BRPI0713687A2 - gerador de gás e instalação de desidratação ou de secagem, notadamente para materiais lìgneos - Google Patents
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Abstract
GERADOR DE GáS QUENTE E INSTALAçãO DE DESIDRATAçãO OU DE SECAGEM, NOTADAMENTE PARA MATERIAIS LìGNEOS. A invenção tem por objeto um gerador (8) de gás quente, notadamente para uma unidade de desidratação ou de secagem, gerador que comporta um queimador ou uma lareira (9) e caracterizado pelo fato de que comporta pelo menos um circuito de troca (10) que comporta pelo menos uma tubulação na qual circula o gás a aquecer, tubulação comportando uma extremidade (11) de admissão de gás frio e uma saída (12) de evacuação de gás quente, tubulação que apresenta uma superfície de troca térmica entre os gases de combustão gerados pelo queimador ou pela lareira (9) e o gás a aquecer que circula na tubulação, a tubulação assegurando, além disso, uma separação física entre os gases aquecidos e o gases de combustão gerados pelo queimador ou pela lareira. Aplicação na realização de instalação de secagem ou de desidratação.
Description
"GERADOR DE GÁS QUENTE E INSTALAÇÃO DE DESIDRATAÇÃO OU DE SECAGEM, NOTADAMENTE PARA MATERIAIS LÍGNEOS"
O domínio técnico da invenção é este dos geradores de gás quente, notadamente dos geradores destinados a equipar as unidades de desidratação ou de secagem de materiais.
É conhecido (por exemplo, de EP0049677) realizar uma unidade de secagem de dejetos lígneos que comportam um meio de secagem alimentado pelos gases de combustão fornecidos por uma caldeira.
Este dispositivo utiliza diretamente os gases de combustão. Ora estes comportam resíduos que impregnam de uma maneira mais ou menos forte o material secado e limitam as utilizações posteriores deste material.
Não é assim possível empregar tal unidade de secagem para desidratar materiais comestíveis e que devem ser consumidos posteriormente (por exemplo, pelos animais).
Mesmo para secagem ou desidratação de materiais lígneos, os resíduos de combustão impregnam a madeira o que prejudica seu aspecto externo. Os resíduos de combustão podem em seguida exsudar para fora da madeira que conduz à poluições das habitações. Os resíduos de combustão podem igualmente obstruir a transformação posterior da madeira (por exemplo, para o mobiliário) modificando as características mecânicas desta.
A invenção tem por objetivo propor um gerador de gás quente que permite remediar tais inconvenientes.
O gerador de acordo com a invenção permite assim gerar uma corrente de gases quente cujas características químicas podem ser dominadas completamente.
Além disso, o gerador de acordo com a invenção permite igualmente dominar a temperatura do gás gerado assegurando ao mesmo tempo a recuperação da energia térmica do queimador ou da lareira com um excelente rendimento.
O gerador de acordo com a invenção pode empregar queimadores ou lareiras de tecnologias diversas que utilizam todos os tipos de combustíveis. Ele assegura todos os casos a geração de um gás quente e limpo que não perturba o processo de secagem ou de desidratação.
Assim, a invenção tem por objeto um gerador de gás quente, notadamente para uma unidade de desidratação ou de secagem, gerador que comporta um queimador ou uma lareira e caracterizado pelo fato de que comporta pelo menos um circuito de troca que comporta pelo menos uma tubulação na qual circula o gás a aquecer, tubulação que comporta uma extremidade de admissão de gás frio e uma saída de evacuação de gás quente, tubulação que apresenta uma superfície de troca térmica entre os gases de combustão gerados pelo queimador ou pela lareira e o gás a aquecer que circula na tubulação, a tubulação que assegura, além disso, uma separação física entre os gases aquecidos e os gases de combustão gerados pelo queimador ou lareira.
A ou as tubulações dos circuitos de troca serão, de preferência, orientadas de modo que o fluxo de gás aquecido circule na tubulação de acordo com uma direção oposta daquela do fluxo dos gases de combustão provenientes do queimador ou lareira.
O gerador de gás quente poderá comportar meios que permitem controlar a velocidade dos gases quentes que saem das diferentes tubulações.
Cada circuito de troca poderá, além disso, comportar um canal coletor de saída e pelo menos um canal de admissão, o coletor de saída e o canal de admissão sendo ligados um ao outro por tubulações sensivelmente paralelas uma à outra.
