BRPI0715997A2 - dispositivo de espelhamento de banco de dados para retentor de retorno multiplexado - Google Patents

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Abstract

DISPOSITIVO DE ESPELHAMENTO DE BANCO DE DADOS PARA RETENTOR DE RETORNO MULTIPLEXADO. Um dispositivo para que se faça o arquivamento remoto dos dados de uma válvula do tipo retentor de retorno (blowout preventer) de perfuração de petróleo, o qual inclui um primeiro sistema controlador em uma rede de comunicação, e um segundo sistema controlador em comunicação com o retentor de retorno e a rede de comunicação. Um primeiro servidor remoto e um segundo servidor remoto são conectados à rede de comunicação. O primeiro servidor remoto é configurado para armazenar os dados do retentor de retorno através do primeiro controlador local e da rede de comunicação. O primeiro servidor remoto é também configurado para que armazene dados a partir do retentor de retorno através do controlador do segundo sistema quando da falha do primeiro sistema de controle, resultado de dano em um componente do campo petrolífero.

Description

Dispositivo de espelhamento de banco de dados para retentor de retorno
multiplexado.
ANTECEDENTES DA PRESENTE INVENÇÃO
O controle dos campos petrolíferos é um aspecto muito importante da exploração de petróleo e gás. Enquanto que se perfura um poço, por exemplo, as aplicações para petróleo e gás, devem ser colocadas em práticas para que se previnam danos ao pessoal e aos equipamentos que se encontram associados às atividades de perfuração. Um de tais dispositivos de controle é conhecido como retentor de retorno (BOP - blowout preventer).
Os retentores de retorno (BOPs) são normalmente usados para se fechar um poço aberto. Por exemplo, a perfuração de um poço de petróleo ou a exploração de gás envolve a penetração em uma diversidade de sub-superfícies de estruturas geológicas, ou "camadas". Cada camada compreende uma composição geológica específica tal como, por exemplo, xisto, arenito, calcário, etc. Cada camada pode conter fluidos ou gás aprisionados em diferentes formações de pressão, e a formação de pressão aumenta com o aumento da profundidade. A pressão no poço aberto é geralmente ajustada para ao menos o balanço da pressão de formação, por, por exemplo, um incrementa de densidade da lama de perfuração no poço, ou o incrementa da pressão da bomba na superfície do poço.
Existem ocasiões durante a operação de perfuração, quando um poço pode penetrar em uma camada a qual possui a formação de pressão substancialmente maior do que a pressão que é mantida no poço aberto. Quando isto ocorre, o poço recebe a denominação de ter tomado um golpe (taken a kick). O incremento da pressão associado com o vazamento é geralmente produzido por meio de um influxo da formação de fluidos (os quais podem ser liquido, gás, ou uma combinação de ambos) no poço aberto. O golpe de relativa o qual possui uma pressão relativamente alta tende a se propagar a partir do ponto de entrada na parte superior do poço perfurado (a partir de uma região de alta pressão para uma região de baixa pressão). Caso o golpe consiga atingir a superfície, os fluidos da perfuração, as ferramentas do poço, e outras estruturas de perfuração podem vir a ser expulsas da perfuração. Estes "retornos" ("blowouts") normalmente resultam em uma destruição catastrófica do equipamento de perfuração (o que inclui, por exemplo, a sonda de perfuração, e o ferimento grave, se não a morte, do pessoal que trabalha com a sonda de perfuração).
Devido aos riscos deste retorno, os retentores de retorno são normalmente instalados na superfície, ou no fundo do mar, em perfurações de águas profundas, de tal forma que se controle de forma adequada e se recicle para fora do sistema. Os retentores de retorno podem ser ativados para que se efetivamente selem as atividades em um poço aberto até que medidas ativas possam vir a ser tomadas, para que se controle o golpe. Existem diversos tipos de retentores de retorno, o mais comum dos quais são os retentores de retorno anular e o retentor de retorno do tipo ram.
Os retentores de retorno anulares compreendem de uma forma típica, de um elastômero anular empacotador, o qual pode ser ativado (isto é inflado) para que encapsule o tubo de perfuração e as ferramentas do poço e sele completamente o poço aberto. Um segundo tipo de retentor de retorno é o retentor de retorno do tipo RAM. Os retentores de retorno do tipo RAM, de uma forma típica compreendem um corpo e ao menos dois bonnets em disposição opostas. Os bonnets são geralmente presos ao corpo em torno à sua circunferência com, por exemplo, ferrolhos. De uma forma alternativa, os bonnets podem ser presos aos corpo, com um anel e ferrolhos, de tal forma que o bonnet possa ser girado para o lado, para o acesso de manutenção.
No interior de cada bonnet existe um golpeador (ram) atuado por meio de pistão. A funcionalidade do golpeador (ram) pode incluir rams de tubo (pipe ram), rams de perfuração (shear ram), ou rams cegos (blind ram). Os rams de tubulação (pipe ram) (o que inclui rams de diâmetros variáveis), conectam e selam em torno do tubo de perfuração, ou as ferramentas de perfuração que foram deixadas no poço aberto, deixando os objetos conectados intactos. Em contraste, os rams de perfuração conectam e fisicamente perfuram o tubo de perfuração ou as ferramentas deixadas no poço aberto. De forma similar, os rams cegos se conectam cada um ao outro, e selam o poço aberto quando nenhum tubo de perfuração ou ferramentas de poço se encontram no poço aberto. Os rams são normalmente posicionados em localizações opostas, uns com relação aos outros, e independentemente do fato de serem rams de tubo, rams de perfuração ou rams cegos, os rams tipicamente selam uns contra os outros próximos ao centro da perfuração, de tal forma a selar o poço de perfuração.
Como tal, muitas das formações de petróleo e gás se encontram abaixo de grandes massas de água. Poços em produção se estendem por essas formações e são equipados com cabeças de perfuração subaquáticas e outras instalações subaquáticas as quais repousam sobre o fundo do oceano ou ao fundo do mar. Como tal, é um hábito o de se fornecer proteção contra o retorno e outras funções relacionadas, durante as operações de perfurações subaquáticas. Desta forma, as instalações para os retentores de retorno subaquáticos podem ser equipadas com diversas quantidades e tipos de válvulas, rams, e outros elemento de controle de operações, os quais podem ser hidráulicos, eletromecânicos, ou eletros-hidráulicos, operados para que se controlem os fluidos do poço.
Em águas rasas, muitos retentores de retorno subaquáticos e instalações de controle de fluxo são controlados de forma hidráulica. Estes sistemas totalmente hidráulicos podem incluir um grupo de mangueiras hidráulicas e linhas de controle, que se estendem entre a superfície e as instalações subaquáticas. De uma forma alternativa, mangueiras individuais podem fornecer força hidráulica a partir da superfície para as instalações subaquáticas, para que se monitore o estado do equipamento subaquático e para que se realizem operações de controle. De uma forma que se torna vantajosa, estes sistemas são simples, confiáveis e de baixo custo para comprimentos relativamente pequenos de mangueiras (isto é, profundidade das águas), apesar do fato que o tempo de resposta possa ser lento. No entanto, para as instalações em águas profundas, o tempo de resposta para os sistemas hidráulicos aumenta e a sua confiabilidade é reduzida.
