Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "GERADOR DE AEROSSOL DE TUBO CAPILAR DOBRADO".
Referência Cruzada a Pedido Relacionado
Este pedido reivindica prioridade do pedido de patente provisório 5 U.S. no. 60/877 650, depositado em 29 de dezembro de 2006, cujo conteúdo total está incorporado neste documento por meio desta referência. Antecedentes
Aerossóis são úteis em uma grande variedade de aplicações. Por exemplo, é frequentemente desejável tratar doenças respiratórias com 10 fármacos entregues por meio de jatos de aerossol de partículas finamente divididas de líquido e/ou sólido, por exemplo, pó, medicamentos, etc., os quais são inalados para dentro dos pulmões. Aerossóis também são usados para propósitos tais como fornecer fragrâncias desejadas para aposentos, distribuir inseticidas e entregar tinta e lubrificante.
Sumário
É fornecido um gerador de aerossol na forma de um tubo capilar. O tubo capilar inclui pelo menos uma dobra, entradas de fluido, regiões de espessura de parede reduzida localizadas entre as entradas de fluido e a dobra, e uma saída ao longo da dobra. Fluido volatilizado expande para fora 20 da saída e mistura com ar ambiente para formar um aerossol. Resistência elétrica é preferivelmente aumentada nas regiões de espessura de parede reduzida. As entradas de fluido podem ser localizadas em extremidades do tubo capilar. O tubo capilar pode compreender mais de uma dobra, por e- xemplo, diversas dobras no mesmo plano ou o tubo pode ser espiralado. O 25 gerador de aerossol pode incluir uma fonte de líquido em comunicação fluí- dica com as entradas de fluido. O tubo capilar pode ser de 5 milímetros a 40 milímetros, preferivelmente de 10 milímetros a 25 milímetros de comprimen- to e ter um diâmetro interno de 0,1 milímetro a 0,5 milímetro, preferivelmente de 0,1 milímetro a 0,2 milímetro. O tubo capilar pode ter uma espessura de 30 parede de cerca de 0,1 milímetro e as regiões de espessura de parede redu- zida podem ter uma espessura de parede de cerca de 0,01 milímetro a 0,09 milímetro, preferivelmente em torno de 0,04 milímetro. Também é fornecido um gerador de aerossol incluindo um tubo capilar. O tubo capilar inclui pelo menos uma dobra, entradas de fluido, regi- ões de espessura de parede reduzida localizadas entre as entradas de fluido e a pelo menos uma dobra, uma saída ao longo da pelo menos uma dobra e um mecanismo de aquecimento que aquece o tubo capilar para uma tempe- ratura suficiente para volatilizar fluido no tubo capilar. O tubo capilar pode ser feito de um material de aquecimento resistivo eletricamente tal como aço inoxidável, a resistência elétrica é preferivelmente aumentada nas regiões de espessura de parede reduzida, e o mecanismo de aquecimento pode ser uma fonte de energia com condutores fixados ao tubo capilar para passar corrente elétrica pelo menos ao longo da dobra para aquecer o tubo capilar para uma temperatura suficiente para volatilizar fluido no tubo capilar. Prefe- rivelmente, as regiões de espessura de parede reduzida são localizadas en- tre os condutores e a dobra. O gerador de aerossol pode compreender adi- cionalmente um bocal e/ou uma fonte de fluido.
É fornecido adicionalmente um método para gerar um aerossol.
O método inclui as etapas de fornecer fluido para um gerador de aerossol, o qual inclui um tubo capilar compreendendo pelo menos uma dobra, primeira e segunda entradas de fluido, regiões de espessura de parede reduzida Io- 20 calizadas entre as entradas de fluido e a dobra, e uma saída ao longo da dobra, e aquecer o tubo capilar para aquecer o fluido para uma temperatura suficiente para volatilizar o fluido para formar um fluido volatilizado, de tal maneira que o fluido volatilizado se expande para fora da saída do tubo capi- lar, o fluido volatilizado se misturando com ar atmosférico ambiente para 25 formar um aerossol. As regiões de espessura de parede reduzida podem ser formadas, por exemplo, por polimento elétrico, retificação acêntrica, usina- gem padrão, ataque químico, ou combinações dos mesmos. A saída é prefe- rivelmente equidistante das primeira e segunda entradas de fluido. Fluido pode ser fornecido para as primeira e segunda entradas de fluido em taxas 30 de fluxo idênticas ou diferentes. Fluidos idênticos ou diferentes, os quais po- dem ser líquidos, podem ser fornecidos para as primeira e segunda entradas de fluido. Um líquido pode ser fornecido para uma primeira entrada de fluido e um gás pode ser fornecido para uma segunda entrada de fluido. Fluido fornecido para o tubo capilar pode compreender extrato de tabaco, medica- mento, combustível, água, flavorizante e/ou um veículo.
