BRPI0714685A2 - filtraÇço por dispositivo de acesso vascular - Google Patents

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BRPI0714685A2
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vascular access
fluid
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BRPI0714685-0A
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Marty L Stout
David Ou-Yang
S Ray Isaacson
Glade H Howell
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Becton Dickinson Co
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Abstract

FILTRAÇçO POR DISPOSITIVO DE ACESSO VASCULAR. Um dispositivo de acesso vascular inclui uma câmara interna para receber um fluido e a filtro dentro da câmara interna para filtrar um patágeno contido no fluido. Um método de filtragem de um patógeno em um dispositivo de acesso vascular inclui prover um dispositivo de acesso vascular possuindo uma câmara interna para receber um fluido, prover um filtro dentro da câmara interna do dispositivo de acesso vascular para movimentar o fluido através do filtro, e filtrar um patógeno à medida que o fluido se movimenta através do filtro.

Description

"FILTRAÇÃO POR DISPOSITIVO DE ACESSO VASCULAR" Antecedentes da Invenção
A presente revelação está relacionada com terapia de infusão com dispositivos an- timicrobianos de acesso vascular. A terapia de infusão é um dos procedimentos mais co- muns nos tratamentos de saúde. Pacientes hospitalizados, em cuidados domésticos ou ou- tros tipos de pacientes recebem fluidos, produtos farmacêuticos e produtos derivados de seqüência por meio de um dispositivo de acesso vascular inserido no sistema vascular. A terapia de infusão pode ser usada para tratar uma infecção, proporcionar anestesia ou anal- gesia, proporcionar suporte nutricional, tratar crescimentos cancerosos, manter pressão sangüínea e ritmo cardíaco, ou muitos outros usos clinicamente significativos.
A terapia de infusão é facilitada por um dispositivo de acesso vascular. O dispositi- vo de acesso vascular pode acessar a vasculatura central ou periférica de um paciente. O dispositivo de acesso vascular pode permanecer por prazo curto, (dias), ou moderado (se- manas), ou prolongado (meses a anos). O dispositivo de acesso vascular pode ser usado para terapia de infusão contínua ou para terapia intermitente.
Um dispositivo de acesso vascular usual é um cateter plástico que é inserido na veia de um paciente. O comprimento do cateter pode variar desde uns poucos centímetros para acesso periférico até muitos centímetros para acesso central. O cateter pode ser inse- rido de modo transcutâneo ou podem ser implantado cirurgicamente por debaixo da pele do paciente. O cateter, ou qualquer outro dispositivo de acesso vascular anexado a ele, pode ter lúmen único ou múltiplos Iumens para a infusão de muitos fluidos simultaneamente.
A extremidade proximal do dispositivo de acesso vascular inclui normalmente um adaptador Luer adaptado ao qual outros dispositivos e uso médico podem ser anexados. Por exemplo, um conjunto de administração pode ser anexado a um dispositivo de acesso vascular numa extremidade e um saco de aplicação intravenosa (IV) na outra. O conjunto de administração é um conduto de fluido para a infusão contínua de fluidos e de composições farmacêuticas. Comumente, um dispositivo de acesso IV é um dispositivo de acesso vascu- lar que pode ser anexado a um outro dispositivo de acesso vascular, que fecha ou sela o dispositivo de acesso vascular, e permite a infusão ou injeção intermitente de fluidos e com- posições farmacêuticas. Um dispositivo de acesso IV pode incluir um estojo e um septo para fechar o sistema. O septo pode ser aberto com uma cânula de ponta grosa ou um Luer ma- cho de um dispositivo de uso médico.
Complicações associadas com a terapia de infusão podem provocar significativa morbidade e mesmo mortalidade. Uma complicação significativa é a infecção da corrente sangüínea relacionada com o cateter [catheter related blood stream infection (CRBSI)]. Uma estimativa de 250.000 a 400.000 casos de BSIs associados com cateter venoso (CVC) ocor- rem anualmente nos hospitais norte-americanos. A mortalidade atribuída está avaliada em 12% a 25% para cada infecção e um custo ao sistema de saúde de USD$ 25.000 a USD$ 60.000 por episódio.
