BRPI0714719A2 - reduÇço de arraste de àleos crés asfaltÊnicos - Google Patents

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Abstract

REDUÇçO DE ARRASTE DE àLEOS CRUS ASFALTÊNICOS. A presente invenção refere-se a um sistema para redução de queda de pressão associada com o fluxo turbulento de óleo cru asfaltênico através de um conduto. O óleo cru tem um alto teor de asfalteno, e/ou uma baixa gravidade API. Tal redução na queda de pressão é alcançada pelo tratamento do óleo cru asfaltênico com um polímero de redução de arraste de alto peso molecular que pode ter um parâmetro de solubilidade dentro de cerca de 20 por cento do parâmetro de solubilidade do óleo cru pesado. O polímero de redução de arraste pode também compreender os resíduos de monômeros tendo pelo menos um heteroátomo.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "REDUÇÃO DE ARRASTE DE ÓLEOS CRUS ASFALTÊNICOS".
1. Campo da Invenção
A presente invenção se refere, de um modo geral, a redutores de arraste de alto peso molecular para uso em óleos crus. Em outro aspecto, a presente invenção se refere a polímeros de redução de arraste de alto peso molecular para uso em óleos crus tendo um teor asfaltênico de pelo menos cerca de 3 por cento em peso, e uma gravidade API de menos do que 26°.
2. Descrição da Técnica Anterior
Quando fluidos são transportados por um oleoduto, existe tipi-
camente uma queda na pressão do fluido devido à fricção entre a parede do oleoduto e o fluido. Devido a esta queda de pressão, para um dado oleoduto, o fluido deve ser transportado com pressão suficiente para alcançar a produ- ção desejada. Quando taxas de fluxo mais altas são desejadas através do oleoduto, mais pressão deve ser aplicada devido ao fato que, à medida que as taxas de fluxo aumentam, a diferença na pressão causada pela queda de pressão também aumenta. Contudo, limitações de projeto nas tubulações limitam a quantidade de pressão que pode ser empregada. Os problemas associados com queda de pressão são mais agudos quando os fluidos são transportados sobre longas distâncias. Tais quedas de pressão podem resultar em ineficiências que aumentam os custos de equipamento e de operação.
Para aliviar os problemas associados com queda de pressão, muitos na indústria utilizam aditivos de redução de arraste no fluido em es- coamento. Quando o fluxo de fluido em um oleoduto é turbulento, redutores de arraste poliméricos de alto peso molecular podem ser empregados para aumentar o fluxo. Um redutor de arraste é uma composição capaz de reduzir substancialmente perda de fricção associada com o fluxo turbulento de um fluido através de um oleoduto. O papel destes aditivos é suprimir o cresci- mento de redemoinhos turbulentos, que resultam em taxa de fluxo mais alta a uma pressão de bombeio constante. Polímeros de pesos moleculares ul- tra-altos são conhecidos por funcionarem bem como redutores de arraste, particularmente nos líquidos de hidrocarboneto. Em geral, a redução de arraste depende, em parte, do peso molecular do aditivo de polímero e da sua ca- pacidade de dissolver no hidrocarboneto sob fluxo turbulento. Os polímeros de redução de arraste efetivos têm tipicamente pesos moleculares em ex- cesso de cinco milhões.
Redutores de arraste poliméricos convencionais, contudo, tipi-
camente não funcionam bem em óleos crus tendo uma gravidade API baixa e/ou um alto teor de asfalteno. Conseqüentemente, existe uma necessidade de agentes de redução de arraste capaz de reduzir a queda de pressão as- sociada com o fluxo turbulento de gravidade API baixa e/ou óleos crus de asfalteno-altos através das tubulações. SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Em uma concretização da presente invenção, é provido um mé- todo compreendendo: introdução de um polímero de redução de arraste em um hidrocarboneto líquido tendo um teor de asfalteno de pelo menos cerca de 3 por cento em peso e uma gravidade API de menos do que cerca de 26° para produzir, desse modo, um hidrocarboneto líquido tratado. O polímero de redução de arraste compreende pelo menos cerca de 10.000 unidades de repetição, e uma pluralidade das unidades de repetição compreende um he- teroátomo.
Em outra concretização da presente invenção, é provido um mé-
todo compreendendo: introdução de um polímero de redução de arraste em um hidrocarboneto líquido tendo um teor de asfalteno de pelo menos cerca de 3 por cento em peso e uma gravidade API de menos do que cerca de 26° para produzir, desse modo, um hidrocarboneto líquido tratado. O polímero de redução de arraste inclui pelo menos uma unidade de repetição tendo pelo menos um heteroátomo, e a viscosidade do hidrocarboneto líquido tra- tado é não menor do que a viscosidade do hidrocarboneto líquido antes do tratamento com o polímero de redução de arraste.
Em ainda outra concretização da presente invenção, é provido um método para reduzir queda de pressão associada com o fluxo turbulento de óleo cru pesado através de oleoduto, no qual referido óleo cru pesado tem uma gravidade API de menos do que cerca de 26°, e um teor de asfal- teno de pelo menos cerca de 5 por cento em peso. O método desta concreti- zação compreende: (a) introdução de um polímero de redução de arraste no óleo cru pesado, no qual o polímero de redução de arraste compreende pelo menos cerca de 25.000 unidades de repetição; e (b) escoamento do óleo cru tratado resultante através do oleoduto, no qual a viscosidade do óleo cru tratado é não menor do que a viscosidade do óleo cru pesado antes do tra- tamento com o polímero de redução de arraste.
Em ainda outra concretização da presente invenção, é provido um método compreendendo: introdução de um polímero de redução de ar- raste em um hidrocarboneto líquido tendo um teor de asfalteno de pelo me- nos cerca de 3 por cento em peso e uma gravidade API de menos do que cerca de 26°, para produzir, desse modo, um hidrocarboneto líquido tratado. O polímero de redução de arraste compreende pelo menos cerca de 10.000 unidades de repetição, e tem um parâmetro de solubilidade de pelo menos cerca de 17.
Em ainda outra concretização da presente invenção, é provido um método compreendendo: introdução de um polímero de redução de ar- raste em um hidrocarboneto líquido tendo um teor de asfalteno de pelo me- nos cerca de 3 por cento em peso e uma gravidade API de menos do que cerca de 26°, para produzir, desse modo, um hidrocarboneto líquido tratado. O polímero de redução de arraste compreende pelo menos cerca de 10.000 unidades de repetição, e tem um parâmetro de solubilidade dentro de pelo menos cerca de 20 por cento do parâmetro de solubilidade de referido hidro- carboneto líquido. BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS DE DESENHO
Uma concretização preferida da presente invenção é descrita em detalhe abaixo com referência às figuras de desenho em anexo, no qual:
A figura 1 é um gráfico de diâmetro de filamento normalizado versus tempo representando o tempo de quebra de capilaridade normalizada para Óleo Cru Pesado de San Joaquim Valley determinado de acordo com o procedimento descrito no Exemplo 4.
A figura 2 é um gráfico de diâmetro de filamento normalizado versus tempo representando o tempo de quebra de capilaridade normalizada para Óleo Cru Pesado de San Joaquin Valley tendo 500 partes por milhão em peso (ppmw) de poli(metacrilato de 2-etilhexila) dissolvidas neste deter- minado de acordo com o procedimento descrito no Exemplo 4, e A figura 3 é um gráfico de diâmetro de filamento normalizado
versus tempo representando o tempo de quebra de capilaridade normalizada para Óleo Cru Pesado de San Joaquim Valley tendo 500 ppmw de um poli(1- deceno) dissolvidas neste determinado de acordo com o procedimento des- crito no Exemplo 4. DESCRIÇÃO DETALHADA
De acordo com uma concretização da presente invenção, a que- da de pressão associada com escoamento de um hidrocarboneto líquido através de um conduto, tal como um oleoduto, pode ser reduzida pelo trata- mento do hidrocarboneto líquido com um polímero de redução de arraste tendo pelo menos um heteroátomo. Em uma concretização, o hidrocarbone- to líquido pode ser um óleo cru pesado.
Em uma concretização da presente invenção, o hidrocarboneto líquido pode compreender compostos de asfalteno. Conforme aqui usado, "asfaltenos" são definidos como a fração separada do óleo cru ou produtos de petróleo após adição de pentano, conforme descrito abaixo no Exemplo 3. Conquanto difícil de se caracterizar, os asfaltenos são geralmente verifi- cados por serem compostos polares, de alto peso molecular, não-cristalinos, que existem no óleo cru. Em uma concretização da presente invenção, o hidrocarboneto líquido pode compreender compostos de asfalteno em uma quantidade de pelo menos cerca de 3 por cento em peso, na faixa de cerca de 4 a cerca de 35 por cento em peso, ou na faixa de 5 a 25 por cento em peso.
Em outra concretização da presente invenção, o hidrocarboneto líquido pode compreender heteroátomos. Conforme aqui usado, o termo "he- teroátomo" é definido como qualquer átomo que não é um átomo de carbono ou hidrogênio. Tipicamente, heteroátomos incluem, mas não estão limitados a, átomos de enxofre, nitrogênio, oxigênio, fósforo e cloro. Em uma concreti- zação, o hidrocarboneto líquido pode compreender enxofre em uma quanti- dade de pelo menos cerca de 1 por cento em peso, na faixa de cerca de 1 a cerca de 10 por cento em peso, na faixa de cerca de 1,2 a cerca de 9 por cento em peso, ou na faixa de cerca de 1,5 a cerca de 8 por cento em peso.
Adicionalmente, o hidrocarboneto líquido pode compreender nitrogênio em uma quantidade de pelo menos cerca de 1.300 partes por milhão em peso (ppmw), pelo menos cerca de 1.400 ppmw, ou pelo menos 1.500 ppmw.
