BRPI0720872A2 - Equipamento de usuário e método usado em sistema de comunicação móvel. - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "EQUIPA- MENTO DE USUÁRIO E MÉTODO USADO EM SISTEMA DE COMUNI- CAÇÃO MÓVEL".
Campo Técnico
5 A presente invenção refere-se a um equipamento de usuário e
um método usado em um sistema de comunicação móvel.
Técnica Anterior
Em uma rede de comunicação móvel, após uma chamada tele- fônica ser concluída, o equipamento de usuário (UE) libera a conexão com a 10 estação de base (e o nó superior) e muda seu modo de um modo conectado (um modo ativo) para um modo de espera (um modo ocioso). No modo de espera (o modo ocioso), a rede não gerencia nem registra a célula onde o equipamento de usuário está localizado, mas gerencia e registra a área de rastreamento (TA) onde o equipamento de usuário está localizado. A área de 15 rastreamento (TA) também pode ser referida como uma área de registro de localização, uma área de roteamento (RA), ou similares e, quando uma chamada é colocada para o equipamento de usuário, paginação é executada por toda a área de rastreamento registrada.
A figura 1 mostra esquematicamente um caso onde uma primei- ra área de rastreamento TA1 inclui três células (célula 1, célula 2 e célula 3) e uma segunda área de rastreamento TA2 inclui duas células (célula 4 e cé- lula 5). Cada uma das estações de base das células difunde a identificação de célula (ID de célula) e a identificação de área de rastreamento (TA-ID) por meio de (usando) a informação de difusão (canal de difusão) (BCH). A se- guir, um caso é considerado onde o equipamento de usuário (UE) no modo de espera (o modo ocioso) e na célula 1 se desloca e desta maneira executa uma resseleção de célula ao selecionar a célula 3 como uma célula de espe- ra. No processo da resseleção de célula, o equipamento de usuário (UE) recebe o canal de difusão (BCH) da estação de base da célula 3 e verifica a identificação de célula (ID de célula) e a identificação de área de rastrea- mento (TA-ID) incluídas no canal de difusão (BCH). Como resultado da veri- ficação, no caso da figura 1, o equipamento de usuário (UE) determina que tanto a célula 1 quanto a célula 3 pertencem à mesma área de rastreamento (TA1). Uma vez que não existe mudança da área de rastreamento, mesmo quando o equipamento de usuário (UE) executa a resseleção (resseleciona) da célula 3 e muda a célula a ser selecionada da célula 1 para a célula 3 em um caso assim como este, o equipamento de usuário não emite uma solici- tação para atualizar o registro da área de rastreamento. Adicionalmente, um caso é considerado onde o equipamento de usuário (UE) se desloca adicio- nalmente da célula 3 para a célula 5 enquanto mantendo o seu modo de es- pera (o modo ocioso). Neste caso, o equipamento de usuário (UE) recebe o canal de difusão (BCH) da estação de base da célula 5 e determina que a área de rastreamento mudou de TA1 para TA2. Em resposta a esta mudan- ça, o equipamento de usuário (UE) emite a solicitação para atualizar o regis- tro da área de rastreamento para a estação de base da célula 5, de maneira que um processo de registro de atualização da área de rastreamento (atuali- zação de TA) é executado. Após esta atualização de TA, quando uma cha- mada é colocada para o equipamento de usuário (UE), paginação é execu- tada para o equipamento de usuário (UE) por toda a área de rastreamento TA2. Tal como está descrito, o registro de atualização da área de rastrea- mento é executado com base na solicitação do equipamento de usuário (U- E).
Recentemente, uma rede de comunicação móvel chamada de rede privada (P-NW) tal como mostrado na figura 2 está se tornando muito popular. Por exemplo, uma rede privada (P-NW) como esta pode incluir uma rede de comunicação móvel para ser usada somente pelos elementos de 25 staff de uma organização de empresa dentro da estrutura da empresa. O equipamento de usuário dos elementos de staff de empresa pode se comu- nicar ao usar a rede privada dentro da estrutura da empresa e ao usar uma rede pública (isto é, uma rede de comunicação móvel pública a não ser qualquer rede privada) fora da estrutura da empresa. Neste caso, para usuá- 30 rios a não ser os elementos de staff da empresa, as comunicações forneci- das ao usar a rede privada na estrutura da empresa são usualmente proibi- das, ou somente serviços limitados (tais como uma chamada de emergên- cia) podem ser fornecidos ao usar a rede privada na estrutura.
Como um outro exemplo da rede privada, existe um aparelho de estação de base (Nó B de Residência) que pode ser instalado em residên- cias de família. Com o Nó B de Residência, o direito de usar o Nó B de Re- 5 sidência pode ser dado, por exemplo, somente aos elementos da família. Entretanto, o direito de usar o Nó B de Residência pode ser dado temporari- amente a um hóspede dos elementos da família. Neste caso, o direito de acesso (uso) é configurado temporariamente no equipamento de usuário do hóspede de maneira que o equipamento de usuário do hóspede se torna um 10 elemento da rede privada.
Uma rede privada também pode ser referida como "uma célula CSG (Grupo Fechado de Assinantes)", e a rede privada pode incluir uma ou mais células CSG. O termo "CSG" se refere a um grupo dos conjuntos de equipamento de usuário tendo um direito de acesso (uso) a uma rede priva- 15 da específica, e a expressão "célula CSG" se refere a uma célula onde cada elemento do CSG tem um direito de acesso.
Como um método de limitar usuários de maneira que somente os usuários limitados possam usar a rede privada, existe um método conhe- cido de usar uma lista de TAs (Áreas de Rastreamento) proibidas. A lista de 20 TAs proibidas inclui a identificação de área de rastreamento das redes priva- das (TA-ID-PR). A lista de TAs proibidas é transmitida individualmente para equipamento de usuário quando o equipamento de usuário atualiza a TA registrada (executa a atualização de TA). O equipamento de usuário arma- zena a lista de TAs proibidas na sua memória. Quando equipamento de u- 25 suário no modo de espera (o modo ocioso) resseleciona a célula da rede privada, o equipamento de usuário determina se a identificação de área de rastreamento (TA-ID-PR) da rede privada está incluída na lista de TAs proi- bidas armazenada na memória. Como resultado da determinação, se a área de rastreamento da célula resselecionada pelo equipamento de usuário esti- 30 ver incluída na lista de TAs proibidas, um processo de espera por uma cha- mada executada pelo equipamento de usuário na célula é proibido, fazendo assim com que o equipamento de usuário resselecione uma outra célula. A técnica usando a lista de TAs proibidas tal como descrito anteriormente está descrita, por exemplo, no Documento N-Patente 1.
Documento N-Patente 1: 3GPP, TS25.304,ver6.9.0 Descrição da Invenção 5 Problemas a ser Resolvidos pela Invenção
No método exposto anteriormente, entretanto, à medida que o número de redes privadas aumenta, a quantidade de informação (baixo de- sempenho de sinalização) exigida para transmitir a informação das redes privadas aumenta desta maneira. Além do mais, pode se tornar difícil (traba- 10 lhoso) determinar se a TA-ID da célula que fornece um serviço particular pa- ra o equipamento de usuário (célula servidora) está incluída em um grande número de TA-IDs das redes privadas (lista de TAs proibidas). Adicional- mente, uma vez que mais e mais redes privadas têm sido introduzidas em várias áreas, incluindo em residências de família além de organizações de 15 empresa específicas, pode se tornar cada vez mais difícil transmitir a lista de TAs proibidas e determinar se a TA-ID está incluída na lista de TAs proibidas e similares Adicionalmente, torna-se necessário para a rede gerenciar e ar- mazenar cada lista de TAs proibidas do equipamento de usuário e, como resultado, a carga operacional da rede pode ser aumentada notavelmente. 20 Por exemplo, quando um Nó B de Residência é instalado em uma residência de família, torna-se necessário atualizar cada lista de TAs proibidas do gran- de número de conjuntos de equipamento de usuário, o que sozinho torna o gerenciamento das lista de TAs proibidas trabalhoso e complicado.
Um objetivo da presente invenção é fornecer um método de con- 25 trole de rede privada capaz de eliminar a necessidade de executar gerenci- amento trabalhoso e notificação da lista de TAs proibidas e, quando equipa- mento de usuário resseleciona a célula de uma rede privada, determinar fa- cilmente se o equipamento de usuário tem o direito para acessar a rede pri- vada.
