BRPI0719833A2 - Sistema de descarga para remover sólidos de um vaso - Google Patents

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Randall L Force
Dung P Le
Mark W Blood
Gerardo Corona
W Scott Hamilton
Thomas A Maliszewski
William K Lutz
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Univation Tech Llc
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SISTEMA DE DESCARGA PARA REMOVER SÓLIDOS DE UM VASO".
Referência Cruzada a Pedidos Relacionados
Esse pedido reivindica os benefícios do pedido N0 60/850.552, 5 depositado em 10 de outubro de 2006, a descrição do qual é incorporada por referência em sua totalidade.
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se geralmente a um sistema de des- carga e método de remoção de uma mistura de sólido e gás de um vaso de 10 pressão com uma perda mínima de gás. Mais especificamente, essa descri- ção refere-se a um sistema e método para remoção de sólidos de um vaso de pressão de leito fluidificado com uma remoção mínima de gás. Antecedentes da Invenção
Existem muitos sistemas e métodos conhecidos para a descarga de sólidos a partir de um vaso de pressão de leito fluidificado, vaso de pres- são de leito fluidificado de fase gasosa, ou vaso de polimerização de leito fluidificado de fase gasosa. No entanto, o uso de sistemas e métodos de descarga existentes pode resultar em perda excessiva de reagente do sis- tema de descarga. Especificamente, uma quantidade significativa de gás ou mistura de gás e líquido é perdida devido ao espaço vazio dentro e em torno das partículas ser preenchido com mistura de gás de alta pressão. O gás pérfido deve então ser substituído, consumindo matéria-prima adicional, ou reciclado de volta para o sistema através de compressão, condensação com bombeamento, ou uma combinação dos mesmos. Em qualquer situação, as matérias-primas são desperdiçadas e a energia é consumida.
Um processo que envolve a descarga de uma mistura de gás e sólidos a partir de um vaso de pressão é o processo de fabricação de resi- nas de poliolefina envolvendo, dessa forma, a polimerização dos monômeros de olefina em um reator de leito fluidificado. Um exemplo de um processo 30 para a produção de resinas de poliolefina é descrito na patente U.S. N0 4.003.712 ("a patente '712"). Como definido aqui, um produto é descarrega- do a partir da zona de reação através de uma zona de travamento de gás e o monômero não-reagido que acompanha a resina é ventilado e reciclado de volta para a zona de reação pela compressão. O produto é então transferido para o equipamento a jusante através de um sistema de transporte de fase diluída convencional.
5 Um sistema de descarga alternativo é descrito na patente U.S.
N0 4.621.952 ("a patente '952"). Com referência à figura 1, um sistema de zona de travamento de gás da técnica anterior envolvendo múltiplos vasos de assentamento operando em série, é ilustrado. A patente '952 descreve que a mistura de gás perdida a partir do processo pode ser reduzida de for- 10 ma significativa pela utilização da capacidade de deslocamento de gás dos sólidos utilizando dois ou mais vasos com equalização de pressão entre ca- da um. Como praticado hoje em dia, uma válvula 10 entre um bocal no vaso de pressão de leito fluidificado 1 e o vaso de assentamento 4 é aberta, e só- lidos juntamente com o gás pressurizado entram no vaso de assentamento 15 4. Uma segunda conexão 9 entre o topo do vaso de assentamento 4 para uma seção de pressão ligeiramente mais baixa do reator fornece um percur- so de fluxo para o gás enquanto os sólidos assentam para preencher essen- cialmente o vaso de assentamento 4. Ambas as válvulas 10 e 9 são então fechadas, deixando o vaso de assentamento 4 cheio de partículas sólidas, 20 mas com espaços intersticiais entre as partículas preenchidos com a mistura de gás, e o vaso de assentamento 4 na pressão de reator total.
Uma válvula (ilustrada, porém não-numerada) é então aberta e sólidos são transferidos para um tanque de transferência 13. À medida que os sólidos fluem para dento do tanque de transferência 13, a equalização de 25 pressão também ocorre entre o tanque de transferência 13 e o tanque da câmara do produto 4. Depois da finalização, a pressão no tanque de transfe- rência 13 e o tanque da câmara de produto 4 é menor do que a pressão de reator e o produto pode ser transferido para outros vasos para processamen- to adicional com apenas uma transferência de gás pressurizado modesta.
Uma vez vazio, o papel de cada vaso muda para a função do
receptor de gás descrita acima. O gás recebido pelo vaso de assentamento
4 é então transferido de volta para dentro do vaso de pressão de leito fluidifi- cado 1 durante o próximo ciclo de enchimento. Enquanto é mais eficiente do que o processo descrito pela patente '712, a patente '952 apresenta algumas desvantagens. Inicialmente, o vaso de pressão de leito fluidificado deve ser elevado visto que os vasos de assentamento e os tanques de produto são 5 empilhados e localizados abaixo do leito fluidificado. Adicionalmente, a trans- ferência de sólidos dos vasos de assentamento para os tanques de produto exige tempo, limitando o número de ciclos de descarga possível em um de- terminado período (tipicamente até 20 a 30 descargas por hora). Ademais, visto que os tanques funcionam em série, se qualquer tanque em um par em 10 série for retirado para manutenção ou limpeza, toda a série se torna inope- rante, e as perdas de gás de outras séries em um par em série são aumen- tadas.
As patentes U.S. N0S 6.255.411 e 6.498.220 descrevem aperfei- çoamentos ao conceito de travamento de gás utilizando dois conjuntos para- Ielos de vasos com dois ou três vasos em série por conjunto. Esse sistema de descarga da técnica anterior apresenta múltiplas etapas de equalização de pressão para aperfeiçoar a eficiência. Em tal disposição se um tanque precisar ser removido do serviço para fins de limpeza o mesmo desativa to- dos os tanques em um conjunto vertical, mas permite a operação continuada com o outro conjunto paralelo. No entanto, a capacidade é essencialmente dividida ao meio e a eficiência de recuperação é reduzida visto que as equa- lizações de conjunto cruzadas não estão disponíveis. A patente '411 oferece um tempo de ciclo mais rápido, mas durante algumas etapas, existe apenas uma válvula fechada para impedir a explosão dos gases pressurizados no equipamento a jusante.
Outras referências incluem a patente U.S. N0 6.472.483, EP 0 250 169 A, e WO 2006/079774.
De acordo, existe a necessidade de se criar um método para remover sólidos de um vaso de pressão de leito fluidificado com uma perda reduzida de gás e reagentes, e em que o sistema de descarga permita, por exemplo, pelo menos uma capacidade de descarga maior, menos tempo de desligamento devido à manutenção, maior eficiência no processamento de sólidos, e segurança aperfeiçoada.
Sumário da Invenção
Uma modalidade da invenção descrita aqui refere-se a um sis- tema de descarga para a remoção de sólidos de um vaso de pressão de leito fluidificado. O sistema de descarga compreende: uma pluralidade de vasos de assentamento dispostos em paralelo; uma linha de descarga conectando de forma fluida um vaso de pressão de leito fluidificado a pelo menos um dentre uma pluralidade de vasos de assentamento; uma válvula de descarga primária para controlar um fluxo de descarga de uma mistura de fluido para pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento; uma linha de ventilação conectando por fluido o vaso de pressão de leito fluidificado e pelo menos um dentre uma pluralidade de vasos de assentamento; uma vál- vula de ventilação primária para controlar uma ventilação do fluxo através da linha de ventilação; uma linha transversal conectando por fluido pelo menos dois dentre a pluralidade de vasos de assentamento; uma válvula transversal para controlar um fluxo transversal através da linha transversal; e uma válvu- la de saída primária para controlar um fluxo de saída da mistura de fluido saindo por pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento, em que o sistema de descarga não tem um tanque de transferência, e em que a pluralidade de vasos de assentamento não possuem um elemento de filtro. Em algumas modalidades, o vaso de pressão de leito fluidificado pode ser um vaso de polimerização de leito fluidificado de fase gasosa.
Em outras modalidades da invenção, pelo menos um dente a pluralidade de vasos de assentamento compreende adicionalmente um ca- beçote de topo cônico.
Outras modalidades adicionais da invenção podem, adicional- mente, compreender um dispositivo de monitoramento de sólidos conectado a pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento.
Em outras modalidades adicionais, o sistema de descarga pode, adicionalmente, compreender uma pluralidade de válvulas de descarga se- cundárias em série com a válvula de descarga primária, em que a válvula de descarga primária e pelo menos uma válvula de descarga secundária estão localizadas entre o vaso de pressão de leito fluidificado e pelo menos um vaso de assentamento, e em que ambas a válvula de descarga primária e a válvula de descarga secundária controlam o fluxo de descarga para pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento.
5 Em outra modalidade, a invenção pode compreender pelo me-
nos dois vasos de assentamento conectados por fluido ao vaso de pressão de leito fluidificado através de uma válvula de descarga primária comum.
Em outra modalidade, a invenção pode compreender adicional- mente: uma válvula de ventilação secundária em série com a válvula de ven- 10 tilação primária e entre o vaso de pressão de leito fluidificado e pelo menos um vaso de assentamento; e/ou pelo menos dois vasos de assentamento conectados por fluido para o vaso de pressão de leito fluidificado através de uma válvula de ventilação primária comum.
Em outras modalidades, a invenção compreende adicionalmente uma válvula de saída secundária, em que ambas a válvula de saída primária e a válvula de saída secundária controlam o fluxo de saída de pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento.
Em outras modalidades adicionais, a invenção pode compreen- der: pelo menos três vasos de assentamento; pelo menos três linhas trans- versais, e pelo menos uma válvula de múltiplas portas, em que a válvula de múltiplas portas conecta por fluido as pelo menos três linhas transversais.
Em outras modalidades, o sistema de descarga pode compreen- der: pelo menos quatro vasos de assentamento; pelo menos quatro linhas transversais; um primeiro conjunto de linhas transversais compreendendo 25 uma primeira das pelo menos quatro linhas transversais e uma segunda das pelo menos quatro linhas transversais; um segundo conjunto de linhas trans- versais compreendendo uma terceira dentre as pelo menos quatro linhas transversais e uma quarta das pelo menos quatro linhas transversais; e pelo menos duas válvulas de múltiplas portas, em que as pelo menos duas válvu- 30 Ias de múltiplas portas conectam por fluido o primeiro conjunto de linhas transversais ao segundo conjunto de linhas transversais.
Em outra modalidade, a invenção pode compreender adicional- mente: uma alimentação de purga de gás seco para pelo menos um dentre a pluralidade de tanques de assentamento; uma alimentação de purga de gás limpo para pelo menos uma dentre a pluralidade de linhas de descarga; ou uma válvula transversal que é uma válvula do tipo de controle de fluxo.
Em outro aspecto da invenção, as modalidades descritas aqui
referem-se a um método de remoção de sólidos de um vaso de pressão de leito fluidificado. O método pode incluir as etapas de: fornecimento de um sistema de descarga compreendendo uma pluralidade de vasos de assen- tamento dispostos em paralelo, em que o sistema de descarga não possui 10 um tanque de transferência, e em que a pluralidade de vasos de assenta- mento não possui um elemento de filtro, o enchimento de um primeiro vaso de assentamento com uma mistura a partir de um vaso de pressão de leito fluidificado, em que a dita mistura compreende um sólido e um gás pressuri- zado; a equalização do primeiro vaso de assentamento com pelo menos um 15 segundo vaso de assentamento, em que o gás pressurizado é transferido entre o primeiro vaso de assentamento e o segundo vaso de assentamento; e o esvaziamento do primeiro vaso de assentamento.
Em outras modalidades do método, a etapa de equalização compreende a repressurização de pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento.
Em outras modalidades adicionais do método, a etapa de equa- lização compreende a despressurização de pelo menos um dentre a plurali- dade de vasos de assentamento.
Em outras modalidades adicionais do método, a etapa de equa- lização compreende a repressurização e a despressurização de pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento.
Em outras modalidades ainda, o método compreende adicional- mente a reciclagem do gás pressurizado transferido entre pelo menos um dos vasos de assentamento e o vaso de pressão de leito fluidificado.
Em outras modalidades do método, a etapa de equalização
compreende a repressurização e despressurização de pelo menos dois den- tre a pluralidade de vasos de assentamento. Em outra modalidade, o método compreende adicionalmente a equalização de pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assenta- mento com pelo menos dois dentre a pluralidade de vasos de assentamento.
Em outras modalidades, existem sempre pelo menos duas vál- 5 vulas fechadas entre o vaso de pressão de leito fluidificado e um vaso a ju- sante, em que o vaso a jusante é a jusante de pelo menos um dentre a plu- ralidade de vasos de assentamento.
