BRPI0720378A2 - Dispositivo equalizador de pressão para acesso a frasco - Google Patents

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BRPI0720378A2
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BRPI0720378-0A2A
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Kenneth W Whitley
John C Phillips
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Cardinal Health 303 Inc
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSITIVO EQUALIZADOR DE PRESSÃO PARA ACESSO A FRASCO".
Campo Técnico
A presente invenção refere-se, geralmente, a dispositivos de a- 5 cesso a frasco do tipo utilizado na transferência de fluidos médicos entre um frasco e um outro recipiente de fluido médico e, mais particularmente, a dis- positivos de acesso a frasco vedados que proporcionam um sistema fechado para evitar a formação de aerossóis que escapam para a atmosfera exterior. Antecedentes da Técnica 10 Diversos medicamentos são preparados, armazenados e forne-
cidos em forma seca ou Iiofilizada em frascos de vidro. Tais medicamentos devem ser reconstituídos no momento de utilização, por meio da adição a eles de um diluente. Diversos produtos farmacêuticos fornecidos em frascos de vidro têm um fechamento que pode ser penetrado por uma seringa, de 15 modo a adicionar ou subtrair material do recipiente. Por exemplo, muitas ve- zes estes medicamentos são fornecidos em forma seca dentro de um frasco que tem um fechamento de borracha ou rolha. Líquido, tal como água deio- nizada, é adicionado ao frasco para dissolver ou suspender o material sólido. Algumas vezes soro e outros medicamentos são secos por congelamento no 20 frasco e então reconstituídos no frasco. Diversos métodos de adicionar o diluente ao medicamento seco ou Iiofilizado foram utilizados durante anos. Um método que é utilizado comumente é a técnica de dispositivo de acesso a frasco, na qual uma cânula é inserida no dispositivo de acesso a frasco através da rolha do frasco e então ligar uma garrafa ou uma seringa que 25 contém o diluente ao dispositivo de acesso a frasco. Uma vez que o recipi- ente de diluente esteja conectado, o diluente é comunicado para o medica- mento seco ou Iiofilizado que reside no frasco, resultando na reconstituição do medicamento em forma líquida. Depois da reconstituição, o líquido é usu- almente retirado do frasco para o interior da garrafa ou seringa de solução 30 intravenosa, ou outro recipiente para administração ao paciente através de um conjunto de administração intravenosa ("IV") ou por outros dispositivos.
Frascos feitos de vidro ou materiais poliméricos, cujas paredes não são dobráveis, requerem uma entrada de ar quando fluido médico é reti- rado, para impedir a formação de um vácuo parcial no frasco. Tal vácuo par- cial inibe a retirada de fluido do frasco. Tipicamente, adaptadores para utili- zação com tais frascos têm uma cânula afiada que inclui ao mesmo tempo 5 um lúmen de fluido de medicamento e um lúmen de descarga nele. O lúmen de descarga pode proporcionar equalização de pressão quando fluido é adi- cionado ao frasco ou é retirado do frasco, de modo que tal movimento de fluido ocorre de maneira suave.
Portas de acesso para injetar fluido para o interior ou remover fluido de um recipiente tal como um frasco de remédio são bem conhecidas e amplamente utilizadas. Vedações convencionais de frascos de remédio envolvem, geralmente, uma rolha de borracha perfurável formada de um ma- terial elastomérico tal como borracha butílica ou similares, colocada na aber- tura do frasco. Um fechamento tipicamente formado de metal é franzido so- bre a rolha de borracha e o flange do frasco para sustentar de maneira posi- tiva o batente no lugar na abertura do frasco. O fechamento tem uma dimen- são externa conhecida como "tamanho de acabamento". Uma cânula afiada é inserida através da rolha de borracha para posicionar a extremidade distai aberta da cânula depois do batente de borracha para estabelecer conexão direta com o interior do frasco. No caso de certos medicamentos, tais como aqueles utilizados para quimioterapia ou medicina nuclear, a rolha de borra- cha é feita mais espessa, de modo que proteção aumentada é fornecida contra vazamento.
Dispositivos de acesso a frasco foram encontrados ser úteis em 25 que sua cânula afiada é utilizada para perfurar a rolha e mover longe o sufi- ciente para o interior do frasco, para estabelecer comunicação direta entre o frasco e o dispositivo de conexão de outro recipiente de fluido ou dispositivo de condução de fluido. Por exemplo, o adaptador pode incluir um acessório Luer fêmea oposto à cânula afiada para acomodar o Luer macho de uma 30 seringa. O "adaptador", portanto, adapta o frasco à seringa ou adapta a câ- nula afiada ao Luer macho da seringa.
Ele também foi descoberto ser útil em algumas aplicações para proporcionar um dispositivo para prender ou ancorar o adaptador ao frasco para mantê-lo no lugar enquanto comunicação direta entre o frasco e o outro dispositivo prossegue, de modo que desengatamento inadvertido do adapta- dor do frasco não ocorra. Por exemplo, o adaptador pode ter braços que en- 5 gatam o pescoço ou flange do frasco é mantém o adaptador no lugar no frasco. Outros dispositivos incluem uma carcaça fendilhada circular que se ajusta ao redor do exterior do fechamento do frasco e encaixa sobre o fe- chamento do frasco sob a tampa de retenção franzida na subsuperfície do flange do frasco, com isso pegando o flange do pescoço do frasco e o lado 10 de baixo do fechamento. A carcaça circular, tipicamente, tem uma pluralida- de de garras ou outros dispositivos de retenção que são posicionados sobre o flange da abertura do frasco, com isto interferindo com a remoção do a- daptador do frasco.
Quando um recipiente e fechamento ordinários são utilizados 15 para distribuir medicamentos que foram reconstituídos, diversos problemas são criados. Normalmente, quando um líquido é adicionado a um pó em um frasco, existe uma pressão aumentada no recipiente e seringa devido à mu- dança em volume. Esta pressão tende a forçar uma descarga do líquido a- través de uma abertura formada pela perfuração do fechamento e a ponta da 20 agulha hipodérmica, seja quando a agulha é retirada, ou mais tarde quando uma agulha é inserida para retirar algo do conteúdo.
Outra dificuldade surge quando os pós e os líquidos recente- mente formados experimentam formação de aerossol. Este fenômeno ocorre quando pequenas partículas ou gotículas, seja de pó ou em estado líquido, 25 se tornam transportadas pelo ar durante a turbulência provocada a partir da pressão liberada durante retirada ou inserção da agulha no recipiente. As- sim, estas partículas transportadas pelo ar escapam do recipiente e podem contatar o funcionário de serviços médicos.
Avanços em medicina moderna fizeram o problema de formação de aerossol e outros como descritos acima muito mais sérios. Especifica- mente durante o tratamento de câncer, remédios de quimioterapia são em- balados em frascos de vidro em uma forma seca e congelada, e são daí em diante reconstituídos no momento em que o tratamento está iniciando. Di- versas quantidades do líquido reconstituído são retiradas durante um perío- do de tempo utilizando seringas. Uma vez que remédios para tratamento de câncer são muitas vezes poderosos, algumas vezes provocando retardo ou 5 interrupção de todo o crescimento de células, é obviamente uma vantagem evitar ter contato desnecessário. Todo o esforço é feito para evitar contato pelo preparador e distribuidor de remédios de quimioterapia. Não somente materiais para o tratamento de câncer são causa de preocupação. Quando AIDS e doenças relacionadas à AIDS são tratadas, remédios que são utili- 10 zados podem não ser seguros para contato universal. Antibióticos e remé- dios de clonagem também precisam ser monitorados de forma cuidadosa.