Os canais de admissão e o coletor de saída poderão ser sensivelmente anulares. O gerador de gás quente poderá comportar pelo menos um jogo de tubulações que têm um perfil ondulado.
Poderá também compreender um conduto tórico de coleta dos gases quentes, conduto que será ligado ao coletor de saída por tubos.
Poderá, além disso, compreender um conduto de condução de gás frio que seja conectado aos diferentes canais de admissão por tubos.
De acordo com um modo particular de realização, os meios que permitem regular a velocidade dos gases quentes serão constituídos por válvulas interpostas entre o conduto de condução de gás frio e cada tubo que liga este conduto aos diferentes canais de admissão.
Os canais de admissão serão vantajosamente válvulas interpostas em diferentes setores, cada setor estando ligado a uma válvula única.
O gerador de gás quente poderá comportar pelo menos dois circuitos de troca, cada circuito de troca sendo disposto em uma câmara através da qual circulam os gases de combustão.
As duas câmaras poderão ser concêntricas, a passagem dos gases de combustão de uma câmara à outra se efetuam no nível de uma primeira extremidade de uma primeira câmara, o sentido de circulação dos gases de combustão sendo na segunda câmara inverso daquele que há na primeira câmara.
O conduto de condução de gás frio poderá ser disposto coaxialmente à primeira câmara e no interior de uma chaminé de evacuação dos gases de combustão.
O queimador ou lareira poderá, além disso, estar disposto no nível de uma segunda extremidade da primeira câmara.
O gerador de gás quente poderá comportar uma terceira câmara que contorna a segunda câmara, terceira câmara que conterá tubulações que conectam o circuito de troca da segunda câmara ao conduto de condução de gás frio.
A invenção tem igualmente por objeto uma instalação de desidratação ou de secagem que emprega tal gerador de gás quente.
Esta instalação de desidratação ou de secagem poderá ser tal que o conduto de condução de gás frio ao gerador de gás quente estará ligado a um circuito de recuperação do ar quente que será extraído de um recinto que recebe os materiais a desidratar.
O circuito de recuperação do ar quente poderá incorporar pelo menos um condensador que assegura a desidratação do ar.
A instalação de desidratação ou de secagem poderá compreender um circuito de ativação do queimador ou lareira utilizando uma parte do ar quente proveniente do condensador.
Poderá, além disso, compreender um misturador disposto a montante do recinto e que permite misturar o ar quente proveniente do gerador com uma parte de ar frio saído do condensador.
A invenção será melhor compreendida à leitura da descrição que irá seguir diferentes modos de realização, descrição feita em referência aos desenhos anexados e nos quais:
- a figura 1 representa de uma maneira esquemática uma instalação de secagem de matéria orgânica que emprega um gerador de gás quente de acordo com a invenção,
- a figura 2 é uma vista em perspectiva externa do gerador de acordo com um modo de realização da invenção,
- a figura 3 é uma outra vista em perspectiva externa do gerador, o invólucro da cuba sendo cortado parcialmente,
- a figura 4 é uma outra vista em perspectiva externa do gerador cortado de acordo com um plano longitudinal,
- a figura 5 é uma vista em corte longitudinal do conjunto do gerador, - a figura 6 é uma vista análoga à figura 5, mas na qual alguns dos tubos foram retirados para mostrar mais precisamente os principais circuitos e os sentidos de circulação dos fluidos,
- a figura 7a é uma vista em corte aumentado de uma das válvulas empregadas no gerador de acordo com a invenção,
- a figura 7b é uma vista em perspectiva explodida desta válvula,
- a figura 8 mostra uma instalação de desidratação que emprega o gerador de acordo com a invenção.
A figura 1 mostra uma instalação 1 que permite secagem de matérias orgânicas 2.
Os materiais 2 (por exemplo, dejetos agrícolas ou de panificação) são dispostos em um forno 3. Os materiais poderão ser levados por um meio de arrastamento (não representado) tal como uma esteira rolante ou um parafuso sem fim.
Este meio de arrastamento permitirá o carregamento e a descarregamento do forno 3.
O forno 3 é ligado a um ciclone 4 que tem por objetivo assegurar a separação dos materiais sólidos da corrente gasosa que circula no forno 3.
Os materiais sólidos secos ou desidratados são evacuados de maneira periódica ou contínua (de acordo com o processo) pelos condutos 5 e 6.