Meios para Resolver os Problemas
De acordo com um aspecto da presente invenção, equipamento de usuário para ser usado em um sistema de comunicação móvel é usado. O equipamento de usuário inclui uma unidade de especificação que especifi- ca uma área de rastreamento de uma célula servidora com base em infor- mação de difusão, uma unidade de determinação que, quando a área de rastreamento especificada é para uma rede privada, determina se o equipa- 5 mento de usuário está autorizado para se comunicar na rede privada, e uma unidade de transmissão que, quando o equipamento de usuário está autori- zado para se comunicar na rede privada, transmite um sinal para uma esta- ção de base da célula servidora, o sinal solicitando que uma área de rastre- amento seja atualizada para uma área de rastreamento para a rede privada. 10 Adicionalmente, no equipamento de usuário, a unidade de determinação de- termina se a área de rastreamento especificada é para a rede privada ao verificar uma identificação comum que é comum às redes privadas, e a uni- dade de determinação determina se o equipamento de usuário está autori- zado para se comunicar na rede privada ao verificar se a rede privada à qual 15 a célula servidora pertence é a mesma ou diferente de uma rede privada na qual o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar.
Efeito Vantajoso da Invenção
De acordo com uma modalidade da presente invenção, é forne- cido um método de controle de rede privada capaz de eliminar a necessida- 20 de de executar gerenciamento trabalhoso e notificação da lista de TAs proi- bidas e, quando equipamento de usuário resseleciona a célula de uma rede privada, determinar facilmente se o equipamento de usuário tem o direito de acessar a rede privada.
Breve Descrição dos Desenhos A figura 1 é um desenho mostrando esquematicamente um sis-
tema de comunicação móvel;
A figura 2 é um desenho mostrando uma rede privada e uma rede pública;
A figura 3 é um desenho mostrando uma configuração exemplar de equipamento de usuário de acordo com uma modalidade da presente invenção;
A figura 4 é um fluxograma mostrando um método exemplar de acordo com uma modalidade da presente invenção;
A figura 5 é um fluxograma mostrando um outro método exem- plar de acordo com uma modalidade da presente invenção;
A figura 6 é um desenho mostrando um caso onde dois sistemas usando frequências diferentes existem lado a lado;
A figura 7 é um fluxograma mostrando um outro método exem- plar de acordo com uma modalidade da presente invenção;
A figura 8 é um fluxograma mostrando um outro método exem- plar de acordo com uma modalidade da presente invenção; e A figura 9 é um fluxograma mostrando um outro método exem-
plar de acordo com uma modalidade da presente invenção.
Listagem de Referência
31: SEÇÃO DE RECEBIMENTO DE RÁDIO (RF)
32: SEÇÃO DE PESQUISA DE CÉLULA 33: SEÇÃO DE AQUISIÇÃO DE INFORMAÇÃO DE BCH
34: SEÇÃO DE CONTROLE 35: SEÇÃO DE MEDIÇÃO SIR 36: SEÇÃO DE SELEÇÃO DE CÉLULA Melhor Modo para Execução da Invenção De acordo com uma modalidade da presente invenção, ao verifi-
car uma identificação comum que seja comum entre as redes privadas, pode se tornar possível determinar se a área de rastreamento de uma célula que fornece um serviço particular para o equipamento de usuário (referida em seguida como uma "célula servidora") pertence a uma rede privada. Isto é, 25 ao determinar se a rede à qual a célula servidora pertence é a mesma ou diferente de uma rede privada na qual o equipamento de usuário está autori- zado para se comunicar, pode se tornar possível determinar se o equipa- mento de usuário está permitido para esperar por uma chamada na célula servidora.
De acordo com uma modalidade da presente invenção, se o e-
quipamento de usuário está em uma rede privada é determinado ao verificar a identificação comum. Portanto, não é necessário para a rede dar notifica- ção de uma grande quantidade de informação de lista de TAs proibidas para o equipamento de usuário tal como executado em um sistema (método) con- vencional e, como resultado, o equipamento de usuário não tem mais que verificar as TA-IDs incluídas na lista de TAs proibidas uma por uma.
5 A identificação comum pode ser expressada por qualquer núme-
ro (valor) dentro de uma faixa predeterminada de números e incluída no ca- nal de difusão (BCH) como um indicador indicando qualquer número (valor) dentro da faixa predeterminada de números. Ao fazer isto, a presente inven- ção pode ser incorporada, por exemplo, ao usar um campo de dados aditivo de um bit no canal de difusão (BCH).
Adicionalmente, se ao equipamento de usuário é permitido espe- rar por uma chamada na célula servidora pode ser determinado com base em se a identificação de célula (ID de célula) da célula servidora pertencen- do a uma rede privada é a mesma ou diferente da identificação de célula (ID 15 de célula) da rede privada na qual o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar.
De outro modo, se ao equipamento de usuário é permitido espe- rar por uma chamada na célula servidora pode ser determinado com base em se a identificação de área de rastreamento (TA-ID) da célula servidora 20 pertencendo a uma rede privada é a mesma ou diferente da identificação de área de rastreamento (TA-ID) da rede privada na qual o equipamento de u- suário está autorizado para se comunicar.
De acordo com uma modalidade da presente invenção, a identi- ficação comum pode ser expressada por um valor indicando um limite de uma faixa de valores (faixa de números).
Tal como descrito anteriormente, se ao equipamento de usuário é permitido esperar por uma chamada na célula servidora pode ser determi- nado com base em se a identificação de célula (ID de célula) da célula servi- dora pertencendo a uma rede privada é a mesma ou diferente da identifica- 30 ção de célula (ID de célula) da rede privada na qual o equipamento de usuá- rio está autorizado para se comunicar. A partir de um ponto de vista em que a identificação de célula (ID de célula) é relatada da célula independente de se a presente invenção é executada, este método pode ser vantajoso em que dados fornecidos (disponíveis) atualmente podem ser usados para de- terminar se ao equipamento de usuário é permitido esperar por uma chama- da na célula servidora.
De acordo com uma modalidade da presente invenção, a identi-
ficação comum pode ser expressada (fornecida) ao usar a identificação de área de rastreamento comumente assegurada (compartilhada) pelas redes privadas.
Na descrição a seguir, diversas modalidades estão expostas se- paradamente com o propósito de explicação. Entretanto, tal separação das modalidades não é essencial para a presente invenção, e duas ou mais mo- dalidades podem ser usadas tal como em uma base necessária.
Na descrição a seguir estão expostas modalidades da presente invenção com referência aos desenhos anexos. Nas figuras, basicamente, os mesmos números de referência (e/ou símbolos de referência) são comu- mente usados para descrever os elementos iguais ou equivalentes.
Primeira modalidade
A figura 3 mostra uma configuração exemplar de equipamento de usuário de acordo com uma modalidade da presente invenção. Tal como 20 mostrado na figura 3, o equipamento de usuário inclui uma seção de recebi- mento de rádio (RF) 31, uma seção de pesquisa de célula 32, uma seção de aquisição de informação de canal de difusão (BCH) 33, uma seção de con- trole 34, uma seção de medição SIR 35 e uma seção de seleção de célula 36.
A seção de recebimento de rádio (RF) 31 converte um sinal de
rádio recebido em um sinal digital de banda base.
A seção de pesquisa de célula 32 detecta uma célula capaz de fornecer uma maior potência de recepção (qualidade de recepção) com base em um sinal de referência incluído no sinal recebido. Em outras palavras, a 30 seção de pesquisa de célula 32 detecta uma célula tendo a menor perda de caminho entre células candidatas. O sinal de referência se refere a qualquer sinal conhecido tanto pelo lado transmissor quanto pelo lado receptor, e po- de ser referido como um sinal conhecido, um sinal piloto, um sinal de instru- ção e similares.
