BRPI0713645A2 - processo e dispositivo de instalação de cabos e envoltórios em uma canalização não visitável - Google Patents

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Abstract

PROCESSO E DISPOSITIVO DE INSTALAçãO DE CABOS E ENVOLTóRIOS EM UMA CANALIZAçãO NãO VISITáVEL. A presente invenção refere-se a um processo de instalação de um corpo longilíneo (1), tal como um cabo no inferior de uma canalização (2), notadamente uma canalização não visitável, no qual se mantém esse corpo longilíneo contra uma parede (21) dessa canalização com o auxilio longilíneo contra a parede interna da canalização. Nesse processo, se fixa, antes da inserção desse corpo longilíneo (1) nessa canalização (2), uma pluralidade desses elementos de sustentação pontuais (3,3') ao longo desse corpo longilíneo; e se comprimem em flexão os elementos de sustentação e se mantém sob esfoço, por intemediário de um elemento de bloqueio (4). Depois se introduz esse corpo longilíneo nessa canalização entre pelos menos duas visitas de acesso a essa canalização e se coloca esse corpo longilíneo contra a parede (21) dessa canalização por retirada ou ruptura desse elemento de bloqueio (4), comprimindo cada elemento de sustentação pontual, provocando a colocação desse elemento de sustentação e desse corpo longilíneo contra a parede da canalização. Um dispositivo (5) robotizado para aplicação do processo da invenção é também descrito.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSO E DISPOSITIVO DE INSTALAÇÃO DE CABOS E ENVOLTÓRIOS EM UMA CANALIZAÇÃO NÃO VISITÁVEL".
A presente invenção refere-se ao domínio geral da instalação de corpo e elementos longilíneos enroláveis, tais como cabos, envoltórios e seus análogos, em canalizações, em particular canalizações sem pressão, por exemplo, canalizações de esgotos.
Mais particularmente, a invenção se refere a um processo de instalação desses corpos no interior dessas canalizações com o auxílio de elementos de sustentação pontuais, e um dispositivo robotizado para a apli- cação desse processo. O domínio da instalação de cabos de telecomunicação é um se- tor em pleno desenvolvimento, devido notadamente à importância crescente considerada pelas tecnologias de telecomunicações e de informação, e o desenvolvimento necessário das redes, permitindo o desenvolvimento e o emprego destas.
Com efeito, a instalação de redes de telecomunicações gera um uso extensivo de cabos e notadamente, cada vez mais, de cabos com fibras óticas.
É desejável que o desdobramento das infraestruturas necessá- rias à instalação das redes siga a demanda do ponto de vista das transfe- rências de dados, em particular a partir do surgimento das soluções com vazão muito elevada.
Também, a rapidez, a simplicidade, a qualidade e o custo dos desdobramentos de cabos se tornaram pontos críticos para as empresas especializadas na instalação de infra-estruturas de redes.
A invenção se refere, em particular, ao desdobramento de cabos em canalizações existentes, de preferência circulares, muito estreitas para serem visitadas e destinadas a uma outra aplicação diferente de conexões. Considera-se, em geral, que as canalizações de diâmetros superiores a 800 mm são visitáveis.
A invenção responde à demanda dos operadores de telecomuni- cação que desejam aceder com cabos óticos até cada construção com custo menor. O processo tem por vocação substituir a introdução tradicional dos cabos, a operação onerosa e prejudicial para os usuários e ribeirinhos do domínio público.
Diversas famílias de soluções existem nesse âmbito específico, mas nenhuma satisfaz plenamente, independentemente do nível da robus- tez, do custo, da simplicidade de utilização ou ainda da rapidez.
Por exemplo, pode ser necessário interromper um escoamento em uma canalização, a fim de instalar um cabo ou ainda de fazer trabalhos de engenharia civil.
Uma dessas soluções particularmente interessantes consistem em fixar o cabo entre pontos acessíveis da rede, nos quais podem ser insta- lados meios de fixação. São conhecidas técnicas, segundo as quais o cabo é fixado esticado entre duas aberturas de visita com o auxílio de meios de tensionamento, por exemplo, um tensor lanterna acoplada a um esticador de cabo, o todo encaixado em uma placa que sustenta gancho, fixada por para- fusação, cavilhamento ou chumbamento sobre a parede da abertura de visi- ta.
Essa técnica é particularmente interessante, pois ela necessita de uma intervenção bem leve sobre as canalizações sem trabalhos de en- genharia civil e sem necessidade de interrupção dos escoamentos. O cabo é simplesmente introduzido na canalização.
O tensionamento do cabo permite colocar tanto quanto possível o cabo sob a parede superior da canalização. Nenhum obstáculo vem, por conseguinte, perturbar o escoamento. Todavia, como a tensão exercida so- bre o cabo não deve ultrapassar um valor determinado pelo fabricante, ob- serva-se uma flecha, cuja importância pode gerar distúrbios na exploração da canalização, tais como a prisão de corpos flutuantes e a constituição de bujões por aglomeração local das matérias transportadas pelas águas. Essa técnica resolve, portanto, apenas parcialmente o problema da instalação de um cabo em uma canalização.
São conhecidos enfim documentos DE 19813728 e EP-A- 0905433 uma técnica propondo a utilização de elementos de sustentação pontuais em forma de arcos destinados a serem instalados em uma canali- zação, a fim de sustentar um cabo fixado entre dois pontos no interior da canalização. As ramificações desses arcos apresentam uma certa elastici- dade, permitindo a introdução desses arcos na canalização, quando são comprimidos e a colocação do cabo contra a parede interna da canalização, quando essa compressão é liberada. Os elementos de sustentação são ins- talados diretamente no conduto por um dispositivo mecânico, comportando um carregador que recebe esses elementos de sustentação em um estado comprimido e que são em seguida liberado um a um no conduto, à medida que ocorre o avanço do dispositivo mecânico na canalização.
Esta última técnica não necessita de nenhuma perfuração, nem de nenhuma intervenção sobre a própria canalização.
Todavia, quando convém equipar condutos de comprimentos consideráveis, essa técnica apresenta certos limites. Com efeito, os carre- gadores dos dispositivos de instalação dos clipes de sustentação nas canali- zações têm uma capacidade limitada. Por conseguinte, é necessário efetuar idas e voltas sucessivas dos dispositivos para encher os carregadores, quando estes são esvaziados, o que aumenta, de forma considerável a du- ração das operações de instalação dos cabos e, portanto, o custo global de instalação, que constitui um parâmetro crucial no ganho do comércio de co- nexão e de conexões de telecomunicações.