Descrição Resumida dos Desenhos A figura 1 é uma ilustração de um dispositivo de vaporização de
fluido.
A figura 2 é uma representação esquemática de uma parte de tubo capilar dobrado do dispositivo mostrado na figura 1.
A figura 3 fornece uma vista ampliada do tubo capilar dobrado, com a figura 3a fornecendo uma vista frontal, a figura 3b fornecendo uma vista superior e a figura 3c fornecendo uma vista ampliada da saída do tubo capilar.
As figuras 4a-4c fornecem vistas em perspectiva do tubo capilar dobrado conectado a uma placa de circuito impresso de acionador eletrônico com um controlador, e se estendendo dela, com a figura 4a fornecendo uma vista superior, a figura 4b fornecendo uma vista frontal, e a figura 4c forne- cendo uma vista de extremidade.
As figuras 5 e 6 mostram modalidades adicionais do tubo capilar dobrado. O tubo capilar dobrado da figura 5 inclui múltiplas dobras e o tubo capilar dobrado da figura 6 inclui um tubo espiralado tendo múltiplas dobras.
A figura 7 mostra uma modalidade de um tubo capilar dobrado tendo regiões de espessura de parede reduzida localizadas entre as entra- das de fluido e a dobra do tubo capilar.
Descrição das Modalidades Preferidas É fornecido um dispositivo de vaporização de fluido útil para a-
plicações incluindo geração de aerossol. O dispositivo inclui um tubo ou pas- sagem capilar dobrada (ou "arqueada") que pode ser aquecida ao passar corrente elétrica através dela, e através da qual fluido flui para ser vaporiza- do pelo menos parcialmente e se desejado para gerar um aerossol. Preferi- 30 velmente, a passagem capilar dobrada compreende uma parte de passagem arqueada e uma saída em uma localização ao longo da passagem arquea- da. A fim de aquecer o tubo, uma corrente elétrica, fornecida por meio de um primeiro eletrodo em uma extremidade de entrada do tubo, passa ao longo do tubo para um segundo eletrodo na outra extremidade de entrada do tubo. Fluido da mesma fonte ou de fontes diferentes pode ser fornecido como um líquido pressurizado nas entradas e é convertido pelo menos parcialmente 5 em um vapor pela entrada de calor gerado pelo aquecimento de resistência proveniente do fluxo de eletricidade ao longo do tubo à medida que o fluido flui das extremidades de entrada através do tubo na direção da saída. Quando usado como um gerador de aerossol de um inalador, tal como um inalador portátil para medicamentos ou substâncias flavorizantes sob a for- 10 ma de aerossol, à medida que o vapor sai do tubo pela saida do tubo capilar um aerossol é produzido à medida que o vapor entra na atmosfera circun- dante.
Em uma modalidade preferida, o tubo capilar dobrado compre- ende pelo menos uma dobra (parte curvada ou arqueada), tal como uma dobra de 180°. A saída do tubo capilar é localizada na dobra, de tal maneira que as extremidades de entrada do tubo são equidistantes da saída do tubo. Assim, como o tubo capilar dobrado tem mais de um caminho (por exemplo, duas pernas) através dos quais fluido passa das extremidades de entrada do tubo para a saída, o tubo capilar dobrado possibilita uma estrutura muito compacta quando comparada a um gerador de aerossol compreendendo um tubo capilar linear tendo um único caminho através do qual fluido passa da entrada para a saída. Adicionalmente, quando comparado a um gerador de aerossol compreendendo um tubo capilar tendo um único caminho através do qual o fluido passa da entrada para a saída, a pressão exigida para des- locar fluido através das duas pernas do tubo capilar dobrado é menor para alcançar uma taxa de fluxo direcionada. De modo oposto, para uma taxa de fluxo direcionada de aerossol, a taxa de fluxo de fluido passando através de cada perna do tubo é mais baixa. Como resultado de uma taxa de fluxo mais baixa de fluido passando através das duas pernas do tubo, calor é transferi- do de forma mais eficiente do tubo para o fluido, menos energia é exigida para vaporizar líquido fluindo através do tubo e a pegada do tubo pode ser reduzida. 1 Como o tubo capilar dobrado tem mais de uma entrada, um ae-
rossol compreendendo mais de um fluido pode ser formado. Mais especifi- camente, líquidos diferentes, os quais podem não se misturar bem, podem ser alimentados pelas respectivas extremidades de entrada do tubo. Alterna- 5 tivamente, um aerossol compreendendo líquido e gás pode ser formado ao alimentar líquido, por exemplo, para uma extremidade de entrada do tubo e gás, por exemplo, para a outra extremidade de entrada do tubo. Adicional- mente, uma solução veículo contendo constituintes de extratos de tabaco ou aroma de tabaco pode ser usada para formar um aerossol, com o aerossol 10 resultante tendo atributos de paladar de tabaco gerado sem combustão.
