BRPI0720878A2 - APARELHO E MÉTODO PARA FACILITAR SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA EM CONEXÃO COM UMA CHAMADA DE VOZ SOBRE PROTOCOLO PARA INTERNET (voIP) E MEIO CAPAZ DE SER LIDO POR COMPUTADOR. - Google Patents

APARELHO E MÉTODO PARA FACILITAR SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA EM CONEXÃO COM UMA CHAMADA DE VOZ SOBRE PROTOCOLO PARA INTERNET (voIP) E MEIO CAPAZ DE SER LIDO POR COMPUTADOR. Download PDF

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Description

APARELHO PARA O ÜSO COMO OM ADAPTADOR DE VOZ SOBRE PRO- TOCOLO INTERNET (VoIP), MÉTODO PARA FACILITAR SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA EM CONEXÃO COM UMA CHAMADA DE VOZ SOBRE PROTOCOLO INTERNET (VoIP) E MEIO CAPAZ DE SER LIDO POR
COMPUTADOR
Referência Remissiva
O presente pedido reivindica prioridade sobre o pedido de patente U.S. N°. 11/648.818, depositado em 28 de dezembro de 2006 (dossiê de procurador TPI-0837), depositado intitulado "Sistema de Localização Sem Fio de Emergência Que Inclui um Transceptor Sem Fio", o qual fica incorporado neste contexto por referência na sua totalidade.
O presente pedido reivindica a matéria em apre- ço relacionada com a matéria em apreço descrita no pe- dido de patente copendente N0.11/648.774, depositado em 28 de dezembro de 2006 (dossiê de procurador TPI-0842), intitulado "Sistema de Localização Sem Fio de Emergên- cia Que Inclui um Receptor de Determinação de Localiza- ção", o qual fica incorporado neste contexto por refe- rência na sua totalidade.
Campo Técnico
A presente invenção refere-se, de uma maneira geral, a métodos e aparelhos para localização de dispo- sitivos de comunicação sem fio e transmitir a localiza- ção para um operador de emergência, ou Ponto de Respos- ta de Serviço Público (PSAP). Mais particularmente, sendo que não exclusivamente, a presente invenção refe- re-se a métodos e aparelhos para localizarem dispositi- vos de comunicações conectados a um adaptador de tele- fone de Protocolo de Voz-pela-Internet e transmitir a localização para um operador de serviços de emergência 5 ou serviços permitidos. A presente invenção pode ser empregada para localizar chamadores de emergência de acordo com as regulamentações Aperfeiçoadas 911 (E911) nos Estados Unidos, ou para localizar chamadores de e- mergência em outras jurisdições pelo mundo.
Antecedentes
A. Localização Sem Fio
O processo de determinação da localização físi- ca de dispositivos que emitem energia de freqüência de rádio (RF) é conhecido como "geolocação". Existem mui- 15 tas técnicas para a geolocação de emissores de RF. Uma técnica de geolocação comum é conhecida como diferença de tempo de chegada (TDOA). Classicamente, a geolocação por meio da TDOA é realizada adquirindo-se simultanea- mente o sinal do emissor de RF em uma multiplicidade de 2 0 sensores que se encontra em locais diferentes, e conhe- cidos. A TDOA entre qualquer par da multiplicidade de sensores é a diferença no tempo que ela leva para a e- nergia de RF se propagar do seu ponto de origem para cada um dos dois sensores. A medição da TDOA entre dois 25 sensores em duas dimensões de localização conhecida produz uma hipérbole com os dois sensores coincidentes com os focos da hipérbole. A hipérbole produz uma mul- tiplicidade de locais de onde a energia de RF poderá ter emanado. A derivação de múltiplas hipérboles de ou- tros pares de sensores produzirá uma localização única a partir da qual emanou a energia de RF. A geolocação de um emissor de RF com TDOA em duas dimensões requer 5 que o sinal seja recebido com um sensor em um mínimo de três locais geográficos distintos. Cada par de sensores produz uma hipérbole como a fonte potencial de energia de RF. A geolocação de um emissor de RF com TDOA em três dimensões requer que o sinal seja recebido com um 10 sensor em um mínimo de quatro locais geográficos dis- tintos . Cada par de sensores produz um hiperbolóide co- mo uma superfície como a fonte de potencial da energia de RF.
Trabalho anterior referente a Sistemas de Loca- lização Sem Fio encontra-se descrito na patente U.S. N°. 5.327.144, 5 de julho de 1994, "Sistema de Locali- zação de Telefone Celular", que expõe um sistema para localizar telefones celulares utilizando técnicas de diferença de tempo de chegada (TDOA). A patente '144 descreve o que pode ser chamado de sistema de localiza- ção de telefone celular de diferença de tempo de chega- da de ligação (U-TDOA). 0 sistema descrito pode ser configurado para monitorar transmissões de canal de controle provenientes de um ou mais telefones celulares e usar processamento de central ou baseado em estação para computar o(s) local(s) geográfico(s) do(s) fo- ne (s) . Por exemplo, em processamento baseado em esta- ção, que pode ser empregado para detecção de sinal de j canal de controle inverso, são realizadas correlações
cruzadas nos locais das células (ou sistemas de coleta de sinal). Para cada sinal "forte", que pode ser consi- derado um sinal de referência, recebido em um sinal de 5 controle particular em um primeiro local de célula par- ticular, esse sinal forte é primeiro aplicado a um de- codificador de sinais, tal como aquele usado pelo pró- prio sistema celular. Este decodificador promove a de- modulação do sinal celular para produzir a corrente de 10 bits digitais originais que foram modulados para produ- zir o sinal celular. Esta corrente de bits digitais é então modulada pelo sistema de local de célula para re- construir a forma de onda de sinal original quando ele foi primeiro transmitido pelo telefone celular. Esta 15 forma de onda de sinal reconstruída é correlacionada contra o sinal recebido no primeiro local de célula. A correlação produz um pico a partir do qual pode ser calculado um tempo de chegada exato a partir de um pon- to predeterminado no pico. 0 primeiro sistema de local 20 de célula então envia a corrente de bits digitais demo- ladulados e o tempo de chegada para o local central so- bre a linha de comunicações. 0 local central então dis- tribui a corrente de bits digitais demodulados e o tem- po de chegada exato para outros locais de célula para 25 terem também provavelmente recebido a transmissão celu- lar. Em cada um destes outros segundo, terceiro, quar- to, e assemelhados, locais de célula, a corrente de bits digitais é modulada pelo sistema de local de célu- j Ia para reconstruir a forma de onda de sinal original
como ela foi primeiro transmitida pelo telefone celu-
1
lar. Esta forma de onda de sinal reconstruída é corre- lacionada contra o sinal recebido em cada local de cé- 5 lula durante o mesmo intervalo de tempo. A correlação pode produzir ou não um pico; se for produzido um pico, um tempo de chegada exato (TOA) pode ser calculado a partir de um ponto predeterminado no pico. Este TOA é então enviado para o local central, e uma diferença de 10 retardo, ou TDOA, para um par de locais de célula par- ticular pode ser calculado. Este método permite que o sistema de local de células extraia informação de TOA proveniente de uma recepção de sinal extremamente fra- co, onde o sinal fraco pode estar acima ou abaixo do 15 nível de ruído. Este método é aplicado de forma itera- tiva aos pares de locais de célula suficientes para ca- da sinal forte recebido em cada local de célula para cada período de amostra. Os resultados dos pares de re- tardo para cada sinal são então encaminhados para o al- 2 0 goritmo de cálculo de localização.