A secagem é assegurada graças a uma corrente gasosa quente G que circula no forno 3 e que é conduzida por uma canalização 7 que sai de um gerador de gás quente 8.
O gerador 8 é representado aqui de maneira esquemática sob forma de trocador. Ele comporta um queimador ou uma lareira 9 (por exemplo, um queimador a gás ou uma lareira alimentada pela biomassa) e um circuito de troca 10 que comporta pelo menos uma tubulação na qual circula o gás a aquecer. O gás quente é aqui do ar.
A tubulação do circuito de troca 10 comporta uma extremidade de admissão em ar frio lie uma saída de evacuação em ar quente 12.
A extremidade de admissão 11 está ligada a um condensador 13 que recebe pelo conduto 15 o ar quente que sai pela parte superior do ciclone 4. Este condensador é resfriado pelo ar frio que circula em um circuito de troca e entra neste circuito pela tubulação de entrada 14.
O condensador 13 permite assegurar a desidratação do ar quente que circula no conduto 15 e de pré-aquecer o ar ambiente precedentemente desidratado e conduzido pela tubulação 14.
O ar assim pré-aquecido é conduzido à extremidade de admissão 11 do circuito de troca 10 por um conduto 22.
A água líquida (H20) é recuperada no nível do fundo 16 do condensador 13. Um acelerador (como uma bomba ou um extrator) 17 é disposto no nível de uma chaminé 19 de evacuação de gases e permite acelerar e controlar o fluxo de ar quente G que circula no forno 3.
Além disso, uma parte do ar quente residual é utilizada igualmente para ativar o queimador ou a lareira 9. Este ar quente é conduzido ao queimador pelo conduto 20 sobre o qual é instalado um acelerador 18.
Os gases de combustão provenientes do queimador ou da lareira 9 são evacuados por uma chaminé 21.
De acordo com a invenção a tubulação do circuito de troca 10 apresenta uma superfície que permite assegurar uma boa troca térmica entre os gases de combustão gerados pelo queimador ou pela lareira 9 e o gás a aquecer (aqui do ar) conduzida pelo conduto 22.
A tubulação do circuito de troca 10 permite assegurar, além disso, uma separação física entre os gases aquecidos e os gases de combustão gerados pelo queimador 9. Assim o fluxo G de gás quente é perfeitamente apropriado e não degrada a qualidade dos materiais orgânicos 2.
As figuras 2 a 5 mostram um modo de realização de um gerador de gás quente de acordo com a invenção.
A figura 2 mostra uma vista externa deste gerador 8. Vê-se que comporta uma cuba 23 sensivelmente cilíndrica. Esta cuba será disposta de uma maneira vertical (como representado na figura) no caso de uma lareira à biomassa e será disposta de maneira horizontal no caso de um queimador com combustíveis líquidos ou gasosos. A parte inferior da cuba traz o queimador ou a lareira 9, a parte superior traz a chaminé 21 de evacuação dos gases de combustão provenientes do queimador ou da lareira 9.
Vê igualmente nesta figura o conduto 22 de condução de gás frio. Este conduto atravessa radialmente a chaminé 21 e (como é mais particularmente visível nas figuras 3 a 5) comporta uma extremidade que é disposta coaxialmente à cuba 23 e dentro da chaminé 21 de evacuação dos
gases de combustão.
Vê por último na figura 2 a canalização 7 que evacua os gases
quentes para fora do gerador 8.
A estrutura interna do gerador 8 é mais particularmente visível
nas figuras 3 a 5.
A cuba 23 do gerador contorna certo número de tubulações
que são organizadas em diferentes circuitos de troca.
O gerador que é representado aqui comporta dois circuitos de
troca concêntricos.
Cada circuito de troca é disposto em uma câmara particular através da qual circulam os gases de combustão provenientes do queimador. O gerador comporta assim uma primeira câmara 24 cilíndrica que contorna o eixo do gerador e que é delimitada por uma primeira divisória cilíndrica 26 trazida por um suporte 27 solidário do fundo da cuba 23 (figura 5)·
O gerador 8 comporta também uma segunda câmara 25 anular, contornando a primeira câmara 24 e que é delimitada por um lado pela primeira divisória 26 e por outro lado uma segunda divisória 28, concêntrica à primeira divisória 26.
A segunda divisória 28 é solidária de uma placa 29 que é fixada no nível de uma extremidade superior da cuba 23 e sobre a qual é fixada uma caixa 30 que traz a chaminé 21.
