BRPI0718105A2 - Transmissor ótico analógico plugável de forma pequena - Google Patents

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BRPI0718105A2
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BR
Brazil
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optical transmitter
optical
laser
housing
transmission unit
Prior art date
Application number
BRPI0718105-1A
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Ihab E Khalouf
Philip Miguelez
Alfred J Slowik
Original Assignee
Gen Instrument Corp
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Description

TRANSMISSOR ÓTICO ANALÓGICO PLUGÁVEL DE FORMA PEQUENA
Campo da Invenção
A presente invenção se refere a um transmissor ótico analógico. Mais precisamente, a presente invenção se refere a um transmissor ótico analógico plugável de fator de forma pequeno.
Antecedentes
Os sistemas de televisão de cabo coaxial têm sido de uso difundido por muitos anos e redes extensas foram
desenvolvidas. As redes extensas e complexas freqüentemente são difíceis para a operadora de cabo gerenciar e monitorar. Uma rede de cabo típica geralmente contém uma extremidade de entrada a qual usualmente é conectada a vários nós os quais provêem um conteúdo para um sistema de
terminação de modem a cabo (CMTS) contendo vários receptores, cada receptor se conectando a vários modems de muitos assinantes, por exemplo, um único receptor pode ser conectado a centenas de modems. Em muitos casos, vários nós podem servir a uma área em particular de um município ou
2 0 cidade.
A rede coaxial de fibra híbrida (HFC) e o mercado de CATV estão se dirigindo a um transporte de densidade mais alta, bem como a ter uma capacidade flexível de transmitir um sinal de QAM de uma maneira efetiva em termos de custos.
Transmissores múltiplos, tais como transmissores de modulação de amplitude de quadratura (QAM) e multiplexados de divisão de comprimento de onda densa e grosseira (DWDM) e (CWDM) de CATV são acumulados próximos de cada outro. Cada transmissor tipicamente transmite um canal de
3 0 comprimento de onda único específico da DWDM, por exemplo, de até 4 0 comprimentos de onda na rede da ITU com um espaçamento de 100 GHz (0,8 nm) . Todos estes comprimentos de onda tipicamente são combinados em uma fibra única, de modo a se aumentar o uso de fibra e reduzir o custo.
O transmissor ótico de CATV analógico típico é
construído como um módulo único ou placa de circuito. Cada módulo geralmente contém um laser de comprimento de onda único que provê um canal, e tanto quanto 4 0 canais (por exemplo, 4 0 placas de transmissor) são providos em uma unidade de extremidade de entrada. Uma operadora de cabo geralmente precisa manter uma placa extra para cada canal para substituição de uma placa de transmissor, quando ela se tornar defeituosa ou simplesmente mudar os parâmetros de canal, tal como a freqüência de transmissão. As placas de transmissor são volumosas e dispendiosas, e freqüentemente são construídas e sintonizadas individualmente. Assim sendo, o que é necessário é um transmissor de CATV ótico plugável de fator de forma pequeno, o qual ocupe muito menos espaço, possa ser facilmente substituído e seja efetivo em termos de custos. Mais ainda, com a demanda crescente por mais largura de banda a estar disponível para assinantes, muitas redes HFC estão tentando prover mais largura de banda ao empurrarem a fibra ótica mais profundidade na rede, para levar ao ponto em que as
2 5 comunicações óticas são convertidas em comunicações de RF
por um cabo coaxial mais próximo do usuário final. Portanto, novas plataformas efetivas em termos de cursos de transmissores óticos são necessárias para a transmissão de dados de assinantes usuários finais remotamente localizados
3 0 e/ou nós de volta para a unidade de extremidade de entrada e vice-versa.
Sumário da Invenção
Esta invenção provê um transmissor ótico de CATV analógico de fator de forma pequeno.
