BRPI0712559A2 - composiÇÕes e mÉtodos para o tratamento de insuficiÊncia cardÍaca congestiva - Google Patents

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BRPI0712559A2
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glu
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Diana Y Lewis
Samuel Janssen
Ved Srivastava
Carolyn M Jodka
Que Liu
Christopher J Soares
Quing Lin
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Amylin Pharmaceuticals Inc
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Abstract

COMPOSIÇÕES E MÉTODOS PARA O TRATAMENTO DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. É aqui fornecido o uso de moléculas de GLP-1 ou agonistas ou análagos das mesmas, e o uso de moléculas de exendina ou agonistas ou análagos das mesmas, incluindo seus derivados e fragmentos ativosa, para a prevenção ou tratamento de insuficiência cardíaca congestiva. Composições farmacêuticas para uso nos métodos aqui descritos são também reveladas. São ainda fornecidos composições e métodos para o tratamento e/ou prevenção de diabetes melitus, hiperglicemia, resistência á insulina e obesidade, e para a redução da ingestão de comida e supressão de apetite em indivíduos.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOSIÇÕES E MÉTODOS PARA O TRATAMENTO DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA".
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se geralmente, aUso de moléculas de GLP-1 ou os agonistas e análogos das mesmas, e aUso de moléculas de exendina ou os agonistas ou análogos das mesmas, e mais particularmente, aUso de destas moléculas para a prevenção ou tratamento de insuficiência cardíaca congestiva. Composições farmacêuticas para uso nos métodos da invenção também são descritas. A presente invenção ainda refere-se a composições e métodos para o tratamento de diabetes melito, para a pre- venção de hiperglicemia e para a redução do consumo alimentar dos pacien- tes.
ANTECEDENTES
A amida glucagon similar ao peptídio-1[7-36] (também referida como GLP-[7-36]NH2 ou GLP-1) é um produto do gene do proglucagon. Ela é secretada no plasma principalmente dos intestinos e produz uma varieda- de de efeitos biológicos relacionados à função pancreática e gastrointestinal. Seu parente peptídio, proglucagon (PG), possui numerosos locais de ligação que produzem outros produtos peptídicos dependentes do tecido de origem incluindo glucagon (PG[32-62]) e GLP-1 [7-36]NH2 (PG[78-107]) no pân- creas, e GLP-1 [7-37] (PG[78-108]) e GLP-1 [7-36])NH2 (PG[78-107]) nas cé- lulas L do intestino, onde GLP-1 [7-36]NH2(78-107 PG) é o produto principal.
GLP-1 [7-36]NH2, ou comumente, apenas "GLP-1", como aqui utilizado, possui um efeito insulinotrópico, estimulando a secreção de insuli- na das células beta-pancreáticas; o GLP-1 também inibe a secreção de glu- cagon das células alfa-pancreáticas (Orskov, et al, Diabetes, 42:658-61, 1993; D'Alessio, et al, J. Clin, Invest. 97:133-38, 1996). O GLP-1 suposta- mente inibe o esvaziamento gástrico (Williams B, et al, J. Clin.Endocr. Me- tab., 81 (1): 327-32, 1996; Wettergen A et al, Dig. Dis. Sci., 38 (4): 665-73, 1993), e a secreção de ácido gástrico. (Schjoldager BT, et al, Dig. Dis. Sci., 34 (5): 703-8, 1989; 0'Halloran DJ et al, J. Endocrinol., 126 (1): 169-73, .1990; Wettergen A, et ai, Dig. Dis. Sei, 38 (4): 665-73, 1993). Um efeito diu- rético, antidipsogênico da administração intracerebroventricular do GLP-1 foi relatado, porém, este relato diz que uma injeção periférica, intraperitoneal de GLP-1 não possuiu este efeito. (Tand-Christensen et al., Am. J. Physiol., 271 :R848-56, 1996). O GLP-1 [7-37], que possui um resíduo adicional de glicina de resíduo em seu término carbóxi, também estimula a secreção de insulina em seres humanos (Orskov et al., Diabetes, 42:658-61, 1993). Uma proteína de transmembrana G receptor adenilato-ciclase-acoplado, que pode ser a responsável pelo efeito insulinotrópico do GLP-1, foi clonada a partir de uma biblioteca de ilhota pancreática de cDNA DNAc de rato (Thorens, B., Proc. Natl. Acad. Sei. EUA 89:8641-45, 1992).
Glucagon e peptídios semelhantes ao glucagon possuem dife- rentes efeitos cardiovasculares. O glucagon possui efeitos inotrópicos positi- vos e cronotrópicos, produzem um leve aumento na pressão sangüínea arte- rial em indivíduos normais, e afetam a circulação sangüínea regional. Uma alta dose de GLP-1 mostrou produzir um aumento moderado na pressão sangüínea sistólica e diastólica, enquanto o GLP-2 não possui efeito sobre esses parâmetros. Uma dose extremamente alta de GLP-1, administrada através da veia jugular, mostrou induzir um aumento na pressão sangüínea sistólica e diastólica e taxa cardíaca. Este efeito é mediado por receptores de GLP-1 no SNC. (Revisado em Barragan, J.M. et al., Regulatory Peptides,67:63-68, 1996).
As exendinas são peptídeos encontrados na saliva do monstro de Gila, um lagarto endógeno do Arizona, e lagarto de barba mexicano. A exendina-3 está presente na saliva do Heloderma horridum, e a exendina-4 está presente na saliva do Heloderma suspectum (Eng., J., et al., J. Biol. Chem., 265:20259-62, 1990; Eng., J., et al., J. Biol. Chem., 267:7402-05,1992). As exendinas possuem alguma similaridade de seqüência com vários membros da família de peptídios semelhantes ao glucagon, com a maior identidade, 53%, sendo do GLP-1 (Goke, et al., J. Biol. Chem., 268:19650-55, 1993).
A exendina-4 é um potente agonista do receptor de GLP-1. O peptídio também estimula a liberação de somatostatina e inibe a liberação gástrica em estômagos isolados (Goke, et al., J. Biol. Chem., 268:19650-55, .1993; Schepp, et al., Eur. J. Pharmacol., 69:183-91, 1994; Eissele et al., Life Sci., 55:629-34, 1994). A exendina-3 e exendina-4 mostraram ser agonistas do receptor de GLP-1 em estimular a produção de AMPc em, e liberação de amilase de, células acinares pancreáticas (Malhotra, R., et al., Regulatory Peptides, 41:149-56, 1992; Raufman et al., J. Biol. Chem., 267:21432-37, .1992; Singh, et al., Regulatory Peptides, 53:47-59, 1994). Uso de atividades insulinotrópicas da exendina-3 e exendina-4 para o tratamento de diabetes mellitus e a prevenção de hiperglicemia foi proposto (Eng, Patente USA Ns .5,424,286). O US Food and Drug Administration (FDA) dos EUA aprovou a injeção de BYETTA® (exenatida) como terapia adjunta para melhorar o con- trole glicêmico em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 que estão to- mando metformina, uma sulfoniluréia, ou uma combinação de metformina e uma sulfoniluréia, mas não atingiram controle glicêmico adequado.
Peptídios de exendina truncados como a exendna-[9-39], uma molécula carboxiamidada, e fragmentos 3-39 a 9-39 mostraram ser antago- nistas seletivos potentes do GLP-1 (Goke, et al., J. Biol. Chem., 268:19650- .55, 1993; Raufman, J. P. et al., J. Biol. Chem., 266:2897-902, 1991; S- chepp, et al., Eur. J. Pharmacol., 269:183-91, 1994; Montrose-Rafizadeh, et al., Diabetes, 45(Supl. 2):152A, 1996). A exendina [9-39] bloqueia o GLP-1 endógeno in vivo, resultando em secreção reduzida de insulina. Wang et al., J. Clin. Invest., 95:417-21, 1995; D'Alessio, et al., J. Clin. Invest., 97:133-38, .1996). O receptor aparentemente responsável pelo efeito insulinotrópico do GLP-1 foi clonado de células de ilhotas pancreáticas de rato (Thorens, B., Proc. Natl. Acad. Sei. EUA 89:8641-45, 1992). As exendinas e a exendina [9- .39] ligam-se ao receptor GLP-1 clonado (receptores GLP-1 de célula pan- creática de rato: Fehmann, HC et al., Peptides, 15 (3):453-6, 1994; receptor do GLP-1 humano: Thorens, B., et al., Diabetes 42 (11):1678-82, 1993). Em células transfectadas com o receptor de GLP-1 clonado, a exendina-4 é um antagonista, isto é, ele bloqueia as ações estimulatórias da exendina-4 e GLP-1. Id. A exendina [9-39] também atua como um antagonista de exen- dinas de comprimento total, inibindo a estimulação de células acinares pan- creáticas por exendina-3 e exendina-4 (Raufman, et. al, J. Biol. Chem., 266:2897-902, 1991; Raufman et I., J. Biol. Chem., 266:21432-37, 1992). A exendina [9-39] inibe o estímulo de níveis de insulina plasmática pela exen- dina-4, e inibe o estímulo de liberação de somatostatina e atividades de ini- bição de liberação de gastrina da exendina-4 e GLP-1 (Kolligs, F., et al., Di- abetes, 44:16-19, 1995; Eissele et al., Life Sciences, 55:629-34, 1994). A exendina-4, administrada através da veia jugular, reputadamente induz um aumento da pressão sangüínea arterial sistólica, diastólica e média, e na taxa cardíaca (Barragan, et al., Regulatory Peptides, 67:63-68, 1996).
A insuficiência cardíaca congestiva ("CHF") é uma das causas mais comuns de mortes e deficiências em nações industrializadas e possui uma taxa de mortalidade de cerca de 50% em cinco anos (Goodman e Gill- man's The Pharmacological Basis of Therapeutics, 9th Ed. McGraw Hill, N.Y., p. 809-838). A insuficiência cardíaca congestiva pode ser causada pela ocorrência de um evento de índice, como infarto do miocárdio ou pode ser secundária a outras causas, como hipertensão, doença cardíaca isquêmica, malformações cardíacas como doença valvular, ou exposição a compostos cardiotóxicos como antibióticos com antracilina. Sem estar limitando-se à teoria, relatou-se que a carga de trabalho aumentada que resulta da alta pressão sangüínea ou a perda de tecido contrátil induz à hipertrofia dos car- diomiócitos compensatórios e espessamento da parede ventricular esquer- da, assim inibindo a contratilidade e mantendo função cardíaca. Porém, com o tempo, a câmara ventricular esquerda se dilata, a função sistólica e diastó- lica se deteriora, os cardiomiócitos passam por morte celular apoptótica, e a função do miocárdio progressivamente se deteriora.
A insuficiência cardíaca congestiva pode se desenvolver lenta- mente. O declínio inicial na capacidade de bombeamento pode não ser ime- diatamente notado devido à ativação de um ou mais mecanismos compen- satórios. Além disso, a progressão da ICC parece ser independente do esta- do hemodinâmico do paciente. Portanto, as mudanças nocivas causadas pela doença podem estar presentes e em andamento enquanto o paciente permanece assintomático. De fato, os mecanismos compensatórios que mantêm a função cardiovascular normal durante as primeiras fases da ICC podem na verdade contribuir para a progressão da doença, por exemplo, exercendo efeitos deletérios no coração e na circulação.
O miocárdio predominantemente usa ácidos graxos livres como sua maior fonte de energia. Porém, a glicose permanece a fonte mais efici- ente de produção de ATP miocárdico em situações de isquemia miocárdica ou ferimentos devido à relativa economia de consumo de O2. Um grande problema na insuficiência cardíaca congestiva é a hiperglicemia por estresse e resistência à insulina. Como resultado de uma combinação de altos níveis circulantes de ácidos graxos livres e consumo reduzido de glicose, há uma mudança para a oxidação por ácidos graxos, depleção do ciclo de Krebs e diminuição da oxidação de glicose. Estas mudanças levam ultimamente a níveis reduzidos de fosfato de creatinina, perda de reserva energética e bai- xa eficiência de utilização de energia.
Os agentes atualmente usados para o tratamento de insuficiên- cia cardíaca congestiva incluem inibidores da enzima conversora de angio- tensina (ACE), beta-bloqueadores, compostos que induzem efeitos inotrópi- cos (por exemplo, aumento da força de contração do coração) e compostos que aumentam o fluxo de urina, ou diuréticos. Entre outras desvantagens associadas com Uso desses agentes para o tratamento de insuficiência car- díaca congestiva, esses agentes não abordam os problemas associados com a hiperglicemia e resistência à insulina por estresse adequadamente. Os diuréticos possuem várias propriedades que os tornam agen-
tes subotimizados para o tratamento de insuficiência cardíaca congestiva. Uma dificuldade encontrada com muitos diuréticos como tiazidas, diuréticos de loop, inibidores da anidrase carbônica, e diuréticos osmóticos, e embora possam ser empregados para aumentar a excreção de sódio, também resul- tam em um aumento da perda de potássio urinário. Exemplos de efeitos da perda de potássio incluem fraqueza muscular, paralisia (incluindo paralisia dos músculos respiratórios), anormalidades eletrocardiográficas, disritmia cardíaca, e parada cardíaca. Outra dificuldade encontrada com alguns diuré- ticos é sua taxa lenta de ação, que não condiz com seu uso em uma emer- gência.
Agentes inotrópicos atualmente em uso clínico incluem digitalis, aminas simpatomiméticas e amrinona (Harrison's Principies of Internai Medi- cine, 12th edition, 1991, McGraw Hill, N.Y., p. 894-899). A digotoxina, um glicosídeo cardíaco, é uma terapia antiga mas eficaz para insuficiência car- díaca, foi inicialmente derivado da folha de dedaleira, Digitalis purpúrea e Digitalis lanata. Os glicosídeos cardíacos são inibidores altamente seletivos e potentes do transporte ativo de íons de sódio e potássio através das mem- branas celulares (Goodman e Gilman, supra). Os glicosídeos cardíacos rela- tadamente aumentam a velocidade do encurtamento do músculo cardíaco, resultando em uma melhora da função ventricular; este efeito parece ser de- vido a um aumento da disponibilidade durante a sístole de Ca2+ citosólico para interagir com proteínas contráteis no aumento da velocidade e exten- são de encurtamento de sarcômeros (Goodman e Gilman, supra).
A digotoxina e glicosídeos cardíacos relacionados (por exemplo, a digitoxina) possuem durações úteis da ação devido à sua excreção, princi- palmente através dos rins, resulta em t1/2 plasmático de 1.5-5 dias. Mas o índice terapêutico desses fármacos é muito baixo com a taxa de dose mini- mamente efetiva:letal estando entre 5:1 e 10:1. A perda de potássio urinário devido aUso de tiazida e diuréticos de alça pode aumentar seriamente os perigos da intoxicação por digitalis, incluindo suscetibilidade a arritmia cardí- aca, e diuréticos que poupam potássio são freqüentemente necessários. A eliminação lenta de glicosídeos cardíacos pode prolongar o período de risco durante a intoxicação por digitalis, que ocorre em 20% de pacientes hospita- lares que usam estes fármacos. A absorção e início da ação para todos os glicosídeos cardíacos exceto a ouabaína são de certa forma prolongadas, e isso pode ser uma desvantagem em condições de emergência cardíaca.
As aminas simpatomiméticas, que geralmente incluem a epine- frina, isoproterenol, dopamina e dobutamina, podem ser úteis em um ajuste agudo para estimular a contratilidade miocárdica, mas normalmente reque- rem infusão intravenosa constante e monitoramento intensivo constante do paciente. Elas tipicamente perdem sua eficácia após 8 horas, aparentemente devido à regulação menor do receptor.
Assim, há a necessidade de agentes melhores para o tratamento de insuficiência cardíaca congestiva. Tais métodos, e compostos e composi- ções que são, portanto, úteis, foram inventados e são aqui descritos e rei- vindicados.
Uso de GLP-1, exendinas, ou agonistas de exendina ou GLP-1 para o tratamento de insuficiência cardíaca congestiva foi proposto. Vide, por exemplo, Patente US 6,703,359, arquivada em 5 de fevereiro de 1999, que possui propriedade comum com a presente invenção e é aqui incorporada por referência. Estudos recentes demonstraram que o tratamento agudo com GLP-1 (infusão de 48-72 horas) pode melhorar a função cardíaca em seres humanos e animais pós-infarto, melhorando a utilização de glicose miocárdi- ca. (Ver, por exemplo, Nikolaidis, L.A. et al., Circulation, 110:955-961, 2004; Bose, A.K. et al., Diabetesm 54:146-151, 2005). Porém, a eficácia de trata- mento a longo prazo ou crônico com GLP-1 ou exenatida na função cardíaca e remodelamento na insuficiência cardíaca congestiva era previamente des- conhecida. O presente O presente pedido de patente refere-se à descoberta surpreendente deste tratamento, e em particular se o tratamento crônico, com GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de GLP-1 ou exendi- na pode melhorar a função cardíaca, atenuar o remodelamento cardíaco e melhorar a capacidade de exercícios em um modelo animal com insuficiên- cia cardíaca congestiva. O tratamento crônico com GLP-1, uma exendina, ou um agonista de GLP-1 ou exendina também melhora o desempenho em e- xercícios e a sensibilidade à insulina. A administração crônica de GLP-1 ou incretina miméticos representa uma potencialmente nova abordagem tera- pêutica para o tratamento de insuficiência cardíaca congestiva.
