BRPI0717271A2 - União de sinais de comunicação para eficiência - Google Patents

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BRPI0717271A2
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BRPI0717271-0A
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Arulmozhi Kasi Ananthanarayanan
Harleen K Gill
Arvind Vardarajan Santhanam
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Qualcomm Inc
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Description

"AGRUPAMENTO DE SINAIS DE COMUNICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA" FUNDAMENTOS
Campo da Invenção
A invenção refere-se a comunicações em um sistema de telecomunicação sem fio e mais particularmente ao agrupamento de sinais de comunicação que são originados por um terminal de acesso.
Fundamentos
Os sistemas de comunicação sem fio foram desenvolvidos através de várias gerações, incluindo um serviço de telefonia sem fio analógica de primeira geração (IG) , um serviço de telefonia sem fio digital de segunda geração (2G) (incluindo as redes intermediárias 2. 5G e 2.75G) e um serviço sem fio com capacidade de Internet/alta velocidade de dados de terceira geração (3G). Existem atualmente muitos tipos diferentes de sistemas de comunicação sem fio em uso, incluindo sistemas de Serviço de Comunicações Pessoais e Celular (PCS). Exemplos dos sistemas celulares conhecidos incluem o Sistema de Telefonia Móvel Avançada Analógica celular (AMPS), e os sistemas celulares digitais com base em Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), Acesso Múltiplo por Divisão de Freqüência (FDMA), Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), a variação do Sistema Global para Acesso Móvel (GSM) de TDMA, e sistemas de comunicação digitais híbridos mais recentes utilizando ambas as tecnologias TDMA e CDMA.
0 método para o fornecimento de comunicações móveis CDMA foi padronizado nos Estados Unidos pela Associação das Indústrias Eletrônicas/Associação de Indústria de Telecomunicações em TIA/EIA/IS-95-A intitulado "Mobile Station-Base Station Compatibility Standard for Dual-Mode Wideband Spread Spectrum Cellular System," referido aqui como IS-95. Os sistemas AMPS & CDMA 2/29
combinados são descritos no padrão TIA/EIA IS-98. Outros sistemas de comunicações são descritos em IMT-2000/UM, ou Sistema de Telecomunicações Móveis Internacional 2000/Sistema de Telecomunicações Móveis Universal, padrões cobrindo o que é referido como CDMA de banda larga (WCDMA), CDMA2000 (tal como os padrões CDMA2000 IxEV-DO, por exemplo) ou TD-SCDMA.
Nos sistemas de comunicação sem fio, as estações móveis, aparelhos, ou terminais de acesso (AT) recebem sinais das estações base de posição fixa (também referidas como sítios de célula ou células) que suportam links de comunicação ou serviço dento de determinadas regiões geográficas adjacentes a ou circundando as estações base. As estações base fornecem pontos de entrada para uma rede de acesso (AN)/rede de acesso por rádio (RAN), que é geralmente uma rede de dados em pacote utilizando os protocolos com base em Força Tarefa de Engenharia de Internet padrão (IETF) que suportam os métodos para diferenciação de tráfego com base nas exigências de Qualidade de Serviço (QoS). Portanto, as estações base geralmente interagem com ATs através de uma interface aérea e com a AN através dos pacotes de dados de rede de Protocolo de Internet (IP).
Nos sistemas de telecomunicações sem fio, as capacidades de pressione para falar (PTT) estão se tornando populares com os setores de serviço e os consumidores. PTT pode suportar um serviço de voz de "despacho" que opera através das infraestruturas sem fio comerciais padrão, tal como CDMA, FDMA, TDMA, GSM, etc. Em um modelo de despacho, a comunicação entre os pontos de extremidade (ATs) ocorre dentro de grupos virtuais, onde a voz de um "interlocutor" é transmitida para um ou mais "ouvintes". Um único caso desse tipo de comunicação é comumente referido como uma chamada de despacho, ou simplesmente uma chamada PTT. Uma chamada PTT é uma iniciação de um grupo, que define as características de uma chamada. Um grupo é essencialmente definido por uma lista de membros e informação associada, tal como nome do grupo ou identificação do grupo.
A comunicação em grupo ou chamada PTT é geralmente iniciada a partir de um terminal de acesso de origem que envia a solicitação inicial para a comunicação em grupo. Os sistemas convencionais exigem múltiplas comunicações da origem para estabelecer links de comunicação com a rede sem fio/infraestrutura de comunicação em grupo para permitir o estabelecimento da chamada em grupo. Essas múltiplas comunicações podem leva a um retardo adicional no estabelecimento da chamada em grupo e, portanto, uma degradação da experiência geral do usuário.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Modalidades ilustrativas da presente invenção são direcionadas a um sistema e método para o agrupamento de sinais de comunicação que são originados por um terminal de acesso em um sistema de comunicação sem fio.
De acordo, uma modalidade da invenção pode incluir um método para a transmissão de sinais de comunicação em uma rede sem fio compreendendo: o agrupamento de uma solicitação de conexão e uma serva para recursos QoS em uma mensagem de acesso em um terminal de acesso; e a transmissão da mensagem de acesso para uma rede de acesso.
Outra modalidade da invenção pode incluir um terminal de acesso compreendendo: lógica configurada para agrupar uma solicitação de conexão e uma reserva de recursos QoS em uma mensagem de acesso; e lógica configurada para transmitir a mensagem de acesso para uma rede de acesso.
Outra modalidade da invenção pode incluir um meio legivel por computador incluindo o código armazenado no mesmo para agrupamento de mensagens de comunicação em uma rede sem fio, compreendendo: código para fazer com que um computador agrupe uma solicitação de conexão e uma reserva de recursos QoS em uma mensagem de acesso; e código para fazer com que um computador transmita a mensagem de acesso para uma rede de acesso.
Outra modalidade da invenção pode incluir um aparelho, compreendendo: meios para agrupar uma solicitação de conexão e uma reserva de recursos QoS em uma mensagem de acesso; e meios para transmitir a mensagem de acesso para uma rede de acesso.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS Uma apreciação mais completa das modalidades da invenção e muitas de suas vantagens será prontamente obtida à medida que a mesma se torna mais bem compreendida por referência à descrição detalhada a segui quando considerada com relação aos desenhos em anexo que são apresentados apenas para fins de ilustração e não de limitação da invenção, e nos quais:
A figura 1 é um diagrama de uma arquitetura de rede sem fio que suporta os terminais de acesso e as redes de acesso de acordo com pelo menos uma modalidade da invenção;
A figura 2 é uma ilustração de um terminal de acesso de acordo com pelo menos uma modalidade da invenção; As figuras 3a a 3c são fluxogramas de sinal de
acordo com as modalidades da invenção; A figura 4 é uma ilustração de um sistema de comunicação em grupo de acordo com pelo menos uma modalidade da invenção;
A figura 5 é uma ilustração de fluxos de Protocolo de Link de Rádio (RLP) de acordo com pelo menos uma modalidade da invenção;
A figura 6 é um fluxograma de acordo com pelo menos uma modalidade da invenção;
A figura 7 é um fluxograma de sinal relacionado com um terminal de acesso alvo de acordo com pelo menos uma modalidade da invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Aspectos da invenção são descritos na descrição a seguir e desenhos relacionados direcionados para modalidades especificas da invenção. Modalidades alternativas podem ser vislumbradas sem se distanciar do escopo da invenção. Adicionalmente, elementos bem conhecidos da invenção não serão descritos em detalhes ou serão omitidos de modo a não obscurecer os detalhes relevantes da invenção.