A infecção pelo dispositivo de acesso vascular que resulta em CRBSIs pode ser causada pela falha em limpar regularmente o dispositivo, uma técnica de inserção não este- rilizada, ou através de patógenos que adentram ao trajeto do fluxo de fluido através de uma ou outra extremidade do trajeto em seguida da inserção do cateter. Estudos mostram o risco do aumento das CRBSIs com os tempos de permanência do cateter. Quando um dispositivo de acesso vascular é contaminado, os patógenos aderem ao dispositivo de acesso vascular, colonizam, e formam um biofilme. O biofilme é resistente à maioria dos agentes biocidas e proporcionam uma fonte de reabastecimento aos patógenos para adentrarem na corrente sangüínea e provocar uma BSI. Desse modo, o que é necessário são sistemas, dispositivos, e métodos para reduzir o risco e a ocorrência das CRBSIs.
Breve Sumário da Invenção
A presente invenção foi desenvolvida em resposta aos problemas e necessidades na arte que não tenham sido até agora plenamente solucionados pelos sistemas de acesso vascular, dispositivos, e métodos atualmente disponíveis. Desse modo, esses sistemas, dis- positivos, e métodos são desenvolvidos para reduzir o risco e a ocorrência de CRBSIs.
Um dispositivo de uso médico pode ser um dispositivo de acesso vascular que in- clui uma câmara interna para receber um fluido e um filtro dentro da câmara interna para filtrar um patógeno contido no fluido. O dispositivo de uso médico pode também incluir um agente antimicrobiano dentro da câmara interna. O filtro pode ser impermeável ao agente antimicrobiano e confinar o agente antimicrobiano em pelo menos um primeiro lado. O filtro pode incluir uma tela elétrica em multicamadas, uma barbela biocida, e/ou múltiplas cama- das de barbelas biocidas. O filtro pode impedir a passagem de qualquer agente do tamanho de um patógeno. O filtro pode ser uma tela metálica revestida de prata.
Um método de filtrar um patógeno em um dispositivo de acesso vascular inclui pro- ver uma câmara interna no dispositivo de acesso vascular para receber um fluido, prover um filtro dentro da câmara interna do dispositivo de acesso vascular, movimentar o fluido atra- vés do filtro, e filtrar um patógeno à medida que o fluido se movimenta através do filtro. O método pode também incluir prover um agente antimicrobiano dentro da câmara interna e confinar o agente antimicrobiano com o filtro em pelo menos um primeiro lado do filtro para torna-lo impermeável ao agente antimicrobiano.
O método de filtragem pode incluir eletrocutar o patógeno a medida que ele se mo- vimenta através do filtro, cortar o patógeno a medida que ele se movimenta através do filtro, e/ou impedir a passagem através do filtro de qualquer agente do tamanho do patógeno. O filtro pode incluir múltiplas camadas de barbelas biocidas. O filtro pode incluir a tela metálica revestida de prata. Um dispositivo de uso médico pode incluir meios para acessar o sistema vascular de um paciente e meios para filtrar um patógeno. O meio para filtrar o patógeno está locali- zado dentro dos meios para acessar o sistema vascular do paciente. Os meios para filtrar um patógeno pode incluir um meio para aniquilar um patógeno confinado por um meio para manter os meios para aniquilar contido no meio para acessar. Os meios para filtrar pode incluir meios para eletrocutar o patógeno, meios para cortar o patógeno, meios para impedir a passagem de qualquer agente do tamanho do patógeno, e/ou um revestimento biocida.
Essas e outras características e vantagens da presente invenção podem estar in- corporadas dentro de certas modalidades da invenção e se tornarão mais completamente evidentes a partir da descrição apresentada adiante e das reivindicações anexas, ou podem ser aprendidas pela prática da invenção como apresentado daqui em diante. A presente invenção não requer que a totalidade das características vantajosas e a totalidade das van- tagens descritas aqui estejam incorporadas em cada modalidade da invenção.