Como é mais particularmente visível na figura 6, os gases de combustão C provenientes do queimador ou da lareira 9 percorrem primeiramente a primeira câmara 24 de acordo com a direção dada pelas setas C (verticalmente ascendente, seja do queimador ou da lareira 9 para a chaminé 21).
Os gases são parados pela placa de separação superior 29 e circulam em seguida na segunda câmara 25 de acordo com a direção oposta, verticalmente e descendente.
Por último os gases de combustão são parados pelo fundo da cuba 23 e sobem através de uma terceira câmara 31 delimitada pela cuba 23 e a segunda divisória 28 para se juntar à chaminé 21 através de furos 32 realizados na placa 29 (figura 6).
Assim o sentido de circulação dos gases de combustão na segunda câmara 25 é o inverso daquele existente na primeira câmara 24.
O sentido de circulação dos gases de combustão na terceira câmara 31 é, além disso, o inverso daquele existente na segunda câmara 25.
Observa-se igualmente nas figuras que o gás fresco é conduzido ao gerador no nível do conduto 22 que é disposto coaxialmente às diferentes câmaras 24, 25, 31 e dentro da chaminé 21 de evacuação dos gases de combustão.
O gás fresco é, consequentemente, introduzido no gerador 8 de acordo com uma direção D que é oposta daquela do fluxo C dos gases de combustão provenientes do queimador ou da lareira.
Este sentido oposto é respeitado na primeira câmara 24.
Ele é, igualmente, respeitado na segunda câmara 25 (bem como na terceira câmara 31).
Com efeito, os gases frios são conduzidos a partir do conduto 22 no trocador que está disposto na segunda câmara 25 por tubulações 33 que conduzem os gases frios no nível do fundo da segunda câmara 25.
Estes gases frios sobem consequentemente na segunda câmara em um sentido oposto daquele dos gases de combustão neste último.
Esta orientação particular do sentido do escoamento de gases a aquecer em uma direção oposta daquela dos gases de combustão permite melhorar o rendimento da troca térmica no nível de cada circuito de troca.
Em conformidade com a invenção, cada circuito de troca disposto em uma câmara é concebido de forma a otimizar a transferência térmica.
Cada circuito de troca comporta assim um canal coletor de saída única para os gases quentes e vários canais de admissão. O coletor de saída e os canais de admissão estão ligados uns aos outros por tubulações sensivelmente paralelas umas às outras.
Como é visível nas figuras 5 e 6, o primeiro circuito de troca (situado na primeira câmara 24) comporta consequentemente um coletor de saída 34.1 anular que é disposto à proximidade do queimador ou da lareira 9.
O primeiro circuito de troca comporta também quatro canais de admissão 35a1, 35b1, 35c1 e 35d1 (figura 6). Estes canais são todos anulares exceto o canal 35al que é, com efeito, uma caixa disposta sensivelmente no nível do eixo do gerador.
Os diâmetros dos canais 35b1, 35c1 e 35d1 são, além disso, diferentes uns dos outro. O coletor de saída 34.1 e os canais de admissão 35al, 35bl, 35cl e 35dl estão ligados uns aos outros por tubulações o 36 sensivelmente paralelas umas às outras.
Para a clareza da figura, somente as tubulações 36 medianas que ligam o canal 35al e o coletor 34.1 são visíveis na figura 6. As outras tubulações que ligam os canais 35bl, 35cl, 35dl ao coletor 34.1 são visíveis nas figuras 4 e 5.
A divisão do circuito de troca a partir de vários canais de admissão permite otimizar o posicionamento das tubulações 26 no volume da câmara considerada.
Aumenta-se assim bastante a superfície de troca térmica entre os gases de combustão e as tubulações de gases a aquecer. Melhora-se assim o rendimento do gerador e igualmente sua capacidade de gerar um volume de gases quente importante.
Como é mais particularmente visível nas figuras 4 e 5, certas tubulações 36 são retas e outras tubulações têm um perfil ondulado.
Este perfil ondulado permite também aumentar a superfície de
troca térmica.
O gerador de gás quente de acordo com a invenção compreende também um conduto 37 tórico que assegura a coleta dos gases quentes fornecidos pelos diferentes circuitos de troca.
O conduto 37 leva a canalização 7 de evacuação dos gases quentes gerados pelo gerador.