Em resposta as demandas do ambiente subaquático, os sistemas eletros-hidráulicos são usados para que se melhore o desempenho dos sistemas hidráulicos tradicionais em águas profundas ou em longas distâncias. Como tal, um cabo de controle hidráulico submarino controla uma mangueira multiplexada (MUX) na qual diversos sinais de controle hidráulico podem ser multiplicados (isto é, através da divisão digital do tempo) e transmitidos. A diversidade de sinais pode então ser separada ao final da mangueira multiplexada e usada para manipular válvulas em uma cápsula de controle de um retentor de retorno ou em um outro componente subaquático. Enquanto que uma linha umbilical multiplexada pode ser uma mangueira hidráulica, deve ser entendido que uma linha elétrica também pode ser usada como condutor multiplexado.
Fazendo-se referência inicial a figura 1, um exemplo de uma unidade de perfuração offshore 10 qualquer é tomada da patente nos Estados Unidos da América número 6.484.806, emitida para a Childers ET al., e a qual é incorporada a este presente trabalho como referência em sua totalidade, é exibida. A unidade de perfuração offshore 10 inclui a sonda de perfuração 12 na água 14, capaz de perfurar um poço no fundo do oceano 16. A unidade de perfuração offshore 10 é exibida conectada a uma pilha de retentores de retorno 30 a qual possui diversos atuadores retentores de retorno 94 através de um par de cabos umbilicais 22 a 24. Como tal, os sistemas eletros- hidráulicos os quais controlam os retentores de retorno através das mangueiras requerem um sistema de controle.
Como tal, é desejável que se armazene os dados do sistema de controle em um banco de dados para uso futuro, ou análise. De uma forma mais particular, é desejável que qualquer sistema com controle de processo tenha um dispositivo de armazenamento, tal como um banco de dados em uma localização remota. Tal sistema pode necessitar de atualizar e/ou armazenar informação remotamente, tanto para fins de arquivamento como para o acesso da informação por um outro sistema remoto. Por exemplo, uma unidade fabril remota (isto é, internacional) pode necessitar armazenar dados de produção pertinentes, remotamente por motivos de arquivamento. Em oposição, um sistema local (isto é, doméstico) pode acessar o mesmo arquivo remoto para exibição local e o processamento dos dados de produção.
Um banco de dados pode ser uma coleção de dados organizados de forma útil para o benefício de uma aplicação de software (por exemplo, um sistema de controle). Normalmente, um banco de dados é associado com um gerenciador baseado em software de bancos de dados, o qual executa uma variedade de tarefas (por exemplo, tarefas de aplicação de software) no banco de dados, na extensão a qual pode sofrer uma grande variação com relação à intenção de uso do banco de dados e a sofisticação do gerenciador do banco de dados.
Na medida em que a perfuração do poço é executada, no que pode vir a ser considerado um ambiente adverso, diversos riscos existem, os quais podem danificar o equipamento submarino. Assim sendo, é desejável para os equipamentos submarinos e os sistemas, que sejam resistentes e funcionais, mesmo quando se leva em consideração os riscos existentes. Uma maneira de se obter esta resistência é a de se adicionar redundância ao sistema que está em operação no dado momento. Assim sendo, é desejável para um sistema de controle, que este tenha características de redundância, como um sistema de controle retentor de retorno (BOP) protege os equipamentos, o ambiente e as vidas dos operadores do sistema de perfuração. RESUMO
Em um aspecto de uma ou mais das formas de realização, um dispositivo o qual possibilite o arquivamento remoto dos dados de um retentor de retorno compreende um primeiro controle de sistema em comunicação com um retentor de retorno e uma rede de comunicação, um segundo controle de sistema em comunicação com o retentor de retorno e com a rede de comunicação, um primeiro servidor remoto conectado à rede de comunicação, e um segundo servidor remoto conectado à rede de comunicação. O primeiro servidor remoto é configurado para que armazene os dados que são provenientes do retentor de retorno (BOP) através do primeiro controlador local e a rede de comunicação. O primeiro servidor remoto é configurado para que armazene os dados do retentor de retorno (BOP) através do segundo controlador de sistema, quando da falha do primeiro controlador do sistema, o qual é resultado de danos ocorridos aos componentes em um campo de perfuração petrolífera.
Em uma ou mais das formas de realização, um dispositivo o qual armazene de forma remota os dados do retentor de retorno (BOP) compreende de um sistema de controle em comunicação com o retentor de retorno e uma rede de comunicação, um primeiro servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação, um segundo servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação. O primeiro servidor remoto é configurado para armazenar os dados a partir do retentor de retorno (BOP) através do controlador do sistema e a rede de comunicação. O segundo servidor remoto é configurado para que armazene os dados a partir do retentor de retorno (BOP) através do controlador do sistema e da rede de comunicação, quando da falha do primeiro servidor remoto, resultado de componentes danificados do campo petrolífero.
Em um aspecto de uma ou mais das formas de realização, um dispositivo para o armazenamento remoto dos dados a partir do retentor de retorno é compreendido por um primeiro controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno, uma rede de comunicação, e uma rede de comunicação redundante, um segundo controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno, a rede de comunicação e a rede de comunicação redundante, um primeiro servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação e a rede de comunicação redundante, e um segundo servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação e a rede de comunicação redundante. Ao menos um dos possíveis servidores remotos e um segundo servidor remoto são configurados para o armazenamento dos dados a partir do retentor de retorno através da rede de comunicação, e ao menos um dos primeiros controladores de sistema e do segundo controlador do sistema. Além do mais, ao menos um dos primeiros servidores remotos e o segundo servidor remoto são configurados para que armazenem os dados a partir do retentor de retorno através se rede de comunicação redundante, quando da falha da rede de comunicação, como resultado da um dano a um componente de um campo de petrolífero.
Em uma ou mais das formas de realização, um dispositivo para que se armazene de forma remota os dados do retentor de retorno (BOP) é compreendido por um primeiro controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno e uma rede de comunicação, um segundo controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno e a rede de comunicação, e um servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação, e um servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação. O servidor remoto é configurado para que armazene os dados que são provenientes do retentor de retorno (BOP) através do primeiro controlador de sistema e a rede de comunicação. O servidor remoto é configurado para que armazene os dados que são provenientes do retentor de retorno através do segundo controlador de sistema e da rede de comunicação, quando da falha do primeiro controlador e da rede de comunicação, quando da falha do primeiro controlador de sistema, o que é resultado de um dano a um componente do campo petrolífero.