Um transmissor ótico de acordo com a invenção pode
estar contido em um alojamento, e o transmissor ótico compreende: um laser configurado para ser modulado para a provisão de um sinal modulado de QAM analógico com base em um sinal de dados de RF; um driver termoelétrico configurado para controlar um dispositivo termoelétrico para controle de uma temperatura de operação do laser; e circuitos de pré-distorção configurados para corrigirem distorções associadas ao sinal de dados de RF.
O transmissor ótico ainda pode compreender um circuito de controle de potência configurado para controlar a potência no laser e um microprocessador configurado para receber instruções a partir de um host externo ao transmissor ótico e configurado para controlar o driver termoelétrico e o circuito de controle de potência. 0
2 0 transmissor ótico ainda pode compreender um atenuador de
RFi o qual é configurado para atenuar o sinal de dados de RF, onde o microprocessador é configurado para controlar o atenuador de RF. Um amplificador de RF o qual é configurado para prover um ganho ao sinal de dados de RF também pode ser incluído no transmissor ótico.
O alojamento do transmissor ótico pode incluir um conector de pino o qual é configurado para combinar com um conector de pino em um dispositivo de host, quando o transmissor ótico for montado no dispositivo de host. Um
3 0 alojamento pode incluir um engate, o qual é configurado para prender o transmissor ótico, quando montado no dispositivo de computador principal. O alojamento pode incluir uma alça, a qual é configurada para encaixar e desencaixar o engate com o dispositivo de host. 0 alojamento também pode incluir um receptáculo de conector ótico configurado para conexão a uma fibra ótica. 0 alojamento pode ter dimensões de: altura de aproximadamente 8,6 mm, largura de aproximadamente 13,7 mm e profundidade de aproximadamente 56,6 mm.
Uma unidade de transmissão ótica de acordo com a invenção pode estar contida em um alojamento, e a unidade de transmissão ótica pode compreender: uma pluralidade de janelas configuradas para receberem um transmissor ótico em um alojamento, o transmissor ótico incluindo: um laser configurado para ser modulado para prover um sinal modulado de QAM analógico com base em um sinal de dados de RF; um driver termoelétrico configurado para controlar um dispositivo termoelétrico para controle de uma temperatura de operação do laser; e circuitos de pré-distorção configurados para corrigirem distorções associadas ao sinal de dados de RF.
Na unidade de transmissão ótica, a pluralidade de portas pode incluir qualquer número de portas, tais como 16, 32, 40, etc. O transmissor ótico pode incluir um microprocessador configurado para receber instruções a partir da unidade de transmissão ótica e configurado para controlar o driver termoelétrico. O transmissor ótico pode incluir um atenuador de RF, o qual é configurado para atenuar o sinal de dados de RF.
A unidade de transmissão ótica ainda pode compreender um conector de pino, o qual é configurado para combinar com um conector de pino no transmissor ótico. 0 alojamento da unidade de transmissão ótica pode incluir um entalhe o qual é configurado para combinar com um engate no alojamento do transmissor ótico.
0 fator de forma pequeno do transmissor ótico prove uma solução efetiva em termos de custos. Uma vez que a operadora pode acondicionar de forma densa (por exemplo, 40) canais óticos em uma única unidade de transmissão ótica, a operadora pode transmitir dados de QAM de uma maneira muito eficiente, tal como com um baixo custo e uma capacidade de dados alta por volume de chassi. A natureza plugável do transmissor ótico também permite que uma operadora facilmente remova e troque um transmissor ótico por um outro, no caso de uma mudança de canal desejada ou de um transmissor ótico danificado apenas pela remoção do transmissor ótico das gaiolas de módulo de host. A invenção também permite que a operadora da rede HFC combine múltiplos transmissores óticos em um módulo de host menor, o qual reside na extremidade de entrada ou no centro de conexão ou no nó para a transmissão de dados em muitos comprimentos de onda diferentes a partir do mesmo módulo de host.
Breve Descrição dos Desenhos
Os desenhos a seguir servem para ilustração dos princípios da invenção.
A Figura 1 ilustra uma rede de exemplo na qual a presente invenção pode operar.