Os compostos e composições descritos aqui são úteis também na redução de consumo alimentar e tratamento da obesidade. As exendinas mostraram inibir o esvaziamento gástrico (aplicação de patente US N2 de Série. 08/694,954, arquivado em 8 de agosto de 1996, que possui proprie- dade comum com a presente invenção e é aqui incorporada por referência). A exendina [9-39] foi usada para investigar a relevância fisiológica da GLP-1 central no controle do consumo alimentar (Turton, M.D. et al., Nature,379:69-72, 1996; Bhasvar, S. P. Soe. Neurosci. Abstr. 21:460 (188.8), 1995).
A administração de exendinas e análogos da exendina também mostrou possuir propriedade em comum com a presente invenção e é aqui incorpo- rada por referência).
A obesidade, excesso de tecido adiposo, está se tornando cada vez mais prevalente em sociedades desenvolvidas. Por exemplo, aproxima- damente 30% dos adultos nos Estados Unidos foram estimados em estarem 20 por cento acima do peso corporal desejado - uma medida aceitável de obesidade suficiente para impactar risco de saúde (Harrison's Principies of Internai Medicine 12th edition, McGraw Hill1 Inc. (1991) p. 411). A patogêne- se da obesidade acredita-se ser multifatorial mas o problema básico é que em pacientes obesos o consumo alimentar e gasto energético não entram em equilíbrio até que haja excesso de tecido adiposo. As tentativas de redu- zir o consumo alimentar, ou a hipernutrição, são infrutíferas a meio termo porque a perda de peso induzida por resultados dietéticos aumenta o apetite e diminui o gasto energético (Leibel et al., (1995), New England Journal of Medicine, 322:621-628). A intensidade de exercícios físicos necessários pa- ra gastar energia suficiente para perder massa adiposa materialmente é mui- ta para a maioria das pessoas suportarem com freqüência. Assim, a obesi- dade é atualmente uma doença pobremente tratada, crônica, essencialmen- te intratável e metabólica. Não apenas a própria obesidade é creditada como indesejável por motivos cosméticos, mas também acarreta em co- morbidades de risco sério, como diabetes tipo 2, artrite degenerativa, e inci- dência aumentada de complicações cirúrgicas envolvendo anestesia geral. O sobrepeso e a obesidade estão associados com numerosas complicações cardíacas, e morte súbita. A obesidade devido à hipernutrição é também um 30 fator de risco para o grupo de condições chamadas de síndrome da resis- tência à insulina, ou "síndrome X". Na síndrome X, relatou-se que há uma ligação entre a resistência à insulina e a hipertensão. (Watson N. e Sandler M., Curr. Med. Res. Opin., 12(6):374-378 (1991); Kodama J. et al., Diabetes Care, 13(11):1109-1111 (1990); Lithell et al., J. Cardiovasc. Pharmacol., 15 Supl. 5:S46-S52 (1990)). Nos poucos pacientes que tiveram sucesso em perder peso, em cerca de 10 por cento do peso corporal, pode haver melhora significante em condições co-mórbidas, mais especialmente diabetes tipo 2 na qual a dieta e a perda de peso são a modalidade terapêutica primária, sendo relativamente ineficientes em muitos pacientes pelos motivos alegados acima. A redução do consumo alimentar em pacientes obesos diminuiria o nível de glicose plasmática, o nível de lipídios plasmáticos, e o risco cardíaco nesses pacien- tes. A hipernutrição também é o resultado de, e a causa psicológica de, mui- tas doenças alimentares. A redução do consumo alimentar também seria benéfica no tratamento de tais distúrbios.
Assim, pode-se estimar que meios eficientes de reduzir o con- sumo alimentar são um grande desafio e Método superior de tratamento e seriam de grande utilidade. Tais métodos, e compostos e composições que são úteis, foram inventados e estão aqui descritos e reivindicados. Ainda, devido ao sobrepeso e a obesidade serem fatores de risco para doenças cardíacas, os métodos aqui descritos para o tratamento da obesidade e re- dução do consumo alimentar também podem retardar o início ou reduzir a severidade da insuficiência cardíaca congestiva ou outra doença cardíaca que é secundária à obesidade e sobrepeso. SUMÁRIO
Aqui fornecido está Uso de moléculas de GLP-1 ou seus agonis- tas e análogos, e Uso de moléculas de exendina ou seus agonistas e análo- gos, incluindo seus derivados e fragmentos ativos, para a prevenção ou tra- tamento de insuficiência cardíaca congestiva. As composições farmacêuticas para uso nos métodos aqui descritos também são descritos. Ainda forneci- das estão as composições e métodos para o tratamento e/ou prevenção da diabetes mellitus, hiperglicemia, resistência à insulina e obesidade, e para a redução do consumo alimentar e supressão do apetite dos pacientes.
O GLP-1, exendinas, e agonistas e análogos de GLP-1 ou exen- dinas da presente aplicação incluem aqueles mostrados na tabela 1 (SEQ ID Nss 1-99, respectivamente em ordem de aparição).
Uma modalidade fornece um polipeptídio compreendendo a se- qüência de aminoácidos HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLQGGPSKEI- IS-OH (SEQ ID NO: 27), ou sua forma amida C-terminal(-NH2). Os polipep- tídios aqui podem opcionalmente conter uma amida C-terminal, que é deno- tada como "-NH2". Esta amida terminal pode ser incluída durante a síntese química do peptídio, adicionada in vivo ou adicionada pós-síntese via meios químicos ou enzimáticos. Em outra personificação, é fornecido um peptídio compreendendo a seqüência de aminoácidos HGEGTFTSDLSKQLEEEA- VRLFIEWLKQGGPSKEIIS-OH (SEQ ID N0:60).
Outras personificações relacionam-se a análogos de GLP-1 ou análogos de exendina compreendendo uma ou mais substituições com um aminoácido modificado compreendendo uma cadeia lateral C1-C20 alquil (por exemplo, uma cadeia de octila). Uma personificação relaciona-se a aná- logos de GLP-1 e análogos de exendina compreendendo um resíduo de oc- tilglicina na posição do aminoácido 14.
Em uma personificação é fornecido um peptídio compreendendo a seqüência de aminoácidos HGEGTFTSDLSKQ[OctG] EEEAVRLFIEWLKQGGPSSGAPPPS (SEQ ID NO: 100).
Em ainda outra personificação, é fornecido um polipeptídio com- preendendo a seqüência de aminoácidos HGEGTFTSDLSKQEEEAVRLFI- EWLKQGGPSS[OctG]APPPS (SEQ ID NO: 48).
Em uma personificação, Método para o tratamento da insuficiên- cia cardíaca congestiva é fornecido. O método geralmente compreende ad- ministrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para o tratamento de insuficiência cardíaca congestiva. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aqueles contidos na tabela 1. Em um aspecto, o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 é cronicamente administrado. Em outra personificação, o método compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina para o tratamento da insuficiência cardíaca congestiva. Em um aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina é cronicamente administrado. Em outro aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análo- go ou agonista da exendina é administrado de forma aguda.
Em outra personificação, Método para a prevenção da insufici- ência cardíaca congestiva é fornecido. O método geralmente compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para a prevenção de insuficiência cardíaca congestiva. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aqueles contidos na Tabela 1. Em um aspecto, o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 é cronicamente administrado. Em outra personificação, o método compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina para prevenir a insuficiência cardíaca congestiva. Em um aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina é cronicamente ad- ministrado. Em outro aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina é administrado de forma aguda.
Em outra personificação, Método para a melhora da função car- díaca associada com insuficiência cardíaca congestiva é fornecido. O méto- do geralmente compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendi- na ou GLP-1 eficaz para o tratamento de insuficiência cardíaca congestiva. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exen- dina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aque- les contidos na Tabela 1. Em um aspecto, o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 é cronicamente administrado. Em outra per- sonificação, o método compreende administrar a um paciente em necessi- dade uma quantidade de análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou ago- nista da exendina para a melhora da função cardíaca associada com insufi- ciência cardíaca congestiva. Em um aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina é cronicamente administrado. Em ou- tro aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da e- xendina é administrado de forma aguda.
Em outra personificação, Método para atenuar o remodelamento cardíaco é fornecido. O método geralmente compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para atenuar o remodela- mento cardíaco. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aqueles contidos na Tabela 1. Em um aspecto, o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 é cronicamente administrado. Em outra personificação, o método compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de análogo ou agonista de GLP-1 ou aná- logo ou agonista da exendina eficiente para atenuar o remodelamento cardí- aco. Em um aspecto, o remodelamento cardíaco ocorre no diagnóstico, ou após o início da insuficiência cardíaca congestiva. Em outro aspecto, o re- modelamento cardíaco está associado com a insuficiência cardíaca conges- tiva. Em ainda outro aspecto, o remodelamento cardíaco ocorre após o infar- to do miocárdio. Em um aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análo- go ou agonista da exendina é cronicamente administrado. Em outro aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina é ad- ministrado de forma aguda.
Em outra personificação, Método para limitar o tamanho do infar- to é fornecido. O método geralmente compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para limitar o tamanho do infarto. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exen- dina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aque- les contidos na Tabela 1. Em um aspecto, o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 é cronicamente administrado. Em outra per- sonificação, o método compreende administrar a um paciente em necessi- dade uma quantidade de análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou ago- nista da exendina para limitar o tamanho do infarto. Em um aspecto, o paci- ente com necessidades teve ou está tendo um infarto do miocárdio. Em ou- tro aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da e- xendina é cronicamente administrado.
Em outra personificação, Método para atenuar a resistência à insulina associada com insuficiência cardíaca congestiva é fornecido. O mé- todo geralmente compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para atenuar a resistência à insulina associada com insuficiência cardíaca congestiva . Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aqueles contidos na Tabela 1. Em um aspecto, o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 é cronicamente administrado. Em outra personificação, o método compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina para atenuar a resis- tência à insulina associada com insuficiência cardíaca congestiva. Em um aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exen- dina é cronicamente administrado. Em outro aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina é administrado de forma agu- da.
Em outra personificação, Método para melhorar a capacidade de exercícios em um paciente com insuficiência cardíaca congestiva é forneci- do. O método geralmente compreende administrar a um paciente em neces- sidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análo- go de exendina ou GLP-1 eficaz para melhorar a capacidade de exercícios. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exen- dina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aque- les contidos na Tabela 1. Em um aspecto, o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 é cronicamente administrado. Em outra per- sonificação, o método compreende administrar a um paciente em necessi- dade uma quantidade de análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou ago- nista da exendina para melhorar a capacidade de exercícios. Em um aspec- to, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina é cronicamente administrado. Em outro aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina é administrado de forma aguda.
Em outra personificação, Método para tratamento da diabetes mellitus é fornecido. O método geralmente compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para tratamento da diabe- tes mellitus. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou aná- logo de exendina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aqueles contidos na Tabela 1.
Em outra personificação, Método para tratamento da resistência à insulina é fornecido. O método geralmente compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para tratamento da resis- tência à insulina. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aqueles contidos na Tabela 1.
Em outra concretização, Método para tratar hiperglicemia pós- prandial é fornecido. O método geralmente compreende administrar ao indi- víduo em necessidade do mesmo, uma quantidade de um agonista ou aná- logo de GLP-1 ou agonista ou análogo de exendina eficaz para tratar a hi- perglicemia pós-prandial. Em uma concretização, a GLP-1, exendina ou a- gonista ou análogo de GLP-1 ou exendina é qualquer dos novos peptídeos aqui descritos, por exemplo aqueles apresentados na tabela 1.
Em outra concretização, Método para redução de glicose san- güínea é fornecido. O método geralmente compreende administrar ao indiví- duo em necessidade do mesmo, uma quantidade de um agonista ou análogo de GLP-1 ou agonista ou análogo de exendina eficaz para reduzir a glicose sangüínea. Em uma concretização, a GLP-1, exendina ou agonista ou aná- logo de GLP-1 ou exendina é qualquer dos novos peptídeos aqui revelados, por exemplo aqueles apresentados na tabela 1.
Em outra concretização, Método para estimular a liberação de insulina é fornecido. O método geralmente compreende administrar ao indi- víduo em necessidade do mesmo, uma quantidade de um agonista ou aná- logo de GLP-1 ou agonista ou análogo de exendina eficaz para estimular a liberação de insulina. Em uma concretização, a GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de GLP-1 ou exendina é qualquer dos novos peptídeos aqui re- velados, por exemplo aqueles apresentados na tabela 1.
Em outra concretização, Método para reduzir a ingestão de co- mida em um indivíduo que deseja ou necessita reduzir a ingestão de comida é fornecido. O método geralmente compreende administrar perifericamente ao indivíduo uma quantidade de um agonista ou análogo de GLP-1 ou ago- nista ou análogo de exendina eficaz para reduzir a ingestão de comida. Em uma concretização, a GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de GLP-1 ou exendina é qualquer dos novos peptídeos aqui revelados, por exemplo aque- les apresentados na tabela 1.
Em outra concretização, Método para reduzir o apetite em um indivíduo que deseja ou necessita reduzir o apetite é fornecido. O método geralmente compreende administrar perifericamente ao indivíduo uma quan- tidade de um agonista ou análogo de GLP-1 ou agonista ou análogo de e- xendina eficaz para reduzir o apetite. Em uma concretização, a GLP-1, exen- dina ou agonista ou análogo de GLP-1 ou exendina é qualquer dos novos pep- tídeos aqui revelados, por exemplo aqueles apresentados na tabela 1.
Em outra personificação, Método para reduzir o consumo ali- mentar em um paciente com desejo ou necessidade de reduzir o peso cor- poral é fornecido. O método geralmente compreende administrar periferical- mente a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma e- xendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para re- duzir o peso corporal. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonis- ta ou análogo de exendina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revela- dos, por exemplo, aqueles contidos na Tabela 1. Em outra personificação, Método para tratamento da obesidade é fornecido. O método geralmente compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para tratamento da obesidade. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aqueles contidos na Tabela 1.
Em outra personificação, Método para tratamento da doença cardíaca relacionada à obesidade é fornecido. O método geralmente com- preende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para tratamento da doença cardíaca relacionada à obesidade. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exendina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aqueles contidos na Tabela 1. Em um aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina é cronicamente administrado.
Em outra personificação, Método para tratamento da insuficiên- cia cardíaca relacionada à obesidade é fornecido. O método geralmente compreende administrar a um paciente em necessidade uma quantidade de GLP-1, uma exendina, ou um agonista ou análogo de exendina ou GLP-1 eficaz para tratamento da insuficiência cardíaca relacionada à obesidade. Em uma personificação o GLP-1, exendina ou agonista ou análogo de exen- dina é qualquer um dos peptídeos novos aqui revelados, por exemplo, aque- les contidos na Tabela 1. Em um aspecto, o análogo ou agonista de GLP-1 ou análogo ou agonista da exendina é cronicamente administrado. BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS
As Figs. 1 (A-B) são representações gráficas da resposta dos níveis de glicose no sangue para a injeção intraperitoneal de agonistas da exendina. Os pontos representam o desvio padrão-médio.
As Figs. 2 (A-C) são representações gráficas da resposta das funções cardíacas sistólica e diastólica após uma insuficiência cardíaca con- gestiva induzida por um infarto do miocárdio (Ml) ao tratamento crônico com GLP-1 ou um agonista da exendina. A razão (E/A) do pico da razão das on- das de preenchimento iniciais (E) vs finais (A) e o volume atrial esquerdo (LAV) representam a função cardíaca diastólica; a fração de ejeção ventricu- Iar esquerda (LVEF) representa a função cardíaca sistólica.
As Figs. 3 (A-B) são representações gráficas da resposta do ta- manho da câmara ventricular esquerda após uma CNF induzida por IM ao tratamento crônico com GLP-1 ou um agonista da exendina. O tamanho da câmara ventricular esquerda é representado pela dimensão diastólica final do ventrículo esquerdo (LVEDD) e dimensão sistólica final do ventrículo es- querdo (LVESD).
As Figs. 4 (A-C) são representações gráficas da resposta da in- sulina plasmática em jejum e níveis de glicose e resistência à insulina após ICC induzida por Ml ao tratamento crônico com GLP-1 ou um agonista da exendina. O modelo de avaliação da homeostase (HOMA) é um grande índi- ce para a resistência à insulina.
As Figs. 5 (A-C) são representações gráficas da resposta da ca- pacidade de exercícios e eficiência após ICC induzida por Ml ao tratamento crônico com GLP-1 ou um agonista da exendina.
As Figs. 6 (A-C) são representações gráficas da resposta da ca- pacidade de exercícios ao pico da taxa de lactato, e Iactato plasmático de base, após ICC induzida por Ml ao tratamento crônico com GLP-1 ou um agonista da exendina.
As Figs. 7 (A-B) são representações gráficas da resposta da função diastólica após ICC induzida por Ml ao tratamento crônico com GLP- .1, captopril, ou terapia de combinação com GLP-1 e captopril. A taxa E/A é uma medida da função diastólica cardíaca.
As Figs. 8 (A-b) são representações gráficas da resposta da con- tratilidade cardíaca após ICC induzida por Ml ao tratamento crônico com GLP-1, captopril, ou terapia de combinação com GLP-1 e captopril. A por- centagem de encurtamento fracionário é uma medida da contratilidade car- díaca.
As Figs. 9 (A-D) são representações gráficas da resposta do ta- manho da câmara do ventrículo esquerdo após ICC induzida por Ml ao tra- tamento crônico com GLP-1 ou captopril, ou terapia de combinação com GLP-1 e captopril. O tamanho da câmara ventricuiar esquerda é representa- do pela dimensão diastólica final do ventrículo esquerdo (LVEDD) e dimen- são sistólica final do ventrículo esquerdo (LVESD).
