BRPI0718918A2 - Conector ótico - Google Patents

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BRPI0718918A2
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optical fiber
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fiber
optical
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Tamekuni Yoshikyo
Shibata Masahiro
Yokomachi Yukihiro
Watanabe Tsutomu
Honma Toshihiko
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Sumitomo Electric Industries, Ltd.
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Description

“CONECTOR ÓTICO” CAMPO TÉCNICO
A presente invenção se refere a um conector ótico que aloja e retém uma parte uni- da por fusão onde uma fibra ótica curta que é previamente encaixada em uma ponteira de conector ótico é unida por fusão com a fibra ótica revestida.
ANTECEDENTES DA TÉCNICA
Em fiação ótica local ou similar, um conector ótico deve ser fixado em um cabo de fibra ótica no local.
Convencionalmente, como uma estrutura para conectar, no local, uma ponteira de conector ótico com uma extremidade da fibra ótica revestida, existe um conector ótico que é descrito na Referência de Patente 1 (Figura 18).
No conector ótico 110 descrito na Referência de Patente 1, uma fibra ótica curta 103, que é previamente encaixada em uma ponteira de conector ótico 102, é conectada por meio de união por fusão com uma fibra ótica revestida 100 no local, e a periferia da parte unida por fusão 105 é coberta e reforçada por uma luva de proteção 101.
Um alojamento de conector 121 é configurado de modo que a extensão da ponteira de conector ótico 102 para uma parte da fibra ótica revestida 100 na parte traseira da luva de proteção 101 é alojada internamente.
O alojamento de conector 121 compreende: uma armação de encaixe 122 que aloja a ponteira de conector ótico 102 no estado em que a extremidade de ponta da ponteira é projetada; uma capa 123 que aloja uma parte terminal da fibra ótica revestida 100; e um anel batente cilíndrico 124 em que uma extremidade é encaixada e integrada com a arma- ção de encaixe 122 e a outra extremidade é encaixada e integrada com a capa 123. A pon- teira de conector ótico 102 na armação de encaixe 122 é impelida para o lado da extremida- de de ponta por uma mola espiral de compressão 125. Quando o conector é conectado, a mola espiral de compressão 125 permite que a ponteira de conector ótico 102 se retraia, e mantém a pressão de um contato entre a ponteira de conector ótico 102 e uma ponteira de conector ótico de um contra conector ótico, a uma extensão especificada.
No conector ótico 110, uma extremidade da fibra ótica revestida e a ponteira de co- nector ótico são conectadas uma com a outra na maneira seguinte. Como indicado na Figu- ra 19(a) que mostra um formato em que o alojamento de conector é omitido, uma parte ter- minal da fibra ótica revestida 100 no local é previamente determinada em um estado onde é passada através da luva de proteção 101 que projeta a parte unida por fusão. Então, uma parte terminal da fibra ótica curta 103, que é encaixada previamente na ponteira de conector ótico 102 presa pela armação de encaixe, tal como um conector SC, e aquela da fibra ótica revestida 100 são determinadas em um estado em que um revestimento é retirado por um comprimento predeterminado, e depois disto as partes terminais se justapõe uma a outra e são unidas por fusão. Como mostrado na Figura 19(b), depois disto, a luva de proteção 101 que é previamente encaixada na fibra ótica revestida 100 é movida para a parte unida por fusão 105, para alcançar um estado reforçado onde a luva de proteção 101 cobre a parte unida por fusão 1905. Como resultado, o conector ótico 110 pode certamente proteger a parte unida por fusão 105.
[Referência de Patente 1] - JP-A-2002-82257
DESCRICÀO DA INVENÇÃO
Problemas que a Invenção deve Solucionar
Nas partes terminais das fibras óticas a serem unidas por fusão na conexão descri- ta acima, no entanto, os comprimentos das parte 100a, 103a, em que o revestimento é reti- rado, deve ser determinado em cerca de 10 mm porque as partes terminais são centraliza- das e posicionadas usando gabaritos. A fim de permitir que a luva de proteção 101 cubra completamente as partes cobertas das fibras óticas, o comprimento da luva de proteção 101 deve ser determinado de modo que o comprimento sobreposto entre as partes cobertas das fibras óticas e a luva de proteção 101 é cerca de 10 mm.
A saber, o comprimento da luva de proteção 101 é 40 mm ou mais. Como resulta- do, o tamanho do conector ótico 110 é aumentado porque o conector ótico 110 tem um ta- manho obtido acionando L e 40 mm, em que o comprimento L da parte coberta exposta da fibra ótica curta 103 e 40 mm é o comprimento da luva de proteção 101, e um espaço de alojamento suficiente é dificilmente assegurado. Este é um caso em que é difícil incorporar o conector ótico dentro de um pequeno gabinete ou similar.
A fim de impedir que o tamanho do conector ótico 110 ser aumentado, pode ser considerado que o comprimento da luva de proteção 101 é encurtado. Neste caso, no entan- to, existe uma possibilidade de que a posição de fixação da luva ótica 101 pode ser axial- mente deslocada devido à inexperiência do trabalhador, uma operação errônea, ou similar, e uma fibra ótica desprotegida pode ser exposta. Portanto, o comprimento de sobreposição da luva de proteção com relação à parte coberta da fibra ótica revestida não pode ser muito encurtado.
Consequentemente, este falha em exercer um grande efeito no encurtamento da luva de proteção 101, e o problema em que o alojamento em um gabinete ou similar é difícil ainda permanece para ser solucionado.
No caso do conector ótico 110, quando, na conexão do conector, a ponteira de co- nector ótico 102 é retraída pelo apoio de uma ponteira de contra conector ótico, uma carga compressiva atua na fibra ótica curta 102 entre a ponteira de conector ótico 102 e a luva de proteção 101, e a fibra ótica curta 103 é curvada pela carga compressiva, desse modo pro- duzindo uma possibilidade de que a perda de curvatura possa ser aumentada.
É um objetivo da invenção fornecer um conector ótico em que a propriedade de alo- jamento em um pequeno gabinete ou similar pode ser melhorada, e que pode solucionar problemas do aumento da perda de curvatura de uma fibra ótica, o rompimento, e similar.
Meios para Solucionar os Problemas
O objetivo acima mencionado pode ser alcançado pela estruturas seguintes.
(1) Um conector ótico aloja e retém uma parte unida por fusão onde a fibra ótica curta encaixada em uma ponteira de conector ótico é unida por fusão com uma fibra ótica revestida, em que uma extremidade de uma luva de proteção que reforça a parte unida por fusão é acoplada à ponteira de conector ótico.
(2) No conector ótico como mencionado em (1), a luva de proteção compreende: um tubo retrátil térmico; e uma haste de núcleo e um tubo adesivo que são passados atra- vés do tubo retrátil térmico, e a luva de proteção é acoplada na ponteira de conector ótico.
(3) No conector ótico como mencionado em (1) ou (2), a fibra ótica revestida é fixa- da dentro do conector ótico em um estado onde uma jaqueta externa de uma parte terminal de um cordão de fibra ótica é removida por um comprimento predeterminado, e a luva de proteção cobre uma periferia externa da fibra ótica revestida em outro lado onde a luva de proteção não está acoplada à ponteira de conector ótico.
(4) No conector ótico como mencionado em qualquer um de (1) a (3), o conector ó- tico ainda compreende uma armação de encaixe que permite que uma parte de extremidade de ponta da ponteira de conector ótico seja projetada, e que aloja a ponteira.
(5) No conector ótico como mencionado em (4), o conector ótico ainda compreende um alojamento traseiro que permite que a luva de proteção seja colocada em um espaço interno e é conectada com a armação de encaixe, e o alojamento traseiro compreende uma garra de engate com a qual um furo de engate que é aberto na armação de encaixe é enga- tado.
(6) No conector ótico como mencionado em (5), as fibras resistentes à tração, dis- postas na fibra ótica, são vedadas e fixadas em uma parte terminal traseira do alojamento traseiro.
(7) No conector ótico como mencionado em (1), a luva de proteção compreende: um tubo retrátil térmico; uma haste de núcleo e um tubo adesivo que são passados no tubo retrátil térmico; e um componente de acoplamento que é preso em uma extremidade do tubo retrátil térmico, e o componente de acoplamento é acoplado na ponteira de conector ótico.
(8) No conector ótico como mencionado em (7), a haste de núcleo é fixada no com- ponente de acoplamento.
(9) No conector ótico como mencionado em qualquer um de (1), (7) e (8), o conec- tor ótico ainda compreende uma armação de encaixe que permite que uma parte de extre- midade de ponta da ponteira de conector ótico seja projetada, e que aloja a ponteira, e uma ranhura de guia, que guia uma protuberância de posicionamento a ser móvel em uma dire- ção axial da fibra, é formada na armação de encaixe, a protuberância de posicionamento se projetando de uma superfície periférica externa da luva de proteção.
(10) No conector ótico como mencionado em (9), o conector ótico ainda compreen- de um alojamento traseiro que permite que a luva de proteção seja colocada em um espaço interno e é conectada com a armação de encaixe, e em que uma capa que protege a fibra ótica revestida é integralmente formada, e o alojamento traseiro compreende um furo de engate com o qual uma garra de engate, que é protegida da armação de encaixe, é engata- da.
