BRPI0719017A2 - Composições de fibra inorgânica - Google Patents

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BRPI0719017A2
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mol
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Gary Anthony Jubb
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Morgan Crucible Co
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"COMPOSIÇÕES DE FIBRA INORGÂNICA" Esta invenção se refere às composições de fibra inorgânicas. Os materiais fibrosos são bem conhecidos por seu uso como materiais isolantes acústicos e/ou térmicos e também são conhecidos por seu uso como constituintes de forta- Iecimento em materiais de compósito tais como, por exemplo, cimentos reforçados por fibra, plásticos reforçados por fibra, e como um componente de compósito de matriz de metal. Tais fibras Podem ser usadas em estruturas de apoio para corpos catalisadores em disposi- tivos de controle de poluição tais como conversores catalíticos de sistema de exaustão au- tomotivo e filtros particulados diesel. Tais fibras podem ser usadas como um constituinte de materiais de fricção [por exemplo, para freios de automóvel], As fibras da presente invenção têm uma faixa de propriedades e podem ser utilizáveis em qualquer ou todas estas aplica- ções dependendo das propriedades mostradas.
Antes de 1987 havia quatro tipos principais de materiais fibrosos usados para fabri- car produtos de isolamento térmicos [tais como, por exemplo, mantas, moldes formados a vácuo, e almécegas]. Estes foram feitos por duas rotinas industriais principais, embora os detalhes das rotinas particulares variem de acordo com o fabricante. As fibras e rotinas fo- ram (em ordem de desempenhos de temperatura e custo crescente):- Fibras formadas por fusão •Lãs minerais «Lãs de vidro
•Fibras de Aluminossilicato Fibras de processo de solução-gel •Então chamadas fibras policristalinas
As fibras formadas por fusão são formadas fabricando-se uma fusão e formação de fibra a fusão resultante por qualquer um dos muitos métodos conhecidos. Estes métodos incluem:
•formar uma corrente de fusão e permitir a corrente contatar as rodas giratórias das quais ela é arremessada para formar as fibras
•formar uma corrente de fusão e permitir a corrente invadir um jato de gás que pode ser transversal, paralelo com, ou em um ângulo à direção da corrente e desse modo explo- dindo a fusão nas fibras
•formar uma fibra da fusão por um processo giratório no qual a fusão escapa por aberturas na circunferência de um copo giratório e é dinamitada por gases quentes para formar as fibras
«extrusar a fusão por aberturas finas para formar filamentos, e nos quais o trata-
mento adicional pode ser usado [por exemplo, atenuação de chama na qual o filamento é passado por uma chama] •ou qualquer outro método pelo qual uma fusão é convertida em uma fibra.
Por causa da história de fibras de amiantos, muita atenção foi prestada à potência relativa de uma faixa ampla de tipos de fibra como uma causa de doença pulmonar. Estu- dos da toxicologia de fibras naturais e artificiais levaram à idéia que foi a persistência de fibras no pulmão que causou os problemas. Consequentemente, a visão desenvolvida que se as fibras podem ser removidas do pulmão rapidamente então qualquer risco a saúde se- ria minimizado. Os conceitos de "fibras biopersistentes" e fibras de arose de "biopersistên- cia" que duram por muito tempo no corpo animal são considerados biopersistentes, e o tem- po relativo que as fibras permanecem no corpo animal é conhecido como biopersistência. Ao mesmo tempo em que vários sistemas de vidro foram conhecidos por serem solúveis em fluidos pulmonares, resultando em baixa biopersistência, houve um problema pelo fato de que tais sistemas de vidro foram geralmente não úteis para aplicações de alta temperatura. Uma necessidade de mercado foi vista para uma fibra que poderia ter uma baixa biopersis- tência combinada com uma capacidade de temperatura alta. Em 1987 Johns Manville de- senvolveu um tal sistema com base em uma substância química de silicato de magnésio de cálcio. Tal material não somente teve uma capacidade de temperatura mais alta do que as lãs de vidro tradicionais, porém também teve uma solubilidade mais alta em fluidos corpó- reos do que as fibras de aluminossilicato na maioria das vezes usadas para isolamento em temperatura alta. Tais fibras de baixa biopersistência foram desenvolvidas uma vez que, e uma faixa de fibras de silicato de terra alcalina [AES] está agora no mercado.
As Patentes que se referem às fibras de AES incluem:
•Pedido de Patente Internacional No. W087/05007 - o pedido de Johns-Manville o- riginal - que descreveu que as fibras que compreendem magnésio, sílica, cálcio e menos do que 10% em peso de aluminas são solúveis em solução salina. As solubilidades das fibras descritas estavam em termos de partes por milhões de silicone (extraído do material que contém sílica da fibra) presentes em uma solução salina após 5 horas de exposição.
•Pedido de Patente Internacional No. W089/12032 descreveu fibras adicionais so- lúveis em solução salina e descreveu alguns dos constituintes que podem estar presentes em tais fibras.
«Pedido de Patente Europeu No. 0399320 descreve fibras de vidro tendo uma solu-
bilidade fisiológica elevada e tendo 10-20% em mol de Na2O e 0-5% em mol de K2O. Embo- ra estas fibras tenham sido mostradas serem fisiologicamente solúveis, sua temperatura de uso de máximo não foi indicada.
Outras especificações de patente que descrevem a seleção de fibras quanto à sua solubilidade salina incluem, por exemplo, Europeu 0412878 e 0459897, Francês 2662687 e 2662688, W086/04807, W090/02713, W092/09536, W093/22251, W093/15028, W094/15883, W097/16386, W02003/059835, W02003/060016, EP1323687, W02005/000754, W02005/000971, e Estados Unidos 5250488. A refratariedade das fibras descritas nestes vários documentos da técnica anterior varia consideravelmente e para estes materiais de silicato de terra alcalina as propriedades são extremamente dependentes da composição.
Como uma generalidade, é relativamente fácil produzir fibras de silicato de terra al- calina que executam bem em baixas temperaturas, uma vez que para uso em baixa tempe- ratura alguém possa fornecer aditivos tais como óxido de boro para garantir boa formação de fibra e variar as quantidades dos componentes para vestir propriedades desejadas do material. Entretanto, quando alguém procura elevar a refratariedade das fibras de silicato de terra alcalina, alguém é forçado a reduzir o uso de aditivos, uma vez que em geral (embora com exceções) quanto mais componentes estiverem presentes, mais baixa a refratariedade.
W093/15028 descreveu fibras que compreendem CaO1 MgO1 SiO2, e opcionalmen- te ZrO2 como constituintes principais. Tais fibras de AES também são conhecidas como fibras de CMS (silicato de magnésio de cálcio) ou CMZS (silicato de zircônio de magnésio de cálcio). W093/15028 requereu que as composições usadas devessem ser essencial- mente livres de óxidos de metal de álcali. As quantidades de até 0,6% em peso foram mos- tradas serem aceitáveis para materiais adequados para uso como isolamento em 10OO0C.
W093/15028 também descreve métodos para predizer a solubilidade de vidros e incluiu uma faixa de materiais que foram testados como vidros quanto à sua solubilidade, porém não formado como fibras. Entre estas composições estavam composições que têm KAS, KMAS, e KNAS de referência que foram respectivamente um aluminossilicato de po- tássio, um aluminossilicato de magnésio de potássio, e um aluminossilicato de sódio de po- tássio. Estas composições foram avaliadas como tendo solubilidade insuficiente com base nas medidas de solubilidade em uma solução do tipo fisiológica. O tipo de solução fisiológica usada tem um pH de cerca de 7,4.