Preferivelmente, a temperatura do tubo e do fluido são maiores na saída e a saída é no centro da dobra no tubo, (por exemplo, é equidistan- te de cada extremidade de entrada do tubo assim como equidistante de cada eletrodo). Preferivelmente, a saída tem um diâmetro aproximadamente igual 15 ao diâmetro interno do tubo capilar dobrado. Entretanto, se fluidos diferentes forem alimentados em cada extremidade de entrada do tubo, a fim de otimi- zar geração de aerossol, pode ser preferível que a saída não seja equidis- tante de cada extremidade de entrada do tubo ou equidistante de cada ele- trodo e/ou o eletrodo não seja localizado em posições idênticas nos respec- 20 tivos caminhos das extremidades de entrada do tubo para a saída. Adicio- nalmente, se fluidos diferentes forem alimentados em cada extremidade de entrada do tubo, a fim de otimizar geração de aerossol, pode ser preferível que os fluidos diferentes sejam alimentados em taxas de fluxo diferentes.
O tubo capilar pode ser feito totalmente de um material conduti- 25 vo eletricamente, tal como aço inoxidável, de maneira que à medida que uma tensão é aplicada a um comprimento do tubo, o tubo é aquecido pelo fluxo de corrente elétrica através do tubo, e o fluido passando através do tubo é vaporizado. Como uma alternativa, o tubo pode ser feito de um mate- rial não-condutivo ou semicondutívo, tal como vidro ou silício, com um reves- 30 timento ou camada de material de aquecimento de resistência tal como pla- tina para aquecer o tubo. Especificamente, o tubo pode ser de sílica fundida com elemento aquecedor formado por um revestimento resistivo. Em uma modalidade preferida, o tubo capilar dobrado pode ser descrito como tendo três regiões: uma região do tubo onde somente existe vapor, regiões do tubo onde existe pelo menos algum líquido, e regiões de transição onde líquido é vaporizado (localizadas entre a saída e as entra- 5 das). A saída do tubo é preferivelmente localizada na região do tubo onde existe vapor suficiente para produzir um aerossol desejado. Preferivelmente, as regiões do tubo onde líquido entra no tubo têm espessura de parede re- duzida, e interfaces entre as regiões do tubo tendo espessuras de parede diferindo podem ser encontradas nas regiões de transição onde existem tan- 10 to vapor quanto líquido. Entretanto, dependendo do(s) composto(s) a partir do(s) qual(is) aerossol está sendo formado, interfaces entre as regiões do tubo tendo espessuras de parede diferindo podem ser localizadas mais pró- ximas da saída.
Os comprimentos das regiões de espessura de parede reduzida 15 podem ser selecionados para alcançar um perfil de aquecimento desejado. Como um exemplo, para um tubo capilar tendo uma dobra e comprimento de 18 milímetros a 20 milímetros de condutor elétrico a condutor elétrico, o comprimento de cada seção do tubo capilar (da saída do tubo capilar a cada condutor elétrico) é de 9 milímetros a 10 milímetros, e dentro deste compri- 20 mento cada uma das regiões de espessura de parede reduzida pode ser de 5 milímetros a 7 milímetros.
Redução da espessura de parede do tubo capilar em regiões selecionadas aumenta a quantidade de energia térmica transferida do tubo capilar para o fluido. Adicionalmente, ao reduzir a espessura de parede do 25 tubo capilar em regiões predeterminadas, o gradiente de temperatura por todo o comprimento do tubo capilar pode ser gerenciado. Assim, energia térmica pode ser entregue para a formação de aerossol para formar um ae- rossol rapidamente, enquanto assegurando que o tubo capilar não excede limites de temperatura predeterminados na região do tubo onde menos líqui- 30 do está presente. Adicionalmente, ao reduzir a espessura de parede do tubo capilar em regiões predeterminadas, a quantidade de energia elétrica exigida para elevar a temperatura do tubo capilar da ambiente para a temperatura 1 de operação pode ser reduzida significativamente.
