BRPI0720261A2 - Detector de cromatografia de líquido e controlador de corrente para o mesmo - Google Patents

Detector de cromatografia de líquido e controlador de corrente para o mesmo Download PDF

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James Anderson
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DETECTOR DE CROMATOGRAFIA DE LÍQUIDO E CONTROLADOR DE CORRENTE PARA O MESMO".
FUNDAMENTOS
Detectores de difusão de luz evaporativos (ELSDs), espectrôme-
tros de massa e detectores de aerossol carregados são usados rotineira- mente para análise de Cromatografia de Líquido (LC). Em um dispositivo desse tipo, uma amostra de líquido é convertida em gotículas por um nebuli- zador. Um gás portador transporta as gotículas através de um cartucho ne- bulizador, um impactador, e um tubo de derivação. Dispositivos convencio- nais colocam o impactador no caminho das gotículas para interceptar gotícu- las grandes, que são coletadas e saem pelo tubo de derivação através de um escoamento de saída. As gotículas da amostra de tamanho adequado restantes passam através do tubo de derivação, que podem ser aquecido para ajudar na evaporação de uma parte de solvente das gotículas. Quando a parte de solvente das gotículas é evaporada, os componentes de análise restantes, menos voláteis, passam para uma célula de detecção, ou detector, para de- tecção de acordo com o tipo de dispositivo utilizado. Na célula de detecção de um ELSD, por exemplo, é medida a difusão de luz da amostra. Desse modo, ELSDs, espectrômetros de massa e detectores de aerossol carrega- dos podem ser usados para analisar uma ampla variedade de amostras.
Dispositivos de detecção convencionais estão sujeitos a diversas desvantagens, inclusive níveis relativamente altos de ruídos de picos recor- tados, detectados pela célula de detecção. Esse ruído de pico recortado, e excessivo, pode prejudicar a capacidade do dispositivo de detecção de me- dir precisamente as propriedades das gotículas de amostra de podem redu- zir a sensibilidade total. Uma estratégica convencional para solucionar a questão do ruído de linha de base de dispositivos de detecção convencio- nais é incluir um dispositivo coletor de difusor, para impedir que partículas grandes, que aumentam o ruído de fundo, passem através do tubo de deri- vação para o detector. Mas, esses difusores não são capazes de eliminar todo o ruído. Além disso, esses difusores podem causar condensação no tubo de derivação e ampliar o pico sob condições operacionais do dispositivo de detecção. A ampliação do pico é particularmente problemática para picos pronunciados gerados da Cromatografia de Líquido de Alto Desempenho (UPLC)1 onde a largura de um pico típica é de entre cerca de 0,8 e cerca de 1 segundo. Portanto, esses dispositivos de detecção com difusores conven- cionais são incapazes de reduzir ruído adequadamente e aumentar a sensi- bilidade. SUMÁRIO
O sumário simplificado abaixo fornece uma visão global básica de alguns aspectos da presente tecnologia. Esse sumário não é uma visão global detalhada. Ela não pretende identificar elementos essenciais ou críti- cos ou descrever o alcance dessa tecnologia. Esse Sumário não se destina a ser usado como ajuda para determinar o alcance do assunto reivindicado. Seu propósito é apresentar alguns conceitos simplificados relacionados à tecnologia, antes da descrição mais detalhada apresentada abaixo.
