BRPI0713867A2 - refeição pronta para animal de estimação - Google Patents

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BRPI0713867A2 BRPI0713867-9A BRPI0713867A BRPI0713867A2 BR PI0713867 A2 BRPI0713867 A2 BR PI0713867A2 BR PI0713867 A BRPI0713867 A BR PI0713867A BR PI0713867 A2 BRPI0713867 A2 BR PI0713867A2
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Abstract

REFEIçãO PRONTA PARA ANIMAL DE ESTIMAçãO. A presente invenção refere-se a um produto alimentício para animal de estimação. Modalidades da invenção incluem refeições para animais de estimação que são prontas para comer, e incluem os ingredientes de alguns tipos de alimentos normalmente consumidos por humanos. O produto é preservado em embalagem estabilizada de modo que os ingredientes não estragarão, e o animal de estimação é capaz de comer o alimento sem que ele seja aquecido ou de outro modo preparado. Em algumas modalidades, o produto é um prato de massa para cães. Os ingredientes são, em modalidades, todos naturais e também especialmente adaptados para a saúde e o paladar do animal de estimação de acordo com princípios veterinários.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "REFEIÇÃO PRONTA PARA ANIMAL DE ESTIMAÇÃO".
Referência - Cruzada a Pedidos de Patente Relacionados Este pedido de patente reivindica o benefício de pedido de pa- tente Italiano N0 B02006A 000515, depositado em 4 de julho de 2006 a ex- posição do qual é aqui incorporada. Antecedentes da Invenção
A invenção refere-se geralmente ao campo de provimento de a- Iimento para consumo por animais de estimação. Mais especificamente, a invenção refere-se ao campo de provimento de refeições prontas para comer incluindo ingredientes naturais humanos que tendem a humanizar o animal de estimação. Sumário
A presente invenção é definida pelas reivindicações abaixo. Mo- dalidades da presente invenção, entretanto, incluem um processo compre- endendo: seleção de um alimento humano com relação a um gênero particu- lar; modificação de pelo menos um ingrediente do dito alimento humano de modo que uma versão modificada de ingredientes resultará em um produto que é benéfico para um animal de estimação; processamento de versão mo- dificada de ingredientes para resultar no produto, o processamento incluindo conservação da dita versão modificada de ingredientes em um recipiente; e então comercializando o produto no recipiente como dito alimento humano que foi adaptado para consumo por animais de estimação. Breve Descrição dos Desenhos A figura 1 mostra um fluxograma incluindo os processos para
uma modalidade. Descrição Detalhada
Modalidades da invenção incluem refeições para animais de es- timação as quais são prontas para comer, e são da natureza de alguns tipos de alimentos normalmente adaptados para consumo humano. Modalidades também incluem um produto alimento para animal de estimação em embala- gem estabilizada de modo que os ingredientes não estragarão, e o animal de estimação é capaz de comer o alimento sem que ele seja aquecido ou de outro modo preparado. O produto, em modalidades, é um alimento humano real que foi adaptado para a saúde do animal de estimação quando consu- mido. Por exemplo, em algumas modalidades o produto é um prato de mas- sa para cães. De modo a satisfazer as específicas necessidades do animal, entretanto, a massa é supercozida por padrões humanos. Isto torna a massa mais mole, e mais fácil de mastigar, e mais facilmente digerida pelo animal de estimação. Em um outro aspecto, modalidades dos pratos de massa, sal e outras coisas más para o animal de estimação foram reduzidas na receita, ou eliminadas completamente da lista de ingredientes.
À despeito destes desvios das versões humanas, entretanto, os pratos de massa prontos para comer aqui mostrados ainda parecem com pratos de massa humanos, e são compreendidos por ingredientes de quali- dade humana.
Em algumas modalidades, o produto é todo natural em que ele
não inclui quaisquer cores ou conservantes artificiais. Isto ainda contribui para a saúde do animal consumidor.