Breve Descrição das Diversas Vistas dos Desenhos
A fim de que o modo no qual as características e vantagens acima mencionadas da invenção sejam facilmente entendidas, será feita uma descrição mais particular da invenção relativamente às suas modalidades específicas, que são ilustradas nos desenhos anexos. Esses desenhos descrevem apenas modalidades típicas da invenção e não são portanto para serem consideradas como a limitar o escopo da invenção.
A Figura 1 é uma vista em perspectiva de um sistema extravascular conectado ao sistema vascular de um paciente.
A Figura 2 é uma vista em seção transversal de um dispositivo de acesso vascular possuindo um agente antimicrobiano confinado ou delimitado por dois filtros.
A Figura 3 é uma vista em seção transversal de um dispositivo de acesso vascular possuindo um agente antimicrobiano confinado por um filtro.
A Figura 4 é uma vista em seção transversal de uma tela elétrica em multicamadas.
A Figura 5 é uma vista em seção transversal de um septo com barbelas biocidas.
A Figura 6 é uma vista parcial ampliada da seção transversal de uma parte do septo da Figura 5.
A Figura 7A é uma vista parcial em seção transversal da ponta de um dispositivo de acesso separado, uma vista ampliada de uma camada biocida, uma vista ampliada adicional das barbelas da camada, e uma vista ampliada adicional de uma barbela e um patógeno.
A Figura 7B é uma vista em seção transversal tomada a longo da linha 7A-7A da Figura 7A.
A Figura 7C é uma vista ampliada que ilustra barbelas biocidas localizadas em uma grade biocida.
A Figura 7D é uma vista ampliada adicional de uma barbela biocida individual. A Figura 8 é uma vista lateral de um dispositivo de acesso vascular e um filtro. A Figura 9 é uma vista vazada de um dispositivo de acesso vascular e uma tela me- tálica revestida de prata.
Descrição Detalhada da Invenção
As modalidades nesse momento preferidas da presente invenção serão mais bem compreendidas com referência aos desenhos, nos quais referências numéricas iguais indi- cam elementos idênticos ou de funcionalidades similares. Será facilmente entendido que os componentes da presente invenção, como geralmente descrito e ilustrado nas figuras aqui, podem ser dispostos e projetados em uma ampla variedade de diferentes configurações. Desse modo, a descrição mais detalhada da invenção, como representado nas figuras, não é pretendida a limitar o escopo da invenção como reivindicada, mas é meramente represen- tativa das modalidades neste momento preferidas da invenção.
Referindo agora à Figura 1, um dispositivo de acesso vascular (também referido como um dispositivo extravascular, dispositivo de acesso intravenoso, porta de acesso, e/ou qualquer dispositivo anexado a ou que funciona com um sistema extravascular) 10 é usado para introduzir uma substância por meio de um cateter 12 através da pele 14 e para dentro do vaso sangüíneo 16 de um paciente 18. O dispositivo de acesso vascular 10 inclui um corpo 20 com um lúmen e um septo 22 situado dentro do lúmen. O septo 22 tem uma fenda 24 através do que um dispositivo extravascular 26 separado, tal como uma seringa, pode introduzir uma substância dentro do dispositivo de acesso vascular 10.
O dispositivo 10 também inclui um filtro (discutido com referência às figuras adiante) capaz de filtrar um patógeno contido no dispositivo de acesso vascular 10, incluindo o cate- ter 12 e a extremidade 32 do cateter 12, e/ou do sistema extravascular 28 ao qual o disposi- tivo de acesso vascular 10 está conectado. O filtro filtra o patógeno para reduzir a incidência de infecções na corrente sangüínea em pacientes aos quais o dispositivo de acesso vascu- lar 10 ou qualquer outro dispositivo em um sistema extravascular 28 está anexado.