Ao reduzir espessura de parede, a resistência elétrica é aumen- tada. Como resultado, menos energia e tempo são exigidos para aquecer o tubo para a temperatura de operação. Qualquer técnica de fabricação ade- 5 quada para reduzir efetivamente o diâmetro externo do tubo capilar pode ser empregada. Tais técnicas incluem, por exemplo, polimento elétrico, retifica- ção acêntrica, usinagem padrão, corrosão química e combinações dos mesmos. Especificamente, para um tubo capilar de aço inoxidável de 30 gauges (diâmetro externo de cerca de 0,3 milímetro, diâmetro interno de 10 cerca de 0,1 milímetro e espessura de parede de cerca de 0,1 milímetro), regiões selecionadas do diâmetro externo do tubo capilar podem ser reduzi- das por polimento elétrico para cerca de 0,2 milímetro de diâmetro externo, deixando uma espessura de parede de cerca de 0,04 milímetro.
À medida que o tubo capilar é aquecido para a temperatura de operação do gerador de aerossol e líquido começa a fluir através do tubo, uma dada quantidade de energia é exigida para formar um aerossol a partir do líquido. Nas regiões do tubo capilar onde líquido existe e flui, uma quanti- dade significativa de energia térmica é transferida da parede interna do tubo capilar para o líquido. Entretanto, a quantidade de energia térmica transferi- da da parede interna do tubo capilar para o líquido na dobra é limitada pela quantidade de energia absorvida pelo líquido na formação do aerossol, com qualquer calor excessivo permanecendo na dobra do tubo capilar. Assim, ao localizar as regiões de espessura de parede reduzida antes da dobra, aque- cimento pode ser aumentado nessas regiões e a parede comparativamente mais grossa da dobra leva em conta resistência elétrica reduzida na dobra quando comparada às regiões de espessura de parede reduzida, para for- necer um gradiente de temperatura mais uniforme através do tubo capilar total.
A figura 1 mostra uma modalidade de um dispositivo de vapori- zação de fluido na forma de um gerador de aerossol 10 para uso como um inalador portátil. Tal como mostrado, o gerador de aerossol 10 inclui uma fonte 12 de fluido, uma válvula 14, um arranjo de aquecedor compreendendo um tubo capilar dobrado 20, um bocal 18, um sensor opcional 15 e um con- trolador 16. O controlador 16 inclui conexões elétricas adequadas e equipa- mento auxiliar tal como uma bateria que coopera com o controlador para operar a válvula 14, o sensor 15 e fornecer eletricidade para aquecer o tubo 5 capilar dobrado 20. Em operação, a válvula 14 pode ser aberta para permitir que um volume desejado de fluido proveniente da fonte 12 entre no tubo ca- pilar dobrado 20 antes ou subsequente à detecção pelo sensor 15 de uma queda de pressão no bocal 18 causada por uma pessoa respirando (inalan- do) junto ao gerador de aerossol 10. À medida que fluido é fornecido para o 10 tubo capilar dobrado 20, o controlador 16 controla a quantidade de energia fornecida para aquecer o tubo capilar suficientemente para volatilizar fluido no tubo capilar dobrado 20, isto é, o controlador 16 controla a quantidade de eletricidade passada através do tubo capilar para aquecer o fluido para uma temperatura adequada para volatilizar o fluido nesse lugar. O fluido volatili- 15 zado sai por uma saída do tubo capilar dobrado 20, e o fluido volatilizado forma um aerossol que pode ser inalado por uma pessoa respirando junto ao bocal 18.
