BRPI0720687A2 - Processo de produção de um produto à base de madeira - Google Patents

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BRPI0720687A2
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Farideh Khabbaz
Per Anders Eriksson
Joanna Fare
Anna Kristina Furberg
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Akzo Nobel Coatings Int Bv
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSO DE PRODUÇÃO DE UM PRODUTO À BASE DE MADEIRA".
A presente invenção refere-se a um processo de produção de um produto à base de madeira.
5 Introdução
Resinas à base de formaldeído tais como resina de fenol- formaldeído, resina de melamina-formaldeído e resina de ureia formaldeído são amplamente usadas como aglutinantes na produção de produtos à base de madeira. Exemplos de tais produtos à base de madeira são produtos 10 compósitos que compreendem camadas coladas entre si tal como compen- sado, produtos laminados para pisos e produtos folheados usados, por e- xemplo, em mobílias. Outros exemplos são produtos de placas, tais como placas de partícula, de cavaco e de fibra em que os cavacos e/ou as fibras de madeira, juntamente com um aglutinante, são prensados para formar 15 uma placa.
Por cura de uma resina à base de formaldeído, o formaldeído pode ser liberado tanto durante a fabricação do produto à base de madeira como mais tarde, durante o uso do produto. A emissão de formaldeído para o ar ambiente é uma preocupação principal há muitos anos por razões de saúde.
Há uma demanda cada vez maior de adesivos de maneira de formaldeído livre que forneçam suficiente intensidade de aderência e quali- dade global do produto final que os torne adequados como alternativas aos adesivos da técnica anterior que contenham resina à base de formaldeído.
A resistência à água e a intensidade de aderência são geralmen-
te propriedades importantes que refletem a qualidade para os produtos à base de madeira. Geralmente, existem parâmetros específicos de qualidade necessários para satisfazer um padrão estabelecido para um produto final específico. Por exemplo, uma chapa de madeira aglomerada precisa satisfa- 30 zer certos padrões em termos, por exemplo, de adesão interna, inchação da espessura e absorção de água, enquanto um produto laminado para pisos precisa satisfazer certos padrões em termos, por exemplo, de deslaminação e rompimento da fibra.
Como uma alternativa às composições adesivas que compreen- dem adesivos de resinas à base de formaldeído baseados em dispersões de polímero, por exemplo, é disponível o acetato de polivinila. No entanto, 5 quando se obtêm produtos moldados por compressão por colagem de ca- madas de folheados e prensagem da estrutura em um certo formato, é im- portante minimizar o chamado rebote da estrutura colada quando esta é libe- rada do molde. Os adesivos à base de acetato de polivinila geralmente for- necem resultados ruins em termos de rebote.
Também é importante que um produto moldado por compressão
mantenha substancialmente o seu formato durante o uso, isto é, quando su- jeito a uma carga. Esta propriedade pode ser medida por um chamado "teste de fadiga", usado, por exemplo, em produtos para mobílias, em que um pro- duto moldado por compressão é sujeito a um grande número de ciclos de uma carga.
Como uma alternativa às resinas à base de formaldeído em composições adesivas de madeira, têm sido propostos adesivos à base de amido. Imam e outros, "Wood Adhesive from Crosslinked Poly (vinyl alcohol) e Partially Gelatinized Starch: Preparation and Properties", Starch/Stárke 51 20 (1999) N0 6, S. 225-229, divulga uma composição adesiva que compreende amido e álcool polivinílico, a composição compreendendo, também, uma resina de melamina. A US 2.051.025, a US 2.102.937, a US 3.487.033, a US 3.355.307 divulgam adesivos à base de amido usados para a fabricação de papelão corrugado. A WO 03/069061 A1 divulga um adesivo à base de ami- 25 do usado na fabricação de um papelão.
Ainda há uma necessidade de métodos alternativos de colagem de materiais à base de madeira que usem adesivo à base de composições adesivas de amido.
Consequentemente, a presente invenção fornece um processo para colagem de materiais à base de madeira por utilização de uma compo- sição adesiva que esteja baseada em amido que fornece excelente qualida- de de colagem. A Invenção
A presente invenção fornece um processo de produção de um produto à base de madeira que compreende aplicar uma composição adesi- va à base de água que compreende amido não gelatinizado, a composição 5 também compreende de aproximadamente 0,1 até aproximadamente 50% em peso de um ou mais polímeros (P) contendo um grupo amina ou um gru- po amida, sobre uma ou mais peças de um material à base de madeira e juntando uma ou mais peças com uma ou mais peças de um material, de preferência, material à base de madeira.
