BRPI0717588A2 - Quilíbrio de calor da solução em composições de adoçante de fluxo não-livre - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "EQUILÍBRIO DO CALOR DA SOLUÇÃO EM COMPOSIÇÕES DE ADOÇANTE DE FLU- XO NÃO-LIVRE".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a composições de adoçante de
fluxo não-livre coesivas com carga calórica diminuída comparadas a cubos de sacarose convencionais de tamanho similar para liberar doçura a um gê- nero alimentício líquido, por exemplo, uma bebida. Mais particularmente, a presente invenção refere-se a uma composição de adoçante de fluxo não- livre coesiva contendo um adoçante de intensidade alta e um agente de vo- lume com um calor negativo da solução em uma quantidade suficiente para produzir um calor total da solução na composição de adoçante de fluxo não- livre coesiva entre cerca de 5 quilocalorias e cerca de -20 quilocalorias, em que as composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas têm uma carga calórica mais baixa e uma doçura equivalente comparada aquela de um cu- bo de sacarose convencional de cerca das mesmas dimensões. Além disso, a presente invenção refere-se a uma composição de adoçante de fluxo não- livre coesiva contendo um adoçante de intensidade alta, um agente de volu- me, e um composto com um calor positivo da solução em uma quantidade suficiente para produzir um calor total da solução no cubo de adoçante entre cerca de 5 quilocalorias e cerca de -20 quilocalorias, em que a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva tem uma carga calórica mais baixa e doçura equivalente comparada aquela de um cubo de sacarose convencio- nal das mesmas dimensões. A presente invenção refere-se ainda a métodos de fabricar tais composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas. Antecedentes da Invenção
Pessoas freqüentemente adicionam adoçantes aos seus alimen- tos e bebidas. Por exemplo, adoçantes são adicionados a bebidas, tais co- mo, café e chá. O adoçamento de um alimento ou bebida altera seu sabor e usualmente aumenta sua atração. Este comportamento é encontrado em todas as culturas, mas é especialmente prevalecente em culturas ocidentais.
Em certos mercados, por exemplo, França, exibem este compor- tamento a uma extensão maior ou menor, onde uma proporção de consumo de adoçante é do produto adoçante sozinho sem incorporar o adoçante em uma bebida ou um gênero alimentício. Nestes casos o produto adoçante pre- ferido está na forma de um cubo de açúcar (sacarose) ou produto similar.
O paladar pessoal cria variabilidade considerável na quantidade
de doçura que uma pessoa prefere em um dado alimento ou bebida versus uma outra pessoa. Por exemplo, a quantidade de doçura incorporada em um gênero alimentício durante a produção comercial pode não ser adequada para satisfazer alguns consumidores enquanto outros consumidores podem perceber que a mesma quantidade de doçura será excessiva. Além disso, consumidores freqüentemente desejam reduzir sua entrada calórica por ra- zões de saúde ou estilo de vida. Portanto, existe uma necessidade identifi- cada por produtos de adoçante que os consumidores podem usar para au- mentar a doçura de um produto no momento do consumo que são compatí- veis com suas preferências pessoais e minimizam a carga calórica adicional.
Métodos para adoçar gêneros alimentícios líquidos são conheci- dos. Por exemplo, a adição de adoçante a uma bebida tipo chá gelado não- adoçado tipicamente envolverá adicionar o adoçante à bebida tipo chá gela- do não-adoçado seguido por agitação para dispersar o adoçante para criar uma bebida tipo chá gelado adoçado. Um tal adoçante está tipicamente em uma forma de cubo, tablete, granular, em pó, ou líquida.
O adoçamento de porções individuais de uma bebida apresenta um desafio em muitas situações de serviço alimentício. Freqüentemente, um pacote individual de um adoçante é fornecido junto com uma porção de uma bebida. O pacote pode conter sacarose, ou alternativamente pode conter adoçantes de alta intensidade tais como sucralose, aspartame, ou sacarina e um agente de volume padrão tal como sacarose, glicose ou maltodextrina; todos os quais têm um valor calorífico típico de 4 quilocalorias por grama. O usuário deve abrir o pacote e despejar os conteúdos na bebida, e depois agitar a bebida para obter dissolução do adoçante e sua dispersão completa no líquido. O empacotamento residual do pacote cria resíduo que pode a- presentar problemas de disposição sob muitas situações. Alternativamente, o adoçante pode ser fornecido na forma de composição de adoçante de flu- xo não-livre coesiva de serviço único, que contém aproximadamente uma (ou mais) colher(es) de chá equivalente(s) de sacarose de doçura (uma co- lher de chá equivalente de sacarose sendo cerca de 4 a cerca de 5 gramas por colher de chá de sacarose). Tipicamente, tais cubos de adoçante não requerem empacotamento individual, e portanto, reduzem as etapas envolvi- das no adoçamento da bebida e o resíduo associados com o adoçante.
Cubos de adoçante são composições de fluxo não-livre coesivas que incluem agentes de volume. Agentes de volume são tipicamente carboi- dratos cristalinos, tais como, sacarose, que também estão disponíveis em combinação com adoçantes de alta intensidade. Mais recentemente vários agentes de volume de carga calórica mais baixa entraram no mercado. Al- guns destes agentes de volume de carga calórica mais baixa têm caracterís- ticas físicas e sensoriais similares a sacarose, e outros têm apenas algumas características físicas e sensoriais similares à sacarose e/ou algumas carac- terísticas indesejáveis.
A disponibilidade dos adoçantes de alta intensidade fornece a capacidade para reduzir a carga calórica envolvida com o adoçamento de um gênero alimentício líquido, por exemplo, porções individuais de bebidas. Por exemplo, a sucralose é cerca de 500 a cerca de 600 vezes tão doce quanto a sacarose (também conhecida como açúcar de mesa e açúcar de cana). Uma colher de chá de sacarose, que é cerca de 4 a cerca de 5 gra- mas de sacarose, pode ser substituída por cerca de 6,7 a cerca de 10 mili- gramas de sucralose. As quantidades minúsculas de adoçantes de alta in- tensidade necessárias para obter adoçamento preferido de porções individu- ais oferecem a oportunidade para fornecer novas tecnologias para liberar doçura a gêneros alimentícios, incluindo porções individuais.
Devido ao precedente, seria vantajoso fornecer uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva com uma carga calórica mais baixa que tem características físicas e sensoriais similares àquelas de um cubo de sacarose que pode ser fabricado comercialmente e é conveniente para o consumidor. Sumário da Invenção
Uma forma de realização da presente invenção é uma composi- ção de adoçante de fluxo não-livre coesiva compreendendo, consistindo em, e/ou consistindo essencialmente em um adoçante de intensidade alta e um agente de volume tendo um calor negativo da solução em uma quantidade suficiente para produzir um calor total da solução na composição de adoçan- te de fluxo não-livre coesiva de cerca de 5 quilocalorias a cerca de -20 quilo- calorias, em que a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva tem uma carga calórica mais baixa e uma doçura equivalente comparada aquela de um cubo de sacarose convencional das mesmas dimensões.
Uma outra forma de realização da presente invenção é uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compreendendo, consis- tindo em, e/ou consistindo essencialmente em cerca de 0,5 % de sucralose, cerca de 80 % de maltose, e cerca de 20 % de eritritol em peso com base no peso total do cubo de adoçante, em que a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva tem um calor total da solução de cerca de 5 quilocalorias a cerca de -20 quilocalorias, e uma carga calórica mais baixa e uma doçura equivalente aquela de um cubo de sacarose convencional das mesmas di- mensões.
Uma outra forma de realização da presente invenção é uma
composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compreendendo, consis- tindo em, e/ou consistindo essencialmente em um adoçante de intensidade alta, um agente de volume, e um composto com um calor positivo da solução em uma quantidade suficiente para produzir um calor total da solução no cubo de adoçante de cerca de 5 quilocalorias a cerca de -20 quilocalorias, em que a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva tem uma carga calórica mais baixa e uma doçura equivalente comparada aquela de um cu- bo de sacarose convencional das mesmas dimensões.
Uma forma de realização adicional da presente invenção é uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compreendendo, consis- tindo em, e/ou consistindo essencialmente em cerca de 0,3 % a cerca de 0,6 % de sucralose, cerca de 10 % a cerca de 60 % de eritritol, cerca de 4 % a cerca de 10 % de polidextrose, e cerca de 10 % a cerca de 60 % de trealose em peso com base no peso total da composição de adoçante de fluxo não- Iivre coesiva, em que a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva tem um calor total da solução entre cerca de 5 quilocalorias e cerca de -20 quilocalorias, e uma carga calórica mais baixa e uma doçura equivalente comparada aquela de um cubo de sacarose convencional das mesmas di- mensões.
Uma outra forma de realização da presente invenção é uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compreendendo, consis- tindo em, e/ou consistindo essencialmente em cerca de 0,4 % de sucralose, cerca de 10 % de polidextrose, cerca de 40 % de trealose, e cerca de 49,6 % de eritritol em peso com base no peso total do cubo de adoçante, em que o cubo de adoçante tem um calor total da solução entre cerca de 5 quilocalori- as e cerca de -13 quilocalorias, e uma carga calórica mais baixa e uma do- çura equivalente comparada aquela de um cubo de sacarose convencional das mesmas dimensões.
Uma outra forma de realização da presente invenção é um mé- todo de fabricar uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compreendendo, consistindo em, e/ou consistindo essencialmente nas eta- pas de a) selecionar um adoçante de intensidade alta e um agente de volu- me com um calor negativo da solução de modo que o calor total da solução do cubo de adoçante fabricado deste está entre cerca de 5 quilocalorias e cerca de -20 quilocalorias; b) combinar os componentes selecionados na etapa (a) para formar uma combinação; c) adicionar água à combinação; d) formar a combinação em uma forma; e e) secar a forma.