Descobriu-se subseqüentemente que a solubilidade depende do ambiente no qual uma fibra se encontre. Embora a solução salina fisiológica presente no fluido pulmonar in- tercelular se aproxime daquela determinada em W093/15028, e tenha um pH de cerca de pH 7,4, o mecanismo para limpar as fibras envolve o seu ataque por macrófagos. Sabe-se que o pH da salina fisiológica presente onde os macrófagos contatam as fibras é significan- temente mais baixo (em cerca de pH 4,5) e isto tem um efeito em solubilidade de fibras inor- gânicas [veja "\n-vitro dissolution rate of mineral fibres at pH 4.5 and 7.4 -A new mathemati- cal tool to evaluate the dependency an composition" Torben Knudsen e Marianne Guldberg, Glass Sei. Technol. 78(205) No.3].
W094/15883 descreveu várias tais fibras utilizáveis como isolamento refratário em temperaturas até 1260°C ou mais. Como com W093/15028, esta patente requereu que o teor de óxido de metal de álcali deveria ser mantido baixo, porém indicou que algumas fibras de silicato alcalino terroso puderam tolerar níveis mais altos de óxido de metal de álcali do que outros. Porém, níveis de 0,3% e 0,4% em peso de Na2O foram suspeitos de causar encolhimento aumentado em materiais para uso como isolamento em 1260°C.
W097/16386 descreveu fibras utilizáveis como isolamento refratário em temperatu- ras de até 1260°C ou mais. Estas fibras compreenderam MgO, SiO2, e opcionalmente ZrO2 como constituintes principais. Estas fibras são declaradas substancialmente não requerer nenhum óxido de metal de álcali exceto como impurezas de traço (presente a níveis de cen- tésimos de um percentual no máximo calculados como óxido de metal de álcali). As fibras têm uma composição geral Si0265-86%
MgO 14-35%
com os componentes MgO e SiO2 que compreendem pelo menos 82,5% em peso da fibra, o equilíbrio sendo chamado de constituintes e modificadores de viscosidade.
W02003/059835 descreve certas fibras de silicato de cálcio nas quais La2O3 ou ou- tros aditivos de lantanídeo são usados para melhorar a força das fibras e mantas feitas das fibras. Este pedido de patente não menciona níveis de óxido de metal de álcali, porém as quantidades na região de -0,5% em peso foram descritas em fibras pretendidas para uso como isolamento em até 1260°C ou mais. W02006/048610 descreveu que para as fibras de AES foi vantajoso, para propriedades mecânicas e térmicas, incluir quantidades pequenas de óxidos de metal de álcali.
O escopo de tais fibras de biopersistência baixa é limitado, pelo fato de que acima de cerca de 1300°C elas tendem a deteriorar no desempenho.
As fibras de biopersistência baixa alternativas que foram propostas são aluminatos de terra alcalina. Tais materiais foram sugeridos como aluminato de cálcio (EP0586797) e aluminato de estrôncio (W096/04214). Tais fibras não são produzidas comercialmente.
Os requerentes desenvolveram fibras de solução-gel que compreendem aluminos- silicatos que têm adições significantes de óxidos de metal de terra alcalina ou óxidos de me- tal de álcali e estas são o tema do pedido de patente Internacional No. PCT/GB2006/004182.
Os requerentes atualmente desenvolveram uma química de fibra alternativa que
fornece fibras de baixa biopersistência, para as quais algumas fibras são pelo menos capa- zes de fornecer fibras de desempenho térmico comparável com as fibras de aluminossilica- to.
Consequentemente, a presente invenção fornece fibras inorgânicas formadas por fusão que têm a composição: -
AI2O3 5 - 90% em mol
K2O 5 - 90% em mol SiO2 5 - 90% em mol
na qual SiO2 + AI2O3 + K2O >= 50% em mol, preferivelmente mais que 60% em mol, mais preferivelmente >=70% em mol, ainda mais preferivelmente >=80% em mol, ou até mesmo >= 90% em mol.
Em modalidades particulares tais fibras compreendem,
AI2O3 5 - 34% em mol K2O 5 - 34% em mol SiO2 61 - 90% em mol ou
AI2O3 5 - 78% em mol
K2O 17 - 90% em mol SiO2 5 - 61% em mol ou
AI2O3 24 - 90% em mol K2O 5 -17% em mol
SiO2 5 - 61% em mol
A quantidade de K2O pode ser menor do que 50% em mol, menor de 40% em mol, menor de 35% em mol ou menor de 30% em mol. A quantidade de K2O pode ser maior que 10% em mol ou maior que 20% em mol. A quantidade de AI2O3 pode ser maior que 10% em mol, e pode ser maior que 20% em mol. A quantidade de SiO2 pode ser maior >=20% em mol, >=30% em mol, ou >=35% em mol. A quantidade de SiO2 pode estar abaixo de 80% em mol ou abaixo de 70% em mol.
Outras características da invenção estão evidentes a partir das reivindicações e le- vando em consideração a seguinte descrição. Os inventores produziram uma faixa de fibras de aluminossilicato de potássio usan-
do um equipamento experimental no qual uma fusão foi formada de composição apropriada, puncionada por um orifício de 8-16 mm, e sopradas para produzir a fibra de uma maneira conhecida. (O tamanho do buraco da punção foi variado para satisfazer a viscosidade da fusão - este é um ajuste que deve ser determinado experimentalmente de acordo com o aparato e composição usados).
Os resultados juntados diferem daqueles mostrados na aplicação de prioridade, uma vez que foi determinado que uma temperatura de fusão insuficiente para algumas fu- sões resultou na presença de carbonato [potássio foi fornecido como carbonato de potás- sio]. Consequentemente, os resultados apresentados nas seguintes tabelas representam teste recente dos materiais exemplificados na aplicação de prioridade e exemplos adicio- nais.
A Tabela 1 anexada aqui mostra as fibras feitas e suas composições em percentual em peso como determinado por análise de fluorescência de raio X.
A Tabela 2 anexada aqui mostra as fibras feitas e suas composições calculadas em percentual em mol.
A Tabela 3 anexada aqui mostra o encolhimento das fibras feitas. O encolhimento foi medido pelo método de fabricação de pré-formas fundidas a vácuo, usando 75g de fibra em 500cm3 de 0,2% de solução de amido, em um instrumento de 120 χ 65 mm. Os pinos de platina (aproximadamente 0,3-0,5 mm de diâmetro) foram colocados 100 χ 45 mm separa- damente nos 4 cantos. Os comprimentos mais longos (LI & L2) e as diagonais (L3 & L4) foram medidas a uma precisão de + 5//m usando um microscópio móvel. As amostras foram colocadas em um forno e elevadas a uma temperatura 50°C abaixo da temperatura de teste a 300°C/hora e elevada a 120°C/hora para o último 50°C para temperatura de teste e deixa- das durante 24 horas. Na remoção do forno as amostras foram permitidas esfriar natural- mente. Os valores de encolhimento são determinados como uma média das 4 medições.
A Tabela 4 anexada aqui mostra a solubilidade das fibras feitas em ppm dos com- ponentes de vidro principais após um teste estático de 5 horas em uma solução salina fisio- lógica de pH~4,5.