Para tais atividades de reconstituição um dispositivo de acesso a frasco com descarga é utilizado para evitar quaisquer dificuldades com um vácuo parcial ou pressão elevada dentro do frasco. Estes são, algumas ve- 15 zes, conhecidos como dispositivos de acesso a frasco com equalização de pressão. Contudo, com alguns dispositivos de acesso a frasco ventilados esta técnica é insatisfatória, uma vez que ambos, o material seco ou Iiofiliza- do e o diluente podem ser expostos à contaminação bacteriana trazida pelo ar ambiente durante retirada do fluido médico reconstituído se um filtro não 20 está presente no dispositivo de acesso a frasco.
Durante o processo de reconstituição de certos fluidos médicos tais como fluidos de quimioterapia ou medicamentos nucleares, também é desejável evitar contaminação do ar circundante que resulta da formação de aerossóis ou gotas no frasco. Como aqui utilizado, aerossóis são suspen- 25 sões de partículas sólidas ou líquidas em um gás tal como o ar. Contamina- ção é possível durante a injeção do diluente no frasco, uma vez que mais material está sendo adicionado ao espaço fechado do frasco e, portanto, a descarga do adaptador deve canalizar para longe uma quantidade igual de ar a partir do frasco, para criar espaço para o aditivo. Se este ar removido do 30 frasco é canalizado para a atmosfera exterior, tal contaminação pode condu- zir a problemas, entre outras coisas, na forma de reações alérgicas no pes- soal exposto, especialmente quando o ar está contaminado com remédios citotóxicos remédios quimioterápicos, anestésicos, meios que contém isóto- pos e substâncias indutoras de alergia de diversos tipos.
Tradicionalmente remédios são aspirados a partir de frascos que têm paredes rígidas por meio do processo a seguir:
a. o usuário aspira um volume de ar para o interior de uma se-
ringa que é igual ao volume de remédio a ser removido de um frasco;
b. o usuário perfura o topo do frasco de remédio com uma agu- lha que é ligada à seringa;
c. o usuário comprime o êmbolo na seringa injetando o ar a partir da seringa para o interior do frasco, o que provoca um aumento em pressão
dentro do frasco; e
d. um volume de remédio é aspirado do frasco permitindo que a pressão dentro do frasco caia de volta para a pressão próxima da atmosféri- ca.
Se o frasco for acessado mais do que uma vez desta maneira e
o volume de ar injetado será ligeiramente maior do que o volume do remédio removido, a pressão dentro do frasco irá aumentar gradualmente. Se a pres- são se tornar muito elevada, algum remédio poderá borrifar a partir do furo da agulha no fechamento do frasco quando a agulha for removida. Se o re- 20 médio contido no frasco for tóxico ele pode prejudicar alguém que então con- tate o remédio solto.
Pinos de quimioterapia são frequentemente utilizados para aspi- rar remédios de quimioterapia de frascos. Pinos de quimioterapia contém uma membrana hidrofóbica e filtro que atuam como uma barreira entre o 25 remédio e a atmosfera exterior. Esta barreira permite que ar penetre e saia do frasco quando remédio é removido, ao mesmo tempo em que impede que líquido escape e filtra os gases que passam através dele. Isto impede a a- cumulação de pressão dentro do frasco como descrito acima. Contudo, di- versas enfermeiras e farmacêuticos não confiam que o filtro impeça que to- 30 dos os vapores escapem do frasco e alcancem a atmosfera. Portanto, a maior parte dos usuários são solicitados a utilizar o pino quimioterápico sob uma coifa de ventilação dentro da farmácia. Abordagens precedentes fornecem um sistema vedado ou fe- chado. Contudo, problemas persistiram. Por exemplo, o sistema é ligado a um frasco de remédio e então uma seringa é utilizada para escorvar o frasco com um volume de ar igual ao volume de fluido que será retirado do frasco.
5 A abordagem utiliza uma seção fina flexível que está em comunicação direta com a seringa e o frasco. A seção fina flexível se expande para fora quando a seringa é utilizada para forçar ar para o interior do frasco impedindo um aumento em pressão de gás dentro do frasco. Então, quando fluido é remo- vido do frasco, a seção flexível dobra impedindo uma diminuição em pressão 10 (vácuo) dentro do frasco. Contudo, a seção fina flexível se expande para fora tornando-a vulnerável a ruptura se ela contata um objeto afiado. Também, se super inflada, ela pode romper da mesma maneira. Adicionalmente, se o usuário esquece de escorvar o frasco com ar antes de aspirar o remédio, um vácuo irá se desenvolver dentro do frasco, o que irá inibir a retirada de fluido 15 do frasco.
Daí, aqueles versados na técnica terem reconhecido uma ne- cessidade por um dispositivo de acesso a frasco com equalização de pres- são que tenha capacidade de retenção de aerossol melhorada, de modo que conteúdo reconstituído do frasco que se torna em aerossol não escape do 20 frasco para a atmosfera. A presente invenção preenche estas e outras ne- cessidades.
Resumidamente, em termos gerais a presente invenção é orien- tada para um sistema e um método para utilização na reconstituição de me- dicamentos em frascos rígidos, nos quais equalização de pressão é realiza- 25 da para impedir que aerossóis escapem para a atmosfera. A invenção impe- de a acumulação de pressão dentro de um frasco ao manter um sistema de acesso a frasco vedado. Ela permite que pressão dentro do frasco permane- ça constante quando o conteúdo do frasco é reconstituído e aspirado, porém não permite que qualquer fluido ou gases escapem para a atmosfera.
De acordo com um aspecto da invenção é fornecido um disposi-
tivo de acesso a frasco com equalização de pressão para reter aerossóis quando acessando um frasco que tem uma vedação perfurável localizada sobre uma abertura do frasco, o dispositivo de acesso a frasco compreen- dendo uma cânula que tem um lúmen de medicamento e um lúmen de des- carga separado do lúmen de medicamento, a cânula tendo uma ponta relati- vamente afiada para perfurar a vedação do frasco e um comprimento sele- 5 cionado, de modo que a ponta pode ser localizada dentro do frasco, uma porção corpo que tem uma porta de medicamento em comunicação direta com um lúmen de medicamento da cânula, a porta de medicamento configu- rada para acomodar um conector a partir de um segundo recipiente para permitir que líquido seja introduzido para e ser removido do frasco, e uma 10 porta de descarga em comunicação direta com o lúmen de descarga da câ- nula, a porta de descarga sendo separada da porta de medicamento e confi- gurada para permitir passagem de gás para e a partir do lúmen de descarga e uma câmara rígida localizada em comunicação direta com a porta de des- carga e o lúmen de descarga sem estar em comunicação direta com a porta 15 de medicamento ou lúmen e medicamento, a câmara rígida tendo uma porta de alívio de pressão aberta para a atmosfera e uma porta de equalização que conecta a porta de descarga a um lúmen de descarga, a câmara rígida tendo paredes rígidas e um volume interno fixo, a câmara rígida compreen- dendo um filtro colocado na porta de equalização da câmara rígida de modo 20 que qualquer fluido que passa entre a câmara rígida e a porta de descarga deve atravessar o filtro e um dispositivo de controle de volume localizado dentro e inteiramente confinado pela câmara rígida que proporciona uma barreira vedada entre a porta de equalização e a porta de alívio de pressão e livremente móvel entre a porta de equalização e a porta de alívio de pressão, 25 para avaliar o volume interno da câmara rígida disponível para a porta de equalização em resposta a mudanças de pressão que ocorrem no lúmen de descarga, pelo que, aumentos em pressão no frasco que resultam da intro- dução de líquido para a reconstituição do conteúdo do frasco são equaliza- dos pelo dispositivo de controle de volume que se move para longe da porta 30 de equalização para criar um volume maior na combinação lúmen de des- carga/câmara rígida e diminui em pressão no frasco que resulta de aspira- ção de líquido reconstituído do conteúdo do frasco equalizado pelo dispositi- vo de controle de volume que se move no sentido da porta de equalização para criar um volume menor na combinação lúmen de descarga/câmara rígi- da.