Outras modalidades do método compreendem adicionalmente a etapa de: purgar o gás limpo por uma linha de descarga; purgar o gás limpo por uma linha de ventilação; ou purgar o gás seco por pelo menos um dos vasos de assentamento.
Em outra modalidade, o método compreende adicionalmente as etapas de: fornecer pelo menos três vasos de assentamento; despressurizar primeiro o primeiro vaso de assentamento pela transferência de uma primei- 15 ra parte do gás pressurizado a partir do primeiro vaso de assentamento para o segundo vaso de assentamento depois da etapa de enchimento; despres- surizar em segundo lugar o primeiro vaso de assentamento pela transferên- cia de uma segunda parte do gás pressurizado a partir do primeiro vaso de assentamento para um terceiro vaso de assentamento depois da primeira 20 etapa de despressurização; esvaziar o sólido do primeiro vaso de assenta- mento depois da segunda etapa de despressurização; pressurizar novamen- te em primeiro lugar o primeiro vaso de assentamento pela transferência de uma primeira parte de retorno do gás pressurizado do segundo vaso de as- sentamento para o primeiro vaso de assentamento depois da etapa de esva- 25 ziamento; e pressurizar novamente em segundo lugar o primeiro vaso de assentamento pela transferência de uma segunda parte de retorno de gás pressurizado a partir do terceiro vaso de assentamento para o primeiro vaso de assentamento depois da primeira etapa de repressurização.
Outras modalidades do método compreendem adicionalmente as etapas de: fornecer pelo menos um quarto vaso de assentamento, a ter- ceira despressurização do primeiro vaso de assentamento pela transferência de uma terceira parte do gás pressurizado a partir do primeiro vaso de as- sentamento para o quarto vaso de assentamento depois da segunda etapa de despressurização e antes da etapa de esvaziamento; e a terceira repres- surização do primeiro vaso de assentamento pela transferência de uma ter- ceira parte de retorno do gás pressurizado a partir do quarto vaso de assen-
5 tamento para o primeiro vaso de assentamento depois da segunda etapa de repressurização.
O método pode compreender adicionalmente as etapas de: transferência do gás pressurizado do quarto vaso de assentamento para o terceiro vaso de assentamento pelo menos parcialmente de forma simultâ- 10 nea com a primeira etapa de despressurização; e o enchimento do segundo vaso de assentamento com a mistura a partir do vaso de pressão de leito fluidificado pelo menos parcialmente de forma simultânea com a segunda etapa de despressurização.
O método ainda pode compreender adicionalmente as etapas: o 15 esvaziamento de sólidos do quarto vaso de assentamento pelo menos parci- almente de forma simultânea com a segunda etapa de despressurização; e a transferência de gás pressurizado do segundo vaso de assentamento para o terceiro vaso de assentamento pelo menos parcialmente de forma simultâ- nea com a terceira etapa de despressurização.
Outras modalidades do método podem compreender adicional-
mente as etapas de: enchimento do terceiro vaso de assentamento com a mistura do vaso de pressão de leito fluidificado pelo menos parcialmente de forma simultânea com o esvaziamento do primeiro vaso de assentamento; enchimento do quarto vaso de assentamento com a mistura do vaso de
pressão do leito fluidificado pelo menos parcialmente de forma simultânea com a segunda etapa de repressurização; e transferência de sólidos do se- gundo vaso de assentamento pelo menos parcialmente de forma simultânea com a segunda etapa de repressurização.
Adicionalmente ainda, o método pode compreender as etapas de: transferir o gás pressurizado do terceiro vaso de assentamento para o quarto vaso de assentamento de forma pelo menos parcialmente simultânea com a primeira etapa de repressurização e transferir o gás pressurizado a partir do terceiro vaso de assentamento para o segundo vaso de assenta- mento de forma pelo menos parcialmente simultânea com a terceira etapa de repressurização.
Em outra modalidade, o método garante adicionalmente que um 5 volume de partículas sólidas descarregadas que preenchem o vaso de as- sentamento seja de pelo menos 95% de um volume real do vaso de assen- tamento; pelo menos 98% do volume real do vaso de assentamento; pelo menos 100% do volume real do vaso de assentamento; mais que cerca de 90% de um volume de entrada por válvula; ou mais de cerca de 100% do 10 volume de entrada por válvula.
Outras características e vantagens da presente invenção se tor- narão aparentes a partir da descrição detalhada a seguir. Deve-se compre- ender, no entanto, que a descrição detalhada e os exemplos específicos, enquanto indicam as modalidades preferidas da invenção, são fornecidos 15 por meio de ilustração apenas, visto que várias mudanças e modificações dentro do espírito e escopo da invenção se tornarão aparentes aos versados na técnica a partir dessa descrição detalhada.
Breve Sumário dos Desenhos
Os desenhos a seguir formam parte da presente especificação e são incluídos para demonstrar adicionalmente determinados aspectos da presente invenção. A invenção pode ser mais bem compreendida por refe- rência a um ou mais desses desenhos em combinação com a descrição de- talhada das modalidades específicas apresentada aqui:
a figura 1 é um desenho esquemático reproduzido do sistema de descarga da técnica anterior descrito na patente U.S. N0 4.621.952;
as figuras 2a e 2b são desenhos esquemáticos de uma modali- dade de um sistema de descarga de acordo com a presente descrição;
a figura 3 é um diagrama em bloco de uma modalidade de um sistema de descarga de acordo com a presente descrição;
as figuras 4a e 4b são desenhos esquemáticos de outra modali-
dade de um sistema de descarga de acordo com a presente descrição;
as figuras 5a e 5b são desenhos esquemáticos de outra modali- dade de um sistema de descarga de acordo com a presente descrição;
a figura 6 é um desenho esquemático dos vasos de assenta- mento com cabeçotes superiores elípticos e cônicos de acordo com as mo- dalidades da presente invenção.
5 Descrição Detalhada da Invenção
Geralmente, as modalidades descritas aqui referem-se a siste- mas de descarga para a remoção de uma mistura de sólido e gás de um va- so pressurizado. Mais especificamente, as modalidades descritas aqui refe- rem-se a sistemas de descarga para a remoção de partículas sólidas fluidas 10 de um vaso fluidificado e pressurizado, minimizando a remoção de gás ou das misturas de gás e líquido do mesmo.
Com referência inicialmente à figura 2, uma vista esquemática de um sistema de descarga 101 de acordo com uma modalidade da presen- te descrição é ilustrada. Geralmente, um sólido granulado é fluidificado em 15 um vaso de pressão de leito fluidificado 102 por um fluxo de gás ou uma mistura de gás e líquido a partir de uma entrada 103, através de um distribu- idor de gás 104, e saindo do vaso de pressão de leito fluidificado 102 através da saída 105 para reciclagem. O vaso de pressão de leito fluidificado 102 pode ser um reator, um reator de polimerização, um vaso capaz de reter um 20 sólido fluidificado, ou qualquer vaso de pressão a partir do qual um produto granulado, em pó ou sólido particulado pode ser removido.
Ainda com referência à figura 2, um sistema de descarga 101 é geralmente configurado com um vaso de assentamento 107a-d, uma linha de descarga 106a-d, uma válvula de descarga primária 108a-d, uma linha de 25 ventilação 109a-d, uma válvula de ventilação primária 111a-d e uma válvula de saída primária 110a-d. Apesar de essa descrição discutir apenas compo- nentes necessários para a funcionalidade dentro da presente descrição, o sistema de descarga 101, um dos versados na técnica reconhecerão que componentes adicionais não discutidos aqui incluindo, por exemplo, equipa- 30 mento de monitoramento de pressão, válvulas de liberação adicionais, sen- sores de enchimento, reguladores de segurança ou qualquer outro compo- nente benéfico na remoção de um sólido de um vaso de pressão de leito fluidificado podem ser incluídos opcionalmente.
Uma modalidade da invenção fornece um sistema de descarga
101 para a remoção de sólidos de um vaso de pressão de leito fluidificado compreendendo: uma pluralidade de vasos de assentamento 107a-d dispos-
5 tos em paralelo; uma linha de descarga 106a-d conectando por fluido um vaso de pressão de leito fluidificado 102 a pelo menos um dentre a plurali- dade de vasos de assentamento 107a-d; uma válvula de descarga primária 108a-d para controlar um fluxo de descarga do fluido para pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento 107a-d; uma linha de venti- 10 lação 109a-d conectando por fluido o vaso de pressão de leito fluidificado
102 e pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento 107a- d; uma válvula de ventilação primária 111 a-d para controlar o fluxo de fluido através da linha de ventilação 109a-d; uma linha transversal 111 a-d para controlar o fluxo de fluido através da linha de ventilação 109a-d; uma linha
transversal 112ab, ad, ac, bc, bd, cd (112ab, cd não-rotulados no desenho) conectando por fluido pelo menos dois dentre a pluralidade de vasos de as- sentamento 107a-d; uma válvula transversal 113ab, ad, ac, bc, bd, cd para controlar o fluxo de fluido através da linha transversal 112ab, ad, ac, bc, bd, cd; e uma válvula de saída primária 110a-d para controlar o fluxo de saída 20 do sólido e gás saindo da pluralidade de vasos de assentamento 107a-d, em que o sistema de descarga 101 não possui um tanque de transferência, e em que os vasos de assentamento 107a-d não possuem um elemento de filtro.
Enquanto o sistema de descarga 101, como ilustrado, inclui qua- 25 tro vasos de assentamento 107a-d, deve-se perceber que outros sistemas de descarga podem incluir qualquer número de vasos de assentamento 107a-d capazes de configuração de acordo com a presente descrição. Em determinadas modalidades, a adição de mais ou menos vasos de assenta- mento 107a-d pode aumentar a capacidade e eficiência da retenção de gás. 30 A pluralidade de vasos de assentamento 107a-d são dispostos em paralelo, dessa forma, o material sólido flui do vaso de pressão de leito fluidificado 102 para qualquer um dos vasos de assentamento 107a-d. Como utilizado aqui, disposto em paralelo refere-se a uma disposição dos vasos de assen- tamento de forma que cada vaso de assentamento recolha uma mistura con- tendo um material sólido a partir do vaso de pressão de leito fluidificado e passa o material sólido para o equipamento a jusante sem uma quantidade 5 substancial do material sólido precisando fluir através de outros vasos de assentamento. Em uma modalidade preferida, cada vaso de assentamento pode ser operado independentemente dos outros vasos de assentamento.
Para remover sólidos do vaso de pressão de leito fluidificado 102, uma pluralidade de linhas de descarga 106a-d pode ser configurada para conectar por fluido o vaso de pressão de leito fluidificado 102 para a pluralidade de vasos de assentamento 107a-d. Pode ser desejável se mini- mizar o comprimento da linha de descarga 106a-d. Em algumas modalida- des, a linha de descarga 106a-d tem drenagem automática. Em outras mo- dalidades, a linha de descarga 106a-d pode ser limpa com uma purga de gás limpo 117a-d. A purga de gás limpo 117a-d pode ser de uma alimenta- ção de monômero fresco, alimentação inerte ou pode ser o fluxo de gás de reciclagem da descarga de um compressor de reciclagem (não-ilustrado), cabeçote anterior, ou outra fonte de pressão mais alta. Em algumas modali- dades preferidas, cada vaso de assentamento 107a-d terá uma purga de gás limpo 117a-d, e uma válvula de purga de gás limpo 122a-d, ao passo que em outras modalidades, pelo menos dois vasos de assentamento terão uma purga de gás limpo 117a-d, e válvula de purga de gás limpo 122a-d.
Os vasos de assentamento 107a-d são preenchidos com um fluxo de descarga de um fluido de descarga, preferivelmente compreenden- 25 do uma mistura de sólidos e gás. Para controlar o fluxo de descarga do vaso de pressão de leito fluidificado 102 para os vasos de assentamento 107a-d, uma válvula de descarga primária 108a-d é localizada ao longo da linha de descarga 106a-d. À medida que uma das válvulas de descarga primárias 108a-d é aberta, a mistura de sólido e gás flui sob pressão a partir do vaso 30 de pressão de leito fluidificado 102 para pelo menos um dos vasos de assen- tamento 107a-d.
Para maximizar o volume de sólidos que preenchem o vaso de assentamento 107a-d e, dessa forma, minimizar a quantidade de gás que escapa no sistema de descarga 101, uma linha de ventilação 109a-d conec- ta por fluido pelo menos um dos vasos de assentamento 107a-d para uma região de pressão mais baixa do vaso de pressão de leito fluidificado 102.
