaça externa (30'), deve ser enfatizado que a invenção não se restringe ao uso de apenas um suprimento de água ou ao ilustrado posicionamento. Na maioria das aplicações práticas, vantajosamente, o suprimento de água pode ser disposto, aproximadamente, na parte intermediária, entre as aberturas de entrada e saída, na carcaça externa.
A invenção foi descrita e ilustrada com específica referência a aplicações do sistema inventivo para construções e casas residenciais, porém, a invenção não se restringe a essas aplicações. Os princípios básicos da invenção podem com pequenas modificações ser aplicados a qualquer outro tipo de construção, tal como, construção de escritórios, assim como, a diferentes tipos de veículos e embarcações, tais como, navios de passageiros, balsas e aviões de passageiros, onde o resíduo é gerado em diferentes locais. Dependendo da aplicação em questão, especificamente, dependendo do tipo de fonte de energia que é disponível para o sistema, a invenção também cobre alternativas para rotação manual do recipiente interno da unidade de admissão, tais como, motores elétricos, pneumáticos ou hidráulicos. Embora a invenção tenha sido aqui descrita com referência específica às modalidades ilustradas, deve ser indicado que a presente invenção não se restringe às mesmas. Modificações e variações da invenção que são óbvias para um especialista versado na técnica, podem, portanto, ser executadas, sem que haja afastamento do escopo básico da invenção, o dito escopo sendo apenas determinado pelas reivindicações anexas.

Claims (14)

1. Unidade de admissão (10, 10') para introdução de material de resíduos domésticos, tendo uma abertura de entrada de resíduos (12) possível de ser fechada, um compartimento de resíduos (14) para recebimento do material de resíduo introduzido, uma saída de resíduos (15, 31), uma entrada de ar atmosférico (16, 32) e um dispositivo de válvula de fluxo de ar (15, 16, 31, 32, 34), caracterizada pelo fato de compreender: - um recipiente interno (11) formando o compartimento de resíduos (14) e sendo suportado para rotação em uma carcaça externa (30), tendo a abertura de entrada de resíduos possível de ser fechada (12) se comunicando com o compartimento de resíduos; - uma abertura de saída de resíduos (15) e uma abertura de entrada de ar atmosférico (16) sendo providos a uma distância perimétrica entre si, numa parede externa periférica (13) do recipiente interno; - uma abertura de saída de resíduos (31) e uma abertura de entrada de ar atmosférico (32) sendo providas em uma parede externa (30C) da carcaça externa (30) e a uma distância perimétrica entre si, correspondendo àquela entre a abertura de saída de resíduos (15) e a abertura de entrada de ar atmosférico (16) no recipiente interno (11); e em que o recipiente interno é ajustável mediante rotação entre uma posição de carregamento no elemento de volume de armazenamento (SCP), onde as aberturas de saída de resíduos (15, 31) e aberturas de entrada de ar atmosférico (16, 32) do recipiente interno e da carcaça externa, respectivamente, são substancialmente alinhadas, e uma posição de carregamento na unidade de admissão (ICP), em que as ditas respectivas aberturas de saída de resíduos (15, 31) e aberturas de entrada de ar atmosférico (16, 32) são hermeticamente vedadas entre si.
2. Unidade de admissão (10), de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato que o dispositivo de válvula de fluxo de ar (15, 16, 31, 32, 34) consiste de elementos de vedação resilientes (34), fixados à carcaça externa (30), cada qual envolvendo a abertura de saída de resíduos (31) e a abertura de entrada de ar atmosférico (32), respectivamente, fazendo a vedação mediante engate numa superfície externa da parede externa periférica (13) do recipiente interno (11), durante a rotação do dito recipiente interno.
3. Unidade de admissão (10), de acordo com quaisquer das reivindicações 1 ou 2, caracterizada pelo fato de ser provido um dreno de líquido (24) numa base fechada de modo diferente (22), da carcaça externa (30) da unidade de admissão (10) .
4. Unidade de admissão (10'), de acordo com a reivindicação 3, caracterizada pelo fato de incluir um recesso (60'), que cobre as partes da superfície externa da parede externa periférica (13') do recipiente interno (11') que não são engatadas pelos elementos de vedação resilientes (34') durante a rotação do dito recipiente interno, um suprimento de água de descarga (62') conectado à carcaça externa (30') da unidade de admissão (10') que se comunica com o recesso e em que o recesso se comunica com o dreno de liquido (24') na base (22') da carcaça externa (30'), para descarregar a água de descarga através do mesmo.
5. Sistema a vácuo de gerenciamento de resíduo doméstico (1, 101, 201, 301), tendo pelo menos uma unidade de admissão (10, 10'), de acordo com quaisquer das reivindicações 1-4, caracterizado pelo fato de ser conectado a um elemento de volume de armazenamento temporário (3, 103, 203, 303A, 303B), para remoção controlada de resíduo coletado do mesmo.