Por amido não gelatinizado entende-se, neste caso, um amido
que esteja em uma fase aquosa que foi sujeita somente a temperaturas me- nores do que 50°C, adequadamente menores do que, aproximadamente, 45°C, de preferência menores do que, aproximadamente, 40°C e, portanto, não é gelatinizado.
A proporção em peso de amido para polímeros (P) na composi-
ção adesiva usada no processo adequadamente aproximadamente 1:2 até aproximadamente 25:1, de preferência aproximadamente 1:1 até aproxima- damente 15:1, mais preferivelmente ainda aproximadamente 3:1 até aproxi- madamente 8:1.
A composição adesiva usada no processo adequadamente
compreende de aproximadamente 10 até aproximadamente 50% em peso de amido, de preferência aproximadamente 15 até aproximadamente 45% em peso, mais preferivelmente aproximadamente 20 até aproximadamente 40% em peso, mais preferivelmente ainda aproximadamente 25 até aproxi-
madamente 35% em peso.
A composição adesiva usada no processo adequadamente compreende de aproximadamente 1 até aproximadamente 40% em peso de um ou mais polímeros (P), de preferência aproximadamente 1,5 até aproxi- madamente 25% em peso, mais preferivelmente ainda aproximadamente 2
até aproximadamente 15% em peso.
O teor de sólidos na composição adesiva usada no método é adequadamente de aproximadamente 20 até aproximadamente 70% em pe- so, de preferência de aproximadamente 35 até aproximadamente 60% em peso, mais preferivelmente ainda de aproximadamente 40 até aproximada- mente 50% em peso.
Por "teor de sólidos" da composição adesiva usada no processo entende-se aqui a parte não aquosa da composição adesiva.
Exemplos de amidos adequados na composição adesiva usada no processo são amidos nativos e amidos modificados obtidos, por exemplo, de batata, de milho, de trigo, de arroz, de ervilhas etc., tais como: amido de- gradado acetilado, amido modificado por ácido alquil succínico, amido oxi- 10 dado, amido hidroxipropilado, amido catiônico, amido de amilopectina, amido acetilado com alto teor de amilose, amido de tapioca, amido de batata nati- va, amido de milho nativo, amido de trigo nativo, amido de arroz nativo e a- mido de ervilha nativo.
Um ou mais polímeros (P) na composição adesiva usada no 15 processo adequadamente compreendem unidades de monômero que con- têm um grupo amina ou amida. Adequadamente, aproximadamente 5 até aproximadamente 100% das unidades de monômero em um ou mais políme- ros (P) contêm um grupo amina ou um grupo amida, de preferência aproxi- madamente 25 até aproximadamente 100%, mais preferivelmente aproxima- 20 damente 50 até aproximadamente 100%, até mesmo mais preferivelmente aproximadamente 90 até aproximadamente 100%. Mais preferivelmente, ainda, todas as unidades de monômero em um ou mais polímeros (P) con- têm um grupo amina ou um grupo amida.
Um ou mais more polímeros (P) adequadamente contêm um 25 grupo amina primária ou um grupo amida. Um ou mais polímeros (P) de pre- ferência compreendem um ou mais de polivinil amina, poli (álcool vinílico-co- vinil amina), poli (álcool vinílico -co-vinilformamida), polialilamina, polietileno imina, poliamidoamina e polivinil formamida. Mais preferivelmente, um ou mais polímeros (P) compreendem um ou mais de polivinil amina e poli (álco- 30 ol vinílico -co-vinilamina). Mais preferivelmente, ainda o polímero (P) é a po- livinil amina.
Em uma modalidade, um ou mais polímeros (P) adequadamente pertencem ao grupo de polímeros de vinila. Em um tal caso, um ou mais po- límeros (P) de preferência compreendem um ou mais de polivinil amina, poli (álcool vinílico-co-vinil amina), poli (álcool vinílico -co-vinilformamida), poliali- Iamina e polivinil formamida. Mais preferivelmente, um ou mais polímeros de 5 vinila (P) contêm um grupo amina primária. Mais preferivelmente, o polímero de vinila (P) é a polivinil amina.