A presente invenção tem por objetivo fornecer um processo de instalação de um corpo longilíneo flexível apto a ser bobinado, tal como um cabo, um envoltório ou análogos no interior de uma canalização, notadamen- te uma canalização não visitável com o auxílio de elementos de sustentação pontuais, que permita reduzir as durações e, portanto, os custos de instala- ções comparativamente à técnica conhecida, utilizando dispositivos com car- regadores.
Esse objetivo é atingido, segundo a presente invenção, graças a um processo de instalação de um corpo longilíneo flexível, no qual se man- tém esse corpo longilíneo contra uma parede dessa canalização com o auxí- lio de elementos de sustentação pontuais, comportando ramificações elásti- cas, que permitem a introdução desses elementos de sustentação na canali- zação, quando essas ramificações são comprimidas e colocação dessas ramificações e desse corpo longilíneo contra a parede interna da canaliza- ção, quando essas ramificações são liberadas. De acordo com a invenção, esse processo é caracterizado pelo fato de sucessivamente:
a) se fixar, antes da inserção desse corpo longilíneo nessa cana- lização, uma pluralidade desses elementos de sustentação pontuais ao lon- go desse corpo longilíneo a instalar nessa canalização;
b) se comprimirem em flexão essas ramificações desses ele- mentos de sustentação pontuais fixados sobre esse corpo longilíneo e se manterem essas ramificações sob esforço, por intermédio de um elemento de bloqueio;
c)se introduzirem esse corpo longilíneo que suporta esses ele- mentos de sustentação pontuais, cujas ramificações são comprimidas nessa canalização entre pelo menos duas visitas de acesso a essa canalização;
d)se colocar esse corpo longilíneo contra a parede dessa cana- lização por retirada ou ruptura desse elemento de bloqueio, comprimindo essas ramificações de cada elemento de sustentação pontual, essas ramifi- cações, uma vez liberadas, realizando um movimento de extensão ou de afastamento lateral, provocando a colocação desse elemento de sustenta- ção e desse corpo longilíneo contra a parede da canalização.
Assim, graças ao processo da invenção, equipam-se os cabos ou envoltórios a instalar, antes mesmo da inserção na canalização a equipar com o auxílio de elementos de sustentação pontuais sobre o comprimento necessário e comprimem-se as ramificações elásticas desses elementos de sustentação, de maneira a permitir a inserção dos cabos munidos desses elementos de sustentação na canalização, depois, uma vez isto realizado, liberar sucessivamente as ramificações de cada um desses elementos de sustentação por qualquer meio apropriado para colocar os cabos contra a parede da canalização, o que pode ser feito muito simples e rapidamente com o auxílio, por exemplo, de um robô telecomandado que se desloca no interior do conduto em curso de equipamento.
A posição retida para instalar os cabos ou envoltórios é a posi- ção zenital, é o local do conduto que é o menos solicitado pelos efluentes que atingem o topo do conduto.
De acordo com uma primeira característica preferida da inven- ção, esse corpo longilíneo que se deseja instalar é puxado no decorrer da etapa c), a partir de uma primeira visita de acesso situada a jusante dessa canalização por intermédio de um cabo de tração fixado em uma extremida- de desse corpo longilíneo, por intermédio de uma pinça de ancoragem, e é simultaneamente impulsionado a montante. No nível dessas visitas de aces- so a montante a jusante, as extremidades do corpo longilíneo são ancoradas sobre a parede dessas visitas por meio de dispositivo de ancoragem apto a exercer um esforço tensor sobre esse corpo longilíneo.
Uma vez a ancoragem desse corpo longilíneo feita, um esforço de tração é, então, exercido sobre este para colocá-lo em tensão. Essa colo- cação sob tensão permite pré-dispor esse corpo longilíneo na parte alta da canalização, na qual é realizada a instalação.
Em um modo preferencial de aplicação do processo da inven- ção, na etapa a), se fixa cada elemento de sustentação pontual, de tal modo que este possua um grau de liberdade em rotação em torno desse corpo longilíneo, mas seja bloqueado em translação longitudinal sobre esse corpo.
Consegue-se assim uma excelente repartição longitudinal dos clipes de sustentação pontuais sobre esses corpos longilíneos (por exemplo, os cabos), no interior da canalização, assim como melhor posicionamento destes, antes da colocação contra as paredes dessa canalização.
Os elementos de sustentação são instalados sobre esse corpo longilíneo, antes de sua introdução no conduto e são articulados no sentido perpendicular ao eixo do conduto, para lhe permitir se ocultar em um plano horizontal durante a introdução desse corpo longilíneo no conduto. Esses elementos de sustentação possuem um grau de liberdade angular em torno do corpo longilíneo para lhe permitir se posicionar, de maneira ótima, quan- do da colocação contra a parede do conduto. Em um modo preferido de aplicação do processo da invenção, esses elementos de sustentação pontuais são realizados a partir de fio me- tálico e são fixados sobre esse corpo longilíneo, por intermédio de um núcleo de fixação móvel em rotação em torno desse corpo longilíneo e fixo em translação longitudinalmente sobre esse corpo longilíneo.
Vantajosamente, nesse modo preferido de realização da inven- ção, cada elemento de sustentação pontual é solidário a esse núcleo de fi- xação e apto a girar sobre esse núcleo, de maneira a poder ser posicionado nessa canalização, de tal modo que essas ramificações desses elementos de sustentação se estendam exatamente em um plano ortogonal ao eixo dessa canalização, antes da retirada ou ruptura desse elemento de bloqueio das ramificações.
Uma forma particularmente vantajosa de elementos de sustenta- ção pontual é tal que estes compreendem:
- uma parte central retilínea pela qual cada elemento de susten- tação é solidário a esse núcleo de fixação e permite a rotação sobre esse núcleo em torno de um eixo sensivelmente horizontal;
- duas partes verticais retilíneas e simétricas de ambos os lados dessa parte central que levam esse elemento de sustentação em contato com a abóbada da canalização e permitem um bloqueio deste sobre o nú- cleo;
- duas ramificações circulares simétricas estendendo-se a partir da extremidade superior dessas partes verticais; e
- dois entalhes nas extremidades dessas ramificações que per- mitem fixar esse elemento de bloqueio das ramificações para as fases de introdução na canalização.
Esses elementos de sustentação pontuais dispõem assim de elasticidade suficiente para introduzir o clipe no conduto, sem deformá-lo e de força de comando para assegurar a colocação e a manutenção de um corpo longilíneo, tal como um cabo ou um envoltório por apoio sobre a abó- bada interna de uma canalização.
Para uma manutenção ótima dos elementos de sustentação em posição vertical de colocação na canalização, esses núcleos de fixação comportam batentes de bloqueio em rotação desses elementos de sustenta- ção, esses batentes sendo conformados e posicionados sobre os núcleos, de maneira a cooperarem com essas partes verticais simétricas desses ele- mentos de sustentação.
