BRPI0714578A2 - mÉtodo para remover crostas minerais de campo petrolÍfero a partir de tubos e tubulaÇço - Google Patents

mÉtodo para remover crostas minerais de campo petrolÍfero a partir de tubos e tubulaÇço Download PDF

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Abstract

MÉTODO PARA REMOVER CROSTAS MINERAIS DE CAMPO PETROLÍFERO A PARTIR DE TUBOS E TUBULAÇçO. É revelado um método para remoção de crosta mineral a partir de tubulação. O método pode incluir as etapas de fazer um primeiro corte longitudinal ao longo de uma extensão da tubulação, fazer um segundo corte longitudinal ao longo de uma extensão da tubulação, e remover uma pluralidade de seções de tubulação, em que as seções de tubulação são definidas por primeiro e segundocortes longitudinais.

Description

METODO PARA REMOVER CROSTAS MINERAIS DE CAMPO PETROLIFERO A
PARTIR DE TUBOS E TUBULAQAO REFERENCIA CRUZADA A PEDIDOS REIiACIONADOS
Esse pedido, de acordo com 35 USC §119 (e), reivindica prioridade para ο Pedido Provis0ri〇 d〇s Estados Unidos 60/820. 861, depositado em 31 e julho de 2006. Esse pedido e incorporado mediante referencia em sua totalidade.
ANTECEDENTES DA 工NVENgAo Campo da Invengao A invenga〇 se refere geralmente aos tubos e
tubulacpoes usados em campos petroliferos. Especificamente, a inven?ao se ref ere a um metodo aperf eig:〇ad〇 para remogao de crosta mineral a partir dos tubos e tubula_g5es.
Fundamentos da Tecnica Os hidrocarbonetos (por exemplo, 61e〇, gas
natural, etc.) sao obtidos a partir de uma forma9ao geologica subterranea (is to e, um ”reservat0:ri〇")mediante perfuragao de um furo de ροςο que penetra na formagao contendo os hidrocarbonetos. Para que os hidrocarbonetos se j am produzidos, isto e, se desloquem da formagao para ο furo de ροςο, e finalmente para a superficie, em taxas de fIuxo suficientes para justificar a recuperagao dos mesmos, deve existir ou ser provido um percurso de f Iuxo suficientemente desobstruido, a partir da formagao subterranea ate ο furo de ρσςο e, entao, ate a superficie-
Operagoes de recuperagao de oleo subterraneo podem envolver a inj e?ao de uma solugao aquosa na f ormagao de oleo para a j udar a deslocar ο oleo atraves da formagao e para manter a pressao no irese:rvat0ri〇 quando os f luidos estao sendo removidos. A solugao aquosa injetada‘ normalmente agua de superficie (Iago ou rio) ou agua do mar (para operacjoes ao largo) , geralmente contem sais soluveis tais como sulfates e carbonatos. Esses sais podem ser incompativeis com os ions ja contidos no reservatorio contendo oleo. Os fluidos do reservat0ri〇 p〇dem conter elevadas concentra9oes de certos ions que sao encontrados em niveis muito inferiores em agua de superficie normal, tal como estroncio, bario, zinco e calcio. Sais inorgariicos parcialmente soluveis, tal como sulfato de bario (ou barita) e carbonato de calci〇,frequentemente se precipitam a parti r da agua de produgao a medida que mudam as condigoes afetando a solubilidade, tal como temperatura e pressao, dentro dos furos de ροςο produtores e na superf icie.