Em uma modalidade, um ou mais polímeros (P) adequadamente contêm grupos amino primários ou grupo amidas pendentes. Um ou mais polímeros (P) de preferência compreendem um ou mais de polivinil amina, 10 poli (álcool vinílico-co-vinil amina), poli (álcool vinílico -co-vinilformamida), polialilamina, polietileno imina e polivinil formamida. Mais preferivelmente, ainda o polímero (P) é polivinil amina ou polietileno imina.
A polivinil amina é habitualmente obtida pela hidrólise de polivinil formamida até um certo grau. Por "polivinil amina" entende-se, neste caso, 15 uma polivinil amina em que a proporção molar de grupos amina para grupos formamida é de 5:95 até 100:0. Se a proporção molar de grupos amina para grupos formamida for menor do que 5:95, o polímero é definido como uma polivinil formamida. A proporção molar de grupos amina para grupos forma- mida na polivinil amina, é de preferência, de aproximadamente 10:90 até 20 aproximadamente 100:0, mais preferivelmente de aproximadamente 50:50 até aproximadamente 100:0, mais preferivelmente ainda de aproximadamen- te 80:20 até aproximadamente 100:0.
A poli (álcool vinílico-co-vinil amina) é habitualmente obtida por copolimerização de acetato de vinila e vinil formamida seguida por hidrólise 25 que fornece um co-polímero que tenha unidades álcool vinílico e vinil amina. Também podem ser grupos formamidas restantes no co-polímero e também, grupos acetato restantes. A proporção molar de grupos amina para grupos formamidas na poli (álcool vinílico-co-vinil amina) é de 5:95 até 100:0. Se a proporção em número de grupos amina para grupos formamidas for menor 30 do que 5:95, o polímero é definido como um poli (álcool vinílico-co-vinil for- mamida). A proporção molar de grupos hidroxila para grupos acetato na poli (álcool vinílico-co-vinil amina) ou na poli (álcool vinílico-co-vinil amida) é a- dequadamente aproximadamente 25:75 até 100:0, de preferência aproxima- damente 75:25 até 100:0. A proporção molar de grupos amina e formamidas para grupos hidroxila e acetato na poli (álcool vinílico-co-vinil formamina) ou na poli (álcool vinílico-co-vinil formamida) é adequadamente aproximada- 5 mente 3:97 até aproximadamente 100:0, de preferência aproximadamente 10:90 até aproximadamente 100:0, mais preferivelmente ainda aproximada- mente 25:75 até aproximadamente 100:0.
Um ou mais polímeros (P) têm adequadamente um peso mole- cular médio em peso de aproximadamente 1.000 até aproximadamente 10 1.000.000 g/mol, de preferência aproximadamente 10.000 até aproximada- mente 800.000 g/mol, mais preferivelmente, aproximadamente, 20.000 até aproximadamente 600.000 g/mol, mais preferivelmente ainda aproximada- mente 50.000 até aproximadamente 500.000 g/mol.
A viscosidade (Brookfield, 12 rpm, eixo 4, a 20°C) da composi- ção adesiva é adequadamente menor do que 100.000 mPa*s, de preferência aproximadamente 1.000 até aproximadamente 50.000 mPa*s, mais preferi- velmente ainda aproximadamente 5.000 até aproximadamente 20.000 mPa*s.
A composição adesiva usada no processo também pode ser combinada com um reticulante um pouco antes do uso. Os reticulantes ade- quados são aqueles que são reativos a grupos amino e/ou hidroxila. Exem- plos de reticulantes são: isocianatos, monômeros ou polímeros que contêm ácido adípico, resina de melamina formaldeído, resina de ureia formaldeído, sais de melamina, aldeídos tais como glutaraldeído, glioxal e aldeídos poli- méricos tais como dialdeído amidos e agentes de formação de complexos tais como sais de zircônio. Estes podem ser adicionados a qualquer um dos dois componentes da composição adesiva. Se usado, a quantidade do reti- culante em um componente da composição adesiva é adequadamente de até aproximadamente 30% em peso ou de aproximadamente 0,1 até apro- ximadamente 30% em peso.
A composição adesiva usada no processo adequadamente tam- bém compreende um ou mais polímeros (P1) que contenham grupos aceto- acetóxi. O teor de grupos acetoacetóxi em um ou mais polímeros (P) é ade- quadamente de aproximadamente 0,05 até aproximadamente 15% molar, de preferência aproximadamente 1 até aproximadamente 10% molar. Um ou mais polímeros (P1) de preferência compreendem álcool polivinílico acetoa- 5 cetilado (AAPVA).
