BRPI0716701B1 - " método para produzir uma folha estirada" - Google Patents
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Abstract
método para produzir uma folha estirada uma folha estirada 3a tendo uma grande quantidade de estiramento sendo produzida pelo aumento da quantidade de desenho da configuração dada ao material não-tecido 3. o método para a produção da folha estirada 3a à partir de um material não-tecido 3 contendo uma pluralidade de tipos de fibras, que é o material não-tecido 3 tendo uma direção longitudinal, uma direção de extensão e uma direção de espessura. o método inclui uma primeira etapa de desenho da configuração do material não-tecido 3 na direção longitudinal pela aplicação de uma tensão na direção longitudinal do material não-tecido 3, e uma segunda etapa de desenho da configuração, na direção longitudinal, o material não-tecido 3 que tenha sido delineado na primeira etapa de desenho da configuração com uma pluralidade de dentes 41 t e 43t formados nas faces circunferenciais 41 a e 43a de cada par dos rolos da engrenagem 1 e 43, o desenho da configuração sendo realizado pela passagem do material não-tecido 3 através de uma fenda entre os rolos da engrenagem 41 e 43 que giram enquanto os dentes 41 t e 43t são engajados um ao outro.
Description
“MÉTODO PARA PRODUZIR UMA FOLHA ESTIRADA” [0001] Em uma fralda descartável 1 como um exemplo de materiais sanitários, como mostrado na Figura 1, uma folha que possa ser esticada 3a é freqüentemente usada para um membro de fixação (partes de um corpo dianteiro 1a e de um corpo traseiro 1b por exemplo) que é fixada ou presa em torno do dorso do usurário. Esta folha estirada 3a é produzida, por exemplo, realizando um processo de uma delineação de um material não-tecido 3 como um material para a folha poder ser esticada 3a . Além disso, um método então denominado “desenho de configuração” conhecido no processo de delineação (referindo-se à JP-A-2003-73967, por exemplo).
Problemas a serem solucionados pela Invenção.
[0002] Este “desenho de configuração” para delineação de peças do vestuário” é um método no qual, como seu próprio nome sugere, um material não-tecido 3 sendo esboçado por um par de rolos de engrenagens superior e inferior 41 e 43 no qual os dentes 41 e 43 são formados nas faces circunferenciais externas 41a e 43a das mesmas (ver Figura 2). Mais especificamente, o material não-tecido 3 passa através de um espaço entre os rolos das engrenagens superior e inferior 41 e 43, e então o material nãotecido é deformado de uma forma curvada em três pontos pelos dentes 411 e 43t dos rolos da engrenagem superior e inferior 41 e 43 que são engajados um ao outro de modo a serem desentranhados, como mostrado à direita da vista ampliada na Figura 2.
[0003] Ainda, após referida delineação, uma elasticidade é desenvolvida ao material não-tecido 3, dessa forma tornando-se em uma folha que poderá ser estirada.
[0004] Assim, a quantidade de elasticidade desenvolvida na folha estirada 3a aumentará a quantidade da delineação durante o aumento do desenho da configuração.
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2/32 [0005] Assim sendo, a quantidade da delineação durante o desenho da configuração acima é preferivelmente o maior possível. Além disso, a quantidade da delineação poderá ser aumentada pelo aumento da profundidade do engajamento L dos dentes 411 e 43t dos rolos das engrenagens superior e inferior 41 e 43 como mostrado na Figura 2. Por exemplo, a profundidade do engajamento L mostrada na Figura 3A poderá ser aumentada para uma profundidade de engajamento L’ mostrada na Figura 3B. Entretanto, como mostrado na Figura 3B, se a profundidade do engajamento L’ for aumentada, a flutuação nas posições relativas dos dentes 411 e 43t na direção rotacional aumentará face à folga das engrenagens no sistema de condução rotacional (não mostrado) dos rolos da engrenagem superior e inferior 41 e 43 ou similar. Como um resultado, os dentes 411 e 43t do rolo da engrenagem superior e superior 43 se torna mais de mais fácil contato um ao outro como mostrado na Figura 3B, e na pior das hipóteses o material não-tecido 3 será quebrado. Isto representa dizer, que será difícil somente pelo desenho da configuração para dar uma grande delineação ao material não-tecido 3.
[0006] A presente invenção tem sido elaborada em vista dos acima convencionais problemas, e será um objetivo da mesma prover um método para a produção de uma possa que possa ser esticada que seja capaz de aumentar a quantidade do desenho de configuração à um determinado material não-tecido e dessa forma produzindo a folha estirada expressando uma grande elasticidade.
[0007] No sentido de alcançar as acima descritas desvantagens, um principal aspecto da invenção é um método para produzir uma folha que possa ser esticada de um material não-tecido contendo uma pluralidade de tipos de fibras, o material não-tecido tendo uma direção longitudinal, uma direção de largura e uma direção de espessura, o método incluindo:
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- uma primeira etapa de desenho de configuração do material não tecido na direção longitudinal pela aplicação de uma tensão na direção longitudinal, e
- uma segunda etapa de desenho de configuração,a na direção longitudinal, de modo que o material não-tecido venha ser delineado na primeira etapa de desenho com um pluralidade de dentes formados em uma face circunferencial de cada para dos rolos da embreagem, o desenho da configuração sendo realizado pela passagem do material não-tecido através de uma fenda entre os rolos da engrenagem que se rotacionam enquanto a pluralidade de dentes é engajada uma à outra. Características da invenção e outros detalhes da invenção se tornarão claros pela descrição da presente invenção, com relação aos desenhos em anexo, apresentados em caráter exemplificativo e não limitativo, nos quais:
- A Figura 1 é uma vista em perspectiva de uma fralda descartável;
- A Figura 2 é uma vista lateral para a descrição do desenho da configuração, com uma parte da qual sendo ampliada;
- As Figuras 3A e 3B são diagramas explanatórios do relacionamento entre uma profundidade de engajamento L dos dentes 411 e 43t e uma quantidade de um desenho de uma configuração de um material não-tecido 3;
- As Figuras 4A e 4B são diagramas explanatórios de um mecanismo no qual o estiramento é expressado devido ao processamento do desenho da configuração, e mostrando uma curva de carga alongada do material nãotecido 3;
- A Figura 5 é uma vista esquemática mostrando um estado da fibra antes do processamento do desenho (ou seja, estado não delineado);
- A Figura 5B é uma vista esquemática mostrando um estado da fibra durante o processamento do desenho (ou seja, durante o carregamento);
- A Figura 5C é uma vista esquemática mostrando um estado da fibra após o processamento de desenho (ou seja, após o descarregamento);
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- A Figura 5D é uma vista esquemática mostrando um estado da fibra quando o material não-tecido 3 é delineado novamente após o processamento de desenho;
- A Figura 6 é uma exposição (layout) de uma linha de produção de uma folha estirada 3a, que mostra a linha de produção à partir da lateral;
- As Figuras 7A e 7B são diagramas explanatórios da fórmula do cálculo de um raio delineado Mg no desenho de configuração;
- A Figura 8 é uma vista frontal de um dispositivo do desenho de configuração;
- A Figura 9 é uma vista lateral ilustrando posições embutidas dos elementos de aquecimento 44 para aquecer os dentes 411 e 43t dos rolos da engrenagem 41 e 43.