Em outra concretização da presente invenção, o hidrocarboneto líquido pode compreender um ou mais componente de metal. Em uma con- cretização, o hidrocarboneto líquido pode compreender metais em uma quantidade de pelo menos cerca de 1 ppmw, na faixa de cerca de 1 a cerca de 2.000 ppmw, na faixa de cerca de 50 a cerca de 1.500 ppmw, ou na faixa de cerca de 100 a cerca de 1.000 ppmw. Metais típicos incluem, mas não estão limitados a, níquel, vanádio e ferro. Em uma concretização, o hidro- carboneto líquido pode compreender níquel em uma quantidade de pelo me- nos cerca de 1 ppmw, na faixa de cerca de 5 a cerca de 500 ppmw, ou na faixa de cerca de 10 a cerca de 250 ppmw. Adicionalmente, o hidrocarbone- to líquido pode compreender vanádio em uma quantidade de pelo menos cerca de 1 ppmw, na faixa de cerca de 5 a cerca de 500 ppmw, ou na faixa de cerca de 10 a cerca de 250 ppmw. Adicionalmente, o hidrocarboneto lí- quido pode compreender ferro em uma quantidade de pelo menos cerca de 1 ppmw, na faixa de cerca de 2 a cerca de 500 ppmw, ou na faixa de cerca de 5 a cerca de 100 ppmw.
Em outra concretização da presente invenção, o hidrocarboneto líquido pode compreender um resíduo. Conforme aqui usado, o termo "resí- duo" é definido como o material residual remanescente no fundo de uma tor- re de fracionamento após a destilação de óleo cru conforme determinado por método teste ASTM D2892-05. Em uma concretização, o hidrocarboneto líquido pode compreender pelo menos cerca de 10 por cento em peso, pelo menos cerca de 15 por cento em peso, ou na faixa de 20 a 60 por cento em peso de um resíduo tendo um ponto de ebulição inicial de pelo menos cerca de 565,5°C (1050°F). Em outra concretização, o hidrocarboneto líquido pode compre- ender carbono de conradson. Conforme aqui usado, o termo "carbono de conradson" é definido como a quantidade medida de resíduo de carbono deixado após evaporação e pirólise de óleo cru conforme determinado por método teste ASTM D189-05. Em uma concretização, o hidrocarboneto lí- quido pode compreender carbono de conradson em uma quantidade de pelo menos cerca de 1 por cento em peso, na faixa de cerca de 2 a cerca de 50 por cento em peso, na faixa de cerca de 3,5 a 45 por cento em peso, ou na faixa de 5 a 40 por cento em peso. Em outra concretização da presente invenção, o hidrocarboneto
líquido pode ter uma gravidade API baixa a intermediária. Conforme aqui usado, o termo "gravidade API" é definido como a escala de gravidade es- pecífica desenvolvida pelo Instituto Americano de Petróleo para medição da densidade relativa de vários líquidos de petróleo. A gravidade API de um hidrocarboneto líquido é determinada de acordo com a seguinte fórmula: Gravidade API = (141,5/SG a 60°F) - 131,5 onde SG é a gravidade específica do hidrocarboneto líquido a 60°F. Adicio- nalmente, a gravidade específica pode ser determinada usando-se o método teste ASTM D1298. Em uma concretização, o hidrocarboneto líquido pode ter uma gravidade API de menos do que cerca de 26°, na faixa de cerca de 5o a cerca de 25°, ou na faixa de 5o a 23°.
Em outra concretização da presente invenção, o hidrocarboneto líquido pode ser um componente de uma mistura fluida que compreende a - dicionalmente um fluido de não-carbono e/ou uma fase não-líquida. Em uma concretização, o fluido de não-carbono pode compreender água, e a fase não-líquida pode compreender gás natural. Adicionalmente, quando o hidro- carboneto líquido é um componente de uma mistura fluida, o hidrocarboneto pode contar com pelo menos 50 por cento em peso, pelo menos 60 por cen- to em peso, ou pelo menos 70 por cento em peso da mistura fluida. Em outra concretização da presente invenção, o hidrocarboneto
líquido pode ter um parâmetro de solubilidade suficiente para permitir pelo menos dissolução parcial do polímero de redução de arraste acima mencio- nado no hidrocarboneto líquido. O parâmetro de solubilidade (δ2) do hidro- carboneto líquido pode ser determinado de acordo com a seguinte equação:
02 = [(ΔΗ» - RT)/V]1/2 onde ΔΗν é a energia de vaporização, R é a constante de gás universal, T é a temperatura em Kelvin, e V é o volume molar. 02 é dado em unidades de MPa172. O parâmetro de solubilidade para o hidrocarboneto líquido é deter- minado de acordo com a equação acima e a descrição encontrada nas pági- nas 465-467 de Strausz, O. & Lown, M., The Chemistry of Alberta Oil Sandsl Bitumes and Heavy Oils (Alberta Energy Research Institute, 2003). Em uma concretização, o hidrocarboneto líquido pode ter um parâmetro de solubili- dade de pelo menos 17 MPa172, ou na faixa de cerca de 17,1 a cerca de 24 MPav2, ou na faixa de 17,5 a 23 MPa172
Conforme mencionado acima, o hidrocarboneto líquido pode ser um óleo cru pesado. Exemplos adequados de óleos crus pesados incluem, mas não estão limitados a, cru pesado Merey, cru pesado Petrozuata, cru pesado Corocoro, cru pesado Albian, cru pesado Bow River, cru pesado Ma- ya, e cru pesado San Joaquim Valley. Adicionalmente, o hidrocarboneto lí- quido pode ser uma mistura de óleo cru pesado com hidrocarbonetos mais leves ou diluentes. Exemplos adequados de óleos crus misturados incluem, mas não estão limitados a, Western Canadian e Marlim Bland.
Conforme mencionado acima, o hidrocarboneto líquido pode ser tratado com um polímero de redução de arraste. Em uma concretização da presente invenção, o polímero de redução de arraste pode estar na forma de um redutor de arraste de látex compreendendo um polímero de alto peso molecular disperso em uma fase contínua aquosa. O redutor de arraste de látex pode ser preparado, via polimerização de emulsão de uma mistura de reação compreendendo um ou mais monômeros, uma fase contínua, pelo menos um tensoativo, e um sistema de iniciação. A fase contínua geralmen- te compreende pelo menos um componente selecionado a partir do grupo consistindo em água, líquidos orgânicos polares, e misturas destes. Quando água é o constituinte selecionado da fase contínua, a mistura de reação po- de também compreender um tampão. Adicionalmente, conforme descrito em maiores detalhe abaixo, a fase contínua pode opcionalmente compreender um inibidor de hidrato. Em outra concretização, o polímero de redução de arraste pode estar na forma de uma suspensão ou solução de acordo com qualquer método conhecido na técnica.
Em uma concretização da presente invenção, o polímero de re-
dução de arraste pode compreender uma pluralidade de unidades de repeti- ção dos resíduos de um ou mais dos monômeros selecionados a partir do grupo consistindo em:
(A)
R1 O HsC==C-C-OR2
no qual Ri é H ou um radical C1-C10 alquila, e R2 é H, um radical C1-C30 alquila, um radical C5-C30 cicloalquila substituído ou não-substituído, um radical C6-C20 arila substituído ou não-substituído, um radical arila-substi- tuído C1-C10 alquila, um radical -(CH2CH20)XRA - ou (CH2CH(CH3)0)XRA, no qual χ está na faixa de a partir de 1 a 50, e Ra é H, um radical C1-C30 alquila, ou um radical C6-C30 alquilarila; (B) R3-areno-R4
no qual areno é uma fenila, naftila, antracenila, ou fenantrenila, R3 é CH=CH2 ou CH3-C=CH2, e R4 é H, um radical C1-C3 alquila, um radical C5- C30 cicloalquila substituído ou não-substituído, Cl, SO3, ORb ou COORc, no qual Rb é H, um radical C1-C30 alquila, um radical C5-C30 cicloalquila subs- tituído ou não-substituído, um radical arila C6-C20 substituído ou não- substituído, ou um radical arila-substituído C1-C10 alquila, e no qual Rc é H, um radical C1-C30 alquila, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, ou um radical arila-substituído C1-C10 alquila; (C)
ϊ 0 H;,C=C-O-C-R5
no qual R5 é Η, um radical C1-C30 alquila, ou um radical arila C6-C20 substi- tuído ou não-substituído;
(D)
H
H-C=C-O-Re
no qual R6 é H, um radical C1-C30 alquila, ou um radical arila C6-C20 substi- tuído ou não-substituído;
(E)
H2C=C-C=CHj
no qual R7 é H ou um radical C1-C18 alquila, e R8 é H, um radical C1-C18 alquila, ou Cl;
(F)
f I
RsO-C^ -OR'fl
/c=\ H H
no qual R9 e Ri0 são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos;
(G)
o
Il
H ^c-0R1Í
ν
R11O-C
no qual Rn e R12 são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos;
(H)
o
no qual Ri3 e Ri4 são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos;
(D
no qual Ri5 é H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substitu- ído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não- substituído, ou radicais heterocíclicos;
(J)
Cf
\
X—-CH2
H
XH-.
ffS.
H
■te
>T
H-,
ou
r^i no qual R16 é H1 um radical C1-C30 alquila, ou um radical arila C6-C20;
ao
Cl
H3C-/
CH2
4
(M)
(N)
H2C
(O) no qual R17 e Ri8 são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos;
(P)
no qual Ri9 e R2O são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos.