Um procedimento detalhado para medir a solubilidade compreende pesar 0,500g + 0,003g de fibra em um tubo centrífugo usando pinças de plástico. A fibra é normalmente cortada (malha de arame 6#) e descobrida (peneirada a mão com arame 10#), porém pode ser volumosa ou obscurecida se somente quantidades pequenas de fibra estiverem disponí- veis. Cada amostra é pesada fora em duplicata. 25cm3 de fluido corpóreo simulado são derramados em cada tubo centrífugo usando o distribuidor graduado e os tubos selados. O fluido corpóreo simulado é somente adicionado à fibra no começo do teste e compreende os seguintes ingredientes em 10 litros de água. Reaqente Peso
NaHCO319,5 g CaCI2-2H20 0,29g Na2HPO4 1,48g Na2SO4 0,79g MgCI2-6H20 2,12
Glicina (H2NCH2CO2H)1,18g Na3citrato-2H20 1,52g Na3tartrato-2H20 1,8g Piruvato de Na 1,72g 90% de ácido láctico 1,56g
Formaldeído 15ml HCI ~7,5ml com o HCI adicionado lentamente, como isto é uma figura aproximada para ajuste de pH a uma figura final de ~4,5pH. O fluido corpóreo simulado é permitido em um mínimo de 24hrs para equilibrar e o pH é ajustado adequadamente após este período.
Todos os reagentes usados são de grau Analar ou grau equivalente e o procedi- mento é realizado usando equipamento de plástico uma vez que a lixiviação de sílica pode ocorrer de artigos de vidro.
Os tubos de centrífuga são então colocados em um banho de água com agitação, que é mantido em 37°C + 1°C (temperatura corpórea) e agitado durante 5hrs. O tempo cur- to de 5 horas foi escolhido por que a solubilidade de alguns destes materiais é tão alta que a quantidade de K2O Iixiviado pode fazer com que o pH se mova para valores mais altos, des- se modo distorcendo os resultados, se tempos mais longos foram usados.
Após a agitação, as duas soluções para cada fibra são decantadas e filtradas por papéis filtro sem cinza no. 40 diâmetro de 110mm, Whatman em uma garrafa de 50ml. A solução é então submetida à Espectroscopia de Emissão Atômica de Plasma Indutivamente AcopIada(ICP). Os óxidos testados dependerão da composição da fibra sendo testada. Os resultados são reportados como ppm do óxido relevante.
Referindo-se primeiro às propriedades da fibra, descobriu-se inicialmente que quando a relação molar de K2OiSiO2 é menor que 30:70 então as fibras grossas tendem a resultar com diâmetros de fibra bem acima de 10 /vm [por exemplo, 50-250/vm]. Entretanto, subseqüentemente isto foi constatado ser uma generalização muito abrangente e foi perce- bido que as fibras com mais que 40% em peso de SiO2 [tipicamente mais que 52% em mol] eram grossas. Tais fibras que têm mais de 40% em peso de SiO2 e que são feitas como fibras finas tendem a ter um encolhimento relativamente elevado uma vez que elas tendem a ser propensas ao fluxo viscoso. No entanto tais fibras podem ser de interesse em algu- mas aplicações. Se fibras finas [< 10/vm de diâmetro] são requeridas, então os modificado- res de viscosidade podem ser adicionados. Os modificadores de viscosidade adequados podem compreender óxidos de metal de álcali, óxidos de metal alcalino terroso, elementos de lantanídeo, óxido de boro, fluoreto, e realmente qualquer elemento ou composto conhe- cido na técnica para afetar a viscosidade de vidros de silicato. As quantidades e tipo de tais modificadores de viscosidade deveriam ser selecionados de acordo com o uso final das fi- bras. O óxido de boro, por exemplo, é provável reduzir a temperatura de uso máxima embo- ra possa ser tolerado [veja fibra KAS80]. Um modificador de viscosidade que se descobriu ser particularmente útil é magnésio, que pode ser adicionado como o óxido ou em outra for- ma [veja, por exemplo, fibra KMASI]. O óxido de cálcio pode ser tolerado assim como pode o óxido de estrôncio. O óxido de zircônio e o óxido de ferro podem ser tolerados em quanti- dades pequenas. Em geral, as composições da presente invenção parecem tolerantes de aditivos embora a quantidade aceitável para alcançar as propriedades desejadas varie de aditivo para aditivo.
A Tabela 3 mostra que a maioria das fibras tem um encolhimento relativamente bai- xo em temperaturas de IOOO0C a 1300°C, com muitas tendo baixo encolhimento mesmo tão alto quanto 1500°C. Parece que essas fibras com muito de um excesso de K2O sobre AI2O3, ou muito pouco K2O em relação a AI2O3 mostram encolhimentos elevados e ao mesmo tem- po utilizáveis em aplicações tais como reforço ou como materiais de carga em artigos de compósito não serão recomendadas para uso como materiais de isolamento de temperatura elevada.
Próximo de uma relação molar de 1:1 K2O: AI2O3 parece fornecer bons resultados e para melhor desempenho de temperatura elevada [encolhimento baixo após exposição a 1300°C durante 24 horas] a relação molar K20:AI203 pode ser menor que 1,6, preferivelmen- te menor que 1,5, mais preferivelmente menor que 1,45; e pode ser maior que 0,4, preferi- velmente maior que 0,8.
Preferivelmente as fibras das composições supracitadas têm um ponto de fusão maior que 1400°C. Ainda mais preferivelmente as fibras têm um ponto de fusão maior que 1600°C, mais preferivelmente maior que 1650°C, e ainda mais preferivelmente maior que 1700°C. (Para vidros o ponto de fusão é definido como a temperatura na qual a composição tem uma viscosidade de 10 Pa.s). Pode ser visto que a composição KMASI funde a 1450°C ainda que tendo um encolhimento relativamente baixo a 1400°C. Uma tal fibra poderia ser razoavelmente usada em aplicações de isolamento em temperaturas até 1350°C ao mesmo tempo em que ainda deixando ambiente para excursões temporárias para temperaturas mais altas. Em contraste, muitas das fibras ainda mostram encolhimento baixo a 1500°C e seriam adequadas para aplicações de temperatura mais elevada.
Deveria ser notado que em temperaturas elevadas as fibras podem ter uma ten- dência a perder potássio. Ao mesmo tempo em que isto pode limitar as aplicações para as quais as fibras podem ser postas, há muitas aplicações para as quais isto não é um proble- ma.
O sistema de K2O-AI2O3-SiO2 contém regiões amplas de ponto de fusão elevado. Por exemplo, como uma indicação somente: *a composição mineral K20 AI203-2Si02 (caliofilita) tem um ponto de fusão de
~1800°C
•a composição mineral K20 AI203-4Si02 (Ieucita) tem um ponto de fusão de ~1690°C. Em contraste, há regiões onde os pontos de fusão são mais baixos e alguns euté- ticos são formados.
Para facilidade de fabricação uma composição que tem um ponto de fusão baixo
[por exemplo, perto ou em um eutético] será preferida, considerando que para melhor de- sempenho de temperatura elevada uma composição que tem um ponto de fusão elevado será preferida. Os requerentes descobriram que as composições com cerca de 35-40% em peso de sílica [tipicamente 47-52% em mol] são fáceis de formar fibras e formam fibras que mostram baixo encolhimento em temperaturas elevadas. Tais fibras com cerca de 23-25% em peso de K2O [tipicamente 18-22% em mol] são particularmente facilmente formadas.
A solubilidade mostrada na Tabela 4 indica que solubilidade extremamente elevada pode ser alcançada.
