BRPI0715457A2 - mÉtodo e aparelho para teste de formaÇço - Google Patents

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BRPI0715457A2
BRPI0715457A2 BRPI0715457-7A BRPI0715457A BRPI0715457A2 BR PI0715457 A2 BRPI0715457 A2 BR PI0715457A2 BR PI0715457 A BRPI0715457 A BR PI0715457A BR PI0715457 A2 BRPI0715457 A2 BR PI0715457A2
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BRPI0715457-7A
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Eick Niemeyer
Tobias Kischkat
Matthias Meister
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Baker Hughes Inc
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Abstract

MÉTODO E APARELHO PARA TESTE DE FORMAÇçO.Apresente invençãp refere-se a um método para conduzir uma teste de formação, que inclui prover um modelo de mudança de volume para um componente de ferramenta, e prover um programa de controle que utiliza o modelo de mudança de volume para estimar uma mudança de volume de sistema que resulta de uma mudança no componente de ferramenta durante a operação de fundo de poço . Um aparelho para conduzir um teste de formação, inclui um transportador, uma ferramenta de teste de formação, um dispositivo de medição que estima uma mudança em um componente de ferramentas durante a operação , e um processador que utiliza um modelo de mudança de volume para estimar uma mudança no componente de ferramenta durante uma operação de fundo de poço.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODO E APARELHO PARA TESTE DE FORMAÇÃO".
Antecedentes da Invenção Campo da Técnica
A presente descrição refere-se geralmente a aparelhos e méto-
dos para avaliar as formações atravessadas por um furo de poço Informações Antecedentes
Na indústria de óleo e gás, a ferramenta de teste de formação tem sido utilizada para monitorar as pressões de formação ao longo de um furo de poço, obter amostras de fluido de formação do furo de poço, e para predizer o desempenho de reservatórios ao redor do furo de poço. Tais fer- ramentas de teste de formação tipicamente contêm um corpo alongado que tem um obturador e/ou guarnição elastomérico que é vedantemente forçado contra uma zona de interesse dentro do furo de poço para coletar as amos- tras de fluido de formação dentro de câmaras de recepção colocadas dentro da ferramenta.
Os instrumentos de múltiplos testadores de fundo de poço tem sido desenvolvidos com sondas de amostragem extensíveis para acoplar a parede de furo de poço na formação de interesse para retirar as amostras de fluido da formação e para medir a pressão. Nos instrumentos de fundo de poço desta natureza, uma bomba ou pistão interno pode ser utilizado após acoplar a parede de furo de poço para reduzir a pressão na interface de for- mação do instrumento fazendo com que o fluido flua da formação para den- tro do instrumento. Sumário da Invenção
O seguinte apresenta um sumário geral de diversos aspectos da descrição de modo a prover uma compreensão básica de pelo menos alguns aspectos da descrição. Este sumário não é uma visão extensiva da descri- ção. Este não está destinado a identificar os elementos chave ou críticos da descrição ou delinear o escopo das reivindicações. O sumário seguinte a- presenta meramente alguns conceitos da descrição em uma forma geral como um prelúdio da descrição mais detalhada que segue. Um aspecto da descrição provê um método para conduzir um teste de formação, que inclui prover um modelo de mudança de volume para um componente de ferramenta, e prover um programa de controle que utiliza o modelo de mudança de volume para estimar uma mudança de volume de sistema que resulta de uma mudança no componente de ferramenta durante a operação de fundo de poço.
Outro aspecto provê um aparelho para conduzir um teste de formação, que inclui um transportador condutível para dentro de um furo de poço, uma ferramenta de teste de formação acoplada no transportador, a ferramenta de teste de formação incluindo um componente de ferramenta, um dispositivo de medição que estima uma mudança no componente de fer- ramentas durante a operação, e um processador que utiliza um modelo de mudança de volume para estimar uma mudança de volume de sistema que resulta pelo menos em parte da mudança no componente de ferramenta du- rante uma operação de fundo de poço.