Uma forma de realização adicional da presente invenção é um método de fabricar uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compreendendo, consistindo em, e/ou consistindo essencialmente nas eta- pas de a) selecionar um adoçante de intensidade alta, um agente de volume, e um composto com um calor positivo da solução de modo que o calor total da solução do cubo de adoçante fabricado deste está entre cerca de 5 quilo- calorias e cerca de -20 quilocalorias; b) combinar os componentes selecio- nados na etapa (a) para formar uma combinação; c) adicionar água à com- binação; d) formar a combinação em uma forma; e e) secar a forma. Descrição Detalhada da Invenção
Para reduzir a carga calórica de um cubo de sacarose, a quanti- dade de sacarose é diminuída, que resulta em um tamanho de cubo melhor. A doçura perdida devido à quantidade diminuída de sacarose no cubo pode ser compensada incorporando-se adoçantes de alta intensidade, tais como, aspartame ou acesulfame K na formulação de cubo. Enquanto uma tal for- mulação reduz a carga calórica do cubo, esta redução é limitada pelo tama- nho mínimo do cubo que pode ser fabricado e manejado pelo consumidor. Uma revisão de produtos correntemente no mercado revelou um tamanho de cubo mínimo de cerca de 1,4 gramas, que resulta em um cubo de adoçante contendo sacarose tendo cerca de 5,6 quilocalorias.
Uma forma de realização da presente invenção é uma composi- ção de adoçante de fluxo não-livre coesiva contendo um adoçante de inten- sidade alta e um agente de volume com um calor negativo da solução em uma quantidade suficiente para produzir um calor total da solução na com- posição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de cerca de 5 quilocalorias a cerca de -20 quilocalorias, em que a composição de adoçante de fluxo não- livre coesiva tem uma carga calórica mais baixa do que aquela de um cubo de sacarose convencional das mesmas dimensões e uma doçura equivalen- te.
Como usado aqui, todas as faixas numéricas fornecidas são in- tencionadas a incluir expressamente pelo menos todos os números que ca- em entre os pontos finais de faixas relatadas.
Como usado aqui, o termo "cubo de sacarose convencional" sig- nifica um prisma retangular de sacarose cristalina tendo uma altura, largura, e profundidade de cerca de 5 milímetros a cerca de 20 milímetros. Tipica- mente, um cubo de sacarose convencional é de cerca de 15 milímetros em cada lado e tem uma carga calórica de cerca de 25 quilocalorias. Como ob- servado acima, os menores cubos de adoçante de intensidade alta/sacarose comercialmente disponíveis e aceitos pelo consumidor têm dois lados que são cerca de 12 milímetros por cerca de 12 milímetros e quatro lados que são cerca de 9 milímetros por cerca de 12 milímetros e têm uma carga caló- rica de cerca de 5,6 quilocalorias e peso de cerca de 1,4 gramas. Adoçante de Intensidade Alta
Como usado aqui, o termo "adoçante de intensidade alta" signifi- ca uma substância que fornece uma doçura elevada por massa unitária quando comparado à sacarose e fornece pouco ou nenhum valor nutritivo.
Muitos adoçantes de alta intensidade são conhecidos daqueles versados na técnica e qualquer um pode ser usado na presente invenção. Exemplos de adoçantes de alta intensidade para o uso na presente invenção incluem aspartame, acesulfame, alitame, brazeína, ácido ciclâmico, diidro- calconas, extrato de Dioscorophyllum cumminsii, extrato da fruta de Pentadi- plandra brazzeana, glicirrizina, hernandulcina, monelina, mogroside, neota- me, neoesperidina, sacarina, sucralose, stevia, taumatina, sais, derivados, e combinações dos mesmos. Um adoçante de intensidade alta preferido de acordo com a presente invenção é sucralose.
Composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas da pre- sente invenção podem contêr de cerca de 0,01 % em peso a cerca de 3,5 % em peso de um adoçante de intensidade alta. Mais preferivelmente, compo- sições de adoçante de fluxo não-livre coesivas da presente invenção podem contêr de cerca de 0,05 % em peso a cerca de 2 % em peso, ainda mais preferivelmente de cerca de 0,1 % em peso a cerca de 1 % em peso de um adoçante de intensidade alta com base no peso da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva.
Se o único adoçante de intensidade alta usado for sucralose, as composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas da presente invenção preferivelmente contêm de cerca de 0,1 % em peso a cerca de 0,6 % em peso de sucralose. Mais preferivelmente, uma tal composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva da presente invenção contém de cerca de 0,2 % em peso a cerca de 0,5 % em peso, ainda mais preferivelmente de cerca de 0,4 % em peso a cerca de 0,5 % em peso de sucralose com base no peso da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva. Agentes de Volume
Para reduzir ainda a carga calórica das composições de adoçan- te de fluxo não-livre coesivas, a sacarose deve ser substituída inteira ou em partes por ingredientes de caloria mais baixa. Entretanto, o uso de ingredien- tes exceto sacarose pode apresentar problemas com respeito à produção, armazenamento, e atração e aceitação do consumidor. Na presente inven- ção, agentes de volume são usados para substituir alguma ou toda a saca- rose.
O(s) agente(s) de volume específico(s) são selecionados para produzir cubos de adoçante da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva com características físicas e sensoriais similares àquelas de um cu- bo de sacarose. Tais cubos de adoçante podem conter agentes de volume específicos que têm propriedades físicas e sensoriais similares à sacarose ou podem conter uma combinação de agentes de volume que individualmen- te não fazem, mas quando combinados fazem, têm características similares à sacarose. Numerosos fatores devem ser considerados na seleção de a- gentes de volume para o uso na presente invenção.
Primeiro, o agente de volume geralmente tem uma intensidade de doçura bem abaixo daquela da sacarose, de modo que a adição de um adoçante de intensidade alta é necessária para produzir um cubo de ado- çante da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva que tem um nível de doçura aceitável aos consumidores. A quantidade de adoçante de intensidade alta usada em um tal cubo de adoçante é inversamente relacio- nada à doçura nativa do agente de volume. Cuidado deve ser tomado para equilibrar apropriadamente os ingredientes para produzir a doçura esperada pelo consumidor que é aproximadamente igual à doçura de um cubo de a- doçante contendo sacarose, por exemplo, uma colher de chá de sacarose.
Como usado aqui, o termo "colher de chá" refere-se a uma co- lher de chá padrão, que tem um volume de cerca de 5 mililitros. Conseqüen- temente, uma colher de chá de sacarose tem uma massa de cerca de 4 a cerca de 5 gramas.
Segundo, agente(s) de volume devem ser selecionados que são aceitáveis aos consumidores em aproximadamente cinco áreas: aparência, sabor, efeitos colaterais, uso, e custo. Com respeito à aparência, os cubos de adoçante da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva devem espelhar-se a seu equivalente de sacarose tanto quanto possível. A compo- sição de adoçante de fluxo não-livre coesiva deve parecer cristalino. E, a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva deve manter sua forma durante o armazenamento e transporte. Por exemplo, proteínas freqüente- mente terão aparência não-cristalina e alguns açúcares têm cor amarela ou pálida. Nenhum produzirá um cubo adoçante aceitável quando usado no iso- lamento como um agente de volume. Além disso, alguns agentes de volume possíveis são muito higroscópicos para manter a integridade e forma do cu- bo para qualquer duração de tempo quando usados em isolamento. Por e- xemplo, fibras solúveis podem absorver muita água do ambiente que as composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas começarão a dissolver em um xarope que é indesejável, e freqüentemente inutilizável por consumi- dores.
Como usado aqui, o termo "agente de volume" significa uma substância de grau alimentício que pode ser usada para produzir uma com- posição de adoçante de fluxo não-livre coesiva com características sensori- ais e físicas similares àquelas de um cubo de sacarose convencional. Exem- plos de agentes de volume para o uso na presente invenção incluem mono- e dissacarídeos, tais como, glicose, alose, altrose, manose, idose, galactose, talose, ribose, arabinose, xilose, lixose, celobiose, gentiobiose, isomaltose, lactose, laminarabinose, maltose, amilose, manobiose, xilobiose, sacarose, trealose, celobiose, lactulose, frutose, tagatose, lactitol; açúcares aerados, polióis areados, e carboidratos complexos areados; oligossacarídeos e po- lissacarídeos, tais como, ciclodextrinas, rafinose, celulose, inulina, goma a- rábica, nutriose, maltodextrina, fibrisol, raftilina, raftilose; polióis, tais como, isomalte, lactitol, maltitol, xilitol, eritritol, manitol, sorbitol; fibra solúvel; prote- ína; citrato de cálcio; e Iactato de cálcio e combinações dos mesmos. Um agente de volume preferido de acordo com a presente invenção é eritritol.
Como usado aqui, um material de "grau alimentício" é um que conforma-se aos padrões para alimentos julgados seguros para o consumo humano apresentado no Codex Alimentarius produzido pela Organização Mundial da Saúde (1999).
Preferivelmente1 as composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas da presente invenção contêm de cerca de 1 % em peso a cerca de 99,5 % em peso de um agente de volume. Mais preferivelmente, as compo- sições de adoçante de fluxo não-livre coesivas da presente invenção contêm de cerca de 10 % em peso a cerca de 75 % em peso, ainda mais preferivel- mente cerca de 30 % em peso a cerca de 60 % em peso de um agente de volume.