A seção de aquisição de informação de canal de difusão (BCH) 33 obtém e extrai a informação de canal de difusão (BCH) transmitida pela célula selecionada (especificada) pela seção de pesquisa de célula 32. Por exemplo, o canal de difusão (BCH) inclui um Bloco de Informação Mestre (MIB) ou um ou mais Blocos de Informação de Sistema (SIBs). O MIB pode ser transmitido em uma frequência predeterminada (por exemplo, uma vez a cada 10 ms) usando um bloco de recursos predeterminado. Por exemplo, em um sistema OFDM (Multiplexação por Divisão de Frequências Ortogo- nais) tal como um sistema LTE (Evolução de Longo Prazo) no qual escalo- namento para alocar blocos de recursos é executado, o MIB pode ser trans- mitido ao usar seis blocos de recursos (por exemplo, 1,25 MHz) no meio da largura de banda de sistema. O MIB pode incluir os itens de informação indi- cando a largura de banda de sistema (por exemplo, 5 MHz, 10 MHz, 20 MHz e similares) e a localização (tempo e/ou frequência) onde o SIB está aloca- do. De acordo com esta modalidade da presente invenção, o MIB inclui um indicador indicando um valor de "1" ou "0". Neste caso, por exemplo, o valor "1" indica que a célula pertence a uma rede privada, e o valor "0" indica que a célula não pertence a qualquer rede privada. Entretanto, o número de valo- res expressados pelo indicador não está limitado a dois (2) valores. Isto é, o indicador pode ter três (3) ou mais valores. O sincronismo de transmissão do MIB é determinado constante. Por outro lado, os sincronismos de transmis- são e a frequência do SIB podem não ser constantes, por causa de o SIB ser transmitido ao usar blocos de recursos em qual área determinada pelo escalonamento. Por exemplo, o SIB pode incluir itens de identificação tais como a identificação de área de rastreamento (TA-ID), uma identificação de operador (PLMN-ID), um item de identificação indicando qual a célula está sob controle, e um item de identificação indicando que a célula está reserva- da para um específico terminal, tal como um terminal para manutenção. Na presente invenção, não é essencial que qualquer um dos indicadores (o indi- cador pode ser referido como um indicador CSG, um indicador P-NW, e ou- tros mais) esteja incluído no MIB1 e um indicador como este pode ser incluí- do no SIB. Adicionalmente, se a célula pertence a uma rede privada pode ser determinado ao usar um outro método (descrito a seguir) não usando um indicador como este.
A seção de controle 34 controla os elementos funcionais relacio-
nados à presente invenção. Como o controle é executado está mostrado como as operações na figura 4.
A seção de medição SIR 35 mede a qualidade de recepção do sinal de referência da célula servidora. Nesta modalidade da presente inven- 10 ção, a qualidade de recepção é medida (avaliada) com base no SIR medido. Entretanto, a qualidade de recepção pode ser expressada ao usar qualquer outra quantidade apropriada conhecida neste campo técnico, os tipos da quantidade incluindo o RSRP (Potência Recebida de Sinal de Referência), o Ec/No (densidade espectral de potência de Energia por Microplaqueta para 15 Ruído) e o SINR (relação de potência de Sinal para Interferência e Ruído).
A seção de seleção de célula 36, quando a qualidade de recep- ção é igual ou maior que um valor limiar predeterminado, executa uma res- seleção de célula, e envia uma solicitação para a estação de base para atua- lizar a área de rastreamento (registrada) em uma base tal como necessário. A figura 4 é um fluxograma mostrando um método de acordo
com uma modalidade da presente invenção. O procedimento mostrado na figura 4 é executado pelo equipamento de usuário. Por conveniência de ex- plicação, é considerado que o equipamento de usuário é mantido no modo de espera (o modo ocioso) após uma chamada ser concluída, e se desloca 25 através das células enquanto permanecendo no modo de espera (o modo ocioso).
Na etapa S1, o equipamento de usuário executa uma pesquisa
de célula.
Na etapa S2, o equipamento de usuário obtém o canal de difu- são (BCH) da célula especificada na pesquisa de célula na etapa S1.
Na etapa S3, o equipamento de usuário determina se a célula servidora pertence a uma rede privada com base no indicador de rede priva- da (indicador P-NW) incluído no canal de difusão (BCH). Neste caso, o indi- cador P-NW indica um valor "1" ou "0". Neste caso, por exemplo, o valor "1" indica que a célula pertence a uma rede privada, e o valor "0" indica que a célula não pertence a qualquer rede privada. O número de valores que o 5 indicador P-NW pode ter não está limitado a dois (2) valores. Isto é, o indi- cador P-NW pode ter três (3) ou mais valores. Por exemplo, o indicador P- NW pode ter um de três (3) valores, no qual o valor "0" indica que a célula pertence a uma rede pública, o valor "1" indica que a célula pertence a uma rede privada, e o valor "2" indica que a célula pertence a uma outra rede pri- 10 vada. Na descrição a seguir, para simplicidade de descrição, é considerado que o indicador P-NW pode ter um valor "1" ou "0".
Na etapa S4, quando ao equipamento de usuário é permitido esperar e se comunicar na rede à qual a célula servidora pertence, o equi- pamento de usuário mede a qualidade de recepção do sinal de referência da célula. A qualidade de recepção pode ser medida ao avaliar o SIR ou similar.
Na etapa S5, o equipamento de usuário determina se a qualida- de de recepção medida é igual ou maior que um valor limiar predeterminado. Quando determinando que a qualidade de recepção medida não é igual ou maior que um valor limiar predeterminado, a célula à qual o equipamento de 20 usuário pertence permanece inalterada tal como ela é e o processo retorna para a etapa SI. Por outro lado, quando determinando que a qualidade de recepção medida é igual ou maior que um valor limiar predeterminado, o processo vai para a etapa S6.
Na etapa S6, a resseleção de célula é executada de maneira que a célula à qual o equipamento de usuário pertence se torna a célula ser- vidora. Após a resseleção, a solicitação para a estação de base para atuali- zar a área de rastreamento (registrada) é emitida em uma base tal como ne- cessário.
Na etapa S3, quando determinando que a célula servidora per- tence à rede privada, o processo vai para a etapa S11.
Na etapa S11, o equipamento de usuário determina se o equi- pamento de usuário está autorizado para se comunicar em qualquer uma das redes privadas. Quando determinando que o equipamento de usuário não está autorizado para se comunicar em qualquer uma das redes priva- das, o processo retorna para a etapa SI. De outro modo, o processo vai pa- ra a etapa S12.
5 Na etapa S12, o equipamento de usuário determina se a rede
privada especificada na etapa S3 (em seguida pode ser simplificada como "P-NW-S3") está incluída nas redes privadas nas quais o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar (em seguida pode ser simplifica- da como "P-NW-UE"). Quando determinando que a P-NW-S3 não está inclu- 10 ida na P-NW-UE, o processo retorna para a etapa SI. Por outro lado, quan- do determinando que a P-NW-S3 está incluída na P-NW-UE, o processo vai para a etapa S4. Neste caso, o equipamento de usuário está autorizado para esperar e se comunicar na célula servidora.
Se a célula servidora pertence à P-NW-UE pode ser determina- do ao usar, por exemplo, a identificação de célula (ID de célula). Por exem- plo, um caso é considerado onde equipamento de usuário de um elemento de staff de empresa está autorizado para usar a rede privada da empresa onde a rede privada inclui uma célula #131, uma célula #132 e uma célula #133, e essas três células são especificadas por (pertencem a) uma área de rastreamento #300. Neste caso, o usuário armazena as identificações de células (IDs de células) indicando a célula #131, a célula #132 e a célula #133 na memória do equipamento de usuário. Então, em um caso como este tal como mostrado na etapa S12, ao comparar a identificação de célula (ID de célula) da célula servidora com as identificações de células (IDs de célu- Ias) armazenadas na memória do equipamento de usuário, pode se tornar possível determinar se o equipamento de usuário do elemento de staff de empresa está autorizado para se comunicar na rede privada.
De outro modo, a identificação de área de rastreamento (TA-ID) indicando a área de rastreamento #300 pode ser armazenada na memória do equipamento de usuário. Neste exemplo, em um caso como este tal co- mo mostrado na etapa S12, ao comparar a identificação de área de rastrea- mento (TA-ID) da célula servidora com a identificação de área de rastrea- mento (TA-ID) armazenada na memória do equipamento de usuário, pode se tornar possível determinar se o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar na rede privada.
Tal como descrito anteriormente, de acordo com a modalidade da presente invenção, ao arranjar de maneira que o canal de difusão (BCH) a ser difundido de cada célula inclua o indicador de rede privada (indicador P-NW) indicando se a célula pertence a uma rede privada, pode se tornar possível eliminar a necessidade da notificação da lista de TAs proibidas das células circundantes tal como executado convencionalmente. Adicionalmen- te, uma vez que o indicador P-NW pode ser expressado ao usar um valor de um número limitado de valores (tipicamente dois valores), pode se tornar possível determinar de forma extremamente fácil se a célula servidora per- tence a uma rede privada. A determinação de se o equipamento de usuário está relacionado à rede privada, isto é, se o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar na rede privada, pode ser executada de forma extremamente fácil ao comparar a identificação de célula (ID de célula) (ou a identificação de área de rastreamento (TA-ID)) da célula com as identifica- ções de células (IDs de células) (ou a identificação de área de rastreamento (TA-ID)) nas quais o equipamento de usuário está autorizado para se comu- nicar. Ao usar o método, pode se tornar possível eliminar a necessidade da enorme carga de cálculo de comparar uma por uma a identificação de área de rastreamento (TA-ID) da célula servidora com cada uma das inúmeras identificações de área de rastreamento (TA-IDs) nas quais o equipamento de usuário está proibido de se comunicar (acessar). Adicionalmente, pode se tornar desnecessário para a rede ou coisa parecida gerenciar (registrar) a enorme lista de TAs proibidas e notificar a lista de TAs proibidas da rede, os quais são necessários ser executados em um método convencional.