Em ainda outro aspecto a descrição provê um método para con- duzir um teste de formação, que inclui conduzir um componente de ferra- menta para dentro de um furo de poço, contactar uma formação subterrânea com o componente de ferramenta para estabelecer uma comunicação fluídi- ca com a formação subterrânea, conduzir uma operação de teste de forma- ção, e estimar uma mudança de volume utilizando um modelo de mudança de volume que relaciona uma mudança de componente de ferramenta com uma mudança de volume. Breve Descrição dos Desenhos Para uma compreensão detalhada da presente descrição, refe-
rências devem ser feitas à descrição detalhada seguinte das diversas moda- lidades, tomada em conjunto com os desenhos acompanhantes, nos quais a elementos iguais foram dados números iguais, e em que:
figura 1 ilustra um exemplo não Iimitante de um aparelho de per- furação de poço;
figura 2 ilustra um exemplo não Iimitante de uma sonda extensí- vel; figura 3 ilustra um modelo de guarnição; figura 4 ilustra um exemplo não Iimitante de um método para ge- rar um modelo de guarnição;
figura 5 ilustra um exemplo não Iimitante de um método para a- valiar uma formação subterrânea;
figura 6 ilustra um exemplo não Iimitante de um aparelho de ca- bo;
figura 7 ilustra outro exemplo não Iimitante de uma sonda exten- sível;
figura 8 é um exemplo não Iimitante de um método onde um mo-
delo de mudança de volume de compressão de vedação é utilizado para es- timar uma mudança de volume de sistema;
figura 9 é um exemplo não Iimitante de um método onde um mo- delo de mudança de volume de extensão de sonda é utilizado para estimar uma mudança de volume de sistema; e
figura 10 é um exemplo não Iimitante de um método onde um modelo de mudança de volume de compressão de vedação e um modelo de mudança de volume de extensão de sonda são combinados para estimar uma mudança de volume de sistema. Descrição de Modalidades Exemplares
A figura 1 ilustra um exemplo não Iimitante de um sistema de perfuração 100 em uma disposição de medição durante a perfuração (MWD) de acordo com uma modalidade da descrição. Um guindaste 102 suporta uma coluna de perfuração 104, a qual pode ser um tubo espiral ou um tubo de perfuração. A coluna de perfuração 104 pode carregar um conjunto de fundo de furo (BHA) 106 e uma ponta de broca 108 a uma extremidade mais distante da coluna de perfuração 104 para perfurar um furo 110 através de formações terrestres.
As operações de perfuração de acordo com diversas modalida- des pode incluir bombear um fluido de perfuração ou "lama" de um poço de lama 122, e utilizar um sistema de circulação 124, que circula a lama através de um furo interno da coluna de perfuração 104. A lama sai da coluna de perfuração 104 na ponta de broca 108 e retorna para a superfície através de um espaço anular entre a coluna de perfuração 108 e a parede interna do furo de poço 110. O fluido de perfuração está projetado para prover a pres- são hidrostática que é maior do que a pressão de formação para evitar as erupções. O fluido de perfuração pressurizado pode ainda ser utilizado para acionar um motor de perfuração e pode prover lubrificação para vários ele- mentos da coluna de perfuração.
Em uma modalidade não limitante, subs 114 e 116 podem ser posicionados conforme desejado ao longo da coluna de perfuração 104. Como mostrado, um sub 116 pode estar incluído como parte do BHA 106. Cada sub 114, 116 pode incluir um ou mais componentes 118 adaptados para prover os testes de formação enquanto perfurando ("FTWD") e/ou fun- ções relativas a parâmetros de perfuração. O sub 114 pode ser utilizado pa- ra obter os parâmetros de interesse relativos à formação, ao fluido de forma- ção, ao fluido de perfuração, às operações de perfuração e qualquer combi- nação desejada. As características medidas para obter o parâmetro de inte- resse desejado podem incluir a pressão, a taxa de fluxo, a resistividade, o dielétrico, a temperatura, as propriedades óticas, o azimute de ferramenta, a inclinação de ferramenta, a rotação de ponta de broca, o peso sobre a broca, etc. Estas características podem ser processadas por um processador (não mostrado) de fundo de poço para determinar o parâmetro desejado. Os si- nais indicativos do parâmetro podem então ser transmitidos para a superfície através de um transmissor 112. O transmissor 112 pode estar localizado dentro do BHA 106 ou em outra localização sobre a coluna de perfuração 104. Estes sinais podem também, ou em alternativa, ser armazenados no fundo de poço em um dispositivo de armazenamento de dados e podem também ser processados e utilizados no fundo de poço para o geodirecio- namento ou para qualquer outro propósito de fundo de poço adequado. Em um exemplo, um tubo com fios pode ser utilizado para transmitir as informa- ções.
Um exemplo não limitante de um componente 118 do sub 116 pode incluir uma sonda de amostragem de fluido que tem uma vedação que é mecanicamente pressionada contra a formação adjacente ao furo de poço. Em um exemplo a vedação pode ser uma guarnição de borracha durável, a guarnição sendo pressionada forte o bastante para formar uma vedação hi- dráulica. A guarnição tem uma abertura ou orifício, a qual pode ser suporta- da por um tubo interno. O tubo pode ser de metal, cerâmica ou qualquer ou- tro material útil para um tubo interno de suporte. O orifício e um conduto den- tro da sonda provêem uma comunicação de fluido entre a formação e uma câmara de amostra que, por sua vez, pode ser conectada a uma bomba ou pistão que opera para diminuir a pressão na sonda presa. Quando a pressão dentro da sonda é diminuída abaixo da pressão dos fluidos de formação, os fluidos de formação são aspirados através da sonda para dentro do instru- mento.
