BRPI0715743A2 - mÉtodo de tratar depàsitos de sulfeto de cobre em um aparelho elÉtrico pelo uso de agentes oxidantes - Google Patents

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Abstract

MÉTODO DE TRATAR DEPàSITOS DE SULFETO DE COBRE EM UM APARELHO ELÉTRICO PELO USO DE AGENTES OXIDANTES. A presente invenção refere-se a um método para tratar depósitos de sulfeto de cobre em materiais e superfícies que estão em contato com o óleo isolante elétrico no interior de um aparelho elétrico, em que uma quantidade substancial do óleo isolante elétrico, normalmente presente no dito aparelho elétrico foi removida. O sulfeto de cobre é submetido a tratamento com um agente oxidante que causa uma reação com os depósitos de sulfeto de cobre. O agente oxidante pode compreender qualquer composto da lista: dióxido de cloro, um ácido peróxi ou ozônio.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODO DE TRATAR DEPÓSITOS DE SULFETO DE COBRE EM UM APARELHO E- LÉTRICO PELO USO DE AGENTES OXIDANTES".
ÁREA TÉCNICA
A presente invenção refere-se a um método de tratar depósitos
de sulfeto de cobre presentes em camadas isolantes elétricas em um apare- lho elétrico.
ANTECEDENTES TÉCNICOS
Os óleos isolantes são usados em um número de diferentes apa- relhos no campo de transmissão de energia elétrica e geração de energia elétrica, por exemplo, transformadores de energia, transformadores de dis- tribuição, conversores de tomada, mecanismo de distribuição e reatores. O óleo isolante é usualmente um óleo mineral altamente refinado que é estável em altas temperaturas e tem excelentes propriedades de isolamento elétrico. As funções do óleo são isolar eletricamente os condutores no aparelho, su- primir a coroa e centelhamento, e servir como um refrigerante dos conduto- res no aparelho elétrico.
Esses óleos isolantes elétricos muitas vezes contêm traços de compostos de enxofre reativos, por exemplo, tióis (também conhecidos co- mo mercaptanos), que podem reagir com cobre, formando mercaptetos de cobre. Os mercaptetos de cobre podem adicionalmente se decompor, levan- do à formação de sulfeto de cobre (I), CU2S.
Um percurso de reação poderia ser como mostrado abaixo: Cu2O + 2 RSH => 2 CuSR + H2O 2 CuSR => Cu2S + RSR
em que RSH é um tiol, -SH é um grupo tiol (ou mercaptano), -R é um grupo alquila e RSR é um tioéter.
Outros orgânicos de enxofre, especialmente sulfetos, podem também ser ativos, tanto por reação direta com o cobre quanto via conver- são para tióis.
O sulfeto de cobre é insolúvel em óleo e pode formar depósitos em superfícies e materiais em contato com os óleos isolantes elétricos no interior do aparelho elétrico. Por exemplo, grandes bobinas do transformador de energia são ainda na maioria isoladas com papel, madeira, e óleo e em- bora esses materiais tenham sido usados por mais de 100 anos, eles ainda fornecem um bom balanço de economia e performance.
O sulfeto de cobre é um semicondutor elétrico e a formação de
um depósito semicondutor nas superfícies e materiais no aparelho elétrico pode degradar ou interromper a operação do aparelho.
Se o sulfeto de cobre semicondutor é depositado no material de isolamento (usualmente material de celulose, por exemplo, papel) usado pa- ra cobrir os condutores de cobre no aparelho elétrico, isso pode levar a uma degradação nas propriedades de isolamento do material isolante que pode- ria levar a vazamento de correntes ou curtos-circuitos. Os depósitos de sul- feto de cobre semicondutor em superfícies de materiais isolantes sólidos (tal como madeira, cerâmica, e papelão) dentro do aparelho elétrico podem tam- bém criar problemas similares.
Os depósitos de sulfeto de cobre semicondutor em superfícies de condutores podem criar problemas, especialmente se os depósitos forem formados nas superfícies do conector.