Um patógeno pode adentrar ao dispositivo 10 ou sistema 28 em qualquer de um número de modos. Por exemplo, um patógeno pode residir dentro do dispositivo 10 ou sis- tema 28 antes do primeiro uso. Um patógeno pode também ser introduzido dentro do dispo- sitivo 10 proveniente da superfície externa do dispositivo, da superfície externa of de um dispositivo separado 26, e/ou do ambiente circundante quando uma estrutura tal como apon- ta 30 do dispositivo separado 26 é inserida para dentro do dispositivo 10 através da fenda 24 do septo 22. Um patógeno pode ser introduzido para dentro do fluido que é infundido para dentro do sistema a partir de um dispositivo separado 26. Finalmente, um patógeno pode ser introduzido a partir de um vaso sangüíneo 16 para dentro do sistema 28 mediante entrar através da extremidade 32 do cateter 12 durante uma extremidade de sangue ou um período de refluxo do sangue quando o dispositivo 10 está em uso. Os filtros podem ser desse modo substituídos ao longo de qualquer parte do trajeto do fluido ao longo do interior do sistema 28 a fim de controlar o fluxo patogênico ao longo da extensão do trajeto do flui- do, como desejado.
Como descrito no transcurso dessa especificação, o filtro controla o fluxo patogêni- co mediante exercer qualquer combinação das seguintes ações quanto a um patógeno: en- redar, prender, eletrocutar, eletrificar, aniquilar, atrair para um local, repelir de um local, de- gradar, frustrar, cisalhar, cortar, fragmentar, impedir o crescimento a proliferação, irradiar, e/ou qualquer outro processo ou ação similar. Além disso, patógenos incluem qualquer a- gente que cause uma doenças ou de outro modo prejudique ou tenha potencial de prejudi- car um paciente se recebido ao interior do sistema vascular daquele paciente, incluindo um patógeno, protozoário, micróbio, biofilme, fungo, vírus, proteína que alimenta um patógeno, protozoário, e/ou outros microorganismos nocivos e/ou seus agentes ou produtos.
Referindo agora à Figura 2, um dispositivo de acesso vascular 10 inclui uma câma- ra interna 34. Um agente antimicrobiano em alta concentração 36 é confinado por dois filtros 38 dentro da câmara interna 34. Os filtros 38 são impermeáveis ao agente antimicrobiano 36 tal que o agente antimicrobiano não possa escapar pelos limites dos filtros 38. Todavia, os filtros 38 permitem ao fluido e aos patógenos a transitarem através deles através do primeiro filtro 38 para o interior do agente antimicrobiano 36 e finalmente através do segundo filtro 38 ao mesmo tempo em que transitando numa direção 40. Quando um patógeno adentra ao interior da câmara confinada onde o agente antimicrobiano 36 está presente, o agente anti- microbiano 36 aniquila ou de outro modo danifica o patógeno. O patógeno pode então ou continuar a residir dentro da câmara confinada ou pode passar através do segundo filtro 38 e finalmente para dentro de um paciente em um estado inofensivo.
Referindo agora à Figura 3, um dispositivo de acesso vascular 10 pode incluir um agente antimicrobiano 42 em alta concentração dentro de sua câmara interna 44. O agente antimicrobiano 42 está limitado numa extremidade superior pelo piso 46 do septo 22 do dis- positivo 10. O agente antimicrobiano 42 está limitado em sua extremidade inferior por um filtro 48 que é impermeável ao agente antimicrobiano 42, mas permite a passagem de outros fluidos e patógenos através de sua membrana. Similar à modalidade descrita com referência à Figura 2, a presente modalidade permite a um fluido contendo um patógeno transitar ao interior do ambiente do agente antimicrobiano 42 onde o patógeno é aniquilado ou de outro modo danificado.
Um número de modalidades que são alternativas àquelas descritas com referência às Figuras 2 e 3 estão inclusas no escopo da presente invenção. Por exemplo, os filtros 38 e 48 podem ser formados de qualquer material de filtração capaz de realizar a requerida fun- ção dos filtros 38 e 48. Por exemplo, o material de filtro pode ser um metal ou uma tela plás- tica, um material poroso ou material não-tecido, ou um filtro de papel tal como um filtro de papel sintético. Diversos materiais filtrantes podem ser usados para ajustar a vazão de um fluido através do filtro. A concentração dos agentes antimicrobianos 36 e 42 pode ser de até 100 por cento. Tais agentes antimicrobianos podem estar misturados em um material poli- mérico que seja hidrofílico ou hidrofóbico e inclua boa capacidade de difusão. Os agentes antimicrobianos podem também estar encapsulados dentro de uma capa orgânica, inorgâni- ca, ou polimérica, que possua uma taxa de difusão controlável quanto ao agente. Tal difusão pode ocorrer em diversas taxas dependendo da taxa de infusão de um fluido ao interior do dispositivo 10 e/ou do tipo de fluido infundido ao interior do dispositivo 10.