Segunda modalidade
Na primeira modalidade da presente invenção, informação aditi- va tal como o indicador de rede privada (indicador P-NW) é exigida para ser incluída no canal de difusão (BCH). Por outro lado, em uma segunda moda- lidade da presente invenção, as identificações de células (IDs de células) identificando as células das redes privadas são definidas e incluídas em uma faixa de números predeterminada, e um item de informação especificando a faixa de números predeterminada ou coisa parecida é fornecido no canal de difusão (BCH). Por exemplo, um caso está descrito onde os números em 5 uma faixa de 00001 a 30.000 são designados para as identificações de célu- las (IDs de células); entre eles os números em uma faixa de 00001 a 20.000 são designados para as células pertencendo a uma rede pública e os núme- ros em uma faixa de 20.001 a 30.000 são designados para as células per- tencendo a uma rede privada.
Neste caso, na etapa S2 da figura 4, o equipamento de usuário
obtém o valor limite N=20.000 da faixa de números, as identificações de cé- lulas (IDs de células) da célula e outros mais do canal de difusão (BCH). En- tão, na etapa S3, o equipamento de usuário pode determinar que se a célula tiver um ID de célula maior que 20.000, a célula pertence a uma rede privada 15 e que se a célula tiver um ID de célula igual ou menor que 2.000, a célula pertence a uma rede pública. Neste caso, o valor limite N pode ser uma vari- ável ou constante. Quando o valor limite N é variável, o valor limite N pode ser relatado separadamente de uma rede, por exemplo, durante o equipa- mento de usuário sendo ligado e conectado (enviar uma solicitação de regis- 20 tro) à rede ou durante o processo de registro de atualização da área de ras- treamento (atualização de TA) sendo executado. Adicionalmente, o valor limite N pode ser difundido de cada célula.
Na etapa S12, a determinação de se a célula servidora pertence à P-NW-UE pode ser executada ao verificar se a identificação de célula (ID 25 de célula) da célula servidora está incluída nas identificações de células (IDs de células) da P-NW-UE. Ao comparar a identificação de célula (ID de célu- la) da célula servidora com as identificações de células (IDs de células) já armazenadas na memória do equipamento de usuário, pode se tornar possí- vel determinar se o equipamento de usuário está autorizado para se comuni- 30 car na rede privada.
De outro modo, o equipamento de usuário pode armazenar a identificação de área de rastreamento (TA-ID) das redes privadas nas quais o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar. Neste caso, e em um caso como este tal como mostrado na etapa S12, ao comparar a i- dentificação de área de rastreamento (TA-ID) da célula servidora com a i- dentificação de área de rastreamento (TA-ID) já armazenada na memória do 5 equipamento de usuário, pode se tornar possível determinar se o equipa- mento de usuário está autorizado para se comunicar através da rede priva- da.
A identificação de célula (ID de célula) pode ser relatada na for- ma de uma cadeia de bits indicando a identificação de célula (ID de célula) como a informação de difusão do canal de difusão (BCH) ou sobreposta ao outro sinal de enlace de descida.
Terceira modalidade
Na primeira modalidade da presente invenção, informação aditi- va tal como o indicador de rede privada (indicador P-NW) é exigida para ser incluída no canal de difusão (BCH). Por outro lado, em uma terceira modali- dade da presente invenção, uma única identificação de área de rastreamen- to comumente usada (compartilhada) entre muitas redes privadas (TA-ID comum) é usada em vez de usar o indicador P-NW. Por exemplo, um caso está descrito onde a TA-ID "1.000" é designada e estabelecida como a TA- ID comum. Neste caso, todas as células pertencendo a qualquer uma das redes privadas relata "1.000" como a TA-ID da área de rastreamento à qual a célula pertence. O equipamento de usuário já conhece que a área de ras- treamento tendo a TA-ID de 1.000 pertence a uma rede privada e tem tal informação na memória do equipamento de usuário. Portanto, em um caso como este tal como mostrado na etapa S3, o equipamento de usuário pode determinar se a célula pertence a uma rede privada ao verificar se a TA-ID difundida pela célula é 1.000.
Na etapa S12, a determinação de se a célula servidora pertence à P-NW-UE pode ser executada ao verificar se a identificação de célula (ID de célula) da célula servidora está incluída nas identificações de células (IDs de células) da P-NW-UE. Ao comparar a identificação de célula (ID de célu- la) da célula servidora com as identificações de células (IDs de células) já armazenadas na memória do equipamento de usuário, pode se tornar possí- vel determinar se o equipamento de usuário está autorizado para se comuni- car na rede privada.
De outro modo, o equipamento de usuário pode armazenar as identificações de área de rastreamento (TA-IDs) das redes privadas nas quais o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar (neste caso, entretanto, as identificações de área de rastreamento (TA-IDs) devem ser valores a não ser 1.000 e diferentes uns dos outros). Neste caso, cada célula difunde não somente a TA-ID comum, mas também as TA-IDs desig- nadas exclusivamente para cada rede privada e diferentes umas das outras com relação a cada rede privada (TA-IDs individuais) como a informação de canal de difusão (BCH). Em um caso como este tal como mostrado na etapa S12, ao comparar a TA-ID individual da célula servidora com cada uma das TA-IDs individuais já armazenadas na memória do equipamento de usuário, pode se tornar possível determinar se o equipamento de usuário está autori- zado para se comunicar através da rede privada.
Quarta modalidade
A figura 5 é um fluxograma mostrando um outro método de a- cordo com uma quarta modalidade da presente invenção. Este método é 20 executado pelo equipamento de usuário. Nas modalidades expostas anteri- ormente, a determinação relacionada à rede privada é executada antes de a resseleção de célula ser executada. Nesta modalidade, entretanto, a etapa da determinação é executada após a etapa de executar a resseleção de cé- lula. Tal como descrito anteriormente, a expressão "célula CSG" tem o 25 mesmo significado da expressão "rede privada". Para conveniência de expli- cação, é considerado que o equipamento de usuário se desloca enquanto se mantendo no modo de espera (ocioso).
Na etapa S10, o equipamento de usuário executa a pesquisa de célula e uma medição da qualidade de recepção (tal como o SINR) dos si- nais das células circundantes contíguas à célula servidora.
Na etapa S13, o equipamento de usuário determina se a resse- leção de célula é para ser executada. Esta determinação pode ser executa- ■ 17
da com base na comparação entre a qualidade de recepção dos sinais da célula servidora e a qualidade de recepção do sinal das células circundantes acopladas com compensação e histerese. Por exemplo, quando a fórmula seguinte é satisfeita pode ser possível determinar que a condição de resse- 5 leção de célula é satisfeita.
(qualidade de recepção do sinal da célula servidora) < (qualidade
de recepção do sinal da célula circundante)+(compensação)
Nesta fórmula, a (compensação) é dada como uma combinação de (histerese) e (compensação dedicada à célula). A (histerese) se refere a 10 uma quantidade para reduzir a variação perto da borda de célula. A (com- pensação dedicada à célula) se refere a uma quantidade estabelecida arbi- trariamente para cada célula. Ao ajustar de forma apropriada a quantidade, pode se tornar possível arranjar a célula de maneira que a célula se torne mais provável ou improvável de ser selecionada.
Na etapa S16, com relação à célula satisfazendo a condição de
resseleção de célula, o equipamento de usuário executa a resseleção de célula (ou a estação de base permite que o terminal de usuário execute a resseleção de célula (transferência entre células) em resposta a uma solici- tação do equipamento de usuário).