0 termo "ilustrativo" é utilizado aqui para significar "servindo como um exemplo, caso ou ilustração". Qualquer modalidade descrita aqui como "ilustrativa" não deve ser considerada necessariamente como preferida ou vantajosa sobre outras modalidades. Da mesma forma, o termo "modalidades da invenção" não exige que todas as modalidades da invenção incluam a característica, vantagem ou modo de operação discutido.
Adicionalmente, muitas modalidades são descritas em termos de seqüências de ações a serem realizadas, por exemplo, por elementos de um dispositivo de computação. Será reconhecido que várias ações descritas aqui podem ser realizadas por circuitos específicos (por exemplo, circuitos integrados específicos de aplicativo (ASIC)), por instruções de programa sendo executadas por um ou mais processadores, ou por uma combinação de ambos. Adicionalmente, essa seqüência de ações descrita aqui pode ser considerada como consubstanciada totalmente dentro de qualquer forma de meio de armazenamento legível por computador tendo armazenado no mesmo um conjunto correspondente de instruções de computador que mediante execução fazem com que um processador associado realize a funcionalidade descrita aqui. Dessa forma, vários aspectos da invenção podem ser consubstanciados em um número de formas diferentes, todas as quais foram contempladas como estando dentro do escopo das matéria reivindicada. Adicionalmente, para cada uma das modalidades descritas aqui, a forma correspondente de qualquer dessas modalidades pode ser descrita aqui como, por exemplo, "lógica configurada para" realizar a ação descrita.
Uma estação de assinante de Alta Taxa de Dados (HDR) (por exemplo, um dispositivo sem fio com capacidade IxEV-DO), referida aqui como um terminal de acesso (AT) , pode ser móvel ou estacionária, e pode se comunicar com uma ou mais estações base HDR, referidas aqui como transceptores de conjunto de modem (MPTs) ou estações base (BS) . Um terminal de acesso transmite e recebe pacotes de dados através de um ou mais transceptores de conjunto de modem para um controlador de estação base HDR, referido como um controlador de conjunto de modem (MPC), controlador de estação base (BSC) e/ou centro de permuta móvel (MSC). Os transceptores de conjunto de modem e os controladores de conjunto de modem são parte de uma rede chamada de rede de acesso. Uma AN (também referida com uma RAN) transporta pacotes de dados entre múltiplos terminais de acesso. A rede de acesso pode ser conectada adicionalmente às redes adicionais fora da rede de acesso, tal como uma intranet corporativa ou a Internet, e pode transportar pacotes de dados entre cada terminal de acesso e tais redes externas. Um terminal de acesso que tenha estabelecido uma conexão de canal de tráfego ativa com um ou mais dos transceptores de conjunto de modem é chamado de terminal de acesso ativo, e é considerado como estado em um estado de tráfego. Um terminal de acesso que está no processo de estabelecer uma conexão de canal de tráfego ativa com um ou mais transceptores de conjunto de modem é considerado como estando em um estado de configuração de conexão. Um terminal de acesso pode ser qualquer dispositivo de dados que se comunica através de um canal sem fio ou através de um canal com fio, por exemplo, utilizando fibra ótica ou cabos coaxiais. Um terminal de acesso pode adicionalmente ser qualquer um dentre um número de tipos de dispositivos incluindo, mas não limitado a, cartão PC, flash compacto, modem externo ou interno, ou telefone com ou sem fio. 0 link de comunicação através do qual o terminal de acesso envia sinais para o transceptor de conjunto de modem é chamado de link reverso ou canal de tráfego. 0 link de comunicação através do qual um transceptor de conjunto de modem envia sinais para um terminal de acesso é chamado de link de avanço ou canal de tráfego. Como utilizado aqui o termo canal de tráfego pode se referir a um canal de tráfego de avanço ou reverso.
A figura 1 ilustra um diagrama em bloco de uma modalidade ilustrativa de um sistema sem fio 100 de acordo com pelo menos uma modalidade da invenção. O sistema 100 pode conter terminais de acesso, tal como um telefone celular 102, em comunicação através de uma interface aérea 104 com uma rede de acesso ou RAN 120 que pode conectar o terminal de acesso 102 ao equipamento de rede fornecendo conectividade de dados entre uma rede de dados permutada por pacote (por exemplo, uma intranet, a Internet, e/ou rede transportadora 126) e os terminais de acesso 102, 108, 110, 112. Como ilustrado aqui, o terminal de acesso pode ser um telefone celular 102, um assistente digital pessoal 108, um pager 110, que é ilustrado aqui como um pager de texto de duas vias, ou até mesmo uma plataforma de computador separada 112 que possui um portal de comunicação sem fio. As modalidades da invenção podem, dessa forma, ser realizada em qualquer forma de terminal de acesso incluindo um portal de comunicação sem fio ou possuindo capacidades de comunicação sem fio, incluindo sem limitação, modems sem fio, cartões PCMCIA, computadores pessoais, telefones, ou qualquer combinação ou subcombinação dos mesmos. Adicionalmente, como utilizado aqui, os termos "terminais de acesso", "dispositivo sem fio", "dispositivo de cliente", "terminal móvel" e variações dos mesmos podem ser utilizados de forma intercambiável. Com referência novamente à figura 1, os
componentes da rede sem fio 100 e a inter-relação dos elementos das modalidades ilustrativas da invenção não estão limitados à configuração ilustrada. 0 sistema 100 é meramente ilustrativo e pode incluir qualquer sistema que permita que os terminais de acesso remoto, tal como os dispositivos de computação de cliente sem fio 102, 108, 110, 112 se comuniquem através do ar entre si e/ou entre componentes conectados através da interface aérea 104 e a RAN 120, incluindo, sem limitação, a rede portadora 126, a Internet, e/ou outros servidores remotos.