Em outros aspectos, o dispositivo de controle de volume se mo- ve automaticamente dentro da câmara rígida para variar o volume da câma- ra rígida adjacente à porta de equalização para acomodar um aumento em pressão no frasco ou uma diminuição em pressão no frasco, de modo que pressão dentro do frasco é mantida aproximadamente na pressão atmosféri- ca. O dispositivo de controle de volume compreende um disco deslizante livremente móvel dentro da câmara rígida entre a porta de equalização e a porta de alívio de pressão para variar o volume da câmara rígida disponível para a porta de equalização e lúmen de descarga, o disco tendo uma perife- ria externa que tem uma vedação em contato com uma parede interna da câmara rígida para vedar o lúmen de descarga da porta de alívio de pressão da câmara rígida. O dispositivo de controle de volume compreende um cilin- dro fechado em uma extremidade, que tem uma vedação localizada em sua periferia externa. O filtro compreende uma membrana hidrofóbica.
Em outros aspectos o dispositivo de controle de volume compre- ende uma bexiga flexível montada dentro da câmara rígida, de tal modo que 20 a bexiga comprime quando o volume entre a porta de equalização e o dispo- sitivo de controle de volume aumenta. O dispositivo de controle de volume compreende uma bexiga flexível montada dentro da câmara rígida, de tal modo rígida que ela se expande quando o volume entre a porta de equaliza- ção e o dispositivo de controle de volume diminui. A câmara rígida é formada 25 de um material transparente, de tal modo que o dispositivo de controle de volume é visível e pode indicar de maneira visual o volume disponível para ar a ser injetado para o interior do frasco e líquido a ser removido do frasco. A bexiga é formada de um material impermeável a vapor, com isto vedando a câmara rígida de gases que escapam do frasco.
Em ainda outros aspectos, a câmara rígida é formada de modo
que o volume dentro dela em ambos os lados do dispositivo de controle de volume quando centralizado é igual ao volume de espaço dentro de um fras- co vazio. A porta de medicamento compreende uma válvula livre de agulha. A válvula livre de agulha compreende uma porta de conexão Luer fêmea.
De acordo com aspectos de método da invenção é fornecido um método para reter aerossóis ao acessar um frasco que tem uma vedação 5 perfurável localizada sobre uma abertura do frasco, o método compreenden- do perfurar a vedação do frasco para estabelecer comunicação direta com conteúdo do frasco, conduzir líquido para o interior do frasco através de um lúmen de medicamento quando pressão no frasco aumenta acima de pres- são atmosférica, conduzir gás para fora do frasco através do lúmen de des- 10 carga que é separado do lúmen de medicamentos, filtrar o gás conduzido para fora do frasco, confinar o gás filtrado conduzido para fora do frasco em um recipiente vedado que tem paredes rígidas e um volume fixo, dividir o recipiente vedado em dois compartimentos, variar o volume de um primeiro compartimento do recipiente vedado para acomodar o gás filtrado conduzido 15 para fora do frasco e equalizaro gás filtrado recebido para pressão atmosfé- rica com isto equalizando a pressão no frasco para pressão atmosférica re- tornando o gás filtrado recebido para o frasco quando pressão no frasco di- minui abaixo de pressão atmosférica com isto equalizando a pressão no frasco para pressão atmosférica, pelo que aumentos em pressão no frasco 20 que resultam da introdução de líquido para reconstituição de conteúdo do frasco são equalizados aumentando o volume no primeiro compartimento da combinação de câmara rígida e diminuições em pressão no frasco que resul- tam de aspiração de líquido reconstituído do conteúdo do frasco são equali- zadas diminuindo o volume do primeiro compartimento.
De acordo com outros aspectos de método, a etapa de variar o
volume do primeiro compartimento compreende movimentar de maneira au- tomática uma barreira vedada localizada dentro do recipiente rígido em res- posta a mudanças de pressão no frasco para variar o volume do primeiro compartimento. A etapa de variar o volume do primeiro compartimento com- 30 preende movimentar de maneira automática um disco deslizante e livremen- te móvel dentro do recipiente rígido em resposta a mudanças de pressão no frasco, para variar o volume do primeiro compartimento, o disco deslizante vedando o primeiro compartimento da atmosfera. A etapa de filtrar compre- ende bloqueara passagem de líquido.
Em ainda outros aspectos de método, a etapa de variar o volu- me do primeiro compartimento compreende movimentar de maneira automá- 5 tica uma bexiga flexível livremente móvel dentro do recipiente rígido em res- posta a mudanças de pressão no frasco, para variar o volume do primeiro compartimento, a bexiga flexível vedando o primeiro compartimento da at- mosfera. A etapa de variar o volume compreende montar a bexiga flexível dentro do recipiente de parede rígida de tal modo que a bexiga comprime 10 para receber gás a partir do frasco e expande para fornecer gás para o fras- co, a bexiga contida dentro do recipiente rígido de tal modo que a bexiga em seus estados expandido e comprimido é contida inteiramente dentro do reci- piente rígido. A etapa de ver o volume disponível no recipiente rígido através da parede do recipiente rígido para determinar a quantidade de líquido para 15 injeção para o interior do frasco. Controlar a injeção e aspiração de fluido a partir do frasco com uma válvula livre de agulha colocada no trajeto do lú- men de medicamento. Receber um conector Luer de um segundo recipiente com um conector conformado Luer localizado no trajeto do lúmen de medi- camento.
Estes e outros aspectos, características e vantagens da presen-
te invenção se tornarão evidentes a partir da descrição detalhada a seguir das modalidades e modalidades preferidas que tomadas em conjunto com os desenhos que acompanham ilustram a guisa de exemplo os princípios da invenção.
A figura 1 é uma vista em perspectiva de um dispositivo de a-
cesso a frasco com equalização de pressão a partir do ângulo do conector fêmea que forma uma porta de medicamento para a qual um outro recipiente de fluido médico tal como a seringa mostrada em parte pode ser conectado ao dispositivo de acesso a frasco, que mostra também uma carcaça de co- 30 nector de frasco ranhurada, um braço de descarga lateral e uma câmara rí- gida de equalização de pressão para utilização na equalização de pressão em um frasco de parede rígida durante reconstituição do conteúdo do frasco e subsequente aspiração.
A figura 2 é uma vista lateral do dispositivo de acesso a frasco da figura 1 posicionado acima da porção de abertura de um frasco de parede rígida e que mostra uma cânula que tem uma ponta relativamente afiada 5 para perfurar o septo do frasco enquanto a carcaça de conector ranhurada se torna presa ao flange do frasco, para com isto montar de maneira segura o dispositivo de acesso a frasco, ou adaptador de frasco, ao frasco durante o desempenho de reconstituição e atividades de aspiração com o frasco.
A figura 3 é uma vista em seção transversal de uma primeira 10 modalidade de um dispositivo de acesso a frasco com equalização de pres- são de acordo com aspectos da invenção, que mostra um disco livremente deslizante localizado em uma câmara de equalização de pressão para man- ter o frasco em pressão atmosférica durante reconstituição e aspiração do conteúdo do frasco.