No simpósio CIGRE 2005 em Moscou "Corrosão de óleo e de- posição de Cu2S em Transformadores de Energia"; Bengtsson et al. descre- ve os resultados de análise de falha e uma reprodução em laboratório dos depósitos de sulfeto de cobre Cu2S em superfícies e materiais nos transfor- madores de energia.
W02005115082 intitulado "Método para remover enxofre reativo de óleo isolante" descreve um método para remover compostos que contêm enxofre de óleo isolante através da exposição do óleo a pelo menos um ma- terial sequestrante de enxofre e expondo o óleo a pelo menos um solvente polar.
O método em W02005115082 foi desenvolvido para tratar o ó- Ieo isolante elétrico já presente em um aparelho elétrico por remoção dos compostos contendo enxofre no óleo no exterior do aparelho elétrico que impede adicionais deposições de sulfeto de cobre em materiais e superfícies dentro do aparelho elétrico. Até esta data não existe sugestão de como tratar o sulfeto de cobre que já foi depositado em superfícies e materiais no interior do aparelho elétrico. Atualmente, a única solução para remoção das deposi- ções de sulfeto de cobre no papel isolante usado para cobrir condutores de cobre é remover o papel velho e substitui-lo com novo papel isolante.
JP200131108 descreve como os compostos de enxofre em ó- Ieos isolantes elétricos podem ser removidos antes do uso em um aparelho elétrico pela armazenagem do óleo em um reservatório contendo cobre ou ligas de cobre. Os compostos de enxofre no óleo reagem com o cobre e são, por conseguinte, capturados e removidos do óleo antes do uso no aparelho elétrico.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Uma modalidade da presente invenção é fornecer um método por meio do qual os depósitos de sulfeto de cobre semicondutores em mate- riais e superfícies no interior do um aparelho elétrico são tratados com um agente oxidante onde uma quantidade substancial de óleo isolante no apare- lho elétrico foi removida.
Uma modalidade da presente invenção é alcançada por meio do método definido inicialmente, caracterizado pelo fato de que um agente oxi- dante reage com os ditos depósitos de sulfeto de cobre em materiais e su- perfícies no interior de um aparelho elétrico e a reação transforma os depósi- tos de sulfeto de cobre para compostos que são eletricamente menos condu- tores. O sulfeto de cobre é um semicondutor e a formação de um depósito semicondutor no material isolante pode levar a uma degradação das propri- edades isolantes do material isolante e sistema de óleo que poderia levar a curtos-circuitos no aparelho elétrico. Esses curtos-circuitos podem ser impe- didos pela remoção do sulfeto de cobre do material isolante ou pela trans- formação do sulfeto de cobre para compostos com condutividade inferior.
Em uma modalidade da presente invenção, o dito agente oxidan- te compreende dióxido de cloro, CIO2.
Em uma outra modalidade da presente invenção, o dito agente oxidante compreende um ácido peróxi (R-O3H). Em uma outra modalidade da presente invenção, o dito ácido peróxi compreende ácido peracético, C2H4O3.
Em uma outra modalidade da presente invenção, o dito ácido peróxi compreende ácido perfórmico, CH2O3.
Em uma outra modalidade da presente invenção, o dito agente
oxidante compreende ozônio, O3.
Os materiais que são para serem tratados no interior do apare- lho elétrico pelo presente método compreendem qualquer um do grupo: pa- pel, papelão, madeira e outros materiais isolantes sólidos/fibrosos em conta- to com o óleo isolante elétrico.
As superfícies que são para serem tratadas no interior do apare- lho elétrico pelo presente método compreendem qualquer uma do grupo de: condutores isolados, condutores expostos, núcleo magnético e outras super- fícies sólidas em contato com o óleo isolante elétrico. De acordo com uma modalidade da invenção, é fornecido um
método que adicionalmente compreende a etapa de pré-tratar os depósitos de sulfeto de cobre com um agente de substituição antes do tratamento com o agente oxidante.
O agente de substituição reage com os depósitos de sulfeto de cobre e transforma o sulfeto de cobre para substâncias que são mais facil- mente oxidadas pelo agente oxidante. Os exemplos de agentes de substitui- ção são halogênios elementares especialmente iodo I2 ou cloro Cl2-
De acordo com uma modalidade da invenção, todo óleo restante é removido e o interior do aparelho elétrico é adicionalmente limpo por meio de um líquido em que o óleo isolante elétrico é solúvel antes do tratamento com o agente oxidante.