Lista de Referências Numéricas
1. fralda descartável
a. corpo dianteiro
b. corpo traseiro
3. material não-tecido
3a. folha estirada
3ar. rolo de folha estirada
3r. rolo de material não-tecido
11. dispositivo carretei para desenrolamento
21. rolo de aquecimento (tambor/cilindro, aquecedor)
21a. face circunferencial externa
22. tambor/cilindro de pressão
24. elemento de aquecimento
31. tambor guia
31a. face circunferencial externa tambor/cilindro de pressão
40. dispositivo de desenho
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| 40h. | alojamento |
| 41. | rolo de engrenagem |
| 41a. | face circunferencial externa |
| 41t. | dentes |
| 43. | rolo de engrenagem |
| 43a. | face circunferencial externa |
| 43t. | dentes |
| 44. | elemento de aquecimento |
| 45. | mecanismo ascendente e descendente |
| 46. | mecanismo de condução rotacional |
| 47. | motor |
| 48. | pinhão padrão |
| 48b. | engrenagem |
| 49a. | pino |
| 49b. | pino |
| 51. | correia de transporte |
| 52. | correia plana (correia) |
| 53a. | cilindro de condução |
| 53b. | cilindro de condução |
| 54. | caixa de sucção |
| 56. | cilindro guia |
| 56b. | cilindro de pressão |
| 57. | cilindro de pressão |
| 58. | cilindro guia |
| 59. | cilindro guia |
| 61. | dispositivo carretei de enrolamento |
| S1. | seção de desenrolamento |
| S2. | seção de aquecimento |
| S3. | seção de desenho preliminar |
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| S4. | seção de desenho da configuração |
| S5. | seção de resfriamento |
| S6. | seção de enrolamento |
| P. | passo |
| R. | alcance |
| P0. | origem |
| P1. | ponto de inflexão |
| V1. | velocidade de referência |
| V2. | velocidade circunferencial |
| V3. | velocidade circunferencial |
| V4. | velocidade circunferencial |
| V5. | velocidade circunferencial |
| V56. | velocidade circunferencial |
| V59. | velocidade circunferencial |
| C21. | eixo rotacional |
| C41. | eixo rotacional |
| C43. | eixo rotacional |
| C53a. | eixo rotacional |
| C53b. | eixo rotacional |
| Pin. | Posição |
| Pout. | Posição |
| [0008] Ao | menos os seguintes temas se tornarão claros pela descrição |
do presente relatório descritivo com referência aos desenhos anexos.
[0009] Método para a produção de uma folha que possa ser estirada de um material não-tecido contendo uma pluralidade de tipos de fibras, o material não-tecido tendo uma direção longitudinal, uma direção de largura e uma direção de espessura, o método incluindo:
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7/32
- uma primeira etapa de desenho da delineação do material não-tecido na direção longitudinal pela aplicação de uma tensão na direção longitudinal, e
- uma segunda etapa de desenho, na direção longitudinal, o material nãotecido que tenha sido delineado na primeira etapa de desenho com uma pluralidade de dentes formados em uma face circunferencial externa de cada um dos pares de rolos de engrenagem, o desenho da configuração sendo realizado pela passagem do material não-tecido através de uma fenda entre os rolos da engrenagem que giram enquanto a pluralidade de dentes é engajada uma à outra. Com o referido método para a produção da folha estirada, o material não-tecido que foi delineado na primeira etapa de desenho é ainda delineado com os dentes do par de rolos de engrenagem, a dessa forma uma maior quantidade de configuração poderá ser dada ao material não-tecido do que o desenho do material não-tecido com somente um par de rolos de engrenagem. De acordo com isso, se tornará possível produzir uma folha estirada que expresse uma grande quantidade de estiramento e elasticidade. No referido método para a produção da folha estirada será preferível que:
- um cilindro que de forma potente gire enquanto o contato do material nãotecido seja provido em uma adicional lateral superior na direção longitudinal do que no par de rolos de engrenagem; e
- na primeira etapa de desenho o material não-tecido seja delineado na direção longitudinal pela fixação de uma velocidade circunferencial do cilindro.
[0010] Com o referido método de produção da folha estirada, uma vez que a velocidade circunferencial do par de rolos de engrenagem seja estabelecido superior do que a velocidade circunferencial do cilindro, o material nãotecido poderá ser seguramente delineado na direção longitudinal. No referido método para a produção de uma folha estirada, será preferível que:
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8/32
- ao menos um tipo de fibra da pluralidade do tipo de fibras seja uma fibra que possa ser estirada; e
- ao menos um tipo de fibra da pluralidade do tipo de fibras seja uma fibra extensível que suporte a deformação plástica com um alongamento inferior ao alongamento no limite elástico da fibra estirada.
[0011] Com o referido método para a produção de uma folha estirada, o estiramento e elasticidade são concedidos à folha estirada com base ba fibra que pode ser estirada. No referido método para a produção de uma folha estirada, será preferível que a fibra estirada seja uma fibra de poliolefina termoplástica, e na primeira etapa de desenho, a tensão seja aplicada ao material não-tecido que tenha sido aquecido por um aquecedor. No referido método para a produção da folha estirada, na primeira etapa de desenho a tensão é aplicada ao material não-tecido e o material não-tecido é delineado. Dessa forma, o material não-tecido se encontrará em condição de ser aquecido por um aquecedor, e também a fibra extensível contida no material não-tecido será uma fibra poliolefina termoplástica. Assim sendo, a fibra poliolefina termoplástica se torna adequada para resistir a deformação plástica, e se tornando mais difícil de ser quebrada. Como um resultado, a quebra não intencional do material não-tecido devido à aplicação da tensão poderá ser efetivamente prevenida. No referido método de produção de uma folha estirada será preferível que a fibra que poderá ser estirada seja uma fibra de elastômero termoplásticca tendo maior ponto de fundição do que a fibra poliolefina termoplástica. Com o referido método de produção da folha estirada, mesmo se o material não-tecido em um estado aquecido é delineado na primeira etapa de desenho, o estiramento é seguramente conseguido na folha estirada baseada na fibra estirada. Uma detalhada descrição será provida abaixo. Uma vez que a fibra estirada contribui para a expressão do estiramento após o desenho, será preferível que a deformação plástica seja inferior n a fibra estirada para a expressão de estiramento e
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9/32 flexibilidade. Nesse sentido, como acima mencionado, a fibra estirada é uma fibra de elastômero termoplástica que tem maior ponto de fundição do que a fibra poliolefina termoplástica. Assim sendo, mesmo quando a fibra extensível for aquecida à uma região de temperatura na qual a fibra extensível poderá ser delineado com relação à primeira etapa de desenho, a fibra estirada será geralmente menos adequada para facilmente resistir a deformação plástica. Como um resultado, a deformação plástica da fibra estirada é suprimida e o estiramento e a flexibilidade para a folha estirada. No referido método de produção da folha estirada, será preferível que o par de rolos de engrenagens envolvido na segunda etapa de desenho inclua um aquecedor para aquecer o material não-tecido . Com o referido método de produção da folha estirada, na segunda etapa de desenho o material nãotecido é delineado por um par de rolos de engrenagens em um estado para ser aquecido por um aquecedor provido em um par de rolos de engrenagens. Dessa forma, devido à este aquecimento, a fibra extensível que é a fibra poliolefina termoplástica se torna adequada para resistir a deformação plástica e menos possível de ser quebrada durante o delineamento. Assim, a quebra não intencional do material não-tecido durante o delineamento pelo par de rolos de engrenagens poderá ser efetivamente prevenida. No referido método de produção da folha estirada, será preferível incluir uma etapa de resfriamento para resfriar o material nãotecido que tenha sido delineado na segunda etapa de desenho. Com o referido método para produzir a folha estirada, uma vez que o material nãotecido esteja prontamente resfriado após a configuração na segunda etapa de desenho, a deformação plástica da fibra estirada após o delineamento poderá ser efetivamente suprimido, e como um resultado, o estiramento e a flexibilidade serão seguramente conseguida para a folha estirada. No referido método para produção de uma folha estirada, será preferível que na etapa de resfriamento a tensão do material não-tecido seja diminuída na
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10/32 etapa de resfriamento, e a deformação da fibra estirada após o delineamento poderá ainda ser efetivamente suprimida, em como um resultado o estiramento e flexibilidade da folha estirada será mais confiável. No referido método para a produção de uma folha estirada será preferível que na etapa de resfriamento o material não-tecido seja sugado por uma correia com uma pluralidade de orifícios de sucção formados na mesma que se movem em uma predeterminada direção, e sejam transportados em uma predeterminada direção, e então o material não-tecido é resfriado pelo ar sugado através dos orifícios de sucção enquanto transportados pela correia. Com o referido método de produção de uma folha estirada, o material nãotecido é transportado enquanto sugado pela correia, e dessa forma, não será necessário aplicar uma grande tensão ao material não-tecido para um transporte estável. De acordo com isto, será possível reduzir a tensão que atua no material não-tecido na etapa de resfriamento para aproximadamente zero. Assim, a deformação plástica da fibra estirada após o delineamento poderá ainda ser efetivamente suprimida, e como um resultado o estiramento é obtido para a folha estirada de maneira mais segura. Além disso, uma vez que o material não-tecido é resfriado com o ar para sugar o material não-tecido pela correia, não haverá a necessidade de prover outro dispositivo de resfriamento e a configuração do aparelho poderá ser simplificada.