Os agentes antimicrobianos pode também estar revestidos por sobre a superfície de um número de partículas ou microesferas microprosas. Os agentes antimicrobianos po- dem estar também colocados ou revestidos por sobre um filtro que esteja confinado pelos filtros 38 e 48 ou qualquer material do tipo filtrante incluindo um filme, fibra, uma tela metáli- ca ou plástica, um material poroso ou de não-tecido, e/ou um papel, incluindo um papel sin- tético. Os materiais antimicrobianos podem também ser impregnados ou salivados dentro de quaisquer dos materiais acima mencionados.
Os agentes antimicrobianos 36 e 42 e outros agentes antimicrobianos discutidos no transcurso dessa especificação, podem incluir quaisquer dos agentes antimicrobianos sozi- nhos ou em com, como mostrado na Tabela 1 abaixo.
Tabela 1
Tecnologia/Empresa Mecanismo de ação antimicrobiano Ingrediente ativo Alexidina Biguanida / antisséptico Alexidina AMERICAL (MeroIina) Halogênio / antisséptico iodo Angiotec Pharmaceuticals Antimicrobiano / antineoplásico 5-fluouracila Apacidar (SGA) Metais & Sais Prata Arrow Howes CHG and AgSd Biguanida / antisséptico + antibiótico Cicloexidina e prata sulfadazina Bactifreee Metal & Sais Prata Bacterin Metal Hidrogel de prata BASF PVP-I Dusted Gloves BD Halogênio / antisséptico lodo Baxter American Edwards Antisséptico e anticoagulante Heparina complexada com cloreto de benzalcônio Cloreto de benzalcônio Amonio quaternário / antisséptico Cloreto de benzalcônio Cloreto de benzalcônio Amonio quaternário / Cloreto de benzetônio antisséptico Biosheild (CATO Research) Halogênio / antisséptico lodo BisBAL Metal, mercúrio Bismuto e 2,3- dimercaptopropanol a.k.a dimercaprol, ou British anti- Iewsite CATO Research (BioshieId) Halogênio / antisséptico lodo Cicloexidina (e seus sais) Biguanida /antisséptico cicloexidina Ciprofloxaxina TDMAC Complexo BD Antibiótico ciprofloxacina Cooke Antibiótico ligado a TDMAC Qualquer antibiótico Cosmocil Biguanida / antisséptico Cosmocil Ciclodextrina Superfície não aderente Ciclodextrina Daltex Biguanida / antisséptico Clorexidina e sulfadiazina de prata Dicloxacilina TDMAC Complexo BD antibiótico dicloxacilina E DTA1 EGTA Quelante cálcio EDTA, EGTA Epiguard (iodo) Halogênio / antisséptico lodo Epitopo (iodo) Halogênio / antisséptico lodo ExOxEmis Enzimas oxidantes Mieloperoxidase e eosinifil peroxidase Acido fusídico TDMAC Complexo BD Antibiótico Acido fusídico Gamma A Technologies Anticorpos específicos Anticorpos específicos Giteeh Metal & Sais Prata Glizina Metal & Sais Zinco Ouro Metal & Sais Ouro heathshield Metal & Sais Cloreto de heparin- benzalcônio Antimierobiano / antitrombogênico Brometo de hexila Metal & Sais Brometo de hexila Implemed (Ag/Pt) Metal & Sais Prata / platina Intelligent Bioeides Metal & Sais Prata lodo Halogênio / antisséptícos lodo Tintura de iodo Halogênio / antisséptico lodo irgassan Fenólico / antisséptico triclosan Johnson-Mathey Metal Prata Kinectis Concepts Metal & Sais Prata Luther Medicai Antibióticos Polimix B Lysozine Antibiótico enzimático Mediflex Clorexidina Tintura de gliconato Biguanida / antisséptico Clorexidina / isopropanol Merodine Halogênio / antisséptico lodo Mieroban Polímero antisséptico Triclosan Microbia Antibiótico Polipeptídios "neutros" MieroFre Metal & Sais Minoeielina Rifampin Antibiótico Minociclina Rifampin MinoeicIina-EDTA