A Figura 2 ilustra uma unidade de transmissor ótico em um sistema de comunicação de exemplo. A Figura 3 ilustra o uso da configuração 2 de transmissor de SFQP em um módulo de host.
A Figura 4 ilustra uma primeira configuração de exemplo de um transmissor ótico analógico plugável de fator de forma pequeno.
A Figura 5 ilustra uma primeira configuração de exemplo de um transmissor ótico analógico plugável de fator de forma pequeno.
A Figura 6 ilustra um módulo de host com múltiplas portas, cada porta podendo se conectar a um transmissor ótico analógico de forma pequena.
A Figura 7 ilustra uma vista frontal de um transmissor ótico analógico de forma pequena de exemplo de acordo com a presente invenção. A Figura 8 ilustra uma vista traseira de um
transmissor ótico analógico de forma pequena de exemplo de acordo com a presente invenção.
Descrição Detalhada da Invenção
A invenção provê um transmissor ótico analógico plugável de forma pequena, o qual pode realizar uma Modulação de Amplitude de Quadratura (isto é, QAM) . O transmissor plugável pode se plugar nas portas de um módulo de host de extremidade de entrada, ou nós na rede HFC, e pode ser usado para a transmissão de dados de QAM através de comprimentos diferentes de fibra de modo único. A invenção proporciona ao usuário a flexibilidade de escolher o canal de transmissão desejado (comprimento de onda), a distância e o cabeamento em uma base de porta a porta. A invenção provê uma transmissão de QAM efetiva em termos de 3 0 custos com maior controle do sistema da operadora. O transmissor ótico de forma pequena pode usar as dimensões mecânicas de componentes existentes, tais como as dimensões especificadas no acordo de fonte múltipla dos transceptores de telecomunicação de rede ótica síncrona (SONET) / hierarquia digital síncrona (SDH) plugáveis de forma pequena.
A Figura 1 ilustra uma rede de exemplo na qual a presente invenção pode operar. Conforme ilustrado na Figura 1, uma rede de exemplo pode incluir uma pluralidade de elementos de rede de terminal 8 (por exemplo, modems a cabo, set top boxes, televisores equipados com set top boxes, ou qualquer outro elemento em uma rede tal como uma rede HFC) conectados a um sistema de terminação de modem a cabo (CMTS) 10 localizado em uma extremidade de entrada 14 através de nós 12 e uma ou mais derivações (não mostradas). Em um arranjo de exemplo, a extremidade de entrada 14 também contém uma pluralidade de transmissores óticos 17, os quais provêem comunicações óticas de fluxo normal através de uma fibra ótica para a pluralidade de nós 12, e um receptor ótico 16, o qual provê comunicações óticas de fluxo contrário a partir dos nós 12 para a extremidade de entrada 14. 0 CMTS 10 se conecta a uma rede de IP ou PSTN 6. Aqueles de conhecimento na técnica apreciarão que pode haver uma pluralidade de nós 12 conectados a uma extremidade de entrada, e uma extremidade de entrada pode conter uma pluralidade de unidades de CMTS, cada uma das quais contendo uma pluralidade de receptores de RF (por exemplo, 8 receptores), cada um dos quais se comunicando com os transmissores óticos 17 e os receptores 16 para comunicação com uma pluralidade (por exemplo, 10 0 s) de elementos de rede 8. Aqueles de conhecimento na técnica também apreciarão que os transmissores óticos 17 e os receptores óticos 16 são ilustrados separadamente para fins de discussão e podem ser integrados em uma unidade.
Conforme ilustrado na Figura 1, um controlador 9
permite que uma operadora controle os parâmetros de transmissores óticos 17 e receptores óticos 16. A operadora pode prover instruções para o controlador 9 através de uma entrada 15 usando quaisquer técnicas convencionais, tal como com um teclado 13, remotamente através de uma interface com fio ou sem fio, ou através de um dispositivo de armazenamento removível portando instruções. A entrada também pode incluir uma entrada de Ethernet, a qual permite que uma operadora remota proveja uma monitoração de sistema em tempo real e instruções para o controlador 9. Preferencialmente, o controlador 9 é configurado para determinar ou receber parâmetros associados ao transmissor ótico 17 e o receptor ótico 16 e prover os parâmetros para o visor 11. A operadora pode ver o nível de potência atual de um canal de transmissão no visor 11 e prover instruções para mudança do nível de potência de um canal em particular.