Consequentemente, aspectos da invenção põem à disposição um controlador de corrente para um dispositivo de detecção, que reduz flu- tuações de pressão na corrente de gotículas para reduzir ruído e aumentar sensibilidade. O controlador de corrente inclui um canal de corrente com uma área de secção transversal menor do que uma área de secção trans- versal do tubo de derivação, para reduzir ruído e aumentar sensibilidade, enquanto mantém uma intensidade de sinal adequada. Pela redução desse ruído, o dispositivo de detecção é capaz de obter um nível mais alto de sen- sibilidade.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DOS DESENHOS
Fig. 1 é uma vista esquemática de um ELSD, com um controla- dor de corrente de uma modalidade da invenção, com partes parcialmente cortadas para revelar a construção interna;
Figs. 2A-2C são vistas de extremidades de impactadores recebi- dos dentro de cartuchos de nebulização;
Figs. 3A-3C são exemplos de cromatogramas de preamplificador de 20 ppm de Hidrocortisona, sem o controlador de corrente da presente invenção;
Figs. 4A-4C são exemplos de cromatogramas de preamplificador de 20 ppm de Hidrocortisona, com o controlador de corrente adjacente ao impactador;
Figs. 5A-5C são exemplos de cromatogramas de preamplificador
de 20 ppm de Hidrocortisona, com o controlador de corrente disposto a cer- ca de 5 milímetros (0,2 polegada) do impactador;
Figs. 6A-6C são exemplos de cromatogramas de preamplificador e painel de fundo de 0,18 mg/ml de Ginkoglide B, sem o controlador de cor- rente da presente invenção;
Figs. 7A-7C são exemplos de cromatogramas de preamplificador e painel de fundo de 0,18 mg/ml de Ginkoglide B, sem o controlador de cor- rente da presente invenção;
Fig. 8 é uma vista esquemática de um ELSD com um controlador de corrente, com partes parcialmente cortadas para revelar a construção interna de acordo com uma modalidade alternativa da invenção;
Fig. 9 é uma vista esquemática de um ELSD com dois controla- dores de corrente, com partes parcialmente cortadas para revelar a constru- ção interna de acordo com outra modalidade alternativa da invenção; Caracteres de referência correspondentes indicam partes cor-
respondentes em todos os desenhos. DESCRIÇÃO DETALHADA
A Fig. 1 ilustra um ELSD, indicado, em geral, com 90, de acordo com uma modalidade da invenção. Tal como pode ser entendido por alguém versado na técnica, uma referência no presente a exemplos de modalidades da invenção aplicadas a um ELSD são facilmente aplicáveis a outros dispo- sitivos de detecção, tais como espectrômetros de massa e detectores de aerossol carregados. Uma coluna de cromatografia de líquido (LC) 100 for- nece efluente 102 (i.e., a fase móvel) a um nebulizador 104. O nebulizador também está dotado de um gás portador 106, tal como um gás inerte (por exemplo, nitrogênio). Tal como pode ser entendido por alguém versado na técnica, o nebulizador 104 produz gotículas, ou uma corrente de gotículas, para análise, que são conduzidos através de um cartucho de nebulização 107 e um tubo de derivação 108 do ELSD 90 pelo gás portador 106. Outros mecanismos para mover a corrente de gotículas através do aparelho, tal como por um campo elétrico ou com um vácuo, podem ser utilizados, sem afastar-se do alcance dos exemplos de modalidade da invenção. As gotícu- las estão, em geral, dentro de um âmbito de tamanho de entre cerca de 10 micrômetros (400 micropolegadas) e cerca de 100 micrômetros (4 milésimos de polegada). Por exemplo, gotículas de água nebulizadas variam de cerca de 40 mcirômetros (1,6 milésimos de polegada) a cerca de 60 micrômetros (2,4 milésimos de polegada), quando as gotículas saem do nebulizador 104. Em contraste, gotículas de acetonitrila nebulizadas variam de cerca de 15 micrômetros (590 micropolegadas a cerca de 20 micrômetros (790 micropo- legadas), quando as gotículas saem do nebulizador 104. Outros compostos formam gotículas de diversos âmbitos de tamanho, tal como é facilmente entendido por alguém versado na técnica.
À medida que o gás portador 106 e as gotículas correm através do cartucho de nebulização 107 e pelo tubo de derivação 108, que pode ser aquecido, ocorre a evaporação da fase móvel 102 (solvente) e o tamanho das gotículas diminui. A corrente de gás prossegue, entrando em uma célula de detecção 110 (por exemplo, uma célula óptica), que é o módulo de detec- ção da unidade. A corrente passa através da célula de detecção 110 e para fora de uma abertura de saída, como vapor de gás de escapamento 114. A célula de detecção 110 está adaptada para receber as gotículas para análi- se, tal como é facilmente entendido por alguém versado na técnica. Com referência, agora, às Figs. 1 e 2A-2C, o ELSD 90 compre-
ende, adicionalmente, um impactador 118 recebido dentro do cartucho de nebulização 107, adaptado para interceptar gotículas maiores do que um tamanho específico, transportadas do nebulizador 104, através do cartucho de nebulização 107, pelo gás portador 106. As gotículas não interceptadas são deixadas passar pelo impactador 118 través de áreas abertas 119 for- madas entre o impactador 118 e o cartucho de nebulização 107.