Em uma concretização da presente invenção, o polímero de re- dução de arraste pode compreender unidades de repetição dos resíduos de C4-C20 alquila, C6-C20 arila substituído ou não-substituído, ou derivados arila-substituído C1-C10 alquila éster de ácido metacrílico ou ácido acrílico. Em outra concretização, o polímero de redução de arraste pode ser um ho- mopolímero compreendendo unidades de repetição dos resíduos de monô- meros de metacrilato de 2-etilhexila e os resíduos de pelo menos um outro monômero. Em ainda outra concretização, o polímero de redução de arraste pode ser um copolímero compreendendo unidades de repetição dos resí- duos de monômeros de metacrilato de 2-etilhexila, e monômeros de butila acrilato. Em ainda outra concretização, o polímero de redução de arraste pode ser um homopolímero compreendendo unidades de repetição dos resí- duos de metacrilato de 2-etilhexila. Em uma concretização da presente invenção, o polímero de re-
dução de arraste pode compreender os resíduos de pelo menos um monô- mero tendo um heteroátomo. Conforme citado acima, o termo "heteroátomo" inclui qualquer átomo que não é um átomo de carbono ou hidrogênio. Exem- pios específicos de heteroátomos incluem, mas não estão limitado a, átomos de oxigênio, nitrogênio, enxofre, fósforo, e/ou cloro. Em uma concretização, o polímero de redução de arraste pode compreender pelo menos cerca de por cento, pelo menos cerca de 25 por cento, ou pelo menos 50 por cento do resíduos de monômeros tendo pelo menos um heteroátomo. Adicional- mente, o heteroátomo pode ter uma carga parcial. Conforme aqui usado, o termo "carga parcial" é definido como uma carga elétrica, ou positiva ou ne- gativa, tendo um valor de menos do que 1.
O tensoativo usado na mistura de reação acima mencionada pode incluir pelo menos um tensoativo aniônico ou não-iônico de HLB alto. O termo "número de HLB" se refere ao equilíbrio hidrófilo-lipófilo de um tensoa- tivo em uma emulsão. O número de HLB é determinado pelos métodos des- critos por W. C. Griffin em J. Soe. Cosmetic. Chem., 1, 311 (1949) e J. Soe. Cosmetic. Chem., 5, 249 (1954), que são aqui incorporados por referência. Conforme aqui usado, o termo "HLB alto" pode denotar um número de HLB de 7 ou mais. O número de HLB de tensoativos para uso com formação da mistura de reação pode ser pelo menos cerca de 8, pelo menos cerca de 10, ou pelo menos 12.
Tensoativos aniônicos de HLB altos exemplares incluem, mas não estão limitados a, alquil sulfatos de HBL alto, alquil éter sulfatos, sulfos- succinatos de dialquila, alquil aril sulfonatos, e sarcosinatos. Exemplos ade- quados de tensoativos aniônicos de HLB alto comercialmente disponíveis incluem, mas não estão limitados a, Iauril sulfato de sódio (disponível como RHODAPON LSB de Rhodia lncorporated, Cranbury, NJ), dioctil sulfosucci- nato de sódio (disponível de AEROSOL OT Cytec Industries, Inc., West Pa- terson, NJ), 2-etilhexila polifosfato sal de sódio (disponível de Jarchem In- dustries, Inc., Newark, MJ), dodecilbenzeno sulfonato de sódio (disponível como NORFOX 40 de Norman, Fox & Co., Vernon, CA), e lauroilsarcosínico de sódio (disponível como HAMPOSYL L-30 de Hamoshire Chemical Corp., Lexington, MA).
Tensoativos não-iônicos de alto HLB exemplares incluem, mas não estão limitados a, sorbitan ésteres de alto HLB, ésteres de ácido graxo de PEG1 ésteres de glicerina etoxilatados, aminas graxas etoxilatados, sorbi- tan ésteres etoxilatado, tensoativos de oxido de etileno/óxido de propileno de bloco, ésteres de álcool/ácido graxo, álcoois etoxilatados, ácidos graxos eto- xilatados, óleos de rícino etoxilatados, ésteres de glicerina, álcool etoxilatos lineares, e alquila fenol etoxilatos. Exemplos adequados de tensoativos não- iônicos de HLB alto comercialmente disponíveis incluem, mas não estão limi- tados a, nonilfenóxi e octilfenóxi poli(etimenocóxi) etanóis (disponíveis como IGEPAL CA e série CO, respectivamente de Rhodia, Cranbury, MJ), álcoois primários etoxilatados C8 a C18 B (tais como RHODASURF LA-9 de Rhodia Inc, Cranbury, NJ), álcool secundário etoxilatado C11 a C15 (disponível co- mo a série TERGITOL 15-S, incluindo 15-S-7, 15-S-9, 15-S-12, de Dow Chemical Company, Midland, M1), ésteres de ácido graxo polioxietileno sor- bitan (disponível como a série TWEEN de tensoativos de Uniquema, Wil- mington, DE), óxido de polietileno (25) oleil éter (disponível como SIPONIC Y-500-70 de Americal Alcolac Chemical Co., BaItimore1MD), alquilarila polié- ter álcool (disponível como a série TRITON X, incluindo X-100, X-165, X-305 e X-405, de Dow Chemical Company, Midland, Ml).
Em uma concretização, o sistema de iniciação para uso na mis- tura de reação acima mencionada pode ser qualquer sistema adequado para geração de radicais livres necessários para facilitar polimerização de emul- são. Iniciadores possíveis incluem, mas não estão limitados a, persulfatos (por exemplo, persulfato de amônia, persulfato de sódio, persulfato de po- tássio), peroxi persulfatos, e peróxidos (por exemplo, terc-butila hidroxiperó- xido) usados sozinhos ou em combinação com um ou mais componentes de redução e/ou aceleradores. Componentes de redução possíveis incluem, mas não estão limitados a, bissulfetos, metabissulfetos, ácido ascórbico, á- cido critórbico, e sódio formaldeído sulfoxilato. Aceleradores possíveis inclu- em, mas não estão limitados a, qualquer composição contendo um metal de transição tendo dois estados de oxidação, tais como, por exemplo,sulfato ferroso e sulfato de amônia ferroso. Alternativamente, técnicas de iniciação térmica e de irradiação podem ser empregadas para gerar os radicais livres. Em outra concretização, qualquer polimerização e métodos de iniciação ou catalíticos conhecidos por aqueles técnicos no assunto pode ser usada na presente invenção. Por exemplo, quando polimerização é realizada por mé- todos, tais como polimerização de adição ou condensação, a polimerização pode ser iniciada ou catalisada por métodos, tais como métodos catiônicos, aniônicos, ou de coordenação.
Quando água é usada para formar a mistura de reação acima mencionada, a água pode ser purificada tal como água destilada ou deioni- zada. Contudo, a fase contínua da emulsão pode também compreender lí- quidos orgânicos polares ou soluções aquosas de líquidos orgânicos pola- res, tais como aqueles listados abaixo.
Conforme previamente notado, a mistura de reação opcional- mente pode incluir um tampão. O tampão pode compreender qualquer tam- pão conhecido que seja compatível com o sistema de iniciação, tal como, por exemplo, carbonato, fosfato, e/ou tampões de borato. Conforme anteriormente notado, a mistura de reação opcional-
mente pode incluir pelo menos um inibidor de hidrato. O inibidor de hidrato pode ser um inibidor de hidrato hidrodinâmico, tal como, por exemplo, um álcool e/ou um poliol. Em uma concretização, o inibidor de hidrato pode compreender um ou mais álcoois polihídricos e/ou um ou mais éteres de ál- coois polihídricos. Álcoois polihídricos adequados incluem, mas não estão limitados a, monoetileno glicol, monopropileno glicol, e/ou dipropileono glicol. Éteres adequados de álcoois polihídricos incluem, mas não estão limitados a, etileno glicol, monometil éter, dietileno glicol monometil éter, propileno gli- col monometil éter, e dipropileno glicol monometil éter. Geralmente, o inibidor de hidrato pode ser qualquer composição
que quando misturada com água destilada a uma proporção de peso de 1:1 produz uma mistura líquida inibida de hidrato tendo uma temperatura de formação de hidrato de gás a 13,8 MPa (2000 psia) que é mais baixa do que a temperatura deformação de hidrato de gás a 2.000 psia por uma quantida- de na faixa de cerca de -12,2°C a cerca de 65,5°C (cerca de 10 a cerca de 150°F), na faixa de -6,6°C a cerca de 26,6°C (cerca de 20 a cerca de 80°F), ou na faixa de -1,10C a 15,5°C (30 a 60°F). Por exemplo, monoetileno glicol se qualifica como um inibidor de hidrato porque a temperatura de formação de hidrato de gás de água destilada a 13,8 Mpa (2000 psia) é cerca de 21,10C (70°F), enquanto a temperatura de formação de hidrato de gás de uma mistura 1:1 de água destilada e monoetileno glicol a 13,8 MPa (2.000 psia) é cerca de -2,2°C (28°F). Desse modo, monoetileno glicol abaixa a temperatura de formação de hidrato de gás de água destilada a 13,8 Mpa (2000 psia) por cerca de 5,5°C (42°F) quando adicionado à água destilada a uma proporção de peso de 1:1. Deve ser notado que a temperatura de for- mação de hidrato de gás de um líquido particular pode variar dependendo da constituição composicional do gás natural usado para determinar a tempera- tura de formação de hidrato de gás. Portanto, quando a temperatura de for- mação de hidrato de gás é usada aqui para definir o que constitui um "inibi- dor de hidrato", tal temperatura de hidrato de gás é presumida para ser de- terminada usando-se uma composição de gás natural contendo 92 mois por cento de metano, 5 mois por cento de etano, e 3 mois por cento de propano.
Na formação da mistura de reação, o monômero, água, o pelo menos um tensoativo, e, opcionalmente, o inibidor de hidrato, podem ser combinados sob uma atmosfera substancialmente livre de oxigênio que é mantida em menos do que 1000 ppmw de oxigênio, ou menos do que cerca de 100 ppmw de oxigênio. A atmosfera livre de oxigênio pode ser mantida por purga contínua do vaso de reação com um gás inerte, tal como nitrogê- nio e/ou argônio. A temperatura do sistema pode ser mantida a um nível a partir do ponto de congelamento da fase contínua até cerca de 60°C, na fai- xa de cerca de 0 a cerca de 45°C, ou na faixa de cerca de 0 a 30°C. A pres- são do sistema pode ser mantida na faixa de 34,5 KPa a cerca de 689,5 KPa (cerca de 5 a cerca de 100 psia), na faixa de cerca de 68,9 KPa a cerca de 172,4 KPa (cerca de 10 a cerca de 25 psia), ou cerca de pressão atmosféri- ca. Contudo, pressões mais altas até cerca de 2,1 MPa (300 psia) podem ser necessárias para polimerizar certos monômeros, tais como olefinas. Em seguida, um tampão pode ser adicionado, se requerido, se-
guido pela adição do sistema de iniciação, ou todo em uma vez, ou todo tempo. A reação de polimerização é efetuada por uma quantidade suficiente para alcançar pelo menos 90 por cento de conversão em peso dos monôme- ros. Tipicamente, este período de tempo é na faixa de entre cerca de 1 a cerca de 10 horas, ou na faixa de 3 a 5 horas. Durante polimerização, a mis- tura de reação pode ser continuamente agitada.