Na etapa S18, o equipamento de usuário recebe o canal de difu-
são (BCH) da célula resselecionada. O canal de difusão (BCH) pode incluir vários blocos de informação. Nesta modalidade, entretanto, a atenção está focalizada particularmente no MIB e no SIB1. Tal como descrito anteriormen- te, o MIB pode incluir os itens de informação indicando a largura de banda 25 de sistema e a localização (tempo e/ou frequência) onde o SIB1 está aloca- do. O SIB pode incluir itens de identificação tais como a identificação de área de rastreamento (TA-ID), a identificação de operador (PLMN-ID), um item de identificação indicando que a célula está sob controle, e um item de identifi- cação indicando que a célula está reservada para um terminal específico tal 30 como um terminal para manutenção. Além disso, nesta modalidade, cada um de o MIB e o SIB1 inclui um indicador indicando se a célula pertence à célula CSG (indicador de célula CSG). Na etapa S20, o equipamento de usuário determina se a célula resselecionada pertence à célula CSG ao verificar o indicador de célula CSG. Quando determinando que a célula resselecionada pertence à célula CSG, o processo vai para a etapa S23.
5 Na etapa S23, o equipamento de usuário determina se o equi-
pamento de usuário pertence ao CSG ao qual a célula CSG pertence. Esta determinação pode ser executada ao comparar a identificação de área de rastreamento (TA-ID) relacionada à célula CSG para a qual o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar com a identificação de área de 10 rastreamento (TA-ID) lida a partir do canal de difusão (BCH). Este método difere amplamente de um método convencional em que, no método conven- cional, é exigido verificar se a identificação de área de rastreamento (TA-ID) lida a partir do canal de difusão (BCH) corresponde a cada uma de um e- norme número das TA-IDs incluídas na lista de TAs proibidas uma por uma. 15 Quando determinando que o equipamento de usuário pertence ao CSG ao qual a célula CSG pertence, o processo vai para a etapa S25.
Na etapa S25, o equipamento de usuário determina se a célula resselecionada é uma célula apropriada onde o equipamento de usuário po- de ser mantido no modo de espera (o modo ocioso) (em seguida pode ser simplificado como uma célula apropriada) (verificação de qualificação). Quando o processo prossegue da etapa S23 para a etapa S25, a célula res- selecionada é a célula CSG. Por outro lado, quando o processo prossegue da etapa S20 para a etapa S25, a célula é uma outra célula além da célula CSG (a outra célula além da célula CSG pode ser referida como uma célula pública, uma macrocélula e similar). A verificação de qualificação pode ser executada, por exemplo, ao verificar a lista de TAs proibidas ou a PLMN-ID ou confirmar que a célula não está sob controle, ou que o equipamento de usuário tem um direito de acesso. Quando determinando que a célula resse- lecionada é a célula apropriada de maneira que o equipamento de usuário pode ser mantido no modo de espera (o modo ocioso), o processo vai para a etapa S26.
Na etapa S26, o equipamento de usuário determina se a identifi- cação de área de rastreamento (TA-ID) da célula resselecionada já foi regis- trada como a área de rastreamento (registrada) do equipamento de usuário. Quando determinando que a identificação de área de rastreamento (TA-ID) da célula resselecionada não foi registrada como a área de rastreamento do equipamento de usuário, o processo vai para a etapa S27.
Na etapa S27, o equipamento de usuário envia uma solicitação para um nó superior (tal como uma MME (Entidade de Gerenciamento de Mobilidade)) da estação de base para atualizar o registro da área de rastre- amento (este processo pode ser referido como TAU (Atualização de Área de 10 Rastreamento)). Em resposta à solicitação, o nó superior notifica o equipa- mento de usuário se a atualização da área de rastreamento é permitida.
Na etapa S28, o equipamento de usuário determina se a atuali- zação da área de rastreamento é permitida. Quando determinando que a atualização da área de rastreamento é permitida, o processo vai para a eta- pa S29.
Na etapa S29, o equipamento de usuário executa a operação de espera (modo de espera (o modo ocioso)) na célula resselecionada e o pro- cesso termina.
Por outro lado, na etapa S25, quando determinando que a célula resselecionada não é a célula apropriada onde o equipamento de usuário pode ser mantido no modo de espera (o modo ocioso), ou, na etapa S28, quando determinando que a atualização da área de rastreamento não é permitida, o processo vai para a etapa S31.
Na etapa S31, o equipamento de usuário muda seu modo de operação para um modo de medição de frequência diferente. Durante o mo- do de medição de frequência diferente, ele é proibido de voltar para uma frequência da célula de serviço anterior do equipamento de usuário (exceção de frequência).
Na etapa S33, o equipamento de usuário executa uma pesquisa de célula em uma frequência diferente. Quando existe uma célula operando na frequência diferente, a célula operando na frequência diferente é selecio- nada como a (nova) célula servidora do equipamento de usuário (seleção de célula). Então, o processo retorna para a etapa S18, e as mesmas opera- ções da etapa S18 são executadas com relação à célula operando na fre- quência diferente.
Tal como descrito anteriormente, em qualquer um dos casos: 5 onde o equipamento de usuário não está autorizado para se comunicar (não tem direito de acessar) na célula resselecionada CSG (NÃO na etapa S23); onde a célula resselecionada não é a célula apropriada (NÃO na etapa S25); e onde a atualização da área de rastreamento não é permitida (NÃO na eta- pa S28), a pesquisa de célula em uma frequência diferente é executada for- 10 çadamente.
A figura 6 mostra esquematicamente um caso onde dois siste- mas estão operando lado a lado nas frequências f1 e f2 diferentes uma da outra. Tal como mostrado na figura 6, quando o equipamento de usuário se desloca para a célula 3 resselecionada (detectada) na etapa S16, mas NÃO é determinado em qualquer uma das etapas S23, S25 e S28, o equipamento de usuário não pode operar no modo de espera (o modo ocioso) na célula 3. Neste caso, tal como mostrado na figura 6, a qualidade de recepção não é boa do sinal da célula 1 que o equipamento de usuário selecionou antes da resseleção da célula 2. Portanto, se o equipamento de usuário pretender continuar a selecionar a célula 1 como a célula servidora, pode se tornar di- fícil para o equipamento de usuário continuar de forma apropriada o seu mo- do de espera (o modo ocioso). Para superar a situação, no método de acor- do com a modalidade da presente invenção, em um caso como este, o pro- cesso vai para o modo de medição de frequência diferente (etapas S31 e S33) no qual a pesquisa de célula em uma frequência diferente é executada forçadamente. Ao fazer isto, o equipamento de usuário pode descobrir a cé- lula apropriada tal como a célula na frequência diferente, tal como mostrado na figura 6. Entretanto, quando nenhuma célula como esta é para ser des- coberta na frequência diferente, o equipamento de usuário pode ser conside- rado como não estando (localizado) em uma área de serviço.
Na etapa S26, quando determinando que a identificação de área de rastreamento (TA-ID) da célula resselecionada já está registrada como a área de rastreamento do equipamento de usuário, o processo vai para a e- tapa S29. Esta operação de ir para a etapa S29 obviamente ocorre quando, por exemplo, o equipamento de usuário se desloca da célula 1 para a célula 3 na figura 1. Entretanto, além deste caso, a operação de ir para a etapa 5 S29 pode ocorrer em outros casos tais como quando não somente TA1 co- mo também TA2 já estão registradas como as áreas de rastreamento para o equipamento de usuário e o equipamento de usuário se desloca da célula 3 para a célula 5. Neste caso, a identificação de área de rastreamento (TA-ID) à qual a célula servidora pertence é mudada (de TA1 para TA2), entretanto, 10 tanto TA1 quanto TA2 já estão registradas. Em um caso como este, não é necessário mudar a área de rastreamento para o equipamento de usuário.
Quinta Modalidade
A figura 7 é um fluxograma mostrando um outro método de a- cordo com uma quinta modalidade da presente invenção. Na quarta modali- 15 dade da presente invenção, o indicador de célula CSG pode ser incluído em qualquer lugar no canal de difusão (BCH). Nesta quinta modalidade da pre- sente invenção, entretanto, o indicador de célula CSG é incluído no MIB do canal de difusão (BCH). Na figura 7, os mesmos números de referência e os mesmos símbolos de referência são usados para descrever as mesmas eta- 20 pas tal como descrito anteriormente com referência à figura 5, e essas des- crições estão omitidas.
Na etapa S19, após executar a resseleção de célula, o equipa- mento de usuário recebe o MIB no canal de difusão (BCH). Por exemplo, o MIB é transmitido pela estação de base usando uma largura de banda cor- 25 respondendo a seis (6) blocos de recursos no meio da largura de banda de sistema uma vez a cada 10 ms. Nesta modalidade da presente invenção, o MIB inclui não somente os itens de informação indicando a largura de banda de sistema e a localização (tempo e/ou frequência) onde o SIB é alocado, mas também o indicador CSG indicando um valor de "0" ou "1". Por exem- 30 pio, o valor "0" indica que a célula é a célula CSG, e o valor "1" indica que a célula não é a célula CSG (célula não-CSG).