[0012]« Método para Fabricação da Folha Estirada 3a da Presente Incorporação » [0013]« Explanação abreviada do “Processamento do Desenho da Configuração” com relação ao Método de Produção da Folha Estirada 3a» [0014] Primeiramente, uma abreviada explanação do “processamento do desenho da configuração” relativo ao método de produção da folha estirada 3a, será dada. O material não-tecido 3 usado como material para a folha estirada 3a é um material não-tecido tipo-misto 3 que é produzido pela
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11/32 combinação de uma fibra extensível e uma fibra estirada por fiação fundida ou similar. Aqui, a “fibra extensível” significa uma fibra que resista à deformação plástica com um alongamento inferior que o alongamento no limite elástico da fibra estirada. Em outras palavras, poderá ser dito que a fibra extensível pe um fica que poderá substancialmente se estender não elasticamente e a fibra estirada é uma fibra que poderá ser estendida elasticamente. Entretanto, no método de produção de acordo coma a presente incorporação, uma vez que o material não-tecido 3 é aquecido durante o processamento de configuração como descrito abaixo, a fibra poliolefina termoplástica é usada como fibra extensível, enquanto a fibra de elastômero termoplástica que tem superior ponto de fundição do que a fibra poliolefina termoplástica sendo usada como fibra estirada. Exemplos de anteriores fibras poliolefinas termoplásticas incluem uma única fibra como fibra de polipropileno ou fibra de poliéster, e uma fibra conjugada com uma estrutura com núcleo revestido consistindo de polipropileno ou poliéster. Entretanto, aqui, a única fibra de polipropileno (doravante referenciada como uma “fibra PP”) será usada. Além disso, exemplos das últimas fibras de elastômero termoplásticas incluem um fibra de poliuretano. No caso presente, a fibra de poliuretano é usada. Essa fibra PP e a fibra de poliuretano são combinadas à por exemplo, um raio de peso de 50:50. Os métodos para produção do material não-tecido 3 incluem um método de extrusão (um método onde as fibras são unidas umas às outras pela própria ligação através da direta fiação), ou um método de ligação química (método no qual as fibras são unidas através da ligação umas nas outras com uma resina adesiva aplicada às mesmas). Entretanto, na presente, o método de extrusão será usado. Além disso, o peso ou o diâmetro da fibra do material não-tecido 3 é determinado dependendo das especificações requeridas da folha estirada 3a, entretanto, na presente incorporação, uma vez que a folha estirada 3a é usada para um membro de fixação da fralda descartável 1 para
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12/32 ser fixada em torno do tronco, o peso básico é estabelecido para 35 (g/m2) e o diâmetro da fibra da fibra PP e a fibra de poliuretano estabelecidos de 10 à 30 (pm). Dessa forma pela expressão do processamento de desenho do referido material não-tecido 3, o estiramento e a flexibilidade são expressados no referido material não-tecido e de maneira a se tornar uma folha que possa ser estirada 3a. As Figuras 4A e 4B são diagramas explanatórios de um mecanismo no qual o estiramento é expressado no processamento de desenho, e cada diagrama mostrando a curva de cargaalongamento do material não-tecido 3. Quando uma tensão (doravante também referenciada como uma “carga”) é aplicada ao material não-tecido 3 dentro do limite elástico da fibra de poliuretano, que é a fibra estirada, no sentido de realizar o processamento de desenho em um material não-tecido não delineado 3, a curva de carga-alongamento como mostrado na Figura 4A é obtida durante o referido processamento de desenho. Especificamente, a obtida curva de carga-alongamento inclui uma histerese na qual a carga sob o mesmo alongamento é inferior quando a tensão será liberada quando a tensão tiver sido aplicada. Assim no caso onde a tensão é aplicada novamente após o processamento de desenho, a curva de cargaalongamento como mostrado na Figura 4 será delineada. Além do descrito, o material não-tecido 3 se estira à um significante baixo módulo elástico da origem P0 à um ponto de inflexão P1 na Figura 4B. Entretanto a carga rapidamente aumenta em uma forma substancialmente curva quádrica, desde que o alongamento exceda o ponto de inflexão P1. Assim, normalmente pela expressão deste baixo alcance do módulo elástico R, o estiramento é considerado para ser desenvolvido no material não-tecido 3 pelo processamento de desenho. Uma quantidade do alongamento D da origem P0 e um estado descarregado ao ponto de inflexão P1 é definido como uma “quantidade desenvolvida de estiramento D”. Incidentalmente, a razão do material não-tecido 3 se estirando à um significante baixo módulo
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13/32 elástico da origem PO ao ponto de inflexão P1 após o processamento de desenho poderá ser explanado a seguir. A Figura 5A é uma vista esquemática mostrando um estado da fibra antes do processamento de desenho (ou seja, um estado desconfigurado). A Figura 5B é uma vista esquemática mostrando um estado da fibra durante o processamento de desenho (ou seja, durante o carregamento). A Figura 5C é uma vista esquemática mostrando um estado da fibra após o processamento de desenho (ou seja, após o descarregamento). Notar que uma estrutura de unidade mínima geral constituindo o material não-tecido 3 poderá ser modelada como, a fibra de poliuretabo como a fibra estirada e a fibra PP como a fibra extensível sendo conectada em paralelo, como mostrado na Figura 5A. No caso onde o material não-tecido desconfigurado 3 mostrado na Figura 5A é delineado, a fibra de poliuretano que é a fibra estirada, resiste à deformação elástica. Entretanto, como mostrado na Figura 5B, a fibra PP, que é a fibra extensível cujo alongamento no limite elástico pe inferior que o da fibra estirada, resiste à deformação plástica em uma comparativamente prematura etapa e a fibra PP é alongada pela deformação plástica. De acordo com isso, quando a tensão é liberada neste estado, como mostrado na Figura 5C, a fibra de poliuretano simplesmente cessa de ser elasticamente alongada, em outras palavras, o total comprimento da mesma retorna à substancialmente o mesmo tamanho anterior à aplicação da tensão. Entretanto, o comprimento total da fibra PP é alongado pela quantidade do alongamento plástico e a fibra PP começa a se afrouxar. Dessa forma, se a tensão é aplicada novamente ao material nãotecido 3 que tenha resistência ao processamento de desenho, o material não-tecido 3 resiste a tensão acima somente pela deformação elástica da fibra de poliuretano até a parte solta da fibra PP ser completamente estendida de modo a ser estirada sobre o inteiro comprimento da mesma. Assim sendo, como mostrado na Figura 4B, o material não-tecido 3 é
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14/32 estendido em um significante baixo módulo elástico. Entretanto, como mostrado na Figura 5D, à partir do ponto ao qual o acima mencionado afrouxamento na fibra PP é tido e a fibra PP é estirada sobre o inteiro comprimento da mesma, a deformação elástica-plástica da fibra PP também começa a resistir a tensão. De acordo com isso, a tensão requerida para estender o material não-tecido 4 rapidamente aumenta à partir daquele ponto. Isto representa dizer, que o ponto no qual o afrouxamento da fibra PP desaparece será o ponto de inflexão P1 na Figura 4B, e baseado nas descrições dadas, bem como na Figura 4B, a curva carga-alongamento após o processamento do desenho é tal que o material não-tecido 3 é estirado em um extremamente baixo módulo elástico excedendo o ponto de inflexão P1. Incidentalmente, isto ocorre mesmo quando a tensão é liberada dentro de um alcance R à partir da origem PO ao ponto de inflexão P1, notadamente, dentro do alcance R da “quantidade do estiramento desenvolvido D”, a curva de carga-alongamento substancialmente trilha de volta ao longo da curva de carga-alongamento durante o carregamento mostrado na Figura 4B, e retorna à origem PO. Incidentalmente, na definição do acima mencionado “quantidade do estiramento desenvolvido D”, a “quantidade do estiramento desenvolvido D” é definida como a quantidade do alongamento D da origem PO ao ponto de inflexão P1. Entretanto, baseado na descrição acima, a posição do ponto de inflexão P1 se move mais longe da origem PO de modo que o afrouxamento na fibra PP após o processamento de desenho seja maior. Assim sendo, quanto maior pe o afrouxamento na fibra PP, maior é a “quantidade do estiramento desenvolvido D”. Além disso, uma quantidade de desenho E (ver Figura 4A) no processamento de desenho necessita ser aumentada no sentido de aumentar o afrouxamento na fibra PP. Conseqüentemente, para aumentar a quantidade do estiramento desenvolvido na folha estirada 3a, será
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15/32 importante ter uma grande quantidade de desenho configurado E ao material não-tecido 3 no processamento de desenho.