O processo de preparação é comum para todos os exemplos de massa que são como se segue. Um fluxograma mostrando uma modalidade 100 para o processo é mostrado na figura 1. Referindo-se à figura, em uma primeira etapa 102, o processo começa com seleção de um alimento particu- lar em relação a um gênero de alimento humano. O alimento tipicamente incluirá uma pluralidade de ingredientes (por exemplo, massa, molho, carne). Nas modalidades discutidas abaixo, este gênero é alimento Italiano. Em mo- dalidades alternativas, entretanto, o gênero pode ser Chinês, Mexicano, Continental, Francês, Japonês, ou alguma outra cozinha internacional ou especialidade.
Na etapa seguinte 104, estes ingredientes serão selecionados e combinados em uma receita que é especificamente adaptada para satisfazer as necessidades do animal de estimação. Por exemplo, modificações são feitas nos ingredientes que tornam o produto mais aceitável para o paladar do animal de estimação. Adicionalmente, o produto é modificado de modo que seja mais benéfico para a saúde do animal de estimação. Nas modali- dades descritas, esta etapa foi executada de acordo com princípios veteriná- rios. Como já discutido, os ingredientes, em modalidades, são todos naturais e nutritivos a partir de uma perspectiva veterinária. Sal iodado, e alimentos salgados, embora globalmente populares e sustentadamente inofensivos para humanos são incompatíveis com os paladares e saúde total de alguns animais de estimação, por exemplo, cães. Por exemplo, além de desidrata- ção, sal pode causar doenças de estômago e pancreatite. Ainda, algumas raças de cães são conhecidas, após consumirem muito sal, engoliram gran- des quantidades de água dentro de um tempo curto criando uma situação de ameaça a vida. Assim, nas modalidades descritas abaixo, sal, um ingredien- te normalmente incluído nas receitas de pratos de massa, assim como ou- tros alimentos para humanos é minimizado ou completamente eliminado da receita em particular. Isto não envolve necessariamente completa eliminação ou qualquer processo elaborado de remoção (embora tal seja contemplado nestas descrições). Por exemplo, na maioria dos exemplos, quantidades in- substanciais de sal são incluídas em produtos de massa comercialmente disponíveis. É reconhecido que na maioria dos casos pode ser prático deixar este sal no produto. Mas nas modalidades descritas acima, por exemplo, o sal removido é simplesmente o sal que pode ter sido normalmente adiciona- do como um ingrediente na receita. Assim, simplesmente uma redução ou eliminação de sal como um ingrediente adicionado separado. Outros exem- plos de ingredientes comumente incluídos em alimento humano que devem ser evitados na adaptação de etapa 104 por serem potencialmente prejudici- ais para cães são álcool, abacate, cebola e pulverizado de cebola, cafeína, chocolate ou qualquer outro ingrediente incluindo teobromina que é um esti- mulante e diurético adverso de animal de estimação, extratos de óleo de ci- trus, uvas, passas, cogumelos, aipo, nozes de macadâmia ou manteiga, e outros numerosos ingredientes que, embora aceitáveis para consumo hu- mano, não são saudáveis para animais de estimação.
Em modalidades de alimento Italiano, os ingredientes incluídos em termos de porcentagens podem incluir (i) uma porcentagem de massa que está entre 5% e 95% do peso total do produto; (ii) uma porcentagem de arroz que está entre 5% e 95% do peso total do produto; (iii) uma porcenta- gem de farinha de farelo que está entre 5% e 95% do peso total do produto; (iv) uma porcentagem de farinha de milho que está entre 5% e 95% do peso total do produto; (v) uma porcentagem de carne de vaca entre 5% e 95% do peso total do produto; (v) uma porcentagem de galinha entre 5% e 95% do peso total do produto; (vi) uma porcentagem de carne de caça entre 5% e 95% do peso total do produto; (vii) uma porcentagem de peixe entre 5% e 95% do peso total do produto; (viii) uma porcentagem de vegetais entre 5% e 95% do peso total do produto; (ix) uma porcentagem de legumes entre 5% e 95% do peso total do produto; (x) uma porcentagem de farinhas do mar ou farinhas de vegetais que está entre 5% e 95% do peso total do produto; (xi) uma porcentagem de farinha de peixe que está entre 5% e 95% do peso to- tal do produto.