A Figura 2 ilustra uma unidade de transmissor ótico em um sistema de comunicação de exemplo. A unidade de transmissor ótico 171 pode ser uma de várias unidades de transmissor ótico contidas nos transmissores óticos 17 da Figura 1. Conforme ilustrado na Figura 2, a unidade de transmissor ótico 171 preferencialmente contém uma pluralidade de transmissores óticos 172, cada um dos quais 3 0 transmitindo um sinal ótico em uma freqüência em separado (ou comprimento de onda) pela fibra ótica 17 9, de modo que cada transmissor proveja um canal de comunicação para um nó 12. A pluralidade de sinais óticos é combinada em conjunto pelo multiplexador 174 para serem portados em uma única fibra ótica 176 para um amplificador de fibra dopado com érbio (EDFA) 175 e um demultiplexador 177, o qual pode estar a uma distância de 60 km.
O demultiplexador 177 preferencialmente separa os sinais óticos combinados para a provisão dos respectivos canais de comunicação para os receptores óticos 178. Aqueles de conhecimento na técnica apreciarão que os receptores óticos 178 podem estar contidos nos nós 12, em cujo ponto os canais de comunicação podem ser providos como sinais de comunicações de RF para o elemento de rede 8. Alternativamente, os receptores 178 podem estar nas instalações prediais do usuário e uma conversão de RF do canal de comunicação pode ocorrer nas instalações prediais do usuário antes do elemento de rede 8 ou dentro do elemento de rede 8. A Figura 3 ilustra uma unidade de transmissor ótico
171 de exemplo em maiores detalhes. Conforme ilustrado na Figura 3, a unidade de transmissor ótico 171 pode ser na forma de uma placa a qual pode ser inserida em um slot na extremidade de entrada. A unidade de transmissor ótico 171 preferencialmente contém uma pluralidade de entradas de QAM / RF 185, as quais podem receber sinais do CMTS 10, e uma pluralidade de transmissores óticos a laser 172. Os sinais de RF preferencialmente são providos através de amplificadores de RF 181 para os transmissores óticos 172. 3 0 Uma interface de modulação ótica (OMI) e circuitos de monitoração de RF podem controlar os níveis de RF e a modulação do laser nos transmissores óticos 172. Aqueles de conhecimento na técnica apreciarão que um laser no transmissor ótico 172 prove um sinal ótico em uma freqüência fixa especificada a qual é modulada para portar os sinais de comunicação providos a partir do CMTS 10.
A Figura 4 ilustra um circuito de exemplo de um transmissor ótico de acordo com os princípios da invenção. Conforme ilustrado na Figura 4, a invenção inclui um laser de modulação dirigido 201, tal como um laser modulado para a provisão de DWDM, e um driver de TEC 213 para a regulagem e a manutenção da temperatura do laser e do comprimento de onda de canal de operação. Também é incluído um circuito de controle de potência automático (APC) 203 para regular a corrente de bias e manter a potência ótica de saída constante, o controlador de amplitude do tom de dither 217, um microcontrolador 209 para controle do circuito de atenuação de RF 2 07, da corrente de bias e do driver de TEC 213. 0 microcontrolador 209 também pode prover dados de ID seriais e monitoração digital para a potência ótica de saída, a corrente Itec e a IBias, etc., e prover a comunicação de dados necessária com o módulo de host externo, tal como a unidade de transmissão 171. Um estágio de ganho de RF 205 com uma capacidade de atenuação de RF no atenuador de RF 207 preferencialmente é usado para a regulagem do nível de índice de modulação ótica do transmissor a laser 201. Um atenuador de RF de exemplo é discutido no pedido relacionado intitulado "Method And Apparatus For Controlling Channel Power Levei In A Multi Channel System", protocolo legal N0 BCS04310 depositado em 24 de outubro de 2006, incorporado aqui como referência em sua totalidade.