Graças a esses batentes, a rotação dos elementos de sustenta- ção sobre esses núcleos é limitada entre duas posições extremas que de- vem poder assumir os elementos de sustentação, a saber uma posição de introdução na canalização e uma posição final de manutenção de um corpo longilíneo contra a abóbada interna de uma canalização.
De acordo com uma outra característica vantajosa da invenção, entre as etapas c) e d), se realiza, além disso, um posicionamento mecânico desses elementos de sustentação pontuais no interior da canalização, por intermédio de um dispositivo robotizado apto a ser introduzido nessa canali- zação, esse dispositivo robotizado permitindo a retirada ou a ruptura desses elementos de bloqueio das ramificações desses elementos de sustentação pontuais na etapa d).
Assim, é possível orientar convenientemente os clipes de sus- tentação, e, portanto, o(s) cabo(s) instalado(s) na canalização, antes da co- locação contra as paredes da canalização.
Além disso, esse posicionamento mecânico dos elementos de sustentação pontuais no interior da canalização é tal que esse corpo longilí- neo é colocado contra a parede superior da canalização, após retirada des- ses elementos de bloqueio e colocação desses elementos de sustentação contra as paredes da canalização.
Todavia, o dispositivo robotizado por intermédio do qual são po- sicionados os cabos no conduto está, de preferência, também apto a orientar angularmente esses cabos no interior dos condutos, de forma a evitar even- tuais obstáculos ou pontos de ligação nesses condutos.
De forma vantajosa, na etapa d), se rompe esse elemento de bloqueio por recorte ou ainda por fusão, essa ruptura sendo vantajosamente realizada por intermédio do dispositivo robotizado, este comportando meios de ruptura desses elementos de bloqueio apropriados.
Enfim, de acordo com o processo da invenção, também é vanta- joso posicionar e sustentar esse corpo longilíneo contra a parede superior dessa canalização com o auxílio desse dispositivo robotizado, durante o de- senrolar da etapa d).
Um segundo aspecto da presente invenção reside também na concepção e no fornecimento de um dispositivo adaptado à aplicação do processo de instalação descrito anteriormente. Esse dispositivo comporta, notadamente, um carro motorizado, equipado com meios de rolamento e de deslizamento contra uma parede de uma canalização no interior da qual es- se corpo longilíneo flexível apto a ser bobinado deve ser instalado e uma plataforma suporte solidária a esse carro motorizado. De acordo com a pre- sente invenção, esse dispositivo é caracterizado pelo fato de comportar mei- os de ruptura desses meios e bloqueio das ramificações desses elementos de sustentação pontuais fixados sobre esse corpo longilíneo a instalar nessa canalização.
Segundo variantes possíveis de realização do dispositivo da in- venção, esses meios de ruptura são solidários a essa plataforma e/ou esse carro e são proeminentes em relação a esse carro e a essa plataforma. Es- ses meios de ruptura podem, também, ser fixos ou móveis em relação a es- se carro ou a essa plataforma, e comportar, segundo os casos, pelo menos um elemento cortante e/ou pelo menos um elemento aquecedor.
De forma vantajosa, esses meios de ruptura podem também ser rádio- ou telecomandados, como o dispositivo em seu conjunto.
De acordo com um modo de realização preferido, o dispositivo da invenção comporta, além disso, meios de posicionamento e de sustenta- ção desse corpo longilíneo a ser instalado nessa canalização, esses meios de posicionamento sendo solidários à plataforma.
Esses meios de posicionamento e de sustentação comportam vantajosamente um rodete compressor de forma adaptada à sustentação e ao deslizamento ao longo desse corpo longilíneo (por exemplo, ao longo de um cabo), esse rodete compressor sendo posicionado na extremidade supe- rior de um mecanismo elevador solidário a essa plataforma, o qual comporta um macaco de acionamento, de preferência um macaco elétrico.
Diferentes variantes de realização podem ser consideradas para o mecanismo do dispositivo da invenção. Em uma primeira variante, esse mecanismo elevador comporta um braço montado giratório sobre a platafor- ma, esse braço sendo, se for o caso, telescópico e acionado por esse maca- co.
Em uma segunda variante, preferida, esse mecanismo elevador comporta um pantógrafo, acionado por um macaco ou um motor.
O dispositivo da invenção comporta também vantajosamente pelo menos uma câmera que permite uma visualização do interior desse conduto, quando dos deslocamentos desse dispositivo nesse conduto. Essa câmera pode, de forma vantajosa, ser fixada sobre essa plataforma, sobre esse carro ou na extremidade superior desse mecanismo elevador.
Enfim, em um modo de realização preferido, o dispositivo da in- venção comporta espátulas de orientação desses elementos de sustentação pontuais fixados, de acordo com o processo da invenção, sobre esse corpo longilíneo a instalar em uma canalização. Essas espátulas são fixadas sobre esse carro ou essa plataforma, de tal modo que entrem em contato e se a- poiem contra as ramificações desses elementos de ligação pontuais com- primidos por esse elemento de bloqueio, quando esse dispositivo avança nessa canalização.
Assim, é possível posicionar esses elementos de bloqueio das ramificações diante desses elementos de ruptura do dispositivo e esse corpo longilíneo diante da parede superior dessa canalização, de tal modo que es- se meio de bloqueio é rompido, esse corpo longilíneo é colocado contra essa parede superior.
Outras características e vantagens da presente invenção so- bressairão da descrição feita abaixo, com referência aos desenhos anexa- dos que ilustram disso um exemplo de realização desprovido de qualquer caráter limitativo. Nas figuras:
- a figura 1 representa um elemento de sustentação pontual útil para a aplicação do processo da invenção em um primeiro modo de realiza- ção;
- a figura 2 representa uma etapa de inserção de um cabo equi- pado com vários elementos de sustentação, tais como representados na fi- gura 1 em uma canalização, antes de fixar esse cabo nessa canalização, segundo o processo da invenção;
- as figuras 3A e 3B representam respectivamente em vistas de perfil e frontal um dispositivo robotizado no interior de uma canalização para a aplicação do processo de instalação de cabos, de acordo com a invenção, com o auxílio de elementos de sustentação pontuais, de acordo com a figura 1 em um primeiro modo de realização;
- as figuras 4A a 4C representam esquematicamente um ele- mento de sustentação pontual para a aplicação do processo da invenção em um segundo modo de realização, respectivamente no estado livre, no estado comprimido, e no estado livre, após instalação em uma canalização;
- as figuras 5A e 5B representam o modo de fixação de um ele- mento de sustentação pontual, tal como representado nas figuras 4A a 4C sobre um cabo com o auxílio de um núcleo de fixação nas duas posições extremas desse elemento de sustentação em relação a esse núcleo;
- as figuras 6A e 6C representam as diferentes etapas de aplica- ção do processo da invenção em um segundo modo de realização preferido;
- as figuras 7A a 7C representam, respectivamente, em vistas de perfil, de topo e frontal, um dispositivo robotizado no interior de uma canali- zação para a aplicação do processo de instalação de cabos, de acordo com a invenção, no modo de realização das figuras 6A a 6D.