A RAN 120 controla as mensagens (tipicamente enviadas como pacotes de dados) enviadas para um controlador de estação base/função de controle de pacote (BSC/PCF) 122. O BSC/PCF 122 é responsável pela sinalização, estabelecimento, e eliminação de canais de suporte (isso é, canais de dados) entre um nó de serviço de dados em pacote 100 ("PDSN") e os terminais de acesso 102/108/110/112. Se a criptografia de camada de link for ativada, o BSC/PCF 122 também criptografa o conteúdo antes de enviar o mesmo através da interface aérea 104. A função do BSC/PCF 122 é em conhecida na técnica e não será discutida adicionalmente por motivos de brevidade. A rede portadora 126 pode se comunicar com o BSC/PCF 122 por uma rede, a Internet e/ou uma rede de telefonia pública permutada (PSTN). Alternativamente, o BSC/PCF 122 pode conectar diretamente com a Internet ou a rede externa. Tipicamente, a rede ou conexão de Internet entre a rede portadora 126 e o BSC/PCF 122 transfere dados, e a PSTN transfere informação de voz. O BSC/PCF 122 pode ser conectado a múltiplas BS ou MPT 124. De uma forma similar à rede portadora, o BSC/PCF 122 é tipicamente conectado ao MPT/BS 124 por uma rede, a Internet e/ou PSTN para transferência de dados e/ou informação de voz. MPT/BS 124 pode difundir mensagens de dados sem fio para os terminais de acesso, tal como o telefone celular 102. MPT/BS 124, BSC/PCF 122 e outros componentes podem formar a RAN 120, como é sabido na técnica. No entanto, configurações alternativas também podem ser utilizadas e a invenção não está limitada à configuração ilustrada. Por exemplo, em outra modalidade a funcionalidade do BSC/PCF 122 e um ou mais dos MPT/BS 124 pode ser dividida em um único módulo "híbrido" possuindo a funcionalidade de ambos o BSC/PCF 122 e o MPT/BS 124.
Com referência à figura 2, o terminal de acesso 200 (aqui um dispositivo sem fio) , tal como um telefone celular, possui uma plataforma 202 que pode receber e executar aplicativos de software, dados e/ou comandos transmitidos para a RAN 120 que podem, por fim, sair da rede portadora 126, a Internet e/ou outros servidores remotos e redes. A plataforma 202 pode incluir um transceptor 206 acoplado de forma operacional a um ASIC 208, ou outro processador, microprocessador, circuito lógico, ou outro dispositivo de processamento de dados. 0 ASIC 208 ou outro processador executa a camada de interface de programação de aplicativo ("API") 210 que interfaceia com qualquer programa residente na memória 212 do dispositivo sem fio. A memória 212 pode ser constituída de memória de leitura apenas ou memória de acesso randômico (RAM ou ROM), EEPR0M, cartões flash, ou qualquer memória comum a plataformas de computador. A plataforma 202 também pode incluir uma banco de dados local 214 que pode manter os aplicativos não utilizados ativamente na memória 212. A banco de dados local 214 é tipicamente uma célula de memória flash, mas pode ser qualquer dispositivo de armazenamento secundário como sabido na técnica, tal como mídia magnética, EEPROM, mídia ótica, fita, disco rígido e flexível ou similares. Os componentes da plataforma interna 202 também podem ser acoplados de forma operacional aos dispositivos externos tal como antena 222, monitor 224, botão PT 228 e teclado 226 dentre outros componentes, como é sabido na técnica.
De acordo, uma modalidade da invenção pode incluir um terminal de acesso incluindo a capacidade de realizar as funções descritas aqui. Por exemplo, o terminal de acesso pode incluir lógica configurada para agrupar uma solicitação de conexão e uma reserva para os recursos QoS em uma mensagem de acesso e lógica configurada para transmitir a mensagem de acesso para uma rede de acesso. Como será apreciado pelos versados na técnica, os vários elementos lógicos podem ser consubstanciados em elementos discretos, módulos de software executados em um processador ou qualquer combinação de software e hardware para alcançar a funcionalidade descrita aqui. Por exemplo, ASIC 208, memória 212, API 210 e banco de dados local 214 podem todos ser utilizados de forma cooperativa para carregar, armazenar e executar as várias funções descritas aqui e, dessa forma, a lógica para realizar essas funções pode ser distribuída através de vários elementos. Alternativamente, a funcionalidade pode ser incorporada em um componente discreto. Portanto, as características do terminal de acesso na figura 2 devem ser consideradas meramente ilustrativas e a invenção não está limitada às características ou disposição ilustradas. A comunicação sem fio entre o terminal de acesso
102 e a RAN 120 pode ser baseada em diferentes tecnologias, tal como C DMA, TDMA e F DMA, GSM ou outros protocolos que podem ser utilizados na rede de comunicações sem fio ou uma rede de comunicações de dados. A comunicação de dados é tipicamente ente o dispositivo de cliente 102, MPT/BS 124, e BSC/PCF 122. 0 BSC/PCF 122 pode ser conectado a múltiplas redes de dados tal como a rede portadora 126, PSTN, Internet, uma rede privada virtual, e similares, permitindo, assim, que o terminal de acesso 102 acesse uma rede de comunicação mais ampla. Como discutido acima e como é sabido na técnica, a transmissão de voz e/ou dados pode ser realizada para os terminais de acesso a partir da rede de acesso utilizando-se uma variedade de redes e configurações. De acordo, as ilustrações fornecidas aqui não pretendem limitar as modalidades da invenção e são meramente auxiliares na descrição dos aspectos das modalidades da invenção. A figura 3a ilustra um fluxograma para o agrupamento de comunicações de acordo com as modalidades da invenção. Em 310, existe um disparador inicial em um AT 302 para estabelecer a solicitação de comunicação (por exemplo, um botão PTT 228 é pressionado) e a informação necessária para se estabelecer a comunicação com o a AN 120 é agrupada em uma mensagem de canal de acesso (por exemplo, uma solicitação de conexão (ConnectionRequest e informação de atualização de rota (RouteUpdate)), o fornecimento de quaisquer serviços de QoS utilizados para comunicação (ReservationOnRequest, etc.)· Adicionalmente, dados de camada de aplicativo (por exemplo, uma mensagem DataOverSignaling (DOS)) podem ser agrupados também com a informação desejada (por exemplo, DOS + ConnectionRequest + RouteUpdate + ReservationOnRequest), a mensagem de acesso pode ser enviada 320 através do canal de acesso (AC) para a rede de acesso 120.