(11) No conector ótico como mencionado em (10), um espaço é formado entre a ou- tra extremidade da luva de proteção e uma parede terminal interna do alojamento traseiro.
(12) No conector ótico como mencionado em (10) ou (11), a fibra ótica revestida fi- xada no conector ótico em um estão em que uma jaqueta externa de uma parte terminal de uma cordão de fibra ótica é removida por um comprimento predeterminado,e um tubo de reforço que cobre a fibra ótica revestida é acoplado a uma extremidade traseira do aloja- mento traseiro.
(13) No conector ótico como mencionado em (12), o tubo de reforço é acoplado na extremidade traseira do alojamento traseiro por meio de um elemento de acoplamento, e o elemento de acoplamento veda e fixa fibras resistentes à tração dispostas no cordão de fibra ótica.
(14) No conector ótico como mencionado em qualquer um de (1) a (13), posições da fibra ótica curta colocada na luva de proteção, e a fibra ótica revestida coincidem com um centro axial da ponteira de conector ótico.
Vantagem da Invenção
De acordo com o conector ótico da invenção, desde que uma extremidade da luva de proteção é acoplada na ponteira de conector ótico, a luva de proteção que é usada para colocar a parte unida por fusão na posição média é posicionada precisamente independente do nível de espacialização do trabalhador. Como um resultado, o comprimento de sobrepo- sição, entre uma parte terminal da luva de proteção e uma parte coberta da fibra ótica reves- tida, pode ser encurtado. Portanto, o comprimento da luva de proteção pode ser bastante encurtado, e o do conector ótico pode ser compactado.
Devido a compactação do conector ótico, portanto, a propriedade de alojamento em um pequeno gabinete ou similar pode ser melhorada.
A luva de proteção que cobre a periferia da parte unida por fusão é acoplada na ponteira de conector ótico. Quando, na conexão do conector, a ponteira de conector ótico é retraída por apoio de uma ponteira de contra conector ótico, também a luva de proteção é retraída integralmente com a ponteira de conector ótico. Portanto, uma grande carga com- pressiva não atua na fibra ótica curta. Em um trabalho de conectar o conector, consequentemente, é possível impedir uma grande carga de curvatura de atuar na fibra ótica curta encaixada na ponteira de conec- tor ótico, desse modo solucionando problemas do aumento de perda de curvatura de uma fibra ótica, o rompimento e similar.
Mesmo quando a fibra ótica revestida é exposta a partir do lado traseiro dói conec-
tor ótico em um estado em que a jaqueta externa da fibra ótica é removida, parte exposta é coberta e reparada pelo tubo de reforço.
Mesmo quando, a fim de aperfeiçoar um trabalho de união por fusão a ser realizado no local, a jaqueta externa do cordão de fibra ótica é bastante removida para expor a fibra
ótica revestida do conector ótico, portanto, a cobertura pelo tubo de reforço pode impedir o aumento da perda de curvatura da fibra ótica, e similar de ocorrer.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma vista em perspectiva externa de uma modalidade do conector óti- co da invenção.
A Figura 2 é uma vista em perspectiva explodida do conector ótico mostrado na Fi-
gura 1.
A Figura 3 é uma vista plana explodida do conector ótico mostrado na Figura 1.
A Figura 4 é uma vista lateral explodida do conector ótico mostrado na Figura 1.
A Figura 5 é uma vista em seção longitudinal do conector ótico mostrado na Figura 1.
A Figura 6 é uma vista em perspectiva explodida de uma armação de encaixe mos- trada na Figura 2, e uma ponteira de conector ótico que é alojado e mantido na armação de encaixe.
A Figura 7 é uma vista em seção longitudinal da ponteira de conector ótico na Figu-
ra 6, e uma luva de proteção conectada com a ponteira de conector ótico.
A Figura 8 é uma vista em seção tomada ao longo da linha A-A da Figura 5.
A Figura 9 é uma vista lateral de uma luva de proteção mostrada na Figura 2 e an- tes de um processo de retração térmica.
A figura 10 é uma vista em seção tomada ao longo da linha B-B da Figura 9.
A Figura 11 é uma vista em seção tomada ao longo da linha C-C da Figura 10.
A Figura 12 pé um diagrama ilustrando o comprimento da luva de proteção na parte traseira da ponteira de conector ótico mostrada na Figura 7.
A Figura 13 é uma vista em seção longitudinal mostrando outra modalidade do co- nector ótico da invenção.
A Figura 14 é uma vista em seção aumentada de parte B da Figura 13.
As Figuras 15(a) a 15(c) são vistas etapa por etapa ilustrando um procedimento de montar o conector ótico. As Figuras 16(d) a 16(g) são vistas etapa por etapa ilustrando o procedimento de montar o conector ótico.
As Figuras 17(h) a 16(k) são vistas etapa por etapa ilustrando o procedimento de montar o conector ótico.
A Figura 18 é uma vista em seção longitudinal mostrando uma modalidade adicio-
nal do conector ótico da invenção.
A Figura 19(a) é uma vista em seção longitudinal do conector ótico mostrado na Fi- gura 18, e a Figura 19(b) é uma vista em seção longitudinal de partes principais de uma mo- dificação em que um tubo de reforço é fixado.
A Figura 20(a) é uma vista em seção longitudinal da ponteira de conector ótico, e a
Figura 20(b) é uma vista dianteira da ponteira de conector ótico, quando vista a partir do lado de uma fibra ótica curta.
A Figura 21 (a) é uma vista em seção longitudinal da ponteira de conector ótico mostrada na Figura 20, e Figura 21 (b) é uma vista em seção longitudinal de um tubo retrátil térmico conectado na ponteira de conector ótico.
A Figura 22 é uma vista em seção longitudinal mostrando a configuração de uma modificação em que o conector ótico mostrado na Figura 18 é aplicado a um tipo de fibra revestida.
A Figura 22 é uma vista em seção longitudinal mostrando a configuração de uma modificação em que o conector ótico mostrado na Figura 18 é aplicado em um tipo de fibra revestida.
As Figuras 23(a) a 23(e) são vistas de etapa por etapa ilustrando um procedimento de montar o conector ótico mostrado na Figura 18.
As Figuras 24(f) a 24(k) são vistas de etapa por etapa ilustrando o procedimento de montar o conector ótico mostrado na Figura 18.
As Figuras 25(l) a 25(q) são vistas de etapa por etapa ilustrando o procedimento de montar o conector ótico mostrado na Figura 18.
A Figura 26 é um diagrama de uma estrutura pra unir por fusão uma fibra ótica cur- ta que é previamente encaixada em uma ponteira de conector ótico convencional, com uma fibra ótica revestida.
A Figura 27 é um diagrama de um conector ótico convencional.
MELHOR MODO DE REALIZAR A INVENÇÃO
Daqui em diante, as modalidades preferidas do conector ótico da invenção será descrito em detalhe com referência aos desenhos anexos.
A Figura 1 é uma vista em perspectiva externa de uma modalidade do conector óti-
co da invenção, a Figura 2 é uma vista em perspectiva explodida do conector ótico mostrado na figura 1, a Figura 3 é uma vista plana explodida do conector ótico, a Figura 4 é uma vista lateral explodida do conector ótico, e a Figura 5 é uma vista em seção longitudinal do conec- tor ótico.
O conector ótico 1 da modalidade é fixado em uma parte terminal de uma fibra ótica revestida 3 que é exposta removendo um comprimento predeterminado de uma jaqueta ex- 5 terna 72 de um cordão de fibra ótica 70 (ambos os componentes são mostrados na Figura 13) no local. O conector ótico compreende: uma ponteira de conector ótico 7 na qual uma fibra ótica curta 5 que deve ser unida por fusão com a fibra ótica revestida 3 é previamente encaixada; uma armação de encaixe 9 que aloja e retém a ponteira de conector ótico 7, um batente 11 que é aproximadamente cilíndrico e que é encaixado e fixado em uma abertura 10 no lado terminal basal da armação de encaixe 9 dentro da qual a ponteira de conector ótico 7 é inserida; uma luva de proteção 15 que cobre a periferia externa de uma parte unida por fusão 13 (ver Figura 11) entre a fibra ótica revestida 3 e a fibra ótica curta 5 para blindar a parte unida por fusão 13; um alojamento traseiro 18 que tem um espaço interno 17 para co- locar a luva de proteção 15, e em que a extremidade de ponta é acoplada na armação de 15 encaixe 9 para ser integrada com o mesmo; e uma capa 21 que aloja a vizinhança da parte terminal da fibra ótica revestida 3 a ser unida por fusão com a fibra ótica curta 5, desse mo- do protegendo a fibra ótica protegida 3, e em que a extremidade de ponta é acoplada e inte- grada com a extremidade basal do alojamento traseiro 18.
A ponteira de conector ótico 7 tem um formato em que uma parte de diâmetro au- 20 mentado 7b, em que o diâmetro externo é expandido, é equipada na parte traseira de uma parte de haste de extremidade de ponta 7a que deve ser conectada por justaposição com uma ponteira de contra conector ótico. A fibra ótica curta 5 é encaixada na ponteira de modo que o eixo central coincide com a parte d haste de extremidade de ponta 7a. Como mostra- do nas Figuras 6 e 7, as protuberâncias de acoplamento de luva 7c para acoplar a luva de 25 proteção 15 que serão descritas posteriormente, são projetadas da periferia externa do lado de extremidade basal da qual a fibra ótica curta 5 da ponteira de conector ótico 7 é estendi- da.