A presente invenção propõe um novo processo e um dispositivo para instalar cabos 1 (ou envoltórios destinados a receber cabos) de tele- comunicações nas partes não visitáveis dos esgotos 2.
Em um primeiro modo de realização, descrito a seguir com refe- rência às figuras 1 a 3, o processo da invenção prevê a utilização de ele- mentos de sustentação pontuais 3, tais como representados na figura 1, também denominados na seqüência da descrição "clipes" de sustentação 3, a fim de realizar a instalação de cabos 1, envoltórios e análogos em canali- zações não visitáveis 2.
Esses elementos de sustentação 3 são constituídos de um anel em fio de aço ou de liga inoxidável. Com efeito, é necessário que o material que constitui esses clipes tenha uma boa resistência à corrosão, já que ele é destinado a uma utilização em esgotos 2, meios geralmente úmidos e fre- qüentemente agressivos.
Uma gama de tamanhos de clipes pode ser fabricada, de manei- ra que cada tamanho possa ser utilizado para uma faixa determinada de ta- manhos de canalizações.
Os clipes de sustentação 3 devem possuir uma boa elasticidade e uma boa flexibilidade, a fim de permitir a aplicação do processo da inven- ção, conforme será descrito a seguir. Para isto, o clipe de sustentação 3 a- presenta uma dupla curvatura que lhe confere uma forma de berço, cujas bordas são formadas por duas ramificações laterais 31, 32 contíguas uma à outra em suas extremidades onde elas formam dois entalhes 33, permitindo a fixação do clipe 3 sobre um cabo (ou um envoltório) 1, antes de sua insta- lação em uma canalização 2 a equipar, conforme representado na figura 2.
Sob essa forma, o clipe 3 de sustentação pode ser facilmente deformado e comprimido em flexão lateral e/ou longitudinalmente. De acordo com a invenção, a deformação do clipe de sustentação 3 é obtida por uma ligadura 4, aproximando as ramificações 31, 32, conforme representado na figura 1. Essa compressão aquém do limite elástico do material, gera uma redução do diâmetro transversal do clipe, permitindo sua introdução e seu posicionamento em um conduto 2.
A forma do clipe de sustentação 3 é estudada para se obter, a- pós inserção em um conduto 2 e ruptura da ligadura 4, comprimindo as rami- ficações 31, 32 do clipe, um contato máximo com a parede interna do condu- to 2. O esforço de sustentação exercido sobre o cabo (ou do envoltório) é então obtido pela força de reação do clipe 3 contra as paredes do conduto.
De acordo com a presente invenção, a instalação de cabos 1 (ou envoltórios) em condutos 2 não visíveis com o auxílio de clipe de sustenta- ção 3, tais como anteriormente descritos é feita conforme a seguir.
Em uma primeira etapa, os clipes de sustentação 3 são fixados no cabo (ou no envoltório) 1 a instalar, antes da introdução no conduto por seus entalhes 33, o conjunto constituindo uma espécie de guirlanda, as rami- ficações 31, 32 dos clipes sendo comprimidas e deformadas por uma ligadu- ra 4, por exemplo, constituídas de um fio têxtil de matéria sintética, tal como NYLON® ou, preferencialmente, de matéria biodegradável, de maneira a não deixar resíduos no conduto.
O conjunto é em seguida introduzido no conduto 2 por tração (figura 2), por exemplo, com o auxílio de um umbilical (não representado nas figuras), a partir de uma extremidade do conduto 2. No decorrer dessa intro- dução, a forma em berço dos clipes 3 favorece a translação do cabo 1 no conduto 2.
Previamente à introdução do cabo 1, o conduto 2 é, de preferên- cia, inspecionado para verificar a ausência de anomalias que poderiam, por exemplo, danificar o cabo, uma vez instalado, ou formar obstáculo à instala- ção e a translação do cabo 1 ou do envoltório, quando de sua introdução.
Quando dessa inspeção, as posições de transplantações e a geratriz do conduto o mais vantajoso para o posicionamento do cabo são também marcadas. Se isto parecer necessário, o conduto 2 poderá também ser limpo por hidrocuragem, antes do começo do procedimento de instalação 1.
Após introdução do cabo (ou do envoltório) 1, pré-equipado com os clipes de sustentação 3 no conduto 2, esse cabo (ou o envoltório) é colo- cado sob tensão e colocado no fundo 21 do conduto por ruptura da ligadura de travamento 4 de cada um dos clipes de sustentação 3, por intermédio de um dispositivo robotizado 5, tal como representado nas figuras 3A e 3B. As ramificações 31, 32 dos clipes de sustentação vêm, uma vez a ligadura 4 rompida, se colocar contra as paredes do conduto, sobre as quais os clipes 3 exercem, então, sobre o cabo (ou o envoltório) 1 uma força de reação ver- tical que tem por efeito colocá-lo contra a parede superior 21 do conduto 2.
Assim, a liberação do conduto 2 é feita, o que não trava a circu- lação de matérias no conduto 2. O caso em que o conduto 2 é um conduto de esgotos, o arrastamento dos sedimentos pelos efluentes é feito sem per- da de carga, mesmo após a instalação do cabo 1 nesse conduto.
Conforme indicado anteriormente, a ruptura das ligações 4 dos clipes 3 no interior do conduto 2 é feita com o auxílio de um dispositivo robo- tizado 5 representado nas figuras 3A e 3B e descrita a seguir mais detalha- damente.
Esse dispositivo 5 comporta um carro 51 munido de elementos de rolamento 511, 512, tais como as rodas ou lagartas, permitindo o deslo- camento do dispositivo 5 no conduto 2. Esse deslocamento pode resultar de um acionamento motorizado do carro 51 ou de uma tração com o auxílio de um umbilical.
De preferência, um deslocamento motorizado do dispositivo 5 será privilegiado para permitir uma melhor autonomia e flexibilidade de utili- zação do dispositivo 5 no interior dos condutos 2.
Para isso, o carro 51 do dispositivo 5 integra vantajosamente um motor elétrico alimentado por uma fonte de energia externa ao conduto 2, a partir de um umbilical seguidor também introduzido nesse conduto 2, esse motor sendo acoplado mecanicamente a um trem de acionamento desses elementos de rolamento 511, 512.
Além disso, de forma vantajosa, o dispositivo 5 inclui também uma unidade eletrônica de comando apta a comandar esse motor elétrico e comportando meios de comando à distância, por exemplo, meios de radio- comando ou telecomando por intermédio dos quais operadores podem, na superfície, orientar e controlar os movimentos do dispositivo 5 e as opera- ções de instalação dos clipes de sustentação 3 e do cabo 1 nos condutos 2.