A figura 2 ilustra um exemplo não Iimitante de uma sonda exten- sível 200, a qual pode ser utilizada como um subcomponente em uma ferra- menta de fundo de poço tal como o aparelho acima descrito e mostrado na figura 1. A sonda 200 pode estar incorporada em um BHA 106 como um subcomponente 118. Continuando com a figura 2, um corpo de sonda 202 tem uma cavidade interna 220 que aloja um pistão 216. O pistão 216 pode incluir uma estrutura que forma uma região anular 218 em comunicação de fluido com um orifício inferior de aspiração 214 no corpo 202. Os orifícios de controle 212 são utilizados para conduzir a pressão hidráulica para alternar o pistão 216 dentro da cavidade.
A sonda 200 pode ser hidraulicamente extensível para acoplar uma parede de furto de poço 206 ou a ferramenta inteira pode ser forçada contra a parede 206 utilizando pistões não mostrados localizados em um lado da ferramenta oposto ao lado de guarnição da ferramenta.
Uma guarnição 204 opera como um membro de vedação entre a sonda 200 e a parede de furo de poço 206. A guarnição 204 inclui um orifício 208 para permitir que o fluido de formação entre na sonda 200. Um inserto 210 pode ser utilizado para manter um diâmetro interno do orifício 208 con- forme a guarnição 204 é forçada contra a parede de furo de poço 206. O controle hidráulico para aplicar uma força de guarnição F para vedar a fer- ramenta contra a parede de furo de poço pode ser isolada das linhas de con- trole hidráulico utilizadas para a amostragem de fluido e o movimento do pis- tão 216. Deste modo, a sonda pode ser movida sem afetar o volume de a- mostra dentro da ferramenta. Um volume de teste dentro da ferramenta é relativamente pequeno e durante um teste de pressão ou outros testes sen- síveis nos quais uma mudança de volume poderia afetar os testes, uma de- formação da guarnição 204 pode mudar o volume interno o suficiente para afetar os resultados de teste. Em alguns exemplos, outras configurações de sonda de extensão podem ser utilizadas onde ou o movimento de guarnição ou o movimento de extensão de pistão pode afetar o volume de sistema in- terno. Determinando e/ou estimando como a guarnição é afetada pela força de vedação ajuda a caracterizar o efeito de deformação de guarnição o qual poderia ocorrer durante tais testes. Do mesmo modo, determinando e/ou estimando o movimento do pistão ajuda a caracterizar o efeito de movimento de pistão durante o teste.
A figura 4 ilustra um método 400 de caracterizar uma ferramenta de teste de formação para formar um modelo de guarnição. Referindo à figu- ra 3 e à figura 4, um membro de vedação de ferramenta é modelado por tes- te ou análise durante a fabricação para determinar as características de ma- terial dados os parâmetros de ferramenta selecionados e as condições de operação de fundo de poço esperadas, tal como a temperatura. Em um e- xemplo não Iimitante da figura 3, a deformação de material de guarnição "d" pode ser traçada em relação à força "F" mostrada em quilo-Newtons kN, a qual é aplicada no material de guarnição como mostrado no gráfico 300. O gráfico 300 simula o efeito sobre a guarnição da força utilizada para vedar a guarnição contra a parede de furo de poço. Como mostrado, poderia espe- rar-se que um efeito de histerese pudesse fazer com que uma primeira curva 302 fosse associada com uma força aplicada crescente e uma segunda cur- va 304 associada com uma força aplicada decrescente. A deformação está mostrada em milímetros (mm) e pode ser estimada no fundo de poço por qualquer dispositivo de medição adequado.
Continuando com a figura 4, o método inclui armazenar o mode- Io de guarnição 402 e prover um programa de controle de parâmetro de teste 404 que utiliza o modelo de guarnição. Em uma modalidade, o modelo de guarnição pode ser utilizado para corrigir um cálculo de volume de sistema. Em outra modalidade, o modelo de guarnição pode ser utilizado como uma parte de controle ativo para a ferramenta de teste. Em ainda outra modalida- de, o modelo de guarnição pode ser utilizado para uma combinação de con- trole de ferramenta e corrigir os cálculos de volume de sistema.
Em um exemplo não limitante, uma modalidade inclui testar uma guarnição a diversas temperaturas e aplicar uma força variável na guarnição em cada uma das diversas temperaturas para gerar um modelo de guarni- ção para diversas temperaturas, o que pode ser o caso para diversas pro- fundidades dentro de um furo de poço. Em outro exemplo não limitante, o modelo de guarnição pode ser gerado para incluir uma ou mais pressões ambientes além da força variável. Em um aspecto, o modelo de guarnição está armazenado em um dispositivo de memória a ser disposto na ferramen- ta para utilização de fundo de poço do modelo. Em outro aspecto não limi- tante o modelo pode estar armazenado em um meio legível por computador e utilizado na superfície, como no caso, por exemplo, de uma ferramenta de cabo.