Quando a ponteira de conector ótico 7 é inserida dentro da abertura no lado de ex- tremidade basal da armação de encaixe 9, como mostrado na Figura 5, a extremidade dian- 30 teira da parte de diâmetro aumentado 7b encosta em uma parte de diâmetro contraído 9a que é projetada da periferia interna da armação de encaixe 9, desse modo alcançando um estado em que o movimento de avanço é restrito. Neste estado, como mostrado na Figura 5, a restrição de posição é conduzida em um estado em que a extremidade de ponta da pontei- ra de conector ótico 7 é projetada por um comprimento predeterminado L1 da extremidade 35 de ponta da armação de encaixe 9.
Como mostrado nas Figuras 2 a 5, a fim de impedir poeira e similar de aderir na fa- ce terminal da fibra, durante o período de armazenamento ou similar, uma tampa de poeira 22 é colocada e fixada na extremidade de ponta da ponteira de conector ótico 7 que é posi- cionado na armação de encaixe 9.
A face da extremidade de tampa da ponteira de conector ótico 7 é previamente po- lida em espelho, de modo que um processo de polimento no local não é necessário.
Uma mola de pressão de ponteira 23 é inserida na armação de encaixe 9 dentro da qual a ponteira de conector ótico 7 é inserida. A mola de pressão de ponteira 23 é uma mola espiral de compressão que é presa e mantida entre a extremidade dianteira do batente 11 encaixada na periferia interna da abertura no lado de extremidade basal da armação de en- caixe 9, e a parte de diâmetro aumentado 7b da ponteira do conector ótico 7. a mola faz a parte de diâmetro aumentado 7b da ponteira de conector ótico 7 se apoiar na parte de diâ- metro contraído 9a da armação de encaixe 9, e ao mesmo tempo suporta elasticamente a ponteira em uma maneira retrátil.
O batente 11 encaixado na periferia interna da abertura no lado de extremidade ba- sal da armação de encaixe 9 é fixado no lado de extremidade basal da armação de encaixe
9 engatando uma protuberância 11a (ver Figura 2) que é circunferencialmente projetada da periferia externa do batente, com uma ranhura de engate 9b (ver Figura 5) que é formada em uma parte de parede interna da armação de encaixe 9.
Como mostrado na Figura 11, a parte unida por fusão 13 é formada apoiando um parte 5b, onde o revestimento 5a de uma parte terminal da fibra ótica curta 5 é retirada, con- tra uma parte 3b onde um revestimento 3a de uma parte terminal da fibra ótica revestida 3 é retirada; e unindo por fusão as faces terminais das fibras justapostas.
A face terminal da fibra ótica curta 5, onde o revestimento 5a é retirado, é previa- mente processada em espelho por meio de clivagem em que tensão de curvatura é aplicada na fibra ótica para cortar a fibra, ou polir, de modo que um processo de espelhamento no local não é necessário.
De preferência, antes da união por fusão, a face terminal da fibra ótica curta 5 é submetida a um processo de descarga elétrica a ser chanfrado, de modo que a rebarbação de uma borda devido ao polimento pode ser impedida de ocorrer. A fibra ótica curta 5 é transportada para o local no estado onde o revestimento é removido. Como a fibra, portanto, uma fibra revestida de carbono é de preferência usada porque a redução de resistência de- vido ao dano ou absorção de água é suprimida. De preferência, a fibra ótica curta 5 é uma fibra em que a MFD é pequena, e que é altamente resistente à curvatura.
Como mostrado nas Figuras 7 e 8, a luva de proteção 15 compreende: um tubo re- trátil térmico 25; uma haste de núcleo 27 e um tubo adesivo 29 que são passados através do tubo retrátil térmico 25; e um componente de acoplamento 31 que é preso em uma ex- tremidade do tubo retrátil térmico 25. O componente de acoplamento 31 é acoplado à pon- teira de conector ótico 7. Quando o tubo retrátil térmico 25 é aquecido a uma temperatura predeterminada por um aparelho de aquecimento, o tubo se retrai por calor para alcançar um estado em que o tubo é estreitamente contatado com a haste de núcleo 27 que passa através do tubo.
Como mostrado nas Figuras 8 e 10, a haste de núcleo 27 é uma haste redonda só- lida que tem um formato de seção circular, e que é passado através do tubo retrátil térmico como um elemento de núcleo para reforço. Um fio de cobre, vidro ou similar pode ser usado como a haste de núcleo 27.
O tubo adesivo 29 é um tubo que é feito de um agente adesivo, e que é passado a- través do tubo retrátil térmico 25 em uma forma onde o tubo se une verticalmente com a haste de núcleo 27, e amolecido pelo aquecimento para retração térmica do tubo retrátil térmico 25, de modo a funcionar como um agente adesivo que enche um espaço 34 entre o tubo retrátil térmico 25 e a haste de núcleo 27.
Na luva de proteção 15, inicialmente, o tubo retrátil térmico 25, a haste de núcleo 27, e o tubo adesivo 29 são posicionados em um estado em que as partes terminais da has- te de núcleo 27 e do tubo adesivo 29 são projetadas por um comprimento predeterminado L2 de uma extremidade do tubo retrátil térmico 25 como mostrado na Figura 11, e, no esta- do posicionado, a extremidade basal do componente de acoplamento 31 é fixado em uma extremidade do tubo retrátil térmico 25 como mostrado na Figura 9.
O componente de acoplamento 31 é fixado a e integrado com as partes terminais da haste de núcleo 27 e o tubo adesivo 29 por fixação, adesão ou solda das partes termi- nais.
No componente de acoplamento 31, como mostrado na Figura 6, a parte terminal no lado da ponteira de conector ótico 7 é formada como uma parte de cilindro 31a que deve ser encaixado na extremidade basal da ponteira de conector ótico 7. Na parte de cilindro 31a, como mostrado na Figura 9, os furos de engate 31b com os quais as protuberâncias de acoplamento de luva 7c da ponteira de conector ótico 7 devem ser engatadas, são forma- dos.
Quando os furos de engate 31b são engatados com as protuberâncias de acopla- mento de luva 7c, um estado em que uma extremidade da luva de proteção 15 é acoplada a e integrada com a ponteira de conector ótico 7 é alcançado.
Quando o conector ótico 1 deve ser montado, a fibra ótica revestida 3 é previamen- te passada através da luva de proteção acima descrita 15 junto com o alojamento traseiro 18 e a capa 21 como mostrado na Figura 2, e, depois da união por fusão entre a fibra ótica revestida 3 e a fibra ótica curta 5, a luva de proteção 15 é retomada na parte unida por fusão 13. Os comprimentos da fibra ótica curta 5, o tubo retrátil térmico 25 da luva de proteção 15, a haste de núcleo 27, e o tubo adesivo 29 são determinados de modo que, quando o com- ponente de acoplamento 31 é acoplado na extremidade basal da ponteira de conector ótico 7, a parte unida por fusão 13 é logo posicionada em uma posição aproximadamente inter- mediária na direção longitudinal da luva de proteção 15.
Mais especificamente, depois da união por fusão entre a fibra ótica revestida 3 e a fibra ótica curta 5, a luva de proteção 15 é movida na parte unida por fusão 13 de modo a 5 cobrir a parte unida por fusão 13, o componente de acoplamento 31 da luva de proteção 15 é acoplada na ponteira de conector ótico 7, e depois disto o tubo retrátil térmico 25 é aque- cido para fixar a fibra ótica revestida 3 e a fibra ótica curta 5 na frente e atrás da parte unida por fusão 13, na haste de núcleo 27 em um estado adjacente verticalmente.
As dimensões dos componentes são determinadas de modo que, quando o tubo re- trátil térmico 25 se retrai por calor como descrito acima, as partes terminais do tubo retrátil térmico 25 se sobrepõem com o revestimento 3a da fibra ótica revestida 3 e o revestimento 5a da fibra ótica curta 5 por 3 mm ou mais longo como mostrado na Figura 12.
Na modalidade, os diâmetros e dimensões similares do componente de acoplamen- to 31, a haste de núcleo 27, e similar são determinados de modo que, no estado em que o tubo retrátil térmico 25 se retrai por calor como mostrado na Figura 7, as posições da fibra ótica curta 5 colocado na luva de proteção 15, e a fibra ótica revestida 3, coincidem com o centro axial da ponteira de conector ótico 7.
Como mostrado nas Figuras 2 e 6, as protuberâncias de posicionamento 31c que se estendem na direção axial são dispostas na superfície periférica externa do componente de acoplamento acima descrito acima 31. As ranhuras de guia 11c que guiam as protube- râncias de posicionamento 31c para serem móveis na direção axial da fibra são dispostas no batente 11 que é fixado no lado de extremidade basal da armação de encaixe 9.