O presente método pode ser executado em um aparelho elétrico onde a maior parte do óleo foi removida, mas algum óleo resta nas superfí- cies e em materiais. Os agentes de reação, tanto agente oxidante quanto agente de substituição possível, são introduzidos no aparelho como gases e são então absorvidos/dissolvidos no óleo em superfícies e materiais e a rea- ção ocorre principalmente na fase de óleo. O presente método pode também ser executado em um apare- lho elétrico, onde a maior parte do óleo foi removida e então todas as super- fícies e materiais no interior do aparelho são então adicionalmente limpas por solventes. A limpeza do aparelho elétrico por solventes pode ser feita por pulverização ou lavagem do interior do aparelho com solventes que são en- tão removidos. A limpeza do aparelho pode também ser feita por introdução do solvente como um vapor e deixando o condensado de vapor em superfí- cies e materiais. O condensado é então removido do aparelho.
Uma outra modalidade da invenção é um sistema para tratar de- pósitos de sulfeto de cobre em materiais e superfícies no interior de um apa- relho elétrico que tem estado em contato com óleo isolante elétrico normal- mente presente no aparelho elétrico onde o aparelho elétrico está na maior parte do tempo vazio de óleo e, o sistema compreende dispositivos para in- troduzir um agente químico gasoso no aparelho elétrico e, o sistema com- preende dispositivos para remover o excesso de atmosfera do aparelho elé- trico. No sistema, o dispositivo para introduzir um agente químico gasoso compreende uma conexão temporária entre uma fonte de agente químico e o aparelho. O agente químico gasoso pode ser tanto um agente oxidante compreendendo óxido de cloro, ácido peracético, ácido perfórmico, ozônio; quanto um agente de substituição compreende iodo ou cloro.
De acordo com uma modalidade da invenção, o tratamento é executado em uma atmosfera controlada. A atmosfera é controlada por pa- râmetros de controle tais como: umidade, temperatura, concentração do a- gente oxidante ou pressão parcial, teor de ozônio, nitrogênio e teor de oxi- gênio.
Se a etapa de pré-tratamento dos depósitos de sulfeto de cobre com um agente de substituição for usado, a atmosfera é controlada por pa- râmetros de controle tais como: umidade, temperatura, concentração do a- gente de substituição ou pressão parcial, teor de ozônio, nitrogênio e teor de oxigênio.
Para que as reações ocorram em uma maneira controlada, a pressão parcial dos gases no interior do aparelho tem que ser controlada. Os mais importantes gases para controlar são: agente oxidante ou agente de substituição, nitrogênio, oxigênio e umidade. O método deve requerer a eta- pa de diluir o agente oxidante ou agente de substituição com um gás não- reativo, tal como nitrogênio N2. O método deve compreender a etapa de ma· tizar a mistura de gás antes de injetá-lo no aparelho.
A taxa de reação é também afetada pela temperatura no apare- lho e uma maneira de controlar a temperatura no aparelho é por aquecimen- to dos condutores no aparelho elétrico por uma corrente que flui através dos condutores, uma outra maneira de controlar a temperatura no aparelho é usando aquecedores externos no aparelho.
Para as reações ocorrerem em uma taxa suficiente, os agentes (oxidante ou de substituição) têm que ser transportados do volume da at- mosfera no interior do aparelho para superfícies e materiais. Para assegurar esse transporte de agentes, a atmosfera tem que ser bem misturada. Uma maneira de misturar a atmosfera no interior do aparelho é tendo um disposi- tivo de mistura colocado no interior do aparelho elétrico, por exemplo, vento- inha, agitador ou bomba. Uma outra maneira de misturar a atmosfera no in- terior do aparelho é por extração de parte da atmosfera no aparelho elétrico e alimentá-la de volta ao dito aparelho elétrico, isto é, tendo um ciclo de cir- culação.