antibiótico MinocicIina-EDTA Morton Bloom Cidal Lipids Ácidos graxos livres Novaeal Fatores cidais neutrofílicos Enzimas oxidantes Oetenidina Biguanida / antisséptico Octenidina Oligon (implementado Ag/Pt) Metal & Sais Prata / platina Olin Chemicals Metal & Sais Zinco Omacide Metal & Sais Zinco Omni Medicai Anticorpos heterólogos Anticorpos Ortofenil fenol (LysoI) Fenólico / antisséptico Ortofenil fenol Fósforo Polímero antimicrobiano Fósforo Polymyxin B (Luther) Antibiótico PVP-I (iodo) Halogênio / antisséptico lodo Quorem Sciences Sinalizadores celulares Peptídeos Rifampin Antibiotico Rifampin Sangi Group America Metal & Sais Prata SGA Metal & Sais Prata Cloreto de prata Metal & Sais Prata Nitrato de prata Metal & Sais Prata Oxido de prata Metal & Sais Prata Prata paládio Metal & Sais Prata Spi-Argent Metal & Sais Prata Spire Metal & Sais Prata sulfacina Metal & Sais Prata TCC (TricIocarban) Fanólico / antisséptico Triclocarban TCS (TricIosan) Fenólico / antisséptico Triclosan TDMAC Antibióticos Cefalozin, Cipro, Clindamicina, Dicloxacilina, ácido fusídico, Oxacilina, Rifampin Triclocarban Fenólico / antisséptico Triclocarban triclosan Fenólico / antisséptico Triclosan Vancomicina Antibiótico Vancomicina Vancomicina-heparina Antibiótico Vancomicina-heparina Vibax Fenólico / antibiótico Triclosan Vitaphore revestimento CHG Metal & Sais Prata Zinco Metal & Sais Prata Zinco Omadina Metal & Sais Prata
Referindo agora à Figura 4, um dispositivo de acesso vascular 10 inclui um filtro que é uma tela elétrica em multicamadas 50 que atravessa um trajeto do fluido 52 dentro de uma câmara interna 54 dentro do corpo 20 do dispositivo 10. A tela eletrificada 50 inclui múl- tiplas camadas que são carregadas ou positivamente ou negativamente por meio de energia fornecida por uma bateria 56 conectada em série com a tela 50. Quando um patógeno 58 tal como uma bactéria transita ao longo da extensão do trajeto do fluido 52 e tenta penetrar a tela 50, o tamanho do patógeno irá induzi-lo a entrar em contato ou em íntima proximidade com as camadas de cargas opostas na tela 50. Quando o patógeno 58 se posiciona dessa forma, ele irá completar um circuito entre as duas camadas induzindo a eletricidade a se transferir de uma camada através do patógeno para a outra camada, eletrocutando ou de outro modo eletrificando o patógeno 58. Quando o patógeno 58 é eletrocutado ou eletrifica- do, o patógeno 58 é ou aniquilado ou danificado ao ponto de se tornar inofensivo ao sistema vascular de um paciente.
A tela eletrificada 50 pode estar continuamente energizada pela bateria 56 ou outra fonte de energia, e pode ser desligada por um dispositivo 10 operador durante a entrega do fármaco ao longo da extensão do trajeto do fluido 52 ou durante uma extração de sangue ao longo da extensão do mesmo trajeto do fluido 52. Quando a tela 50 não é desligada, ela entrega uma carga pequena, contínua, através das diversas camadas da tela 50 necessária para aniquilar ou danificar organismos à medida que eles tentem penetrar a tela 50. A tela elétrica em multicamadas 50 pode atravessar um trajeto do fluido 52 ou pode se situar na, ou nas vizinhanças, ou próximo da câmara interna 54 do dispositivo 10. Referindo agora à Figura 5, um dispositivo de acesso vascular 10 inclui um septo 22 com barbelas biocidas que se situam dentro de uma fenda 24 do septo 22.