[0015]« Método Para Fabricação da Folha Estirada 3a » [0016] A Figura 6 é um desenho (layout) de uma linha de produção da folha estirada 3a, e mostra a linha de produção como vista de uma face lateral. Esta linha de produção implementa um método contínuo de produção, no qual o material não-tecido 3 como material é processado em uma forma de folha contínua na direção do fluxo da linha de produção, de modo a produzir continuamente a folha estirada 3a, e incluindo seis seções de S1 à S6. Especificamente, (1) a seção de ondulação S1 na qual o material não-tecido 3 é liberado na forma de folha contínua ao longo do fluxo de direção da linha de produção após a ondulação e laminação de um rolo do material nãotecido 3r (o material não-tecido enrolado na forma de um cilindro), (2) uma seção de aquecimento S2 na qual o liberado material não-tecido 3 é aquecido enquanto movido na direção do fluxo; (3) uma seção de desenho preliminar S3 (que corresponde à uma seção que conduz uma “primeira etapa de desenho” nas REIVINDICAÇÕES) na qual a tensão é aplicada na direção do fluxo ao material não-tecido 3 que tenha sido aquecido para elevar sua temperatura, e o material não-tecido 3 sendo delineado preliminarmente, (4) uma seção de desenho da engrenagem S4 (que corresponde à uma seção que conduz uma “segunda etapa de desenho” nas REIVINDICAÇÕES) na qual o material não-tecido delineado preliminarmente 3 é ainda configurado na direção do fluxo pelos rolos da engrenagem 41 e 43, (5) uma seção de resfriamento S5 (que corresponde à uma seção que conduz uma “etapa de resfriamento” nas REIVINDICAÇÕES) na qual o material não-tecido 3 delineado pelos rolos da engrenagem 41 e 43 é resfriado, e (6) uma seção de enrolamento S6 na qual a folha estirada 3a, que é o material não-tecido 3, é enrolado em uma forma de cilindro. Assim, com o referido método de produção, o material
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16/32 não-tecido 3 é preliminarmente delineado com a tensão aplicada na seção de desenho preliminar S3 antes do processamento do desenho na seção de desenho da engrenagem S4. Em outras palavras, o material não-tecido 3 que foi delineado por uma predeterminada quantidade de desenho na seção de desenho preliminar S3 é ainda delineado para dar ao material não-tecido 3 uma quantidade de desenho de configuração que seja superior à quantidade de desenho de configuração dado somente pelos rolos da engrenagem 41 e 43 na seção de desenho da engrenagem S4, por uma quantidade do desenho preliminar. Como um resultado, se torna possível produzir a folha estirada 3a que expresse uma grande quantidade de estiramento. Cada uma das seções S1 à S6 serão descritas a seguir. Notar que o fluxo de direção da linha de produção é o mesmo da direção longitudinal do material não-tecido 3 na forma da folha contínua. Além disso, a direção da extensão do material não-tecido 3 ortogonal à direção longitudinal do material não-tecido 3 (direção da penetração da face da folha na Figura 6) será simplesmente referida como “direção de extensão”.
(1) Seção de Enrolamento S1 [0017] A seção de enrolamento S1 é provida com um dispositivo carretei de enrolamento 11. O rolo do material não-tecido 3r é anexado à este dispositivo carretei de enrolamento 11 e o material não-tecido e é enrolado, e o material não-tecido enrolado 3 é liberado na forma de folha contínua para a seção de aquecimento S2 na lateral descendente do fluxo de direção, estabelecendo uma predeterminada velocidade de referência V1 como velocidade alvo do transporte.
(2) Seção de Aquecimento S2 [0018] Quatro cilindros de aquecimento (correspondente à um “tambor” e um “aquecedor” nas REIVINDICAÇÕES) são dispostos como aquecedores para o aquecimento do material não-tecido 3 na seção de aquecimento S2. O material não-tecido 3 é seqüencialmente enviada na forma da folha contínua
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17/32 à partir do cilindro de aquecimento 21 na lateral acima do fluxo de direção ao cilindro de aquecimento 21 na lateral descendente do fluxo de direção, enquanto sendo seqüencialmente envolta em forma de S em uma face circunferencial externa plana 21a de cada cilindro de aquecimento. Enquanto o material não-tecido contata as faces circunferenciais externas 21a desses cilindros de aquecimento 21, o material não-tecido 3 é aquecido em cada face circunferencial externa 21a. Notar que o material não-tecido 3 é aquecido nesta etapa no sentido de prevenir a quebra do material não-tecido 3 na próxima seção de desenho preliminar S3, que será descrita posteriormente. Os quatro cilindros de aquecimento 21 dispostos na lateral cima para a lateral descendente na direção do fluxo são rolos macios com um corpo cilíndrico de aço tendo a mesma estrutura. Cada cilindro de aquecimento 21 tem a orientação de um eixo rotacional C21 alinhado com a direção da extensão, e cada um se conduzindo de maneira rotativa na mesma velocidade circunferencial V2. O torque de condução para cada cilindro de aquecimento 21 é distribuído e suprido à partir de uma fonte de energia conduzida, por exemplo, um único motor (não mostrado). Isto significa que, o torque de condução é introduzido para cada um dos quatro cilindros de aquecimento 21 através de uma apropriada unidade de transporte de energia de correia sem fim ou similar (não mostrado), provida com uma roldana unida ao motor, e uma correia sem fim se estendendo em torna da roldana ou algo similar. Além disso, a velocidade circunferencial V2 do cilindro de aquecimento 21 é controlada de modo a ser substancialmente a mesma velocidade da acima referenciada velocidade de referência V1. De acordo com isso, na seção de aquecimento S2, uma condição é mantida na qual a tensão aplicada ao material não-tecido 3 é mantida tão pequena quanto possível em um alcance no qual o material não-tecido 3 se solte. Dentro de cada cilindro de aquecimento 21, um elemento de aquecimento 24 para aquecer a face circunferencial externa 21a do mesmo é embutido. A
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18/32 temperatura na face circunferencial externa 21a é ajustada pelo ajuste do valor de aquecimento do elemento de aquecimento 24. Enquanto a temperatura alvo da face circunferencial externa 21a é determinada dependendo das fibras constituintes do material não-tecido 3, basicamente, a temperatura alvo é estabelecida baseada no ponto de fundição da fibra poliolefina termoplástica, que tem inferior ponto de fundição, para uma apropriada temperatura que seja igual ou inferior ao ponto de fundição. Aqui, uma vez que a fibra poliolefina termoplástica seja a fibra PP, a temperatura alvo da superfície externa 21a será estabelecida, por exemplo à 80 graus. A posição embutida do elemento de aquecimento 24 é estabelecida em um ponto simétrico em relação ao eixo rotacional C21 de modo que a face circinferencial externa 21a do cilindro de aquecimento 21 seja eventualmente aquecida sobre a inteira circunferência do mesmo. Aqui, através de um único orifício para inserir o elemento de aquecimento em substancial forma de barra 24 ao longo da direção do eixo rotacional com o centro do orifício se igualando ao eixo rotacional C21, sendo formado em cada cilindro de aquecimento 21. Assim, o material não-tecido 3 aquecido na seção de aquecimento S2 como acima descrito é liberado para a seção de desenho preliminar S3 que se encontra na lateral descendente na direção do fluxo pelo cilindro de aquecimento 21 que se gira na velocidade circunferencial V2.