O gerador de aerossol mostrado na figura 1 pode ser modificado para utilizar arranjos de fornecimento de fluido diferentes. Por exemplo, a fonte de fluido pode compreender uma válvula de entrega que entrega um volume predeterminado de fluido para o tubo capilar dobrado 20 e/ou o tubo capilar dobrado 20 pode incluir uma ou mais câmaras de dosagem de tama- nho predeterminado para acomodar um volume de fluido predeterminado a ser volatilizado durante um ciclo de inalação. No caso onde o tubo capilar dobrado 20 inclui uma ou mais câmaras de dosagem para acomodar um vo- lume de fluido, o dispositivo pode incluir uma válvula ou válvulas a jusante da(s) câmara(s) para impedir fluxo do fluido além da(s) câmara(s) durante enchimento da(s) mesma(s). Se desejado, a(s) câmara(s) pode(m) incluir um preaquecedor arranjado para aquecer fluido na(s) câmara(s) de tal maneira que uma bolha de vapor expanda e impulsione o líquido remanescente das câmaras no tubo capilar dobrado 20. Detalhes de um arranjo de preaquece- dor como este podem ser encontrados na Patente U.S. N0 6.491.233 da * mesma requerente, cuja descrição está incorporada neste documento por meio desta referência. Alternativamente, fluido na(s) câmara(s) pode ser preaquecido para uma temperatura estabelecida abaixo da formação de bo- lha de vapor. Se desejado, a(s) válvula(s) pode(m) ser omitida(s) e a fonte 5 de fluido 12 pode incluir um arranjo de entrega tal como uma ou mais bom- bas de seringa que fornecem um volume predeterminado de fluido direta- mente para o tubo capilar dobrado 20. No caso onde o tubo dobrado é feito de um material condutivo eletricamente, tal como aço inoxidável, o arranjo de aquecimento pode ser uma parte do tubo capilar definindo o tubo capilar 10 dobrado 20, arranjado para volatilizar o líquido no tubo capilar dobrado 20. O sensor 15 pode ser omitido ou contornado no caso onde o gerador de aeros- sol 10 é operado manualmente por meio de um comutador mecânico, comu- tador elétrico ou outra técnica adequada. Embora o gerador de aerossol 10 ilustrado na figura 1 seja útil para aerossolização de aerossóis inaláveis, tais 15 como aerossóis carregando fármaco ou aroma, o tubo capilar dobrado tam- bém pode ser usado para vaporizar outros fluidos tais como, por exemplo, odorantes.
Um gerador de aerossol de tubo capilar dobrado pode receber fluxo de fluido de uma única fonte de fluido. Um fluido, de uma maneira geral 20 na forma de um líquido pressurizado e/ou predeterminado volume de fluido proveniente da mesma ou de fontes separadas de fluido, entra através das entradas do tubo capilar e flui através das pernas do tubo na direção da saí- da do tubo. Um eletrodo separado é fornecido em cada extremidade de en- trada do tubo capilar. A parte do tubo capilar entre os eletrodos é aquecida 25 como resultado da corrente elétrica fluindo através de uma parte do tubo entre os eletrodos, e o líquido entrando pelas extremidades de entrada é aquecido dentro do tubo para formar um vapor. À medida que o vapor sai pela saída do tubo capilar e entra em contato com o ar ambiente circundan- te, o vapor forma um aerossol. Se o líquido for uma suspensão, o aerossol 30 pode ser formado de sólidos na suspensão. Se o líquido for uma solução de um líquido condensável, o aerossol pode ser formado de gotinhas de vapor condensado. Se a saída em seção transversal for menor que o diâmetro in- terno do tubo capilar, o aerossol pode ser formado de líquido atomizado im- pulsionado através da saída pelo líquido vaporizado.
Tal como mostrado na figura 2, um dispositivo de vaporização de fluido inclui um tubo capilar 20, com um fluido proveniente de uma fonte de 5 fluido 22 passando através do tubo capilar 20. O fluido entra no tubo capilar 20 pela primeira extremidade de entrada 20a e pela segunda extremidade de entrada 20b, e sai como um vapor pela saída 20c do tubo capilar 20. Um primeiro eletrodo 23a é conectado próximo à extremidade de entrada 20a do tubo capilar 20, e um segundo eletrodo 23b é conectado próximo à extremi- 10 dade de entrada 20b.
Um líquido entrando pela entrada 20a do tubo capilar 20 e pela entrada 20b é aquecido à medida que ele passa através do tubo capilar. Ca- lor suficiente é introduzido no fluido passando através do tubo para vaporizar pelo menos parte do fluido à medida que ele sai pela saída 20c do tubo capi- 15 lar. De novo, embora não ilustrado, mas tal como indicado anteriormente, o gerador de aerossol pode incluir mais de uma fonte de fluido para cada en- trada do tubo capilar dobrado.
As figuras 3a-3b ilustram uma vista ampliada do tubo capilar do- brado 30. A figura 3a fornece uma vista frontal do tubo capilar dobrado 30, 20 no qual fluido entra pela primeira extremidade de entrada 30a e pela segun- da extremidade de entrada 30b, e sai como um vapor pela saída 30c em uma dobra semicircular no tubo capilar 30. Um primeiro eletrodo 33a é co- nectado próximo à extremidade de entrada 30a do tubo capilar 30, e um se- gundo eletrodo 33b é conectado próximo à extremidade de entrada 30b. A 25 figura 3b ilustra uma vista superior do tubo capilar dobrado, e a figura 3c for- nece uma vista ampliada da saída do tubo capilar.