As Figs. 10 (A-B) são representações gráficas da resposta do tamanho da capacidade de exercícios e eficiência após ICC induzida por Ml ao tratamento crônico com GLP-1 ou captopril, ou terapia de combinação com GLP-1 e captopril.
As Figs. 11 (A-B) são representações gráficas da resposta da capacidade de exercícios ao pico da taxa de lactato, e Iactato plasmático de base após ICC induzida por Ml ao tratamento crônico com GLP-1 ou capto- pril, ou terapia de combinação com GLP-1 e captopril.
As Figs. 12 (A-B) são representações gráficas da resposta da função cardíaca e resistência à insulina após ICC induzida por Ml ao trata- mento com agonistas da exendina. DESCRIÇÃO DETALHADA
As moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, e molé- culas de exendina ou seus agonistas e análogos, incluindo seus derivados e fragmentos ativos aqui fornecidos são úteis em vista de suas propriedades farmacológicas. Moléculas particulares de GLP-1 ou seus agonistas e análo- gos são mostradas na Tabela 1. A atividade como GLP-1 ou análogos ou agonistas de exendina pode ser indicada pela atividade nos ensaios descri- tos abaixo. Por exemplo, os efeitos da GLP-1 ou agonistas ou análogos da exendina 1 na diminuição da glicose e redução do consumo alimentar po- dem ser identificados, avaliados, ou classificados, usando os métodos des- critos nos exemplos abaixo, ou outros métodos conhecidos. Na Tabela 1, os asteriscos duplos "**" indicam o teste usando GLP-1 CICLASE (6-23). <table>table see original document page 20</column></row><table> <table>table see original document page 21</column></row><table> <table>table see original document page 22</column></row><table> <table>table see original document page 23</column></row><table> <table>table see original document page 24</column></row><table> <table>table see original document page 25</column></row><table> <table>table see original document page 26</column></row><table> <table>table see original document page 27</column></row><table> <table>table see original document page 28</column></row><table> De acordo com a presente descrição e como aqui usado, os se- guintes termos são definidos para possuírem os seguintes significados, a não ser quando explicitamente dito o contrário.
O termo "aminoácido" refere-se aos aminoácidos naturais, e análogos de aminoácidos, todos em seus estereoisômeros D e L, se suas estruturas permitirem tais formas estereoisoméricas. Aminoácidos naturais incluem alanina (Ala ou A), arginina (Arg ou R), asparagina (Asn ou N), ácido aspártico (Asp ou D), cisteína (Cys ou C), glutamina (Gln ou Q), ácido glutâ- mico (Glu ou E), glicina (Gly ou G), histidina (His ou H), isoleucina (lie ou I), Ieucina (Leu ou L), Lisina (Lys ou K), metionina (Met ou M), fenilalanina (Phe ou F), prolina (Pro ou P), serina (Ser ou S), treonina (Thr ou T), triptofano (Trp ou W), tirosina (Tyr ou Y), e valina (Vai ou V). Aminoácidos não-naturais incluem, mas não se limitam a, ácido aminocarboxílico, ácido 2-aminoadípico, ácido 3-aminoadípico, beta-alanina, ácido aminopropiônico, ácido 2-amino- butírico, ácido 4-aminobutírico, ácido 6-aminocapróico, ácido 2-aminohepta- nóico, ácido 2-aminoisobutírico, ácido 3-aminoisobutírico, ácido 2-aminopi- mélico, bultiglicina-terciária, ácido 2,4-diaminoisobutírico, desmosina, ácido .2,2-'-diaminopimélico, ácido 2,3-diaminopropiônico, N-etilglicina, N-etilaspa- ragina, homoprolina, hidroxilisina, alohidroxilisina, 3-hidroxiprolina, 4-hidroxi- prolina, isodesmosina, alo-isoleucina, N-metilalanina, N-metilglicina, N-metili- soleucina,, N-metilpentilglicina, N-metilalanina, naftalanina, norvalina, norleu- cina, octilglicina, ornitina, pentilglicina, ácido pipecólico e tioprolina. Análogos de aminoácidos incluem os aminoácidos naturais e não-naturais que são qumicamente bloqueados, reversivelmente ou irreversivelmente, ou modifi- cados em seus grupos aminos N-terminais ou seus grupos de cadeia lateral, como por exemplo, sulfóxido de metionina, metionina sulfona, S-(metilcar- boxil)-cisteína, S-(carboximetil)-cisteína sulfóxido e S-(carboximetil)-cisteína sulfona.
O termo "análogo de aminoácido" refere-se a um aminoácido onde o grupo carbóxi C-terminal, o grupo amino N-terminal ou grupo funcio- nal de cadeia lateral foram quimicamente modificados para outro grupo fun- cional. Por exemplo, o ácido aspártico-(beta-metil éster) é um análogo ami- noácido do ácido aspártico. A N-etilglicina é um aminoácido análogo da glici- na; ou a alanina carboxamida é um aminoácido análogo da alanina.
"Alquila", como aqui usado, significa um grupo de hidrocarbone- tos alifáticos ramificados ou lineares. Exemplos não-limitantes de substitutos são alquila ramificadas ou retas, como metila, etila, propila, isopropila, butila, isobutila, sec-butila, pentila, hexila, e alquenila, hidroxila, alcóxi, amino, halo.
O termo "inferior" refere-se aqui em conexão com radicais orgâ- nicos como os grupos alquila definem tais grupos com até e incluindo 6, até e incluindo 4 ou um ou dois átomos de carbono. Tais grupos podem ser de
cadeia linear ou ramificada.
"Sal farmaceuticamente aceitável" inclui sais dos compostos aqui descritos derivados da combinação de tais compostos e ácido orgânico ou inorgânico. Na prática, Uso de quantidades de formas salinas para usar a forma base. Os compostos são úteis em formas de base e sal livre.
Além disso, as seguintes abreviações significam o seguinte:
"CAN" ou "CH3CN" refere-se ao acetonitrila. "Ado" refere-se ao ácido 8-amino 3,6-dioxaoctanóico. "Boc", "tBoc" ou "TBoc" refere-se ao t-butóxi carbonila. "DCC" refere-se ao N,N'-dicicloexilcarbodiimida.
"D(OMe)" ou "Asp(OMe)" refere-se a 04-metil éster do aspartato.
"Fmoc" refere-se ao fluorenilmetoxicarbonila. "HBTU" refere-se a hexafluorofosfato 2-(1H-benzotriazol-1-il)-1,1,3,3-tetrametilurônio.
"HOBt" refere-se a monoidrato de 1 -hidroxibenzotriazol.
"homoP" ou "hPro" refere-se à homoprolina.
"MeAla" ou "Nime" refere-se à N-metilalanina. "naph" refere-se à naftilalanina. "pG" ou "pGly" refere-se à pentilglicina. "tBuG" refere-se à butilglicina-terciária.
"ThioP" ou "tPro" refere-se à tioprolina.
"3Hyp" refere-se à 3-hidroxiprolina. "4Hyp" refere-se à 4-hidroxiprolina. "NAG" refere-se à N-alquilglicina.
"NAPG" refere-se à N-alquilpentilglicina.
"Norval" refere-se à norvalina.
"Norleu" refere-se à norleucina.
"OctG" refere-se à octilglicina.
Os polipeptídios análogos aqui revelados também podem ser derivados por alterações químicas como amidação, glicosilação, acilação, sulfação, fosforilação, acetilação, e ciclização. Tais alterações químicas po- dem ser obtidas através de metodologias químicas ou bioquímicas, assim como através de processos in vivo, ou suas combinações. Os derivados dos polipeptídios análogos da invenção também podem incluir conjugação de um ou mais polímeros ou substitutos de moléculas pequenas. Um tipo de conju- gação de polímero é a ligação ou anexação de ácidos poliaminos (por e- xemplo, poliis, poliarg, polilis, etc.) e/ou cadeias de ácidos graxos de vários comprimentos ao término N- ou C- ou cadeias laterais de resíduos de amino- ácidos de um análogo de exendina ou GLP-1. Substitutos de moléculas pe- quenas incluem alquila curtas e alquilas constritas (por exemplo, adamantila ramificadas, cíclicas, fundidas) e grupos aromáticos.
Agonista refere-se a uma molécula que possui afinidade para um receptor associado com a molécula de referência e estimula pelo menos uma atividade associada com a molécula de referência que se liga àquele receptor. Por exemplo, e sem limitação, um agonista de GLP-1 liga-se a um receptor que também se liga ao GLP-1 e como resultado a ligação do ago- nista estimula pelo menos uma atividade associada com a ligação de GLP-1 ao mesmo receptor.
As moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, e molé- culas de exendina e seus agonistas e análogos, podem ser acopladas ao polietileno glicol (PEG) por uma ou várias estratégias. Ver, Int. J. Hemato- logy, 68:1 (1998); Bioconjugate Chem., 6:150 (1995); e Crit. Ver. Therap. Drug Carrier Sys., 9:249 (1992), todos aqui incorporados por referência em sua totalidade. Aqueles que conhecem a tecnologia, portanto, serão capazes de utilizarem tais técnicas conhecidas para ligar um ou mais polímeros de polietileno glicol às exendinas e agonistas e análogos de exendinas, ou GLP-1 e agonistas e análogos de GLP-1, aqui descritos. Polímeros adequa- dos de polietileno glicol são tipicamente comercialmente disponíveis ou po- dem ser feitos por técnicas bem-conhecidas àqueles versados na técnica. Os polímeros de polietileno glicol preferencialmente possuem pesos molecu- lares entre 500 e 20.000 e podem ser ramificados ou polímeros de cadeia reta. Em outrazs personificações, as moléculas de GLP-1 ou seus análogos e agonistas, e moléculas de exendina ou seus análogos ou agonistas são modificados pela adição de cadeias de poliamida de comprimentos precisos como descritos na patente U.S. Ne 6,552,167, que é incorporada por refe- rência em sua totalidade. Em outras personificações, as moléculas de GLP-1 ou seus análogos e agonistas, e moléculas de exendina ou seus análogos e agonistas são modificados pela adição de porções de alquilPEG como des- crito na patente dos EUA N9 5,359,030 e 5,681,811, e que são incorporadas por referência em sua totalidade.
O anexo de um PEG em uma proteína ou peptídio intactos pode ser obtido por acoplamento aos grupos amino, carboxil ou tiol. Estes grupos tipicamente serão os términos NeC nas cadeias laterais de tais aminoáci- dos que ocorrem naturalmente, como a lisina, ácido aspártico, ácido glutâmi- co e cisteína. Uma vez que os compostos da presente revelação podem ser preparados por técnicas de química de peptídios de fase sólida, uma varie- dade de metades contendo grupos diamino e dicarboxílicos com grupos de proteção ortogonal podem ser introduzidas para conjugação com o PEG.
A presente revelação também fornece para conjugação uma mo- lécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo, para um ou mais polímeros além do polietileno gli- col que pode regular a limpeza renal de maneira semelhante ao polietileno glicol. Exemplos de tais polímeros incluem a albumina e gelatina. Ver, Gom- botz e Pettit, Bioconjugate Chem., 6:332-351, 1995, que é aqui incorporado por referência em sua totalidade. Em um aspecto, os conjugados das imuno- globulinas são abrangidos dentro do escopo da invenção, por exemplo, anticor- po monoclonal, anticorpo catalítico cuja aldolase catalítica do anticorpo humano Mab 38C2, ou seus fragmentos, por exemplo, Polímeros Fe. E métodos podem ser encontrados, por exemplo, no Pedido de Patente Publicado nos Estados Unidos US20030175921A1 e publicação W02002/046227, que são incorpo- radas por referência em sua totalidade.
Uma personificação relaciona-se a análogos de exendina e GLP-1 compreendendo uma ou mais substituições com um aminoácido modifica- do compreendendo uma cadeia lateral C1-C20 alquila, que, em uma personi- ficação é uma cadeia de octila. Em uma personificação, o aminoácido que é modificado com uma cadeia de octil é uma glicina. Em outra personificação, um resíduo de leucina, é substituído por um resíduo de octilglicina. Em outra personificação, um resíduo de alanina é substituído por um resíduo de octil- glicina. Sem se limitar à teoria, acredita-se que a incorporação de uma ou mais cadeias de octil aumenta a meia-vida de um análogo, talvez devido ao análogo ligar-se mais eficientemente às proteínas circulantes no plasma. Novamente não se limitando à teoria, a incorporação de uma ou mais cadei- as de octil pode retardar a limpeza do análogo pelo rim. Relatou-se que os análogos de GLP-1 possuindo substituições de octilglicina em certas posi- ções podem possuir uma duração estendida de ação. Ver, por exemplo, WO2005/066207.
Em uma personificação, uma molécula de GLP-1 ou seu agonis- ta ou análogo, ou molécula de exendina ou seu análogo ou agonista da pre- sente revelação compreende uma alquilglicina compreendendo uma cadeia lateral de alquila C5-9 ramificada ou reto, ou um grupo cicloalquila. Em uma personificação, uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou mo- lécula de exendina ou seu agonista ou análogo, compreende uma alquilglici- na compreendendo um alquil de cadeia lateral C8 reto ou ramificado.
Em uma personificação, uma molécula de GLP-1 ou seu agonis- ta ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo da pre- sente revelação compreende uma octilglicina na posição 14. Em uma perso- nificação é fornecido um polipeptídio compreendendo a seqüência de ami- noácidos HGEGTFTSDLSKQ[OctG]EEEAVRLFIEWLKQGGPSSGAPPPS (SEQ ID NO: 100) ou sua forma amida. Em outras personificações, uma molécula de GLP-1 ou seu ago- nista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo compreende uma octilglicina na posição 29, 30, 34 ou 35.
Compostos como as moléculas de GLP-1 ou seus agonistas ou análogos, e moléculas de exendina ou seus agonistas ou análogos aqui descritos podem ser preparados usando técnicas padrão de síntese de pep- tídeo de fase sólida, por exemplo, um sintetizador de peptídeos automático ou semi-automático. Tipicamente, usando tais técnicas, um aminoácido a-N- carbamoil protegido e um aminoácido ligado à cadeia de peptídeo em cres- cimento em uma resina são acoplados a temperatura ambiente em um sol- vente inerte como dimetilformamida, N-metilpirrolidona ou cloreto de metile- no na presença de agentes acopladores como a dicicloexilcarbodiimida e 1- hidroxibenzotriazol na presença de uma base como diisopropiletilamina. O grupo de proteção α-Ν-carbamoil é removido da resina peptídeo resultante usando um reagente como o ácido trifluoracético ou piperidina, e a reação de acoplamento é repetida com o próximo aminoácido N-protegido que se deseja adicionar à cadeia peptídica. Grupos N-protetores adequados são bem-conhecidos na arte, com t-butilóxicarbonila (tBoc) e fluorenilmetoxicar- bonila (Fmoc) sendo tipocamente usados.
Os solventes, derivados de aminoácido e resina 4-metilbenzidril- amina usados no sintetizador de peptídeos podem ser comprados de Appli- ed Biosystems Inc. (Foster City, Califórnia). Os seguintes aminoácidos pro- tegidos de cadeia lateral podem ser comprados de Applied Biosystems, Inc.: Boc-Arg(Mts), Fmoc-Arg(Pmc), Boc-Thr(BzI), Fmoc-Thr(t-Bu), Boc-Ser(BzI), Fmoc-Ser(t-Bu), Boc-Tyr(BrZ), Fmoc-Tyr(t-Bu), Boc-Lys(CI-Z), Fmoc-Gln (Trt). Boc-His(BOM) pode ser comprado de Applied Biosystems Inc., ou Ba- chem Inc. (Torrance, Califórnia). Anisol, dimetilsulfeto, fenol, etanoditiol, e tioanisol podem ser obtidos de Aldrich Chemical Company (Milwaukee, Wisc.). Air Products and Chemicals (Allentown, PA), fornece HF. Etil éter, ácido acético e metanol podem ser comprados de Fisher Scientific (Pittsbur- gh, PA).
A síntese de peptídeos de fase sólida pode ser conduzida com um sintetizador de peptídeos automático (Modelo 430A, Applied Biosystems, Inc., Foster City, Calif.) usando o sistema NMP/HOBt (Opção 1) e química tBoc ou Fmoc (ver, Applied Biosystems User's Manual for the ABI 430A Pep- tide Synthesizer, Versão 1.3B, 1 de julho de 1988, seção 6, p. 49-70, Applied Biosystems, Inc., Foster City, Calif.) com tampa. Resinas de peptídeos Boc pode ser clavadas com HF (-5°C a 0°C, 1 hora). O peptídeo pode ser extraí- do da resina alternando-se água e ácido acético, e os filtrados liofilizados. As resinas de peptídeo Fmoc podem ser clavadas de acordo com os métodos padrão (Introduction to Cleavage Techniques, Applied Biosystems, Inc., .1990, p. 6-12). Os peptídeos também podem ser montados usando um Ad- vanced Chem Tech Synthesizer (Modelo MPS 350, Louisville, KY).