A tabela seguinte mostra faixas aproximadas amplas e estreitas para as quantidades dos ingredientes presentes na mistura de reação.
Ingrediente Faixa Ampla Faixa Estreita Monômero (% em peso de mistura de reação) 10-60% 30-50% Água (% em peso de mistura de rea- ção) 20-80% 50-70% Tensoativo (% em peso de mistura de reação) 0,1-10% 0,25-6% Sistema de iniciação Monômero:lniciador (razão molar) 1x103:1- 5x106:1 5x103:1- 2x106:1 Monômero:Composto de Redução (ra- zão molar) 1x103:1- 5x106:1 1x104:1- 2x106:1 Acelerador:lniciador (razão molar) 0,001:1-10:1 0,005:1-1:1 Tampão 0 a quantidade necessária para alcançar pH de iniciação (de- pendente do iniciador, tipica- mente entre cerca de 6,5-10) Inibidor de hidrato opcional Se presente, o inibidor de hidra- to pode ter uma proporção de peso de inibidor de hidrato para água de cerca de 1:10 a cerca de 10:1, cerca de 1:5 a cerca de 5:1, ou 2:3 a 3:2.
A reação de polimerização de emulsão produz uma composição de látex compreendendo uma fase dispersa de partículas sólidas e uma fase contínua líquida. O látex pode ser uma dispersão coloidal estável compreen- dendo uma fase dispersa de partículas de polímero de alto peso molecular e uma fase contínua compreendendo água. As partículas coloidais podem compreender na faixa de cerca de 10 a cerca de 60 por cento em peso do látex, ou na faixa de 40 a 50 por cento em peso de látex. A fase contínua pode compreender água, o tensoativo de HLB alto, o inibidor de hidrato (se presente), e tampão conforme necessário. Água pode estar presente na fai- xa de cerca de 20 a cerca de 80 por cento em peso do látex, ou na faixa de cerca de 40 a cerca de 60 por cento em peso do látex. O tensoativo de HLB alto pode compreender na faixa de cerca de 0,1 a cerca de 10 por cento em peso de látex, ou na faixa de cerca de 0,25 a 6 por cento em peso do látex. Conforme notado na tabela acima, o tampão pode estar presente em uma quantidade necessária para alcançar o pH requerido para iniciação da rea- ção de polimerização e é dependente do iniciador. Tipicamente, o pH reque- rido para iniciar uma reação está na faixa de 6,5 a 10. Quando um iniciador de hidrato é empregado na mistura de rea-
ção, ele pode estar presente no látex resultante em uma quantidade que produz uma proporção de peso de inibidor de hidrato para água na faixa de cerca de 1:10 a cerca de 10:1, na faixa de cerca de 1:5 a cerca de 5:1, ou na faixa de 2:3 a 3:2. Alternativamente, todo ou parte do inibidor de hidrato po- de ser adicionado ao látex após polimerização para proporcionar a quantida- de desejada de inibidor de hidrato na fase contínua do látex.
Em uma concretização da presente invenção, o polímero de re- dução de arraste da fase dispersa do látex pode ter um peso molecular mé- dio de peso (Mw) de pelo menos cerca de 1 χ 106 g/mol, pelo menos cerca de 2 χ 106 g/mol, ou pelo menos 5 χ 106 g/mol. As partículas coloidais de polímero de redução de arraste pode ter um tamanho de partícula médio de menos do que cerca de 10 mícrons, menos do que cerca de 1000 nm (1 mí- cron), na faixa de cerca de 10 a cerca de 500 nm, ou na faixa de cerca de 50 a 250 nm. Pelo menos cerca de 95 por cento em peso das partículas coloi- dais podem ser maiores do que cerca de 10 nm e menores do que cerca de 500 nm. Pelo menos cerca de 95 por cento em peso das partículas podem ser maiores do que cerca de 25 nm e menores do que cerca de 250 nm. A fase contínua pode ter um pH na faixa de cerca de 4 a cerca de 10, ou na faixa de cerca de 6 a cerca de 8, e contém pouco, se houver, cátions multi- valentes.
Em uma concretização da presente invenção, o polímero de re- dução de arraste pode compreender pelo menos cerca de 10.000, pelo me- nos cerca de 25.000, ou pelo menos 50.000 unidades de repetição selecio- nadas a partir dos resíduos do monômeros acima mencionados. Em uma concretização, o polímero de redução de arraste pode compreender menos do que 1 unidade ramificada por cada unidade de repetição de resíduo de monômero. Adicionalmente, o polímero de redução de arraste pode compre- ender menos do que 1 grupo de ligação por cada unidade de repetição de resíduo de monômero. Adicionalmente, o polímero de redução de arraste pode exibir pouca ou nenhuma ramificação ou reticulação. Também, o polí- mero de redução de arraste pode compreender grupos de perfluoralquila em uma quantidade na faixa de cerca de 0 a cerca de 1 por cento baseado no número total de unidades de repetição de resíduo de monômero no polímero de redução de arraste.
Conforme mencionado acima, um hidrocarboneto líquido pode ser tratado com o polímero de redução de arraste de modo a reduzir arraste associado com o escoamento do hidrocarboneto líquido através de um con- duto. De modo ao polímero de redução de arraste funcionar como um redu- tor de arraste, o polímero deve dissolver, ou ser substancialmente solvatado no hidrocarboneto líquido. Conseqüentemente, em uma concretização da presente invenção, o polímero de redução de arraste pode ter um parâmetro de solubilidade que está dentro de cerca de 20 por cento, cerca de 18 por cento, cerca de 15 por cento, ou 10 por cento do parâmetro de solubilidade do hidrocarboneto líquido, conforme discutido acima.
O parâmetro de solubilidade do polímero de redução de arraste é determinado de acordo com o método de Van Krevelen dos parâmetros de solubilidade de Hansen. Este método de determinação dos parâmetros de solubilidade pode ser encontrado nas páginas 677 e 683-686 de Brandrup et al., Polimer Handbook (4- ed, vol. 2., Wiley-lnterscience, 1999), que é aqui incorporado por referência. De acordo com Brandrup et al., a seguinte equa- ção geral foi desenvolvida por Hansen e Skaarup para contar as forças dis- persivas, interações polares, interações dipolo-dipolo permanentes, e forças de ligação de hidrogênio na determinação de parâmetros de solubilidade: δ = (ôd2 + δρ2 + δ,2)172
onde δ é o parâmetro de solubilidade, ôd é o termo de ajuste das forças dis- persivas, δρ é o termo de ajuste para interações polares, e ôh é o termo de ajuste de ligação de hidrogênio e dipolo induzido por dipolo permanente. Os sistemas foram desenvolvidos para estimar os termos acima usando-se um método de contribuição de grupo, medindo a contribuição ao parâmetro de solubilidade total pelos vários grupos compreendendo o polímero. As seguin- tes equações são usadas na determinação do parâmetro de solubilidade de um polímero de acordo com o método de Van Krevelen: δρ = (IF2pi)172ZV
ôh = (IEhi/V)1/2
ôd = (IFdi)A/
As equações acima e uma explanação de como elas são usadas podem ser encontradas nas páginas 677 e 683-686 de Brandrup et al. Os valores para as variáveis FeE nas equações acima são dadas na tabela 4, página 68 de Brandrup et al., baseados nos resíduos diferentes compreen- dendo um polímero. Por exemplo, um grupo metila (-CH3) é dado o seguin- tes valores: Fdi = 420 (J1/2cm3/2/mol), Fpi = 0 (J1/2cm3/2/mol), Ehi = 0 Jmol. Adi- cionalmente, os valores para a variável V nas equações acima são dados na Tabela 3 na página 685 onde, por exemplo, um grupo metila (-CH3) é dado um valor de V = 33,5 (cm3/mol). Usando-se estes valores, o parâmetro de solubilidade de um polímero pode ser calculado.
Em uma concretização da presente invenção, o polímero de re- dução de arraste pode ter um parâmetro de solubilidade, conforme determi- nado de acordo com as equações acima, de pelo menos cerca de 17 MPa172, na faixa de cerca de 17,1 a cerca de 24 MPa172, ou na faixa de cerca de 17,5 a 23 MPa172. Além disso, o polímero de redução de arraste pode ter parâme- tro de solubilidade que esteja dentro de cerca de 4 MPa172, dentro de cerca de 3 MPa172, ou dentro de cerca de 2,5 MPa1/2 do parâmetro de solubilidade o hidrocarboneto líquido.
O polímero de redução de arraste pode ser adicionado ao hidro- carboneto líquido em uma quantidade suficiente para produzir uma concen- tração de polímero de redução de arraste na faixa de cerca de 0,1 a cerca de 500 ppmw, na faixa de cerca de 0,5 a cerca de 200 ppmw, na faixa de cerca de 1 a cerca de 100 ppmw, ou na faixa de 2 a 3 ppmw. Em uma con- cretização, pelo menos cerca de 50 por cento em peso, pelo menos cerca de 75 por cento em peso, ou pelo menos 95 por cento em peso das partículas de polímero de redução de arraste podem ser dissolvidos pelo hidrocarbone- to líquido. Em outra concretização, a viscosidade do hidrocarboneto líquido tratado com o polímero de redução de arraste não é menor do que a viscosi- dade do hidrocarboneto líquido antes do tratamento com o polímero de re- dução de arraste.