Modalidades mais específicas do produto mostrando listagens para todos os ingredientes naturais usados são descritos abaixo: Tabela I: Produtos Exemplos Exemplo 1 :Lasanha com carne de iavali selvagem
22% vegetal (tomate e cenoura) 18% massa de ovo 8% carne (porco e presunto) 3% farinha de grãos 3% óleos 3% queijo 0,3% sabores naturais 45,7% água Exemplo 2: Massa Fusilli Com Salmão 18% massa 6% peixe (salmão) 20% vegetal (tomate e cenoura) 2% óleo 2,5% farinha de grãos 7% creme
44,3% água
Exemplo 3: Massa Riqatoni Com Garoupa
18% massa 5% peixe (salmão) 20% vegetal (tomate e cenoura) 2% óleo 3% farinha de grãos 5% creme 2% queijo 1% leite 0,3% aromas naturais 43,7% água
Exemplo 4: Massa Cannelloni Com Carne de Veado
7% carne (vaca e/ou cervo) 22% vegetal (tomate e cenoura) 15% massa com claras de ovos 5% migalhas de pão 2% óleo 3% queijo 0,3% aromas naturais 45,7% água
Exemplo 5: Massa Tortelloni de Queijo Com Nozes
20% vegetal com claras de ovos 7% queijo 1% presunto 5% migalhas de pão 3% farinha de grãos 4% creme 2% óleo 1% anacardiácea 2% manteiga 1% nozes 0,5% alho 0,5% aromas naturais 50% água Exemplo 6: Ravióli 20% vegetal 19% massa com claras de ovos 2% carne (vaca e/ou lebre) 3% pão 6% queijo 2% farinha de grãos 2% óleo 3% manteiga 0,3% aromas naturais 42,7% água
Embora os exemplos acima sejam todos relacionados à adapta- ção de pratos Italianos, outras modalidades podem ser direcionadas a outros gêneros de alimentos tais como alimento Chinês, alimento Mexicano, inter alia. Ainda, embora todos acima sejam adaptados para serem mais apropri- ados para o paladar e saúde de cães, deve ser entendido que as receitas podem ser facilmente adaptadas para os requisitos de gordura mais alta pa- ra gatos, ou para similarmente satisfazer as particulares necessidades de outros animais. Assim, as modalidades descritas acima devem ser conside- radas somente exemplares, e não em qualquer sentido limitante. A seguir, em uma etapa 106, alguns ingredientes podem preci-
sar ser preliminarmente processados de uma maneira que seja consistente com o produto final satisfazendo as necessidades do animal de estimação. Em algumas modalidades, por exemplo, para as modalidades de Fusilli e Rigatoni acima, a massa está inicialmente em forma seca dura, mas será cozida através de um processo de tratamento térmico que será descrito em mais detalhes posteriormente. Em outras modalidades, por exemplo, as mo- dalidades de Cannelloni, Lasagnha, Tortelloni e Ravióli, a massa é produzida em forma mole, úmida e então colocada no recipiente para ser cozida ainda durante posterior tratamento térmico. Assim, a massa, em modalidades, é feita estar em forma mole úmida antes de introdução no recipiente.
Outros ingredientes, por exemplo, molhos de tomate, queijos, são introduzidos sem cozimento, mas serão adequadamente sanitizados por tratamento térmico como descrito a seguir. Alternativamente, e de acordo com outros processos conhecidos, a massa e/ou outros ingredientes pode ser inteiramente cozida antes de sua introdução no vaso recipiente.