Um ou mais polímeros (P1) têm adequadamente um peso mole- cular médio em peso de aproximadamente 1,000 até aproximadamente 5.000,000 g/mol, de preferência aproximadamente 10,000 até aproximada- mente 2000,000 g/mol.
Um ou mais componentes da composição adesiva usados no
processo que compreende amido, polímero (P) e polímero (P1) respectiva- mente podem também compreender aditivos tais como agentes de ajuste de viscosidade e cargas tais como caulim, farinha de trigo, farinha de soja, fari- nha de casca de nozes ou outras conhecidas para ser adequadas para uso em formulações adesivas para madeira.
A composição adesiva usada no processo também pode com- preender sais inorgânicos ou orgânicos que podem ter sido originados de uma solução de um ou mais polímeros (P) ou (P1) usados quando se obtém o adesivo à base de composição adesiva de amido. Uma parte de um ou 20 mais polímeros (P) e/ou (P1) pode ser carregada ionicamente, de preferên- cia carregada cationicamente. A quantidade de íons indicadores negativos dos sais na composição adesiva pode ser de 0 até aproximadamente 10% em peso ou de aproximadamente 0,1 até aproximadamente 5% em peso ou de aproximadamente 0,2 até aproximadamente 1% em peso.
A composição adesiva usada no processo também pode com-
preender um polímero ou um copolímero (P2) de um ou mais monômeros etilenicamente insaturados, diferentes de um ou mais polímeros (P). O polí- mero ou o copolímero (P2) adequadamente não contém quaisquer grupos acetoacetóxi. O teor de polímero ou de copolímero (P2) na composição ade- 30 siva é adequadamente de aproximadamente 1 até aproximadamente 50% em peso, de preferência de aproximadamente 3 até aproximadamente 40% em peso, mais preferivelmente ainda de aproximadamente 5 até aproxima- damente 30% em peso.
Uma dispersão do polímero ou do copolímero (P2) pode, além de ser misturada com amido e um ou mais polímeros (P), formando a com- posição adesiva, também ser usada como um componente separado em combinação com a composição adesiva, formando uma combinação da composição adesiva de acordo com a invenção e da dispersão do polímero ou do copolímero (P2) de um ou mais monômeros insaturados. Esta combi- nação é então, usada no processo da invenção. Nesta combinação, a quan- tidade de composição adesiva é adequadamente de aproximadamente 25 até aproximadamente 99% em peso, de preferência de aproximadamente 40 até aproximadamente 90% em peso, mais preferivelmente ainda de aproxi- madamente 50 até aproximadamente 85% em peso, baseada no peso total da combinação. A quantidade de dispersão de polímero ou de copolímero (P2) é adequadamente de aproximadamente 1 até aproximadamente 75% em peso, de preferência de aproximadamente 10 até aproximadamente 60% em peso, mais preferivelmente ainda de aproximadamente 20 até aproxima- damente 50% em peso, baseado no peso total da combinação. O teor de polímero ou de copolímero (P2) em sua dispersão é adequadamente de a- proximadamente 10 até aproximadamente 90% em peso, de preferência de aproximadamente 25 até aproximadamente 75% em peso.
Exemplos de polímeros ou copolímeros adequados de um ou mais monômeros etilenicamente insaturados são homopolímeros de vinil éster tal como acetato de polivinila, copolímeros de vinil ésteres tal como copolímero de etileno - acetato de vinila (EVA) ou copolímeros de acetato 25 de vinila com um ou mais monômeros acrílicos, tal como metacrilato de meti- Ia ou acrilato de butila, borracha de estireno-butadieno (SBR) e poliacrilatos.
Geralmente, a inclusão de polímeros ou de copolímeros de um ou mais monômeros etilenicamente insaturados, dos tipos relacionados aci- ma, no adesivo à base de composição adesiva de amido usada no método 30 ou em combinação com o adesivo à base de composição adesiva de amido, pode melhorar as características de colagem, tal como rachadura da fibra de um produto chapeado ou laminado. Em uma modalidade, o processo compreende adequadamente aplicar a composição adesiva sobre uma peça de material à base de madei- ra, pondo em contato a superfície com a composição adesiva aplicada com uma superfície de uma outra peça de material à base de madeira, juntando, 5 desse modo, as peças pela formação de uma junta adesiva entre as peças.