Depois das reações com o sulfeto de cobre terem ocorrido, os produtos da reação, na maior parte sulfatos de cobre não-condutores, são possibilitados permanecer nos materiais e superfícies no aparelho elétrico e o aparelho elétrico é reenchido com óleo isolante elétrico e estão prontos para serem usados outra vez.
Conforme os agentes (oxidante ou de substituição) são alimen- tados no aparelho, iguais quantidades de atmosfera têm que ser removidas do aparelho para impedir sobre pressão. Essa atmosfera removida contém algumas quantidades de um agente não-reagido e esse agente não-reagido pode não ser permitido entrar na atmosfera externa. Por isso, o método compreende a etapa de remover ou destruir (pela transformação do agente para substâncias menos ativas) o agente não-reagido. Por exemplo, no caso de agente oxidante, passando a atmosfera removida através de um material que é facilmente oxidado. Se a atmosfera removida contém o agente de substituição iodo b, esse iodo pode ser capturado em uma armadilha fria. BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os desenhos constituem uma parte desse relatório descritivo e incluem modalidades exemplares para a invenção, que podem ser incorpo- radas em várias formas. É para ser entendido que em alguns casos, vários aspectos da invenção podem ser mostrados exagerados ou ampliados para facilitar um entendimento da invenção.
A Figura 1 é um fluxograma de uma modalidade da invenção.
A Figura 2 ilustra um diagrama do processo esquemático de uma modalidade da invenção.
A Figura 3 ilustra um outro diagrama do processo esquemático de uma modalidade da invenção. DESCRIÇÃO DETALHADA DAS MODALIDADES
São fornecidas aqui descrições detalhadas da modalidade prefe- rida. É para ser entendido, no entanto, que a presente invenção pode ser incorporada em várias formas. Por isso, os detalhes específicos descritos aqui não são para serem interpretados como limitantes, mas de preferência como uma base para as reivindicações e como uma base representativa pa- ra ensinar alguém versado na técnica a empregar a presente invenção virtu- almente em qualquer sistema, estrutura ou maneira apropriadamente deta- lhada.
A Figura 1 mostra um diagrama do processo esquemático do método. No bloco 1, o óleo isolante elétrico é removido do aparelho elétrico. O bloco 2 é a etapa opcional para limpar o interior do aparelho do óleo iso- lante elétrico restante, por exemplo, por pulverização ou lavagem do interior do aparelho com solventes ou por condensação de vapor do solvente no interior no aparelho e então removendo a solução de óleo/solvente.
O bloco 3 é a etapa opcional para pré-tratar os depósitos de sul- feto de cobre nos materiais e superfícies no aparelho elétrico com um agente de substituição para facilitar a reação de oxidação, um exemplo de agentes de substituição possíveis são vapor de iodo elementar ou iodeto de hidrogê- nio.
No bloco 4 ocorre a reação de oxidação (tratamento) do sulfeto de cobre nos materiais e superfícies. A reação transforma o sulfeto de cobre semicondutor nos materiais e superfícies no aparelho elétrico para princi- palmente sulfato de cobre não-condutor. O agente oxidante do bloco 6 é ali- mentado no aparelho elétrico e no bloco 7 o agente oxidante não-reagido é destruído.
Exemplos de agentes oxidantes possíveis que podem ser usa- dos são: CIO2, ozônio e ácido peroxiacético.
No bloco 5, o tratamento é completado e o aparelho elétrico é enchido com óleo isolante elétrico e pode ser posto em operação outra vez.
A Figura 2 ilustra um fluxograma de uma modalidade da inven- ção. Nesse fluxograma, o óleo foi removido do aparelho elétrico 10 antes do tratamento, e o tratamento pode iniciar. Uma armazenagem do agente oxi- dante ou dispositivo de geração 11 supre o agente oxidante necessário, em fase de gás, para que ocorra a reação. O agente oxidante é alimentado 15 no aparelho elétrico 10 onde a atmosfera é controlada com respeito a parâ- metros tais como: umidade, temperatura, concentração do agente oxidante, nitrogênio e teor de oxigênio.