Tal como pode ser facilmente entendido por alguém versado na técnica, o formato, posição, tamanho e configuração específicos do impacta- dor 118 podem ser alterados para controlar qual o tamanho das partículas que são interceptadas pelo impactador e qual parte da corrente de gotículas é deixada passar através das áreas abertas 119. Por exemplo, o exemplo de - 5 impactador 118A mostrado na Fig. 2A é maior do que o exemplo de impac- tador 118B mostrado na Fig. 2B, desse modo detendo mais partículas e for- mando áreas abertas 119 menores para a corrente. Com a configuração de corrente dividida de cada um desses exemplos de imapctadores 118A, 118B, o impactador é colocado dentro do cartucho de nebulização 107 para controlar a divisão da fase móvel 102. Uma distribuição de tamanhos de par- tícula menor e mais uniforme é obtida no aerossol de fase móvel 102 remo- vendo as gotículas maiores da fase móvel, antes do tubo de derivação 108 aquecido. A quantidade de amostra que chega à célula de detecção 110 de- pende do tamanho, formato e proximidade do impactador 118 do nebulizador 104. Quanto maior o tamanho do impactador 118, tanto mais a fase móvel 102 se divide. Quando interceptadas, as gotículas coletadas saem do cartu- cho de nebulização 107 através de um escoamento de saída 120, que pode ser posicionado a montante ou a jusante do impactador 118. Tal como pode ser entendido por alguém versado na técnica, qualquer material pode ser usado para o impactador. Em um exemplo de modalidade, o impactador é formado de um material quimicamente estável, com baixa capacidade de calor, tal como Teflon® circundando um núcleo rígido (por exemplo, um me- tal, tal como aço inoxidável).
Com referência, agora, à Fig. 2C, é descrito um outro exemplo de modalidade do impactador 118C. Tal como os impactadores prévios 118A, 118B, esse modelo também divide a fase móvel 102. Esse impactador inclui um disco, também indicado como 118C, que funciona como um impac- tador para a fase móvel 102. O impactador 118C também inclui um tubo 122, que se estende, em geral, perpendicularmente ao centro do disco com uma extremidade distai voltada para o nebulizador 104. Nessa posição, o tubo 122 intercepta a parte central da fase móvel, quando ela passa através do cartucho de nebulização 107. Essa parte da fase móvel 102 compreende, principalmente, uma corrente laminar, com o que a part4e da fase móvel que não colide com o disco 118C do impactador tem uma turbulência relativa- mente baixa. Essa seleção da parte da fase móvel 102 com corrente laminar facilita uma redução no ruído de sinal. A extremidade distai, ou parte de en- trada do tubo 122 voltada para o nebulizador 104 está asperizada para im- pedir que qualquer líquido pingue sobre a entrada do tubo. O disco 118C do impactador também inclui um entalhe 124 dirigido para baixo, dentro do car- tucho de nebulização 107, com o que a condensação de líquido dentro do cartucho de nebulização pode correr pelo impactador e atingir o escoamento de saída 120. Em um exemplo de modalidade, o tubo 122 estende-se do disco 118C entre cerca de 1 e cerca de 1,5 vezes o diâmetro do cartucho de nebulização 107. Em um exemplo, o tubo 122 estende-se por cerca de 28 milímetros (1,1 polegadas). Em outro exemplo de modalidade, o tubo 122 tem um diâmetro interno de entre cerca de 20 por cento e cerca de 25 por cento do diâmetro do cartucho de nebulização 107. Em um exemplo, o tubo 122 tem um diâmetro interno de cerca de 5 milímetros (0,2 polegada). Embo- ra o disco 118C e o tubo 122 podem ser formados de quaisquer materiais, em um exemplo de modalidade o disco é formado de um material quimica- mente estável, com baixa capacidade de calor (por exemplo, Teflon®) e o tubo é formado de um metal (por exemplo, aço inoxidável).
Com referência, novamente, à Fig. 1, um exemplo de modalida- de de um controlador de corrente da presente invenção está indicado, em geral, com 130. O controlador de corrente inclui um flange circunferencial 131 para montagem do controlador de corrente entre o cartucho de nebuli- zação 107 e o tubo de derivação 108. O controlador de corrente inclui um canal de corrente 132, que se estende de uma extremidade do controlador de corrente para o outro. Para o controlador de corrente 130 mostrado na Fig. 1, o canal de corrente 132 inclui uma parte de entrada 132A, uma parte de canal de controle 132B, e uma parte de saída 132C. Tal como pode ser facilmente entendido por alguém versado na técnica, o controlador de cor- rente 130 pode ser formado de muitos tipos de materiais, incluindo metais, tais como alumínio e aço inoxidável. Falando de um modo geral, o canal de corrente 132 tem uma área de secção transversal menor do que o tubo de derivação 108 para canalizar a corrente de gás portador 106 e gotículas a- través da área de secção transversal menor. Tal como será explicado mais detalhadamente abaixo, o controlador de corrente 130 está formado e di- mensionado para reduzir flutuações de pressão e turbulência na corrente de gotículas.