Um exemplo de um sistema de localização sem fio (WLS) da espécie descrita anteriormente encontra-se i- lustrado na Figura 1. Conforme ilustrado o sistema in- clui quatro subsistemas principais: os Sistemas de Co- 25 Ieta de Sinais (SCS's) 10, os Processadores de Locali- zação de TDOA (TLP's) 12, Os processadores de aplicação (AP's) 14, e o Console de Operações de Rede (NOC) 16. Cada SCS é responsável pelo recebimento dos sinais de j RF transmitidos pelos transmissores sem fio tanto nos
canais de controle quanto nos canais de voz. De uma ma- neira geral, um SCS (atualmente por vezes chamado de LMU1 ou Unidade de Medição de Localização) é preferen- 5 temente instalado em um local de célula de portadora sem fio e, portanto, opera em paralelo a uma estação de base. Cada TLP 12 é responsável pelo gerenciamento de uma rede de SCS 10 e para proporcionar um grupo centra- lizado de recursos de processamento de sinal digital 10 (DSP) que pode ser usado nos cálculos de localização. Os SCS's 10 e os TLP's 12 operam em conjunto para de- terminar a localização dos transmissores sem fio. Tanto os SCS's 10 quanto os TLP's 12 contêm uma quantidade significativa de recursos de DSP, e o software nestes 15 sistemas pode operar dinamicamente para determinar onde realizar uma função de processamento particular baseada em trocas no tempo de processamento, tempo de comunica- ções, tempo de enfileiramento, e custo. Cada TLP 12 e- xiste centralmente principalmente para reduzir o custo 20 global de implementação do WLS. Além disso, o WLS pode incluir uma pluralidade de regiões de SCS cada uma das quais compreende múltiplas SCS's 10. Por exemplo, a "Região SCS 1" inclui as SCS's IOA e 10B que estão lo- calizadas em locais de célula respectivos e comparti- 25 Iham de antenas com as estações de base nesses locais de célula. Unidades de queda e inserção IlA e IlB são usadas para interfacear linhas Tl/El fracionárias com linhas Tl/El plenas, que por sua vez são acopladas a um sistema de acesso e controle digital (DACS) 13A. 0 DACS 13A e outro DACS 13B são usados da maneira mais ampla- mente descrita adiante para comunicações entre as SCS's 10A, 10B, e assemelhadas, e múltiplas TLP's 12A, 12B, e 5 outras. Tal como ilustrado, as TLP's são tipicamente colocadas e interligadas via uma rede Ethernet (espinha dorsal) e uma segunda rede Ethernet, redundante. I- gualmente acopladas às redes Ethernet estão previstas múltiplas AP's 14A e 14B, múltiplas NOC's 16A e 16B, e 10 um servidor de terminal 15. Utilizam-se roteadores 19A e 19B para acoplar um WLS a um ou mais outros Siste- ma (s) de Localização Sem Fio.
As técnicas de geolocação tornaram-se crescen- temente importantes para se localizarem dispositivos sem fio, conforme requerido pelo Public Communications and Public Safety Act de 1999. Os dispositivos sem fio apresentam desafios únicos no sentido de se proporcio- nar informação de localização para despachantes de e- mergência, porque eles podem não estar em uma localiza- 2 0 ção fixa. Desenvolveu-se 911 ou E911 avançada como um recurso do sistema de chamada de emergência 9-1-1 que associa automaticamente um endereço físico com o número de telefone da parte chamadora. Conseqüentemente, os dispositivos sem fio podem ser localizados mesmo que eles não estejam em uma localização fixa.
As técnicas de localização E911 podem incluir opções de localização não baseadas em rede para E911 Phase II que tipicamente usa o Sistema de Posicionamen- « to Global Navistar (GPS) aumentado com dados provenien-
tes de um servidor do lado de terra que inclui tempo de sincronização, dados orbitais (Ephemeris) e dados de aquisição (variações de fase de código e Doppler) tais 5 como descritos originalmente na patente U.S. 4.445.118 (Taylor, et al) .
Adicionalmente, outras técnicas de localização sem fio que de uma maneira geral não podem distribuir exatidões de E9-1-1 Phase II podem ser desenvolvidas na 10 rede portadora para localizar dispositivos sem fio. Por exemplo, estas técnicas de localização sem fio podem incluir técnicas de avanço de canal, tais como EOTD (diferença de tempo de chegada observada aperfeiçoada), AFLT (trilateração de enlace antecipado avançado) e cé- 15 Iula-ID avançada (ECID) onde um dispositivo sem fio co- leta as sincronizações de avanço de canal e/ou intensi- dades de sinal para comutação para um Centro de Locali- zação Móvel Servidor (SMLC) ou outro servidor do lado de terra para cálculo de localização. Adicionalmente, 2 0 técnicas de rede de comunicações sem fio, tais como o sistema HDTV-based Rosum TV-GPS, descrito na patente U.S. N°. 6.717.547, 6 de abril de 2004, "Localização de posição utilizando sinais de televisão de transmissão e sinais de telefone móvel" e a patente U.S. N°. 25 6.522.297, 18 de fevereiro de 2003, "Localização de po- sição utilizando-se sinais de televisão de referência de cancelamento de fantasma", e o LORAN (LOng RAnge Na- vigation) podem ser desenvolvidos para localizar dispo- ι sitivos sem fio.
Além disso, técnicas de localização baseadas em célula podem ser usadas para poder-se localizar um dis- positivo sem fio. Inerentes na rede portadora sem fio 5 são as técnicas de localização baseadas em célula que podem ter sido usadas para desenvolver a posição do sem fio. Estas técnicas, também conhecidas como técnicas FCC E9-1-1 Phase I, podem gerar uma localização com ba- se na célula de serviço, no setor de serviço (se a cé- 10 lula for setorizada) ou célula/setor com determinação do alcance (com base em estimativas de avanço de sin- cronização, tempo de percurso de 1/2 ida e volta, ou perda de caminho).
B. Protocolo de Voz sobre Internet 15 Atualmente, o mercado da Voz sobre Protocolo
Internet (VoIP) está se tornando cada vez mais popular como uma alternativa menos dispendiosa para os serviços telefônicos tradicionais. A Voz sobre Protocolo Inter- net apresenta desafios similares aos dispositivos sem 20 fio na provisão de informação de localização para des- pachantes de emergência, porque um adaptador da Voz so- bre Protocolo Internet e uma rede de Voz sobre Protoco- lo Internet não são interligados diretamente com a rede 9-1-1. Atualmente, se um número de serviços de emer- 25 gência for discado a partir de um serviço de VoIP co- mercial, na dependência de como o provedor de VoIP ma- nipula tais chamadas, a chamada pode ser conectada a um portador designado como ponto de resposta, ou ela pode i ser conectada a um número de não-emergência no ponto de
resposta de segurança pública associado com o endereço de faturamento ou de serviço do chamador. Uma vez que um adaptador de VoIP pode ser conectado em qualquer co- 5 nexão da internet com largura de banda suficiente, o chamador na realidade pode encontrar-se a centenas ou mesmo milhares de quilômetros de distância do endereço de serviço, ainda se a chamada for para um ponto de resposta qualquer, ele pode ser aquele associado com o 10 endereço de faturamento e de serviço do chamador e não a localização de origem verdadeira.
Desta forma, em 2005, a Federal Communications Commission (FCC) emitiu uma regra requerendo que os provedores de Voz sobre Protocolo Internet começassem a 15 fornecer serviços de E911 para os seus usuários. Neste relatório os inventores irão expor métodos e aparelha- gem para localizar para localização de dispositivos de comunicações conectados a um adaptador de telefone da Voz sobre Protocolo Internet e transmitir a localização 2 0 para serviços de emergência tais como um número de Res- posta de Emergência universal ou código curto [por e- xemplo, 9-1-1 (América do Norte), 1-1-2 (EU), 9-9-9 (UK), 0-0-0 (Austrália)] ou o número de emergência glo- bal 1-1-2 designado para comunicação sem fio GSM. Di- 25 versos números individuais podem ser usados na depen- dência do país de operação com a polícia, incêndio, am- bulância, defesa civil, e utilidades públicas conheci- das como exemplos comuns destes números de serviços de emergência alternativos. 0 uso de qualquer destes núme- ros pode ser pré-programado no exemplo de concretiza- ção. O uso de números não-determinados pode requerer acordo prévio com a portadora sem fio. Concretizações 5 ilustrativas podem usar os termos 9-1-1, e o Ponto de Resposta de Segurança Pública (PSAP) no lugar dos di- versos códigos de dígitos discados e serviços de res- posta possíveis.
Sumário
O sumário seguinte destina-se a expor vários
aspectos das concretizações ilustrativas descritas adi- ante em maiores detalhes. Este sumário não pretende a- branger todos os aspectos inventivos da matéria em a- preço exposta, nem tem por finalidade limitar o escopo 15 de proteção das reivindicações que se encontram expos- tas em anexo.