Exemplos de agentes oxidantes possíveis que podem ser usa- dos são: CIO2, ozônio e ácido peroxiacético.
Se o agente oxidante for CIO2, o processo tem que ser controla- do de modo que a concentração de CIO2, na geração ou armazenagem bem como no interior do aparelho elétrico não exceda 15% em vol, uma vez aci- ma essa concentração de CIO2 pode explosivamente se decompor em cloro e oxigênio.
A atmosfera no aparelho elétrico 10 tem que ser misturada para assistir à difusão do agente oxidante nos materiais e superfícies no interior do aparelho elétrico que é para ser tratado, para assegurar que a taxa de reação seja suficiente. No fluxograma, uma possibilidade de misturar a at- mosfera é mostrada como um misturador interno ou ventoinha 14 no interior do aparelho elétrico 10. O agente oxidante não-reagido e o excesso de at- mosfera é removido 16 e alimentado em um destruidor 12 que remove/reage com o agente oxidante restante deixando somente subprodutos inofensivos 17.
Se os depósitos de sulfeto de cobre nos materiais e superfícies
no aparelho elétrico forem pré-tratados com um agente de substituição para facilitar a reação de oxidação, o fluxograma compreenderá o dispositivo de armazenagem do agente de substituição 18 que supre o agente de substitui- ção necessário, na fase de gás, para ocorrer a reação de substituição. Um dispositivo de válvula 19 é usado para selecionar qual agente é injetado no aparelho elétrico 10.
A Figura 3 ilustra um fluxograma de uma modalidade da inven- ção. Nesse fluxograma, o óleo foi removido do aparelho elétrico 20 e o tra- tamento pode iniciar. Uma armazenagem do agente oxidante ou dispositivo de geração 11 supre o agente oxidante necessário para ocorrer a reação. O agente oxidante é alimentado 25 no ciclo de circulação 28 usado para mistu- rar o agente oxidante com a atmosfera no interior do aparelho. A atmosfera no aparelho elétrico 20 é controlada, com respeito a parâmetros tais como: umidade, temperatura, concentração do agente oxidante, nitrogênio e teor de oxigênio.
A atmosfera no aparelho elétrico 10 tem que ser misturada para assistir à difusão do agente oxidante em materiais e superfícies no interior do aparelho elétrico que é para ser tratado, para assegurar que a taxa de reação seja suficiente. No fluxograma, uma possibilidade de misturar a at- mosfera é mostrada como um ciclo de circulação 28 com uma bomba 23. O agente oxidante não-reagido e o excesso de atmosfera é removido 26 e ali- mentado em um destruidor 22 que remove/reage com o agente oxidante res- tante deixando somente subprodutos inofensivos 27.
Se os depósitos de sulfeto de cobre nos materiais e superfícies no aparelho elétrico forem pré-tratados com um agente de substituição para facilitar a reação de oxidação, o fluxograma compreende um dispositivo de armazenagem do agente de substituição 28 que supre 30 o agente de subs- tituição necessário, na fase de gás, para o ciclo de circulação 28 para ocor- rer a reação de substituição no aparelho elétrico 20.
Embora a invenção tenha sido descrita em conexão com uma modalidade preferida, não é pretendido limitar o escopo da invenção para a forma parti- cular estabelecida, mas ao contrário, é pretendido cobrir tais alternativas, modificações e equivalentes como pode ser incluído dentro do espírito e es- copo da invenção como definido pelas reivindicações em anexo.

Claims (28)

1. Método de tratar depósitos de sulfeto de cobre em materiais e superfícies que estão em contato com o óleo isolante elétrico no interior do aparelho elétrico, em que uma quantidade substancial de um óleo isolante elétrico, normalmente presente no dito aparelho elétrico, foi removida, carac- terizado pelo fato de que os ditos depósitos de sulfeto de cobre em materiais e superfícies são submetidos a tratamento com um agente oxidante gasoso causando uma reação com o sulfeto de cobre.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o agente oxidante gasoso é dióxido de cloro, CIO2-
3. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o agente oxidante gasoso compreende um ácido peróxi.
4. Método de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que o dito ácido peróxi compreende ácido peracético, C2H4O3.