Quando a ponteira de conector ótico 7, com a qual a luva de proteção 15 é acopla- da e integrada, deve ser inserida na armação de encaixe 9, portanto, as protuberâncias de posicionamento 31c são inseridas de modo a coincidir com as posições das ranhuras de guia 11c, desse modo permitindo que a ponteira de conector ótico 7 e a luva de proteção 15 sejam fixadas suavemente na armação de encaixe 9.
O alojamento traseiro 18 é uma estrutura cilíndrica que cobre a periferia da luva de proteção 15, e formado por moldagem de injeção de uma resina ou similar. Como mostrado
nas Figuras 3 a 5, a extremidade de ponta do alojamento traseiro 18 é formada como uma parte de cilindro 18a que deve ser encaixada na extremidade basal da armação de encaixe. A parte de cilindro 18a compreende um furo de engate 18b com o qual, quando a parte de cilindro é encaixada na extremidade basal da armação de encaixe 9, uma garra de engate 9c que é formada de modo projetado na periferia externa da extremidade basal da armação 35 de encaixe 9 é engatada.
Depois que o processo de retração térmica na luva de proteção 15, o alojamento traseiro assim configurado 18 é colocado na luva de proteção 15, e o furo de engate 18b no Iado de extremidade de ponta é engatado com a garra de engate 9c da armação de encaixe 9, pelo qual o alojamento traseiro é acoplado e integrado com a armação de encaixe 9.
No caso da modalidade, um botão de conector SC 33, que funciona como uma par- te de botão quando o conector é conectado, é colocado e fixado na periferia externa da ar- mação de encaixe 9 na qual o alojamento traseiro 18 é acoplado. O botão conector SC 33 é num elemento de jaqueta externa que fornece a aparência do lado de extremidade de ponta do conector ótico 1. Corrugações antiderrapantes 33a, para facilitar o agarre, são formadas nas faces laterais externas.
A capa 231 é usada para proteger a fibra ótica revestida 3 de modo a impedir uma curvatura aguda de ocorrer na fibra ótica revestida 3 que se estende para trás do alojamento traseiro 18. A extremidade de ponta da capa é encaixada ou aparafusada na extremidade basal do alojamento traseiro 18, pela qual a capa é acoplada e integrada com o alojamento traseiro 18.
Alternativamente, a capa pode ser formada integralmente com o alojamento traseiro 18 por moldagem de injeção de uma resina.
No caso da modalidade, como mostrado na Figura 5, um espaço 35 que permite que a luva de proteção 15 se retraia, é formado entre a outra extremidade 15a da luva de proteção 15 e uma extremidade de parede interna 21a da capa 21 que é oposta à outra ex- tremidade 15a.
Além do mais, como mostrado nas Figuras 2 e 5, um tubo de reforço 37 que cobre a fibra ótica revestida 3 é inserido e fixado na parte traseira da extremidade de parede inter- na 21a da capa 21.
No tubo de reforço 37, uma parte de travamento 37a em que o diâmetro é aumen- tado está disposta na extremidade de ponta. O movimento para trás da capa 21 é restrito por engate da parte de travamento 37a. O tubo de reforço 37 é um tubo que tem uma elasti- cidade adequada, e impede uma curvatura aguda de ocorrer na fibra ótica revestida 3.
No conector ótico descrito acima 1, uma extremidade da luva de proteção 15 é aco- plada na ponteira de conector ótico 7, e portanto a luva de proteção 15 é posicionada preci- samente independente do nível de experiência do trabalhador. Como resultado, o compri- mento de sobreposição entre a parte terminal da luva de proteção 15 e a parte coberta da fibra ótica revestida 3 pode ser encurtada em cerca de 3 mm como mostrado na Figura 12. Portanto, o comprimento da luva de proteção 15 pode ser amplamente encurtado porque o conector ótico 1 tem uma dimensão obtida adicionando L e 26 mm, em que o comprimento L da parte coberta exposta da fibra ótica curta 5, e 26 mm é um comprimento da luva de pro- teção 15, e aquele do conector ótico 1 pode ser compactado.
Devido a compactação do conector ótico 1, portanto, a propriedade de alojamento em um recinto de pequena área ou similar pode ser melhorada. Além do mais, a luva de proteção 15, que cobre a fibra ótica curta 5 previamente encaixada na ponteira de conector ótico 7, e a periferia da parte unida por fusão 13 é aco- plada na ponteira de conector ótico 7. Quando, na conexão do conector, a ponteira de co- nector ótico 7 é retraída por justaposição da ponteira de contra conector ótico, também a luva de proteção 15 é retraída com a ponteira de conector ótico 7. Portanto, uma carga compressiva grande não atua na fibra ótica curta 5.
Em um trabalho de conectar o conector, consequentemente, é possível impedir uma grande carga de curvatura de atuar na fibra ótica curta 5 encaixada na ponteira de co- nector ótico 7, desse modo solucionando os problemas do aumento da perda de curvatura de uma fibra ótica, o rompimento e similar.
No conector ótico 1 da modalidade, a luva de proteção 15 compreende; o tubo re- trátil térmico 25; a haste de núcleo 27 e o tubo adesivo 29 que são passados através do tu- bo retrátil térmico 25; e o componente de acoplamento 31 que é preso em uma extremidade do tubo retrátil térmico 25, e o componente de acoplamento 31 é acoplado na ponteira de conector ótico 7.
Antes da fibra ótica curta 5 ser encaixada na ponteira de conector ótico 7, é unida por fusão com a fibra ótica revestida 3 no local, portanto, a luva de proteção 15 é determina- da em um estado em que uma parte terminal da fibra ótica revestida 3 no local é passada. Depois que a fibra ótica curta 5 é unida por fusão com a fibra ótica revestida 3, a luva de proteção 15 é movida para a ponteira de conector ótico 7, e o componente de acoplamento
31 em uma extremidade da luva de proteção 15 é acoplada na ponteira de conector ótico 7, pela qual o estado onde a luva de proteção 15 é acoplada na ponteira de conector ótico 7, pode ser facilmente alcançada.
Na luva de proteção 15, pela operação simples em que, depois que o componente de acoplamento 31 em uma extremidade da luva de proteção é acoplado na ponteira de conector ótico 7, o tubo retrátil térmico 25 na periferia externa da luva é feita retrair por calor pelo processo de aquecimento usando um aparelho de aquecimento, a parte unida por fu- são 13 entre a fibra ótica curta 5 e a fibra ótica revestida 3 no local pode ser firmemente mantida no estado em que se juntam verticalmente na haste de núcleo 27. Portanto, a parte unidade por fusão 13 pode ser rigidamente reforçada.
Mesmo em um local onde uma instalação de trabalho e similar é preparada, portan- to, a parte unida por fusão 13 pode ser protegida facilmente e seguramente pela luva de proteção 15.
No conector ótico 1 da modalidade,m o componente de acoplamento 31 tem a con- figuração em que o tubo retrátil térmico 25 e a haste de núcleo 27 são fixados por fixação, adesão ou solda.
Na luva de proteção 15 acoplada na ponteira de conector ótico 7, a saber, a haste de núcleo 27 que junta verticalmente a parte unidade por fusão 13, e o tubo retrátil térmico 25 que pressiona a parte unidade por fusão 13 contra a haste de núcleo 27, são fixados no componente de acoplamento 31 acoplado na ponteira de conector ótico 7. Portanto, uma curvatura ou similar não ocorre na junta d componente de acoplamento 31 e a haste de nú- cleo 27, e as fibras óticas e a parte unida por fusão 13 na luva de proteção 15 podem ser mantidas em um estado satisfatório onde uma curvatura dificilmente ocorre. No conector ótico 1 da modalidade, o componente de acoplamento 31 tem a estrutura em que o tubo retrátil térmico e a haste de núcleo são fixados. Alternativamente, o acoplamento pode ser realizado enquanto somente a haste de núcleo é fixada.
No conector ótico 1 da modalidade, a parte de extremidade de ponta da ponteira de conector ótico 7 é projetada, a armação de encaixe 9 que aloja e retém a ponteira é dispos- tos, e as ranhuras de guia 11c que guiam as protuberâncias de posicionamento 31c projeta- das da superfície periférica externa da luva de proteção 15 são móveis na direção axial de fibra são formadas na armação de encaixe 9.
Desde que as protuberâncias de posicionamento 31c projetadas da superfície peri- férica externa da luva de proteção 15 são engatadas com ranhuras de guia 11c da armação de encaixe 9 que aloja e retém a ponteira de conector ótico 7, a luva de proteção 15, na qual o componente de acoplamento 31 em uma extremidade é acoplado com a ponteira de co- nector ótico 7, é mantida de modo a ser móvel na direção axial de fibra com respeito à ar- mação de encaixe 9.
No caso em que, na conexão do conector, a ponteira de conector ótico 7 é retraída pela justaposição da ponteira de contra conector ótico, portanto, a operação em que a luva de proteção 15 é retraída integralmente com a ponteira de conector ótico 7 pode ser realiza- da suavemente.
No conector ótico 1 da modalidade, o alojamento traseiro 18 que é conectado com a armação de encaixe 9 no estado em que a luva de proteção 15 é colocada no espaço in- terno 17, e em que a capa 21 para proteger a fibra ótica revestida 3 é integralmente formada está disposta, e o alojamento traseiro 18 compreende o furo de engate 18b com o qual a garra de engate 9c que é formada de modo projetado na armação de encaixe 9 é engatada.