Também na etapa 106, os ingredientes são feitos porções em quantidades. Em uma modalidade o alimento é dividido em porções de dose única / serviço único antes de ser incluído no recipiente. Em outras modali- dades, doses múltiplas ou parciais são incluídas. Isto pode ser feito manu- almente, ou em outras modalidades, executado usando técnicas de proces- samento conhecidas. Em uma etapa seguinte 108, um processo de embalagem esta-
bilizada é usado no qual o recipiente é um tubo plástico talhado para aco- modar a porção desejada. Este tubo (bandeja) plástico inclui uma área rece- bendo alimento e um aro superior. O aro é usado para selar hermeticamente o produto alimento na área de recepção de alimento usando uma membrana plástica ou de outro tipo que é selada ao aro em uma maneira à prova de ar. Em uma modalidade, um plástico termicamente estável é usado o qual será capaz de suportar um processo de estabilização térmica como discutido an- teriormente. Estes tipos de plásticos são facilmente comercialmente disponí- veis. Um exemplo de um material de recipiente que pode ser usado é terefta- lato de polietileno (PET). Filme construído deste mesmo material também pode ser usado para servir como a membrana discutida acima. Independen- te, algum tipo de material termicamente estável pode ser usado de modo que o recipiente seja capaz de suportar temperaturas elevadas.
Em uma modalidade, os ingredientes são introduzidos no recipi- ente termicamente estável (por exemplo, bandeja / tubo) enquanto ainda em temperaturas levemente elevadas (por exemplo, cerca de 50°C) e então a membrana termicamente estável é hermeticamente selada sobre os conteú- dos sobre o aro do recipiente. Técnicas de embalagem estabilizada são co- nhecidas. Por exemplo, processos levemente diferentes têm sido usados na preparação de refeições prontas para comer (MREs) comumente usadas para manter alimento para propósitos militares ou de acampamento.
O uso dos termos "preservado" e "conservando" aqui são pre- tendidos somente significarem que alguma técnica de contenção e estoca- gem é usada para realizar colocação de produto em um estado no qual ele é um de (i) resistente a deterioração, (ii) feito ser livre de organismos causan- do doença, ou ambos. O uso deste termo não é para ser interpretado como proporcionando ou necessariamente incluindo qualquer particular meio de conter, tratamento térmico, ou processo de processamento a menos que de outro modo especificado nas reivindicações.
Novamente, em uma modalidade, é usado um processo de em- balagem estabilizada. Mas aqueles versados na técnica reconhecerão que numerosos processos alternativos podem ser ao invés usados para realizar os mesmos objetivos. Por exemplo, em outras modalidades alguma forma de recipiente selado assepticamente pode ser usada. Alternativamente, por e- xemplo, o processo de confinamento pode incluir enchimento quente de in- gredientes pré-cozidos em um recipiente à prova de ar, que pode ser algum tipo de tubo ou bandeja, mas também pode ser algum tipo de bolsa flexível. Processos de colocação em latas também podem ser usados. Ainda, a aci- dez de um produto alimentício pré-cozido pode ser manipulada para ter um efeito antimicrobiano. Por exemplo, fazer com que os níveis de pH totais cai- am abaixo de cerca de 4,5 pode matar microorganismos indesejáveis. Isto pode ser feito em combinação com calor ou outros tratamentos. Ainda, o produto pode ser preservado por congelamento, refrigeração, secagem por congelamento ou outros numerosos processos. Assim, as potenciais modali- dades não são necessariamente limitadas a qualquer processo de proces- samento.
A tabela abaixo mostra um exemplo de um produto que pode ser produzido de acordo com uma modalidade dos processos descritos. Nesta modalidade, como muitas outras possibilidades, os produtos alimentí- cios serão colocados no tubo em algum tipo de processo de formação de camadas. Aqui, a formação de camadas resultará na formação de sanduíche de vários outros ingredientes entre camadas de massa para criação de um produto tipo lasanha. Este exemplo também mostra que diferentes tamanhos são possíveis.
Tabela II: Produto tipo lasanha fabricado através de espalhamento de cama- das em tubo plástico:
230 g 450 g N0 de camadas Ingredientes Peso (g) +/- 8% Peso (g) +/- 8% 1 Tomate 64 93 2 Folha de massa de ovo seca 11 11 3 Molho de javali 74 81 4 Folha de massa de ovo seca 11 11 Molho de javali 70 81 6 Folha de massa de ovo seca / 11 7 Molho de javali / 81 8 Folha de massa de ovo seca / 11 9 Molho de javali / 70
Outras modalidades podem similarmente envolver algum arranjo
especial do produto alimentício. Por exemplo, produção do Cannelloni de Exemplo 4 acima pode requerer uma etapa de enchimento de tubo, e o Ra- vióli de Exemplo 6 pode requerer algum tipo de processo para inclusão de queijo dentro da massa.