O laser 201 pode ser qualquer laser adequado para comunicações óticas, tal como um laser de onda contínua (CW) , o qual pode ser modulado diretamente para prover o sinal de comunicação. Preferencialmente, o laser 201 é um laser de potência alta com chirp baixo e performance linear analógica aceitável, por exemplo, uma relação de potência para ruído (NPR) de 40/9 ou mais, ou uma relação de erro de modulação (MER) de 35 dB ou mais. Por exemplo, um laser de mW de DFB resfriado de 1,5 pm pode ser usado, e pode ser um laser digital ou analógico. O laser 201 preferencialmente é na forma de um diodo a laser contido em um subconjunto ótico de transmissor (TOSA), o qual contém vários componentes associados às operações do laser, tais como um termistor para monitoração da temperatura do laser, um fotodetector, um resistor de combinação de impedância e um resfriador termoelétrico (TEC) para resfriamento do laser, em resposta a instruções do driver de TEC 213. Um laser adequado é um laser de CW fabricado pela NEC Electronics com o modelo N0 NX8530NH.
Conforme ilustrado na Figura 4, um sinal de RF recebido a partir do CMTS 10 é provido para o atenuador de RF 207, onde o nível de amplitude do sinal de RF é atenuado para um nível desejado. 0 sinal de RF atenuado é provido para um amplificador 205, o qual pode aumentar a amplitude pela provisão de um ganho. O circuito de pré-distorção 215 preferencialmente corrige distorções, tal como uma elevação de ruído de freqüência baixa (LFNR), distorções de segunda ordem compósitas (CSO), de batimento triplo compósito (CTB) e de modulação cruzada, associadas ao sinal de RF para a provisão da modulação desejada do laser 201. O microcontrolador 209 ilustrado com um conversor de digital para analógico (DAC) controla o atenuador de RF 207, com base na potência detectada pelo detector de potência de RF 211. 0 microcontrolador 209 também controla o driver de TEC 213, o qual controla um resfriador termoelétrico (não mostrado), o qual controla a temperatura do laser 201. Um tom de dither 215 com controle de nível de amplitude pode ser imposto ao laser 201.
A Figura 5 ilustra uma implementação alternativa de transmissor ótico 172. Conforme mostrado na Figura 5, a implementação é similar àquela da Figura 4, exceto pelo fato de o estágio de ganho de RF 205 e o detector de potência de RF serem removidos do transmissor ótico 172. Um microcontrolador no módulo de host pode se comunicar com o transmissor ótico 172 e transferir uma ID serial e dados de monitoração. Esta implementação alternativa pode permitir um nível mais alto de OMI e ótica sintonizada plugável (TOSA) com todos os seus parâmetros elétricos / óticos.
0 transmissor ótico 172 preferencialmente tem uma capacitância parasítica baixa, devido ao seu comprimento curto e, portanto, pode obter uma largura de banda mais alta e, portanto, provê a capacidade de transmissão, por exemplo, de dados de 256 QAM ou mais altos a distâncias de 0 km ou mais por uma fibra de modo único em um projeto efetivo em termos de custos plugável de forma pequena. 0 transmissor ótico 172 preferencialmente é capaz de transmitir um sinal ótico modulado por QAM em uma potência 3 0 ótica de saída de até 10 mW, para um espaçamento de sistema de DWDM ou CWDM para aplicação de 1,5 e 1,3 μτη, também o projeto preferencialmente sendo capaz de monitorar a corrente de bias (isto é, Ibias), a corrente de TEC (isto é ITec) e a potência ótica transmitida.