Uma concretização ilustrativa da presente in- venção toma a forma de uma aparelhagem para facilitar serviços de emergência em conexão com uma chamada de 20 Protocolo de Voz Sobre a Internet (VoIP). A aparelha- gem pode incluir uma primeira interface para a comuni- cação de sinais no sentido de um telefone e provenien- tes do mesmo, e uma segunda interface para a comunica- ção de sinais para uma rede de Protocolo Internet (IP) 25 e provenientes da mesma. Adicionalmente, a aparelhagem pode incluir um processador acoplado operacionalmente a um meio legível por computador, um transceptor sem fio, um receptor de determinação de localização, e para a primeira e segunda interfaces. O meio legível por com- putador pode incluir instruções para fazerem com que o processador detecte a iniciação de uma chamada de emer- gência pelo telefone. 0 meio legível por computador 5 pode incluir ainda instruções para acionar o transcep- tor sem fio em resposta à detecção da chamada de emer- gência. 0 transceptor sem fio pode desse modo ser usa- do para conduzir a chamada de emergência sobre uma rede de comunicações sem fio (por exemplo, uma rede de tele- 10 fone celular) , e isto pode permitir que a localização do transceptor sem fio, e portanto do adaptador de VoIP, seja determinada por um sistema de localização sem fio externo. Adicionalmente, o meio legível por computador pode incluir ainda instruções para acionar o 15 receptor de determinação de localização. O receptor de determinação de localização pode determinas a localiza- ção da interface em resposta à detecção da chamada de emergência. A localização poderá ser então roteada pa- ra um PSAP de uma maneira convencional.
Outros aspectos das concretizações expostas
neste contexto encontram-se descritos adiante.
Descrição Breve dos Desenhos
0 sumário precedente, bem como a descrição de- talhada exposta em seguida são mais bem compreendidos 25 quando lidos em conjunto com os desenhos anexos. Para o propósito de ilustração da invenção, mostram-se nos de- senhos construções exemplificativas da invenção; entre- tanto, a invenção não fica limitada aos métodos e ins- trumentos específicos expostos. Nos desenhos:
A Figura 1 ilustra uma concretização exempli- ficativa de um sistema de localização sem fio (WLS).
A Figura 2 ilustra uma rede operacional exem- plificativa que inclui uma concretização ilustrativa de um adaptador de Voz sobre IP (VoIP).
As Figuras 3A-3C ilustram concretizações exem- plificativas da calibragem de um sistema VoIP expandido sem fio.
A Figura 4 ilustra uma concretização exemplifi-
cativa de um adaptador de VoIP.
A Figura 5 ilustra um diagrama de blocos de um método de roteamento de uma chamada de emergência de acordo com uma concretização exemplificativa.
Descrição Detalhada de Concretizações Ilustrativas
Tal como se encontra ilustrado na Figura 2, um telefone 100 pode estar em comunicação operacional com um adaptador de VoIP 105 utilizando, por exemplo, uma ligação por fio tal como um cabo USB, um cabo Ethernet, 20 ou uma linha de Rede de Área Local (LAN) , ou uma liga- ção sem fio, tal como uma conexão Bluetooth. O telefo- ne 100 pode incluir, por exemplo, um ou mais telefones analógicos típicos, um ou mais fones portáteis, e mi- crofones e fones-de-cabeça ou alto-falantes conectados 25 a um ou mais computadores. Adicionalmente, o telefone 100 e adaptador de VoIP 105 podem ser uma unidade, por exemplo, o adaptador de VoIP 105 pode ser um recurso embutido do telefone 100. O adaptador de VoIP 105 pode incluir componen- tes tais como uma interface, um processador, um meio legível por computador, um transceptor sem fio, um re- ceptor de determinação de localização, ou assemelhados 5 nele implementados. 0 adaptador de VoIP 105 pode de- tectar se uma chamada de emergência foi executada no telefone 100. Depois da detecção de se uma chamada de emergência foi colocada, o adaptador de VoIP 105 pode conduzir a chamada sobre uma rede sem fio como uma cha- 10 mada não-VoIP. A informação de localização do telefone 100 pode ser então roteada para um operador de Serviços de Emergência (ou Ponto de Resposta de Segurança Públi- ca) ou para qualquer outro número adequado que possa aceitar uma chamada com informação de localização via a 15 rede sem fio, que será descrita adiante de forma mais detalhada. Adicionalmente, o adaptador de VoIP 105 po- de conduzir normalmente a chamada sobre a rede sem fio como uma chamada de VoIP utilizando-se, por exemplo, os recursos dos General Packet Radio Serviços (GPRS) da 2 0 rede sem fio. A interligação da rede de GPRS, ou qual- quer outro sistema de retrotransporte sem fio, para uma rede VoIP 110 e subsequentemente para a Portadora de Troca Local (LEC) pode ser transparente para o usuário. Na concretização exemplificativa, para uma chamada de 25 emergência, a funcionalidade do GPRS (e deste modo da chamada de VoIP digital) pode ser incapacitada para a ativação de fone e a chamada de emergência conduzida sobre a conexão de voz de comunicações de voz sem fio de forma tal que o adaptador de VoIP 105 pode ser loca- lizado automaticamente e a localização transportada pa- ra o operador de Serviços de Emergência ou Ponto de Resposta de Segurança Pública tal como especificado no ANSl/ETSI J-STD-036, em "Enhanced Wireless 9-1-1 Phase 2" e nas revisões subseqüentes. Depois de se desconec- tar a chamada dos Serviços de Emergência, a operação do adaptador de VoIP 105 e de um retrotransporte 107 por fio ou sem fio retorna à modalidade operacional normal para o fone de origem. Em um sistema multi-linhas, em toda esta operação, outro tráfego digital, incluindo comunicações de voz de não-emergência, pode prosseguir sem interrupção sobre retrotransporte por fio ou sem fio 107.
Adicionalmente, o adaptador de VoIP 105 pode conduzir a chamada sobre a rede VoIP 110 enquanto uma chamada em paralelo pode ser lançada pelo adaptador de VoIP 105 sobre a rede sem fio para disparar um sistema de localização sem fio externo para proporcionar uma estimativa de localização do telefone 100. A informa- ção de localização pode ser proporcionada para vim ter- minal de operador de 9-1-1 via a rede sem fio incluindo uma conexão de Centro de Posicionamento Móvel (MPC) ou Centro de Localização Móvel de Passagem para uma base de dados de Identificador de Localização Automática (A- LI), que será descrito adiante de forma mais detalhada. Alternativamente, a informação de localização, que pode incluir uma posição de auto-revelação por meio do sis- tema LOng RAnge Navigation (LORAN) ou um GNSS (Global Navigation Satellite system), tal como o sistema "U- SAF's Navistar Global Position Satellite", pode ser in- serida em pacotes que podem ser transmitidos por inter- 5 médio da rede de VoIP 110 ao operador de 9-1-1, que se- rá descrito adiante de forma mais detalhada.
O adaptador de VoIP 105 pode estar em comunica- ção operacional com a rede de VoIP 110 por meio do re- trotransporte 107 por fio ou sem fio utilizando-se, por 10 exemplo, uma conexão por fio tal como uma linha LAN ou uma conexão sem fio, tal como a antena sem fio. A rede de VoIP 110 pode incluir passagens de meios, controla- dores de sinalização, conexões de rede de Protocolo In- ternet (IP) ou assemelhados, de forma tal que a rede de 15 VoIP 110 proporciona funcionalidades similares a uma rede comutada por circuito. Adicionalmente, a rede de VoIP 110 poderá executar todas as mesmas tarefas que são normalmente executadas pela rede pública de telefo- ne chaveada (PSTN), adicionalmente à realização de uma 20 função de porta de comunicação para a rede pública e- xistente. De acordo com uma concretização, uma chamada de emergência pode ser colocada proveniente do telefone 100 para a rede de VoIP HO. A rede de VoIP 110 pode proporcionar E911 Pseudo-ANI em vez do número que rea- 25 Iiza a chamada. Por exemplo, a informação de localiza- ção pode ser proporcionada para o operador de 9-1-1 em vez de ou adicionalmente ao número que realiza a chama- da . O adaptador de VoIP 105 também pode estar em comunicação por intermédio de uma conexão sem fio 113 tal como uma conexão de rádio com uma estação de trans- ceptor de base (BTS) 115 de um sistema de comunicação sem fio que utiliza, por exemplo, uma antena sem fio vinculada ao adaptador de VoIP 105. A BTS 115 pode ser uma BTS padrão operada por uma portadora de fone sem fio. Quando o adaptador de VoIP 105 detecta uma chama- da de emergência a partir do telefone 100, o adaptador de VoIP 105 pode converter a chamada para -uma chamada sem fio colocada por meio da BTS 115.