Uma vez que a mensagem agrupada 320 é recebida na rede de acesso 120, a rede de acesso pode processar a solicitação 330. Em 330, a rede de acesso pode alocar o canal de tráfego (TCH) e os recursos QoS solicitados para as reservas solicitadas, desde que o canal de tráfego e os recursos QoS estejam disponíveis. Especificamente, a rede de acesso 120 pode acusa o recebimento da mensagem de acesso (ACAck), 332, transmitir uma designação de canal de tráfego (TCA) 334 e transmitir uma mensagem de aceitação de reserva (ReservationAccept) 336. Essas mensagens podem ser transmitidas em um canal de controle (CC) para o AT 302. Uma mensagem de controle de taxa de dados (DRC) pode ser enviada, 340, do AT 302 para estabelecer uma taxa de comunicação de dados com a AN 120. Depois do recebimento e decodificação bem sucedidos do DRC e piloto, a AN 120 pode transmitir uma mensagem de Aviso de Recebimento de Canal de Tráfego Reverso (RTCAck), 350, no canal de tráfego de avanço (F-TCH). Depois do recebimento da mensagem RTCAck, o AT 302 pode enviar uma mensagem de Canal de Tráfego Completo (TCC), 360, no canal de tráfego reverso (R-TCH).
Os canais dedicados são então estabelecidos em ambas as direções de avanço e reverso e o AT 302 e a AN 120 podem ambos comunicar dados de forma bidirecional. As várias mensagens comunicadas entre o terminal de acesso 302 e a rede de acesso 120 são conhecidas da técnica e são documentadas em 3GPP2 C.S0024-A versão 3.0, cdma2000 Interface Aérea de Dados de Pacote de Alta Taxa, datado de 12 de setembro de 2006, que é incorporado aqui por referência em sua totalidade. De acordo, uma explicação detalhada dos procedimentos de configuração e mensagens não será fornecida aqui.
Se a mensagem DOS ou outra mensagem de camada de aplicativo for opcionalmente agrupada na mensagem de acesso de solicitação de conexão, essa informação não causa impacto na configuração de canal de tráfego discutida acima. Geralmente, os dados específicos de aplicativo podem ser detectados e meramente passados para o destino adequado pela AN 120. No entanto, a informação específica de aplicativo pode reduzir adicionalmente a latência nos aplicativos sensíveis a retardo pelo fornecimento de dados necessários (por exemplo, uma solicitação de chamada PTT) para processamento adicional pelos aplicativos remotos (por exemplo, um servidor PTT) para estabelecer a comunicação de dados (por exemplo, uma chamada PTT) uma vez que os canais de tráfego são configurados entre AT 302 e AN 120. De acordo, os dados incluídos na mensagem de camada de aplicativo não precisam esperar pelo estabelecimento de canais de tráfego entre o AT 302 e a AN 120 antes de serem enviados para a rede. Como será apreciado pelos versados na técnica os recursos QoS necessários podem variar para diferentes aplicativos ou dentro de aplicativos. Os exemplos a segui descrevem o desenho de QoS sob diferentes situações de recurso QoS:
Quando os recursos de canal de tráfego e recursos QoS (por exemplo, sinalização de chamada entrante e reservas de mídia) estão disponíveis no setor do AT de origem 302, a RAN sinaliza que os recursos QoS estão disponíveis para ambos os links de avanço e reverso pela transmissão de mensagens FwdReservationOn e
RevReservationOn para as reservas de Mídia e Sinalização de Chamada entrante. Esse caso é ilustrado na figura 3a e descrito na descrição a seguir. Quando os recursos de canal de tráfego estão
disponíveis no setor onde o AT de origem 302 está localizado, mas os recursos QoS para algumas ou todas as reservas não estão disponíveis, a AN 120 ainda pode alocar o canal de tráfego e transmitir a mensagem TCA para o AT de origem 302. No entanto, a AN 120 rejeita a solicitação de QoS para as reservas que não pode fornecer pela transmissão de uma mensagem de ReservationReject para o AT 302. A disponibilidade do canal de tráfego permite que o AT 302 tente completar sua transferência de sinalização de configuração de chamada através do canal de tráfego quando os recursos QoS (por exemplo, reservas de Mídia e Sinalização de Chamada entrante) não estão disponíveis. Esse caso é ilustrado na figura 3b.
Quando nenhum recuso de canal de tráfego está disponível no setor do AT de origem, a AN define a solicitação de canal de tráfego pela transmissão da mensagem ConnectionDeny (por exemplo, de acordo com o padrão IxEV-DO Revisão A). Nesse caso, a solicitação de QoS para as reservas também é negada pela transmissão de uma mensagem de ReservationReject para o AT 302. Esse caso é ilustrado na figura 3c.
Se algumas das reservas de Midia e Sinalização de Chamada entrante já tiverem sido alocadas para o AT de origem ao mesmo tempo da chegada de um pacote de configuração de chamada, a AN/RAM só pode ativar as reservas de Midia e Sinalização de Chamada entrante que não estiverem atualmente alocadas. Como notado acima, as modalidades da invenção
podem reduzir os retardos de processo em aplicativos sensíveis a retardo. Um sistema de comunicação em grupo/PTT é um exemplo de um sistema sensível a retardo que pode levar vantagem dos tempos de conexão reduzidos oferecidos pelo agrupamento de sinal de comunicação descrito aqui. Por exemplo, as modalidades da invenção permitem que um AT envie uma solicitação para ligar as reservas para os recursos QoS necessários (por exemplo, reservas de Mídia e Sinalização de Entrada de Chamada para uma chamada PTT) pela transmissão de uma mensagem de ReservationOnRequest na mesma cápsula de acesso que sua mensagem de solicitação de conexão (por exemplo, ConnectionRequest + RouteUpdate). Opcionalmente, uma mensagem DOS pode ser agrupada na mesma cápsula de acesso. Se as reservas de QoS de avanço e reversa de Sinalização de Chamada entrante forem alocadas ao mesmo tempo em que a chamada PTT, o AT pode solicitar que as reservas QoS de Mídia sejam ligadas. Essas solicitações podem ser feitas como parte da mensagem de ReservationOnRequest. 0 sistema de comunicação em grupo também pode ser
conhecido como um sistema PTT, um serviço de difusão em rede (NBS) , um sistema de despacho, ou um sistema de comunicação entre ponto e múltiplos pontos. Tipicamente, um grupo de usuários de terminal de acesso pode se comunicar um com o outro utilizando um terminal de acesso designado para cada membro do grupo. 0 termo "membro de grupo" denota um grupo de usuários de terminal de acesso autorizados a se comunicarem um com o outro. Apesar de os sistemas de comunicação em grupo/sistemas PTT poderem ser considerados como sendo entre vários membros, o sistema não está limitado a essa configuração e pode se aplicar à comunicação entre dispositivos individuais com base em um por um.