Conforme ilustrado nas Figuras 6 a 8, um outro recurso
importante da invenção é permitir que o usuário adapte muitos transmissores óticos 172 em uma unidade de transmissão pequena 171 como um módulo de host (Figura 6), aumentado a taxa de baud e a informação transmitida através da fibra. Conforme ilustrado na Figura 6, uma pluralidade de transmissores óticos 172 pode ser alojada em um alojamento 403 de unidade de transmissão 171 ao ser inserida em receptáculos 405. 0 alojamento 403 pode ser preso a uma unidade de extremidade de entrada 10 pela inserção em um slot na extremidade de entrada 14 (não mostrada). Conforme ilustrado na Figura 6, os transmissores óticos 172 preferencialmente contêm um receptáculo para cabeamento fácil com linhas de fibra ótica, conforme conhecido por aqueles de chamada na técnica, tais como receptáculos do tipo LC ou SC, ou o transmissor ótico 172 pode conter um conector ótico de chicote de antena (pig tail) (um comprimento curto de fibra ótica se projetando a partir dali).
A Figura 7 ilustra uma vista dianteira do transmissor ótico 171 contido em um alojamento, e a Figura 8 ilustra uma vista posterior do transmissor ótico 171 contido em um alojamento. Conforme ilustrado nas Figuras 7 e 8, o transmissor ótico 172 preferencialmente é configurado em um alojamento 501 que pode ser prontamente inserido e removido em um receptáculo na unidade de transmissão 171. Na implementação preferida, o transmissor ótico 172 pode ser preso quando inserido na unidade de transmissão 171 por um engate de compartimento 5 05 o qual se encaixa em um entalhe no alojamento de unidade de transmissão 171 (não mostrado).
O engate de compartimento 5 05 pode ser atuado em um movimento oscilante ou em um movimento para dentro e para fora por uma haste atuadora 508, a qual se conecta a uma alça 504, e move o engate de compartimento 505 quando a aça 04 for movida. A alça 504 também pode ser usada par se permitir que um operador puxe o transmissor ótico 172 para fora do receptáculo na unidade de transmissão 171. Em operação, pressionar a alça 504 contra a face dianteira 506 do alojamento de transmissor ótico 501 preferencialmente encaixa o engate 505 com o alojamento de unidade de transmissão ótica 403 para se manter firmemente o transmissor ótico 172. Quando a aça 5 04 é puxada, tal como quando a extremidade arqueada é rodada para longe da face 506 do alojamento 501, o engate 505 preferencialmente é desencaixado, permitindo que o transmissor ótico 172 seja removido do alojamento de unidade de transmissão 403. Embora uma alça de formato arqueado seja ilustrada para fins de discussão, aqueles de conhecimento na técnica reconhecerão que qualquer formato de alça adequado pode ser usado, incluindo uma alça de formato irregular. Aqueles de conhecimento na técnica apreciarão que a invenção permite a um operador uma capacidade de rápida e facilmente trocar os transmissores e mudar os canais de transmissor em uma base de porta por porta.
Conforme ilustrado na Figura 8, uma face traseira 507 de alojamento de transmissor ótico 501 preferencialmente contém um conector de pino 5 03 o qual combina com um conector de pino no alojamento de unidade de transmissor ótico 403. O conector de pino 503 pode incluir um conector de pino com qualquer número de pinos, tal como um conector elétrico de 20 pinos, ou pode incluir, por exemplo, um conector de borda XCVR da SFP. Uma informação de controle, sinais de dados de RF e similares preferencialmente são providos para o transmissor ótico 172 a partir da unidade de transmissão 171 como o módulo de host.
O transmissor ótico 172 pode utilizar dimensões mecânicas as quais permitam que ele utilize as embalagens existentes ou substitua as estruturas existentes. Por exemplo, o transmissor ótico 172 pode usar as dimensões dos transceptores de telecomunicação da SFP especificados no acordo de fonte múltipla de SFP (MSA), por exemplo, (Η χ W χ D) = 8,6 χ 13,7x 56,6 mm. A unidade de transmissão 171, como um módulo de host na extremidade de entrada poderia ser projetada para manter 16, 32, 40, etc. dos transmissores óticos 172. Aqueles de conhecimento na técnica apreciarão que o uso de um grande número de transmissores óticos 172 em uma unidade de transmissão 171 não apenas usa mais eficientemente o espaço da operadora, mas também aumenta a capacidade de transmissão de dados pela provisão à operadora da capacidade de transmissão de todos os canais de comprimento de onda de DWDM usando um único painel de módulo de host que se adapta ao grande número de transmissores óticos 172.