A BTS 115 pode incluir um componente de locali- zação 120 nela implementado. O componente de localiza- ção 120 pode incluir rede baseada em tecnologias de lo- calização que podem proporcionar a localização de um transceptor sem fio 320 implementado no adaptador de VoIP 105, tal como ilustrado na Figura 4, para um ser- vidor do lado de terra (por exemplo, uma GMLC ou MPC) para distribuição para um terminal de chamada 14 0. A- dicionalmente, o componente de localização 120 pode in- cluir rede baseada em tecnologias de localização que podem proporcionar a localização desenvolvida por rede de volta ao adaptador de VoIP 105 para uso ulterior em comunicações de VoIP de não emergência, por exemplo, pela colocação da informação de localização no elemento de Localização Geográfica do convite de Protocolo de Iniciação de Sessão (SIP) da chamada de VoIP provenien- te do telefone 100. De acordo com uma concretização exemplificati- va, o componente de localização 120 pode proporcionar, por exemplo, diferença de chegada de tempo de conexão ascendente (U-TDOA) ou determinação de localização. 0 método de U-TDOA pode calcular a localização de, por exemplo, um dispositivo pelo uso da diferença em tempo de chegada de sinais em diferentes receptores, conheci- das como Unidades de Medição de Localização (LMUs), u- tilizando-se torres de células, antenas de rádio, e in- fra-estrutura existentes. Por exemplo, um dispositivo pode transmitir um sinal que pode ser recebido por di- ferentes receptores em tempos que são proporcionais à extensão do percurso de transmissão entre o dispositivo e cada receptor. 0 método de U-TDOA pode não requerer conhecimento de quando o dispositivo transmite; em vez disso, o método de U-TDOA pode usar a diferença de tem- po entre pares de LMUs como a medição de linha de base, geração de traçados hiperbólicos que podem representar todas as distâncias possíveis do dispositivo em relação a cada receptor. A interseção de três ou mais dessas hipérboles pode localizar a posição do dispositivo transmissor. Adicionalmente, o sistema de U-TDOA pode usar dados de sincronização provenientes de tantas quantas 50 antenas de recepção, possibilitando a mais alta precisão para um sistema baseado em rede.
De acordo com outra concretização exemplifica- tiva, o componente de localização 120 pode proporcio- nar, por exemplo, determinação de localização de Ângulo de Chegada (AOA) . 0 método de Ângulo de Chegada (AOA) pode usar uma antena que contém um arranjo de múltiplos elementos em que a localização exata de cada elemento de AOA é conhecida com exatidão. Cada elemento pode ser pequeno e capaz de receber um sinal separado. Pela me- dição da intensidade de sinal, tempo de chegada, e fase em cada em cada elemento do arranjo, pode ser possível calcular o caminho da linha de visão do transmissor pa- ra o receptor. Colocando-se um outro receptor com a mesma configuração de antena em uma localização dife- rente pode permitir repetir-se o processo. O ponto de interseção dos dois caminhos de linha de visão pode re- presentar a localização do dispositivo transmissor. De forma semelhante ao U-TDOA, o AOA pode requerer, por exemplo, receptores especializados nas estações de ba- se, adicionalmente à construção de arranjos de antena direcionais na torre de célula existente.
Adicionalmente, o componente de localização 120 pode proporcionar determinação de localização de tele- fone 100 utilizando-se qualquer outra técnica adequada, tal como célula-ID, célula e setor, variação de célula- setor, ou trilateração de conexão de avanço.
0 componente de localização 120 também pode fornecer informação para distribuição de irradiação sem fio permitindo que o transceptor sem fio 320, tal como ilustrado na Figura 4, se auto-localize utilizando, por exemplo, tempo de chegada (TOA), trilateração de cone- xão de avanço (FLT), trilateração de conexão de avanço adiantada (AFLT), trilateração de conexão de avanço a- perfeiçoada (E-FLT), Diferença de Chegada Observada (OTD), Diferença de Chegada Observada Aperfeiçoada (E- OTD), Diferença de Chegada de Tempo Observada (O-TDOA), 5 ou GPS Auxiliado (A-GPS).
De acordo com uma concretização, o componente de localização 120 pode usar Diferença de Tempo Obser- vada Aperfeiçoada (EOTD) para permitir ao transceptor sem fio 320, ilustrado na Figura 4, auto localizar-se. 10 A EOTD pode usar sinais provenientes de pelo menos qua- tro estações base de celulares para computar uma loca- lização de dispositivo. Utilizando-se a E-0TD, o dispo- sitivo pode medir os tempos de chegada de, por exemplo, uma chamada proveniente de diferentes antenas de celu- 15 lar com sinais mais fortes do que um valor mínimo. Es- tas medições de tempo de chegada (TOA) podem ser trans- mitidas para um servidor do lado de terra e então podem ser normalizadas, configurando o tempo de chegadas para um relógio comum, antes de poder ser efetuado um cálcu- 20 Io da Diferença de Tempos de Chegada (TDOA). Deve-se ter conhecimento antecipado da sincronização das trans- missões provenientes de cada estação de base através do desenvolvimento de receptores fixos geograficamente distribuídos ou outra técnica de calibragem antes das 25 TOAs poderem ser normalizadas. Se todas as estações de base forem síncronas nos seus tempos de transmissão, nenhuma normalização e, assim, nenhum receptor fixo, será necessário. Adicionalmente, um dispositivo ade- quadamente modificado pode ser síncrono nos seus tempos de transmissão.
De acordo com outra concretização, o componente de localização 120 pode utilizar Identificação de Célu- Ia Aperfeiçoada (E-CID) para permitir ao transceptor sem fio 320, ilustrado na Figura 4, que seja auto- localizado. A Identificação de Célula (CID) pode in- cluir o processo de se utilizar o conhecimento da rede do dispositivo dentro do local de célula de controle e comunicando a informação de setor. A utilização do cen- tro geográfico desta área pode proporcionar uma estima- tiva aproximada da localização do usuário, independen- temente do tipo de dispositivo que pode ser desenvolvi- do. A Célula ID Aperfeiçoada (E-CID) pode usar a CID juntamente com Avanço de Sincronização (TA) adicional e informação de Medição de Potência (PM) derivada da rede sem fio para aperfeiçoar a precisão de localização.
De acordo ainda com concretizações adicionais, outras técnicas e sistemas de localização adequados po- 2 0 dem ser igualmente usada para permitir ao transceptor sem fio 320, ilustrado na Figura 4, ser auto- localizado. Estes sistemas podem incluir, por exemplo, os Global Navigation Satellite Systems (tais como o GPS), o sistema Rosum TV-GPS, e/ou o sistema LORAN.
Por exemplo, um receptor de Satélite de Posi-
cionamento Global Auxiliado (A-GPS) que pode ser capaz de receber e de processar sinais transmitidos por saté- lites de GPS em órbita pode ser usado para permitir ao transceptor sem fio 320, ilustrado na Figura 4, auto localizar-se. 0 A-GPS pode combinar o tempo em que o sinal alcança o receptor de A-GPS com conhecimento da posição do transmissor no espaço para avaliar a distân- cia que vai do satélite a um dispositivo. Ao realiza- rem-se quatro ou mais de tais medições, torna-se possí- vel efetuar a trilateração utilizando-se, por exemplo, TDOA, e calculando-se a localização exata do dispositi- vo. O A-GPS pode usar um servidor separado (com seu próprio receptor de GPS) em uma localização conhecida com precisão, porque a base de dados típica que contém as posições e sincronização de satélite pode ser muito grande. Este servidor pode comunicar a informação à es- tação móvel para ajudá-la nos seus cálculos de distân- cias estimadas a partir dos satélites.