A parte de entrada 132A inclui uma parede lateral de entrada 138 afunilada, que se estende de uma entrada aberta 140 do controlador de corrente 130 e se estreita para o tamanho e formato da secção transversal da parte de canal de controle 132B. Na modalidade mostrada, a parede late- ral de entrada 138 afunilada é substancialmente cônica em formato e se es- tende a um ângulo a, medido entre lados opsotos da parede lateral de en- trada afunilada. Em um exemplo de modalidade, o ângulo α é de entre cerca de 30 graus e cerca de 120 graus. Em outros exemplos de modalidade, o ângulo 1a é um de cerca de 30 graus, cerca de 60 graus, cerca de 82 graus, cerca de 90 graus, cerca de 100 graus, cerca de 110 graus e cerca de 120 graus. Outros ângulos α entre cerca de 30 graus e cerca de 120 graus, não especificamente mencionados aqui, também podem ser utilizados, sem afas- tar-se do alcance da presente invenção. Tal como pode ser facilmente en- tendido por alguém versado na técnica, ângulos α diferentes podem possibi- litar níveis diferentes de redução de ruído, dependendo de outros parâme- tros do ELSD 90. Como tal, modelação e/ou experimentação podem ser ne- cessárias para otimizar a redução de ruído para um aparelho de ELSD es- pecífico 90.
A parte do canal de controle 132B também pode ser definida de
acordo com a relação do comprimento L para a largura W. Em um exemplo de modalidade, a relação de L/W da parte do canal de controle 132B é de entre cerca de 1,5 e cerca de 20. Em outro exemplo de modalidade, a rela- ção de L/w da parte do canal de controle 132B é de entre cerca de 2 e cerca de 5. A parte do canal de controle 132B do controlador de corrente 130 tam- bém pode ser definida de acordo com a relação da área de secção transver- sal da parte do canal de controle 132B e a área de secção transversal do tubo de derivação 108. Quando expressa como uma porcentagem, essa re- lação indica a área de corrente do controlador de corrente 130 como uma porcentagem da área de corrente do tubo de derivação 108. Em um exemplo de modalidade, essa relação é de entre cerca de 2 por cento e cerca de 20 - 5 por cento,. Em outras palavras, a área de secção transversal de corrente do controlador de corrente 130 é de entre cerca de 2 por cento e cerca de 20 por cento do tamanho da área de corrente do tubo de derivação 108. Em outro exemplo de modalidade, a área de secção transversal de corrente do controlador de corrente 130 é de entre cerca de 3 por cento e cerca de 10 por cento do tamanho da área de corrente do tubo de derivação 108. Em ainda outro exemplo de modalidade, onde o tubo de derivação 108 tem um diâmetro interno de cerca de 22 milímetros (0,9 polegada) e a parte do canal de controle 132B do controlador de corrente 130 tem um diâmetro interno de cerca de 5 milímetros (0,2 polegada), a área de secção transversal de cor- rente do controlador de corrente é de cerca de 5 por cento do tamanho da área de corrente do tubo de derivação.
A parte de saída 132C controlador de corrente 130 também in- clui uma parede lateral de saída afunilada 160, que se estende da secção transversal da parte de canal de controle 132B até uma saída aberta 164 do controlador de corrente. Na modalidade mostrada, a parede lateral de saída 160 afunilada é substancialmente cônica em formato e estende-se em um ângulo β, medido entre lados opostos da parede lateral de saída afunilada. Em um exemplo de modalidade, o ângulo β é de entre cerca de 30 graus e cerca de 120 graus. Em outros exemplos de modalidade, o ângulo β é um de cerca de 30 graus, cerca de 60 graus, cerca de 82 graus, cerca de 90 graus, cerca de 100 graus, cerca de 110 graus e cerca de 120 graus. Outros ângu- los β entre cerca de 30 graus e cerca de 120 graus, não especificamente mencionados aqui, também podem ser utilizados, sem afastar-se do alcance da presente invenção. Tal como pode ser facilmente entendido por alguém versado na técnica, ângulos β diferentes podem possibilitar níveis diferentes de redução de ruído, dependendo de outros parâmetros do ELSD 90. Como tal, modelação e/ou experimentação podem ser necessárias para otimizar a redução de ruído para um aparelho de ELSD específico 90. Também pode ser observado que o ângulo α e o ângulo β do controlador de corrente 130 podem ser diferentes um do outro, sem afastar-se do alcance das modalida- des da presente invenção.
O controlador de corrente 130 está adaptado para reduzir flutua-
ções de pressão e turbulência na corrente de gotícula, que se acredita que sejam a causa de ruído observado pela célula de detecção 110. Esse ruído é apresentado como um formato de pico Gaussiano recortado em cromatogra- fias, tal como é explicado detalhadamente abaixo com relação às Figs. 3-7. Sem o controlador de corrente 130 descrito no presente, a célula de detec- ção 110 detecta essa flutuação de pressão e turbulência da corrente de gotí- culas como ruído de sinal aumentado.