5 Uma válvula de ventilação primária 111a-de é localizada ao longo da linha de ventilação 109a-d para controlar um fluxo de ventilação de gás na linha de ventilação 109a-d entre o vaso de assentamento 107a-d e o vaso de pressão de leito fluidificado 102. Em uma modalidade, a válvula de ventila- ção primária 111a-d é localizada na seção de tubulação vertical de forma 10 que tenha drenagem automática. Adicionalmente, em algumas modalidades, a válvula de ventilação primária 111a-d está localizada perto do vaso de as- sentamento 107a-d para reduzir o volume de entrada por válvula da combi- nação de tubulação e vaso de assentamento. Nas últimas duas modalida- des, uma purga de ventilação (não-ilustrada) de gás limpo é então utilizada 15 para impedir o assentamento de material na seção vertical da linha de venti- lação 109a-d da válvula de ventilação primária 111a-d para o vaso 102 quando a válvula de ventilação primária 111 a-d é fechada. Em outras moda- lidades, a válvula de ventilação primária 111a-d está localizada no vaso 102. Em outra modalidade, a válvula de ventilação primaria 111a-d está Iocaliza- 20 da perto do vaso 102 e uma válvula de ventilação secundária (não-ilustrada) está localizada na linha de ventilação 109a-d perto do vaso de assentamento 107a-d. Essa disposição pode reduzir o volume de entrada por válvula sem qualquer purga da linha de ventilação 109a-d.
Ainda com referência à figura 2, o processo é descrito abaixo 25 com referência a uma seqüência no sistema. Cada seqüência passará pelas mesmas etapas individualmente. Inicialmente, a válvula 108a abre e uma mistura de gás sólido flui a partir do vaso de pressão 102 para o vaso de assentamento 107a. Adicionalmente, a válvula de ventilação primária 111a está aberta, permitindo que o gás ou uma mistura de gás e líquido flua de 30 volta para uma região de pressão mais baixa do vaso de pressão 102. Em um sistema de leito fluidificado, o diferencial de pressão entre o fundo e o topo do leito fluidificado resulta em um percurso de fluxo entre uma parte inferior do vaso de pressão 102 para o vaso de assentamento 107a, e su- bindo para uma parte superior do vaso de pressão 102 em que a pressão é mais baixa. Quando o vaso de assentamento 107a é considerado cheio, as válvulas 108a e 111a podem ser fechadas. O vaso de assentamento 107a 5 pode ser considerado cheio como determinado por qualquer número de vari- áveis incluindo, por exemplo, um tempo predeterminado, uma medição de nível, uma condição de pressão, uma mudança na concentração de sólidos na linha de ventilação 109a, ou qualquer outro dispositivo como selecionado por um operador de sistema de descarga.
Ainda com referência à figura 2, uma linha transversal 112ab,
ad, ac, bc, bd, cd conecta por fluido pelo menos dois dentre a pluralidade de vasos de assentamento 107a-d. Em uma modalidade, uma pluralidade de linhas transversais 112ab, ad, ac, bc, bd, cd conecta a pluralidade de vasos de assentamento 107a-d. As linhas transversais 112ab, ad, ac, bc, bd, cd 15 permitem o fluxo de gás entre os vasos de assentamento 107a-d. A válvula transversal 113ab, ad, ac, bc, bd, cd controla um fluxo de fluido transversal, tipicamente uma mistura de gás de reator, através da linha transversal 112ab, ad, ac, bc, bd, cd. Como ilustrado, as linhas transversais 112ab, ad, ac, bc, bd, cd se estendem a partir das linhas de ventilação 109a-d; no en- 20 tanto, os versados na técnica reconhecerão que as linhas transversais 112ab, ad, ac, bc, bd, cd podem ser independentes da linha de ventilação 109a-d, desde que o gás possa fluir entre cada um dentre a pluralidade de vasos de assentamento 107a-d. Em uma modalidade preferida, as linhas transversais têm drenagem automática (pela ação da gravidade). Em algu- 25 mas modalidades preferidas, a taxa de fluxo transversal é restrita de forma que o material sólido no vaso de assentamento 107a-d não seja fluidificado, o que pode resultar em um transporte excessivo de partículas sólidas. Essa restrição pode ser feita com um orifício, bocal de fluxo, ou pelo uso de uma válvula transversal 113ab, ad, ac, bc, bd, cd que é um tipo de controle de 30 fluxo. As válvulas transversais tipo de controle de fluxo preferidas incluem válvulas rotativas de bujão excêntrico, válvulas esféricas em V, e outras vál- vulas projetadas para aumentar gradualmente a área de abertura e regular a taxa de fluxo, preferivelmente a taxa de fluxo inicial, à medida que a válvula é aberta.
O transporte das partículas sólidas com o fluxo transversal pode resultar em partículas sólidas, tal como partículas de polímero, sendo deixa- 5 das nas linhas transversais 112ab, ad, ac, bc, bd, cd. Sólidos reativos deixa- dos nas linhas transversais 112ab, ad, ac, bc, bd, cd podem continuar a rea- gir, causando problemas operacionais. Em particular, as partículas de polí- mero podem polimerizar entre os ciclos de descarga e obstruir a linha trans- versal 112ab, ad, ac, bc, bd, cd. No entanto, se o tempo de ciclo de descar- 10 ga for rápido, o risco de uma reação continuada resultar em aglomeração é baixo e os linhas de ligação transversal podem ser projetados para uma transferência mais rápida com fluidificação instantânea do material no vaso de assentamento 107a-d e um transporte resultante para o vaso de assen- tamento receptor.
A válvula de saída primária 110a-d controla o fluxo de sólidos e
gás que sai de cada um dentre a pluralidade de vasos de assentamento 107a-d. A válvula de saída primária 110a-d é localizada na saída de cada um dentre a pluralidade de vasos de assentamento 107a-d para permitir a coleta de sólidos nos vasos de assentamento 107a-d. Desde que a válvula 20 de saída primária 110a-d esteja fechada, os sólidos e o gás ou a mistura residual de gás/líquido podem ser coletados no vaso de assentamento 107a- d.
O sistema de descarga 101 da modalidade ilustrada na figura 2 não possui um tanque de transferência. Um tanque de transferência, como utilizado aqui, descreve um segundo vaso de pressão em série com os va- sos de assentamento, em que o segundo tanque é um vaso de travamento de gás como descrito na patente U.S. N0 4.621.952 discutido acima.
Em outras modalidades, o sistema de descarga 101 não tem um elemento de filtro para filtrar os fluidos dos vasos de assentamento 107a-d através de seqüências de processo significativas. As seqüências de proces- so significativas referem-se a seqüências que saem dos vasos de assenta- mento 107a-d através das linhas de ventilação 109a-d, das linhas transver- sais 112ab, ad, ac, bc, bd, cd, ou outras seqüências de processo substanci- ais. Os elementos de filtro, como utilizados aqui, referem-se a elementos de filtro localizados nas seqüências de processo substanciais projetadas para evitar o transporte da maior parte das partículas sólidas para fora dos vasos 5 de assentamento 107a-d quando o gás sai dos vasos de assentamento 107a-d. Os elementos de filtro, como utilizados aqui, não referem-se a ele- mentos utilizados para excluir partículas de seqüências não-significativas, por exemplo, saídas de pressão ou saídas de analisador conectando de for- ma fluido um instrumento a um vaso de assentamento 107a-d. Os elementos 10 de filtro, tal como os filtros de metal sinterizado são tipicamente utilizados nos sistemas descritos na patente U.S. N0 4.003.712 descrita acima.
Em uma modalidade da invenção, o vaso de assentamento 107a-d compreende um cabeçote superior cônico. Com referência agora à figura 6, um desenho transversal de um vaso de assentamento 501 com um 15 cabeçote superior elíptico e um vaso de assentamento 502 com um cabeço- te superior cônico é ilustrado. Especificamente, um vaso de assentamento 501 com um cabeçote superior elíptico é ilustrado sendo preenchido a partir de uma linha de descarga 506 através de uma válvula de linha de descarga 508. À medida que um produto sólido preenche o vaso de assentamento 20 501, as áreas de espaço não-preenchido 509 formam ao longo dos lados do cabeçote superior elíptico. Durante o enchimento do vaso, o espaço não- preenchido 509 pode resultar no armazenamento de gás residual ou mistura de gás e líquido, de forma que depois do esvaziamento do vaso, o gás ou mistura de gás e líquido pode não ser recuperado pelo sistema de descarga. 25 Para se reduzir a quantidade de área aberta dentro dos vasos de assenta- mento, o vaso 502 com um cabeçote superior cônico pode ser utilizado de acordo com determinadas modalidades do sistema de descarga descrito. Como ilustrado, durante o enchimento do vaso, o vaso de assentamento 502 com o cabeçote superior cônico reduz o armazenamento de gás residual ou 30 mistura de gás e líquido em áreas abertas. Visto que os contornos do cabe- çote superior cônico podem se aproximar mais do padrão de enchimento do produto sólido, menos gás é contido no vaso de assentamento 502, e menos gás pode ser perdido durante o esvaziamento do vaso. Dessa forma, de a- cordo com as modalidades da presente descrição, pode ser benéfico se for- necer cabeçotes superiores cônicos para os vasos de assentamento para reduzir o armazenamento de gás residual e gás e líquido.
5 Ainda com referência à figura 6, um sistema de descarga da
presente invenção pode compreender adicionalmente um dispositivo de mo- nitoramento de sólidos 503a-b, conectado a pelo menos um vaso de assen- tamento 501, 502. O dispositivo de monitoramento de sólidos 503a-b pode ser qualquer dispositivo conhecido dos versados na técnica que detecte a presença de um sólido em um vaso pressurizado. Por exemplo, o dispositivo de monitoramento de sólidos 503a-b, pode ser um dispositivo de detecção de nível nuclear, um dispositivo de detecção de nível com base em garfo rotativo, sondas estáticas, monitores de pressão, emissões acústicas, ou dispositivos de entranhamento. O dispositivo de monitoramento de sólidos 503a-b pode ser um dispositivo de monitoramento de sólidos superior 503a localizado perto do topo do vaso de assentamento 501, 502, na linha de ven- tilação 505, ou qualquer outra localização adequada para medir quando o tanque está cheio. Alternativamente, o dispositivo de medição de sólidos pode ser um dispositivo de monitoramento de sólidos inferior 503b localizado perto do fundo do vaso de assentamento 501, 502, na linha de transporte 504, ou qualquer outra localização adequada que permita que o dispositivo de monitoramento de sólidos inferior 503b detecte quando o vaso de assen- tamento 501, 502 está completamente vazio. A adição de um dispositivo de monitoramento de sólidos 503a-b pode permitir que o sistema de descarga detecte a taxa de enchimento em um vaso de assentamento, e ajuste qual- quer um dentre enchimento, despressurização, repressurização, ou esvazi- amento de qualquer outro vaso de assentamento de forma que a eficiência do processo seja aumentada. Os versados na técnica perceberão que qual- quer número de dispositivos de enchimento pode ser utilizado em um siste- ma de descarga determinado, e pode ser colocado em múltiplos locais.
Com referência novamente à figura 2, em uma modalidade da invenção, o sistema de descarga compreende adicionalmente uma plurali- dade de válvulas de descarga secundárias 116a-b em série com a válvula de descarga primária 108a-d, em que a válvula de descarga primária 108a-d e pelo menos uma das válvulas de descarga secundárias 116a-d está locali- zada entre o vaso de pressão de leito fluidificado 102 e pelo menos um vaso 5 de assentamento 107a-d, e em que ambas a válvula de descarga primária 108a-d e a válvula de descarga secundária 116a-d controlam o fluxo de des- carga para pelo menos um vaso de assentamento 107a-d. A adição da vál- vula de descarga secundária 116a-d perto do vaso de assentamento 107a-d aperfeiçoa a eficiência do sistema de descarga, pela redução do volume de 10 válvula fechada. Adicionalmente, a válvula de descarga secundária 116a-d permite a adição de uma purga de gás limpo 117a-d da linha de descarga 106a-d depois que o vaso de assentamento 107a-d foi preenchido. Em uma modalidade, a válvula de descarga secundária 116a-d é fechada e a válvula de descarga primária 108a-d é aberta durante a etapa de purga de gás Iim- 15 po. A purga de gás limpo possui preferivelmente uma válvula de purga de gás limpo 122a-d para controlar o fluxo de gás limpo. Em todas as modali- dades descritas aqui, a válvula de descarga primária 108a-d, a válvula de descarga secundária 116a-b, e quaisquer outras válvulas descritas são vál- vulas automaticamente controladas e acionadas.