Alternativamente, por exemplo, um sistema LORAN (LOng RAnge Navigation) pode ser usado para permitir ao transceptor sem fio 320, ilustrado na Figura 4, auto localizar-se. 0 LORAN pode incluir um sistema de nave- 20 gação terrestre que utiliza rádio transmissores de bai- xa freqüência os quais podem usar o intervalo de tempo entre os sinais de radio recebidos de três ou mais es- tações. O LORAN pode ser baseado no princípio da dife- rença de tempo de chegada (TDOA) entre o recebimento 25 dos sinais provenientes de pelo menos três transmisso- res de radio sincronizados. Para cada par de transmis- sores a posição do receptor pode ser determinada como sendo a curva hiperbólica onde a diferença de tempo en- tre os sinais recebidos é constante. Com três estações transmissoras de radio sincronizadas, e deste modo dois pares e duas curves hiperbólicas, a localização de re- ceptor geográfico pode ser determinada a partir da in- 5 terseção das curvas hiperbólicas.
O componente de localização 120 pode ser conec- tado a uma rede de acesso de radio 125. A rede de a- cesso de rádio 125 pode receber informação a informação de localização a partir do componente de localização 10 120. A rede de acesso de rádio 125 pode incluir um controlador de rede de radio, uma estação de base, di- versos transmissores e/ou receptores, ou assemelhados, de forma tal que a rede de acesso de rádio 125 pode re- alizar funcionalidade de rádio da rede sem fio. A rede 15 de acesso de rádio 125 pode gerenciar a conexão de rá- dio entre, por exemplo, o telefone 100 e a rede de te- lefone sem fio.
A rede de acesso de rádio 125 pode incluir ain- da conexões para um terminal de chamada 140 via uma re- 2 0 de de voz 13 0 e um servidor de MPC/GMLC 14 5 por inter- médio de uma rede de dados 135. A rede de acesso de rádio 125 pode encaminhar a voz de um usuário de tele- fone 100 que faz uma chamada de emergência para o ter- minal de chamada 140 por intermédio da rede de voz 130 25 de forma tal que um operador 9-1-1 pode receber a cha- mada no terminal de chamada 140. O terminal de chamada 140 pode incluir, por exemplo, um Terminal Captador de Chamada de Ponto de Resposta de Segurança Pública (PSAP) . O Terminal Captador de Chamada PSAP pode ser responsável pela resposta às chamadas 9-1-1 para auxí- lio de emergência.
Adicionalmente, a rede de acesso de rádio 125 5 pode encaminhar a informação de localização de telefone 100 para o servidor 145 de MPC/GMLC por intermédio da rede de dados 135. 0 Centro de Posicionamento Móvel (MPC) do servidor 145 de MPC/GMLC pode ser usado para uma rede sem fio de Múltiplo Acesso de Divisão de Códi- 10 go (CDMA) ou uma rede sem fio de Múltiplo Acesso de Di- visão de Tempo Time (TDMA) . Adicionalmente, o Centro de Localização Móvel de Passagem (GMLC) do servidor 145 de MPC/GMLC pode ser usado para uma rede sem fio de co- municação de Sistema Global para Móvel (GSM).
0 servidor 145 de MPC/GMLC pode ser conectado a
uma base de dados 150 de Identificador de Localização Automática (ALI). A informação de localização recebida no servidor 145 de MPC/GMLC via rede de dados 135 pode ser transferida para a base de dados ALI 150. A base 20 de dados ALI 150 pode mapear a informação de localiza- ção recebida a partir do servidor 145 de MPC/GMLC para um endereço indexado no mesmo. 0 endereço pode ser en- tão transmitido da base de dados ALI 150 para o termi- nal de chamada 140 onde ele pode ser executado para os 25 provedores de serviços de emergência apropriados.
Adicionalmente, a chamada pode ser roteada para qualquer número adequado que possa aceitar uma chamada com informação de localização, tal como uma companhia de energia elétrica, uma agência de segurança, ou asse- melhada, por intermédio do GMLC do servidor 145 de MPC/GMLC. Por exemplo, a aplicação de serviços basea- dos em localização pode usar o GMLC de servidor 145 de MPC/GMLC para armazenar a localização desenvolvida de forma autônoma para recuperação pela companhia de for- ça. Alternativamente, a aplicação de serviços baseados em localização pode transmitir a localização por meio de um Centro de Localização de Móvel Servidor (SMLC) e rede de comunicações sem fio depois que a chamada sem fio foi recebida.
Alternativamente, se o adaptador de VoIP 105 detectar uma chamada de emergência proveniente do tele- fone 100, o adaptador de VoIP 105 pode conduzir a cha- mada por meio da rede de VoIP 110 utilizando-se a rede de IP. De acordo com uma concretização, a informação de localização pode ser calculada pelo adaptador de VoIP 105 utilizando-se técnicas 911(E911) Aperfeiçoadas existentes que podem ser empregadas por intermédio de uma rede sem fio. A informação de localização também pode ser calculada a partir de uma localização previa- mente determinada ou de coordenadas de Satélite de Po- sicionamento Global (GPS). A informação de localização pode ser então inserida em pacotes de IP transmitidos quando uma chamada é colocada por intermédio do telefo- ne 100. Por exemplo, a informação de localização pode ser inserida no convite de Protocolo de Iniciação de Sessão (SIP) da chamada de VoIP proveniente do telefone 100. A informação de localização e voz do usuário de telefone 100 pode ser então enviada para o terminal de chamada 140. A informação de localização pode ser en- tão decodificada de forma que o terminal de chamada 14 0 5 pode notificar o provedor de Serviços de Emergência a- propriado quanto à localização do telefone 100.
A Figura 3A ilustra a calibragem de um sistema de VoIP estendido sem fio. De acordo com uma concreti- zação, o telefone 100 pode estar em comunicação com um transceptor de Rede de Área Local Sem Fio (WLAN) 200. 0 transceptor WLAN 200 pode estar conectado ao adapta- dor de VoIP 105, que inclui um transceptor sem fio 320. O transceptor WLAN 2 00 pode receber uma posição repor- tada proveniente do telefone 100. A localização de te- lefone 100 pode ser então calibrada deslocada em rela- ção ao transceptor sem fio 320 cuja posição pode ser "descoberta" pelo sistema de localização sem fio. A posição descoberta pode incluir uma posição detectada automaticamente pelo transceptor sem fio 320 utilizan- do-se técnicas E911 existentes tais como condução de uma chamada por meio de uma rede sem fio, tal como des- crita anteriormente. Adicionalmente, a posição desco- berta pode incluir uma localização armazenada no adap- tador de VoIP 105 e/ou transceptor sem fio 320 proveni- ente de uma chamada anterior.
A calibragem do sistema de VoIP estendido sem fio pode funcionar correspondentemente. Por exemplo, cada pavimento de um edifício de grande altura pode ter um Ponto de Acesso de WiFi e o edifício pode proporcio- nar VoIP para os seus ocupantes por meio de telefone 100. O telefone 100 pode incluir, por exemplo, conju- gados de mão de WiFi, ou assemelhados. Depois de um a- 5 cidente, a co-operador pode discar 9-1-1 utilizando o telefone 100. 0 sistema de WiFi pode carrear a mensagem que origina a chamada sobre o transceptor de WLAN 2 00 por meio do ponto de acesso e rede de edifício por fio para o adaptador de VoIP 105 e transceptor sem fio 320. 10 A chamada de emergência pode ser reconhecida pelos dí- gitos discados e roteada para o transceptor sem fio 320. A chamada pode ser então conectada ao terminal de chamada 14 0, ilustrado na Figura 2. A posição descober- ta do transceptor sem fio pode ser ajustada ou atuali- 15 zada com a informação de calibragem previamente armaze- nada no adaptador de VoIP 105 e/ou transceptor sem fio 320 antes de ser roteada para o terminal de chamada
14 0, ilustrado na Figura 2.