Na etapa S20, o equipamento de usuário determina se a célula resselecionada é a célula CSG ao verificar o valor do indicador de célula CSG. Quando determinando que a célula resselecionada não é a célula CSG, a célula é determinada como uma célula pública que qualquer equi- pamento de usuário pode acessar. Neste caso, o processo vai para a etapa 5 S24.
Na etapa S24, o equipamento de usuário recebe o SIB1 no canal de difusão (BCH). A frequência (bloco de recursos) e o tempo (subquadro) alocados para o SIB1 podem ser obtidos ao verificar o MIB. O SIB1 inclui uma maior quantidade de informação do que o MIB, mas é transmitido me- 10 nos freqüentemente do que o MIB. Por exemplo, o SIB1 pode incluir itens de identificação tais como a identificação de área de rastreamento (TA-ID), a identificação de operador (PLMN-ID), o item de identificação indicando que a célula está sob controle, e o item de identificação indicando que a célula está reservada para um terminal específico tal como um terminal para manuten- 15 ção.
Na etapa S25, o equipamento de usuário determina se a célula resselecionada é a célula apropriada de maneira que o equipamento de u- suário pode ser mantido no modo de espera (o modo ocioso) (verificação de qualificação). Quando o processo prossegue da etapa S23 para a etapa 25, a célula resselecionada é a célula CSG. Por outro lado, quando o processo prossegue da etapa 20 para a etapa 25, a célula é uma outra célula além da célula CSG (a outra célula além da célula CSG pode ser então referida como uma célula pública, um macrocélula e similar). A verificação de qualificação pode ser executada, por exemplo, ao verificar a lista de TAs proibidas ou a PLMN-ID ou confirmar que a célula não está sob controle ou que o equipa- mento de usuário tem um direito de acesso. Quando determinando que a célula resselecionada é a célula apropriada de maneira que o usuário pode ser mantido no modo de espera (o modo ocioso), o processo vai para a eta- pa S26, de maneira que os processos descritos anteriormente são executa- dos.
Quando o processo vai para a etapa S21, a célula resseleciona- da é determinada como a célula CSG. Então, na etapa S21, o equipamento de usuário determina se o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar em qualquer uma das células CSG. Quando determinando que o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar em qualquer uma das células CSG, o equipamento de usuário recebe o SIB1 no mesmo 5 canal de difusão (BCH) tal como na etapa S24.
Na etapa S23, uma comparação é executada entre a identifica- ção de área de rastreamento (TA-ID) da célula CSG na qual a célula de usu- ário está autorizada para se comunicar e a identificação de área de rastrea- mento (TA-ID) da célula resselecionada verificada no SIB1. Ao fazer isto, o 10 equipamento de usuário determina se a célula resselecionada que é a célula CSG é a célula apropriada de maneira que o usuário pode ser mantido no modo de espera (o modo ocioso) (se o equipamento de usuário tem o direito de acesso para a célula CSG). Quando determinando que o equipamento de usuário tem o direito de acesso à célula CSG, o processo vai para a etapa 15 S25 e de outro modo, o processo vai para a etapa S31, de maneira que os processos descritos anteriormente são executados.
Por outro lado, na etapa S21, quando determinando que o equi- pamento de usuário não tem qualquer direito para acessar qualquer uma das células CSG, o equipamento de usuário não pode se conectar (comunicar) 20 na célula resselecionada que é a célula CSG. Portanto, neste caso, não é necessário para o equipamento de usuário obter informação de difusão do canal de difusão (BCH) tal como SIB1 da célula resselecionada. Por outro lado, se o equipamento de usuário pretender se conectar à célula que tiver sido conectada antes da resseleção de célula, a qualidade de recepção do 25 sinal da célula 1 pode se tornar pior e um alto nível de interferência pode afetar a célula CSG. Para evitar a situação, no método de acordo com a mo- dalidade da presente invenção, quando determinando que o equipamento de usuário não tem qualquer direito para acessar qualquer uma das células CSG, o processo salta a etapa S22 e vai prontamente para as etapas S31 e 30 S33 para executar a medição de frequência diferente, de maneira que os processos descritos anteriormente são executados. Neste método, uma vez que não é necessário para o equipamento de usuário receber o SIB1 tendo uma maior quantidade de informação do que o MIB e transmitido menos fre- qüentemente do que o MIB, pode se tornar possível para tal equipamento de usuário pesquisar rapidamente para a célula apropriada para o equipamento de usuário.
Sexta modalidade
A figura 8 é um fluxograma mostrando um outro método de a- cordo com uma sexta modalidade da presente invenção. Na figura 8, os mesmos números de referência e os mesmos símbolos de referência são usados para descrever as mesmas etapas tal como descritas anteriormente com referência à figura 5, e as descrições das mesmas estão omitidas. Nas quarta e quinta modalidades expostas anteriormente, é determinado que a célula é a célula CSG ao usar o indicador de célula CSG fornecido especi- almente na informação de canal de difusão (BCH). Por outro lado, nesta mo- dalidade, se a célula é a célula CSG é determinado ao verificar se um ID de célula da camada física (por exemplo, um código de mistura) corresponde a um ID de célula específica. Por exemplo, tal como descrito na segunda mo- dalidade indicada anteriormente, números em uma faixa de 1 a 504 são u- sados para os IDs de células; entre eles, os números em uma faixa de 1 a 456 são usados para as células de redes públicas, e os números em uma faixa de 457 a 504 são usados para as células CSG. Um modo (método) de dividir códigos tal como desta maneira não é essencial para a presente in- venção, e qualquer outro modo apropriado pode ser usado. Entretanto, quando os códigos são divididos desta maneira na qual as faixas dos núme- ros são contíguas uma à outra, pode se tornar possível determinar facilmen- te se o código é para as células CSG ao simplesmente comparar o código com o valor limite (por exemplo, "456" neste caso). O valor limite pode ser relatado individualmente na conexão ou na atualização de TA do equipa- mento de usuário ou relatado por meio do canal de difusão (BCH). Ou, o va- lor limite pode não ser relatado, (e um valor estabelecido antecipadamente para o sistema pode ser usado).
Na etapa S1, o equipamento de usuário determina se o equipa- mento de usuário está autorizado para se comunicar em qualquer uma das células CSG. Para executar a resseleção de célula de uma célula contígua à célula servidora (célula contígua), o equipamento de usuário captura o canal de sincronização (SCH) (tal como o canal de sincronização primário (P- SCH)) e verifica o código de mistura da célula contígua. Nesta modalidade, 5 somente um certo código de mistura é usado para as células CSG e somen- te o outro código de mistura é usado para as células não CSG (células públi- cas). Quando o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar em qualquer uma das células CSG, a pesquisa de célula é executada com relação não somente a células públicas, mas também a células CSG (na 10 etapa S11). Quando o equipamento de usuário não está autorizado para se comunicar em qualquer uma das células CSG, somente a pesquisa de célula com relação a células públicas é executada (na etapa S12).
Depois disso, com relação à célula detectada, os processos descritos anteriormente são executados incluindo a etapa de determinar se a condição de resseleção de célula está satisfeita (etapa S13). Nesta modali- dade, assim que o código de mistura é verificado (confirmado), pode se tor- nar possível determinar rapidamente se existe uma possibilidade de o equi- pamento de usuário poder se conectar (comunicar) com a célula. Então, uma faixa onde a pesquisa de célula é para ser executada pode ser limitada às células tendo uma possibilidade de o equipamento de usuário ser conectado, de maneira que o processo de pesquisa de célula pode ser simplificado. Isto pode ser aplicado não somente a um sistema servindo o equipamento de usuário, mas também à medição de frequência diferente. Portanto, similar às etapas S1, S11 e S12, a faixa onde a pesquisa de célula é executada pode diferir nas etapas S32, S33 e S34 igualmente.
Sétima modalidade
A figura 9 é um fluxograma mostrando um outro método de a- cordo com uma sétima modalidade da presente invenção. Nesta modalida- de, similar à sexta modalidade, o equipamento de usuário determina se a 30 célula é a célula CSG ao verificar se o ID de célula da camada física (tal co- mo um código de mistura) corresponde ao ID de célula específica. Na sexta modalidade, o equipamento de usuário muda a faixa onde a pesquisa de célula é executada dependendo de se o equipamento de usuário tem um direito para acessar qualquer uma das células CSG. Ao fazer isto, o proces- so da pesquisa de célula pode ser simplificado. Este método é especialmen- te efetivo quando a macrocélula e a célula CSG são operadas usando fre- 5 quências diferentes uma da outra. Entretanto, se a macrocélula e a célula CSG forem operadas usando a mesma frequência, um alto nível de interfe- rência pode ocorrer.