O conduto 37 é ligado pelas tubulações (38.1, 38.2) aos coletores de saída (34.1, 34.2) dos diferentes circuitos de troca.
Assim o coletor 34.1 do primeiro circuito de troca é ligado ao conduto 37 pelas tubulações 38.1 à seção retangular. Ver em particular as figuras 4 e 5.
O segundo circuito de troca (aquele que está disposto na segunda câmara 25) tem uma estrutura análoga àquela do primeiro circuito de troca.
Comporta um coletor de saída 34.2 anular que é disposto à proximidade da placa 29.
Este segundo circuito de troca comporta quatro canais de admissão 35a2, 35b2, 35C2 e 35d2. Estes canais são todos anulares e dispostos no nível da extremidade inferior da segunda câmara 25.
Como já foi precisado, o gás frio é conduzido a partir do conduto 22 até os diferentes canais de admissão 35a2, 35b2, 35c2, 35d2 por tubulações 33 com seção retangular (ver figura 3).
Tubulações 36 com perfil reto ou ondulado ligam os canais de admissão e o coletor de saída 34.2.
Este último é ele próprio ligado ao conduto 37 de evacuação dos gases quentes por tubulações 38.2 com seção retangular. Ver em particular as figuras 3, 5 e 6.
A combinação de dois circuitos de troca térmica permite melhorar o rendimento do gerador. Com efeito, calorias fornecidas pelos gases de combustão podem ser retiradas no nível cada um dos circuitos de troca.
Além disso, a passagem das tubulações 33 na terceira câmara 31 permite assegurar um pré-aquecimento do gás frio a montante da segunda câmara e utiliza ainda uma parte das calorias disponíveis.
O gerador de acordo com a invenção assegura, consequentemente, sob um volume relativamente compacto um excelente rendimento térmico.
Concretamente é possível realizar com dois circuitos de troca um gerador 8 que gera um fluxo que tem uma velocidade compreendida entre 5,0 m/s e 8,0 m/s de gás quente tendo uma temperatura da ordem de 600°C.
O especialista dimensionará facilmente o gerador em função das características desejadas (temperatura e vazão).
As formas e comprimentos diferentes para as tubulações 36 (dentro de um mesmo circuito de troca e entre os diferentes circuitos de troca) conduzem à perdas de cargas diferentes no nível de cada tubulação.
A fim de assegurar uma vazão de geração de gás quente homogênea prever-se-á meios que permitem controlar a velocidade dos gases quentes que saem das diferentes tubulações.
Estes meios, por exemplo, são constituídos por válvulas que serão interpostas entre o conduto 22 de condução de gás frio e cada tubo que liga este conduto aos diferentes canais de admissão 35 (35al,..., 35dl... 35a2,...,35d2).
Estes meios não são representados em detalhes nas figuras 3 a 6. Eles estão dispostos no nível dos diferentes freios referenciados 39 (figuras 5 e 6).
Além disso, a fim de permitir um controle da velocidade dos gases no nível de cada grupo de tubulações, os canais de admissão 35 serão compartimentados em diferentes setores, cada setor sendo ligado a uma válvula única. Não haverá então perturbação dos fluxos de gases que saem de cada válvula. Evitam-se assim os retornos de fluxos de um canal de admissão para uma válvula e a vazão se encontra regularizada.
A compartimentação dos canais 35 será realizada simplesmente prevendo divisórias de chapas que dividem o canal anular
considerado em diferentes setores.
As figuras 7a e 7b mostram a estrutura de tal válvula 40 de regulação de vazão.
Comporta um mergulhador 41 que comporta uma extremidade cônica 42 que é destinada a cooperar com um portador complementar de um suporte 43. O suporte 43 é aparafusado a uma base 44. Uma mola 45 é dimensionada unicamente para resistir ao peso do mergulhador 41. Este último é, consequentemente, suportado sobre seu portador na posição de repouso da válvula (como representado na figura 7a).
O sentido de passagem do gás frio é representado pelas setas D.
O gás frio proveniente do conduto 22 entra na válvula 40 pelo orifício 46. Empurra o mergulhador 41 contra a ação da mola 45. O gás frio passa na câmara 47 e empurra a jusante pelo afunilamento 48 para ir para o canal de admissão 35 considerado.
Vê-se que a seção de passagem do gás irá variar em função da posição axial do mergulhador 41.