A Figura 3B ilustra a calibragem de um sistema 20 de VoIP estendido sem fio, com o sistema WLAN tendo a capacidade de determinação de localização. De acordo com uma concretização, o transceptor 200W de LAN pode usar direção e amplitude recebidas, por exemplo, a par- tir de uma antena direcional para determinar uma Ioca- 25 lização. A localização pode ser então aplicada à loca- lização descoberta no transceptor sem fio 320 com um deslocamento calibrado. A posição descoberta pode in- cluir uma posição detectada automaticamente pelo trans- ceptor sem fio 320 utilizando-se técnicas de E911 exis- tentes, tais como condução de uma chamada por intermé- dio de uma rede sem fio tal como descrita anteriormen- te. Adicionalmente, a posição descoberta pode incluir 5 uma localização armazenada no adaptador de VoIP 105 e/ou no transceptor sem fio 320 proveniente de uma cha- mada anterior.
A calibragem do sistema de VoIP estendido sem fio pode funcionar concordantemente. Por exemplo, um 10 campus de colégio pode incluir uma rede de Pontos de Acesso de WLAN com antenas direcionais. Um adaptador de VoIP 105 pode ser localizado em cada edifício de forma tal que o adaptador de VoIP 105 pode proporcionar serviços de VoIP para esse edifício e outros locais nas 15 proximidades. Depois de um acidente, um estudante pode discar 9-1-1 utilizando o telefone 100. 0 transceptor de WLAN 200 pode carrear a mensagem que origina a cha- mada sobre a rede de WLAN por intermédio de um ponto de acesso e retrotransporte 107 por fio ou sem fio para a 20 rede de VoIP HO. A chamada de emergência pode ser en- tão reconhecida pelos dígitos discados ou por um indi- cador de Serviços de Emergência. A chamada de emergên- cia pode ser então roteada para o transceptor sem fio 320. 0 telefone 100 pode produzir uma posição reporta- 25 da que pode ser usada para calcular um deslocamento computado no transceptor de WLAN 200. Por exemplo, a posição calibrada do transceptor de WLAN 200 pode ser calculada por um refinamento de localização por inten- sidade de sinal ou estimativa da faixa de tempo de ar- redondamento proveniente do telefone 100. Se a antena direcional estiver conectada ao transceptor de WLAN 200, a estimativa de localização pode ser mais refina- da, por exemplo, mediante limitação da área que é ser- vida pela antena. Esta localização pode gerar um des- locamento computado proveniente do telefone 100 e do transceptor de WLAN 200. Adicionalmente, um desloca- mento calibrado pode ser calculado entre o transceptor de WLAN 200 e o transceptor sem fio 320, tal como des- crito na Figura 3A. O deslocamento computado e o des- locamento calibrado podem ser combinados com a posição descoberta de transceptor sem fio 320 para produzir in- formação de localização. A informação de localização pode ser então roteada para o terminal de chamada 140.
A Figura 3C ilustra outra concretização exem- plificativa da calibragem de um sistema de VoIP esten- dido sem fio, com o sistema de WLAN tendo a capacidade de determinação de localização. De acordo com uma con- 2 0 cretização, o sistema de WLAN pode usar medições de in- tensidade de campo calibradas ou impressão derivada de RF para determinar a localização de telefone 100. A localização pode ser então aplicada à localização des- coberta com qualquer deslocamento calibrado. A posição 25 descoberta pode incluir uma posição detectada automati- camente pelo transceptor sem fio 320 utilizando-se téc- nicas de E911 existentes, tais como condução de uma chamada por meio de uma rede sem fio, tal como descrita anteriormente. Adicionalmente, a posição descoberta pode incluir uma localização armazenada no transceptor sem fio 320 proveniente de uma chamada anterior. O deslocamento calibrado pode ser calculado como o deslo- 5 camento entre o transceptor de WLAN 2 00 e o transceptor sem fio 320, o qual foi descrito anteriormente.
A calibragem do sistema de VoIP estendido sem fio pode funcionar concordantemente. Por exemplo, uma fábrica de vários edifícios grandes pode incluir uma 10 rede de Pontos de Acesso de WLAN. A rede pode ter sido calibrada extensamente utilizando-se um mapeamento de grade que consiste de múltiplos pontos de acesso e múl- tiplos adaptadores de VoIP 105 interligando as redes de voz/dados dos vários edifícios e a rede de telefoni- 15 a/dados pública. Depois de um acidente, um empregado pode discar 9-1-1. 0 sistema de WiFi pode carrear a mensagem que deu origem à chamada sobre a rede de WLAN por intermédio do transceptor sw WLAN 2 00 e o retro- transporte 107 por fio ou sem fio à rede de VoIP 110. 20 A chamada de emergência pode ser reconhecida pelos dí- gitos discados ou um indicador de Serviços de Emergên- cia. A chamada de emergência pode ser então roteada para o transceptor sem fio 320. A posição calibrada do transceptor de WLAN 200 pode proporcionar uma localiza- 25 ção aproximada que inclui número de edifício e pavimen- to. A utilização dos dados de RF captados a partir do mapeamento de grade de RF, a localização estimada de telefone 100 pode ser ainda refinada pelo deslocamento computado. 0 deslocamento computado pode ser calculado entre o telefone 100 e o transceptor de WLAN 200 utili- zando-se o mapa de grade de RF. Uma vez calculado, o deslocamento computado e o deslocamento calibrado ou o 5 deslocamento entre o transceptor de WLAN 200 e trans- ceptor sem fio 320 pode ser combinado com a posição descoberta do transceptor sem fio 320. A informação de localização pode ser então roteada para o terminal de chamada 140.
A Figura 4 ilustra uma concretização exemplifi-
cativa do adaptador de VoIP 105. Conforme ilustrado na Figura 4, o adaptador de VoIP 105 pode incluir uma pri- meira interface 3 05, um processador 310, um meio capaz de ser lido por computador 315, transceptor sem fio 15 320, um receptor de determinação de localização 325, e uma segunda interface 330. A primeira interface 305 pode comunicar sinais para o telefone 100 e provenien- tes do mesmo, tais como a voz do usuário do telefone 100 e o operador de 9-1-1 na outra extremidade da cha-
2 0 mada de emergência. A primeira interface 3 05 pode ser acoplada operacionalmente ao processador 310. 0 pro- cessador 310 pode incluir, por exemplo, um processador de computador típico. 0 processador 310 pode ser tam- bém acoplado ao meio capaz de ser lido por computador 25 315. 0 meio capaz de ser lido por computador 315 pode incluir, por exemplo, memória de acesso aleatório, me- mória somente de leitura, acionadores de armazenamento, ou assemelhados. 0 meio capaz de ser lido por computa- dor 315 pode incluir instruções que fazem com que o processador 310 proporcione a detecção da iniciação de uma chamada de emergência por um usuário do telefone 100. 0 meio capaz de ser lido por computador 315 pode 5 incluir também instruções que acionam o transceptor sem fio 320 e/ou o receptor de determinação de localização 325. Por exemplo, se for detectada uma chamada de e- mergência, o processador 310 pode requerer instruções adicionais provenientes do meio capaz de ser lido por 10 computador 315. Essas instruções adicionais podem ser usadas pelo processador 310 para acionar o transceptor sem fio 320 e/ou o receptor de determinação de locali- zação 325. Adicionalmente, o meio capaz de ser lido por computador 315 pode armazenar a informação de Ioca-
lização do adaptador de VoIP 105 para futura utiliza- ção.