Em outra modalidade da presente invenção, uma purga de gás
seco 120a-d é alimentada para o tanque de assentamento 107a-d. A purga de gás seco 120a-d possui preferivelmente uma válvula de purga de gás seco 121a-d para controlar o fluxo de gás seco. Em algumas aplicações um reator de polimerização de leito fluidificado pode ser operado com uma fase 25 líquida presente. Isso pode resultar da injeção de alimentações de líquido ou reciclagem no reator ou operação de modo condensado em que a composi- ção do gás e a temperatura de entrada permitem a condensação de hidro- carbonos mais pesados. É sabido na técnica que quando da remoção de partículas sólidas de um vaso de pressão de leito fluidificado 107a-d operan- 30 do no modo de condensação ou supercondensação, as partículas sólidas podem ser saturadas com líquido e/ou líquido pode entrar no tanque de as- sentamento quando a etapa de enchimento é executada. Para facilitar o des- Iocamento de quaisquer líquidos presentes, a purga de gás seco 120a-d po- de ser alimentada para dentro do tanque de assentamento 107a-d durante qualquer etapa adequada no processo, e preferivelmente durante a etapa de enchimento, mais preferivelmente durante a etapa de enchimento depois de a válvula de descarga 108a-d ter sido fechada, mas antes da válvula de ven- tilação primária 111 a-d ser fechada. A purga de gás seco 120a-d é preferi- velmente adicionada em uma taxa que não causa a fluidificação no tanque de descarga. Em algumas modalidades da invenção, a purga de gás seco 120a-d é alimentada para dentro da seção inferior do tanque de assenta- mento 107a-d. A purga de gás seco 120a-d é preferivelmente um gás com- patível com o processo, visto que parte desse gás será reciclada em um va- so de pressão de leito fluidificado. Em uma modalidade, a purga de gás seco 120a-d é um gás de ciclo retirado de um ponto no processo do leito fluidifi- cado em que os líquidos não estão presentes, tal como a saída do vaso de pressão de leito fluidificado 102. Em uma modalidade, o gás seco é retirado a jusante do compressor que está recirculando o material através do vaso de pressão de leito fluidificado, mas antes de um resfriador de gás de ciclo que causa condensação. Em algumas modalidades, a purga de gás seco 120a-d pode ser inerte para o processo, tal como nitrogênio em um processo de po- limerização.
Com referência agora à figura 4, em uma modalidade de um sis- tema de descarga 301, as conexões entre o vaso de pressão de leito fluidifi- cado 302 e a pluralidade de vasos de assentamento 307a-d, como também as conexões entre a pluralidade de vasos de assentamento 307a-d podem 25 ser reduzidas quando comparadas às modalidades descritas na figura 2. Especificamente, pelo menos dois da pluralidade de vasos de assentamento 307a-d compartilham uma linha comum de descarga 306ab,cd e uma válvula de descarga primária comum 308a,b. O agrupamento de vasos de assenta- mento 307a-d em pelo menos pares diminui a quantidade de conexões re- 30 queridas para transferir sólidos do vaso de pressão de leito fluidificado 302. Adicionalmente, uma pluralidade de válvulas de descarga secundárias 316a- d pode ser adicionada para controlar o fluxo de sólidos entre o vaso de pres- são de leito fluidificado 302 e vasos de assentamento individual 307a-d. Por- tanto, em uma modalidade da invenção, pelo menos dois vasos de assenta- mento 307a-d são conectados de modo fluido ao vaso de pressão de leito fluidificado 302 através de válvula de descarga primária comum 308a,b.
5 Ainda referindo-se à figura 4, para reduzir a quantidade de cone-
xões necessárias para transferir gás entre o vaso de pressão de leito fluidifi- cado 302 e os vasos de assentamento 307a-d, uma modalidade da invenção amarra pelo menos duas linhas de ventilação 309a-d juntas para direcionar o fluxo de processo através de uma linha de ventilação comum 326ab, cd e 10 uma válvula de ventilação primária comum 311a,d. Nessa modalidade, exis- te uma válvula de ventilação secundária 314a-d em série com a válvula de ventilação primária comum 311a, d. Dessa forma, por exemplo, para o fluido flui entre o vaso de pressão fluidificado 302 e um primeiro vaso de assenta- mento 307a, ambas a válvula de ventilação primária comum 311a e uma 15 primeira válvula de ventilação secundária 314a devem estar abertas, en- quanto uma segunda válvula de ventilação secundária 314b está fechada. Dessa forma, essa modalidade da invenção compreende pelo menos duas válvulas, uma válvula de ventilação primária comum 311a, d e uma válvula de ventilação secundária 314a-d, em série entre o vaso de pressão de leito 20 fluidificado 302 e pelo menos um vaso de assentamento 307a-d para permitir que pelo menos dois vasos de assentamento 307a-d (por exemplo, um pri- meiro vaso de assentamento 307a e um segundo vaso de assentamento 307b) para compartilhar a válvula de ventilação primária comum 311a,d. Al- gumas modalidades compreendem adicionalmente uma purga de linha de 25 ventilação 323a,d e uma válvula de purga de linha de ventilação 324a,d para varrer quaisquer partículas sólidas na linha de ventilação comum 326ab, cd para dentro do vaso de pressão de leito fluidificado 302a-d. O gás de purga de linha de ventilação é preferivelmente uma alimentação de monômero fresco, alimentação inerte, ou pode ser um fluxo de gás reciclado a partir da 30 descarga de um compressor de reciclagem (não-ilustrado), cabeçote inferior ou outra fonte de pressão.
Com referência novamente à figura 2, em outra modalidade, ca- da linha de ventilação 109a-d pode ser separada, e ainda incluir duas válvu- las de ventilação em série, uma válvula de ventilação primária 111 a-d locali- zada mais perto do vaso de pressão de leito fluidificado 102, e uma segunda válvula de ventilação (não-ilustrada) localizada mais perto do vaso de assen- 5 tamento 107a-d. Nesse modalidade, uma purga de linha de ventilação e a válvula de purga de linha de ventilação como descrito acima pode ser dese- jável.
Agora com referência novamente à figura 4, para se reduzir a quantidade de conexões necessárias para a transferência de gás entre os vasos de assentamento 307a-d, em uma modalidade, o sistema de descarga 301 utiliza uma válvula de múltiplas portas 318ab, cd. A válvula de múltiplas portas 318ab, cd pode controlar o fluxo de pelo menos dois vasos de assen- tamento 307a-d, permitindo a transferência de gás entre os mesmos. Como ilustrado na figura 3, uma primeira válvula de múltiplas portas 318ab pode controlar o fluxo entre um primeiro vaso de assentamento 307a e um segun- do vaso de assentamento 307b, e pode controlar o fluxo de um primeiro va- so de assentamento 307a ou um segundo vaso de assentamento 307b para um terceiro vaso de assentamento 307c ou um quarto vaso de assentamen- to 307d através da conexão com uma segunda válvula de múltiplas portas 318cd. As válvulas de múltiplas portas 318ab, cd podem ser configuradas para permitir a transferência de gás entre quaisquer dois vasos de assenta- mento 307a-d. Enquanto essa modalidade ilustra um sistema de descarga 301 com quatro vasos de assentamento 307a-d e duas válvulas de múltiplas portas 318ab, cd, deve-se perceber que o número de vasos de assentamen- to e válvulas de múltiplas portas pode variar como necessário pelos diferen- tes sistemas de descarga. Por exemplo, um sistema de descarga alternativo pode ser vislumbrado no qual os quatro vasos são conectados por uma vál- vula de múltiplas portas, ou em que qualquer número de vasos é conectado por qualquer número de válvulas de múltiplas portas. Adicionalmente, o nú- mero de portas na válvula de múltiplas portas pode variar de forma que em determinadas modalidades, uma única válvula de múltiplas portas pode acei- tar as linhas de ventilação a partir de qualquer número de vasos de assen- tamento.
Retornando novamente à figura 2, simultaneamente com a fase de enchimento do vaso de assentamento 107a, o vaso de assentamento 107c pode estar em uma fase de descarga. Durante essa fase de descarga, 5 o vaso de assentamento 107c é isolado dos outros vasos de assentamento no sistema de descarga 101. Especificamente, a válvula de saída primária 110c conectando o vaso de assentamento 107c ao equipamento a jusante é fechada. Adicionalmente, quaisquer válvulas transversais 113ab, ad, ac, bc, bd, cd conectando o vaso de assentamento 107c a qualquer outro vaso de 10 assentamento serão fechadas. Durante a etapa de esvaziamento, a válvula de descarga primária 108c é fechada e a válvula de saída primária 110c é aberta, permitindo que a mistura de sólido/gás possa ser descarregada a partir do sistema de descarga 101. À medida que a mistura de sólido/gás sai do sistema de descarga 101, os sólidos podem ser transferidos para o equi- 15 pamento a jusante. Enquanto qualquer método de transferência de sólidos granulados pode ser utilizado, um método preferido utiliza uma alimentação de gás auxiliar de transporte através de uma linha de gás auxiliar de trans- porte 124a-d e controlada por uma válvula auxiliar de transporte 125a-d. O gás auxiliar de transporte é preferivelmente injetado na parte inferior do vaso 20 de assentamento 107a-d. O gás auxiliar de transporte é preferivelmente um gás inerte, uma purga de gás seco, um gás reciclado, nitrogênio, ou um gás de subproduto das operações a jusante, tal como recuperação de ventilação.
Como descrito imediatamente acima, existe uma camada única de proteção contra o gás de alta pressão que flui para o equipamento a ju- 25 sante. Durante o ciclo de enchimento apenas a válvula de saída primária 110a-d é fechada entre o vaso de pressão de leito fluidificado 107a-d e o equipamento a jusante. Durante a etapa de esvaziamento, apenas a válvula de descarga primária 108a-d e a válvula de ventilação primária 111a-d são fechadas entre o vaso de pressão de leito fluidificado 107a-d e o equipamen- 30 to a jusante. Em adição existe apenas uma válvula fechada em cada linha transversal 112ab, ad, ac, bc, bd, cd. Como resultado de uma única falha de uma válvula, o acionador de válvula, ou controle pode resultar em uma pas- sagem direta do reator de alta pressão para o equipamento a jusante. Ainda com referência à figura 2, esse risco pode ser solucionado pela adição de uma válvula de saída secundária 119a-d em cada linha de transporte 115a- d, em que a válvula de saída secundária 119a-d é automaticamente aciona- 5 da e é fechada se uma falha ou situação anormal for detectada. Essa detec- ção pode ser pelo monitoramento da posição de outras válvulas críticas, pelo monitoramento da pressão no equipamento a jusante, ou pelo monitoramen- to da pressão e a degradação com o tempo da pressão dentro da linha de transporte 115a-d. Meios alternativos de proteção do equipamento a jusante 10 tal como classificações de pressão elevada ou sistemas de alívio de pressão aumentados são possíveis, mas podem ser mais caros e apresentar outras desvantagens operacionais. Em todas as modalidades descritas aqui, a vál- vula de saída primária 110a-d e a válvula de saída secundária 119a-d são válvulas acionadas automaticamente.
Ainda com referência à figura 2, cada vaso de assentamento
107a-d pode ter sua própria linha de transporte 115a-d para o equipamento de processamento a jusante. Em outras modalidades, qualquer número de vasos de assentamento 107a-d também pode compartilhar uma linha de transporte comum (não-ilustrada). Nessa última modalidade, cada vaso de 20 assentamento possui sua própria válvula de saída primária 110a-d que é aberta durante a transferência.
Nas modalidades descritas aqui, as válvulas descritas são válvu- las acionadas automaticamente, preferivelmente válvulas de acionamento rápido de porta total tal como válvula esférica, cilíndrica, tipo came ou tipo 25 porta projetada para uma operação de ciclo alto confiável. As válvulas prefe- ridas incluem válvulas esféricas suportadas em munhão, assentadas em me- tal. Em algumas modalidades, a válvula de descarga primária 108a-d e/ou a válvula de ventilação primária 111 a-d são projetadas para minimizar o espa- ço entre o elemento de vedação e o interior do vaso pressurizado 102. As 30 válvulas acionadas automaticamente são tipicamente controladas por um sistema de controle automatizado, tal com um sistema de controle lógico de seqüência ou sistema similar. Com referência novamente à figura 4, em uma modalidade o sistema de descarga compreende pelo menos três vasos de assentamento 307a-d; pelo menos três linhas transversais 312, e pelo menos uma válvula de múltiplas portas, em que a válvula de múltiplas portas conecta por fluido 5 as pelos menos três linhas transversais.
Ainda com referência à figura 4, em uma modalidade o sistema de descarga compreende pelo menos quatro vasos de assentamento 307a- d; pelo menos quatro linhas transversais 312; um primeiro conjunto de linhas transversais compreendendo uma primeira dentre as pelo menos quatro Ii- 10 nhas transversais 312a e uma segunda dentre as pelo menos quatro linhas transversais 312b; um segundo conjunto de linhas transversais compreen- dendo uma terceira das pelo menos quatro linhas transversais 312c e uma quarta das pelo menos quatro linhas transversais 312d; e pelo menos duas válvulas de múltiplas portas 318ab, 318cd, em que as pelo menos duas vál- 15 vulas de múltiplas portas conectam por fluido o primeiro conjunto de linhas transversais para o segundo conjunto de linhas transversais.