Portanto, a periferia externa da luva de proteção 15 é conecta e protegida pelo alo- jamento de traseira 18, e portanto a manipulação no caso em que o conector ótico é alojado em um fechamento aéreo ou similar pode ser facilitada.
No conector ótico 1 da modalidade, no caso em que, na conexão do conector, a ponteira de conector ótico 7 é retraída por justaposição da ponteira de contra conector ótico, também a luva de proteção 15 é retraída integralmente com a ponteira de conector ótico 7. No entanto, o espaço 35 é formado entre a outra extremidade da luva de proteção 15 e a extremidade de parede interna do alojamento traseiro 18. Portanto, o movimento para trás da luva de proteção 15 não é restrito, e a retração da ponteira de conector ótico 7 na cone- xão do conector pode ser recebida sem compulsão.
A seguir, outra modalidade do conector ótico da invenção será descrita.
O conector ótico da modalidade compreende um tubo de reforço que, quando o co- nector ótico é fixado a uma parte terminal de um cordão de fibra ótica no local, cobre uma fibra ótica revestida exposta no lado traseiro do conector ótico, para proteger a fibra ótica revestida. Tal tubo de reforço é usado também na modalidade prévia, Na modalidade, a con- figuração do tubo de reforço e um método de fixação serão descritos especificamente em detalhe.
Na modalidade, a configuração exceto o tubo de reforço é idêntica àquela da moda- lidade prévia, e portanto componentes idênticos e partes são indicados pelos mesmos nu- merais de referência, e sua descrição é omitida.
A Figura 13 é uma vista em seção longitudinal da outra modalidade do conector óti- co da invenção, a Figura 14 é uma vista em seção aumentada da parte B da Figura 13, e a Figura 15 é uma vista de etapa por etapa ilustrando um procedimento de montar o conector ótico.
No conector ótico 1A da modalidade, no caso em que a fibra ótica curta 5 da pontei- ra de conector ótico 7 deve ser unida por fusão com a fibra ótica revestida 3 que é exposta removendo a jaqueta externa 72 do cordão de fibra ótica 70 no local, quando a jaqueta ex- terna 72 do cordão de fibra ótica no local, quando a jaqueta externa 72 de uma parte termi- nal do cordão de fibra ótica 70 é removida bastante a fim de aperfeiçoar o trabalho de união por fusão, a fibra ótica revestida 3 é exposta na traseira do conector ótico 1A. Portanto, o conector ótico compreende oi tubo de reforço 42 que cobre a fibra ótica revestida exposta 3 para proteger a fibra ótica revestimento 3.
No cordão de fibra ótica 70, quando a jaqueta 72 na parte terminal é retirada (remo- vida), é exposta a fibra ótica revestida 3, em que a periferia externa com fibras Kevlar (ver Figura 14) que são fibras resistentes à tração 74.
A extremidade de ponta do tubo de reforço 42 que é passada através da capa 21 é acoplada na extremidade traseira do alojamento traseiro 18 por um anel de calefação 44 que funciona como um elemento de acoplamento. Especificamente, como mostrado na Figu- ra 14, o anel de calefação 44 é formado em um elemento aproximadamente cilíndrico em que uma parte de diâmetro grande 44a formada em uma extremidade, e uma parte de diâ- metro pequeno 44b formada na outra extremidade são contínuas uma a outra através de uma parte intermediária 44c.
A parte de diâmetro grande 44a tem uma abertura que tem um tamanho que permi- te que a parte seja encaixada frouxamente na superfície periférica externa da extremidade traseira do alojamento traseiro 18, e, quando é compressivamente vedado em uma direção interna radial, o diâmetro é reduzido, de modo que a parte é fixamente engatada no aloja- mento traseiro 18. Então, a parte de diâmetro grande 44a é compressivamente vedada em um estado em que o cordão de fibra ótica 70 é inserido a partir do lado da parte de diâmetro pequeno 44b do anel de vedação 44, e as fibras resistentes à tração 74 que são expostas removendo um comprimento predeterminado da jaqueta externa 72 do cordão de fibra ótica 70 são colocados no alojamento traseiro 18. Como resultado, as fibras resistentes à tração 74 são presas entre o alojamento traseiro 18 e o anel de vedação 44 para serem fixadas no alojamento traseiro 18.
A parte de diâmetro pequeno 44b compreende um anel 46 que pode ser vedado na superfície periférica externa da parte de diâmetro pequeno 44b. Quando o anel 46 é vedado em uma direção interna radial, a parte terminal do tubo de reforço 42 é presa entre a parte de diâmetro pequeno 44b do anel de vedação 44 e o anel 46, e o tubo de reforço 42 é fixa- do. A saber, o anel de vedação 44 que funciona como um elemento de acoplamento para o alojamento traseiro 18 é integrado com a parte terminal do tubo de reforço 42 da montagem de tubo de reforço 40 que é descrito posteriormente.No estado vedado, o anel 46 é preso pela face terminal da parede interna 21a (ver Figura 5) da capa 21, desse modo restringindo o movimento para trás do tubo de reforço 42 para a traseira da capa 21. O anel 46 corres- ponde à parte de travamento 37a na modalidade prévia.
O tubo de reforço 42 é posicionado e fixado no lado da outra extremidade por um tubo retrátil térmico 48 e que uma parte é colocada no tubo de reforço 42, e outra parte é colocada em uma jaqueta externa 72 do cordão de fibra ótica 70. A saber, o tubo de reforço 42 é formado de modo a ter um comprimento que cobre uma parte da fibra ótica revestida 3 que é exposta da parte traseira do conector ótico 1A removendo um comprimento predeter- minado da jaqueta externa 72 do cordão de fibra ótica 70, e acoplado ao conector ótico 1A, de modo que o tubo pode cobrir a fibra ótica revestida 3 sem causar deslocamento de posi- ção.
A seguir, o procedimento de montagem no caso em que o tubo de reforço é fixado será descrito.
Como mostrado na Figura 15(a), primeiro, os componentes são inseridos na parte terminal do cordão de fibra ótica 70 no local, na seqüência da capa 21, uma montagem de tubo de reforço 40 na qual o anel de vedação 44 é acoplado, e o alojamento traseiro 18.
Na montagem de tubo de reforço 40, o tubo retrátil térmico 48 é fixado em uma par- te de extremidade lateral da capa 21 do tubo de reforço 42, e o anel de vedação 44 que fun- ciona como um elemento de acoplamento é previamente vedado e fixado na parte terminal no lado do alojamento traseiro 18.
Somente uma parte do tubo retrátil térmico 48 correspondendo ao tubo de reforço 42 retrai por calor, e o tubo retrátil térmico 48 é fixado no tubo de reforço 42. A fixação do anel de vedação 44 é alcançado por, em um estado em que a parte de diâmetro pequeno 44b do anel de vedação 44 é encaixado na parte terminal do tubo de reforço 42, vedando compressivamente o tubo de reforço 42 na parte de diâmetro pequeno 44b por meio do anel 46.
No cordão de fibra ótica 70 retirada da extremidade de ponta do alojamento traseiro 18, como mostrado na Figura 15(b), a jaqueta externa 72 da parte terminal é removida por um comprimento predeterminado, e as fibras resistentes à tração 74 e a fibra ótica revestida 3 são expostas. Como mostrado na Figura 15(c), as fibras resistentes à tração expostas 74 são dobradas de volta para o tubo de reforço 42 de modo a não impedir o trabalho subse- quente, e a luva de proteção 15 é passada na fibra ótica revestida 3.
Na fibra ótica revestida 3 retirada da uva de proteção 15, como mostrado na Figura 15(d), o revestimento 3a é removido para expor a parte de fibra desprotegida 3b, e então a fibra ótica revestida é cortada em espelho em um comprimento predeterminado depois que a parte 3b é limpa. Como mostrado na Figura 15(e), a parte 3b, onde o revestimento 3a da fibra ótica revestida 3 é retirado, é encostada na parte 5b onde o revestimento da fibra ótica curta 5, que é encaixada e fixada na armação de encaixe 9, é retirado, e as faces terminais de fibra justaposta são unidas por fusão.
Como mostrado na Figura 16(f), a luva de proteção 15 é movida de modo a cobrir a arte unida por fusão, e acoplada na armação de encaixe 9 através da ponteira de conector ótico 7.
Como mostrado na Figura 16(g), a seguir, o alojamento traseiro 18 é movido em uma maneira similar que a luva de proteção 15, e acoplado a e integrado com a armação de encaixe 9 no estado em que o alojamento traseiro 18 é colocado na luva de proteção 15.
Sucessivamente, a fim de que a fibra ótica revestida 3 exposta da parte terminal do cordão de fibra ótica 70 é coberta pelo tubo de reforço 42, a montagem de tubo de reforço 40 é movida para ser acoplada no alojamento traseiro 18 na maneira seguinte. Como mos- trado na Figura 17(h), primeiro, no estado onde as fibras resistentes à tração 74 são coloca- das na superfície periférica externa da extremidade traseira do alojamento traseiro 18, a montagem de tubo de reforço 40 é movida, e então as fibras resistentes à tração 74 são vedadas e fixadas pela parte de diâmetro grande 44a do anel de vedação 44 que funciona como um elemento de acoplamento. Isto faz a montagem de tubo de reforço 40 ser acopla- do a e integrado com o alojamento traseiro 18. Como mostrado na Figura 17(i), depois disto, a capa 21 é movida na montagem de tubo de reforço 40, e fixado no alojamento traseiro 18.