Por exemplo, um caso tal como mostrado na figura 6 está descri- to onde a célula 1 e a célula 2 são as macrocélulas e a célula 3 é a célula CSG, e o equipamento de usuário não tendo direito para acessar quaisquer células CSG se desloca da célula 1 para a célula 3. No método de acordo com a sexta modalidade da presente invenção, a célula 3 não está incluída na faixa onde o equipamento de usuário executa a pesquisa de célula. Como resultado, o equipamento de usuário pode não descobrir (detectar) a melhor célula CSG pelo ponto de vista da melhor qualidade de recepção para o e- quipamento de usuário, e o equipamento de usuário pode reconhecer erro- neamente a célula 2 como a melhor célula CSG mesmo que a célula 2 for- neça somente melhor segunda qualidade de recepção para o equipamento de usuário. Quando o equipamento de usuário resseleciona a célula 2 com base no reconhecimento errado, enquanto se comunicando, o equipamento de usuário pode causar interferência prejudicial na célula 3. Portanto, neste caso, preferivelmente o equipamento de usuário não se conecta à célula 2 que é capaz de fornecer somente a segunda melhor qualidade de recepção, mas o equipamento de usuário executa uma medição de frequência diferen- te. A partir deste ponto de vista, nesta modalidade, não somente as células públicas, mas também as células CSG estão incluídas na faixa onde cada equipamento de usuário executa a pesquisa de célula.
Na etapa S14, após ser confirmado que a condição de ressele- ção de célula está satisfeita na etapa S13, o equipamento de usuário deter- mina se a célula candidata a ser resselecionada é a célula CSG. Quando determinando que a célula candidata a ser resselecionada não é a célula CSG, o processo vai para a etapa S16, de maneira que os processos descri- tos anteriormente são executados. Por outro lado, quando determinando que a célula candidata a ser resselecionada é a célula CSG, o processo vai para a etapa S15.
Na etapa S15, o equipamento de usuário determina se o equi- 5 pamento de usuário está autorizado para se comunicar em qualquer uma das células CSG. Quando determinando que o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar em qualquer uma das células CSG, o proces- so vai para a etapa S17.
Na etapa S17, o equipamento de usuário resseleciona a célula candidata a ser resselecionada. Então, na etapa S19, o equipamento de u- suário recebe o canal de difusão (BCH) incluindo MIB, SIB1 e similar.
Na etapa S23, o equipamento de usuário determina se o equi- pamento de usuário pertence ao CSG da célula CSG. Esta determinação é executada ao comparar as identificações de área de rastreamento (TA-IDs) 15 relacionadas às células CSG nas quais o equipamento de usuário está auto- rizado para se comunicar com as identificações de área de rastreamento (TA-IDs) lidas a partir do canal de difusão (BCH). Quando determinando que o equipamento de usuário pertence à célula CSG, o processo vai para a eta- pa S25, de maneira que os processos descritos anteriormente são executa- 20 dos. De outro modo o processo vai para a etapa S31.
Por outro lado, na etapa S15, quando determinando que o equi- pamento de usuário não está autorizado para se comunicar em qualquer uma das células CSG, o equipamento de usuário não pode se conectar à célula resselecionada que é a célula CSG. Portanto, não é necessário o e- 25 quipamento de usuário se conectar à célula candidata a ser resselecionada e obter informação de difusão do canal de difusão (BCH). Portanto, quando determinando que o equipamento de usuário não está autorizado para se comunicar em qualquer uma das células CSG, o processo prontamente vai para as etapas S31 e S33 para executar a medição de frequência diferente. 30 Ao fazer isto, o equipamento de usuário não tem que executar resseleção de célula inútil; portanto, pode se tornar possível para tal equipamento de usuá- rio procurar pela célula apropriada para o equipamento de usuário rapida- mente.
As operações descritas anteriormente das etapas S14 a S17 nas quais o equipamento de usuário determina se a célula a ser resselecionada é a célula CSG antes da resseleção de célula também podem ser aplicadas 5 ao processo de pesquisa de célula no sistema usando frequências diferen- tes.
Na etapa S33, a pesquisa de célula e a medição em uma fre- quência diferente são executadas. Quando uma célula candidata a ser sele- cionada é descoberta, o processo vai para a etapa S35 (quando nenhuma 10 célula candidata a ser selecionada é descoberta, uma notificação de que o equipamento de usuário não está em uma área de serviço pode ser dada para o equipamento de usuário e o processo pode terminar).
Na etapa S35, o equipamento de usuário determina se a célula candidata a ser selecionada é a célula CSG. Neste caso, igualmente, a de- 15 terminação pode ser executada ao verificar se o código de mistura da célula candidata a ser selecionada corresponde a um código predeterminado. Quando determinando que a célula candidata a ser selecionada não é a cé- lula CSG, a célula candidata a ser selecionada é a célula pública e, portanto, o equipamento de usuário pode selecionar qualquer célula candidata, e se- 20 leciona a célula candidata a ser selecionada (na etapa S36). Então, o pro- cesso vai para a etapa S18, de maneira que os processos descritos anteri- ormente são executados.
Na etapa S37, após o equipamento de usuário determinar que a célula candidata a ser selecionada é a célula CSG na etapa S35, o equipa- 25 mento de usuário determina se o equipamento de usuário tem um direito para acessar qualquer uma das células CSG (na etapa S37). Quando de- terminando que o equipamento de usuário tem um direito para acessar qual- quer uma das células CSG, o equipamento de usuário seleciona a célula can- didata a ser selecionada que é a célula CSG (na etapa S38), e o processo vai 30 para a etapa S19, de maneira que os processos descritos anteriormente são executados. Por outro lado, quando determinando que o equipamento de usuá- rio não tem qualquer direito para acessar qualquer uma das células CSG, o processo retorna para as etapas S31 e S33 para executar a pesquisa de célula em uma frequência diferente e similar (neste caso, o equipamento de usuário pode voltar para o sistema anterior ou ir para um novo sistema).
A presente invenção foi descrita anteriormente se referindo a 5 uma modalidade específica. Entretanto, os versados na técnica podem en- tender que a modalidade mencionada anteriormente está descrita somente para propósito ilustrativo e podem conceber exemplos de várias modifica- ções, transformações, alterações, mudanças e similar. Para promover um entendimento da presente invenção, os valores específicos são usados co- 10 mo exemplos por toda a descrição. Entretanto, deve ser notado que tais va- lores específicos são exatamente valores de amostra a não ser que descrito de outro modo, e quaisquer outros valores podem ser usados. Na descrição anterior, a presente invenção está exposta ao ser dividida em diversas mo- dalidades. Entretanto, deve ser notado que a divisão da presente invenção 15 em diversas modalidades não é um elemento essencial da presente inven- ção. Por exemplo, duas ou mais modalidades podem ser combinadas como base tal como necessário. Com propósitos ilustrativos, o aparelho de acordo com uma modalidade da presente invenção está descrito com referência ao diagrama de blocos funcional. Entretanto, um aparelho como este pode ser 20 fornecido por meio de hardware, software, ou uma combinação dos mesmos. Como um elemento do aparelho de acordo com uma modalidade da presen- te invenção, um ou mais elementos podem ser fornecidos como uma parte, e o aparelho pode incluir mais ou menos elementos do que os elementos des- critos ou um elemento adicional. Como operações do método de acordo com 25 uma modalidade da presente invenção, as operações podem incluir mais ou menos etapas descritas ou uma etapa adicional. A presente invenção não está limitada à modalidade descrita anteriormente, e várias modificações, transformações, alterações, trocas e similar podem ser feitas sem fugir do escopo e espírito da presente invenção.
O presente pedido internacional reivindica prioridade do pedido
de Patente Japonês No. 2007-000807 depositado em 5 de janeiro de 2007, cujo conteúdo total está incorporado neste documento pela referência.
Claims (19)
1. Equipamento de usuário para ser usado em um sistema de comunicação móvel, compreendendo: uma unidade de especificação configurada para especificar uma área de rastreamento de uma célula servidora com base em informação de difusão; uma unidade de determinação configurada para, quando a área de rastreamento especificada é para uma rede privada, determinar se o e- quipamento de usuário está autorizado para se comunicar na rede privada; e uma unidade de transmissão configurada para, quando o equi- pamento de usuário está autorizado para se comunicar na rede privada, transmitir um sinal para uma estação de base da célula servidora, o sinal solicitando que uma área de rastreamento seja atualizada para uma área de rastreamento para a rede privada, em que a unidade de determinação determina se a área de rastreamento especificada é para a rede privada ao verificar uma identificação comum que é comum às redes privadas, e a unidade de determinação determina se o equipamento de usu- ário está autorizado para se comunicar na rede privada ao determinar se a rede privada à qual a célula servidora pertence é a mesma ou diferente de uma rede privada na qual o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar.