A eficiência das partículas de polímero de peso molecular alto
como redutores de arraste quando adicionadas diretamente a um hidrocar- boneto líquido é grandemente dependente da temperatura do hidrocarboneto líquido. Por exemplo, em temperaturas inferiores, o polímero se dissolve a uma taxa mais baixa no hidrocarboneto líquido, portanto, menos redução de arraste pode ser alcançada. Desse modo, em uma concretização da presen- te invenção, o hidrocarboneto líquido pode ter uma temperatura no momento do tratamento com o polímero de redução de arraste de pelo menos cerca de 30°C, ou pelo menos 40°C.
Os redutores de arraste empregados na presente invenção po- dem proporcionar percentagem significante de redução de arraste. Por e- xemplo, os redutores de arraste podem proporcionar pelo menos cerca de 5 por cento de redução de arraste, pelo menos cerca de 15 por cento de redu- ção de arraste, ou pelo menos 20 por cento de redução de arraste. A per- centagem de redução de arraste e a maneira na qual ela é calculada são mais totalmente descritas no Exemplo 5, abaixo. EXEMPLOS
Os seguintes exemplos são pretendidos para serem ilustrativos da presente invenção de modo a ensinar a um técnico no assunto a produzir e usar a invenção, e não são pretendidos, de qualquer modo, para limitar o escopo da invenção.
Exemplo 1: Preparação de Polímero A e Polímero B Neste exemplo, duas formulações para os materiais usados nos
últimos exemplos são detalhadas. O material resultante em cada procedi- mento é uma dispersão de polímero de redução de arraste em um veículo aquoso.
Preparação de Polímero A Polimerização foi realizada em um reator de aço inoxidável, re-
vestido, de 700 litros (185 galões) com um agitador mecânico, termopar, ori- fícios de alimentação, e admissões/descargas de nitrogênio. O reator foi car- regado com 199,6 kg (440 Ibs) de monômero (metacrilato de 2-etilhexil), 253,1 kg (558,1 libras) de água deionizada, 18,8 kg (41,4 Ibs) de Polystep B- 5 (tensoativo, disponível de Stepan Company of Northfield, Illinois), 19,9 kg (44 Ibs) de Tergitol 15-S-7 (tensoativo, disponível de Dow Chemical Com- pany of Middland, Michigan), 0,8 kg (1,86 Ibs) de fosfato de potássio mono- básico (pH tampão), 0,6 kg (1,46 Ibs) de fosfato de potássio dibásico (pH tampão), e 33,2 gramas de persulfato de amônia (NH4)2S2O8 (oxidador). A mistura foi agitada a 110 rpm para emulsificar o monômero na
água e veículo de tensoativo. A mistura foi, em seguida, purgada com nitro- gênio para remover quaisquer traços de oxigênio no reator e arrefecida a cerca de 5°C (41 °F). A agitação foi diminuída para 80 rpm, e a reação de polimerização foi iniciada pela adição no reator de 4,02 gramas de sulfato de amônia ferro (II), Fe(NH4)2(S04)2.6H20 em uma solução de solução de ácido sulfúrico 0,010 M em água deionizada a uma concentração de 558,3 ppm a uma taxa de 10 g/min. A solução foi injetada por 10 horas para completar a polimerização. O látex resultante foi pressurizado fora do reator através de um filtro de saco de 5 mícrons e armazenado. O parâmetro de solubilidade do Polímero A foi calculado para ser 18,04 MPa1/2. Preparação de Polímero B
A preparação do Polímero B foi realizada da mesma maneira como a preparação do Polímero A acima, com a seguinte exceção: o monô- mero carregado ao reator foi uma mistura por cento em peso 80/20 de meta- crilato de 2-etilhexila e acrilato de n-butila. O parâmetro de solubilidade do Polímero B foi calculado para ser 20,55 MPa1/2.
Exemplo 2: LP 1 QQe LP 300
LP 100 FLOW IMPROVER (LP 100) e LP 300 FLOR IMPROVER (LP 300) suportaram vários testes descritos abaixo, e foram comparados aos redutores de arraste experimentais da presente invenção, O Polímero A e Polímero B, conforme descrito no Exemplo 1. LP 100 e LP 300 são agentes de redução de arraste compreendendo polialfaolefinas. Especificamente, LP 100 compreende poli(l-deceno) e LP 300 compreende um copolímero de poli(l-deceno) e poli(l-tetradeceno). Ambos LP 100 e LP 300 são comerci- almente disponíveis de ConocoPhiIips Specialty Products. O parâmetro de solubilidade do polímero em LP 100 foi calculado para ser 16,40 MPa172, e o parâmetro de solubilidade do polímero em LP 300 foi calculado para ser 16,54 MPa172.
Exemplo 3: Teor de Asfalteno e Resposta de Elasticidade (Afinidade)
Óleos crus variando em classificação de crus pesados e crus leves foram primeiro testados para determinar suas respectivas concentra- ções de asfalteno e suas gravidades API. Estas mesmas amostras de óleo cru foram também testadas para determinar sua afinidade para agentes de redução de arraste conforme preparados nos Exemplos 1 e 2. Os resultados estão listados na Tabela 1 abaixo.
A concentração de asfalteno foi determinada usando-se precipi- tação de pentano e filtração. Para cada medição listada na Tabela 1, um vo- lume de 40 vezes de pentano foi adicionado a aproximadamente 16 gramas de amostra de óleo cru. As misturas foram agitadas, via rotação, por um pe- ríodo de uma noite, e permitidas assentarem por aproximadamente 24 ho- ras. As misturas foram, em seguida, filtradas através de um filtro de 0,8 mi- crômetro para reter o asfalteno. Os asfaltenos retidos foram, em seguida, pesados, e a percentagem de peso foi calculada baseado no peso de amos- tra de óleo cru original. A gravidade API foi determinada de acordo com o método de este ASTM D1298.
A afinidade de óleo cru para os agentes de redução de arraste foi determinada por avaliação de cada elasticidade de óleo cru após ser tra- tado com um agente de redução de arraste. Quatro amostras de cada varie- dade de óleo cru foram dosadas à temperatura ambiente com 5 por cento em peso de Polímero A, Polímero B, LP 100 e LP 300, respectivamente. As amostras foram permitidas agitar durante a noite para assegurar dissolução total do agente de redução de arraste nas amostras. Após agitação, as a- mostras foram visualmente inspecionadas para sua resposta elástica pela inserção de uma espátula com extremidade com gancho na amostra, e pu- xando-se a espátula para fora da massa da amostra. Algumas amostras produziram uma alta resposta, significando que um "fio" altamente elástico, ou "fio viscoso" de óleo cru, pode ser puxado a partir da amostra. Inversa- mente, algumas amostras não produziram resposta, significando que o óleo cru pingou meramente da espátula. φ
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Exemplo 4: Reometria Extensional
A viscosidade extensional (ou comportamento extensional) de um fluido tratado com um polímero de redução de arraste está diretamente relacionada ao potencial do polímero para redução de arraste turbulento no fluido. Se comportamento extensional aumentado é observado no fluido a- pós adição do polímero de redução de arraste, isto é indicativo de potencial aumentado do desempenho de redução de arraste. Inversamente, se ne- nhum comportamento extensional é observado, o potencial de desempenho de redução de arraste no fluido é desigual. O comportamento extensional de um fluido tratado pode ser determinado pelo teste de reometria extensional de quebra de capilaridade, realizado em um HAAKE CaBER 1, disponível de Thermo Electron Corp., Newington, N.H., U.S.A.
O HAAKE CaBER 1 é operado pela colocação de uma quantidade pequena de amostra (menos do que 0,1 ml) entre placas circulares de topo e de fundo usando-se uma agulha de seringa de 2,54 cm (1 polegada) de com- primento medida 16. A placa de topo é rapidamente separada ascendentemen- te a partir da placa de fundo a uma taxa de esforço selecionada do usuário, formando, desse modo, um filamento de fluido instável pela imposição de um nível instantâneo de esforço extensional na amostra de fluido. Após cessamen- to do estiramento, o fluido no ponto médio do filamento suporta uma taxa de esforço extensional definida pelas propriedades extensionais do fluido. Um mi- crômetro a laser monitora o diâmetro de ponto médio do filamento de fluido que se afina gradualmente como uma função do tempo. Os efeitos de competição de tensão superficial, viscosidade, transferência de massa e elasticidade po- dem ser quantificados usando-se software de análise de ajuste de modelo.
Neste exemplo, três amostras foram preparadas e testadas para reometria extensional usando-se HAAKE CaBER 1. A primeira amostra foi óleo cru San Juaquin Valley (SJVH) não-tratado (bruto). A segunda amostra foi cru SJVH contendo 500 ppmw do polímero ativo encontrado no Polímero A (poli(2- etilhexil metacrilato)), conforme preparado no Exemplo 1, e a terceira amostra foi cru SJVH contendo 500 ppmw de polímero ativo encontrado em LP 100 (po- li(l-deceno)), conforme descrito no exemplo 2. De acordo com o procedimento acima descrito, menos do que 0,1 ml de cada uma destas três amostras foram colocadas entre as duas placas do CaBER 1, e as placas foram separadas ra- pidamente enquanto se media o diâmetro do filamento resultante. Para cada teste, os ajustes de instrumento de falta foram empregados, e um esforço de Hencky de ε = 0,70 foi usado. O esforço de Hencky é definido como:
ε = InfLyL0]
onde LZL0 é a extensão relativa do fluido. O diâmetro do filamento resultante foi medido contra o tempo. Cada amostra no procedimento descrito acima foi testada 10 vezes para obter confidência estatística nos dados. Os resultados destes testes são mostrados nas figuras 1 a 3. Adicionalmente, cada teste foi realizado a uma temperatura ambiente de cerca de 25°C.