Como usado aqui, o termo "agente de volume com um calor ne- gativo da solução" significa uma substância de grau alimentício que pode ser usada para produzir uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva com características sensoriais e físicas similares aquelas de um cubo de sacarose convencional que tira calor dos arredores quando dissolvido em água. Exemplos de agentes de volume para o uso na presente invenção in- cluem mono- e dissacarídeos, tais como, glicose, alose, altrose, manose, idose, galactose, talose, ribose, arabinose, xilose, lixose, celobiose, gentio- biose, isomaltose, lactose, laminarabinose, maltose, amilose, manobiose, xilobiose, celobiose, lactulose, frutose, tagatose, lactitol; açúcares aerados, polióis areados, e carboidratos complexos areados; polióis, tais como, iso- malte, lactitol, maltitol, xilitol, eritritol, manitol, sorbitol; e combinações dos mesmos. Um agente de volume preferido com um calor negativo da solução de acordo com a presente invenção é eritritol.
Preferivelmente, as composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas da presente invenção contêm de cerca de 1 % em peso a cerca de 99,5 % em peso de um agente de volume com um calor negativo da solução. Mais preferivelmente, as composições de adoçante de fluxo não-livre coesi- vas da presente invenção contêm de cerca de 10 % em peso a cerca de 75 % em peso, ainda mais preferivelmente cerca de 30 % em peso a cerca de 60 % em peso de um agente de volume com um calor negativo da solução.
O calor da solução de um composto é uma medida da quantida- de de energia tomada de ou a quantidade de energia liberada nos arredores quando o composto é dissolvido em água. Um composto que tira calor dos arredores na dissolução tem um calor negativo da solução. Um composto que libera calor nos arredores na dissolução tem um calor positivo da solu- ção. Conseqüentemente, agentes de volume com calores negativos da solu- ção retirarão energia dos arredores quando o cubo de adoçante for dissolvi- do.
Como usado aqui o termo "composto tendo um calor positivo da solução" significa um material de grau alimentício que tem um calor positivo da solução em água. Assim, os compostos com calores positivos da solução da presente invenção liberarão calor no gênero alimentício em que o cubo de adoçante é dissolvido. Exemplos de compostos com calores positivos da solução para o uso na presente invenção incluem polidextrose, maltodextri- na, trealose, inulina, glicerina, e combinações destes. Preferivelmente, o composto tendo um calor positivo da solução é uma combinação de polidex- trose e trealose. Preferivelmente, o composto tendo um calor positivo da so- lução está presente no cubo de adoçante em uma quantidade de cerca de 1 % em peso a cerca de 50 % em peso, mais preferivelmente de cerca de 4 % em peso a cerca de 30 % em peso, ainda mais preferivelmente cerca de 20 % em peso.
A magnitude do calor negativo da solução de uma composição é diretamente proporcional à sensação de resfriamento que será produzida no consumo da composição. De modo que quanto mais baixo o calor total da solução de uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva, maior o efeito de resfriamento.
Um efeito de resfriamento é muito mais facilmente detectado quando uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva é ingerida diretamente. Porque a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva é dissolvida diretamente na superfície da língua e boca, a energia necessária para dissolver a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva é retira- da diretamente da superfície da língua e boca. Assim, um pequeno calor ne- gativo da solução é facilmente detectado nestas áreas sensíveis. Quando uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva for dissolvida em uma bebida quente, por exemplo, café ou chocolate quen- te, o efeito de resfriamento é muito menos prevalecente porque a energia necessária para dissolver a composição de adoçante de fluxo não-livre coe- siva é retirada do café. Este grande volume de uma substância de alta capa- cidade térmica (água) dispersa e dilui o efeito de resfriamento. Por exemplo, um cubo de adoçante de 1,4 grama fabricado da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva da presente invenção contendo 90 % em peso de eritritol (-42,9 quilocalorias por gramas) terá um calor total da solução de cer- ca de -54 quilocalorias. Quando dissolvido em cerca de uma xícara de 70 mililitros de café, um tal cubo de adoçante diminui a temperatura global do café por cerca de 0,75 graus. Embora nenhuma grande mudança na tempe- ratura da bebida, esta mudança é detectável por consumidores e o efeito de resfriamento pode ser mais realçado por agentes de volume com sabores refrigerantes.
Produção de Composições de Adoçante de fluxo não-livre coesivas
Composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas são ge- ralmente produzidas por um processo tendo as etapas seguintes: (a) combi- nar os ingredientes, (b) formar uma composição formada, e (c) secar a com- posição. Obviamente, cada etapa pode ter várias variações.
Uma outra forma de realização da presente invenção é um mé- todo de fabricar um cubo de adoçante de uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva incluindo as etapas de a) selecionar um adoçante de intensidade alta e um agente de volume com um calor negativo da solução de modo que o calor total da solução do cubo de adoçante fabricado deste está entre cerca de 5 quilocalorias e cerca de -20 quilocalorias; b) combinar os componentes selecionados na etapa (a) para formar uma combinação; c) adicionar água à combinação; d) formar a combinação em uma forma de cubo; e e) secar a forma de cubo. Uma forma de realização adicional da presente invenção é um
método de fabricar um cubo de adoçante de uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva incluindo as etapas de a) selecionar um adoçante de intensidade alta, um agente de volume, e um composto com um calor positivo da solução de modo que o calor total da solução do cubo de ado- çante fabricado deste está entre cerca de 5 quilocalorias e cerca de -20 qui- localorias; b) combinar os componentes selecionados na etapa (a) para for- mar uma combinação; c) adicionar água à combinação; d) formar a combi- nação em uma forma; e e) secar a forma.
Embora a maneira em que os ingredientes são combinados não seja crítica, a combinação excessivamente agressiva pode resultar em uma redução de tamanho de partícula indesejável. Entretanto, é imperativo ter uma distribuição uniforme dos ingredientes por toda a combinação. Por outro lado, tanto a doçura quanto a carga calórica variarão de forma a forma. Para ingredientes usados em pequenas quantidades pode ser necessário produzir uma pré combinação para garantir distribuição regular. Se um ingrediente tende a endurecer ou empelotar, pode ser necessário que ele seja passado através de uma peneira. Os misturadores mais comuns são aqueles que le- vam em consideração a adição contínua dos ingredientes.
A formação de uma composição formada de adoçante de fluxo não-livre coesiva geralmente tem duas fases. Primeiro, os ingredientes com- binados são hidratados a um teor de umidade de cerca de 0,3 % a cerca de 3 %, usualmente pela introdução de água ou vapor. Segundo, os ingredien- tes hidratados são colocados em corantes ou moldes e comprimidos para formar a forma desejada. A mistura hidratada também pode ser formada em grandes blocos e mais tarde quebrada em formas de "esboço".
Uma vez que a mistura hidratada foi formada na forma desejada ela é seca. A secagem pode ser realizada usando estufas ou, se as condi- ções permitem, por exposição ao ar ambiente. Os secadores mais comuns são faixas contínuas que passam através de um túnel de secagem. Tempe- raturas e tempos de secagem variam consideravelmente. Por exemplo, em ar ambiente o tempo de secagem pode ser cerca de 24 horas. Ao contrário, a secagem em uma estufa a cerca de 60° C a cerca de 75° C pode consumir tão pouco quanto cerca de 10 a cerca de 20 minutos. Uma etapa de condi- cionamento também pode ser necessária depois da secagem em estufa ou ao ar de aproximadamente cerca de 12 a cerca de 36 horas para permitir que a umidade equilibre por todos os produtos.
A forma do molde escolhido para formar a composição de ado- çante de fluxo não-livre coesiva determina a forma global da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva. Qualquer forma desejada pode ser usa- da, incluindo, cubo, esfera, pirâmide, e similares. Adicionalmente, a superfí- cie da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva pode ser modifi- cada para introduzir uma característica. Uma característica superficial pode ser comunicada pela superfície do molde usado para formar a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva ou a composição de adoçante de flu- xo não-livre coesiva seca pode ser processada ainda para produzir a carac- terística superficial desejada. Além disso, a composição de adoçante de flu- xo não-livre coesiva também pode ser formada quando ainda levemente ú- mida para introduzir características superficiais ou para produzir novas for- mas. Por exemplo, a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva se- ca pode ser gravada a laser ou mecanicamente, ou a característica desejada pode ser queimada na superfície da composição de adoçante de fluxo não- livre coesiva usando uma ferramenta aquecida. Uma vez seca, a composi- ção de adoçante de fluxo não-livre coesiva depois é empacotada em recipi- entes para líquidos, caixas ou outro empacotamento apropriado de alimento antes do uso do consumidor.
As formas e características superficiais das composições de a - doçante de fluxo não-livre coesivas da presente invenção podem ser intro- duzidas em dois modos. Primeiro, os corantes ou moldes usados para for- mar uma composição formada de adoçante de fluxo não-livre coesiva podem ser contornados para produzir as novas formas ou características superfici- ais durante a formação da forma. Segundo, depois da secagem, a composi- ção de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada pode ser cortada ou mo- ída para produzir a forma desejada ou característica superficial.
As composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas da pre- sente invenção podem ser de qualquer tamanho conveniente para a fabrica- ção e aceitável para o uso por um consumidor. Cubos formados das compo- sições de adoçante de fluxo não-livre coesivas são geralmente menores do que cerca de 20 milímetros em altura, menores do que cerca de 20 milíme- tros em largura, e menores do que cerca de 20 milímetros em profundidade. Outros tamanhos úteis incluem cerca de 12 milímetros em altura, cerca de 12 milímetros em largura, e cerca de 9 milímetros em profundidade, e ainda mais preferivelmente cerca de 9 milímetros em altura, cerca de 9 milímetros em largura, e cerca de 9 milímetros de profundidade.