Para facilitar o comando e o controle dessas operações de insta- lação por esses operadores na superfície, o dispositivo 5 comporta também meios 56 de iluminação e de visualização por câmera, dispostos de forma vantajosa sobre uma plataforma 52 na superfície superior do carro 51, de forma apropriada para iluminar e mostrar o campo a montante do dispositivo .5, quando desses deslocamentos no conduto 2. Sobre a plataforma 52 são também instalados meios 54 de posi- cionamento de cabos 1 no interior do conduto 2.
Os meios de posicionamento de cabos 1 comportam um pantó- grafo 542 movido por um macaco 55 hidráulico ou, de preferência, elétrico. O pantógrafo 542 comporta um prato superior sobre o qual é fixado um rode- te compressor 541 formado de um cilindro ou de uma polia livre em rotação sobre seu eixo de fixação, este sendo solidário em suas extremidades a uma armação fixada sobre o prato do pantógrafo 542.
Na dianteira do carro 51, o dispositivo 5 comporta um meio de ruptura 53 das ligações 4 com os quais as ramificações 31, 32 do clipe de sustentação 3 do cabo 1 são comprimidos. Esse meio de ruptura 53 é fixado sobre o carro 51, de tal modo que ele fica proeminente na dianteira do dis- positivo 5, de maneira a poder entrar em contato facilmente com as ligações 4 dos clipes 3 para rompê-las e liberar as ramificações 31, 32 dos clipes, quando do avanço do dispositivo 5 no conduto 2.
A natureza do meio de ruptura 53 é, de preferência, escolhida em função daquela das ligações 4.
De acordo com a invenção, um meio de ruptura privilegiado é constituído por uma resistência aquecedora 53 que permite cortar simples e rapidamente qualquer tipo de ligadura 4 fusível, seja de natureza têxtil, sinté- tica ou metálica.
Nessa configuração, a resistência 53 pode vantajosamente ser alimentada, como o motor elétrico do dispositivo 5, por uma fonte externa, a partir de um umbilical seguidor ou, como variante, por um gerador indepen- dente ou baterias dispostas sobre a plataforma 52 ou no interior do carro 51.
O funcionamento do dispositivo 5 durante operações de instala- ção de cabos 1 em canalizações não visíveis, de acordo com o processo da invenção, vão a seguir ser descritas mais detalhadamente.
Após fixação dos clipes de sustentação 3 sobre o cabo 1 a insta- lar em uma canalização 2, depois inserção desse cabo 1 nessa canalização 2 (figura 2) com os clipes de sustentação deformados por suas ligações 4, até o local de instalação do cabo 1. Um dispositivo 5, de acordo com a invenção, é, em seguida, in- troduzido na canalização 2 para vir romper as ligações 4, retendo as ramifi- cações 31, 32 dos clipes de sustentação 3 e assim permitir a colocação do cabo contra a parede do conduto 2 por expansão das ramificações dos cli- pes. Uma vez introduzido no conduto 2, o dispositivo é avançado e posicio- nado neste por intermédio da câmera, de modo que o cabo seja escorado sobre o rodete compressor 541 dos meios de posicionamento 54 do disposi- tivo. O pantógrafo 542 é, em seguida, levantado por intermédio do macaco 55 de maneira a levantar o cabo 1 e colocá-lo contra a parede superior 21 do conduto 2.
O rodete compressor 541 estando livre em rotação sobre o seu eixo, o dispositivo 5 pode avançar assim livremente no conduto seguindo o cabo 1, mantendo este contra a parede superior da canalização 2. Essa ma- nutenção em suspensão do cabo 1 pelo pantógrafo 542 e pelo rodete com- pressor 541 do dispositivo 5 provoca um levantamento do cabo diante do dispositivo 5 no sentido de avanço deste na canalização 2.
Esse levantamento participa vantajosamente do posicionamento das ligações 4 de bloqueio das ramificações dos clipes 3 fixados nos cabos diante do meio de ruptura 53 das ligações do dispositivo, à medida que ocor- re o avanço deste na canalização 2, como está representado na figura 3A.
Assim, é avançando na canalização 2 que o dispositivo robotiza- do 5 rompe, por corte ou fusão com o auxílio do meio de ruptura 53, as liga- ções 4 de bloqueio dos clipes de sustentação pontual 3, estes desenvolven- do-se então instantaneamente pela força de reação elástica de suas ramifi- cações 31, 32 que ocorrem após ruptura da ligação se colocar contra as pa- redes da canalização 2, fazendo colocar o cabo 1 contra a parede superior 21 do conduto.
Prosseguindo o seu avanço no conduto 2, o dispositivo 5 libera assim, sucessivamente, cada um dos clipes 3 fixados sobre o cabo 1, o que permite travar e posicionar este contra a parede 21 da canalização 2 sobre todo o comprimento desta, de modo similar a um grampeamento do cabo 1, sem reduzir o revestimento dessa canalização e, portanto, sem risco de blo- queio e obturação após a recolocação em serviço.
Quando o conjunto dos clipes 3 fixados sobre o cabo 1 tiverem sido liberados por intermédio do dispositivo 5, depois que se tiver, se for o caso, realizado uma verificação da boa colocação do cabo em toda a canali- zação graças à câmera 56, extrai-se o dispositivo 5 dessa canalização por meios apropriados, tais como cintas, guinchos ou outros.
O dispositivo robotizado 5 da invenção permite, portanto, realizar a colocação de cabos (ou revestimentos) em canalizações não visitáveis, segundo um processo simples, automatizado e não destruidor, portanto, com um custo humano e material e uma duração consideravelmente reduzidos em relação aos processos conhecidos do estado da técnica.
Uma variante de realização do processo de instalação de cabos, de acordo com a invenção, e do dispositivo robotizado para sua aplicação é apresentada a seguir, com referência às figuras 4A a 7C.
Essa variante prevê não uma modificação das etapas principais do processo de instalação descrito anteriormente, relativamente às figuras 1 a 3B, mas a utilização de clipes de sustentação pontuais 3' de um gênero diferente dos clipes anulares 3 em forma de berço utilizados na primeira va- riante de realização do processo da invenção.
Conforme sobressai das figuras 4A a 4C, os clipes de sustenta- ção 3' são constituídos de um fio metálico sensivelmente semicircular. Esses clipes 3', os clipes são fabricados em fios metálicos, a fim de dispor de elas- ticidade suficiente para introduzir o clipe em um conduto, sem deformá-lo, e forçosamente para assegurar a manutenção de um cabo ou de um envoltó- rio, por apoio sobre a superfície interna do conduto.