0 processador 310 pode ser acoplado ao trans- ceptor sem fio 320. O transceptor sem fio 320 pode ser acionado quando é detectada uma chamada de emergência 20 pelo processador 310 de forma que as transmissões do transceptor sem fio 320 permitem ao transceptor sem fio 320 ser localizado por meio dos meios de localização baseados em rede e a informação de localização de tele- fone 100 pode ser calculada e distribuída para o termi- 25 nal de chamada 140, ilustrado na Figura 2. Por exem- plo, o transceptor sem fio 320 pode incluir circuitos de derivação sem fio que convertem a chamada de emer- gência de VoIP para uma chamada de emergência sobre a rede sem fio. Adicionalmente, a informação de localiza- ção de telefone 100 pode ser calculada e distribuída para o adaptador de VoIP 105, seja por meio da conexão sem fio 113 que pode incluir uma conexão de rádio, tal 5 como GPRS ou SMS ou por meio de uma conexão 137 prove- niente do servidor 145 de GMLC/MPC para a rede de VoIP 110, ilustrada na Figura 2. Se a localização for dis- tribuída para o adaptador de VoIP 105 para utilização futura, o adaptador de VoIP 105 poderá ser relacionado 10 com a localização desenvolvida por um ID de transceptor sem fio 320 (por exemplo, o MIN (número de identifica- ção móvel), a IMSI (Estação Móvel Internacional de ID), o ESN (Número de Série Eletrônico), o IMEI (Identidade de Equipamento Móvel Internacional) ou o número de te- 15 lefone do assinante. A rede de VoIP 110, ilustrada na Figura 2, pode ter de manter uma relação de base de da- dos de IDs de transceptor sem fio 32 0 correspondente aos assinantes de VoIP apropriados para assegurar o ro- teamento apropriado. Se a chamada for roteada para ou- 2 0 tro número adequado que aceita informação de localiza- ção, tal como a companhia de energia ou companhia de seguros, o provedor da rede sem fio pode permitir que o transceptor sem fio 320 tenha acesso à rede sem fio quando, por exemplo, a energia ou a conexão para o a- 25 daptador de VoIP 105 falhou e o transceptor sem fio 320 pode ter acesso a uma bateria de reserve (por exemplo, uma bateria de laptop ou UPS).
Adicionalmente, o processador 310 pode ser aco- piado ao transceptor sem fio 320 e ao receptor de de- terminação de localização 325. O receptor de determi- nação de localização 325 pode ser acionado quando é de- tectada uma chamada pelo processador 310. O receptor de determinação de localização 325 pode desenvolver uma localização para uso imediato na chamada e/ou reter a localização para futura utilização. Esta localização descoberta pode ser modificada com deslocamentos de lo- calização calibrados e/ou computados para desenvolver uma localização capaz de ser reportada com base na in- formação armazenada no adaptador de VoIP 105. No caso onde uma chamada de emergência está sendo colocada (por exemplo, para um operador de emergência), o transceptor sem fio 320 pode ser acionado quando é detectada uma chamada de emergência pelo processador 310 de forma que
o transceptor sem fio 320 proporciona a informação de localização capaz de ser reportada do telefone 100 para distribuição para o terminal de chamada 14 0, ilustrado na Figura 2. Por exemplo, o transceptor sem fio 320 2 0 pode incluir circuitos de derivação sem fio que conver- tem a chamada de emergência de VoIP para uma chamada de emergência sobre a rede sem fio. Neste exemplo, a po- sição descoberta proveniente do receptor de determina- ção de localização 325 que inclui quaisquer modifica- 25 ções provenientes dos deslocamentos de localização ca- librados e/ou computados pode ser enviada para o servi- dor 145 de MPC/GMLC e base de dados de ALI 150 para e- ventual distribuição para o operador de emergência que utiliza o terminal de chamada 140, que está ilustrado na Figura 2.
Alternativamente, o processador 310 pode ser acoplado ao receptor de determinação de localização 5 325. 0 receptor de determinação de localização 325 po- de incluir, por exemplo, um receptor de Satélite de Po- sicionamento Global (GPS) tal como um receptor de TV- GPS ou um receptor de LORAN, que se encontra descrito anteriormente. A informação de localização pode ser 10 recebida pelo receptor de determinação de localização 325 utilizando-se, por exemplo, processamento de GPS auxiliado. Por exemplo, o receptor de GPS pode comuni- car-se com um servidor auxiliar que pode ter acesso a uma rede de referência. 0 receptor de GPS e o servidor 15 auxiliar podem compartilhar recursos para gerarem rapi- damente a informação de localização de telefone 100. Se o adaptador de VoIP 105 incluir o receptor de deter- minação de localização 325, o adaptador de VoIP 105 po- de conduzir a chamada proveniente do telefone 100 como 2 0 uma chamada de VoIP. Desta forma, a informação de lo- calização pode ser proporcionada para o terminal de chamada 140 por intermédio da rede de VoIP 110, ilus- trada na Figura 2, utilizando-se pacotes inseridos em um campo tal como o Protocolo de Iniciação de Sessão 25 (SIP) conforme descrito anteriormente. Alternativamen- te, a informação de localização pode ser proporcionada para o terminal de chamada 140, ilustrado na Figura 2, por intermédio da rede de celular utilizando-se os re- cursos dos Serviços de Rádio de Pacote Geral (GPRS) da rede sem fio tal como descrita anteriormente.
0 processador 310 também pode ser acoplado à segunda interface 330. A segunda interface 330 pode 5 comunicar sinais para a rede de VoIP 110 e provenientes da mesma, ilustrada na Figura 2, ou a Rede de Protocolo Internet (IP) tais como os usuários de voz e a voz na outra extremidade da conversação.
A Figura 5 ilustra um método de roteamento de uma chamada de emergência de acordo com uma concretiza- ção exemplificativa. Em 405, pode proporcionar-se uma interface entre um telefone e um Protocolo Internet (rede IP) . A interface pode incluir, por exemplo, um adaptador de VoIP. Adicionalmente, o telefone pode in- cluir, por exemplo, um ou mais telefones analógicos tí- picos, um ou mais fones portáteis, e microfones e fones de cabeça ou alto-falantes conectados a um ou mais com- putadores. Adicionalmente, o telefone e interface po- dem ser uma unidade, por exemplo, o adaptador de VoIP 2 0 pode ser uma construção no recurso do telefone.
Em 410, a interface pode detectar se uma chama- da de emergência foi colocada por meio do telefone. Se for detectada uma chamada de emergência, em 415, um transceptor sem fio pode ser acionado por um processa- 25 dor na interface. 0 transceptor sem fio pode incluir, por exemplo, circuitos de derivação sem fio que conver- tem a chamada de emergência de VoIP para uma chamada de emergência sobre uma rede sem fio. Depois de o transceptor sem fio ser acionado em 415, a interface pode ser localizada por um sistema de localização sem fio em 420. Por exemplo, a interface pode ser localizada pela condução de uma chamada de e- mergência em uma rede sem fio em 425. O roteamento de uma chamada de emergência pode incluir, por exemplo, em 43 0, o roteamento da chamada como uma chamada de não- VoIP que pode incluir desvio da rede de VoIP e trans- missão da chamada como uma chamada típica de telefone sem fio sobre a rede sem fio. Se a chamada for condu- zida como uma chamada não-VoIP, a chamada e informação de localização podem ser roteadas para um terminal de chamada de emergência, tal como um tomador de terminal de chamada de PSAP por intermédio da rede sem fio em 440. A chamada pode ser roteada utilizando-se a Chave de Roteamento de Serviços de Emergência (ESRK) e/ou Dí- gitos de Roteamento de Serviços de Emergência (ESRD) que podem ser similares ao roteamento de chamada de E911 sem fio típico conhecido daqueles versados na téc- nica .
A interface em 420 também pode ser localizada pela condução da chamada de emergência como uma VoIP sobre uma rede de Protocolo Internet (IP) com um Pseu- do-ANI E911 na posição do número de chamada em 450. Por exemplo, em 455, informação de localização pode ser inserida dentro de pacotes de IP transmitidos a partir da chamada de telefone. A informação de localização pode incluir, por exemplo, bits designados no campo de Protocolo de Iniciação de Sessão (SIP). A informação de localização inserida em 455 pode ser roteada para um terminal de chamada de emergência, tal como um terminal captador de chamada de PSAP em 460. Em uma concretiza- ção, a chamada pode ser roteada para o PSAP por meio de conexões dedicadas através de um roteador seletivo de Carreador de Troca de Área Local (LEC) que afunila as chamadas para o centro apropriado utilizando a informa- ção no campo de SIP. Com esta conexão, a informação de usuário que inclui a localização reportada pode ser traduzida e enviada por meio do centro de aprovisiona- mento da rede de VoIP para a base de dados ALI e o número que faz a chamada e localização e/ou endereço podem ser validados antes de ficarem disponíveis para a PSAP. Alternativamente, a chamada pode ser conectada a um terminal de chamada por meio da rede de IP que tem um Pseudo-ANI E911 no lugar do número de chamada. Adi- cionalmente, uma chamada paralela pode ser lançada na rede sem fio para proporcionar informação de localiza- ção ou estimativa de localização para o terminal de chamada.