Na outra extremidade da montagem de tubo de reforço 40, como mostrado na Figu- ra 17(j), o tubo retrátil térmico 48 se retrai por calor, e a montagem de tubo de reforço é po- sicionada e fixada no cordão de fibra ótica 70.
Como resultado das etapas acima, uma extremidade da montagem de tubo de re- forço 40 é posicionada pelo alojamento traseiro 18 e a capa 21, e a outra extremidade é po- sicionada pelo tubo retrátil térmico 48. Portanto, o movimento da montagem de tubo de re- forço 40 na direção axial de fibra é restrito, e o deslocamento de posição da parte da fibra ótica revestida 3 que é exposta a partir da traseira do conector ótico 1A pode ser impedido de ocorrer.
Como mostrado na Figura 17(k), finalmente, o botão de conector SC 33 é fixado na armação de encaixe 9, desse modo completando o processo de montagem.
De acordo com a modalidade descrita acima, mesmo quando, a fim de aperfeiçoar o trabalho de união por fusão, a jaqueta externa do cordão de fibra ótica no local é removida para expor a fibra ótica revestida do conector ótico, a fibra ótica revestida exposta é coberta pelo tubo de reforço. Mesmo quando uma força externa tal como uma força de curvatura é aplicada, portanto, a curvatura que não é maior que um nível permitido é bloqueada, e as características de transmissão ótica podem ser impedidas de serem abaixadas.
A seguir, uma modalidade adicional do conector ótico da invenção será descrita.
A Figura 18 é uma vista em seção longitudinal mostrando a modalidade adicional do conector ótico da invenção. A modalidade será descrita enquanto os componentes e par- tes idênticas àquelas das modalidades prévias são indicados pelos mesmos numerais de referência, e sua descrição é omitida.
O conector ótico da modalidade pode ser aplicado ao tipo de cordão de fibra no qual o cordão de fibra ótica deve ser conectado, e o tipo de fibra revestida no qual a fibra ótica revestida 3 deve ser conectada. Em um conector ótico do tipo de fibra revestida, os componentes substancialmente comuns com o conector ótico do tipo cordão de fibra são usados exceto que o botão conector SC tem um formato ligeiramente diferente. Na descri- ção seguinte, um conector ótico do tipo cordão de fibra (frequentemente referido simples- mente como “conector ótico”) 1B será principalmente descrito.
O conector ótico 1B tem como elementos principais dispostos partindo do lado de extremidade de ponta (o lado esquerdo da Figura 18) no qual o contra conector ótico deve ser acoplado: um botão conector SC 81; uma armação de encaixe 83; uma ponteira conten- do fibra (ponteira de conector ótico) 85; uma luva de proteção 87; uma mola de pressão de ponteira 89; um alojamento traseiro 91; um anel de vedação 93; e uma capa 95. A saber, o conector ótico tem uma estrutura em que o batente 11 e o componente de acoplamento 31 que foram descritos nas modalidades precedentes não são usados.
A Figura 19(a) é uma vista em seção longitudinal do conector ótico na Figura 18, a Figura 19(b) é uma vista em seção longitudinal de partes principais de uma modificação na qual um tubo de reforço é fixado, A Figura 20(a) é uma vista lateral da ponteira de conector ótico, e a Figura 20(b) uma vista dianteira da ponteira de conector ótico a partir do lado de uma fibra ótica curta. A ponteira de conector ótico 85 tem um formato onde a parte de diâmetro aumenta- do 7b, na qual o diâmetro externo é aumentado, é equipada na parte traseira da parte de haste de extremidade de ponta 7a que deve ser conectada por justaposição com a ponteira de contra conector ótico. A fibra ótica curta 5 é encaixada na ponteira de modo que o eixo central coincide com a parte de haste de extremidade de ponta 7a. A protuberância de aco- plamento de luva 7c para acoplar a luva de proteção 87 que será descrita posteriormente, é projetada da periferia externa do lado de extremidade basal da ponteira de conector ótico 85 a partir do qual a fibra ótica curta 5 é estendida.
Quando a ponteira de conector ótico 85 é inserida na abertura no lado de extremi- dade basal da armação de encaixe 83, como mostrado na Figura 19, a extremidade diantei- ra da parte de diâmetro aumentado 7b se justapõe com a parte de diâmetro contraído 9a que é projetada da periferia interna da armação de encaixe 83, desse modo alcançado um estado em que o movimento de avanço é restrito. Neste estado, a restrição de posição é conduzida em um estado em que a extremidade de ponta da ponteira de conector ótico 854 é projetada pelo comprimento predeterminado L1 da extremidade de ponta da armação de encaixe 83.
A fim de impedir poeira e similar de aderir na face terminal da fibra durante um pe- ríodo de armazenamento ou similar, uma tampa de poeira que não é mostrada (ver o nume- ral de referência 22 na Figura 2) é colocada e fixada na extremidade de ponta da ponteira de conector ótico 85 que é posicionado na armação de encaixe 83.
A face d extremidade de ponta da ponteira de conector ótico 85 é previamente poli- da em espelho, de modo que o processo de polimento no local não é necessário.
A mola de pressão de ponteira 89 é inserida na armação de encaixe 83 na qual a ponteira de conector ótico 85 é inserida. A mola de pressão de ponteira 89 é uma mola espi- ral de compressão que é presa e mantida entre o alojamento traseiro 91 que será descrito posteriormente, e que é engatado com a armação de encaixe 83, e a parte de diâmetro au- mentado 7b da ponteira de conector ótico 85. A mola faz a parte de diâmetro aumentado 7b da ponteira de conector ótico 85 se justapor à parte de diâmetro contraído 9a da armação de encaixe 83, e ao mesmo tempo suporta elasticamente a ponteira em uma maneira retrátil.
A Figura 21 (a) é uma vista em seção longitudinal da ponteira de conector ótico mostrada na Figura 20, e um tubo retrátil térmico conectado na ponteira de conector ótico, e a Figura 21 (b) é uma vista em seção do tubo retrátil térmico na Figura 21 (a), tomada ao lon- go da linha A-A.
A parte unida por fusão 13 '[e formada por: justapor a parte 5b onde o revestimento 5a da parte terminal da fibra ótica curta 5 é retirado, contra a parte 3b onde o revestimento 3a da parte terminal da fibra ótica revestida 3 é retirada; e unir por fusão as faces terminais das fibras justapostas. A face terminal da fibra ótica curta 5, onde o revestimento 5a é retirado, é previa- mente processada em espelho por meio de clivagem em que a tensão de curvatura é apli- cada na fibra ótica para cortar a fibra, ou polir, de moído que um processo de espelhamento no local não é necessário.
De preferência, antes da união por fusão, a face terminal da fibra ótica curta 5 é submetida a um processo de descarga elétrica para ser chanfrada, de modo que a rebarba- ção de uma borda devido ao polimento pode ser impedida de ocorrer. A fibra ótica curta 5 é transportada ao local no estado onde o revestimento é removido. Como a fibra, portanto, uma fibra revestida de carbono é de preferência usada, porque a redução de resistência devido ao dano ou absorção de água é suprimida. De preferência, a fibra ótica curta 5 'pe uma fibra em que o MFD é pequeno, e que é altamente resistente a curvatura.
Como mostrado na Figura 21 (b), a luva de proteção 87 compreende um tubo retrátil térmico 25, e a haste de núcleo 27 e o tubo adesivo 29 (ver Figura 10) que são passados através do tubo retrátil térmico 25. O tubo retrátil térmico 25 é acoplado à ponteira de conec- tor ótico 85. A fibra ótica revestida 3 é fixada no conector ótico 1B em um estado onde a jaqueta externa 72 da parte terminal do cordão de fibra ótica 70 é removida por um compri- mento predeterminado. A luva de proteção 87 cobre a periferia externa da fibra ótica reves- tida 3 no outro lado terminal onde a luva não é acoplada na ponteira de conector ótico 85.
Quando o tubo retrátil térmico 25 é aquecido a uma temperatura predeterminada por um aparelho de aquecimento, o tubo se une por calor para alcançar um estado em que o tubo é estreitamente contatado com a haste de núcleo 27 que passa através do tubo.
O tubo adesivo 29 é amolecido pelo aquecimento para retração térmica do tubo re- trátil térmico 25, de modo a funcionar como um agente adesivo que enche o espaço 34 entre o tubo retrátil térmico 25 e a haste de núcleo 27.
Na luva de proteção 87, o tubo retrátil térmico 25, a haste de núcleo 27, e o tubo adesivo 29 são posicionados em um estado em que as partes terminais da haste de núcleo 27 e o tubo adesivo 29 coincidem com uma extremidade da luva, e, no estado posicionado, a luva de proteção é fixada na protuberância de acoplamento de luva 7c da ponteira de co- nector ótico 85.