Uma vez o produto seja adequadamente incluído em seu recipi- ente de conservação e selado, o produto, em uma modalidade, é tratado termicamente em uma etapa 110. Como já discutido brevemente acima, o último produto de massa deve ser supercozido para padrões humanos. As- sim, a execução de etapa de tratamento térmico 110 deve ser adaptada para criar um produto final que possa ser super - cozido por padrões humanos, mas torna a massa mais digerível e mais facilmente mastigada pelo animal de estimação. Em uma modalidade, o recipiente é tratado através de sujei- ção do mesmo a elevadas temperaturas e pressões em um forno autoclave. Como aqueles versados na técnica saberão, autoclaves permitem controle de pressão durante aquecimento. Aqui, a pressão será elevada acima de ambiente para elevar o ponto de ebulição durante etapa de tratamento tér- mico 110. Isto evita ebulição do produto, que pode comprometer o selo. Na modalidade preferida, o produto embalado é submetido a cerca de 136 graus Celsius (cerca de 277 graus Fahrenheit) por cerca de 22 minutos. Isto deve assegurar própria sanitização assim como supercozer (levemente) a massa. Aqueles versados na técnica reconhecerão, entretanto, que outras tempera- turas e tempos podem ser usados para realizar os mesmos objetivos. Tam- bém é possível que a liberação de calor seja realizada usando microondas ou um forno de microondas ao invés do forno mais tradicional. Ainda, aque- les versados na técnica reconhecerão que submersão em água quente, ex- posição a vapor, ou alguns outros sistemas sanitizantes térmicos podem ser usados ao invés de um forno para criar as temperaturas elevadas necessá- rias. Ainda, a temperatura e tempo de aquecimento também podem ser alte- rados tanto quanto futuros conceitos de deterioração e micróbios sejam miti- gados.
Uma vez o produto esteja incluído e apropriadamente tratado em sua embalagem estabilizada, ele terá uma vida de prateleira de aproxi- madamente 18 meses quando mantido em temperatura ambiente e não re- quererá refrigeração até aberto. Isto é vantajoso no comércio do produto porque lojas de animais de estimação não têm interesse em comercializar alimentos perecíveis de animais de estimação. Para assim fazer será reque- rida refrigeração dispendiosa e/ou outro equipamento, é de trabalho intensi- vo, e requer rápida rotatividade de produto em termos de vendas. Estes re- quisitos são todos indesejáveis para revendedores de produtos de animais de estimação.
Em uma etapa 112, o recipiente é embalado. Em uma modali- dade desta etapa de embalagem, o recipiente de alimento (por exemplo, tu- bo, bandeja ou bolsa) é incluído junto com uma faca plástica. Nas modalida- des onde uma bandeja ou tubo é usado, a faca plástica pode ser incluída na parte de cima da membrana de selagem de modo que o produto combinado seja refeição pronta para comer. A bandeja/tubo plástico pode servir como um prato/tigela para uso do animal de estimação para consumo de alimento. A faca plástica é útil na penetração de membrana de selagem plástica (ou alternativamente bolsa) de modo que o alimento pode ser consumido a partir da bandeja. A faca é também útil na mistura do produto, se necessário. As- sim, a bandeja e faca permitem ao usuário apresentar o alimento ao animal de estimação para consumo sem o uso de quaisquer utensílios, pratos, ou outros itens que de outro modo podem ter de serem limpos. E após a refei- ção, o inteiro produto pode ser descartado tornando a limpeza fácil. Tudo isto é contemplado no provimento destes implementos.