Como mencionado, o método pode ainda incluir prover um pro-
grama de controle de parâmetro de teste que utiliza o modelo de guarnição. Em um exemplo não limitante um programa de controle de parâmetro de teste pode ser um conjunto de instruções armazenadas em um dispositivo de memória e dispostas na ferramenta para o controle de fundo de poço da ferramenta. Em outro aspecto não limitante, o programa de controle de pa- râmetro de teste pode ser um conjunto de instruções armazenadas em um meio legível por computador e utilizadas na superfície, como no caso, por exemplo, de uma ferramenta de cabo. O programa de controle pode ser utili- zado durante a operação para controlar a ferramenta de teste de formação quando a guarnição utilizada para vedar contra a parede de furo de poço é deformada devido à compressão da guarnição. O programa pode ser utiliza- do para corrigir uma mudança de volume de amostra causada pela com- pressão de guarnição. Do mesmo modo, uma mudança na parede de furo de poço que reduz a compressão de guarnição pode ser detectada utilizando o dispositivo de medição tal como um sensor de pressão ou um sensor de deslocamento de extensão. Em um exemplo não limitante, a extensão de sonda pode ser medida para estimar a deformação de guarnição também referida como compressão de guarnição. Então a mudança em volume pode ser controlada durante o teste de pressão para ajudar a assegurar que um volume de sistema constante seja mantido, ou reunir as informações para correlacionar a mudança de volume com os resultados de dados de teste ou uma combinação de ambos.
A figura 5 ilustra um método 500 para testar uma formação sub- terrânea. Um membro de vedação ou guarnição é vedado contra uma pare- de de furo de poço 502 e uma comunicação fluídica é estabelecida com a parede de furo de poço 504. Durante um teste de avaliação de formação, tal como um teste de pressão de formação, o movimento de guarnição na forma de deformação ou de compressão é estimado 506 e um parâmetro de teste é controlado utilizando o movimento de guarnição estimado 508. O movi- mento de guarnição pode ser compressivo como em um movimento de com- pressão, ou o movimento de guarnição pode ser uma expansão onde uma força de guarnição reduzida permite que a guarnição relaxe.
Em um exemplo não limitante, o movimento de guarnição devido à compressão e ao relaxamento é estimado utilizando um modelo de guarni- ção tal como o modelo de guarnição acima descrito e mostrado na figura 3. Em uma modalidade não limitante, o parâmetro de teste controlado pode incluir o movimento do pistão de aspiração. Em outro exemplo não limitante, o parâmetro de teste controlado pode incluir a pressão de guarnição.
A presente descrição não está limitada a modalidades durante a perfuração. Na figura 6 por exemplo, uma ferramenta de medição 600 está mostrada disposta dentro de um furo de poço 614 e suportada por um cabo 612. A ferramenta 600 pode ser centralizada dentro do furo 614 por centrali- zadores 630. O cabo 612 pode ser suportado por uma roda de polia 618 dis- posta em uma plataforma de perfuração 616 e pode ser enrolado sobre um tambor 620 para abaixar ou levantar a ferramenta 600 dentro do furo de po- ço. O cabo 612 pode compreender um cabo de múltiplos condutores que tem condutores elétricos para carregar os sinais elétricos e a energia da su- perfície para a ferramenta 600 e para transmitir os dados medidos pela fer- ramenta para a superfície para processamento. O cabo 612 pode ser inter- conectado a um circuito de interface de telemetria 622 e a uma unidade de aquisição de superfície 624.
No exemplo não Iimitante da figura 6, a ferramenta de cabo 600 pode incluir uma sonda extensível 610 que tem um membro ou guarnição de vedação de elastômero 608 em uma extremidade mais distante da sonda extensível. Tal sonda pode ser similar à sonda 200 acima descrita e mostra- da na figura 2. Em um aspecto não limitante, a guarnição 608 pode ser mo- delada como acima descrito e mostrado nas figuras 3 e 4. Em outro aspecto não limitante, a ferramenta 600 pode ser utilizada para avaliar uma formação subterrânea em um modo similar como acima descrito e mostrado na figura 5.