A ponteira de conector ótico 85 é fixada e integrada com as partes terminais do tu- bo retrátil térmico 25 e a haste de núcleo 27 por fixação, adesão ou solda das partes termi- nais.
Os comprimentos da fibra ótica curta 5, o tubo retrátil térmico 25 da luva de prote- ção 87, a haste de núcleo 27, e o tubo adesivo 29 são determinados de modo que, quando a luva de proteção 87 é acoplada na protuberância de acoplamento de luva 7c na extremidade basal da ponteira de conector ótico 85, a parte unida por fusão 13 é posicionada em uma posição aproximadamente intermediária na direção longitudinal da luva de proteção 87. Depois da união por fusão entre a fibra ótica revestida 3 e a fibra ótica curta 5, a lu- va de proteção 87 é movida de modo a cobrir a parte unida por fusão 13, a luva de proteção é justaposta com a ponteira de conector ótico 85, e depois disto o tubo retrátil térmico 25 é aquecido para fixar a fibra ótica revestida 3 e a fibra ótica curta 5 na haste de núcleo 27 em um estado verticalmente adjacente.
As dimensões dos componentes são determinadas de modo que, quando o tubo re- trátil térmico 25 se une por calor como descrito acima, as partes terminais do tubo retrátil térmico 25 se sobrepõem com o revestimento 3a da fibra ótica revestida 3 e a protuberância de acoplamento de luva 7c por 2mm ou mais.
O alojamento traseiro 91 é uma estrutura cilíndrica que cobre a periferia da luva de proteção 87, e formado por moldagem de injeção de uma resina ou similar. A extremidade de ponta do alojamento traseiro 91 é formada como uma parte de cilindro 91a que deve ser encaixada na extremidade basal da armação de encaixe 83. A parte de cilindro 91a compre- ende uma garra de engate 91b que, quando a parte de cilindro é encaixada na extremidade basal da armação de encaixe 83, são engatadas com os furos de engate 83a que são aber- tos na periferia externa da extremidade basal da armação de encaixe 83.
Depois do processo de retração térmica na luva de proteção 87, o alojamento tra- seiro assim configurado 91 é colocado na luva de proteção 87, e as garras de engate 91b no lado de extremidade de ponta são engatadas com os furos de engate 83c da armação de encaixe 83, pelo qual o alojamento traseiro é acoplado e integrado com a armação de en- caixe 83.
O botão de conector SC 81, que funciona como uma parte de botão quando o co- nector é conectado, é colocado e fixado na periferia externa da armação de encaixe 83 na qual o alojamento traseiro 91 é acoplado. O botão conector SC 81 é num elemento de ja- queta externa que fornece a aparência do lado de extremidade de ponta do conector ótico 1B. Corrugações antiderrapantes 33a, para facilitar o agarre, são formadas nas faces late- rais externas.
A capa 95 é usada para proteger o cordão de fibra ótica 70 de modo a impedir uma curvatura aguda de ocorrer no cordão de fibra ótica 70 que se estende para trás do aloja- mento traseiro 91. A extremidade de ponta da capa é encaixada ou aparafusada na extremi- dade basal do alojamento traseiro 91, pela qual a capa é acoplada e integrada com o aloja- mento traseiro 91.
Alternativamente, a capa pode ser formada integralmente com o alojamento traseiro 91 por moldagem de injeção de uma resina.
O espaço 35 (ver Figura 19) que permite que a luva de proteção 87 se retraia, é formado entre a outra extremidade 87a (ver Figura 21) da luva de proteção 87 e uma extre- midade de parede interna da capa 95 que é oposta à outra extremidade 87a. A capa 95 pode ser configurada de modo que, como mostrado na Figura 19(b), o tubo de reforço 37 que é colocado no cordão de fibra ótica 70, é inserido e fixado na parte traseira da extremidade de parede interna.
No tubo de reforço 37, uma parte de travamento 37a em que o diâmetro é aumen- tado está disposta na extremidade de ponta. A parte de travamento 37a é engatada com a extremidade da parede interna da capa 95 para restringir o movimento. O tubo de reforço 37 é um tubo que tem uma elasticidade adequada, e impede uma curvatura aguda de ocorrer no cordão de fibra ótica 70.
Uma marca de alinhamento de direção 97a está disposta em uma face lateral da parte de diâmetro aumentado 7b da ponteira de conector ótico 85. Por outro lado, uma mar- ca de alinhamento de direção 97b e uma ranhura de verificação 99 são dispostas em uma parede lateral da armação de encaixe 83. Quando a marca de alinhamento de direção 97a se torna coincidente com a marca de alinhamento de direção 97b enquanto se verifica a marca 97a através da ranhura de verificação 99, a ponteira de conector ótico 85 é encaixada na armação de encaixe 83 na direção normal.
No caso em que o conector ótico 1B1 a fibra ótica curta 5 da ponteira de conector ó- tico 85 deve ser unida por fusão com a fibra ótica revestida 3 que é exposta removendo a jaqueta externa 72 do cordão de fibra ótica 70 no local, a jaqueta externa 72 de uma parte terminal do cordão de fibra ótica 70 é enormemente retirada a fim de aperfeiçoar o trabalho de união por fusão. Quando a jaqueta externa 72 do cordão de fibra ótica 70 é retirada (re- movida) em uma parte terminal, a fibra ótica revestida 3, na qual a periferia externa é cober- ta com fibras resistentes à tração (KevIar) 74, é exposta.
As fibras resistentes à tração 74 e a jaqueta externa 72 são cortadas em um com- primento predeterminado, e então encaixadas em uma parte terminal traseira 91c do aloja- mento traseiro. O anel de vedação 93 é colocado na periferia externa da jaqueta externa encaixada 72, e vedado na direção ao longo da qual o diâmetro é reduzido. Quando o diâ- metro do anel de vedação 93 é reduzido, a jaqueta externa 72 e as fibras resistentes à tra- ção 74 são pressionadas ligadas ano anel de vedação 93 e a parte terminal traseira 91c deve ser fixada no alojamento traseiro 91.
A Figura 22 é uma vista em seção longitudinal mostrando a configuração de uma modificação na qual o conector ótico mostrado na Figura 18 é aplicado a um tipo de fibra revestida.
Como descrito acima, o conector ótico 1B da modalidade pode ser usado também como um tipo de fibra revestida. Neste caso, a configuração de componente é idêntica àque- la do tipo de cordão de fibra exceto que o botão conector SC 81 tem um formato ligeiramen- te diferente, e que o anel de vedação 93 para fixar as fibras resistentes à tração 74 e a ja- queta externa 72 não é necessário. Na Figura 22, 37 indica um tubo de reforço para a fibra ótica revestida 3. No conector ótico descrito acima 1B, uma extremidade da luva de proteção 87 é acoplada à ponteira de conector ótico 85, e portanto a luva de proteção 87 é precisamente posicionada independente do nível de especialização do trabalhador. Como resultado, o comprimento sobreposto entre a parte terminal da luva de proteção 87 e a parte coberta da fibra ótica revestida 3 pode ser encurtado em cerca de 3 mm. Portanto, o comprimento da luva de proteção 87 pode ser amplamente encurtado, e aquele do conector ótico 1B pode ser compactado.
Devido à compactação do conector ótico 1B, portanto, a propriedade de alojamento em um fechamento aéreo pequeno ou similar pode ser melhorada.
Além do mais, a luva de proteção 87 que cobre a fibra ótica curta 5 previamente encaixada na ponteira de conector ótico 85, e a periferia da parte unida por fusão 13 é aco- plada na ponteira de conector ótico 85. Quando, na conexão do conector, a ponteira de co- nector ótico 85 é retraída por justaposição da ponteira de contra conector ótico, também a luva de proteção 87 é retraída com a ponteira de conector ótico 85. Portanto, uma carga compressiva grande não atua na fibra ótica curta 5.
Em um trabalho de conectar o conector, consequentemente, é possível impedir uma grande carga de curvatura de atuar na fibra ótica curta 5 encaixada na ponteira de co- nector ótico 85, desse modo solucionando os problemas do aumento da perda de curvatura de uma fibra ótica, o rompimento e similar.
No conector ótico 1B da modalidade, a luva de proteção 87 compreende; o tubo re- trátil térmico 25; a haste de núcleo 27 e o tubo adesivo 29 que são passados através do tu- bo retrátil térmico 25; e o componente de acoplamento 31 que é preso em uma extremidade do tubo retrátil térmico 25, e a luva de proteção 87 é acoplada na ponteira de conector ótico 85.
Na luva de proteção 87, pela simples operação em que, depois que uma extremi- dade da luva de proteção é acoplada na protuberância de acoplamento de luva 7c da pontei- ra de conector ótico 85, o tubo retrátil térmico 25 na periferia externa da luva é feito unir por fusão pelo processo de aquecimento usando um aparelho de aquecimento, a parte unida por fusão 13 entre a fibra ótica curta 5 e a fibra ótica revestida 3 no local, pode ser firme- mente mantida no estado em que juntam verticalmente com a haste de núcleo 27. Portanto, a parte unida por fusão 13 pode ser rigidamente reforçada.