Um aumento da pressão do gás quente a jusante vai então repelir o mergulhador para cima e reduzir a pressão de admissão de gás frio.
A válvula permite consequentemente controlar a pressão de gás quente e regula assim a velocidade do ar nas diferentes tubulações. Em função das características de perda de carga das tubulações 36 consideradas as características da válvula serão naturalmente diferentes.
Dimensionar-se-á as diferentes válvulas em função do resultado procurado que é de obter a mesma velocidade de saída dos gases quentes para todas as tubulações no nível do conduto de evacuação 37.
O especialista dimensionará facilmente estas diferentes válvulas em função das características do gerador que realiza.
O gerador de gás quente de acordo com invenção pode ser empregado em diferentes instalações.
A figura 8 mostra assim uma instalação de desidratação, por exemplo, para madeira de obra.
Esta instalação 1 compreende um recinto 50 fechado dentro do qual estão dispostos os elementos 58 de madeiras de obra a secar, colocados, por exemplo, sobre um carreto.
O gerador 8 fornece ar quente pela sua canalização 7 de evacuação dos gases e recebe ar frio pelo seu conduto 22.
A canalização 7 é ligada ao recinto 50 por um conduto 52. Após circulação no recinto 50, o ar quente é evacuado por um conduto de saída 53 que está ligado a um condensador 13.
Este condensador é resinado pelo ar frio externo que circula em um circuito de troca e que entra neste circuito pela tubulação de entrada 14.
O condensador 13 permite assegurar a desidratação do ar quente que circula no conduto 53.
O ar assim desidratado é levado ao conduto de admissão 22 do gerador 8 pelo conduto 59.
A água líquida (H20) é recuperada no nível do fiindo 16 do condensador 13. Um acelerador (como uma bomba) 17 permite acelerar e regular o fluxo de ar quente G que circula no recinto 50 e no gerador 8.
Assim o conduto que leva o ar frio 22 ao gerador 8 está ligado a um circuito de recuperação do ar quente que é extraído do recinto 50 que recebe os materiais a desidratar.
Uma parte do ar quente recuperado no condensador 13 é utilizada para ativar o queimador ou a lareira 9, pelo conduto 57. Este conduto é ligado ao conduto 22 através de um registro três vias 51 que tem por função permitir a extração de uma quantidade de ar pré-aquecido para completar as perdas eventualmente geradas por fugas. Um outro registro três vias 54 é interposto entre uma parte a montante (conduto 57), uma parte a jusante 60 (para o queimador) e um escapamento 61. Ele permite a regulação do fluxo de ar pré-aquecido necessário para a ativação do queimador ou da lareira 9. O excedente final dirigido pelo escapamento 61 para o exterior ou outra aplicação via registro 54.
Este funcionamento em circuito fechado assegura um pré- aquecimento do ar frio e melhora assim o rendimento da instalação. Além disso, um misturador 55 é disposto à entrada do recinto 50. É possível no nível deste misturador dosar o ar quente proveniente do gerador 8 com uma parte do ar frio saído do condensador 13 através de uma aleta 56.
Pode-se assim controlar de maneira relativamente precisa a temperatura de desidratação. Poder-se-á assim realizar uma instalação que funciona de maneira contínua com um ar à 120°C assegurando secagem rápida da madeira de obra.
Naturalmente, é possível realizar instalações de secagem para diferentes materiais, por exemplo, para cereais.
Claims (20)
1. Gerador (8) de gás quente, notadamente para uma unidade (1) de desidratação ou de secagem, gerador que comporta um queimador ou uma lareira (9) e caracterizado pelo fato de que comporta pelo menos um circuito de troca (10) comportando pelo menos uma tubulação na qual circula o gás a aquecer, tubulação comportando uma extremidade (11) de admissão de gás frio e uma saída (12) de evacuação de gás quente, tubulação que apresenta uma superfície de troca térmica entre os gases de combustão gerados pelo queimador ou pela lareira (9) e o gás a aquecer que circula na tubulação, a tubulação assegurando, além disso, uma separação física entre os gases aquecidos e os gases de combustão gerados pelo queimador ou pela lareira (9).
2. Gerador de gás quente de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as tubulações (36) dos circuitos de troca são orientadas de modo que o fluxo (D) de gás aquecido circule na tubulação de acordo com uma direção oposta àquela do fluxo (C) dos gases de combustão provenientes do queimador ou da lareira (9).