As fibras com K2O + AI2O3 + SiO2 > 80% e com menos de 20% em mol de K2O1 ao mesmo tempo em que mostrando solubilidade consideravelmente mais elevada do que uma fibra de aluminossilicato [RCF] não tendem a mostrar tal solubilidade elevada como fibras silicato de magnésio de cálcio. Uma solubilidade boa para tais fibras é encontrada para K2O na faixa de 25% em mol a 30% em mol. Para fibras que têm adições significantes de alguns aditivos de modificação de viscosidade [por exemplo, Mg] a solubilidade elevada pode ser encontrada [Veja, KMASI].
Para comparação, a solubilidade total de uma fibra de cálcio-silicato de magnésio comercial (que é considerada biossolúvel em uma solução fisiológica simulada de pH 7,4) e uma fibra de aluminossilicato comercial (que não é considerada biossolúvel em uma solução fisiológica simulada de pH 7,4) medida sob as mesmas condições foram ambas ~13ppm.
Ao mesmo tempo em que as solubilidades estáticas são somente indicativas de bi- opersistência, estes resultados são apoio forte para a premissa que se inaladas as fibras da invenção não persistiriam tanto quanto as fibras de aluminossilicato comerciais.
Para aplicações onde a resiliência mecânica é importante as fibras podem ser sub- metidas a um tratamento térmico. Uma tal aplicação está em dispositivos de controle da poluição como conversores catalíticos, armadilhas ou filtros particulados diesel, tubos de exaustão e similares. As demandas de um tal ambiente são altas e em particular os tapetes e cones externos usados necessitam ter resiliência suficiente para permanecer no lugar a- pós a exposição a temperaturas de 800°C ou mais [tipicamente 900°C pode ocorrer]. As fibras amorfas foram usadas para fazer tais cones externos, porém tendem a perder a resili- ência, e conseqüentemente sua pressão de contenção contra as paredes de alojamento, se expostas a temperaturas acima de cerca de 900°C.
Por resiliência, neste contexto, é entendida a capacidade de um artigo de recuperar sua forma inicial depois de deformação. Isto pode ser medido simplesmente observando o tamanho e a forma de um artigo após a deformação para ver até que ponto voltou da forma deformada para a forma de não deformada. Porém, no presente contexto é normalmente medido observando-se a força que resiste a deformação, uma vez que isto é um indicador de como bem os cones externos são prováveis a ficar no lugar.
W02004/064996 propõe o uso de fibras que sejam pelo menos parcialmente crista- linas ou microcristalinas uma vez que essas são declaradas serem resistentes ao encolhi- mento e mais relientes do que as fibras amorfas, embora W02004/064996 reconheça que tais fibras cristalinas ou microcristalinas sejam mais frágeis do que as fibras amorfas. A na- tureza resiliente das fibras cristalinas ou microcristalinas tratadas por calor é bem conhecida na técnica geral - veja, por exemplo, WOOO/75496 e W099/46028.
As fibras vítreas tais como fibras de silicato formadas por fusão são submetidas a
regulamento na Europa, e classes de fibra diferentes têm classificações de perigo diferentes e requerimentos de rotulação. As fibras de aluminossilicato vítreas convencionais requerem classificação mais rigorosa relativo às periculosidades [como então chamados carcinógenos de categoria 2] do que fazem as fibras de silicato alcalino terroso que são exoneradas de classificação carcinógena.
Diretiva 97/69/EC que emenda o Anexo 1 da Diretiva 67/548/EEC e classifica os materiais quanto a sua carcinogenicidade potencial (Diretiva de Substâncias Perigosas) tem duas categorias químicas amplas para fibras de silicato de menos do que 6//m de diâmetro. Estas categorias e suas conseqüências são:
>18% em peso/peso (Cao, MgO1 Na2O1 K2O, BaO) Categoria 3 - requer rótulo de adver- tência do produto mostrando St. An- drews Cross e indicando perigo se inalado - tais fibras podem ser exo- neradas de exigências de rotulação se elas encontram um ou mais testes definidos de baixa biopersistência. < 18% em peso/peso (Cao, MgO, Na2O1 K2O, BaO) Categoria 2 - requer rótulo de adver- tência do produto mostrando símbolo de caveira e morte e indicando carci- nógeno potencial se inalado - não pode ser exonerado de requerimen- tos de rotulação
Será evidente que a classe agora reivindicada de composições de cobertura de fi-
bras que poderiam se incluir na Categoria 3 ou Categoria 2, porém vantajosamente, a quan- tidade de CaO + MgO + Na2O + K2O + BaO é maior que 18% em peso.