Uma razao comum para um declinio na produgao de
hidrocarboneto e a formagao de crosta dentro ou no furo de ρ〇ς〇, na area proxima ao f uro de ροςο ou na regiao da matriz de formagao contendo hidrocarbonetos, e em outros tubos ou tubulagao. Operagoes de campο petrolifero frequentemente resultam na produgao de fluido contendo aguas salgadas assim como hidrocarbonetos. 〇 fluido e transportado a partir do reservatcSrio p〇r intermedio de tubos e tubulagao ate uma instalagao de separagao, onde as aguas salgadas sao separadas dos liquidos de hidrocarbonetos valiosos e gases. As aguas salgadas sao entao processadas e descarregadas como agua de refugo ou remj etadas no reservatorio para ajudar a manter a pressao do reservatdrio· As aguas salgadas frequentemente sao ricas em ions minerais, como calcio, bario, estroncio e anions de
ferro e bicarb〇nat〇f cations de sulfato e carbonato. Geralmente, a formagao de crosta ocorre a partir da precipitaqao de minerais, tal c〇m〇 sulfato de bario, sulfate de calcio, e carbonato de calcio, que se tornam fixados ou aloj ados no tubo ou tubulagao. Quando a agua (e, portanto os minerais dissolvidos) contata a parede do tubo ou tubulagao, os minerals dissolvidos podem comegar a se precipitar, formando crosta. Essas crostas minerais podem aderir as paredes do tubo c〇m〇 camadas que reduzem ο diametro interao do tubo, desse modo causando restrigoes de f Iuxo, Nao incomumente ; a crosta pode se f ormar ate tal ponto em que ela pode completamente obstruir um tubo. Operagoes de produqao de campο petrolifero podem ser c〇mpr〇metidas por tal crosta mineral. Portanto, tubos e tubulagoes prec土sam ser limpos ou substituidos para se restaurar a eficierxcia de produgao.
Algumas crostas minerais; tal como sulfato de bario, sao muito dificeis de se remover quimicamente da tubulagao e, como tal, a tubulagao e simplesmente substituida por nova tubulagao. A tubula^ao com incrustagao pode ser removida para descarte, mas a crosta mineral que se forma apresenta um risco ambiental. Por exemplo, algumas crostas minerais podem ter ο potencial de conter material radi〇ativ〇 de 〇c〇rrencia natural (NORM). A crosta tern uma radioatividade associada devido ao fato de que os produtos de decaimento radioativo de Uranio e Torio estSo normalmente presentes em aguas de reservatorio e se precipitam em con junto com ions de bario para f ormar uma crosta de sulfato de bario que, por exemplo, contem Sulfato de Radio-226.〇 equipamento de campο petrolifero contendo
radionuclideos primaries inclui Radio—226 (226Ra) e Radio- 228 (2^8Ra), os quais sa〇 formados a partir da deterioragao radi〇ativa de Urani〇-238 (238U) e T0ri〇 —232 (232Th) . Embora ^38U e ^32Th sej am encontrados em muitas f ormagoes subterraneas, eles nao sao muito soliiveis no f luido de reservat0r"i〇.Contudo, os produtos de decaimento radioativo 226Ra e 228Ra sao soliiveis e podem migrar como ions para os fluidos de reservatorio para eventualmente contatar a agua inj etada. Embora esses radionuclxdeos nao se precipitem diretamente, eles geralmente sao precipi taci〇s em conj unto com crosta de sulfate de bari〇, fazendo com que a crosta sej a brandamente radioativa. Esse NORM apresenta um risco para as pessoas que entram em contato com ele atraves de irradia?ao e atraves de respiragao ou ingestao de particulas de NORM. Como resultado, a tubulagao com crostas de NORM tem que ser mane j ada, transportada x e descartada sob c〇ndig«3es cuidadosamente controladas, conf orme delineado na legislagao, para proteger ο bem-estar dos empregados, ο publico como um t〇d〇,e ο mei〇 ambiente,
Operagoes comuns usadas para remover crosta de tubulagao podem ser lentas e ineficientes porque cada tubo tem que ser tratado individualmente caso sej a :radi〇ativ〇 e ο acesso a superficie interna com crosta da tubulagao pode ser restrito.
Quando os tubos e equipamentos usados em operagoes de campο petrolifero se tornam revestidos com crosta, a incrustagao deve ser removida de uma forma eficiente em termos de tempo e de custo. Ocasionalmente, tubulagao e equipamento contaminados sao simplesmente removidos e substituidos por equipamento novo. Quando ο equipamento velho esta c〇ntaminad〇 com NORM, esse equipamento com crosta pode nao ser descartado facilmente devido a natureza radioativa do refugo. A dissolugao de crosta de NORM e seu ο descarte p〇dem ser dispendiosos e perigosos. Alem diss〇,uma quantidade consideravel de itens tubulares de campo petrolifero e outros equipamentos aguardando descontaminagao estao atualmente depositados em instalagoes de armazenamento. Parte do equipamento, quando limpo, pode ser reutilizado, enquanto que outro equipamento deve ser descartado como sucata. Quando removido do equipamento, existem varias opgoes para ο descarte do NORM, incluindo injegao em ροςο profundo, descarte em aterro, e inje?ao em caverna de sal.