Uma outra forma de realização da presente invenção é um cubo de adoçante de baixa caloria fabricado de acordo com um dos processos descritos aqui.
Preferências do Consumidor
Um cubo de sacarose convencional é o padrão ao qual todos os outros produtos de cubo adoçante são comparados. Qualquer produto de cubo adoçante que desvia-se significativamente das características físicas e sensoriais de um cubo de sacarose convencional não é provável que seja aceitável ao consumidor. A tabela 1 mostra características físicas e sensori- ais de cubos de sacarose e faixas aceitáveis para outros produtos de cubo
Característica Cubo de sacarose Faixa aceitável Aparência Branco, cristalino Cor de branco a creme-claro, cris- talino Sabor Doce, xaroposo Liberação de doçura, nenhum ou- tro sabor forte observa-se (isto é, quaisquer sabores adicionais não devem ser mais fortes do que a doçura) Efeitos indese- jáveis Nenhum Reivindicações relatadas pelo consumidor negativas mínimas tais como efeito taxativo J Estabilidade Mantém a forma du- rante o armazena- mento e transporte Mantém a forma de cubo durante o processamento e transporte até 75 % RH Característica Cubo de sacarose Faixa aceitável Solubilidade Aprox. 30 segundos em água quente (85° C) Cubo dissolve em água quente (150 ml a 85° C) em cerca de 10 a cerca de 60 segundos com agita- ção Friabilidade Mantém integridade no manejo Menos do que 10 % em peso de perda do cubo seco cubo quando agitado durante 60 segundos Dureza Pressão de 4000 g (feito de encomen- da), 25.000 feito por máquina (analisador de textura) 1.000 a 15.000 g para amostras fabricadas em laboratório, até 30.000 g para amostras fabrica- das em escala piloto / comercial- mente Faixa de tama- nho de particu- Iado 0 a 2 milímetros 0 a 3 milímetros para combinação global de ingredientes usados pa- ra compor o cubo
Tabela 1. Características físicas e sensoriais de cubos de sacarose e faixas aceitáveis para outros produtos de cubo adoçante.
Para ser aceita por um consumidor como um substituto aceitável para um cubo de sacarose convencional, uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva da presente invenção deve ter bastantes característi- cas sensoriais e físicas dentro das faixas aceitáveis mostradas na tabela 1. Cada característica do cubo de adoçante formada da composição de ado- çante de fluxo não-livre coesiva não precisa cair dentro das faixas na tabela 1 para que o cubo de adoçante seja aceitável a um consumidor. Por exem- pio, um cubo de adoçante da presente invenção intencionado a substituir um cubo de açúcar mascavo teria uma cor marrom, e portanto, não cairia com a faixa aceitável para a "aparência" na tabela 1, mas ainda seria aceitável a um consumidor.
Com respeito ao sabor, um cubo de adoçante formado de uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva da presente invenção deveria fornecer uma nível de doçura equivalente a um peso similar de cubo de sacarose, e liberar um perfil de doçura similar à sacarose. Com respeito aos efeitos colaterais, o agente de volume não deve produzir efeitos colate- rais indesejáveis ou inesperados para o consumidor. Por exemplo, alguns álcoois de açúcar podem ter um efeito Iaxativo no consumidor. A menos que este seja um efeito desejado, uma composição de adoçante de fluxo não- Iivre coesiva que utiliza tais álcoois de açúcar não encontraria aceitação do consumidor.
As composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas tam- bém devem funcionar como esperado pelo consumidor e rapidamente dis- solvem para produzir a doçura desejada no gênero alimentício. Por exemplo, o agente de volume pode ter uma baixa solubilidade em água, e portanto, a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva pode dissolver muito len- tamente para o consumidor ou pode não dissolver completamente. Como observado acima, a produção de composições de adoçante de fluxo não- livre coesivas com características desejáveis ao consumidor pode ser obtida pelo uso de um único agente de volume com as características desejadas ou pelo uso de uma combinação de agentes de volume que juntos produzem as características desejadas.
Com respeito ao custo, as composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas deveriam ser de custo aceitável ao consumidor quando comparadas com outros formatos de adoçante, tais como tabletes, cubos de sacarose, sacarose, adoçantes de alta intensidade, e adoçantes granulares. Por exemplo, eritritol pode ser originado comercialmente em um formato cris- talino branco de bom tamanho de particulado similar à sacarose, mas pode ser comparativamente caro; portanto este pode ser combinado com um a- gente de volume menos caro tal como maltose e ainda fornece as caracterís- ticas globais necessárias.
Sobrepostas com as considerações acima estão várias caracte- rísticas de agente de volume que afetam a produção e/ou armazenamento e transporte das composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas. Estas características incluem: carga calórica, friabilidade, dissolução, calor da so- lução, dureza, rigidez, absorção de umidade, efeito da umidade, e efeito da temperatura. Considerações de processamento incluem facilidade de arma- zenamento e processamento de matéria-prima e facilidade de fluxo da mistu- ra para o enchimento compatível e preciso dos moldes. A tabela 2 lista vá- rios ingredientes e fatores que devem ser considerados na triagem quanto ao(s) agente(s) de volume apropriado(s) úteis em uma composição de ado-
Ingrediente Jciasse Subclasse Exemplos kcal / g Fatores de triagem Negativos Positivos Proteína 4,0 Aparência de não- cristal Carboidra- _ , I Açúcares Sacarose [tos 4,0 Negativo ao con- sumidor I Frutose 4,0 Higroscópico Lactose 4,0 Particulados prin- cipalmente peque- nos Baixo custo | Galactose 4,0 Alto custo Maltose 4,0 Baixo custo, Cristalino | Trealose 4,0 Excelente aparência Tagatose 1,5 Cristalino, Baixa caloria Álcoois de ., . , Manitol açúcar 1,6 Efeito Iaxativo I Sorbitol 2,6 Efeito Iaxativo Xilitol 2,4 Efeito Iaxativo Eritritol 0,2 Calor negativo da solução Continuação...
Complexo .. , , . _ . . Maltodex- de Carboi- , trina d ratos 4,0 Não-cristalino Massa de baixo custo Efeito de cola Polidex- I trose 1,0 Não-cristalino Efeito de cola Fibra so- lúvel 1,0 a 2,0 Higroscópico, La- xativo Citrato de Minerais Ca 2,0 Em pó, Mas- sa possível Lactato de Ca 2,0 Em pó, Mas- sa possível
Tabela 2. Agentes de volume potenciais.
Mesmo se um ingrediente for apropriado para o uso como um agente de volume, a proporção do ingrediente usado na composição de a- doçante de fluxo não-livre coesiva pode ter efeitos significantes sobre as ca- racterísticas da composição. Por exemplo, a figura 1 mostra a carga calórica como uma função do teor de ingrediente para vários agentes de volume po- tenciais. Um aumento na maltose ou maltodextrina comparado à combina- ção de referência aumenta a carga calórica. Ao contrário, aumentos na pro- porção dos outros ingredientes resultam em uma redução da carga calórica.
Muitos agentes de volume têm calores negativos da solução que
são consideravelmente maiores do que aqueles da sacarose. A tabela 3 lista sacarose e vários agentes de volume e seus calores da solução._
Agente de volume Calor da solução (KCal/g) Glicerina +9,0 Polidextrose +8,0 Inulina +4,0 a +8,0 Trealose +4,9 Maltodextrina 0,0 Sacarose -4,3 Maltitol -5,5 Maltose -8,0 Agente de volume Calor da solução (KCal/g) Isomalte -9,4 Lactitol -13,9 Lactose -15,5 Sorbitol -26,5 Manitol -28,9 Xilitol -36,6 I Eritritol -42,9
Tabela 3. Calores da solução para sacarose e vários agentes de volume.
Um cubo de adoçante fabricado de uma composição de adoçan- te de fluxo não-livre coesiva contendo um destes agentes de volume de calor negativo da solução retirará calor do gênero alimentício conforme ele entra em solução, por exemplo, resfriando a bebida. Se este efeito de resfriamento for grande o bastante, o consumidor o detectará. Isto é particularmente rele- vante em mercados onde o consumo de bebida depois de uma refeição está na forma de uma bebida altamente flavorizada de baixo volume (tipicamente de 70 a 100 ml), tal como café, freqüentemente acompanhada por até 2 co- Iheres de chá de Doçura Equivalente da Sacarose. Tal resfriamento não é tipicamente esperado ou desejado pelo consumidor, especialmente em uma bebida quente, tal como café. Conseqüentemente, é desejável ter um calor da solução tão próximo a 0 quanto possível.
Como usado aqui, um grama (ou outra quantidade dada) de "Doçura Equivalente da Sacarose" significa a quantidade de adoçante de intensidade alta necessária para ser adicionada a um copo de 0,237 litros (8 onças) de água de modo a fornecer a mesma doçura como um copo de 0,237 litros (8 onças) independente de água contendo 1 grama (ou a outra quantidade dada) de sacarose. Por exemplo, 1/200 gramas de aspartame igualar-se-á a cerca de 1 grama de Doçura Equivalente da Sacarose porque o aspartame é cerca de 200 vezes mais doce do que a sacarose. Similar- mente, cerca de 1/500 gramas a cerca de 1/600 gramas de sucralose forne- cerá um grama de Doçura Equivalente da Sacarose porque a sucralose é cerca de 500 a cerca de 600 vezes mais doce do que a sacarose. O calor da solução de sacarose é cerca de -4,3 quilocalorias por grama ou cerca de -21,5 quilocalorias para um cubo de sacarose de 5 gra- mas e cerca de -6 quilocalorias para um cubo de sacarose convencional de caloria reduzida de 1,4 grama contendo um adoçante de intensidade alta. A maioria dos consumidores são prováveis a detectar o efeito de resfriamento da dissolução de um cubo de adoçante tendo um calor total da solução de menos do que cerca de -20 quilocalorias. Um consumidor altamente sensí- vel, entretanto, é provável a detectar o efeito de resfriamento da dissolução (em uma xícara quente de café) de um cubo de adoçante tendo um calor total da solução entre cerca de -13 quilocalorias e cerca de -20 quilocalorias.