A figura 4 é uma vista em uma seção transversal de uma segun-
da modalidade de um dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão também de acordo com aspectos da invenção, que mostra uma be- xiga flexível localizada em uma câmara de equalização de pressão para manter o frasco em pressão atmosférica durante reconstituição e aspiração 20 do conteúdo do frasco, a bexiga sendo montada de modo que ela comprime quando pressão está acima da atmosférica no frasco e expande quando pressão está abaixo de atmosférica no frasco.
A figura 5 é uma vista em seção transversal em perspectiva da segunda modalidade de um dispositivo de controle de volume que mostra a bexiga flexível da figura 4 em compressão, de modo que o volume disponível para a porta de equalização da câmara é aproximadamente metade da câ- mara.
A figura 6 ilustra uma vista em seção transversal em perspectiva do dispositivo de acesso a frasco das figuras 1 e 2 girado aproximadamente 45° graus, que mostra um lúmen de medicamento que se estende através da cânula afiada e uma porção corpo da carcaça que mostra uma válvula livre de agulha colocada na porta de medicamento e que mostra uma vista limita- da do braço de descarga e câmara de equalização de pressão.
A figura 7 é uma vista em seção transversal em perspectiva de um dispositivo de acesso a frasco mostrado na figura 2 girado de aproxima- damente 45° que mostra o lúmen de ventilação que prossegue através da 5 cânula afiada e a porção corpo, e que mostra uma vista em seção transver- sal do braço de ventilação e câmara de equalização de pressão que tem uma porta de equalização, uma porta de alívio de pressão, e um disco de vedação livremente deslizante na câmara, para equalizar pressão do frasco.
A figura 8 é uma vista inferior do dispositivo de acesso a frasco das figuras 1, 2, 6 e 7, que mostra uma vista em planta da ponta relativa- mente afiada da cânula que revela as aberturas dos Iumens de descarga e de medicamento.
A figura 9 é uma vista superior em seção transversal da porção corpo do dispositivo de acesso a frasco das figuras 1, 2, 6 e 7, que mostra as localizações dos lúmens de medicamento e de descarga e suas respecti- vas formas de seção transversal, bem como mostra a forma interna de uma seção de descarga no braço de descarga da porção corpo.
As figuras 10 até 12 mostram diversas vistas laterais giradas da cânula, que mostra a ponta relativamente afiada em todas as vistas e a aber- tura de descarga na cânula nas figuras 10 e 11 giradas 90° uma da outra e um canal aberto ou ranhuras para a abertura de medicamento na figura 12 que é girada outro 90° a partir da figura 11.
Fazendo referência agora aos desenhos em mais detalhe, e nos quais numerais de referência iguais se referem a dispositivos iguais ou cor- 25 respondentes entre as vistas, está mostrada nas figuras 1 e 2 uma vista de uma modalidade de um dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão 20 de acordo com aspectos da invenção. Acima do dispositivo de acesso a frasco está mostrada uma porção de uma seringa 21 utilizável com o dispositivo de acesso, para fornecer líquido para um frasco rígido para re- 30 constituir seu conteúdo e para então aspirar o conteúdo reconstituído para administração a um paciente.
Fazendo referência agora em mais detalhe às figuras 1 e 2 o dispositivo de acesso a frasco 20 compreende uma porção corpo 22, uma carcaça de ligação a frasco ranhurada 24, um braço de descarga 26 formado com um ângulo de 90° com o eixo longitudinal 27 da porção corpo e, nesta modalidade, uma câmara de equalização de pressão 28 ou uma porta de conexão Luer fêmea 34, roscas externas 33 para acoplar a um conector ma- cho, uma porta de conexão Luer fêmea 34 e uma cânula afiada 44 para per- furar os septos de frascos vedados. Fazendo referência em mais detalhe à figura 2, uma parede de frasco 110 também está mostrada. O frasco inclui uma parede rígida 112 que não expande ou dobra quando fluido está sendo introduzido para o frasco, ou fluido é retirado do frasco, respectivamente. O frasco inclui um flange de frasco 114 com uma abertura 116 que permite a- cesso à câmara interna 118 do frasco. Nesta vista a abertura do frasco é vedada com um septo 120 que inclui um flange de septo 122 que cobre uma porção do flange do frasco. Prendendo o septo no lugar existe um fecha- mento franzido 124 que é formado sobre o septo no topo do flange do frasco e se estende ao redor da superfície externa 126 do flange do frasco, e é franzido até a subsuperfície 128 do flange do frasco, com isto retendo de maneira segura o septo em posição para vedar a abertura do frasco. O fe- chamento inclui uma porta 130 através da qual uma cânula afiada pode ser forçada para fazer comunicação direta com a câmara interna do frasco. No caso da figura 2 a cânula afiada 44 do dispositivo de acesso a frasco 20 po- sicionado acima do frasco 110 pode ser utilizada. Mesmo embora a figura 2 não esteja desenhada em escala, será observado que a carcaça de ligação ao frasco 24 é dimensionada para se ajustar sobre o flange do frasco em 114 enquanto a cânula se estende para o interior da câmara interna do fras- co 118 para comunicação direta. As ranhuras 36 possibilitam à carcaça fle- xionar para fora, com isto expandindo para acomodar o flange de frasco e fechamento 124. Para outros detalhes sobre a carcaça ranhurada 24 para conectar aos frascos ver a Patente US número 6.875.205 a Leinsing, aqui com isto incorporada para referência.
Fazendo referência agora à figura 3, a cânula afiada ou pino de acesso a frasco 44 que faz parte do dispositivo de acesso a frasco 20 ou "VAD", tem dois lúmens formados através dela. O lúmen de medicamento 52 conecta uma abertura de medicamento 50 formada na cânula afiada 44 do VAD até uma porta de medicamento 51 configurada para acomodar uma seringa (mostrada na figura 1). Neste caso a porta de medicamento tem uma 5 forma padrão Luer fêmea, embora outras configurações possam ser utiliza- das. A cânula afiada está mostrada localizada dentro da câmara 118 do frasco 110, em cuja localização ela pode ser utilizada para fornecer líquido para reconstituir o conteúdo do frasco e aspirar o conteúdo reconstituído. O lúmen de descarga 62 conecta o interior do frasco 118 a uma câmara rígida 10 de equalização de pressão 28. O lúmen de descarga inclui uma abertura 66 na ponta afiada 46 e uma porta de descarga 54 localizada na câmara rígida
28. Neste caso, a porta de descarga é localizada em um ângulo reto 55 com o lúmen de medicamento 52, aproximadamente a meio caminho entre o frasco 110 e a porta de medicamento 51. Outros ângulos de suas Iocaliza- ções para a porta de descarga podem ser utilizados.
Na porta de descarga 54 e colocada dentro da porta de equali- zação 57 da câmara de equalização 28 está montada uma membrana hidro- fóbica 59 para atuar como um filtro. Este filtro é constituído de modo a impe- dir, ou no mínimo inibir, que líquido penetre na câmara de equalização 28 a 20 partir do frasco 110. Outros tipos de filtros hidrofóbicos podem ser utilizados, como desejado.