Em uma modalidade do processo a composição adesiva é seca depois da aplicação e mais tarde ativada pela adição de uma composição aquosa.
Em uma modalidade, quando se fabricam produtos laminados, o processo compreende adequadamente a aplicação da composição adesiva sobre uma superfície, de modo que a junta de coagem vá compreender uma quantidade originalmente aplicada de aproximadamente 0,1 até aproxima- damente 500 g/m2. A quantidade aplicada depende do produto a ser produ- zido: para folheados moldados por compressão esta é de preferência de a- proximadamente 50 até aproximadamente 200 g/m2, para material laminado para pisos é de preferência de aproximadamente 100 até aproximadamente 160 g/m2 e para barras laminadas é de preferência de aproximadamente 180 até aproximadamente 500 g/m2. O limite superior adequados também de- pende daquele tipo de material à base de madeira que é aplicado com a so- lução. A composição adesiva pode ser aplicada sobre uma ou sobre ambas as superfícies a serem associadas. Se aplicada em ambas as superfícies, a soma das quantidades aplicadas sobre cada superfície irá corresponder às quantidades preferidas para toda a junta de colagem especificada.
Quando se fabricam folheados moldados por compressão, o mé- todo compreende, adequadamente, a junção de mais do que duas peças de materiais à base de madeira, de preferência de 2 a 15.
Por material à base de madeira, além de madeira sólida, tam- bém estão incluídos materiais de madeira tais como materiais de fibra, de cavaco e de chapa de madeira aglomerada. As superficies a serem unidas podem ser do mesmo ou de tipo diferente de material à base de madeira.
O material à base de madeira pode ser qualquer tipo e forma de material à base de madeira tais como cavacos, fibras, folhas, lâminas, cha- peados, pedaços etc.
Em uma modalidade, o processo compreende a colagem de pe- ças de materiais à base de madeira em que as peças de material à base de madeira são cavacos de madeira, em que o termo "cavacos de madeira" in- 5 clui, neste caso, cavacos, fragmentos, flocos, partículas de serragem e qual- quer material finamente dividido similar à base de madeira. Neste caso, o produto à base de madeira é um produto compósito tal como uma placa de cavacos, de partículas ou de fibras ou uma placa de filamentos orientados.
O teor de umidade dos cavacos de madeira a serem usados é adequadamente de aproximadamente 0 até aproximadamente 20% em pe- so, de preferência de aproximadamente 1 até aproximadamente 10% em peso, mais preferivelmente de aproximadamente 1,5 até aproximadamente 5% em peso.
A proporção em peso de cavacos de madeira para composição 15 adesiva usada no processo, calculada como peso seco, é adequadamente de aproximadamente 100:1 até aproximadamente 1:1, de preferência de a- proximadamente 50:1 até aproximadamente 2:1, mais preferivelmente de aproximadamente 30:1 até aproximadamente 2,5:1, mais preferivelmente ainda de aproximadamente 15:1 até aproximadamente 3:1.
O teor de umidade da mistura de cavacos de madeira e da com-
posição adesiva usado no processo no início da prensagem é adequada- mente de aproximadamente 3 até aproximadamente 25% em peso, de prefe- rência de aproximadamente 5 até aproximadamente 20% em peso, mais preferivelmente de aproximadamente 6 até aproximadamente 18% em peso, 25 mais preferivelmente ainda de aproximadamente 7 até aproximadamente 15% em peso.
A aplicação da composição adesiva é, de preferência, seguida por prensagem. A prensagem ocorre adequadamente a uma temperatura elevada. A temperatura de prensagem depende de qual produto à base de 30 madeira se pretende para ser fabricado, porém pode, adequadamente, ser de aproximadamente 0 até aproximadamente 250°C e de preferência de a- proximadamente 70 até aproximadamente 200°C. Para produtos laminados ou chapeados, a temperatura de pren- sagem, quando não tiver sido adicionado reticulante à composição adesiva, é adequadamente de aproximadamente 0°C até aproximadamente 200°C, de preferência de aproximadamente 20 até aproximadamente 150°C, até 5 mesmo mais preferivelmente de aproximadamente 50 até aproximadamente 130°C, mais preferivelmente ainda de aproximadamente 70 até aproxima- damente 130°C. Quando um reticulante foi adicionado à composição adesi- va, a temperatura de prensagem pode, às vezes, ser diminuída dependendo da eficiência do reticulante.