A figura 7 ilustra esquematicamente outro exemplo não limitante de uma sonda extensível 700 que pode ser utilizada em diversas modalida- des da descrição e é útil nas operações de amostragem de fluido e teste de formação de fundo de poço. No exemplo da figura 7, a sonda extensível 700 está mostrada em uma posição estendida. Uma guarnição 204 similar à guarnição 204 acima descrita e mostrada na figura 2 está disposta sobre uma extremidade de um pistão 704. A guarnição 204 é pressionada contra a parede de furo de poço 726 pelo pistão 704. Um orifício 208 na guarnição 204 provê uma comunicação de fluido entre a sonda 700 e a formação que está sendo testada. Um conduto de fluido de formação 702 estende axial- mente através do pistão 704. O conduto de fluido de formação 702 estende do orifício 208 através do pistão 704. Uma bomba de aspiração 706 está em comunicação com o conduto de fluido de formação 702, e a bomba de aspi- ração 706 pode ser utilizada para reduzir a pressão no orifício 208 para for- çar o fluido de formação da formação para dentro do conduto de fluido de formação 702. No exemplo da figura 7, o pistão 704 está alojado dentro de um alojamento 708 que tem uma cavidade interna 710. O pistão 704 move den- tro da cavidade 710 pela utilização de uma bomba de extensão de pistão 712 que está em comunicação de fluido com a cavidade 710. Outros disposi- tivos de extensão de pistão, tais como os dispositivos mecânicos, elétricos e/ou os dispositivos eletromecânicos podem ser utilizados e estão conside- rados dentro do escopo da descrição. Um fluido hidráulico 714 é bombeado para dentro da cavidade 710 pela bomba de extensão 712, e a pressão hi- dráulica dentro da cavidade 710 opera sobre o pistão 704 para recuar ou estender o pistão 704 como mostrado.
O movimento do pistão 704 em diversas disposições de sonda pode causar uma mudança de volume conseqüente no percurso de fluido de formação como indicado pela seta 714. Esta porção do percurso de fluido de formação pode ser parte do volume de sistema Vsys que é utilizado para di- versas operações de teste. No exemplo mostrado, o conduto de fluido de formação 702 está em comunicação com uma porção de alojamento de fer- ramenta 716. A porção de alojamento de ferramenta 716 inclui uma cavidade interna 718 dentro da qual o conduto de fluido de formação 702 alterna. Ve- dações 720 podem ser utilizadas para impedir o vazamento de fluido de for- mação pressurizado através do espaço anular entre a porção de alojamento de ferramenta 716 e o conduto de fluido de formação 702.
O movimento do pistão 704, como indicado pela seta 722, pode ser detectado utilizando qualquer número de técnicas. Em diversas modali- dades não limitantes, o movimento de pistão é estimado utilizando um sen- sor 724 adequado. O sensor 724 pode ser um ou mais de um sensor de pressão, um sensor de força, um sensor de deslocamento ou qualquer outro sensor útil para estimar o movimento do pistão 704.
O movimento de pistão estimado pode ser utilizado juntamente com os parâmetros de volume de sistema conhecidos para estimar uma mu- dança em Vsys devido ao movimento do pistão. Em uma modalidade, uma área de seção transversal do conduto de fluido de formação 702 pode ser utilizada com o movimento de pistão estimado para estimar uma mudança de volume como aquela indicada em 714. É claro, outras configurações de pistão podem incluir um volume interno que é afetado pelo movimento de pistão e as quais podem não incluir uma mudança no conduto de fluido de formação 702 como aqui descrito. Aqueles versados na técnica com o bene- fício da presente descrição reconhecerão que qualquer volume interno afe- tado pelo movimento de pistão está dentro do escopo da descrição.
A figura 8 é um exemplo não limitante de um método onde um modelo de mudança de volume de compressão de vedação 802 é utilizado para estimar uma mudança de volume de sistema. O método 800 inclui ve- dar uma guarnição contra uma parede de furo de poço 804 e estabelecer uma comunicação de fluido com a parede de furo de poço 806. O método 800 inclui estimar a compressão de guarnição com base pelo menos em par- te na pressão de guarnição 808. Uma mudança de volume de sistema pode ser estimada 810 com base em parte na compressão de guarnição estima- da. Em um exemplo, a mudança de volume estimada pode ser utilizada para controlar um parâmetro de teste 812. Em um exemplo, a mudança de volu- me estimada pode ser utilizada para calcular um fator de correção para as operações de teste de formação 814. Em ainda outro exemplo, a mudança de volume estimada pode ser utilizada para controlar um parâmetro de teste 812 além de calcular um fator de correção para as operações de teste de formação 814. A utilização do método 800 permite utilizar a mudança de vo- lume para resultados de dados de teste corretos ou para controlar o volume de sistema para manter um volume de sistema constante ou uma combina- ção de ambos.