Sem estar restrito a uma teoria específica, acredita-se que uma região de pressão baixa forma-se adjacente (por exemplo, acima) ao nebuli- zador 104, quando uma corrente de líquido significativa é introduzida no ne- bulizador 104. Acredita-se que essa região de pressão baixa adjacente ao nebulizador 104 causa uma oscilação, ou flutuação ou turbulência na corren- te de gotículas. A oscilação, ou flutuação, ou turbulência de pressão perturba a corrente laminar da corrente de gotículas. Essa perturbação pode ser re- duzida mudando a condição de limite da corrente de gotículas. Particular- mente, acredita-se que o controlador de corrente 130 muda a condição de limite da corrente de gotículas, desse modo reduzindo o ruído de sinal detec- tado pela célula de detecção 110. Também se acredita que o controlador de corrente 130 focaliza as gotículas da corrente de gotículas para o centro da parte de canal de controle 132B do controlador de corrente, uma vez que se acredita que pelo menos uma parte da flutuação d e corrente de gotículas é um componente espacial em natureza. Focalizando as gotículas em direção ao centro da parte de canal de controle 132B, esse componente espacial de flutuação pode ser reduzido. Além disso, acredita-se que aumentando o comprimento L da parte de canal de controle 132V , as gotículas são focali- zadas adicionalmente em direção ao centro do canal de controle 132, desse modo reduzindo adicionalmente a flutuação de pressão. Além de reduzir turbulência e o recorte dos picos, o controlador de corrente 130 também funciona com um impactador secundário e divide adicionalmente uma porcentagem mais alta da fase móvel 102. Tanto o im- pactador 118 como o controlador de corrente 130 causam a divisão. Desse modo, uma quantidade significativa da amostra com a fase móvel 120 pode escoar do aparelho de ELSD 90. Para minimizar essa perda de fase móvel 102, o tamanho do impactador 118 pode ser reduzido (por exemplo, Fig. 2B). Pela redução do tamanho do impactador 118, a perda na quantidade de a - mostra pelo funcionamento do controlador de corrente 130 com o impactador secundário é reduzida. Isso pode ajudar a compensar a perda de amostra pelo uso do controlador de corrente 130 com o impactador 118.
Ao longo do tempo, líquido pode acumular-se no tubo de deriva- ção 108, entre o controlador de corrente 130 e a célula de detecção 110. Para solucionar esse acúmulo de líquido, um canal de drenagem 170 forma- do ao longo do lado inferior do controlador de corrente 130 estende-se pelo comprimento do controlador de corrente e através do flange 131. Isso permi- te que o líquido acumulado passe pelo controlador de corrente 130 e pelo flange para o escoamento 120 localizado entre o nebulizador 104 e o contro- lador de corrente.
Tal como é explicado mais detalhadamente abaixo com relação
aos exemplos das Figs. 3-7, há alguma perda de sinal associada à redução da flutuação de pressão com o controlador de corrente 130. Em um exemplo de modalidade, para reduzir essa perda de sinal, a distância D entre o im- pactador 118 e o controlador de corrente 130 pode ser aumentada. Aumen- tando a distância D para entre cerca de 3 milímetros (0,1 polegada) e cerca de 5 milímetro (0,2 polegada), a redução de ruído é ligeiramente reduzida, mas a perda de sinal é consideravelmente diminuída. Em outro exemplo de modalidade, o tamanho do impactador 118, em comparação com o cartucho de nebulização 107 pode ser ajustado para manter uma redução de ruído substancial, sem uma perda significativa de nível de sinais. Por exemplo, o impactador 118 pode ser do tipo mostrado nas Figs. 2A-2C.
Em um exemplo de modalidade, o controlador de corrente 130 é removível de pelo menos um do cartucho de nebulização 107, do impactador 118 e do tubo de derivação 108, tal como para inspeção, limpeza e/ou subs- tituição. Em outro exemplo de modalidade, o controlador de corrente 130 pode estar formado em uma peça com pelo menos um do cartucho de nebu- - 5 lização 107, o impactador 118 e o tubo de derivação 108.