O grupo pode operar através de um sistema de comunicação existente, sem exigir mudanças substanciais na infraestrutura existente. Dessa forma, um controlador e usuários podem operar em qualquer sistema capaz de transmitir e receber informação de pacote utilizando protocolo de Internet (IP), tal como o sistema de Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), um sistema de Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), um Sistema Global para Comunicações Móveis (GSM), sistemas de comunicação via satélite, combinações de sistemas de linha terrestre e sem linha, e similares.
Os membros do grupo podem se comunicar um com o outro utilizando um terminal de acesso designado, tal como os terminais de acesso (ATs) 102, 108 e 302. Os ATs podem ser dispositivos com ou sem fio tal como telefones sem fio terrestres, telefones com fio, possuindo capacidade PTT, telefones via satélite equipados com a funcionalidade PTT, computadores laptop ou desktop, dispositivos de paging, ou qualquer combinação dos mesmos. Adicionalmente, cada AT pode ser capaz de enviar e receber informação em um modo seguro, ou um modo não seguro. Deve-se compreender que a referência a um AT não pretende se limitar aos exemplos ilustrados ou enumerados, e pode englobar outros dispositivos que possuem a capacidade de transmitir e receber informação em pacote de acordo com o Protocolo Internet (IP).
Quando um membro de grupo deseja transmitir informação para outros membros do grupo, o membro pode solicitar o privilégio de transmissão pressionando um botão ou tecla PTT (por exemplo, 228 na figura 2) em um AT, que gera uma solicitação formatada para transmissão através de uma rede distribuída. Por exemplo, a solicitação pode ser transmitida através do ar para um de um AT 102 ou mais MPTs (ou estações base) 124. Um BSC/PCF 122, que pode incluir uma função intertrabalho bem conhecida (IWF), nó servidor de dados em pacote (PDSN), ou função de controle de pacote (PCF) , para o processamento de pacotes de dados pode existir entre o MPT/BS 124 e a rede distribuída. No entanto, as solicitações também podem ser transmitidas através da rede de telefonia permutada pública (PSTN) para uma rede portadora 126. A rede portadora 126 pode receber a solicitação e fornecer a mesma para a RAN 120. Com referência à figura 4, um ou mais servidores
de comunicação em grupo 402 pode monitorar o tráfego do sistema de comunicação em grupo através de sua conexão para a rede distribuída. Visto que o servidor de comunicação em grupo 402 pode ser conectado à rede distribuída através de uma variedade de interfaces com e sem fio, proximidade geográfica dos participantes do grupo não é necessária. Tipicamente, um servidor de comunicação em grupo 402 controla as comunicações entre os dispositivos sem fio dos membros do grupo determinado (ATs 302, 472, 474, 476) em um sistema PTT. A rede sem fio ilustrada é meramente ilustrativa e pode incluir qualquer sistema em que os módulos remotos se comunicam através do ar entre si e/ou entre componentes de uma rede sem fio incluindo, sem limitação, os portadores de rede sem fio e/ou servidores. Adicionalmente, uma série de servidores de comunicação em grupo 402 pode ser conectada a uma LAN de servidor de comunicação em grupo 450.
Os servidores de comunicação em grupo 4 02 podem
ser conectados a um nó de serviço de dados em pacote do provedor de serviço sem fio (PDSN) tal como PDSN 452, ilustrado aqui residente em uma rede portadora 426. Cada PDSN 452 pode interfacear com um controlador de estação base 4 64 de uma estação base 4 60 através de uma função de controle de pacote (PCF) 462. A PCF 462 pode ser localizada na estação base 460. A rede portadora 426 controla as mensagens (geralmente na forma de pacotes de dados) enviadas para um MSC 458. O MSC 458 pode ser conectado a uma ou mais estações base 460. De uma forma similar à rede portadora, o MSC 458 é tipicamente conectado à BTS 466 por uma rede e/ou Internet para a transferência de dados e à PSTN para informação de voz. A BTS 4 66, por fim, difunde e recebe mensagens sem fio para e dos ATs sem fio, tal como telefones celulares 302, 472, 474, 476, como é bem sabido na técnica. De acordo, os detalhes gerais de um sistema de comunicação em grupo não serão discutidos adicionalmente. Adicionalmente, apesar de a descrição aqui discutir os aspectos específicos dos sistemas específicos (por exemplo, PTT, QChat®, IxEV-DO) para fornecer detalhes e exemplos adicionais, as modalidades da invenção não são limitadas a essas ilustrações específicas.
Como discutido acima, o AT 302 solicita um canal de tráfego a fim de estabelecer uma comunicação (por exemplo, uma chamada PTT). A chamada PTT pode ser originada pelo originador AT 302 se ambos, o canal de tráfego e os recursos QoS para a Sinalização de Chamada entrante e Mídia estiverem disponíveis (detalhes adicionais referentes aos recursos QoS são fornecidos abaixo e na figura 5) . Nos sistemas convencionais, o AT 302 terão que estabelecer a conexão de canal de tráfego o AN 120 e então solicitar os recursos QoS. No entanto, para reduzir esse retardo de acordo com as modalidades da invenção, as mensagens de sinalização que precisam estabelecer a chamada PTT são agrupadas na mensagem de canal de acesso inicial juntamente com a solicitação de conexão original.
IxEV-DO Revisão A é projetada para fornecer o acesso eficiente às redes de dados em pacote e é amplamente baseada na Internet para sua arquitetura de rede. 0 tráfego de dados que atravessa os elementos de rede do Protocolo de Internet (IP) no PDSN 452, PCF 462, e RAN 120 pode ser baseado nos protocolos com base na Força Tarefa de Engenharia de Internet padrão (IETF) que suportam os métodos para diferenciação do tráfego com base nas exigências de QoS. A QoS entre o AT 302 e a rede IxEV-DO Revisão A é configurada como descrito em 3GPP2 X.S0011-004- C Versão 2.0 cdma2000 Wireless IP Network Standard: Quality of Service and Header Reduction specification, o conteúdo do qual é incorporado aqui por referência. 0 tráfego de dados transmitido através da interface aérea entre o AT 302 e a RAN 120 pode ser configurado para o tratamento QoS adequado através dos protocolos IxEV-DO Revisão A como descrito no documento 3GPP2 C.S0024-A Versão 3.0 referido acima. IxEV-DO Revisão A fornece mecanismos padrão para oferecer QoS intra-AT e inter-AT. QoS Intra-AT fornece a diferenciação das seqüências de dados pertencentes ao mesmo usuário, enquanto QoS inter-AT fornece diferenciação de pacotes pertencentes a usuários diferentes.