A câmara de equalização 28 inclui a porta de equalização 57 como discutido anteriormente, e uma porta de alívio de pressão 61. A porta de alívio de pressão comunica assim a pressão atmosférica a partir do exte- 25 rior para a câmara. De acordo com um aspecto da invenção, a câmara 28 é dividida em uma porção 65 em comunicação com a porta de equalização 57 e uma porção 67 em comunicação com a porta de alívio de pressão 61. Nes- te caso, a câmara é dividida com um disco 68 que é montado dentro da câ- mara, de modo que ele é livremente deslizante dentro da câmara em respos- 30 ta às pressões relativas de cada lado dela. Quando a pressão é mais baixa do que a pressão atmosférica do lado do disco no sentido da porta de equa- lização pode encolher e deslizar automaticamente no sentido da porta de equalização resultando assim menos volume dentro da porção câmara 65 disponível para a porta de equalização. No caso onde a pressão é mais ele- vada do que pressão atmosférica do lado do disco no sentido da porta de equalização, o disco irá deslizar automaticamente no sentido da pressão 5 mais baixa localizada na porta de alívio de pressão resultando assim mais volume dentro da porção câmara 65 disponível para a porta de equalização e menos volume dentro da porção câmara 67 disponível para a porta de alí- vio de pressão. Como resultado deste volume variável disponível para a por- ção lúmen de ventilação/câmara de equalização, a pressão dentro do frasco 10 pode ser equalizada com pressão atmosférica. Movimentando de maneira automática para fornecer mudanças em volume, o disco impede uma mu- dança de pressão dentro do frasco quando ar é injetado para o interior do frasco ou líquido é removido do frasco.
No caso mostrado na figura 3 o disco deslizante 68 é na forma 15 de um pistão ou um cilindro 69 fechado em uma extremidade com o disco 68. Outras formas são possíveis. A aresta externa do disco inclui uma veda- ção ou vedações 71 que estão em contato de vedação com a parede interna 72 da câmara 28. A vedação é selecionada de modo que o disco pode desli- zar livremente e de maneira automática dentro da câmara, e ainda mantém 20 uma vedação que separa a porta de equalização 57 da porta de alívio de pressão 61. Uma vez que o disco proporciona uma vedação deslizante entre a parede interna da câmara nenhum gás pode escapar do conjunto câma- ra/frasco. Em uma modalidade o disco é formado de borracha, embora ou- tros materiais possam ser utilizados.
Se a câmara de equalização 28 é feita de um material transpa-
rente e de tal modo que o disco deslizante 68 seja visível, o disco pode ser- vir como um indicador visual de quanto ar pode ser adicionado, ou líquido removido do frasco 110. Na modalidade da figura 3 a câmara de equalização poderia ser fabricada de tal modo que o volume de espaço aberto em ambos 30 os lados 65 e 67 do disco 68 seja igual ao volume de espaço 118 dentro de um frasco vazio. Isto poderia eliminar a necessidade de o usuário escorvar o frasco com ar antes de aspirar o remédio. O usuário ao invés disto, poderia imediatamente começar a aspirar o remédio para a seringa 21 (figura 1) e o disco poderia mover para a direita para acomodar a mudança em volume. Da mesma maneira, a bexiga flexível na segunda modalidade discutida a- baixo poderia ser projetada para manter uma forma neutra que pode expan- dir ou contrair com utilização inicial.
Em outros aspectos a câmara de equalização 21 pode ter for- mas diferentes de um cilindro reto e a câmara pode manter outras orienta- ções em relação ao frasco 110. Em uma modalidade a câmara de equaliza- ção de pressão foi formada de policarbonatos, embora outros materiais pos- sam ser utilizados.
Uma modalidade alternativa está mostrada nas figuras 4 e 5. Esta modalidade funciona em uma maneira similar à modalidade mostrada na figura 3 e descrita acima, porém utiliza uma bexiga flexível 74 para aco- modar mudanças em volume dentro do conjunto frasco/câmara ao invés do 15 disco deslizante 68 da figura 3. O resultado alcançado é o mesmo. A bexiga flexível 74 comprime quando o ar é injetado no frasco 110 (figura 2) aumen- tando o volume de espaço dentro do conjunto como mostrado na figura 5. Quando um líquido é removido do frasco, a bexiga flexível se expande dimi- nuindo o volume de espaço dentro do conjunto, como está mostrado na figu- 20 ra 4. A bexiga pode ser construída de um material que é impermeável a va- por (como um exemplo, silicone) e poderia vedar a câmara para impedir que gases escapem do conjunto.
Fazendo referência agora em mais detalhe às figuras 4 e 5, a bexiga flexível 74 é montada inteiramente dentro da câmara de equalização 25 28 e completamente confinada nela. A bexiga inclui um flange de montagem 75 em uma extremidade que nesta modalidade é montada na parede 76 da câmara na qual a porta de alívio de pressão 61 é formada. A porção interna 77 da bexiga é exposta à pressão atmosférica através da porta de alívio de pressão. Como pode ser observado da figura 4, uma parte do flange de 30 montagem da bexiga é mantida no lugar entre a parede da porta de alívio de pressão 76 e a parede cilíndrica lateral 78 da câmara de equalização. A be- xiga pode ser mantida em posição nesta localização devido às forças mecâ- nicas das duas paredes que se encontram, e pode também ser mantida por adesivo ou outros dispositivos. Em qualquer caso, uma vedação é formada pela bexiga entre a porta de equalização 57 da câmara e a porta de alívio de pressão 61 da câmara. Quaisquer gases recebidos pela câmara 28 na porta de equalização não podem escapar para a atmosfera através da porta de alívio de pressão devido à bexiga de vedação. Duas porções dentro da câ- mara são assim formadas pela bexiga, de maneira similar ao disco deslizan- te descrito acima. Uma primeira porção 65 está fora da bexiga e, portanto entre a bexiga e a porta de equalização. Uma segunda porção está dentro da bexiga e, portanto entre a bexiga e a porta de alívio de pressão. Por esta razão a bexiga não precisa fazer contato de vedação com a parede interna 72 da câmara de equalização de pressão 28, uma vez que a sua vedação é colocada em sua localização de montagem. Em uma modalidade a bexiga flexível é elástica, embora em outra modalidade ela não precisa ser elástica. O filtro hidrofóbico 59 está mostrado na figura 4, porém não na
figura 5. Tal filtro pode também ser incluído na figura 5, seja na mesma loca- lização como na figura 4 ou em uma localização diferente. Adicionalmente, a câmara de equalização está mostrada nas figuras 3 e 4 como sendo uma peça separada que é então presa ao corpo do VAD. Em outras modalidades 20 a câmara de equalização pode ser formada de maneira integrada com o cor- po 22 do VAD 20. Uma configuração diferente pode ser utilizada para pren- der o filtro hidrofóbico no Iugarentre o lúmen de descarga 62 e a câmara de equalização 28.
Na modalidade ilustrada na figura 6 uma válvula livre de agulha 25 30 foi formada como parte da porta de medicamento. A válvula livre de agu- lha está mostrada em seção transversal e inclui um pistão resiliente elasto- mérico 37 que tem uma cabeça de pistão 38 presa a uma seção elástica 39. A seção elástica desloca a cabeça do pistão para a configuração fechada mostrada na figura 6. A cabeça de pistão inclui um furo naturalmente aberto 30 35 que está naturalmente aberto, e se auto-abre quando a cabeça do pistão é empurrada para a seção de diâmetro maior 56 do corpo 22. Esta ação também faz com que a seção elástica do pistão comprima, armazenando energia para retornar a cabeça do pistão para a posição fechada, na qual o furo se fecha. O conector de válvula livre de agulha 30 pode assumir diferen- tes formas. Uma forma é o conector de válvula SmartSite da divisão ALARIS Products de Cardinal Health, San Diego, Califórnia. Detalhes da construção 5 e operação de tal conector são localizados na Patente US número 5.676.346 a Leinsing, aqui com isto incorporada para referência.