Em um aspecto de uma ou mais das formas preferenciais de realização, um método para o armazenamento remoto dos dados que são provenientes a partir de um retentor de retorno (BOP) compreende um primeiro controlador de sistema com o retentor de retorno e uma rede de comunicação, a comunicação com um segundo controlador de sistema e a rede de comunicação, conectando um primeiro servidor remoto com um segundo servidor remoto à rede de comunicação, o armazenamento dos dados a partir do retentor de retorno (BOP) em um dos primeiros servidores remotos e o segundo servidor remoto através da rede de comunicação, e um dos primeiros controladores de sistema e o segundo controlador de sistema, e o armazenamento dos dados do retentor de retorno através do segundo controlador de sistema, quando de uma falha do primeiro controlador de sistema, resultado de um dano em um componente do campo petrolífero. Em um aspecto de uma ou mais das formas de realização,
um método para armazenar remotamente os dados do retentor de retorno (BOP) compreende a conexão de um primeiro controlador de sistema, um segundo controlador de sistema, um primeiro servidor remoto e um segundo servidor remoto a uma rede de comunicação, recebendo os dados do retentor de retorno no primeiro e no segundo controlador de sistema, o armazenamento dos dados do retentor de retorno a partir do primeiro controlador de sistema para o primeiro servidor remoto, e o armazenamento dos dados do retentor de retorno do primeiro controlador de sistema para o sistema operacional servidor remoto, quando da falha do primeiro servidor remoto, o que pode ser resultado de um dano a um componente do campo petrolífero. BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
- A figura 1 exibe uma unidade de perfuração petrolífera de acordo com o estado anterior da arte;
- A figura 2 exibe um sistema de banco de dados de acordo com uma das formas de realização do presente trabalho;
- A figura 3 exibe um sistema exemplo de acordo com uma das formas de realização do presente trabalho;
- A figura 4 envia um diagrama de fluxos para um processo de acordo com uma das formas de realização do presente trabalho;
- A figura 5 exibe um diagrama de fluxos para um processo de acordo com uma das formas de realização do presente trabalho;
- A figura 6 exibe um diagrama de fluxos de um processo de acordo com uma das formas de realização do presente trabalho; e
- A figura 7 exibe um diagrama de fluxos para um processo de acordo com uma das formas de realização do presente trabalho.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Formas de realização específicas para o presente trabalho serão agora descritos em detalhes, fazendo-se referência às figuras que acompanham. Elementos iguais nas diversas figuras são denotados com numeração idêntica, para consistência do trabalho.
Na seguinte descrição detalhada de uma ou mais formas de realização da presente invenção, diversos detalhes são especificados para que se propicie uma compreensão mais completa da presente invenção. No entanto, será muito claro para todos aqueles indivíduos com fluência na arte que a presente invenção pode vir a ser praticada sem estes detalhes específicos. Em outras instâncias, características bem conhecidas não foram detalhadas para que se evite obscurecer a presente invenção.
Em geral, as formas de realização para a presente invenção se relacionam a um método e a um sistema para que se propicie o espelhamento remoto de banco de dados, com provisões para o backup de dados locais. De uma forma mais específica, as formas de realização de a presente invenção propiciam plataformas remotas para que se hospedem os bancos de dados mestre e de backup, nos quais o conteúdo dos bancos de dados serão espelhados ao longo de todas as plataformas remotas. Adicionalmente, o método e o sistema possibilitam a escrita ao disco local, quando da falha de uma plataforma remota.
A figura 2 exibe um sistema 200 para que se faça o armazenamento dos dados a partir de uma localização local 202, a qual inclui um primeiro controlador de sistema 240, o qual inclui um primeiro processador local 241, um primeiro dispositivo de armazenamento local 246, uma primeira aplicação de armazenamento 242 e um primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244, o qual deve ser armazenado em um banco de dados remoto 204. Deve ser entendido que o primeiro dispositivo de armazenamento local 246 pode ser qualquer tipo de dispositivo conhecido para todos aqueles indivíduos com fluência ordinária na arte, o que inclui, mas não deve somente limitar a: discos magnéticos, memórias flash, memórias voláteis, e discos ópticos. Além do mais, o primeiro controlador de sistema 240 pode ser uma parte de um sistema de controle de processo o qual atualiza ou armazena dados de forma remota, ou o primeiro controlador de sistema 240 pode receber o primeiro conjunto de dados a partir do primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 para o armazenamento a partir de outra fonte, tal como um dispositivo o qual é conectado através do sistema de comunicação túnel 230, os primeiros conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 podem se originar no primeiro controlador de sistema 240 de alguma outra forma.
Quando da operação, a primeira aplicação de armazenamento 242 direciona o primeiro controlador de sistema 240 em uma tentativa de armazenar o primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244. Primeiro, o aplicativo de armazenamento 240 opera inicialmente em um modo primário, o qual instrui o primeiro controlador de sistema 240 a levar em frente o processo de armazenamento dos dados. Em uma das formas de realização, quando o primeiro controlador de sistema 240 possui o primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 o qual necessita ser armazenado, a primeira aplicação de armazenamento 242 a qual se encontra operando em modo primário, direciona o primeiro controlador de sistema 240 no envio do primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 para o banco de dados remoto 204 para o armazenamento. Além do mais, para o caso no qual o banco de dados remoto 204 se encontro indisponível, a primeira aplicação de armazenamento 242 operando em estado primário pode dirigir o primeiro controlador de sistema 240 a escrever o primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 no primeiro dispositivo de armazenamento local 246.
Além do mais, o sistema 200 inclui um segundo controlador de sistema 250, o qual é configurado para propiciar redundância no evento de uma falha no primeiro controlador de sistema 240. Em uma das formas de realização, o primeiro controlador de sistema 240 é configurado para que se comunique com o segundo controlador de sistema 250 através do sistema de comunicação túnel 230, tal qual uma rede de área local (LAN) ou uma rede de cobertura ampla (WAN). Como tal, o segundo controlador de sistema 250 inclui ao menos um segundo processador local 251, um segundo dispositivo de armazenamento 256, uma segunda aplicação de armazenamento 252 e um segundo conjunto de dados de retentor de retorno (BOP) 254. De uma forma preferível, o segundo conjunto de dados de retentor de retorno (BOP) 254 é idêntico ao primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 no primeiro controlador de sistema 240, e pode ser obtido pelo segundo controlador de sistema 250 de uma maneira que é similar à do primeiro controlador de sistema 240.
Deve ser entendido por qualquer pessoa com conhecimento ordinário, que os dados do BOP (isto é, os conjuntos 244 e 254) podem incluir qualquer informação que possa ser gravada e/ou medida (isto é, a pressão no poço aberto, a temperatura do poço aberto, a posição ram, etc.), relacionadas à operação e ao controle de um retentor de retorno (BOP) localizado remotamente (por exemplo, sob o mar). A capacidade de armazenar e de se recuperar os dados BOP pode ser especialmente útil no monitoramento e no controle do poço aberto, enquanto que este é perfurado. Como mencionado acima, um retentor de retorno (BOP) é uma importante ferramenta de segurança, no controle dos eventos adversos da pressão da perfuração, e na prevenção de danos aos operadores, aos equipamentos e ao meio ambiente. Como tal, os dados históricos armazenados do BOP podem vir a ser úteis na predição do comportamento do poço para o mesmo ou outro poço similar, no futuro.
De uma forma particular, as condições para o dado momento das operações podem ser comparadas com os dados históricos, em uma tentativa de se predizer os eventos relacionados à pressão do poço (isto é, blowouts e kicks), com antecipação com o que seria possível sem os dados históricos. Por exemplo, um poço aberto que se encontra prestes a experimentar um golpe (kick) pode fornecer dados BOP que se assemelhem a dados de golpes precedentes e que se encontram armazenados no banco de dados histórico. Como tal, a análise dos dados históricos pode possibilitar a indicação de que um golpe está prestes a acontecer, com antecedência, com relação ao que seria possível somente com os dados do retentor de retorno (BOP) em tempo real. Tal previsão antecipada pode ser de um valor ainda maior em circunstâncias nas quais os retentores de retorno (BOP) sejam controlados de forma remota, e um atraso na comunicação pode existir entre o BOP e o operador. Em tais casos, detectar o golpe de um poço alguns meros segundos antes do que poderia ser detectado de outra forma pode fazer a diferença entre o controlar o golpe, ou não.