Com referência novamente à figura 4, em uma modalidade o sistema de descarga compreende pelo menos três vasos de assentamento 107a-d; pelo menos três linhas transversais 312, e pelo menos uma válvula de múltiplas portas, em que a válvula de múltiplas portas conecta por fluido as pelo menos três linhas transversais.
Com referência novamente à figura 2, a fim de se minimizar o tempo de ciclo da válvula de descarga do sistema de descarga 101, o en- chimento do primeiro vaso de assentamento 107a pode ocorrer simultanea- 25 mente com ou de forma substancialmente sobreposta com a descarga de sólidos a partir do vaso de assentamento 107c. Para aumentar adicional- mente a eficiência e a capacidade de processamento do sistema de descar- ga 101, os vasos de assentamento 107b, e 107d podem estar em uma fase de equalização de pressurização enquanto o primeiro vaso de assentamento 30 107a está enchendo.
Em uma modalidade, enquanto o primeiro vaso de assentamen- to 107a está na etapa de enchimento, o vaso de assentamento 107d pode ser substancialmente preenchido com uma mistura de sólido e gás. Ao mesmo tempo, o vaso de assentamento 107b pode estar substancialmente vazio. Simultaneamente, o vaso de assentamento 107b pode ser isolado pelas válvulas 108b e 111b. Nessa etapa, visto que o vaso de assentamento 5 107d pode ser substancialmente preenchido com uma mistura de sólido e gás e a mistura de gás e líquido, a pressão é relativamente maior do que a pressão no vaso de assentamento 107b. A fim de se transferir a mistura de gás e líquido do vaso de assentamento 107d, a válvula transversal 113bd pode ser aberta. Devido ao diferencial de pressão, o gás e/ou a mistura de 10 gás e líquido no vaso de assentamento de pressão mais alta 107d fluirá para o vaso de assentamento de pressão mais baixa 107b. Quando a equalização de pressão ocorre, uma parte significativa do gás ou gás/líquido residual se- rá evacuada do vaso de assentamento 107d para o vaso de assentamento 107b. Depois da equalização pode haver mais gás nos tanques vazios do 15 que nos tanques cheios com sólidos devido ao efeito de deslocamento das partículas sólidas. Depois da equalização de pressão, ou de acordo com os parâmetros adicionais como determinado pelas exigências de um sistema de descarga determinado, a válvula transversal 113bd pode ser fechada. Quan- do a válvula transversal 113bd é fechada, os vasos de assentamento 107b e 20 107d são isolados novamente. Dessa forma, à medida que a válvula de saí- da primaria 11 Od é aberta, e os sólidos são removidos do sistema de des- carga 101, existe uma quantidade mínima de gás perdida a partir do siste- ma.
Como pode ser observado a partir do sistema de descarga des- 25 crito acima, cada vaso de assentamento 107a-d no sistema de descarga 101 pode estar em uma fase diferente em qualquer momento determinado. Quanto maior a sobreposição entre as fases da operação, mais rápido o tempo de ciclo de válvula de descarga. Como tal, em determinadas modali- dades, é previsto que cada vaso de assentamento 107a-d possa estar em 30 uma fase de operação correspondente a uma fase específica de operação do pelo menos um dentre os outros vasos de assentamento no sistema de descarga. Ainda com referência à figura 2, mas também com referência à figura 3, uma ordem de operação para um sistema de descarga de acordo com uma modalidade da presente invenção é ilustrada. Em um sistema de descarga de quatro vasos, como ilustrado na figura 2, a seqüência de opera- 5 ção dos vasos de assentamento 107a-d pode alternar seqüencialmente en- tre qualquer uma das oito etapas. Enquanto a modalidade descrita abaixo fornece oito etapas de operação, deve-se perceber que de acordo com as exigências de um determinado sistema de descarga, alguns sistemas de descarga terão menos do que oito etapas de operação, enquanto outros sis- 10 temas de descarga terão mais de oito etapas de operação.
Geralmente, a figura 3 descreve as etapas de operação que um único vaso pode sofrer potencialmente durante um ciclo. Essas etapas se aplicam a cada seqüência no sistema de descarga. Cada vaso de assenta- mento 107a-d em um ciclo será submetido a enchimento 210, uma primeira 15 despressurização 220, uma segunda despressurização 230, uma terceira despressurização 240, um esvaziamento 250, uma primeira repressurização 260, uma segunda repressurização 270, e uma terceira repressurização 280.
Em determinadas modalidades, uma linha de explosão (não- ilustrada) conectando a linha de ventilação 109a-d a uma chama ou um vaso de pressão adicional pode ser utilizada para manter a estabilidade da pres- são no sistema de descarga. Essa linha de explosão pode ser benéfica para sangrar parte da pressão dos vasos de assentamento 107a-d antes de uma válvula de saída primária 110a-d ser aberta. Em determinadas modalidades, a linha de explosão também pode ser utilizada para remover a pressão do vaso de assentamento 107a-d antes da manutenção. Dessa forma, em de- terminadas modalidades, o gás pode ser transferido de um primeiro vaso de assentamento 107a para, por exemplo, um sistema de recuperação de gás (não-ilustrado), ou qualquer outro componente de forma que a pressão do sistema de descarga 101 seja mantida de acordo com as exigências de uma operação determinada.
Agora com referência às etapas da figura 3 e às modalidades da figura 2, as etapas são descritas com referência a uma seqüência única. Ini- cialmente, durante a etapa de enchimento do tanque 210, a válvula de des- carga primária 108a e a válvula de ventilação primária 111a podem ser aber- tas, e uma mistura de sólido e gás pode fluir para dentro de um primeiro va- so de assentamento 107a, como descrito acima. Depois da finalização da 5 etapa de enchimento 210, a válvula de descarga primária 108a e a válvula de ventilação primária 111a são fechadas, e o primeiro vaso de assentamen- to 107a entra em uma primeira etapa de despressurização 220. Durante a primeira etapa de despressurização 220, a pressão no vaso de assentamen- to 107a é equalizada pela abertura de uma válvula transversal 113ab conec- 10 tando o primeiro vaso de assentamento 107a e o segundo vaso de assenta- mento 107b. O gás fluirá da pressão mais alta do primeiro vaso de assenta- mento 107a para a pressão mais baixa do segundo vaso de assentamento 107b. Depois da equalização, o segundo vaso de assentamento 107b pode conter mais gás visto que está vazio de sólidos, e o primeiro vaso de assen- 15 tamento 107a pode ter uma parte de sua capacidade de gás deslocada pe- los sólidos contidos no mesmo. Em determinadas modalidades, à medida que o primeiro vaso de assentamento 107a e o segundo vaso de assenta- mento 107b estão na primeira etapa de despressurização 220, a equalização de pressão pode ocorrer entre um quarto vaso de assentamento 107d que 20 está cheio de sólidos e um terceiro vaso de assentamento 107c que está vazio.
Durante uma segunda etapa de despressurização 230, que ocor- re depois da primeira etapa de despressurização, a pressão no primeiro va- so de assentamento 107a é equalizada pela abertura de uma válvula trans- 25 versai 113ac conectando o primeiro vaso de assentamento 107a e o terceiro vaso de assentamento 107c. Para criar um sistema de descarga fechado no terceiro vaso de assentamento 107c, a válvula de saída primária 110c preci- sa ser fechada, permitindo assim uma equalização da pressão entre os va- sos de assentamento 107a e 107c. Dessa forma, o gás pode mover de um 30 vaso preenchido com sólidos granulados de pressão inicial mais alta para um vaso de pressão inicial mais baixo sem quaisquer sólidos. Em determi- nadas modalidades, simultaneamente com a equalização de pressão entre o primeiro vaso de assentamento 107a e o terceiro vaso de assentamento 107c, o segundo vaso de assentamento 107 pode ser preenchido a partir do vaso de pressão de leito fluidificado 102, e o quarto vaso de assentamento 107d pode ser esvaziado.
5 Durante uma terceira etapa de despressurização 240, que ocor-
re depois da primeira etapa de despressurização, a pressão no primeiro va- so de assentamento 107a é equalizada pela abertura da válvula transversal 113ad conectando o primeiro vaso de assentamento 107a e o quarto vaso de assentamento 107d, depois do quarto vaso de assentamento 107d ter 10 sido esvaziado. A pressão pode, dessa forma, ser equalizada como descrito acima. Pelo menos de forma parcialmente simultânea com a equalização de pressão entre os vasos de assentamento 107a e 107d, os vasos de assen- tamento totalmente cheios de sólidos granulados 107b e o vaso de assen- tamento vazio 107c podem sofrer equalização de pressão.
Na etapa de esvaziamento 250, que ocorre depois da terceira
etapa de despressurização, o esvaziamento de pelo menos o primeiro vaso de assentamento 107a pode ocorrer. Pela etapa de esvaziamento 250, a pressão no primeiro vaso de assentamento 107a foi reduzida em três etapas de equalização, como descrito acima, para um nível mais baixo do que no 20 vaso de pressão de leito fluidificado 102. Os materiais voláteis absorvidos nos sólidos podem ter se expandido à medida que a pressão foi reduzida em cada etapa. Como tal, o produto da expansão pode ter sido recuperado para outros vasos de assentamento 107a-d como gás transferido. Dessa forma, o primeiro vaso de assentamento 107a pode ser esvaziado de sólidos com a 25 remoção mínima de gás ou líquido a partir do sistema de descarga 101. Si- multaneamente com o esvaziamento do primeiro vaso de assentamento 107a, o terceiro vaso de assentamento 107c pode ser preenchido a partir do vaso de pressão de leito fluidificado 102 e o segundo vaso de assentamento 107b pode ser equalizado com o quarto vaso de assentamento 107d.
Em uma primeira etapa de repressurização 260, o primeiro vaso
de assentamento 107a pode sofrer a equalização de pressão com o segun- do vaso de assentamento 107b pela abertura da válvula transversal 113ab. Durante a primeira repressurização 260, o primeiro vaso de assentamento 107a pode estar vazio e o quarto vaso de assentamento 107b pode estar cheio de sólidos granulados e com uma pressão relativamente baixa. Dessa forma, enquanto o primeiro vaso de assentamento 107a está na primeira 5 etapa de repressurização 260, o quarto vaso de assentamento 107b pode estar na terceira etapa de despressurização 240. Em determinadas modali- dades, enquanto o primeiro vaso de assentamento 107a é pressurizado no- vamente a partir do segundo vaso de assentamento 107b, o terceiro vaso de assentamento 107c, que está cheio de sólidos granulados, pode ser equali- 10 zado em pressão a partir do quarto vaso de assentamento 107d, que está vazio.
Em uma segunda etapa de repressurização 270, o primeiro vaso de assentamento 107a pode ser submetido à equalização de pressão com o terceiro vaso de assentamento 107c pela abertura da válvula transversal 113ac. Durante a segunda repressurização 270, o primeiro vaso de assen- tamento 107a pode estar vazio e o segundo vaso de assentamento 107b pode estar cheio de sólidos granulados e em uma pressão intermediária com relação aos outros vasos de assentamento 107a, c, d. Dessa forma, enquan- to primeiro vaso de assentamento 107a está na segunda etapa de repressu- rização 270, o terceiro vaso de assentamento 107c pode estar na segunda etapa de despressurização 230. Em determinadas modalidades, enquanto o primeiro vaso de assentamento 107a é novamente pressurizado com o ter- ceiro vaso de assentamento 107c, o quarto vaso de assentamento 107d po- de ser preenchido a partir do vaso de pressão de leito fluidificado 102 en- quanto o segundo vaso de assentamento 107b é esvaziado.
Em uma terceira etapa de repressurização 280, o primeiro vaso de assentamento 107a pode ser submetido à equalização de pressão com o quarto vaso de assentamento 107d pela abertura da válvula transversal 113ad. Durante a terceira etapa de repressurização 280, o primeiro vaso de 30 assentamento 107a pode estar vazio e o quarto vaso de assentamento 107d pode estar cheio de sólidos granulados e em uma pressão relativamente alta. Dessa forma, enquanto o primeiro vaso de assentamento 107a está na terceira etapa de repressurização 280, o quarto vaso de assentamento 107d está na primeira etapa de despressurização 210. Em determinadas modali- dades, enquanto o primeiro vaso de assentamento 107a é novamente pres- surizado com o quarto vaso de assentamento 107d, o terceiro vaso de as- 5 sentamento 107c, cheio com sólidos granulados, pode ser equalizado em pressão com o quarto vaso de assentamento 107d, que está vazio.
Na modalidade descrita acima da presente descrição, depois da finalização das etapas 210 a 280, o processo pode ser repetido. Dessa for- ma, como ilustrado, a válvula primária 111a e a válvula de descarga primária 10 108a pode então ser aberta e o gás no primeiro vaso de assentamento 107a será empurrado de volta para dentro do vaso de pressão de leito fluidificado 102.