Para se alcançar a QoS, a diferenciação de tráfego deve estar disponível de extremidade para extremidade. Todos os componentes de rede incluindo o AT 302, RAN 120 (BTS 466, BSC 464), PDSN 452, e roteadores de Internet devem implementar/suportar QoS. QoS de extremidade para extremidade nas redes IxEV-DO Revisão A pode ser alcançada através dos mecanismos a seguir: Filtros de Pacote: filtros de pacote no mapa PDSN
enviam os fluxos de tráfego para o AT e definem o tratamento QoS que deve ser aplicado ao tráfego de dados de envio. 0 AT sinaliza solicitações QoS que estabelecem filtros de pacote nesse PDSN como descrito em 3GPP2 X.S0011-004-C Versão 2.0 cdma2000 Wireless IP Network Standard: Quality of Service and Header Reduction specification.
Perfis QoS (IDs de perfil) : Perfis QoS e/ou IDs de perfil são um mecanismo para especificar (ou predefinir) os parâmetros de interface de ar relevantes e exigências de QoS da rede para um serviço de dados. É um identificador "shorthand" que o AT utiliza quando solicitando uma reserva de QoS para um fluxo com a RAN. As designações de ID de perfil padrão disponíveis para vários serviços de dados são descritas em TSB58-G Administration of Parameter Value Assignments for cdma2000 Spread Spectrum Standards, o conteúdo do que é incorporado aqui por referência.
Marcação de Tráfego Reverso: 0 AT pode marcar os dados de tráfego reverso de acordo com a estrutura de trabalho e padrões de Serviços Diferenciados (DiffServ). Essas marcações definem o tratamento de rede de QoS solicitado para os dados saindo do PDSN.
QoS em uma rede IxEV-DO Revisão A também é baseada no mapeamento adequado ou união dos seguintes elementos para a sessão PPP do AT, tal como se segue:
Fluxo IP (Aplicativo) : Exigências QoS de camada de aplicativo no AT e PDSN são definidas pela identificação dos fluxos IP singulares. Um rótulo de reserva é associado com o fluxo IP para identificar as exigências de QoS para o fluxo entre o AT e a RAN. Um fluxo IP é então mapeado em um fluxo RLP que melhor satisfaz as exigências de QoS.
Fluxo RLP (Link) : Os fluxos de Protocolo de Link de Rádio (RLP) são alocados com base nas exigências de QoS (por exemplo, a configuração de parâmetro RLP) para os fluxos de camada superior. Os fluxos IP com as mesmas exigências de QoS podem ser mapeados no mesmo fluxo RLP. Na direção inversa, um fluxo RLP é mapeado em um fluxo TCMAC (Controle de Acesso de Midia de Canal de Tráfego Reverso).
Fluxo RTCMAC: Os fluxos RTCMAC são alocados com base nas exigências de QoS que definem a latência da camada fisica e/ou as necessidades de capacidade para um fluxo de camada superior. Por exemplo, os fluxos podem ser fluxos de baixa latência ou alta capacidade. Os fluxos RLP com as mesmas exigências de QoS podem ser mapeados para o mesmo fluxo RTCMAC.
A figura 5 ilustra os múltiplos fluxos RLP 500 para um AT com capacidade PTT 302 em comunicação com a rede de acesso 120. As exigências de QoS para cada fluxo podem ser especificadas através dos perfis de QoS. Como notado acima, diferentes aplicações podem ter diferentes exigências de QoS. Por exemplo, PTT através de IxEV-DO Revisão A recebe a distribuição de dados de alta prioridade e baixa latência através da especificação das exigências de QoS da rede. Um sistema PTT ilustrativo pode utilizar a alocação de três fluxos IP no AT, um fluxo para Sinalização de Configuração de Chamada; um fluxo para uma Sinalização de Chamada entrante; e um fluxo para Midia. Cada fluxo IP possui exigências de QoS especificas e é mapeado em três fluxos RLP separados. 0 AT pode utilizar adicionalmente um fluxo de Melhor Esforço (BE) padrão. As exigências de QoS para Midia podem ser consideradas como sendo similares à mídia VoIP e, portanto, esse fluxo RLP pode ser compartilhado com o VoIP.
Apesar de a descrição acima fornecer muitos detalhes específicos de um sistema PTT/QChat® e a rede IxEV-DO para fornecer uma ilustração detalhada de vários aspectos das modalidades da invenção, os versados na técnica apreciarão que as modalidades da invenção não são limitadas a qualquer aplicativo específico e/ou rede. As modalidades da invenção podem incluir qualquer aplicativo que possua as exigências de QoS. Adicionalmente, qualquer rede que possa suportar a alocação de recursos QoS agrupados com a solicitação de configuração de conexão inicial também pode ser incluída nas modalidades da invenção.
Com referência à figura 6, um fluxograma
ilustrando o processo de agrupamento de acordo com as modalidades da invenção é fornecido. Por exemplo, o método pode incluir um aplicativo identificando uma comunicação a ser solicitada que exige os recursos QoS (por exemplo, uma chamada PTT), no bloco 610. Mensagens adicionais podem ser consideradas para o agrupamento (por exemplo, mensagem DOS) 620, se a mensagem adicional for utilizada e houver espaço na sonda de acesso. Uma solicitação por uma mensagem de acesso agrupada (por exemplo, sonda de acesso) pode então ser comunicada a partir da camada de aplicativo, no bloco 630, para as camadas inferiores para agrupamento das mensagens solicitadas na sonda de acesso. Como utilizado aqui a camada de aplicativo pode incluir o aplicativo solicitante (por exemplo, um cliente PTT) e uma API de agrupamento que facilita a interface entre a camada de aplicativo e as camadas inferiores (por exemplo, RLC, MAC e Camadas Físicas). No entanto, será apreciado que as modalidades da invenção não estão limitadas a essa configuração. Por exemplo, o aplicativo propriamente dito pode obter a funcionalidade da API de agrupamento.
No bloco 634, depois do recebimento da solicitação agrupada, a solicitação de QoS pode ser adicionada à sonda de acesso. Da mesma forma, no bloco 636, a mensagem DOS pode ser adicionada à sonda de acesso se solicitado e existe espaço suficiente na sonda de acesso. Adicionalmente, no bloco 638, a solicitação de conexão e as mensagens de atualização de rota são adicionadas à sonda de acesso. Uma verificação pode ser realizada para determinar se a mensagem agrupada está completa, no bloco 645. Se não, o processo pode voltar para verificar as mensagens faltando, visto que as mesmas podem estar atrasadas. Um elemento de retardo (por exemplo, temporizador) pode ser configurado também na camada de aplicativo, no bloco 640, para permitir o agrupamento da sonda de acesso. 0 processo pode volta através do bloco 650 até que a camada de aplicativo receba uma indicação das camadas inferiores de que o agrupamento da mensagem está completo 645 (ou até que o evento tenha seu tempo expirado e a sonda de acesso seja enviada). Depois do recebimento da confirmação, o retardo da sonda de acesso pode ser liberado, 660, e a sonda de acesso pode ser transmitida 670.