3. Gerador de gás quente de acordo com uma das reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que comporta meios (40) que permitem controlar a velocidade dos gases quentes que saem das diferentes tubulações (36).
4. Gerador de gás quente de acordo com uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que cada circuito de troca comporta um canal coletor de saída (34.1, 34.2) e pelo menos um canal de admissão (35al,... 35dl, 35a2,... 35d2), o coletor de saída e o canal de admissão sendo ligados um ao outro por tubulações (36) sensivelmente paralelas uma à outra.
5. Gerador de gás quente de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que os canais de admissão (35al..., 35dl, 35a2..., 35d2) e o coletor de saída (34.1, 34.2) são sensivelmente anulares.
6. Gerador de gás quente de acordo com uma das reivindicações 4 ou 5, caracterizado pelo fato de que comporta pelo menos um jogo de tubulações (36) que têm um perfil ondulado.
7. Gerador de gás quente de acordo com uma das reivindicações 4 a 6, caracterizado pelo fato de que compreende um conduto (37) tórico de coleta dos gases quentes, conduto que está ligado ao coletor de saída (34.1, 34.2) por tubos (38.1, 38.2).
8. Gerador de gás quente de acordo com uma das reivindicações 4 a 7, caracterizado pelo fato de que compreende um conduto (22) de condução de gás frio que é conectado aos diferentes canais de admissão (35al..., 35dl, 35a2..., 35d2) por tubos (33).
9. Gerador de gás quente de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que os meios que permitem controlar a velocidade dos gases quentes são constituídos por válvulas (40) interpostas entre o conduto de condução de gás frio (22) e cada tubo (33) que liga este conduto aos diferentes canais de admissão (35al... 35dl, 35a2... 35d2).
10. Gerador de gás quente de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que os canais de admissão (35al... 35dl, 35a2... -35d2) são compartimentados em diferentes setores, cada setor sendo ligado a uma válvula (40) única.
11. Gerador de gás quente de acordo com uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que comporta pelo menos dois circuitos de troca, cada circuito de troca estando disposto em uma câmara (24, 25) através da qual circulam os gases de combustão (C).
12. Gerador de gás quente de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que as duas câmaras (24, 25) são concêntricas, a passagem dos gases de combustão de uma câmara à outra se efetuando no nível de uma primeira extremidade de uma primeira câmara, o sentido de circulação dos gases de combustão na segunda câmara sendo inverso daquele que há na primeira câmara.
13. Gerador de gás quente de acordo com uma das reivindicações 8 e 12, caracterizado pelo fato de que o conduto (22) de condução de gás frio é disposto coaxialmente na primeira câmara (24) e dentro de uma chaminé (21) de evacuação dos gases de combustão.
14. Gerador de gás quente de acordo com a reivindicação 12 ou 13, caracterizado pelo fato de que o queimador ou lareira (9) é disposto no nível de uma segunda extremidade da primeira câmara (24).
15. Gerador de gás quente de acordo com as reivindicações 8 e -12 a 14, caracterizado pelo fato de que comporta uma terceira câmara (31) que contorna a segunda câmara (25), terceira câmara que contém tubulações (33) que conectam o circuito de troca da segunda câmara ao conduto de condução de gás frio.
16. Instalação (1) de desidratação ou de secagem, notadamente para materiais lígneos, caracterizada pelo fato de que comporta pelo menos um gerador de gás quente (8) de acordo com uma das reivindicações precedentes.
17. Instalação de desidratação ou de secagem de acordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que o conduto (22) de condução de gás frio ao gerador de gás quente (8) está ligado a um circuito de recuperação do ar quente que é extraído de um recinto (3, 50) que recebe os materiais a desidratar.
18. Instalação de desidratação ou de secagem de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o circuito de recuperação do ar quente incorpora pelo menos um condensador (13) que assegura a desidratação do ar.
19. Instalação de desidratação ou de secagem de acordo com uma das reivindicações 16 a 18, caracterizada pelo fato de que compreende um circuito de ativação do queimador ou da lareira (9) que utiliza uma parte do ar quente proveniente do condensador (13).
20. Instalação de desidratação ou de secagem de acordo com uma das reivindicações 17 a 19, caracterizada pelo fato de que compreende um misturador (55) disposto a montante do recinto (50) e que permite misturar o ar quente proveniente do gerador (8) com uma parte de ar frio saído do condensador (13).
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