Os peptídeos podem ser purificados por RP-HPLC (preparativo e analítico) usando um sistema Waters Delta Prep 3000. Uma coluna prepara- tiva C4, C8 ou C18 (10 μ, 2,2 χ 2,5 cm; Vydac, Hesperia, Calif.) pode ser usada para isolar peptídeos, e a pureza pode ser determinada usando uma coluna analítica C4, C8 ou C18 (5 μ, 0,46 χ 25 cm; Vydac). Os solventes (A=0,1 % TFA/água e B=O11% TFA/CH3CN) podem ser liberados à coluna analítica em uma taxa de fluxo de 1,0 ml/min e para a coluna preparativa a .15 ml/min. As análises de aminoácidos podem ser realizadas no sistema Waters Pico Tag e processadas usando o programa Maxima. Os peptídeos podem ser hidrolizados por uma hidrólise ácida de fase vapor (115°C, 20-24 h). Os hidrolisatos podem ser derivados e analisados por métodos padrão (Cohen, et al., The Pico Tag Method: A Manual of Advanced Techniques for Amino Acid Analysis, p. 11-52, Millipore Corporation, Mass. (1989)). A análi- se de bombardeio rápido de átomos pode ser conduzida por M-Scan, Incor- porated (West Chester, PA). A calibração em massa pode ser realizada u- sando-se iodeto de césio ou iodeto de césio/glicerol. A análise de ionização de desabsorção de plasma usando o tempo de detecção de vôo pode ser conduzida em um espectrômetro de massa Applied Biosystems Bio-Ion 20. A espectroscopia de massa em eletrospray pode ser conduzida em uma má- quina VG-Trio.
Os compostos de peptídeo também podem ser preparados u- sando técnicas de DNA recombinante, usando métodos agora conhecidos na tecnologia. Ver, ex., Molecular Cloning: A Laboratory Manual, 2nd Ed., Cold Spring Harbor (1989) e Publicação de Patente dos Estados Unidos20050260701 arquivada em 24 de novembro de 2004, que é incorporada por referência. Outros compostos úteis na presente revelação podem ser prepa- rados por métodos conhecidos na tecnologia. Por exemplo, aminoácidos contendo fosfato e peptídeos contendo tais aminoácidos, podem ser prepa- rados usando métodos conhecidos na arte. Ver, ex., Bartlett e Landen, Biorg. Chem. 14:356-377 (1986).
Agonistas de exendina ou GLP-1, análogos ou derivados, e em particular, aqueles contidos na Tabela 1, estão incluídos nos métodos aqui descritos. Análogos ou derivados são variantes funcionais de uma exendina ou GLP-1 possuindo uma seqüência similar de aminoácidos e mantendo, em certa extensão, a ligação ao receptor, abaixamento de glicose ou out6ras atividades da exendina ou GLP-1 em particular ou seus agonistas. Em uma personificação, as variantes funcionais mantêm todas as atividades de uma exendina ou GLP-1 particular ou seu agonista, porém, a variante funcional pode possuir uma atividade que, quando medida quantitativamente, é mais forte ou mais fraca, como medida em ensaios funcionais, por exemplo, aque- les aqui descritos. Variantes funcionais exemplares possuem atividades que estão dentro de cerca de 1% s 10.000% da atividade da exendina relaciona- da, GLP-1 ou seus agonistas e análogos, entre 10% a 1000%, e dentro de50% a 500%. Variantes funcionais, como derivados ou análogos, possuem pelo menos uma similaridade de 50% da seqüência, cerca de 70% a 90%, ou uma identidade de seqüência da exendina ou GLP-1 relacionados, ou seus agonistas ou análogos. Em algumas personificações as variantes fun- cionais não possuem mais do que 10 substituições de aminoácidos, dele- ções ou adições como comparado à molécula de referência. Em outras per- sonificações, as variantes funcionais não possuem mais do que 5 substitui- ções de aminoácidos, deleções ou adições. Em uma personificação a varian- te análoga, derivada ou funcional é qualquer um dos novos peptídeos aqui revelados, por exemplo, aqueles contidos na Tabela 1. A similaridade de seqüência ou identidade pode ser prontamente calculada por métodos conhecidos, incluindo, mas não se limitando, aqueles descritos em Computational Molecular Biology, Lesk1 Ed., Oxford University Press, New York, 1993; Computer Analysis of Sequence Data, Part I, Griffin and Griffin, Eds. Humana Press, New Jersey, 1994; Sequence Analysis in Molecular Biology, Von Heije1 Academic Press 1987; Sequence Analysis Primer, Gribskov e Deveraux1 eds., Stockton Press, New York 1991; e Carillo e Lipman, SIAM J. Applied Math, 48:1073, 1988.
Programas de computador disponíveis publicamente que podem ser usados para determinar similaridade de seqüência ou identidade entre duas seqüências incluem, mas não se limitam, GCG; um conjunto de cinco programas BLAST, três projetados para questões de seqüências de nucleo- tídeos (BLASTN, BLASTX e TBLASTX) e dois projetados para questões de seqüência (BLASTP e TBLASTN). O programa BLASTX está publicamente disponível em NCBI e outras fontes, por exemplo, BLAST Manual, Altschul et al„ NCBI NLM NIH1 Bethesda, MD 20894; Altschul et al., J. Mol. Biol.215:403-410 (1990). O algoritmo conhecido de Smith Waterman também pode ser usado para determinar identidade.
Parâmetros para comparação de seqüência de polipeptídeo tipi- camente incluem o seguinte: Algorithm: Needleman e Wunsch, J. Mol. Biol.48:443-453 (1970); Comparison matrix: BLOSSUM62 de Hentikoff e Henti- koff, Proc. Natl. Acad. Sei. EUA 84:10915-10919 (1992); Gap Penalty: 12; Gap Length Penalty:4. Um programa que pode ser usado com estes parâ- metros está publicamente disponível como o programa "gap" de Genetics Computer Group ("GCG"), Madison, Wisconsin. Os parâmetros acima junta- mente sem nenhuma penalidade para gaps finais são os parâmetros padrão para comparações de peptídeos.
Os parâmetros para a comparação de seqüência de molécula de ácido nucléico incluem o seguinte: Algorithm: Needleman e Wunsch, J. Mol. Biol. 48:443-453 (1970); Matriz de comparação: Resultados iguais - + 10; erros de resultado = O1 Penalidade Gap: 50; Penalidade de Comprimento de Gap: 3. Como aqui usado, "identidade percentual" é determinada usando os parâmetros acima como parâmetros padrão para comparações da seqüência da molécula de ácido nucléico e o programa "gap" de GCG1 versão 10.2.
A habilidade do derivado de reter alguma atividade pode ser medida usando técnicas aqui descritas. Derivados incluem modificação que ocorre durante ou após a translação, por exemplo, por fosforilação, glicosila- ção, ligação cruzada, acilação, divisão proteolítica, ligação a uma molécula de anticorpo, molécula de membrana ou outro Iigante (ver Ferguson et al., Annu Ver. Biochem., 57:285-320, 1988).
Os derivados podem ser produzidos usando técnicas químicas padrão e técnicas de molécula de ácido nucléico recombinante. As modifica- ções para um polipeptídeo específico podem ser deliberadas, como a muta- gênese direcionada a um local e a substituição de aminoácido durante a sín- tese de fase sólida, ou pode ser acidental como através de mutações em hospedeiros que produzem o polipeptídeo. Os polipeptídeos incluindo deri- vados podem ser obtidos usando técnicas padrão como as descritas em Sambrook et al., Molecular Cloning, Cold Spring Harbor Laboratory Press (1989).
Em uma personificação, uma molécula de GLP-1 ou seu agonis- ta ou análogo pode possuir um comprimento de 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33, .34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 41, 42, 43, 44 ou 45 resíduos de aminoácido. Em uma personificação, uma molécula de exendina ou seu agonista ou análogo pode possuir um comprimento de 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, .31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 41, 42, 43, 44, ou 45 resíduos de ami- noácidos. De acordo, análogos da exendina ou seus fragmentos ativos po- dem possuir, por exemplo, aminoácidos 1-27, 1-28, 1-29 ou 1-30 (no qual a "cauda" do aminoácido 9 C-terminal encontrada na exendina-4 está ausen- te). Por exemplo, polipeptídeos úteis nas composições e métodos aqui po- dem compreender o fragmento I-30 do composto 4016: HGDGTFTS- DLSKQMEEEAVRLFIEWLKNGG ou seu composto em forma amida 4016(1- .30)NH2. Em uma personificação, a cauda C-terminal de nove aminoácidos está truncada, substituída ou derivada, o que pode melhorar a solubilidade de peptídeos. Em ainda outra personificação, uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo também é contemplada. Inibidores de DPP IV podem ser administrados so- zinhos ou em combinação com uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo. Da mesma forma, contempla-se que as moléculas ativas de GLP-1 ou exendina podem ser aumentadas por inibição de DPP IV. Os inibidores de DPP IV são conhe- cidos para os habilitados na tecnologia e incluem, por meio de um exemplo não-limitante, 2-cianopirrolidinas, derivados da tetrahidroisoquinolina 3- carboxamida, amidas cíclicas fluorinadas, inibidores com base em adaman- tilglicina, e inibidores com base em glicinonitrila. Ver, ex., Fukushima H. et al., Bioorg. Med. Chem. Lett., 14(22): 6053-6061 (2004). Inibidores de DPP IV exemplares não-limitantes incluem valina-pirrolideto (Marguet D., et al., Proc. Natl. Acad. Sci., EUA, 97(12):6874-6879 (2000)), isoleucina tiazolideto (Pederson, R. A., et al., Diabetes, 47: 1253-1258 (1998), e NVP-DPP728 (Balkan, B., et al., Diabetologia, 42(11): 1324-1331 (1999)). Os inibidores de DPP IV incluindo cetopirrolidinas e cetoazetidinas foram discutidos na litera- tura (Ferraris, D. et al., Bioorg. Med. Chem. Lett., 14(22): 5579-5583 (2004)). Exemplos de inibidores de DPP IV adequados para uso incluem aqueles re- velados nas patentes dos EUA ns 6,011,155 6,124,305, 6,166,063,6,432,969, 6,172,081, 6,710,040, 6,869,947, 6,995,183 e 6,995,180. A met- formina e pioglitazona foram propostas para reduzir a atividade DPP IV in vivo (Kenhard, J.M. et al., Biochem. Biophys. Res. Commun., 324(1): 92-97 (2004). A literatura ainda descreve a otimização de uma homofenilalanina 3 derivada da prolina para produzir um potente inibidor DPP IV. Ver Edmond- son, S.D. et al., Bioorg. Med. Chem. Lett., 14(20): 5151-5155 (2004).
Os compostos aqui descritos podem formar sais com vários áci- dos inorgânicos e orgânicos e bases. Tais sais incluem sais preparados com ácidos orgânicos e inorgânicos, por exemplo, HCI, HBr, H2S04, H3P04, ácido trifluoroacético, ácido acético, ácido fórmico, ácido metanosulfônico, ácido toluenosulfônico, ácido maléico, ácido fumárico, e ácido canforsulfôni- co. Os sais preparados com bases incluem sais de amônia, sais de álcali metais, como sais de sódio e sais de potássio, sais álcali terrosos, como sais de cálcio e sais de magnésio, e sais de zinco. Os sais podem ser formados por meios convencionais, como reagindo as formas de ácido ou base livre do produto com um ou mais equivalentes da base ou ácido apropriado ou meio no qual o sal é insolúvel, ou em um solvente como a água, que é então re- movido em vácuo ou por congelamento a gelo seco ou trocando os íons de um sal existente por outro íon em uma resina adequada para troca de íons.
As composições alegadas também podem ser formuladas com sais aceitáveis farmaceuticamente (ex., sais de adição de ácido) e/ou seus complexos. Sais farmaceuticamente aceitáveis são sais não-tóxicos na con- centração na qual são administrados. A preparação de tais sais pode facilitar Uso farmacológico alterando as características físico-químicas da composi- ção sem prevenir a composição de exercer seu efeito psicológico. Exemplos de alterações úteis nas propriedades físicas incluem abaixar o ponto de der- retimento para facilitar a administração transmucosa e aumentar a solubili- dade para facilitar a administração de concentrações mais altas da droga.
Sais farmaceuticamente aceitáveis incluem sais de adição de ácidos como os contendo sulfato, hidrocloreto, fosfato, sulfamato, acetato, citrato, lactato, tartarato, succinato, oxalato, metanosulfonato, etanosulfona- to, benzenosulfonato, p-toluenosulfonato, ciclohexilsulfanato e quinato. Sais farmaceuticamente aceitáveis podem ser obtidos de ácidos como o ácido hidroclórico, ácido sulfúrico, ácido fosfórico, ácido sulfâmico, ácido acético, ácido cítrico, ácido láctico, ácido tartárico, ácido malônico, ácido metanosul- fônico, ácido etanosulfônico, ácido benzenosulfônico, ácido p-toluenosul- fônico, ácido ciclohexilsulfâmico, é ácido quínico. Tais sais podem ser prepa- rados por, por exemplo, reação das formas de ácido ou base livres do produ- to com um ou mais equivalentes da base ou ácido apropriados em um sol- vente ou meio no qual o sal é insolúvel, ou em um solvente como água, que é então removido in vácuo ou por congelamento com gelo seco, ou por troca de íons de um sal existente por outro íon em uma resina de troca de íons adequada.
Embora os compostos sejam aqui descritos em sua forma ácida ou amida, deve ser considerado que ambas as formas amida e ácida de ca- da molécula são contempladas.
Os compostos aqui descritos são úteis em vista de suas proprie- dades farmacológicas. Em particular, os compostos possuem atividade como agentes para tratar a insuficiência cardíaca congestiva. Os compostos tam- bém possuem atividade como agentes para o tratamento de diabetes melli- tus, incluindo diabetes tipo I e tipo II, no tratamento de doenças que seriam beneficiadas por agentes com níveis menores de glicose plasmática, para a prevenção de hiperglicemia, para a prevenção de hipertensão, e para o tra- tamento de doenças que seriam beneficiadas pela administração de agentes úteis em retardar e/ou diminuir o esvaziamento gástrico. Os compostos da invenção também possuem atividade como agentes para redução do con- sumo alimentar, a supressão de apetite e o tratamento da obesidade.
O termo "insuficiência cardíaca congestiva" significa uma função cardíaca deficiente que torna o coração incapaz de manter o fluxo de sangue normal em descanso ou com exercícios, ou para manter um ritmo cardíaco normal no ajuste da pressão de preenchimento cardíaco normal. Uma fração de ejeção ventricular esquerda de cerca de 40% ou menos é indicativa de insuficiência cardíaca congestiva (por modo de comparação, uma fração de ejeção de cerca de 60% é normal). Pacientes com insuficiência cardíaca congestiva mostram sintomas e sinais clínicos bem conhecidos, como ta- quipnéia, efusões pleurais, fadiga em descanso ou exercícios, disfunção contrátil, e edema. A insuficiência cardíaca congestiva é prontamente diag- nosticada por métodos bem conhecidos (ver, ex., "Consensus recommenda- tions for the management of chronic heart failure", Am. J. Cardiol. , 83(2A):1A-38-A, 1999). Um paciente pode estar em risco de insuficiência cardíaca congestiva se fumar, for obeso, está sendo ou foi exposto a um composto cardiotóxico como um antibiótico com antraciclina, ou teve ou tem hipertensão, doença cardíaca isquêmica, infarto do miocárdio, um defeito genético conhecido por aumentar o risco de insuficiência cardíaca, um histó- rico familiar de insuficiência cardíaca, hipertrofia do miocárdio, cardiomiopa- tia hipertrófica, disfunção da sístole ventricular esquerda, cirurgia de ponte de safena, diabetes, doença vascular, arterosclerose, alcoolismo, periocardi- te, uma infecção viral, gengivite, ou uma doença alimentar (ex., anorexia nervosa ou bulimia), ou é alcoólatra ou viciado em cocaína.
Enquanto "obesidade" é geralmente definido como um índice de massa corporal acima de 30, para fins desta revelação, qualquer paciente, incluindo aqueles com um índice de massa corporal de menos de 30, que precise ou deseje reduzir o peso corporal está incluso no escopo de "obeso".
De acordo com os métodos da presente revelação, as moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos, podem ser administrados de qualquer forma conheci- da na tecnologia que torna tais moléculas biologicamente disponíveis para o paciente, célula, população de células ou tecido em quantidade eficiente. Por exemplo, a molécula de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos, podem ser administrados a um paciente através de qualquer via central ou periférica conhecida na tecnolo- gia, incluindo, mas não se limitando: vias oral, parenteral, transdermal, transmucosal, ou pulmonar. Em uma personificação, a administração é pa- renteral. Em uma personificação, a via de administração das tais moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos, é por administração periférica (subcutânea ou intrave- nosa). Uma via particular de administração é a subcutânea. Em outros as- pectos, a dita administração periférica é selecionada do grupo consistindo de administração bucal, nasal, pulmonar, oral, intraocular, retal, e transdérmica. Além disso, as moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou molé- cuias de exendina ou seus agonistas e análogos, podem ser administradas a uma célula, grupo de células, ou tecido através de gotejamento, pipetamen- to, imersão, injeção, infusão, perfusão, ou qualquer outra forma conhecida na tecnologia. A determinação do método de administração apropriado é normalmente feita após consideração da condição (ex., doença ou distúrbio) a ser tratada, o estágio da condição (ex., doença ou distúrbio), o conforto do paciente, e outros fatores conhecidos para aqueles habilitados na tecnologia.
A administração pelos métodos aqui revelados pode ser intermi- tente ou contínua, de base aguda e/ou crônica. Em uma personificação, a administração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou mo- léculas de exendina ou seus agonistas e análogos, é contínua. A infusão intravenosa ou subcutânea contínua, e infusão transcutânea contínua são personificações exemplares da administração para uso nos métodos revela- dos. As infusões subcutâneas, agudas e crônicas, são personificações parti- cularmente preferidas de administração.