Além disso, quando o produto de baixa caloria é ingerido como um cubo diretamente pelo consumidor sem dissolução anterior em uma be- bida, o consumidor ainda será mais provável a detectar o efeito de resfria- mento com uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva tendo um calor total muito baixo da solução, isto é, entre -13 e -20 quilocalorias por grama.
Na presente invenção, "calor total da solução" significa os calo- res agregados da solução de todos os compostos no cubo de adoçante.
Para agir contra este efeito de resfriamento, um composto com um calor positivo da solução é adicionado ao cubo de adoçante fabricado de uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva em quantidade sufi- ciente para levar o calor total da solução até acima de cerca de -20 quiloca- lorias por cubo de adoçante, preferivelmente acima de cerca de -13 quiloca- lorias por cubo de adoçante, tal como por exemplo de cerca de +5 a cerca de -13 quilocalorias por cubo de adoçante.
Uma outra forma de realização da presente invenção é um cubo de adoçante de baixa caloria fabricado de acordo com um dos processos descritos aqui.
Cubos de adoçante da presente invenção podem ser de qual- quer tamanho conveniente para a fabricação e aceitável para o uso por um consumidor. Preferivelmente os cubos de adoçante são menores do que cerca de 20 milímetros em altura, menores do que cerca de 20 milímetros em largura, e menores do que cerca de 20 milímetros em profundidade. Mais preferivelmente, os cubos de adoçante são cerca de 12 milímetros em altura, cerca de 12 milímetros em largura, e cerca de 9 milímetros em profundidade, e ainda mais preferivelmente cerca de 9 milímetros em altura, cerca de 9 milímetros em largura, e cerca de 9 milímetros em profundidade.
Os exemplos seguintes são fornecidos para ilustrar mais as composições e métodos da presente invenção. Estes exemplos são ilustrati- vos apenas e não são intencionados a limitar o escopo da invenção de ne- nhum modo. Exemplos Exemplo 1
As composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas da pre- sente invenção podem ser fabricadas em qualquer maneira conhecida na técnica. Descrito abaixo são dois métodos para a produção de composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas da presente invenção: A) um método de preparação em escala laboratorial e B) um método de preparação em escala de produção maior. A. Método de Preparação em Escala Laboratorial
Todos os ingredientes são pesados. Os ingredientes pesados são colocados em um jarro de vidro e combinados em um misturador tubular durante cinco minutos. Os ingredientes combinados depois são difundidos tão finamente quanto possível ao longo de uma superfície plana para obter uma camada tão próxima a uma partícula fina quanto possível.
Uma rajada curta de água depois é pulverizada através da ca- mada de ingredientes combinados com uma bomba de aerossol. A quanti- dade desejada de água pode ser medida antes da adição na bomba de ae- rossol. (Para açúcar granulado, por exemplo, água adicionada é tipicamente cerca de 3,5 mililitros por 100 gramas de açúcar.) Os ingredientes combina- dos depois são misturados com uma espátula. Para determinar se água suficiente foi adicionada, alguns dos
ingredientes combinados são colocados em um molde de cubo. Usando a estampa apropriada, outro tanto dos ingredientes combinados como possível são compactados no molde, adicionando-se compressão em ambos os lados para aumentar a pressão. Uma vez que o molde está cheio a estampa é u- sada para produzir os ingredientes combinados.
Se a composição rompe-se imediatamente e grânulos disper- sam-se, não existe umidade suficiente. Os ingredientes combinados depois são difundidos, pulverizados com água adicional, e misturados novamente com a espátula. Os ingredientes combinados depois são reavaliados quanto ao teor de água.
Por outro lado, se grumos estiverem presentes e parte da com- posição permanecer no molde, muita umidade foi adicionada aos ingredien- tes combinados. Neste caso, os ingredientes combinados devem ser descar- tados e o processo reiniciado do início.
Uma vez que uma quantidade apropriada de água foi adiciona- da, os ingredientes combinados são comprimidos em moldes. As composi- ções moldadas depois são colocadas em uma bandeja e secas a 70° C em uma estufa. Um cubo é quebrado ao meio aproximadamente a cada 10 mi- nutos para avaliar a capacidade de quebra devido ao teor de umidade. Uma vez que a água foi removida dos cubos eles deveriam ser completamente duros. A secagem deveria durar cerca de 10 a cerca de 30 minutos. Se outra secagem for desejada, os cubos podem ser colocados em um ambiente a 30° C durante a noite.
B. Método de Preparação em Escala de Produção
Todos os ingredientes são pesados e combinados de modo uni- forme. Os ingredientes combinados depois são transferidos a um funil de pó acima de uma máquina de cubo (Type C Cube Machine, Teknikeller, Ankara, Turkey). Os ingredientes combinados são adicionados à câmara de mistura da máquina de cubo e misturados com água. A quantidade de água é ajus- tada para garantir boa distribuição de água por todos os ingredientes combi- nados. Água insuficiente produzirá depósitos de pó na correia de extração usada para transportar os cubos até a estufa e resulta em cubos friáveis. A superumectação dos ingredientes combinados produzirá cubos visivelmente úmidos, os cubos serão duros, mas terão perdido o brilho associado com a superfície vítrea de cristais individuais em cubos de sacarose convencionais. O teor de umidade da combinação alvo é de cerca de 0,5 % a cerca de 1,0 %, dependendo da aparência do cubo.
Os ingredientes combinados úmidos depois caem por gravidade da correia em um molde giratório. Pistões comprimem os cubos até as di- mensões necessárias. A massa dos cubos pode ser ajustada apertando-se a placa de compressão ou alternando-se a quantidade de movimento dos pis- tões. Os pistões colocam para fora o cubo formado na correia de extração, e um braço de pressionamento pressiona os cubos em um transportador de cadeia para passar os cubos na estufa de secagem.
A forma do molde escolhido para formar a composição de fluxo não-livre coesiva determina a forma global da composição. Usando o molde apropriado qualquer uma das formas divulgadas aqui podem ser formadas.
Os cubos depois podem ser secos em uma estufa estática ou usando-se uma estufa de transporte (túnel). As temperaturas não deveriam exceder 70° C durante 10 a 30 minutos. Os cubos podem precisar ser "tem- perados" antes do empacotamento e deveriam resfriar da temperatura de secagem até a temperatura ambiente antes do empacotamento para evitar o acúmulo da condensação dentro do empacotamento. Como debatido acima os cubos podem ser processados ainda
para introduzir uma característica superficial na superfície do cubo.
Os cubos de adoçante dos exemplos seguintes podem ser for- mados usando qualquer um dos dois métodos acima. Exemplo 1
Composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas
da presente invenção tendo os ingredientes na tabela 4 são produzidas u- sando o método de preparação em escala laboratorial descrito acima no E- xemplo 1 .A. Número da For- mulação Polidex- trose (% em peso) Taga- tose (% em pe- so) Eritritol (% em peso) Trealo- se (% em pe- so) Maltodex- trina (% em peso) Maltose (% em peso) Sucra- Iose (% em pe- so) KCaI/ Cubo 1 9,9 26,6 10,9 - 7,7 45,0 - 3,67 2 9,9 26,6 10,9 45,0 7,7 - - 3,67 3 5,4 24,3 25,8 - 13,1 31,5 - 3,15 4 5,4 24,3 25,8 31,5 13,1 - - 3,15 8,2 28,9 36,7 26,3 - - - 2,29 6 - 36,8 10,8 15,0 - 37,0 - 3,74 7 9,6 33,0 - 15,0 - 42,0 0,4 4,04 8 10,0 - 29,5 15,0 - 45,1 0,4 3,61 9 10,0 37,5 28,4 11,2 2,5 10,0 0,4 2,36 9,9 26,6 10,9 35,0 7,7 10,0 - 3,67 11 9,9 26,6 10,9 30,0 7,7 15,0 - 3,67 12 9,9 26,6 10,9 25,0 7,7 20,0 - 3,67 13 9,9 26,6 10,9 20,0 7,7 25,0 - 3,67 14 9,9 26,6 10,9 15,0 7,7 30,0 - 3,67 9,9 26,6 10,9 10,0 7,7 35,0 - 3,67 16 10,0 - 37,5 40,7 11,6 - - 3,18 17 10,0 68,0 - - - 21,5 0,5 2,80 18 8,2 28,9 36,7 15,0 - 10,7 2,29 19 5,4 24,3 25,8 15,0 13,1 15,9 0,5 3,15 - 99,6 - - - - 0,4 2,10 21 10,0 - 37,5 52,1 - - 0,4 3,18 22 - 42,6 - 57,0 - - 0,4 4,04 23 - 32,8 41,0 13,0 - 12,7 0,5 2,29 24 - 29,6 25,8 31,5 13,1 - - 3,15 10,0 37,5 28,4 23,7 - - 0,4 2,33 26 10,0 - 56,6 33,0 - - 0,4 1,53
Tabela 4. Composição e carga calórica das composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas da presente invenção.
As composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas forma- das produzidas acima são submetidas ao teste por várias propriedades.
A sacarose tem uma aparência branca, altamente cristalina. É desejável que uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva for- mada tenha uma aparência tão próxima a um cubo de sacarose convencio- nal quanto possível. A aparência de cristal de cada uma das composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas foi avaliada contra cubos TUTTI FREE® (Saint Louis Sucre, Paris, França) comercialmente disponíveis contendo cerca de 1,4 gramas de sacarose. A aparência de cristal dos cubos experimentais foi avaliada em uma escala de 1 a 5 por um painel de 3 a 4 pessoas familiares com o produto TUTTI FREE®. Uma classificação de 5 representa uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada com uma aparência de cristal que é virtualmente indistingüível daquela do produto TUTTI FREE® e uma classificação de 1 representa uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada que não exibe virtualmente nenhuma característica de cristal seja qual for.
A Tabela 5 mostra aparência de cristal a 0 %, 50% e 75% de umidade relativa para várias formulações. Estas umidades relativas repre- sentam um controle (0%), a umidade relativa típica encontrada em casas dos consumidores (50%), e o máximo esperado sob condições normais
Número da Formula- ção A parência do Cristal 0 % de umidade relativa 50 % de umidade relativa 75 % de umida- de relativa 1 2,0 2,5 2,5 2 3,5 3,0 3,0 3 3,5 2,5 4,0 4 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0 6 4,0 4,0 4,0 7 3,5 2,0 4,0 Número da Formula- ção A parência do Cristal 0 % de umidade relativa 50 % de umidade relativa 75 % de umida- de relativa 8 3,5 2,0 4,0 9 3,5 3,5 3,5 2,5 2,5 3,0 11 3,0 2,5 2,5 12 3,0 2,5 3,5 13 2,0 2,0 2,5 14 4,0 3,0 3,5 3,5 2,0 2,5 16 2,5 2,0 3,0 17 4,0 4,0 4,0 18 4,0 4,0 4,0 19 3,5 3,5 3,5 3,0 3,0 3,0 21 3,5 3,5 3,5 22 3,0 3,0 3,0 23 3,5 3,5 3,5 24 3,5 3,5 3,5 3,5 3,5 3,0 26 4,0 4,0 3,5
Tabela 5. Aparência de cristal a O %, 50 %, e 75 % de umidade relativa.
Uma cristalina aparência abaixo de cerca de 4 não será aceitá-
vel a um consumidor como um substituto para um cubo de sacarose con- vencional.
Um cubo de sacarose convencional tem uma friabilidade de me- nos do que cerca de 5 %. Para determinar a friabilidade das composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas experimentais, cada compo- sição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada é colocada em uma malha de 1 milímetro. A composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada depois é suavemente escovada com uma escova de 5,08 centíme- tros (2 polegadas) para remover qualquer pó solto. A composição de ado- çante de fluxo não-livre coesiva formada é pesada até quatro lugares deci- mais. A composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada é colo- cada no tambor de um testador de friabilidade Caleva (Caleva Process Solu- tions Ltd, Dorset, United Kingdom) e girada por 10 revoluções. A composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada é novamente colocada na malha e suavemente escovada para remover qualquer pó solto. A composi- ção de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada depois é pesada nova- mente até quatro lugares decimais. A mudança em massa é expressada como um por cento em peso perdida por 10 revoluções.
A Tabela 6 mostra a porcentagem de friabilidade a 0 %, 50 % e
75 % de umidade relativa para várias formulações com dez revoluções.
Número da Formulação Friabilidade em % 0 % de umidade relativa 50 % de umidade relativa 75 % de umidade relativa 1 16,72 11,76 0,46 2 32,31 3,66 0,19 3 10,16 27,15 0,14 4 5,62 5,24 11,87 12,61 9,61 0,26 6 10,74 8,43 0,07 7 16,00 51,6 0,29 8 12,67 13,2 0,21 9 1,90 7,75 0,18 3,30 4,26 0,26 11 3,67 6,55 24,0 12 3,17 8,38 11,0 13 3,86 7,43 36,0 14 4,38 2,45 31,0 2,63 8,64 24,0 16 3,51 17,49 53,0 Número da Formulação Friabilidade em % 0 % de umidade relativa 50 % de umidade relativa 75 % de umidade relativa 17 3,90 2,52 0,45 18 9,33 8,43 0,07 19 4,62 6,31 0,11 3,19 3,32 1,21 21 9,84 4,55 0,21 22 3,85 8,50 2,10 23 6,27 12,50 4,78 24 2,33 2,90 0,32 1,43 0,15 26 16,72 0,31 0,17
Tabela 6. Porcentagem de friabilidade a 0 %, 50 %, e 75 % de umidade rela- tiva.
Se a friabilidade da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada é maior do que cerca de 10 % em uma umidade relativa de 50 %, depois as composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas for- madas desintegrarão significativamente no transporte e uso pelo consumi- dor. O consumidor não aceitará a perda de forma e massa por composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas com uma friabilidade mai- or do que cerca de 10 %. O teor de umidade de cada uma das composições de adoçante
de fluxo não-livre coesivas formadas é determinado usando um medidor de umidade (MX-50 ou MD-50, A&D Engineering, Inc., Milpitas1 Califórnia). O medidor de umidade mede a porcentagem em peso perdida pela composi- ção de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada em secagem completa com base no peso total da composição de adoçante de fluxo não-livre coesi- va formada. A Tabela 7 mostra o teor de umidade a 0 %, 50 % e 75 % de umidade relativa para vários números de formulação. O teor de umidade de cada uma das composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas forma- das é determinado usando um medidor de umidade (MX-50 ou MD-50, A&D Engineering, Inc., Milpitas, Califórnia). O medidor de umidade mede a por- centagem em peso perdida pela composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada na secagem completa com base no peso total das formula-
Número da Formulação Teor de Umidade (% em peso) 0 % de umidade relativa 50 % de umida- de relativa 75 % de umida- de relativa 1 2,98 3,02 3,10 2 3,84 3,88 0,66 3 2,06 4,34 1,76 4 2,41 3,43 1,60 1,53 2,28 4,03 6 2,90 3,69 3,76 7 5,07 5,30 4,90 8 3,86 6,35 4,02 9 1,90 2,05 1,71 3,30 3,94 3,01 11 3,67 3,92 2,01 12 3,17 3,36 2,01 13 3,86 4,36 2,60 14 4,38 3,11 1,77 2,63 3,75 1,95 16 3,51 3,75 2,10 17 1,83 2,61 2,17 18 2,23 2,71 2,68 19 2,30 3,67 2,13 1,44 1,39 1,70 21 3,46 7,19 5,11 22 1,89 4,77 5,26 23 3,49 3,50 2,94 24 4,46 2,24 4,98 Número da Formulação Teor de Umidade (% em peso) 0 % de umidade relativa 50 % de umida- de relativa 75 % de umida- de relativa 2,53 3,63 2,10 26 2,20 4,01 4,54
Tabela 7. Teor de umidade a 0 %, 50 %, e 75 % de umidade relativa.
Se o teor de umidade do cubo é maior do que cerca de 3 %, en- tão as composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas po- dem tornar-se macias e friáveis, e também podem aderir entre si. O consu- midor não aceitará a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada com um teor de umidade maior do que cerca de 5 % porque ela será macia ao manejo, necessita mastigação no consumo, e não será com- parável aos cubos de sacarose que são familiares aos consumidores.
Um cubo de sacarose convencional tem uma dureza de cerca de 30.000 g e uma rigidez de cerca de 30.000 g/s. A dureza e rigidez para cada uma das composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas experimentais são determinadas usando um Analisador de Textura TA-XT2Í (Stable Micro Systems Ltd., Surrey, England). A composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada a ser testada é colocada horizontalmente na plataforma de teste do analisador, diretamente sob uma sonda de 2,54 cm (1 polegada) de diâmetro. O tamanho da sonda garante que a compressão o- corre nas bordas planas para ter um valor de dureza real para a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada. Os ajustes do analisador
são como segue:
Velocidade do Teste: 1 mm/s
Distância do Teste de Ruptura: 4 mm
Distância: 1 mm
Força: 100 g
Tempo: 5 s
Célula de Carga: 50 Kg
A Tabela 8 mostra a dureza a 0 %, 50 % e 75 % de umidade re- lativa para várias formulações. Número da Formulação Dureza (g) 0 % de umidade relativa 50 % de umidade relativa 75 % de umidade relativa 1 1824 1255 99 2 1179 496 1476 3 1615 438 1360 4 953 684 1142 1270 2783 2888 6 1981 1500 6300 7 2318 2949 5715 8 2927 1916 4304 9 779 2067 84 589 4228 627 11 2460 2833 538 12 188 690 176 13 2666 2097 509 14 934 2756 234 2228 1131 1054 16 776 872 2200 17 1606 1656 319 18 661 770 28 19 1651 1322 145 3465 690 426 21 4036 782 240 22 4295 1211 210 23 2752 649 1248 24 840 2482 129 3566 3092 83 26 2376 2725 1135
Tabela 8. Dureza a 0%, 50%, e 75% de umidade relativa.
Se a dureza da composição de adoçante de fluxo não-livre coe- siva formada for menor do que cerca de 5000 g, então a composição de a- doçante de fluxo não-livre coesiva formada tornar-se-á friável e pode ser quebrada por pressão manual. O consumidor não aceitará composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas com uma dureza maior do que cerca de 30000 g visto que estas dissolverão muito lentamente em uma bebida tal como chá ou café, isto é, muito mais lentamente do que um cubo de sacarose convencional.