Referindo agora à Figura 6, uma vista ampliada da fenda 24 da Figura 5 é mostrada com a fenda 24 mostrada numa posição aberta. A fenda 24 inclui barbelas biocidas 60 numa vista substancialmente ampliada. As barbelas biocidas 60 serão pequenas o suficiente para permitir penetrar a célula de um patógeno e pode incluir nano-tubos de carbono. Uma borda pontiaguda das barbelas biocidas é suficiente pontiaguda e pequena para cortar, furar, cisa- Ihar, ou de outro modo fragmentar uma superfície, célula, ou cápsula de um patógeno à me- dida que o patógeno transita na velocidade normal de fluxo de um fluido e entra em contato com uma barbela 60. Quando uma parede celular do patógeno é cortada pela barbela 60, a célula irá se tornar desarmada e/ou em última análise morre.
Referindo agora à Figura 7A, um dispositivo de acesso vascular 10 tal como a dis- positivo separado de acesso 26 pode incluir múltiplas camadas de barbelas biocidas 62 ao longo de seu trajeto do fluido 64. As camadas 62 podem estar na forma de grades, lâminas, materiais, e/ou outros agrupamentos organizados ou assimétricos de barbelas biocidas simi- lares às barbelas biocidas 60 descritas com referência à Figura 6. À medida que o fluido transita ao longo da extensão do comprimento da ponta 30 do dispositivo separado de aces- so 26, qualquer patógeno que transite ao longo da extensão do trajeto do fluido 64 será cor- tado e irá por conseqüência morrer como um resultado de seu contato com uma barbela contida numa ou mais das camadas biocidas 62.
Também mostrado na Figura 7B está uma vista ampliada em seção transversal to- mada ao longo das linhas A-A da ponta 30 revela uma grade biocida como uma das múlti- plas camadas 62. Na Figura 7C uma vista ampliada adicional revela as barbelas biocidas 60 individuais situadas entre as partes separadas 66 da grade biocida 62. Na Figura 7D ainda uma vista ampliada de uma barbela biocida individual 60 revela o tamanho proporcionada da barbela em relação a um patógeno 68. A barbela é mostrada penetrando ou de outro modo rasgando a parede celular do patógeno 68 em um modo que induzam aos conteúdos inter- nos do patógeno 68 a sair de sua parede celular, iniciando a morte celular do patógeno 68.
As modalidades descritas com referência às Figuras 5 a 7D serão preferivelmente empregadas em um dispositivo de acesso vascular que é usada para infusão de fluido, mas não de sangue, para dentro do sistema vascular de um paciente. As barbelas 60 dessas modalidades não devem ser empregadas em combinação com uma extração de sangue ou transfusão de sangue, na medida em que as barbelas 60 podem danificar as células saudá- veis do sangue contidas no fluido que está sendo transmitido. Referindo agora à Figura 8, um dispositivo de acesso vascular 10 inclui um filtro 70.
O filtro 70 é pequeno o suficiente para separar por classificação qualquer agente do tama- nho de um patógeno ou outro micróbio. Tais agentes podem ser tão pequenos quanto, e maiores que, qualquer patógeno. O filtro 70 pode ser incluído ao longo da extensão de qual- quer parte do trajeto de fluido do dispositivo 10 ou qualquer dispositivo que esteja conectado em série com o dispositivo 10 ao longo da extensão um sistema extravascular 28 (ver Figura 1)·
Referindo agora à Figura 9, um dispositivo de acesso vascular 10 inclui uma tela metálica revestida de prata como um filtro 72. Uma vez que a prata é um biocida natural para patógenos, à media que os patógenos passam através da tela metálica revestida de prata 72, eles serão danificados ou aniquilados antes da infusão para dentro do sistema vascular de um paciente. Qualquer outro material que esteja revestido com quaisquer agen- tes mencionados na Tabela 1 ou qualquer outro agente biocida com propriedades similares pode ser incluso em um filtro ou tela similar como a tela metálica 72 mostrada na Figura 9.