Como discutido a seguir, o disparador (por exemplo, 310) pode ser qualquer evento que faça com que um aplicativo inicie uma solicitação de conexão com as exigências de QoS, que são conhecidas do aplicativo. O disparador pode ser ativado manualmente através da ativação de tecla mole ou dura, pode ser ativado em resposta a um sinal recebido (por exemplo, comando de voz, sinal da rede, etc.) ou pode ser ativado em resposta à condição detectada pelo aplicativo. Por exemplo, como ilustrado na figura 7, um AT 472, pode receber um disparador, tal como uma mensagem de anúncio ou mensagem de configuração de chamada 705, em um sistema PTT. Especificamente, uma mensagem de configuração de chamada 705 pode ser transmitida através do PDSN 452 e AN 120. A rede de acesso 120 pode enviar a mensagem de configuração de chamada através de um canal de controle 701 para o AT alvo 472. Depois do recebimento e decodificação do pacote de configuração de chamada, o AT 472 pode determinar que a comunicação solicitada (por exemplo, uma chamada PTT) utiliza os recursos QoS. De acordo, a mensagem de configuração de chamada recebida da rede pode servir como um disparador para iniciar o agrupamento da resposta subsequente.
Por exemplo, o AT 472 pode responder com uma
solicitação agrupada 720, incluindo uma solicitação de conexão (por exemplo, ConnectionRequest + RouteUpdate), uma reserva de QoS (por exemplo, ReservationOnRequest) e opcionalmente uma mensagem de camada de aplicativo (por exemplo, DOS) em um canal de acesso. A inclusão do DOS permite que os dados de aplicativo sejam enviados para um destino antes do estabelecimento de um canal de tráfego. A solicitação dos recursos QoS permite a alocação dos recursos QoS necessários para o estabelecimento do canal de tráfego. De acordo, a resposta do sistema de comunicação pode ser aperfeiçoada. Depois do recebimento da conexão a solicitação de um canal de tráfego e os recursos solicitados podem ser alocados 712 na AN 120. A designação de canal de tráfego (TCA), aceitação de recursos QoS, e aviso de recebimento da mensagem de canal de acesso podem ser transmitidos 714 para o AT 472. A configuração do canal de tráfego pode continuar em 722, 716 e 725, até que ambos a AN 120 e o AT 472 estejam preparados para enviar e receber dados como discutido acima e sabido na técnica. De acordo, uma explicação detalhada não será fornecida.
Em vista da descrição acima, os versados na técnica reconhecerão que as modalidades da invenção incluem métodos de realização da seqüência de ações, operações e/ou funções previamente discutidas. Por exemplo, um método de transmissão de sinais de comunicação em uma rede sem fio pode incluir o agrupamento de uma solicitação de conexão e uma reserva de recursos QoS em uma mensagem de acesso em um terminal de acesso, e a transmissão da mensagem de acesso para uma rede de acesso. A mensagem agrupada pode incluir adicionalmente uma mensagem de camada de aplicativo (por exemplo, mensagem DOS) que é agrupada com a solicitação de conexão e a reserva na mensagem de acesso. Os versados na técnica apreciarão que a
informação e os sinais podem ser representados utilizando- se qualquer uma dentre uma variedade de diferentes tecnologias e técnicas. Por exemplo, dados, instruções, comandos, informação, sinais, bits, símbolos e chips que podem ser referidos por toda a descrição acima podem ser representados por voltagens, correntes, ondas eletromagnéticas, partículas ou campos magnéticos, partículas ou campos óticos, ou qualquer combinação dos mesmos.
Adicionalmente, os versados na técnica apreciarão
que os vários blocos lógicos, módulos, circuitos e etapas de algoritmo ilustrativos descritos com relação às modalidades descritas aqui podem ser implementados como hardware eletrônico, software de computador, ou combinações de ambos. Para se ilustrar claramente essa capacidade de intercâmbio de hardware e software, vários componentes, blocos, módulos, circuitos e etapas ilustrativos foram descritos acima geralmente em termos de sua funcionalidade. Se tal funcionalidade será implementada como hardware ou software depende da aplicação em particular e das restrições de desenho impostas ao sistema como um todo. Os versados na técnica podem implementar a funcionalidade descrita de várias formas para cada aplicativo em particular, mas tais decisões de implementação não devem ser interpretadas como responsáveis pelo distanciamento do escopo da presente invenção.
Os vários blocos lógicos, módulos e circuitos ilustrativos descritos com relação às modalidades descritas aqui podem ser implementados ou realizados com um processador de finalidade geral, um processador de sinal digital (DSP), um circuito integrado especifico de aplicativo (ASIC), um conjunto de porta programável em campo (FPGA), ou outro dispositivo lógico programável, porta discreta ou lógica de transistor, componentes de hardware discretos, ou qualquer combinação dos mesmos projetada para realizar as funções descritas aqui. Um processador de finalidade geral pode ser um microprocessador, mas na alternativa, o processador pode ser qualquer processador convencional, controlador, microcontrolador ou máquina de estado. Um processador também pode ser implementado como uma cominação de dispositivos de computação, por exemplo, uma combinação de um DSP e um microprocessador, uma pluralidade de microprocessadores, um ou mais microprocessadores em conjunto com um núcleo DSP, ou qualquer outra configuração similar.
De acordo com uma modalidade a invenção pode incluir um aparelho incluindo lógica configurada para agrupar uma solicitação de conexão e uma reserva de recursos QoS em uma mensagem de acesso e lógica configuradas para transmitir a mensagem de acesso para uma rede de acesso. 0 aparelho pode incluir adicionalmente lógica configurada para agrupar uma mensagem de camada de aplicativo com a solicitação de conexão e a reserva na mensagem de acesso. Os vários elementos lógicos podem ser integrados em um dispositivo ou podem ser distribuídos através de vários dispositivos para acoplar de forma operacional um ao outro. Por exemplo, o aparelho pode ser um terminal de acesso ou dispositivo de computação sem fio similar.
Os métodos, seqüências e/ou algoritmos descritos
com relação às modalidades descritas aqui podem ser consubstanciados diretamente em hardware, em um módulo de software executado por um processador, ou em uma combinação de ambos. Um módulo de software pode residir na memória RAM, memória flash, memória ROM, memória EPROM, memória EEPROM, registros, disco rígido, disco removível, CD-ROM, ou qualquer outra forma de meio de armazenamento conhecido da técnica. Um meio de armazenamento ilustrativo é acoplado ao processador de forma que o processador possa ler informação a partir de, e escrever informação para o meio de armazenamento. Na alternativa, o meio de armazenamento pode ser integral com o processador. 0 processador e o meio de armazenamento podem residir em um ASIC. 0 ASIC pode residir em um terminal de usuário (por exemplo, terminal de acesso) . Na alternativa, o processador e o meio de armazenamento podem residir como componentes discretos em um terminal de usuário.