A Tabela 9 mostra rigidez a 0 %, 50 % e 75 % de umidade relati-
va para várias formulações.
Número da Formulação Rigidez (g/s) 0 % de umidade relativa 50 % de umida- de relativa 75 % de umi- dade relativa 1 1797 1980 46 2 1265 1266 1466 3 1577 1578 1341 4 953 954 1106 1245 1246 2845 6 1977 1978 6252 7 2301 2302 5620 8 3077 3078 4263 9 8 2032 78 623 4167 613 11 2432 2804 533 12 176 670 167 13 3392 2074 494 14 911 2717 222 2548 1103 1037 16 766 842 2179 17 2762 2828 544 18 656 781 16 19 1610 1304 136 Número da Formulação Rigidez (g/s) 0 % de umidade relativa 50 % de umida- de relativa 75 % de umi- dade relativa 3400 667 496 21 3974 762 233 22 4983 1262 197 23 2754 619 1704 24 828 2558 118 3566 3053 74 26 2337 2682 1135
10
Tabela 9. Rigidez a 0 %, 50 %, e 75 % de umidade relativa.
Se a rigidez da composição de adoçante de fluxo não-livre coe- siva formada for maior do que cerca de 10.000 g/s, então as composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas tornar-se-ão difíceis para dis- solver em líquido ou desintegram para o uso em alimentos. O consumidor não aceitará esta dissolução lenta de composições de adoçante de fluxo não- livre coesivas formadas com uma rigidez maior do que cerca de 30.000 g/s.
Três a cinco participantes familiares com o produto TUTTI FRE- E® (ou cubo de referência) determinaram a pegajosidade de cada uma das composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas. Os partici- pantes chegaram em um valor para a pegajosidade das composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas experimentais usando a esca- la de 0 a 5 da Tabela 10 por debate por grupo. Nesta escala, o produto TUT-
Esca- la Pegajosidade 5 4 3 2 1 0 Crité- Cubo; Cubo; Cubo; Cubo; Cubo; a- Liqüe- rios como levemen- pegajoso adere ao desivo e feito. controle. te macio. ao toque. dedo forma um quando filamento elevado. quando removido.
Tabela 10. Escala de avaliação de pegajosidade. A Tabela 11 mostra pegajosidade a 0 %, 50 % e 75 % de umi-
dade relativa para várias formulações.
Pegajosidade Número da Formulação 0 % de umidade 50 % de umida- 75 % de umi- relativa de relativa dade relativa 1 5 5 5 2 5 5 5 3 5 5 5 4 5 5 5 5 5 5 6 5 5 4 7 5 5 4 8 5 5 4 9 5 4,5 4 5 5 5 11 5 5 3 12 5 5 5 13 5 5 5 14 5 5 5 5 5 5 16 5 5 5 18 5 4 2 19 5 5 2 5 5 5 21 5 4 22 5 5 5 23 5 5 5 24 5 5 2,5 5 5 3 26 5 5 4
Tabela 11. Pegajosidade a 0 %, 50 %, e 75 % de umidade relativa.
Composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas que têm uma pegajosidade menor do que cerca de 3,5 a 50 % de umidade relativa aderirão entre si e a qualquer superfície que elas contatam. Tais composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas não serão convenientes para ou utilizáveis pelo consumidor.
Um cubo de sacarose convencional tem um tempo de dissolução
em água de cerca de 5 a 20 segundos dependendo do tamanho do cubo e temperatura da água. Para determinar o tempo de dissolução de cada uma das composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas experi- mentais um frasco de 2 litros é cheio com cerca de 1 litro de água e coloca- do em uma placa de agitação magnética com placa de calor. Uma barra de agitação de 400 milímetros é colocada no frasco. A água é aquecida até a desejada temperatura e agitada a cerca de 150 a 180 rpm. Uma peneira com malha de 1 ou 1,18 milímetro é colocada malha para cima, submersa na á- gua dentro do frasco acima da placa de agitação. A malha é marcada com um marcador indelével para o local exato do cubo. Usando pinças, a compo- sição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada a ser testada é coloca- da na peneira usando a marca indelével para a colocação exata. O tempo da submersão da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada e para a dissolução completa é medido. O tempo de dissolução é registrado para 5 cubos de adoçante da mesma composição. O tempo de dissolução é a média dos cinco tempos de dissolução individuais.
A Tabela 12 mostra o tempo de dissolução a 21 sC, 55-C, e 85QC
para várias formulações. Estas temperaturas representam as temperaturas de bebidas quentes (85gC ou 55QC) e temperatura ambiente (21QC)._
Número da Formulação Tempo de Dissolução (s) 85Q C 55o-C 21Q C 1 45 13 195 2 43 12 290 3 117 18 300 4 97 44 230 16 28 40 6 44 27 300 7 32 31 215 Número da Formulação Tempo de Dissolução (s) 85Q C 55° C 21s C 8 20 43 127 9 15 14 98 6 31 23 11 32 42 153 12 19 16 108 13 37 23 127 14 8 42 42 38 39 78 16 10 18 300 17 45 47 147 18 14 35 84 19 20 98 73 8 24 68 21 27 27 97 22 23 24 154 23 53 25 300 24 46 257 285 25 21 56 26 19 65 320
Tabela 12. Tempo de dissolução a 21QC, 55QC, e 85°C
Composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas que têm um tempo de dissolução maior do que cerca de 60 segundos em uma bebida quente (85°C) não dissolverá rapidamente o bastante para satis- fazer um consumidor.
O calor total da solução para cada uma da composição de ado-
çante de fluxo não-livre coesiva formada foi calculado a partir dos calores da solução e proporção de cada ingrediente. A tabela 14 mostra o calor da so- lução para várias formulações.__
Número da Formulação Calor Total da Solução (K Cal) 1 -13,9 2 -13,9 3 -21,7 4 -21,7 -27,1 Número da Formulação Calor Total da Solução (K Cal) 6 -16,7 7 -7,6 8 -21,1 9 -23,3 -13,9 11 -13,9 12 -13,9 13 -13,9 14 -13,9 -13,9 16 -25,7 17 -20,1 18 -27,1 19 -21,7 -14,0 21 -25,7 22 -7,6 23 < -30 24 -21,7 -21,5 26 -32
Tabela 14. Calores da solução.
Como mencionado acima, um consumidor dissolvendo uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada em uma xícara de café não é capaz de detectar qualquer efeito refrigerante se a composi- ção de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada tem um calor total da solução maior do que cerca de -13 quilocalorias. Um consumidor altamente sensível é capaz de detectar o efeito refrigerante da dissolução (em uma xícara de café) de uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada tendo um calor total da solução dentre cerca de -13 e cerca de -20 quilocalorias. Consumidores são capazes de detectar o efeito refrigerante da dissolução de uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva for- mada tendo um calor total da solução de menos do que cerca de -20 quilo- calorias.
Com base nestas observações, uma combinação de polidextro- se e trealose foi descoberta ser mais eficaz em balancear o calor total da solução para uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva for- mada contendo um calor negativo do agente de volume da solução, tal como eritritol.
Um painel de 3 a 4 participantes experimentam a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de 1,4 grama formada das formulações 1 a 7 e um cubo de sacarose de 1,4 grama. Os participantes ingerem as com- posições diretamente e em solução em 0,237 litro (8 onças) de água na temperatura ambiente. O efeito refrigerante de cada uma das composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas é avaliado comparado ao cubo de sacarose em uma escala de 0 a 5 (5 = paridade com sacarose a 0 = resfriamento extremo). A Tabela 15 mostra os calores da solução e efeito refrigerante para um cubo de sacarose e várias composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas.
Número da Formulação Calor da Solu- ção (KCal/cubo) Consumido Em Solução 1 -13,9 5,0 4,5 2 -13,9 5,0 5,0 3 -21,7 4,0 4,5 4 -21,7 3,5 4,0 -27,1 2,0 3,5 6 -16,7 4,0 4,0 7 -7,6 5,0 5,0 Sacarose -5,0 5,0 5,0
Tabela 15. Calor da solução e efeito refrigerante de um cubo de sacarose e várias cubos de adoçante.
Dados do painel de prova daquelas fórmulas listadas acima indi- ca que em solução (quente ou fria) um efeito refrigerante não é significati- vamente detectado até um calor total da solução de cerca de 20 quilocalori- as por composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada. Quando diretamente consumida o nível de detecção eleva-se a cerca de -13 quiloca- Iorias por composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva formada. Uma pequena proporção dos consumidores, entretanto, são particularmente sen- síveis a este efeito refrigerante e espera-se que possa ser detectado em ca- lores mais altos da solução. Exemplo 3
Composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas da presente invenção são fabricadas usando o método de preparação em escala laboratorial do Exemplo 1 .A. tendo uma massa contendo os ingredi- entes seguintes: 0,4 % de sucralose, % de polidextrose, 10 % de trealose, e % de eritritol.
Estes têm uma carga calórica de 14 kcal /g e um calor total da solução de -16,21 quilocalorias por grama. Exemplo 4
Composições de adoçante de fluxo não-livre coesivas formadas
da presente invenção são fabricadas usando o método de preparação em escala laboratorial do Exemplo 1 .A. contendo ingredientes nas quantidades mostradas na Tabela 16.