Os processos tipicos de descontarnina^ao de equipamento tem incluido esforgos nao somente quimicos como tambem mecanicos, tal como us土nagem, jatos de agua de alt a pressao, j ato de areia, imersao criogenica, e quelantes quimic〇s e solventes. Jato de agua utilizando pressoes superi〇:res a 14 OMPa (com e sem abrasivos) tem sido a tecnica predominante usada para remo?ao de NORM. Contudo, ο uso de jato de agua de alta pressao e geralmente demorado, disperadi〇s〇,e pode falhar em completamente tratar a area contaminada.
Embora os quelantes quimicos; como ο EDTA (acido et:Llen〇diamin〇tetraacetic〇) ou ο DTPA (acido
dietilen〇triamin〇pentaac§tic〇);ha muito tempo sejam usados para remover crosta a partir de equipamento de campo petrolifero, quando ο EDTA se torna saturado com cations de metal de crosta, ο solvente gasto e geralmente descartado ‘ tal como mediante reinjegao na formaqao de sub-superficie. Adicionalmente, os quelantes quimicos tal como 〇 EDTA e ο DTPA sao dispendiosos e requerem contato prolongado em temperaturas elevadas para dissolver a crosta.
Consequentemente existe a necessidade de um ruei〇 economicamente eficiente para remover crosta de tubos e tubulagao com um baixo risco de expos 土 g:a〇 aos materiais radioativos.
SUMARIO DA 工ΝΥΕΝςΧο
Em um aspecto, modalidades aqui reveladas se referem a um metodo para remover crosta mineral de tubulagao, ο metodo incluindo fazer una primeiro corte longitudinal ao longo de uma extensao da tubulagaor fazer um segundo corte longitudinal ao longo da extensao da tubula^ao, remover as varias se^oes de tubulagao, em que as segdes de tubula?ao sao defiriidas pelo primeiro e segundo corte longitudinal.
Em outro aspecto, modalidades aqui reveladas se referem a um metodo para remover crosta mineral de tubulagao, ο metodo incluindo f azer um prime 土:r〇 c〇:rte longitudinal tangencial a um diametro interno da tubulagao, fazer um segundo corte longitudinal tangencial ao diametro interno da tubulagao, e remover as varias segoes de tubulaqao, em que as segoes de tubulagao sao definidas pelo primeiro e segundo corte longitudinal.
Em outro aspecto, modalidades aqui reveladas se referem a um metodo para remover crosta mineral de tubulagao, ο metodo incluindo fazer ao menos um corte longitudinalmente ao longo da tubulagao e separar a tubulagao cortada a partir da crosta mineral.
Outros aspectos e vantagens da invengao serao
evidentes a partir da descriqao a seguir e das reivindicagoes anexas.
DESCRIgAo RESUMIDA DOS DESENHOS
A Figura 1 e uma vista em segao transversal de um tubo incrustado com crosta mineral, de acordo com as modalidades aqui reveladas.
A Figura 2 e uma vista em segao transversal de um tubo incrustado com crosta mineral, de acordo com as modalidades aqui reveladas.
A Figura 3 e uma vista em segao transversal de um tubo e crosta mineral, de acordo com as modalidades aqui reveladas.
A Figura 4 e uma vista em segao transversal de um tubo incrustiado com crosta mineral, de acordo com as modalidades aqui reveladas.
A Figura 5 e uma vista em segao transversal de um tubo incrustado com crosta mineral, de acordo com as modalidades aqui reveladas.
A Figura 6 e uma vista em segao transversal de um tubo incrustado com crosta mineral, de acordo com as modalidades aqui reveladas.
DESCRIgAQ DETALHADA
Em um aspecto, as modalidades aqui reveladas se referem a um metodo de remogao de crosta mineral a partir de tubos e tubulagao de campos petrolif eros . Especificamente, as modalidades aqui reveladas se referem a um metodo de mecanicamente separar crosta mineral de tubos e tubulagao de campos petroliferos. Adicionalmente, como aqui usado, "tubos" , "tubulagao", e "canos" podem ser usados permutavelmente para descrever modalidades sem
limitar ο escopo das reivindicagSes. Crosta mineral que pode ser removida de equipamento de campos petroliferos nas modalidades a qui reveladas inclui crosta de campο petrolifero, tal como, por exemplo, sais de metais de terra alcalina ou outros metais bivalentes, incluindo sulf atos de bario, estr6nci〇,
e calcio, carbonatos de calcio, magnesio, e ferro, sulfetos de metal, 0xid〇 de ferro e hidr0xid〇 de magnesio.