Em cada uma das figuras 1, 2 e 3, o diâmetro do filamento foi normalizado, tal que um diâmetro de filamento de d/d0 é mostrado, onde d0 é o diâmetro de filamento no tempo zero (0 segundo), e d é o diâmetro de fila- mento em qualquer dado tempo a seguir. Os resultados destes testes mostram que o comportamento extensional do óleo cru de SJVH não-tratado e óleo cru de SJVH contendo 500 ppmw do polímero ativo encontrado em LP 100 (poli(1- deceno)) são muito similares (mostrado nas figuras 1 e 3, respectivamente), indicando que LP 100 não tem qualquer potencial notável para redução do ar- raste de óleo cru pesado em um oleoduto. Contudo, SJVH tendo 500 ppmw do polímero ativo encontrado no Polímero A (poli(2-etilhexil metacrilato)) mostra um aumento significante na reometria extensional, conforme mostrado na figu- ra 2. Este aumento na reometria extensional indica um potencial aumentado para Polímero A reduzir arraste de óleo cru pesado em um oleoduto.
s: Teste de Oleoduto
Teste de campo de oleoduto foi realizado com vários diâmetros de oleoduto e vários óleos crus, comparando o desempenho dos Polímeros AeB, conforme preparados no Exemplo 1, com LP 100 e LP 300, conforme descrito no Exemplo 2. Os seguintes três testes foram realizados, seguido por seus resultados respectivos nas tabelas 2, 3 e 4. Para cada um destes três testes descritos abaixo, a percentagem de redução de arraste (%DR) foi determinada pela medição da queda de pressão no segmento de tubo sendo testado antes da adição de agente de redução de arraste (APbaSe) e medin- do-se a queda de pressão no segmento de tubo sendo testado após adição de agente de redução de arraste (APtratado)· A percentagem de redução de arraste foi então determinada de acordo com a seguinte fórmula:
%DR = ((APbase - APtratado)/ APbase) X 100
Teste 1
O Teste 1 foi conduzido em um oleoduto de óleo cru de diâmetro de 12 polegadas transportando óleo cru West Texas Intermediário (WTI). O óleo cru é um cru leve, geralmente tendo uma gravidade API de cerca de 40°C. WTI geralmente tem uma viscosidade de aproximadamente 4,5 centis- tokes em temperaturas de oleoduto de 18,3 a 20,5°C (65 a 69°F). Os testes de oleoduto no Teste 1 foram conduzidos em um segmento de 99,77 km (62 milhas) do oleoduto operando de Wichita Falls, Texas, para Bray, Oklahoma. A taxa de fluxo nominal do oleoduto durante o teste de campo foi 2.350 bar- ris/hora, e a velocidade de fluxo nominal no oleoduto foi 137,2 cm/seg (4,5 pés/seg). O seguinte desempenho de redução de arraste foi alcançado:
Tabela 2 - LP 100 v. Polímero A & Polímero B em Cru Leve (WTI)
PRODUTO CONCENTRAÇÃO (ppmw) REDUÇÃO DE ARRASTE (%) LP 100 4,7 33,8 LP 100 23,5 67,2 Polímero A 40,4 24,4 Polímero A 80,1 36,3 Polímero B 40,2 31,3 Polímero B 81,0 40,4 Polímero B 150,4 45,7 Teste 2
O Teste 1 foi conduzido em um oleoduto de óleo cru de diâmetro de 18 polegadas transportando mistura de óleo cru Albian Heavy Sour (AHS). Esta mistura de óleo cru é um óleo cru pesado, geralmente tendo uma gravidade API de cerca de 22°C. AHS geralmente tem uma viscosidade de aproximadamente 84 centistokes em uma temperatura de oleoduto de 71F. Os testes de oleoduto no Teste 2 foram conduzidos em um segmento de 54 milhas do oleoduto operando de Cushing, Oklahoma, para Marland, Oklahoma. A velocidade de fluxo nominal no oleoduto foi 146,3 cm/seg (4,8 pés/seg). O número de Reynolds nominal calculado para o oleoduto foi 7.500. O seguinte desempenho de redução de arraste foi alcançado: Tabela 3 - LP 100 v. Polímero B em Cru Pesado (AHS)
PRODUTO CONCENTRAÇÃO (ppmw) REDUÇÃO DE ARRASTE (%) LP 100 41,6 0 Polímero B 25,2 23,1 Polímero B 100,0 42,5
Teste 3
O Teste 3 foi conduzido em um oleoduto de óleo cru de diâmetro de 20,3 cm (8 polegadas) transportando mistura de óleo cru Sam Joaquin Calley Heavy (SJVH). Esta mistura de óleo cru é um óleo cru pesado, geral- mente tendo uma gravidade API de cerca de 13°C. SJVH geralmente tem uma viscosidade de aproximadamente 100 centistokes em uma temperatura de oleoduto de 73,9°C (165°F). Os testes de oleoduto no Teste 3 foram con- duzidos em um segmento de 14 milhas do oleoduto operando da estação de bomba de Middlewater para a estação de bomba de Junção, ambas na Cali- fórnia. A taxa de fluxo nominal do oleoduto durante o Teste 3 foi 1300 bar- ris/hora, e a velocidade de fluxo nominal no oleoduto foi 170,7 cm/seg (5,6 pés/seg). O número de Reynolds nominal para o oleoduto foi 4.000. O se- guinte desempenho de redução de arraste foi alcançado: Tabela 4 - LP 300 ν. Polímero A & Polímero B em Cru Pesado (SJVH)
PRODUTO CONCENTRAÇÃO (ppmw) REDUÇÃO DE ARRASTE (%) LP 300 187,0 0 Polímero A 50,0 28,5 Polímero A 100,0 39,5 Polímero B 50,0 28,8 Polímero B 100 36,7
Comparando-se os três testes acima, os resultados listados na
Tabela 2 tendem a mostrar que a redução de arraste alcançada por adição de produto de LP 100 em óleo cru leve produz levemente resultados mais favoráveis do que quaisquer dos produtos de EXP. Contudo, quando óleos crus pesados são usados, conforme mostrado nas Tabelas 3 e 4, o uso de Polímeros A ou B resultam em percentagens mais altas de redução de droga do que quaisquer dos produtos de LP. FAIXAS NUMÉRICAS A presente descrição usa faixas numéricas para quantificar cer-
tos parâmetros relacionados à invenção. Deve ser compreendido que quan- do faixas numéricas são providas, tais faixas são para serem construídas como proporcionando suporte literal para limitações de reivindicação que somente relatam o valor inferior da faixa, bem como reivindica limitação que somente relata o valor superior da faixa. Por exemplo, uma faixa numérica revelada de 10 a 100 proporciona suporte literal para uma reivindicação rela- tando "mais do que 10" (com nenhuma ligação superior) e uma reivindicação relatando "menos do que 100" (com nenhuma ligação inferior).
A presente descrição usa valores numéricos específicos para quantificar certos parâmetros relacionados à invenção, onde os valores nu- méricos específicos não são expressamente parte de uma faixa numérica. Deve ser compreendido que cada valor numérico específico aqui provido é para ser construído como proporcionando suporte literal para uma faixa am- pla, intermediária ou estreita. A faixa ampla associada com cada valor numé- rico específico é o valor numérico mais e menos 60 por cento do valor numé- rico, arredondado de dois dígitos significantes. A faixa intermediária associa- da com cada valor numérico específico é o valor numérico mais e menos 30 por cento do valor numérico, arredondado de dois dígitos significantes. A faixa estreita associada com cada valor numérico específico é o valor numé- rico mais e menos 15 por cento do valor numérico, arredondado de dois dígi- tos significantes. Por exemplo, se o relatório descritivo descreve uma tempe- ratura específica de 16,7°C (62°F), tal descrição proporciona suporte literal para uma faixa numérica ampla de -3,9°C a 37,2°C (25°F a 99°F) (16,7°C ± 2,8°C (62°F ± 37°F)), uma faixa numérica intermediária de 6,10C a 27,2°C (43°F a 81 °F) (16,7°C ± 7,2°C (62°F ± 19°F)), e uma faixa numérica estreita de 11,7°C a 21,7°C (53°F a 71 °F) (16,7°C ± 12,8°C (62°F ± 9°F)). Estas fai- xas numéricas ampla, intermediária e estreita devem ser aplicadas não so- mente aos valores específicos, mas devem também ser aplicadas às dife- renças entre estes valores específicos. Desse modo, se o relatório descritivo descreve uma primeira pressão de 758,4 KPa (110 psia) e uma segunda pressão de 330,9 KPa (48 psia) (uma diferença de 427,5 KPa (62 psia)), as faixas ampla, intermediária e estreita para a diferença de pressão entre duas correntes seriam 172,4 a 682,5 KPa (25 a 99 psi), , 296,5 a 558,5 KPa (43 a 81 psi), e 365,4 a 489,5 KPa (53 a 71 psi), respectivamente. DEFINIÇÕES
Conforme aqui usado, os termos "compreendendo", "compreen- de" e "compreendem" são termos de transição de extremidade aberta usa- dos para transição de um objeto relatado antes do termo para um ou mais elementos relatados após o termo, onde o elemento ou elementos listados após o termo de transição não são necessariamente os únicos elementos que compõem o objeto.
Conforme aqui usado, os termos "incluindo", "inclui" e "incluem" tem os mesmos significados de extremidade aberta conforme "compreen- dendo", "compreende" e "compreendem". Conforme aqui usado, os termos "tendo", "tem" e "têm" tem os
mesmos significados de extremidade aberta conforme "compreendendo", "compreende" e "compreendem". Conforme aqui usado, os termos "contendo", "contém" e "con- têm" tem os mesmos significados de extremidade aberta conforme "compre- endendo", "compreende" e "compreendem".
Conforme aqui usado, os termos "um", "uma", "o" "a" e "referido" significam um ou mais.
Conforme aqui usado, "e/ou", quando usado em uma lista de dois ou mais itens, significa que qualquer um dos itens listados pode ser empregado por si, ou qualquer combinação de dois ou mais dos itens lista- dos pode ser empregada. Por exemplo, se uma composição é descrita como contendo componentes A, B e/ou C, a composição pode conter A somente; B somente; C somente; A e B em combinação; A e C em combinação; BeC em combinação; ou A, B e C em combinação.
As formas preferidas da invenção descrita acima são para serem usadas como ilustração somente, e não devem ser usadas em um sentido de limitação do escopo da presente invenção. Modificações óbvias às con- cretizações exemplares, colocadas acima, podem ser prontamente feitas por aqueles técnicos no assunto sem fugir do espírito da presente invenção.