6. Sistema a vácuo de gerenciamento de resíduo doméstico (1, 101, 201, 301), de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o elemento de volume de armazenamento temporário (3, 103, 203, 303A, 303B) apresenta uma descarga de resíduos seletiva que pode ser fechada (7, 3A, 107, 2 07, 3 07) e em que o elemento de volume de armazenamento temporário (3, 103, 2 03, 3 03 A, 3 03B) separado da descarga de material de resíduo, apresenta uma entrada de vácuo controlada (5, 105, 2 05, 3 05) para aplicar seletivamente uma carga de vácuo (CV) ao mesmo.
7. Sistema (1, 101, 2 01, 3 01), de acordo com as reivindicações 5 ou 6, caracterizado pelo fato de dispor de meios (40) para detectar um valor representativo do nível de vácuo da carga de vácuo (CV) próximo da saída de resíduos (15, 31) de cada unidade de admissão (10) e de meios de controle (37) para recebimento da informação dos ditos meios de detecção, para comparar a dita informação recebida com um valor mínimo de nível de vácuo previamente estabelecido e para controlar a operação do dispositivo de válvula de fluxo de ar (15, 16, 31, 32, 34) de cada unidade de admissão e, dessa forma, a conexão da saída de resíduos para o elemento de volume de armazenamento temporário (3, 103, 203, 303A, 303B) e da abertura de entrada de ar (16, 32) para a atmosfera, baseado na dita comparação, para, dessa forma, bloquear a comunicação da carga de vácuo ao compartimento de resíduos (14) de cada unidade de admissão individual, quando o valor do nível de vácuo detectado for abaixo do limite inferior estabelecido.
8. Sistema (1, 101, 201, 301), de acordo com quaisquer das reivindicações 5-7, caracterizado pelo fato de que a saída de resíduos (15, 31) de cada unidade de admissão é conectada ao elemento de volume de armazenamento temporário (3, 103, 2 03, 3 03A, 3 03B) através de uma tubulação de resíduos (8) ou uma rede de tubulação de resíduos (108) ligada entre si.
9. Sistema (1), de acordo com quaisquer das reivindicações 5-8, para aplicação em uma casa residencial (4) separada de família única ou uma casa residencial (4) parcialmente separada de duas famílias, caracterizado pelo fato de que a unidade de admissão ou cada unidade de admissão (10) é conectada ao elemento de volume de armazenamento (3), através de uma tubulação de resíduos separada (8) e que o elemento de volume de armazenamento apresenta uma base possível de abertura (3A, 7), para esvaziamento do resíduo coletado da mesma por gravidade.
10. Sistema (101), de acordo com quaisquer das reivindicações 5-8, para aplicação em uma construção residencial de múltiplas unidades (104), caracterizado pelo fato de que cada unidade de admissão (10) é conectada ao elemento de volume de armazenamento (103), através de uma tubulação de resíduos separada (8) ou, alternativamente, através de uma rede de tubulação (108), que o elemento de volume de armazenamento é estendido na forma de uma coluna de resíduos através da construção e que o elemento de volume de armazenamento é integrado a um sistema de transporte de resíduos por vácuo (102, 160, 161), conectado à coluna de resíduos para aplicação de pressão de vácuo de transporte de resíduos (VT) à mesma, a partir de uma central de coleta (160) distante das unidades de entrada e através da abertura de uma válvula de descarga da coluna de resíduos (107) dentro de uma tubulação de transporte (102) .
11. Sistema (201, 301), de acordo com quaisquer das reivindicações 5-8, para aplicação em uma área de construção de casas residenciais separadas (4) de família única ou de casas residenciais parcialmente separadas (4) de duas famílias ou em uma construção residencial de múltiplas unidades (104), caracterizado pelo fato de que cada unidade de admissão (10) é conectada a um associado elemento de volume de armazenamento (203, 303A, 303B) através de uma tubulação de resíduos separada (8) ou, alternativamente, através de uma rede de tubulações (108), que o(s) elemento (s) de volume ou volumes de armazenamento seja(m) integrado(s) a um sistema de transporte móvel de resíduos por vácuo (80), conectado ao elemento(s) de volume ou volumes de armazenamento para aplicação de pressão de vácuo de transporte de resíduo (VT) ao mesmo, a partir de um caminhão de vácuo (81), através da abertura de uma válvula de descarga de vácuo (207, 307) dentro de uma tubulação de transporte (202, 302).
12. Sistema (1, 101, 2 01, 3 01), de acordo com quaisquer das reivindicações 5-11, caracterizado pelo fato de que cada das ditas unidades de admissão (10) são dispostas em um apartamento separado (4; 104A-104H), apoiadas sobre a parte superior de um considerado balcão de cozinha (46) .
13. Sistema (1, 101, 201, 301), de acordo com quaisquer das reivindicações 5-12, caracterizado pelo fato de incluir uma válvula de liberação de vácuo (6, 106), para introduzir seletivamente ar atmosférico (AA) dentro do elemento de volume de armazenamento temporário (3, 103, 203, 3 03A, 303B) .
14. Uso de um sistema, de acordo com quaisquer das reivindicações 5-13, caracterizado pelo fato de que o dito uso se aplica no gerenciamento de resíduos molhados de cozinha.
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