A segunda aplicação de armazenamento 252 que se encontra em execução em um segundo controlador de sistema 250 pode ser idêntica a primeira aplicação de armazenamento 242 a qual se encontra em execução no primeiro controlador de sistema 240. No entanto, como somente uma das aplicações de armazenamento 242 ou 252 pode operar em modo primário, a outra irá operar em modo secundário. A segunda aplicação de armazenamento 252 inicialmente opera em modo secundário, o que não requer um segundo controlador de sistema 250 para o armazenamento dos dados.
O sistema 200 é exibido incluindo ambos: o primeiro controlador de sistema 240 e o segundo controlador de sistema 250, para que se forneça um nível de redundância para o caso no qual um dos controladores de sistema venha a falhar. Por exemplo, se a primeira aplicação de armazenamento 242 a qual está em execução no primeiro controlador de sistema 240 esteja operando em modo primário, e tanto a primeira aplicação de armazenamento 242 como o primeiro controlador de sistema 240 venha a falhar, a segunda aplicação de armazenamento 252 em um segundo controlador de sistema 250 pode chavear, para que venha a operar em modo primário. Isto permite com que o segundo controlador de sistema 250 possa dar andamento ao processo de armazenamento dos dados, exatamente da mesma forma com a qual o primeiro controlador de sistema 240 o fazia anteriormente à falha. Em adição, quando as funcionalidades do primeiro controlador de sistema 240 ou da primeira aplicação de armazenamento 242 venham a ser restaurados, a primeira aplicação de armazenamento 242 tanto pode chavear de volta para o modo primário de operação, ou então, operar no modo secundário.
De forma similar, em um caso no qual a segunda aplicação de armazenamento 252 esteja em operação no modo primário e tanto a segunda aplicação de armazenamento 252, ou então o segundo controlador de sistema 250 venham a falhar, então a primeira aplicação de armazenamento 242 pode chavear para que passe a operar no modo primário. Em resumo, tanto o primeiro controlador de sistema 240 quanto o segundo controlador de sistema 250 podem atuar como sistema redundante de controle para o outro.
Enquanto que o primeiro controlador de sistema 240 e o segundo controlador de sistema 250 podem executar a mesma tarefa, eles podem, entretanto, incluir diferentes tipos de processador. Por exemplo, o primeiro controlador de sistema 240 e o segundo controlador de sistema 250 podem ser de diferentes tipos plataformas de hardware e/ou software por questões de durabilidade. Particularmente, certos eventos e/ou condições podem vir a causar a falha de um tipo de plataforma de hardware / software, mas não outras. Por exemplo, um sistema de controle pode incluir uma plataforma Windows, enquanto que o outro inclui uma plataforma Linux. Adicionalmente, o sistema 200 pode incluir mais do que dois controladores de sistema, para que possa propiciar um grau ainda maior de redundância.
Em uma das formas de realização, uma aplicação de armazenamento a qual opera em modo secundário, pode direcionar o seu respectivo sistema de controle para um backup continuo de dados sem processamento, por um intervalo de tempo específico, no dispositivo local de armazenamento. Assim, por exemplo, se a segunda aplicação de armazenamento 252 estiver operando em modo secundário, o segundo controlador de sistema 250 pode ser dirigido a manter os últimos cinco minutos dos dados a serem armazenados em um segundo dispositivo de armazenamento 256. Desta forma, se uma segunda aplicação de armazenamento 252 deve chavear para que opere no modo primário, não haveria a perda de dados durante o processo de transição.
A seguir, o primeiro controlador de sistema 240 e o segundo controlador de sistema 250 são ambos configurados para que se comuniquem com o banco de dados remoto 204 por meio do sistema de comunicação 230. De uma forma opcional, o banco de dados remoto 204 pode incluir um banco de dados operando em modo mestre e um banco de dados operando em modo de backup, onde que cada um deles está localizado em um primeiro servidor remoto 210 ou em um segundo servidor remoto 220. O primeiro servidor remoto 210 e o segundo servidor remoto 220 podem ser localizados em localizações geográficas separadas com relação ao primeiro controlador de sistema 240 e ao segundo controlador de sistema 250, cada um deles, ou então ambos.
Como tal, o sistema 200 inclui o primeiro servidor remoto 210 o qual é configurado para se comunicar com o primeiro controlador de sistema 240 e o segundo controlador de sistema 250 por meio do sistema de comunicação 230. O primeiro servidor remoto 210 inclui um primeiro processador remoto 211 e um primeiro banco de dados 212, o qual constitui uma parte do banco de dados remoto 204. O primeiro banco de dados 212 opera inicialmente no modo mestre e, portanto atua como o banco de dados mestre. O sistema 200 também inclui um segundo servidor remoto 220, o qual é configurado para que se comunique com o primeiro controlador de sistema 240 e com o segundo controlador de sistema 250 por meio do sistema de comunicação 230. O segundo servidor remoto 220 inclui um segundo processador remoto 221 e um segundo banco de dados 222 o qual constitui uma parte do banco de dados remoto 204. O segundo banco de dados 222 opera inicialmente em modo de backup, e está, portanto agindo como um banco de dados de backup.
Um banco de dados que opera em modo mestre garante que qualquer entrada que venha a ser recebida e a qual deve ser armazenada, é armazenada no banco de dados. Além do mais, o sistema 200 é configurado de tal forma que os espelhos do banco de dados, ou a cópia dos dados do banco de dados mestre. O segundo servidor remoto 220 é configurado para que se comunique com o primeiro servidor remoto 210 por meio do sistema de comunicação túnel 230, de tal forma que o backup do banco de dados possa espelhar o banco de dados mestre. Devido a esta função de espelhamento, o primeiro banco de dados 212 no primeiro servidor remoto 210 e o segundo banco de dados 222 no segundo servidor remoto 220, de uma forma preferível contem um conjunto idêntico de dados. Isto garante que o banco de dados remoto 204 possui um nível de redundância, para o caso no qual o primeiro banco de dados 212 ou o segundo banco de dados 222 ou o primeiro servidor remoto 210 ou ainda o segundo servidor remoto 220 venham a falhar.
Desta forma, no caso em que o primeiro banco de dados 212 ou o segundo banco de dados 222 venham a falhar, o sistema como um todo não irá falhar, devido à redundância presente no banco de dados remoto. Por exemplo, no caso o qual tanto o primeiro banco de dados 212 em funcionamento no modo mestre ou o primeiro servidor remoto 210 venham a falhar, o segundo banco de dados 222 ou o segundo servidor remoto 220 podem chavear para a operação no modo mestre, e desta forma executar as funções do primeiro banco de dados 212 que falhou. O primeiro banco de dados 212 e o segundo banco de dados 222 possuem conjuntos de dados idênticos, fornecidos pelo espelhamento, nenhum dado será perdido no caso de uma falha e o chaveamento será imperceptível. Além do mais, quando o primeiro banco de dados 212 é restaurado, ele pode ser chaveado para que volte a operar no modo de backup de tal forma que ele pode espelhar o segundo banco de dados 222 que opera no modo mestre.