Em um aspecto, uma exendina ou agonista ou análogo de exen- dina é administrada subcutaneamente. Em uma personificação, cerca de 1 micrograma a cerca de 20 mg de exendina ou agonista ou análogo de exen- dina é administrado por dose. Em outra personificação, 30 microgramas a 10 mg, ou 300 microgramas a 5 mg da exendina ou agonista ou análogo da e- xendina são administrados por dose.
Em um aspecto, o GLP-1 ou agonista ou análogo de GLP-1 é administrado subcutaneamente ou intravenosamente, por exemplo, 1 micro- grama a 20 mg de GLP-1 ou agonista ou análogo de GLP-1 por dose. Em uma personificação, cerca de 30 microgramas a 10 mg, ou 300 microgramas a 5 mg de GLP-1 ou agonista ou análogo de GLP-1 são administrados por dose. Em outra personificação, 30 microgramas a 1 mg de GLP-1 ou agonis- ta ou análogo de GLP-1 são administrados por dose.
Como citado acima, as moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos, podem ser administradas em base crônica ou aguda. Uma administração aguda in- clui uma administração temporária por um período de tempo antes, durante e/ou depois da ocorrência de um evento transitório. Uma administração agu- da geralmente engloba uma administração que é indicada por um evento transitório ou condição. Por exemplo, a administração aguda pode ser impli- cada durante um infarto do miocárdio em evolução ou durante a angina es- tável. A administração antes, durante e/ou após uma intervenção cardíaca percutânea ("ICP") também constitui um exemplo de uma administração a- guda. Além disso, as moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos podem ser administra- das de forma aguda antes, durante e/ou depois de qualquer cirurgia cardía- ca, valvuloplastia, ou transplante cardíaco. Alternativamente, as moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos também podem ser administradas com base na insufi- ciência cardíaca congestiva após infarto do miocárdio ou cirurgia.
A administração aguda antes, durante e/ou depois de um evento em particular pode começar a qualquer momento antes do acontecimento do evento (ex., como uma cirurgia ou transplante) e pode continuar por qual- quer período de tempo, incluindo um período estendido de tempo após o evento, que é útil para prevenir ou melhorar a injúria de miócitos cardíacos ou morte associada com o evento. A duração da administração aguda pode ser determinada por um clínico em vista do risco de injúria de miócitos cardí- acos ou morte relacionada ao evento ou condição. Em uma personificação, a duração de uma administração aguda é 1 hora, 2 horas, 4 horas, 8 horas, 12 horas, 18 horas, 24 horas, 36 horas, 48 horas ou 72 horas.
A administração crônica de moléculas de GLP-1 ou seus agonis- tas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos, para prevenção ou tratamento de insuficiência cardíaca congestiva pode ser assegurada quando nenhum evento transitório em particular ou condição transitória associada com insuficiência cardíaca congestiva é identificada. A administração crônica inclui a administração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análo- gos, por um período indefinido de tempo com base na predisposição geral que é não-transitória (ex., uma condição que é não-transitória pode ser não- identificada ou não-nomeada à eliminação, como hipertensão ou doença cardíaca isquêmica). As moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos podem ser adminis- tradas cronicamente nos métodos de revelação para prevenir a insuficiência cardíaca congestiva, sem levarem conta a etiologia. A administração crônica de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de e- xendina ou seus agonistas e análogos para a prevenção de insuficiência cardíaca congestiva também pode ser implicada na diabete em risco para essa condição. As moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos também podem ser administradas em base crônica para preservar um órgão transplantado em indivíduos que receberam um transplante cardíaco. Quando as moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos são administradas cronicamente, a administração pode continuar por qualquer período de tempo. Por exemplo, em uma personifica- ção, a administração crônica continua por mais de 72 horas. Em outra per- sonificação, a administração crônica continua por 96 horas, 120 horas, 144 horas, 1 semana, 2 semanas, 3 semanas, 4 semanas, 5 semanas, 6 sema- nas, 7 semanas, 8 semanas, 9 semanas, 10 semanas, 11 semanas, 12 se- manas, 4 meses, 5 meses, 6 meses, 9 meses, 1 ano, 2 anos ou mais.
Em uma personificação, a administração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos para prevenir a insuficiência cardíaca congestiva pode ser um tratamento profilático, começando concurrentemente com o diagnóstico das condições (ex., doença ou distúrbio) que colocam o paciente em risco de insuficiência cardíaca congestiva, como por exemplo, no diagnóstico de in- farto do miocárdio (IM). Na alternativa, a administração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos para prevenir a insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer subseqüente à ocorrência de sintomas associados com insuficiência cardíaca congestiva.
O temo "quantidade eficiente" refere-se a uma quantidade de agente farmacêutico usado para tratar, melhorar, prevenir ou eliminar a con- dição identificada (ex., doença ou distúrbio), ou para exibir uma terapêutica detectável ou efeito preventivo. O efeito pode ser detectado por, por exem- plo, marcadores químicos, biomarcadores, níveis de antígenos, ou tempo para um evento mensurável, como morbidade ou mortalidade. Os efeitos terapêuticos incluem a prevenção da perda da função cardíaca, ou atenua- ção do remodelamento cardíaco, ou ambos. Os efeitos terapêuticos também incluem uma taxa reduzida de alargamento da câmara do ventrículo esquer- do. Outros efeitos terapêuticos incluem a redução dos sintomas físicos de um paciente, como, por exemplo, uma capacidade aumentada da atividade física antes da falta de ar. A quantidade eficiente precisa para um paciente dependerá do peso corporal do paciente, tamanho, e saúde; a natureza e extensão da condição; e a terapêutica ou combinação da terapêutica sele- cionada para administração. Quantidades eficientes para uma dada situação podem ser determinadas por experimentação de rotina que está dentro da habilidade e julgamento do clínico.
Para quaisquer moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análo- gos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos, a quantidade eficiente pode ser estimada inicialmente em ensaios de culturas celulares, ou em modelos animais, como o modelo de rato ou camundongo. Um mode- lo animal pode também ser usado para determinar a variação da concentra- ção apropriada e via de administração. Tal informação pode então ser usada para determinar doses úteis e vias para administração em humanos.
A eficiência e toxicidade pode ser determinada por procedimen- tos farmacêuticos padrões em culturas celulares ou animais experimentais, por exemplo, a ED50 (dose terapeuticamente eficiente em 50% da popula- ção) e LD50 (dose letal para 50% da população). A taxa de dose entre os efeitos tóxicos e terapêuticos é o índice terapêutico, e pode ser expressado como a taxa, LD50/E50. As composições farmacêuticas que exibem grandes índices terapêuticos são preferidas. Os dados obtidos em ensaios de cultura celular e estudos animais podem ser usados para formular uma variação de dose para uso humano. A dose contida em tais composições está preferen- cialmente dentro da variação de concentrações circulantes que incluem a ED50 com pouca ou nenhuma toxicidade. A dose pode variar dentro desta variação dependendo da forma de dosagem empregada, sensibilidade do paciente, e via de administração.
Em uma personificação, os métodos também incluem a adminis- tração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos para melhora da função cardíaca associada com insuficiência cardíaca congestiva. A melhora da função car- díaca pode incluir uma melhora na taxa E/A, fração de ejeção ventricular esquerda (LVEF)1 ou volume atrial esquerdo (LAV). Moléculas exemplares incluem, mas não se limitam, a forma amida C- terminal de HGEGTFTS- DLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGGPSSGAPPPS (SEQ ID NO: 3) e o peptídeo ácido C-terminal HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSKEIIS-OH (SEQ ID NO: 60). A melhora da função cardíaca pode ser medida por qual- quer método conhecido na tecnologia, incluindo os métodos descritos nos Exemplos 5-7.
Ao avaliar a função cardíaca melhorada associada com insufici- ência cardíaca congestiva, a função melhorada pode ser uma melhora de qualquer quantidade quando comparada com o funcionamento cardíaco an- tes da administração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos. Alternativamente, a função melhorada pode ser uma melhora de qualquer quantidade quando comparada com a função cardíaca de um controle correspondente que rece- beu apenas veículo. Por exemplo, a melhora (ex., aumento) na LVEF após o tratamento pode ser cerca de 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, .90%, 100%, 150%, 200% ou mais que 200%. Em outro exemplo, a melhora da taxa E/A após o tratamento pode ser cerca de 10%, 20%, 30%, 40%, .50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%, 150%, 200% ou mais que cerca de .200%. Em ainda outro exemplo, a melhora da LAV pode ser cerca de 10%, .20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%, 150%, 200% ou mais do que 200%.
Em uma personificação, os métodos também incluem a adminis- tração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos, para atenuar o remodelamento cardíaco. O remodelamento cardíaco pode ser medido por qualquer método conhecido na tecnologia, incluindo os métodos descritos nos Exemplos 5-7, como a ecocardiografia. Como um exemplo, o tamanho da câmara ventricu- lar esquerda pode ser usado como uma medida para o remodelamento car- díaco. Ao avaliar a atenuação do remodelamento cardíaco, uma atenuação do aumento no tamanho do ventrículo esquerdo antes da administração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendi- na ou seus agonistas e análogos. Alternativamente, uma atenuação no au- mento do tamanho do ventrículo esquerdo pode ser uma atenuação de qual- quer quantidade como comparada ao tamanho da câmara ventricular es- querda de um paciente controle correspondente que recebeu apenas veícu- lo. A câmara ventricular esquerda pode ser medida, por exemplo, estudan- do-se a dimensão diastólica final do ventrículo esquerdo (LVEDD) ou dimen- são sistólica final do ventrículo esquerdo (LVESD). Em um exemplo, a mu- dança na LVEDD após o tratamento com uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo pode ser de 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%,150%, 200% ou mais que cerca de 200%. Em outro exemplo, a mudança na LVESD após o tratamento com uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo pode ser de 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%, 150%, 200% ou mais que cerca de 200%. Especificamente excluídos para este uso estão os agonistas específicos do GLP-1 e agonistas da exendina descritos na publi- cação W02006110887A2.
Em uma personificação, os métodos também incluem a adminis- tração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos, para atenuar a resistência à in- sulina associada com a insuficiência cardíaca congestiva. A resistência à insulina associada com a insuficiência cardíaca congestiva pode ser medida por qualquer método conhecido na tecnologia, incluindo os métodos descri- tos nos Exemplos 5-7. Por exemplo, a resistência à insulina pode ser medida estudando-se os níveis de insulina plasmática, níveis de glicose plasmática ou Avaliação do Modelo de Homeostase (HOMA). Em um exemplo, a redu- ção nos níveis de insulina ou glicose plasmáticas após o tratamento com uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exen- dina ou seu agonista ou análogo pode ser de 10%, 20%, 30%, 40%, 50%,60%, 70%, 80%, 90%, 100%, 150%, 200% ou mais que cerca de 200%. Em outro exemplo, a mudança (redução) na HOMA após o tratamento com uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo pode ser de 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%,70%, 80%, 90%, 100%, 150%, 200% ou mais que cerca de 200%.
Em uma personificação, os métodos também incluem a adminis- tração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos, para melhorar a capacidade de exercícios em um paciente com insuficiência cardíaca congestiva. A melhora na capacidade de exercícios pode ser medida por qualquer método conheci- do na tecnologia, incluindo os métodos descritos nos Exemplos 5-7. Por e- xemplo, a melhora na capacidade de exercícios pode ser medida estudando- se o consumo de pico de V02 ou capacidade de exercício à taxa de pico de lactato. O consumo de pico de oxigênio durante o exercício pode ser medi- do, por exemplo, por calorimetria indireta. Em um exemplo, a mudança na capacidade de exercícios após o tratamento com uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou aná- logo pode ser de 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%,150%, 200% ou mais que cerca de 200%.
Em uma personificação, os métodos também incluem a adminis- tração de moléculas de GLP-1 ou seus agonistas e análogos, ou moléculas de exendina ou seus agonistas e análogos, para melhorar a contratilidade cardíaca. A melhora da contratilidade cardíaca pode incluir qualquer aumen- to no número de miócitos cardíacos disponíveis para contração, a habilidade dos miócitos cardíacos em se contraírem, ou ambos. Para avaliar a melhora da contratilidade cardíaca, qualquer modo de avaliação pode ser usado. Por exemplo, a observação clínica, como um aumento do rendimento cardíaco ou diminuição na taxa cardíaca ou ambos, pode levar a uma determinação de contratilidade cardíaca aumentada. Alternativamente, in vivo uma contra- tilidade aumentada do coração pode ser avaliada por determinação de um encurtamento fracionário aumentado do ventrículo esquerdo. O encurtamen- to fracionário do ventrículo esquerdo pode ser observado por quaisquer mé- todos disponíveis como ecocardiografia.
Ao avaliar a contratilidade cardíaca aumentada, o aumento no encurtamento fracionário do ventrículo esquerdo pode ser um aumento de qualquer quantidade comparado com o encurtamento fracionário antes da administração de uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo. Por exemplo, o aumento no encurtamento pode ser de 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, .90%, 100%, 150%, 200% ou mais que cerca de 200%. Em outro aspecto, métodos profiláticos e terapêuticos são fornecidos. O tratamento em base aguda ou crônica é contemplado. Além disso, o tratamento em base aguda pode ser estendido para tratamento crônico, se for indicado. Em um aspecto é fornecido Método para o tratamento ou prevenção de uma condição asso- ciada com insuficiência cardíaca congestiva em um paciente com necessi- dade. O método geralmente compreende administração a um paciente de uma quantidade de uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo, eficaz para prevenir ou melhorar a insuficiência cardíaca congestiva, onde a condição associada com insuficiência cardíaca congestiva é, portanto, melhorada. Como aqui descrito, a administração de qualquer molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo, pode ser feita de qualquer maneira.
Em ainda outra personificação, os métodos ainda compreendem a identificação de um paciente em necessidade de tratamento. Qualquer cri- tério eficiente pode ser usado para determinar que um paciente pode se be- neficiar da administração de uma molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo. Métodos pa- ra o diagnóstico de doença cardíaca e diabetes, por exemplo, assim como procedimentos para a identificação de indivíduos em risco para o desenvol- vimento dessas condições, são bem conhecidos na tecnologia. Tais proce- dimentos podem incluir testes clínicos, exame físico, entrevistas pessoais e avaliação do histórico familiar.
Em uma personificação, as moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo aqui re- veladas aumentaram a estabilidade no plasma quando comparados com o GLP-1 nativo. Em outra personificação, mais de 90% de qualquer uma molé- cula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo aqui revelada resiste à degradação, que aumenta a es- tabilidade plasmática como mostrado em 90% das moléculas de peptídeos intactas, após incubação em plasma por 5 horas. Em ainda outra personifi- cação, mais de 75% de qualquer molécula de GLP-1 ou seu agonista ou a- nálogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo aqui revelada resiste à degradação, que aumenta a estabilidade plasmática como mostra- do em 75% das moléculas de peptídeos intactas, após incubação em plasma por 2 horas. Exemplos de peptídeos que possuem estabilidade aumentada podem ser encontrados na Tabela 1. Em uma personificação, exemplos de molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo aqui revelada, que aumenta a estabilidade plasmá- tica incluem pelo menos um dos compostos 3922, 4103, 4596, 4597, 4784, 4792, 4793, 4855, 4856, 5272, 5194, 5112, 5090 , 5091, 5092, 5096, 5099,5100, 5102, 5452, 5128, 5129, 5130, 5271, 5182, 5196, 5270, 5271, 5272,5197, 5452, 5450, 5198 , 5199, 5200, 5264, 5265, 5266, 5267, 5268, 5269,5391, 5097, 5098, 5101, 5103, 5131, 5526, 5132, 5185, 5186, 5294, 5296 ,5297, 5440, 5441, 5442, 5443, 5444, 5445, 5446, 5451, 4983, 4984, 5201, 5202, 5203, 5293, 4992, 5447, 5540, ou 5052 ou qualquer subgrupo de tais compostos. Em outra personificação, exemplos de molécula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou aná- logo aqui revelada que aumenta a estabilidade plasmática incluem pelo me- noss um dos compostos 3922, 4103, 4596, 4597, 4855, 4856, 5272, 5194, 5112, 5090, 5091, 5092, 5096, 5099, 5100,5102,5452 , 5129, 5182, 5196,5452, 5200, 5267, 5268, 5269, 5391, 5101, 5103, 5131, 5132, 5185, 5186,5294, 5296, 5297, 5440, 5441 , 5442, 5443, 5451, 4983, 4992, ou 5052 ou qualquer subgrupo de tais compostos.
Para avaliar a estabilidade, o composto de interesse é encrava- do no plasma a uma concentração de 20pg/ml. É incubado a 37°C por 0, 1,2, 3, 4, 5 horas em triplicado. A cada ponto de tempo, MeOH é adicionado a uma placa de microtitulação com 96 poços e então a amostra é adicionada a uma taxa de 1 parte de amostra para 4 partes de MeOH para saciar a rea- ção de digestão. As amostras são misturadas com pipeta de multi-canais ou direcionador de líquidos. A placa é então centrifugada por 10 minutos e colo- cada num auto-amostrador mantido a 10°C. As amostras são então injetadas em um espectrômetro de massa (API 3000, Applied Biosystems) equipado com um auto-amostrador (Leap HTC Pai) e bombas HPLC (Shimadzu LC- .10ADVP).
As moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécu- las de exendina ou seu agonista ou análogo, podem ser formuladas como composições farmacêuticas para uso em conjunto com os métodos da pre- sente revelação. As composições reveladas aqui podem ser conveniente- mente fornecidas em forma de formulações adequadas para administração parenteral (incluindo intravenosa, intramuscular e subcutânea) ou nasal ou oral. Em alguns casos, será conveniente fornecer moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou aná- logo, e outro agente ativo, como outro agente redutor do consumo alimentar, ou diminuidor da glicose plasmática, ou diminuidor de lipídeo plasmático, como a amilina, um agonista de amilina, um CCK, ou uma leptina, ou outro agente de tratamento cardíaco como inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA), em uma única composição ou solução para administra- ção em conjunto. Em outros casos, pode ser mais vantajoso administrar o agente adicional separadamente das citadas moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo. Um formato de administração adequado pode ser mais bem determinado por um prático médico para cada paciente individualmente. Carregadores farma- ceuticamente aceitáveis e sua formulação estão descritos em tratados de formulações padrão, como Remington's Pharmaceutical Sciences, por E. W. Martin. Ver também Wang, Y. J. e Hanson, M.A., "Parenteral Formulations of Proteins and Peptides: Stability and Stabilizers", "Journal of Parenteral Sci- ence and Technology, Relatório Técnico ns 10, Sup. 42:2S (1988).
Os compostos podem ser fornecidos como composições paren- terais para injeção ou infusão. Eles podem, por exemplo, ser suspensos em óleo inerte, adequadamente um óleo vegetal como gergelim, amendoim, ó- Ieo de oliva ou outro carregador aceitável. Em uma personificação, eles são suspensos em um carregador aquoso, por exemplo, em uma solução de tampão isotônica a um pH de 3,0 a 8,0 ou a um pH de cerca de 3,5 a 5,0. Em personificações alternativas, o pH pode ser ajustado a uma variação de pH de 5,0 a 8,0. Estas composições podem ser esterilizadas por técnicas convencionais de esterilização, ou podem ser filtradas estéreis. As composi- ções podem conter substâncias auxiliares como necessário para aproximar condições fisiológicas, como agentes tampões de pH. Tampões úteis inclu- em, por exemplo, tampões de acetato de sódio/ácido acético. Uma forma de preparação de liberação lenta repositória ou "depósito" pode ser usada para que quantidades terapeuticamente eficientes da preparação sejam liberadas na corrente sangüínea durante muitas horas, dias ou semanas após a inje- ção ou liberação transdérmica. Exemplos de matrizes de liberação sustenta- da, como PLGA, e suas formulações podem ser encontradas na publicação W02005/102293A1, por exemplo, que é incorporado por referência em sua totalidade.
A isotonicidade desejada pode ser obtida usando cloreto de só- dio ou outros agentes farmaceuticamente aceitáveis como dextrose, ácido bórico, tartarato de sódio, propileno glicol, polióis (como manitol e sorbitol), ou outros solutos orgânicos e inorgânicos. O cloreto de sódio é particular- mente útil para tampões contendo íons de sódio.
O termo "excipiente farmaceuticamente aceitável" refere-se a um excipiente para administração de um agente farmacêutico, como uma molé- cula de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécula de exendina ou seu agonista ou análogo. O termo refere-se a qualquer excipiente farmacêutico que possa ser administrado sem toxicidade indevida. Excipientes farmaceu- ticamente aceitáveis são determinados, em parte, pela composição em parti- cular sendo administrada, assim como pelo método particular usado para administrar a composição. De acordo, existe uma ampla variedade de formu- lações adequadas de composições farmacêuticas para uso nos métodos da presente revelação (ver, ex., Remington's Pharmaceutical Sciences). Excipientes adequados podem ser moléculas carregadoras que incluem macromoléculas grandes, lentamente metabolizadas como proteí- nas, polissacarídeos, ácidos polilácticos, ácidos poliglicólicos, ácidos amino poliméricos, copolímeros de aminoácidos, e partículas virais inativas. Outros excipientes exemplares incluem antioxidantes como ácido ascórbico; agen- tes quelantes como EDTA; carboidratos como dextrina, ciclodextrina, hidro- xialquilcelulose, hidroxialquilmetilcelulose, ácido esteárico; líquidos como óleos, água, salina, glicerol e etanol; agentes umidificantes ou emulsifican- tes; substâncias tampão de pH; e similares. Lipossomos também estão in- clusos dentro da definição de excipientes farmaceuticamente aceitáveis. Ou- tros exemplos de carregadores e excipientes incluem carbonato de cálcio, fosfato de cálcio, vários açúcares como lactose, glicose, ou sucrose, ou tipos de amido, derivados da celulose, gelatina, óleos vegetais, polietileno glicóis e solventes fisiologicamente compatíveis.
Certas moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou mo- léculas de exendina ou seu agonista ou análogo, podem ser substancialmen- te insolúveis em água e quase insolúveis na maior parte dos solventes far- maceuticamente aceitáveis e em óleos vegetais. Porém, os compostos po- dem ser solúveis em ácidos graxos de cadeia média (ex., ácido caprílico e ácido cáprico) ou triglicerídeos e possuem alta solubilidade em ésteres de propileno glicol de ácidos graxos de cadeia média. Também contemplados para uso nos métodos da revelação estão composições, que foram modifi- cadas por substituições ou adições de metades químicas ou bioquímicas que as tornam mais adequadas para liberação (ex., aumento da solubilidade, bioatividade, palatabilidade, diminuição de reações adversas, etc.), por e- xemplo, por esterificação, glicação, PEGilação, etc.
As moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécu- las de exendina ou seu agonista ou análogo também podem ser formuladas por administração oral em um sistema de liberação de drogas auto- emulsificante (SEDDS). Formulações com base em lipídeos como SEDDS são particularmente adequadas para compostos de baixa solubilidade, e po- dem geralmente melhorar a biodisponibilidade oral de tais compostos. Em uma personificação alternativa, as ciclodextrinas podem ser adicionadas como melhoradores da solubilidade aquosa. As ciclodextrinas incluem derivados de metil, dimetil, hidroxipropil, hidroxietil, glucosil, maltosil, e matotriosil de α-, β- e γ-ciclodextrina. Um melhorador de ciclodextrina e- xemplar é o hidroxipropil-p-ciclodextrina (HBPC), que pode ser adicionado a qualquer uma das composições descritas acima para melhorar as caracterís- ticas de solubilidade aquosa de moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo. Em uma personificação, a composição compreende 0,1% a 20% de hidroxipropil-β- ciclodextrina, 1% a 15% de hidroxipropil-p-ciclodextrina, ou 2,5% a 10% de hidroxipropil-p-ciclodextrina. A quantidade de melhorador de solubilidade empregado dependerá da quantidade de moléculas de GLP-1 ou seu ago- nista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo, na composição.
Em outras personificações, melhoradores da absorção podem ser adicionados, incluindo, mas não se limitando, ácidos poliamino catiôni- cos, como poli-arginina, poli-histidina e poli-lisina. Outros agentes adequa- dos melhoradores da absorção incluem quitosana e fosfolipídeos como o didecanoil fosfatidilcolina (DDPC).
Se desejado, as soluções das composições aqui descritas po- dem ser espessadas com um agente espessante como a metil-celulose. Elas podem ser preparadas em forma emulsificada, com água em óleo ou óleo em água. Qualquer ampla variedade de agentes emulsificantes farmaceuti- camente aceitáveis pode ser empregada incluindo, por exemplo, pó de acá- cia, um surfactante não-iônico (como Tween), ou um surfactante tônico (co- mo sulfatos de álcool poliéter álcali ou sulfonatos, ex., Triton).
As composições podem ser preparadas misturando-se os ingre- dientes após procedimentos geralmente aceitos. Por exemplo, os compo- nentes selecionados podem ser misturados simplesmente em um misturador ou outro aparelho padrão para produzir uma mistura concentrada que pode então ser ajustada à concentração final e viscosidade por adição de água ou agente espessante e possivelmente um tampão para controlar o pH ou um soluto adicional para controlar a tonicidade.
Para uso pelo médico, as composições podem ser fornecidas em forma de unidade de dosagem contendo uma quantidade de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou exendina ou seu agonista ou análogo, por e- xemplo, exendina-3 e/ou exendina-4. Como será reconhecido por aqueles na área, uma quantidade eficiente de agente terapêutico varia com muitos fato- res, incluindo a idade e peso do paciente, a condição física do paciente e outros fatores.
A dose exata a ser administrada é determinada pelo médico, e depende, por exemplo, de onde o composto em particular está dentro das variações aqui colocadas. A administração deve começar sempre que um efeito terapêutico é desejado, por exemplo, ao primeiro sinal de sintomas ou logo após o diagnóstico de insuficiência cardíaca congestiva ou diabetes. A administração pode ser por injeção, por exemplo, subcutânea ou intramuscu- lar. Compostos oralmente ativos podem ser tomados oralmente, porém as dosagens devem ser aumentadas em 5-20.
A formulação ótima e via de administração de compostos da presente aplicação a um paciente dependem de fatores conhecidos na tec- nologia, como uma doença ou distúrbio em particular, o efeito desejado, e o tipo de paciente. Enquanto os compostos tipicamente serão usados para tratar pacientes humanos, também podem ser usados para tratar doenças similares ou idênticas em outros vertebrados, como outros primatas, animais de fazenda como suínos, bovinos e aves, e animais de esporte e estimação como cavalos, cães e gatos.
Em outro aspecto, também é possível combinar moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu ago- nista ou análogo, úteis nos métodos aqui revelados, com um ou mais ingre- dientes ativos úteis na prevenção de insuficiência cardíaca congestiva. Por exemplo, moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo, podem ser combinadas com um ou mais compostos, ex., para insuficiência cardíaca congestiva, para tratamento de obesidade, para diminuição da glicose, etc., como aqui descrito, em for- ma de dosagem unitária, ou em formas de dosagem separadas pretendidas para administração simultânea ou seqüencial a um paciente com necessida- de de tratamento. Quando administrada seqüencialmente, a combinação pode ser administrada em duas ou mais administrações. Em uma personifi- cação alternativa, é possível administrar uma ou mais moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo, e um ou mais ingredientes ativos adicionais por diferentes vias. O artesão habilitado também reconhecerá que uma variedade de ingredientes ativos pode ser administrada em combinação com moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou aná- logo, que podem atuar para aumentar ou melhorar sinergisticamente a pre- venção ou tratamento da condição de interesse, ex., insuficiência cardíaca congestiva.
De acordo com os métodos aqui revelados, moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo podem ser: (1) co-formuladas e administradas ou liberadas simulta- neamente em uma formulação combinada; (2) liberadas por alternação ou em paralelo com formulações separadas; ou (3) por qualquer outro regime de combinação de terapias conhecido na tecnologia. Quando liberadas em terapias alternadas, os métodos podem compreender administrar ou liberar os ingredientes ativos seqüencialmente, ex., em soluções separadas, emul- sões, suspensões, comprimidos, pílulas, ou cápsulas, ou por injeções dife- rentes em seringas separadas. Em geral, durante a terapia alternada, uma dosagem eficiente de cada ingrediente ativo é administrada seqüencialmen- te, ex., serialmente, enquanto na terapia simultânea, dosagens eficientes de dois ou mais ingredientes ativos são administradas juntas. Várias seqüên- cias de terapia de combinação intermitente podem também ser usadas.
Em outra personificação, moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo podem ser usadas para tratamento de insuficiência cardíaca congestiva em combi- nação com inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA). Em uma personificação, moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou molécu- Ias de exendina ou seu agonista ou análogo são usadas em combinação com captopril (CAPOTEN®). Em outras personificações, os agentes da reve- lação podem ser usados em combinação com um ou mais inibidores da ECA adicionais, como benazepril (LOTENSIN®), enalapril (VASOTEC®), Iisinopril (PRIVINIL®, ZESTRIL®), fosinopril (MONOPRIL®), ramipril (ALTACE®), perindopril (ACEON®), quinapril (ACCUPRIL®), moexipril (UNIVASC®), e trandolapril (MAVIK®).
Em outra personificação, moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo podem ser usadas para o tratamento de insuficiência cardíaca congestiva em com- binação com um ou mais beta bloqueadores, como sotalol (BETAPACE®), timolol (BLOCADREN®), esmolol (BREVIBLOC®), carteolol (CARTROL®), carvedilol (COREG®), nadolol (CORGARD®), propranolol (INDERAL®), pro- pranolol (INDERAL-LA®), betaxolol (KERLONE®), penbutolol (LEVATOL®), metoprolol (LOPRESSOR®), Iabetalol (NORMODYNE®), acebutolol (SEC- TRAL®), atenolol (TENORMIN®), metoprolol (TOPROL-XL®), Iabetalol (TRANDATE®), pindolol (VISKEN®), e bisoprolol (ZEBETA®).
Em outra personificação, moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo podem ser usadas no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva em combina- ção com um ou mais bloqueadores do receptor de angiotensina Il (ARB), como candesartan cilexetil (ATACAND®), irbesartan (AVAPRO®), Iosartan (COZAAR®), valsartan (DIOVAN®), telmisartan (MICARDIS®), e eprosartan mesilato (TEVETEN®).
Em outra personificação, moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo podem ser usadas no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva em combina- ção com um ou mais inibidores da vasopeptidase. Os inibidores da vasopep- tidase incluem inibidores NEP/ECA que possuem endopeptidase natural (NEP) e atividade inibitória da ECA. Exemplos de inibidores NEP/ECA inclu- em, mas não se limitam, tióis de benzapinona tricíclica, omapatrilat, gemopa- trilat, mixanpril, racecadotril, fasidotril, sampatrilat, MDL 100.240 Z13752A, BMS189921, BMS182657, e CGS 30008. Exemplos de inibidores da NEP/ECA adequados para uso incluem aqueles revelados na Pat. EUA Ns .5,362,727, 5,366,973, 5,225,401, 4,722810, 5,223,513, 4,749,688, e .5,552,397.
Moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análogo, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo podem ser usadas no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva em combinação com qualquer terapia para insuficiência cardíaca congestiva conhecida na tecnologia. Por exem- plo, em uma personificação, moléculas de GLP-1 ou seu agonista ou análo- go, ou moléculas de exendina ou seu agonista ou análogo podem ser usa- das no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva em combinação com aparelhos terapêuticos como a resincronização cardíaca.
Para auxiliar na compreensão da presente invenção, os seguin- tes exemplos são incluídos. Os experimentos relacionados a esta invenção não devem, é claro, ser construídos como especificamente limitando a in- venção e tais variações da invenção, agora conhecidas ou mais tarde de- senvolvidas, que devem estar dentro do alcance dos conhecidos da tecnolo- gia, que devem ser considerados como dentro do escopo da invenção como aqui descrito e também reivindicado. Cada referência aqui citada é incorpo- rada por referência em sua totalidade.
EXEMPLOS
Exemplo 1. Ensaio de Liqante de Receptores
As membranas são preparadas de culturas confluentes de célu- las de RINm5f expressando receptores endógenos de GLP-1. As membra- nas são incubadas com [1251] GLP-1 humano (2000 Ci/mmol) e com peptí- deos não-marcados por 60 minutos a temperatura ambiente em placas de poliestireno de 96 poços. Os conteúdos do poço são colhidos em placas de fibra de vidro com 96 poços usando-se um coletor de placas Perkin Elmer. As placas de fibra de vidro secas são combinadas com cintilante e contadas em contador de cintilação Perkin Elmer. Exemplo 2. Ensaio de Ciclase Ensaio de GLp/GIP/CT Ciclase (RIN)
Cinco μΙ de peptídeos diluídos serialmente são transferidos para a placa de ensaio de 384 poços. Células de insulinoma de pâncreas de rato (RIN-m5f) são destacadas de um frasco de cultura de tecidos com Verseno e lavadas uma vez em tampão. Então as células RIN-m5f são re-suspendidas em tampão a 2,5 χ 106 células/ml. Então 10 μΙ de células (2,5 χ 104 células) são adicionados a todos os poços da placa de ensaio e as células são esti- muladas a temperatura ambiente no escuro por 30 minutos. A reação é ter- minada com 10 μΙ de tampão de Iise e incubada a temperatura ambiente por4 horas no escuro. O conteúdo de AMPc é medido usando o kit de ensaio Perkin Elmer AlphaScreen™ AMPc e os resultados são lidos em um fluorô- metro de fusão Perkin Elmer. O ensaio é completado em placas de 384 po- ços a volumes de 25 microlitros. GLP-1 Ciclase (6-23)
Cinco μΙ de peptídeos diluídos serialmente são transferidos para a placa de ensaio de 384 poços. Células de carcinoma de tireóide de rato (6-23) são destacadas de um frasco de cultura de tecidos com Verseno e lava- das uma vez em tampão. Então as células RIN-m5f são re-suspendidas em tampão a 3,0 χ 106 células/ml. Então 10 μΙ de células (3,0 χ 104 células) são adicionados a todos os poços da placa de ensaio e as células são estimula- das a temperatura ambiente no escuro por 30 minutos. A reação é terminada com 10 μΙ de tampão de Iise e incubada a temperatura ambiente por 4 horas no escuro. O conteúdo de AMPc é medido usando o kit de ensaio Perkin Elmer AlphaScreen™ AMPc e os resultados são lidos em um fluorômetro de fusão Perkin Elmer. O ensaio é completado em placas de 384 poços a volu- mes de 25 microlitros.