Claims (32)

1. Aparelho para o uso como um adaptador de Voz sobre Protocolo Internet (VoIP) em uma localização de usuário e para facilitar serviços de emergência, caracterizado por compreender: - uma primeira interface para comunicação de sinais para um telefone e provenientes do mesmo; - uma segunda interface para comunicação de si- nais para uma rede de Protocolo Internet (IP) e prove- nientes da mesma; - um transceptor sem fio; - um processador acoplado operacionalmente ao dito transceptor sem fio e às ditas primeira e segunda interfaces; e - um meio capaz de ser lido por computador, a- coplado operacionalmente ao dito processador, que com- preende instruções para fazerem com que o processador detecte uma iniciação do usuário de uma chamada de e- mergência pelo dito telefone, e para acionar o trans- ceptor sem fio em resposta à detecção da dita chamada de emergência, e para realizar pelo menos uma de: (a) conduzir a chamada de emergência sobre uma rede de co- municação sem fio, via o transceptor sem fio, possibi- litando desse modo a localização do aparelho por um componente de localização associado com a rede de comu- nicação sem fio, e (b) obter automaticamente informação de localização e proporcionar a dita informação de lo- calização para um operador de serviços de emergência.
2. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda instruções para ob- terem automaticamente informação de localização quando o aparelho é ligado.
3. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda instruções para ob- terem automaticamente informação de localização quando é detectada a chamada de emergência.
4.Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda instruções para co- nectarem a chamada de emergência a um PSAP (Ponto de Resposta de Serviço Público) por meio da rede de IP com um Pseudo-ANI em vez do número que faz a chamada ao mesmo tempo em que uma configuração de chamada paralela é lançada na rede sem fio para provocar uma estimativa de localização.
5. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a dita primeira interface ser confi- gurada para interfacear com um único telefone.
6. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a dita primeira interface ser confi- gurada para interfacear com múltiplos telefones.
7. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a dita primeira interface incluir um transceptor de rede de área local sem fio (WLAN).
8. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda instruções for pro- porcionarem informação de localização que inclui um deslocamento calibrado.
9. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda instruções para proporcionarem informação de localização que inclui um deslocamento computado.
10. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda instruções para ma- pearem informação de localização, incluindo informação de latitude e longitude, para um endereço de rua, e pa- ra proporcionarem o dito endereço de rua para vim PSAP.
11. Método para facilitar serviços de emergên- cia em conexão com uma chamada de voz sobre protocolo Internet (VoIP), caracterizado por compreender: - proporcionar uma interface entre um telefone e uma rede de Protocolo Internet (IP); - dentro da dita interface, detectar a inicia- ção de uma chamada de emergência pelo dito telefone; - acionar um transceptor sem fio dentro da dita interface em resposta à detecção da dita chamada de e- mergência; e - realizar pelo menos uma de: (a) conduzir uma chamada de emergência sobre uma rede de comunicação sem fio, por intermédio do transceptor sem fio, pelo que a rede de IP é contornada durante as chamadas de emergên- cia e localização do aparelho por um componente de lo- calização associado com a rede de comunicação sem fio é habilitada, e (b) obter automaticamente informação de localização utilizando-se o dito transceptor sem fio e proporcionando-se a dita informação de localização para um operador de serviços de emergência.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por compreender ainda obter automatica- mente informação de localização quando a interface é ligada.
13. Método, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado por compreender ainda obter-se automati- camente informação de localização quando a chamada de emergência é detectada.
14. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por compreender ainda conectar a chamada de emergência a um PSAP (Ponto de Resposta de Serviço Público) por intermédio da rede de IP com um Pseudo-ANI em vez do número que faz a chamada enquanto uma confi- guração de chamada paralela é lançada na rede sem fio para provocar uma estimativa de localização por uma re- de sem fio comercial.
15. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por a dita interface ser configurada para interfacear com um único telefone.
16. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por a dita interface ser configurada para interfacear com múltiplos telefones.
17. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por a dita interface incluir um transcep- tor de rede de área local sem fio (WLAN) para comunica- ção com um telefone de WLAN.
18. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por compreender ainda proporcionar infor- mação de localização que inclui um deslocamento cali- brado .
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado por compreender ainda proporcionar infor- mação de localização que inclui um deslocamento compu- tado .
20. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por compreender ainda mapear informação de localização, que inclui informação de latitude e longitude, para um endereço de rua, e para proporcionar o dito endereço de rua para um PSAP.
21. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por a dita interface compreender uma pri- meira interface para comunicação de sinais para o dito telefone e provenientes do mesmo; uma segunda interface para comunicação de sinais para a dita rede de IP e provenientes da mesma; um transceptor sem fio; um pro- cessador acoplado operacionalmente ao dito transceptor sem fio e às ditas primeira e segunda interfaces; e um meio capaz de ser lido por computador, acoplado opera- cionalmente ao dito processador, que compreende instru- ções para fazerem com que o processador detecte a ini- ciação de uma chamada de emergência pelo dito telefone, e para acionar o transceptor sem fio em resposta à de- tecção da dita chamada de emergência.
22. Meio capaz de ser lido por computador que compreende instruções capazes de serem executadas por computador para instruir um processador para realizar um método para facilitar serviços de emergência em co- nexão com uma chamada de voz sobre Protocolo Internet (VoIP), o dito método envolvendo proporcionar uma in- terface entre um telefone e uma rede de Protocolo In- ternet (IP), e caracterizado por compreender: - dentro da dita interface, detectar a inicia- ção de uma chamada de emergência pelo dito telefone; - acionar um transceptor sem fio em resposta à detecção da dita chamada de emergência; e - realizar pelo menos um de: (a) conduzir a chamada de emergência sobre a rede de comunicação sem fio, por intermédio do transceptor sem fio, pelo que a rede de IP é desviada durante a chamada de emergências e é capacitada a localização do aparelho por um compo- nente de localização associado com a rede de comunica- ção sem fio, e (b) obter automaticamente informação de localização utilizando-se o dito transceptor sem fio e proporcionar a dita informação de localização para vim operador de serviços de emergência.
23. Meio capaz de ser lido por computador, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por com- preender ainda instruções para obterem automaticamente informação de localização quando a interface é ligada.
24. Meio capaz de ser lido por computador, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por com- preender ainda instruções para obterem automaticamente informação de localização quando a chamada de emergên- cia ê detectada.
25. Meio capaz de ser lido por computador, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por com- preender ainda instruções para conectar a chamada de emergência a um PSAP (Ponto de Resposta de Serviço Pú- blico) por intermédio da rede de IP com um Pseudo-ANI no lugar do número que faz a chamada enquanto uma con- figuração de chamada paralela é lançada na rede sem fio para provocar uma estimativa de localização por uma re- de sem fio comercial.
26. Meio capaz de ser lido por computador, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por a dita interface ser configurada para interfacear com um único telefone.
27. Meio capaz de ser lido por computador, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por a dita interface ser configurada para interfacear com múlti- plos telefones.
28. Meio capaz de ser lido por computador, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por a dita interface incluir um transceptor de rede de área local sem fio (WLAN) para comunicação com um telefone de WLAN.
29. Meio capaz de ser lido por computador, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por com- preender ainda instruções para proporcionarem informa- ção de localização que inclui um deslocamento calibra- do.
30. Meio capaz de ser lido por computador, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado por com- preender ainda instruções para proporcionarem informa- ção de localização que inclui um deslocamento computa- do .
31. Meio capaz de ser lido por computador, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por com- preender ainda instruções para mapearem informação de localização, que inclui informação de latitude e longi- tude, para um endereço de rua, e para proporcionar o dito endereço de rua para um PSAP.
32. Meio capaz de ser lido por computador, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por o dito meio capaz de ser lido por computador estar contido dentro da dita interface, e a dita interface compreen- der ainda uma primeira interface para comunicação de sinais para o dito telefone e provenientes do mesmo; uma segunda interface para comunicação de sinais para a dita rede de IP e provenientes da mesma; um transceptor sem fio; \im processador acoplado operacionalmente ao dito transceptor sem fio, e às ditas primeira e segunda -v interfaces.
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