Um metodo de remover e separa crosta mineral de uma tubulagao ou tubo de acordo com uma modal idade a qui revelada e mostrado nas Figuras 1-4. Conforme mostrado na Figura 1, um tubo 202 e incrustado com uma camada de crosta mineral 204 . Nessa modalidade, a camada de crosta mineral 204 e uma camada uniforme formada em um diametro interno do tubo 202. Contudo, aqueIes versados na tecnica considerarao que a camada de crosta mineral pode ou nao ser uni forme ao longo de uma extensao e/ou circunf erencia do tubo. Em uma modalidade, ao menos um corte longitudinal e feito ao longo do tubo 202. Conforme aqui usad〇, "longitudinal" descreve uma diregao ao longo da extensao do tubo 202 . Em outra modalidade, d〇is cortes longitudinais sao f eitos ao longo do tubo. Aqueles de conhecimento comum na tecnica considerarao que qualquer numero de cortes longitudinais pode ser f eito sem se af astar do escopo da invengao.
Na modalidade mostrada na Figura 1, d〇is cortes longitudinais 206 sao feitos no tubo 202 . Os cortes longitudinais 206 podem ser feitos de modo que cada corte longitudinal 206 e substancialmente tangencial a um diametro interno do tubo 202 . Consequentemente,〇s cortes longitudinais 206 sao tangenciais a uma interface 210 entre a camada de crosta mineral 204 e ο tubo 202 · Em uma modalidade, d〇is cortes longitudinais 206 sao substancialmente paralelos.
Com referencia agora a Figura 2, apos os cortes longitudinais 206 serem feitos, uma primeira porgao cortada 212 e uma segunda porgao cortada 214 do tubo 202 podem ser destacadas, como indicado em A, a partir da camada de crosta mineral 204. Conforme mostrado na Figura 3, apos a remogao da primeira e segunda porgao cortada 212, 214, um primeiro Iado 222 e um segundo Iado 224 do tubo 202 podem ser removidos; conf orme indicado em B, a partir da camada de crosta mineral 204. Consequentemente, conforme mostrado nas Figuras 1-3, os cortes longitudinais 206 feitos substancialmente tangenciais a interface 210 entre 〇 tubo 202 e a camada de crosta mineral 204 perm土tem a rem〇qa〇 do tubo 202 a partir da camada de crosta mineral 204.
A Figura 4 mostra outra modalidade de um metodo para separar crosta de um tubo ou tubulagao. Nessa modalidade, d〇is cortes longitudinais 4 0 7, 408 sao feitos no tubo 402. Cortes longitudinais 407, 408 podem ser feitos 2 0 de modo que cada corte longitudinal 407, 408 e substancialmente tangencial a um diametro interno do tubo 402. Consequentemente, os cortes longitudinais 407, 408 sao tangenciais a uma interface 410 entre a camada de crosta mineral 404 e ο tubo 402 . Nessa modal idade, 〇 prime ir〇 corte longitudinal 407 e substancialmente perpendicular ao segundo corte longitudinal 408. Nessa modalidade, apos os dois cortes longitudinals 407, 408 serem feitos, uma primeira porgao cortada 432 e uma segunda porgao cortada 434 do tubo 4 02 podem ser removidas. Uma pequena segao 4 3 8 e uma grande segao 436 do tubo 402 podem entao ser removidas da camada de crosta mineral 4 04.