O fator de forma pequeno do transmissor ótico 172 provê uma solução efetiva em termos de custos. Uma vez que a operadora pode acondicionar de forma mais densa 4 0 canais óticos em uma única unidade de transmissão ótica, a operadora pode transmitir dados de QAM de uma maneira muito eficiente, tal como com baixo custo e alta capacidade de dados por volume de chassi. A natureza plugãvel do transmissor ótico 172 também permite que uma operadora facilmente remova e troque um transmissor ótico por um outro, no caso de uma mudança de canal desejada ou de um transmissor ótico se tornar defeituoso ou danificado apenas pela remoção do transmissor ótico das gaiolas de módulo de host. A invenção também permite que a operadora da rede HFC combine múltiplos transmissores óticos em um módulo de host menor residente na extremidade de entrada ou no centro de conexão ou no nó para a transmissão de dados em muitos comprimentos de onda diferentes a partir do mesmo módulo de host.

Claims (10)

1. Transmissor ótico contido em um alojamento, o transmissor ótico caracterizado por compreender: um laser configurado para ser modulado para a provisão de um sinal modulado de QAM analógico com base em um sinal de dados de RF; um driver termoelétrico configurado para controlar um dispositivo termoelétrico para controle de uma temperatura de operação do laser; circuitos de pré-distorção configurados para corrigirem distorções associadas ao sinal de RF; e um pino de entrada de tom de dither com controle de nível de amplitude interna para acionamento do laser.
2. Transmissor ótico, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda: um circuito de controle de potência configurado para controle da potência no laser; e um microprocessador configurado para receber instruções a partir de um host externo ao transmissor ótico e configurado para controle do driver termoelétrico e do circuito de controle de potência.
3. Transmissor ótico, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por compreender ainda: um atenuador de RF o qual é configurado para atenuação do sinal de dados de RF, onde o microprocessador é configurado para controlar o atenuador de RF; e um amplificador de RF o qual é configurado para prover um ganho para o sinal de dados de RF.
4. Transmissor ótico, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do alojamento incluir um conector de pino o qual é configurado para combinar com um conector de pino em um dispositivo de host, quando o transmissor ótico for montado no dispositivo de host.
5. Transmissor ótico, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato do alojamento incluir um engate o qual é configurado para prender o transmissor ótico, quando montado no dispositivo de host.
6. Transmissor ótico, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato do alojamento incluir uma alça a qual é configurada para encaixar e desencaixar o engate do dispositivo de host.
7. Transmissor ótico, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato do alojamento incluir um receptáculo de conector ótico configurado para conexão a uma fibra ótica.
8. Unidade de transmissão ótica em um primeiro alojamento, a unidade de transmissão ótica caracterizada por compreender: uma pluralidade de portas configuradas para o recebimento de um transmissor ótico em um segundo alojamento, o transmissor ótico incluindo: um laser configurado para ser modulado para a provisão de um sinal modulado de QAM analógico com base em um sinal de dados de RF; um driver termoelétrico configurado para controlar um dispositivo termoelétrico para controle de uma temperatura de operação do laser; e circuitos de pré-distorção configurados para corrigirem distorções associadas ao sinal de RF.
9. Unidade de transmissão ótica, de acordo com a reivindicação 8, caracterizada por compreender ainda um conector de pino, o qual é configurado para combinar com um conector de pino no transmissor ótico.
10. Unidade de transmissão ótica, de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato do primeiro alojamento incluir um entalhe, o qual é configurado para combinar com um engate no segundo alojamento.
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