As reivindicações anexas limitam as fibras a serem fibras formadas por fusão. Será evidente que fibras semelhantes podem ser capazes de fabricação usando rotinas alternati- vas tais como rotinas de solução-gel. A presente invenção também abrange tais fibras de solução-gel fornecidas que compreendem 12% em mol ou mais de K2O. Tabela 1 Referência da fibra Percentual em peso da composição CaO MgO SrO Na2O K2O AI2O3 SiO2 Fe2O3 B2O3 ZrO2 KAS3 0,3 0,1 0,0 0,0 21,9 25,3 51,8 0,0 0,0 0,0 KAS2 0,0 0,0 0,0 0,0 34,0 29,0 35,7 0,0 0,0 0,0 KAS4 0,0 0,0 0,0 0,0 18,5 22,0 58,7 0,0 0,0 0,0 KAS5 0,0 0,0 0,0 0,0 33,0 18,9 45,7 0,0 0,0 0,0 KAS9 0,0 0,0 0,0 0,0 24,4 24,3 49,6 0,0 0,0 0,0 KAS10 0,0 0,0 0,0 0,0 35,5 24,5 39,3 0,0 0,0 0,0 KAS11 0,0 0,0 0,0 0,0 37,1 22,7 37,9 0,0 0,0 0,0 KAS13 0,0 0,0 0,0 0,0 22,9 26,5 49,7 0,0 0,0 0,0 KAS14 0,0 0,0 0,0 0,0 29,8 25,7 42,8 0,0 0,0 0,0 KAS15 0,0 0,0 0,0 0,0 37,4 26,8 33,8 0,0 0,0 0,0 KAS12 0,0 0,0 0,0 0,0 30,4 17,7 51,4 0,0 0,0 0,0 KAS17 0,0 0,0 0,0 0,0 27,1 27,0 45,2 0,0 0,0 0,0 KNAS1 0,0 0,0 0,0 6,7 26,2 28,4 37,9 0,0 0,0 0,0 KMAS1 0,0 13,9 0,0 0,0 19,8 16,1 50,0 0,0 0,0 0,0 KNAS2 0,0 0,0 0,0 6,8 24,1 29,2 39,3 0,0 0,0 0,0 KAS18 0,0 0,0 0,0 0,0 23,8 15,3 60,4 0,0 0,0 0,0 KAS25 0,0 0,0 0,0 0,0 35,6 35,9 26,3 0,0 0,0 0,0 KAS27 0,0 0,0 0,0 0,2 37,1 31,3 31,3 0,0 0,0 0,0 KAS28 0,0 0,0 0,0 0,0 32,5 34,6 31,1 0,0 0,0 0,0 KAS29 0,0 0,0 0,0 0,0 34,5 28,8 36,7 0,0 0,0 0,0 KAS30 0,0 0,0 0,0 0,0 25,6 36,3 35,9 0,0 0,0 0,0 KAS31 0,0 0,0 0,0 0,0 20,6 40,1 37,5 0,0 0,0 0,0 KAS32 0,0 0,0 0,0 0,0 25,3 32,3 41,4 0,0 0,0 0,0 KAS33 0,0 0,0 0,0 0,0 17,4 36,7 45,4 0,0 0,0 0,0 KAS34 0,0 0,0 0,0 0,0 20,7 31,1 46,2 0,0 0,0 0,0 KAS35 0,0 0,0 0,0 0,0 15,1 34,9 48,5 0,0 0,0 0,0 KAS36 0,0 0,0 0,0 0,0 14,9 31,6 52,3 0,0 0,0 0,0 KAS37 0,0 0,0 0,0 0,0 31,8 29,4 39,2 0,0 0,0 0,0 KAS40 0,0 0,0 0,0 0,1 21,4 20,3 57,2 O1O 0,0 0,0 KMAS3 0,0 5,1 0,0 0,0 19,4 19,7 55,5 0,0 0,0 0,0 KAS41 0,0 0,0 0,0 0,1 33,8 37,1 27,5 0,0 0,0 0,0 KAS43 0,0 0,0 0,0 0,0 23,7 24,0 50,7 0,0 0,0 0,0 KAS44 0,0 0,0 0,0 0,0 28,5 31,3 40,7 0,0 0,0 0,0 Tabela 1 Referência Percentual em peso da composição CaO MgO SrO Na2O K2O AI2O3 SiO2 Fe2O3 B2O3 ZrO2 KAS45 0,0 0,0 0,0 0,0 28,0 27,5 44,5 0,0 0,0 0,0 KAS46 0,0 0,0 0,0 0,0 27,7 28,3 43,2 0,0 0,0 0,0 KAS47 0,0 0,0 0,0 0,0 25,1 24,8 49,4 0,0 0,0 0,0 KMAS4 0,1 5,4 0,0 0,1 16,6 19,4 57,1 0,0 0,0 0,0 KAS50 0,0 0,0 0,0 0,1 34,4 35,5 29,6 0,0 0,0 0,0 KAS51 0,0 0,1 0,0 0,1 33,7 41,7 23,4 0,0 0,0 0,0 KAS52 0,0 0,0 0,0 0,1 43,2 26,0 31,3 0,0 0,0 0,0 KAS53 0,0 0,0 0,0 0,1 29,8 42,60 26,7 0,0 0,0 0,0 KAS54 0,0 0,0 0,0 0,1 22,5 42,90 33,9 0,0 0,0 0,0 KAS55 0,0 0,0 0,0 0,2 25,3 39,9 33,3 0,0 0,0 0,0 KAS56 0,2 0,1 0,0 0,2 17,8 48,8 32,5 0,0 0,0 0,0 KSAS1 0,0 0,0 2,4 0,2 24,8 30,3 41,9 0,0 0,0 0,0 KCAS1 2,3 0,1 0,0 0,1 27,5 27,2 42,0 0,0 0,0 0,0 KMAS6 0,0 2,8 0,0 0,2 24,3 30,1 40,7 0,0 0,0 0,0 KAS48 0,0 0,1 0,0 0,1 30,5 32,8 35,9 0,0 0,0 0,0 KAS59 0,3 0,1 0,0 0,2 20,0 45,3 32,5 0,1 0,0 0,0 KCAS2 2,7 0,1 0,0 0,1 20,4 34,0 40,9 0,0 0,0 0,0 KSAS2 0,1 0,1 2,9 0,2 21,4 37,6 37,1 0,0 0,0 0,0 KAS60 0,0 0,1 0,0 0,7 18,1 37,8 42,3 0,0 0,0 0,0 KAS61 0,0 0,0 0,0 0,2 15,9 35,1 46,5 0,1 0,0 0,0 KAS62 0,0 0,1 0,0 0,2 32,0 45,8 21,1 0,1 0,0 0,0 KAS63 0,0 0,1 0,0 0,2 24,6 55,0 17,9 0,0 0,0 0,0 KAS65 0,0 0,1 0,0 0,2 24,1 43,0 31,5 0,1 0,0 0,0 KACaSrS02 2,4 0,1 2,2 0,2 24,6 28,9 39,0 0,0 0,0 0,0 KAMgSrS02 0,1 2,5 2,3 0,2 24,2 31,1 39,6 0,0 0,0 0,0 KAS63 0,0 0,1 0,0 0,2 28,5 50,6 21,4 0,0 0,0 0,0 KAS64 0,0 0,1 0,0 0,2 24,2 52,9 22,7 0,0 0,0 0,0 KAS66 0,0 0,1 0,0 0,2 18,0 45,3 35,2 0,0 0,0 0,0 KAS67 0,3 0,0 0,0 0,1 21,6 29,3 49,4 0,0 0,0 0,1 KAS68 0,2 0,0 0,0 0,2 32,3 54,9 13,2 0,0 0,0 0,1 KAS69 0,0 0,0 0,0 0,2 31,7 53,5 15,6 0,0 0,0 0,1 KAS70 0,0 0,0 0,0 0,2 30,7 58,9 11,7 0,0 0,0 0,1 KAS71 0,0 0,0 0,0 0,3 28,7 55,9 16,1 0,0 0,0 0,1 Tabela 1 Referência Percentual em peso da composição CaO MgO SrO Na2O K2O AI2O3 SiO2 Fe2O3 CO ZrO2 O CM CQ KAS72 O1O 0,0 0,0 0,3 28,4 58,8 12,4 0,0 0,0 0,1 KAS73 0,0 0,0 0,0 0,2 23,6 58,2 17,8 0,0 0,0 0,1 KAS74 0,0 0,0 0,0 0,3 24,1 61,7 13,4 0,0 0,0 0,1 KAS75 0,0 0,0 0,0 0,3 33,1 52,4 16,3 0,0 0,0 0,1 KAS76 0,0 0,0 0,8 0,2 21,0 29,0 48,6 0,0 0,0 0,1 KAS77 0,9 0,0 0,0 0,2 22,1 28,2 49,1 0,1 0,0 0,1 KAS78 0,0 1,0 0,0 0,2 21,1 27,8 49,0 0,1 0,0 0,1 KAS79 0,0 0,0 0,0 0,8 22,5 29,2 48,1 0,1 0,0 0,1 KAS80 0,0 0,0 0,0 0,2 22,9 29,7 47,3 0,0 0,7 0,1 KAS81 0,5 0,1 0,0 0,2 21,2 28,7 49,4 0,0 0,0 0,1 KAS82 0,0 0,2 0,4 0,2 20,7 30,0 48,4 0,0 0,0 0,1 KAS83 0,5 0,1 0,8 0,2 20,7 29,0 48,2 0,0 0,0 0,1 KAS84 0,5 0,1 0,5 0,2 21,2 30,2 47,1 0,0 0,0 0,1 KAS85 1,0 0,1 0,5 0,2 21,3 30,2 47,0 0,1 0,0 0,1 KAS76-2 0,1 0,3 0,9 0,2 20,7 30,1 47,1 0,0 0,0 0,1 KAS77-2 1,0 0,1 0,0 0,2 21,1 30,7 47,0 0,0 0,0 0,1 KAS76-3 0,0 0,1 0,9 0,3 21,2 29,2 48,3 0,0 0,0 0,1 KAS82-2 0,1 0,1 0,4 0,1 20,4 28,5 50,4 0,1 0,0 0,1 KAS86 1,0 0,1 0,9 0,2 20,7 30,2 46,8 0,1 0,0 0,1 Tabela 2 Referência Percentual em mol da composição CaO