As Figuras 5 e 6, mostram outra modalidade de um metodo para separar cros ta de um tubo ou tubulagao. Nessa modalidade, d〇is cortes l〇ngitudinais 511, 513 sa〇 feitos em um tubo 502. Cortes longitudinals 511, 513 podem ser f eitos de m〇d〇 que cada corte longitudinal 511, 513 e substancialmente perpendicular a uma superfίcie externa do tubo 502 . A profundidade de cada corte longitudinal 511, 513 e limitada a aproximadamente uma espessura T do tubo 502, desse modo nao cortando substancialmente dentro da camada de crosta mineral 504. Nessa modalidade, apos 〇s d〇is cortes longitudinais 511, 513 serem feitos, uma prime ira metade 53 0 e uma segunda metade 532 do tubo 502 podem ser removidas da camada de crosta mineral 5 04. Cortes longitudinais 206 (Figura 1) , 4 07, 408
(Figura 4) atraves de um tubo podem ser feitos mediante qualquer metodo conhecido na tecnica. Por exemplo,〇 tubo pode ser cortado mediante usinagem, corte a plasma, corte a laser, corte a agua de pressao ultraelevada, e corte com 2 0 〇xi-acetilen〇.Alem disso, aqueles de conhecimento comum na tecnica considerarao que outros metodos podem ser usados para fazer cortes longitudinals atraves de um tubo. Em uma modalidade, um metodo de corte pode ser automatizado, desse modo reduzindo os riscos associados ao pessoal em contato com crosta mineral radioativa. Em outra modalidade, uma ferramenta de corte, por exemplo, uma ferramenta de miiltiplas cabegas, pode ser usada para cortar varios tubos ou canos simultaneamente. Em outra modalidade, 〇 processo de cortar tubos e remover os tubos a partir da crosta
3 O mineral pode ser realizado sob agua· desse modo proporcionando niveis superiores de padroes de Sau.de, Seguranga, e Ambientais (HSE).
Em uma modalidade, a camada de crosta mineral 204, 404, 504 e substancialmente solida, formando um cilindro de crosta mineral. Desse modo, com referenda, por exemplo, as Figuras 1-3, quando os cortes longitudinais 2 06 sa〇 f eitos atraves do tubo 2 02, a primeira e a segunda porgao de corte 212, 214 e 〇 primeiro e segundo Iado 222, 224 do tubo 202 podem ser removidos de um cilindro de crosta mineral. A crosta mineral pode entao ser coletada, processada, descartada de uma forma segura. Contudo, em outra modalidade, a camada de crosta mineral 204 pode nao ser substancialmente solida. Nessa modalidade, a crosta mineral pode permanecer no diametro interno do tubo 202. A crosta mineral pode ser entao removida do tubo 2 02 apos ο tubo 202 ser cortado na diregao longitudinal mediante outro meio mecanico ou quimico, conforme descrito abaixo com referenda a crosta mineral residual.
Em uma modalidade, quando segoes, por exemplo, 2 0 primeira e segunda porgao cortada 212, 214 da Figura 2, do tubo cortado 202 sao removidas a partir da camada de crosta mineral 2 04, as segoes de tubo cortado 202 podem estar nao c〇ntaminadas. Isto e, as segdes de tubo cortado 2 02 rem〇vidas da camada de crosta mineral 204 nao contem qualquer crosta mineral residual na superfίcie do tubo 2 02. Em outra modalidade, quando segoes, por exemplo, primeiira e segunda porgao cortada 212, 214 da Figura 2, do tubo cortado 202 sao removidas da camada de crosta mineral 204, as segoes de tubo cortado 202 podem conter certa quantidade residual de crosta mineral na superficie das segoes do tubo 202. Nesse cas〇, as quantidades residuais de crosta mineral podem ser mais facilmente removidas das segoes de tubo 202 devido a capacidade de acesso as superficies internas de cada segao de tubo 202. Crosta mineral residual na superficie de segoes de tubo 202 pode ser removida mediante meio f ί sico ou quimico7 ou uma combinagao de ambos, conhecida na tecnica. Por exemplo, crosta mineral residual pode ser removida de uma segao de tubo 202 mediante usinagem, j ato de agua de alta pressao, j ato de areia, imersao criogenica, e/ou quelantes quimicos e solventes. Quando as segoes de tubo 202 tiverem sid〇 inspecionadas para garantir que cada segao nao esta contaminada, as segoes de tubo 202 podem ser descartadas.