A figura 6 também mostra a câmara de equalização de pressão 28 em perspectiva. Nesta modalidade a câmara de equalização de pressão tem uma haste de ligação 40 que se ajusta sobre o braço de descarga lateral 26 do elemento corpo 22. A câmara de equalização de pressão 28 é orienta- da com um ângulo a partir do eixo longitudinal 27 do elemento corpo. O bra- ço lateral 26 do corpo pode estar em ângulos diferentes do que aquele mos- trado, e a conexão da câmara de equalização de pressão ao braço lateral pode assumir outras configurações diferentes daquela mostrada. Como mos- trado na figura 6, a válvula 32 está em comunicação direta com a cânula 44 que é orientada ao longo do eixo longitudinal 27 dentro da carcaça de liga- ção do frasco 24. A cânula penetra no espaço interno 118 do frasco 110 (fi- gura 2) quando a carcaça é comprimida sobre um frasco, como descrito a- cima. Um canal aberto ou ranhura 48 é formado na cânula desta modalidade para guiar fluido para a válvula 32 e para permitir uma vazão aceitável do medicamento quando a válvula está em sua orientação aberta.
Na vista em perspectiva de seção transversal da figura 6 uma abertura de medicamento 50 na cânula afiada 44 está localizada adjacente ao canal aberto ou ranhura 48 formado na cânula. A abertura de medica- 25 mento é parte de um lúmen de medicamento 52 que se estende através da cânula afiada e da porção corpo 22. O lúmen de medicamento está em co- municação direta com a válvula 32. Adjacente à válvula existe uma cavidade cilíndrica ampliada 56 formada na porção corpo. Nesta cavidade uma ranhu- ra circular 58 é formada para reter uma extremidade do pistão 38. Também 30 está mostrado na figura 3 um dispositivo de ancoragem 60 na forma de gar- ras para pegar o lado de baixo de um flange de frasco 114 (figura 2) para reter de maneira segura o dispositivo de acesso a frasco 20 ao frasco 110. A vista em seção transversal da figura 6 permite inspeção mais próxima da abertura de medicamento 50 e do lúmen de medicamento 52 na cânula 44. Pode ser observado que a abertura de medicamento é aproxima- damente perpendicular ao eixo longitudinal 27 da cânula. Para permitir que 5 fluido suficiente acesse a abertura 50 de modo que uma vazão de medica- mento adequada possa ser obtida, o canal ou fenda aberta 48 foi formado no lado da cânula a partir da ponta afiada 46 para a abertura de medicamento 50, de modo que mais fluido pode escoar através da abertura de medica- mento.
Embora não mostrado completamente, um lúmen de descarga
62 pode ser visto. O lúmen de descarga é separado do lúmen de medica- mento 52 nesta modalidade. Uma abertura de lúmen de descarga 66 na câ- nula 44 é visível na ponta afiada 46 da cânula nesta modalidade.
A figura 7 apresenta uma vista mais clara do trajeto do lúmen de 15 descarga 62 através do dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão 20. A porção corpo 22 inclui uma porção lúmen de descarga em ângulo reto 64 que conduz a uma cavidade de lúmen de descarga maior 70 no braço de descarga 26. A câmara de equalização de pressão 28 é monta- da sobre o braço de descarga em uma maneira segura, de modo que ne- 20 nhum fluido pode escapar do frasco através do lúmen de descarga.
Continuando com mais detalhes da construção da carcaça do dispositivo de acesso a frasco 24 nesta modalidade, a figura 8 apresenta uma vista em planta do fundo do dispositivo de acesso a frasco das figuras
1, 2, 6 e 7 com a câmara de equalização de pressão 28 removida para cla- 25 reza e facilidade de ilustração. Mostradas na cânula 44 estão a abertura de descarga 66 e a abertura de medicamento 50 em relação a linhas de centro ou radiais 72 e 74 da carcaça. A abertura de medicamento e a abertura de descarga residem em uma linha de centro comum 72. A interseção das li- nhas de centro 72 e 74 marca o eixo longitudinal 27 (figuras 1 e 2) que se 30 estende perpendicular ao plano definido pelas duas linhas de centro. Será observado que a abertura de medicamento reside no eixo longitudinal 27, embora em outra modalidade este possa não ser o caso. A figura 9 apresenta uma vista em seção transversal de porções do lúmen de medicamento 52 e lúmen de descarga 62. Também está visível a porção lúmen de descarga em ângulo reto 64 e a cavidade de descarga 70 localizada no braço de descarga 26. A figura também mostra as linhas de 5 centro 72 e 74. Será observado que nesta modalidade a forma de seção transversal do lúmen de medicamento 52 é circular e está localizada no eixo longitudinal 27, embora não esteja centralizada neste eixo. Por outro lado, a forma de seção transversal do lúmen de descarga 62 é em geral um polígo- no que tem quatro lados, um dos quais é genericamente côncavo voltado no 10 sentido do lúmen de medicamento, e o oposto do qual é convexo voltado para longe do lúmen de medicamento. Outras formas de localizações do lú- men de descarga e do lúmen de medicamento são possíveis, como se torna- rá evidente para alguém versado na técnica.
As figuras 10, 11 e 12 são fornecidas para mostrar vistas laterais de uma modalidade da cânula 44 com os dois lúmens de medicamento 52 e de descarga 62, e a ponta relativamente afiada 46, de modo que a configu- ração das aberturas da cânula possam ser vistas. As figuras 10 e 11 mos- tram a abertura de descarga 66 com uma rotação de 90° entre cada figura. A abertura de descarga conduz ao lúmen de descarga 62 que se estende ad- jacente ao canal aberto ou fenda 48, como mostrado em linhas tracejadas na figura 11. A figura 12 mostra a cânula girada outros 90° graus que são 180° da figura 10; de modo que o canal aberto ou a fenda 48 formada na lateral da cânula para proporcionar acesso direto à abertura de medicamento 50 no lúmen de medicamento 52 pode ser vista claramente. Outras formas, orien- tações e localizações de aberturas, fendas e canais, se tornará evidente pa- ra aqueles versados na técnica.
Voltando agora para a figura 7, a câmara de equalização de pressão 28 inclui a porta de equalização 57 e a porta de alívio de pressão 61. A porta de alívio de pressão serve como uma porta para a atmosfera 30 ambiente fora do VAD durante utilização para permitir ao dispositivo de con- trole de volume 68 mover livremente para equalizar pressão dentro do fras- co. A porta de equalização é adjacente à cavidade de descarga 70 do braço de descarga 26 e está em comunicação direta com o lúmen de descarga 62 da cânula 44. A haste de ligação 40 é uma parte da câmara 28 e é utilizada para montar a câmara ao braço de descarga. Em outra modalidade a câma- ra, braço de descarga, e corpo podem ser integrados.
5 A câmara de equalização de pressão 28 tem um diâmetro inter-
no 73 substancialmente maior do que o diâmetro interno do lúmen de des- carga 62, o que fornece um volume maior para equalizar a pressão dentro do frasco 110 (figura 2). No caso do disco livremente deslizante 68 que está mostrado na figura 7 como um pistão formado de um cilindro 69 formado em 10 uma extremidade com o disco, a periferia externa se ajusta de maneira aper- tada à parede interna 72 da câmara nesta modalidade, de tal modo que flui- dos não podem passar ao redor da periferia externa do disco deslizante. Como aqui utilizado, o termo "fluido" é utilizado em seu senso comum que abrange ambos, líquidos e gases. Adicionalmente, o próprio disco é formado 15 de um material que é impermeável a líquidos ou gases e não irá permitir que tais materiais atravessem.