Para os produtos de chapa de madeira aglomerada, de cavacos
e de fibras, a temperatura de prensagem é de preferência de aproximada- mente 100 até aproximadamente 225°C, mais preferivelmente ainda de a- proximadamente 150 até aproximadamente 200°C. Para produtos lamina- dos, tais como madeira compensada, pisos laminados ou produtos chapea- 15 dos para pisos, a temperatura de prensagem é de preferência de aproxima- damente 70 até aproximadamente 175°C, mais preferivelmente ainda de aproximadamente 90 até aproximadamente 160°C.
O tempo de prensagem e a temperatura de prensagem estão ligados de modo que menores temperaturas de prensagem geralmente re- 20 querem tempos de prensagem mais longos. O produto à base de madeira a ser produzido também determina temperaturas de prensagem e tempos de prensagem adequados. O tempo de prensagem é adequadamente de pelo menos aproximadamente 10 segundos, também adequadamente de aproxi- madamente 10 segundos até aproximadamente 60 minutos, de preferência 25 pelo menos de aproximadamente 30 segundos, também, de preferência, de aproximadamente 30 segundos até aproximadamente de 30 minutos, mais preferivelmente ainda de pelo menos aproximadamente 1 minuto, também de preferência de aproximadamente 1 até aproximadamente 15 minutos.
Em uma modalidade, as peças de material à base de madeira são folhas ou placas finas. Neste caso, o produto à base de madeira é ade- quadamente um material laminado para piso, um material chapeado para piso, um material chapeado para mobília, um painel para parede, um painel para teto, madeira compensada ou uma barra laminada.
O produto à base de madeira da invenção é adequadamente um material laminado ou chapeado, tais como um piso laminado ou um material chapeado, tal como piso laminado, piso chapeado, um material para mobília, 5 madeira compensada, um painel para parede, um painel para teto, uma bar- ra laminada ou um produto compósito tais como uma chapa de madeira a- glomerada, uma placa de fibras, uma placa de cavacos ou uma placa de fi- lamentos orientados. De preferência, é madeira compensada, um material chapeado para mobília, um piso chapeado, um piso laminado ou uma chapa 10 de madeira aglomerada.
A invenção também é ilustrada por meio dos seguintes exemplos não limitativos. As partes e as percentagens referem-se a partes em peso, respectivamente por cento em peso, a não ser se for declarado de outra ma- neira.
Exemplos
Exemplo 1:
Um adesivo à base de amido foi obtido por misturação de 65,5 g de uma solução aquosa de aproximadamente 7,5% em peso de polivinil a- mina (Lupamin® 9095 da BASF), 5,7 g de água e 32,4 g de amido de milho 20 (C*Gum NC 03432 de Cerestar, teor de umidade de 10%), à temperatura ambiente (25°C). A proporção em número de grupo aminas para grupos for- mamidas na polivinil amina era maior do que 90:10. O peso molecular médio em peso da polivinil amina era de 340,000 g/mol. A viscosidade da composi- ção foi medida a 12,000 mPa*sa 20°C (Brookfield, 12 rpm, eixo 4).
Exemplo 2:
Um adesivo à base de amido foi obtido por misturação de 75 partes em peso da composição adesiva de acordo com o Exemplo 1 com 25 partes em peso de uma dispersão de acrilato/PvAc que tem um teor de po- límero de 50% em peso.
Exemplo 3:
Produtos chapeados foram fabricados por colagem de um cha- peado de topo de 0,6 mm de faia sobre um lado das placas de partículas de 15x15 cm. As placas foram aplicadas com 3,7 g de composições adesivas de acordo com os Exemplos 1 e 2 e os chapeados foram prensados direta- mente sobre as placas durante 1 minuto a 90 e 130°C respectivamente. Foi testada a ruptura da fibra (com talhadeira).
Tabela 1. (Tempo de prensagem 1 minuto)
Temperatura de Ruptura da fibra (%) Exemplo 1 Exemplo 2 Morna Fria Morna Fria 90°C 0 0 0-5 10 130°C 90-100 100 90 100 Os testes foram repetidos, porém, usando-se um tempo de
prensagem de 10 minutos a 90°C e 5 minutos a 130°C respectivamente. Os resultados são apresentados na tabela 2.