A presente invenção pode ser materializada em outras formas específicas sem se afastar de suas estruturas, métodos, ou outras características essenciais como amplamente descrito aqui e reivindicado mais adiante. As modalidades descritas são para serem consi- deradas em todas as suas considerações apenas como ilustrativas, e não restritiva. O esco- po da invenção é, portanto, indicado pelas reivindicações anexas, preferentemente que pela descrição apresentada até agora. Todas as alterações que se insiram no significado e faixa de equivalência das reivindicações são para estarem abrangidas dentro de seus escopos.

Claims (20)

1. Dispositivo de acesso vascular, CARACTERIZADO pelo fato de que compreen- de: um corpo, uma câmara interna disposta dentro do corpo para receber um fluido, e um filtro dentro da câmara interna para filtrar um patógeno contido no fluido.
2. Dispositivo de acesso vascular, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que adicionalmente compreende: um agente antimicrobiano dentro da câmara interna, em que o filtro é impermeável ao agente antimicrobiano, e em que o filtro confina o agente antimicrobiano em pelo menos um primeiro lado.
3. Dispositivo de acesso vascular, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o filtro inclui uma tela elétrica em multicamadas.
4. Dispositivo de acesso vascular, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o filtro inclui uma barbela biocida.
5. Dispositivo de acesso vascular, de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que o filtro inclui múltiplas camadas de barbelas biocidas.
6. Dispositivo de acesso vascular, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de que o filtro impede a passagem de qualquer agente do ta- manho de um patógeno.
7. Dispositivo de acesso vascular, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o filtro é tratado com um agente antimicrobiano.
8. Método de filtragem um patógeno em um dispositivo de acesso vascular, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: prover um dispositivo de acesso vascular possuindo uma câmara interna para rece- ber um fluido, prover um filtro dentro da câmara interna do dispositivo de acesso vascular, que movimenta o fluido através do filtro, e filtrar um patógeno à media que o fluido se movimenta através do filtro.
9. Método, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que adicionalmente compreende: prover um agente antimicrobiano dentro da câmara interna, e confinar o agente antimicrobiano com o filtro em pelo menos um primeiro lado do fil- tro, em que o filtro é impermeável ao agente antimicrobiano.
10. Método, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que filtrar inclui eletrocutar o patógeno a medida que ele se movimenta através do filtro.
11. Método, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que filtrar inclui cortar o patógeno a medida que ele se movimenta através do filtro.
12. Método, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que o filtro inclui múltiplas camadas de barbelas biocidas.
13. Método, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que filtrar inclui impedir a passagem através do filtro de qualquer agente do tamanho do patóge- no.
14. Método, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que o filtro é tratado com um agente antimicrobiano.
15. Dispositivo de uso médico, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: meio para acessar o sistema vascular de um paciente, e meio para filtrar um patógeno, em que o meio para filtrar o patógeno está situado dentro do meio para acessar o sistema vascular do paciente.
16. Dispositivo de uso médico, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que o meio para filtrar um patógeno inclui um meio para aniquilar um patógeno confinado por um meio para manter o meio para aniquilação dentro do meio para acessar.
17. Dispositivo de uso médico, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que o meio para filtrar inclui meios para eletrocutar o pató- geno.
18. Dispositivo de uso médico, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que o meio para filtrar inclui meios para cortar o patógeno.
19. Dispositivo de uso médico, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que o meio para filtrar inclui meios para impedir a passa- gem de qualquer agente do tamanho do patógeno.
20. Dispositivo de uso médico, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que os meios para filtrar inclui um revestimento biocida.
BRPI0714685-0A 2006-07-28 2007-07-27 Dispositivo de acesso vascular BRPI0714685B1 (pt)

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B07A Application suspended after technical examination (opinion) [chapter 7.1 patent gazette]
B09B Patent application refused [chapter 9.2 patent gazette]
B12B Appeal against refusal [chapter 12.2 patent gazette]
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Free format text: PRAZO DE VALIDADE: 20 (VINTE) ANOS CONTADOS A PARTIR DE 27/07/2007, OBSERVADAS AS CONDICOES LEGAIS. PATENTE CONCEDIDA CONFORME ADI 5.529/DF, QUE DETERMINA A ALTERACAO DO PRAZO DE CONCESSAO.