A figura 9 é um exemplo não limitante de um método 900 onde
um modelo de mudança de volume de extensão de sonda 902 é utilizado para estimar uma mudança de volume de sistema. O método 900 inclui ve- dar uma guarnição contra uma parede de furo de poço 904 e estabelecer uma comunicação de fluido com a parede de furo de poço 906. O método 900 inclui estimar uma extensão de sonda 908. Uma mudança de volume de sistema pode ser estimada 910 com base em parte na extensão de sonda estimada. Em um exemplo, a mudança de volume estimada pode ser utiliza- da para controlar um parâmetro de teste 912. Em um exemplo, a mudança de volume estimada pode ser utilizada para calcular um fator de correção para as operações de teste de formação 914. Em ainda outro exemplo, a mudança de volume estimada pode ser utilizada para controlar um parâme- tro de teste 912 além de calcular um fator de correção para as operações de teste de formação 914. A utilização do método 900 permite utilizar a mudan- ça de volume para corrigir os resultados de dados de teste ou para controlar o volume de sistema para manter um volume de sistema constante ou uma combinação de ambos. A figura 10 é um exemplo não Iimitante de um método 1000 on-
de um modelo de mudança de volume de compressão de vedação 802 e um modelo de mudança de volume de extensão de sonda 902 são combinados para estimar uma mudança de volume de sistema. O método 1000 inclui ve- dar uma guarnição contra uma parede de furo de poço e estabelecer uma comunicação de fluido com a parede de furo de poço como acima discutido para as respectivas modalidades de método 800, 900. Uma mudança de volume de sistema pode ser estimada 1002 com base em parte utilizando o movimento de sonda estimado e o modelo de mudança de volume de exten- são de sonda 902 e baseado em parte na deformação de guarnição e no modelo de mudança de volume de compressão de vedação 802. Em um e- xemplo, a mudança de volume estimada pode ser utilizada para controlar um parâmetro de teste 1004. Em um exemplo, a mudança de volume estimada pode ser utilizada para calcular um fator de correção para as operações de teste de formação 1006. Em ainda outro exemplo, a mudança de volume estimada pode ser utilizada para controlar um parâmetro de teste 1004 além de calcular um fator de correção para as operações de teste de formação 1006. A utilização do método 1000 permite utilizar a mudança de volume para resultados de dados de teste corretos ou para controlar o volume de sistema para manter um volume de sistema constante ou uma combinação de ambos.
Tendo acima descrito os diversos aspectos da descrição, al- guém versado na técnica apreciará diversas modalidades específicas aqui descritas. Como exemplo e não para limitar a descrição, diversas modalida- des específicas estão abaixo providas.
Em uma modalidade específica, um método para conduzir um teste de formação inclui prover um modelo de mudança de volume para um componente de ferramenta, e prover um programa de controle que utiliza o modelo de mudança de volume para estimar uma mudança de volume de sistema que resulta de uma mudança no componente de ferramenta durante uma operação de fundo de poço.
Em outra modalidade, um método para conduzir um teste de formação inclui armazenar um ou mais de um modelo de mudança de volu- me e um programa de controle em um meio legível por computador.
Em outra modalidade, um método para conduzir um teste de formação inclui armazenar um ou mais de um modelo de mudança de volu- me e um programa de controle em um meio legível por computador e dispor o meio legível por computador em um sub de teste de formação. Em um as- pecto, o sub de teste de formação pode ser conduzido sobre um ou mais de um sub de teste de formação de cabo, e um sub de teste de formação du- rante a perfuração.
Em outra modalidade específica, um método para conduzir um teste de formação inclui prover um modelo de mudança de volume que com- preende um modelo de vedação, o modelo de vedação relativo a uma mu- dança de volume de sistema à deformação de vedação.
Em outra modalidade específica, um método para conduzir um teste de formação inclui prover um modelo de mudança de volume que com- preende um modelo de sonda relativo a uma mudança de volume de sistema ao movimento de sonda.
Em outra modalidade específica, um método para conduzir um teste de formação inclui prover um modelo de mudança de volume que com- preende uma combinação de um modelo de vedação e um modelo de son- da, o modelo de vedação e o modelo de sonda relativos a uma mudança de volume de sistema à respectiva deformação de vedação e movimento de sonda. Em uma modalidade específica, um aparelho para conduzir um teste de formação inclui um transportador condutível para dentro de um furo de poço, uma ferramenta de teste de formação acoplada no transportador, a ferramenta de teste de formação incluindo um componente de ferramenta, um dispositivo de medição que estima uma mudança no componente de fer- ramentas durante a operação, e um processador que utiliza um modelo de mudança de volume para estimar uma mudança de volume de sistema que resulta pelo menos em parte da mudança no componente de ferramenta du- rante uma operação de fundo de poço. Em uma modalidade específica, um aparelho para conduzir um
teste de formação inclui um
controlador que controla uma operação de teste que utiliza uma mudança de volume de sistema estimada.