Mesmo em um local onde a instalação de trabalho e similar são preparadas, portan- to, a parte unida por fusão 13 pode ser protegida facilmente e com segurança pela luva de proteção 87.
A seguir, o procedimento de montagem o conector ótico assim configurado 1B será
descrito. As Figuras 23(a) a 23(e) são vistas de etapa por etapa ilustrando o procedimento de montar o conector ótico mostrado na Figura 18, as Figuras 24(f) a 24(k) são vistas de etapa por etapa ilustrando o procedimento de montar o conector ótico mostrado na Figura 18.
Quando o conector ótico 1B deve ser montado, como mostrado na Figura 23(a),
primeiro, os componentes são inseridos na parte terminal do cordão de fibra ótica no local, na seqüência da capa 95, o anel de vedação 93, o alojamento traseiro 91, e a mola de pres- são de ponteira 89.
Como mostrado na Figura 23(b), a jaqueta externa 72 no lado de extremidade de
ponta do cordão de fibra ótica 70 é removida, e partes extras das fibras resistentes à tração 74 são cortadas. Como mostrado na Figura 23(c), uma incisão axial 103 é formada na ja- queta externa 72, e a jaqueta externa é então rompida. Como mostrado na Figura 23(d), a jaqueta externa 72 e as fibras resistentes à tração expostas 74 são dobradas de volta de modo a não impedir o trabalho subsequente, e a luva de proteção 87 é passada na fibra 15 ótica revestida 3 como mostrado na Figura 23(e).
Na fibra ótica revestida 3 retirada da luva de proteção 87, como mostrado na Figura 24(f), o revestimento 3a é removido para expor a parte de fibra desprotegida 3b, e então a parte 3b é limpa. Como mostrado na Figura 24(g), a luva de proteção 87 e a fibra ótica re- vestida 3 são colocadas em um retentor de fibra de suão 105A. Como mostrado na Figura 20 24(h), a fibra ótica revestida é cortada em espelho em um comprimento predeterminado, e então a luva de proteção 87 e a fibra ótica revestida 3 são colocadas em um aparelho de união por fusão que não é mostrado.
Por contraste, como mostrado na Figura 24(i), a ponteira de conector ótico 85 in- corporando a fibra ótica curta 5 é colocada em um retentor de ponteira 105B. Na figura, 22 25 indica uma tampa de poeira. Como mostrado na Figura 24(j), o retentor de ponteira 105B que retém a ponteira de conector ótico 85 é colocada no aparelho de união por fusão que não é mostrado, No aparelho de união por fusão, como mostrado na Figura 24(k), a parte 3b, onde o revestimento 3a da fibra ótica revestida 3 é retirado, é justaposta na parte 5b, onde o revestimento da fibra ótica curta 5 da ponteira de conector ótico 85 é retirado, para
serem unidas por fusão.
Como mostrado na Figura 25(l), a extremidade de ponta da luva de proteção 87 é inserida na protuberância de acoplamento de luva 7c da ponteira de conector ótico 85, a parte unidade por fusão 13 é coberta, e a luva de proteção é feita retrair por calor. Como mostrado na Figura 25(m), as fibras resistentes à tração 74 e a jaqueta externa 72 que são dobradas de volta, são retornadas para seus estados originais.
Como mostrado na Figura 25(n), a tampa de poeira 22 é destacada da ponteira de conector ótico 85, a extremidade de ponta da ponteira de conector ótico 85 é inserida na armação de encaixe 83, e o alojamento traseiro 91 é instalado na armação de encaixe 83 enquanto aloja a mola de pressão de ponteira 89 dentro do alojamento. Como mostrado na Figura 25(o), as fibras resistentes à tração 74 e a jaqueta externas são colocadas na parte terminal traseira 91c do alojamento traseiro 91.
Como mostrado na Figura 25(p), o anel de vedação 93 é ligado por pressão para fi- xar as fibras resistentes à tração 74 e a jaqueta externa 72 na parte terminal traseira 91c. Finalmente, o botão de conector SC 81 e a capa 95 são acoplados na armação de encaixe 83 e o alojamento traseiro 91, respectivamente, desse modo completando o processo de montar o conector ótico 1B.
Embora a invenção tenha sido descrita em detalhe e com referência à modalidade específica, é óbvio para aqueles versados na técnica que várias modificações e variações são possíveis sem se afastar do espírito e escopo da invenção.
A aplicação é baseada no Pedido de Patente Japonês (N0. 2006-307138) deposita- do em 13 de novembro de 2006; Pedido de Patente Japonês (N0. 2007-006251) depositado em 15 de janeiro de 2007 e Pedido de Patente Japonês (N0. 2007-292462) depositado em 9 de novembro de 2007, e suas descrições são incorporadas aqui por referência.
APLICABILIDADE INDUSTRIAL
Desde que uma extremidade da luva de proteção é acoplada à ponteira de conector ótico, a luva de proteção que é usada para colocar a parte unida por fusão na posição média é precisamente posicionada independente do nível de especialização do trabalhador.
Na luva de proteção, em um trabalho de conectar o conector, além do mais, é pos- sível impedir uma carga de curvatura grande de atuar na fibra ótica curta encaixada na pon- teira de conector ótico, desse modo solucionando problemas do aumento de perda de curva- tura de uma fibra ótica, o rompimento e similar.
Na fibra ótica revestida, mesmo quando, a fim de aperfeiçoar um trabalho de união por fusão a ser realizado no local, a jaqueta externa do cordão de fibra ótica é removido pa- ra expor a fibra ótica revestida do conector ótico, a cobertura pelo tubo de reforço pode im- pedir o aumento da perda de curvatura da fibra ótica e similar de ocorrer. DESCRICÃO DE NUMERAIS DE REFERÊNCIA E SINAIS 1, 1 A, 1B - conector ótico
3 - fibra ótica revestida
- fibra ótica curta
7, 85 - ponteira de conector ótico
7b - parte de diâmetro aumentado
7c - protuberância de acoplamento de luva
9, 83 - armação de encaixe
9a - parte de diâmetro contraído
9b - ranhura de engate
11 - batente
11a- protuberância
11c- ranhura de guia
13 - parte unida por fusão
15, 87 - luva de proteção
17 - espaço interno
21, 95 - capa
23, 89 - mola de pressão de ponteira
- tubo retrátil térmica
27 - haste de núcleo
29 - tubo adesivo
31 - componente de acoplamento
31b - furo de engate
31c - protuberância de posicionamento
33 - botão de conector SC
- espaço
37, 42 - tubo d reforço
38 - tubo retrátil térmico
40 - montagem de tubo de reforço
44, 93 - anel de calefação
70 - cordão de fibra ótica
72 - fibra resistente à tração

Claims (9)

1. Conector ótico que aloja e retém uma parte unida por fusão onde uma fibra ótica curta encaixada em uma ponteira de conector ótico é unida por fusão com uma fibra ótica revestida, CARACTERIZADO pelo fato de que: uma extremidade de uma luva de proteção que reforça a dita parte unida por fusão é acoplada na dita ponteira de conector ótico.
2. Conector ótico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita luva de proteção compreende: um tubo retrátil térmico; e uma haste de núcleo e um tubo adesivo que são passados através do tubo retrátil térmico, e um elemento de aco- plamento que é preso em uma extremidade do dito tubo retrátil térmico, e o dito componente de acoplamento é acoplado na dita ponteira de conector ótico.
3. Conector ótico, de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita haste de núcleo é fixada no dito elemento de acoplamento.
4. Conector ótico, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito conector ótico ainda compreende uma armação de encaixe que permite uma parte de extremidade de ponta da dita ponteira de conector ótico ser projetada, e que aloja a dita ponteira, e uma ranhura de guia que guia uma protu- berância de posicionamento para ser móvel em uma direção axial de fibra é formada na dita armação de encaixe, a dita protuberância de posicionamento se projetando de uma superfí- cie periférica externa da dita luva de proteção.
5. Conector ótico, de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito conector ótico ainda compreende um alojamento traseiro que permite a dita luva de proteção ser colocada em um espaço interno e é conectada com a dita armação de en- caixe, e em que uma capa que protege a dita fibra ótica revestida é integralmente formada, e o dito alojamento traseiro compreende um furo de engate com o qual uma garra de engate que é projetada da dita armação de encaixe é engatada.
6. Conector ótico, de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADO pelo fato de que um espaço é formado entre outra extremidade da dita luva de proteção e uma parede terminal interna do dito alojamento traseiro.
7. Conector ótico, de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita fibra ótica revestida é fixada no dito conector ótico em um estado em que uma jaqueta externa de uma parte terminal de um cordão de fibra ótica é removida por um com- primento predeterminado, e um tubo de reforço que cobre a dita fibra ótica revestida é aco- plado a uma extremidade traseira do dito alojamento traseiro.
8. Conector ótico, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito tubo de reforço é acoplado à dita extremidade traseira do dito alojamento traseiro por meio de um elemento de acoplamento, e o dito elemento de acoplamento veda e fixa as fibras resistentes à tração dispostas no dito cordão de fibra ótica.
9. Conector ótico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que as posições da dita fibra ótica curta colocada na dita luva de proteção, e da dita fibra ótica revestida coincidem com um centro axial da dita ponteira de conector ótico.
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