Exemplo 3. Ensaio de Diminuição de Glicose
Camundongos fêmeas NIH/Swiss (-8-20 semanas de idade), (Harlan, Indianápolis, IN, EUA), alojados 3 camundongos por gaiola, são permitidos acesso ad Iibitum a alimento e água até o início do experimento. A duas horas antes do tratamento, o acesso ao alimento é restrito. No momento do tratamento, a ponta da cauda é espetada com uma agulha para obter 1 μΙ de sangue como amostra de sangue controle "pré-tratamento". Logo imediatamente, cada camundongo é injetado intrape- ritonealmente (IP) com uma amostra de teste (1 nmol/kg ou 2 nmol/kg) ou .200 μΙ de veículo (10% de salina DMSO). Amostras de sangue adicionais são coletadas a 30, 60, 120, 180 e 240 minutos após a injeção.
A glicose sangüínea é medida com um biosensor de glicose oxi- dase (OneTouch® Ultra® (LifeScan, Inc., uma companhia Johnson & John- son, Milpitas, CA)). A cada ponto de tempo, o efeito da amostra de teste é expresso como a mudança de porcentagem na glicose sangüínea relativa aos camundongos injetados apenas com veículo. As amostras de teste e veículos controle são também comparadas com seus respectivos controles "pré-tratamento".
Efeitos significantes de amostras de teste são identificados por ANOVA (p<0,05). Onde uma diferença significante existiu, as médias do tes- te são comparadas com a média do controle com o pós-teste de Dunnett usando o GraphPad Prism versão 4.00 para Windows, GraphPad Software, San Diego, Califórnia, EUA, WWW.qraphpad.com).
Análogos da exendina aqui revelados mostraram eficientemente diminuir a glicose sangüínea relativa ao veículo controle. Ver, ex., Tabela 1 e Figuras 1A-B.
Exemplo 4. Ensaio de Consumo Alimentar
Todos os camundongos (camundongos NIH:Swiss) são alojados em um ambiente estável de 22 (±2)°C, 60 (±10)°C de umidade e um ciclo claro:escuro 12:12, com luzes a 0300. Os camundongos são alojados em grupos de três em gaiolas padronizadas com acesso ad Iibitum ao alimento (Teklad: LM 485, Madison, Wl), e água, exceto quando notado, por pelo me- nos duas semanas antes dos experimentos.
Todos os experimentos são conduzidos entre as horas 0700 e .0900. Os camundongos são deprivados de alimento (o alimento é retirado a .1530 hs de todos os animais um dia antes do experimento). Todos os ca- mundongos recebem uma injeção intraperitoneal (200 μΙ) de qualquer veícu- lo (10% salina DMSO) ou composto de teste a 1 mg/kg e são imediatamente apresentados com um pellet de alimento pré-pesado (Teklad LM 485). O pellet de alimento é pesado a intervalos de 30-minutos, 1-hora e 2 horas pa- ra determinar a quantidade de alimento ingerida.
Os efeitos significantes da amostra teste são identificados por ANOVA (p<0,05). Onde uma diferença significante existiu, as médias do tes- te são comparadas com a média do controle com o pós-teste de Dunnett usando o GraphPad Prism versão 4.00 para Windows, GraphPad Software, San Diego, Califórnia. Ver, ex., Tabela 1. Exemplo 5. Modelo Animal CHF induzido por IM
Ratos Sprague Dawley passam por ligação da coronária esquer- da para induzir infarto do miocárdio (IM) e subseqüente insuficiência cardía- ca congestiva. Alguns ratos passam por cirurgia simulada. Iniciando duas semanas após a ligação da coronária, os ratos são tratados com GLP-1 (2,5 ou 25 pmol/kg/min), [Leu14]-Exendina-4 amida (1,67 ou 5 pmol/kg/min) ou veículo por 11 semanas via infusão subcutânea. A função e remodelamento cardíaco são avaliados por ecocardiografia. Ao final do estudo, os ratos pas- sam por teste de exercícios, medições hemodinâmicas e jejum (12 horas de jejum), concentração de insulina e glicose foram medidas e a Avaliação do Modelo de Homeostase (HOMA), um grande índice para resistência à insuli- na, é calculado. O consumo de Pico de Oxigênio durante o exercício é medi- do por calorimetria indireta.
A ecocardiografia transtorácica em Doppler é realizada. Breve- mente, imagens de eixo curto são obtidas a nível de músculo papilar e o ras- treamento guiado por modo M 2D são registrados a uma velocidade de 100 mm/s. Dimensões diastólica final (LVEDD) e sistólica final ventriculares es- querdas (LVESD) são medidas de acordo com o método de ponta da Ameri- can Society for Echocardiography. O volume atrial esquerdo (LAV) e fração de ejeção são medidas e calculadas a partir da visão do eixo longo. O espectro Doppler de ondas de pulso do fluxo de entrada mitral é obtido do ponto de vista apical de 5 câmaras. O volume da amostra é colo- cado na ponta das folhas mitrais e ajustado à posição da velocidade máxi- ma. O pico de ondas de preenchimento precoces (E) e tardias (A) é medido e a taxa E/A é calculada. O tratamento crônico com GLP-1 ou composto4103 melhora a função sistólica e diastólica cardíaca após ICC induzida por IM. Fig. 2A-C. As designações "L" e "H" indicam dose alta e baixa da droga, respectivamente. (Taxa E/A e volume atrial esquerdo (LAV) representam a função diastólica cardíaca; a fração de ejeção ventricular esquerda (LVEF) representa a função sistólica cardíaca.)
O tratamento crônico com GLP-1 ou composto 4103 atenua o alargamento do tamanho da câmara ventricular esquerda após a ICC induzi- da por IM. Fig. 3A-B. Designações "L" e "H" indicam a dose baixa e alta da droga, respectivamente. O tamanho da câmara ventricular esquerda é repre- sentado pela dimensão diastólica final de ventrículo esquerdo (LVEDD) e dimensão sistólica final de ventrículo esquerdo (LVESD). LVEDD e LVESD são medidos de acordo com o método de ponta da American Society for E- chocardiography.
O tratamento crônico com GLP-1 ou composto 4103 atenua a resistência à insulina e melhora a sensibilidade de insulina após ICC induzi- da por IM. Fig. 4A-C. Designações "L" e "H" indicam a dose baixa e alta da droga, respectivamente. A hiperinsulinemia e hiperglicemia ocorrem a 13 semanas pós IM em grupos controle não-tratados. Como mostrado, o trata- mento crônico pode normalizar a insulina plasmática em jejum e nível de glicose e melhorar a sensibilidade à insulina (como medido pelo Modelo de Avaliação de Homeostase (HOMA)1 um grande índice para resistência à in- sulina).
Figs. 5A-C demonstram que o tratamento crônico com GLP-1 ou
composto 4103 melhora a capacidade de exercícios e eficiência após a ICC induzida por IM. Designações "L" e "H" indicam a dose baixa e alta da droga, respectivamente. No momento do teste de exercício, dois ratos são coloca- dos simultaneamente em uma esteira de duas pistas (Columbus Instru- ments, Columbus, OH) a uma constante de 5% graus fechada por uma câ- mara metabólica (Oxymax Deluxe, Columbus Instruments) através da qual o fluxo de ar passa a uma velocidade constante. As medições basais são obti- das por um período de 8-10 minutos. A esteira é então iniciada a 8m/min por3 minutos, seguida por 12 m/min por 3 minutos e então mantida a 18m/min até a exaustão dos ratos. O ponto final do teste de esteira é determinado pela incapacidade do rato em manter o passo da esteira e aterrissar na gra- de de choque elétrico por mais de 6 segundos. A capacidade de exercícios (EC) é calculada como EC (kgm) = peso corporal (kg) χ grau da nota χ dis- tância percorrida. O consumo de oxigênio (V02), produção de dióxido de carbono (VC02) são medidos como descrito. Dentro de 1 minuto após o tes- te de esteira, o Iactato plasmático e glicose são medidos. O teste de esteira é executado e analisado por um investigador que é cego ao estudo.
As Fig. 6A-C demonstram que o tratamento crônico com GLP-1 ou composto 4103 resulta em um nível de Iactato plasmático atenuado na base e melhora a capacidade de exercícios para a taxa pico de Iactato após a ICC induzida por IM. Designações "L" e "H" indicam a dose baixa e alta da droga, respectivamente.
O tratamento em longo prazo com GLP-1, uma exendina, ou a- gonista de GLP-1 pode melhorar a função cardíaca, atenuar o remodelamen- to cardíaco e melhorar a capacidade de exercícios em um modelo animal com insuficiência cardíaca congestiva. O tratamento crônico com GLP-1, uma exendina, ou um agonista de exendina ou GLP-1 também melhora o desempenho em exercícios e melhora a sensibilidade à insulina associada com ICC. O GLP-1 e incretina imitam a mimética, assim representando uma abordagem terapêutica potencialmente nova para o tratamento de insufici- ência cardíaca congestiva.
Exemplo 6. GLP-1 Usado em Combinações com Inibidores da ECA para o Tratamento de Insuficiência Cardíaca Congestiva
Ratos Sprague Dawley passam por ligação da coronária esquer- da para induzir infarto do miocárdio (IM) e subseqüente insuficiência cardía- ca congestiva como descrito no Exemplo 5. Iniciando duas semanas após a ligação da coronária, os ratos são tratados com GLP-1,captopril (150 mg/kg/D/oral; "Cap"), terapia de combinação (GLP-1 e captopril; "GLP+Cap")), ou veículo por 11 semanas. O GLP-1 foi fornecido a 25 pmol/kg/min subcutaneamente, e captopril foi fornecido a 150 mg/kg/D oral- mente. A terapia de combinação com GLP-1 e captopril possui um efeito adi- tivo na recuperação da taxa E/A, uma medição da função diastólica cardía- ca. Fig. 7A-B.
As Figs. 8A-B demonstram que a terapia de combinação de GLP-1 e captopril possui um efeito aditivo na melhora da contratilidade car- díaca. A porcentagem de encurtamento fracionário é calculada a partir de LVEDD e LVESD, e é uma medição da contratilidade do músculo cardíaco. A terapia de combinação com GLP-1 e captopril possui um efeito aditivo na atenuação do alargamento do tamanho da câmara de ventrículo esquerdo, Fig. 9A-B, e melhora a capacidade de exercícios e eficiência em ratos ICC- IM. Fig 10A-B. A terapia de combinação com GLP-1 e captopril possui um efeito aditivo na resposta da capacidade de exercícios à taxa de pico de Iac- tato, e Iactato plasmático de base, após ICC induzida por IM. Fig. 11A-B.
Levando-se estes resultados juntos, mostra que a terapia de combinação de GLP-1 e captopril fornece efeitos cardioprotetores adicionais no estágio inicial de insuficiência cardíaca congestiva. Exemplo 7. Modelo de Triagem ICC-IM
Ratos Sprague Dawley passam por ligação da coronária esquer- da para induzir infarto do miocárdio (IM) e subseqüente insuficiência cardía- ca congestiva como descrito no Exemplo 5. Iniciando duas semanas após a ligação da coronária, os ratos são tratados com compostos de teste a 5 μ/kg/dia ou 10 pg/kg/dia, ou veículo por 11 semanas. A taxa E/A é medida em uma semana, de acordo com o procedimento descrito no Exemplo 5. O HOMA é medido em três semanas, de acordo com o procedimento descrito no Exemplo 5. Como mostrado, este modelo de triagem pode ser usado para identificar análogos de exendina capazes de melhorar a função cardíaca e sensibilidade à insulina após ICC induzida por IM. Fig. 12A-B. SEQÜÊNCIA DE LISTAGEM
<110> AMYLIN PHARMAC EUTI CAL S , INC.
<120> COMPOSIÇÕES E MÉTODOS PARA O TRATAMENTO DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA
<130> 0233WO
<140> <141>
<150> 60/808,810 <151> 2006-05-26
<160> 106
<170> Patente Int. Versão 3.3
<210> 1 <211> 30 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 1
His Ala Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Ser Ser Tyr Leu Glu Gly Gln Ala Ala Lys Glu Phe Ile Ala Trp Leu Val Lys Gly Arg .20 25 30
<210> 2 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 2
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Met Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly Pro Ser .20 25 30
Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser .35
<210> 3 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético <400> 3
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu
Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser
Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Trp Leu Lys Asn Gly Gly Pro Ser
<210> 4 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 4
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Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly Pro Ser
Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser <210> 5 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 5
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<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 6
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Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser .35
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 7
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Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 8
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<213> Seqüência Artificial
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<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 9
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
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Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser 20 25 30
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético <400> 11
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Phe Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser 20 25 30
Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser 35
<210> 12 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<220>
<221> M0D_RES <222> (9) <223> D(OMe)
<400> 12
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20 25 30 Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser .35
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptldio sintético
<220>
<221> MOD_RES <222> (9) <223> D(OMe)
<400> 13
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Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 14
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser
Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 15
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 16
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<213> Seqüência Artificial
<220> <223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 17
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
Ser Gly Pro Pro Pro Pro Ser .35
<210> 18 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 18
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
Ser Gly Thr Pro Pro Pro Ser .35 <210> 19 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 19
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser
Ser Gly Val Pro Pro Pro Ser
<210> 20 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 20 His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
Ser Gly Arg Pro Pro Pro Ser .35
<210> 21 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 21
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
Ser Gly Lys Pro Pro Pro Ser .35
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 22
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asn Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser .35
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 23
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Lys Ser Lys Gln Leu Glu Glu .1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser 20 25 30
Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser 35
<210> 24 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 24
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Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser 20 25 30
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<213> Seqüência Artificial
<220> <223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 25
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Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 26
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Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
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.35 <210> 27 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 27
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Lys Ala Ala Lys Glu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 28 His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .15 10 15
Lys Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
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<210> 29 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptldio sintético
<400> 29
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Lys Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly Pro Ser .20 25 30
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 30
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Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser .35
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<212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 31
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Thr Glu Tyr Leu Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 32
His Gly Glu Gly Thr Tyr Thr Asn Asp Val Thr Glu Tyr Leu Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
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<213> Seqüência Artificial
<220> <223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 33
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 35
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<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 36 His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
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<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 38
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Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser
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<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 40
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<213> Seqüência Artificial
<220> <223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 41
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Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser 20 25 30
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<210> 42
<211> 39
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptldio sintético
<400> 42
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Lys Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly Pro Ser 20 25 30
Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser
35 <210> 43 <211> 32 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 43
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Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Ile Pro Ser
<210> 44 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 44 His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Val Lys Ile Leu Glu Ala .15 10 15
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<213> Seqüência Artificial <22 0>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 45
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Met Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Gly Ser Trp Gly Ile Pro Ser .20 25 30
<210> 46 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<220>
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético <220>
<221> MOD_RES <222> (30) <223> OctG
<400> 47
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<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<220>
<221> M0D_RES <222> (34) <223> OctG
<400> 48
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<210> 49 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<220>
<221> M0D_RES <222> (34) <223> OctG
<400> 49
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Ala Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly Pro Ser .20 25 30
Ser Xaa Ala Pro Pro Pro Ser .35 <210> 50 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<220>
<221> MOD_RES <222> (34) <223> OctG
<400> 50
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<210> 51 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<220>
<221> MOD_RES <222> (34) <223> OctG
<400> 51
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<210> 52 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<220>
<221> M0D_RES <222> (35) <223> OctG <400> 52
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Lys Glu Xaa Ile Ser .35
<210> 53 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<220>
<221> MOD_RES <222> (34) <223> OctG
<400> 53
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Ala Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Lys Pro Lys .20 25 30
Lys Xaa Arg Tyr Ser .35
<210> 54 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<220>
<221> M0D_RES <222> (34) <223> OctG
<400> 54
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .15 10 15
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Lys Xaa Arg Tyr Ser .35
<210> 55 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<220>
<221> M0D_RES <222> (34) <223> OctG
<400> 55
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .15 10 15
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<210> 56 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético <400> 56
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Ile Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
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<210> 57 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <22 0>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 57
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Thr Gln Gln Leu Glu Glu .15 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Ile Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
Lys Glu Ile Ile Ser
.35 <210> 58 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 58
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .15 10 15
Lys Ala Ala Lys Glu Phe Ile Glu Trp Leu Ile Gln Gly Gly Pro Ser .20 25 30
Lys Glu Ile Ile Ser .35
<210> 59 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 59
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu .15 10 15 Lys Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Ile Gln Gly Gly Pro Ser 20 25 30
Lys Glu Ile Ile Ser 35
<210> 60
<211> 37
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 60
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser 20 25 30
Lys Glu Ile Ile Ser 35
<210> 61
<211> 37
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 61
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser 20 25 30
Lys Glu Ile Ile Ser 35
<210> 62 <211> 31 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 62
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Ile Lys Gly Arg Pro
20 25 30 <210> 63
<211> 31
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 63
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Lys Pro 20 25 30
<210> 64
<211> 31
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 64
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Ile Gln Gly Lys Pro <210> 65 <211> 31 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 65
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Ile Lys Gly Lys Pro
<210> 66 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 66
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Lys Pro Lys
Lys Ile Arg Tyr Ser
<210> 67 <211> 38 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 67
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly Lys Pro
Lys Lys Ile Arg Tyr Ser
<210> 68 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 68
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Lys Pro Gly 20 25 30
Lys Gly Lys Ile Arg Tyr Ser 35
<210> 69
<211> 36
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 69
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Pro Gly Gly Lys
20 25 30 Glu Ile Ile Ser
<210> 70 <211> 38 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 70
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly Pro Gly
Gly Lys Glu Ile Ile Ser <210> 71 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético <400> 71
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Lys Pro Lys
Lys Ile Arg Tyr Ala
<210> 72 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptldio sintético
<400> 72
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Lys Pro Lys Lys Ile Ala Tyr Ser <210> 73 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 73
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Lys Pro Lys 20 25 30
Lys Ala Arg Tyr Ser 35
<210> 74 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 74
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15 Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Lys Pro Lys 20 25 30
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<210> 75 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 75