Enquanto a modalidade como descrita refere-se a um sistema de descarga envolvendo quatro vasos de assentamento 107a-d, qualquer 15 número de vasos de assentamento 107a-d incluindo os sistemas de descar- ga com tão poucos quanto dois, e os sistemas de descarga com mais do que quatro vasos de assentamento 107a-d podem ser previstos. Adicionalmente, as etapas do enchimento, despressurização, esvaziamento e repressuriza- ção de vaso devem ser visualizadas como um método ilustrativo de se prati- 20 car o sistema de descarga descrito. Métodos alternativos da prática, como seria óbvio aos versados na técnica podem ser previstos, em que, por e- xemplo, a ordem das operações é invertida, modificada, operações adicio- nais são criadas, ou o sistema de descarga é de outra forma expandido.
Ainda com referência à figura 4, mas também com referência à 25 figura 3, uma ordem de operação para um sistema de descarga de acordo com uma modalidade da presente invenção é ilustrada. Em um sistema de descarga de quatro vasos, como ilustrado na figura 4, a seqüência operacio- nal dos vasos de assentamento 307a-d pode alternar seqüencialmente entre qualquer uma das oito etapas.
Agora com referência às etapas da figura 3 e às modalidades da
figura 4, o processo será descrito com referência a uma seqüência única. Qualquer outra seqüência realizará as mesmas etapas na mesma seqüência porém coordenada. Inicialmente, durante a etapa de enchimento de tanque 210, uma válvula de descarga primária 308a pode ser aberta, juntamente com uma primeira válvula de descarga secundária 316a, e uma mistura de sólido e gás pode fluir para dentro do primeiro vaso de assentamento 307a, 5 como descrito acima. Depois da finalização da etapa de enchimento 210, o primeiro vaso de assentamento 307a entra na primeira etapa de despressu- rização 220. Durante a primeira etapa de despressurização 220, a pressão no primeiro vaso de assentamento 307a é equalizada com um segundo vaso de assentamento 307b pela abertura de uma primeira válvula de múltiplas 10 portas 318ab conectando de forma fluida o primeiro vaso de assentamento 307a e o segundo vaso de assentamento 307b (ocorrendo depois da etapa de enchimento como ilustrado na figura 3). O gás pode fluir da pressão mais alta do primeiro vaso de assentamento 307a para a pressão mais baixa do segundo vaso de assentamento 307b. Depois da equalização, o segundo 15 vaso de assentamento 307b pode conter mais gás visto que está sem sóli- dos, e o primeiro vaso de assentamento 307a pode ter uma parte de sua capacidade de gás deslocada pelos sólidos contidos no mesmo. Em deter- minadas modalidades, a equalização de pressão pode ocorrer entre o quarto vaso de assentamento cheio de sólidos 307d e o terceiro vaso de assenta- 20 mento vazio 307c de forma pelo menos parcialmente simultaneamente com a primeira etapa de despressurização 220 pelo fechamento de uma terceira válvula de saída primária 310c e o alinhamento de uma segunda válvula de múltiplas portas 318cd para permitir o fluxo de gases entre as mesmas.
Em uma modalidade alternativa da etapa acima, a primeira vál- 25 vula de múltiplas portas 318ab pode permanecer fechada durante a primeira etapa de despressurização, isolando, assim, o primeiro vaso de assenta- mento 307a e o segundo vaso de assentamento 307b do resto do sistema de descarga 301. Subsequentemente, uma primeira válvula de ventilação secundária 314a e uma segunda válvula de ventilação secundária 314b po- 30 dem ser abertas para permitir o fluxo de gás entre o primeiro vaso de assen- tamento 307a e o segundo vaso de assentamento 307b.
Durante a segunda etapa de despressurização 230, a pressão no primeiro vaso de assentamento 307a é equalizada com o terceiro vaso de assentamento 307c pelo alinhamento da primeira válvula de múltiplas portas 318ab e a segunda válvula de múltiplas portas 318cd para conectar por flui- do o primeiro vaso de assentamento 307a e o terceiro vaso de assentamen- 5 to 307c (ocorrendo em um momento depois da primeira etapa de despressu- rização como ilustrado na figura 3). Para criar um sistema de descarga fe- chado no terceiro vaso de assentamento 307c, a terceira válvula de saída primária 310c foi fechada, permitindo, assim, uma equalização de pressão entre os primeiros vasos de assentamento 307a e o terceiro vaso de assen- 10 tamento 307c. Em determinadas modalidades, o segundo vaso de assenta- mento 307b pode ser preenchido a partir do vaso de pressão de leito fluidifi- cado 302, e o quarto vaso de assentamento 307d pode ser esvaziado de forma pelo menos parcialmente simultânea com a segunda etapa de des- pressurização 230.
Durante a terceira etapa de despressurização 240, a pressão no
primeiro vaso de assentamento 307a é equalizada com o quarto vaso de assentamento 307d pelo alinhamento da primeira válvula de múltiplas portas 318ab e a segunda válvula de múltiplas portas 318cd para conectar por flui- do o primeiro vaso de assentamento 307a e o quatro vaso de assentamento 20 307d (ocorrendo em um momento após a segunda etapa de despressuriza- ção como ilustrado na figura 3). Em determinadas modalidades, o segundo vaso de assentamento 307b, que está cheio de sólidos granulados, pode ser equalizado com o terceiro vaso de assentamento vazio 307c de forma pelo menos parcialmente simultânea com a terceira etapa de despressurização 25 240.
Na etapa de esvaziamento 250, o esvaziamento do primeiro va- so de assentamento 307a pode ocorrer. A etapa de esvaziamento compre- ende a abertura da válvula de saída primária 310 e a transferência de sóli- dos e quaisquer gases restantes para o equipamento a jusante (não- 30 ilustrado) através da primeira linha de transporte 115a. Pela etapa de esva- ziamento 250, a pressão no primeiro vaso de assentamento 307a foi reduzi- da em três etapas de equalização, como descrito acima, para um nível infe- rior ao do vaso de pressão de leito fluidificado 302. Em determinadas moda- lidades, o terceiro vaso de assentamento 307c pode estar sendo preenchido a partir do vaso de pressão de leito fluidificado 302 e o segundo vaso de as- sentamento 307b pode estar sendo equalizado com o quarto vaso de assen- 5 tamento 307d de forma pelo menos parcialmente simultânea com a etapa de esvaziamento 250.
Na primeira etapa de repressurização 260, o primeiro vaso de assentamento 307a pode ser submetido à equalização de pressão com o segundo vaso de assentamento 307b pelo alinhamento da primeira válvula de múltiplas portas 318ab para conectar por fluido os dois vasos de assen- tamento. Durante a primeira repressurização 260, o primeiro vaso de assen- tamento 307a pode estar vazio e o quarto vaso de assentamento 307b pode estar cheio de sólidos granulados e em uma pressão relativamente baixa. Dessa forma, enquanto o primeiro vaso de assentamento 307a está na pri- meira etapa de repressurização 260, o segundo vaso de assentamento 307b pode estar em sua terceira etapa de repressurização 240. Em determinadas modalidades, o terceiro vaso de assentamento 307c, que pode estar cheio de sólidos granulados, pode ser equalizado por pressão com o quarto vaso de assentamento 307d, que está vazio, de forma pelo menos parcialmente simultânea com a primeira etapa de repressurização 260.
Na segunda etapa de repressurização 270, o primeiro vaso de assentamento 307a pode ser submetido à equalização de pressão com o terceiro vaso de assentamento 307c, pelo alinhamento da primeira válvula de múltiplas portas 318ab e a segunda válvula de múltiplas portas 318cd 25 para permitir o fluxo de gás entre os mesmos. Durante a segunda repressu- rização 270, o primeiro vaso de assentamento 307a pode estar vazio e o terceiro vaso de assentamento 307c pode estar cheio de sólidos granulados. Dessa forma, enquanto o primeiro vaso de assentamento 307a está na se- gunda etapa de repressurização 270, o terceiro vaso de assentamento 307c 30 pode estar na segunda etapa de despressurização 230. Em determinadas modalidades, o quarto vaso de assentamento 307d pode ser preenchido a partir do vaso de pressão de leito fluidificado 302, e o segundo vaso de as- sentamento 307b pode estar na etapa de esvaziamento 250 de forma pelo menos parcialmente simultânea com a segunda etapa de repressurização 270.
Na terceira etapa de repressurização 280, o primeiro vaso de assentamento 307a pode ser submetido à equalização de pressão com o quarto vaso de assentamento 307d pelo alinhamento da primeira válvula de múltiplas portas 318ab e a segunda válvula de múltiplas portas 318cd de forma a permitir o fluxo de gás entre os mesmos. Durante a terceira etapa de repressurização 280, o primeiro vaso de assentamento 307a pode estar va- zio, e o quarto vaso de assentamento 307d pode estar cheio de sólidos gra- nulados e a uma pressão relativamente alta. Dessa forma, enquanto o pri- meiro vaso de assentamento 307a está na terceira etapa de repressurização 280, o quarto vaso de assentamento 307d está na primeira etapa de des- pressurização 210. Em determinadas modalidades, o terceiro vaso de as- sentamento cheio de sólidos granulados 307c pode estar equalizando a pressão com o quarto vaso de assentamento vazio 307d de forma pelo me- nos parcialmente simultânea com a terceira etapa de repressurização 280.
Na modalidade descrita acima da presente descrição, depois da finalização das etapas acima 210 a 280, o processo pode ser repetido. Adi- 20 cionalmente, as etapas de enchimento, despressurização, esvaziamento e repressurização do vaso devem ser visualizadas como um método ilustrativo de se praticar o sistema de descarga descrito. Métodos alternativos de práti- ca, como seria óbvio aos versados na técnica podem ser vislumbrados, em que, por exemplo, a ordem as operações pode ser invertida, modificada, o- 25 perações adicionais podem ser criadas, ou o sistema de descarga é de outra forma expandido.
Com referência novamente à figura 2, para se fornecer o benefi- cio de segurança impedindo-se que o gás de alta pressão passe do vaso de pressão de leito fluidificado 107a-d para o equipamento de pressão mais 30 baixa, em uma modalidade do método, existe uma lógica no lugar para ga- rantir que exista sempre pelo menos duas válvulas fechadas entre o vaso de pressão de leito fluidificado 107a-d e um vaso a jusante. Como utilizado a- qui, o vaso a jusante pode ser qualquer vaso que esteja a jusante de qual- quer vaso de assentamento particular. Nessa modalidade, uma válvula de saída secundária 119a-d, como descrito aqui acima, é instalada na linha de transporte do vaso de assentamento.
5 Com referência agora à figura 5, um desenho esquemático de
um sistema de descarga alternativo de acordo com uma modalidade da pre- sente descrição é ilustrado. Nessa modalidade, a pluralidade de vasos de assentamento 407a-f compreende seis vasos de assentamento 407a-f que são conectados ao vaso de pressão de leito fluidificado 402 através de uma 10 pluralidade de linhas de descarga comum 406ab, cd, ef. O fluxo de sólidos do vaso de pressão de leito fluidificado 402 e da pluralidade de vasos de assentamento 407a-f é controlado por uma pluralidade de válvulas de des- carga primárias 408ab, cd, ef. A pluralidade de vasos de assentamento 407a-f também possui, cada um, uma válvula de saída primária 410a-f, para 15 controlar o fluxo de sólidos entre os vasos de assentamento 407a-f e o equi- pamento de processamento a jusante (não-ilustrado).
Ainda com referência à figura 5, no sistema de descarga alterna- tivo 401, as conexões entre o vaso de pressão de leito fluidificado 402 e a pluralidade de vasos de assentamento 407a-f foram reduzidas com relação à 20 modalidade descrita na figura 2. Especificamente, os grupos de vasos de assentamento 407a-f compartilham a pluralidade de linhas de descarga co- muns 406ab, cd, ef e as válvulas de descarga primárias associadas 408ab, cd, ef. O agrupamento da pluralidade de vasos de assentamento 407a-f re- duz a quantidade de conexões necessárias para a transferência de sólidos 25 do vaso de pressão de leito fluidificado 402. Adicionalmente, uma pluralidade de válvulas de descarga secundárias 416a-f controla o fluxo de sólidos entre o vaso de pressão de leito fluidificado 402 e os seis vasos de assentamento 407a-f.
O sistema de descarga alternativo 401 também pode permitir a redução na quantidade de conexões necessárias para a transferência de gases entre o vaso de pressão de leito fluidificado 402 e os vasos de assen- tamento 407a-f. Em uma modalidade, o sistema de descarga 401 pode a- marrar as linhas de ventilação 409a-f juntas com as válvulas de ventilação primárias comuns 411ab, cd, ef.