Em outra modalidade específica, um aparelho para conduzir um teste de formação inclui uma sonda de amostragem de fluido de formação extensível, onde uma mudança de componente de ferramenta estimada in- clui uma extensão da sonda de amostragem de fluido de formação.
Em outra modalidade, um aparelho para conduzir um teste de formação inclui um componente de ferramenta que compreende uma veda- ção que acopla uma formação subterrânea, onde uma mudança de compo- nente de ferramenta estimada inclui uma deformação da vedação.
Em ainda outro aspecto de um aparelho para conduzir um teste de formação é uma ferramenta de teste de formação que compreende uma sonda de amostragem de fluido de formação extensível que tem um membro de vedação disposto sobre uma extremidade mais distante da sonda de a- mostragem de fluido de formação, onde uma mudança de componente de ferramenta estimada inclui uma extensão da sonda de amostragem de fluido de formação em combinação com uma deformação da vedação.
Em uma modalidade específica, um aparelho para conduzir um teste de formação inclui uma ferramenta de teste de formação que compre- ende uma sonda de amostragem de fluido de formação extensível que tem uma vedação disposta sobre uma extremidade mais distante da sonda de amostragem de fluido de formação e um dispositivo de medição medindo uma ou mais de i) uma distância relativa a uma extensão da sonda de amos- tragem de fluido de formação, ii) uma força exercida sobre a vedação, e iii) uma pressão hidráulica utilizada para estender a sonda de amostragem de fluido de formação.
Em outra modalidade, um aparelho para conduzir um teste de formação inclui um controlador controla uma ou mais de uma bomba de as- piração de fluido de formação e uma bomba de extensão da sonda.
Em um aspecto o transportador compreende pelo menos um de um tubo de perfuração, um tubo com fios, um tubo espiral, e um cabo.
Em uma modalidade específica, um método para conduzir um teste de formação inclui conduzir um componente de ferramenta para dentro de um furo de poço, contactar uma formação subterrânea com o componen- te de ferramenta para estabelecer uma comunicação fluídica com a forma- ção subterrânea, conduzir uma operação de teste de formação, e estimar uma mudança de volume utilizando um modelo de mudança de volume que relaciona uma mudança de componente de ferramenta a uma mudança de volume.
Em uma modalidade específica, um método para conduzir um teste de formação inclui utilizar uma vedação que contacta a formação sub- terrânea, onde um modelo de mudança de volume compreende um modelo de vedação, o modelo de vedação relativo a uma mudança de volume de sistema para deformação de vedação.
Em outra modalidade específica, um método para conduzir um teste de formação inclui utilizar um componente de ferramenta que tem uma sonda que tem uma vedação a uma extremidade mais distante para contac- tar uma formação subterrânea, onde um modelo de mudança de volume compreende um modelo de sonda relativo a uma mudança de volume de sistema a um movimento de sonda. Em outra modalidade específica, um método para conduzir um
teste de formação inclui utilizar um componente de ferramenta que tem uma sonda que tem uma vedação a uma extremidade mais distante para contac- tar uma formação subterrânea, onde um modelo de mudança de volume compreende uma combinação de um modelo de vedação e um modelo de sonda, o modelo de vedação e o modelo de sonda relativos a uma mudança de volume de sistema à respectiva deformação de vedação e movimento de sonda.
Em diversas outras modalidades, um método para conduzir um teste de formação inclui estimar um fator de correção para corrigir as infor- mações de teste de formação, o fator de correção sendo baseado pelo me- nos em parte na mudança de volume de sistema estimado. Em outro aspec- to um método inclui controlar um parâmetro de teste e estimar um fator de correção para corrigir as informações de teste de formação, o controle e o fator de correção sendo baseados pelo menos em parte na mudança de vo- lume de sistema estimada. Em outra modalidade um modelo de mudança de volume compreende uma resposta estimada de um material de membro de vedação para um parâmetro de fundo de poço. Em outra modalidade um parâmetro de fundo de poço compreende uma ou mais de i) uma distância relativa a uma extensão do membro de vedação, ii) uma força exercida so- bre o membro de vedação, e iii) uma pressão hidráulica utilizada para esten- der o membro de vedação para contactar a formação subterrânea. A presente descrição deve ser considerada como ilustrativa ao
invés de limitando o escopo ou a natureza das reivindicações abaixo. Nume- rosas modificações e variações ficarão aparentes para aqueles versados na técnica após estudar a descrição, incluindo a utilização de substitutos fun- cionais e/ou estruturais equivalentes para os elementos aqui descritos, a utilização de acoplamentos funcionais equivalentes para os acoplamentos aqui descritos, e/ou a utilização de ações funcionais equivalentes para as ações aqui descritas. Tais variações insubstanciais devem ser consideradas dentro do escopo das reivindicações abaixo.