De uma forma similar, para o caso no qual o segundo banco de dados 222 se encontre em operação no modo mestre ou o segundo servidor remoto 220 venha a falhar, o primeiro banco de dados 212 pode chavear para que venha a operar no modo mestre. Em resumo, tanto o primeiro banco de dados 212 como o segundo banco de dados 222 pode agir como banco de dados redundante espelhando o outro. Além do mais, como com o primeiro controlador de sistema 240 e o segundo controlador de sistema 250, e os primeiro servidor remoto 210 e o segundo servidor remoto 220 podem incluir plataformas de hardware e/ou software diferentes para que realizem a tarefa. Além do mais, o sistema 200 pode incluir mais do que dois servidores remotos para que se possa propiciar ainda maior nível de redundância.
Em uma das formas de realização, o primeiro servidor remoto 210 e o segundo servidor remoto 220 podem ser provedores de armazenamento tais como um servidor, um dispositivo de processamento o qual possui um dispositivo interno de armazenamento, um dispositivo de processamento que está conectado a um dispositivo externo de armazenamento, ou qualquer equivalente desses elementos.
Em uma das formas de realização, uma primeira aplicação de armazenamento 242 funcionando no modo primário envia um primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 para o banco de dados mestre. Em tal forma de realização, a primeira aplicação de armazenamento 242 operando no modo primário pode detectar em qual dos servidores remotos 210 ou 220, o banco de dados 212 ou 222 se encontra residente e em operação no modo mestre. A primeira aplicação de armazenamento 242 opera no modo primário e então envia um primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 para o primeiro servidor remoto 210, ou o segundo servidor remoto 220 no qual o banco de dados resida e se encontra em operação no modo mestre. Em uma outra forma de realização a primeira aplicação de armazenamento 242 tenta enviar um primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 para o primeiro servidor remoto 210 antes de tentar enviar para o segundo servidor remoto 220.
Em um caso no qual a primeira aplicação de armazenamento 242 a qual se encontra operando no modo primário não pode enviar o primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 para o banco de dados remoto 204 devido a uma falha de ambos os bancos de dados 212 e 222 e dos servidores remotos 210 e 220, ou do sistema de comunicação 230, a primeira aplicação de armazenamento 242 pode escrever o primeiro conjunto de dados provenientes de retentor de retorno (BOP) 244 no primeiro dispositivo de armazenamento local 246. Desta forma, nenhum dado é perdido, mesmo no caso em que ambos os bancos de dados 212 e 222 tenham completamente falhado, ou por qualquer outro motivo se encontrem indisponíveis. Os dados são escritos no primeiro dispositivo de armazenamento local 246 nesta situação, e podem mais tarde atualizar o banco de dados remoto 204, quando de sua restauração. Por exemplo, no caso o qual os dados são escritos no primeiro dispositivo de armazenamento local 246 devido à inabilidade de se escrever no banco de dados remoto 204, após o retorno, o primeira aplicação de armazenamento 242 a qual opera no modo primário pode enviar os dados escritos para o banco de dados mestre restaurado. De uma forma similar, o mesmo processo também se relaciona à segunda aplicação de armazenamento 252 e aos seus componentes relacionados, quando a segunda aplicação de armazenamento 252 se encontra no modo primário.
O sistema de comunicação 230 facilita a comunicação entre os componentes no sistema 200. A comunicação entre os componentes do sistema 200 pode ser na forma do envio e do recebimento de dados entre os componentes, onde que os dados sejam um conjunto de dados a serem armazenados, ou então outros dados necessários para a funcionalidade do sistema 200. Além do mais, o sistema de comunicação 230 pode incluir qualquer tipo de meio de comunicação, tal como por exemplo uma rede de área local (LAN), uma rede de cobertura ampla (WAN) , um barramento ethernet, comunicação celular, ou qualquer outro tipo de conexão cabeada ou sem fio, e seus equivalentes. Além do mais, o sistema de comunicação 230 pode
compreender uma diversidade de redes ou mecanismos de comunicação. De uma forma em particular, dois componentes os quais estejam configurados para se comunicarem cada um com o outro, podem se comunicar através de mais do que um mecanismo de comunicação. Por exemplo, um primeiro controlador de sistema 240 e um segundo controlador de sistema 250 podem ser conectados um ao outro, através de mais de uma rede de área local. A diversidade de redes pode servir como um nível adicional de redundância no sistema 200.
Tal redundância no sistema 200 permite com que os dados do retentor de retorno (BOP) e a informação de controle venham a ser armazenadas mesmo que na ocorrência de um evento de um dano aos componentes do campo petrolífero. Como usado deste ponto em diante, o termo "componentes de campo petrolífero" podem incluir os componentes do sistema 200 (ou sistema 300 da figura 3), ou qualquer outro componente o qual pode vir a afetar a viabilidade das operações de perfuração. Por exemplo, um retentor de retorno, as linhas de amarração, os cabos umbilicais, as cabeças de perfuratriz submarinas, as linhas hidráulicas, os elevadores submarinos, as válvulas, e as linhas de comunicação podem vir a ser considerados componentes do campo petrolífero. Não obstante isto, em certos esquemas de monitoramento remoto (isto é, instalações de boca de poço submarinas), os dados BOP devem viajar grandes distancias através de condições difíceis, para que saiam de um retentor de retorno (BOP) e alcancem um servidor de armazenamento (por exemplo, o primeiro servidor remoto 210 e o segundo servidor remoto 220). Por exemplo, no ambiente de perfuração submarina, onde o clima na superfície (isto é tempestades tropicais, etc.) as condições ambientais submarinas (isto é, as correntes, os eventos sísmicos, etc.) a construção e as operações de manutenção (isto é, colisões de veículos operados de forma remota, mergulhadores irresponsáveis, etc.) e as plantas e animais submarinos (isto é, os crustáceos, o crescimento de coral, as baleias, etc.) podem resultar na perda de um ou mais componentes do campo petrolífero.
Existindo a redundância, (isto é, os primeiro servidor remoto 210 e segundo servidor remoto 220, os primeiro controlador de sistema 240 e segundo controlador de sistema 250 e o sistema de comunicação 230) no sistema 200 permite com que este continue a funcionar e arquivar os dados de origem do retentor de retorno BOP no evento em que um ou mais destes componentes de campo petrolífero venham a falhar. Por exemplo, múltiplas redes conectando o ambiente submarino e os componentes de superfície do campo petrolífero, podem ser encapsulados em linhas umbilicais separadas, estendendo dentre estes, se um dos umbilicais venha a ser danificado de forma física, o outro é capaz de manter o armazenamento e as tarefas de controle. De uma forma similar, os controladores de backup (isto é o primeiro controlador de sistema 240) pode continuar a gravar e a transmitir os dados do BOP no evento em que o controlador primário (p. ex., o segundo controlador de sistema 250) se torne inoperante.
Fazendo-se referência agora à figura de número 3, um sistema 300 para o armazenamento de dados em um sistema de controle tal como um sistema de controle do tipo MUX BOP é exibido. O sistema 300 inclui um primeiro controlador 340 o qual possui (em uma forma similar ao primeiro controlador de sistema 240 da figura 2) um primeiro processador local, um primeiro dispositivo local de armazenamento, uma primeira aplicação de armazenamento, e um primeiro conjunto de dados de BOP os quais devem ser armazenados. A primeira aplicação é inicialmente definida para que opere no modo primário e o primeiro controlador 340 é conectado à primeira chave de rede 332.