MgO SrO Na2O K2O AI2O3 SiO2 Fe2O3 B2O3 ZrO2 KAS3 0,4% 0,2% 0,0% 0,0% 17,2% 18,4% 63,8% 0,0% 0,0% 0,0% KAS2 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 29,1% 23,0% 47,9% 0,0% 0,0% 0,0% KAS4 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 14,1% 15,5% 70,3% 0,0% 0,0% 0,0% KAS5 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 27,0% 14,3% 58,7% 0,0% 0,0% 0,0% KAS9 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 19,6% 18,0% 62,4% 0,0% 0,0% 0,0% KAS10 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 29,6% 18,9% 51,5% 0,0% 0,0% 0,0% KAS11 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 31,6% 17,8% 50,6% 0,0% 0,0% 0,0% KAS13 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 18,3% 19,5% 62,2% 0,0% 0,0% 0,0% KAS14 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 24,7% 19,7% 55,6% 0,0% 0,0% 0,0% KAS15 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 32,5% 21,5% 46,0% 0,0% 0,0% 0,0% Tabela 2 Referência Percentual em mol da composição CaO MgO SrO Na2O K2O AI2O3 SiO2 Fe2O3 B2O3 ZrO2 KAS12 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 23,9% 12,8% 63,3% 0,0% 0,0% 0,0% KAS17 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 22,0% 20,3% 57,7% 0,0% 0,0% 0,0% KNAS1 0,0% 0,0% 0,0% 8,3% 21,5% 21,5% 48,7% 0,0% 0,0% 0,0% KMAS1 0,0% 22,3% 0,0% 0,0% 13,6% 10,2% 53,9% 0,0% 0,0% 0,0% KNAS2 0,0% 0,0% 0,0% 8,4 19,6% 21,9% 50,1% 0,0% 0,0% 0,0% KAS18 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 17,9% 10,7% 71,4% 0,0% 0,0% 0,0% KAS25 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 32,4% 30,2% 37,5% 0,0% 0,0% 0,0% KAS27 0,0% 0,0% 0,0% 0,3% 32,1% 25,1% 42,5% 0,0% 0,0% 0,0% KAS28 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 28,7% 28,2% 43,1% 0,0% 0,0% 0,0% KAS29 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 29,1% 22,4% 48,5% 0,0% 0,0% 0,0% KAS30 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 22,2% 29,1% 48,8% 0,0% 0,0% 0,0% KAS31 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 17,7% 31,8% 50,5% 0,0% 0,0% 0,0% KAS32 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 21,1% 24,9% 54,1% 0,0% 0,0% 0,0% KAS33 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 14,2% 27,6% 57,9% 0,0% 0,0% 0,0% KAS34 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 17,0% 23,6% 59,4% 0,0% 0,0% 0,0% KAS35 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 12,2% 26,1% 61,6% 0,0% 0,0% 0,0% KAS36 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 11,8% 23,2% 65,0% 0,0% 0,0% 0,0% KAS37 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 26,4% 22,6% 51,0% 0,0% 0,0% 0,0% KAS40 0,0% 0,0% 0,0% 0,1% 16,5% 14,4% 69,0% 0,0% 0,0% 0,0% KMAS3 0,0% 8,7% 0,0% 0,0% 14,2% 13,3% 63,7% 0,0% 0,0% 0,0% KAS41 0,0% 0,0% 0,0% 0,1% 30,4% 30,8% 38,7% 0,0% 0,0% 0,0% KAS43 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 18,9% 17,7% 63,4% 0,0% 0,0% 0,0% KAS44 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 23,5% 23,9% 52,6% 0,0% 0,0% 0,0% KAS45 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 22,7% 20,6% 56,6% 0,0% 0,0% 0,0% KAS46 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 22,8% 21,5% 55,7% 0,0% 0,0% 0,0% KAS47 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 20,0% 18,3% 61,7% 0,0% 0,0% 0,0% KMAS4 0,1% 9,2% 0,0% 0,1% 12,1% 13,1% 65,4% 0,0% 0,0% 0,0% KAS50 0,0% 0,0% 0,0% 0,1% 30,2% 28,8% 40,8% 0,0% 0,0% 0,0% KAS51 0,0% 0,2% 0,0% 0,1% 30,8% 35,2% 33,6% 0,0% 0,0% 0,0% KAS52 0,0% 0,0% 0,0% 0,1% 37,1% 20,6% 42,1% 0,0% 0,0% 0,0% KAS53 0,0% 0,0% 0,0% 0,1% 26,8% 35,4% 37,7% 0,0% 0,0% 0,0% KAS54 0,0% 0,0% 0,0% 0,1% 19,5% 34,3% 46,0% 0,0% 0,0% 0,0% KAS55 0,0% 0,0% 0,0% 0,3% 22,1% 32,1% 45,5% 0,0% 0,0% 0,0% Tabela 2 Referência Percentual em mol da composição CaO MgO SrO Na2O K2O AI2O3 SiO2 Fe2O3 CO ZrO2 O CM ω KAS56 0,3% 0,2% 0,0% 0,3% 15,5% 39,3% 44,4% 0,0% 0,0% 0,0% KSAS1 0,0% 0,0% 1,8% 0,3% 20,5% 23,1% 54,3% 0,0% 0,0% 0,0% KCAS1 3,1% 0,2% 0,0% 0,1% 22,4% 20,5% 53,7% 0,0% 0,0% 0,0% KMAS6 0,0% 5,3% 0,0% 0,2% 19,8% 22,7% 52,0% 0,0% 0,0% 0,0% KAS48 0,0% 0,2% 0,0% 0,1% 26,0% 25,8% 47,9% 0,0% 0,0% 0,0% KAS59 0,4% 0,2% 0,0% 0,3% 17,6% 36,7% 44,7% 0,1% 0,0% 0,0% KCAS2 3,8% 0,2% 0,0% 0,1% 16,9% 26,0% 53,1% 0,0% 0,0% 0,0% KSAS2 0,1% 0,2% 2,2% 0,3% 18,2% 29,5% 49,4% 0,0% 0,0% 0,0% KAS60 0,0% 0,0% 0,0% 0,9% 15,0% 29,0% 55,1% 0,0% 0,0% 0,0% KAS61 0,0% 0,1% 0,0% 0,2% 13,1% 26,6% 59,9% 0,0% 0,0% 0,0% KAS62 0,0% 0,1% 0,0% 0,3% 29,6% 39,2% 30,6% 0,1% 0,0% 0,0% KAS63 0,0% 0,1% 0,0% 0,3% 23,7% 48,9% 27,0% 0,0% 0,0% 0,0% KAS65 0,0% 0,1% 0,0% 0,3% 21,2% 35,0% 43,5% 0,1% 0,0% 0,0% KACaS- 3,4% 0,2% 1,7% 0,3% 20,7% 22,4% 51,4% 0,0% 0,0% 0,0% rS02 KAMgS- 0,1% 4,8% 1,7% 0,2% 19,6% 23,3% 50,3% 0,0% 0,0% 0,0% rS02 KAS63 0,0% 0,2% 0,0% 0,3% 26,1% 