5. Método de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que o dito ácido peróxi compreende ácido perfórmico, CH2O3.
6. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o agente oxidante gasoso é ozônio, O3.
7. Método de acordo com as reivindicações 1-6, caracterizado pelo fato de que antes do tratamento com o agente oxidante, os materiais e as superfícies do aparelho elétrico são tratados com um agente de substitui- ção compreendendo halogênio.
8. Método de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o agente de substituição é um halogênio elementar.
9. Método de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o dito agente de substituição compreende um iodo, I2-
10. Método de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o dito agente de substituição compreende um cloro, CI2.
11. Método de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o dito agente de substituição compreende iodeto de hidrogênio, Hl.
12. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a -11, caracterizado pelo fato de que todo o óleo restante é removido e o interi- or do aparelho elétrico é adicionalmente limpo por meio de um líquido em que o óleo isolante elétrico é solúvel antes do tratamento.
13. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizado pelo fato de que o tratamento com o agente é executado em uma atmosfera controlada.
14. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, compreendendo adicionalmente a etapa de introduzir um gás não reativo no aparelho elétrico para controlar a atmosfera.
15. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, caracterizado pelo fato de que durante o tratamento o aparelho elétrico é aquecido por uma corrente que flui através dos condutores.
16. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, caracterizado pelo fato de que durante o tratamento, o aparelho elétrico é aquecido por aquecedores externos.
17. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 16, caracterizado pelo fato de que durante o tratamento, o agente oxidante gasoso é distribuído na atmosfera no interior do aparelho elétrico.
18. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pe- Io fato de que a distribuição do agente oxidante gasoso é feita por um dispo- sitivo de mistura colocado no interior do aparelho elétrico de qualquer um dos tipos: ventoinha, agitador, bomba.
19. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pe- lo fato de que a distribuição do agente oxidante gasoso compreende uma etapa de extrair parte da atmosfera do aparelho elétrico e alimentá-la de vol- ta para o dito aparelho elétrico e criar uma atmosfera turbulenta no aparelho.
20. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a -19, caracterizado pelo fato de que o composto de cobre, formado como re- sultado do sulfeto de cobre que está sendo tratado com o dito agente oxi- dante gasoso, é permitido permanecer em materiais e superfícies no interior do aparelho elétrico, e que o aparelho elétrico é reenchido com óleo isolante elétrico.
21. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 20, caracterizado pelo fato de que o agente oxidante gasoso não-reagido que está deixando o aparelho elétrico é alimentado em um destruidor que transforma o agente para substâncias menos ativas.
22. Sistema para tratar depósitos de sulfeto de cobre em materi- ais e superfícies no interior do aparelho elétrico que têm estado em contato com óleo isolante elétrico normalmente presente no aparelho elétrico, carac- terizado pelo fato de que o dito aparelho elétrico está na maior parte vazio de óleo e, o dito sistema compreende dispositivo para introduzir um agente químico gasoso no dito aparelho elétrico e, o dito sistema compreende dis- positivo para remover excesso de atmosfera do dito aparelho elétrico.
23. Sistema de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo fato de que o dito dispositivo para introdução de um agente químico gasoso compreende uma conexão temporária entre uma fonte de agente químico e o aparelho.
24. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 e 23, caracterizado pelo fato de que o dito agente químico gasoso pode ser tanto um agente oxidante compreendendo dióxido de cloro, ácido peracético, ácido perfórmico, ozônio; quanto um agente de substituição compreendendo iodo ou cloro.
25. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 a 24, caracterizado pelo fato de que o dito dispositivo para remover o exces- so de atmosfera compreende uma conexão temporária entre o aparelho e o destruidor que transforma os componentes ativos na atmosfera do aparelho em componentes menos ativos.
26. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 a 25, caracterizado pelo fato de que o sistema compreende dispositivo para introduzir um gás não-reativo no aparelho.
27. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 a 26, caracterizado pelo fato de que o sistema compreende dispositivo para aquecer o aparelho.
28. Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações 22 a 27, caracterizado pelo fato de que o sistema compreende dispositivo para misturar a atmosfera no aparelho
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