Vantajosamente, as modalidades aqui reveladas podem proporcionar um metodo para remover crosta mineral a partir de um tubo ou cano de uma forma rapida e segura. As modalidades aqui reveladas podem prover vantajosamente um metodo para remover automatizada de crosta mineiral a partir do tubo, ο qual pode reduzir ο risco a saiide do pessoal associado. As modalidades aqui reveladas podem prover vantajosamente um metodo para separar a crosta mineral a partir de miiltiplos tubos ou canos simultaneamente. As modalidades aqui reveladas podem prover vantajosamente um metodo para mais facilmente se acessar a camada de crosta mineral acumulada no diametro interno de um tubo. As modalidades aqui reveladas podem vantajosamente manter a crosta mineral intacta, desse modo reduzindo a poeira ou pulverizagao radioativa durante a operagao de desinerustagao·
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Embora a invengao tenha sid〇 descrita com relagao a um numero limitado de modalidades, aqueIes versados na tecnica, tendo ο benefίci〇 dessa revelagao, cons iderarao que outras modalidades podem ser concebidas as quais nao se af astam do escopo da invencpao conf orme aqui revel ado. Consequentemente, ο escopo da invengao deve ser limitado apenas pelas reivindicagdes anexas.

Claims (19)

1. Método para remover crosta mineral a partir de tubulação, o método caracterizado por compreender: fazer um primeiro corte longitudinal ao longo de uma extensão da tubulação; fazer um segundo corte longitudinal ao longo de uma extensão da tubulação; remover as várias seções de tubulação, em que as seções de tubulação são definidas pelo primeiro e segundo corte longitudinal.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o primeiro e o segundo corte longitudinal são substancialmente perpendiculares a uma superfície externa da tubulação.
3. Método, de acordo com a reivindicação 2, caract_er_izado pelo fato de que o primeiro e o segundo corte longitudinal estão em uma profundidade substancialmente igual à espessura da tubulação.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, 20 caracterizado pelo fato de que o primeiro e o segundo corte longitudinal são tangenciais a um diâmetro interno da tubulação.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que o primeiro corte longitudinal é paralelo ao segundo corte longitudinal.
6. Método, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que o primeiro corte longitudinal é perpendicular ao segundo corte longitudinal .
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a realização de um primeiro corte longitudinal e a realização de um segundo corte longitudinal são aquelas selecionadas do grupo consistindo em corte a plasma, corte a laser, corte a água de pressão ultraelevada, e corte com oxi-acetileno.
8. Método para remover crosta mineral de tubulação, o método caracterizado por compreender: fazer um primeiro corte longitudinal tangencial a um diâmetro interno da tubulação; fazer um segundo corte longitudinal tangencial ao diâmetro interno da tubulação; e remover as várias seções de tubulação, em que as seções de tubulação são definidas pelo primeiro e segundo corte longitudinal.
9. Método, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o primeiro corte longitudinal é paralelo ao segundo corte longitudinal.
10. Método, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o primeiro corte longitudinal é perpendicular ao segundo corte longitudinal.
11. Método, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que a realização de um primeiro corte longitudinal e a realização de um segundo corte longitudinal são aquelas selecionadas do grupo consistindo em usinagem, corte a plasma, corte a laser, corte a água com pressão ultraelevada, e corte com oxi-acetileno.
12. Método, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado por compreender ainda a remoção de crosta mineral residual a partir de uma superfície de ao menos uma da pluralidade de seções de tubulação.
13. Método, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a remoção de crostas minerais residuais é aquela selecionada do grupo consistindo em usinagem, jato de água de alta pressão, jato de areia, imersão criogênica, quelantes químicos, e solventes químicos.
14. Método para remoção de crosta mineral a partir de tubulação, o método caracterizado por compreender: fazer ao menos um corte longitudinalmente ao longo da tubulação; e separar a tubulação cortada a partir da crosta mineral .
15. Método, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que fazer ao menos um corte compreende fazer dois cortes substancialmente paralelos, substancialmente tangenciais a um diâmetro interno da tubulação.
16. Método, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que a realização de ao menos um corte compreende fazer dois cortes substancialmente perpendiculares, substancialmente tangenciais a um diâmetro interno da tubulação.
17. Método, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que a realização de ao menos um corte é aquela selecionada do grupo consistindo em usinagem, corte a plasma, corte a laser, corte a água de pressão ultraelevada, e corte com oxi-acetileno.
18. Método, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado por compreender ainda remover a crosta mineral residual a partir de uma superfície de ao menos uma da pluralidade de seções de tubulação.
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato de que a remoção de crostas minerais residuais é aquela selecionada do grupo consistindo em usinagem, jato de água de alta pressão, jato de areia, imersão criogênica, quelantes químicos, e solventes químicos .
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