Em outras modalidades ilustradas na figura 5, para reduzir a quantidade de conexões necessárias para a transferência de gás entre os vasos de assentamento individuais pressurizados 407a-f, o sistema de des- carga 401 utiliza válvulas de múltiplas portas 418ab, cd, ef. As válvulas de múltiplas portas 418ab, cd, ef podem funcionar de forma similar às válvulas de múltiplas portas 318ab, cd do sistema de descarga 301, no entanto, deve- se notar que no sistema de descarga 401, uma primeira válvula de múltiplas portas 418ab conecta um par de vasos de assentamento 407ab a uma se- gunda válvula de múltiplas portas 418cd e uma terceira válvula de múltiplas portas 418ef, conectando, assim, cada um dentre a pluralidade de vasos de assentamento 407a-f. Como ilustrado, o uso de válvulas de múltiplas portas 418ab, cd, ef pode permitir conexões simplificadas e menores, linha de co- nexão mais baratas e válvulas associadas, de forma a reduzir tanto o custo inicial quanto a manutenção do sistema de descarga.
Em determinadas modalidades, pode ser benéfico se modificar adicionalmente o sistema de descarga 401 pela conexão de cada um dos vasos de assentamento 407a-f ao vaso de pressão de leito fluidificado 402, a 20 adição de válvulas de múltiplas portas adicionais 418ab, cd, ef, o comparti- lhamento adicional das linhas de ventilação 409a-f, ou pelo agrupamento dos vasos de assentamento 407a-f em conjuntos de três, quatro ou qualquer número adicional de tanques por conjunto que podem melhorar a eficiência operacional. Particularmente, visto que os vasos de assentamento 407a-f 25 podem compartilhar as linhas de descarga 406ab, cd, ef, e as válvulas de descarga primárias 408ab, cd, ef e/ou as válvulas de descarga secundárias 416a-f, o presente sistema de descarga podem ser encaixado de forma re- troativa em sistemas de descarga existentes para separação de sólidos pressurizados. As capacidades de encaixe retroativo do método descrito a- 30 cima podem, dessa forma, permitir que sistemas de descarga existentes se tornem mais eficientes quando operando de acordo com a presente descri- ção. Ainda com referência à figura 5, uma ordem de operação para um sistema de descarga de seis vasos, pode incluir os vasos de assenta- mento 407a-f operando seqüencialmente entre qualquer uma das dez eta- pas. Inicialmente, as etapas operacionais de um sistema de descarga de 5 seis vasos incluirá oito etapas ilustradas na figura 3 e descritas acima. No entanto, à medida que o número de vasos de assentamento 407a-f aumenta, as etapas de equalização de pressão adicionais, isso é, despressurização e repressurização, podem ser adicionadas para aumentar ainda mais a efici- ência do sistema de descarga. Dessa forma, em um sistema de descarga de 10 seis vasos, em pelo menos uma modalidades, cada vaso de assentamento pode ser submetido a um enchimento, uma primeira despressurização, uma segunda despressurização, uma terceira despressurização, uma quarta des- pressurização, uma quinta despressurização, um esvaziamento, uma primei- ra repressurização, uma segunda repressurização, uma terceira repressuri- 15 zação, uma quarta repressurização, e uma quinta repressurização, antes da repetição. Os versados na técnica perceberão que cada vaso adicional pode adicionar uma etapa de despressurização e de repressurização.
Os versados na técnica podem perceber que à medida que o número de etapas de despressurização e repressurização para cada tanque aumenta, a eficiência do sistema de descarga pode aumentar. Por exemplo, pela adição de etapas de despressurização e repressurização, como pode ocorrer no sistema de descarga 401, o potencial para a descarga de gás e gás/líquido antes do esvaziamento aumenta. Como tal, o sistema de descar- ga pode resultar em uma maior recuperação de gás e menos perda de maté- ria-prima. Adicionalmente, deve-se perceber que em determinadas modali- dades, o número máximo de equalizações simultâneas pode ser metade do número de vasos de assentamento 407a-f. Por exemplo, em um sistema de descarga de seis vasos, três equalizações simultâneas podem ocorrer, ou duas equalizações simultâneas (envolvendo quatro dos vasos) enquanto um quinto vaso está sendo abastecido e um sexto vaso está sendo esvaziado. Dessa forma, em determinadas modalidades, pode ser necessário se adicio- nar linhas de equalização/ventilação ou, de outra forma, se conectar os va- sos de assentamento através de mais válvulas de forma que as equaiiza- ções possam ocorrer da forma mais eficiente.
Os versados na técnica reconhecerão também que a eficiência do gás do sistema de descarga é aperfeiçoada pela minimização do volume 5 de entrada por válvula do sistema de descarga que não é preenchido com um sólido depois da etapa de enchimento. Como utilizado aqui, o volume de entrada por válvula refere-se ao volume combinado do vaso de assentamen- to e da tubulação associada conectada por fluido com o vaso de assenta- mento até a primeira válvula automática fechada.
Com referência novamente à figura 4, o volume de entrada por
válvula não-preenchido com um sólido depois da etapa de enchimento pode ser minimizada pelo fornecimento de uma válvula de descarga secundária 316a-d como descrito acima e adição de uma etapa de purga de gás limpo da tubulação de descarga. A etapa de purga de gás limpo da tubulação de 15 descarga compreende as etapas de: fechamento da válvula de descarga primária 308a, b, e da válvula de ventilação primária 311a, d depois da etapa de enchimento; pausa por um tempo curto para permitir que a resina entra- nhada na linha de ventilação 309a-d e na linha de descarga 306ab, cd as- sente novamente dento do vaso de assentamento 307a-d depois da etapa 20 de enchimento; fechamento da válvula de descarga secundária 316a-d e da válvula de ventilação secundária 314a-d depois da etapa de pausa; e abertu- ra da válvula de descarga primária 308a, b , a válvula de ventilação primária 311a, d, uma válvula de purga de gás limpo 322a (ilustrada em dois lugares), e uma válvula de purga de linha de ventilação 324a, d depois do fechamento 25 da válvula de descarga secundária 316a-d para permitir que o gás de purga varra a linha de descarga 306ab, cd e a linha de ventilação comum 326ab, cd para limpar quaisquer partículas sólidas residuais das linhas. Como utili- zado aqui, a pausa por um curto período de tempo significa a pausa por um período de tempo de cerca de 1 segundo a cerca de 1 minuto, mais preferi- 30 velmente de cerca de 1 a cerca de 15 segundos, e ainda mais preferivelmen- te de cerca de 1 a cerca de 5 segundos. Essas válvulas podem ser deixadas abertas, ou preferivelmente fechadas quando a purga da linha estiver com- pletada a fim de minimizar o uso do gás de purga. Em algumas modalidades preferidas, cada vaso de assentamento 307a-d terá uma purga de linha de ventilação 323a,d e uma válvula de purga de linha de ventilação 324a,d, ao passo que em outras modalidades, pelo menos dois vasos de assentamento 5 terão uma única purga de linha de ventilação 323a, d e válvula de purga de linha de ventilação 324a,d.
Utilizando-se os métodos e dispositivos descritos aqui, um sis- tema de descarga de produto que fornece eficiência de gás aperfeiçoada pode ser fornecido. Em uma modalidade da invenção, um método de des- carga de partículas sólidas de um vaso de pressão de leito fluidificado é for- necido compreendendo as etapas de: fornecimento de um sistema de des- carga compreendendo um vaso de assentamento, em que o sistema de des- carga não possui um tanque de transferência, e em que o vaso de assenta- mento não possui um elemento de filtro; e o enchimento do vaso de assen- tamento com partículas sólidas descarregadas a partir de um vaso de pres- são de leito fluidificado, em que um volume de partículas sólidas descarre- gadas preenchendo o vaso de assentamento é de pelo menos 95% de um volume real do vaso de assentamento, preferivelmente o volume de partícu- las sólidas descarregadas é de pelo menos 98% do volume real do vaso de assentamento, e ainda mais preferivelmente o volume de partículas sólidas descarregadas é de pelo menos 100% do volume real do vaso de assenta- mento. Em outra modalidade desse método, o volume de partículas sólidas descarregadas é maior que cerca de 90% de volume de entrada de válvula e preferivelmente o volume de partículas sólidas é maior que cerca de 100% de volume de entrada de válvula.
Como será compreendido pelos versados na técnica, as modali- dades da presente descrição podem ser utilizadas para encaixar de forma retroativa em sistemas de descarga existentes. Geralmente, o sistema de descarga da figura 1 pode ser modificado de acordo com o presente sistema 30 de descarga como descrito na figura 2. Especificamente, com referência à figura 1, um vaso de transferência 13 pode ser removido do sistema de des- carga, e um vaso de assentamento 4 pode ser conectado diretamente ao equipamento a jusante. Adicionalmente, o tanque de transferência 13 pode então ser conectado ao vaso de pressão de leito fluidificado 1 e reconfigura- do como um tanque de assentamento alternativo. O tanque de assentamen- to alternativo pode então ser ligado transversalmente juntamente com o tan- 5 que de assentamento original de forma que o gás possa percorrer entre os tanques de assentamento. Dessa forma, os tanques de transferência 13 e os vasos de assentamento 4 da figura 1 podem se tornar os vasos de assenta- mento descritos na presente descrição. Esse método de encaixe retroativo de sistemas de descarga existentes pode ser benéfico na redução de custo 10 ou sistemas de descarga mais antigos recondicionados para um uso mais eficiente.
Enquanto descrito com relação a uma modalidade da presente descrição descrita na figura 2, os versados na técnica perceberão que qual- quer sistema ou método de descarga de acordo com a presente descrição 15 podem ser encaixados de forma retroativa em um sistema de descarga exis- tente para a remoção de sólidos de um vaso de pressão. Por exemplo, nas modalidades ilustradas, os sistemas e métodos de descarga descritos nas figuras 3 e 4 podem ser aplicados a um sistema de descarga existente pela modificação do sistema de descarga existente para incluir válvulas de múlti- 20 pias portas, como discutido acima.
Vantajosamente, as modalidades da presente descrição podem permitir uma maior flexibilidade no desenho físico. Especificamente, visto que o sistema de descarga não exige vasos em série, a altura do vaso de pressão de leito fluidificado pode ser reduzida. Adicionalmente, pela redução 25 da exigência de altura do vaso de pressão, o tamanho do vaso de assenta- mento pode variar e os vasos de assentamento podem compartilhar as li- nhas de descarga, as linhas de ventilação, e as linhas de transporte. Adicio- nalmente, os vasos de assentamento correm em paralelo e podem permitir a redução dos custos com tubulação e válvula. Além disso, quando a manu- 30 tenção ocorre, a eficiência do processamento pode não ser tão afetada co- mo nos sistemas da técnica anterior visto que pode haver mais vasos de assentamento presentes, e a remoção de um vaso de assentamento terá menos efeito nos processos de outros vasos no sistema de descarga.
Adicionalmente, nas modalidades em que a maior capacidade de remoção de sólidos é desejável, as modalidades do presente sistema de descarga pode funcionar com mais de um vaso sendo preenchido simulta- 5 neamente enquanto mais de um vaso está sendo descarregado simultanea- mente. Em tal modalidade, a eficiência de recuperação de gás pode ser re- duzida pela redução do número de etapas de equalização para a vantagem do aumento da taxa de remoção de sólidos. Por exemplo, um sistema de descarga de seis vasos pode ser operado como dois sistemas separados de 10 descarga de três vasos, em que pode haver duas etapas de despressuriza- ção, e duas etapas de repressurização. Visto que o número de etapas é re- duzido, tal modalidade pode fornecer uma capacidade de remoção de sóli- dos maior em comparação com a operação do sistema único de descarga de seis vasos, como descrito acima.
Vantagens adicionais podem ser percebidas pelo aumento da
frequência de quedas de produto dos vasos de assentamento. Especifica- mente, o tamanho do tanque pode variar para permitir os intervalos de que- da de produto ideais sem o risco de perda de material reciclável. Adicional- mente, válvulas e tubulações menores podem ser utilizadas nos sistemas de 20 descarga com mais tanques, reduzindo, dessa forma, o sistema de descarga inicial, além dos custos de manutenção e substituição.
Adicionalmente, devido às etapas de equalização de pressão adicionais, as modalidades do presente sistema de descarga podem forne- cer uma redução na perda de gás e da mistura de gás e líquido do sistema 25 de descarga. Em determinadas modalidades, o sistema de descarga pode ser eficiente o suficiente de modo a remover os sistemas de recuperação e reciclagem de gás pós-descarga utilizados nos sistemas de descarga atuais.