42,8% 30,7% 0,0% 0,0% 0,0% KAS64 0,0% 0,2% 0,0% 0,3% 22,2% 44,8% 32,6% 0,0% 0,0% 0,0% KAS66 0,0% 0,2% 0,0% 0,3% 15,6% 36,2% 47,7% 0,0% 0,0% 0,0% KAS67 0,4% 0,0% 0,0% 0,1% 17,0% 21,3% 61,1% 0,0% 0,0% 0,1% KAS68 0,3% 0,0% 0,0% 0,3% 30,9% 48,6% 19,8% 0,0% 0,0% 0,1% KAS69 0,0% 0,0% 0,0% 0,3% 29,9% 46,6% 23,1% 0,0% 0,0% 0,1% KAS70 0,0% 0,0% 0,0% 0,3% 29,6% 52,4% 17,7% 0,0% 0,0% 0,1% KAS71 0,0% 0,0% 0,0% 0,4% 27,0% 48,7% 23,8% 0,0% 0,0% 0,1% KAS72 0,0% 0,0% 0,0% 0,4% 27,7% 52,9% 18,9% 0,0% 0,0% 0,1% KAS73 0,0% 0,0% 0,0% 0,3% 22,3% 50,9% 26,4% 0,0% 0,0% 0,1% KAS74 0,0% 0,0% 0,0% 0,4% 23,5% 55,5% 20,5% 0,0% 0,0% 0,1% KAS75 0,0% 0,0% 0,0% 0,4% 30,8% 45,0% 23,8% 0,0% 0,0% 0,1% KAS76 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 16,8% 21,4% 60,9% 0,0% 0,0% 0,1% KAS77 1,2% 0,0% 0,0% 0,2% 17,4% 20,5% 60,6% 0,0% 0,0% 0,1% KAS78 0,0% 1,8% 0,0% 0,2% 16,7% 20,3% 60,8% 0,0% 0,0% 0,1% KAS79 0,0% 0,0% 0,0% 1,0% 17,8% 21,4% 59,7% 0,0% 0,0% 0,1% Tabela 2 Referência Percentual em mol da composição CaO MgO SrO Na2O K2O AI2O3 SiO2 Fe2O3 CO ZrO2 O CM CQ KAS80 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 18,2% 21,8% 58,9% 0,0% 0,8% 0,1% KAS81 0,7% 0,2% 0,0% 0,2% 16,7% 20,9% 51,2% 0,0% 0,0% 0,1% KAS82 0,0% 0,4% 0,3% 0,2% 16,5% 22,1% 60,5% 0,0% 0,0% 0,1% KAS83 0,7% 0,2% 0,6% 0,2% 16,5% 21,4% 60,3% 0,0% 0,0% 0,1% KAS84 0,7% 0,2% 0,4% 0,2% 17,0% 22,3% 59,1% 0,0% 0,0% 0,1% KAS85 1,3% 0,2% 0,4% 0,2% 16,9% 22,2% 58,6% 0,0% 0,0% 0,1% KAS76-2 0,1% 0,6% 0,7% 0,2% 16,6% 22,4% 59,3% 0,0% 0,0% 0,1% KAS77-2 1,3% 0,2% 0,0% 0,2% 16,8% 22,6% 58,7% 0,0% 0,0% 0,1% KAS76-3 0,0% 0,2% 0,7% 0,4% 16,9% 21,5% 60,3% 0,0% 0,0% 0,1% KAS82-2 0,1% 0,2% 0,3% 0,1% 16,1% 20,8% 62,3% 0,0% 0,0% 0,1% KAS86 1,3% 0,2% 0,7% 0,2% 16,5% 22,3% 58,6% 0,0% 0,0% 0,1% Tabela 3 Referência % de encolhimento em temperatura especificada 0C durante 24 horas 1000 1100 1200 1300 1400 1500 KAS3 2,3 2,5 1500 KAS2 1,6 1,7 2,3 KAS4 0,9 1,0 0,4 KAS5 18,5 17,0 KAS9 1,4 1,5 1,2 KAS10 3,6 3,7 3,6 KAS11 2,4 0,0 5,4 6,3 7,0 6,8 KAS13 0,8 1,1 1,4 KAS14 0,4 1,1 1,1 1,2 KAS15 2,9 2,6 2,6 2,8 KAS12 19,8 19,3 KAS17 0,8 1,1 1,4 KNAS1 2,1 3,4 4,3 KMAS1 2,5 2,1 2,2 2,9 3,2 Fusão em 1450 KNAS2 1,6 2,2 2,5 4,5 4,4 KAS18 11,0 10,9 KAS25 0,9 1,4 1,7 1,5 3,9 5,0 KAS27 1,9 2 2,1 2,2 2,8 2,8 KAS28 1,5 1,4 1,4 1,8 3,0 3,3 KAS29 1,7 1,9 1,9 1,8 1,8 1,9 KAS30 1,4 1,5 1,5 1,1 1,2 1,0 KAS31 2,3 2,4 2,7 3,7 3,8 3,8 KAS32 1,9 1,9 1,7 2,0 2,1 2,3 KAS33 2,1 2,1 2,3 1,9 1,9 2,0 KAS34 1,6 2,4 2,5 3,7 3,8 3,8 KAS35 2,6 5,4 9,7 KAS36 3,8 4,1 5,2 KAS37 1,5 1,6 KAS40 0,5 0,5 KMAS3 1,4 1,2 0,8 1,7 1,8 Fundido KAS41 4,6 KAS43 0,0 0,0 KAS44 0,6 0,0 ο,ο 0,4 0,0 0,0 KAS45 0,7 0,6 1,3 1,2 KAS46 1,4 0,0 KAS47 1,2 0,0 KMAS4 3,7 Fundido KAS50 1,4 1,6 1,8 2,0 3,0 3,9 KAS51 0,4 0,5 1,1 3,0 4,2 5,3 KAS52 1,0 0,7 0,1 1,3 1,0 0,3 KAS53 1,7 , 3,3 3,8 KAS54 1,8 1,9 2,0 KAS55 1,7 2,4 3,1 KAS56 1,5 2,0 2,8 3,3 KSAS1 0,0 0,0 0,0 0,6 0,0 0,5 KCAS1 0,8 1,1 1,9 KMAS6 0,4 1,4 4,1 KAS48 1,7 1,8 2,0 2,1 2,3 3,1 KAS59 2,4 2,5 3,0 4,9 KCAS2 2,5 2,4 Fundido KSAS2 1,7 1,7 1,9 2,1 10,4 KAS60 2,5 2,5 2,6 3,8 3,9 3,5 KAS61 1,8 2,3 2,8 2,6 2,7 2,0 KAS62 0,6 0,6 0,7 2,3 3,8 5,3 KAS63 1,0 1,2 1,8 2,5 2,8 3,7 KAS65 2,0 1,8 1,8 1,7 2,3 2,7 KACaSrS02 1,3 1,0 1,0 1,0 4,4 KAMgSrS02 1,0 1,0 0,9 1,9 4,9 Fundido KAS63 1,3 1,4 1,8 2,5 3,8 4,7 KAS64 2,5 2,7 3,3 3,7 4,0 6,0 KAS66 1,8 1,9 2,4 2,6 2,9 2,6 KAS67 0,7 1,8 1,7 1,8 1,2 1,4 KAS68 6,6 KAS69 6,0 7,2 KAS70 6,6 KAS71 4,7 6,6 KAS72 6,5 8,5 KAS73 1,5 1,7 2,4 2,7 3,6 7,1 KAS74 5,6 KAS75 6,5 8,2 KAS76 0,2 2,3 1,2 1,2 1,2 1,3 KAS77 0,6 2,7 2,7 2,8 2,8 4,1 KAS78 3,6 3,7 3,8 3,8 3,9 4,1 KAS79 0,0 1,1 1,2 1,3 1,3 1,3 KAS80 0,0 0,3 0,2 0,2 0,1 0,2 KAS81 0,0 1,0 1,0 1,1 1,2 KAS82 4,0 KAS83 2,7 3,9 3,8 3,9 4,0 KAS84 0,0 0,9 0,8 1,0 1,0 KAS85 4,9 KAS76-2 6,2 KAS77-2 0,4 0,4 0,6 KAS76-3 10,7 KAS82-2 16,2 KAS86 15,1 Tabela 4 Referência Solubilidade em PPM AI2O3 CaO Fe2O3 MgO SiO2 K2O Total KAS 3 0 0 0 0 3 37 40 KAS2 7 O O O 9 202 218 KAS4 1 O O O 1 17 19 KAS5 O O O O 3 356 359 KAS9 3 O O O 2 47 52 KAS10 2 O O O 2 460 464 KAS11 O O O O 14 400 414 KAS13 1 O O O 2 10 13 KAS14 O O O O 2 101 103 KAS15 1 O O O 3 265 269 KAS12 O O O O 14 216 230 KAS17 2 O O O 4 44 50 KNAS1 5 O O O 6 150 161 KMAS1 1 O O O 3 323 327 KNAS2 6 O O O 11 74 91 KAS18 2 O O O 1 12 15 KAS25 6 O O O 8 351 365 KAS27 4 O O O 5 303 312 KAS28 12 O O O 11 168 191 KAS29 6 O O O 7 255 268 KAS30 15 O O O 15 97 127 KAS31 11 O O O 8 52 71 KAS32 5 O O O 6 72 83 KAS33 3 O O O 3 334 340 KAS34 2 O O O 2 154 158 KAS35 4 O O O 3 61 68 KAS36 4 O O O 3 28 35 KAS37 5 O O O 6 61 72 KAS40 1 O O O 1 8 10 KMAS3 1 O O 3 O 1 5 KAS41 3 O O O 3 234 240 KAS43 KAS44 3 O O O 4 38 45 KAS45 1 O O O 1 4 6 KAS46 4 O O O 3 24 31 KAS47 1 O O O 3 161 165 