De uma forma adicional, um segundo controlador de sistema 350 é configurado para que se comunique com o primeiro controlador 340 e é conectado à primeira chave de rede 332. O segundo controlador de sistema 350 pode também incluir um segundo processador local, um segundo dispositivo de armazenamento local, uma segunda aplicação de armazenamento, e um segundo conjunto de dados de BOP. O segundo conjunto de dados de BOP pode ser idêntico ao primeiro conjunto de dados e o segundo controlador de sistema 350 fornece um controlador de sistema redundante para o sistema 300, de uma forma similar ao segundo controlador de sistema 250 de sistema 200 (figura 2). O primeiro controlador 340 e o segundo controlador de sistema 350 funcionam de forma similar ao primeiro controlador de sistema 240 e ao segundo controlador de sistema 250 do sistema 200 descrito acima.
Da forma como é exibida, a primeira chave de rede 332 é conectada a uma primeira rede MUX 336, a qual faz parte de um sistema de controle MUX BOP. De uma forma geral, uma rede MUX pode vir a ser definida como uma rede na qual diversos sinais são combinados e transportados sobre um único canal de transmissão. De uma forma adicional, um primeiro servidor remoto 310 e um segundo servidor remoto 320 são conectados à primeira rede MUX 336. Assim sendo, o primeiro controlador 340 e o segundo controlador de sistema 350 se comunica com o primeiro servidor remoto 310 e o segundo servidor remoto 320 através da primeira chave de rede
332 e da primeira rede MUX 336.
O primeiro servidor remoto 310 possui um primeiro
processador remoto e um primeiro banco de dados o qual inicialmente opera no modo mestre. O segundo servidor remoto 320 possui um segundo processador remoto e um segundo banco de dados o qual opera no modo de backup e fornece redundância para o servidor remoto do sistema 300, de uma forma similar ao segundo servidor remoto 220, fornecido no sistema 200 da figura 2. O primeiro servidor remoto 310 e o segundo servidor remoto 320 funcionam de forma similar ao primeiro servidor remoto 210 e ao segundo servidor remoto 220 do sistema 200 descrito acima. Além do mais, o primeiro banco de dados no primeiro servidor remoto 310 funciona de uma forma que é similar ao primeiro banco de dados 212 no primeiro servidor remoto 210, e o segundo banco de dados no segundo servidor remoto 320 funciona de uma forma que é similar ao segundo banco de dados 222 no segundo servidor remoto 220. O primeiro servidor remoto 310 e o segundo servidor remoto 320 podem ser adicionalmente conectados a uma rede de sincronização de dados armazenados 338, o que facilita a comunicação entre os dois servidores, possibilitando o espelhamento dos bancos de dados no primeiro servidor remoto 310 e no segundo servidor remoto 320.
De uma forma adicional, o primeiro controlador de sistema 340 e o segundo controlador de sistema 350 são, cada um, conectados à segunda chave de rede 334 o qual por sua vez é conectado a uma segunda rede MUX 337. O primeiro servidor remoto 310 e o segundo servidor remoto 320 também podem ser conectados à segunda rede MUX 337. Conectar os componentes do sistema 300 por meio da segunda chave de rede 334 e uma segunda rede MUX 337 propicia um novo adicional de redundância para o sistema 300. A segunda chave de rede 334 e a segunda rede MUX 337 são capazes de garantir que o sistema se mantenha em funcionamento mesmo que a primeira chave de rede 332 ou a primeira rede MUX 336 venham a falhar. Além do mais, é possível que se adicionem componentes de rede ao sistema 300 de forma que se possa obter uma redundância ainda maior.
Fazendo-se referência agora a figura 4, um diagrama de fluxos exibindo os passos executados sob a direção de uma aplicação de armazenamento operando no modo primário é exibido. Os passos podem ser executados por um controlador do sistema no qual a aplicação de armazenamento resida no modo primário, tal como o primeiro controlador de sistema 240 ou o segundo controlador de sistema 250 da figura 2. Primeiro, ao passo 402 se define se existem dados de BOP para serem armazenados. Caso não existam dados de BOP para que sejam armazenados, o passo 402 é repetido até que existam dados BOP para armazenar. Quando existem dados para serem armazenados, o passo 404 envia os dados do BOP para o primeiro servidor remoto (por exemplo, o 210 da figura 2). A seguir, ao passo 406 se define se os dados foram enviados com sucesso. Um envio com sucesso é obtido se todos os dados de BOP sejam recebidos no primeiro servidor remoto de tal forma que os dados possam ser armazenados no banco de dados. Caso os dados tenham sido enviados com sucesso, o passo 402 é executado de novo. Caso os dados não tenham sido enviados com sucesso, o passo 408 envia os dados do BOP para um segundo servidor remoto (por exemplo, o 220 da figura 2). Na seqüência, o passo 410 define se os dados BOP foram enviados ao segundo servidor remoto com sucesso. Caso os dados não tenham sido enviados com sucesso, então o controlador do sistema não é capaz de se comunicar com o banco de dados remoto 204, e o passo 512 escreve os dados do BOP no dispositivo de armazenamento local.
Fazendo-se agora referência para a figura 5, um diagrama de fluxos exibindo os passos executados para que se armazenem os dados do BOP a um dispositivo de armazenamento local são exibidos. Os passos da figura 5 são de preferência executados por um controlador do sistema, tal como o primeiro controlador de sistema 240 ou o segundo controlador de sistema 250 da figura 2. Primeiramente, o passo 502 define se existem dados de BOP no dispositivo de armazenamento local do controle do sistema. Caso não existam dados de BOP no dispositivo de armazenamento local, o passo 502 é repetido até que existam dados no dispositivo de armazenamento local. Quando existem dados de BOP no dispositivo de armazenamento local, o passo 504 envia os dados para o primeiro servidor remoto (por exemplo, o 210 da figura 2). A seguir, o passo 506 define se os dados foram enviados com sucesso. Um envio com sucesso é obtido quando todos os dados de BOP são recebidos no primeiro servidor remoto de tal forma que os dados possam ser armazenados no banco de dados. Caso os dados tenham sido enviados com sucesso, o passo 508 remove os dados do dispositivo de armazenamento local, e o passo 502 é executado de novo. Caso os dados não tenham sido enviados com sucesso, o passo 510 envia os dados de BOP para o segundo servidor remoto (por exemplo, o 220 da figura 2). O passo 512 define se os dados foram enviados com sucesso para o segundo servidor remoto. Caso os dados não tenham sido enviados com sucesso, o passo 502 é executado, repetindo o processo do arquivamento dos dados de BOP escritos no dispositivo local de armazenamento. Caso os dados tenham sido enviados com sucesso, o passo 508 remove os dados de BOP do dispositivo de armazenamento local, e o passo 502 é executado.
Fazendo-se agora referência a figura 6, um diagrama de fluxos exibindo os passos executados sob a direção do banco de dados operando no modo mestre são mostrados. Os passos podem vir a ser executados pelo servidor remoto no qual o banco de dados está operando em um modo mestre residente, tal como o primeiro servidor remoto 210 ou o segundo servidor remoto 220 da figura 2. O passo 602 define se um banco de dados está operando em modo de backup operacional. Este passo é fornecido para o caso no qual um banco de dados que esteja operando no modo de backup não seja operacional., o banco de dados irá ser atualizado com um espelho do banco de dados que está operando no modo mestre assim que restaurado. Caso o banco de dados seja operacional, o passo 604 define se existem dados de BOP para que sejam armazenados. Caso não existam dados para serem armazenados, os passos 602 e 604 permanecem em Ioop até que existam dados a serem armazenados. Se existem dados de BOP a serem armazenados, o passo 606 armazena os dados de BOP no banco de dados mestre. A seguir, o passo 608 espelha a operação do banco de dados no modo mestre para o banco de dados que está operando no modo de backup.