Com referência, agora, às Figs. 3A-3C, são mostrados cromato- gramas de preamplificador de 20 ppm de Hidrocortisona, sem controlador de corrente 130 da presente invenção. Esses cromatogramas demonstram o ruído associado a ELSDs convencionais. Cada um desses cromatogramas mostra o sinal detectado em um preamplificador do ELSD, antes de ocorrer qualquer processamento de sinais. Tal como é facilmente entendido por al- guém versado na técnica, esses picos recortados reduzem a sensibilidade geral do ELSD, uma vez que os picos precisam ser processados para remo- ver os picos recortados, desse modo perdendo precisão. Em contraste com os cromatogramas das Figs. 3A-3C, os cro-
matogramas de preamplificador das Figs. 4A-4C para 20 ppm de Hidrocorti- sona mostram resultados com um controlador de corrente 130 da presente invenção, adjacente ao impactador 118. Os sinais desses cromatogramas mostram um grande aperfeiçoamento sobre os sinais dos cromatogramas sem o controlador de corrente 130. Comparando diretamente as Figs. 3A e 4A, por exemplo, o sinal com o controlador de corrente 130 (Fig. 4A) está nitidamente menos recortado do que o sinal sem o controlador de corrente (Fig. 3A). Comparações diretas entre as Figs. 3B e 4B e as Figs. 3C e 4C revelam resultados similares. Em cada caso, a adição do controlador de cor- rente 130 reduz ruído em relação ao ELSD convencional mostrado nas Figs. 3A-3C. Também deve ser observado aqui que a intensidade do sinal, medi- da pela célula de detecção 110 é reduzida um pouco pela adição do contro- lador de corrente 130. Em geral, o pico de sinal sem o controlador de corren- te 130 é de entre 110 milivolts e cerca de de 120 milivolts, com a linha de base em cerca de 70 milivolts. Em contraste, com o controlador de corrente 130, o pico de sinal é de entre cerca de 75 milivolts e cerca de 85 milivolts, com a linha de base em cerca de 70 milivolts. Com referência, agora, às Figs. 5A-5C, são mostrados cromato- gramas de 20 ppm de Hidrocortisona, com um controlador de corrente 130 disposto a cerca de 5 milímetros (0,2 polegada) do impactador 118. A dis- tância de 5 milímetros (0,2 polegada) refere-se à distância D, tal como defi- - 5 nida acima e na Fig. 1. Aqui, o controlador de corrente 130 está distanciado do impactador 118 em um esforço para aumentar a intensidade do pico de sinal, enquanto mantém ruído reduzido em relação a cromatógrafos de ELSD convencionais (por exemplo, Figs. 3A-3C). Em cada caso, a adição do controlador de corrente 130 reduz ruído em relação ao ELSD convencional, mostrado nas Figs. 3A-3C, mas aumenta o pico de sinal para entre cerca de 100 milivolts e cerca de 110 milivolts, com a linha de base em cerca de 70 milivolts. EXEMPLO 2:
Com referência, agora, às Figs. 6A-6C, são mostrados exemplos de cromatogramas de preamplificador e painel de fundo de 0,18 mg/ml de Ginkoglide B, sem o controlador de corrente da presente invenção. Os cro- matógrafos de preamplificador incluem ruído substancial. Só depois de o sinal ser processado, uma parte do ruído é removida, tal como mostrado nos cromatógrafos de painel de fundo correspondentes. Mas, esse processa- mento diminui a sensibilidade do ELSD e não é desejável. Além disso, mes- mo depois do processamento do painel de fundo, os cromatógrafos ainda incluem ruído substancial em cada uma das Figs. 6A-6C.
Em contraste, As Figs. 7A-7C mostram cromatogramas de pre- amplificador e painel de fundo de 0,18 mg/ml de Ginkoglide B, com um con- trolador de corrente 130. Esses cromatogramas de preamplificador (Figs. 7A-7C) são criados com o controlador de corrente e apresentam significati- vamente menos ruído do que seus cromatogramas correlativos, criados sem a ajuda do controlador de corrente (Figs. 6A-6C). Particularmente, compa- rando as Figs. 6A e 7A, diretamente, por exemplo, o sinal sem o controlador de corrente 130 (Fig. 6A) está nitidamente mais recortado e apresenta mais ruído do que o sinal com o controlador de corrente (7A), tanto para o croma- tógrafo de preamplificador como de painel de fundo. Comparações diretas entre as Figs. 6B e 7B e Figs. 6C e 7C revelam resultados similares.
Com referência, agora, à Fig. 8, em uma modalidade alternativa da invenção, o controlador de corrente 130 está posicionado, em geral, na saída do tubo de de derivação 108, adjacente à célula de detecção 110 e diretamente antes da mesma na corrente. Essa modalidade reduz a divisão de gotículas, que pode ser causada pelo controlador de corrente 130, devido ao tamanho de gotícula muito menor depois de evaporação no tubo de deri- vação 108. Vantajosamente, a redução da divisão de gotículas consequen- temente elimina a redução de sinal. A eficiência da configuração é similar às modalidades descritas acima com relação aos exemplos.