KMAS4 1 O O 3 1 20 25 KAS50 15 0 0 0 13 21 49 KAS51 12 0 0 0 17 156 185 KAS52 7 0 0 0 5 201 213 KAS53 20 0 0 0 12 66 98 KAS54 1 1 0 0 2 96 100 KAS55 14 1 1 1 12 164 193 KAS56 3 0 0 0 2 433 438 KSAS1 12 1 0 1 3 13 16 46 KCAS1 18 2 0 0 23 30 73 KMAS6 5 0 0 5 3 67 80 KAS48 15 0 0 0 17 93 125 KAS59 4 0 0 0 4 137 145 KCAS2 2 1 0 0 2 177 182 KSAS2 6 0 0 2 0 5 38 51 KAS60 1 0 0 0 1 12 14 KAS61 2 0 0 0 3 419 424 KAS62 8 0 0 0 21 287 316 KAS63 7 0 0 0 18 346 371 KAS65 5 0 0 0 5 278 288 KACaSrS02 1 8 0 0 0 3 863 875 KAMgSrS02 4 0 0 7 1 6 237 255 KAS63 14 0 0 0 0 25 181 220 KAS64 9 0 0 0 0 15 201 225 KAS66 KAS67 3 0 0 0 0 1 7 11 KAS68 1220 0 0 0 0 11 2187 3418 KAS69 101 0 0 0 0 2 557 660 KAS70 1109 0 0 0 0 8 1735 2852 KAS71 96 0 0 1 0 3 512 612 KAS72 667 0 0 0 0 7 2060 2735 KAS73 10 0 0 0 0 3 355 368 KAS74 5 0 0 0 0 4 509 518 KAS75 20 0 0 0 0 5 350 375 KAS76 2 0 0 1 0 2 43 48 KAS77 2 0 0 0 0 2 22 28 KAS78 2 0 0 0 2 2 129 135 KAS79 2 O O O O 2 24 28 KAS80 2 O O O O 1 3 6 KAS81 1 1 O O O 1 2 5 KAS82 3 O O 1 O 3 46 53 KAS83 2 2 O 1 O 3 99 107 KAS84 2 2 O O O 2 10 16 KAS85 3 2 O 1 O 3 28 37 KAS76-2 2 O O 2 O 2 118 124 KAS77-2 2 2 O O O O 4 8 KAS76-3 KAS82-2 KAS86

Claims (19)

1. Fibras inorgânicas, CARACTERIZADAS pelo fato de que têm a composição: - AI2O3 5 - 90% em mol K2O 14 - 40% em mol SiO2 5 - 80% em mol na qual SiO2 + AI2O3 + K2O >= 80% em mol.
2. Fibras inorgânicas, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADAS pelo fato de que a quantidade de K2O é menor do que 30% em mol.
3. Fibras inorgânicas, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADAS pelo fato de que a quantidade de SiO2 é > =35% em mol.
4. Fibras inorgânicas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, CARACTERIZADAS pelo fato de que a quantidade de SiO2 é abaixo de 70% em mol.
5. Fibras inorgânicas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, CARACTERIZADAS pelo fato de que a quantidade de SiO2 é maior do que 52% em mol e as fibras compreendem modificadores de viscosidade em quantidades suficientes para per- mitir que as fibras menores do que 10yvm sejam formadas.
6. Fibras inorgânicas, de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADAS pelo fato de que o modificador de viscosidade é selecionado do grupo de óxidos de metal de ál- cali, óxidos de metal alcalino terroso, óxidos de lantanídeo, óxido de boro, fluoreto, e mistu- ras destes.
7. Fibras inorgânicas, de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADAS pelo fato de que o modificador de viscosidade compreende magnésio em óxido ou outra forma.
8. Fibras inorgânicas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, CARACTERIZADAS pelo fato de que a relação de molar de K2OiAI2O3 é menor do que 1,5 e maior que 0,4.
9. Fibras inorgânicas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, CARACTERIZADAS pelo fato de que a quantidade de CaO + MgO + Na2O + K2O + BaO é maior que 18% em peso.
10. Fibras inorgânicas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, CARACTERIZADAS pelo fato de que têm a composição: - AI2O3 10 - 50% em mol K2O 12 - 40% em mol SiO2 30 - 80% em mol na qual SiO2 + AI2O3 + K2O >= 80% em mol.
11. Fibras inorgânicas, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADAS pe- lo fato de que têm a composição: - AI2O3 15 - 40% em mol K2O 15 - 30% em mol SiO2 40 - 60% em mol na qual SiO2 + AI2O3 + K2O >= 90% em mol.
12. Fibras inorgânicas, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADAS pe- Lo fato de que a quantidade de AI2O3 é na faixa de 25-35% em mol.
13. Fibras inorgânicas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, CARACTERIZADAS pelo fato de que a quantidade de SiO2 é menor do que 52% em mol.
14. Isolamento térmico, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende fibras inorgânicas.
15. Isolamento térmico, de acordo com a reivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato de que o isolamento está na forma de manta.
16. Almécegas, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, CARACTERIZADAS pelo fato de que compreendem fibras inorgânicas.
17. Materiais de compósito, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, CARACTERIZADOS pelo fato de que compreendem as fibras inorgânicas.
18. Estruturas de apoio para corpos catalisadores, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, CARACTERIZADAS pelo fato de que compreendem fibras inor- gânicas.
19. Materiais de fricção, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, CARACTERIZADOS pelo fato de que compreendem as fibras inorgânicas.
BRPI0719017-4A 2006-11-28 2007-11-23 Composições de fibra inorgânica BRPI0719017A2 (pt)

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