Esses clipes 3' compreendem vantajosamente, no modo de rea- lização descrito:
- uma parte central horizontal 31';
- duas partes verticais 32' retilíneas e simétricas de ambos os lados da parte central;
- duas ramificações 33', 34' circulares simétricas que se esten- dem a partir da extremidade superior das duas partes verticais 32'; - dois entalhes (não representados) nas extremidades das rami- ficações que permitem fixar uma ligação 4 quando das fases de introdução no conduto.
Conforme representado nas figuras 5A a 7C, esses clipes 3' são fixados sobre um cabo ou um envoltório 1 a ser instalado em uma canaliza- ção 2 por intermédio de um núcleo de fixação 6. Os núcleos 6 podem ser constituídos de peças de metal ligável ou soldável, ou de duas semiconchas de matéria plástica injetada ligável diretamente sobre o cabo 1 por travamen- to, soldagem ou parafusação.
Esses clipes 3' são eles próprios fixados sobre esses núcleos 6 por pinçagem, refreiamento ou travamento, por exemplo, por sua parte cen- tral 31', que permite girar os clipes nos núcleos.
Esses núcleos comportam também, como representado esque- maticamente nas figuras 5A e 5B, batentes 71, 72 de bloqueio dos movimen- tos de rotação dos clips 3'.
Esses clips 71, 72 cooperam com essas partes 32' dos clips 3'.
Os clips 3' podem assim assumir duas posições extremas no conduto 2, correspondendo a dois estados distintos:
- uma primeira posição (figura 5A), quando da introdução no conduto 2, na qual os clipes são comprimidos, suas ramificações 33', 34'
sendo ligadas por um fio 4 e em uma posição próxima da horizontal, cada clipe 3' sendo girado em torno de sua parte central 31' sobre seu núcleo 6 de fixação e as partes 32' estando então em batente contra os apêndices 71 que se estendem sobre as paredes laterais de cada núcleo 6;
- uma segunda posição (figura 5B) após ruptura da ligação 4 e liberação das ramificações 33', 34' para manter os clipes 3' contra a parede do conduto 2, em sustentação do cabo 1, na qual essas ramificações estão em um plano vertical, ortogonal ao eixo do conduto e bloqueadas nessa po- sição por apêndices ou alojamentos, 72 de bloqueio sobre as paredes Iate- rais dos núcleos 6.
De forma vantajosa, a matéria, o diâmetro do fio e sua forma em posição livre são calculados, de forma que os clipes 3' se colocam comple- tamente no conduto 2 em posição de sustentação final (figuras 4C e 5B) e permanecem em seus limites de elasticidade em posição comprimida (figu- ras 4B, 5A, 7B e 7C).
As figuras 6A a 6C e 7A a 7C ilustram mais detalhadamente as modalidades de instalação de um cabo 1 ou de um envoltório de fibras óti- cas, de acordo com essa segunda variante de realização do processo da invenção.
Os clipes 3' são fixados sobre o cabo 1 ou no envoltório fora do conduto 2, de maneira a formar uma guirlanda conforme no modo de reali- zação para os clipes 3.
Os clipes 3' são também freados por uma ligação 4 de bloqueio, ligando as extremidades livres das ramificações 33', 34' e os comprimem em flexão. Uma vez feito isto, o cabo 1 é puxado (figura 6A), a partir de uma a- bertura de visita 8, a jusante do conduto 2 por intermédio de um cabo de tra- ção 10, e é simultaneamente empurrado a partir de uma abertura de visita 9 a montante. Um operador a montante fiscaliza a boa introdução dos clipes 3' no conduto 2. A introdução é facilitada pela liberdade deixada aos clipes que têm tendência a girarem em torno de seu núcleo de fixação 6, de maneira a oferecer o mínimo de resistência à progressão do conjunto no conduto. As ramificações 33', 34' se estendem, então, em um plano que se aproxima do plano contendo o eixo longitudinal do cabo 1 e não em um plano perpendicu- lar ao plano que contém o eixo do cabo 1.
De preferência, escolhe-se uma distância nominal entre os clipes 3' da ordem de 2m linear; esse valor é uma variável de ajuste do sistema para se adaptar a situações particulares, as quais resultam da topologia do conduto entre (visitas limites, ramificações em implantação, juntas de condu- tos) ou do peso do envoltório ou do cabo a sustentar.
Uma vez a extremidade inferior do cabo 1 chegada à visita infe- rior 8, ela é ancorada (figura 6B) sobre a parede dessa visita 8 por meio de um dispositivo de ancoragem que compreende um gancho 11a fixado nessa parede da visita e de um cordão tensor 11b que liga a extremidade do cabo 1 ao gancho. Um esforço de tração é, então, exercido sobre o cabo 1 para colocá-lo em tensão por meio de um cordão tensor, de cabos de tensão e de pinças solidárias das extremidades do cabo 1 em curso de instalação no conduto. Essa colocação sob tensão permite pré-dispor o cabo 1 na parte alta do conduto 2.
Em cada extremidade, o cabo 1 é preso em uma pinça de aperto 13, cujas garras engripam esse cabo 1 sob a ação de cabos tensores 11c. A tensão é exercida sobre os cabos tensores 11c pelo cordão 11b disposto na vertical no corpo da abertura de visita 8.
Fixa-se, em seguida, a extremidade superior do cabo 1 com o auxílio de um dispositivo de ancoragem a montante 12a, 12b, 12c, idêntico ao dispositivo de ancoragem a jusante, e que é, então, utilizado para blo- quear o cabo 1 em posição esticada entre as ancoragens a montante e a jusante.
Uma peça de transmissão de ângulo 14, posicionada em ângulo de ligação entre as aberturas de visita a montante e a jusante 9, 8 e o con- duto de instalação 2, assegura a gestão do raio de curvatura do cabo 1, as- sim como a transmissão do esforço de tração dos cordões 11b, 12b em dire- ção às pinças de aperto 13.
Conforme representado nas figuras 6C a 7C, uma vez o cabo 1 introduzido na canalização 2 e em posição para sua fixação, introduz-se nessa canalização um dispositivo robotizado 5, similar àquele descrito nas figuras 3A e 3B, e comportando além das espátulas 57 fixadas na frente do carro 51 do dispositivo 5, de ambos os lados do meio de ruptura 53 deste e formando espécies de "chifres" ligeiramente proeminentes fixados na frente do carro 51 do dispositivo 5, diante do dispositivo.
Conforme no primeiro modo de realização, o dispositivo 5 avan- ça em seguida na canalização 2 seguindo o cabo 1, por intermédio do pan- tógrafo 542 e do rodete compressor 541 montado sobre este. Quando o dis- positivo 5 se aproxima dos clipes de sustentação 3', as espátulas 57 entram primeiro em contato com as ramificações 33', 34', o que provoca sua corre- ção no sentido da seta R na figura 7A até uma posição perpendicular ao eixo do cabo 1 na qual o clipe 3' é bloqueado pelos apêndices ou ranhuras de bloqueio 72.