(3) Seção de Desenho Preliminar [0019] Na seção de desenho preliminar S3, a tensão na direção do fluxo é aplicada ao material não-tecido 3 que tenha sido aquecido na seção de aquecimento S2 de modo a preliminarmente delinear o material não-tecido 3. Após isso, esse desenho preliminar, será referenciado como “desenho preliminar”. Este desenho preliminar é realizado através do estabelecimento da velocidade circunferencial V2 do cilindro de aquecimento 21 disposto na lateral mais descendente da seção de aquecimento S2, e uma velocidade
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19/32 circunferencial V4 dos rolos da engrenagem 41 e 43 da seção de desenho da engrenagem S4 que será descrita posteriormente. Especificamente, no sem tido de obter a tensão para o desenho preliminar ao material não-tecido 3, a velocidade alvo da velocidade circunferencial V4 dos rolos de engrenagem 41 e 43 é estabelecida superior que a velocidade alvo da velocidade circunferencial V2 do cilindro de aquecimento 21 por uma quantidade correspondente à um raio delineado Mp descrito abaixo. Por exemplo, a velocidade alvo da velocidade circunferencial V4 é estabelecida para Mp vezes a velocidade alvo da velocidade circunferencial V2. Notar na presente incorporação, um cilindro guia 31 para direcionar o material nãotecido 3 à um espaço entre os rolos de engrenagem 41 e 43 sendo disposto entre o cilindro de aquecimento mais descendente 21 e os rolos de engrenagem 41 e 43. Como um resultado do material não-tecido 3, sendo envolvido em torno do cilindro guia 31 à um predeterminado ângulo de envoltório, o fluxo de direção do material não-tecido 3 será direcionado na direção do espaço entre os rolos de engrenagem 41 e 43. Aqui, como um parâmetro outra que a quantidade do desenho de configuração que indique em qual extensão o material não-tecido 3 será delineado, um novo parâmetro denominado raio de delineado M será introduzido. Este raio delineado M indica o número de vezes pelas quais um comprimento total La do material não-tecido 3 após o desenho será multiplicado comparado ao comprimento total Lb do material não-tecido 3 antes do desenhos, a assim definido pela Expressão 1 abaixo.
[0020] Raio Delineado M = Comprimento total La na direção do fluxo após o desenho da configuração [0021]/ Comprimento total Lb na direção do fluxo antes do desenhos da configuração
Expressão 1
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20/32 [0022] Na seção de desenho preliminar S3, o material não-tecido 3 é delineado na direção do fluxo do raio delineado Mp de 1.1 à 1.8 vezes por exemplo, baseado na diferença nas velocidades circunferenciais AV (= V4 V2) entre o estabelecido cilindro de aquecimento 21 e os rolos de engrenagem 41 e 43. Entretanto não há limitação para isto, e o raio delineado M p poderá ser alterado dependendo de outras condições. Além disso, se o raio delineado Mp for aumentado, a tensão que atua no material não-tecido 3 aumenta e o material não-tecido poderá ser rompido. Entretanto, a este respeito, na presente incorporação o material não-tecido 3 é aquecido de maneira antecipada na acima descrita seção de aquecimento S2 de modo a aumentar a temperatura da mesma. Além disso, o material não-tecido 3 contém a fibra PP, sendo a referida fibra PP termoplástica. Assim sendo, a fibra PP termoplástica seguramente resiste à deformação plástica em razão do acima referido aquecimento, tornando-se menos propícia a ser rompida durante a configuração. Como um resultado, a ruptura do material não-tecido 3 causada pela aplicação da tensão será prevenida. Além disso, será preferível prover um cilindro de prensagem 22 para o cilindro de aquecimento mais descendente 21, que direcionará girando enquanto imprensando o material não-tecido 3 com este cilindro de aquecimento 21, como mostrado na Figura 6. Desta forma, o material nãotecido 3 é pressionado contra a face circunferencial externa 21a do cilindro de aquecimento 21 com o cilindro de prensagem 22, e então o relativo deslizamento entre o cilindro de aquecimento 21 e o material não-tecido 3 na direção do fluxo poderá ser seguramente suprimido, e conseqüentemente, o material não-tecido 3 poderá ser delineado de forma confiável no raio delineado alvo Mp pelo estabelecimento da diferença nas velocidades circunferenciais AV entre o cilindro de aquecimento 21 e os rolos de engrenagem 41 e 43.
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21/32 [0023] Além disso, o cilindro guia 33 mostrado na Figura 6 poderá ser um cilindro direcionado que rotacione de uma maneira conduzida, ou um cilindro direcionador que gire com o motor ou similar. Entretanto, no caso do último cilindro direcionado, a velocidade alvo de uma velocidade circunferencial V3 é estabelecida para uma velocidade entre a velocidade alvo da velocidade circunferencial V 4 dos rolos de engrenagem 41 e 43. Além disso, no cãs o do cilindro direcionado, será preferível prover um cilindro de prensagem 32 que gire de maneira direcionada enquanto imprensando o material nãotecido 3 com o cilindro guia 31, como mostrado na Figura 6. Deste modo, o material não-tecido 3 é prensado contra uma face circunferencial externa 31a do cilindro guia 31 com o cilindro de prensagem 32, e dessa forma, o relativo deslizamento entre o cilindro guia 31 e o material não-tecido 3 na direção do fluxo poderá ser seguramente suprimido, e conseqüentemente, o material não-tecido 3 poderá ser confiavelmente delineado devido ao menos a diferença nas velocidades circunferenciais entre o cilindro de aquecimento 21 e o cilindro guia 31.
(4) Seção de Desenho da Engrenagem S4 [0024] Na seção de desenho da engrenagem S4, em adição à quantidade do desenho de configuração delineada na estabelecida seção de desenho preliminar S3, o material não-tecido 3 é ainda delineado na direção do fluxo com os rolos de engrenagem 41 e 43. Isto representa dizer que o material não-tecido 3 que foi delineado no raio delineado Mp na seção de desenho preliminar S3 será ainda delineado no raio delineado Mg da seção de desenho da engrenagem S4. Assim sendo, após o material não-tecido 3 resistir esta série de desenhos de configurações na seção de desenho preliminar S3 e na seção de desenho da engrenagem S4, o total raio delineado Mt do material não-tecido virá a ser Mt = Mp x Mg. Como um resultado, a quantidade de desenho de configuração será aumentado por Mp vezes comparado com o raio delineado Mg na caso onde há somente uma
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22/32 seção de desenho de engrenagem S4. Notar que, doravante, este desenho da configuração do material não-tecido 3 com os rolos de engrenagem 41 e 43 será referido como “desenho da engrenagem”. Aqui, o desenho da engrenagem será descrito com referência à Figura 2. O desenho da engrenagem será realizado usando um par de rolos de engrenagens superior e inferior 41 e 43, na qual os dentes (dentes tendo a mesma forma dos dentes da então denominada “junção de engrenagens” são formados em uma forma de onda na direção circunferencial em uma predeterminada freqüência de formação P nas faces circunferenciais 41a e 43a da mesma. Isto significa que o “desenho da engrenagem” é um método no qual o material não-tecido 3 passa através do espaço entre os rolos da engrenagem 41 e 43, enquanto o material não-tecido 3 é deformado e sendo unido em três pontos pelos dentes 411 do rolo da engrenagem superior 41 e os dentes 43t do rolo da engrenagem inferior 43 para se engajar um ao outro (ver a vista direita ampliada da Figura 2) de modo a ser delineado na direção do fluxo. No caso onde o material não-tecido 3 passa através do espaço entre os rolos, o material não-tecido no qual o original comprimento total antes do desenho da engrenagem será P na Figura 7A sendo delineado pela deformação e sendo ligado por três pontos pelos dentes 411 e 43t que se engajam um ao outro como mostrado na Figura 7B. De acordo com isto, quando o relacionamento geométrico dessas alterações no estado são levadas em conta, o raio delineado Mg do material não-tecido 3 devido ao desenho da engrenagem poderá ser aproximadamente expressado como uma função da formação da medida de freqüência P dos dentes 411 (43t) e a profundidade do engajamento L dos dentes 411 e dos dentes 43t, com na Expressão 2 abaixo.