Dada a descrição acima de conceitos gerais e diversas modali- dades específicas, o escopo de proteção é definido pelas reivindicações a- nexas a esta. As reivindicações emitidas não devem ser consideradas como limitando o direito do Depositante de reivindicar, mas um assunto não ainda literalmente reivindicado por meio de um ou mais pedidos adicionais que incluem aqueles depositados em conformidade com as leis dos Estados U- nidos e/ou tratados internacionais.

Claims (17)

1. Aparelho para conduzir um teste de formação, que compreen- de: um transportador condutível para dentro de um furo de poço; uma ferramenta de teste de formação acoplada no transporta- dor, a ferramenta de teste de formação incluindo uma vedação que encaixa uma parede do furo de poço; um dispositivo de medição que estima uma mudança na veda- ção durante a operação; e um processador que utiliza um modelo de vedação para estimar uma mudança de volume de sistema que resulta pelo menos em parte da mudança na vedação durante a operação de fundo de poço.
2. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, compreendendo adicionalmente um controlador que controla uma operação de teste que uti- Iiza a mudança de volume de sistema estimada.
3. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que a ferra- menta de teste de formação compreende uma sonda de amostragem de flui- do de formação extensível, a vedação sendo uma vedação de almofada disposta sobre a sonda de amostragem de fluido de formação.
4. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que a mudança na vedação inclui uma deformação da vedação.
5. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que a ferra- menta de teste de formação compreende uma sonda de amostragem de flui- do de formação extensível, em que a vedação é disposta sobre uma extre- midade mais distante da sonda de amostragem de fluido de formação, a mudança de volume do sistema estimada sendo baseada em parte em uma extensão da sonda de amostragem de fluido de formação em combinação com uma deformação da vedação.
6. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que a ferra- menta de teste de formação compreende uma sonda de amostragem de flui- do de formação extensível que tem a vedação disposta sobre uma extremi- dade mais distante da sonda de amostragem de fluido de formação, o dispo- sitivo de medição medindo uma ou mais de i) uma distância relativa a uma extensão da sonda de amostragem de fluido de formação, ii) uma força e- xercida sobre a vedação, e iii) uma pressão hidráulica utilizada para esten- der a sonda de amostragem de fluido de formação.
7. Aparelho de acordo com a reivindicação 2, em que o controla- dor controla uma ou mais de uma bomba de aspiração de fluido de formação e uma bomba de extensão da sonda.
8. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que o transpor- tador compreende pelo menos um de um tubo de perfuração, um tubo com fios, um tubo espiral, e um cabo.
9. Método para conduzir um teste de formação, que compreen- de: conduzir uma ferramenta em um furo de poço; contactar uma formação subterrânea com uma vedação disposta na ferramenta para estabelecer uma comunicação fluídica com a formação subterrânea; conduzir uma operação de teste de formação; e estimar uma mudança de volume utilizando um modelo de veda- ção que relaciona uma deformação de vedação com um volume de sistema.
10. Método de acordo com a reivindicação 9, em que a ferra- menta inclui uma sonda, a vedação sendo disposta em uma extremidade mais distante da sonda para contactar a formação subterrânea, o método compreendendo adicionalmente relacionar a mudança de volume com o movimento de sonda.
11. Método de acordo com a reivindicação 9, em que conduzir uma ferramenta para dentro de um furo de poço compreende utilizar um ou mais de um tubo de perfuração, um tubo com fios, um tubo espiral, e um ca- bo.
12. Método de acordo com a reivindicação 9, ainda compreen- dendo controlar um parâmetro de teste com base em pelo menos em parte na mudança de volume estimada.
13. Método de acordo com a reivindicação 9, ainda compreen- dendo estimar um fator de correção para corrigir as informações de teste de formação, o fator de correção sendo baseado pelo menos em parte na mu- dança de volume estimada.
14. Método de acordo com a reivindicação 9, ainda compreen- dendo controlar um parâmetro de teste e estimar um fator de correção para corrigir as informações de teste de formação, o controle e o fator de correção sendo baseados pelo menos em parte na mudança de volume estimada.
15. Método de acordo com a reivindicação 9, em que o modelo de vedação compreende uma resposta estimada de um material de vedação para um parâmetro de fundo de poço.
16. Método de acordo com a reivindicação 15, em que o parâ- metro de fundo de poço compreende uma ou mais de i) uma distância relati- va a uma extensão da vedação, ii) uma força exercida sobre a vedação, e iii) uma pressão hidráulica utilizada para estender a vedação para contactar a formação subterrânea.
17. Método de acordo com a reivindicação 12, em que controlar o parâmetro de teste inclui controlar uma ou mais de uma bomba de aspira- ção de fluido de formação e uma bomba de extensão da sonda.
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