Continuando a avançar no conduto 2, o dispositivo 5 via seu meio de ruptura 53 entra, em seguida, em contato, uma vez o clipe 3' corri- gido, com a ligação 4 que liga as ramificações deste e a rompe, por recorte ou fusão, em função da natureza desse meio de ruptura 53, que por coman- do, conforme no primeiro modo de realização, pode ser cortante sob a forma de uma lâmina ou aquecedor sob a forma de uma resistência elétrica.
Uma vez a ligação 4 rompida, as ramificações 33', 34' dos clipes 3' se afastam por elasticidade e vêm se colocar contra a parede do conduto 2, a partir do qual uma ação vertical é exercida sobre o cabo 1 ou o envoltó- rio e vem colocar este ou esta contra a geratriz superior do conduto 2.
Uma vez todos os clipes 3' liberados pelo dispositivo 5, o cabo 1 ou o envoltório se acha fixado na canalização 2 conforme no modo de reali- zação descrito nas figuras 3A e 3B.
Assim, independentemente do tipo de clipe de sustentação 3, 3' utilizado, o processo de instalação de cabos 1, segundo a presente inven- ção, permite a instalação de forma simples, rápida e segura de cabos e en- voltórios em canalizações não visitáveis. Os elementos de sustentação 3, 3' instalados permitem reduzir a flecha do cabo 1 de acordo, por exemplo, com um caderno de encargos. No caso de o cabo 1 ser esticado entre dois pon- tos da canalização 2, é considerável regular o espaçamento dos clipes em função dos valores de flechas aceitáveis, em função do tipo de cabo ou de envoltório instalado.
Em uma forma de aplicação particular do processo da invenção, independentemente da variante representada nas figuras 3A, 3B ou nas figu- ras 47A a 7C, o dispositivo robotizado 5 é dotado de uma funcionalidade de orientação angular do cabo 1 ou do envoltório, para permitir evitar eventuais obstáculos ao longo da geratriz superior 21 do conduto de ligação de imóvel que penetra em posição zenital no coletor principal, no interior do qual são colocados cabos, de acordo com o processo da invenção.
É preciso, então, contornar esse ponto de ligação, o que exige poder defasar os cabos sobre as paredes laterais do coletor.
Nesse caso, os meios de posicionamento e de sustentação 541, 542 do cabo ou do envoltório, os meios de ruptura 53, e, se for o caso, as espátulas de orientação 57 dos clipes de sustentação 3' do dispositivo robo- tizado de instalação 5 são, em seu conjunto, articulados em torno de um eixo longitudinal, em relação ao carro 51.
Pode-se, notadamente, realizar essa articulação por um meca- nismo de ligação "pendular" entre o carro 51 e os meios de ruptura 53, os meios de posicionamento 541, 542 e as espátulas 57. Nesse caso, esses meios de ruptura 53 e as eventuais espátulas 57 são, então, fixadas prefe- rencialmente sobre a plataforma superior 52, que é, então, ela própria solidá- ria a esse carro, via o eixo longitudinal de rotação do conjunto.
A orientação da plataforma 52 em relação ao carro para orientar os elementos ativos 53, 541, 542, 57 do dispositivo 5 em relação às paredes da canalização de instalação 2 pode ser realizada por intermédio de diversos sistemas de acionamento bem conhecidos do técnico, no domínio da mecâ- nica, independentemente sobretudo de motor e correias, engrenagens ou ainda macacos de impulso.
Essa funcionalidade suplementar de orientação dos elementos ativos 53, 541, 542, 57 do dispositivo 5 em relação ao carro 51 deste permite vantajosamente nesse caso orientar em curso de instalação os cabos ou envoltórios 1, segundo uma geratriz diferente da geratriz preferencial de ins- talação situada no topo da abóbada da canalização 2, na qual os cabos são instalados.

Claims (27)

1. Processo de instalação de um corpo longilíneo flexível (1), apto a ser bobinado, tal como um cabo, um envoltório ou análogos no interi- or de uma canalização (2), notadamente uma canalização não visitável, na qual se mantém esse corpo longilíneo contra uma parede (21) dessa canali- zação com o auxílio de elementos de sustentação pontuais (3, 3'), compor- tando ramificações elásticas (31, 32, 31', 32'), que permitem a introdução desses elementos de sustentação na canalização, quando essas ramifica- ções são comprimidas e a colocação dessas ramificações e desse corpo longilíneo contra a parede interna da canalização, quando essas ramifica- ções são liberadas, caracterizado pelo fato de, sucessivamente: a) se fixar, antes da inserção desse corpo longilíneo (1) nessa canalização (2), uma pluralidade desses elementos de sustentação pontuais (3, 3') ao longo desse corpo longilíneo a ser instalado nessa canalização; b) se comprimirem em flexão essas ramificações desses ele- mentos de sustentação pontuais fixados sobre esse corpo longilíneo e se manterem essas ramificações (31, 32, 33', 34') sob esforço, por intermédio de um elemento de bloqueio (4); c) se introduzir esse corpo longilíneo que suporta esses elemen- tos de sustentação pontuais, cujas ramificações são comprimidas nessa ca- nalização entre pelo menos duas visitas de acesso (8, 9) a essa canalização; d) se colocar esse corpo longilíneo contra a parede (21) dessa canalização por retirada ou ruptura desse elemento de bloqueio (4), compri- mindo essas ramificações de cada elemento de sustentação pontual, essas ramificações, uma vez liberadas, realizando um movimento de extensão ou de afastamento lateral, provocando a colocação desse elemento de susten- tação e desse corpo longilíneo contra a parede da canalização.
2. Processo, de acordo com a reivindicação 1, no qual, na etapa c), se puxa esse corpo longilíneo (1) após uma primeira visita (8) situada a jusante dessa canalização (2) por intermédio de um cabo de tração (10) fi- xado em uma extremidade desse corpo longilíneo por intermédio de uma pinça de ancoragem (13), e se impulsiona simultaneamente esse corpo Ion- gilíneo no nível de uma segunda visita (9) situada a montante.
3. Processo, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, no qual, na etapa c), se fixam as extremidades desse corpo longilíneo (1) no nível des- sas visitas (8, 9) por meio de dispositivo de ancoragem (11a, 11b, 11c; 12a, -12b, 12c) apto a exercer um esforço tensor sobre esse corpo longilíneo.