Tabela 2. (Tempo de prensagem 10 minutos)
Temperatura Tempo de Ruptura da fibra (%) Exemplo 1 Exemplo 2 Morna Fria Morna Fria 90°C 10 minutos 10 10 80-90 100 130°C 5 minutos 90-100 100 90-100 100 Exemplo 4:
Dois produtos foram obtidos cada um de 13 chapeados de faia colados por utilização de uma composição adesiva de acordo com os Exem- plos 1 e 2 respectivamente em combinação com moldagem por compressão a 120°C durante 8 minutos. O rebote foi determinado para ambos os produ- tos. O rebote foi muito pequeno para ambos os produtos.
Exemplo 5:
Foi fabricada uma chapa de madeira aglomerada misturando-se 864 g de cavacos de madeira que têm um teor de umidade de 1,7% em pe- so, com 216 g de uma composição adesiva obtida por misturação, à tempe- ratura ambiente, de 131 g de uma solução aquosa de aproximadamente 7,5% em peso de polivinil amina (Lupamin® 9095 da BASF), 75 g de amido de milho (C*Gum NC 03432 da Cerestar, 10% de teor de umidade) e 10 g de água. A misturação foi feita à temperatura ambiente (22°C) durante 5 minu- tos. A mistura de cavacos foi moldada em uma folha de 30 x 30 cm e pren- sada a 189°C durante três minutos em uma placa de 16 mm de espessura. A 5 seqüência de pressão foi de 150 kg/cm2 durante 30 segundos, 40 kg/cm2 durante 2 minutos e 2 kg/cm2 durante os últimos 30 segundos. A resistência à tração (adesão interna, IB) foi medida colando-se peças de 5 x 5 cm sobre dois blocos de metal e rompendo-se os mesmos. Também foram medidas a inchação da espessura (TSW) e a absorção de água (ABS). A inchação da 10 espessura foi medida por determinação do grau de inchação depois que uma peça de 5 x 5 cm tinha sido imersa em água (20°C, 24 horas). A absor- ção de água foi medida por determinação do aumento de peso depois que uma peça de 5 x 5 cm tinha sido imersa em água (20°C, 24 horas).
O valor de IB era de 690 kPa, TSW de 53% e ABS (24 horas) era de 121%.

Claims (13)

1. Processo de produção de um produto à base de madeira que compreende aplicar uma composição adesiva que contém amido não gelati- nizado em uma fase aquosa, a composição também compreende de aproxi- madamente 0,1 até aproximadamente 50% em peso de um ou mais políme- ros (P) que contenham um grupo amina ou um grupo amida, sobre uma ou mais peças de um material à base de madeira e juntando uma ou mais pe- ças com uma ou mais outras peças de um material.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que a quanti- dade de amido na composição adesiva é de aproximadamente 15 até apro- ximadamente 40% em peso.
3. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1-2, em que a quantidade de um ou mais polímeros (P) na composição adesi- va é de aproximadamente 2 até aproximadamente 25% em peso.
4. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1- 3, em que um ou mais polímeros (P) pertencem ao grupo de polivinil amina, poli (álcool vinílico-co-vinil amina), polialilamina, polietileno imina e polivinil formamida.
5. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1-4, em que o polímero (P) é a polivinil amina.
6. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1-5, em que a composição adesiva também compreende um ou mais políme- ros (P1) que contêm grupos acetoacetóxi.
7. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1- 6, em que a composição adesiva também compreende um polímero ou um copolímero (P2) de um ou mais monômeros etilenicamente insaturados, dife- rentes de um ou mais polímeros (P).
8. Processo de acordo com a reivindicação 7, em que o polímero (P2) é um homopolímero de vinil ésterou um copolímero de vinil éster.
9. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 7-8, em que o polímero (P2) é um copolímero de acetato de vinila com um ou mais monômeros acrílicos.
10. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1- 9, que compreende a colagem de peças de materiais à base de madeira em que as peças de material à base de madeira são folhas ou placas finas.
11. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1- 9, que compreende a colagem de peças de materiais à base de madeira em que as peças de material à base de madeira são cavacos de madeira.
12. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1- 10, em que o produto à base de madeira é um material laminado para piso, um material chapeado para piso, um material chapeado para mobília, um painel para parede, um painel para teto, madeira compensada ou uma barra laminada.
13. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1- 9 ou 11, em que o produto à base de madeira é uma placa de cavacos, de partículas ou de fibras ou uma placa de filamentos orientados.
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