Para fins de brevidade, apenas determinadas faixas são explici- tamente descritas aqui. No entanto, as faixas de qualquer limite inferior po- dem ser combinadas com qualquer limite superior para recitar uma faixa não explicitamente recitada, além de faixas de qualquer limite inferior poder ser combinada com qualquer outro limite inferior para recitar uma faixa não ex- plicitamente recitada, da mesma forma, faixas de qualquer limite superior podem ser combinadas com qualquer outro limite superior para recitar uma faixa não explicitamente recitada. Adicionalmente, dento de uma faixa inclui cada ponto ou valor individual entre seus pontos de extremidade apesar de 5 não explicitamente recitado. Dessa forma, cada ponto ou valor individual po- de servir como seu próprio limite inferior ou superior com qualquer outro pon- to ou valor individual ou qualquer outro limite inferior ou superior, para recitar uma faixa não explicitamente recitada.
Todos os documentos de prioridade são totalmente incorporados 10 aqui por referência para todas as jurisdições nas quais tal incorporação é permitida e até em que tal descrição é consistente com a descrição da pre- sente invenção. Adicionalmente, todos os documentos e referências citados aqui, incluindo procedimentos de teste, publicações, patentes, artigos de jornal, etc. são totalmente incorporados aqui por referência para todas as 15 jurisdições nas quais tal incorporação é permitida e até em que tal descrição é consistente com a descrição da presente invenção.
Enquanto a invenção foi descrita com relação a um número de modalidades e exemplos, os versados na técnica, tendo o benefício dessa descrição, apreciarão que outras modalidades podem ser vislumbradas que não se distanciam do escopo e espírito da invenção como descrito aqui.

Claims (30)

1. Sistema de descarga para a remoção de sólidos a partir de um vaso de pressão de leito fluidificado, o sistema de descarga compreen- dendo: (a) uma pluralidade de vasos de assentamento disposta em pa- ralelo; (b) uma linha de descarga conectando por fluido um vaso de pressão de leito fluidificado para pelo menos um dentre a pluralidade de va- sos de assentamento; (c) uma válvula de descarga primária para controlar o fluxo de descarga de uma mistura de fluido para o pelo menos um dentre a pluralida- de de vasos de assentamento; (d) uma linha de ventilação conectando por fluido o vaso de pressão de leito fluidificado e o pelo menos um dente a pluralidade de vasos de assentamento; (e) uma válvula de ventilação primária para controlar o fluxo de ventilação através da linha de ventilação; (f) uma linha transversal conectando por fluido pelo menos dois dentre a pluralidade de vasos de assentamento; (g) uma linha transversal conectando por fluido pelo menos dois dentre a pluralidade de vasos de assentamento; (h) uma válvula de saída primária para controlar um fluxo de saí- da da mistura de fluido que sai de pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento; em que o sistema de descarga não possui um tanque de transfe- rência, e em que a pluralidade de vasos de assentamento não possui um elemento de filtro.
2. Sistema de descarga de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento com- preende adicionalmente um cabeçote superior cônico.
3. Sistema de descarga de acordo com qualquer uma das reivin- dicações anteriores, compreendendo adicionalmente um dispositivo de moni- toramento de sólidos conectado a pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento.
4. Sistema de descarga de acordo com qualquer uma das reivin- dicações anteriores, compreendendo adicionalmente uma pluralidade de válvulas de descarga secundárias em série com a válvula de descarga pri- mária, em que a válvula de descarga primária e pelo menos uma dentre a pluralidade de válvulas de descarga secundárias estão localizadas entre o vaso de pressão de leito fluidificado e o pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento, e em que ambas a válvula de descarga primária e a pelo menos uma dentre a pluralidade de válvulas de descarga secundá- rias controlam o fluxo de descarga para o pelo menos um vaso de assenta- mento.
5. Sistema de descarga de acordo com a reivindicação 4, no qual os pelo menos dois vasos de assentamento são conectados por fluido ao vaso de pressão de leito fluidificado através de uma válvula de descarga primária comum.
6. Sistema de descarga de acordo com qualquer uma das reivin- dicações anteriores, compreendendo adicionalmente uma válvula de ventila- ção secundária em série com a válvula de ventilação secundária entre o va- so de pressão de leito fluidificado e pelo menos um vaso de assentamento.
7. Sistema de descarga de acordo com a reivindicação 6, no qual pelo menos dois vasos de assentamento são conectados por fluido ao vaso de pressão de leito fluidificado através de uma válvula de ventilação primária comum.
8. Sistema de descarga de acordo com qualquer uma das reivin- dicações anteriores, compreendendo adicionalmente uma válvula de saída secundária, em que ambas a válvula de saída primária e a válvula de saída secundária controlam o fluxo de saída do pelo menos um dentre a pluralida- de de vasos de assentamento.
9. Sistema de descarga de acordo com qualquer uma das reivin- dicações anteriores, no qual o sistema de descarga compreende pelo menos três vasos de assentamento; pelo menos três linhas transversais, e pelo me- nos uma válvula de múltiplas portas, em que a pelo menos uma válvula de múltiplas portas conecta por fluido as pelo menos três linhas transversais.
10. Sistema de descarga de acordo com qualquer uma das rei- vindicações anteriores, no qual o sistema de descarga compreende pelo menos quatro vasos de assentamento; pelo menos quatro linhas transver- sais; um primeiro conjunto de linhas transversais compreendendo uma pri- meira das pelo menos quatro linhas transversais e uma segunda das pelo menos quatro linhas transversais; um segundo conjunto de linhas transver- sais compreendendo uma terceira das pelo menos quatro linhas transversais e uma quarta das pelo menos quatro linhas transversais; e pelo menos duas válvulas de múltiplas portas, em que as pelo menos duas válvulas de múlti- plas portas conectam por fluido o primeiro conjunto de linhas transversais ao segundo conjunto de linhas transversais.
11. Sistema de descarga de acordo com qualquer uma das rei- vindicações anteriores, compreendendo adicionalmente uma purga de gás seco alimentada para pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de as- sentamento.
12. Sistema de descarga de acordo com qualquer uma das rei- vindicações anteriores, compreendendo adicionalmente uma purga de gás limpo alimentada para pelo menos uma dentre a pluralidade de linhas de descarga.
13. Sistema de descarga de acordo com qualquer uma das rei- vindicações anteriores, no qual a válvula transversal é uma válvula do tipo de controle de fluxo.
14. Método de remoção de um sólido de um vaso de pressão de leito fluidificado compreendendo as etapas de: (a) fornecer um sistema de descarga compreendendo uma plura- lidade de vasos de assentamento dispostos em paralelo, em que o sistema de descarga não possui um tanque de transferência, e em que a pluralidade de vasos de assentamento não possui um elemento de filtro; (b) encher um primeiro vaso de assentamento com uma mistura de um vaso de pressão de leito fluidificado, em que a dita mistura compre- ende um sólido e um gás pressurizado; (c) equalizar o primeiro vaso de assentamento com pelo menos um segundo vaso de assentamento, em que o gás pressurizado é transferi- do entre o primeiro vaso de assentamento e o segundo vaso de assenta- mento; e (d) esvaziar o primeiro vaso de assentamento.
15. Método de acordo com a reivindicação 14, no qual a equali- zação compreende a repressurização de pelo menos um dentre a pluralida- de de vasos de assentamento.
16. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 14 e 15, no qual a equalização compreende a despressurização de pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento.
17. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações de 14 a 16, compreendendo adicionalmente a reciclagem do gás pressurizado transferido entre o pelo menos um dos vasos de assentamento e o vaso de pressão de leito fluidificado.
18. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações de 14 a 17, no qual a etapa de equalização compreende a repressurização e despressurização de pelo menos dois dentre a pluralidade de vasos de as- sentamento.
19. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações de 14 a 18, compreendendo adicionalmente a equalização de pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de assentamento com pelo menos dois dentre a pluralidade de vasos de assentamento.
20. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações de 14 a 19, compreendendo adicionalmente as etapas de: (a) fornecer pelo menos três vasos de assentamento; (b) despressurizar em primeiro lugar o primeiro vaso de assen- tamento pela transferência de uma primeira parte do gás pressurizado a par- tir do primeiro vaso de assentamento para o segundo vaso de assentamento depois da etapa de enchimento; (c) despressurizar em segundo lugar o primeiro vaso de assen- tamento pela transferência de uma segunda parte do gás pressurizado a partir do primeiro vaso de assentamento para um terceiro vaso de assenta- mento depois da primeira etapa de despressurização; (d) esvaziar o sólido para fora do primeiro vaso de assentamento depois da segunda etapa de despressurização; (e) pressurizar novamente em primeiro lugar o primeiro vaso de assentamento pela transferência de uma primeira parte de retorno do gás pressurizado a partir do segundo vaso de assentamento para o primeiro va- so de assentamento depois da etapa de esvaziamento; e (f) pressurizar novamente em segundo lugar o primeiro vaso de assentamento pela transferência de uma segunda parte de retorno do gás pressurizado a partir do terceiro vaso de assentamento para o primeiro vaso de assentamento depois da primeira etapa de repressurização.
21. Método de acordo com a reivindicação 20, compreendendo adicionalmente as etapas de: (a) fornecimento de pelo menos um quarto vaso de assentamen- to; (b) terceira despressurização do primeiro vaso de assentamento pela transferência de uma terceira parte do gás pressurizado a partir do pri- meiro vaso de assentamento para o quarto vaso de assentamento depois da segunda etapa de despressurização e antes da etapa de esvaziamento; e (c) terceira repressurização do primeiro vaso de assentamento pela transferência de uma terceira parte de retorno do gás pressurizado a partir do quarto vaso de assentamento para o primeiro vaso de assentamen- to depois da segunda etapa de repressurização.
22. Método de acordo com a reivindicação 21, compreendendo adicionalmente as etapas de: (a) transferência do gás pressurizado a partir do quarto vaso de assentamento para o terceiro vaso de assentamento de forma pelo menos parcialmente simultânea com a primeira etapa de despressurização; e (b) enchimento do segundo vaso de assentamento com a mistu- ra do vaso de pressão de leito fluidificado de forma pelo menos parcialmente simultânea com a segunda etapa de despressurização.
23. Método de acordo com a reivindicação 22, compreendendo adicionalmente as etapas de: (a) esvaziamento de sólidos para fora do quarto vaso de assen- tamento de forma pelo menos parcialmente simultânea com a segunda eta- pa de despressurização; e (b) transferência do gás pressurizado a partir do segundo vaso de assentamento para o terceiro vaso de assentamento de forma pelo me- nos parcialmente simultânea com a terceira etapa de despressurização.
24. Método de acordo com a reivindicação 23, compreendendo adicionalmente as etapas de: (a) enchimento do terceiro vaso de assentamento com a mistura do vaso de pressão de leito fluidificado de forma pelo menos parcialmente simultânea com o esvaziamento do primeiro vaso de assentamento; (b) enchimento do quarto vaso de assentamento com a mistura a partir do vaso de pressão de leito fluidificado de forma pelo menos parcial- mente simultânea com a segunda etapa de repressurização; e (c) transferência de sólidos para fora do segundo vaso de assen- tamento de forma pelo menos parcialmente simultânea com a segunda eta- pa de repressurização.
25. Método de acordo com a reivindicação 24, compreendendo adicionalmente as etapas de: (a) transferência do gás pressurizado a partir do terceiro vaso de assentamento para o quarto vaso de assentamento de forma pelo menos parcialmente simultânea com a primeira etapa de repressurização; e (b) transferência do gás pressurizado a partir do terceiro vaso de assentamento para o segundo vaso de assentamento de forma pelo menos parcialmente simultânea com a terceira etapa de repressurização.
26. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações de 14 a 24, no qual existe sempre pelo menos duas válvulas fechadas entre o vaso de pressão de leito fluidificado e um vaso a jusante, em que o vaso a jusante é a jusante do pelo menos um dentre a pluralidade de vasos de as- sentamento.
27. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações de 14 a 25, compreendendo adicionalmente a etapa de purga de gás limpo de uma linha de descarga.
28. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações de 14 a 27, compreendendo adicionalmente a etapa de purga de gás limpo de uma linha de ventilação.
29. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações de 14 a 28, compreendendo adicionalmente a etapa de purga de gás seco de pelo menos um dentre uma pluralidade de vasos de assentamento.
30. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações de 14 a 29, no qual um volume de partículas sólidas descarregadas enchendo o primeiro dentre a pluralidade de vasos de assentamento é pelo menos 95% de um volume real do primeiro dentre a pluralidade de vasos de assenta- mento, é pelo menos 98% do volume real, é pelo menos 100% do volume real, é maior que cerca de 90% de um volume de entrada de válvula do pri- meiro dentre a pluralidade de vasos de assentamento, ou é maior que cerca de 100% de um volume de entrada de válvula.
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