A Fig. 9 ilustra outra modalidade alternativa da invenção, na qual o controlador de corrente 130 (i.e., um primeiro controlador de corrente) está posicionado, em geral, na entrada do tubo de derivação 108, adjacente ao impactador 118 e diretamente subseqüente ao mesmo na corrente. Outro controlador de corrente 174 (i.e., um segundo controlador de corrente) está posicionado, em geral, na saída do tubo de derivação 108, adjacente à célu- la de detecção 110 e diretamente antes da mesma na corrente. Essa moda- lidade aperfeiçoa a eficiência por remoção da divisão de pico.
Ao apresentar elementos da presente invenção ou modalida- de(s) da mesma, os artigos "um" "uma" e referido(a)" destinam-se a indicar que existem um ou mais dos elementos. Os termos "compreendendo", "in- cluindo" e "tendo" pretendem ser inclusivos e significam que podem haver elementos adicionais diferentes dos elementos relacionados.
Como diversas mudanças podem ser feitas nos produtos e mé- todos acima, sem afastar-se do alcance da invenção, pretende-se que toda a matéria contida na descrição acima e mostrada nos desenhos anexos deve ser interpretada como ilustrativa e não em sentido restritivo.

Claims (30)

1. Detector de cromatografia de líquidos, que compreende: um nebulizador que produz gotículas para análise; uma célula de detecção, adaptada para receber as gotículas produzidas pelo nebulizador para análise pela célula de detecção; um tubo de derivação disposto entre o nebulizador e a célula de detecção, adaptado para guiar as gotículas do nebulizador para a célula de detecção como uma corrente de gotículas através do tubo de derivação; um controlador de corrente, disposto entre o nebulizador e a cé- lula de detecção e em comunicação com o tubo de derivação para receber a corrente de gotículas, sendo que o respectivo controlador de corrente com- preende um canal de corrente com uma área de secção transversal menor do que uma área de secção transversal do tubo de derivação, para canalizar a corrente da corrente de gotículas através da área de secção transversal menor, sendo que o respectivo controlador de corrente está formado e di- mensionado para reduzir turbulência na corrente de gotículas recebida pela célula de detecção; e um impactador, adaptado para interceptar gotículas maiores do que um tamanho específico, antes de a corrente de gotículas entrar no con- trolador de corrente, sendo que o referido impactador inclui um disco, em geral perpendicular à corrente da corrente de gotículas e um tubo, que se estende, em geral, perpendicularmente ao disco para interceptar uma parte da fase móvel, quando ela passa através do detector de cromatografia de líquido.
2. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, sendo que uma extremidade distai do referido tubo está voltada para o nebulizador.
3. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 2, sendo que a referida extremidade distai do tubo voltada para o nebulizador está asperizada.
4. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, sendo que o referido tubo estende-se, em geral, perpendicular- mente ao centro do disco, para interceptar uma parte central da fase móvel, quando ela passa através do detector de cromatografia de líquido.
5. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, que compreende, ainda, um cartucho de nebulização entre o ne- bulizador e o tubo de derivação, para receber as gotículas produzidas pelo nebulizador, sendo que o referido cartucho de nebulização recebe o impac- tador, sendo que o tubo do impactador estende-se do disco entre cerca de 1 e cerca de 1,5 vez do diâmetro do cartucho de nebulização.
6. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 5, sendo que o tubo tem um diâmetro interno de entre cerca de 20 por cento e cerca de 25 por cento do diâmetro do cartucho de nebulização.
7. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, sendo que o disco está formado de um material quimicamente estável com baixa capacidade de calor e o tubo está formado de um metal.
8. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, sendo que a referida área de secção transversal do canal de cor- rente é de entre cerca de 2 por cento e cerca de 20 por cento da área de secção transversal do tubo de derivação.
9. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, sendo que a referida área de secção transversal do canal de cor- rente é de entre cerca de e por cento e cerca de 10 por cento da área de secção transversal do tubo de derivação.
10. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, sendo que a área de secção transversal do canal de corrente é de cerca de 5 por cento da área de secção transversal do tubo de derivação.
11. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, sendo que o referido canal de corrente do referido controlador de corrente inclui uma parte em comunicação com o tubo de derivação para receber a corrente de gotículas e uma parte de canal de controle em comu- nicação com a referida parte de entrada para canalizar a corrente da corren- te de gotículas, sendo que a referida parte de canal tem uma párea de sec- ção transversal menor do que a área de secção transversal do tubo de deri- vação.
12. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 11, sendo que a referida parte de entrada compreende uma parede lateral de entrada afunilada, que se estende de uma entrada aberta do con- trolador de corrente e se estreita para o tamanho e formato da secção trans- versal da parte de controlador de corrente.
13. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 12, sendo que a referida parede lateral de entrada afunilada é subs- tancialmente cônica em formato.
14. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 13, sendo que a referida parede lateral de entrada afunilada esten- de-se em um ângulo a, medido entre lados opostos da parede lateral de en- trada afunilada, sendo que o referido ângulo α é de entre cerca de 30 graus e cerca de 120 graus.
15. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 14, sendo que o referido ângulo α é um de cerca de 30 graus, cerca de 60 graus, cerca de 82 graus, cerca de 90 graus, cerca de 100 graus, cer- ca de 110 graus e cerca de 120 graus.
16. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 11, sendo que a referida parte de canal de controle compreende uma passagem, em geral, cilíndrica.
17. Detectorde cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 16, sendo que a referida passagem em geral cilíndrica é substanci- almente circular.
18. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 11, sendo que uma relação do comprimento L da parte de controla- dor de corrente para a largura W da parte de canal de controle é de entre cerca de 1,5 e cerca de 20.
19. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 18, sendo que a relação do comprimento da parte de controlador de corrente para a largura W da parte de controlador de corrente é de entre cerca de 2 e cerca de 5.
20. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 11, sendo que o referido controlador de corrente compreende, ain- da, uma parte de saída em comunicação com a referida parte de canal de controle, sendo que a referida parte de saída inclui uma parede lateral de saída afunilada, que se estende da secção transversal da parte de canal de controle para uma saída aberta do controlador de corrente em comunicação com a célula de detecção.
21. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 20, sendo que a referida parede lateral de saída afunilada é subs- tancialmente cônica em formato.
22. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 21, a referida parede lateral de saída afunilada estende-se em um ângulo β, medido etnre lados opostos da parede lateral de saída afunilada, sendo que o referido ângulo β é de entre cerca de 30 graus e cerca de 120 graus.
23. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 22, sendo que o referido ângulo β é um de cerca de 30 graus, cerca de 60 graus, cerca de 82 graus, cerca de 90 graus, cerca de 100 graus, cer- ca de 110 graus e cerca de 120 graus.
24. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, sendo que um tamanho do referido impactador pode ser reduzido para reduzir o número de gotículas interceptado pelo impactador.
25. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, que compreende, ainda, um escoamento de saída para drenar as gotículas interceptadas.
26. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 25, que compreende, ainda, um canal de escoamento formado ao longo de um lado inferior do controlador de corrente, para deixar que líquido acumulado entre o controlador de corrente e a célula de detecção passem pelo controlador de corrente para o escoamento de saída.
27. Detector de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 26, sendo que o referido disco do impactador compreende um enta- lhe pelo qual o líquido pode passar pelo impactador para o escoamento de saída.
28. Detectar de cromatografia de líquido de acordo com a reivin- dicação 1, sendo que o referido tubo de derivação está adaptado para rece- ber um gás portador para transportar pelo menos uma parte das gotículas como a corrente de gotículas do nebulizador para a célula de detecção atra- vés do tubo de derivação.
29. Detectar de cromatografia de líquido, que compreende: um tubo de derivação, adaptado para guiar gotículas nebuliza- das como uma corrente de gotículas; um controlador de corrente, disposto dentro do tubo de deriva- ção, sendo que o referido controlador de corrente compreende um canal de corrente com uma área de secção transversal menor do que uma área de secção transversal menor do que o tubo de derivação, para canalizar a cor- rente de gotículas através da área de secção transversal menor, sendo que o referido controlador de corrente está formado e dimensionado para reduzir turbulência na corrente de gotículas; e um impactador, para interceptar gotículas maiores do que um tamanho específico, antes de a corrente de gotículas entrar no controlador de corrente, sendo que o referido impactador inclui um disco, em geral, per- pendicular à corrente da corrente de gotículas e um tubo que se estende, em geral, perpendicularmente ao disco pra interceptar uma parte da fase móvel, quando ela passa através do detectar de cromatografia de líquido.
30. Detectar de cromatografia de líquido, que compreende: um nebulizador que produz gotículas para análise; um detectar, adaptado para analisar as referidas gotículas; um tubo de derivação, formado e dimensionado para guiar as gotículas do nebulizador para o detectar, sendo que o referido tubo de deri- vação tem uma área de secção transversal; um controlador de corrente, disposto entre o nebulizador e o de- tectar para receber a corrente de gotículas, sendo que o referido controlador de corrente compreende um canal de corrente com uma área de secção transversal menor do que uma área de secção transversal do tubo de deri- vação; e um impactador, adaptado para interceptar gotículas maiores do que um tamanho específico, antes de a corrente de gotículas entrar no con- trolador de corrente, sendo que o referido impactador inclui um disco, em geral, perpendicular à corrente da corrente de gotículas, e um tubo que se estende, em geral, perpendicularmente ao disco, para interceptar uma parte da fase móvel, quando ela passa através do detector de cromatografia de líquido.
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