Em uma ou mais modalidades ilustrativas, as funções descritas podem ser implementadas em hardware, software, firmware ou qualquer combinação dos mesmos. Se implementadas em software, as funções podem ser armazenadas em ou transmitidas como uma ou mais instruções ou código em um meio legível por computador. 0 meio legível por computador inclui ambos os meios de armazenamento em computador e os meios de comunicação incluindo qualquer meio que facilite a transferência de um programa de computador de um lugar para outro. Um meio de armazenamento pode ser qualquer meio disponível que pode ser acessado por um computador. Por meio de exemplo, e não de limitação, tal meio legível por computador pode compreender RAM, ROM, EEPROM, CD-ROM ou outro armazenador de disco ótico, armazenador de disco magnético ou outros dispositivos de armazenamento magnético, ou qualquer outro meio que possa ser utilizado para portar ou armazenar o código de programa desejado na forma de instruções ou estruturas de dados e que possa ser acessado por um computador. Além disso, qualquer conexão é chamada adequadamente de meio legível por computador. Por exemplo, se o software for transmitido a partir de um sítio da rede, servidor ou outra fonte remota utilizando um cabo coaxial, cabo de fibra ótica, par torcido, linha de assinante digital (DSL) ou tecnologias sem fio tal como infravermelho, rádio e micro-ondas, então o cabo coaxial, o cabo de fibra ótica, o par torcido, a DSL, ou tecnologias sem fio tal como infravermelho, rádio e micro-ondas são incluídos na definição de meio. Disquete e disco, como utilizados aqui, incluem disco compacto (CD) , disco a laser, disco ótico, disco versátil digital (DVD), disquete, e disco blu-ray onde disquetes normalmente reproduzem os dados de forma magnética, enquanto os discos reproduzem os dados de forma ótica com lasers. As combinações acima também devem ser incluídas dentro do escopo do meio legível por computador. De acordo, uma modalidade da invenção pode
incluir um meio legível por computador incluindo o código armazenado no mesmo para o agrupamento de mensagens de comunicação em uma rede sem fio compreendendo: um código para fazer com que um computador agrupe uma solicitação de conexão e uma reserva de recursos QoS em uma mensagem de acesso, e código para fazer com que um computador transmita a mensagem de acesso para uma rede de acesso. Adicionalmente, qualquer uma das funções descritas aqui pode ser incluida como código adicional em modalidades adicionais da invenção.
Enquanto a descrição acima ilustra as modalidades ilustrativas da invenção, deve-se notar que várias mudanças e modificações devem ser realizadas aqui sem se distanciar do escopo da invenção como definido pelas reivindicações em anexo. As funções, etapas e/ou ações das reivindicações do método de acordo com as modalidades da invenção descritas aqui não precisam ser realizadas em qualquer ordem particular. Adicionalmente, apesar de os elementos da invenção poderem ser descritos ou reivindicados no singular, a forma no plural é contemplada a menos que a limitação ao singular seja explicitamente mencionada.

Claims (15)

1. Método para reduzir retardos associados a estabelecimento de chamadas PTT em uma rede sem fio (100), compreendendo as etapas de: agrupar (634, 638) uma solicitação de conexão e uma reserva para a alocação de recursos QoS em uma mensagem de acesso em um terminal de acesso (302), a reserva para a alocação de recursos QoS compreende um perfil QoS predefinindo requisitos QoS; e transmitir (670) a mensagem de acesso para uma rede de acesso (120) para permitir aos recursos QoS requeridos serem alocados ao terminal de acesso (302) antes para estabelecer um canal de tráfego.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo adicionalmente as etapas de: agrupar (636) uma mensagem de camada de aplicativo com a solicitação de conexão e a reserva de recursos QoS na mensagem de acesso.
3. Método, de acordo com a reivindicação 2, em que a mensagem de camada de aplicativo é uma mensagem DataOverSignaling (DOS).
4. Método, de acordo com a reivindicação 3, em que a mensagem DOS contém uma solicitação para estabelecer uma chamada Pressione para falar.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que agrupar compreende adicionalmente as etapas de: retardar (640) a transmissão da mensagem de acesso até as mensagens de solicitação de conexão e reserva de recursos QoS serem agrupadas.
6. Método, de acordo com a reivindicação 5, compreendendo adicionalmente as etapas de: comunicar (630) uma solicitação de agrupamento para agrupar as mensagens de solicitação de conexão e de reserva de recursos QoS a partir de uma camada de aplicativo para camadas inferiores no terminal de acesso.
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo adicionalmente as etapas de: detectar recursos QoS atualmente alocados para o terminal de acesso; e em que a reserva de recursos QoS inclui recursos QoS usados para a comunicação atualmente não alocada.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo adicionalmente as etapas de: receber uma indicação que recursos QoS insuficientes estão disponíveis na rede de acesso; e estabelecer uma conexão com a rede de acesso sem os recursos QoS alocados.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo adicionalmente as etapas de: receber uma mensagem de atribuição de tráfego de canal e reserva aceita indicando que recursos QoS estão disponíveis na rede de acesso; e estabelecer uma conexão com a rede de acesso possuindo os recursos QoS alocados.
10. Método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo adicionalmente as etapas de: detectar um disparador antes de realizar o agrupamento.
11. Produto de programa de computador compreendendo instruções para fazer com que um computador realize o método de qualquer uma dentre as reivindicações 1 a 10.
12. Equipamento (302), compreendendo: mecanismos para agrupar uma solicitação de conexão e uma reserva para a alocação de recursos QoS em uma mensagem de acesso, a reserva para a alocação de recursos QoS compreende um perfil QoS predefinindo requisitos QoS; e mecanismos para transmitir a mensagem de acesso para uma rede de acesso para permitir aos recursos QoS requeridos serem alocados para o terminal de acesso antes de estabelecer um tráfego de canal.
13. Equipamento, de acordo com a reivindicação12, compreendendo adicionalmente: mecanismos para agrupar uma mensagem de camada de aplicativo com a solicitação de conexão e a reserva de recursos QoS na mensagem de acesso.
14. Equipamento, de acordo com a reivindicação13, em que a mensagem de camada de aplicativo é uma mensagem DataOverSignaling (DOS) contendo uma solicitação para estabelecer uma chamada pressione para falar.
15. Equipamento, de acordo com a reivindicação12, compreendendo adicionalmente: mecanismos para detectar recursos QoS atualmente alocados para o terminal de acesso; e em que a reserva de recursos QoS inclui recursos QoS usados para a comunicação atualmente não alocada.
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