Caso o passo 602 determine que o banco de dados está operando no modo de backup e não está operacional, o passo 620 determina se existe algum dados de BOP para que sejam armazenados. Caso existam dados de BOP para que sejam armazenados, o passo 622 armazena os dados de BOP no banco de dados mestre. A seguir, o passo 642 define se o banco de dados que esta operando no modo de backup ainda é operacional. Caso o banco de dados ainda não seja operacional, o passo 620 é novamente executado, de tal forma que qualquer dado de BOP adicional possa ser armazenado. Caso o passo 624 defina que o banco de dados é operacional, então o passo 626 espelha o banco de dados que opera em modo mestre no banco de dados que está operando no modo de backup, e o passo 602 é executado novamente. Desta forma, o banco de dados que está operando no modo mestre não sofra atrasos deliberados no armazenamento dos dados de BOP, e o banco de dados que está em operação no modo de backup seja atualizado para que espelhe o banco de dados o qual está operando no modo mestre, assim que seja restaurado.
Fazendo-se referência agora a figura 7, um diagrama de fluxo exibindo os passos executados sob a direção do banco de dados o qual está operando no modo de backup é exibido. Os passos podem vir a ser executados pelo servidor remoto no qual o banco de dados esteja operando no modo de backup residente, tal como o primeiro servidor remoto 210 ou o segundo servidor remoto 220 da figura 2. Os passos servem para que se habilite a operação do banco de dados que está operando no modo de backup que se chaveie para operar no modo mestre no caso o qual o banco de dados mestre venha a falhar. O passo 702 determina se o banco de dados em operação no modo mestre é operacional. Caso o banco de dados seja operacional, o passo 702 é repetido até que o banco de dados não seja operacional. Caso o banco de dados que está operando no modo mestre não seja operacional, o passo 704 faz o chaveamento do banco de dados do modo de backup para que opere no modo mestre.
A presente invenção, que é descrita neste presente trabalho pode vir a ser usada em uma variedade de diferentes sistemas. Por exemplo, o sistema pode ser usado com qualquer sistema de controle de processo, o qual precisa ser atualizado e/ou armazene informações remotamente tanto por motivos de arquivamento como devido a necessidade de leitura a partir de um outro sistema. Por exemplo, uma planta de industrial remota (por exemplo, internacional) a qual necessita que se armazenem dados pertinentes à produção, remotamente por motivos de arquivamento. Um sistema local (por exemplo, um sistema doméstico) pode acessar os mesmos arquivos remotos para a exibição local e o processamento dos dados de produção. Além do mais, o sistema pode vir a ser usado com qualquer sistema no qual a informação necessita ser armazenada de forma confiável, em uma localização remota, com múltiplas redundâncias ao invés de se interceder em diversos cenários de falha, para que se garanta que não exista a perda de dados.
Os sistemas 200 e 300 exibem muitas vantagens com relação a outros sistemas os quais possam vir a ser usados para propósitos similares. O banco de dados, os controladores de sistema, os servidores remotos, e as redes de comunicação podem ser considerados como pontos de falha comuns. Os sistemas 200 e 300 propiciam redundância nestes elementos de tal forma que se alguma coisa venha a falhar, o sistema pode continuar operacional. De forma adicional, a escrita local dos dados pode vir a ser empregada para que se previna a perda de dados mesmo quando todo o banco de dados remoto venha a falhar, isto é, os bancos de dados mestre e de backup não se encontram disponíveis. Além do mais, o espelhamento do banco de dados garante que diversos bancos de dados não saiam de sincronismo. Essas vantagens são especialmente importantes no sistema de controle MUX BOP, da forma na qual este é crucial para que estes sistemas permaneçam em uso operacional mesmo com as inevitáveis falhas que são causadas pelas condições extremas.
Apesar da presente invenção ter sido descrita com relação a um número limitado de formas de realização, todos aqueles indivíduos com fluência na arte, tendo em mãos os benefícios apresentados pela presente invenção, irão perceber que outras formas de realização podem ser previstas, o que não parte do escopo da presente invenção que aqui é apresentada. Da mesma forma, o escopo da presente invenção deve ser somente limitado pelas reivindicações anexas.

Claims (36)

1. Dispositivo para que se armazene remotamente dados de um retentor de retorno, o dispositivo caracterizado pelo fato de compreender: - um primeiro controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno e uma rede de comunicação; - um segundo controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno e a rede de comunicação; - um primeiro servidor remoto conectado à rede de comunicação; e um segundo servidor remoto conectado à rede de comunicação; - no qual o primeiro servidor remoto é configurado para armazenar os dados de um retentor de retorno através do primeiro controlador local e da rede de comunicação; - no qual o primeiro servidor remoto é configurado para que armazene os dados provenientes do retentor de retorno através do segundo controlador de sistema, quando da falha do primeiro controlador de sistema, resultado de danos em um componente do campo petrolífero.
2. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato no qual o segundo servidor remoto é configurado para armazenar os dados de um retentor de retorno através do primeiro controlador de sistema, quando de uma falha do primeiro controlador remoto, devido à danos em componente do campo petrolífero.
3. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato no qual o segundo servidor remoto é configurado para armazenar os dados de um retentor de retorno através do segundo controlador de sistema, quando de uma falha do primeiro controlador remoto, devido à danos em componente do campo petrolífero.
4. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato no qual o primeiro servidor remoto é configurado para armazenar os dados de um retentor de retorno em um dispositivo de armazenamento local, quando da falha da rede de comunicação devido à danos no campo petrolífero.
5. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato no qual o segundo controlador de sistema é configurado para armazenar os dados de um retentor de retorno em um dispositivo de armazenamento local, quando da falha do primeiro controlador de sistema e da rede de comunicação devido à danos no campo petrolífero.
6. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato no qual o retentor de retorno é um retentor de retorno submarino.
7. Dispositivo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato no qual a rede de comunicação inclui ao menos um cabo umbilical submarino.
8. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato no qual o segundo controlador de sistema é configurado para efetuar o backup dos dados do retentor de retorno por um intervalo de tempo específico em um dispositivo local de armazenamento.
9. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato no qual uma porção de um dispositivo de armazenamento do segundo controlador de sistema é configurado para que espelhe uma porção de um dispositivo de armazenamento do primeiro controlador de sistema.
10. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato no qual um banco de dados de um segundo controlador remoto é configurado para espelhar um banco de dados do primeiro servidor remoto.
11. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato no qual a rede de comunicação compreende uma rede MUX.
12. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato no qual a rede de comunicação compreende ao menos um dentre os seguintes elementos: uma rede de área local, uma rede de cobertura ampla, e uma rede sem fio.
13. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por adicionalmente compreender uma rede redundante.
14. Dispositivo de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato no qual o primeiro servidor remoto é configurado para armazenar dados a partir do retentor de retorno através do primeiro controlador de sistema e da rede redundante, quando da falha da rede de comunicação devido a danos em componente do campo petrolífero.