Em outras modalidades de etapa 112, o tubo/bandeja e faca hermeticamente selados são todos compactamente incluídos em uma emba- lagem exterior, sobre a qual o produto é identificado como alimento humano adaptado para consumo por animais de estimação. A embalagem pode ser uma caixa, um envoltório de embalagem de polipropileno, ou algum outro tipo de embalagem conhecido. Em termos de compactação, a faca é capaz de ser incluída na parte de cima da membrana de selagem plástica. Assim, a embalagem exterior é então enrolada completamente ao redor de prato (que agora inclui a faca) e vendida. Em modalidades onde o alimento está contido em uma bolsa, esta bolsa pode ser talhada de modo que ela adapta-se den- tro da bandeja, e a bolsa e faca incluída na bandeja, são então embaladas para venda. Aqueles versados na técnica reconhecerão que numerosas ou- tras modalidades para criação de uma embalagem funcional são possíveis.
Em outras modalidades de etapa 112, o próprio recipiente e/ou a membrana de selagem plástica pode ser usado para mostrar os símbolos discutidos acima, assim como outras informações. Assim, a etapa de emba- lagem não deve de modo algum ser considerada crítica para a invenção, e não é considerada Iimitante a menos que especificamente reivindicado.
Na seguinte etapa 114, o produto embalado é comercializado como um alimento de gênero humano que foi adaptado para consumo por animais de estimação. Por exemplo, em algumas modalidades, a embala- gem inclui símbolos e alguma informação de instrução. Alguns símbolos são apresentados os quais dizem a consumidores que o produto é um prato de alimento tipo humano que foi especificamente adaptado para animais de es- timação. Por exemplo, onde o produto é um dos acima, os símbolos sobre a embalagem podem ler "Massa Para Cães" ou "Massa Canina". De modo que seja claro que o produto é um alimento similar a humano adaptado para con- sumo por caes.
Devido ao produto ter uma vida de prateleira de 18 meses, lojas são capazes de manter o mesmo em suas prateleiras por estendidos perío- dos de tempo sem refrigeração, congeladores, ou outro equipamento de manutenção de alimento. Ainda, devido ao produto ser todo natural e com- preendido inteiramente por ingredientes de qualidade - humana, o produto será visto como uma alternativa nova e saudável para os produtos alimentí- cios de cães convencionais de qualidade inferior. Ainda, devido a bandeja / tubo e membrana plástica serem todos produtos termicamente estabilizados, o alimento pode ser facilmente aquecido em um forno ou microondas se o dono do animal de estimação desejar servir a refeição quente. Isto é claro somente opcional considerando que a refeição é segura e pronta para comer em temperatura ambiente. E finalmente, o aspecto de cozinha humana ofe- rece ao consumidor uma maneira de humanizar o estilo de vida total de ani- mais domésticos.
Muitos diferentes arranjos dos vários componentes mostrados, assim como componentes não mostrados, são possíveis sem fugir do espíri- to e escopo da presente invenção. Modalidades da presente invenção foram descritas com a intenção de serem ilustrativas antes que restritivas. Modali- dades alternativas tornar-se-ão aparentes para aqueles versados na técnica as quais não fogem de seu escopo. Aqueles versados podem desenvolver meios alternativos de implementação de aperfeiçoamentos mencionados anteriormente sem fugir do escopo da presente invenção.
Será entendido que certas características e sub-combinações são de utilidade e podem ser empregadas sem referência a outras caracte- rísticas e sub-combinações e são contempladas dentro do escopo das rei- vindicações. Nem todas as etapas listadas nas várias figuras precisam ser realizadas na específica ordem descrita.

Claims (20)

1. Processo compreendendo: seleção de um alimento humano relacionando-se a um particular gênero; modificação de pelo menos um ingrediente do dito alimento hu- mano de modo que uma versão modificada de ingredientes resultará em um produto que é benéfico para um animal de estimação; provimento da dita versão modificada de ingredientes para re- sultar no dito produto, a dita etapa de provimento incluindo conservação da dita versão modificada de ingredientes em um recipiente; e comercialização do dito produto do dito recipiente como alimen- to humano que foi adaptado para consumo por animal de estimação.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que o dito gê- nero é um alimento especialidade.
3. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que a dita conservação envolve o uso de embalagem estabilizada e tratamento térmi- co.
4. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que uma de cozinhas Italiana, Chinesa, Mexicana, Japonesa, internacional, e Francesa são selecionadas como o dito gênero.
5. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que o dito pelo menos um ingrediente é uma quantidade de sal, e a dita etapa de modifica- ção envolve redução da dita quantidade de sal.
6. Processo de acordo com a reivindicação 1, compreendendo: inclusão de massa na dita etapa de seleção, e; supercozimento da dita massa na dita etapa de modificação.
7. Processo de acordo com a reivindicação 1, compreendendo: inclusão de massa, molho de tomate, e uma carne como alguns dos ditos ingredientes na dita etapa de seleção.
8. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que a dita e- tapa de comercialização compreende: Inclusão de símbolos sobre um dos ditos recipientes ou uma embalagem usada com o dito recipiente, os ditos símbolos permitindo que os consumidores reconheçam que o dito produto é alimento humano que é pre- tendido para consumo por animais de estimação.
9. Processo de acordo com a reivindicação 1, compreendendo: adaptação da dita versão modificada de acordo com princípios veterinários e de modo que a dita versão modificada inclua somente ingredi- entes naturais.
10. Processo de acordo com a reivindicação 1, compreendendo: limitação da dita versão modificada para somente incluir ingredi- entes de qualidade humana.
11. Processo de acordo com a reivindicação 1, compreendendo: execução da dita etapa de processo de modo que o dito produto seja inteiramente cozido, pronto para comer, e capaz de ser estocado em temperaturas ambientes sem deterioração.
12. Produto alimentício para animal de estimação compreen- dendo: um recipiente incluindo ingredientes de qualidade humana, os ditos ingredientes de qualidade humana relacionando-se a um particular ali- mento facilmente identificável, o dito alimento normalmente considerado ser para consumo humano; os ditos ingredientes sendo adaptados para consu- mo por um animal de estimação, o dito recipiente sendo adaptado para en- cerrar e conservar os ditos ingredientes.
13. Produto alimentício para animal de estimação de acordo com a reivindicação 12, em que o dito recipiente é um tubo termoestável que tem um aro superior que recebe uma membrana termoestável para selar os ditos ingredientes no dito recipiente.
14. Produto alimentício para animal de estimação de acordo com a reivindicação 12, em que os ditos ingredientes incluem massa e mo- lho.
15. Produto alimentício para animal de estimação de acordo com a reivindicação 12, em que os ditos ingredientes incluem um de carne e um queijo.
16. Produto alimentício para animal de estimação de acordo com a reivindicação 12, em que o dito recipiente é incluído em embalagem, a dita embalagem incluindo símbolos informando consumidores que o dito produto é dito alimento normalmente considerado ser para consumo huma- no, mas que foi adaptado para consumo por cães.
17. Produto alimentício para animal de estimação compreen- dendo: um recipiente incluindo ingredientes de qualidade humana, os ditos ingredientes de qualidade humana relacionando-se a um particular ali- mento facilmente identificável, o dito alimento normalmente considerado pa- ra consumo humano; os ditos ingredientes incluindo pelo menos dois de: (i) massa; (ii) arroz; (iii) farelo; (iv) farinha de milho; (v) carne de vaca; (vi) gali- nha; (vii) carne de caça; (viii) peixe; (ix) vegetais; (x) legumes; (xi) farinhas do mar ou farinhas de vegetais; (xii) queijo; e (xiii) farinha de peixe.
18. Produto alimentício para animal de estimação de acordo com a reivindicação 17, em que o dito produto alimentício é adaptado para satisfazer as necessidades nutricionais do animal de estimação.
19. Produto alimentício para animal de estimação de acordo com a reivindicação 17, em que o dito recipiente é adaptado para ser termi- camente estável e encerrar e conservar os ditos ingredientes após um tra- tamento térmico.
20. Produto alimentício para animal de estimação de acordo com a reivindicação 17, em que a quantidade de cada dos pelo menos dois ingredientes está entre cerca de 5% e 95% do peso total do produto.
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