Será apreciado que a presente invenção retém aerossóis de medicamentos ao acessar um frasco de medicamento. Quando um diluente é adicionado à um frasco para reconstituir medicamento em forma seca ou 20 liofilizada, ar dentro do frasco é deslocado pelo diluente adicionado e remo- vido para a câmara de equalização de pressão sem permitir que quaisquer partículas ou aerossóis do medicamento contaminem a atmosfera ambiente. Quando medicamento é retirado ou aspirado do frasco, ar da atmosfera am- biente é trazido para o interior da câmara de equalização de pressão com a 25 única finalidade de permitir que gás armazenado se mova de sua localização de armazenagem para equalizar a queda de pressão no frasco. Os apare- lhos e métodos de acordo com a invenção fornecem assim um sistema ve- dado e fechado para reconstituir conteúdos de frascos e aspirá-los para utili- zação em pacientes.
Também foi descoberto ser útil em algumas aplicações ter uma
válvula colocada no dispositivo de acesso a frasco para resultar em um sis- tema fechado. O dispositivo de acesso a frasco com válvula permite enga- tamento da cânula afiada com o conteúdo do frasco sem vazamento de flui- do a partir do frasco através do VAD até que a válvula seja aberta de propó- sito através de uma seringa, por exemplo. Então, quando o segundo disposi- tivo de fluido tenha sido preparado, ele pode ser conectado ao VAD, com 5 isto abrindo ou ativando a válvula, que então permite escoamento de fluido entre o frasco e o segundo dispositivos de fluido.
Embora a presente invenção seja aplicável a materiais perigosos em geral, o exemplo específico de materiais perigosos aos quais a invenção é particularmente aplicável são remédios s congeladas ou citotóxicos em pó tal como são utilizados de maneira extensiva em um tratamento de quimiote- rapia em pacientes de câncer e materiais radiográficos.
Embora a presente invenção tenha sido descrita em termos de certas modalidades preferidas, outras modalidades que são evidentes para aqueles de talento ordinário na técnica estão também dentro do escopo da 15 invenção. Consequentemente, o escopo da invenção é projetado para ser definido apenas pela referência às reivindicações anexas. Embora variações tenham sido descritas e mostradas, deve ser entendido que estas variações são meramente tomadas como exemplo da presente invenção e de maneira alguma devem significar serem limitativas.

Claims (32)

1. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão para reter aerossóis quando acessando um frasco que tem uma vedação perfurável localizada sobre uma abertura do frasco, o dispositivo de acesso a frasco compreendendo: uma cânula que tem um lúmen de medicamento e um lúmen de descarga separado do lúmen de medicamento, a cânula tendo uma ponta relativamente afiada para perfurar a vedação do frasco e um comprimento selecionado de modo que a ponta pode ser localizada dentro do frasco; uma porção corpo que tem: uma porta de medicamento em comunicação direta com o lúmen de medicamento da cânula, a porta de medicamento configurada para rece- ber um conector a partir de um segundo recipiente para permitir líquido ser introduzido e removido do frasco; e uma porta de descarga em comunicação direta com o lúmen de descarga da cânula, a porta de descarga sendo separada da porta de medi- camento e configurada para permitir passagem de fluido para e a partir do lúmen de descarga; e uma câmara rígida localizada em comunicação direta com a por- ta de descarga e um lúmen de descarga sem estar em comunicação direta com a porta de medicamento ou lúmen de medicamento, a câmara rígida tendo uma porta de alívio de pressão aberta para a atmosfera e uma porta de equalização que conecta a porta de descarga e o lúmen de descarga, a câmara rígida tendo paredes rígidas e um volume interno fixo, a câmara rígi- da compreendendo: um filtro colocado na porta de equalização da câmara rígida de modo que qualquer fluido que passa entre a câmara rígida e a porta de des- carga deve atravessar o filtro; e um dispositivo de controle de volume localizado dentro e intei- ramente confinado pela câmara rígida que fornece uma barreira vedada en- tre a porta de equalização e a porta de alívio de pressão e livremente móvel entre a porta de equalização e a porta de alívio de pressão para variar o vo- lume interno da câmara rígida disponível para a porta de equalização em resposta a mudanças de pressão que ocorrem no lúmen de descarga; pelo que, aumentos em pressão no frasco que resultam da intro- dução de líquido para a reconstituição do conteúdo do frasco são equaliza- dos pelo dispositivo de controle de volume que se movimenta para longe da porta de equalização para criar um volume maior na combinação lúmen de descarga/câmara rígida e diminuições em pressão no frasco que resultam de aspiração de líquido reconstituído a partir do conteúdo do frasco são equali- zadas pelo dispositivo de controle de volume movendo no sentido da porta de equalização para criar um volume menor na combinação lúmen de des- carga/câmara rígida.
2. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 1, em que o dispositivo de controle de volume move automaticamente dentro da câmara rígida para variar o volume da câ- mara rígida adjacente à porta de equalização para acomodar um aumento em pressão no frasco ou uma diminuição em pressão do frasco de modo que a pressão dentro do frasco seja mantida aproximadamente na pressão atmosférica.
3. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 1, em que o dispositivo de controle de volume compreende um disco deslizante livremente móvel dentro da câmara rígida entre a porta de equalização e a porta de alívio de pressão para variar o vo- lume da câmara rígida disponível para a porta de equalização e o lúmen de descarga, o disco tendo uma periferia externa que tem uma vedação em contato com uma parede interna da camarada rígida para vedar o lúmen de descarga da porta de alívio de pressão da câmara rígida.
4. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 1, em que o dispositivo de controle de volume compreende um cilindro fechado em uma extremidade que tem uma veda- ção localizada em sua periferia exterior.
5. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 1, em que o filtro compreende uma membra- na hidrofóbica.
6. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 1, em que o dispositivo de controle de volume compreende uma bexiga flexível montada dentro da câmara rígida, de tal modo que a bexiga comprime quando o volume entre a porta de equalização e o dispositivo de controle de volume aumenta.
7. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 1, em que o dispositivo de controle de volume compreende uma bexiga flexível montada dentro da câmara rígida, de tal modo que ela expande quando o volume entre a porta de equalização e o dispositivo de controle diminui.
8. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 1, em que a membrana rígida é formada de um material transparente, de tal modo que o dispositivo de controle de volu- me é visível e pode indicar de maneira visual o volume disponível para ar a ser injetado no frasco de líquido a ser removido do frasco.
9. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 7, em que a bexiga é formada de um material impermeável a vapor, pelo que veda a câmara rígida de gases que escapam do frasco.
10. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 1, em que a câmara rígida é formada de mo- do que o volume dentro dela em ambos os lados do dispositivo de controle de volume quando centralizado é igual ao volume de espaço dentro de um frasco vazio.
11. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 1, em que a porta de medicamento compre- ende uma válvula livre de agulha.
12. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 11, em que a válvula livre de agulha compre- ende uma porta de conexão Luer fêmea.
13. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão para reter aerossóis quando acessando um frasco que tem uma vedação perfurável localizada sobre uma abertura do frasco e um volume de frasco, o dispositivo de acesso a frasco compreendendo: um dispositivo de ligação flexível configurado para engatar o frasco para montagem segura do dispositivo de acesso a frasco ao frasco; uma cânula no dispositivo de ligação à cânula que tem uma pon- ta afiada configurada para perfurar a vedação do frasco, uma abertura de descarga adjacente à ponta afiada e uma abertura de medicamento, a aber- tura de descarga conduzindo a um lúmen de descarga que se estende atra- vés da cânula, a abertura de medicamento conduzindo a um lúmen de medi- camento que se estende através da cânula; uma porção corpo que tem: uma porta de medicamento em comunicação direta com o lúmen de medicamento da cânula, a porta de medicamento configurada para rece- ber um conector a partir de um segundo recipiente para permitir líquido ser introduzido no e removido do frasco; e uma porta de descarga em comunicação direta com o lúmen de descarga da cânula, a porta de descarga sendo separada da porta de medi- camento e configurada para permitir passagem de gás para e a partir do frasco; e uma câmara rígida localizada em comunicação direta com a por- ta de descarga e sem estar em comunicação direta com a porta de medica- mento ou lúmen de medicamento, a câmara rígida tendo uma porta de alívio de pressão aberta para a atmosfera e uma porta de equalização que conecta a porta de descarga, a câmara rígida tendo paredes rígidas com um volume interno fixo, este volume interno sendo, no mínimo, tão grande quanto o vo- lume do frasco, a câmara rígida compreendendo: um filtro hidrofóbico colocado na porta de equalização da câma- ra rígida de modo que qualquer fluido que passa entre a câmara rígida e a porta de descarga deve atravessar o filtro hidrofóbico; e um dispositivo de controle de volume livremente móvel localiza- do dentro e inteiramente confinado pela câmara rígida, que fornece uma bar- reira vedada entre a porta de equalização e a porta de alívio de pressão, e livremente móvel dentro da câmara rígida para variar o volume dentro da câmara rígida entre a porta de equalização e o dispositivo de controle de volume em resposta a mudanças de pressão que ocorrem na porta de equa- lização; pelo que, aumentos em pressão no frasco que resultam da intro- dução de líquido para a reconstituição de conteúdo do frasco são equaliza- dos pelo dispositivo de controle de volume se movendo para longe da porta de equalização para criar um volume maior na combinação lúmen de des- carga/ câmara rígida, e diminuições em pressão no frasco que resultam de aspiração de líquido reconstituído a partir do conteúdo do frasco são equali- zadas pelo dispositivo de controle de volume movendo no sentido da porta de equalização para criar um volume menor na combinação lúmen de des- carga/câmara rígida.
14. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 13, em que o dispositivo de controle de volu- me move automaticamente dentro da câmara rígida para variar o volume da câmara rígida adjacente à porta de equalização para acomodar um aumento em pressão no frasco ou uma diminuição em pressão no frasco, de modo que a pressão dentro do frasco é mantida aproximadamente na pressão at- mosférica.
15. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 13, em que o dispositivo de controle de volu- me compreende um disco deslizante livremente móvel dentro da câmara rígida entre a porta de equalização e a porta de alívio de pressão para variar o volume da câmara rígida disponível para a porta de equalização e lúmen de descarga, o disco tendo uma periferia exterior que tem uma vedação em contato com uma parede interior da câmara rígida para vedar o lúmen de descarga da porta de alívio de pressão da câmara rígida.
16. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 15, em que o dispositivo de controle de volu- me compreende um cilindro fechado em uma extremidade com o disco des- Iizante e tendo uma vedação localizada em sua periferia exterior.
17. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 13, em que o dispositivo de controle de volu- me compreende uma bexiga flexível montada dentro da camarada rígida de tal modo que a bexiga comprime quando o volume entre a porta de equali- zação e o dispositivo de controle de volume aumenta.
18. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 17, em que a bexiga flexível expande quando o volume entre a porta de equalização e o dispositivo de controle de volume diminui.
19. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 13, em que a câmara rígida é formada de um material transparente, de tal modo que o dispositivo de controle de volume é visível e pode indicar de maneira visual o volume disponível para ar a ser injetado para o interior do frasco e líquido a ser removido do frasco.
20. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 17, em que a bexiga é formada de um mate- rial impermeável a vapor, pelo que, vedando a câmara rígida a gases que escapam do frasco.
21. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 13, em que a câmara rígida é formada de modo que o volume dentro dela em ambos os lados do dispositivo de contro- le de volume quando centralizado é igual ao volume de espaço dentro de um frasco vazio.
22. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 13, em que a porta de medicamento compre- ende uma válvula livre de agulha.
23. Dispositivo de acesso a frasco com equalização de pressão de acordo com a reivindicação 22, em que a válvula livre de agulha compre- ende uma porta de conexão Luer fêmea.
24. Método para reter aerossóis ao acessar um frasco que tem uma vedação perfurável localizada sobre uma abertura do frasco, o método compreendendo: perfurar a vedação do frasco para estabelecer comunicação di- reta com o conteúdo do frasco; conduzir líquido para o interior do frasco a- través de um lúmen de medicamento; quando pressão no frasco aumenta acima de pressão atmosféri- ca conduzir gás para fora do frasco através do lúmen de descarga que é se- parado do lúmen de medicamento; filtrar o gás conduzido para fora do fras- co; confinar o gás filtrado conduzido para fora do frasco em um reci- piente vedado que tem paredes rígidas e um volume fixo; dividir o recipiente vedado em dois compartimentos; variar o volume de um primeiro compartimento do recipiente ve- dado para acomodar o gás filtrado conduzido para fora do frasco e equalizar o gás filtrado recebido para pressão atmosférica, equalizando com isto a pressão no frasco para pressão atmosférica; retornar o gás filtrado recebido para o frasco quando pressão no frasco diminui abaixo de pressão atmosférica, com isto equalizando a pres- são no frasco para a pressão atmosférica; pelo que, aumentos em pressão no frasco que resultam da intro- dução de líquido para a reconstituição de conteúdo do frasco são equaliza- dos aumentando o volume no primeiro compartimento da combinação de câmara rígida e diminuições em pressão no frasco que resultam da aspira- ção de líquido reconstituído a partir do conteúdo do frasco são equalizados diminuindo o volume do primeiro compartimento.
25. Método de acordo com a reivindicação 24, em que a etapa de variar o volume do primeiro compartimento compreende mover automati- camente uma barreira vedada localizada dentro do recipientes rígido em resposta a mudanças de pressão no frasco para variar o volume do primeiro compartimento.
26. Método de acordo com a reivindicação 25, em que a etapa de variar o volume do primeiro compartimento compreende movimentar au- tomaticamente um disco deslizante livremente móvel dentro do recipiente rígido em resposta a mudanças de pressão no frasco para variar o volume do primeiro compartimento, o disco deslizante vedando o primeiro comparti- mento da atmosfera.
27. Método de acordo com a reivindicação 24, em que a etapa de filtrar compreende bloquear a passagem de líquido.
28. Método de acordo com a reivindicação 25, em que a etapa de variar o volume do primeiro compartimento compreende mover automati- camente uma bexiga flexível livremente móvel dentro do recipientes rígido em resposta a mudanças de pressão no frasco para variar o volume do pri- meiro compartimento, a bexiga flexível vedando o primeiro compartimento da atmosfera.
29. Método de acordo com a reivindicação 28, em que a etapa de variar o volume compreende montar a bexiga flexível dentro do recipiente de parede rígida de tal modo que a bexiga comprime para receber gás a par- tir do frasco e expande para fornecer gás para o frasco, a bexiga contida dentro do recipiente rígido de tal modo que a bexiga em seus estados ex- pandido e comprimido é contida inteiramente dentro do recipiente rígido.
30. Método de acordo com a reivindicação 24, que ainda com- preende a etapa de observar o volume disponível no recipiente rígido atra- vés da parede do recipiente rígido para determinar a quantidade de líquido para injeção para o interior do frasco.
31. Método de acordo com a reivindicação 24, que ainda com- preende controlar a injeção e aspiração de fluido a partir do frasco com uma válvula livre de agulha colocada no trajeto do lúmen de medicamento.
32. Método de acordo com a reivindicação 31, que ainda com- preende acomodar um conector Luer de um segundo recipiente com um co- nector conformado Luer localizado no trajeto do lúmen de medicamento.
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