Mg = 2 x λ/ (L2 + (P/2) 2 )/P Expressão 2 [0025] Um dispositivo de desenho da engrenagem 40 como mostrado na
Figura 8 é harmonizado na seção de desenho da engrenagem S4 no sentido
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23/32 de realizar o referido desenho da configuração da engrenagem. A Figura 8 é uma vista frontal do dispositivo de desenho da embreagem 40 (ou seja, a figura descrita pela visão ao longo das flechas VIII-VIII da Figura 6). O dispositivo de desenho da engrenagem 40 inclui um par de rolos de engrenagens superior e inferior 41 e 43 tendo eixos respectivos rotativos C41 e C43 do mesmo que são harmonizados em paralelo com a direção da extensão, que gira enquanto as respectivas faces circunferenciais externas 41a e 43a do mesmo são opostas uma à outra, e um mecanismo de direcionamento rotacional 46 para totacionar os rolos de engrenagem 41 e 43 em torno dos eixos rotacionais C41 e C43. Os rolos das engrenagens 41 e 43 são corpos cilíndricos de aço tendo o mesmo diâmetro, cada um sendo suportado por um alojamento 40h do dispositivo de desenho da engrenagem 40 através de suportes 42 em ambas partes extremas dos mesmos na direção do eixo rotacional, de modo a serem giratórias em torno do eixo rotacional. Notar que neste exemplo, enquanto o rolo da engrenagem superior 41 é suportado pelo alojamento 40h de modo a ser inábil para ascender e descender, o rolo da engrenagem inferior 43 é suportado por um mecanismo ascendente e descendente 45 como um cilindro hidráulico por exemplo, de maneira a ser capaz de ascender e descender. Assim sendo, pela operação de ascender e descender do referido mecanismo 45, o tamanho do espaço entre o rolo da engrenagem superior 41 e o rolo da engrenagem inferior 43 é ajustado de modo a ter um predeterminado valor alvo. Isto representa dizer que a profundidade do engajamento L entre os dentes 411 do rolo da engrenagem superior 41 e os dentes 43t do rolo da engrenagem inferior 43 é ajustada de modo a ter o predeterminado valor alvo. O valor objetivado da profundidade do engajamento L é determinado dependendo do raio delineado Mg no desenho da engrenagem. Como mostrado em uma vista lateral da Figura 9, o elemento de aquecimento 44 para aquecer os rolos das engrenagens 41 e 43 são embutidos dentro de
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24/32 cada um dos rolos da engrenagem 41 e 43, e a temperatura dos dentes 411 e 43t das faces circunferenciais externa s 41a e 43a dos rolos das engrenagens 41 e 43 é ajustada pelo ajuste do valor de aquecimento do elemento de aquecimento 44. A temperatura alvo dos dentes 411 e 43t é determinada dependendo da fibra constituinte do material não-tecido 3, e na presente incorporação, a temperatura objetivada dos dentes 411 e 43t é determinada para ser de 55 graus por exemplo. Notar que as posições de encaixe dos elementos de aquecimento 44 são dispostas de maneira em um ponto simétrico com relação aos eixos rotacionais C41 e C43, de modo que as faces circunferenciais externas 41a e 43a dos rolos da engrenagem 41 e 43 sejam eventualmente aquecidas sobre a inteira circunferência dos mesmos.
[0026] Assim, através dos orifícios para inserir doze elementos de aquecimento em forma de barras 44 ao longo da direção do eixo rotacional são cada um formados em doze posições que igualmente dividem a inteira circunferência dos rolos da engrenagem 41 e 43 em doze, na direção circunferencial, tendo igual distância das faces circunferenciais externas 41a e 43a na direção radial. O mecanismo de direcionamento rotacional 46 inclui, como mostrado na Figura 8, um motor 47 que serve como uma fonte de energia de direcionamento para a operação rotacional dos rolos das engrenagens superior e inferior 41 e 43, um pinhão padrão 48 para a distribuição do torque direcional do motor 47 aos rolos das engrenagens superior e inferior 41 e 43, e um par de pinos superior e inferior 49a e 49b para a transmissão do torque direcional aos rolos das engrenagens superior e inferior 41 e 43. O torque direcional de um único eixo suprido do motor 47 é distribuído ao torque direcional de dois eixos por um par de engrenagens 48a e 48b que se engajam um ao outro no pinhão padrão 48, e o torque direcional desses dois eixos é transmitido ao rolo da engrenagem superior 41 e ao rolo da engrenagem inferior 43 por via do pino superior 49a e do
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25/32 pino inferior 49b que são ligados às engrenagens 48a e 48b respectivamente, e dessa forma cada um dos rolos das engrenagens superior e inferior 41 e 43 rotacionam na mesma velocidade circunferencial V4. Notar que a “velocidade circunferencial V4” aqui se refere à uma velocidade no topo dos dentes (extremidade distai dos dentes 411 e 43t). Com o referido dispositivo de desenho da engrenagem 40, como mostrado na Figura 6, no caso onde o material não-tecido 3 passa através do espaço entre os rolos das engrenagens superior e inferior rotacionais 41 e 43, o material não-tecido 3 será delineado no raio delineado Mg de 2.8 à 2.9 por exemplo, com os dentes 411 e 43t das faces circunferenciais externas 41a e 43a dos rolos das engrenagens superior e inferior 41 e 43. O material nãotecido 3 que tem resistência ao desenho da engrenagem é liberado em uma forma de folha contínua para a seção de resfriamento S5 na lateral descendente no fluxo de direção.
(5) Seção de Resfriamento S5 [0027] Na seção de resfriamento S5, como mostrado na Figura 6, uma pluralidade de cilindros guias 56 e 57 para guiar o material não-tecido 3 delineado pelo dispositivo de desenho da engrenagem 40 à um dispositivo de resfriamento 51 descrito abaixo, o dispositivo de resfriamento 51 para resfriar o material não-tecido 3 enquanto o material não-tecido 3 é transportado em uma forma de folha contínua, e uma pluralidade de cilindros guias 58 e 59 para direcionar o material não-tecido resfriado 3 à seção de enrolamento S6 onde são dispostos.
[0028] Este dispositivo de resfriamento 51 prontamente resfria o material não-tecido 3 para a proximidade da temperatura normal, de modo que a deformação plástica da fibra estirada que contribui para expressar o estiramento e a flexibilidade no material não-tecido delineado 2, notadamente, a fibra de poliuretano, sendo efetivamente suprimida. Como
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26/32 um resultado, o estiramento é seguramente obtido na folha estirada 3a como o material não-tecido 3 após o processamento do desenho.