As figuras 4a-4c ilustram vistas em perspectiva do tubo capilar dobrado. Especificamente, a figura 4a fornece uma vista superior do tubo capilar dobrado, o qual é conectado à placa de circuito impresso de aciona- 30 dor eletrônico 49 com um controlador 46 e que se estende através dela, a figura 4b fornece uma vista frontal do tubo capilar dobrado, o qual é conec- tado à placa de circuito impresso de acionador eletrônico e controlador, e a figura 4c fornece uma vista de extremidade do tubo capilar dobrado, o qual é conectado à placa de circuito impresso de acionador eletrônico e controla- dor. As pernas do tubo capilar dobrado são preferivelmente conectadas à placa de circuito impresso de acionador eletrônico por meio de um adesivo 5 condutivo, tal como, por exemplo, solda ou epóxi condutivo, permitindo que a placa de circuito impresso de acionador eletrônico forneça eletricidade para as pernas do tubo capilar dobrado para aquecer o tubo capilar dobrado.
Modalidades adicionais do tubo capilar dobrado estão mostradas esquematicamente com referência às figuras 5 e 6. O tubo capilar dobrado 10 da figura 5 inclui as múltiplas dobras 51a, 51b, 51c e preferivelmente tem uma única saída ao longo da dobra mais central 51b. O tubo capilar dobrado da figura 6 inclui um tubo espiralado tendo as múltiplas dobras 61a, 61b, 61c, 61 d, 61 e e preferivelmente tem uma única saída na dobra mais central 61c.
O arranjo de tubo capilar dobrado é projetado para acomodar
uma variedade de taxas de fluxo de líquido através do tubo capilar, é alta- mente eficiente em energia e fornece um arranjo compacto. Em aplicações de inalador, as zonas de aquecimento do tubo capilar podem ser de 5 a 40 milímetros de comprimento, ou mais preferivelmente de 10 a 25 milímetros 20 de comprimento, e os diâmetros internos do tubo podem ser de 0,1 a 0,5 milímetro, ou mais preferivelmente de 0,1 a 0,2 milímetro. Na implementação do aquecedor de tubo capilar em um inalador, o arranjo de tubo capilar do- brado é preferivelmente isolado e/ou separado do ar ambiente e do vapor emitido pelo tubo capilar. Por exemplo, um corpo de material isolante pode 25 ser usado para suportar o tubo capilar dobrado dentro de um bocal de tal maneira que o vapor saindo do tubo capilar não entra em contato com a su- perfície externa do tubo capilar.
A direção de descarga do tubo capilar está descrita na figura 3 como sendo orientada em uma direção dentro do plano geral do tubo capilar para longe da extremidade de partes do tubo capilar. Na alternativa, a des- carga em vez disto pode ser em uma direção dentro do plano geral do tubo capilar na direção da extremidade de partes do tubo capilar ou em uma dire- ção para fora do plano geral definido pelo tubo capilar, tal como uma direção que é ortogonal ao plano geral definido pelo tubo capilar.
Tal como mostrado na figura 7, um dispositivo de vaporização de fluido compreende preferivelmente um tubo capilar, com um fluido proveni- ente de uma fonte de fluido entrando no tubo capilar pela primeira extremi- dade de entrada 70a e pela segunda extremidade de entrada 70b e que sai como um vapor pela saída 70c em uma dobra do tubo capilar. Um primeiro condutor de energia elétrica 73a é conectado próximo à extremidade de en- trada 70a do tubo capilar, e um segundo condutor de energia elétrica 73b é conectado próximo à extremidade de entrada 70b. Na região de fluido 75 do tubo capilar a espessura de parede do tubo capilar é preferivelmente reduzi- da nas regiões 75, quando comparadas à região de curvatura 76 do tubo capilar. Com este arranjo é possível aumentar aquecimento de resistência elétrica nas regiões 75 quando comparado ao aquecimento de resistência na região 76 onde menos líquido está presente.
Embora várias modalidades tenham sido descritas, é para ser entendido que variações e modificações podem ser utilizadas tal como esta- rá aparente para os versados na técnica. Tais variações e modificações são para serem consideradas dentro do alcance e escopo das reivindicações anexadas a isto.