15. Dispositivo de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato no qual o primeiro servidor remoto é configurado para armazenar os dados do retentor de retorno através do segundo controlador de sistema e da rede redundante, quando da falha do primeiro controlador de sistema e da rede de comunicação do componente danificado no campo petrolífero.
16. Dispositivo para armazenar dados de forma remota, de um retentor de retorno, o dispositivo caracterizado pelo fato de compreender: - um controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno e uma rede de comunicação; - um primeiro servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação; - um segundo servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação; - no qual o primeiro servidor remoto é configurado para arquivar os dados do retentor de retorno através do controlador de sistema e da rede de comunicação; - no qual o segundo servidor remoto é configurado para armazenar os dados do retentor de retorno através do controlador de sistema e da rede de comunicação, quando da falha do primeiro servidor remoto, como resultado de danos à componente do campo petrolífero.
17. Dispositivo de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato no qual o banco de dados do segundo servidor remoto é configurado para que espelhe um banco de dados do primeiro servidor remoto.
18. Dispositivo de acordo com a reivindicação 16, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender uma rede redundante.
19. Dispositivo de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato no qual um primeiro servidor remoto e um segundo servidor remoto são configurados para que armazenem os dados do retentor de retorno através da rede redundante quando de uma falha da rede de comunicação, resultado de dano em componente do campo petrolífero.
20. Dispositivo para que se armazene, de forma remota os dados de um retentor de retorno o dispositivo caracterizado pelo fato de compreender: um primeiro controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno, uma rede de comunicação, e uma rede redundante; um segundo controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno, uma rede de comunicação, e uma rede redundante; - um primeiro servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação e a rede redundante; e - um segundo servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação e a rede redundante - no qual ao menos um, dentre o primeiro servidor remoto e o segundo servidor remoto, seja configurado para que armazene os dados do retentor de retorno através da rede de comunicação e ao menos um dos elementos dentre o primeiro controlador de sistema e o segundo controlador de sistema; - no qual ao menos um servidor remoto dentre o primeiro servidor e o segundo servidor remoto seja configurado para armazenar os dados provenientes do retentor de retorno através da rede redundante, quando da falha da rede de comunicação, como resultado de um dano a componente do campo petrolífero.
21. Dispositivo de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato no qual o retentor de retorno é um retentor de retorno submarino.
22. Dispositivo para que se armazene de forma remota os dados provenientes de um retentor de retorno, o dispositivo caracterizado pelo fato de compreender: - um primeiro controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno e uma rede de comunicação; - um segundo controlador de sistema em comunicação com o retentor de retorno e uma rede de comunicação; e um servidor remoto em comunicação com a rede de comunicação; - no qual o servidor remoto é configurado para que armazene os dados a partir do retentor de retorno através do primeiro controlador de sistema e da rede de comunicação; - no qual o servidor remoto é configurado para armazenar os dados provenientes de um retentor de retorno, através de um segundo controlador de sistema e a rede de comunicação, quando da falha do primeiro controlador de sistema, resultado de um dano causado a um componente no campo petrolífero.
23. Dispositivo de acordo com a reivindicação 22, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender uma rede redundante.
24. Dispositivo de acordo com a reivindicação 23, caracterizado pelo fato no qual o servidor remoto é configurado para que armazene os dados que são provenientes de um retentor de retorno, através da rede redundante e do primeiro controlador de sistema, quando da falha da rede de comunicação devido a um dano em componente do campo petrolífero.
25. Dispositivo de acordo com a reivindicação 23, caracterizado pelo fato no qual o servidor remoto é configurado para que armazene os dados provenientes do retentor de retorno através da rede redundante e do segundo controlador de sistema, quando da falha da rede de comunicação e do primeiro controlador de sistema, devido a falha em componente de campo petrolífero.
26. Método para que se armazene de forma remota os dados provenientes de um retentor de retorno, o método caracterizado pelo fato de compreender: - comunicar um primeiro controlador de sistema com o retentor de retorno e uma rede de comunicação; - comunicar um segundo controlador de sistema com o retentor de retorno e uma rede de comunicação; - conectar um primeiro servidor remoto e de um segundo servidor remoto com a rede de comunicação; - armazenar os dados provenientes do retentor de retorno em um dos servidores remotos, entre o primeiro servidor remoto e o segundo servidor remoto, através de uma rede de comunicação e um dos controladores entre o primeiro controlador de sistema e o segundo controlador de sistema; e - armazenar os dados provenientes do retentor de retorno através do segundo controlador de sistema, quando da falha do primeiro controlador de sistema devido a dano em um componente do campo petrolífero.
27. Método de acordo com a reivindicação 26, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender conectar o primeiro controlador de sistema, o segundo controlador de sistema, o primeiro servidor remoto e o segundo servidor remoto a uma rede redundante.
28. Método de acordo com a reivindicação 27, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender armazenar os dados provenientes do retentor de retorno através da rede redundante, quando da falha da rede de comunicação desvio a uma falha de componente no campo petrolífero.
29. Método de acordo com a reivindicação 26, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender armazenar os dados provenientes do retentor de retorno em um segundo servidor remoto, quando da falha do primeiro servidor remoto devido a uma falha em um componente do campo petrolífero.
30. Método de acordo com a reivindicação 29, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender espelhar o banco de dados do primeiro servidor remoto com um banco de dados no segundo servidor remoto, quando da restauração do primeiro servidor remoto.
31. Método de acordo com a reivindicação 26, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender efetuar o backup dos dados provenientes do retentor de retorno em um dispositivo de armazenamento local do outro, entre o primeiro controlador de sistema e o segundo controlador de sistema, para um intervalo de tempo específico.
32. Método para que se efetue o armazenamento remoto dos dados provenientes de um retentor de retorno, o método caracterizado pelo fato de compreender: - conectar um primeiro controlador de sistema, um segundo controlador de sistema, um primeiro servidor remoto, um segundo servidor remoto a uma rede de comunicação; receber os dados provenientes do retentor de retorno no primeiro e no segundo controladores de sistema; armazenar os dados provenientes do retentor de retorno do primeiro controlador de sistema no primeiro servidor remoto; e armazenar os dados provenientes do retentor de retorno do primeiro controlador de sistema no segundo servidor remoto, quando da falha do primeiro servidor remoto, resultado de uma falha em componente do campo petrolífero.
33. Método de acordo com a reivindicação 32, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender armazenar os dados provenientes do retentor de retorno, do segundo controlador de sistema para o primeiro servidor remoto, quando da falha do primeiro controlador de sistema, devido a uma falha em componente do campo petrolífero.
34. Método de acordo com a reivindicação 32, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender armazenar os dados provenientes do retentor de retorno do segundo controlador de sistema para o segundo servidor remoto, quando da falha do primeiro servidor remoto e do primeiro controlador de sistema devido a danos em componente do campo petrolífero.
35. Método de acordo com a reivindicação 32, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender conectar o primeiro e o segundo controladores de sistema e o primeiro e o segundo servidor remoto em uma rede redundante.
36. Método de acordo com a reivindicação 35, adicionalmente caracterizado pelo fato de compreender armazenar os dados provenientes do retentor de retorno de ao menos um dos controladores, entre o primeiro controlador de sistema e o segundo controlador de sistema, a ao menos um dos servidores remotos entre o primeiro servidor remoto e o segundo servidor remoto através da rede redundante, quando de uma falha da rede de comunicação devido a um dano em componente do campo petrolífero.
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