2. Equipamento de usuário de acordo com a reivindicação 1, em que a identificação comum é expressada por qualquer número dentro de uma faixa predeterminada de números e incluída na informação de difu- são como um indicador indicando qualquer número dentro da faixa prede- terminada de números.
3. Equipamento de usuário de acordo com a reivindicação 2, em que a unidade de determinação determina se o equipamento de usu- ário está autorizado para se comunicar na rede privada ao determinar se uma identificação de célula da célula servidora pertencendo à rede privada é a mesma ou diferente de uma identificação de célula da rede privada na qual o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar.
4. Equipamento de usuário de acordo com a reivindicação 2, em que a unidade de determinação determina se o equipamento de usu- ário está autorizado para se comunicar na rede privada ao determinar se uma identificação de área de rastreamento da rede privada à qual a célula servidora pertence é a mesma ou diferente de uma identificação de área de rastreamento da rede privada na qual o equipamento de usuário está autori- zado para se comunicar.
5. Equipamento de usuário de acordo com a reivindicação 1, em que a identificação comum às redes privadas indica um valor dentro de uma faixa de números e uma identificação comum às redes não-privadas indica um valor dentro de uma outra faixa de números.
6. Equipamento de usuário de acordo com a reivindicação 5, em que a unidade de determinação determina se o equipamento de usu- ário está autorizado para se comunicar na rede privada ao determinar se uma identificação de célula da célula servidora pertencendo à rede privada é a mesma ou diferente de uma identificação de célula da rede privada na qual o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar.
7. Equipamento de usuário de acordo com a reivindicação 5, em que a unidade de determinação determina se o equipamento de usu- ário está autorizado para se comunicar na rede privada ao determinar se uma identificação de área de rastreamento da rede privada à qual a célula servidora pertence é a mesma ou diferente de uma identificação de área de rastreamento da rede privada na qual o equipamento de usuário está autori- zado para se comunicar.
8. Equipamento de usuário de acordo com a reivindicação 1, em que a identificação comum é expressada ao usar a identificação de área de rastreamento comumente compartilhada pelas redes privadas.
9. Equipamento de usuário de acordo com a reivindicação 8, em que a unidade de determinação determina se o equipamento de usu- ário está autorizado para se comunicar na rede privada ao determinar se uma identificação de célula da célula servidora pertencendo à rede privada é a mesma ou diferente de uma identificação de célula da rede privada na qual o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar.
10. Equipamento de usuário de acordo com a reivindicação 8, em que a unidade de determinação determina se o equipamento de usu- ário está autorizado para se comunicar na rede privada ao determinar se uma identificação de área de rastreamento da rede privada à qual a célula servidora pertence é a mesma ou diferente de uma identificação de área de rastreamento da rede privada na qual o equipamento de usuário está autori- zado para se comunicar.
11. Método para ser usado em um sistema de comunicação mó- vel, compreendendo: uma etapa de especificação de especificar uma área de rastre- amento de uma célula servidora com base em informação de difusão; uma etapa de determinação de, quando a área de rastreamento especificada é para uma rede privada, determinar se o equipamento de usu- ário está autorizado para se comunicar na rede privada; e uma etapa de transmissão de, quando o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar na rede privada, transmitir um sinal para uma estação de base da célula servidora, o sinal solicitando que uma área de rastreamento seja atualizada para uma área de rastreamento para a rede privada, em que na etapa de determinação, a determinação de se a área de ras- treamento especificada é para a rede privada é executada ao verificar uma identificação comum que é comum às redes privadas, e na etapa de determinação, a determinação de se o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar na rede privada é executada ao determinar se a rede privada à qual a célula servidora pertence é a mes- ma ou diferente da rede privada na qual o equipamento de usuário está au- torizado para se comunicar.
12. Método de acordo com a reivindicação 11, compreendendo adicionalmente: uma etapa de execução de, quando determinando que o equi- pamento de usuário não está autorizado para se comunicar na rede privada, procurar por uma célula de frequência diferente operando em uma frequên- cia diferente da frequência da célula servidora, receber a informação de difu- são da célula de frequência diferente, e executar de novo a etapa de deter- minação.
13. Método de acordo com a reivindicação 11, em que a identificação comum é incluída no MIB da informação de difu- são, e na etapa de determinação, quando o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar em qualquer uma das redes privadas, a determinação de se o equipamento de usuário está autorizado para se co- municar na rede privada é executada ao determinar se a rede privada à qual a célula servidora pertence é a mesma ou diferente da rede privada na qual o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar com base em um ID de área de rastreamento ou um ID de célula incluído no SIB.
14. Método de acordo com a reivindicação 13, compreendendo adicionalmente: uma etapa de execução de, quando determinando que o equipa- mento de usuário não está autorizado para se comunicar na rede privada, pro- curar por uma célula de frequência diferente operando em uma frequência dife- rente da frequência da célula servidora, receber a informação de difusão da célula de frequência diferente, e executar de novo a etapa de determinação.
15. Método para ser usado em equipamento de usuário para um sistema de comunicação móvel, compreendendo; uma etapa de pesquisa de executar uma pesquisa de célula pa- ra procurar por uma célula candidata para ser uma candidata a uma célula de destino de transferência entre células; uma etapa de recebimento de receber informação de difusão da célula candidata; uma etapa de determinação de, quando a célula candidata per- tence a uma rede privada, determinar se o equipamento de usuário está au- torizado para se comunicar na rede privada; e uma etapa de transmissão de, quando uma área de rastreamen- to da célula candidata não está registrada como uma área de rastreamento na qual o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar, transmitir um sinal para uma estação de base, o sinal solicitando que uma área de rastreamento seja atualizada, em que a determinação de se a célula pertence à rede privada é execu- tada ao determinar se um ID de célula da célula corresponde a um ID de célula predeterminado, e antes da etapa de pesquisa, se uma rede privada é para ser in- cluída em uma faixa onde a pesquisa de célula é executada é determinado dependendo de se o equipamento de usuário está autorizado para se comu- nicar em qualquer uma das redes privadas.
16. Método de acordo com a reivindicação 15, compreendendo adicionalmente: uma etapa de execução de, em um caso onde o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar em qualquer uma das redes pri- vadas e quando o equipamento de usuário não está autorizado para se co- municar na célula candidata pertencendo à rede privada, a célula candidata sendo descoberta na pesquisa de célula, procurar por uma célula de fre- quência diferente operando em uma frequência diferente da frequência da célula servidora, receber a informação de difusão da célula de frequência diferente, e executar de novo a etapa de determinação.
17. Método de acordo com a reivindicação 16, em que durante a célula de frequência diferente sendo pesquisada, se uma rede privada é para ser incluída em uma faixa onde a pesquisa de célu- la é executada é determinado dependendo de se o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar em qualquer uma das redes privadas.
18. Método para ser usado em equipamento de usuário para um sistema de comunicação móvel, compreendendo; uma etapa de pesquisa de executar uma pesquisa de célula pa- ra procurar por uma célula candidata para ser uma candidata a uma célula de destino de transferência entre células; uma primeira etapa de determinação de determinar se a célula candidata pertence a uma rede privada; uma segunda etapa de determinação de, quando determinando que a célula candidata pertence a uma rede privada, receber informação de difusão da célula candidata e determinar se o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar na rede privada; uma etapa de transmissão de, quando uma área de rastreamen- to da célula candidata não está registrada como uma área de rastreamento na qual o equipamento de usuário está autorizado para se comunicar, transmitir um sinal para uma estação de base, o sinal solicitando que uma área de rastreamento seja atualizada, em que a determinação de se a célula pertence à rede privada é execu- tada ao determinar se um ID de célula da célula corresponde a um ID de célula predeterminado.
19. Método de acordo com a reivindicação 18, compreendendo adicionalmente: uma etapa de execução de, em um caso onde o equipamento de usuário não está autorizado para se comunicar em qualquer uma das redes privadas e quando a célula candidata pertence à rede privada, procurar por uma célula de frequência diferente operando em uma frequência diferente da frequência da célula servidora, receber a informação de difusão da célula de frequência diferente, e executar de novo primeira e segunda etapas de de- terminação.
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