Os inventores, desse modo, declaram sua intenção em confiar na Doutrina de Equivalentes para determinar e avaliar o escopo razoavel- mente justo da presente invenção como pertencente a qualquer aparelho, não fugindo materialmente de, mas fora do escopo literal da invenção, con- forme colocada nas reivindicações que se seguem.

Claims (75)

1. Método compreendendo: introdução de um polímero de redu- ção de arraste em um hidrocarboneto líquido tendo um teor de asfalteno de pelo menos cerca de 3 por cento em peso e uma gravidade API de menos do que cerca de 26° para produzir, desse modo, um hidrocarboneto líquido tratado, em que o referido polímero de redução de arraste compreende pelo menos cerca de 10.000 unidades de repetição, e em que uma pluralidade de referidas unidade de repetição compreende um heteroátomo.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido tem uma gravidade API na faixa de a partir de cerca de 5o a cerca de 25°, e um teor de asfalteno na faixa de a partir de cerca de 4 a cerca de 35 por cento em peso.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido tem uma gravidade API na faixa de a partir de cerca de 5o a 23°, e um teor de asfalteno na faixa de a partir de 5 a 25 por cento em peso.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de enxofre de pelo menos cerca de 1 por cento em peso.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de nitrogênio de pelo menos cerca de 1.300 ppmw.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de metal na faixa de a partir de cerca de 1 a cerca de 2.000 ppmw.
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido compreende pelo menos cerca de 15 por cento em peso de um resíduo tendo um ponto de ebulição de pelo menos cerca de 1.050°C, e em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de carbono de conradson na faixa de a partir de cerca de 3,5 a cerca de 45 por cento em peso.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de enxofre na faixa de a partir de cerca de 1,2 a cerca de 9 por cento em peso, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de nitrogênio de pelo menos cerca de 1.400 ppmw, e em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de metal na faixa de a par- tir de cerca de 50 a cerca de 1.500 ppmw.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido é óleo cru pesado.
10. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido polímero de redução de arraste compreende grupos perfluoralquila em uma quantidade na faixa de a partir de cerca de 0 a cerca de 1 por cento baseado no número total de referidas unidades de repetição.
11. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que pelo me- nos cerca de 10 por cento de referidas unidades de repetição compreende um heteroátomo.
12. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido heteroátomo compreende um átomo de oxigênio, um átomo de nitrogênio, um átomo de enxofre, um átomo de fósforo, e/ou um átomo de cloro.
13. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido heteroátomo tem uma carga parcial.
14. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que as referi- das unidades de repetição compreendem o resíduo de um ou mais monôme- ros selecionados a partir do grupo consistindo em: <formula>formula see original document page 35</formula> em que Ri é H ou um radical C1-C10 alquila, e R2 é H, um radical C1-C30 alquila, um radical C5-C30 cicloalquila substituído ou não-substituído, um radical C6-C20 arila substituído ou não-substituído, um radical arila- substituído C1-C10 alquila, um radical -(CH2CH20)XRA - ou (CH2CH(CH3)0)xRa, em que χ está na faixa de a partir de 1 a 50, e Ra é H, um radical C1-C30 alquila, ou um radical C6-C30 alquilarila; (B) FVareno-R4 em que areno é uma fenila, naftila, antracenila, ou fenantrenila, R3 é CH=CH2 ou CH3-C=CH2, e R4 é H, um radical C1-C3 alquila, um radical C5- C30 cicloalquila substituído ou não-substituído, Cl, SO3, ORb ou COORc, em que Rb é H, um radical C1-C30 alquila, um radical C5-C30 cicloalquila subs- tituído ou não-substituído, um radical arila C6-C20 substituído ou não- substituído, ou um radical arila-substituído C1-C10 alquila, e em que Rc é H, um radical C1-C30 alquila, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, ou um radical arila-substituído C1-C10 alquila; <formula>formula see original document page 36</formula> em que R5 é H, um radical C1-C30 alquila, ou um radical arila C6-C20 subs- tituído ou não-substituído; <formula>formula see original document page 36</formula> em que R6 é H, um radical C1-C30 alquila, ou um radical arila C6-C20 subs- tituído ou não-substituído; <formula>formula see original document page 36</formula> em que R7 é H ou um radical C1-C18 alquila, e Re é H, um radical C1-C18 alquila, ou Cl; <formula>formula see original document page 37</formula> em que Rg e R10 são independentemente H1 um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos; <formula>formula see original document page 37</formula> em que Rn e Ri2 são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos; <formula>formula see original document page 37</formula> em que Ri3 e Ri4 são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos; <formula>formula see original document page 38</formula> em que Ri5 é H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substitu ido ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não substituído, ou radicais heterocíclicos; <formula>formula see original document page 38</formula> em que Ri6 é H, um radical C1-C30 alquila, ou um radical arila C6-C20; <formula>formula see original document page 38</formula> <formula>formula see original document page 39</formula>em que Ri7 e Ri8 são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos; em que Ri9 e R2O são independentemente H1 um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos.
15. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido síduos de C4-C20 alquila, C6-C20 arila substituído ou não-substituído, ou derivados arila-substituído C1-C10 alquila éster de ácido metacrílico ou áci- do acrílico.
16. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido polímero de redução de arraste é um homopolímero compreendendo unida- des de repetição dos resíduos de monômeros de 2-etilhexila metacrilato.
17. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido polímero de redução de arraste compreende o resíduo de pelo menos um monômero tendo pelo menos um heteroátomo, e o resíduo de pelo menos um monômero não tendo heteroátomos.
18. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido polímero de redução de arraste é um copolímero compreendendo unidades de repetição dos resíduos de monômeros de metacrilato de 2-etilhexila, e os resíduos de pelo menos um outro monômero.
19. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido polímero de redução de arraste é um copolímero compreendendo unidades de repetição dos resíduos de monômeros de metacrilato de 2-etilhexila, e os resíduos de monômeros de acrilato de butila.
20. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido tratado compreende na faixa de a partir de cerca de 0,1 a cerca de 500 ppmw de referido polímero de redução de arraste.
21. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido polímero de redução de arraste tem um parâmetro de solubilidade de pelo menos cerca de 17.
22. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um parâmetro de solubilidade de pelo menos cerca de 17.
23. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido polímero de redução de arraste tem um parâmetro de solubilidade dentro de pelo menos cerca de 20 por cento do parâmetro de solubilidade de referido hidrocarboneto líquido.
24. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o referido hidrocarboneto líquido é um componente de uma mistura de fluido que com- preende adicionalmente um fluido sem carbono e/ou uma fase não-líquida, em que a referida mistura de fluido compreende pelo menos cerca de 50 peso por cento de referido hidrocarboneto líquido.
25. Método compreendendo: introdução de um polímero de re- dução de arraste em um hidrocarboneto líquido tendo um teor de asfalteno de pelo menos cerca de 3 por cento em peso, e uma gravidade API de me- nos do que cerca de 26° para produzir, desse modo, um hidrocarboneto lí- quido tratado, em que o referido polímero de redução de arraste compreen- de pelo menos uma unidade de repetição tendo pelo menos um heteroáto- mo, e em que a viscosidade de referido hidrocarboneto líquido tratado é não menos do que a viscosidade de referido hidrocarboneto líquido antes do tra- tamento com referido polímero de redução de arraste.
26. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido hidrocarboneto líquido tem uma gravidade API na faixa de a partir de cerca de 5o a cerca de 25°, e um teor de asfalteno na faixa de a partir de cerca de 4 a cerca de 35 por cento em peso.
27. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido hidrocarboneto liquido tem um teor de enxofre de pelo menos cerca de 1 por cento em peso.
28. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de nitrogênio de pelo menos cerca de 1.300 ppmw.
29. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de metal na faixa de a partir de cerca de 1 a cerca de 2.000 ppmw.
30. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido hidrocarboneto líquido compreende pelo menos cerca de 15 por cento em peso de um resíduo tendo um ponto de ebulição de pelo menos cerca de 565,5°C (1.050°F), e em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de carbono de conradson na faixa de a partir de cerca de 3,5 a cerca de 45 por cento em peso.
31. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de enxofre na faixa de a partir de cerca de 1,2 a cerca de 9 por cento em peso, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de nitrogênio de pelo menos cerca de 1.400 ppmw, e em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de metal na faixa de a par- tir de cerca de 50 a cerca de 1.500 ppmw.
32. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido hidrocarboneto líquido é óleo cru pesado.
33. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido polímero de redução de arraste compreende pelo menos cerca de 10.000 unidades de repetição.
34. Método, de acordo com a reivindicação 33, em que pelo me- nos cerca de 10 por cento de referidas unidades de repetição compreende um heteroátomo, em que o referido heteroátomo compreende um átomo de oxigênio, um átomo de nitrogênio, um átomo de enxofre, um átomo de fósfo- ro, e/ou um átomo de cloro.
35. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que a referida unidade de repetição compreende os resíduos de um ou mais monômeros selecionados a partir do grupo consistindo em: (A) <formula>formula see original document page 43</formula> em que Ri é H ou um radical C1-C10 alquila, e R2 é H1 um radical C1-C30 alquila, um radical C5-C30 cicloalquila substituído ou não-substituído, um radical C6-C20 arila substituído ou não-substituído, um radical arila- substituído C1-C10 alquila, um radical -(CH2CH20)XRA - ou (CH2CH(CH3) 0)xRa, em que χ está na faixa de a partir de 1 a 50, e Ra é H, um radical C1- C30 alquila, ou um radical C6-C30 alquilarila; (B) R3-areno-R4 em que areno é uma fenila, naftila, antracenila, ou fenantrenila, R3 é CH=CH2 ou CH3-C=CH2, e R4 é H, um radical C1-C3 alquila, um radical C5- C30 cicloalquila substituído ou não-substituído, Cl, SO3, ORb ou COORc, em que Rb é H, um radical C1-C30 alquila, um radical C5-C30 cicloalquila subs- tituído ou não-substituído, um radical arila C6-C20 substituído ou não- substituído, ou um radical arila-substituído C1-C10 alquila, e em que Rc é H, um radical C1-C30 alquila, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, ou um radical arila-substituído C1-C10 alquila; <formula>formula see original document page 43</formula> em que R5 é H, um radical C1-C30 alquila, ou um radical arila C6-C20 subs- tituído ou não-substituído; <formula>formula see original document page 44</formula> em que R6 é H1 um radical C1-C30 alquila, ou um radical arila C6-C20 subs- tituído ou não-substituído; <formula>formula see original document page 44</formula> em que R7 é H ou um radical C1-C18 alquila, e R8 é H, um radical C1-C18 alquila, ou Cl; <formula>formula see original document page 44</formula> em que R9 e R10 são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos; <formula>formula see original document page 44</formula> em que Rn e Ri2 são independentemente H1 um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos; em que Ri3 e Ri4 são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos; <formula>formula see original document page 45</formula> em que Ri5 é H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substitu- ído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não- substituído, ou radicais heterocíclicos; <formula>formula see original document page 45</formula> em que Ri6 é H, um radical C1-C30 alquila, ou um radical arila C6-C20; <formula>formula see original document page 46</formula> em que Ri7 e R18 são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos; <formula>formula see original document page 47</formula> em que R19 e R2O são independentemente H, um radical C1-C30 alquila, um radical arila C6-C20 substituído ou não-substituído, um radical cicloalquila C5-C30 substituído ou não-substituído, ou radicais heterocíclicos.
36. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido polímero de redução de arraste compreende unidades de repetição dos re- síduos de C4-C20 alquila, C6-C20 arila substituído ou não-substituído, ou derivados arila-substituído C1-C10 alquila éster de ácido metacrílico ou áci- do acrílico.
37. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido polímero de redução de arraste é um homopolímero compreendendo unida- des de repetição dos resíduos de monômeros de 2-etilhexila metacrilato.
38. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido polímero de redução de arraste é um copolímero compreendendo unidades de repetição dos resíduos de monômeros de metacrilato de 2-etilhexila, e os resíduos de pelo menos um outro monômero.
39. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido polímero de redução de arraste é um copolímero compreendendo unidades de repetição dos resíduos de monômeros de metacrilato de 2-etilhexila, e os resíduos de monômeros de acrilato de butila.
40. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido hidrocarboneto líquido tratado compreende na faixa de a partir de cerca de 0,1 a cerca de 500 ppmw de referido polímero de redução de arraste.
41. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido polímero de redução de arraste tem um parâmetro de solubilidade dentro de pelo menos cerca de 20 por cento do parâmetro de solubilidade de referido hidrocarboneto líquido.
42. Método, de acordo com a reivindicação 25, em que o referido hidrocarboneto líquido é um componente de uma mistura de fluido que com- preende adicionalmente um fluido sem carbono e/ou uma fase não-líquida, em que a referida mistura de fluido compreende pelo menos cerca de 50 peso por cento de referido hidrocarboneto líquido.
43. Método para reduzir queda de pressão associada com o flu- xo turbulento de óleo cru pesado através de oleoduto, em que o referido óleo cru pesado tem uma gravidade API de menos do que cerca de 26°, e um teor de asfalteno de pelo menos cerca de 5 por cento em peso, referido mé- todo compreendendo: (a) introdução de um polímero de redução de arraste no referido óleo cru pesado, em que o referido polímero de redução de arraste compre- ende pelo menos cerca de 25.000 unidades de repetição; e (b) escoamento do óleo cru tratado resultante através de referido oleoduto, a viscosidade de referido óleo cru tratado é não menor do que a viscosidade de referido óleo cru pesado para tratamento com referido polí- mero de redução de arraste.
44. Método, de acordo com a reivindicação 43, em que o referido óleo cru pesado tem um teor de enxofre de pelo menos cerca de 1 por cento em peso.
45. Método, de acordo com a reivindicação 43, em que o referido óleo cru pesado tem um teor de nitrogênio de pelo menos cerca de 1.300 ppmw.
46. Método, de acordo com a reivindicação 43, em que o referido óleo cru pesado tem um teor de metal na faixa de a partir de cerca de 1 a cerca de 2.000 ppmw.
47. Método, de acordo com a reivindicação 43, em que o referido polímero de redução de arraste compreende pelo menos cerca de 50.000 unidades de repetição.
48. Método, de acordo com a reivindicação 43, em que as referi- das unidades de repetição compreendem os resíduos de um ou mais mo· nômeros selecionados a partir do grupo consistindo em 2-etilhexila metacri- lato, estireno ou seus derivados, butadieno ou seus derivados, acrilatos, me- tacrilatos, e combinações destes.
49. Método, de acordo com a reivindicação 43, em que as referi- das unidades de repetição compreendem os resíduos de um ou mais mo- nômeros selecionados a partir do grupo consistindo em metacrilato de 2- etilhexila e acrilato de butila.
50. Método, de acordo com a reivindicação 43, em que o referido óleo cru pesado é um componente de uma mistura de fluido que compreen- de adicionalmente água e/ou um gás natural, em que a referida mistura de fluido compreende pelo menos cerca de 50 por cento em peso de referido óleo cru pesado.
51. Método compreendendo: introdução de um polímero de re- dução de arraste em um hidrocarboneto líquido tendo um teor de asfalteno de pelo menos cerca de 3 por cento em peso e uma gravidade API de me- nos do que cerca de 26°, para produzir, desse modo, um hidrocarboneto Ii- quido tratado, em que o referido polímero de redução de arraste compreen- de pelo menos cerca de 10.000 unidades de repetição, e em que o referido polímero de redução de arraste tem um parâmetro de solubilidade de pelo menos cerca de 17.
52. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido polímero de redução de arraste tem um parâmetro de solubilidade na faixa de a partir de cerca de 17,5 a cerca de 23.
53. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um parâmetro de solubilidade na faixa de a partir de cerca de 17,1 a cerca de 24.
54. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um parâmetro de solubilidade dentro de pelo me- nos 20 por cento do parâmetro de solubilidade de referido polímero de redu- ção de arraste.
55. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um parâmetro de solubilidade dentro de pelo me- nos 4 MPa172 do parâmetro de solubilidade de referido polímero de redução de arraste.
56. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de enxofre de pelo menos cerca de 1 por cento em peso.
57. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de nitrogênio de pelo menos cerca de 1.300 ppmw.
58. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de metal na faixa de a partir de cerca de 1 a cerca de 2.000 ppmw.
59. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido hidrocarboneto líquido compreende pelo menos cerca de 15 por cento em peso de um resíduo tendo um ponto de ebulição de pelo menos cerca de 565,5°C (1.050°F), e em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de carbono de conradson na faixa de a partir de cerca de 3,5 a cerca de 45 por cento em peso.
60. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido hidrocarboneto líquido é óleo cru pesado.
61. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido polímero de redução de arraste compreende unidades de repetição dos re- síduos de C4-C20 alquila, C6-C20 arila substituído ou não-substituído, ou derivados arila-substituído C1-C10 alquila éster de ácido metacrílico ou áci- do acrílico.
62. Método, de acordo com a reivindicação 51, em que o referido polímero de redução de arraste é um copolímero compreendendo unidades de repetição dos resíduos de monômeros de metacrilato de 2-etilhexila, e os resíduos de pelo menos um outro monômero.
63. Método compreendendo: introdução de um polímero de re- dução de arraste em um hidrocarboneto líquido tendo um teor de asfalteno de pelo menos cerca de 3 por cento em peso e uma gravidade API de me- nos do que cerca de 26°, para produzir, desse modo, um hidrocarboneto lí- quido tratado, em que o referido polímero de redução de arraste compreen- de pelo menos cerca de 10.000 unidades de repetição, e em que o referido polímero de redução de arraste tem um parâmetro de solubilidade dentro de pelo menos cerca de 20 por cento do parâmetro de solubilidade de referido hidrocarboneto líquido.
64. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido polímero de redução de arraste tem um parâmetro de solubilidade dentro de pelo menos 18 por cento do parâmetro de solubilidade de referido hidrocar- boneto líquido.
65. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido polímero de redução de arraste tem um parâmetro de solubilidade na faixa de a partir de cerca de 17,5 a cerca de 23.
66. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um parâmetro de solubilidade na faixa de a partir de cerca de 17,1 a cerca de 24.
67. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido polímero de redução de arraste tem um parâmetro de solubilidade dentro de pelo menos 4 MPa1/2 do parâmetro de solubilidade de referido hidrocarbone- to líquido.
68. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de enxofre de pelo menos cerca de 1 por cento em peso.
69. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de nitrogênio de pelo menos cerca de 1.300 ppmw.
70. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de metal na faixa de a partir de cerca de 1 a cerca de 2.000 ppmw.
71. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido hidrocarboneto líquido compreende pelo menos cerca de 15 por cento em peso de um resíduo tendo um ponto de ebulição de pelo menos cerca de 565,5°C (1.050°F), e em que o referido hidrocarboneto líquido tem um teor de carbono de conradson na faixa de a partir de cerca de 3,5 a cerca de 45 por cento em peso.
72. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido hidrocarboneto líquido é óleo cru pesado.
73. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que as referi- das unidades de repetição compreendem o resíduo de um ou mais monôme- ros selecionados a partir do grupo consistindo em metacrilato de 2-etilhexila, estireno ou seus derivados, butadieno ou seus derivados, acrilatos, metacri- latos, e combinações destes.
74. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido polímero de redução de arraste compreende unidades de repetição dos re- síduos de C4-C20 alquila, C6-C20 arila substituído ou não-substituído, ou derivados arila-substituído C1-C10 alquil éster de ácido metacrílico ou ácido acrílico.
75. Método, de acordo com a reivindicação 63, em que o referido polímero de redução de arraste é um copolímero compreendendo unidades de repetição dos resíduos de monômeros de metacrilato de 2-etilhexila, e os resíduos de pelo menos um outro monômero.
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