Ingrediente (% em peso) Carga caló- rica (KCal/Cubo) Calor To- tal da So- lução (K Cal/g) Polidextrose Tagatose Eritritol Trealose Maltodextrina Maltose Sucralose 99,6 0,4 2,09 -11,16 10,0 37,5 28,4 11,2 2,5 10,0 0,4 2,33 -20,18 32,8 41 13 12,7 0,5 2,24 -28,36 10,0 37,5 28,4 23,7 0,4 2,33 -23,30 10,0 68,0 21,5 0,5 2,77 -6,50 5,4 24,3 25,8 15,0 13,1 15,9 0,5 3,12 -17,65 10,0 37,5 52,1 0,4 3,16 -21,46 9,6 33,0 15,0 42,0 0,4 4,02 -2,62 10,0 29,5 15,0 45,1 0,4 3,59 -16,64 42,6 57,0 0,4 4,09 -4,77
Tabela 15. Composição, carga calórica, e calor total da solução de cubos de adoçante da presente invenção.
O escopo da presente invenção não é limitado pela descrição, exemplos, e usos sugeridos aqui e modificações podem ser feitos sem di- vergir do espírito da invenção. Assim, é intencionado que a presente inven- ção abranja modificações e variações desta invenção contanto que elas en- trem dentro do escopo das reivindicações anexas e seus equivalentes. A menos que de outro modo definido, todos os termos técnicos e científicos usados aqui têm o mesmo significado como comumente entendido por uma pessoa versada na técnica a qual esta invenção pertence. Todas as publica- ções, pedidos de patente, patentes, e outras referências mencionadas aqui são incorporados por referência em sua totalidade. No caso de conflito, o presente relatório descritivo, incluindo as definições, controlará.
Claims (22)
1. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compre- endendo um adoçante de intensidade alta e um agente de volume tendo um calor negativo da solução em uma quantidade suficiente para produzir um 5 calor total da solução na composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de cerca de 5 quilocalorias a cerca de -20 quilocalorias, em que a composi- ção de adoçante de fluxo não-livre coesiva tem uma carga calórica mais bai- xa e uma doçura equivalente comparada aquela de um cubo de sacarose convencional das mesmas dimensões.
2. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acordo com a reivindicação 1, em que o calor total da solução da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva é de cerca de 5 quilocalorias a cerca de -13 quilocalorias.
3. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acordo com a reivindicação 1, em que o adoçante de intensidade alta é selecionado do grupo consistindo em aspartame, acesulfame, alitame, brazeína, ácido ciclâmico, di-hidrocalconas, extrato de Dioscorophyllum cumminsii, extrato da fruta de Pentadiplandra brazzeana, glicirrizina, hernandulcina, monelina, mogroside, neotame, neoesperidina, sacarina, sucralose, stevia, taumatina, seu sais, e combinações dos mesmos.
4. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acordo com a reivindicação 3, em que o adoçante de intensidade alta é sucralose.
5. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acordo com a reivindicação 1, em que o agente de volume com um calor negativo da solução é selecionado do grupo consistindo em glicose, alose, altrose, manose, idose, galactose, talose, ribose, arabinose, xilose, lixose, celobiose, gentiobiose, isomaltose, lactose, laminarabinose, maltose, amilose, manobi- ose, xilobiose, celobiose, lactulose, frutose, tagatose, lactitol, açúcares aera- dos, polióis areados, carbohidratos complexos areados, isomalte, lactitol, maltitol, xilitol, eritritol, manitol, sorbitol, e combinações dos mesmos.
6. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acordo com a reivindicação 5, em que o agente de volume com um calor negativo da solução é selecionado do grupo consistindo em maltose, tagatose, eritri- tol, lactose, e combinações dos mesmos.
7. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva contendo cerca de 0,5 % de sucralose, cerca de 80 % de maltose, e cerca de 20 % de eritritol em peso com base no peso total do cubo de adoçante, em que a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva tem um calor total da solução de cerca de 5 quilocalorias a cerca de -20 quilocalorias, e uma carga calórica mais baixa e uma doçura equivalente aquela de um cubo de sacaro- se convencional das mesmas dimensões.
8. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compre- endendo um adoçante de intensidade alta, um agente de volume, e um composto com um calor positivo da solução em uma quantidade suficiente para produzir um calor total da solução no cubo de adoçante de cerca de 5 quilocalorias a cerca de -20 quilocalorias, em que a composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva tem uma carga calórica mais baixa e uma doçura equivalente comparada aquela de um cubo de sacarose convencional das mesmas dimensões.
9. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acordo com a reivindicação 8, em que o calor total da solução da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva está entre cerca de 5 quilocalorias e -13 quilocalorias.
10. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acor- do com a reivindicação 8, em que o composto com um calor positivo da so- lução é selecionado do grupo consistindo em polidextrose, maltodextrina, trealose, inulina, glicerina, e combinações dos mesmos.
11. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acor- do com a reivindicação 10, em que o composto com um calor positivo da solução é selecionado do grupo consistindo em polidextrose, trealose, e combinações dos mesmos.
12. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acor- do com a reivindicação 8, em que o adoçante de intensidade alta é selecio- nado do grupo consistindo em aspartame, acesulfame, alitame, brazeína, ácido ciclâmico, di-hidrocalconas, extrato de Dioscorophyllum cumminsii, extrato da fruta de Pentadiplandra brazzeana, glicirrizina, hernandulcina, monelina, mogroside, neotame, neoesperidina, sacarina, sucralose, stevia, taumatina, seu sais, e combinações dos mesmos.
13. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acor- do com a reivindicação 12, em que o adoçante de intensidade alta é sucralo- se.
14. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acor- do com a reivindicação 8, em que o agente de volume é selecionado do gru- po consistindo em glicose, alose, altrose, manose, idose, galactose, talose, ribose, arabinose, xilose, lixose, celobiose, gentiobiose, isomaltose, lactose, laminarabinose, maltose, amilose, manobiose, xilobiose, celobiose, Iactulo- se, frutose, tagatose, lactitol, açúcares aerados, polióis areados, carbohidra- tos complexos areados, ciclodextrinas, rafinose, celulose, inulina, goma ará- bica, nutriose, fibrisol, raftilina, raftilose, isomalte, lactitol, maltitol, xilitol, eritri- tol, manitol, sorbitol, fibra solúvel, proteína, citrato de cálcio, Iactato de cálcio, e combinações dos mesmos.
15. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva de acor- do com a reivindicação 14, em que o agente de volume é selecionado do grupo consistindo em maltose, tagatose, eritritol, e combinações dos mes- mos.
16. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compre- endendo cerca de 0,3 % a cerca de 0,6 % de sucralose, cerca de 10 % a cerca de 60 % de eritritol, cerca de 4 % a cerca de 10 % de polidextrose, e cerca de 10 % a cerca de 60 % de trealose em peso com base no peso total da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva, em que a composi- ção de adoçante de fluxo não-livre coesiva tem um calor total da solução entre cerca de 5 quilocalorias e cerca de -20 quilocalorias, e uma carga caló- rica mais baixa e uma doçura equivalente comparada aquela de um cubo de sacarose convencional das mesmas dimensões.
17. Composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compre- endendo cerca de 0,4 % de sucralose, cerca de 10 % de polidextrose, cerca de 40 % de trealose, e cerca de 49,6 % de eritritol em peso com base no peso total do cubo de adoçante, em que o cubo de adoçante tem um calor total da solução entre cerca de 5 quilocalorias e cerca de -13 quilocalorias, e uma carga calórica mais baixa e uma doçura equivalente comparada aquela de um cubo de sacarose convencional das mesmas dimensões.
18. Método de fabricar uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compreendendo: a) selecionar um adoçante de intensidade alta e um agente de volume com um calor negativo da solução de modo que o calor total da solu- ção da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva fabricado deste seja de cerca de 5 quilocalorias a cerca de -20 quilocalorias; b) combinar os componentes selecionados na etapa (a) para formar uma combinação; c) adicionar água à combinação; d) formar a combinação em uma forma; e e) secar a forma.
19. Método de acordo com a reivindicação 18, em que o adoçan- te de intensidade alta é sucralose, que está presente na composição de a- doçante de fluxo não-livre coesiva em uma quantidade de cerca de 0,5 % em peso com base no peso total da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva e o agente de volume com um calor negativo da solução compreen- de maltose e eritritol, que estão presentes na composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva em quantidades de cerca de 80 % e cerca de 20 %, respectivamente, em peso com base no peso total da composição de ado- çante de fluxo não-livre coesiva.
20. Método de fabricar uma composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva compreendendo: a) selecionar um adoçante de intensidade alta, um agente de volume, e um composto com um calor positivo da solução de modo que o calor total da solução da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva fabricado deste está entre cerca de 5 quilocalorias e cerca de -20 quilocalo- rias; b) combinar os componentes selecionados na etapa (a) para formar uma combinação; c) adicionar água à combinação; d) formar a combinação em uma forma; e e) secar a forma.
21. Método de acordo com a reivindicação 20, em que o adoçan- te de intensidade alta é sucralose, que está presente na composição de a- doçante de fluxo não-livre coesiva em uma quantidade de cerca de 0,4 % em peso com base no peso total da composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva, o agente de volume é eritritol, que está presente na composição de adoçante de fluxo não-livre coesiva em uma quantidade de cerca de 60 % em peso com base no peso total do cubo de adoçante e o composto com um calor positivo da solução compreende polidextrose e trealose, que estão presentes no cubo de adoçante em quantidades de cerca de 10 % e cerca de 40 %, respectivamente, em peso com base no peso total do cubo de ado- çante.
22. Cubo de adoçante fabricado pelo método da reivindicação 18 ou reivindicação 20.
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