[0029] Na presente incorporação, uma correia condutora do tipo sucção 51 é usada como dispositivo de resfriamento 51. Esta correia de transporte do tipo sucção 51 tem uma configuração na qual uma correia plana 52 usada para o transporte (isto corresponde à uma “correia” nas REIVINDICAÇÕES) incluindo uma pluralidade de orifícios de sucção (não mostrados) formados sobre a inteira face da mesma, esses orifícios de sucção sugando o ar em volta da mesma, e a correia plana 52 sendo revolvida enquanto o material não-tecido 3 como objeto de transporte é sugado em direção da correia plana 52 com a força de sucção resultando na forma de sucção e dessa forma transportando o material não-tecido 3. De acordo com isto, o fluxo de ar que passa através do material não-tecido 3 na direção da espessura ao material não-tecido 3 como um resultado da ar sugado dos orifícios de sucção naquele momento, e dessa forma o material não-tecido 3 sendo efetivamente resfriado.
[0030] Descrita em maiores detalhes, a correia de transporte 51 inclui um par de cilindros 53a e 53b que são providos em duas posições uma à uma no fluxo de direção, enquanto os eixos rotacionais C53a e C53b são orientados para a direção da extensão, e a correia plana sem fim 52 se estendendo em torno do par de cilindros 53a e 53b, sendo revolvida pelo cilindro 53a, um dos cilindros que direciona a rotação, e uma caixa de sucção 54 para sugar o ar através dos orifícios de sucção na correia de transporte 52, que é disposta dentro da órbita circular fechada da correia plana 52. Notar que o cilindro 53a, um do par de cilindros 53a e 53b, é um cilindro direcionador que gira usando um motor (não mostrado) como uma fonte de energia condutora, e o outro cilindro 53b é um cilindro direcionado que gira por ser direcionado pelo cilindro direcionador.
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27/32 [0031] Além disso, o espaço interno da caixa de sucção 54 é mantido em uma pressão negativa com um apropriado dispositivo tipo ventoinha, tornando possível a entrada do ar através dos orifícios de sucção. Com a referida configuração, o material não-tecido 3 guiado para a vizinhança do cilindro direcionador 53a pelos cilindros guias 56 e 57 é sugado em uma posição Pin para a correia plana 52 aderindo à correia plana 52.
[0032] A partir daí o material não-tecido 3 se move proximamente de maneira integral com a correia de transporte 52 ao cilindro direcionador 53b devido à migração de circulação da correia transportadora 52. Entretanto, a direção do movimento da correia plana 52 é revertida neste cilindro direcionador 53b, de modo que o material não-tecido 3 seja similarmente revertido. Após isso, o material não-tecido 3 é movido para a vizinhança do cilindro direcionador 53a.
[0033] Em uma posição Pout o material não-tecido 3 é separado da correia plana 52 pelo cilindro guia 58, e sendo guiado à seção de enrolamento S6 na lateral descendente. Assim, no alcance da posição Pin para a posição Pout, ou seja, no limite no qual o material não-tecido 3 é integramente transportado pela correia transportadora 52, o fluxo de ar ocorre ao material não-tecido 3 passando através do material não teci do 3 na direção da espessura do mesmo devido ao ar entrado através dos orifícios de sucção na correia de transporte 52. De acordo com isso, o material não-tecido 3 é eventualmente resfriado na direção da espessura do mesmo, e ainda o referido fluxo de ar criando uma condição de transmissão de calor de convenção forçada. O coeficiente da transmissão de calor do mesmo é muito alto, e dessa forma o material não-tecido 3 é resfriado rapidamente à normal temperatura ambiente.
[0034] Além disso, uma vez que o material não-tecido 3 é sugado pela correia plana 52 e transportado quase que integramente pela correia plana
52, mesmo se a tensão aplicada ao material não-tecido 3 for reduzida, o
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28/32 problema no transporte como movimento sinuoso ou deslizamento do material não-tecido 3 será menos provável de ocorrer. Assim sendo, a tensão aplicada ao material não-tecido 3 enquanto transportado pela correia de transporte 51 é reduzida à partir da tensão aplicada ao mesmo na seção de desenho preliminar S3.
[0035] Por exemplo, a tensão é estabelecida à uma definido positivo que é próximo de zero.
[0036] Dessa forma, a deformação plástica causada pela tensão da fibra de poliuretano, que é a fibra estirada após a configuração, será efetivamente suprimida, e dessa forma mais confiantemente concessão de estiramento será assegurada à folha estirada 3a .
[0037] A tensão aplicada ao material não-tecido 3 enquanto sendo transportado pela esteira transportadora 51 é ajustada por, por exemplo, um sensor de mediação de tensão (não mostrado) provido na vizinhança do cilindro guia 57 na lateral imediata superior da correia de transporte 51 medindo a extensão da tensão do material não-tecido 3 na vizinhança da esteira de transporte 53, realizando o ajuste de maneira que o valor medido da tensão seja o valor de referência da tensão desejada, pela realização do controle de regeneração de uma velocidade circunferencial V5 do cilindro direcionador 53a que circula a correia plana. Entretanto será possível ajustar a tensão a o acima definido positivo que é aproximadamente próximo de zero simplesmente pelo ajuste da velocidade alvo da velocidade circunferencial V5 para o cilindro direcionador 53a, sem o uso do sensor de medição da tensão. Por exemplo, com referência à Figura 4A, ficará claro que o nível de carga significativamente diminui quando a tensão não é aplicada comparada quando a tensão é aplicada.
[0038] De acordo com isso, pelo ajuste da velocidade referencial da velocidade circunferencial V5 do cilindro direcionador 53a inferior ao valor obtido pela multiplicação da velocidade alvo da velocidade de referência V1
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29/32 pelo raio delineado Mt (= Mp x Mg), a tensão aplicada ao material não-tecido 3 poderá ser significativamente diminuída. Incidentalmente, na presente incorporação, do ponto de vista de prevenir o afrouxamento do material nãotecido 3 durante o transporte, sendo preferível estabelecer a velocidade alvo da velocidade circunferencial V5 superior à velocidade alvo da velocidade circunferencial V4 dos rolos da engrenagem 41 e 43.
[0039] Além disso, os cilindros guias 58 e 59 posicionados ainda na lateral descendente do cilindro direcionador 53a, será preferível para controlar a rotação do cilindro guia 59 que a velocidade circunferencial V59 do mesmo seja substancialmente igual à velocidade circunferencial V5 do cilindro direcionador 53a. Desta forma, a deformação plástica causada pela tensão da fibra de poliuretano que é a fibra estirada após o desenho de configuração é efetivamente suprimida, e dessa forma mais confiabilidade na eficiência de estiramento será fornecido à folha estirada 3a. Entretanto, a pluralidade dos cilindros guias 56 e 57 posicionados entre o dispositivo de desenho da engrenagem 40 e a correia transportadora 51, será preferível que o cilindro guia 56 posicionado na lateral descendente proximal do dispositivo de desenho da engrenagem 40 venha a direcionar a rotação, e a velocidade padrão de uma velocidade circunferencial V56 do mesmo seja estabelecida maior que a velocidade padrão da velocidade circunferencial V4 dos rolos da engrenagem 41 e 43. Isto se deve ao fato que o material não-tecido 3 poderá emperrar os dentes 411 e 43t dos rolos de engrenagem 41 e 43 durante o desenho da engrenagem, e dessa forma a tensão necessitará ser aplicada ao material não-tecido 3 no sentido de separar o material não-tecido 3 dos dentes 411 e 43t. Face a isto, será mais preferível que o cilindro de prensagem 56b seja provido para direcionar a rotação enquanto o material não-tecido 3 é imprensado entre o cilindro guia 56, como mostrado na Figura 6. Desta forma, será possível suprimir o relativo deslizamento entre o cilindro guia 56 e o material não-tecido 3, e como um
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30/32 resultado, a tensão requerida para a separação que é mencionada anteriormente poderá seguramente resultar ao material não-tecido 3.