4. Processo, de acordo com uma das reivindicações 1 a 3, no qual, na etapa a), se fixa cada elemento de sustentação pontual (3, 3'), de tal modo que este possua um grau de liberdade em rotação em torno desse corpo longilíneo (1), mas que seja bloqueado em translação longitudinal so- bre esse corpo.
5. Processo, de acordo com a reivindicação 4, no qual se fixam esses elementos de sustentação pontual (3, 3') sobre esse corpo longilíneo (1), por intermédio de núcleo de fixação (6).
6. Processo, de acordo com uma das reivindicações 1 a 5, no qual entre as etapas c) e d), se realiza um posicionamento mecânico desses elementos de sustentação pontuais (3, 3') no interior da canalização (2), por intermédio de um dispositivo robotizado (5) apto a ser introduzido nessa ca- nalização, esse dispositivo robotizado permitindo a retirada ou a ruptura desses elementos de bloqueio (4) das ramificações desses elementos de sustentação pontuais na etapa d).
7. Processo, de acordo com a reivindicação 6, no qual esse po- sicionamento mecânico dos elementos de sustentação pontuais no interior da canalização é tal que esse corpo longilíneo (1) seja colocado contra a parede superior (21) da canalização, após retirada desses elementos de bloqueio (4) e colocação desses elementos de sustentação (3, 3') contra as paredes da canalização.
8. Processo, de acordo com uma das reivindicações 1 a 7, no qual, na etapa d), se rompem esses elementos de bloqueio (4) por recorte.
9. Processo, de acordo com uma das reivindicações 1 a 7, na etapa c), se rompem esses elementos de bloqueio por fusão.
10. Processo, de acordo com uma das reivindicações 1 a 9, no qual se rompem esses elementos de bloqueio por intermédio de um disposi- tivo robotizado (5) apto a ser introduzido nessa canalização, esse dispositivo robotizado comportando meios de ruptura (53) desses elementos de blo- queio.
11. Processo, de acordo com uma das reivindicações 1 a 10, no qual durante o desenvolvimento da etapa d), se posiciona e se sustenta esse corpo Iongilineo (1) contra a parede superior (21) dessa canalização, com o auxílio de um dispositivo robotizado (5) apto a ser introduzido nessa canali- zação.
12. Dispositivo (5) para a aplicação de um processo de instala- ção, tal como definido em uma das reivindicações 1 a 11, comportando um carro motorizado (51) equipado com meios de rolamento (511, 512) contra uma parede de uma canalização (2), no interior da qual esse corpo longilí- neo flexível (1), apto a ser bobinado, deve ser instalado e uma plataforma (52) solidária a esse carro motorizado, caracterizado pelo fato de comportar meios de ruptura (53) desses meios de bloqueio (4) das ramificações (31, .32, 31', 32') desses elementos de sustentação pontuais (3, 3') fixados sobre esse corpo longilíneo a ser instalado nessa canalização.
13. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 12, no qual esses meios de ruptura (53) são solidários a essa plataforma (52) e/ou a esse carro (51) e são proeminentes em relação a esse carro e a essa plataforma.
14. Dispositivo, de acordo com uma das reivindicações 12 ou 13, no qual esses meios de ruptura (53) são fixos ou móveis em relação a esse carro ou a essa plataforma.
15. Dispositivo, de acordo com uma das reivindicações 12 a 14, no qual esses meios de ruptura (53) comportam pelo menos um elemento cortante.
16. Dispositivo, de acordo com uma das reivindicações 12 a 15, no qual esses meios de ruptura (53) comportam pelo menos um elemento aquecedor.
17. Dispositivo, de acordo com uma das reivindicações 12 a 15, no qual esses meios de ruptura (53) são aptos a serem rádio- ou telecoman- dados.
18. Dispositivo, de acordo com uma das reivindicações 12 a 17, comportando, além disso, meios de posicionamento e de sustentação (54) desse corpo longilíneo (1) a ser instalado nessa canalização (2), esses mei- os de posicionamento sendo solidários a essa plataforma (52).
19. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 18, no qual esses meios de posicionamento e de sustentação (54) comportam um rodete com- pressor (541) de forma adaptada à sustentação e ao deslizamento ao longo desse corpo longilíneo (1), esse rodete compressor sendo posicionado na extremidade superior de um mecanismo elevador (542) solidário a essa pla- taforma.
20. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 19, no qual esse mecanismo elevador (542) comporta um macaco de acionamento (55), de preferência um macaco elétrico.
21. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 20, no qual esse mecanismo elevador (542) comporta um braço montado giratório sobre a plataforma, esse braço sendo, se for o caso, telescópico e acionado por es- se macaco.
22. Dispositivo, de acordo com uma das reivindicações 18 a 20, no qual esse mecanismo elevador comporta um pantógrafo (542), acionado por um macaco (55) ou um motor.
23. Dispositivo, de acordo com uma das reivindicações 12 a 22, comportando também pelo menos uma câmera (56) que permite uma visua- lização do interior desse conduto, quando dos deslocamentos desse disposi- tivo nesse conduto.
24. Dispositivo, de acordo com uma das reivindicações 19 a 23, no qual os meios de posicionamento e de sustentação (541, 542) desse cor- po longilíneo, os meios de ruptura (53) e, se for o caso, as espátulas de ori- entação (57) dos clipes de sustentação (3') são articulados em torno e um eixo longitudinal, em relação ao carro (51).
25. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 23 ou 24, no qual essa câmera (56) é fixada sobre essa plataforma (52), sobre esse carro (51) ou na extremidade superior desse mecanismo elevador (54).
26. Dispositivo, de acordo com uma das reivindicações 12 a 25, comportando espátulas de orientação (57) desses elementos de sustentação pontuais (3, 3') fixados sobre esse corpo longilíneo (1) a ser instalado nessa canalização (2), essas espátulas sendo fixadas sobre esse carro (51) ou es- sa plataforma (52), de tal modo que entrem em contato e se apoiem contra as ramificações (31, 32, 31', 32') desses elementos de ligação pontuais (3, 3') comprimidos por um elemento de bloqueio (4), quando esse dispositivo avança nessa canalização, de maneira a posicionar esses elementos de bloqueio (4) das ramificações diante desses meios de ruptura (53) do dispo- sitivo e esse corpo longilíneo (1) diante da parede superior (21) dessa cana- lização, de tal modo que, quando esse meio de bloqueio é rompido, esse corpo longilíneo é colocado contra essa parede superior.
27. Dispositivo, de acordo com uma das reivindicações 12 a 26, no qual os meios de posicionamento e de sustentação (541, 542) desse cor- po longilíneo (1), os meios de ruptura (53) e, se for o caso, as espátulas de orientação (57) dos clipes de sustentação (3, 3') são, em seu conjunto, arti- culados em torno de um eixo longitudinal, em relação ao carro (51), de ma- neira a poder ser orientado em relação à parede dessa canalização (2).
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