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Lys Pro Ala 20 25 30
Lys Ile Arg Tyr Ser 35
<210> 76 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 76
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly Pro Ser 20 25 30
Lys Glu Ile Ile Ala 35
<210> 77
<211> 37
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 77
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly Pro Ser
20 25 30 Lys Glu Ile Ala Ser
<210> 78 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptldio sintético
<400> 78
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly Pro Ser
Lys Ala Ile Ile Ser
<210> 79 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético <400> 79
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Lys Pro Gly
Gly Lys Lys Ile Arg Tyr Ser
<210> 80 <211> 33 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 80
His Ala Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Ser Ser Tyr Leu Glu Gly
Gln Ala Ala Lys Glu Phe Ile Ala Trp Leu Val Lys Gly Arg Gly Gly Gly <210> 81
<211> 33
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 81
His Ala Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Ser Ser Tyr Leu Glu Gly 1 5 10 15
Gln Ala Ala Lys Glu Phe Ile Ala Trp Leu Val Lys Gly Arg Gly Gly 20 25 30
Gly
<210> 82 <211> 37 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 82
His Ala Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Ser Ser Tyr Leu Glu Gly 1 5 10 15 Gln Ala Ala Lys Glu Phe Ile Ala Trp Leu Val Lys Gly Arg Gly Gly
Gly Gly Ile Pro Ile
<210> 83 <211> 38 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 83
His Ala Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Ser Ser Tyr Leu Glu Gly
Gln Ala Ala Lys Glu Phe Ile Ala Trp Leu Val Lys Gly Arg Pro Ser
Gly Gly Gly Ile Pro Ile
<210> 84 <211> 36 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 84
His Ala Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Ser Ser Tyr Leu Glu Gly
Gln Ala Ala Lys Glu Phe Ile Ala Trp Leu Val Lys Gly Arg Gly Gly
Gly Ile Pro Ile
<210> 85
<211> 30
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 85
His Ala Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Ser Ser Tyr Leu Glu Gly
Gln Ala Ala Lys Glu Phe Ile Ala Trp Leu Val Lys Gly Arg <210> 86 <211> 30 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 86
His Ala Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Ser Ser Tyr Leu Glu Gly
Gln Ala Ala Lys Glu Phe Ile Ala Trp Leu Val Lys Gly Arg <210> 87 <211> 41 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 87
His Ala His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly 20 25 30
Pro Ser Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser 35 40
<210> 88 <211> 42 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 88
His Ala Glu His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln 1 5 10 15
Leu Glu Glu Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly
20 25 30
Gly Pro Ser Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser
35 40
<210> 89
<211> 43
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220> <223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 89
His Ala Glu Gly His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys 1 5 10 15
Gln Leu Glu Glu Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln 20 25 30
Gly Gly Pro Ser Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser 35 40
<210> 90
<211> 41
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 90
Tyr Ala His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu 1 5 10 15
Glu Glu Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly 20 25 30
Pro Ser Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser 35 40 <210> 91 <211> 41 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 91
His Ser His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu
Glu Glu Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly
Pro Ser Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser
<210> 92 <211> 41 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 92 Tyr Pro His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu
Glu Glu Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly
Pro Ser Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser
<210> 93 <211> 30 <212> PRT <213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 93
His Ala Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Val Ser Ser Tyr Leu Glu Gly
Gln Ala Ala Lys Glu Phe Ile Ala Trp Leu Val Lys Gly Arg
<210> 94 <211> 41 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<220>
<221> MOD_RES <222> (36) <223> OctG
<400> 94
His Ala His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu 1 5 10 15
Glu Glu Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn Gly Gly 20 25 30
Pro Ser Ser Xaa Ala Pro Pro Pro Ser 35 40
<210> 95 <211> 45 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 95
His Ala His Ala His Ala His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu 1 5 10 15 Ser Lys Gln Met Glu Glu Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu
Lys Asn Gly Gly Pro Ser Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser
<210> 96 <211> 28 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio
sintético
<400> 96
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Phe Leu Lys Asn
<210> 97 <211> 28 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético <400> 97
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Asn <210> 98
<211> 28
<212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 98
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Val Gln Glu Glu Ala Val Arg Leu Phe Val Glu Phe Leu Lys Asn
<210> 99 <211> 28 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 99
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Val Lys Ile Leu Glu Ala 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Lys Phe Ile Glu Phe Leu Lys Asn 20 25
<210> 100 <211> 39 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<220>
<221> MOD_RES <222> (14) <223> OctG
<400> 100
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Xaa Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Phe Ile Glu Trp Leu Lys Gln Gly Gly Pro Ser 20 25 30 Ser Gly Ala Pro Pro Pro Ser 35
<210> 101 <211> 28 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 101
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Leu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Lys Val Glu Phe Leu Lys Asn 20 25
<210> 102 <211> 28 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 102 His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Leu Gln Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Leu Asn Glu Phe Leu Lys Asn 20 25
<210> 103 <211> 28 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 103
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Val Glu Glu 1 5 10 15
Glu Ala Val Arg Leu Lys Asn Glu Phe Leu Lys Asn 20 25
<210> 104 <211> 28 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Val Leu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Leu Ile Glu Phe Leu Lys Asn <210> 105 <211> 28 <212> PRT <213> Seqüência Artificial
<220> <223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptidio sintético
<400> 105
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Gln Glu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Leu Val Glu Phe Leu Lys Asn
<210> 106 <211> 28 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial
<220> <223> Descrição da Seqüência Artificial: Polipeptídio sintético
<400> 106
His Gly Glu Gly Thr Phe Thr Ser Asp Leu Ser Lys Gln Gln Leu Glu
Glu Ala Val Arg Leu Phe Asn Glu Phe Leu Lys Asn

Claims (120)

1. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 4) HGDGTFTSDLSKQMEEEAVRLFIEWLKNGGPSSGAPPPS.
2. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 5) HGEGTFTSDLSKQMEEEAVRLFIEWLKNGGPSSGAPPPS.
3. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 6) HGEGTFTSDLSKQMEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGAPPPS.
4. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 7) HGEGTFTSDLSKQAEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGAPPPS.
5. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 8) HGEGTFTSDLSKQIEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGAPPPS.
6. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 9) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGAPPPS.
7. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 10) HGEGTFTTDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGAPPPS.
8. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 11) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGAPPPS.
9. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 12) HGEGTFTSfD(Ome)] LSKQLEEEAVRLFIE- WLKQGGPSSGAPPPS.
10. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 13) HGEGTFTS[D(Ome)] LSKQAEEEAVRLFIE- WLKQGGPSSGAPPPS.
11. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 14) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGFPPPS.
12. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 15) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGGPSSGFPPPS.
13. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 16) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGLPPPS.
14. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 17) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGPPPPS.
15. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos
16. (SEQ ID NO: 18) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIE- WLKQGGPSSGTPPPS.
17. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 19) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGVPPPS.
18. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 20) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GRPPPS.
19. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 21) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGKPPPS.
20. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 22) HGEGTFTSNLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGAPPPS.
21. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 23) HGEGTFTSDKSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
22. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 24) HGEGTFTSDWSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
23. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 25) HGEGTFTSDESKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
24. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 26) HGEGTFTSDVTQQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
25. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 27) HGEGTFTSDLSKQLEEEKAAKEFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
26. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 28) HGEGTFTSDLSKQLEEEKAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
27. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 30) HGEGTYTNDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
28.Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 31) HGEGTFTSDVTEYLEEEAVRLFIEWLKQGGPSSGAPPPS.
29.Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 32) HGEGTYTNDVTEYLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
30.Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 33) HGEGTYTNDVTEYLEEEAVRLFIEWLKNGGPSSGAPPPS.
31.Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 34) HGEGTYTNDVSSYLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
32.Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 35) HGEGTYTNDVSSYLEGQAARLFIEWLKNGGPSS- GAPPPS.
33.Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 36) HGEGTFTSDLSKQLEERAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
34.Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 37) HGEGTFTSDLSKQKEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
35.Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 38) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEYLKNGGPSSGAPPPS. GAPPPS.
36.Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 39) HGEGTYTNDVTEYLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
37. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 40) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGGPSSGFPPPS.
38. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 41) HGEGTFTSDLSKQSEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
39. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 46) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQfOctG] GPSS- GAPPPS.
40. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 47) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQG[OctG] PSS- GAPPPS.
41. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 48) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS [OctGjAPPPS.
42. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 49) HGEGTFTSDLSKQAEEEAVRLFIEWLKQGPSSfOctG] APPPS.
43. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 50) HGEGTFTSDLSKQAEEEAVRLFIEFLKNGPSSfOctG] APPPS.
44. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 51) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGKPKK[OctG] RYS-OH.
45. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 52) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGPSKE[OctG]IS- OH.
46. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 53) HGEGTFTSDLSKQAEEEAVRLFIEWLKNGKPKK[OctG] RYS-OH.
47. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 54) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEFLKNGKPKK[OctG] RYS-OH.
48. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 56) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLIQGGPSKEIIS-OH.
49. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 57) HGEGTFTSDVTQQLEEEAVRLFIEWLIQGGPSKEIIS-OH.
50. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 58) HGEGTFTSDLSKQLEEKAAKEFIEWLIQGGPSKEIIS-OH.
51. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 59) HGEGTFTSDLSKQLEEKAVRLFIEWLIQGGPSKEIIS-OH.
52. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 60) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSKEIIS-OH.
53. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 62) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLIKGRP-OH.
54. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 66) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGKPKKIRYS-OH.
55. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 63) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGKP-OH.
56. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 64) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLIQGKP-OH.
57. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 67) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGGKPKKIRYS- OH.
58. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 68) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGKPGGKIRYS- OH.
59. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 69) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNPGGKEIIS-OH.
60. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 70) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGGPGGKEIIS- OH.
61. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 80) HAEGTFTSDVSSYLEGQAAKEFIAWLVK- GRGGG[DPP4I1].
62. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 81) HAEGTFTSDVSSYLEGQAAKEFIAWLVK- GRGGG[DPP4I2].
63. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 82) HAEGTFTSDVSSYLEGQAAKEFIAWLVKGRGGGGIPI.
64. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 83) HAEGTFTSDVSSYLEGQAAKEFIAWLVKGRPSGGGIPI.
65. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 84) HAEGTFTSDVSSYLEGQAAKEFIAWLVKGRGGGIPI.
66. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 85) [VPI1]-HAEGTFTSDVSSYLEGQAAKEFIAWLVKGR.
67. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 86) [VPI1]-HAEGTFTSDVSSYLEGQAAKEFIAWLVKGR.
68. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 87) HAHGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
69. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 88) HAEHGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
70. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 89) HAEGHGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
71. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 90) YAHGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGGPSS- GAPPPS.
72. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 91) HSHGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGGPSS- GAPPPS.
73. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 92) YPHGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKNGGPSS- GAPPPS.
74. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 93) Ado-HAEGTFTSDVSSYLEGQAAKEFIAWLVKGR.
75. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 96) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEFLKN.
76. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 97) HGEGTFTSDLSKQLEEEAVRLFIEWLKN.
77. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 101) HGEGTFTSDLSKQLLEEAVRLKVEFLKN.
78. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 102) HGEGTFTSDLSKQLQEEAVRLLNEFLKN.
79. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 103) HGEGTFTSDLSKQVEEEAVRLKNEFLKN.
80. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 104) HGEGTFTSDLSKQVLEEAVRLLIEFLKN.
81. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 98) HGEGTFTSDLSKQVQEEAVRLFVEFLKN.
82. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 105) HGEGTFTSDLSKQQEEEAVRLLVEFLKN.
83. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 106) HGEGTFTSDLSKQQLEEAVRLFNEFLKN.
84. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 99) HGEGTFTSDLVKILEAEAVRKFIEFLKN.
85. Polipetídeo compreendendo a seqüência de aminoácidos (SEQ ID NO: 100) HGEGTFTSDLSK[OctG] EEEAVRLFIEWLKQGGPSS- GAPPPS.
86. Método para prevenir ou tratar a insuficiência cardíaca congestiva compreendendo a administração a um paciente em necessidade de prevenção ou tratamento da insuficiência cardíaca congestiva, uma quan- tidade de pelo menos um dos peptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações precedentes eficaz para tratar ou prevenir a insuficiência cardíaca congestiva.
87. Método para melhora da função cardíaca associada a insu- ficiência cardíaca congestiva compreendendo a administração a um paciente em necessidade de prevenção ou tratamento da insuficiência cardíaca con- gestiva, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como defini- dos nas reivindicações de 1 a 84 eficaz para melhorar a função cardíaca.
88. Método para atenuar o remodelamento cardíaco compre- endendo a administração a um paciente em necessidade de atenuação do remodelamento cardíaco, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptí- deos como definidos nas reivindicações de 1 a 84 eficaz para atenuar o re- modelamento cardíaco. '
89. Método para limitar o tamanho do infarto compreendendo a administração a um paciente em necessidade de limitação do tamanho do infarto, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivindicações de 1 a 84 eficaz para limitar o tamanho do infarto.
90. Método de atenuar a resistência à insulina compreendendo a administração a um paciente em necessidade de limitar a resistência à insulina, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como defini- dos nas reivindicações de 1 a 84 eficaz para limitar a resistência à insulina.
91. Método para melhorar a capacidade de exercícios em um paciente com insuficiência cardíaca congestiva compreendendo a adminis- tração a um paciente em necessidade de melhorar a capacidade de exercí- cios, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivindicações de 1 a 84 eficaz para melhorar a capacidade de exercí- cios.
92. Método para tratar a diabetes mellitus compreendendo a administração a um paciente em necessidade de tal tratamento, uma quanti- dade de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivindica- ções de 1 a 84 eficaz para tratar a diabetes mellitus.
93. Método para tratar a resistência à insulina compreendendo a administração a um paciente em necessidade de tal tratamento, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivin- dicações de 1 a 84 eficaz para tratar a resistência à insulina.
94. Método para tratar a hiperglicemia pós-prandial compreen- dendo a administração a um paciente em necessidade de tal tratamento, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivindicações de 1 a 84 eficaz para tratar a hiperglicemia pós-prandial.
95. Método para diminuir a glicose sangüínea compreendendo a administração a um paciente em necessidade de tal diminuição, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivin- dicações de 1 a 84 eficaz para diminuir a glicose sangüínea.
96. Método para tratar a resposta da estimulação de insulina compreendendo a administração a um paciente em necessidade de tal res- posta de insulina, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos co- mo definidos nas reivindicações de 1 a 84 eficaz para estimular uma respos- ta à insulina.
97. Método para reduzir o consumo de alimentos compreen- dendo a administração a um paciente em necessidade ou desejo de tal re- dução, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivindicações de 1 a 84 eficaz para reduzir o consumo de alimentos.
98.Método para reduzir o apetite compreendendo a adminis- tração a um paciente em necessidade ou desejo de tal redução, uma quanti- dade de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivindica- ções de 1 a 84 eficaz para reduzir o apetite.
99.Método para tratar a obesidade compreendendo a adminis- tração a um paciente em necessidade de tal tratamento, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivindicações de 1 a .84 eficaz para tratar a obesidade.
100.Método para tratar a doença cardíaca relacionada à obesi- dade compreendendo a administração a um paciente em necessidade de tal tratamento, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como de- finidos nas reivindicações de 1 a 84 eficaz para tratar a doença cardíaca re- lacionada à obesidade.
101.Método para tratar a dislipidemia compreendendo a ad- ministração a um paciente em necessidade de tal tratamento, uma quantida- de de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivindicações de 1 a 84 eficaz para diminuir os lipídeos plasmáticos.
102.Método para tratar a hipertrigliceridemia compreendendo a administração a um paciente em necessidade de tal tratamento, uma quantidade de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos nas reivin- dicações de 1 a 84 eficaz para diminuir os triglicerídeos plasmáticos.
103. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para tratar ou prevenir a insu- ficiência cardíaca congestiva.
104. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para melhorar a função car- díaca associada com insuficiência cardíaca congestiva.
105. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para atenuar o remodelamen- to cardíaco.
106. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para limitar o tamanho do infarto.
107. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para atenuar a resistência à insulina.
108. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para melhorar a capacidade de exercícios em um paciente que possua insuficiência cardíaca congestiva.
109. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para tratar diabetes mellitus.
110. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para tratar a resistência à insulina.
111. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para tratar a hiperglicemia pós-prandial.
112. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para diminuir a glicose san- güínea.
113. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para estimular a liberação de insulina.
114. Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para reduzir o consumo ali- mentar.
115.Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para reduzir o apetite.
116.Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para tratar a obesidade.
117.Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para tratar a obesidade rela- cionada a doença cardíaca.
118.Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para tratar a obesidade rela- cionada à insuficiência cardíaca congestiva.
119.Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para tratar a dislipidemia.
120.Uso de pelo menos um dos polipeptídeos como definidos em qualquer uma das reivindicações de 1 a 84 para a hipertrigliceridemia.
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