(6) Seção de Enrolamento S6 [0040] Um dispositivo carretei de enrolamento 61 é provido na seção de enrolamento S6.
[0041] O material não-tecido 3 transportado da seção de resfriamento S6 é enrolado em uma forma de rolo por um dispositivo carretei 61 como a folha estirada 3a na qual o estiramento foi desenvolvido. Após isso, a folha estirada 3a é liberada à outra linha de produção como um rolo de fola estirada 3ar.
[0042] Incorporações da presente invenção tem sido descritas como acima, entretanto a presente invenção não estará limitada à essas incorporações e as seguintes variações serão possíveis. Na incorporação acima, apesar do material não-tecido 3 que inclui dois tipos de fibras, a fibra PP como fibra extensível e a fibra de poliuretano como fibra estirada, tem sido ilustradas como o material não-tecido 4 que inclui uma pluralidade de tipos de fibras, o número dos tipos de fibras não sendo limitado a dois, e o material não-tecido 3 podendo incluir três ou mais tipos de fibras. Dessa forma, as razões para conter a fibra PP como fibra extensível em adição à fibra de poliuretano como fibra estirada são, para suprimir a pegajosidade no material causada quando somente a fibra de poliuretano é usada pela fibra PP;para fazer a descoloração (amarelecimento) devido ao ultravioleta no sol, menos notável que ocorra usando somente a fibra de poliuretano pela fibra PP; e para aumentar o peso base da folha estirada 3a contendo a fibra PP de modo a produzir uma folha volumosa.
[0043] Nas incorporações acima, o material não-tecido tipo misturado 3 que consiste da fibra PP como fibra extensível e a fibra de poliuretano como a fibra estirada sendo combinadas juntas tem sido ilustrado no material nãotecido 3 contendo uma pluralidade de fibras, entretanto o material não
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31/32 técnico 3 não está limitado ao tipo misturado. Por exemplo, uma camada incluindo somente a fibra extensível e uma camada somente incluindo a fibra estirada poderá ser separadamente formada e assentada da direção da espessura do material não-tecido 3. Notar que o número dessas camada não estará limitado a duas, e por exemplo, o material não-tecido 3 poderá ter uma estrutura de camada tripla na qual uma camada incluindo somente a fibra estirada sendo imprensada entre as camadas superior e inferior que incluem somente a fibra extensível.
[0044] Nas incorporações acima, a folha estirada 3a, na qual o estiramento foi desenvolvido é enrolada em forma de rolo na seção de enrolamento S6, e então transportada paras outra linha no estado do rolo de folha estirada 3ar. Entretanto, será possível que a folha estirada 3a, não seja enrolada pelo dispositivo carretei de enrolamento 61, e seja continuamente transportada à outra linha em uma forma de folha contínua (por exemplo, a linha de produção para a fralda descartável 1 e outras similares). Além disso, esta maneira será preferível pela razão abaixo estabelecida.
[0045] No caso onde a folha estirada 3a é enrolada na forma de rolo, a tensão do enrolamento necessita ser aplicada na folha estirada 3a. Entretanto, o tamanho da largura da folha estirada 3a, ou o valor das propriedades como do estiramento poderão variar durante o enrolamento, devido à flutuação da referida tensão de enrolamento. Por exemplo, no início do enrolamento da folha estirada 3a pelo dispositivo carretei de enrolamento 61, a folha estirada 3a é enrolada em uma comparativa alta tensão de enrolamento de modo a prevenir a folha estirada 3a de ser deslizada fora do tubo de papel (núcleo para o enrolamento do rolo da folha estirada 3ar) em uma forma de broto de bambu, que é causado quando a folha estirada 3a é perdida no enrolamento.
[0046] Assim sendo, geralmente, a largura e a dimensão da folha estirada 3a será mais estreita na lateral do núcleo e mais ampla na lateral da
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32/32 circunferência externa do rolo da folha estirada 3ar. Entretanto, como acima estabelecido, o referido problema da variação da largura poderá ser evitado pelo transporte da folha estirada 3a para outra linha de produção na forma de folha contínua, melhorando o enrolamento da folha estirada 3a pelo dispositivo carretei de enrolamento 61.
[0047] Nas incorporações acima, nos cilindros de aquecimento 21, cada cilindro de aquecimento 21 sendo provido com um único elemento de aquecimento 24 com o centro axial do mesmo sendo igualado ao eixo rotacional C21 inserido no mesmo, e nos rolos da engrenagem 41 e 43, cada rolo sendo provido com elementos de aquecimento 44 embutidos em cada uma das posições que igualmente dividem a in teria circunferência do rolo na direção circunferencial. Entretanto, o número de elementos de aquecimento 24 e 44 e as posições de encaixe dos mesmos não são limitadas às das faces circunferenciais externas dos cilindros de aquecimento 22 e os rolos da engrenagem 41 e 43 são eventualmente aquecidos. Por exemplo, a configuração tida em que os cilindros de aquecimento 21 e os rolos da engrenagem 41 e 43 poderá ser oposta.
Claims (4)
1. “MÉTODO PARA PRODUZIR UMA FOLHA ESTIRADA”, a partir de um material não-tecido (3) contendo uma pluralidade de tipos de fibras, o material não-tecido tendo uma direção longitudinal, uma direção de extensão e uma direção de espessura, compreendendo uma primeira etapa de desenho de configuração do material não-tecido na direção longitudinal pela aplicação de uma tensão na direção longitudinal; e uma segunda etapa de desenho da configuração do modelo, na direção longitudinal, o material não-tecido que foi delineado na primeira etapa de desenho da configuração com uma pluralidade de dentes (43t) formados em uma face circunferencial externa de cada um dos pares dos rolos da engrenagem (43), o desenho da configuração do modelo sendo realizado pela passagem do material não-tecido através de uma fenda através dos rolos da engrenagem (43) que giram enquanto a pluralidade de dentes é engajada uma na outra caracterizado por o rolo (21) que é guiado e gira enquanto contata o não-tecido é provido do lado ascendente dos pares dos rolos da engrenagem (43) na direção longitudinal na primeira etapa dos desenhos, o não-tecido é desenhado na direção longitudinal pelo ajuste da velocidade circunferencial do par de rolos da engrenagem (43), mais alta do que de uma velocidade circunferencial do rolo, pelo menos um tipo de fibra de uma pluralidade de tipos de fibras é fibra é esticável, pelo menos um tipo de fibra de uma pluralidade de fibras é uma fibra extensível que se submete a deformação plástica com um alongamento menor do que um alongamento da fibra esticável no limite da elasticidade, a fibra esticável é uma fibra termoplástica de poliolefina, e na primeira etapa do desenho, a tensão é aplicada no não-tecido o qual foi aquecido por um aquecedor, o método ainda compreende uma etapa de resfriamento do resfriamento do não-tecido que foi desenhado na segunda etapa do desenho, onde na etapa de resfriamento, a tensão do não-tecido é diminuída a partir da aplicação de tensão na primeira etapa do desenho.
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2. “MÉTODO PARA PRODUZIR UMA FOLHA ESTIRADA”, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a fibra esticável ser uma fibra elastômera termoplástica possuindo um ponto de fusão mais elevado do que a fibra de poliolefina termoplástica.
3. “MÉTODO PARA PRODUZIR UMA FOLHA ESTIRADA”, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado por o par de rolos de engrenagem (43) envolvido na segunda etapa do desenho, incluir um aquecedor para o aquecimento do não-tecido.
4. “MÉTODO PARA PRODUZIR UMA FOLHA ESTIRADA”, de acordo com qualquer uma das reivindicação precedentes, caracterizado por na etapa de resfriamento, o não-tecido é transportado em uma direção predeterminada sendo sugado por uma correia que se move em uma direção predeterminada e na qual uma pluralidade de orifícios de sucção é formada, e o não-tecido é resfriado por ar sugado através de orifícios de sução enquanto é transportado pela correia.
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